Category: V4 News

  • Tesla: Por que seu sucesso não vem dos seus carros?

    Tesla: porque seu sucesso não tem a ver com carros.

    No inicio deste mês, Julho 2020, nós tivemos uma importante movimentação no ranking mundial das maiores empresas segmento automotivo, com a Tesla passando a ser a empresa mais valiosa do mundo nessa categoria.

    Esta era uma posição antes ocupada pela Toyota, que no inicio deste mês bateu o valor de U$ 202,9 Bilhões, uma diferença de U$ 5 Bilhões da Tesla que citamos anteriormente.

    Mas ressaltamos aqui, que o sucesso e valorização da marca Tesla se dá por diversos fatores, alguns pelos quais queremos atentar para que você possa implementar dentro do seu negócio como uma ótima referência de crescimento.

    Mas porque o Sucesso da Tesla não tem a ver com carros.

    Com valor de mercado estimado em U$ 207 Bilhões, hoje a empresa Tesla alcançou uma marca importante, sendo uma empresa que vale 3x o valor combinado de duas montadores bastante conhecidas dos Estados Unidos (Ford e General Motors).

    Essa valorização da Tesla é o resultado de três períodos lucrativos para a marca, o que surpreendeu bastante os investidores da marca, o que inclusive surpreende é o fato da empresa ainda assim entregar resultados positivos em meio a pandemia mundial.

    Além disso, o que colaborou com a valorização da marca, foi o fato de seus carros apresentarem mais valores agregados do que os da concorrência.

    Ressaltamos ainda, que do ponto de vista histórico, a Tesla é uma marca relativamente nova e mesmo tendo operado por muitos anos no prejuízo, ou seja, no negativo, ela jamais deixou de investir em inovação e tecnologia de seus produtos.

    O que você deve aprender com a Tesla.

    Primeiramente, você gestor deve entender que novidade é diferente de inovação. Isso porque além de buscar fazer com mais qualidade e eficiência do que a concorrência já fazia. A Tesla sempre esteve a frente do seu tempo, buscando inovar e melhorar a forma como o setor funciona.

    Na prática, as novidades adicionam algo ao produto ou serviço. Já a inovação, revolucionam todo um segmento ou até mercado. Isso quer dizer que, em linhas gerais, as companhias devem ter produtos cada vez mais com valores agregados, com um diferencial competitivo forte.

    Nós já vinhamos falando sobre o tema e batendo na tecla da necessidade de empresas buscarem o diferente. Existe um novo momento de consumo e você precisa estar atento a isso.

    No V4 News desta semana, Gabriel Robiati fez uma análise sobre o sucesso da marca e ainda falou sobre o aumento de vendas da montadora Tesla no segundo quarter de 2020. Tal resultado satisfatório levou suas ações a subirem e por fim ultrapassarem as da Toyota tornando-se a montadora mais valiosa do mundo.

    Entenda como uma empresa que vende o futuro consegue ser mais valiosa do que uma empresa tradicional que apesar de vender mais carros não vende um valor tão grande quanto a Tesla.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

     

  • Boicote ao Facebook – Entenda o por que isso vai dar em nada

    Boicote ao Facebook – Por que isso vai dar em nada!

    Nas últimas semanas, mas principalmente nos últimos dias, um movimento chamado #StopHateforProfit tem ganhado cada vez mais força. Esse movimento trata-se de um boicote ao Facebook, ancorado por empresas que são anunciantes na plataforma, como forma de pressionar a empresa a olhar para ferramentas de moderação para coibir anúncios que incentivem algum tipo de violência ou descriminação de qualquer natureza.

    Qual o impacto do boicote ao facebook?

    A saída de grandes anunciantes da plataforma está se dando desde maio 2020, de forma gradativa, ganhando mais força nas últimas semanas nas mídias e na internet.

    Em meio a tantas gigantes deixando de anunciar dentro do facebook, a grande questão que esteve a tona no mercado é o quanto isto causaria de prejuízos a empresa, ao facebook. Afinal, são grandes redes que deixariam de anunciar dentro da plataforma. Sendo esta a maior forma de renda e lucro do facebook.

    Estimasse hoje que o facebook fature por volta de U$ 70 Bilhões de dólares por ano, o que em reais representa por volta de R$ 373 Bilhões.

    Inicialmente estas empresas haviam anunciado uma pausa nestes anúncios por um mês, sendo um total de 400 marcas atualmente, entretanto, acreditamos que esse número possa aumentar ainda mais nas próximas semanas.

