Princípios de Marketing de Serviços: os insights trazidos pelo livro
O marketing de serviços é uma área essencial para empresas que desejam se destacar em um mercado altamente competitivo. Nesse contexto, o livro “Princípios de Marketing de Serviços”, escrito por K. Douglas Hoffman e John E. G. Bateson, surge como uma referência indispensável para aqueles que buscam compreender e aplicar estratégias eficazes nesse segmento.
Neste artigo, vamos explorar os principais insights trazidos por essa obra, relacionando-os ao contexto do marketing digital. A seguir, vamos explorar os principais conceitos e aplicações desse livro, revelando como eles podem contribuir para o sucesso de empresas que buscam aderir ao marketing digital.
O Conceito de Marketing de Serviços
O livro inicia abordando o conceito de marketing de serviços, que difere do marketing tradicional em alguns aspectos. Enquanto o marketing tradicional lida principalmente com a venda de produtos tangíveis, o marketing de serviços se concentra na oferta de intangíveis, como experiências, soluções e relacionamentos.
No contexto do marketing digital, é fundamental compreender as particularidades do marketing de serviços para desenvolver estratégias adequadas. O livro explora esse tema de forma detalhada, oferecendo insights sobre como adaptar os princípios do marketing de serviços ao ambiente online.
A Importância da Experiência do Cliente
Um dos aspectos centrais abordados pelo livro é a importância da experiência do cliente no marketing de serviços. Em um mundo cada vez mais conectado, os consumidores têm acesso a uma infinidade de opções e informações. Nesse sentido, oferecer uma experiência positiva e diferenciada é essencial para conquistar e fidelizar clientes.
No contexto do marketing digital, entender as necessidades e expectativas dos clientes, bem como proporcionar uma jornada de compra fluida e personalizada, é fundamental. O livro oferece insights valiosos sobre como criar experiências memoráveis no ambiente online, levando em consideração as particularidades desse meio.
Estratégias de Comunicação e Engajamento
Outro aspecto relevante abordado pelo livro diz respeito às estratégias de comunicação e engajamento com o público-alvo. No marketing de serviços, é essencial estabelecer uma comunicação clara e eficaz, capaz de transmitir os valores e benefícios da empresa.
No contexto do marketing digital, as estratégias de comunicação e engajamento ganham ainda mais importância, visto que a interação com o público ocorre principalmente por meio de canais digitais.
O livro apresenta abordagens e técnicas para construir uma comunicação consistente e envolvente. Isso permite que levemos em consideração as características e possibilidades do ambiente online.
Personalização e Customização de Serviços
A personalização e customização de serviços são tópicos abordados pelo livro, destacando a importância de adaptar as ofertas às necessidades e preferências individuais dos clientes. No marketing de serviços, a capacidade de oferecer soluções sob medida é fundamental para criar valor e diferenciação.
No marketing digital, a personalização também desempenha um papel crucial. Por meio de ferramentas de análise e segmentação de dados, é possível criar campanhas e experiências altamente personalizadas, aumentando o engajamento e a satisfação do cliente.
O livro apresenta estratégias e casos práticos que ilustram como a personalização pode ser aplicada de forma efetiva no ambiente online.
Avaliação da Qualidade e Gestão do Feedback
Avaliar a qualidade dos serviços prestados e gerenciar o feedback dos clientes são temas abordados pelo livro. No marketing de serviços, a percepção de qualidade é um fator determinante para a satisfação e fidelização dos clientes.
No marketing digital, a avaliação da qualidade assume uma dimensão especial. Através de métricas e indicadores específicos, é possível monitorar o desempenho das estratégias digitais e identificar oportunidades de melhoria.
O livro explora técnicas de avaliação da qualidade e oferece insights valiosos para a gestão eficaz do feedback no ambiente online.
O Futuro do Marketing de Serviços e suas Aplicações Digitais
Por fim, o livro aborda o futuro do marketing de serviços e suas aplicações digitais. Em um cenário em constante evolução, é fundamental acompanhar as tendências e inovações que moldam o mercado de serviços.
Já no marketing digital, as perspectivas são promissoras. O livro apresenta insights sobre as transformações digitais em curso, como inteligência artificial, automação, realidade virtual e outros avanços tecnológicos. Compreender essas tendências e explorar suas aplicações pode conferir uma vantagem competitiva significativa às empresas.
Resumo sobre o livro Princípios de Marketing de Serviços
O livro “Princípios de Marketing de Serviços” oferece uma visão abrangente e atualizada sobre o marketing de serviços, explorando sua aplicação no contexto do marketing digital. Com insights valiosos e exemplos práticos, essa obra se mostra indispensável para profissionais e empresas que desejam se destacar nesse segmento.
Ao longo deste artigo, abordamos alguns dos principais conceitos e aplicações apresentados pelo livro, destacando sua relevância para o sucesso das estratégias de marketing digital.
Assim, compreender os princípios do marketing de serviços e sua adaptação ao ambiente online é essencial para conquistar e fidelizar clientes em um mercado cada vez mais competitivo.
Se você deseja aprofundar seus conhecimentos em marketing de serviços e explorar suas aplicações digitais, não deixe de ler o livro “Princípios de Marketing de Serviços”. Essa obra certamente trará insights valiosos para o seu negócio.
O que o livro Previsivelmente Irracional nos ensina?
No mundo do marketing digital, entender o comportamento humano e suas motivações é essencial para criar estratégias eficazes.
É nesse contexto que surge a obra “Previsivelmente Irracional”, um livro que nos leva a questionar as decisões que tomamos. Além disso, o livro nos mostra como essas decisões são influenciadas por fatores emocionais, sociais e psicológicos.
Neste artigo, exploraremos o que esse livro nos ensina e como suas ideias podem ser aplicadas no marketing digital.
Quem é o Dan Ariely, autor de Previsivelmente Irracional?
“Previsivelmente Irracional” foi escrito por Dan Ariely, um renomado professor de Psicologia e Economia Comportamental no MIT (Massachusetts Institute of Technology). Ariely dedicou sua carreira ao estudo das tomadas de decisão e comportamento humano, questionando o porquê de sermos racionais e consistentes em suas escolhas.
O autor baseia-se em uma série de experimentos científicos para mostrar como somos influenciados por vieses cognitivos. Assim como emoções e outras forças invisíveis, que moldam nossas decisões.
Por isso, ao revelar as armadilhas que caímos e os padrões comportamentais que seguimos, Ariely nos ajuda a entender como podemos tomar decisões mais informadas. Isso nos leva a ter uma visão diferente sobre essas decisões.
O conceito de irracionalidade previsível
No livro, Ariely introduz o conceito de “irracionalidade previsível”. Ele argumenta que, embora muitas vezes tomamos decisões que parecem ser irracionais, elas seguem padrões previsíveis e podem ser compreendidas. Portanto, ao entender esses padrões, podemos antecipar e influenciar as escolhas das pessoas.
Assim, Ariely desafia a noção tradicional de que as pessoas sempre buscam maximizar seus próprios interesses de forma racional. Em vez disso, ele mostra como a emoção, o contexto social e outros fatores influenciam nossas decisões.
Ou seja, esses insights têm implicações significativas para o marketing digital, pois nos ajudam a entender como os consumidores pensam e agem.
Como aplicar os conceitos de Previsivelmente Irracional
A obra de Ariely oferece várias lições valiosas para profissionais de marketing digital que desejam criar estratégias mais eficazes. Vamos explorar algumas das principais aplicações práticas do livro:
1. Conheça o público-alvo e seus vieses
O livro nos ensina que as pessoas têm tendências previsíveis, como a aversão à perda, o efeito da ancoragem e a tendência de seguir o comportamento da maioria. Portanto, é importante entender os vieses cognitivos e as motivações do público-alvo é fundamental para criar mensagens persuasivas.
Assim, ao identificar esses padrões, os profissionais de marketing podem adaptar suas estratégias para atingir seus objetivos.
2. Utilize o poder das emoções
As emoções desempenham um papel fundamental nas decisões das pessoas. Por isso, o autor destaca como as emoções influenciam nossas escolhas e como os profissionais de marketing podem explorar isso.
Ao criar conteúdo que ressoa emocionalmente com o público-alvo, é possível gerar engajamento e conexão com a marca, impulsionando as ações desejadas.
3. Ofereça opções bem apresentadas
A forma como as opções são apresentadas pode afetar significativamente as decisões das pessoas. Pensando nisso, Ariely discute o fenômeno da “paralisia da escolha” e como muitas opções podem levar à indecisão ou insatisfação.
No marketing digital, é importante apresentar as opções de forma clara e direta, evitando sobrecarregar o público-alvo com escolhas excessivas. Em suma, isso permite uma conexão melhor com o público.
4. Crie um senso de pertencimento
As pessoas são influenciadas pelo comportamento da maioria, buscando se encaixar em grupos e seguir o que os outros estão fazendo. Assim os profissionais de marketing digital podem aproveitar esse desejo de pertencimento, utilizando depoimentos e avaliações.
Além disso, usar referências sociais também é importante para persuadir o público-alvo a adotar determinados comportamentos.
O que aprendemos com Previsivelmente Irracional?
O livro “Previsivelmente Irracional” traz insights valiosos para profissionais que desejam entender melhor os padrões de comportamento do consumidor. Portanto, a aplicação dos conceitos-chave do livro pode ajudar a criar estratégias mais eficazes e campanhas persuasivas. Vejamos como isso pode ser feito:
Personalização e gatilhos emocionais
Ao entender os fatores emocionais que influenciam as decisões dos consumidores, os profissionais de marketing podem criar campanhas personalizadas. Assim, é possível despertar emoções específicas.
Um exemplo disso é uma campanha de uma empresa de cosméticos que valoriza a autoconfiança das mulheres. Ao reunir profissionais de diferentes áreas, eles criam uma campanha que destaca a beleza natural e o poder transformador da maquiagem.
Ou seja, através de histórias reais e depoimentos inspiradores, a empresa fortalece a conexão emocional com seu público-alvo. Isso transmite uma mensagem de empoderamento e auto aceitação.
Assim, ao utilizar gatilhos emocionais, é possível envolver os consumidores de maneira mais profunda.
Análise de dados comportamentais
A análise de dados é uma ferramenta poderosa no marketing digital. Portanto, ao combinar dados comportamentais com os conceitos apresentados em “Previsivelmente Irracional”, as empresas podem entender melhor os padrões de compra e tomar decisões mais estratégicas para segmentar seu público-alvo.
Criação de escassez e urgência
O conceito de aversão à perda pode ser explorado por meio da criação de escassez e urgência. Ou seja, ao destacar a disponibilidade limitada de um produto ou o prazo de uma oferta, é possível despertar o desejo e a ação imediata dos consumidores.
Utilização de depoimentos e influenciadores
A tomada de decisão social é um fator importante nas escolhas dos consumidores. Assim, ao incluir depoimentos de clientes satisfeitos e trabalhar com influenciadores relevantes, as empresas podem aproveitar o poder da influência social para aumentar a confiança e incentivar a compra.
Resumo de Previsivelmente Irracional
“Previsivelmente Irracional” nos oferece uma visão profunda do comportamento humano e nos mostra como nossas decisões muitas vezes são guiadas por fatores emocionais e irracionalidades. Ou seja, compreender essas formas de pensamento é essencial para desenvolver estratégias de marketing digital mais eficazes.
Ao aplicar os conceitos-chave do livro em nossas campanhas, podemos criar mensagens personalizadas e aproveitar os gatilhos emocionais certos. Além disso, o livro nos permite entender as motivações dos consumidores. Por consequência, isso nos permite desenvolver estratégias mais impactantes e aumentar o engajamento e as conversões.
A estratégia do Shopping das Alianças para atrair mais clientes através do marketing
Você já parou para pensar quais são os desafios para uma empresa interiorana? Expandir seus negócios para as vendas online e consolidar sua marca no meio digital podem parecer objetivos distantes à primeira vista. Entenda como a V4 Company auxiliou o Shopping das Alianças a superar tempos de pandemia e deixá-la mais perto da criação de seu próprio e-commerce.
O que é o Shopping das alianças
Com 21 anos de experiência, já considerada uma renomada joalheria na cidade de Ribeirão Preto em São Paulo, o Shopping das Alianças enxergou a necessidade de levar seu negócio para outro nível e alcançar ainda mais sonhos a serem realizados. Entendendo que para isso deveriam ultrapassar as campanhas locais, levando seus produtos e serviços à grande mídia.
Assim, sbendo dos inúmeros desafios que poderiam enfrentar ao criar campanhas e anúncios que trouxessem leads mais qualificados possível para seu negócio, recorreram ao serviço de assessoria de marketing da V4 Company. Dessa forma, o principal foco era atingir o objetivo de ser a empresa campeã dentro do setor de alianças.
Resultados do Shopping das alianças com a V4 Company
A parceria com a V4 foi essencial para aplicação de uma comunicação mais assertiva, gerando margem para um crescimento expressivo da empresa para além das fronteiras. Isso permitiu que o Shopping das Alianças atingisse grandes cidades e até mesmo capitais.
“O nosso Lead aumentou cerca de 200%. A quantidade de pessoas que chegam até nós para realizar os orçamentos para conhecer o nosso trabalho é um absurdo.” pontua a Thays Barbosa.
Olhando para o mercado, entenderam a importância de atender a demanda de seus consumidores. Aqueles que já estão com a intenção de comprar, buscam pela melhor oferta entre as inúmeras presentes nas mídias digitais. Assim,com o objetivo de se destacar entre essas empresas, buscaram estratégias já validadas e consolidadas dentro do marketing digital.
Conquistando o sonhado E-commerce
Já tendo um breve conhecimento sobre o que é marketing digital, foi entendida a necessidade de investimento nas ferramentas de comunicação direta, a fim de levar cada vez mais leads para dentro do funil. Nesse cenário, a V4 Company realizou treinamento interno com toda equipe.
O treinamento foi primordial para que os clientes tivessem o melhor atendimento possível. Aos poucos os anúncios foram consolidando a marca nas mídias digitais, havendo uma mudança de intenção de apenas especulação para fechamento de negócios.
Com as campanhas dando cada vez mais certo, foi previsto para a transição de 2022 e 2023 a realização de um sonho: a criação e validação de seu e-commerce. Dessa forma, aumentando a excelência nos serviços oferecidos pela empresa. Isso permitiu que o Shopping das Alianças atingisse um dos seus principais objetivos: se fazer presente nos grandes centros urbanos.
Todo o processo foi compreendido pela equipe como um avanço na consolidação da marca.
“Vai ser um projeto maravilhoso para a empresa. Inclusive para ser o melhor atendimento e a empresa campeã, principalmente no setor de alianças e anéis.” relata Thays.
Método V4 aplicado nas campanhas do Shopping das Alianças
Foi observado que este crescimento do número de leads deste negócio deu-se a partir do desenvolvimento de uma campanha de anúncios assertiva desenvolvida pelos especialistas em marketing que acompanharam toda a expansão da empresa parceira.
Se você quer saber quais plataformas utilizamos como ferramentas de comunicação para esse case, confira o depoimento de Thays Barbosa, representante do Shopping das Alianças.
Dra. Cherie e a estratégia de marketing que ajudou a empresa de moda a conquistar o Brasil
Quando o assunto é moda, não podemos deixar de mencionar a Dra. Cherie, que com uma abordagem inovadora, conquistou o Brasil e trouxe personalidade ao setor.
Neste artigo, vamos contar a história de mais um case de sucesso nesse setor e como a V4 Company fez para auxiliar Cici Navarro nessa parceria.
Quem é Dra.Cherie
A Dra. Cherie é apenas um dos negócios deste grupo que está em constante crescimento desde 2014, e vem conquistando seu espaço no setor da moda brasileira. Pensada e criada pelas irmãs Ana Carolina e Ana Cecilia Navarro, a marca foi criada para suprir uma lacuna importante no mercado fashion.
Assim, decidiram trazer a oportunidade para especialistas da área da saúde terem vestimentas de trabalho com mais personalidade e identidade. Preenchendo a necessidade de um grande público em transmitir uma imagem única dentro do seu ambiente empresarial,sem se prender aos jalecos brancos e padronizados, excluindo totalmente sua individualidade.
Além do seu e-commerce, contam com 7 lojas físicas, onde oferecem para seus clientes produtos de fabricação própria. Seu carro chefe é a venda de jalecos e scrubs, mas sempre atentas às tendências, buscando inspirações nas passarelas nacionais e internacionais. Assim, trazem peças e acessórios únicos que deixam o dia a dia de suas clientes mais estiloso e personalizado.
Lançamento da linha Cici Navarro em parceria com a V4 Company
Sabendo que sua marca atingia um público alvo bem específico, Cici e Ana entenderam que deveriam investir em uma assessoria de marketing digital. Por isso, para alcançar seus clientes de forma mais rápida e facilitada, procuraram a V4 Company, que viria como um impulsionamento da marca para conquistar maior alcance da clientela.
Ana Cecilia Navarro, mais conhecida como Cici Navarro nas redes sociais, é uma das fundadoras da Dra. Cherie e criou sua própria linha de produtos. Trouxe para o catálogo novos estilos, ampliando diferentes públicos e consequentemente as oportunidades de venda.
O sucesso do lançamento desta nova linha de roupas foi um trabalho a quatro mãos, realizado pelos especialistas da V4, bem como da equipe interna. A ideia foi criar campanhas que conversassem tanto com as clientes já fidelizadas quanto com as novas consumidoras. Mas qual o segredo para isso? A identificação com a dor do cliente.
Essa foi a visão que elas obtiveram desde o início de seu empreendimento, identificar a dor do consumidor. Ou seja, localizar a sua necessidade e oferecer a ele o que busca. Por este motivo, hoje seu sucesso de vendas são os jalecos, já que preencheram a coluna de personalização no ambiente de trabalho de profissionais da saúde e estética.
“Uma marca forte cheia de propósito potencializada por grandes estratégias é o que está trazendo grandes resultados” destaca Cici Navarro, sócia da Dra. Cherie e Café Cherie. Afinal não é este o objetivo de qualquer negócio? Ser uma marca forte e influente? Como Cici comentou, as estratégias são essenciais para o seu crescimento.
Porém, para que tudo isso se torne realidade é necessário um alto nível de conhecimento sobre marketing digital. Deixando assim seu negócio cada vez mais lembrado, o que aumentará suas chances de venda e fidelização.
Inspiração para o ramo da moda
Como mencionado anteriormente, a Dra.Cherie atua na frente do mercado de roupas e acessórios, não só de forma online, como física e varejista. Mostrando que uma empresa inicialmente familiar, pode conquistar tudo que almeja.
“Hoje eu vim num evento muito especial da V4 em formato de case para contar minha história e eu tô muito feliz de compartilhar isso com todo mundo” relata Cici Navarro. Isso demonstra que a trajetória não foi fácil, mas souberam ter calma nas tomadas de decisões, olhando a necessidade do mercado atual, que vive de tendências passageiras.
Como elas conseguiram superar os altos e baixos do universo fashion e se destacar numa área tão concorrida? A resposta é simples, definiram seu posicionamento de marca e o mantiveram a todo custo. Mesmo que isso significasse perder algumas oportunidades.
Mas como replicar isso no seu negócio?
Deve-se lembrar que este case se trata de uma loja de roupas que enxergou um gap e o completou com seus produtos. Para além disso definiram desde o princípio sua base de clientes e se comunicaram com ela o tempo todo, ouvindo a necessidade que ela apresentava para que com o passar do tempo aumentasse e se fidelizasse.
Se você acredita que seu produto ou serviço não se encaixa na situação anterior. Pode começar pelo posicionamento de marca e entender seu público alvo, para se comunicar de forma assertiva a todo momento. Isso nos auxilia a ser lembrado com mais facilidade, pois é uma forma de destaque no meio de empresas que “apenas oferecem” o produto.
É possível fazer tudo isso com o marketing digital da V4 Company?
Provavelmente você já sabe o que é marketing digital, bem como a importância que ele tem para o crescimento de influência e faturamento de negócio. Mas deve estar se perguntando o que levou o grupo Cherie a escolher a V4.
Certamente um dos motivos foi nosso método V4 – Tráfego, Engajamento, Conversão e Retenção –, ser aplicado facilmente a qualquer empreendimento. Basta entender a prioridade de cada necessidade que seu negócio apresenta. E que assim como a criação dele, sua expansão ou posicionamento será um processo.
Qual foi a estratégia da Uber para mudar um modelo de negócio consolidado
A Uber mudou o mundo em diferentes frentes. Conheça a estratégia da Uber para dominar o mercado dos transportes e transformar como entendemos a mobilidade urbana.
A história da Uber é diferente de muitas startups. É uma história de sucesso, sem dúvidas, mas é também problemática e fascinante.
Os números da Uber são astronômicos e a empresa é um grande exemplo de como ser disruptiva e inovadora como marca. Porém, conforme analisamos a história da empresa, notamos que ela encarou e ainda encara muitos desafios.
Vamos conhecer alguns deles, além de entender como a Uber virou referência de transporte urbano ao redor do mundo. Mas para isso, precisamos fazer uma viagem para Paris, em 2008 para entender como tudo começou.
O Começo da Uber
Era uma noite de neve em Paris, no ano de 2008. Dois amigos e empresários de sucesso, Travis Kalanick e Garrett Camp, estavam na conferência anual de tecnologia conhecida como LeWeb. Porém, mais do que isso, eles estavam tentando conseguir um táxi, mas não achavam nenhum.
“Mas e se conseguíssemos chamar um carro com o celular?”
Essa ideia, totalmente fundamentada em uma necessidade real, foi a faísca para a criação da Uber. Apesar de terem se separado após a conferência,Camp continuou fixado pela ideia que havia tido em Paris. E quando voltou para São Francisco, comprou o domínio UberCab.com.
Em 2009, Camp ainda era CEO de outra startup e estava trabalhando no seu projeto da UberCab como algo paralelo. Nessa época, a UberCab era um serviço de aluguel compartilhado de carros de luxo por um app.
Garrett conseguiu persuadir Kalanick a se unir a UberCab numa posição de conselheiro em 2010. O primeiro passageiro da Uber solicitou uma corrida ao redor de São Francisco no dia 5 de julho de 2010.
Kalanick se tornou CEO da empresa em dezembro de 2010 e o atual CEO, Ryan Graves, tornou-se o primeiro COO da Uber e membro do conselho da companhia. Era o início de algo que iria transformar a mobilidade urbana dos EUA e consequentemente, do mundo.
O app da Uber permitiu que seus usuários pudessem solicitar uma corrida ao apertar um botão. O GPS identificava a localização do motorista e o preço da corrida era automaticamente cobrado no cartão do passageiro.
A simplicidade do aplicativo foi o combustível da sua popularidade inicial entre usuários e investidores. Dessa forma, a startup rapidamente se tornou uma das principais empresas de São Francisco.
O primeiro grande investimento e a expansão inicial
Em outubro de 2010, a Uber conseguiu seu primeiro grande investimento, no valor de $1.25 milhões de dólares. Isso fez com que seu crescimento fosse meteórico. Naquele mesmo ano, a empresa levantou $11 milhões de dólares e expandiu suas operações para Nova York, Seattle, Chicago, Boston e Washington, além de Paris.
Ou seja, apenas um ano depois da sua primeira corrida, a Uber já havia expandido suas operações de forma internacional. E não havia lugar melhor do que Paris, onde a ideia que se tornaria a empresa, nasceu.
Em dezembro de 2011, na conferência LaWeb, responsável pela criação da Uber, Kalanick anunciou que a empresa havia levantado mais $32 milhões de dólares. Além disso, ele também anunciou que investidores como Jeff Bezos e Goldman Sachs haviam começado a investir na companhia.
Um ano depois, a Uber lançou seu produto mais popular, o UberX. Esse serviço fornece carros mais acessíveis como alternativa ao Uber Black, produto original da empresa. Esse lançamento transformou a Uber em uma empresa de massa.
Tudo isso ensina uma grande lição: construa soluções para problemas reais. Serviços e produtos de sucesso são aqueles que identificam um problema real e utilizam a tecnologia para resolvê-lo. Os criadores da Uber transformaram a necessidade de pegar um táxi numa noite fria em uma das empresas mais revolucionárias do século.
A estratégia da Uber para conquistar clientes
Quando falamos sobre os modelos de negócio da Uber, é preciso citar que a empresa diversificou os seus serviços desde seu lançamento. Hoje, a companhia é muito mais do que uma empresa que aluga carros para trajetos específicos. Ela está no ramo alimentício com o UberEats e das entregas com o Uber Freight.
Dito isso, a ideia base por trás do modelo de negócio da Uber é simples: conectar passageiros que precisam chegar a um certo lugar com motoristas dispostos a os levarem até lá. Ou seja, os passageiros criam uma demanda e os motoristas suprem, com o Uber agindo como o marketplace que conecta ambas as partes.
Como foi possível observar, a Uber tem dois clientes-base: os motoristas e os passageiros. Sendo assim, a empresa precisa ter valores bem definidos para atrair mais usuários para a sua plataforma. Isso garante o funcionamento ideal do aplicativo.
Vamos entender quais são as principais propostas de valor da Uber:
Para os passageiros:
Agendar corridas de forma conveniente;
Rastreamento em real time;
Valores mais baratos em relação aos táxis;
O tempo de chegada estimado é bastante preciso;
Depósito automático ao final da corrida;
Tempo de espera curto
O valor é dado antes da corrida, não depois;
Várias opções de motoristas;
Para os motoristas:
Fonte de alta renda para quem tem um carro;
Horários 100% flexíveis;
Boa localização de corridas;
Auxílio para o aluguel de veículos;
Pagamentos semanais ou até mesmo diários
Como a Uber conquistou seus primeiros entusiastas
A Uber fez um trabalho incrível na captação dos seus primeiros usuários. Tanto seus passageiros quanto pilotos. Quando se fala do lançamento de um marketplace, as primeiras semanas são essenciais, uma vez que é preciso haver demanda e oferta suficientes para que o serviço siga em frente.
A Uber desenvolveu um sistema de geolocalização focado no Vale do Silício. Eles sabiam que lançando o app ali, poderiam interagir com as pessoas que trabalhavam com tecnologia e inovação na região e o serviço poderia melhorar a vida dessas pessoas.
Essas pessoas eram os primeiros usuários perfeitos e a empresa fez um ótimo serviço de captação, patrocinando eventos de tecnologia, distribuindo corridas gratuitas e elevando o nível de consciência dos interessados. São Francisco também é famosa por ter uma frota de táxis bastante insuficiente.
Isso tornava a cidade ideal para o lançamento da Uber na região. Os primeiros usuários estavam fartos de um serviço medíocre e a experiência da empresa caiu na região como uma luva. Quem começava a utilizar o Uber, ia para os blogs e redes sociais para falar bem da experiência, criando uma reputação para a marca.
Pedir um Uber se tornou sinônimo de status social
A experiência foi um sucesso e se tornou um sinônimo de status social, uma vez que agora as pessoas podiam impressionar os amigos chamando um carro preto de alto padrão com o seu celular. Os primeiros passageiros ficavam imediatamente impressionados e se tornavam usuários fieis a partir da primeira corrida.
Dessa forma, a empresa ganhou vários usuários e entusiastas. Isso foi fundamental para o seu sucesso, uma vez que a Uber precisava dos mesmos para vencer as batalhas contra as leis referentes aos táxis nas grandes cidades.
Os primeiros usuários eram pessoas insatisfeitas com os serviços de táxi e transporte público das suas cidades. Eles rapidamente se tornaram defensores da Uber em diferentes frentes nas quais a empresa precisou combater as antigas leis em vigor.
Número de usuários mensais da Uber pelo quarto ano. Valores em milhões.
Focando na experiência do usuário e comodidade, a Uber se tornou uma marca disruptiva. Isso se tornou a identidade da empresa, que abraçou batalhas maiores para modificar como certos setores lidavam com os seus clientes.
A estratégia da Uber para se adaptar aos mercados locais
Apesar de ser para todos, a Uber ainda leva em consideração os fatores locais de cada região. Conforme se expandiu e se segmentou pelos EUA, atendeu as necessidades de cada público de forma precisa baseada nas particularidades de cada região.
Por exemplo, em países como Índia e Tailândia, o consumidor precisa lidar com congestionamentos horríveis e um poder de compra menor do que em outros lugares. Pensando nisso, a Uber oferece serviços de riquixá (aquele veículo de duas rodas puxado por uma pessoa) e moto, sendo mais rápidos e acessíveis para os consumidores dessas regiões.
A estratégia da Uber para crescer de forma meteórica
Como dito anteriormente, a Uber não é uma empresa de transporte. Sendo assim, ela não precisa lidar com diversas questões que uma empresa de táxis precisa, por exemplo.
Sendo “apenas” uma plataforma online que conecta motoristas e passageiros através dos seus celulares, a Uber eliminou a necessidade de ter uma frota enorme em toda nova cidade para a qual se expande.
Esse modelo elimina diversas barreiras para o crescimento da empresa e aumenta muito a possibilidade de escala. Isso também permite que a Uber se aventure em serviços de entrega, como o Uber Eats, sem precisar modificar drasticamente o modelo de operação do negócio.
A grande maioria dos motoristas utiliza o próprio carro, o que elimina a necessidade da Uber de comprar uma frota de carros para entrar em um novo mercado. Isso também elimina os possíveis gastos com consertos ou seguros.
Outra vantagem é que a empresa não precisa contar com um serviço de guincho ou um call center, uma vez que os motoristas resolvem suas questões direto pelo aplicativo. O fato de não precisar lidar com esses custos e a capacidade de ser mais ágil e com um tempo de resposta mais rápido do que o dos concorrentes fez com que a Uber pudesse crescer como nenhuma outra empresa.
Em 10 anos, a companhia já estava nas mais diferentes partes do mundo. Isso é algo que nenhuma empresa de táxi ou transporte convencional poderia fazer.
De onde vem o dinheiro da Uber?
Você pode achar que o lucro da Uber vem da parcela que a empresa ganha de cada corrida realizada. E você está correto até certo ponto. Mas vai além disso.
Comissões
A Uber oferece uma plataforma com diversas ofertas de corridas para serem aceitas. Dessa forma, os motoristas podem ganhar dinheiro trabalhando com os próprios carros
Os passageiros pagam pela corrida no app e a empresa pega a sua comissão primeiro, depois passando o resto do valor para os motoristas parceiros. A Uber alega que cobra 25% de todos os motoristas, mas relatos sobre os valores variam.
Apesar disso, a Uber utiliza um serviço de valores dinâmicos, o que é o alicerce de todo o modelo de negócios da empresa. Sendo assim, ela pode tirar vantagem do dinamismo dentro da relação de oferta e demanda e da vontade dos seus passageiros de pagarem.
Ou seja, quando existem mais passageiros pedindo corridas do que motoristas disponíveis numa região, o algoritmo aumenta os valores para equilibrar a disparidade. O primeiro benefício desse modelo é a atração que gera para motoristas buscando ganhar mais dinheiro.
Dessa forma, as áreas de maior demanda estão sempre com uma frota maior de motoristas à disposição. O segundo benefício é o de filtrar os passageiros, baseado em quanto eles valorizam cada corrida. Assim, a Uber pode segmentar a sua base de usuários e satisfazer aqueles que mais precisam e valorizam o serviço.
Aluguel de carros
A Uber também conta com um serviço de aluguel para motoristas que desejam aderir. Eles precisam pagar um depósito inicial pelo carro e os outros pagamentos são debitados automaticamente do valor semanal que os motoristas conseguem.
Propaganda
Existem milhões de pessoas que interagem com carros filiados à Uber todos os dias. Não apenas os passageiros, mas também aqueles que veem os carros no trânsito.
Isso faz com que esses mesmos carros se tornem uma grande chance para que marcas do mundo todo exponham seus logos ou produtos nos carros da empresa. As marcas podem expor seus produtos com telas em cima dos carros, envelopando os veículos ou com adesivos.
Todas essas maneiras são formas bastante tradicionais de propaganda. Dito isso, como a Uber tem um número enorme de motoristas parceiros, o negócio acaba se tornando lucrativo.
Apesar de parecer óbvio, é preciso reforçar que os motoristas precisam aceitar isso em seus carros e ganhar um valor extra caso aceitem. Tudo é feito em parceria com os motoristas.
As estratégias da Uber para expandir suas operações
O plano de expansão inicial da Uber foi um grande exemplo de “pedir desculpas ao invés de pedir permissão”. Como veremos mais adiante, a política da empresa mudou completamente desde então.
Porém, no seu momento inicial, essa mentalidade foi o que transformou a Uber em um fenômeno. Mas, ao mesmo tempo, também trouxe uma série de problemas e polêmicas.
A Uber utilizou uma mentalidade praticamente militar para adentrar em novos mercados. E o foco era apenas um: vencer.
O primeiro exemplo disso foi a expansão em São Francisco. A empresa recebeu uma ordem para recolher os carros, uma vez que não seguia as leis em relação a serviços de táxi.
Como resposta, a companhia ignorou a ordem e ainda soltou um comunicado bastante arrogante em relação ao ocorrido. A Uber contou com o apoio dos seus usuários fiéis e investimentos com parceiros para lutar nessa batalha. E enquanto isso acontecia, a empresa expandiu seus negócios para diferentes partes do mundo.
O polêmico playbook de expansão da Uber
No começo, a Uber tratava cada cidade como um projeto individual. Eles investigavam o que precisava ser feito em cada caso e isso dava muito trabalho. Porém, havia um mercado para ser monopolizado e eles precisavam fazer isso de forma mais rápida.
Logo, a empresa notou que pensar nas cidades de forma individual era um processo lento. Sendo assim, a Uber montou um processo baseado nos seus aprendizados até então e criou um playbook bastante agressivo para sua expansão. Vamos entender um pouco
melhor sobre ele.
Os 6 mandamentos da expansão do Uber
1- Entrar secretamente em cada mercado: recrutar motoristas e passageiros por meio de embaixadores da marca, que recebem uma comissão e créditos na Uber. Oferecer corridas gratuitas e criar uma base forte de clientes.
2- Ignorar as ameaças de processos judiciais: criar o argumento de que os clientes querem que a Uber esteja ali, mesmo que o governo diga o contrário.
3- Ignorar ações do governo: quando o governo ameaça multar motoristas, garantir que a Uber irá cobrir todos os custos.
4- Começar a criar projetos de lei: peça a legalização das operações e crie uma imagem positiva da sua empresa. Associe-se a grupos comunitários locais e outros líderes das comunidades. Envolva os clientes em petições.
5- Monopolizar o mercado: contratar mais motoristas parceiros, colocar mais dinheiro em divulgação e criar grandes campanhas de marketing.
6- Destruir a competição: contrate os motoristas dos concorrentes oferecendo valores mais altos e utilize diferentes táticas para atrapalhar os concorrentes.
Esse era o processo da Uber e é preciso salientar de existirem outros pequenos processos envolvidos em cada um dos 6 passos. Esse playbook foi implementado por um time novo dentro da Uber, sob a supervisão de Kalanick, o CEO da empresa na época.
Apesar de ser um processo extremamente agressivo, isso fez com que o valor de mercado da Uber subisse de $3.7 bilhões de dólares para $41.2 bilhões em apenas 15 meses. O grande mérito do playbook foi que as ações causaram a impressão de que a Uber foi lançada de forma repentina.
Dessa maneira, as autoridades não tiveram tempo para elaborar um plano de resposta e foram pegas de surpresa. O plano parecia perfeito.
As principais batalhas e polêmicas da Uber
Não é uma surpresa que a Uber tenha sido largamente criticada pelas suas práticas agressivas. Dentre as principais acusações estão a falta de segurança para os motoristas e passageiros, o não cumprimento de leis trabalhistas e o desrespeito com as leis locais.
O playbook da Uber fez mais sucesso em países democráticos onde a lei é popular, não civil. Em países como EUA, Canadá e Reino Unido, as leis são mais flexíveis e estão a mercê de interpretação do sistema judicial.
Sendo assim, a Uber teve mais tempo para montar as suas estratégias defensivas e encontrar mais brechas na lei. Nos EUA, a Uber utilizou o entusiasmo dos seus usuários para pressionar os políticos locais para criarem leis que permitissem a operação livre da empresa.
Apesar disso, em países de lei civil, como China, França, Alemanha e boa parte da Europa, a história foi diferente. Isso resultou em diversas multas, banimentos e percas em diversos mercados.
Por exemplo, a Uber foi banida de operar em partes da França, Alemanha, Espanha, Holanda e Bélgica. A empresa foi acusada de ignorar e desrespeitar a lei dos países e por colocar tanto os passageiros quanto os motoristas em perigo.
Porcentagem de entrevistados que utilizaram o Uber nos últimos 12 meses.
A Uber também enfrentou problemas em países com leis trabalhistas mais rígidas. Por esses motivos, a empresa foi temporariamente banida na Colômbia e enfrentou problemas parecidos no Chile e Argentina. A sua presença em diversos países gerou problemas enormes, desde protestos e revoltas até enfrentamentos com sindicatos raivosos, principalmente de taxistas.
Os problemas da Uber no mercado chinês
A Uber também teve problemas no seu lançamento na China e perdeu bilhões de dólares tentando se restabelecer no mercado chinês. Um dos principais motivos para o fracasso inicial da empresa na China foi o fato de não ter previsto a quantidade de mudanças que precisaria fazer para adentrar o mercado.
Além de já ter um competidor estabelecido no país, a Didi, o Google Maps não funciona na China. Sendo assim, a Uber precisou refazer os seus serviços de localização.
Outro problema foi que a Uber utiliza cartões de crédito como principal forma de pagamento. Porém, na China, a maioria dos consumidores faz pagamentos por meio de aplicativos.
O grande problema foi que os principais aplicativos de pagamento do país, WeChat e Alipay, são parceiros da principal concorrente da Uber na China. Ou seja, a empresa americana precisou negociar com seus rivais comerciais para que os consumidores pudessem pagar pelas suas corridas.
As políticas chinesas em relação à concorrência também foram um obstáculo. Ao contrário de outros lugares do mundo, o governo chinês busca promover empresas locais e táticas agressivas de lançamento não são aceitas. Sendo assim, em casos de disputas judiciais, o governo chinês irá sempre ficar ao lado das empresas domésticas.
Apesar dos seus diversos problemas, a Uber conseguiu resultados impressionantes ao redor do mundo. Mas esse sucesso também os transformou em alvos.
Empresas domésticas com bom financiamento começaram a replicar e melhorar os processos da Uber. Isso rapidamente limitou o valor da empresa americana em diversos países e fez com que fossem expulsos de várias regiões pelos seus competidores.
A retirada estratégica da Uber em algumas regiões
Após contratarem um novo CEO e começar a “limpar a casa” no final de 2017, a Uber caminhou rumo a estratégias menos agressivas para a sua expansão. Em 2018, a empresa decidiu se retirar de alguns mercados ao invés de tentar vencer de qualquer maneira.
Enquanto alguns podem enxergar a retirada como uma derrota, a Uber utilizou a sua entrada meteórica em alguns mercados como uma oportunidade. Ao invés de competir em todas as frentes, a empresa utilizou a sua vantagem como marca estabelecida para comprar ações de empresas domésticas.
Sendo assim, a Uber comprou 15.4% da chinesa Didi, 38% da russa Yandex Taxi e 23.2% da Asia’s Grab, que possui muita força no sudeste asiático. A mudança de estratégia se mostrou muito bem vinda.
Todo esse processo ensinou uma lição valiosa: ser ultra agressivo pode ser uma espada de dois gumes. É fácil afirmar que a expansão agressiva da Uber a transformou na empresa que ela é hoje. Mas os escândalos, erros e polemicas custaram bilhões em perdas dentro de certos mercados.
A política tóxica da Uber
A Uber precisava de três elementos-chave para prosperar como uma empresa global.
1- Um grupo de gerentes para cada país, responsáveis pelos seus mercados individuais.
2- Um entendimento de como esses mercados se diferenciam;
3- A time unido e exclusivo para criar um comando central;
Sob o comando de Kalanick, a Uber tinha os dois primeiros. Haviam times regionais fortes e uma estrutura de comando não centralizada. Isso permitia que a empresa pudesse utilizar o seu famoso playbook.
Porém, a Uber precisava de um time executivo unido para coordenar as operações globais. Isso incluindo as ações dos times regionais. Além disso, falta de comprometimento, desrespeito e brigas internas eram a regra, não a exceção. E reuniões importantes eram canceladas de última hora com frequência.
Quando olhamos o playbook da Uber, isso não surpreende. A empresa sempre jogou para ganhar e fizeram um ótimo trabalho recrutando um time com a mesma vontade incansável de vencer.
Os problemas internos da Uber
Porém, um dos problemas disso é que a busca cega pela vitória e formas de burlar a lei faz com que fique difícil definir o que é ético ou não. E não apenas fora, mas também dentro da empresa.
Conforme a Uber crescia rapidamente, crescia também a sua cultura tóxica e práticas questionáveis. Isso levou a uma série de constantes e desagradáveis desafios públicos. Na lista, podemos incluir disputas políticas internas, alegações de espionagem corporativa e investigações criminais.
E para acrescentar, ainda havia brigas com reguladores, empresas de táxi e até mesmo motoristas parceiros. A Uber viu a repercussão negativa aparecer em alguns dos seus mercados-chave. O auge foi a campanha #DeleteUber.
O aprendizado tirado disso foi a percepção de que é preciso saber a hora de mudar a cultura da empresa. Enquanto crescia, a Uber nunca havia olhado para dentro, mais especificamente para a sua cultura corporativa.
A empresa não era apenas uma startup, havia se tornado um gigante global e devia ter começado a agir de forma mais responsável muito antes. No final, a companhia foi obrigada a mudar, mas não sem antes causar danos à própria marca.
O rebranding como estratégia da Uber
Quando a Uber decidiu mudar as coisas, duas áreas ganharam maior atenção: a cultura corporativa/valores da empresa e a marca pública. Dara Khosrowshahi, o atual CEO da Uber, disse que os colaboradores foram consultados sobre o que deveria representar a marca daquele momento em diante.
Ouvir, observar e aprender se tornaram o carro chefe da mudança cultural da Uber. Desde a mudança, alguns dos executivos da empresa tem feito um esforço ainda maior.
Muitos participaram da rotina dos motoristas, dirigindo carros para entender o que os motoristas passam diariamente. “Sujar as mãos” se tornou um dos pilares da nova cultura. E os motoristas passaram a se chamar “motoristas parceiros”.
O atual CEO ainda afirmou que alguns executivos podem acabar perdendo focada realidade. E para evitar isso, toda vez que viaja para uma cidade diferente, ele conversa com o máximo de motoristas parceiros que pode para entender como os serviços podem melhorar.
A empresa também mudou como se comunica com os governos e reguladores. Antes, tudo era feito por meio de advogados com um tom arrogante. Agora, a Uber está tentando falar sobre as suas demandas e encontrar um caminho do meio, que sirva tanto os interesses da empresa quanto os dos governos.
Apesar de ainda estar lidando com desafios, a empresa abraçou uma mentalidade mais humanizada. E isso já começou a ter resultados. Mas para que esses resultados sejam maiores, é preciso também mudar a imagem da marca.
Uma nova marca, mais humanizada
A Uber também embarcou em uma campanha de rebranding enorme. A intensão era passar uma imagem mais progressista que iria refletir melhor os princípios da empresa.
A missão do rebrand era clara: fazer os clientes acreditarem que toda a reputação negativa da empresa foi embora com o antigo CEO. Para isso, a empresa decidiu refazer toda a sua identidade visual.
O novo logo da Uber é o alicerce dos esforços. Ele incorpora o senso de mobilidade, acessibilidade e amizade que não era encontrado antes. A companhia tinha o objetivo de criar uma marca capaz de ser reconhecida de maneira instantânea, além de funcionar ao redor do globo e passar a ideia de que é eficiente para executar o que for preciso.
O que começou como “o motorista pessoal de todo mundo” virou “seguir em frente e seguir juntos”. O novo logo foi apoiado por criativos que incluíam pessoas do mundo todo, o que serviu para dois objetivos.
Primeiro, era representar a Uber como uma marca global. E segundo, para adicionar o aspecto humano na marca, transformando a Uber em algo mais empático, com o qual as pessoas podem se identificar.
Um ótimo exemplo recente de uma campanha da Uber foi o #GratefulUK. A campanha agradecia os agentes de saúde pelo seu árduo trabalho durante a pandemia de Covid-19. A empresa ofereceu corridas e refeições grátis durante o período do natal para todos os trabalhadores do sistema de saúde britânico. Eles também encorajaram as pessoas a compartilhar cartas, poemas e desenhos agradecendo os heróicos trabalhadores.
Outro ponto de mudança foi a decisão de 2019, quando a empresa foi a IPO. Dessa forma, a Uber completou o ciclo do rebranding que havia iniciado em 2017 com a saída de Kalanick do cargo de CEO.
O IPO da Uber
Menos de dois anos depois do início do rebrand, a Uber decidiu ir ao IPO. Mas não se engane, isso tudo fez parte da estratégia.
Por quê? As pessoas têm uma tendência a enxergar as empresas com IPO como mais maduras. Isso também gerou um certo senso de responsabilidade porque as empresas que chegam ao IPO precisam responder relatórios com frequência e são obrigadas a passar por processos regulatórios.
Isso tudo abre a empresa para grupos de investidores, o que gera mais transparência. E isso era exatamente o que a Uber precisava depois de todos os escândalos prévios.
Também é preciso dizer que ir ao IPO aumenta a receita de uma empresa. Isso gera mais dinheiro em caixa, o que a Uber necessitava de forma urgente após passar alguns anos perdendo bilhões de dólares. Dito isso, o IPO da Uber não saiu exatamente como o esperado.
As avaliações iniciais colocaram o valor de mercado da Uber em $120 bilhões de dólares. Isso faria da empresa americana a mais valiosa a se tornar pública. Porém, as ações da Uber saíram por $45 dólares e a avaliação da marca ficou em $82.4 bilhões de dólares.
O valor ficou abaixo do que muitos esperavam, porém, ainda assim, se tornou um dos IPO’s mais valiosos da história. Dito isso, as ações da Uber começaram a cair logo de cara, mas não iremos entrar em detalhes sobre isso aqui.
O que realmente importa é que com isso, a empresa agora sofre novas pressões. Os investidores e donos de ações querem resultados trimestrais e evitar perdas. E como veremos adiante, isso não tem acontecido.
A estratégia da Uber para se tornar oferecer novos serviços
Com o passar dos anos, a Uber se tornou muito mais do que apenas um aplicativo que conecta passageiros e motoristas. A sua tecnologia permitiu a criação de novos serviços, o que possibilita que a empresa possa sonhar cada vez mais alto.
Ao introduzir novos serviços que aumentam o valor da marca na visão dos consumidores, a Uber cria novas oportunidades de capturar uma parte ainda maior da carteira dos seus consumidores. Isso tudo enquanto gera diferentes formas de criar mais receita para os motoristas parceiros.
Uber Freight
Uber Freight é basicamente o Uber que conhecemos, mas para caminhões. A empresa lançou o seu app de caminhões sob demanda em 2017. A ideia por trás era bastante simples: unir quem precisa de uma transportadora a um caminhoneiro parceiro.
Em agosto de 2018, a Freight se tornou um braço separado. Esse movimento permitiu que a nova frente ganhasse mais notoriedade e pudesse gastar mais dinheiro. Após se separar da Uber, a Freight expandiu.
Em 2020, um grupo de investimento anunciou a intenção de investir $500 milhões de dólares na Uber Freight. Na época do anúncio, a Uber afirmou que manteria grande parte da empresa e que iria utilizar os novos fundos para continuar melhorando a logística da plataforma. Isso ajudaria os caminhoneiros a se comunicarem melhor com as transportadoras.
Uber Eats
O serviço de delivery Uber Eats foi lançado em 2016 e foi considerado o próximo passo lógico para a Uber. Ele se relaciona facilmente com o serviço tradicional da empresa e faz uso da larga frota de motoristas parceiros que a empresa já possui.
O Uber Eats foi lançado como um aplicativo separado e ganhou popularidade rapidamente. O novo serviço permitiu que os consumidores utilizassem as plataformas da Uber com uma frequência ainda maior.
Os consumidores que utilizam os dois aplicativos costumam, em média, solicitar 11,5 corridas por mês. Enquanto os que utilizam apenas um dos serviços solicitam em média 4,9 corridas ao mês.
Enquanto os clientes se beneficiaram com a conveniência do novo serviço, os motoristas também foram beneficiados. Com o Uber Eats, eles ganharam uma nova fonte de renda e um maior fluxo de corridas durante o dia. Isso aumentou o número de motoristas parceiros nos aplicativos.
Os motoristas que agora possuem novas fontes de renda, poderiam parar de utilizar os serviços da concorrência. Uma dor da Uber era que os seus motoristas parceiros, por muitas vezes, utilizavam aplicativos concorrentes para aumentar suas receitas. O Lyft é um exemplo desses aplicativos.
O Uber Eats também foi essencial para a empresa durante a pandemia de Covid-19. Enquanto o aplicativo de corridas diminuiu sua receita em 24%, o de delivery cresceu em 200%. O que evitou uma perda muito maior de caixa durante o ano de 2020. E essa perda seria inevitável se a Uber não tivesse diversificado os seus negócios.
Os carros de piloto automático como futuro da Uber
Talvez você já tenha ouvido falar no grupo de tecnologias avançadas da Uber, o ATG. Ele foi criado em 2016, com o propósito de desenvolver carros com piloto automático. Ou seja, carros que se dirigem sozinhos. Kalanick, o CEO da época, via esse movimento como fundamental para o futuro da Uber.
Apesar disso, a ATG trouxe grandes custos e problemas na segurança dos testes. Durante o período pandêmico, a Uber fez grandes esforços para conter a perda de dinheiro. Por isso, em 2020, a ATG foi adquirida por uma startup competidora, a Aurora Innovation.
Na verdade, a Uber vendeu a sua parte da ATG para a Aurora e depois investiu $400 milhões de dólares no grupo. Isso deu 26% das ações da empresa para a Uber. E o CEO da empresa de corridas, Dara Khosrowshahi também entrou para o conselho da Aurora.
As estratégias da Uber para se tornar um negócio lucrativo
Apesar da Uber alegar que será lucrativa em breve, muitos mantêm um certo tom de dúvida em relação a isso. A Uber vem perdendo bilhões de dólares nos últimos anos.
Apesar das perdas terem diminuído em 2020 devido ao Uber Eats, a empresa ainda perdeu $6.77 bilhões de dólares. A Uber planejava diminuir as perdas em 2021, mas pela pandemia, precisou gastar centenas de milhões de dólares.
Tudo isso para incentivar seus motoristas a voltarem para as ruas uma vez que a situação melhorou um pouco e as demandas por corridas subiram. Foi um golpe duro para a empresa.
No seu S-1, um documento que toda empresa precisa enviar caso queira ir a IPO, a própria Uber falou sobre a possibilidade de nunca se tornar lucrativa. Mas como uma empresa de tanto sucesso, que é um ímã de investimentos, continua lidando com tantas perdas?
Ganho anual da Uber em bilhões de dólares. Fonte: The Call
A grande questão é que a Uber não tem uma vantagem sobre seus competidores. Um aplicativo de corridas é algo extremamente fácil de ser replicado, e tem sido, em todas as partes do mundo. E uma vez que tem competidores, a Uber não fornece um serviço muito mais eficiente do que o da concorrência.
Como a Uber busca cortar seus custos
Como sempre, tudo depende do corte de custos. A necessidade de motoristas humanos que estão tentando ganhar um salário parece ser o maior problema da Uber. Eles custam muito caro.
Por isso a Uber aposta tanto em um futuro com carros que se dirigem sozinhos. Eles poderiam diminuir em até 80% os custos da empresa. Mas como já vimos, a empresa americana já vendeu a sua frente de tecnologia.
O principal problema da Uber na busca por lucratividade
A explicação mais simples para o modelo da Uber é a de que a empresa está focada em crescer e não em lucrar. Investimentos bilionários garantiram que a empresa pudesse continuar crescendo até estar em todos os lugares. E dessa forma, fez com que os consumidores precisassem dos seus serviços.
O problema é que ao contrário de empresas que conseguiram uma espécie de monopólio, como a Amazon, a Uber não fornece um serviço diferenciado. A empresa de corridas americana tem um serviço bastante semelhante ao das suas concorrentes, o que não permite que ela domine o mercado.
A busca por lucro da Uber parece ter sido a razão pela qual em abril de 2021, o custo de uma corrida havia subido em 40%, segundo o New York Times. O aumento parece ter se dado devido à falta de motoristas parceiros na época.
A Uber é famosa por não pagar bem seus motoristas (segundo os próprios motoristas). O problema é que isso só funciona até um grande número deles decidir não trabalhar durante um determinado período.
Para balancear isso, a Uber precisa subir o preço das corridas. Mas dessa forma, acaba arriscando perder a sua força no mercado. Se as suas corridas forem mais caras, os passageiros não têm motivos para não utilizar os serviços de concorrentes.
Então, qual é a solução? Essa resposta é o futuro da Uber. A empresa tem tentado se posicionar como uma indústria de transportes, uma vez que ser um aplicativo de corridas não tem se mostrado ser um modelo sustentável. E isso é um problema enfrentado por todos, não apenas pela Uber.
O Journey Ads como nova estratégia da Uber
Uma das soluções encontradas pela Uber para aumentar a sua receita é um serviço anunciado recentemente chamado “Journey Ads“. O objetivo do novo projeto é apresentar publicidade de marcas interessadas durante a corrida dos passageiros.
Segundo a própria Uber, a iniciativa irá exibir propagandas baseadas no destino do passageiro e no seu trajeto. Isso irá criar uma espécie de jornada de compras.
Só o tempo irá dizer se a iniciativa dará resultados, mas a entrada da Uber no mundo do marketing digital é mais um sinal de que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ignorar a presença digital.
E isso serve para as empresas que estão anunciando ou para as que são plataformas de anúncio. Todas precisam estar no digital se buscam crescer.
Estratégias como a da Uber no seu negócio
A história da Uber é a história de uma das empresas de maior sucesso da última década. Um crescimento meteórico e uma posição agressiva levaram a empresa americana ao topo muito rápido. Mas tudo isso veio com um preço bastante alto.
O crescimento da Uber tem se mostrado insustentável em diferentes frentes. E mesmo com todo o sucesso, a Uber continua não sendo um negócio lucrativo. Isso tudo só expõe a necessidade de um crescimento organizado e estratégico.
Para montar essas estratégias, pensadas exclusivamente para a sua empresa e o momento dela, uma assessoria de marketing é fundamental. Dessa forma, a V4 Company, maior assessoria de marketing digital do Brasil, desenvolveu o método V4.
Ele foi feito para empresas que buscam destaque no digital. Mas que não possuem um time especializado em marketing.
O método conta com 4 pilares: tráfego, engajamento, conversão e retenção. Dessa forma é possível metrificar e entender o momento da empresa, além de definir quais as melhores estratégias para o seu negócio.
Quer conhecer mais sobre a V4 Company? Então assista o vídeo abaixo:
Imobiliária Jazz aumentando o número de leads com estratégias de marketing digital
O mercado imobiliário não é conhecido por ser aberto a inovações. Mas a Imobiliária Jazz está buscando modificar isso trazendo um novo método para os corretores.
Conhecendo a Imobiliária Jazz
A Imobiliária Jazz conta com a maior rede de especialistas no mercado imobiliário de São Paulo. Assim, são mais de 100 especialistas, divididos em regiões para garantir o melhor atendimento ao cliente que busca um novo lar.
“Trazemos um conceito novo para o mercado imobiliário e eu permito que os corretores possam desempenhar contando com uma grande tecnologia a partir das suas casas. Eu trago um armamento, uma munição para esses corretores que eles conseguem realizar um desempenho que eles nunca conseguiriam sem a existência desse suporte propriamente dito.” – afirma Rafael Akahoshi, fundador e CEO da Imobiliária Jazz.
Contando com mais de 10 mil imóveis, a Jazz faz uso de tecnologia de ponta para divulgar e expor as casas e apartamentos para possíveis interessados. E é aqui que a V4 Company entra em ação.
A parceria entre a Imobiliária Jazz e a V4 Company
No contexto do marketing digital, é essencial atrair e gerenciar uma base de clientes de qualidade, não apenas em termos de quantidade, mas também de maneira eficiente. A Imobiliária Jazz entende isso perfeitamente e oferece um método bem estabelecido aos seus corretores, permitindo um processo mais fluido e direcionado.
Rafael queria aumentar não apenas o número de leads, mas também a qualidade deles. Dessa maneira, facilitando o trabalho dos corretores. Para isso, utilizar um time de assessoria de marketing digital se provou essencial.
“No que diz respeito ao marketing digital de uma forma geral, inevitavelmente é necessário que a gente consiga trabalhar par trazer os leads qualificados, não só em quantidade, mas também em qualidade e conseguir criar ali, um modelo de gestão”. – diz Akahoshi.
O objetivo da Imobiliária Jazz é mudar o mercado imobiliário, o deixando mais ágil e respeitoso com o corretor. Ao lado da V4 Company, esse caminho vem sendo trilhado através de mais vendas e um melhor posicionamento da imobiliária dentro do digital.
Estratégias feitas para o sucesso do seu negócio
Por meio de um modelo escalável e baseado na coleta e análise dos dados, a V4 Company tem conseguido apresentar os resultados esperados. Entretanto, tudo isso só é possível graças ao método V4, que consiste em tráfego, engajamento, conversão e retenção.
Através do método, é possível acompanhar, analisar e prever cada etapa dos processos e seus resultados para que a sua empresa tenha sucesso no digital.
“Eu consigo observar isso na V4 de uma forma geral. Não só um método, não só uma qualidade e nem só uma quantidade, mas um resultado melhor mês a mês. Eu acredito que é basicamente isso o que me leva ao sucesso.” – Afirma o CEO da empresa.
Quer conhecer mais sobre essa parceria? Então assista o vídeo abaixo e confira o depoimento de Rafael Akahoshi sobre os serviços da V4 Company.
Estratégia da Ferrari para se tornar uma das maiores referências de branding no mundo
A Ferrari já foi apenas uma equipe de corrida. Hoje, é sinônimo de excelência nas mais diferentes áreas e mercados. Entenda qual foi a estratégia da Ferrari para transformar o vermelho na principal cor do automobilismo mundial.
A fundação da Ferrari
A Scuderia Ferrari foi fundada em 1929, na cidade de Moderna, por Enzo Ferrari. O objetivo era patrocinar pilotos amadores, apenas isso. Para cumprir o objetivo, carros de corrida foram comprados, preparados e colocados nas pistas pela Scuderia.
A empresa logo ganhou notoriedade, ao se tornar a equipe técnica da Alfa Romeo. Pouco tempo depois, a Scuderia se tornou o time oficial da Alfa, que se retirou das corridas em 1933. Até 1938, vários pilotos de sucesso foram preparados e correram pela Alfa Romeo.
Em 1938, a Alfa retornou ao mundo das corridas e criou a Alfa Corse, em Milão. O destaque foi para a contração de Enzo Ferrari como diretor de corrida. Durante esse período, o time de corrida da Scuderia Ferrari foi dissolvido, o que forçou Enzo a abandonar a Alfa Romeo. Como parte do seu acordo de saída, Enzo concordou em não utilizar o nome Ferrari durante os próximos 4 anos.
Precisando se afastar das corridas durante a Segunda Guerra Mundial, Enzo produziu partes para aviões e outros produtos técnicos. A fábrica da Ferrari se mudou para Maranello em 1943, mas foi bombardeada em 1944 e não foi reconstruída até 1946.
O primeiro carro esportivo da Ferrari
O primeiro carro para estradas da Ferrari, o 125S, com um motor V12 de 1,5 litros, foi produzido em 1947. O objetivo era utilizar os lucros do carro para apoiar a equipe de corrida de Enzo. Logo, os carros se tornaram populares.
Isso foi ajudado pelo fato de que a carroceria da Ferrari era inspirada em grandes empresas como Pininfarina, Bertone, Ghia e Touring. A Ferrari se tornou um carro amado entre os milionários e as pequenas levas produzidas esgotavam imediatamente, apesar do longo tempo de espera.
Até meados dos anos 80, as Ferraris eram conhecidas por não serem carros confiáveis e por precisarem de manutenção constante. Os fãs da marca consideravam que esse era um dos charmes da Scuderia.
Os problemas dentro e fora da Ferrari
A personalidade forte de Enzo Ferrari foi instrumental para o sucesso da montadora e da equipe Scuderia Ferrari através dos anos. Em novembro de 1961, as tensões internas chegaram ao limite.
A esposa de Enzo estava envolvida com os negócios da empresa e discutia com os grandes diretores, como Gardini, Tavoni, o engenheiro chefe Carlo Chiti e o líder da divisão de carros de corrida experimentais, Giotto Bizzarrini. Ferrari recebeu um ultimato, afastando sua esposa da empresa. Como resultado, Enzo marcou uma reunião e demitiu todos os envolvidos.
Todos os nomes citados eram peças fundamentais dentro da Ferrari e especialistas em suas áreas. Isso significou uma perda enorme para a empresa. Além disso, alguns meses depois, os quatro demitidos fundaram sua própria empresa, a ATS. E como resultado, a ATS adquiriu a Scuderia Serenissima, uma das principais clientes da Ferrari.
A RIVALIDADE AO LONGO DOS ANOS
Um dos principais competidores da Ferrari era a Alfa Romeo, o que criou uma relação complicada para Enzo. Ironicamente, as duas montadoras foram compradas em conjunto pelo Grupo Fiat.
A grande paralisação de 1961 foi um momento particularmente difícil para a Ferrari. A empresa estava desenvolvendo um novo modelo baseado no 250, para defender a sua honra contra a Jaguar.
O desenvolvimento do carro estava em momento decisivo, com os chassis e estilo do carro ainda em criação. Um jovem engenheiro conseguiu modificar o GTO com sucesso e criou novas partes para o carro. O GTO viria a se tornar um dos carros esportivos mais famosos da história.
No começo da década de 60, Shelby Cobras desafiou as Ferraris. A Ford, criadora do Shelby Cobras, tentou comprar a Ferrari em 1963, mas não chegou a um acordo. Em 1966, o Ford FT-40 Mark terminou em primeiro, segundo e terceiro nas 24 horas de Le Mans, colocando um fim à dominância dos modelos da Ferrari. O Ford Mark IV venceu Le Mans novamente em 1967.
Competindo apenas com carros menores, a alemã Porsche entrou no mundo dos carros de corrida em 1968 com o Porsche 908. O Porsche 917 também tinha surpreendido a Ferrari. Mesmo com a montadora italiana tentando ao máximo em diversas categorias e com diferentes modelos, a Porsche se provou imbatível em certas categorias.
Essas rivalidades ensinaram uma importante lição: a competição gera inovações. Ao longo da sua história, a Ferrari enfrentou altos e baixos, mas uma constante foi a competição com outras montadoras. O espírito competitivo de Enzo foi absorvido pela empresa e isso permitiu que a montadora italiana estivesse a frente de diversas inovações no mundo dos carros esportivos.
A Ferrari e a compra pela FIAT
A Fábrica Italiana Automobili Torino (FIAT) era uma incorporadora originada e focada no mercado automobilístico. Essa empresa foi a precursora da Fiat Chrysler Automobiles NV, que existe hoje. Fundada em 1899, a montadora italiana adquiriu várias empresas do mercado, como Maserati, Lancia, Alfa Romeo e o Grupo Chrysler.
Em 1969, a FIAT comprou 50% das ações da Ferrari. Isso levou a um avanço significativo nos investimentos e o foco inicial foi em expandir a fábrica da FIAT em Turim.
Devido a isso, a influência da FIAT começa a ser sentida dentro do desenvolvimento, produção e marketing dos carros para estradas. Apesar disso, as equipes de corrida não foram afetadas.
Enzo Ferrari faleceu aos 90 anos, em 1988. Com o seu falecimento, a FIAT comprou as ações de Enzo e chegou a 90% de controle dentro da Ferrari. Em outubro de 2014, o grupo FIAT Chrysler anunciou a intenção de separar a Ferrari do grupo.
A separação entre Ferrari e FIAT
A separação mudou tudo dentro da Ferrari, que não era operada de forma independente desde 1969, quando foi adquirida pela FIAT. Apesar de que muitos especialistas tenham especulado sobre as razões da separação, as razões parecem ser mais simples do que o que foi especulado.
Mesmo funcionando bem como joia da coroa do grupo, A Ferrari não cabia no conceito da FIAT. O que ensinou as duas empresas que às vezes é preciso tomar decisões difíceis, como separar os grupos que já haviam se tornado um só há mais de 40 anos.
A Estratégia da Ferrari para gerar impacto cultural
Na Ferrari, vencer é a parte mais importante da cultura. Os funcionários da marca não olham para a competição, porque sabem que estão criando produtos vencedores e inovadores.
A sensação de primeiro lugar da Ferrari não é arrogância, é pura determinação. Obviamente, a Ferrari observa os movimentos dos competidores, mas não para copiar ou buscar inspiração.
A Ferrari se orgulha de não precisar se curvar à nenhuma outra marca. Tudo feito pela Scuderia, desde design, materiais utilizados e comunicação de marca, é feito para que o usuário tenha a melhor experiência possível.
Um dos grandes segredos do sucesso da Ferrari são os seus funcionários. Dessa forma, para chegar ao extraordinário, a empresa precisa das pessoas mais talentosas. E precisa que eles colaborem de forma unida, como um time.
Assim, cultivando integridade, excelência e generosidade, a Scuderia permite que seus funcionários expressem o seu potencial máximo e se tornem parte de algo ainda maior.
As tradições nascem com inovações. Isso é particularmente verdade no caso da equipe italiana.
A lenda da Ferrari se consolidou por pioneirismos. Uma combinação de tecnologias inovadoras e qualidade quase artesanal permite que a marca crie carros que se tornam ícones históricos que resistem ao efeito do tempo. Dessa forma, permanecendo no imaginário popular.
A Ferrari se tornou um estilo de vida. Ou seja, uma constante busca pela excelência, unida aos objetivos ambiciosos de quebrar barreiras e superar expectativas é o que a marca representa. A beleza dessas conquistas se traduz na paixão dos fãs pela marca.
O logo da Ferrari
O cavalo galopante da Ferrari significa qualidade, performance, exclusividade e design inovador. Mas esse cavalo significa muito mais do que isso.
A história do cavalo galopante existe desde 1692, quando um emblema parecido apareceu na bandeira do exército do rei Victor Amadeus II. Assim, segundo a lenda, Enzo Ferrari visitou os parentes do famoso piloto Francesco Baracca durante a Primeira Guerra Mundial.
A mãe de Francesco teria sugerido que Enzo utilizasse na sua equipe de corrida o mesmo logo que seu filho utilizava na lateral do seu avião. O logo era inicialmente preto, mas por ideia de Enzo, se tornou amarelo canário, cor oficial da cidade de Modena.
O primeiro carro a carregar o famoso cavalo foi um Alfa Romeo. A Scuderia Ferrari ainda não era uma montadora de carros na época. O emblema foi visto pela primeira vez em um Monza 8C em 1932.
A Ferrari passou a produzir carros para estradas depois da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, Enzo Ferrari não estava muito interessado em vender esses carros. Dito isso, ele precisava de algo para financiar a sua verdadeira paixão, que eram as corridas. O primeiro carro que levou o logo da Scuderia foi o Ferrari 12S, em 1947.
Depois que o emblema com o cavalo galopante, junto a um fundo amarelo com a bandeira italiana na parte superior foi estabelecido, ele sofreu diversas mudanças. As principais diferenças foram no design do cavalo, com alterações no tamanho ou grossura das linhas.
A presença da Ferrari na cultura Pop
Para muitos fãs da Scuderia, o primeiro contato com a Ferrari foi através da televisão. A marca italiana se fez presente nas seguintes grandes produções:
Magnum: Na série, Tom Selleck dirigia uma Ferrari 308 GTS. A produtora da série, o canal CBS, tinha mais ou menos 15 modelos durante as filmagens, que duraram entre 1980 e 1988.
Dois filmes do 007, com Pierce Brosnan como James Bond, tiveram Ferraris neles. Mas como o detetive é um grande fã da Aston Martin, eram os vilões que utilizavam os carros vermelhos com o cavalo galopante.
Rush – No Limite da Emoção: O filme que conta a história da lendária rivalidade entre os pilotos de Fórmula 1 Nick Lauda e James Hunt. Lauda chegou ao estrelato conduzindo a Ferrari a dois títulos mundiais, em 1975 e 1977.
Ford versus Ferrari: Os vencedores do Oscar Matt Damon e Christian Bale estrelaram o filme que conta a história de como Carroll Shelby e Ken Miles construíram o carro que destronou a Ferrari do topo das 24 horas de Le Mans em 1966.
Carros:A estratégia da Disney Pixar foi transformar o heptacampeão Michael Schumacher em uma Ferrari vermelha que visita o carismático Relâmpago McQueen.
Os carros da Scuderia também apareceram em inúmeros vídeo games, incluindo o simulador da Fórmula 1 e na série Forza. A marca italiana também apareceu em outros jogos como Call Of Duty e até Fortnite.
O museu da Ferrari
O museu, localizado em Maranello, possui 3 atrações principais:
A Ferrari nas 24 Heures du Mans: O vermelho da Ferrari é celebrado contando sobre os 70 anos de uma história vencedora no principal campeonato de resistência do mundo. Dentre as 36 vitórias da equipe, os visitantes podem conhecer alguns dos carros que participaram das lendárias corridas.
Scuderia Ferrari – A história completa: É uma exposição única em homenagem ao nome que se tornou sinônimo da Fórmula 1. A exposição mostra como a Ferrari conseguiu unir um país inteiro ao seu favor e gerar milhões de fãs ao redor do mundo. Fãs estes, que vestem vermelho aos domingos para verem a sua equipe favorita competir na principal categoria do automobilismo mundial.
Supercarros: O museu apresenta o evento que honra as principais inovações tecnológicas da Scuderia, expondo alguns dos carros mais incríveis já produzidos pela Ferrari.
Ferrari World e a nova estratégia da Ferrari
O parque temático da Ferrari está localizado na Ilha Yas, em Abu Dhabi. O Ferrari World, considerado o maior parque temático in door do mundo, foi inaugurado em 4 de novembro de 2010, depois de muitos atrasos.
O parque também possui a montanha-russa mais rápida do mundo, a Formula Rossa. Outra atração interessante é a torre de 62 metros que oferece o efeito de aceleração de um carro de Fórmula 1.
Além disso, o Ferrari World é o único lugar no mundo em que os fãs podem conferir alguns dos principais modelos da Scuderia fora da Itália. Também existem réplicas dos modelos da Fórmula 1, com equipamentos utilizados nas pistas.
Tudo isso aumenta a relação dos fãs com a marca. Essas ações fazem com que os Tifosi, como são conhecidos os fãs da montadora italiana, estejam ainda mais próximos da Ferrari.
O branding como principal estratégia de marketing da Ferrari
A Ferrari é uma das raras marcas que pode vender muito menos dos seus produtos-chave em relação ao merchandising feito ao redor deles. Os carros da Ferrari representam um estilo de vida que milhões buscam viver, mas não podem. Esses carros são extremamente exclusivos.
Diferente dos carros, os produtos da Ferrari representam os mesmos valores, porém de forma acessível para os milhões de entusiastas ao redor do mundo. Sendo assim, quem busca viver aquele estilo de vida, agora pode comprar uma camiseta, caneca ou chaveiro que representa isso.
Quem trabalha com branding busca transformar a marca em sinônimo de algum valor que converse com as massas de forma positiva. Entretanto, poucas marcas no mundo fazem isso tão bem quanto a Ferrari.
Enzo Ferrari foi um grande pioneiro no mundo das corridas. Quando criou a equipe que hoje carrega o seu sobrenome, ele não imaginava que ela se tornaria o maior sinônimo de automobilismo no mundo. Mas foi exatamente o que aconteceu. O vermelho da Ferrari se tornou referência quando pensamos em carros rápidos.
A Ferrari e a Fórmula 1
A Ferrari estreou na modalidade mais nobre do automobilismo mundial em 1950, na segunda corrida da temporada. Foi o famoso GP de Mônaco.
Os dois primeiros anos da Fórmula 1 foram dominados pela Alfa Romeo, com Juan Manuel Fangio como grande destaque. No seu segundo ano, a Ferrari conseguiu a sua primeira vitória, com José Froilán González vencendo o GP da Grã-Bretanha.
A Ferrari viveu seus principais momentos de glória com Nick Lauda, que conquistou dois títulos para a Scuderia em 1975 e 1977. Entretanto, o grande auge foi durante os anos 2000, quando Michael Schumacher venceu cinco campeonatos seguidos (2000 e 2004), se consolidando como o maior piloto da história até aquele momento. E grande parte desse legado foi vestindo o vermelho da Ferrari.
O último título da Scuderia veio em 2007, com o piloto finlandês Kimi Räikkönen. Desde então, a Ferrari viu alguns pilotos lendários vestindo suas cores e chegando em segundo lugar, como Fernando Alonso, Sebastian Vettel e Charles Leclerc, atual piloto número 1 da equipe italiana ao lado do espanhol Carlos Sainz.
As 24 HORAS DE LE MANS
A competição disputada no circuito de Sarthe, perto de Le Mans, é uma das competições mais antigas e nobres do automobilismo mundial. Criada originalmente como um teste de segurança e economia para os carros, a corrida é disputada até hoje.
Ocorrendo anualmente no mês de junho, as 24 Horas de Le Mans começam no início da tarde de um dia e terminam no início da tarde de outro. Durante as 24 horas, os pilotos andam por mais de 5 mil quilômetros. A Ferrari sagrou-se campeã de Le Mans em 2023, depois de um jejum histórico, que durava desde 1965.
O automobilismo como carro chefe do marketing da Ferrari
Por ter uma base de clientes bastante limitada, a Ferrari precisa utilizar estratégias de marketing diferentes das utilizadas pelo resto do mercado. Sendo assim, a Scuderia encontrou o canal perfeito para expor e agregar valor a sua marca como nenhuma outra: o automobilismo.
Os carros esportivos da Ferrari não são produzidos em massa. Por isso, não é preciso investir em comerciais na TV ou criar campanhas contínuas. Ao invés disso, a Ferrari foca os seus esforços e boa parte do orçamento de marketing na equipe de Fórmula 1.
E mesmo que a equipe italiana não tenha tido muito sucesso nas últimas dicas, o seu nome continua sendo o maior forte dentre as 10 equipes. Desde a sua estreia na categoria em 1950, a Scuderia Ferrari foi capaz de cativar milhões de fãs ao redor do mundo e muitos desses são potenciais compradores da marca.
Com a Fórmula 1, a empresa italiana conseguiu um canal perfeito, que atinge grande parte do seu público e estimula o crescimento e prestígio da marca. Entender isso foi essencial para o branding da Ferrari.
As estratégias corporativas da Ferrari
Desde 1990, a Ferrari havia adotado uma estratégia de produzir apenas 7 mil carros por ano. Essa política foi implementada pensando em preservar a exclusividade dos veículos da marca.
Porém, a estratégia não se mostrou sustentável a longo prazo. Quando a marca foi a IPO, a produção de mais carros se tornou necessária para a geração de mais receita. A produção atual da Ferrari é muito maior, o que contribuiu para um aumento de receita e por consequência, um aumento no valor das ações da empresa.
Em relação aos seus produtos oficiais, a Ferrari é bastante seletiva em relação a quem pode vendê-los. A Scuderia também produz e vende seus produtos online e por meio de 18 lojas da empresa e 18 franquias.
Número de importações de carros da Ferrari entre 2012 e 2021.
Devido à sua reputação como uma das marcas de luxo com mais prestígio no mundo, a Ferrari acredita que um posicionamento de marca é fundamental. Dessa forma, através de roupas esportivas, relógios, acessórios e parques temáticos, a experiência da marca chegará até os clientes mais leais da Ferrari.
A estratégia da Ferrari no seu negócio
A Ferrari é referência quando o assunto é branding e construção de marcas. Afinal, quando Enzo Ferrari criou a equipe de corrida com o seu sobrenome, ele criou aquilo que se tornaria sinônimo de automobilismo.
O vermelho se tornou a cor da velocidade e a Scuderia soube como capitalizar em cima disso. A utilização da sua equipe de Fórmula 1 como principal asset da marca foi um movimento certeiro para levar o nome da Ferrari para diferentes mercados.
A montadora italiana mistura a paixão dos fãs com o prestígio do estilo de vida que representa. Assim, uma eterna busca por inovação e o “viver no limite” que o cavalo galopante da Ferrari representa são conceitos que sobreviveram através das mais diferentes mudanças culturais e econômicas. O que só prova que a marca foi construída da maneira correta.
Para que o seu negócio tenha sucesso no marketing digital, um time especializado será necessário. Esse time pode ser interno, com um setor dentro da empresa, ou externo, com agências e assessorias de marketing. Dito isso, é essencial saber avaliar o momento da empresa e quais estratégias fazem sentido para esse momento.
Dessa forma, a V4 Company, maior assessoria de marketing digital do Brasil, desenvolveu o método V4. Ele foi feito para empresas que buscam destaque no digital. Mas que não possuem um time especializado em marketing.
O método conta com 4 pilares: tráfego, engajamento, conversão e retenção. Dessa forma é possível metrificar e entender o momento da empresa, além de definir quais as melhores estratégias para o seu negócio.
Quer conhecer mais sobre a V4 Company? Então assista o vídeo abaixo:
5 dicas de follow up que todos os empreendedores precisam saber
O follow up é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Como empreendedor, é importante garantir que você esteja sempre seguindo seus clientes para garantir que eles estão satisfeitos com a experiência de compra.Mas com tantos processos para seguir, como você sabe quais são as melhores práticas?
Neste artigo, abordaremos cinco dicas úteis de follow up que podem ajudar a melhorar a sua estratégia de relacionamento com o cliente e aumentar a satisfação do cliente. Assim, você aprenderá como criar processos de follow up mais eficazes, obter feedback do cliente e usar essas informações para melhorar sua estratégia de follow up.
Ao implementar essas dicas de follow up, você melhorará sua relação com os clientes, aumentará a satisfação do cliente e, com isso, aumentará suas chances de sucesso como empreendedor.
Porque o follow up é importante para o seu negócio
Follow up é uma parte essencial de qualquer negócio. É importante para o seu empreendimento porque permite que você mantenha contato com seu cliente, fornecedor ou parceiro comercial.
O follow up também permite que você acompanhe seus clientes, fornecedores e parceiros comerciais para entender como estão tendo sucesso e onde podem melhorar. Isso ajuda você a melhorar os serviços que você oferece para seus clientes, fornecedores e parceiros comerciais.
Além disso, o follow up é importante para garantir que você esteja cumprindo com suas obrigações e entregando serviços e produtos de qualidade.
Realizar um follow up eficiente para maximizar os resultados de suas ações de marketing é essencial para qualquer empreendedor. Se você está pensando em como fazer isso, aqui estão algumas dicas úteis que você precisa saber:
Crie um cronograma de follow up: defina um cronograma que lhe permita seguir os leads de forma rápida e eficiente;
Invista em automação: acompanhe seus leads de forma mais eficiente e economize tempo;
Personalize o seu follow up: personalize as suas mensagens de follow up de acordo com as necessidades do lead;
Utilize ferramentas que ajudem a monitorar: monitore e acompanhe seus leads de forma mais eficiente com o uso de ferramentas de análise; e
Faça testes A/B: teste versões diferentes de mensagens de follow up e determine qual é a melhor maneira de acompanhar seus leads.
Essas são algumas dicas úteis para ajudar você a maximizar o seu follow up. Se você seguir essas dicas, você estará no caminho certo para obter melhores resultados de suas ações de marketing.
Como monitorar o seu progresso
É importante para todos os empreendedores manter um acompanhamento de seu desempenho. Seguem adiante algumas dicas que ajudarão você a monitorar seu progresso de forma eficaz:
Primeiro, estabeleça metas realistas que sejam possíveis de alcançar. Considere os recursos que você tem à sua disposição e faça um plano de ação. Se a meta for longa, divida-a em pequenas metas para que seja mais fácil alcançá-la.
Em seguida, anote as metas e seu progresso para que você consiga visualizar onde está e aonde deseja chegar. Essa etapa é importante para manter o foco e motivação necessários para não se desviar do objetivo.
Depois, estabeleça um cronograma para acompanhar seu progresso. Reserve um tempo para verificar seus resultados diariamente ou semanalmente. Isso lhe permitirá ter uma visão geral de como está o andamento dos projetos.
Avalie suas ações e crie estratégias para melhorar seu desempenho. Se você não estiver atingindo seus objetivos, tente encontrar o que está bloqueando o seu progresso e tente solucionar os problemas.
Por último, elabore um plano de ação para seguir com as tarefas e objetivos. Dessa forma, se você não tiver claro o que precisa fazer e como, não conseguirá alcançar os resultados desejados.
Assim, seguindo essas dicas, você pode monitorar seu progresso de forma eficaz e alcançar os resultados desejados. Com planejamento, dedicação e foco, você conseguirá atingir suas metas.
Implementando técnicas de follow up
Ao ser um empreendedor, implementar técnicas de follow up é vital para ajudar a alcançar seus objetivos. Assim, Follow up é um processo importante para manter contato com os clientes potenciais, parceiros de negócios e outras partes interessadas.
Aqui estão algumas dicas da implementação de técnicas follow up que pode te ajudar na hora de aplicar essa estratégia em seu negócio:
Planeje uma sequência de follow up;
Utilize diversas formas de follow up, incluindo e-mail, telefonema, mensagens de texto e postagens nas redes sociais;
Dê ao seu destinatário um motivo para responder ao seu follow up;
Seja oportuno: responda às mensagens de follow up rapidamente e tome as medidas apropriadas para ajudar o destinatário; e
Seja paciente: não desista do follow up cedo demais.
Continue enviando lembretes regulares para manter o contato. Assim, utilizando essas dicas, você pode criar uma estratégia de follow up eficaz que ajudará você a alcançar seus objetivos.
Capture o interesse dos clientes com follow up eficaz
Compartilhar a história por trás da empresa ou produtos pode ajudar a inspirar o cliente, mostrando de que forma sua solução pode ajudar. Além disso, manter contato com os clientes por meio de e-mails ou mensagens de texto é uma ótima forma de construir relacionamentos.
O contato pessoal é essencial para manter o interesse do cliente. Por fim, oferecer conteúdo relevante e valioso às pessoas também é uma ótima forma de manter o interesse deles.
Se você deseja implementar técnicas verdadeiramente eficazes para capturar o interesse dos seus clientes e alcançar suas metas profissionais com resultados excelentes, então confira a seguir nossas 5 dicas de follow up que todos os empreendedores precisam saber:
Invista no marketing de conteúdo
Ao criar conteúdos relevantes para a sua base de clientes, você pode estabelecer uma presença na mente do público e garantir que eles se lembrem de você. Além disso, o marketing de conteúdo pode ser usado para responder a perguntas, esclarecer dúvidas e fornecer informações úteis aos clientes.
Dessa forma, é essencial que os empreendedores usem o marketing de conteúdo em seu follow up para ajudar a engajar seus clientes e construir relacionamentos sólidos.
Tenha uma Champion Letter matadora
Para obter sucesso em um follow up, uma das melhores formas de prosseguir após uma conversa com um lead é enviando uma Champion Letter eficiente e bem construída.
A Champion Letter é uma correspondência que deve ser enviada logo após uma reunião com seu lead, sendo um passo muito importante. O objetivo da Champion Letter é garantir que o lead se lembre de todos os pontos importantes da conversa.
Afinal de contas, durante uma reunião, é muito fácil perder o foco e se distrair, mesmo que por apenas alguns segundos. Isso já é o suficiente para deixar seu cliente em potencial perdido durante sua apresentação.
É compreensível que o lead possa ter se distraído com algo durante a reunião, por isso se torna essencial encaminhar a Champion Letter logo em seguida.
Esta prática serve para reafirmar e reiterar o que foi conversado durante a call, para garantir que seu lead consiga se lembrar bem dos próximos passos a serem tomados. Mas, é ainda mais importante saber formular uma Champion Letter com excelência.
Para construir uma Champion Letter matadora, lembre-se de pontuar todos os problemas e dores do lead observado durante a reunião, e em seguida apresentar como suas soluções podem resolver essa situação. Certifique-se de incluir os próximos passos que seu lead deve tomar em seguida.
Saiba com quem está conversando
Todo mundo gosta de se sentir especial. Por isso, ao enviar mensagens ao seu lead, é preciso personalizar a abordagem e contextualizar toda a sua interação, para que ele saiba que tem sua atenção.
Muitas vezes, o que conquista um cliente é sentir que está recebendo um atendimento de excelência, então é exatamente assim que os leads devem ser tratados.
Faça sua lição de casa, pesquise sobre seu cliente em potencial, saiba para quem está encaminhando aquela mensagem, personalize a experiência de atendimento.
E não basta apenas mudar o nome em uma copy: certifique-se de que suas interações estejam completamente dentro do contexto do seu lead. Dessa forma, repita este processo em qualquer abordagem, seja por e-mail, ligação, mensagens no whatsapp, entre outras.
Este tipo de interação faz com que o cliente e potencial enxergue mais valor em suas propostas e soluções.
Então, personalize sua proposta e evidencie ao lead o quanto suas soluções podem ser benéficas para as necessidades dele. Impulsione o lead à compra ou contratação fazendo ele mesmo entender o valor que você está oferecendo.
Mostrar aos leads que outros clientes tiveram um resultado satisfatório com os serviços ou produtos oferecidos pode ser muito efetivo para a conversão. Além disso, é possível criar uma relação de confiança entre o negócio e o cliente.
Portanto, incluir cases de sucesso no seu follow up pode ser uma excelente maneira de gerar ainda mais resultados.
Gestão de relacionamento com clientes
O follow up é uma parte importante da jornada do cliente. É o processo de monitorar e manter contato com os clientes antigos e potenciais, e pode ajudar a aumentar a satisfação do cliente e melhorar as vendas.
E é exatamente aí que entra a Gestão de Relacionamento com o Cliente!
Para que os empreendedores maximizem o seu potencial de follow, eles devem otimizar seu CRM de vendas. Um CRM é uma ferramenta que ajuda as empresas a organizar, gerenciar e analisar informações sobre seus clientes.
Assim, a intenção é ajudar as empresas a melhorar a sua comunicação com os clientes e aumentar as vendas. Dessa forma, um CRM também pode ajudar as empresas a monitorar o progresso de seus clientes, ajudar a criar uma base de dados de clientes e ajudá-los a identificar oportunidades de vendas.
Com esses insights, os empreendedores podem desenvolver estratégias de follow up mais eficazes. Vejamos um exemplo na prática:
Luiz era um empreendedor que não conseguia manter o contato com seus clientes e acabava perdendo oportunidades de negócios. Ele então decidiu buscar uma solução e investiu em um aprimoramento do seu CRM.
Ao usar esse recurso, ele conseguiu organizar todos os seus contatos, separar seus clientes por segmentos, criar tarefas automatizadas de follow up, além de ter acesso a relatórios de suas ações. Dessa forma, Luiz melhorou seu trabalho de manutenção de relacionamentos com clientes e logo conseguiu mais negócios.
Tornando seu follow up efetivo
Em conclusão, todo empreendedor deve adotar práticas de follow up como parte de sua estratégia de sucesso. Seguindo as 5 dicas abordadas aqui, você pode otimizar seu tempo e obter resultados melhores.
Se você ainda estiver lutando com o follow up, não se preocupe: nossos especialistas podem ajudar! Se inscreva no formulário e eles vão lhe fornecer mais dicas e orientação para melhorar seus processos de follow up com base no marketing.
Entenda a estratégia da Heineken para ser uma das marcas de cerveja mais populares do mundo
A estrela vermelha e a garrafa verde vêm à mente quando o assunto é cerveja de qualidade, e essa é só uma parte da estratégia da Heineken. Além disso, vamos entender como a cervejaria holandesa se transformou em sinônimo de eventos esportivos, causas sociais e claro, uma ótima cerveja.
O nascimento da Heineken
Muito antes de se tornar uma das cervejas mais populares do mundo, o nome Heineken pertencia a um jovem holandês. Assim, aos 22 anos, Gerard Adriaan Heineken teve uma ideia que colocaria a sua família no topo de uma indústria de mais de $731.6 bilhões de dólares em 2022.
Em 1864, Gerard percebeu que a indústria cervejeira da Holanda era decadente. As cervejarias estavam fechando por todos os lados. Entretanto, estando em uma cidade de rápido crescimento, ele comprou uma cervejaria com apoio da sua rica mãe. Apesar de não saber na época, essa cervejaria seria uma das maiores do mundo.
Apesar da falta de experiência, Heineken tinha o que realmente conta para o sucesso: mentalidade empreendedora, coragem para fazer as coisas de forma diferente e talento para executar a sua visão
Se diferenciando da concorrência
Diferente do resto do mercado, Gerard sabia que estava correndo um enorme risco produzindo cervejas do tipo Lager. As cervejas dessa família são conhecidas por serem refrescantes e possuem uma fermentação mais lenta. Na época, os holandeses eram conhecidos por beberem ale, Brown e Porter.
Entretanto, em apenas um ano, Heineken tinha produzido 5.000 barris de cerveja. Assim, depois de dois anos, ele já tinha dinheiro suficiente para comprar mais terra, onde criou uma cervejaria ainda maior. Apesar do sucesso meteórico, Gerard não apresentava sinais de que iria se acomodar. E apenas cinco anos após abrir sua cervejaria, ele fez seu primeiro grande movimento.
O jovem holandês descobriu a lager bávara, feita por um concorrente em uma amostra internacional. O gosto efervescente da nova cerveja era um contraste muito bem-vindo para o sabor sem inspiração da lager que ele estava produzindo.
Assim, inspirado por essa descoberta, Heineken começou a produzir lager bávara. Em 1873, se tornou a única cerveja que ele produzia. E a cerveja que iria alavancar a marca a uma posição de destaque.
A expansão local da Heineken
Em 1874, Gerard firmou uma parceria com a D’oranjeboom, uma cervejaria de Rotterdam, e construiu uma nova cervejaria. Agora, com sedes nas duas principais cidades da Holanda, a Heineken estava começando a ser notada.
Em 1875, veio o primeiro prêmio, em uma amostra sediada em Paris. A essa altura, a Heineken tinha a capacidade de produzir muito mais cerveja.
Sendo assim, Gerard percebeu que era hora de colocar o seu produto no mercado global, transformando a marca em um sinônimo de “cerveja de cavalheiros”. Essa ideia se provou brilhante, separando a Heineken do oceano de cervejas associadas a classe trabalhadora, que eram vistas apenas como meros produtos baratos.
O nascimento da Heineken que conhecemos
Gerard estava determinado a descobrir o “segredo das cervejas”. Sendo assim, ele começou a investir em pesquisa e voltou a produzir diferentes tipos de cerveja. Em 1886, ele chegou ao resultado esperado.
Um químico que trabalhava para a empresa, Hartog Elion, criou um tipo mais puro de levedura, conhecido como A-yeast. Essa levedura veio a se tornar parte essencial da produção Heineken.
Após lançarem seu novo produto, a Heineken venceu o Grand Prix na Exposição Universal de 1889. E no ano seguinte, a empresa ganhou outro prêmio por sua inovadora cerveja.
Chamada de “A Invenção”, a nova receita da Heineken se tornou a marca registrada da empresa, que até hoje segue o mesmo padrão. Essa levedura exclusiva é o segredo para o sabor rico, balanceado e levemente frutado que é possível perceber até hoje.
Isso ensinou uma lição importante: a inovação pode gerar um crescimento meteórico. Branding inteligente, unido a novas ideias e investimento em tecnologia fizeram a Heineken se destacar no mercado.
A morte de Gerard Heineken
Até 1893, a cervejaria holandesa já estava produzindo 200 mil litros por ano, muito acima da média de 3 mil litros da maioria das cervejarias do país. Mas, naquele mesmo ano, a empresa foi atingida por uma tragédia que a levaria para novos e inesperados caminhos.
Gerard faleceu aos 51 anos. Assim, sem o seu inovador e corajoso líder, a cervejaria poderia ter falido, como muitas outras concorrentes. Entretanto, a Heineken seguiu em boas mãos, com o filho de Gerard, Henry Pierre, assumindo a frente da empresa.
A Estratégia da Heineken para expansão global
Sob a liderança de Henry, a Heineken cresceu de forma agressiva. Além de adquirir 6 cervejarias dentro da Holanda, a marca começou a almejar outros horizontes. O foco era adquirir novos mercados pelo mundo.
Conquistando o mercado asiático
Em 1932, em uma viagem para Singapura, Pieter Feith, diretor de exportação da Heineken, conheceu dois empresários escoceses. Eles buscavam expandir o empreendimento que tinham, baseado em limonadas e queriam entrar no mercado de cervejas. Feith firmou uma parceria com eles e assim nasceu a Malayan Breweries Limited.
O produto número 1 da nova empresa, a Tiger Beer, se tornaria a cerveja mais vendida da Ásia. Dessa forma, a Heineken continuou a sua expansão pelo continente asiático, adquirindo uma cervejaria na Indonésia. Essa cervejaria começou a produzir a Bintang, que hoje é praticamente sinônimo de cerveja na Indonésia.
O motivo do sucesso da Heineken na Ásia tem uma explicação simples: a marca fez algo que mais ninguém pensou em fazer durante aquele período. Introduzir a cerveja em países que, até então, não tinham cervejarias locais. Foi um golpe certeiro.
A empresa investiu no interesse pela cerveja em diversos países asiáticos e colocou seus fundos em marcas locais, criando uma demanda nacional. Uma vez que a demanda estava criada, a Heineken importava suas outras marcas para o país em questão.
Assim, ao introduzir as receitas superiores aos nativos dos países, a demanda pelas marcas importadas subia. Essa estratégia da Heineken se provou certeira e rapidamente, ela se tornou a marca dominante dentro de diversos países. E isso criou a base para a conquista de outro mercado gigantesco.
A Estratégia da Heineken para dominar o mercado americano
Entre 1920 e 1933, exportar cerveja para os Estados Unidos era simplesmente impossível. O álcool era ilegal no país. Entretanto, Henry Pierre Heineken era um homem de visão e com a determinação de seu pai. Seu objetivo era levar a marca da família para o mercado em que nenhuma outra cerveja havia estado.
E então, quando o álcool se tornou legal novamente, em 1933, Henry não perdeu tempo e cravou a bandeira da marca em solo americano. Depois de 13 longos anos bebendo cervejas de baixa qualidade, feitas em destilarias ilegais, o povo americano clamava por uma bebida de qualidade.
Sendo assim, apenas 3 dias depois da legalização, um barco carregando fardos de Heineken chegava ao porto de Hoboken, em Nova Iorque. Pela velocidade com a qual agiu, a Heineken se tornou a primeira cerveja vendida de forma legal dentro do território estadunidense desde a proibição.
Assim como fez na Ásia, a marca tomou conta do mercado americano, ficando décadas no topo das vendas de cerveja. Mais uma vez, a capacidade de agir rapidamente se mostrou uma habilidade preciosa.
A estratégia da Heineken para sobreviver à Segunda Guerra Mundial
No final da década de 30, o começo da Segunda Guerra Mundial forçou muitas empresas a se reinventarem. Todas as cervejarias sentiram o impacto do conflito, uma vez que o consumo de cerveja caiu 70% na Europa.
Porém, a Heineken cresceu. Em 1941, o sentimento anti-alemão ao redor do mundo só crescia, dando à holandesa Heineken uma vantagem.
Até o momento, a alemã Beck era uma competidora enorme dos holandeses, mas quando a demanda por cerveja alemã entrou em colapso, a marca da Holanda se tornou a maior distribuidora de cerveja do mundo.
Além disso, durante esse período, as forças britânicas tomaram conta das fábricas de Beck’s em Jacarta. A Heineken se alocou nessas fábricas e se tornou a maior fornecedora de cerveja para as tropas aliadas pela Ásia.
Lucro da Heineken em bilhões de euros, dividido por continentes.
Como visto no gráfico acima, a Heineken mantém a sua dominância no território europeu até hoje. Apesar de ter perdido força na Ásia, onde dominou por décadas.
A consolidação do domínio no território asiático ocorreu durante um momento chave. Com a demanda por cerveja crescendo no continente, a bebida tornou-se mais acessível e conhecida na Ásia. E a Heineken aproveitou a sua oportunidade para se consolidar.
Freddy Heineken e o novo momento da empresa
Em 1941, Alfred Henry Heineken entrou em cena, se envolvendo na empresa criada por seu avô. Freddy, como era conhecido, tinha um estilo de vida extravagante e isso fazia com que surgissem questões sobre a sua capacidade de liderar
No ano de 1942, o conselho da empresa o mandou para os Estados Unidos, onde ele adquiriu experiência e maturidade antes que seu pai, Henry, se aposentasse em 1951. Logo depois, apesar das dúvidas sobre suas capacidades, ficou claro que Freddy era realmente herdeiro de Gerard e Henry.
Inovação e coragem eram parte da sua essência, mas o que se destacou foram as suas habilidades de marketing. Freddy criou o departamento de marketing dentro da Heineken, patenteando o “E sorridente” e a estrela vermelha no logo.
Como parte da sua estratégia de marketing para expansão global, a Heineken adquiriu outras cervejarias pelo mundo. Confira alguns dos momentos mais marcantes dessa jornada:
1968: A Heineken comprou a cervejaria holandesa Amstel, sua maior competidora;
2010: A Heineken comprou e absorveu a cervejaria mexicana FEMSA, aumentando assim o seu domínio na América Latina;
2015: A Heineken comprou 50% das ações da cervejaria americana Lagunitas;
2017: A Heineken comprou as 12 cervejarias brasileiras da Kirin;
2017: A Heineken comprou os 50% das ações restantes da Lagunitas, se tornando a única dona.
O apetite pela expansão global está no DNA da marca holandesa, com cada geração de CEOs focando seus esforços no mesmo objetivo. Assim, com um foco em parcerias ambiciosas, aquisições e criação de demanda ao redor do globo, a Heineken concretizou o seu lugar como uma das maiores marcas de cerveja do mundo.
Reconhecimento global: a nova estratégia da Heineken
Uma estratégia que sempre funcionou para a Heineken foi a de proteger a sua imagem de marca. Em um mar de competidores, a marca da garrafa verde se mantém em destaque com um produto premium.
E ainda mais, com o domínio de Freddy em marketing, a empresa cresceu criando uma ideia de superioridade. Vamos entender quais foram as estratégias da Heineken para criar uma imagem que ainda permeia a empresa e a transformou na potência global que é hoje.
Tudo começa pela imagem associada à marca.
Uma logo icônica
Basicamente, a marca da Heineken se resume à estrela vermelha em uma garrafa verde. O contraste gritante entre as duas cores é facilmente reconhecível e chama a atenção de qualquer consumidor.
Não importa se for em uma garrafa, lata, camiseta ou banner em uma propaganda. Você nunca verá a marca da Heineken sem a estrela vermelha e a cor verde, juntas. Mas de onde vêm esse design tão próprio? A origem está na própria cerveja.
A origem da estrela vermelha
Desde a idade média, as cervejarias utilizam o símbolo da estrela de 5 pontas para simbolizar os 5 ingredientes da cerveja: água, lúpulo, leveduras e malte. Unido a isso está a “magia da cervejaria”. A estrela vermelha foi adicionada em 1883 e continuou até 1950.
No meio do século XX, o mundo estava em plena guerra fria e a imagem da estrela vermelha estava associada ao comunismo. Devido à pressão do público, a Heineken modificou temporariamente seu logo para uma estrela branca com as bordas vermelhas.
Com a queda da União Soviética em 1991, a empresa voltou com a estrela vermelha.
Desde então, a imagem da marca tem sido a mesma, mesmo com acusações de simpatia ao comunismo. Em 2017, o governo húngaro ameaçou banir a cerveja do seu país, alegando que a estrela vermelha estava associada ao totalitarismo.
Dito isso, a Heineken se manteve firme. E a empresa tem um bom motivo para isso. Essa é a identidade da marca. Afinal, são mais de 150 anos de herança, carregados pela estrela vermelha com a garrafa verde.
Por que a Heineken utiliza garrafas verdes?
A origem está no fato de que a Heineken, durante a sua expansão pelos continentes, tinha um produto muito mais premium do que o dos concorrentes. Apesar de mais caro, as pessoas preferiam pagar mais pelo melhor produto.
Sendo assim, a marca decidiu adotar as garrafas verdes para que o consumidor note a diferença em relação às garrafas marrom normalmente utilizadas.
Dito isso, a Heineken criou uma narrativa própria em relação à cor das suas garrafas: “o verde foi escolhido porque erradia frescor, naturalidade, pureza e qualidade premium. Assim como a deliciosa e gelada cerveja Heineken que vai dentro da garrafa”.
Vários elementos da marca mudaram ao longo dos anos, como as letras e outras cores. Porém, os dois aspectos mais importantes permaneceram. Juntas, a estrela vermelha e a garrafa verde foram instrumentais para a criação da marca que conhecemos hoje.
Atualmente, a marca está associada a bons momentos, amigos e festas. Quando os consumidores enxergam o símbolo da Heineken, eles sabem que irão se divertir.
A estratégia de marketing da Heineken: O foco nas pessoas
A Heineken é famosa pelas suas propagandas lendárias. Um tema constante na empresa é o foco na comunidade. Como Freddy Heineken disse: “eu não vendo cerveja. Eu vendo alegria”.
A importância do social no marketing da Heineken
Em 2017, a marca sentiu a necessidade de gerar mudanças sociais através das suas campanhas. Pensando em como as interações sociais estão diminuindo devido à tecnologia, a Heineken lançou uma campanha focada em conectar pessoas e gerar compreensão.
Sendo assim, a campanha girava ao redor de duas pessoas, com crenças opostas, procurando um lugar-comum entre si. Como parte do experimento, a Heineken firmou uma parceria com uma organização chamada The Human Library, que tem o foco de destruir estereótipos.
O projeto emprestou as pessoas utilizadas nas campanhas, que vinham de dois backgrounds completamente diferentes. Esse foco nos aspectos sociais é uma importante ferramenta de branding. Mesmo quando não há relação direta com a cerveja, associar a marca a essas questões foi essencial para a Heineken.
Aparições nas grandes mídias
Expor seus produtos de forma “inocente” em grandes veículos midiáticos é uma estratégia famosa da Heineken. Assim, é possível afirmar que a marca não seria o que é hoje se não fossem as aparições (não tão) “inocentes” da marca no cinema.
A Heineken tem investido muito dinheiro ao longo da sua história para colocar seus produtos na UEFA Champions League, Formula 1 e até nos filmes do James Bond.
Com uma parceria no valor de $45 milhões de dólares, a Heineken garantiu o seu lugar como patrocinadora de Skyfall em 2012. Apesar do 007 costumeiramente beber martínis de vodka, ele bebeu Heineken no filme de 2012.
Esse momento foi a cereja no bolo de uma série de comerciais feitos com Daniel Craig (o próprio James Bond no filme) e as outras estrelas da produção.
Se tornando a cerveja dos eventos esportivos
Imagine que você entra em um bar para assistir a um jogo e, com uma série de cervejas para escolher. Qual você escolhe? Aquela mais associada a eventos esportivos, obviamente.
Patrocinar eventos esportivos com grandes audiências é uma maneira inteligente de aumentar a visibilidade da sua marca. Quando o assunto são marcas que se unem com parceiros de peso, poucas se destacam tanto quanto a Heineken.
Os fãs de futebol mundo afora não podem assistir a um jogo da UEFA Champions League sem verem uma série de comerciais da Heineken ao longo do jogo. Sendo assim, com o passar dos anos, a marca se tornou a cerveja não oficial dos jogos de futebol.
Mas a associação aos esportes não para no futebol. A Heineken tem uma forte e duradoura presença no rugby. Desde a Heineken Champions Cup até a parceria oficial com a Copa Do Mundo de Rugby desde 1995, a marca holandesa é a cerveja escolhida por muitos fãs do esporte.
Em 2016, a Heineken se tornou parceira oficial da Fórmula 1. A marca da garrafa verde agora tem o seu nome associado a um esporte repleto de narrativas, drama e claro, muita adrenalina. São 20 indivíduos andando em belíssimos carros a mais de 300km por hora.
Dessa forma, a Heineken novamente soube associar o nome da marca a um esporte de repercussão global. Com isso, transformando a estrela vermelha da empresa em sinônimo de tudo que a Fórmula 1 representa.
A estratégia da Heineken para conquistar novos públicos
Enquanto a maioria das pessoas vê apenas os resultados, o segredo do sucesso está no processo. Ao contrário dos produtos digitais, produtos físicos, como cerveja, não podem ser escalados em segundos para milhões de consumidores. Para que a Heineken se mantenha no topo, são necessárias boas estratégias.
A AB InBev, maior concorrente da Heineken, tem mais poder financeiro, vende mais e possui mais presença de mercado do que qualquer competidora. Sendo assim, resta para a Heineken inovar de forma rápida para se manter na competição.
Jan Derck van Karnebeek é um dos conselheiros da Heineken. Ele explicou que a marca compensa o fato de ser menor do que a sua principal rival, garantindo sua chegada ao mercado antes da concorrente.
A marca holandesa também utiliza seu marketing diferenciado para passar a ideia de que tem o melhor produto. Um excelente exemplo dessa estratégia é a Heineken 0.0, lançada em março de 2017, mudando o mercado de cervejas sem álcool para sempre.
Dominando o mercado das cervejas zero álcool
O consumo de álcool diminuiu ao redor do mundo, principalmente entre as novas gerações. Apesar da cerveja ser comumente associada aos universitários, estudos revelam que 20% dos alunos universitários não bebem.
Essa mudança gradual vem muito aliada ao conhecimento de que o álcool tem efeitos negativos no corpo e no cérebro. Isso é ainda mais presente nos mais jovens, que cresceram com acesso ilimitado a informações na internet.
A COVID-19 também foi responsável, com muitos governos restringindo o consumo de álcool nos seus países. E claro, também existem as preocupações com a saúde e ganho de peso.
Sendo assim, o que a Heineken fez nesse mercado em constante evolução? Fez o que sempre fez. Se adaptou.
Reinventando a cerveja zero álcool
O mercado zero álcool para as cervejas permaneceu pequeno por muito tempo. E isso não é uma surpresa. Apesar dos esforços, a maioria das cervejas zero álcool não tem o mesmo gosto das originais e em muitos casos, são simplesmente ruins.
A Heineken lançou a Heineken 0.0 e uma série de outras cervejas 0% como a Birra Moretti Zero e Old Mout Alcohol-free. O objetivo era lançar uma campanha multi-marcas de cervejas sem álcool para fazer com que esse mercado passasse a ganhar mais presença.
Para solucionar os problemas com o gosto, a Heineken investiu em pesquisas que permitiram que a Heineken 0.0 mantivesse o gosto do produto original. Sendo assim, a marca conseguiu criar uma cerveja que fosse gostosa, sem álcool e com menos calorias.
Para isso, a cervejaria holandesa precisou fermentar a cerveja com álcool primeiro e remover depois. Esse processo permitiu que o gosto original fosse mantido.
Dessa forma, os consumidores que não querem se sentir deslocados nas festas ou que querem uma cervejinha pré-almoço podem aproveitar um produto saboroso e com baixo teor calórico. Tudo isso sem ter problema para dirigir depois. Esse produto revolucionário alavancou a Heineken para o topo do mercado zero álcool.
A estratégia da Heineken no digital
A Heineken tem uma força impressionante nas redes sociais. Sua frente principal é o Facebook, onde a cervejaria holandesa possui mais de 24 milhões de seguidores. É uma vantagem considerando que seus rivais, Budweiser, Guiness e Carlsberg têm 14M, 6.5M e 3.3M de seguidores, respectivamente.
Boa parte do sucesso da Heineken nas redes sociais vem da capacidade de interagir e cativar seus seguidores. Vamos entender como a marca holandesa faz isso com tanta excelência.
Storytelling e a Herança da Marca
Apesar do conteúdo do Facebook da Heineken incluir um pouco de futebol, ele também explora a história da marca. Isso ajuda a criar um senso de pertencimento para os seguidores, que estão acompanhando uma história de mais de 150 anos se desenrolando em frente aos seus olhos.
Um segredo para isso é a utilização do marketing de geolocalização no perfil do Facebook, direcionando conteúdo que será visto como mais relevante para diferentes regiões do mundo.
Um bom exemplo é a utilização da palavra “soccer” para se referir ao futebol nos Estados Unidos. Enquanto isso, no resto das regiões, se usa futebol.
O impacto do tom casual
No Twitter, a abordagem da Heineken é totalmente baseada em futebol. Utilizando um tom casual e controverso, a empresa se posiciona como um amigo dos seguidores.
São vários termos que apenas os fãs de futebol entendem, além de piadas, memes e “hot takes”. Ou seja, entrar no perfil da Heineken no Twitter é como acompanhar uma página especializada em futebol. Isso cria uma conexão com os seguidores, que interagem de forma apaixonada com as postagens.
O futuro da Heineken
Uma marca inspiradora oferece uma base excelente para praticamente qualquer negócio crescer, mas só isso não é suficiente. Quando passamos pelo encanto do branding e das mentes talentosas do marketing, ainda é necessário haver um produto de qualidade que possa sobreviver e prosperar no mercado.
Um estudo recente revelou que, em 2020, o mercado global da cerveja acumulou um valor de quase $594 bilhões de dólares. A Heineken detém 12% do total desse mercado. Nos próximos anos, a indústria cervejeira está projetando um crescimento significativo, com previsão de 3% entre 2021 e 2026.
Esse crescimento fará com que a indústria cresça para um lucro de $709 bilhões de dólares. Estas previsões apresentam um futuro cheio de possibilidades para a marca holandesa.
O que é possível aprender com a Heineken?
A Heineken aprendeu muitas lições preciosas ao longo da sua história. Poucas empresas foram tão certeiras ao modificarem o seu produto, mercado e branding. A história da marca é baseada na parceria com as pessoas certas, nos momentos e locais certos.
Para continuar crescendo, a Heineken precisou olhar para os números. Com eles em mãos, é possível identificar novos públicos, parceiros e investidores externos que irão ajudar a empresa a crescer.
O mercado é volátil, ou seja, está em constante movimento. Para acompanhá-lo, é preciso estar sempre mudando.
O sucesso do seu negócio depende da sua capacidade de adaptação, com novos produtos para novos públicos ou necessidades. De geração em geração, a família Heineken transformou o que se acreditava ser possível no mercado das cervejas.
Com o crescimento do seu status, nem mesmo o sequestro do CEO Freddy Heineken em 1983 foi capaz de frear os avanços da empresa. Afinal, após ser mantido em cativeiro durante várias semanas, Freddy apareceu diante dos repórteres e brincou dizendo que “eles me torturaram, me fizeram beber Carlsberg”.
A estratégia da Heineken aplicada na sua empresa
A Heineken ensinou diversas lições para marcas que buscam crescer na sua área de atuação. E uma delas é ser data driven. Olhar para os números é a única forma de crescer de maneira saudável e consistente.
A V4 Company, maior assessoria de marketing do Brasil, é 100% data driven. Sendo assim, foi desenvolvido ométodo V4. Ele foi pensado para empresas que buscam destaque no digital e não possuem um time especializado em marketing.
O método é baseado em 4 pilares: tráfego, engajamento, conversão e retenção. Dessa forma é possível metrificar e entender o momento da empresa, além de definir quais as melhores estratégias para o seu negócio.
Para que o seu negócio tenha sucesso no marketing digital, um time especializado será necessário. Esse time pode ser interno, com um setor dentro da empresa, ou externo, com agências e assessorias de marketing. Dito isso, é essencial saber avaliar o momento da empresa e quais estratégias fazem sentido para esse momento.
Quer conhecer mais sobre a V4 Company? Então assista o vídeo abaixo:
O que podemos aprender com o livro O Cientista do Marketing Digital?
O livro O Cientista do Marketing, de Dener Lippert traz uma visão revolucionária sobre o marketing digital. Para o autor, o marketing só faz sentido quando vende. Entenda como aplicar as lições ensinadas por Lippert, na prática.
O Cientista do Marketing Digital: Quem é Dener Lippert?
Quem estuda marketing digital provavelmente já ouviu falar do nome Dener Lippert. Mas afinal, quem é ele?
Referência em marketing digital, Dener Lippert é um dos principais jovens empreendedores do Brasil. Fundador e CEO da V4 Company, maior assessoria de marketing do Brasil, Dener também figurou na Forbes Under 30, sendo destaque na área de Marketing & Publicidade.
Além de autor, Dener é mentor da Imersão de Growth da G4 Educação, onde auxilia empreendedores a crescerem nos mais diferentes seguimentos do mercado. O programa já recebeu mais de 1.000 gestores de 700 empresas.
Lippert é host do ROI Hunters, podcast de marketing da InfoMoney que foca em assuntos como growth hacking, marketing digital e business no geral. Além disso, Dener também é presença recorrente no PrimoCast, podcast do canal Primo Rico, que tem Thiago Nigro como host.
O que é Marketing Digital?
O marketing digital utiliza canais e plataformas online para promover produtos, serviços ou marcas. Ou seja, ele envolve o uso da internet, redes sociais, mecanismos de busca e outros meios digitais para alcançar o público-alvo de uma empresa.
Assim, uma das principais vantagens do marketing digital é a capacidade de segmentar o público de forma mais precisa. Ou seja, direcionando anúncios e mensagens para pessoas com interesses e características específicas.
Além disso, o marketing digital permite medir e avaliar os resultados de forma mais precisa, facilitando o ajuste e otimização das estratégias ao longo do tempo. É uma das áreas de atuação que mais cresce no Brasil e no mundo, gerando milhares de empregos.
Por que o Livro O Cientista do Marketing é Importante?
“O Cientista do Marketing”, de Dener Lippert, é uma obra revolucionária que transformou como o marketing digital é visto e praticado. Ele propõe um novo olhar sobre o marketing, afastando-se dos métodos tradicionais e instigando uma abordagem científica para o campo.
No coração do livro está a ideia de que o marketing digital não deve ser considerado apenas uma arte, baseada em suposições e intuições, mas uma ciência. Sendo assim, pode e deve ser sistematizada e analisada a partir de dados e evidências.
Dessa forma, é possível desenvolver e implementar estratégias de marketing mais eficientes e previsíveis. Lippert propõe uma profunda imersão nas técnicas de marketing baseadas em dados e comprovações.
O Cientista do Marketing é um guia
O livro oferece um guia detalhado de como essas estratégias podem ser aplicadas efetivamente, na prática. Assim, proporcionando aos leitores as ferramentas necessárias para transformar suas campanhas e seus resultados.
Além disso, ele também aborda a constante evolução do marketing digital e a importância de manter-se atualizado para acompanhar as mudanças do mercado. O autor convida o leitor a adotar uma mentalidade de aprendizado contínuo.
Lippert destaca que o sucesso no marketing digital está diretamente ligado à capacidade de adaptar-se às novas tendências e melhores práticas. Sendo assim, é necessário estar sempre aprendendo, principalmente com os erros que acontecem ao longo do caminho. Eles ensinam valiosas lições para quem está disposto a aprender.
A influência do livro O Cientista do Marketing tem sido significativa, com profissionais de marketing adotando as técnicas e os conceitos apresentados por Lippert. Afinal, sua abordagem científica tem gerado transformações profundas no modo como as estratégias de marketing são criadas e implementadas, beneficiando tanto indivíduos quanto empresas.
O Cientista do Marketing no Mundo Digital
Como dito anteriormente, o livro O Cientista do Marketing não é apenas uma leitura inspiradora. É um guia prático.
Ele oferece uma visão abrangente e detalhada de como as estratégias de marketing digital podem ser aplicadas efetivamente. Dando assim aos leitores as ferramentas de que precisam para transformar suas campanhas.
O que aprendemos com O Cientista do Marketing
Selecionamos alguns insights que você pode tirar do livro para aplicar nos seus processos. Afinal, eles irão lhe ajudar a entender melhor os processos existentes no marketing digital, além de auxiliar na criação de estratégias realmente eficazes, que trarão retorno real para o seu negócio.
Abordagem Científica para o Marketing: O livro defende a ideia de que o marketing digital deve ser tratado como uma ciência, onde o uso de dados e análises empíricas são fundamentais para a criação e implementação de estratégias eficazes.
Importância da Atualização Contínua: Lippert enfatiza a natureza dinâmica do marketing digital, sugerindo que profissionais da área devem buscar continuamente atualizar seus conhecimentos para acompanhar as novas tendências e melhores práticas.
Uso Estratégico de Dados: O livro realça o valor dos dados no marketing digital, orientando sobre como coletar, analisar e utilizar efetivamente esses dados para melhorar o desempenho das campanhas de marketing.
Foco em Resultados: O autor reforça a importância de focar em resultados mensuráveis no marketing digital, evidenciando a eficácia das estratégias e ações aplicadas.
Importância da Experimentação: O livro encoraja os profissionais de marketing a abraçar a experimentação como uma maneira de descobrir o que realmente funciona e traz os melhores resultados.
Adaptação às Mudanças do Consumidor: Lippert destaca a importância de entender e se adaptar às mudanças no comportamento e nas preferências dos consumidores para criar estratégias de marketing mais eficazes.
Aprendizado a partir dos Erros: O livro aborda a importância de aprender com os erros e fracassos em campanhas de marketing como uma oportunidade para melhoria e crescimento.
Integração entre as Equipes: Lippert ressalta a necessidade de uma colaboração eficaz entre as equipes de marketing, vendas e atendimento ao cliente para alcançar o sucesso no marketing digital.
O Cientista do Marketing e a V4 Company
O livro O Cientista do Marketing tem transformado a maneira como pensamos sobre o marketing digital. Ou seja, é um guia indispensável para qualquer pessoa interessada no assunto.
Dener Lippert escreveu O Cientista do Marketing baseado em anos de estudo sobre a área. Mas além de ser um grande estudante, o autor também aplicou suas idéias e teorias na empresa que fundou e hoje ocupa o cargo de CEO, a V4 Company.
Dessa forma, ao longo dos 10 anos de empresa, Dener desenvolveu seus métodos. E os mesmos transformaram a V4 Company na maior assessoria de marketing do Brasil. Isso demonstra o quanto Lippert confia naquilo que escreveu. Tudo que está no livro foi desenvolvido e testado ao longo de uma década.
Assim, na visão de Dener, o marketing só faz sentido quando vende. Essa mentalidade se reflete dentro da empresa, que tem como foco, gerar mais vendas para seus clientes através do digital.