Estratégia da Meta para se tornar referência em tecnologia no mundo

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Estratégia da Meta para se tornar uma das gigantes da tecnologia mundial

Você já se perguntou como a estratégia da Meta, anteriormente conhecida como Facebook, transformou a empresa de uma simples plataforma de mídia social em uma das gigantes da tecnologia mundial? Vamos explorar a incrível jornada da empresa, desde sua fundação até a revolucionária visão do metaverso.

O início do Facebook

Em 2004, Mark Zuckerberg lançou o Facebook para proporcionar aos estudantes universitários uma maneira de se conectar com amigos na internet. Ninguém poderia prever que essa simples plataforma de mídia social se tornaria o conglomerado tecnológico mais influente do mundo. Desde o início a plataforma foi muito bem-sucedida, mas por quê?

Thefacebook exclusivo para estudantes universitários

O Facebook foi um sucesso instantâneo porque Zuckerberg compreendeu a necessidade humana de autoexpressão e comunicação. A plataforma foi lançada inicialmente como Thefacebook e só estava aberta para estudantes de Harvard na época.

Os usuários podiam criar um perfil básico com seu nome, foto de perfil e data de nascimento. Eles também podiam compartilhar seus hobbies na página de perfil e se conectar com amigos.

O sucesso do Thefacebook pode ser medido pelo fato de que quase 50% dos estudantes de Harvard se inscreveram dentro de um mês do lançamento. Sendo assim, a plataforma foi aberta para todas as universidades nos EUA e Canadá.

A expansão do Thefacebook

Na mesma época, em junho, o Thefacebook garantiu um investimento de US$500,000 de Peter Thiel, co-fundador do PayPal. No ano seguinte, a empresa obteve US$12.7 milhões da Accel e US$1 milhão de um capitalista de risco.

A entrada de novos fundos permitiu que a empresa avançasse. Assim, em 2005, a empresa comprou o domínio thefacebook.com por U$200,000 e oficialmente se chamou de Facebook.

A marca também expandiu sua base de usuários abrindo a plataforma para funcionários da Microsoft e Apple, além de estudantes no Reino Unido, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia. Até 2006, a plataforma estava aberta para qualquer pessoa com um endereço de e-mail válido com 13 anos ou mais. Um ano depois, o Facebook contava com 50 milhões de usuários em todo o mundo.

A estratégia de lançamentos da Meta de 2004 a 2008

O Facebook teve uma estratégia de marketing digital sólida desde o início. Em 2004, a empresa lançou os “Facebook Flyers” para ajudar pequenos negócios a anunciarem seus serviços para clientes que moravam por perto.

A empresa também experimentou o conceito de “Grupos Patrocinados”. Empresas como a Apple patrocinavam um grupo, pagando ao Facebook uma taxa fixa, além de cobranças mensais por cada membro do grupo. Além disso, gravadoras começaram a aderir à ideia e se associaram ao Facebook para divulgar sua música diretamente para a grande base de usuários estudantes da plataforma.

Em 2007, a empresa lançou as “Páginas do Facebook” para ajudar celebridades e marcas a configurarem seus perfis para obterem maior visibilidade. Essa funcionalidade ajudou potenciais consumidores a conhecerem mais sobre as marcas por meio do Facebook, sendo populares até hoje.

Logo depois, foi lançado o famoso “Facebook Marketplace”. A função permite que usuários individuais postem anúncios para vender produtos, itens usados e serviços.

Mas, o que aprendemos com isso?

O Facebook foi revolucionário porque ajudou os usuários a se comunicarem de maneiras nunca antes possíveis. No início, a plataforma oferecia recursos simples, como adicionar amigos, junto com serviços de publicidade básicos para pequenos negócios. Mas o Facebook nunca parou de aprimorar seu serviço, adicionando novos recursos a todo tempo.

Além disso, a plataforma mudou a forma como as marcas comercializam seus produtos. Não havia volta depois que as marcas perceberam que o Facebook poderia ajudá-las a personalizar seus anúncios com base nos interesses do usuário, permitindo que personalizassem seus anúncios para milhões de clientes.

Até hoje o Facebook é uma das maiores redes sociais do mundo, sendo a mais utilizada. Por isso, segue sendo um dos caminhos mais utilizados por empresas que planejam investir em campanhas de marketing.

Gráfio com o ranking mundial de usuários ativos em plataformas social media.
Número de usuários ativos em cada rede social no mundo inteiro. Valores em milhões.

Aproveitar seu potencial publicitário ajudou o Facebook a estabelecer uma fonte independente de receita. Isso tornou a plataforma menos dependente de fundos de investimento e capaz de gerar lucros significativos por conta própria.

A estratégia da Meta para aprimorar a experiência do usuário no Facebook

Até o final de 2008, o Facebook já tinha conquistado 100 milhões de usuários em todo o mundo. Assim, foi uma conquista sem precedentes para uma empresa que havia começado apenas quatro anos antes.

Contudo, o Facebook estava determinado a continuar progredindo, e a empresa desenvolveu uma estratégia corporativa abrangente para obter uma vantagem competitiva sobre as plataformas concorrentes a longo prazo.

Como o Facebook melhorou a experiência do usuário?

O Facebook lançou recursos que melhoraram a experiência do usuário. A empresa também fez pequenas, mas eficazes mudanças na forma como os usuários podiam se comunicar, adicionando recursos como marcação de fotos e a opção de curtir comentários.

Como resultado, o Facebook ganhou 500 milhões de usuários em 2010, e a empresa foi avaliada em U$41 bilhões, tornando-se a terceira empresa de tecnologia mais valiosa, após o Google e a Amazon.

O Facebook também aprimorou a experiência do usuário lançando novas plataformas, como o Desenvolvedor de Aplicativos do Facebook. Dessa forma, desenvolvedores aspirantes usaram a nova plataforma para criar jogos e aplicativos exclusivos para uso no Facebook. Por exemplo, o lançamento do jogo Farmville em 2009 foi um sucesso instantâneo entre os usuários.

A empresa conseguiu criar outra fonte de receita incentivando desenvolvedores de software de terceiros a lançarem seus aplicativos na plataforma do Facebook. Em 2011, o Facebook obteve 12% de sua receita total por meio de produtos digitais vendidos por meio de um desenvolvedor de jogos online de terceiros chamado Zynga Inc.

A estratégia da Meta para entrar em novos mercados

A estratégia corporativa do Facebook tinha o objetivo de aumentar a participação de mercado. Por isso, a empresa começou a adquirir outras plataformas de mídia social para obter uma vantagem competitiva sobre outras.

Em 2011, o Facebook adquiriu o Beluga, um serviço de mensagens em grupo. Essa aquisição deu ao Facebook acesso à tecnologia necessária para desenvolver o famoso Facebook Messenger. Logo depois, o Facebook lançou o Messenger como um aplicativo independente para mensagens privadas.

No ano seguinte, o Facebook comprou o Instagram por US$1 bilhão. O Instagram é uma plataforma móvel de compartilhamento de fotos e vídeos que consolidou a posição do Facebook no mercado de mídias sociais por muitos anos.

O aplicativo do Facebook foi lançado em 2010. Dois anos depois, ficou claro que a empresa precisava se estabelecer como uma empresa móvel para manter o crescimento da base de usuários. Como a maioria dos usuários estava acessando o Facebook por meio de dispositivos móveis, a aquisição do Instagram não poderia ter sido mais oportuna.

Assim, o Instagram ajudou o Facebook a obter a tecnologia e a experiência necessárias para fazer a transição para o ambiente móvel. Especificamente, o Instagram trouxe a capacidade de compartilhar facilmente fotos tiradas por smartphones, o que atraiu o crescente número de usuários móveis.

E qual foi a estratégia de crescimento do Facebook?

Em 2012, o Facebook decidiu impulsionar o crescimento por meio de uma oferta pública inicial (IPO). A empresa foi avaliada em US$104 bilhões. A US$38 por ação, o Facebook conseguiu arrecadar aproximadamente US$161 milhões.

O IPO do Facebook foi um sucesso porque a empresa consistentemente superou as expectativas dos investidores. No segundo trimestre financeiro de 2013, o Facebook impressionou os investidores ao ganhar US$2 bilhões a mais do que os analistas previam.

A estratégia do Facebook de 2009 a 2014 focava em melhorar a experiência do usuário. Por exemplo, a empresa frequentemente adicionava novos recursos. Essas mudanças incrementais melhoraram significativamente a experiência do usuário.

Isso mostra o comprometimento do Facebook em prestar atenção aos pequenos detalhes e ajustá-los para aprimorar seu serviço. Essa é a razão pela qual o Facebook conseguiu atrair mais de 500 milhões de novos usuários em 2010.

A melhoria na variedade de serviços oferecidos pelo Facebook ajudou a empresa a gerar receita além dos ganhos obtidos com publicidade. Por exemplo, em 2011, 11-12% da receita do Facebook veio da venda de produtos digitais.

A estratégia da meta em crescimento do Facebook por meio de aquisições

A estratégia corporativa do Facebook estava voltada para o crescimento de longo prazo. Fazer aquisições estratégicas era parte fundamental do plano para que a empresa pudesse se manter à frente de outros gigantes da tecnologia.

A aquisição do Instagram pelo Facebook foi uma escolha certeira. Zuckerberg e sua equipe previram corretamente que essa aquisição aceleraria a presença do Facebook no setor móvel. Até 2014, mais de 1 bilhão de usuários haviam acessado o Facebook por meio de dispositivos móveis.

Em 2014, o Facebook adquiriu o WhatsApp por incríveis US$19 bilhões. Essa ação fazia parte da estratégia internacional do Facebook, pois o WhatsApp proporciona acesso a milhões de usuários em países em desenvolvimento.

Logo da meta com ícones de redes sociais atrás.
Logo da Meta

O Facebook já sabia que a maioria dos usuários preferia aplicativos móveis em vez de desktops, então adquirir um aplicativo móvel como o WhatsApp daria ao Facebook acesso a potencialmente milhões de novos usuários no futuro. Essa previsão se confirmou, já que mais de um milhão de pessoas aderiram ao WhatsApp diariamente.

O Facebook também trabalhou consistentemente na melhoria da experiência do usuário. Em 2016, lançou a versão desktop do WhatsApp. A função de chamadas de vídeo foi adicionada alguns meses depois. 

Por fim, o Facebook introduziu a criptografia de ponta a ponta no WhatsApp. O objetivo era proporcionar uma camada extra de privacidade a todas as conversas.

A empresa também aprimorou a experiência do usuário em suas outras plataformas. Em 2015, as videochamadas foram adicionadas ao Messenger. No mesmo ano, o Instagram lançou a função de Busca e Exploração para ajudar os usuários a encontrar páginas e contas relevantes. Em 2016, o Instagram Stories foi adicionado para facilitar o compartilhamento de vídeos curtos.

A estratégia de inovação da Meta

Em 2014, o Facebook também adquiriu a Oculus VR Inc. por US$20 bilhões. A Oculus era a principal empresa de tecnologia de realidade virtual imersiva. O Facebook tinha certeza de que essa aquisição lhe daria uma vantagem competitiva sobre outros gigantes da tecnologia nos anos seguintes.

Isso ajudaria o Facebook a construir uma plataforma que mudaria a forma como as pessoas trabalham, jogam e se comunicam. A aquisição da Oculus foi um passo inicial na visão do Facebook para a próxima iteração da internet – o Meta.

Mas as revoluções não acontecem de um dia para o outro. Em 2014, o Facebook e a Oculus decidiram começar pelo mundo dos jogos, revolucionando a forma como os jogadores interagem com as interfaces de jogos online.

Um ano depois, o Facebook lançou o Oculus Rift, um fone de ouvido de realidade virtual que imergia os usuários em ambientes 3D realistas. Além disso, os fones vinham com fones de ouvido removíveis e um controle de jogos sem fio. Dessa forma, os fones foram um sucesso instantâneo, com cerca de 145.000 unidades vendidas em apenas três meses após o lançamento.

Sua popularidade não foi surpresa. Os fones tinham especificações impecáveis, como uma resolução de tela de 1200×1080 que produzia imagens extremamente nítidas e realistas. Além disso, os fones incluíam áudio 3D, que completava a sensação de imersão para os jogadores.

A principal lição que aprendemos com isso

O Facebook tinha dois objetivos principais por trás de suas aquisições em 2014. Primeiro, a empresa buscava acesso a usuários fora dos EUA. Portanto, a aquisição do WhatsApp fazia parte da estratégia internacional do Facebook para conquistar usuários nos países em desenvolvimento.

Em segundo lugar, o Facebook estava planejando o futuro. A empresa queria criar uma nova experiência de mídia social para os usuários. O Facebook imaginava uma plataforma que prometia total imersão, por isso adquiriu a empresa de tecnologia de realidade virtual – Oculus.

A estratégia digital da Meta está pronta para revolucionar a interação humana

Desde seu início em 2004, o Facebook percorreu um longo caminho. Em 2017, o Facebook alcançou marcos notáveis em todas as plataformas. Quase um bilhão de pessoas usavam o WhatsApp diariamente, enquanto um bilhão estava ativo no Instagram por mês, com 2 bilhões registrados no Facebook.

Ao longo dos anos, o Facebook evoluiu de uma simples plataforma de mídia social. Agora, a empresa planeja construir a internet do futuro, aproveitando o poder da realidade virtual.

Em 2018, o Facebook apresentou o Oculus Quest. O novo headset era um dispositivo de realidade virtual (RV) all-in-one que permitia aos usuários explorar ambientes virtuais como fariam no mundo físico. Isso foi possível graças aos controladores táteis que permitiam interações naturais com avatares e objetos virtuais.

Uma versão aprimorada, chamada Oculus Quest 2, foi lançada em 2020. Mais avançado, leve e acessível, superou as vendas do modelo original em 0,5 milhão de unidades.

Imagem do Óculos de inteligência artificial Quest 2 da Meta.
Óculos de inteligência artificial Quest 2 da Meta.

A inovação do Facebook em RV não parou por aí. Em 2021, foi introduzido o Horizon Workroom, um espaço virtual exclusivo para trabalho. Colegas podem realizar reuniões de diretoria ou colaborar individualmente em um espaço virtual.

Meses depois, surgiram os Ray-Ban Stories. Os óculos permitem streaming contínuo de vídeo e áudio por 3 horas com carga completa, capturando 30 vídeos e 500 fotos em uma sessão.

O Facebook transformou sua visão de experiências virtuais realistas em realidade com os headsets Quest e os inteligentes Ray-Bans. Por isso, a empresa se renomeou oficialmente como Meta em 2021. Dessa forma, o novo nome reflete a visão da empresa. Meta não é apenas uma rede social, é uma empresa de metaverso usando a realidade virtual para revolucionar a interação humana.

Qual a estratégia da Meta para transformar a comunicação digital?

O metaverso é uma experiência imersiva onde as fronteiras entre o físico e o virtual se misturam. É uma experiência de internet totalmente diferente. Assim, os usuários não olham mais para uma tela; estarão nessas experiências graças à tecnologia de realidade virtual.

A Meta, através de uma estratégia, planeja mudar a comunicação digital em três áreas-chave:

Educação: A Meta investiu US$150 milhões para mudar a forma como as pessoas aprendem, construindo um espaço completo de educação em RV com visitas a museus, acesso a bibliotecas e ferramentas de pesquisa avançadas para educação STEM.

Trabalho: O Horizon Workroom da Meta ajuda colegas a colaborarem em espaços virtuais, representados por avatares para simular a experiência autêntica de trabalhar em um escritório.

Lazer: A Meta está mudando como as pessoas socializam, construindo um ecossistema de RV com várias experiências imersivas, permitindo que usuários se juntem a grupos com interesses comuns, como grupos de fitness e equipes esportivas.

Como parte da estratégia de inovação, o Facebook investiu bilhões de dólares em realidade virtual. Em 2016, investiu US$500 milhões, seguidos por US$10 bilhões em 2020. Este ano, a Meta já destinou US$3 bilhões para várias iniciativas de realidade virtual.

Além disso, a Meta, como parte da sua estratégia, investe seus lucros em RV, acreditando que o futuro das mídias sociais será virtual. Busca uma vantagem tecnológica e experiência especializada em Realidade Virtual.

Além disso. o investimento da Meta no futuro do Metaverso é ousado, e se bem-sucedido, pode significar sua dominação em aspectos fundamentais da sociedade. Nesse sentido, sinais positivos iniciais incluem 59% dos trabalhadores remotos nos EUA que não desejam retornar aos escritórios físicos.

As principais lições sobre a estratégia da Meta

Aquisições certas valem ouro

A jornada da Meta mostra que cada aquisição é cuidadosamente planejada com um objetivo específico. Por exemplo, ao adquirir a Beluga, a Meta ganhou a expertise técnica para criar o Messenger, seu aplicativo de mensagens instantâneas.

Da mesma forma, em 2014, adquiriu a Oculus para ter acesso à tecnologia e expertise necessárias para criar seus headsets de realidade virtual. Além disso, essa aquisição ajudou a diversificar além dos serviços de redes sociais.

A empresa também fez aquisições em áreas emergentes. Dessa maneira, com o mobile em ascensão, o Facebook adquiriu o Instagram e o WhatsApp para ter acesso à crescente base de usuários em plataformas móveis.

Atenção aos detalhes

Ao longo dos anos, a Meta aprimorou consistentemente a experiência do usuário em todas as suas plataformas de maneiras pequenas, mas significativas. Assim, introduziu regularmente novos recursos, como o “Pessoas que Você Talvez Conheça” ou as “Reações” no Facebook. 

Além disso, adicionou recursos como chamadas de vídeo ao WhatsApp e Instagram.

Esses são apenas alguns exemplos do compromisso da empresa com uma melhor experiência do usuário, e os resultados são evidentes. Em 2008, o Facebook tinha 100 milhões de usuários. Em 2018, esse número chegou a 2 bilhões.

Lucros impulsionando a inovação

A jornada do Facebook mostra que sua estratégia central sempre foi gerar lucro, usado para sua estratégia de inovação. Por exemplo, o Facebook usou a receita da publicidade para aprimorar os recursos em sua plataforma de mídia social. 

Também usou a receita publicitária para expandir seus serviços, criando novas plataformas, como o Facebook Developer. Agora, a Meta planeja usar a receita gerada por seus Aplicativos Familiares (Facebook, Instagram e WhatsApp) para financiar seus investimentos em realidade virtual.

Inovação constante

A empresa sempre usou a inovação para criar produtos nunca antes oferecidos. Sendo assim, quando o Facebook foi lançado, ninguém imaginava que as redes sociais conectariam pessoas de todo o mundo

Além disso, marcas jamais imaginaram que seria possível acessar os interesses dos usuários para personalizar seus anúncios. Mas o Facebook tornou tudo isso possível.

Hoje, a Meta está tornando os serviços virtuais uma realidade de maneiras nunca antes possíveis. Nesse sentido, a capacidade de conceber uma nova classe de produtos e serviços é o que diferencia a Meta.

A estratégia da Meta aplicada a sua empresa

A Meta, através de uma combinação de visão estratégica, inovação constante e adaptação ao mercado, evoluiu de uma plataforma de mídia social para uma empresa focada no metaverso. Dessa forma, sua jornada continua, prometendo mudar fundamentalmente a forma como interagimos digitalmente.

Para evoluir no meio digital é importante estar atualizado sobre o mercado, mas também focar nos processos internos. A inovação nem sempre consiste em criar algo nunca criado antes, mas adaptá-lo. 

Assim, para que isso seja aplicado ao seu negócio, é preciso um time especializado, seja interno ou terceirizado. Agências e assessorias de marketing surgem com o propósito de ajudar as empresas a melhorarem suas imagens e gerarem resultados palpáveis no mundo digital.

Foi pensando nisso que Dener Lippert fundou a V4 Company, a maior assessoria de marketing digital do Brasil. Assim, através de um método exclusivo, a empresa trabalha em cima de 4 pilares essenciais de cada negócio: aquisição, engajamento, monetização e retenção

Para saber mais sobre a V4 Company, assista ao vídeo:

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