    Apesar disso, na nossa visão, este movimento tende a afetar pouco o bolso da empresa. Isso porque o Facebook conta com aproximadamente 8 milhões de anunciantes, sendo este número composto na sua imensa maioria por empresas de pequeno e médio porte que dependem dos anúncios da plataforma para a geração de negócios.

    Já as grandes redes têm o facebook e outras redes sociais como apenas mais um canal, e muitas vezes mais voltadas para o branding da marca. Se por exemplo, hoje as 10 maiores empresas anunciantes da plataforma pararem de anunciar, isso representaria menos de 2% do faturamento para o facebook.

    Além disso, vale ressaltarmos que em contato feito com diversas destas empresas do movimento ao boicote contra o facebook, várias delas não confirmaram a pausa 100% de seus anúncios dentro da plataforma, e outras ainda, confirmaram a pausa apenas dentro dos Estados Unidos, onde o movimento iniciou e tem mais força.

    Quer saber mais sobre o boicote ao facebook? Não deixe de assistir ao nosso novo vídeo do canal, o V4 News com nosso Equity Partner Gabriel Robiati. Aqui ele irá trazer todos os pontos que motivaram o inicio do movimento e ainda nossa visão de porque acreditamos que isso não irá levar a nada no final das contas.

    Assista ao vídeo completo clicando no link:

     

  • WhatsApp Pay, uma dádiva para o varejo | V4 News

    WhatsApp Pay, um presente para o varejo | V4 News

    Na última semana, o Whatsapp anunciou uma grande novidade dentro da sua plataforma, o Whatsapp Pay. Este novo recurso tem como objetivo, possibilitar que pessoas e empresas possam pagar, transferir e receber dinheiro direto da plataforma.

    De antemão, a ideia é liberar ao longo das próximas semanas a funcionalidade para todos os brasileiros. Antes disso, esse recurso de pagamentos via Whatsapp pay já vinha sendo testado fora do país, na Índia por exemplo, desde o inicio deste ano.

    O que é o Whatsapp Pay e como usar?

    Hoje, a plataforma disponibilizou a nova função para em torno de 1,5 Milhões de usuários no Brasil, tendo potencial de mercado para atingir imediatamente, por volta de 51 Milhões de pessoas, este número sendo uma estimativa baseada nos números de clientes que fecharam esta parceria inicialmente.

    No Whatsapp Payments, você poderá receber e transferir dinheiro entre amigos e familiares, além de pagar por serviços e produtos dentro da plataforma. Para utilizar esta função será necessário cadastrar um cartão de débito ou crédito no Facebook Pay, onde será registrado seus dados para poder executar as transferências e pagamentos.

    Quanto a taxas de cobrança, para contas pessoas, a principio, não serão cobradas. Por outro lado, para contas empresariais será cobrada taxa no valor de 3.99% sobre a venda processada. O que está dentro do valor do mercado atualmente.

    Assim como, os limites de transações, o Whatsapp irá limitar o valor máximo de R$ 1.000,00 reais por transação para contas pessoais, sendo até R$ 5.000,00 reais totais no mês. Além disso, o número de transações diárias serão de até 20, desde que estejam dentro destes valores. Já para contas comerciais, não existem limites.

    Quais as vantagens de utilizar o Whatsapp pay?

    Para as empresas como um todo, principalmente para aquelas que dependem de algum tipo de participação humana no processo de vendas, este recurso promete facilitar bastante a experiência de compra do usuário.

    Nesse sentido, o consumidor estará dentro do mesmo ambiente onde ele tratou toda a negociação para a compra.

    Logo, vale ressaltar também o momento em que o recurso foi lançado, não somente pelas questões que estamos vivendo em relação a pandemia, mas também, em relação a o quanto o whatsapp está sendo visto no mercado nos últimos tempos como um ferramenta eficaz de venda.

    Em linhas gerais, o WhatsApp Pay é a nova modalidade de pagamentos que promete inovar no Brasil. Um novo sistema de pagamento  que pode transformar a forma de comprar e vender, além de como você pode aproveitar esta novidade e conseguir capitalizar e reerguer seu negocio durante esta crise.

    Quer saber mais sobre os detalhes desta novidade? Não deixe de conferir o V4 News desta semana, nosso Equity Partner Grabriel Robiati aborda quais são as novas oportunidades que você não pode perder com essa nova função da plataforma que o Whatsapp disponibilizou.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem:

  • CRISE | Mudanças pequenas, resultados enormes

    CRISE | Pequenas mudanças, GRANDES resultados

    Há duas semanas atrás, aqui no V4 News, nós falamos sobre inovação como uma necessidade para os negócios que desejam sobreviver a nova crise econômica por decorrência do coronavírus.

    Falamos sobre como iniciar e fortalecer novas estratégias para que pequenos e médios negócios pudessem implementar o mais rápido possível para continuarem faturando mesmo em meio a crise. Inclusive você pode ver este vídeo clicando aqui: Reagindo à crise do coronavírus.

    Um ponto que vale ressaltar antes de entrarmos mais a fundo no assunto, é que quando nos referimos a inovação, isso não significa mudanças drásticas, mas sim pequenas mudanças que podem salvar o seu negócio.

    Mudanças para implementar no seu negócio, para trazer mais resultados durante a crise.

    Durante todo esse período de crise econômica, tivemos grandes paralisações da atividade econômica e isso infelizmente afetou diversas empresas que já não tinham muito caixa. Como consequência disso, vimos várias ações que eram feitas integralmente no presencial, agora sendo feitas pelo digital.

    E sabemos que essas mudanças iriam acontecer de qualquer maneira, entretanto, mais tarde uma vez que a internet está ganhando cada vez mais espaço no cotidiano das empresas e seus consumidores. Por outro lado, o que a atual crise fez, foi acelerar este processo de implementação digital.

    Por este motivo, vamos elencar alguns exemplos de negócios que podem adaptar o seu produto e de que forma podem fazer isso para que faturem durante este período nebuloso. Vamos lá?

    Transforme parte do seu serviço em produto.

    Exemplos como, escola de idioma e academia viram muito bem como fazer isso. Todo tipo de negócio que necessitava do aluno presencialmente para ensinar algo, teve de se adaptar para continuarem lecionando, porém agora a distância. Os mesmos tiveram de produtizar os serviços presenciais para executarem via EAD.

    Um detalhe muito importante que devemos ressaltar aqui, é que para este tipo de negócio, a possibilidade de escalar esse produto é muito maior, pois não depende de estrutura física para executar.

    E muitas vezes o ganho é maior também, pois demanda menos infraestrutura, transporte e outros custos que se davam a partir do presencial.

    Na prática, você mantém o faturamento da empresa girando e ainda cria um outro produto que irá te dar uma possibilidade de mais escala. Além disso, este novo mix de produtos podem se tornar a porta de entrada para que estes consumidores venham a adquirir outros serviços seus no longo prazo, trazendo ainda mais possibilidade de caixa e faturamento para o seu negócio.

    A pergunta que fica é: o que de diferente você está fazendo para se destacar da concorrência durante essa crise econômica? Entenda que com pouco investimento você pode se encontrar numa situação bastante superior a qual você estava antes da crise. Olhar mais para a solução e menos para o problema é dever de todo grande gestor.

    Quer saber como e por onde buscar novas soluções? Não deixe de assistir nosso novo vídeo do V4 News com o nosso Equity Partner, Gabriel Robiati.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

  • Reagindo à CRISE do Coronavírus | V4 News⠀⠀⠀⠀

    Reagindo à CRISE do Coronavírus | V4 News

    Se você vem acompanhando o V4 News nas últimas semanas, deve ter visto que adotamos um tom mais sério em nossos vídeos, muito disso, por questões da crise e das pautas envolvidas.

    Nós falamos, por exemplo, como o coronavírus irá falir o seu negócio, trazendo a visão de como as pequenas e médias empresas precisão se adaptar rápido ao novo cenário do mercado, se elas desejam sobreviver ao novo normal.

    Falamos também da conta que iremos pagar de R$ 120 Bilhões de reais como contribuintes, isto por causa do mau uso do dinheiro público por parte do estado, trazendo uma visão sobre este aspecto, de como a economia irá crescer de forma insustentável, caso este dinheiro seja alocado de maneira errada.

    Fazendo assim que falte crédito no mercado para que PME’s pudessem utilizar de maneira que pudessem crescer ou sustentar seus negócios durante este período de COVID-19.

    Em resumo, falamos de aspectos que afetaram e ainda continuam afetando a maioria dos negócios brasileiros, que na priore, parecem ser impossíveis de evitar que ocorram.

    Mas a pergunta que fazemos é: será mesmo que não podemos buscar por recursos que façam com que possamos passar por tudo isso de maneira menos prejudicial? Que possamos adotar medidas para evitar que a maioria das empresas fechem as portas?

    Este é um questionamento recorrente de gestores e empresários que procuram a V4 Company diariamente. E como atuamos já a muitos anos neste mercado, com centenas de empresas, nós também acabamos pesquisando muito sobre o mercado, para gerar os resultados que geramos mesmo durante a crise.

    E concluímos que na maioria dos casos, existem sim soluções que vocês podem buscar para evitar grandes prejuízos em momento como este.

    Soluções adotadas por empresas para passar por este período de COVID-19.

    Parte destas soluções, não necessariamente são novas, elas já existem no mercado, porém a maioria dos pequenos e médios negócios ainda não enxergaram elas como estratégias para salvar o seu negócio.

    1. Delivery;

    Esta está entre as soluções mais usadas pela maioria dos negócios do segmento alimentício e que foi adaptado para muitos outros segmentos. Segundo artigos publicados pelo SEBRAE, estima-se que por volta de 400 mil negócios tenham tido um aumento de até 47% no seu faturamento, em função de terem adotado como estratégia entregas no formato delivery.

    Parece óbvio essa solução, certo? Mas acredite, ela ainda não é adotada por muito negócios que poderiam estar adaptando o seu produto para este formato. Ainda segundo o SEBRAE, em uma pesquisa feita recentemente, apenas 30% dos negócios que podem de fato utilizar esta estratégia, estão colocando esta solução em prática.

    Ou seja, tem uma grande oportunidade a ser explorada por muitos, e que ao menos fizeram questão de remodelar o seu negócio para enfrente este período nebuloso que o Brasil está passando.

    2. Suporte via conferência online;

    Para você que é prestador de serviço, este é um excelente momento de aproveitar a internet para dar suporte ao seus clientes. Além de se preocupar em vender durante este período de crise, é necessário manter a sua base de clientes com você. E para tal, você pode fazer reuniões e dar suporte para eles via canais digitais.

    O que nos faz pensar em uma terceira solução para prestadores de serviço:

    3. Vender seu conhecimento Online:

    Além de cursos que são mais usuais, você pode vender seu conhecimento online. Hoje vemos muitos profissionais vendendo sua expertise através de aulas, mentoria e etc para pessoas que estão precisando de ajuda.

    Essas são algumas das soluções que iremos trazer ao longo das próximas semanas. Quer entender mais sobre este novo cenário e que medidas você pode adotar para passar da melhor maneira possível por ele? Não deixe de assistir ao nosso novo vídeo do canal, nele Gabriel Robiatti irá pontuar cada um dos aspectos citados anteriormente, exemplificando cada um destes pontos.

    Assista ao vídeo completo clicando no link abaixo:

    Veja também:

  • Você vai pagar uma conta de R$120 bilhões | V4 News

    120 Bilhões e você quem vai pagar a conta! | V4 News

    Se você vem acompanhando as última notícias sobre política e economia deve ter visto que na último semana, o senado aprovou por 80 votos, em uma sessão remota, um projeto que prevê ajuda financeira por parte da união aos estados e municípios para poderem enfrentar a crise atual do coronavírus.

    Esse projeto, tem como contrapartida para o estado, um congelamento dos salários do funcionalismo público. Já aprovado pela câmara, agora o projeto foi encaminhado para o gabinete presidencial e deve ser assinado nas próximas semanas.

    Sendo assim, queremos trazer uma visão diferente para você refletir, que por mais que o projeto pareça benéfico, no longo prazo ele é extremamente prejudicial, visto que o estado parece atuar em completa desconexão com a realidade dos brasileiros.

    Em linhas gerais este projeto prevê um repasse direto de R$ 60 Bilhões de reais para os caixas de estados e municípios, além da suspensão das dívidas destes mesmos estados e municípios com a união, o que por si só gera um déficit também em média de R$ 60 bilhões de reais, totalizando algo próximo de R$ 120 Bilhões de reais.

    Para você que é empresário, é especialmente importante que você fique atento a este detalhe, porque R$ 60 Bi em déficit, na prática, irão se traduzir em dívidas, e para que ela seja sanada, o estado terá de tomar novos créditos.

    Sendo assim, você não somente irá pagar essa conta como contribuinte, como também serão R$ 60 Bilhões de reais fora da economia, que outras empresas menores não poderão tomar como crédito para salvarem ou escalarem seus negócios.

    Esse déficit poderia ser fechado com uma política de cortes de gastos mais agressiva, e isto nos leva a outro ponto que devemos ressaltar neste conteúdo, que é o congelamento dos salários com o funcionalismo público.

    Veja bem, uma parte considerável da iniciativa privada entrou praticamente em colapso. Tivemos demissões em massa, corte nos salários, corte em benefícios, readequação de funções e etc. Sendo essas mudanças feitas para que as empresas passassem por este período de uma maneira mais leve, mantendo o seu negócio faturando de alguma maneira.

    E mesmo assim, em São Paulo por exemplo, no mês de abril tivemos o índice mais alto da história com pedidos de falência. E olhando para este lado, acreditamos que não é somente o congelamento de salários do funcionalismo público que irá salvar estas empresas.

    Em resumo, na nossa visão, o estado deveria partir para uma linha de corte de gastos mais agressiva, como: diminuir salários, diminuir os benefícios e gastos desnecessários. O que antes já não faziam sentido, sendo estes valores absurdos, hoje mais ainda deveriam ser cortados.

    Tudo isso valendo para todo funcionalismo público, com exceção dos profissionais que estão diretamente ligados ao combate contra o coronavírus.

    Olhando toda esta situação por uma ótica mais macro, é importante compreender que os déficits nos estados e municípios, eles irão acontecer, são praticamente inevitáveis. Então mais do que distribuir estes recursos, é fazer um planejamento e alocar o dinheiro com inteligência, o que vai contra ao que o estado está fazendo neste momento, quando pensamos a longo prazo na estabilidade da economia brasileira.

    É de suma importância que exista um posicionamento para entendermos como estes alocamentos estão sendo feitos, não necessariamente pelo efeito imediato, mas pela mensagem que esse posicionamento passa. Que estamos de olho querendo saber como nosso dinheiro será gasto, visto que a gestão politica, em seu histórico não são os melhores.

    No final das contas, o estado apenas fica brincando com o nosso dinheiro, já que o mesmo não sai diretamente do seu bolso, não trazendo nenhum prejuízo para os mesmos. Por este motivo, não devemos comemorar a aprovação deste novo projeto, mas sim devemos nos atentar que no final das contas, que vai pagar por isso somos nós, os brasileiros.

    No vídeo novo do nosso canal no youtube, Gabriel Robiati apresenta preocupações sobre o endividamento público e falsas soluções apresentadas pelo legislativo nacional. Você pode assistir ao vídeo completo clicando neste link abaixo:

    Assista também:

  • O Coronavírus vai acabar com o seu negócio! | V4 News

    O Coronavírus vai FALIR o seu negócio! | V4 News

    Que a crise afetou a economia e como consequência também afetar os negócios, nós já sabíamos. Entretanto, ainda era muito cedo para mensurar qual foi o “rombo” ou estrago total causado por ela.

    Hoje, ainda passando por esta crise, embora estejamos no começo dela, já conseguimos perceber quais são os primeiros sinais de qual o impacto real em vários estados, como São Paulo por exemplo que notificou o aumento de 73% nos pedidos de falência, comparando ao mesmo período de 2019.

    Por este motivo, dentro deste conteúdo, queremos abordar aqui as possíveis causas deste movimento, o que está por vir nos próximos meses e principalmente, quais são as melhores soluções para que você consiga contornar este problema da melhor forma possível.

    Aumento de 73% nos pedidos de falência durante a pandemia do novo coronavírus.

    Como mencionamos anteriormente, somente na cidade de São Paulo, houve um aumento de 73% nos pedidos de falência de empresas, se comparado ao mesmo período do ano em 2019, segundo informações do tribunal da justiça de SP.

    Este é o maior número registrado de pedidos desde agosto de 2019, quando tivemos por volta de 175 pedidos registrados na época.

    Neste ponto vale salientar, que o pedido de falência é quase um pedido de luxo, em um país que a iniciativa privada é composta, na sua maioria, por micro e pequenas empresas, visto que muitas vezes as microempresas não chegam nem a serem colocadas nestas estatísticas.

    Por este motivo, acreditamos que, o número de empresas que foram a falência neste ano é muito maior que este dado.

    Embora seja ainda muito cedo para afirmar que este crescimento de pedidos de falência tenham relação estritamente com o coronavírus, a quarentena que observamos acontecendo em São Paulo se iniciou em março e os pedidos de falência também aumentaram neste mesmo período, mas a falta de caixa de muitos destes pequenos e micro empresários, podemos sim concluir que o coronavírus e a quarentena acarretaram na falência de muitos negócios.

    Um segundo ponto que podemos enfatizar neste artigo, é nos atentarmos também para os pedidos de recuperação tiveram um aumento, nos fazendo entender que as empresas não conseguiram se adaptar dentro do tempo necessário para gerar resultados. Já aquelas que sobrevivem a este período conseguiram de fato adequar o seu produto ou serviço para manter seu negócio faturando mesmo durante a pandemia do COVID-19.

    Obviamente, compreendemos que nem todos modelos de negócios são adaptáveis, mas estamos enfatizando neste conteúdos, aqueles que sim são modeláveis, porém que seus gestores tomaram decisões tardias para que essa mudança acontecesse. E na visão da V4 Company, essa é a realidade de muitas das empresas, a visão tardia ou a não ação de adaptar o seu produto para o novo mercado.

    Possíveis soluções para você implementar no seu negócio.

    Trazendo então algumas possíveis soluções em que a sua empresa pode adotar em situações como esta, aquelas que nós observamos diariamente e que inclusive, implementamos para nossos clientes venderem mais, é trabalhar com o delivery.

    Entregar o seu produto no local de moradia do cliente, e não fazer com que ele tenha de ir até o seu negócio, visto que mesmo que elas não possam sair da suas casas, elas não deixaram de terem necessidades. Elas precisam continuar consumindo, e você precisa enxergar este formato como uma oportunidade de negócio.

    Fazendo uma adendo aqui, segundo a revista exame, tivemos um aumento no volume de pedidos por aplicativo durante a pandemia, o Rappi Brasil, por exemplo, teve um aumento de 40% nos pedidos dentro da plataforma.

    Você pode criar uma forma de expor seus produtos virtualmente, um catálogo virtual, onde seus consumidores possam acessar e escolher o que mais lhe atende naquele momento. A partir daí, você precisa definir boas ofertas para chamar atenção e que estejam alinhadas com as necessidades das pessoas neste momento, garantindo que essa oferta chegue ao máximo de pessoas possíveis.

    Você pode utilizar todos os seus canais para divulgar essa oferta, e caso tenha verba de mídia para ampliar este alcance faça. Claro que mantendo todo cuidado para não jogar dinheiro fora. Se você gestor, empresário fizer isto, certamente estará passos a frente de muitos outros.

    Este é o momento de mais ação e menos glamour. Você precisa adaptar o seu negócio para o novo mercado. O que não dá é ficar de braços cruzados esperando que um milagre aconteça.

    Se você quer entender todos estes argumentos ou prefere este tipo de conteúdo em vídeo, o Gabriel Robiati, nosso COO e Equity Partner, gravou um vídeo para o nosso canal abordando este tema para discutimos qual a melhor forma de todos passarmos por esta da melhor maneira possível.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Assista também:

  • Crédito pra PME é roubada? | V4 News ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Crédito pra PME é roubada? | V4 News.

    Nas últimas semanas, temos ouvir falar sobre possíveis medidas do governo para ajudarem pessoas e empresas a atravessarem esse momento de crise. E na última sexta-feira, dia 24 de Abril de 2020, o senado aprovou um projeto de lei que cria uma linha de crédito para micro e pequenas empresas com R$ 15,9 Bilhões como garantia do tesouro nacional.

    O texto foi enviado a câmara, que basicamente fez alguma edições na proposta e na sequência devolveu ao senado, que acabou aprovando a nova proposta.

    E assim como todas as medidas aprovadas pelo estado, existem vantagens e desvantagens a serem analisadas. Sendo assim, nosso objetivo hoje aqui neste conteúdo é te ajudar a entender se de fato esta é uma proposta que vale a pena você deve validar para o seu negócio em meio a crise sanitária e financeira que o mundo está vivendo.

    O que é este projeto e como foi criado?

    O primeiro ponto a ser abordado então, é o autor deste projeto, o Senador Jorginho Mello que visava com ele facilitar o crédito para micro e pequenas empresas.

    Neste projeto se enquadram micro empresas que faturam até R$ 360.000,00 reais por ano e também empresas de médio porte que faturam até R$ 4,8 Milhões de reais por ano.

    Existem uma série de regras que irão determinar se você pode ou não ter acesso a essa linha de crédito e o quanto será liberado para você. Para nós estes critérios são claros, e por este motivo queremos apresenta-los para você entender se faz sentido ou não para você.

    Critérios analisados para linha de crédito de PME’s.

    Em linhas gerais, para empresas que tem mais de um ano de existência, elas terão acesso até 30% do faturamento anual do ano anterior.

    Já para empresas com menos de um ano de existência, as regras são um pouco diferente. Neste ponto, o que será oferecido é: metade do capital social ou 30% do faturamento médio mensal da sua empresa.

    Em relação as formas de pagamento, as empresas podem começar a pagar até 08 meses após a operação de crédito, com a possibilidade de parcelar a divida em até 36 vezes. Sendo a taxa de juros igual a Selic de 3,75% com adição de 1,25% spread bancário.

    Esse dinheiro, uma vez em que você tem ele em mãos, você pode utilizar para pagar funcionários, despesas da empresa, investir em capital de giro, estoque e etc. O único veto, ou seja, a proibição para utilização deste crédito, é que ele seja usado para pagar dividendos ou para distribuição de lucros entre sócios.

    Falando das empresas que faram essa linha de crédito acontecer, pelo projeto, elas estão também proibidas de vetar crédito por algum impedimento referente a CNPJ.

    Até aqui, tudo que falamos, faz com que a proposta pareça muito vantajosa. Entretanto, é nas contrapartidas deste processo que percebemos o desconhecimento do estados, referente a realidade da maioria dos empreendedores brasileiros.

    Isso porque, o empresário ou empresária que desejar acessar a este crédito, será obrigado(a) a manter o quadro de funcionários que ela tinham na data de publicação da lei. Inclusive, essa obrigatoriedade não somente vale para o momento em que ele tomar o empréstimo, mas também durante toda a extensão da operação.

    Um segundo ponto de exigência deste projeto é que, o empresário que tomar este crédito, precisa oferecer uma garantia pessoal ou de valor igual ou superior ao crédito que ele precisa tomar.

    Quais aspectos você deve analisar para tomar essa linha de crédito ou não.

    O primeiro deste aspectos a serem analisados, é que se você tem como oferecer essa garantia para o estado, você muito provavelmente consegue manter o seu negócio aberto e faturando sem precisar deste crédito.

    Isso no médio prazo, fará com que seu negócio cresça muito mais saudável e sustentável, fazendo com que você minimize parte dos riscos que você assumiria com essa linha de crédito.

    Além disso, apesar do tempo de carência que programa oferece, é necessário que você analise a curva de retomada econômica do seu segmento de atuação. Pois se esta for para além do prazo em que você precisa iniciar o pagamento desta divida, você pode inclusive piorar a sua situação.

    O desconhecimento por parte do governo em relação aos negócios nacionais realmente é um fato lamentável. E entendemos que mesmo que tenha tido uma boa intenção nessa ação, acreditamos que essa proposta irá favorecer um grupo muito pequeno de empresas, fazendo com que muitas outras possam vir até a fecharem suas portas por não conseguirem acessar recursos como este para salvarem seus negócios.

    Você pode ver mais sobre o tema, assistindo ao novo vídeo do nosso canal no youtube. Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Parceiro Magalu pode ser uma oportunidade em meio a crise?

    Parceiro Magalu, uma oportunidade em meio a crise?

    Se você acompanhou nossos últimos conteúdos onde falamos mais sobre a crise do novo coronavírus, você pôde perceber que uma ideia muito presente em nosso discurso é que em situações como essa em que estamos vivendo, sempre surgem boas oportunidades de negócios.

    Neste sentido, queremos enfatizar neste conteúdo, uma oportunidade como destaque que acreditamos ser uma ótima chance de você vender através da internet, em um momento de crise economia e sanitária que o mundo vive.

    Parceiro Magalu. O que é?

    Partimos da premissa que você já conheça uma das maiores varejistas do nosso país que é a Magazine Luiza, desta forma, iremos nos atentar na ação feita pela companhia.

    Algumas semanas atrás a marca lançou a campanha seja um Parceiro Magalu. Se você quiser saber mais de como funciona esta ação basta clicar aqui: O que é ser um parceiro Magalu?

    Nele você poderá revender os produtos da loja ganhando comissões por cada venda ou então vender seus produtos para clientes do Magazine Luiza. Um fato curioso é que seu lançamento estava previsto para ser lançado no próximo semestre, porém devido as novas circunstâncias do mercado, este lançamento foi adiantado.

    Em linhas gerais, o parceiro magalu é uma plataforma pensada para que de um lado, pequenos varejistas pudessem explorar um novo canal de vendas, obviamente se apoiando na grande estrutura e credibilidade que a própria Magazine Luiza oferece.

    E de um outro lado, a varejista possibilitou que autônomos e pequenos empreendedores pudessem complementar seus ganhos como uma espécie de renda extra no seu faturamento.

    Mas afinal, o Parceiro Magalu é uma boa oportunidade para o seu negócio?

    Depende, para pequenos varejistas vemos esta como uma plataforma de marketplace, portanto faz bastante sentido sim que o seu negócio explore mais este canal de venda.

    Sempre reforçamos aqui que diversificar seus canais é uma forma de manter o seu negócio faturando e saudável para que não corra riscos altos, sem depender apenas de um canal para vender. Quando falamos de riscos, podem ser tanto de aquisição quanto de vendas em si.

    Considerando ainda as taxas de comissão, barreiras de entrada e o quanto a marca pode te ajudar, de fato ela é sim uma ótima opção.

    Entretanto, já para trabalhadores autônomos ou pequenos empreendedores, ela funciona mais como um programa de afiliados, uma estratégia que já falamos aqui, você pode saber mais como funciona clicando aqui: Mercado de afiliados é um bom negócio?

    E se tratando do mercado de afiliados, acreditamos que este tipo de estratégia só irá funcionar para você que já possui algum tipo de audiência online ou então cartela de clientes que você já vende atualmente. Sem contar no conhecimento que você precisa ter minimamente em geração de tráfego.

    Aliás, se você quer aprender mais sobre tráfego, você não pode deixar de fazer nossa formação Cientista do Marketing, aproveite para assistir por 07 gratuitos.

    Agora, se você é um profissional inciante, a opção de ser um parceiro Magalu não é interessante. Uma vez que é necessário que você tenha uma audiência para divulgar e vender estes produtos, sem falar nas taxas de comissão para afiliados que comparamos a outras plataformas. e concluímos que não são as melhores.

    Nossa sugestão para esta situação é que você esteja mais bem preparado para entrar na plataforma. Estude e invista em saber como funciona o mercado e como você pode gerar mais tráfego para dentro dos seus canais.

    Em resumo, ser Parceiro Magalu sim pode ser uma boa oportunidade de negócio, entretanto pode ser menos lucrativo dependendo do momento e a forma em que você atua no mercado.

    Para falar mais do assunto, nosso COO e Equity Partner Gabriel Robiati, gravou um vídeo para nosso canal no youtube, no quadro V4 News explicando sobre como pode ou não ser uma oportunidade de negócio para você, ser um parceiro magalu.

    Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo:

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  • Vendas online: O coronavírus não é um impasse | V4 News

    Vendas online: Coronavírus não é um problema | V4 News

    Se neste momento você está preocupado(a) com o coronavírus, já pode ir se acalmando, ele não é uma ameaça como a mídia está dizendo.

    Como profissionais de Marketing e publicidade, nós sabemos que o dever da mídia é dar muito destaque para assuntos que chamam atenção da sua audiência. Um gatilho mental muito forte utilizado por parte dos veículos em massa, é o medo. 

    Quando o medo é colocado em pauta, no viés cognitivo da mente humana, ele funciona como um gatilho de sobrevivência, o que torna tudo mais intenso e por este motivo chama tanta atenção.

    Se formos mais cautelosos em relação ao coronavírus e pesquisarmos o que é o vírus, veremos que não é algo muito alarmante. Já sabemos que nas últimas décadas, de tempos em tempos aparecem na mídia, “grandes vírus” que se espalham com muita facilidade.

    A grande questão do coronavírus é a facilidade de infectar outras pessoas, ou seja, ele se espalhar muito rápido, entretanto, ele não é considerado um vírus de alta chance de mortalidade, segundo médicos especialistas, ele é como um vírus da gripe.

    A taxa de mortalidade está ligada a pessoas que já estão doentes por outros motivos e também em idosos com idade mais avançada. Um pessoa mais jovem e sem doenças graves não se encaixam nesse índice.

    O que estamos vivenciando, é o efeito manada em cima de questões midiáticas do coronavírus. A exemplo, temos os efeitos da bolsa de valores que está em queda. Muitos dos brasileiros que entraram na bolsa nos últimos 3 anos, não tem experiências e estão lá por causa do marketing, e além disso, os mesmos ainda não haviam passado por uma grande queda da bolsa, o que por efeitos midiáticos, acabam retirando seus investimentos da renda variável por medo, perdendo assim bastante dinheiro.

    Na história, e com um pouco de pesquisa e dados, é fato que nos próximo meses a bolsa de valores irá se recuperar e voltará a sua normalidade. Questões de queda, por motivos como este, são normais dentro dos investimentos de renda variável.

    O ponto chave como cientistas do marketing, é que devemos entender que nunca será apenas por um motivo, ou seja, a queda não se dá somente por causa do coronavírus. Existem uma série de outras questões de mercado, para que isso aconteça, como a mão do estado, por exemplo.

    Em resumo, as grandes conclusões que podemos retirar dessa situação são: sim é uma questão midiática, o coronavírus é mais uma oportunidade para os veículos em massa ganharem audiência; o reflexo da queda na bolsa de valores é natural; E que o mercado tende a regularizar os indicadores e dados dos investimentos de renda variável ao longo do tempo.

    Quer saber mais sobre o coronavírus NÃO ser uma ameaça? Confira nosso vídeo no canal da V4 Company, com nosso CEO Dener Lippert, no quadro V4News. Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo: