Category: Midias Sociais

  • Alternativas à mídia paga para distribuição de conteúdo

    Alternativas à mídia paga para distribuição de conteúdo

    No cenário digital atual, a mídia paga tornou-se sinônimo de resultados rápidos. Anúncios no Google, campanhas no Meta Ads e posts patrocinados prometem visibilidade instantânea e métricas precisas. Mas há um problema: no momento em que o orçamento acaba, a visibilidade desaparece junto.

    A boa notícia? Existem alternativas sustentáveis que transformam sua estratégia de distribuição em um ativo de longo prazo. Através do marketing de conteúdo e de uma abordagem integrada, é possível construir canais próprios que geram resultados contínuos, sem depender exclusivamente de investimento publicitário.

    Por que buscar alternativas à mídia paga?

    Antes de explorarmos as soluções, é importante entender os desafios da dependência excessiva de anúncios pagos:

    • Custos crescentes: O custo por clique em setores competitivos pode ser proibitivo
    • Resultados efêmeros: Quando o investimento para, a visibilidade desaparece
    • Fadiga de anúncios: Consumidores estão cada vez mais resistentes a mensagens publicitárias
    • Alcance limitado: Apenas 3% do mercado está pronto para comprar em um dado momento

    As alternativas orgânicas não eliminam a necessidade de mídia paga, mas criam um ecossistema mais resiliente e sustentável.

    O Modelo PESO: Integrando seus canais de distribuição

    Para estruturar uma estratégia eficaz de marketing de conteúdo, é fundamental compreender o Modelo PESO (Paid, Earned, Shared, Owned). Este framework organiza os diferentes tipos de mídia e mostra como eles se complementam:

    Mídia própria (Owned Media)

    São os canais que você controla completamente:

    • Website e blog corporativo
    • Perfis em redes sociais
    • Lista de e-mail e newsletters
    • Aplicativos móveis

    Vantagem principal: Você tem controle total sobre o conteúdo e constrói um ativo duradouro.

    Mídia conquistada (Earned Media)

    É a exposição conquistada através da qualidade do seu trabalho:

    • Menções na imprensa
    • Backlinks de sites relevantes
    • Avaliações e reviews de clientes
    • Menções espontâneas em redes sociais

    Vantagem principal: Alta credibilidade, pois vem de fontes externas e imparciais.

    Mídia compartilhada (Shared Media)

    Refere-se ao conteúdo distribuído pela sua comunidade:

    • Compartilhamentos em redes sociais
    • Conteúdo gerado por usuários (UGC)
    • Engajamento viral

    Vantagem principal: Amplificação autêntica através de recomendações de pares.

    Estratégias de marketing de conteúdo para mídia própria

    A mídia própria é a base de tudo. Sem conteúdo de qualidade nos seus canais, não há nada para ser compartilhado ou conquistado.

    1. SEO e Blog: O motor do tráfego orgânico

    O marketing de conteúdo aliado ao SEO é a combinação mais poderosa para gerar tráfego qualificado de forma sustentável.

    Como implementar:

    • Pesquisa de palavras-chave: Identifique os termos que seu público busca usando ferramentas como Google Keyword Planner ou SEMrush
    • Conteúdo aprofundado: Crie artigos que realmente resolvam problemas e respondam perguntas
    • Otimização técnica: Use títulos hierárquicos (H1, H2, H3), meta descriptions atraentes e URLs descritivas
    • Consistência: Publique regularmente para sinalizar ao Google que seu site é uma fonte ativa
    • Links internos e externos: Conecte seu conteúdo e referencie fontes de autoridade

    2. Materiais ricos: Gerando leads qualificados

    E-books, whitepapers e webinars são peças fundamentais do marketing de conteúdo para capturar leads.

    Processo estratégico:

    • Escolha temas relevantes: Alinhe o conteúdo às dores da sua persona
    • Invista em qualidade: Pesquisa robusta, redação clara e design profissional fazem a diferença
    • Crie landing pages eficientes: Uma página dedicada com formulário para captura de contatos
    • Nutra os leads: Use automação de marketing para enviar conteúdo complementar

    Dica: Whitepapers com dados originais e pesquisas exclusivas têm maior potencial para gerar mídia ganha, pois jornalistas frequentemente os utilizam como fonte.

    3. Email marketing: Nutrição e relacionamento

    O email é o canal de comunicação mais direto que você possui. Diferente das redes sociais, você não depende de algoritmos para alcançar sua audiência.

    Melhores práticas:

    • Segmentação: Divida sua lista em grupos com interesses similares
    • Personalização: Vá além do nome, envie conteúdo relevante para cada segmento
    • Foco em valor: Eduque e ajude antes de vender
    • Automação: Crie fluxos de nutrição que guiem o lead pela jornada de compra

    Estratégias de Inbound Marketing baseadas em email podem gerar leads com um custo 61% menor do que técnicas tradicionais.

    Conquistando mídia ganha: Construindo credibilidade

    A mídia ganha é o “selo de aprovação” do mercado. Não pode ser comprada, apenas conquistada através de qualidade e relevância.

    Digital PR: Relacionamento com a mídia

    As relações públicas digitais amplificam sua mensagem através de terceiros confiáveis.

    Táticas eficazes:

    • Cultive relacionamentos: Conecte-se genuinamente com jornalistas e influenciadores do seu setor
    • Crie conteúdo “linkável”: Pesquisas originais, dados exclusivos e estudos de caso são irresistíveis para a mídia
    • Conte histórias: Narrativas humanas conectam emocionalmente e geram mais cobertura que comunicados corporativos
    • Monitore menções: Use ferramentas como Brand24 para acompanhar quando sua marca é citada

    Benefício para SEO: Cada menção da imprensa que inclui um backlink para seu site fortalece sua autoridade de domínio e melhora seu ranqueamento no Google.

    Guest posting estratégico

    Publicar como autor convidado em blogs relevantes expande seu alcance e constrói autoridade.

    Como fazer certo:

    • Escolha plataformas estratégicas: Busque sites com audiência alinhada à sua persona e boa autoridade de domínio
    • Personalize sua abordagem: Pesquise a publicação e proponha temas que agreguem valor real aos leitores
    • Entregue conteúdo excepcional: Seu melhor trabalho, não um anúncio disfarçado
    • Engaje pós-publicação: Responda a comentários e promova o artigo em seus canais
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    Marketing de influência orgânico

    Nem todo marketing de influência precisa ser pago. Relacionamentos autênticos geram menções espontâneas.

    Estratégia de longo prazo:

    • Identifique micro-influenciadores: Criadores menores frequentemente têm maior engajamento e autenticidade
    • Construa relacionamento real: Interaja genuinamente com o conteúdo deles antes de propor qualquer parceria
    • Ofereça valor mútuo: Acesso antecipado a produtos, convites para eventos ou co-criação de conteúdo
    • Respeite seus canais: Use o método de contato preferido especificado em suas biografias

    Potencializando a mídia compartilhada: Engajamento e comunidade

    A mídia compartilhada representa uma mudança de poder: sua marca não é mais definida apenas pelo que você diz, mas pelo que sua comunidade diz sobre você.

    Crescimento orgânico em redes sociais

    Com o alcance orgânico em declínio, é preciso focar em engajamento significativo.

    Táticas que funcionam:

    • Lives e vídeos ao vivo: Geram notificações, criam urgência e permitem interação em tempo real
    • Interação genuína: Responda comentários, tire dúvidas em DMs e participe de conversas
    • Storytelling autêntico: Mostre os bastidores, conte a história por trás dos produtos
    • Consistência: Mantenha um cronograma regular de publicações

    Conteúdo gerado por usuários 

    O UGC é a forma mais autêntica e confiável de prova social no marketing de conteúdo.

    Como estimular:

    • Crie hashtags de marca: Facilite a descoberta e agregação do conteúdo
    • Lance concursos e desafios: Gamifique a experiência para motivar participação
    • Destaque conteúdo dos usuários: Republique fotos e vídeos de clientes (com crédito)
    • Solicite avaliações: Após compras ou interações positivas, peça ativamente por reviews

    A sinergia entre mídia paga e orgânica

    É importante esclarecer: as alternativas orgânicas não eliminam a necessidade de mídia paga. A verdadeira força está na integração.

    A mídia paga funciona como um acelerador tático para seu conteúdo de mídia própria. Publique um excelente artigo no blog e use anúncios no LinkedIn para garantir que ele alcance um público qualificado. Esse impulso inicial supera a inércia do alcance orgânico limitado e cria as condições para que os efeitos orgânicos (compartilhamentos e menções) comecem a se manifestar.

    O ciclo virtuoso funciona assim:

    Owned → Paid → Shared → Earned

    Um whitepaper original (mídia própria) é promovido via LinkedIn Ads (mídia paga). Executivos que valorizam o conteúdo compartilham em suas redes (mídia compartilhada). Um jornalista descobre o estudo e escreve um artigo citando sua empresa (mídia ganha), o que direciona mais tráfego qualificado de volta para o ativo original.

    Construindo um ativo de longo prazo

    As alternativas à mídia paga não são apenas táticas de redução de custos. Representam um investimento estratégico na construção do ativo de marketing mais valioso: uma audiência própria e um canal de distribuição que pertence à sua marca.

    O marketing de conteúdo, quando integrado com SEO, email marketing, relações públicas digitais e estratégias de comunidade, cria um sistema autossustentável que gera, qualifica e converte clientes de forma previsível.

    Enquanto a mídia paga “aluga” a atenção temporariamente, as estratégias orgânicas “constroem” relacionamentos duradouros que geram valor de forma contínua e com efeito cumulativo.

    Em um ambiente digital onde a confiança é escassa e a atenção, fragmentada, as empresas que prosperarão serão aquelas que investirem na construção de uma reputação sólida e de uma comunidade engajada. 

    Esse não é apenas um caminho viável, é o caminho mais resiliente e estratégico para o crescimento sustentável no longo prazo.

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  • Digital Brazil 2024: Principais insights do levantamento do DataReportal

    Digital Brazil 2024: Confira os principais insights do levantamento do DataReportal

    Após analisarmos a Global Overview Report 2024 uma pesquisa detalhada sobre o mundo digital feita pelo DataReportal, chegou a hora de checarmos o estado atual do Brasil nesse cenário.

    Por isso, alguns dias após a pesquisa global ser publicada, chegou a vez do Brasil. Nesse texto serão abordados todos os assuntos necessários para você conhecer melhor o mundo do marketing digital através de números e dados.

    Mas antes, o que é marketing digital?

    É um método que consiste em um conjunto de estratégias que são estruturadas especialmente para melhorar o desempenho da empresa através da internet, onde o foco é buscar a melhor forma de vender o produto ou serviço.

    Dentro desse conjunto de estratégias existem várias áreas, onde cada uma delas contribui para gerar o melhor resultado, algumas delas são: SEO, produção de conteúdo, tráfego pago, design, entre outras.

    Além disso, é importante destacar que o marketing digital preza pela experiência do usuário, procurando sempre as formas mais eficientes de proporcionar a melhor experiência para ele.

    Ou seja, para que uma empresa consiga alcançar seus objetivos de forma mais certeira e mensurável, o marketing digital pode ajudar com uma variedade de estratégias diferentes, feitas exclusivamente para cada negócio.

    Para entender melhor sobre como o marketing digital funciona, acesse: O que é Marketing digital?

    As 4 principais categorias do mercado digital segundo o DataReportal

    Segundo a pesquisa global do DataReportal, existem 5.36 bilhões de pessoas com acesso à internet, chegando a 66.2% da população mundial. No Brasil, os números, em proporção, são parecidos, sendo 66.3%.

    Para mensurar os dados mais relevantes do Brasil no mundo digital, precisamos entender  que existem 4 categorias em que essa pesquisa se baseia, eles são: internet, público, aplicativos e tráfego. Confira agora:

    Visão geral global

    • Existem 8.08 bilhões de pessoas no mundo, ou seja, +0.9% (74 milhões) se comparado ao ano passado;
    • Existem 5.61 bilhões de conexões por celular, o que equivale a 69.4% da população. Além disso, o crescimento desde o ano passado foi de 2.5% (138 milhões);
    • 5.36 bilhões de pessoas usam a internet, equivalente a 64.4% da população. O crescimento foi de 1.9% (98 milhões);
    • 5.04 bilhões de pessoas usam redes sociais, sendo 52.3% da população. O crescimento chegou a 5.6% (266 milhões).

    Já no Brasil…

    • Existem 217 milhões de pessoas, sendo 87.9% delas da parte urbana do país. Além disso, o crescimento, se comparado ao ano anterior, foi de 0.5% (977 mil);
    • 210.3 milhões de conexões mobile, totalizando 96.9% da população do Brasil. As conexões tiveram um decréscimo de -1%, totalizando menos 2 milhões de pessoas;
    • 187.9 milhões de pessoas utilizam a internet, sendo 86.6% da população brasileira. Se compararmos com o ano anterior, vemos um crescimento de 6.1 milhões de pessoas (+3.3%);
    • Além disso, o país tem 144 milhões de usuários ativos nas redes sociais, chegando a 66.3% da população.

    Mais alguns dados populacionais brasileiros

    • Total: 217 milhões (+0.6% – 1.2 milhão de pessoas)
    • População feminina: 50.9%
    • População masculina: 49.1%
    • Idade média da população: 33.9 anos
    • População urbana: 87.9%
    • Densidade populacional (Pessoas por km²): 26.0
    • Pessoas alfabetizadas (maiores de 15 anos): 94.7%
    • Mulheres alfabetizadas (maiores de 15 anos): 94.9%
    • Homens alfabetizados (maiores de 15 anos): 94.5%

    Aqui, destacamos a influência da internet na vida das pessoas. A média global é de 64.4% da população, no Brasil, 64.3%. No ano passado os números foram muito maiores, contudo, atualmente não fogem da média.

    Por isso, para as empresas que buscam aderir ao meio digital e têm dúvidas se esse mercado vale a pena no Brasil, fica claro que a internet é muito presente na vida dos brasileiros. E isso garante cada vez mais o sucesso de estratégias de marketing digital, se aplicadas da forma correta. 

    Visão geral de dispositivos segundo o Digital Brazil 2023

    • 99.1% da população possui algum tipo de celular (+0.2% se comparado ao ano anterior);
    • 99.1% da população possui um smartphone (+0.2% se comparado ao ano anterior);
    • 5.7% das pessoas possuem um celular de botão (-26.9% se comparado ao ano anterior);
    • O número de pessoas que possuem um computador ou notebook chega a 57.7% da população brasileira;

    Tempo médio diário gasto com mídias segundo o DataReportal

    • Usando internet: 9h 31m (sendo -3.5% se comparado ao ano anterior);
    • Assistindo televisão (broadcast ou streaming): 4h 04m (sendo -9.1% se comparado ao ano anterior);
    • Tempo gasto usando redes sociais: 3h 37m (resultando em um decréscimo de -3.7% se compararmos com 2022);
    • 3h 11m gastos lendo (online ou físico), sendo um decréscimo de -8.5%;
    • Tempo gasto ouvindo música: 2h 04m (-5.3%);
    • Ouvindo rádio: 56m (uma queda de -13% se comparado ao ano anterior);
    • Tempo gasto ouvindo podcasts: 1h 04m (-16.4% de queda);
    • 1h 05m gastos usando algum videogame, chegando a 15.5% de decréscimo se comparado a 2022.

    Percebemos que o tempo gasto usando redes sociais e assistindo televisão são os maiores motivos, consequentemente, os meios de publicidade também prezam por investir nessas atividades.

    Visão geral da internet

    • Total de usuários da internet: 187.9 milhões, sendo 86.6% da população brasileira;
    • +3.3% de crescimento no número de usuários da internet brasileira, o que equivale 6.1 milhões de pessoas;
    • Tempo médio diário gasto usando internet por usuário: 9h 13m (-3.5% ou -19 minutos);
    • Porcentagem dos usuários que usam internet através do celular: 98.5% dos usuários da web no Brasil.

    Mais horas…

    • Tempo médio diário usando internet: 9h 13m
    • Tempo usando internet em celulares: 5h 19m
    • Usando internet em computadores e tablets: 3h 54m

    É importante destacar o uso de celulares na internet e o quanto isso afeta na responsividade de um site. 

    Por quase 100% dos usuários da internet no Brasil usarem celulares, a implementação e adaptação de um site mobile, principalmente para ecommerces é necessária para a melhor experiência do usuário.

    Além disso, mais da metade desse público usa internet em celulares, o que só reforça a necessidade de adaptação.

    Os principais motivos para usar a internet

    • Encontrar informação: 78.7%
    • Pesquisar como se faz coisas: 74.2%
    • Manter contato com amigos e família: 70.5%
    • Pesquisar sobre produtos e marcas: 69.8%
    • Assistir videos, séries ou filmes: 67.5%
    • Encontrar novas ideias ou inspirações: 66.9%
    • Manter-se atualizado com notícias e eventos: 65.9%
    • Ouvir música: 64.9%
    • Pesquisas sobre negócios: 57.6%
    • Educação e estudos: 53.4%
    • Pesquisas de lugares para viajar ou passar as férias: 52.9%
    • Pesquisar produtos de saúde: 47.0%
    • Organizar finanças: 44.3%
    • Networking relacionada ao business: 43.4%
    • Jogar: 42.2%
    Gráfico com os motivos para os brasileiros usarem a internet.
    Motivos para os brasileiros usarem a internet – Fonte: Digital Brasil 2024.

    Um pouco mais sobre dispositivos usados para acessar a internet

    • Celulares são usados em 98.5% das vezes na internet (+1.4%), sendo 96.5% de smartphones e 3.6% de celulares de botão;
    • Computadores e notebooks: 66.7% (-1.5%);
    • Televisão: 48.6% (-3.0%).

    Tipos de sites visitados e apps usados

    • Redes sociais: 98.9%
    • Chat e mensagem: 98.5%
    • Motores de busca ou portais: 94.5%
    • Lojas, leilões ou classificados: 91.1%
    • Email: 78.2%
    • Serviços de localização: 72.3%
    • Música: 62.5%
    • Serviços de mobilidade: 57%
    • Entretenimento: 53.3%
    • Notícias: 49.8%
    • Bancos, investimentos ou seguros: 46.9%
    • Jogos: 45.4%
    • Clima: 45.3%
    • Esportes: 33.2%
    • Viagem: 29.2%

    Tráfego na web por navegador

    • Google Chrome: 75.0%
    • Safari: 8.6%
    • Opera: 5%
    • Microsoft Edge: 4.7%
    • Firefox: 2.7%
    • Samsung Internet: 2.1%
    • Internet Explorer: 0.8%
    • Outros: 1.1%

    Tráfego na web por motor de busca

    • Google: 95.3%
    • Bing: 3.3%
    • Yahoo!: 1.1%

    Esses números nos mostram claramente a liderança desproporcional do Google no mercado digital, principalmente como motor de busca e navegador, chegando a pouco mais de 95% de uso.

    Acesso à informação online

    • 94.5% dos usuários brasileiros da internet utilizam algum motor de busca mensalmente;
    • 22.9% dos usuários brasileiros utilizam assistentes de voz para encontrar informações semanalmente;
    • 60.9% da população usa redes sociais para encontrar informações sobre produtos e marcas;
    • 47.6% das pessoas usam ferramentas de reconhecimento de imagem no celular mensalmente;
    • 45.5% das pessoas usam ferramentas de tradução de texto semanalmente.

    Como já dito anteriormente, a busca por informações, principalmente sobre produtos e marcas nas redes sociais vem aumentando cada vez mais, o que é um grande motivo para as empresas investirem em suas redes sociais, principalmente com marketing de conteúdo.

    Assim, a geração Z é uma prova disso, onde mais da metade dela prefere fazer buscas em apps como o TikTok do que no próprio Google.

    Conteúdos assistidos online

    • Qualquer tipo de vídeo: 96.4% (-0.7%);
    • Vídeos de música: 63.0% (-6.8%);
    • Vídeos de comédia, memes e virais: 40.5% (-2.2%);
    • Tutoriais ou how-to: 38.7% (-12.2%);
    • Lives: 33.3% (-8.5%);
    • Vídeos educacionais: 30.1% (-5.3%);
    • Reviews de produtos: 31.7% (-1.6%);
    • Vídeos de esporte: 28.1% (-4.7%);
    • Vídeos de jogos: 25.5% (-10.8%);
    • Vlogs e vídeos de influencers: 30% (-9.1%).

    Visão geral de redes sociais

    Com a variedade de redes sociais sociais surgindo, cada vez mais fica difícil escolher as favoritas. Assim, a população brasileira usa em média, 8 plataformas por mês, garantindo, em média 3h 37m diários de atenção.

    Contudo, por mais que o principal motivo do uso das redes sociais seja manter o contato com amigos e família, a leitura de notícias e a procura por produtos para comprar também dividem esse pódio, com 52.7% e 43.2%, respectivamente.

    Por isso, se você quer saber mais sobre as redes sociais, trazemos mais alguns números sobre as redes sociais aqui:

    • Número de usuários: 144 milhões (66.3% da população e 76.6% dos usuários da internet);
    • Tempo médio diário gasto usando redes sociais: 3h 37m;
    • Média de plataformas de redes sociais usadas por mês: 8;
    • Público feminino: 55.6% do número total de usuários de redes sociais;
    • Público masculino: 44.4% do número total de usuários de redes sociais.

    As principais razões para usar as redes sociais conforme o DataReportal

    • Manter contato com amigos e família: 59.9%
    • Ler as notícias: 52.7%
    • Encontrar produtos para comprar: 43.2%
    • Preencher tempo livre: 42.4%
    • Encontrar conteúdos: 41.6%
    • Procurar inspiração para coisas para fazer e comprar: 41.3%
    • Ver sobre o que estão falando: 34%
    • Esportes: 30.5%
    • Fazer novos contatos: 29.3%
    • Medo de ficar fora do mundo tecnológico (FOMO): 29.1%
    • Compartilhar e discutir opiniões: 28.7%
    • Pesquisa ou networking relacionados ao trabalho: 28.4%
    • Assistir lives: 26.8%
    • Seguir celebridades ou influencers: 24.8%
    • Assistir ou seguir páginas de esportes: 24.6%

    Plataformas de redes sociais mais usadas

    • Whatsapp: 93.4%
    • Instagram: 91.2%
    • Facebook: 83.3%
    • TikTok: 65.1%
    • Facebook Messenger: 60.8%
    • Telegram: 56.5%
    • Pinterest: 46.7%
    • Kuaishou (Kwai): 46.1%
    • X (Twitter): 44.4%
    • LinkedIn: 37.2%
    Gráficos com dados de plataformas de redes sociais mais usadas no Brasil.
    Dados de plataformas de redes sociais mais usadas no Brasil – Fonte: Digital Brazil 2024.

    Redes sociais favoritas

    • Instagram: 35.9%
    • Whatsapp: 33.6%
    • TikTok: 8%
    • Facebook: 7.7%
    • Kuaishou (Kwai): 4.6%
    • Twitter: 2.8%
    • Pinterest: 1.9%
    • Telegram: 1.5%
    • Discord: 0.9%
    • Facebook Messenger: 0.7%

    Tempo médio mensal por usuário usando redes sociais

    • TikTok 30h 10m;
    • Whatsapp: 24h 14m;
    • YouTube: 22h 38m;
    • Instagram: 22h 27m;
    • Facebook: 12h 19m;
    • Twitter: 3h 58m

    Uso de mídias sociais para pesquisa de marca

    • Qualquer mídia social: 77.3% (-0.6%);
    • Redes sociais: 60.9% (+1.2%);
    • Sites de perguntas & respostas: 20.9% (-6.3%);
    • Fóruns e quadros de mensagens: 9.5% (-5.0%);
    • Serviços de mensagem: 8.9% (-9.2%);
    • Micro-blogs (ex: Twitter): 7.8% (-18.8%);
    • Vlogs: 9.5% (-13.6%);
    • Pinboards online (ex: Pinterest): 7.0% (-11.4%)

    Tipos de contas seguidas em redes sociais

    • Amigos, família e pessoas conhecidas: 61.7%
    • Bandas, cantores ou músicos: 42.4%
    • Influencers e outros profissionais: 41.0%
    • Entretenimento, memes ou contas de paródia: 37.9%
    • Atores, comediantes ou outros artistas: 37.6%
    • Marcas que você compra: 37.3%
    • Restaurantes, chefes ou contas de comidas: 35.6%
    • Séries ou canais de TV: 33.5%
    • Marcas que você considera comprar: 31.8%
    • Companhias relevantes para o trabalho: 28.6%
    • Esportistas e times: 28.2%
    • Contatos relevantes para o trabalho: 27.5%
    • Jornalistas ou companhias de notícia: 26.9%
    • Profissionais de beleza: 25.7%
    • Profissionais ou organizações fitness: 22.1%

    Aqui percebemos a relevância do Whatsapp no Brasil, mesmo ainda sendo alta, foi ultrapassada pelo Instagram e TikTok. O que podemos aprender aqui é que o público muda seu pensamento de forma muito rápida. Assim, nesse caso em específico, pode ser que as pessoas prefiram assistir reels e tiktoks. Por isso, estar disposto a investir em diferentes redes é importante.

    Agora, para nos aprofundarmos melhor nas redes sociais mais usadas, vamos trazer uma análise individual resumida sobre o alcance de anúncios para cada uma delas:

    Facebook: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no Facebook: 111.3 milhões (51.3% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do Facebook vs. total de usuários da internet: 59.2%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 53.8%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 46.2%
    YouTube: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no Youtube: 144.0 milhões (66.3% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do YouTube vs. total de usuários da internet: 76.6%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 51.4%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 48.6%
    Instagram: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no Instagram: 134.6 milhões (62% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do Instagram vs. total de usuários da internet: 71.6%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 58.4%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 41.6%
    TikTok: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no TikTok: 98.59 milhões (45.4% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do TikTok vs. total de usuários da internet: 52.5%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 54.8%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 45.2%
    Messenger: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no Messenger: 56.95 milhões (26.2% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do Messenger vs. total de usuários da internet: 30.3%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 54.3%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 45.7%
    LinkedIn: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no LinkedIn: 68 milhões (31.3% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do LinkedIn vs. total de usuários da internet: 36.2%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 49.2%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 50.8%
    Snapchat: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no Snapchat: 6.84 milhões (3.1% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do Snapchat vs. total de usuários da internet: 3.6%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 71.0%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 24.8%
    X (Twitter): visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no Twitter: 22.13 milhões (10.2% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do Twitter vs. total de usuários da internet: 11.8%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 43.9%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 56.1%
    Pinterest: visão geral da audiência de anúncios
    • Potencial de alcance de anúncios no Pinterest: 37.14 milhões (17.1% da população brasileira)
    • Alcance de anúncios do Pinterest vs. total de usuários da internet: 19.8%
    • O alcance de mulheres em comparação com o potencial de alcance total: 66.8%
    • Alcance de homens em comparação com o potencial de alcance total: 25.7%

    Visão geral mobile

    Se você chegou até aqui, já não é mais novidade que os celulares estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Assim, é importante sabermos os números detalhados dessa plataforma que se tornou essencial na vida das pessoas.

    Então, confira aqui alguns números e dados relacionados ao mercado mobile:

    Conectividade

    • Número de conexões celulares (exceto IOT): 210.0 milhões (96.9% da população brasileira);
    • Mudança anual no número de conexões: -1% (-2.0 milhões);
    • Conexões 3G, 4G e 5G em celulares: 95.9%

    Tráfego da internet conforme o sistema operacional do celular

    • Android: 81.34% (-0.5%);
    • Apple IOS: 18.46% (+3.1%);
    • Samsung OS: 0.16% (-38.5%).

    Visão geral do mercado de aplicativos mobile

    • Tempo médio em que usuários gastam usando o smartphone por dia: 5h 02m;
    • Número total de downloads de aplicativos mobile: 10.26 bilhões (-3.2% ou -343 milhões);
    • Total anual gasto em aplicativos através de compras in-app (USD): $1.73 bilhões (+26.3% ou +$360 milhões).

    Ranking de apps: usuários mensais ativos

    1. YouTube
    2. Whatsapp;
    3. Chrome;
    4. Instagram;
    5. Google;
    6. Facebook;
    7. Gmail;
    8. Google Fotos;
    9. O Google Maps;
    10. Google Drive

    Ranking de apps: downloads

    1. Gov.br;
    2. Shein;
    3. TikTok;
    4. Instagram;
    5. Threads;
    6. Capcut;
    7. Nubank;
    8. Shopee;
    9. WhatsApp;
    10. Facebook.

    Ranking de apps: gastos de consumidor

    1. Google One;
    2. Globo Play;
    3. HBO Max;
    4. Disney+
    5. Tinder;
    6. YouTube;
    7. Canva;
    8. TikTok;
    9. Crunchyroll;
    10. Star+

    Novamente, aqui temos mais uma comprovação de que as redes sociais são um dos meios mais usados pelos brasileiros, garantindo quase que totalidade nos rankings de apps com mais usuários ativos.

    Por outro lado, apps de streaming são os que dominam o ranking de gastos do consumidor, onde as assinaturas possuem grande relevância no cenário.

    Ecommerce

    No meio empresarial, principalmente em empresas que buscam ir para o mundo digital, os ecommerces são os pontos chave para isso. Nesse sentido, além de garantir a facilidade de compra para o cliente, também garante a agilidade de mensuração de métricas, que, de forma offline seria muito mais difícil.

    Assim, para entender melhor como o mercado de ecommerce funciona, separamos alguns dados e números relevantes, confira:

    Percentual de pessoas que possuem ou usam produtos ou serviços

    • Conta com uma instituição financeira: 83.6%
    • Possui cartão de crédito: 40.4%
    • Tem cartão de débito: 66.0%
    • Possui conta financeira mobile (ex: Mpesa, GCash): 27.0%
    • Fez ao menos um pagamento digital no ano passado: 70.7%
    • Fez uma compra usando um celular ou a internet (ano passado): 34.7%
    • Usou um celular ou a internet para enviar dinheiro: 33.0%
    • Usou um celular ou a internet para pagar contas: 42.6%

    Atividades semanais de compra online

    • Comprou um produto ou serviço online: 58%;
    • Comprou mantimentos através de uma loja online: 26.3%;
    • Adquiriu um item usado através de uma loja online: 9%;
    • Usou um serviço de comparação de preço online: 28.9%;
    • Usou um serviço “compre agora, pague depois”: 4.2%

    Principais motivos de compras online

    • Entrega grátis: 69.9%
    • Cupons e descontos: 55.8%
    • Checkout rápido e fácil: 45.1%
    • Pontos de fidelidade: 44.2%
    • Avaliações de outros clientes: 43.4%
    • Pagamentos sem juros: 38.2%
    • Entrega no próximo dia: 35.4%
    • Política de fácil devolução: 35%
    • O produto ou a companhia são ecológicos: 24.1%
    • Curtidas ou bons comentários nas redes sociais: 20.5%
    • Compras com um clique: 16.9%
    • Possibilidade de pagar em dinheiro físico na entrega: 15.5%
    • Conteúdos ou serviços exclusivos: 12.7%
    • Botão de compra em redes sociais: 10.4%
    • Checkout sem login: 9.5%

    Dessa maneira, o principal motivo para compras online é o frete grátis, e essa é uma das melhores opções que uma empresa pode adotar para seu ecommerce, fazendo com que o usuário compre cada vez mais.

    Assim, com um número crescente de pessoas que optam por comprar pela internet, a implementação de frete grátis, assim como os outros itens nessa lista, são de extrema importância para garantir a boa experiência do usuário.

    Ecommerce: categorias de bens de consumo

    • Fashion: $6.98 bilhões (+25.4%)
    • Eletrônicos: $14.29 bilhões (+20.1%)
    • DIY & hardwares: $1.26 bilhões (-3.2%)
    • Móveis: $2.40 bilhões (+21.9.8%)
    • Cuidado pessoal: $3.95 bilhões (+9.3%)
    • Alimentação: $4.15 bilhões (-3.8%)
    • Bebidas: $395.1 milhões (+0.05%)
    • Mídia física: $663.3 milhões (-7.8%)

    Ecommerce: métodos de pagamento mais usados

    • Carteiras digitais: 14%
    • Cartões de crédito: 52%
    • Transferências bancárias: 28%
    • Dinheiro físico: 4%
    • Outros métodos: 2%

    Tipos de conteúdos digitais comprados

    • Filmes ou serviços de streaming: 49.3% (+1.9%);
    • Streaming de música: 33.4% (-0.6%);
    • Aplicativos mobile: 13.4% (+10.7%);
    • Jogos mobile: 13.0% (+19.3%);
    • Compras in-app mobile: 12.1% (+8.0%);
    • Download de filmes ou tv: 11.0% (+13.4%);
    • Download de músicas: 11.7% (+8.3%);
    • Serviços de notícias: 7.6% (+28.8%);
    • Inscrição em revistas online: 5.2% (+26.8%);
    • E-books: 11.5% (-8.7%).

    Gastos anuais com mídias digitais (USD)

    • Total: $3.10 bilhões (+20.1%)
    • Video games: $1.45 bilhões (+14.9%)
    • Vídeos on-demand: $1.23 bilhões (+27.1%)
    • E-books: $144.8 milhões (+15.3%)
    • Música digital: $269.7 milhões (+22.0%)

    Assim, com os investimentos em anúncios cada vez crescendo mais, as empresas estão percebendo que a internet é o futuro, e para conseguir se manter no mercado, é fundamental ter um time de marketing digital, seja dentro ou fora da empresa.

    Visão geral de mobilidade (Uber, 99Pop, etc)

    • Número de pessoas que utilizam o serviço: 65.47 milhões (+3.6% ou +2.3 milhões);
    • Valor total anual de pedidos de comida online (USD): $1.97 bilhão (+10.1% ou +$180 milhões);
    • Média anual de valor gasto por usuário (USD): $30.07

    Visão geral de delivery de alimentos online

    • Número de pessoas pedindo comida através de plataformas online: 62.98 milhões (+15.8% ou +8.6 milhões);
    • Valor total anual de pedidos de comida online (USD): $3.14 bilhões (+22.0% ou +$565 milhões);
    • Média anual de valor gasto por usuário (USD): $49.84 (+5.4%)

    Visão geral de saúde online

    • Número de pessoas que usam serviços de saúde online (USD): 43.63 milhões (+1.2% ou +530.000);
    • Valor total anual do mercado de saúde online (USD): $1.34 bilhão (+4.7% ou $60 milhões);
    • Média anual de valor gasto por usuário (USD): $30.81

    Marketing digital

    Como dito anteriormente, o marketing digital está presente no processo de muitas empresas, até daquelas que trabalhavam somente no offline. Ou seja, esse é um meio que, certamente, irá dominar as empresas em um futuro próximo.

    Assim, investir no mundo digital nunca foi algo tão certeiro assim. Então, para comprovar isso, separamos alguns dados sobre essa área:

    Fontes de descobrimento de marcas

    • Anúncios em sites: 40.9%
    • Sites de produto ou marca: 37.7%
    • Anúncios em redes sociais: 36.9%
    • Anúncios na tv: 35.7%
    • Motores de pesquisa: 34.2%
    • Sites de varejo online: 33.6%
    • Recomendações boca a boca: 33.2%
    • Recomendações ou comentários em redes sociais: 32.1%
    • Sites de comparação de produtos: 26.7%
    • Séries ou filmes: 26.5%
    • Sites de avaliações de consumidores: 26.1%
    • Promoções ou anúncios em lojas online: 24.6%
    • Anúncios em aplicativos de celular ou tablets: 23.0%
    • Anúncios antes de vídeos ou séries: 22.5%
    • Demonstrações ou períodos de teste em produtos: 21.5%

    Engajamento com o mercado digital

    • Pesquisa de marcas online depois fazer uma compra: 71.2% (-0.8%);
    • Visitou um site de marca nos últimos 30 dias: 63.0% (Inalterado);
    • Clicou em um anúncio de banner em um site nos últimos 30 dias: 20.2% (-13.7%);
    • Clicou em um post patrocinado nas redes sociais nos ultimos 30 dias: 20.1% (+0.5%);
    • Baixou ou usou um app de marca no celular nos últimos 30 dias: 18% (-10.9%)

    Principais canais para pesquisa de marca online

    • Redes sociais: 60.9%
    • Motores de pesquisa: 52.9%
    • Avaliações de clientes: 45.1%
    • Sites de produto ou marca: 44.5%
    • Websites de comparação de preços: 35.4%
    • Sites de cupons de descontos: 26.3%
    • Sites de vídeo: 26.2%
    • Portais de avaliações de especialistas: 25.1%
    • Aplicativos de celular: 24.3%
    • Sites de perguntas e respostas: 20.9%
    • Blogs de marca: 15.1%
    • Serviços de mensagem: 9.5%
    • Fóruns ou quadros de mensagem: 8.9%
    • Micro-blogs: 7.8%
    • Pinboards online: 7%

    Gastos com anúncios: total vs. digital

    • Total gasto com anúncios (online e offline): $17.17 bilhões (+4.5% ou +$740 milhões);
    • Gastos com anúncios digitais: $9.57 bilhões (+7.1% ou +$634 milhões).

    Gastos com anúncios digitais

    • Total anual gasto em anúncios digitais: $9.57 bilhões (+7.1%);
    • Anúncios de pesquisa: $3.93 bilhões (+5.1%);
    • Gastos em anúncios de vídeo: $2.15 bilhões (+8.6%);
    • Gastos em anúncios de banners digitais: $1.93 bilhãos (+9.7%);
    • Atividades de influencers: $410 milhões (+13.9%);
    • Investimentos em classificados online: $380 milhões (+2.7%);
    • Investimentos em anúncios de áudio: $180 milhões (+20%);
    Visão geral: anúncios programáticos
    • Gastos anuais (USD) $7.52 bilhões (+7.2% ou %505 milhões);
    • Porcentagem do total gasto em anúncios digitais: 78.6% (+0.09%);
    Visão geral: anúncios de pesquisa
    • Gastos anuais (USD) $3.93 bilhões (+5.1% ou %190 milhões);
    • Porcentagem do total gasto em anúncios digitais: 41.1% (-1.9%);
    Visão geral: anúncios em mídias sociais
    • Gastos anuais (USD) $2.32 bilhões (+10% ou $210 milhões);
    • Porcentagem do total gasto em anúncios digitais: 24.1% (+2.7%);
    Visão geral: anúncios por influencers
    • Gastos anuais (USD) $410 milhões (+13.9% ou $50 milhões);
    • Porcentagem do total gasto em anúncios digitais: 4.3% (+6.3%);
    Atitudes: anúncios
    • Pessoas que se sentem representadas pelo anúncio que vêem ou ouvem: 10.6% (-17.2%);
    • Público que usa adblock para pelo menos uma atividade online: 32.5% (+0.9%);
    • Pessoas que recusam os cookies pelo menos uma vez: 46.7% (+5.7%);
    • Pessoas que usam VPN para pelo menos uma atividade online: 17.0% (-5%).

    Assim, a partir dessa pesquisa, aprendemos que o mercado digital é uma área que movimenta e gera muito dinheiro para as empresas que estão nele. Portanto, para que isso aconteça, as estratégias certas são necessárias.

    E para isso acontecer, não há um passo-a-passo a ser seguido, pois a forma de aplicação de estratégias de marketing digital depende muito de cada empresa. Por outro lado, o time ou a assessoria de marketing responsável pela empresa precisa definir qual a melhor forma de garantir o resultado esperado.

    Aplicando as melhores estratégias de marketing com o DataReportal 2024

    Pensando nisso, a V4 Company – maior assessoria de marketing digital do Brasil – tem como principal objetivo garantir a melhor experiência do cliente, onde a identidade da empresa é preservada. 

    Ou seja, ao contrário da maioria das agências de marketing, que trabalha apenas de forma operacional, nossa assessoria entende o propósito do negócio. Assim, uma estratégia é criada e moldada para gerar resultados.

    Sendo assim, em um país conectado à internet, a melhor opção para empresas que ainda não entraram no mundo digital é procurar a melhor forma para fazer isso.

    Assim, através do método V4, uma estratégia de marketing digital testada e comprovada, buscamos vender o seu produto mais vezes, para mais pessoas e pelo maior valor.

    Então, para conhecer melhor a V4 Company, assista:

    O post Digital Brazil 2024: Principais insights do levantamento do DataReportal apareceu primeiro em V4 Company.

  • Global Overview Report 2024: Os principais insights do DataReportal

    Global Overview Report 2024: Os principais insights do DataReportal para o digital

    Você provavelmente já conhece o DataReportal. Desde 2011, a pesquisa global focada no mundo é uma das principais e mais completas fontes de dados da internet

    Se você pretende investir em marketing digital na sua empresa, é indispensável entender os números do Global Overview Report 2024. Afinal, só é possível aplicar uma estratégia de marketing digital eficaz se entendermos o comportamento dos usuários na internet.

    Por isso, nossa assessoria de marketing estudou a pesquisa, trazendo para você todos os principais insights de marketing que você precisa estar atento para vender mais pela internet em 2024.

    Mas, o que é marketing digital?

    Para saber melhor o que é o marketing digital, é necessário entender que é uma área que consiste em um conjunto de estratégias feitas para ajudar o negócio a crescer e alcançar resultados de maneira efetiva no ambiente digital. 

    Assim, essas estratégias incluem:

    • Ações de publicidade online;
    • SEO;
    • Marketing de mídia social;
    • Email marketing e outras técnicas.

    Além disso, o marketing digital permite segmentar o público-alvo de forma precisa. Assim, é possível levar mensagens exclusivas e relevantes, incentivando o público a tomar uma ação, seja a compra de um produto ou o engajamento com a marca. 

    Quer saber mais? confira nosso conteúdo sobre o que é marketing digital

    As 4 principais categorias do mercado digital segundo o DataReportal

    Segundo o DataReportal 2024, as 4 principais categorias que trouxeram mudanças de mercado – além da internet como um todo –, foram as de público, aplicativos e tráfego.

    Nesse artigo, iremos trazer os principais insights gerados através dessa pesquisa. Contudo, precisamos entender a visão geral para poder comparar. Para um maior contexto, acompanhe nosso artigo de 2023: Global Overview Report 2023: os principais insights do DataReportal para o digital

    Visão geral

    Aqui, vamos entender os números de forma geral, a fim de compreender e mensurar os dados que serão apresentados. Antes de tudo, vamos apresentar o crescimento da população e o quanto dela utiliza a internet e seus meios:

    • Existem 8.08 bilhões de pessoas no mundo (+0,9% de crescimento relacionado à JAN 2024);
    • Mulheres: 49.8% da população;
    • Homens: 50.2% da população;
    • Média de idade: 30.6 anos (33.8 no Brasil);
    • 5.61 bilhões dessas pessoas usam celular (69.4% da população);
    • 5.35 bilhões delas usam internet (66.2% da população);
    • e 5.04 bilhões usam redes sociais (52.3% da população).

    Visão geral de crescimento

    • População: +0.9% (74 milhões);
    • Crescimento de usuários mobile: +2.5% (138 milhões);
    • Usuários da internet: +1.8% (97 milhões);
    • Usuários de redes sociais: +5.6% (266 milhões).

    Assim, entendemos que cada vez mais a população cresce, juntamente com os usuários da internet. Por isso, as estratégias de marketing podem atingir muito mais pessoas, se bem segmentadas.

    Além disso, podemos perceber que mais da metade da população utiliza celular, internet e redes sociais. Assim, para quem investe no mundo digital, o caminho fica mais claro: as mídias sociais continuam em alta.

    Os países com as maiores populações

    No início do ano de 2024, o Brasil se encontra em sétimo lugar no ranking de países mais populosos, mantendo o mesmo lugar de 2023. Dessa forma, percebemos que é uma grande quantidade de pessoas, se compararmos aos 186 países que estão abaixo. Confira:

    1. INDIA – 1,435 bilhões (+0.93%)
    2. CHINA – 1,425 bilhões (-0.02%)
    3. EUA – 349 milhões (+0.54%)
    4. INDONÉSIA – 278 milhões (+0.83%)
    5. PAQUISTÃO – 242 milhões (+1.98%)
    6. NIGÉRIA – 226 milhões (+2.40%)
    7. BRASIL – 217 milhões (+0.57%)
    8. BANGLADESH – 173 milhões (+1.02%)
    9. RÚSSIA – 144 milhões (-0.35%)
    10. MÉXICO – 128 milhões (+0.74)
    Dados populacionais no mundo segundo o DataReportal – Fonte: Global Overview Report 2024.
    Dados populacionais no mundo – Fonte: Global Overview Report 2024.

    Internet

    A internet é o meio crucial para o marketing digital. Sem ela, o mercado digital não existe – mas isso é um fato. O que não sabemos é que, nesse momento, mais de 5.35 bilhões de pessoas usam a internet, seja para entretenimento ou para trabalho.

    • Total de usuários: 5.35 bilhões (+1.8% em relação ao ano anterior)
    • Uso de internet conforme a população total: 66.2% (+0.9% em relação ao ano anterior)
    • Percentual de mulheres que usam internet: 63.5% (+4.9% em relação ao ano anterior)
    • Percentual de homens que usam internet: 68.8% (+4.2% em relação ao ano anterior)
    • Tempo gasto em média por cada usuário: 6h 40m (+0.8% em relação ao ano anterior)
    • Percentual de usuários acessando a internet de celulares: 96.5% (+4.6% em relação ao ano anterior)
    • Usuários acessando a internet de computadores ou tablets: 61.8% (-5.8% em relação ao ano anterior)
    • Porcentagem da população urbana que usa a internet: 78.8% (+3.2% em relação ao ano anterior)
    • População rural que usa a internet: 48.9% (+7.2% em relação ao ano anterior)

    Usuários da internet com o tempo de acordo com o DataReportal

    • 1990: 2.6 milhões;
    • 2013: 2,5 bilhões;
    • 2022: 5,06 bilhões;
    • 2023: 5,25 bilhões;
    • 2024: 5,34 bilhões.

    A pesquisa nos traz a informação comprovada, em números, de que o marketing digital vem se tornando uma estratégia cada vez mais eficiente.

    Principais razões para o uso da internet segundo o DataReportal

    • Encontrar informações: 60.9% da população;
    • Conectar com familiares e amigos: 56.6% da população;
    • Assistir videos, séries ou filmes: 52.3% da população;
    • Se informar com notícias e eventos: 51.9% da população;
    • Pesquisar como fazer coisas: 49.4% da população;
    • Achar novas ideias ou inspiração: 46.1% da população;
    • Acessar e ouvir música: 45.1% da população;
    • Procurar por produtos e marcas: 43.7% da população;
    • Educação e estudo: 38.8% da população;
    • Procurar por lugares para viajar: 37.9% da população;
    • Procurar por remédios e produtos de saúde: 35.2% da população;
    • Organizar as finanças: 34.2% da população;
    • Business: 29.9% da população;
    • Jogar: 29.3% da população;

    Sites e apps

    A internet é composta por aplicativos e sites, onde tudo que se faz digitalmente tem a presença de um ou de outro. Portanto, se você busca aprimorar a performance da sua empresa no mundo do marketing digital, é importante saber quais são os sites e apps mais usados. 

    Isso funciona como forma de direcionamento, uma vez que se sabe onde o público se concentra. Por isso, a Global Overview Report 2024 separou o ranking de aplicativos e sites mais usados na web:

    Tipos de sites mais visitados e apps mais usados segundo o DataReportal

    1. Chat e mensagem: 94.7% da população;
    2. Redes sociais: 94.3% da população;
    3. Motores de busca ou portais: 80.7% da população;
    4. Compras: 74.3% da população;
    5. Mapas: 54.4% da população;
    6. E-mail: 49.5% da população;
    7. Música: 48.1% da população;
    8. Clima: 42.2% da população;
    9. Entretenimento: 40.6% da população;
    10. Notícias: 40.3% da população;
    11. Jogos: 32.4% da população;
    12. Serviços de mobilidade: 28.6% da população;
    13. Investimento: 26.6% da população;
    14. Esporte: 25.8% da população;
    15. Viagem: 24.5% da população;

    É importante destacar que 96.5% dos usuários da internet acessam através de um celular, enquanto apenas 54.9% acessam por laptop ou desktop. Ou seja, para as empresas, é mais viável investir em redes sociais – que estão mais presentes em celulares – do que em motores de busca ou portais, por exemplo.

    Infográfico com os dispositivos mais utilizados para acessa a internet - Fonte: Global Overview Report 2024.
    Infográfico com os dispositivos mais utilizados para acessa a internet – Fonte: Global Overview Report 2024.

    Rankings de apps mais usados conforme o DataReportal

    Nesta seção, vamos informar os apps mais usados em vídeo e música. Uma vez que, os podcasts estão cada vez sendo mais ouvidos, e plataformas como YouTube e Netflix sendo mais usadas para anúncios.

    Ranking: top apps de vídeo – usuários mensais ativos

    1. YouTube;
    2. TikTok;
    3. Netflix;
    4. Hotstar
    5. MX Player;
    6. Amazon Prime Video;
    7. Jiocinema;
    8. Google Play Movies and TV;
    9. Mi Video;
    10. Disney+;

    Ranking: top apps de vídeo – tempo de uso

    1. YouTube;
    2. TikTok;
    3. Hotstar;
    4. Netflix;
    5. MX Player;
    6. Kwai;
    7. Jiocinema;
    8. Snack Video;
    9. VLC Media Player;
    10. Playit;

    Percebemos que YouTube e TikTok dominam ambos os rankings, sendo as plataformas mais populares da lista. Mas por que? 

    As plataformas se destacam por questões como qualidade e interface. Sendo assim, isso atrai cada vez mais os holofotes de anúncios para essas redes. Isso só reforça a importância de um UX bem feito. 

    Mas muito além disso, as plataformas ganham muito destaque pela forma de vídeos curtos que estão cada vez mais se tornando comuns no dia-a-dia. Dessa maneira, o YouTube com o Shorts e o TikTok por si só são as maiores plataformas desse nicho, juntamente com o Instagram (que não é um app exclusivamente de vídeos).

    Ranking: top apps de música – usuários ativos

    1. Spotify;
    2. Youtube Music;
    3. Shazam;
    4. Mi Music;
    5. Jiosaavn;
    6. Wynk;
    7. Amazon Music;
    8. Allsaints Music;
    9. Mixerbox;
    10. SoundCloud;

    Ranking: top apps de música – tempo de uso

    1. Spotify;
    2. Youtube Music;
    3. Lark Player;
    4. Samsung Music;
    5. Mi Music;
    6. Pocket FM;
    7. InShot Music Player;
    8. Amazon Music;
    9. Allsaints Music;
    10. Yandex Music;

    Não é novidade alguma o Spotify dominar essa lista em ambos os rankings. Portanto, com sua assinatura premium, o YouTube Music também vem se aproximando do primeiro lugar. 

    Dessa maneira, por ser uma ferramenta tecnicamente nova (lançada em 2015 nos EUA e apenas em 2018 no Brasil), o YouTube Music cresceu o suficiente para ocupar o segundo lugar. Assim, ultrapassando grandes nomes como Amazon Music, Shazam e Soundcloud.

    Redes sociais segundo a Global Overview Report 2024

    As redes sociais movimentam a maior parte dos negócios online. Por isso, fazer uma análise a fundo de como é possível usá-la da melhor forma para o seu negócio é essencial. Uma vez que, somente analisando o cenário é possível alcançar resultados expressivos

    Com essa presença cada vez maior, percebemos o quanto precisamos delas durante as atividades no nosso dia-a-dia. Nesse sentido, isso varia desde assistir videos de receitas até conversar com parentes e amigos distantes.

    Assim, para analisarmos os números detalhadamente, a DataReportal separou todos os dados necessários para nos mantermos informados:

    • Número de usuários das redes sociais: 5.04 bilhões;
    • Mudança quarter-por-quarter em número de usuários: +1.5% da população global (75 milhões);
    • Mudança ano-por-ano em número de usuários: +5.6% da população global (266 milhões);
    • Tempo médio gasto em redes sociais por cada usuário: 2H 23M;
    • Média de plataformas usadas mensalmente por usuário: 6.7 (8.4 no Brasil);
    • Usuários 18+ comparados à população: 84.2%;
    • Usuários de redes sociais comparados ao total de usuários da internet: 94.2%;
    • Mulheres que usam redes sociais: 46.5%;
    • Homens que usam redes sociais: 53.5%

    Razões pelas quais os usuários usam as redes sociaisManter contato com amigos e família: 49.5%

    1. Tempo livre: 38.5%
    2. Ler notícias: 34.2%
    3. Achar conteúdo (artigos, vídeos): 30.2%
    4. Ver sobre o que estão falando: 28.7%
    5. Achar inspiração para coisas para fazer e comprar: 26.7%
    6. Achar produtos para comprar: 26.1%
    7. Compartilhar e discutir opiniões com outras pessoas: 22.7%
    8. Assistir lives: 22.7%
    9. Fazer novos contatos: 22.5%
    10. Ver conteúdo das suas marcas preferidas: 22.1%
    11. Assistir ou seguir contas de esporte: 22.0%
    12. Pesquisas e network relacionadas ao trabalho: 21.3%
    13. Seguir celebridades ou influencers: 20.1%
    14. Postar sobre sua vida: 19.7%

    Esses dados em específico, implicam em ajudar, principalmente, empresas que estão começando no marketing digital e não sabem por onde começar a achar seu público. Sendo assim, ficam claras as intenções da maior parte dos usuários, facilitando segmentação de público.

    Infográfico sobre a análise geral de uso das redes socias segundo o DataReportal- Fonte: Global Overview Report 2024.
    Análise geral de uso das redes socias – Fonte: Global Overview Report 2024.

    Ranking: redes sociais mais usadas

    1. Facebook;
    2. Youtube;
    3. Whatsapp;
    4. Instagram;
    5. TikTok
    6. WeChat;
    7. Facebook Messenger;
    8. Telegram;
    9. Douyin;
    10. Snapchat;
    11. Kuaishou;
    12. Twitter;
    13. Weibo
    14. QQ;
    15. Pinterest;

    A seguir, uma relação de divisão de audiências, destacando quais redes sociais os usuários usam ao mesmo tempo:

    Gráfico com as porcentagens de uso de múltipla redes socias ao mesmo tempo por usuário - Fonte: Global Overview Report 2024.
    Porcentagem de uso de múltipla redes socias ao mesmo tempo por usuário – Fonte: Global Overview Report 2024.

    Tempo médio mensal gasto por usuário usando redes sociais 

    1. TikTok: 34H 00M
    2. YouTube: 28H 05M
    3. Facebook: 19H 47M
    4. Whatsapp: 17H 06M
    5. Instagram: 15H 50M
    6. Line: 8H 14M
    7. X (Twitter): 4H 40M
    8. Telegram: 3H 45M
    9. Snapchat: 3H 33M
    10. Facebook Messenger: 3H 21M
    11. Pinterest: 1H 49M
    12. LinkedIn: 0H 51M

    O destaque da vez foi o TikTok, desfalcando o YouTube com suas 34 horas mensais de uso (mais de 10 horas a mais em comparação ao ano passado). Nesse sentido, isso é um pote de ouro para empresas que utilizam a plataforma como forma de publicidade.

    Além disso, por mais que 83.1% dos usuários ativos prefiram qualquer uma dessas plataformas para pesquisar sobre marcas e produtos, algumas redes sociais são mais preferidas do que outras. Dessa forma, o Instagram lidera com 62.7% dos usuários preferindo a plataforma. Confira:

    Gráfico de porcentagem de usuários ativos em cada rede social com idades entre 16 e 64 anos.
    Porcentagem de usuários ativos em cada plataforma com idades entre 16 e 64 anosFonte: Global Overview Report 2024.

    Tipos de contas seguidas em redes sociais conforme o DataReportal

    • Amigos, família ou pessoas conhecidas: 47.8% 
    • Atores, comediantes ou outros artistas: 29.4%
    • Entretenimento ou memes: 28.0%
    • Programas de TV ou canais: 26.9%
    • Bandas, cantores ou outros músicos: 26.7%
    • Restaurantes, chefs e personalidades culinárias: 25.1% 
    • Influencers: 22.6%
    • Esportistas e times: 21.5%
    • Companhias e marcas que o usuário compra: 21.4%
    • Contatos relevantes para o trabalho: 20.0%
    • Companhias e  marcas que o usuário pretende comprar: 19.3%
    • Companhias relevantes para o trabalho: 18.5%
    • Profissionais de beleza: 16.2%
    • Profissionais fitness ou organizações: 15.7%
    • Jornalistas ou companhias noticiosas: 15.6%

    Facebook

    Sendo a rede social mais utilizada do mundo, o Facebook é uma potência para anúncios. Sendo assim, com seus 3.05 bilhões de usuários, ocupa 37.7% da população global, e esse número só tende a crescer.

    Logo, por conta desse crescimento, a rede continua sendo a queridinha dos empresários, que investem milhões em anúncios nela. Nesse sentido, a plataforma é conhecida mundialmente, onde São Paulo fica entre o top 10 de cidades que possuem a maior audiência de anúncios, sendo a maior cidade brasileira nesse quesito.

    Confira os números:

    • Total de usuários mensais ativos (MAU): 3.05 bilhões
    • Total de MAU do Facebook vs. População total: 37.7%
    • Mudança quarter-por-quarter no MAU: +0.6% (+19 milhões de usuários mensais ativos)
    • Mudança ano-por-ano no MAU: +3.1% (91 milhões de usuários mensais ativos)
    • Usuários mensais ativos do Facebook vs. Usuários totais da internet: 57.0%
    • Alcance do Facebook Ads vs. Total de usuários ativos no Facebook: 68.4%

    Facebook Ads

    • Potencial de alcance total com ads no Facebook: 2.19 bilhões de pessoas (27.1% se comparado a população total do mundo e 41.0% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Mudança quarter-por-quarter no alcance dos ads: -5.0% (-116 milhões)
    • Mudança ano-por-ano no alcance dos ads: +10.5% (+209 milhões)
    • Alcance de mulheres: 43.2%
    • Alcance de homens: 56.8%

    No ranking de cidades globais com as maiores audiências de ads, São Paulo está em 12º, com 12,7 milhões de pessoas.

    YouTube

    A plataforma de vídeos mais usada do mundo também se destaca nos anúncios. Dessa maneira, isso se deve ao fato de que o YouTube pode alcançar quase 50% do total de usuários da internet.

    Número tão expressivo que, no ranking de países com o maior número de alcance por ads, o Brasil está no pódio. Nesse sentido, ficamos atrás somente dos EUA e da Índia, com seus 467 milhões de usuários. Então, confira os números:

    • Potencial de alcance total com ads no YouTube: 2.49 bilhões de pessoas (30.8% se comparado a população total do mundo e 46.6% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Mudança ano-por-ano no alcance dos ads: -0.9% (-423 milhões)
    • Alcance de mulheres: 45.6%
    • Alcance de homens: 54.4%

    No ranking de países com maior número de alcance por ads no YouTube, o Brasil (144 milhões) está em terceiro lugar, atrás apenas dos EUA (239 milhões) e Índia (462 milhões)

    Instagram

    Como uma das redes sociais mais usadas do mundo, o Instagram possui números expressivos quando falamos de anúncios. Ocupando, em média, quase 16 horas mensais de usuários através do globo terrestre. Dessa forma, número que aumenta consideravelmente quando falamos do Brasil, chegando às 22 horas e 27 minutos.

    Para conferir todos os números relacionados ao Instagram, separamos aqui:

    • Potencial de alcance total com ads no Instagram: 1.65 bilhões de pessoas (20.4% se comparado a população total do mundo e 30.9% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Mudança quarter-por-quarter no alcance dos ads: +0.9% (+15 milhões)
    • Mudança ano-por-ano no alcance dos ads: +25.3% (+334 milhões)
    • Alcance de mulheres: 49.4%
    • Alcance de homens: 50.6%

    No ranking de países com maior número de alcance por ads no Instagram, o Brasil (134,6 milhões) está em terceiro lugar. Ficamos atrás apenas dos EUA (169,6 milhões) e Índia (362,9 milhões)

    TikTok

    O DataReportal nos mostrou que o TikTok continua muito forte em anúncios, alcançando 1.56 bilhões de pessoas. 

    Confira os números aqui:

    • Potencial de alcance total com ads no TikTok: 1.56 bilhões de pessoas (19.3% se comparado a população total do mundo e 29.2% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Alcance de mulheres: 48.0%
    • Alcance de homens: 52.0%
    • No ranking de países com maior número de alcance por ads no TikTok, o Brasil (98.5 milhões) está em terceiro lugar, atrás apenas da Indonésia (126.8 milhões) e EUA (148 milhões)

    Facebook Messenger

    Como mais uma empresa da Meta aqui na nossa lista, o Messenger não decepciona quando falamos de números. Dessa forma, com seu potencial de alcance em 979.4 milhões de pessoas, se torna uma das maiores plataformas para anúncios.

    Assim, se analisarmos o ranking de países com maior potencial de alcance, o Brasil fica em segundo. Assim, nós estamos atrás apenas da Índia.

    Confira melhor aqui:

    • Potencial de alcance total com ads no Messenger: 979.4 milhões de pessoas (12.1% se comparado a população total do mundo e 18.3% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Mudança quarter-por-quarter no alcance dos ads: -5.4% (-56 milhões)
    • Mudança ano-por-ano no alcance dos ads: +5.2% (+48 milhões)
    • Alcance de mulheres: 44.5%
    • Alcance de homens: 55.5%
    • No ranking de países com maior número de alcance por ads no Messenger, o Brasil (56,9 milhões) caiu para quarto lugar, atrás da Índia (121,6 milhões), Filipinas (59,5 milhões) e México (58,7 milhões).

    LinkedIn

    Por mais que o LinkedIn não se encontre nem no pódio das redes sociais mais usadas, o seu potencial de alcance com anúncios é muito grande. Por isso, ele acaba tornando a rede popular na escolha para criação de campanhas.

    Para entender melhor:

    • Potencial de alcance total com ads no LinkedIn: 1.03 bilhão de pessoas (12.7% se comparado a população total do mundo e 19.2% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Mudança quarter-por-quarter no alcance dos ads: +3.6% (+36 milhões)
    • Mudança ano-por-ano no alcance dos ads: +13.9% (+125 milhões)
    • Alcance de mulheres: 43.6%
    • Alcance de homens: 56.4%
    • No ranking de países com maior número de alcance por ads no LinkedIn, o Brasil (68 milhões) está em terceiro lugar, atrás apenas da  Índia (120 milhões) e EUA (220 milhões)

    X (Twitter)

    O polêmico X, antigo Twitter, também é uma das redes sociais que estão em crescimento no potencial de alcance total. Assim, o app já está chegando a mais de meio bilhão de pessoas.

    Confira:

    • Potencial de alcance total com ads no Twitter: 618,9 milhões de pessoas (7.7% se comparado a população total do mundo e 11.6% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Mudança quarter-por-quarter no alcance dos ads: -7.1% (-47 milhões)
    • Mudança ano-por-ano no alcance dos ads: +11.3% (+63 milhões)
    • Alcance de mulheres: 39.1%
    • Alcance de homens: 60.9%

    No ranking de países com maior número de alcance por ads no Twitter, o Brasil (24,3 milhões) está em sexto lugar, atrás de:

    • Indonésia (24,6 milhões)
    • Reino Unido (25,6 milhões)
    • Índia (26 milhões)
    • Japão (73,4 milhões)
    • EUA (105,4 milhões)

    Pinterest

    Por mais que a rede social não seja uma das mais usadas, ela tem um grande destaque em potencial de alcance total, podendo alcançar 307.6 milhões de pessoas. Dessa forma, pode parecer um número baixo quando comparamos com o Facebook ou Instagram, porém, devemos analisar o crescimento ano-por-ano.

    Se analisarmos o ranking de países com o maior número de alcance, o Brasil está em segundo lugar, ficando atrás apenas dos EUA.

    Confira os números:

    • Potencial de alcance total com ads no Pinterest: 307.6 milhões de pessoas (3.8% se comparado a população total do mundo e 5.8% se comparado ao total de usuários da internet)
    • Mudança quarter-por-quarter no alcance dos ads: -0.8% (-2.5 milhões)
    • Mudança ano-por-ano no alcance dos ads: +23.2% (+58 milhões)
    • Alcance de mulheres: 69.5% 
    • Alcance de homens: 22.4%
    • No ranking de países com maior número de alcance por ads no Pinterest, o Brasil (37.1 milhões) está em segundo lugar, atrás apenas dos EUA (89 milhões)

    WhatsApp

    Por sua vez, o Whatsapp não possui anúncios, mas podemos contar com seus números de usuários ativos, que chegam a quase 1/4 da população global. Ou seja, é uma grande quantidade de pessoas, se comparada com outras redes de chat, como o próprio Messenger, que tem 1 bilhão.

    Confira alguns números:

    • Usuários globais ativos: 2 bilhões (24.7% da população)
    • Mulheres que utilizam a plataforma: 47.6%
    • Homens que utilizam a plataforma: 52.3%
    • Média de horas mensais de uso: 17H06M (24H14M no Brasil)

    Compras digitais

    É fato que as compras fazem parte da nossa vida, seja pessoal ou profissional. Assim, em diversos casos, optamos por comprar digitalmente do que fisicamente. Por isso, os gastos digitais podem ir desde jogos até cursos profissionalizantes.

    Sendo assim, comprar produtos pela internet virou um hábito, trazendo facilidade e agilidade na hora das compras. Contudo, quais são os insights que conseguimos trazer disso?

    Atividades de compras semanais conforme usuários

    • Comprou um produto ou serviço online: 56.1%
    • Encomendou mantimentos através de uma loja online: 28.2%
    • Comprou um item usado através de uma loja online: 11.8%
    • Usou um serviço de comparação de preço: 20.6%
    • Usou um serviço “compre agora, pague depois”: 16.0%
    • Porcentagem de usuários da internet que compram semanalmente via online: 56.1% (58% no Brasil)

    Principais motivos que os clientes escolhem para fazer compras online

    Aqui abordaremos os principais motivos pelos quais os clientes preferem fazer compras online. Dando um grande destaque para o frete grátis, que alcança quase metade dos consumidores.

    Além disso, no meio empresarial, principalmente em negócios que pretendem abrir um ecommerce, é importante analisar esses números. E também usá-los como um guia para saber o que implementar para melhorar a conversão.

    Além disso, é importante destacarmos a importância da experiência do usuário. Isso porque, analisamos que 30.5% dos consumidores optam por comprar um produto através da avaliação de outros clientes.

    Para saber todos os motivos, confira essa análise aqui:

    • Frete grátis: 50.6%
    • Cupons e descontos: 39.3%
    • Política de devolução fácil: 33.2%
    • Processo de checkout fácil e rápido: 30.6%
    • Avaliações de outros clientes: 30.5%
    • Entrega no próximo dia: 30.4%
    • Pontos de fidelidade: 27.2%
    • Possibilidade de pagar com dinheiro na entrega: 19.8%
    • Muitos likes ou bons comentários nas redes sociais: 19.4%
    • O produto ou a companhia não causam danos ao meio-ambiente: 18.9%
    • Delivery “clique-e-colete”: 17.7%
    • Possibilidade de trocar os pagamentos com o tempo: 14.7%
    • Possibilidade de comprar sem precisar de registro: 11.2%
    • Botões para comprar em redes sociais: 10.8%
    • Conteúdo ou serviço exclusivo: 10.2%

    Gastos anuais em categorias de bens de consumo no ecommerce (somente B2C, USD)

    • Eletrônicos: $781.3 bilhões
    • Fashion: $673.6 bilhões
    • Comida: $370.7 bilhões
    • Bebidas: $209.3 bilhões
    • Hardwares e DIY: $201.8 bilhões
    • Móveis: $188 bilhões
    • Mídia física: $182.7 bilhões
    • Cuidados pessoais e domésticos: $151.2 bilhões

    Apps de compras mais usados

    1. Amazon
    2. Shopee
    3. Flipkart
    4. Shein
    5. Meesho
    6. Lazada
    7. Aliexpress
    8. Temu
    9. MercadoLibre
    10. Myntra

    Gastos anuais de viagem e turismo online (USD)

    • Vôos: $486.7 bilhões
    • Trens: $88.85 bilhões
    • Aluguel de carros: $67.16 bilhões
    • Ônibus de longa distância: $11.52 bilhões
    • Hotéis: $310.9 bilhões
    • Pacote de viagem: $187.2 bilhões
    • Aluguéis de férias: $66.84 bilhões
    • Cruzeiros: $5.70 bilhões
    • Uso de serviços de mobilidade online: 28.6% (57% no Brasil, sendo o país que mais usa)

    Visão geral de serviços de saúde online

    • Número de pessoas usando serviços e dispositivos de saúde online: 1.98 bilhões
    • Mudança anual no número de pessoas que usam serviços de saúde online: +11.2% (200 milhões)
    • Valor anual total do mercado de saúde online (USD): $63.25 bilhões
    • Mudança anual no valor do mercado de saúde online: +14.9% (+$8.2 bilhões)
    • Média de gastos anuais de saúde online por usuário (USD): $32.02

    Visão geral de fitness & bem-estar digital

    • Número de pessoas usando serviços e dispositivos de fitness e bem-estar digital: 1.06 bilhões
    • Mudança anual no número de pessoas que usam serviços de fitness e bem-estar digital: +10.4% (100 milhões)
    • Valor anual total do mercado de fitness e bem-estar digital (USD): $83.25 bilhões
    • Mudança anual no valor do mercado de fitness e bem-estar: +14.8% (+$11 bilhões)
    • Média de gastos anuais de fitness e bem-estar digital por usuário (USD): $78.56

    Compras mensais de conteúdo digital

    • Filmes ou serviços de stream: 30.1%
    • Serviço de streaming de música: 22.5%
    • Download de música: 18.0%
    • Aplicativos de celular: 17.3%
    • Jogos de celular: 15.6%
    • Programas de estudo e materiais de aprendizagem: 11.4%
    • E-books: 10.3%
    • Compras in-app: 9.4%
    • Serviços de notícias: 9.1%
    • Pack de softwares: 8.0%
    • Serviço web premium: 8.0%
    • Presentes digitais: 6.5%
    • Inscrição à revistas online: 6.3%
    • Serviços de encontro: 5.1%

    Gastos com mídias digitais (inscrições e downloads)

    • Total: $498.6 bilhões
    • Video games: $249.6 bilhões
    • Vídeo on-demand: $159.9 bilhões
    • E-books e variados: $52.78 bilhões
    • Música digital: $36.31 bilhões

    Mídia digital: ARPU anual (USD)

    • Total: $176,40 por comprador;
    • Video Games: $204,40 por comprador;
    • Vídeo on-demand: $56,56 por comprador;
    • E-books e variados: $37,67 por comprador;
    • Música digital: $27,19 por comprador.

    Métodos de pagamento usados no e-commerce conforme o DataReportal

    • Carteiras digitais: 48%
    • Cartões de crédito: 31%
    • Transferência bancária: 12%
    • Dinheiro: 4%
    • Outros métodos: 6%

    Assim, através dessa grande análise, entendemos a importância e a relevância dos e-commerces na sociedade atual. Atualmente, até mesmo compras do mês podem ser feitas a um clique (ou toque) de distância.

    Marketing Digital

    Sendo um conjunto de estratégias usadas para gerar resultados, o marketing digital está se tornando um meio praticamente obrigatório para as empresas venderem mais.

    Portanto, muitas agências de marketing acabam oferecendo um trabalho muito operacional e pouco estratégico – diferente das assessorias de marketing –. Contudo, para que a estratégia seja bem definida, antes é preciso entender as métricas e quais são os dados que mais serão relevantes para gerar resultado.

    Então, para entender melhor, trouxemos os principais insights de marcas e anúncios, confira.

    Os insights de marcas e anúncios

    Quem nunca viu uma roupa na TV e quis comprar? Ou então ouviu um amigo falando sobre um produto que fez você querer comprar também? Então, pesquisar por marcas ou produtos é algo normal no nosso dia a dia. Portanto, precisamos saber onde procurar.

    Assim, quase sempre os motores de busca fazem parte dessa jornada, e conforme o Global Overview Report 2024, essa ferramenta é usada por grande parte dos usuários da internet. Nesse sentido, o número está chegando a 31.9% quando o assunto é pesquisar sobre marcas. Confira:

    Principais fontes usadas para descobrir marcas

    • Motores de busca: 31.9%
    • Propagandas na TV: 30.9%
    • Propagandas nas redes sociais: 28.7%
    • Recomendação boca-a-boca: 27.5%
    • Sites de marca e produto: 25.1% 
    • Filmes e séries: 23.3%
    • Recomendações e comentários nas redes sociais: 23.0%
    • Anúncios nos sites: 22.8%
    • Sites de varejo online: 22.6%
    • Sites de avaliação de consumidores: 21.7%
    • Produto aparece no store ou em promoções: 21.7%
    • Anúncios em aplicativos de celular e tablet: 21.3%
    • Site de comparação de produtos: 18.5%
    • Anúncios antes de vídeos ou séries: 17.1%
    • Demonstração ou trial de produtos: 16.9%

    Principais canais usados para pesquisar sobre marcas

    • Motores de pesquisas: 50.3%
    • Redes sociais: 46.0%
    • Avaliações de consumidores: 37.2%
    • Sites de produto e marca: 33.3%
    • Aplicativos de celular: 28.0%
    • Sites de comparação de preço: 26.8%
    • Sites de vídeo: 22.0%
    • Webites de cupons e vouchers de desconto: 19.4%
    • Blogs de perguntas e respostas: 18.6%
    • Blogs de produtos e marcas: 17.9%
    • Sites de avaliações de especialistas ou independentes: 15.9%
    • Serviços de mensagem e chat online: 14.6%
    • Fóruns e quadros de mensagens: 13.5%
    • Micro-blogs: 12.9%
    • Vlogs: 12.4%

    Além disso, a interação mensal de usuários com as marcas online varia muito, mas o que domina é a visita em sites da marca. Logo, ter um bom site, principalmente com uma boa experiência do usuário, é um passo essencial para se obter sucesso no mundo digital

    Interação mensal de usuários com marcas online

    • Visitou um site de marca: 44.3%
    • Assistiu um vídeo feito por uma marca: 24.9%
    • Seguiu uma marca em uma rede social: 23.4%
    • Visitou a página de uma marca na rede social: 20.6%
    • Leu um email ou newsletter de uma marca: 19.2%
    • Usou o botão “compartilhar” de rede social em um site: 16.8%
    • Baixou ou usou um aplicativo de marca: 16.7%
    • Usou um QR code provido por uma empresa ou marca: 15.8%
    • Clicou em um post promovido em uma rede social: 15.5%
    • Clicou em um anúncio em um site: 14.7%
    • Deixou feedback ou avaliação em um site de marca: 14.7%
    • Fez uma pergunta à uma marca em uma rede social: 13.0%
    • Jogou um jogo de marca: 12.4%
    • Parou de seguir uma marca em uma rede social: 12.3%
    • Fez upload de conteúdo para uma página de marca em uma rede social: 12.0%

    Gastos com anúncios: total vs. digital (USD)

    Aqui temos uma média geral do quanto foi gasto com anúncios, tanto offline quanto online. Além disso, a marca ultrapassa 1 trilhão de dólares, sendo cerca de 7% da mudança do ano passado.

    Portanto, para entender melhor, veja os principais números aqui:

    • Total gasto (incluindo canais online e offline): $1.03 trilhão
    • Mudança anual no total gasto: +7.3% (+$70 bilhões)
    • Gastos com anúncios digitais (incluindo mídia social e de pesquisa): $719.2 bilhões
    • Mudança anual em gastos com anúncios: +10.6% (+$69 bilhões)
    • Gastos com anúncios digitais como uma porcentagem de gastos de anúncios no geral: 70.0%

    Gastos anuais com anúncios digitais

    • Total: $719.2 bilhões
    • Gastos com anúncios de pesquisa: $279.3 bilhões
    • Despesas anuais com anúncios de vídeos: $176.6 bilhões
    • Gastos com anúncios de banner digital: $161.8 bilhões
    • Despesas com atividades de influencers: $30.81 bilhões
    • Gastos com classificados online: $21.05 bilhões
    • Investimentos em anúncios de áudio: $10.14 bilhões
    • Parcela do gasto total com anúncios digitais: dispositivo móvel: 63.6% ($457.6 bilhões)
    • Parte dos gastos com anúncios digitais: mídias sociais: 28.8% ($207.1 bilhões)
    • Parte dos gastos com anúncios digitais: programáticos: 80.7% ($580 bilhões)

    Ou seja, de $1.03 trilhão, $719.2 bilhões são apenas para os anúncios digitais, tendo mais da metade da participação nesse investimento – o que é apenas mais uma das inúmeras provas apresentadas de que o mundo digital é um bom investimento.

    Visão geral de publicidades segundo o DataReportal

    Existem vários tipos de publicidades digitais, todos sempre buscando gerar o melhor resultado possível para as empresas. Entretanto, não existe um tipo específico para que esse resultado seja alcançado. Muito pelo contrário, é necessário ver qual se adequa melhor às necessidades da empresa.

    Por isso, uma assessoria de marketing digita é essencial para ajudar a empresa a encontrar o melhor caminho a ser seguido, a fim de conseguir gerar o melhor resultado.

    Assim, entender a visão geral desse mercado é o primeiro passo para entender como funciona esse mercado. Aqui, apresentaremos 4 tipos de publicidade, elas são: programáticas, de pesquisa, de mídias sociais, e de influencers.

    Visão geral de publicidade programática
    • Gastos anuais com publicidade programática (USD): $580.0 bilhões
    • Mudanças anuais com gastos em publicidade programática (USD): +10.7% (+$56 bilhões)
    • Participação programática no gasto total com publicidade digital: 80.7%
    • Mudança anual da participação programática no gasto total com publicidade digital: +0.1%
    Visão geral de publicidade in-app
    • Gastos anuais com publicidade in-app(USD): $314.5 bilhões
    • Mudanças anuais com gastos em publicidade in-app (USD): +15.3% (+$42 bilhões)
    • Participação de publicidade in-app no gasto total com publicidade digital: 43.7%
    • Mudança anual da participação in-app no gasto total com publicidade digital: +4.3%
    Visão geral de publicidade de pesquisa
    • Gastos anuais com publicidade de pesquisa (USD): $279.3 bilhões
    • Mudanças anuais com gastos em publicidade de pesquisa (USD): +11.0% (+$28 bilhões)
    • Participação de pesquisa no gasto total com publicidade digital: 38.8%
    • Mudança anual da participação de pesquisa no gasto total com publicidade digital: +0.4%
    Visão geral de publicidade em mídias sociais
    • Gastos anuais com publicidade de mídias sociais (USD): $207.1 bilhões
    • Mudanças anuais com gastos em publicidade de mídias sociais (USD): +9.3% (+$18 bilhões)
    • Participação de mídias sociais no gasto total com publicidade digital: 28.8%
    • Mudança anual da participação de mídias sociais no gasto total com publicidade digital: -1.1%
    Visão geral de publicidade de influencer
    • Gastos anuais com publicidade de influencer: $30.81 bilhões
    • Mudança anual em gastos com publicidade de influencer: +17% (+$4.5 bilhões)
    • Participação da publicidade de influenciadores no gasto total com anúncios digitais: 4.3%
    • Mudança anual de participação da publicidade de influenciadores no gasto total com anúncios digitais: +5.8%

    Uso de ad blockers conforme a DataReportal

    Na internet, o uso de bloqueadores de anúncios tornou-se muito comum, principalmente para evitar pop-ups indesejados e anúncios irrelevantes. Contudo, esse acaba sendo um dos maiores inimigos de empresas que atuam no mercado digital.

    Por isso, essa pesquisa busca entender os principais motivos que levam aos consumidores usarem essa ferramenta, veja:

    • Média global: 32.5%
    • Média no Brasil: 32.5%

    Principais motivos para usarem ad blockers

    • O site possui muitos anúncios: 62.9%
    • Anúncios entram na frente: 54.4%
    • Para proteger a privacidade: 40.4%
    • Anúncios não são relevantes: 39.7%
    • Parar de aparecer conteúdo inapropriado: 37.5%
    • Para melhorar o desempenho do dispositivo: 31.3%
    • Para evitar que companhias coletem dados: 25.6%

    Em resumo, é crucial conhecer informações que talvez não saibamos de antemão, mas que, se compreendidas e usadas corretamente, podem beneficiar muito sua empresa. Contudo, para alcançar resultados precisos e rápidos, é essencial contar com uma equipe eficiente.

    No mundo atual, onde o marketing online é fundamental, é preciso dedicar recursos para obter resultados significativos. Contudo, com o auxílio de uma assessoria de marketing digital, o processo se torna mais simples e ágil.

    Os números do DataReportal no Brasil

    Além desses dados, o DataReportal também forneceu alguns dados locais. Entre eles, o Brasil. Confira:

    População total: 217 milhões (+0.6% comparado ao ano passado);

    Conexões no celular: 210.3 milhões (-1.0% comparado ao ano passado);

    Pessoas usando a internet: 187.9 milhões (+3.3% comparado ao ano passado);

    Usuários nas redes sociais: 144 milhões (+1.4% comparado ao ano passado).

    Estratégias de marketing mais assertivas com o DataReportal 2024

    Dessa forma, a V4 Company – líder em assessoria de marketing no Brasil – busca proporcionar a melhor jornada para o cliente, garantindo segurança e resultados.

    Num cenário em que a maioria das pessoas utiliza a internet, o grande desafio é não ser notado. No entanto, esse processo não é simples. Dessa forma, é fundamental contar com profissionais especializados em diversas áreas do marketing digital para alcançar os objetivos desejados.

    Nesse sentido, a assessoria de marketing desempenha um papel crucial, simplificando o caminho para as empresas, o que resulta em economia de tempo e recursos.

    Portanto, se você deseja impulsionar as vendas da sua empresa, a V4 Company pode ajudar. Dessa forma, aplicamos o método V4, uma estratégia de marketing digital testada e comprovada, focada em ampliar as vendas do seu produto, atingindo mais clientes e aumentando o valor das transações.

    Para saber mais, assista:

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