Author: V4 Company

  • A oportunidade de sair da crise com o Head de Growth do Gestão 4.0

    A oportunidade de sair da crise com o Head de Growth do Gestão 4.0

    Head de Growth do Gestão 4.0: Oportunidades na crise!

    Seguimos com a nossa jornada de lives no instagram, tendo como headline principal “Varejo Digital e Inside Sales Express: como implementar campanhas de vendas online de resultado rápido para ter oportunidades na crise.”

    Na live de hoje, nosso convidado foi o @joaovitor  Mentor de Negócios, Growth e Marketing de Performance no programa WeLabs da Wework. Founder da Empreenda Junto, atual COO e Head de Growth do Gestão 4.0, João é Empreendedor inovador e especialista em desenvolvimento de startups, com a metodologia Disciplined Entrepreneurship e New Ventures Leadership do MIT. Nesta conversa, João Vitor e Dener Lippert conversam mais sobre as oportunidades que você pode estar perdendo na crise. Aproveite esta live e aprenda bastante sobre como implementar INSIDE SALES na sua empresa.

    Confira a live completa clicando na imagem abaixo:

  • O Coronavírus vai acabar com o seu negócio! | V4 News

    O Coronavírus vai acabar com o seu negócio! | V4 News

    O Coronavírus vai FALIR o seu negócio! | V4 News

    Que a crise afetou a economia e como consequência também afetar os negócios, nós já sabíamos. Entretanto, ainda era muito cedo para mensurar qual foi o “rombo” ou estrago total causado por ela.

    Hoje, ainda passando por esta crise, embora estejamos no começo dela, já conseguimos perceber quais são os primeiros sinais de qual o impacto real em vários estados, como São Paulo por exemplo que notificou o aumento de 73% nos pedidos de falência, comparando ao mesmo período de 2019.

    Por este motivo, dentro deste conteúdo, queremos abordar aqui as possíveis causas deste movimento, o que está por vir nos próximos meses e principalmente, quais são as melhores soluções para que você consiga contornar este problema da melhor forma possível.

    Aumento de 73% nos pedidos de falência durante a pandemia do novo coronavírus.

    Como mencionamos anteriormente, somente na cidade de São Paulo, houve um aumento de 73% nos pedidos de falência de empresas, se comparado ao mesmo período do ano em 2019, segundo informações do tribunal da justiça de SP.

    Este é o maior número registrado de pedidos desde agosto de 2019, quando tivemos por volta de 175 pedidos registrados na época.

    Neste ponto vale salientar, que o pedido de falência é quase um pedido de luxo, em um país que a iniciativa privada é composta, na sua maioria, por micro e pequenas empresas, visto que muitas vezes as microempresas não chegam nem a serem colocadas nestas estatísticas.

    Por este motivo, acreditamos que, o número de empresas que foram a falência neste ano é muito maior que este dado.

    Embora seja ainda muito cedo para afirmar que este crescimento de pedidos de falência tenham relação estritamente com o coronavírus, a quarentena que observamos acontecendo em São Paulo se iniciou em março e os pedidos de falência também aumentaram neste mesmo período, mas a falta de caixa de muitos destes pequenos e micro empresários, podemos sim concluir que o coronavírus e a quarentena acarretaram na falência de muitos negócios.

    Um segundo ponto que podemos enfatizar neste artigo, é nos atentarmos também para os pedidos de recuperação tiveram um aumento, nos fazendo entender que as empresas não conseguiram se adaptar dentro do tempo necessário para gerar resultados. Já aquelas que sobrevivem a este período conseguiram de fato adequar o seu produto ou serviço para manter seu negócio faturando mesmo durante a pandemia do COVID-19.

    Obviamente, compreendemos que nem todos modelos de negócios são adaptáveis, mas estamos enfatizando neste conteúdos, aqueles que sim são modeláveis, porém que seus gestores tomaram decisões tardias para que essa mudança acontecesse. E na visão da V4 Company, essa é a realidade de muitas das empresas, a visão tardia ou a não ação de adaptar o seu produto para o novo mercado.

    Possíveis soluções para você implementar no seu negócio.

    Trazendo então algumas possíveis soluções em que a sua empresa pode adotar em situações como esta, aquelas que nós observamos diariamente e que inclusive, implementamos para nossos clientes venderem mais, é trabalhar com o delivery.

    Entregar o seu produto no local de moradia do cliente, e não fazer com que ele tenha de ir até o seu negócio, visto que mesmo que elas não possam sair da suas casas, elas não deixaram de terem necessidades. Elas precisam continuar consumindo, e você precisa enxergar este formato como uma oportunidade de negócio.

    Fazendo uma adendo aqui, segundo a revista exame, tivemos um aumento no volume de pedidos por aplicativo durante a pandemia, o Rappi Brasil, por exemplo, teve um aumento de 40% nos pedidos dentro da plataforma.

    Você pode criar uma forma de expor seus produtos virtualmente, um catálogo virtual, onde seus consumidores possam acessar e escolher o que mais lhe atende naquele momento. A partir daí, você precisa definir boas ofertas para chamar atenção e que estejam alinhadas com as necessidades das pessoas neste momento, garantindo que essa oferta chegue ao máximo de pessoas possíveis.

    Você pode utilizar todos os seus canais para divulgar essa oferta, e caso tenha verba de mídia para ampliar este alcance faça. Claro que mantendo todo cuidado para não jogar dinheiro fora. Se você gestor, empresário fizer isto, certamente estará passos a frente de muitos outros.

    Este é o momento de mais ação e menos glamour. Você precisa adaptar o seu negócio para o novo mercado. O que não dá é ficar de braços cruzados esperando que um milagre aconteça.

    Se você quer entender todos estes argumentos ou prefere este tipo de conteúdo em vídeo, o Gabriel Robiati, nosso COO e Equity Partner, gravou um vídeo para o nosso canal abordando este tema para discutimos qual a melhor forma de todos passarmos por esta da melhor maneira possível.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

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  • 9 lições do legado deixado por Kobe Bryant | Looking Ahead

    9 lições do legado deixado por Kobe Bryant | Looking Ahead

    O legado de Kobe Bryant: 9 Lições da LENDA | Looking Ahead

    O ano de 2020 não está sendo fácil para ninguém. Logo no início do primeiro quarter, o mundo perdeu Kobe Bryant, a lenda do basquete americano.

    Hoje, ao assistir alguns documentários e vídeos sobre o astro, pudemos entender o quanto este profissional foi o melhor da sua geração na história. Percebendo isso, e que muitas pessoas atualmente estão desmotivadas por estarem isoladas e passando por uma crise financeira, hoje queremos compartilhar 09 lições que aprendemos com o legado do jogador para te inspirar. Você irá entender o porque.

    09 lições que aprendemos com o legado de Kobe Bryant.

    1. Tenha uma referência e saiba que as coisas impossíveis que ela faz, são possíveis para você. Michael Jordan foi uma das referência de Kobe.

    2. O mundo é a sua biblioteca. As respostas para ser como sua referência estão no mundo. Estudar é o meio.

    3. Seja insano! Somente os paranoicos sobrevivem.

    4. Modo de guerra. Não me toque, não fale comigo, me deixe sozinho. Esse é o estado de flow que você precisa estar no trabalho ou no treino.

    5. Esteja com suas lendas. Ele se tornou amigo do Jordan. Encontre caminhos para se aproximar das suas lendas. Mude seu meio. Você é a média das pessoas que anda. Produto do meio, sem mudar o meio, não muda você.

    6. Ser “The GREATEST” é uma escolha. Essa escolha exige sacrifícios, muitas vezes em relação a amigos e família.

    7. Ele nunca dava um “role”. Porque ele não gostaria de quando estivesse aposentado olhar para trás e pensar “eu gostaria de ter feito mais”. Garanta que você fez tudo que podia fazer.

    8. Cultura da obsessão. Implemente no seu meio, no seu time, no seu business a cultura de que só os obstinados paranoicos sobrevivem.

    9. Desafie-se. Sai da zona de conforto. Você precisa sempre estar se desafiando, “polindo” o seu lance. Se você é bom em algo, desafie-se a ser melhor nisso.

    Essa é uma versão resumida das 09 lições, você pode assistir e entender elas em nosso novo vídeo gravado pelo nosso CEO Dener Lippert, para o quadro Looking ahead. Para assistir ao vídeo completo sobre Kobe Bryant basta clicar na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Crédito pra PME é roubada? | V4 News ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Crédito pra PME é roubada? | V4 News ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Crédito pra PME é roubada? | V4 News.

    Nas últimas semanas, temos ouvir falar sobre possíveis medidas do governo para ajudarem pessoas e empresas a atravessarem esse momento de crise. E na última sexta-feira, dia 24 de Abril de 2020, o senado aprovou um projeto de lei que cria uma linha de crédito para micro e pequenas empresas com R$ 15,9 Bilhões como garantia do tesouro nacional.

    O texto foi enviado a câmara, que basicamente fez alguma edições na proposta e na sequência devolveu ao senado, que acabou aprovando a nova proposta.

    E assim como todas as medidas aprovadas pelo estado, existem vantagens e desvantagens a serem analisadas. Sendo assim, nosso objetivo hoje aqui neste conteúdo é te ajudar a entender se de fato esta é uma proposta que vale a pena você deve validar para o seu negócio em meio a crise sanitária e financeira que o mundo está vivendo.

    O que é este projeto e como foi criado?

    O primeiro ponto a ser abordado então, é o autor deste projeto, o Senador Jorginho Mello que visava com ele facilitar o crédito para micro e pequenas empresas.

    Neste projeto se enquadram micro empresas que faturam até R$ 360.000,00 reais por ano e também empresas de médio porte que faturam até R$ 4,8 Milhões de reais por ano.

    Existem uma série de regras que irão determinar se você pode ou não ter acesso a essa linha de crédito e o quanto será liberado para você. Para nós estes critérios são claros, e por este motivo queremos apresenta-los para você entender se faz sentido ou não para você.

    Critérios analisados para linha de crédito de PME’s.

    Em linhas gerais, para empresas que tem mais de um ano de existência, elas terão acesso até 30% do faturamento anual do ano anterior.

    Já para empresas com menos de um ano de existência, as regras são um pouco diferente. Neste ponto, o que será oferecido é: metade do capital social ou 30% do faturamento médio mensal da sua empresa.

    Em relação as formas de pagamento, as empresas podem começar a pagar até 08 meses após a operação de crédito, com a possibilidade de parcelar a divida em até 36 vezes. Sendo a taxa de juros igual a Selic de 3,75% com adição de 1,25% spread bancário.

    Esse dinheiro, uma vez em que você tem ele em mãos, você pode utilizar para pagar funcionários, despesas da empresa, investir em capital de giro, estoque e etc. O único veto, ou seja, a proibição para utilização deste crédito, é que ele seja usado para pagar dividendos ou para distribuição de lucros entre sócios.

    Falando das empresas que faram essa linha de crédito acontecer, pelo projeto, elas estão também proibidas de vetar crédito por algum impedimento referente a CNPJ.

    Até aqui, tudo que falamos, faz com que a proposta pareça muito vantajosa. Entretanto, é nas contrapartidas deste processo que percebemos o desconhecimento do estados, referente a realidade da maioria dos empreendedores brasileiros.

    Isso porque, o empresário ou empresária que desejar acessar a este crédito, será obrigado(a) a manter o quadro de funcionários que ela tinham na data de publicação da lei. Inclusive, essa obrigatoriedade não somente vale para o momento em que ele tomar o empréstimo, mas também durante toda a extensão da operação.

    Um segundo ponto de exigência deste projeto é que, o empresário que tomar este crédito, precisa oferecer uma garantia pessoal ou de valor igual ou superior ao crédito que ele precisa tomar.

    Quais aspectos você deve analisar para tomar essa linha de crédito ou não.

    O primeiro deste aspectos a serem analisados, é que se você tem como oferecer essa garantia para o estado, você muito provavelmente consegue manter o seu negócio aberto e faturando sem precisar deste crédito.

    Isso no médio prazo, fará com que seu negócio cresça muito mais saudável e sustentável, fazendo com que você minimize parte dos riscos que você assumiria com essa linha de crédito.

    Além disso, apesar do tempo de carência que programa oferece, é necessário que você analise a curva de retomada econômica do seu segmento de atuação. Pois se esta for para além do prazo em que você precisa iniciar o pagamento desta divida, você pode inclusive piorar a sua situação.

    O desconhecimento por parte do governo em relação aos negócios nacionais realmente é um fato lamentável. E entendemos que mesmo que tenha tido uma boa intenção nessa ação, acreditamos que essa proposta irá favorecer um grupo muito pequeno de empresas, fazendo com que muitas outras possam vir até a fecharem suas portas por não conseguirem acessar recursos como este para salvarem seus negócios.

    Você pode ver mais sobre o tema, assistindo ao novo vídeo do nosso canal no youtube. Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Qual a importância de desenvolver um bom CRIATIVO? | ROI Hunters #25

    Qual a importância de desenvolver um bom CRIATIVO? | ROI Hunters #25

    Qual a importância de um bom CRIATIVO? | ROI Hunters #25

    Acreditar que criativo que performa melhor, é necessariamente aquele mais bonito, pode ser um grande tiro no pé.

    Essa linha de raciocínio geralmente são seguidas por profissionais iniciantes e aí que você deve tomar cuidado. Bons criativos são aqueles que te trazem resultados independente se é o melhor design ou não.

    Mas então você nos pergunta: um gestor de tráfego precisa entender sobre criativos?

    Essa é uma das pautas discutidas dentro do episódio do ROI Hunters, nosso podcast para gestores de tráfego.

    Nesse bate papo nosso CEO Dener Lippert, o Guilherme Lippert e o João Vitor falam sobre o que são bons criativos e qual a relevância deles no momento de construir as suas campanhas.

    Além disso, quais as ferramentas, formatos e testes você pode fazer para performar cada vez melhor em suas campanhas.

    Escute o podcast completo clicando no link da imagem abaixo:

    Assista também:

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  • Certificação do Google Ads realmente vale a pena ? | V4 TUTS

    Certificação do Google Ads realmente vale a pena ? | V4 TUTS

    Certificação do Google Ads vale a pena ? | V4 TUTS

    Os certificados e cursos fornecidos pelo Google Ads, será que vale a pena fazer? Sim, vale, e vamos te explicar o por quê.

    Primeiramente, os certificados pelo Google Ads não têm custo algum.

    Literalmente gratuito – financeiramente falando -. A única coisa que irá exigir de você é tempo e bastante estudo.

    Em seguida, acreditamos que ao fazer e ter a formação pela Google, você consegue ter mais clareza de cada detalhes da ferramenta.

    É uma forma de dominar totalmente a ferramenta, portanto.

    Você adquire mais propriedade sobre estratégias e ações que você possa vir a executar, facilitando também o entendimento de saber o que está certo ou não dentro de uma campanha e porque dela não estar funcionando.

    Em resumo, trazendo resultados melhores para seus clientes.

    Os cursos online de formação pela Google, têm como objetivo fazer você entender como a empresa desenhou a ferramenta para gerar resultados.

    O respaldo da certificação Google é muito grande.

    Além disso, ao ter certificação emitida pela Google, a companhia te beneficia com parcerias e bônus. Fora o respaldo como profissional com selo Google que o mercado te dá, a visibilidade é muito maior.

    Para explicar quais são esses benefícios e apresentar todos os argumentos da formação Google, o nosso Equity Partner, Guilherme Lippert, gravou um vídeo para o canal do YouTube da V4 Company.

    Então, assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Hack Mental de incríveis gestores | Looking AHEAD

    Hack Mental de incríveis gestores | Looking AHEAD

    Hack Mental dos Grandes Gestores | Looking AHEAD

    Se você quer se tornar um grande gestor, existe um ponto em comum que identificamos em vários dos gestores dos quais temos como referência, que fazem diferença no sucesso do seu negócio: tornar a vida em um jogo de xadrez da vida real.

    Mas porque comparar o xadrez com a mente de um gestor?

    Para quem já estudou ou joga xadrez vai conseguir identificar que, um dos principais aspectos que fazem um bom jogador de xadrez ser bem sucedido é o quanto ele enxerga as jogadas a frente.

    Existem alguns números em relação a isso, segundo profissionais que jogam constantemente:

    • Um jogador de xadrez amador consegue ver de uma à três jogadas a frente.
    • Já um jogador master consegue enxergar até 10 jogadas ou mais.

    Em resumo, aquele que consegue “prever” mais jogadas, consegue vencer o jogo.

    Trazendo este contexto para a vida de um gestor, acreditamos que seja essencial que este profissional tenha a pró atividade de enxergar lá na frente para vencer. Quantos anos a frente você consegue enxergar o seu negócio?

    Aqui na V4 Company, por exemplo, nosso CEO Dener Lippert, coloca o  planejamento de gestão em uma planilha de pelo menos os próximos 07 anos para a empresa.

    Entretanto, sabemos que esta não é a realidade de muitos. Conversando com outros gestores e profissionais, é facilmente identificável pontos de falhas no processo quando estes gestores não estão olhando jogadas a frente.

    “Lembro quando conheci Flávio Augusto, uns 08 anos atrás em um vídeo que ele contava que iria comprar o Orlando City e já contava todos os planos que ele tinha para este time de futebol americano que ele estava adquirindo. Depois daquele vídeo, passei a mudar para esse mindset. – Dener Lippert CEO V4 Company.”

    Flávio, naquele tempo era chamado de louco mais uma vez, por estar investindo dinheiro em um time de futebol americano nos Estados Unidos e já descrevia qual era o seu plano anos a frente e o que o time iria se tornar durante a sua gestão. Ele adquiriu o time por volta de U$ 100 milhões de dólares e hoje ele vale mais de U$ 1 Bilhão.

    Outro aspecto que serve como exemplo neste assunto, é a mentalidade samurai. Onde ao ter que ir para guerra os samurais pensavam qual seria o pior cenário que poderia acontecer durante as batalhas, ou seja, a morte. E a partir disso, eles traçavam estratégias para evitar que isso ocorresse de fato, indo para guerra com um plano maior para poder lutar pelo seu propósito.

    Essa é mentalidade que todo investidor, empreendedor, empresário e gestores deve ter. Olhar várias casas a frente da jogada para ter um negócio de sucesso perene.

    Traga isso para o seu dia a dia, analise também estes aspectos com a sua equipe que muitas vezes estão olhando apenas para um ponto, quando na verdade deveriam estar pensando em vários aspectos para performarem melhor em suas entregas. A influência de ter uma visão macro e não micro para alcançarem os seus objetivos.

    Quanto mais controle você tem das suas jogadas, mas chances você tem de vencer jogo.

    Quer ver mais exemplos de como ter esse mindset é importante? Nosso CEO Dener Lippert gravou um vídeo para o nosso canal falando sobre suas decisões chave sobre o futuro da V4. Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • CONAR vs Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    CONAR vs Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    CONAR contra Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    Nas últimas semanas, é provável que você tenha visto as lives que estão sendo produzidas por vários artistas, especialmente por alguns cantores.

    Essas lives ganharam de certa maneira alguns holofotes nas últimas semanas por terem batido alguns recordes de audiência, sendo que algumas se destacaram também não só pela grande audiência, mas pelo consumo exacerbado de bebida alcoólica.

    Em especial, vamos abordar aqui neste artigo, a live feita pelo cantor Gustavo Lima, que foi alvo de um processo movido pelo Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), alegando que a live descumpriu algumas recomendações da entidade.

    O objetivo aqui será debater sobre o quanto essas recomendações podem ser coerentes e legitimas, e principalmente, o quanto esta ação pode ter sido motivada por interesses próprios ou não.

    Mas o que é e qual a função do Conar?

    Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), é uma instituição criada por entidades ligadas ao agenciamento de publicidades, tendo como objetivo a regulamentação do mercado publicitário.

    Vale ressaltar primeiramente que o Conar não é uma instituição de viés público, mas sim um fruto do setor privado. Para nós, por um lado isso é ótimo, porque não há a mão do estado, mas pelo outro, pode existir um conflito de interesses interno, que talvez possa ter sido esta a intenção da atitude tomada no processo contra o cantor Gustavo Lima.

    Como o Conar funciona?

    Uma vez que uma ação publicitária vai ao ar, a instituição pode examinar este material por iniciativa própria ou por denuncias de outras pessoas.

    Essa análise mencionada, é feita pelo conselho de ética do órgão, e a partir desta análise são levantados pontos se ela atende ou não a regulamentação impostas pela instituição.

    É importante colocarmos aqui também, que este conselho de ética sim é formado também por agências de publicidade, por anunciantes e também por representantes dos consumidores, mas principalmente por representantes dos veículos de comunicação.

    Além disso, ressaltamos também que o Conar, de maneira alguma, pode impor a sua decisão, muito menos sanções caso exista o descumprimento daquilo que o órgão acredita estar errado.

    Gustavo Lima Vs Conar.

    Trazendo  o contexto para o cantor Gustavo Lima, o Conar alega que moveu este processo contra o cantor por ter recebido diversas denuncias pelo excesso do consumo de bebidas alcoólicas durante a live que o cantor fazia.

    Na prática, o que o Conar coloca é que a empresa que patrocinou a live do cantor, neste caso a Ambev, teria de certa forma burlado as recomendações do orgão, se utilizando deste formato de publicidade dentro da live.

    Sendo assim, em meio a tantas informações, nos deparamos com uma parcela de pessoas que defendem a entidade (Conar), que a atitude foi correta e que ajudou a prevenir um incentivo exacerbado do consumo de bebidas alcoólicas.

    Todavia, também temos um número importante de pessoas defendendo o cantor, que o mesmo deveria ter a sua liberdade já que a ação foi feita dentro da sua própria residência e de domínio privado do cantor.

    Os argumentos desta primeira parcela de pessoas, é de que a live foi exposta a milhares de pessoas, não sendo uma ação privada apenas para amigos e familiares, sendo a ação patrocinada por uma marca de cervejas. Tendo o Conar a obrigação sim se analisar esta ação publicitária e intervir se necessário.

    Além disso, os mesmos se apoiam no argumento de que o Gustavo Lima é uma figura pública, com isso, tendo forte influência sobre sua audiência. Desta forma, quando o cantor consume de maneira exagerada essas bebidas, pode estar estimulando, inclusive menores a beberem também.

    Já a segunda parcela de pessoas que defendem o cantor, dizem que isso é censura, uma vez que ele fez a live dentro da sua própria casa, com seus próprios recursos. Ainda assim, os mesmos defendem o objetivo da ação do cantor, que era de arrecadar doações e alimentos para famílias que precisam neste momento de pandemia.

    Em resumo, na nossa opinião, é que existe uma linha muito tênue entre regular tipos de publicações mais discriminatórias e a regularização de ações que não descriminam, mas que não atendem ao seus interesses próprios, já que o Conar não é uma entidade pública e sim privada, e entidades privadas buscam atingir os seus próprios interesses.

    Outro ponto que salientamos ainda, é que dado a  forma em que essa publicidade aconteceu, a marca em contato direto com o “influenciador”, cortando assim os intermediários dessas ações como agências e veículos de comunicação, isso pode ser sim uma forma de coagir este tipo de movimento por parte dos influenciadores e marcas.

    Uma vez que agências de publicidade e veículos de comunicações têm suas necessidades e nessa forma eles acabam perdendo oportunidades de fazer negócios.

    Se você quer saber a fundo sobre estes e outros argumentos em relação ao caso citado. Não deixe de assistir ao nosso novo vídeo do canal. Para assistir ao vídeo completo basta clicar na imagem abaixo.

    Veja também:

  • Os 5 maiores Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Os 5 maiores Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Top 5 Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Para quem já é veterano no universo do e-commerce já vivenciou os erros que iremos abordar neste conteúdo. Porém, para quem é novato no segmento, continue comigo para evitar comete-los.

    Os 05 erros mais comuns dentro de e-commerce.

    1. Nicho de mercado;

    O mercado de e-commerce no Brasil é extremamente competitivo, de margens baixas e operações super complexas. E se você está pensando em iniciar um projeto de e-commerce, o primeiro ponto que você deve pensar é qual o nicho que você fará parte.

    Dependendo do nicho que você escolhe trabalhar, as barreiras de entrada serão mais altas com operações mais complexas e como dito anteriormente, margens mais baixas. Ao passo que alguns outros nichos favoreçam a sua operação.

    A título de exemplos, podemos pensar no nicho de moda, com uma alta concorrência, que não tem muitas diferenciações entre produtos, pode ser que em um primeiro momento, para um inciante você terá problemas, não conseguindo operar de fato algumas etapas.

    Na prática, você deve entender que o e-commerce até então não consegue bater a marca de 5% de vendas do varejo no Brasil, sendo no EUA uma média dos 15%.

    (Mesmo sabendo que no momento estamos passando por uma crise singular, que está mudando o comportamento do consumidor e que talvez possa mudar estes números futuramente).

    Mas trazendo ainda para os dados presentes, boa parte do consumo no varejo está alocado no espaço físico, como por exemplo, a moda.

    Se formos comparar o nicho de moda com o de iluminação por exemplo, o nicho de moda é muito mais comodo comprar presencialmente pelo fato de poder experimentar o produto.Já quando falamos em pequenos objetos de iluminação como lampadas, luminárias e etc, estes não tem como prioridade a compra física.

    Visto que muitas vezes, o consumidor pode não ter acesso a um item próximo da sua localização. Então fica mais “comodo” e usual comprar também via e-commerce. (Falamos por experiência própria, com um cliente do segmento que vêm faturando alto desde que implementou a sua loja online.)

    2. Ter preço competitivo;

    Um vez que você encontrou o nicho certo, você precisa ter preço competitivo. A menos que seu produto tenha uma grande diferenciação, e na maioria das vezes este não é o caso, a competitividade irá se dar pelo preço.

    Existe obviamente outras alternativas de compra que não necessariamente competem por preço, mas sim pela experiência de compra, entretanto, em sua maioria será o preço que falará mais alto.

    3. Operação de Logística;

    No Brasil existe um problema sério de logística e os e-commerces atuantes no pais concentram, na grande parte, suas atividades no sudeste. E se você não tem uma operação logística em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, provavelmente seu preço de frete e tempo de entrega muito altos, que por consequência, torna a sua competitividade ainda menor.

    Uma estratégia que você pode utilizar, é trabalhar em um limite de atendimento em um raio de tanto KM entorno do local em que você atua. E quanto mais condições você vai criando de operação, você terá como expandir essa distância para atender as demais áreas.

     4. Explorar marketplace.

    Existem diversos canais de marketplace que não são explorados por muitos profissionais. Canais estes que você pode testar para ver se o seu produto vende e você consegue uma competitividade dentro da plataforma sem um grande custo de mídia.

    O grande erro de profissionais é não investirem em tráfego. Dentro de um ecommerce você precisa ter demanda, pessoas navegando, circulando pelo seu site. Se você cria a sua própria loja online, você tem muito mais trabalho para criar tráfego dentro dela, diferente de quando você testa outras plataformas de marketplace que já tem sua estrutura consolidada.

    5. Produção de conteúdo para e-commerce.

    Não apostar em produção de conteúdo para o seu ecommerce é um grande erro, pois sua taxa de conversão pode ser baixa. As pessoas precisam saber o que é e para que serve o seu produto. Quando você investe em conteúdo, o consumidor tem mais clareza de como o seu produto pode solucionar o seu problema ou desejo.

    Invista em conteúdos de diferenciação, do contrário você será mais um na multidão. Uma vez que o seu cliente não terá contato com o seu produto, quanto mais atrativo visualmente o seu produto for, maiores serão as suas taxas de conversão.

    Todos estes 05 erros são abordados pelo nosso CEO Dener Lippert e Gabriel Robiati em nosso novo vídeo para o canal no youtube. Assista o conteúdo completo clicando na imagem abaixo:

  • Google Ads ou Facebook Ads? Como escolher? | V4 TUTS

    Google Ads ou Facebook Ads? Como escolher? | V4 TUTS

    Google Ads ou Facebook Ads? Como escolher o melhor para o seu negócio? | V4 TUTS

    Facebook Ads ou Google Ads, qual deles você deve utilizar e qual a funcionalidade de cada uma das ferramentas na hora de criar as suas campanhas?

    O primeiro ponto que levantamos aqui é que o Google e o Facebook possuem uma diferença crucial entre eles. Uma tem como propósito a intenção e a outra atenção.

    Falando primeiramente sobre o Google, mais precisamente sobre o Google Search, este foca na intenção do usuário, ou seja, qual a intenção dele no momento em que está fazendo uma pesquisa na plataforma. Como por exemplo:

    • Comprar um produto;
    • Resolver um problema;
    • Aprender sobre algo.

    Por outro lado, temos o Facebook. Esta sim é uma plataforma de mídia interruptiva, ou seja, enquanto o usuário está navegando pela sua linha do tempo ou feed de notícia, o mesmo será interrompido por um anúncio.

    Por este motivo, concluímos que o Facebook é uma ferramenta de atenção. Ela precisa de alguma forma capturar a atenção do usuário para que ele converta dentro dos anúncios.

    Outro ponto que podemos levantar é que o Facebook é uma mídia de desejo, enquanto o Google uma mídia de necessidade.

    Níveis de consciência do consumidor dentro do Facebook e Google.

    Todos os consumidores passam por 05 diferentes níveis de consciência até fazerem a compra, são eles:

    1. Inconsciente: o consumidor não sabe que ele tem um problema.
    2. Problema: sabe que tem um problema a ser resolvido.
    3. Solução: ela agora sabe que existem soluções e começa a busca-las.
    4. Produto: encontra um produto ou mais que solucione o seu problema.
    5. Vendedor: estado de decisão, de compra. De quem ele vai comprar o produto.

    Trazendo estes níveis de consciência para o contexto das plataformas, podemos dizer que quando você tem níveis mais altos de consciência, você deve olhar para ferramentas do Google, como por exemplo, o Google Search. Já quando você tem de trabalhar níveis mais baixos desta jornada, você deve utilizar o Facebook como ferramenta.

    É a partir deste entendimento, que você deve olhar para o objetivo do seu cliente. Ela está mais inclinada para campanhas de intenção ou de atenção? De necessidade ou desejo?

    Quer um conselho? A verdade nua e crua é que ambas as plataformas devem ser complementares, na sua maioria você deve utilizar ambas as mídias, mas é claro, respeitando os objetivos e formatos que cada uma dispõe para aumentar ainda mais as suas taxas de conversão.

    Quer entender mais sobre o assunto? No vídeo de hoje nosso Equity Partner and Project Analyst, Guilherme Lippert, irá mostrar quais as diferenças entre as ferramentas e falar sobre os níveis de consciência de consumo, que são de suma importância para o seu entendimento e também para a elaboração de novas campanhas.

    Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também: