Author: V4 Company

  • Descubra o tamanho ideal de sua landing page

    O tamanho de sua landing Page! Descubra:

    OK, para começo de conversa vou esclarecer que neste artigo estaremos falando de Lead Pages, páginas desenvolvidas com o único objetivo de gerar leads (oportunidades de negócio), seja pela retenção do contato do visitante, seu email, uma integração direta com o Facebook dele ou qualquer outra estratégia que venha a aproximar o contato entre sua empresa e seu cliente. Descubra mais sobre elas lendo este artigo de nosso blogMas e o tamanho de sua lead page? Ele é um fator determinante?

    Páginas grandes vendem. E páginas pequenas também.

    O tamanho de sua Lead Page está diretamente relacionada ao produto/serviço que você está apresentando aos seus visitantes. Seu conteúdo deverá agregar valor a proposta da página. Existe uma regra básica para lhe auxiliar a tomar esta decisão: Quando mais complexo e caro seu produto é, maior será a sua página. Isto significa que sua argumentação deverá acompanhar junto com a página. Em uma venda tradicional, suas argumentações acompanham a conversa com o cliente, através de objeções e a consequente quebra destas objeções. Infelizmente não temos esta opção na internet, então a saída é desenvolver uma página que acompanhe este raciocínio, quebrando objeções e dando valor de acordo com a necessidade do usuário.

    Para simplificar, veja o gráfico abaixo:

    E para landing Pages que entregam algo em troca?

    Esta estratégia já está disseminada pela internet, trocando seus dados pessoais por eBooks, descontos e cursos. Para estas páginas, já que você está dando algo em troca para seus visitantes, não há necessidade de extender a conversa com o cliente. Seria como uma troca, uma reciprocidade; você quer este ebook? OK, me entregue seus contatos antes e ele é todo seu.

    Ao mesmo tempo que as taxas de conversão são maiores com a utilização de “iscas digitais”, há a possibilidade de chamar a atenção de curiosos, pessoas que não estão engajadas com seu conteúdo, diminuindo assim a qualidade do lead gerado. 

    Quando se desenvolve uma landing page, o que é mais importante é converter este visitante em lead. Mas um lead de verdade. Este é como se fosse o primeiro beijo, a primeira cena de um filme, o apito inicial de todo um relacionamento que está por vir. Não adianta sedimentar uma estratégia em cima de falácias, promessas que você não possa cumprir, principalmente quando estamos conversando em um mundo cada vez mais conectado e dialogando com a geração mais exigente que já vimos. Por isso termos como geração de conteúdo e Inbound Marketing estão tão em voga.

    Vamos gerar leads juntos? Entre em contato conosco através desta página!

  • 10 dicas para aumentar a conversão do seu e-commerce

    Sabe-se que existe um processo delicado e complexo entre o usuário ver o seu anúncio e concretizar a compra.

    Na prática, muitas são as variáveis que interferem nas taxas de conversão de vendas. É preciso chamar a atenção do consumidor, tirá-lo da plataforma do anúncio (Facebook, Instagram…), levá-lo até o seu site, ter a melhor oferta, a condição de pagamento ideal, o produto com numeração e características exatas, transmitir confiança, encantar o usuário, engajá-lo, ter um checkout facilitado para finalmente convertê-lo.

    Nessa lógica, existem “segredos” absolutamente simples, mas que podem aumentar (muito!) as taxas de conversão de vendas. Confira abaixo algumas dessas dicas:

    1 – Quem não mede não gerencia

    Esteja atento para todas as métricas analíticas do seu site. Mensure tráfego, valor do clique, custo por acesso, valor do lead, número de leads necessários para gerar uma conversão, retorno sobre o investimento (ROI), KPI’s. Todas as métricas são importantes para nos atentarmos ao que deve ser otimizado para aumentar nossas taxas de conversão de vendas.

    2 – Design Thinking

    Para o sucesso de um e-commerce, é essencial usarmos a máxima do design thinking: “não me faça pensar”. Segundo o conceito, o seu e-commerce precisa ser o mais organizado e intuitivo possível. Torne tudo tão simples, que qualquer pessoa do mundo independente do nível de instrução seja capaz de comprar.

    3 – Checkout Facilitado

    O checkout é sem dúvida uma das etapas que mais perdemos conversão. Isso porque na grande maioria dos e-commerces  o formulário final de envio é grande e complexo, o que não combina com o ambiente online, onde o usuário quer cada vez mais comodidade e agilidade. Pergunte o mínimo possível.

    4 – Tenha um sistema integrado

    Quanto mais automatizado for o seu processo, melhor. Ninguém gosta de preencher duas, três vezes o seu CEP, por exemplo. O usuário vai partir do princípio que, a partir do momento que pediu tal informação, o seu sistema irá armazená-la e utilizá-la quando necessário. Da mesma forma, o sistema integrado de estoque é fundamental. Poucas coisas trazem uma imagem tão negativa quanto pagar por um produto e depois descobrir que o mesmo não está mais em estoque.

    5- Monitoramento de carrinho

    Imagine que você está navegando, vê um anúncio e parte para o site da empresa. Lá você vê um bom produto, com preço justo, coloca o mesmo no carrinho e nesse meio tempo o telefone toca. Você atende, vai para a cozinha e esquece a compra na metade do processo. Nessas situações, o remarketing é sem dúvida fundamental para aumentar as taxas de conversão de vendas. Para isso, envie e-mails de lembrete de carrinho abandonado. Essa técnica é muito eficaz, você vai ver.

    6 – Mantenha o cliente informado

    É fundamental para o sucesso do e-commerce a longo prazo, você trabalhar na aquisição de clientes, e não apenas em vendas. Nesse sentido, é importante deixar o cliente sempre informado sobre o status do seu pedido. Ele com certeza irá sentir-se mais seguro para comprar mais vezes com você

    7 – Abuse dos gatilhos mentais

    As estratégias de persuasão estão aí para serem usadas, e acredite, elas fazem muita diferença nas taxas de conversão de vendas. Utilize estratégias de escassez como relógios regressivos apontando o tempo restante para a oferta X; colha depoimentos de clientes satisfeitos para prova sociais; peça a indicação de uma referência no segmento para construir autoridade por exemplo.

    8 – Tenha todas as formas de pagamento

    Talvez ter todas as formas de pagamento em um primeiro momento pareça algo utópico. Mas é preciso que você caminhe para isso. Cada vez mais o cliente quer escolher como comprar, então é fundamental aceitar todos os cartões de crédito possíveis, e dependendo do ticket médio do seu produto, deve-se considerara a possibilidade de aceitar  mais um cartão como forma de pagamento.

    9 – Layout facilitado via mobile

    O celular é sem dúvida o dispositivo que passa mais tempo na mão da maioria das pessoas. O seu site precisa, portanto, ser pensado para otimizar a experiência do usuário. Adapte o seu layout e facilite a navegação através de estratégias claras de usabilidade de modo a facilitar a compra e experiência do usuário.

    10 – Foco no usuário

    Tenha em mente que mais que técnicas, o seu site precisa atender às expectativas dos usuários. Para isso pense na experiência de compra de cada produto e transfira isso para o ambiente online. Uma mulher ao comprar uma bolsa, por exemplo, quer ver a pela por fora, por dentro, e quer ver também a sensação de uso. Por isso invista em fotos com modelo utilizando o produto para transmitir a imagem que o mesmo traz.

    Essas foram as nossas 10 dicas para aumentar as taxas de conversão de vendas do seu e-commerce. Temos certeza que assim que você começar a aplicá-las, verá rapidamente a diferença.

    E você, já utiliza essas estratégias? Reconhece a importância de cada uma delas?

    Me conte aqui nos comentários!

  • Venda mais através do ERP

    Diminua seus custos fixos de operação e venda mais através do ERP!

    Entre as tantas vantagens do uso de um ERP (do inglês Enterprise Resource Planning), que pode ser traduzido como o “planejamento dos recursos das empresas” está sem dúvida a redução de custos.

    Na prática, o ERP é o sistema responsável por reunir, gerir e automatizar as operações diárias de uma empresa. Ele organiza o trabalho e concentra todas as informações úteis e necessárias para o gerenciamento.

    Na maioria das vezes, as micro e pequenas empresas acabam por se utilizar das retrógradas fichas e planilhas, o que descentraliza a informação, faz com que muita coisa se perca e aumenta o custo operacional. Isso porque muitas vezes são necessárias várias pessoas para administrar todo esse sistema manual.

    As empresas que aderem ao ERP, além de reduzirem seus custos de operação, podem trabalhar de forma muito mais estratégica através dos filtros do sistema. Nele é possível saber quais são os seus produtos mais vendidos, quais os melhores clientes e as melhores/piores épocas do ano para comercializar cada produto.

    As vantagens dessas informações são inúmeras, entre elas a maior previsibilidade das vendas, onde você pode trabalhar para otimizar as vantagens competitivas, melhores clientes e épocas do ano de picos de vendas. Além de identificar os gargalos de “baixa temporada” e produtos acumulados em estoque para encontrar novas maneiras de formatá-los e comercializá-los.

    Quando você trabalha de forma manual, além de todas as desvantagens que já apresentamos aqui, você acaba perdendo muitas vendas, principalmente por clientes de remarketing. Isso porque nem sempre o seu prospect está propenso a concretizar a compra. E se você não tiver um histórico automatizado da situação de negociação de cada cliente, a grande maioria vai se perder, justamente pelo tempo que você precisa dedicar para outras demandas.

    De forma geral, o ERP sempre vem para atualizar e instaurar uma nova cultura na empresa. O que é sempre muito positivo no sentido de redução de custos, melhor organização, centralização da informação e automatização do processo.

    E você, acredita na importância de “crescer do jeito certo”?

    Costuma investir para profissionalizar a sua empresa?
    Me conte aqui nos comentários.

  • Usando a cor para aumentar sua conversão

    Usando a Cor e o Efeito do Isolamento Para Aumentar sua Conversão

    É de senso comum, uma vez que ela é um elemento pervasivo em absolutamente tudo, que a cor significa. Num resumo superficial com pouco entendimento de psicologia das cores, um designer pode estabelecer paralelos entre, por exemplo, verde e natureza, ou saúde, vermelho e sensualidade, ou perigo, azul ou a combinação entre preto e branco e seriedade, ou elegância.

    No entanto, em um mar desses usos óbvios de cor, marcas e suas possibilidades de venda se desorientam por se mimetizar nas idiossincrasias do seu segmento. Essa presunção de utilizar percepções subjetivas de cor como se fossem um interruptor de liga-desliga venda termina, portanto, sendo um tiro no pé do seu business.

    É necessário, antes de presumir qualquer uso de cor, conhecer e agregar dados demográficos sobre quem é seu cliente ou consumidor. Gênero, renda, idade e região são apenas alguns dos diversos fatores que influem na percepção do seu público alvo. Entender, portanto, as pessoas para quem você quer vender, é fundamental.

    Além disso é importante perceber o momento e o ambiente social em que sua comunicação estará ocorrendo. A percepção sobre cor das pessoas é afetada pela estação do ano, eventos que estão ocorrendo e outras tendências de uso da cor que podem ser bastante voláteis.

    Assim, a partir desse entendimento, é possível começar a elaborar uma paleta de cores para ser usada na sua comunicação. Baseado em dados, uma landing page para uma campanha de moda feminina no outono, possivelmente será elaborada com ocres, azuis acinzentados e rosa chá, por exemplo, enquanto a oferta de um curso de inglês para empresas, um ambiente percebido como masculino, se utilizará de tons escuros de azul e cinzas puxando para o chumbo. Essas escolhas são baseadas em pesquisas demográficas sobre preferências subjetivas do público alvo e portanto são confiáveis para uma comunicação efetiva que afeta positivamente a taxa de conversão. Ou será que é mesmo?

    E é aqui que o efeito do isolamento entra no jogo.

    Também conhecido como efeito Von Restorff, após ser identificado em 1933 por Hedwig von Restorff, ele conclui que em um conjunto de itens similares, um item isolado em sua forma será mais lembrado que um item na mesma posição relativa onde todos os outros forem semelhantes. Ou em outras palavras:

    Se você quer ser lembrado, se sobressaia.

    O uso da cor depende da fricção entre como seu público alvo se subjetiva e aceita determinados tipos de comunicação e o propósito da comunicação do seu business. A campanha de moda ou do curso de inglês exemplificadas anteriormente, certamente vão parecer confortáveis para o público citado. Todas as campanhas, inclusive a de seus concorrentes. A chave está, então, em pensar o quanto é possível tensionar essas percepções de cor o suficiente para se destacar. Se os elementos da sua página são verdes, um botão vermelho, demonstradamente, vai aumentar em torno de 20% a sua taxa de conversão. Mas não é simplesmente isso. Para outro público, elementos azuis são mais confiáveis e atrativos. Não há uma receita. Há que se refletir sobre a possibilidade de, como nos exemplos acima, substituir elementos de cor confortáveis para as mulheres que vão consumir sua coleção de outono por destaques menos usuais, a fim de conferir na sua comunicação esse afiamento em relação à sua concorrência. Vivemos imersos em uma profusão de estímulos múltiplos, notificações e interfaces padronizadas de aplicativos. O business que entender seu público, ambiente, momento e propósito de verdade para descobrir até onde é possível criar a tensão entre as percepções confortáveis e seu objetivo de venda é quem sempre vai encontrar mais sucesso em sua conversão.

    V4 Company

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  • Faça Inbound Marketing do jeito certo

    12 dicas para fazer Inbound Marketing do jeito certo

    Já falamos várias vezes por aqui sobre comportamento do consumidor e sobre como as pessoas estão cada vez mais saturadas de informação e propaganda. O famoso clichê “compre de mim” já não funciona mais e as marcas precisam perceber e reagir a esse movimento.

    O Inbound Marketing é uma prática que vem ganhando muita representatividade como uma excelente ferramenta para auxiliar os funis de vendas das empresas. É preciso que, cada vez mais, assumamos uma postura mais ativa de vendas. O departamento comercial é o coração de qualquer empresa, de nada adianta um bom produto se você não estiver estruturado para oferecê-lo muitas vezes e para o maior número de pessoas.

    Nesse sentido, precisamos buscar a melhor forma de oferecer esse produto em um cenário tão saturado. É aí que entra o Inbound Marketing, na lógica das Love Brands, onde a empresa se esforça para ganhar a atenção, a permissão de comunicar ao seu cliente, ao invés de comprá-la. Assim os ganhos são exponenciais, começando pelo fato de que o relacionamento desenvolvido entre marca e consumidor é crucial para que haja a fidelização, que a longo prazo faz muita diferença.

    Grandes nomes de e-commerces nacionais costumam falar sobre a importância da aquisição do cliente, ao invés da venda em si. Precisamos trabalhar para conquistar o cliente, para que ele compre conosco sempre que precisar de determinado serviço ou produto.

    Parece o melhor do cenário, não é mesmo? Mas como conseguir a fidelização? Qual a melhor forma de fazer Inbound Marketing?

    Confira as dicas que preparamos para você acertar em cheio e decolar as vendas da sua empresa:

    1. Defina seu funil de vendas desde o primeiro momento. Saiba quais são as suas metas de clientes e quantos leads você precisa no topo do funil para alcançar esses resultados.
    2. Jamais direcione o seu lead para uma página institucional do seu site. Crie landing pages com gatilhos mentais que auxiliarão o usuário a tomar a decisão o mais rápido possível
    3. Faça testes A/B na sua landing page dividindo entre elas o tráfego. Teste todas as opções de formatação da comunicação possível para ver qual converterá melhor.
    4. Não tenha pressa para vender. Uma das principais lógicas do Inbound Marketing é a reciprocidade. Ofereça conteúdo gratuito até que o usuário sinta-se “em dívida com você”.
    5. Tenha produtos de diferentes valores para facilitar a venda. Comece oferecendo algo grátis e vá aumentando conforme o nível de relacionamento criado com o seu lead.
    6. A comunicação certa para a pessoa certa. Seja o mais específico possível e mostre a pessoa que aquele conteúdo foi enviado exclusivamente para ela, evite mensagens genéricas.
    7. Jamais invista todo o seu orçamento em uma fonte de tráfego única. Diversifique os esforços e veja quais mídias tem os maiores custo X benefício.
    8. Responda rapidamente os seus leads. Mostre-se aberto para ajudar e abra as portas para as oportunidades. Quanto mais rápida a resposta, mais “quente” estará o lead.
    9. Crie um canvas com as “dores” da sua persona e direcione toda a sua comunicação para sanar os seus problemas. Crie conteúdos relevantes e irresistíveis para reter a sua audiência.
    10. Esteja atento para modificar os seus anúncios, landing pages e e-mails automáticos o tempo todo. Avalie as métricas e vá ajustando a estratégia.
    11. Saiba exatamente quanto custa o seu lead mais qualificado e o quanto o mesmo pode trazer de retorno. Calcule o ROI (retorno sobre investimento) de cada esforço de mídia.
    12. Analise minuciosamente todas as suas métricas. Saiba quais os perfis da sua lista que mais convertem e foque nessa persona nas próximas campanhas.

    Essas são as 12 dicas mais valiosas pelas quais você deve se atentar ao trabalhar com Inbound Marketing.

    Lembre-se que nessa lógica de Inbound Marketing é essencial delimitar exatamente quem é a sua persona (cliente ideal) em todos os aspectos para acertar em cheio a sua comunicação. Sua isca digital deve ser uma oferta irresistível. Sugerimos um e-book grátis, infográficos ou vídeos explicativos, por exemplo.

    Depois que você captar esses leads, poderá nutrir essa audiência com conteúdo gratuito relevante a fim de gerar empatia e reciprocidade. Após monitorar a recepção do conteúdo enviado, você pode avaliar o nível de consciência do consumidor de acordo com os conteúdos que o mesmo já consumiu (e-mails abertos, por exemplo) e então enviar um vídeo de vendas!

    O seu lead com certeza estará muito mais receptivo a avaliar a sua oferta depois de passar por todo esse funil.

    E você, já trabalha com Inbound Marketing? A sua estratégia está alinhada com as 12 dicas fundamentais que falamos aqui?

    Me conte aqui nos comentários!

  • 15 dicas valiosas para deslanchar suas campanhas

    Marketing Digital: 15 dicas valiosas para deslanchar suas campanhas!

    Google Adwords, Rede de Display, Taboola, Blogs independentes, Linkedin Ads, Facebook Ads, inbound Marketing, gatilhos mentais, unbounce, landing pages… Os termos, fontes de tráfego e ferramentas do mundo do marketing digital são inúmeros e poderíamos fazer um glossário de 100 páginas sobre eles, mas ainda assim não seria o suficiente.

    Esse “mundo mágico” é realmente bastante complexo, e capaz de trazer resultados jamais antes vistos em qualquer estratégia tradicional. Por isso diariamente compartilhamos conteúdo gratuito de qualidade aqui no blog!

    Hoje vamos trazer 15 dicas rápidas e valiosas de marketing digital que com certeza farão diferença para a sua empresa:

    1. Ao anunciar no Google Adwords, evite palavras muito amplas, procure ser o mais específico possível. Seguindo a teoria de cauda longa, quanto mais específico o termo, mais assertivo, menor a concorrência e mais barato e otimizado será o seu anúncio.
    2. Jamais invista todo o seu orçamento em um único argumento por julgar que o mesmo é o mais relevante. Explore todos os atributos do seu produto e todas as personas distintas dentro do seu público. Só após muitos testes você estará pronto para julgar o que funciona ou não.
    3. Se essa for a sua primeira vez anunciando no Facebook Ads, dê preferência para imagens com cores fortes e contrastantes, que chamem a atenção do usuário. O logo da empresa tende a não funcionar muito bem. Priorize pessoas, mulheres felizes, de preferência.
    4. Jamais invista todo o seu orçamento em uma única fonte de tráfego. Faça testes em Google Adwords, Taboola, Facebook Ads, Blogs independentes e dilua o seu orçamento a fim de otimizar os seus resultados.
    5. Não compre listas de e-mail, por mais que pareça uma boa ideia. Esse caminho, apesar de parecer muito sedutor, é fadado ao fracasso uma vez que a sua comunicação cairá em spam facilmente, já que o usuário não tem qualquer relação com a sua empresa.
    6. Ao utilizar softwares de e-mail marketing, evite imagens muito grandes. A grande maioria das plataformas que utilizamos é limitada e e-mails com grande volume de imagem caem na caixa de spam do usuário.
    7. Evite palavras muito “batidas” em seus disparos de e-mail. Termos como “fre”, “clique aqui” no assunto apesar de parecerem uma boa ideia, muitas vezes são interpretados como spam e a comunicação acaba nem chegando ao usuário.
    8. Existe uma linha muito tênue na construção de relacionamento via e-mail marketing. Se você enviar muitos e-mails, as pessoas irão cancelar a assinatura. Se você enviar pouco ou nenhum, não existirá relacionamento. O ideal é, na média, 1 por semana.
    9. Ao produzir conteúdo para o seu site, página no Facebook ou e-mail marketing, considere “quebrá-lo” e formatá-lo para ser consumido de maneiras distintas. Grandes blocos de textos costumam não funcionar bem no ambiente online.
    10. Tenha uma postura ativa de vendas, mas evite forçar a barra. Crie propostas de valor, mas entregue conteúdo gratuito relevante também. Nesse sentido o inbound marketing funciona muito bem porque você irá conquistar a atenção do público ao invés de comprá-la.
    11. Produza sempre conteúdo inédito. Ainda que você não tenha tanto tempo para se dedicar a isso, antes feito do que não feito. Jamais copie conteúdo de outros portais, isso além de “pegar mal”, não vai ajudar a otimização nos mecanismos de busca.
    12. Ao escrever conteúdos para o seu blog ou página, crie uma linha editorial e organize uma estrutura com títulos em tópicos. Isso irá auxiliar naqueles dias que “faltar inspiração”, aumentando a produtividade e diminuindo a procrastinação.
    13. Faça o papel de “detetive” buscando canais que o seu cliente em potencial consome, marcas que se relaciona e concorrentes seus. Estude o seu público e será muito mais fácil criar a comunicação certeira para o seu cliente ideal.
    14. Ao contrário do que muita gente pensa, um grande número de fãs no Facebook só tem valor por prova social. Na prática, o algoritmo do Facebook não mostra publicações de empresas para o usuário que curtiu sua página, a menos que a publicação seja impulsionada.
    15. Utilize as redes sociais para de fato se relacionar com a sua audiência. Siga de volta, compartilhe publicações que o seu cliente marcou você e esteja atento para responder qualquer dúvida, crítica ou elogio.

    Você já conhecia algumas dessas dicas? Experimente aplicá-las e tenho certeza que você colherá excelentes resultados logo!

  • Seu site pode estar fazendo você perder vendas

    O seu site pode estar fazendo você perder dinheiro!

    Diariamente recebemos inúmeras ligações de profissionais buscando a nossa empresa para a criação de um site institucional. Sites estes que na grande maioria das vezes acabam custando verdadeiras fortunas pelo simples fato de que as agências quererem justificar os seus altos valores complicando algo que é extremamente simples.

    Um site, apesar de ser o produto de entrada da grande maioria dos clientes que nos procuram ativamente, é algo absolutamente simples de ser feito. Entretanto, se ele não for arquitetado para captar leads (oportunidades de negócios/futuras vendas) e se não for nutrido com tráfego, tampouco com trabalho de SEO para ficar bem posicionado nos mecanismos de busca, ele será apenas mais um outdoor no deserto.

    Nesse sentido, nem entramos em questões de e-commerce, mas sites institucionais que acabam vendendo “mais do mesmo” e não entregam valor aos olhos dos clientes. Nesse sentido, eles não contribuem para alavancar as vendas e são, portanto uma perda de dinheiro.

    O maior indicador que norteia o nosso trabalho, por exemplo, é o ROI: o retorno sobre o investimento do cliente. Se você investir R$10.000,00 em tráfego qualificado, e com isso faturou R$100.000,00 em vendas, você fez um bom negócio. Entretanto, se você é daqueles que pagou R$10.000,00 pelo layout e codificação de um site institucional, nós sentimos muito, mas você está perdendo dinheiro.

    O site institucional, como dito anteriormente, é apenas um outdoor da sua empresa no deserto. Não tem valor se não tiver tráfego (fluxo de usuários visitando). E ainda que você invista na compra de tráfego, apesar do alto custo do site, na prática, o modelo tradicional institucional não é válido nem para servir de página de destino para os anúncios. Isso porque eles são muito genéricos, não consideram a heterogeneidade do público, e muitas vezes são confusos aos olhos do usuário.

    Você deve estar se perguntando: então qual o modelo ideal?

    O seu site, para ter valor, precisa ser uma ferramenta para impulsionar as suas vendas. Seja na captação de leads através de um formulário de orçamento, teste de conhecimento ou bônus. Seja no e-commerce propriamente dito. Ou na construção de um grande volume de conteúdo gratuito relevante para construir autoridade e fazer o seu cliente em potencial confiar em você quando for fazer uma compra.

    Sem dúvida, o modelo ideal para a captação de leads (pessoas interessadas em comprar o seu produto ou serviço) é a utilização de landing pages, que funcionarão como páginas de captura dentro do seu site. Aos olhos do usuário, a página é equivalente a um site comum, mas na realidade é uma página única com inúmeros argumentos e gatilhos mentais para auxiliar o cliente a tomar uma decisão. Seja comprar, ou deixar o seu e-mail.

    Imagine que você tem uma loja. Ao definir o ponto de venda, você poderia escolhê-lo no shopping, por um valor de R$30.000,00 ao mês ou em um bairro afastado do centro da cidade, a um valor de R$2.000,00. O que muda, na prática, é o fluxo de pessoas que irá passar na frente do seu negócio. O ponto de venda mais privilegiado terá um fluxo maior e mais qualificado.

    A lógica da internet é exatamente a mesma: para conseguir atrair tráfego para o seu site, você precisa pagar por isso. Além disso, a zona de engajamento (ambiente da loja física ou do site) é de suma importância para convencer o usuário a tornar-se um lead. É preciso encantá-lo, oferecer soluções personalizadas e fazer com que o mesmo faça a ação pretendida.

    Nesse contexto, um site institucional acaba sendo muito genérico e portanto, acabamos perdendo conversão por falta de identificação do usuário conosco. Se trabalhássemos com landing pages, por exemplo, poderíamos fazer 10, 20 100 páginas sem custo adicional, cada uma delas voltada a um argumento distinto e para uma persona distinta dentro do nosso público. Nesse contexto, é muito mais fácil conseguir aumentar as taxas de conversão através do teste até encontrar o argumento certo para a pessoa certa.

    O seu site é puramente institucional? Você nutre o tráfego que navega por ele com conteúdo relevante?

    Escreva para a gente!

  • Entrevista com Anderson Herzer no V4 Cast

    V4Cast #06 – Anderson Herzer

    Neste episódio do V4 Cast, você acompanhará um pouco da história de Anderson Herzer, fundador da Moovin, uma desenvolvedora de plataformas de e-commerce.

    O mesmo conta um pouco mais sobre o comércio eletrônico no Brasil, boas práticas de lojas virtuais de sucesso e sobre um case de sucesso em específico, que teve mais 30.000 pedidos em um só dia!

    Fique agora com o V4 Cast!

  • Vale a pena investir em Facebook ?

    Investir em Facebook vale mesmo a pena?

    Você é uma daquelas pessoas que acha que o Facebook Ads é uma rede apenas para brincadeira e que não vale investir em mídia? Cuidado, temos CERTEZA que o seu concorrente está investindo e ficando com uma grande fatia do seu mercado se você pensa assim!

    Já falamos aqui dos tantos recortes de público que o Facebook Ads nos proporciona como sexo, idade, demografia, raio de localização, CEP, renda mensal, interesses, nível de escolaridade e todas as outras características que permitem que nós possamos encontrar o nosso público alvo em potencial!

    Hoje vamos falar de uma categoria de remarketing perfeita para você que já fez a sua primeira campanha e colheu suas primeiras métricas: o look a like!

    Campanhas de públicos semelhantes aos conectados estão entre as melhores que podemos fazer para conseguir leads mais baratos e também vendas mais em conta! É fundamental, seja no Facebook, Youtube ou qualquer outra mídia, saber quem são as pessoas que estão se conectando com a sua empresa, quem é de fato a sua persona!

    Podemos dividir o seu público, por exemplo, em leads, compradores e inscritos (públicos mais importantes). E ainda aquelas pessoas que comentaram ou curtiram as suas publicações.

    Nos públicos semelhantes aos conectados, você irá pedir para a plataforma encontrar pessoas parecidas às que já se conectaram com você. Esses públicos são criados automaticamente e são excelentes para encontrar o seu público de uma forma mais assertiva e otimizada.

    No caso, todas as pessoas que são seus leads, são um público, uma lista. Assim como os compradores e inscritos. Com essas informações o público encontra pessoas parecidas com esses perfis.

    Cada um desses públicos encontrados têm grandes chances de ser seu cliente/lead em potencial. Isso porque os seus interesses são baseados nos das pessoas que já se conectaram com você de alguma forma.  Trata-se de um público “quente” que merece atenção e investimentos justamente por seu grau de relevância.

    Diariamente clientes nos questionam sobre os anúncios em Facebook, principalmente. Acham que os usuários estão na rede apenas para brincar e que portanto não têm relevância como mídia, preferindo  fontes de tráfego muito mais caras como o Google por exemplo.

    O que precisamos pensar, em situações como essa, é que, em primeiro lugar, nunca devemos concentrar nossos investimentos em uma única fonte de tráfego já no primeiro momento. O ideal é testar a performance e o retorno sobre o investimento de fontes distintas e só então considerar adotar uma ou outra fonte.

    Além disso, é fundamental pensar que existem pessoas por trás de cada um dos perfis. E muitos deles liderando empresas (no caso de produto Business to Business). Outros tantos tem interesses e características perfeitas do seu público alvo em potencial. O que torna portanto, a rede, uma excelente fonte de tráfego qualificada, com um dos maiores custos benefícios do mercado.

    Você costuma anunciar no Facebook Ads? Ou ainda acha que é uma rede para pura diversão?

    Dê um “search” aqui no nosso Blog e conheça alguns cases que geraram toneladas de vendas com investimentos mínimos na rede!

  • Otimize sua maquina de vendas com Remarketing Automation

    Remarketing Automation: Otimize sua maquina de vendas

    Já falamos muito aqui sobre a importância de utilizar todos os investimentos em mídia para captar leads! Isso porque nosso objetivo não deve ser apenas para gerar vendas imediatas, mas sim construir audiência para então oferecer outros produtos e serviços em outros momentos.

    Campanhas de remarketing são excelentes porque trazem um custo por lead muito baixo. Você já gastou em um outro momento para captar esses leads, essa audiência já é sua. Agora é a hora de usufruir desse tráfego qualificado.

    Nesse sentido, o “remarketing automation” vem como uma tendência super forte para otimizar ainda mais as nossas campanhas! É o tipo de remarketing que torna o nosso trabalho muito mais simples e automatizado. Ter processos claros é fundamental para que possamos automatizar situações recorrentes e focar nas demais atividades estratégicas essenciais para o bom andamento do nosso trabalho.

    O termo remarketing automation é uma forma de remarketing automatizada, como o próprio nome diz. O usuário, por exemplo, entra em seu site e vê os seus anúncios! O remarketing automation vai muito mais além desse ciclo, automatizando os seus anúncios para os interesses do usuário.

    Imagine que cada usuário que entra em seu site percorre “caminhos distintos”. Suponhamos que o usuário A tenha entrado em seu site, visto um anúncio de vídeo, mas que não tenha o assistido. O usuário B, entretanto, entrou no site e clicou em um dos anúncios do Youtube. O usuário C entrou na sua página, assistiu o vídeo o virou um lead (deixou o seu e-mail). O usuário D, entretanto, entrou na sua página, viu o seu vídeo e concretizou uma compra.

    Na pratica, a técnica consiste em criar funis de venda supondo todos os caminhos possíveis que o usuário pode percorrer dentro do nosso site. Com todas as informações, você consegue automatizar todos esses processos para que cada pessoa veja o seu anúncio baseado no nível de consciência com seu produto. Ou seja, baseada nas ações que ela fez no seu site.

    Imagine a pessoa do caminho A, nos primeiros 7 dias você apresenta um tipo de conteúdo para ela. A partir do 8 dia, você começa a inserir outros tipos de remarketing. Se ela não voltar para o site, você dá um tempo de pausa e, quando lançar um produto novo, apresenta o mesmo para ela. Você irá automatizar todo o processo para todos os tipos de usuário, baseado em cada possibilidade de ação que a pessoa pode tomar.

    Em tese, o remarketing automation consiste em você fazer a campanha uma só vez, e a própria campanha vai se otimizando de acordo com o comportamento dos usuários. É excelente porque leva em consideração o nível de consciência do seu consumidor/usuário. Nesse sentido a campanha tende a gerar muito mais repor (identificação com o público) e será, portanto, mais eficaz.