Category: Mercado

  • O que podemos aprender sobre Marketing com o filme do Mc Donald’s

    O que aprendemos sobre Marketing com o filme do Mc Donald’s

    Filmes são sempre uma ótima forma de vivenciarmos um pouco da história de grandes empresas. Qual empresário ambicioso e preocupado com seu negócio que não olhou mais de uma vez “O Lobo de Wall Street”?

    Em 2016 foi lançado o filme “The Founder” ou “Fome de Poder”, como é chamado no Brasil. Ele conta a história da ascensão do McDonald’s, sendo uma empresa referência, quando se fala em escala. 

    Para se ter uma noção da grandeza dessa companhia: eles já atingiram $27 bilhões de faturamento anual e contam com mais de 37 mil pontos de venda. Tudo graças à visão de um dos empresários mais ambiciosos de todos os tempos: Ray Kroc.

    Ray Kroc e o McDonald’s

    O fundador “teórico” do McDonald’s é Ray Kroc, embora ele não tenha criado a marca. Na verdade, Kroc era um vendedor de máquinas de Milk Shake quando conheceu os irmãos McDonald, que criaram o modelo revolucionário de Fast Food capaz de preparar o lanche em 30 segundos. 

    Isso ocorreu em uma época em que a entrega de lanches era realizada em 30 minutos pelos drive-in’s, com garotas de patins entregando-os no carro. Kroc tinha 52 anos na época.

    Nesse momento, os irmãos McDonald desenvolveram um modelo operacional revolucionário, que ao invés de durar 30 minutos para preparar o lanche, preparava em apenas 30 segundos, o que foi um sucesso na cidade deles.

    Logo que teve contato com o modelo criado pelos irmãos, Ray teve a visão de que aquele modelo poderia ser muito escalado através do modelo de franchising, porém, os irmãos não tinham a mesma intenção. A visão deles era ter aquele negócio com excelência, e que a escala perderia qualidade e que por isso não era interessante para a marca.

    O desentendimento entre Ray Kroc e os irmãos McDonald’s

    Ray então convenceu os irmãos que ele assumindo essa nova operação de franchising conseguiria escalar sem perder qualidade, nem criar problemas e mais trabalho para os irmãos, porém, tudo seria aprovado por eles. 

    Além disso, Ray deveria ser subordinado à dupla McDonald. Todas essas regras ficaram definidas no contrato, porém, alguns pontos ficaram de fora.

    Ao longo da Jornada, Ray começa a se desentender com os irmãos McDonald’s, que limitaram as modificações do negócio. Por esse e outros motivos, Ray fez uma jogada jurídica e conseguiu criar uma empresa à parte.

    Assim, além de registrar a marca McDonald’s obrigando os irmãos a deixarem de usar o nome, desfez a parceria e assumiu o controle do negócio sem a dupla.

    O filme em apresenta uma ampla gama de ideias e reflexões que podem ser facilmente aplicadas no contexto dos negócios e do marketing, confira:

    1. Escolha bem seus sócios

    Embora muitos possam pensar que os irmãos McDonald’s sofreram um golpe, a verdade é que eles não tinham interesse em escalar o negócio e cometeram sérios erros administrativos, como não registrar a marca. 

    A grande lição da história está relacionada aos franqueados McDonald’s. Ray Kroc, que adquiriu a empresa, descobriu que vender franquias para investidores que apenas tinham capital não era eficaz, pois muitos não estavam dispostos a seguir as regras impostas pelo franqueador. 

    Então, ele decidiu vender franquias para pessoas que precisavam trabalhar no negócio e que nunca haviam empreendido antes, garantindo assim que as regras fossem seguidas à risca. 

    Ou seja, assim como no McDonald’s, definir bem o perfil do sócio é essencial para o sucesso do negócio, onde saber bem qual é o papel de cada um e quem tem a responsabilidade de tomar as decisões finais irá evitar muitos problemas.

    2. Envolva todos os stakeholders

    O filme do McDonald’s também traz uma importante lição sobre o perfil dos franqueados de sucesso, destacando a eficácia de casais trabalhando juntos no negócio. Isso se deve ao fato de que um casal com objetivos alinhados, aumenta as chances de prosperidade do franqueado. 

    Essa sincronia é fundamental, como destaca Flávio Augusto da Silva, um dos empresários mais admirados do Brasil. Em um vídeo em que responde perguntas sobre o assunto com sua esposa, Flávio enfatiza a importância de definir papéis claros para a equipe executiva e de ter a família envolvida no negócio. Seguindo essas orientações, os empresários podem aumentar as chances de sucesso do empreendimento.

    3. Hardwork e resiliência inteligente

    Nessa história, o que mais se destaca é a resiliência de Ray Kroc, que iniciou o negócio aos 52 anos e atingiu o sucesso somente aos 60 anos. Entendemos que a idade não deve ser uma desculpa para não empreender, e que persistir diante das adversidades é essencial para alcançar o sucesso.

    Para Kroc, não existe fracasso se você trabalhar duro sem desistir. A persistência é fundamental, mas é importante lembrar que persistir no objetivo é mais importante do que persistir em uma atividade específica. Se o objetivo é ser um grande empresário, é preciso mudar quando necessário e buscar novas formas de alcançar esse objetivo.

    O exemplo de Ray Kroc é citado para ilustrar esse ponto. Afinal, ele mudou a sua estratégia diversas vezes para alcançar o sucesso. Ele começou comprando franquias, mas quando percebeu que os royalties não eram suficientes, passou a comprar os imóveis onde as lojas estavam instaladas e a alugá-los para os franqueados. Dessa forma, sua empresa se tornou uma das maiores administradoras de imóveis nos Estados Unidos.

    Em resumo, além de resiliência, é preciso persistência e capacidade de adaptação para alcançar o sucesso nos negócios. Além disso, entendemos que a idade não deve ser uma barreira para empreender e que é importante ter clareza sobre o objetivo a ser alcançado e buscar novas estratégias para alcançá-lo.

    4. Ganhe mais com o mesmo negócio

    Muitos empresários acreditam que a única forma de aumentar seus lucros é vendendo mais produtos ou investindo em outros negócios. No entanto, Ray Kroc prova que há outras opções

    Quando se sentiu insatisfeito com o valor dos royalties que recebia, Ray não buscou aumentá-los nem estimular as vendas das lojas, mas sim reinventou o modelo de negócio ao comprar as propriedades onde as lojas eram instaladas. Dessa forma, ele passou a ganhar com o aluguel e valorização dos imóveis. 

    Esse exemplo mostra a importância da inovação e da busca por novas oportunidades de negócio para expandir os lucros.

    5. Seja ambicioso, ou alguém será por você

    Enquanto Ray Kroc mostrou uma grande ambição em expandir o negócio e criar um império de fast-food, a dupla McDonald não tinha essa mesma visão. Embora fossem trabalhadores e focados na qualidade, sua falta de ambição os levou a perder o negócio para Ray.

    A história serve como um alerta para empreendedores: se você não for ambicioso, alguém será por você e isso pode levar à sua destruição. Mesmo que você não esteja interessado em criar um império, é importante entender que a falta de ambição pode comprometer o sucesso do negócio a longo prazo.

    Porém, é importante distinguir entre ambição e ganância. Ser ambicioso significa ter uma visão clara e definida para o seu negócio, e buscar alcançá-la com determinação e planejamento. Já a ganância é um desejo excessivo de riqueza ou poder, que pode levar a comportamentos antiéticos e prejudicar o negócio a longo prazo. Aprender a equilibrar a ambição com valores éticos é fundamental para construir um negócio bem-sucedido e sustentável.

    6. A marca

    O filme traz um importante insight sobre a importância da marca para o sucesso de um negócio. No final do filme, Ray Kroc ressalta que o que os irmãos McDonald tinham era uma grande marca, referindo-se ao nome e ao símbolo icônico da empresa. Ele reconheceu o valor da marca e foi perspicaz em seu desejo de possuí-la.

    A identidade visual do McDonald’s é muito bem desenvolvida, com um nome forte e uma simbologia única e facilmente reconhecível. Ray Kroc entendeu isso e viu que a marca era um dos grandes pontos de sucesso do negócio.

    A lição para empreendedores é que a marca é um elemento-chave para o sucesso de um negócio. É importante entender os aspectos que tornam uma marca eficiente e replicá-los no seu próprio negócio. 

    Isso pode incluir o nome, a simbologia, as cores e outros elementos que criam uma identidade visual forte e reconhecível. Investir na construção de uma marca forte pode ser fundamental para diferenciar seu negócio da concorrência e garantir o sucesso a longo prazo.

    Como construir uma marca sólida no mercado com a V4 Company

    Assim como o McDonald’s, muitas empresas crescem e se tornam grandes referências em seus setores. Contudo, para atingir esse nível, é preciso passar por muitas etapas, incluindo a definição de estratégias de marketing digital.

    Além disso, essa é uma área onde a maior parte dessas empresas estão presentes. Logo, isso prova que o mundo digital não é apenas mais uma tendência passageira, mas algo que veio para ficar.

    Pensando nisso, a V4 Company – maior assessoria de marketing do Brasil – busca oferecer o melhor auxílio para empresas que buscam crescer e vender mais através do marketing digital. 

    O principal objetivo é vender o seu produto, vender mais vezes, vender para mais pessoas e vender pelo maior valor. E para isso, é utilizado o método V4, que consiste em 4 pilares: tráfego, engajamento, conversão e retenção.
    Assim, se você deseja expandir sua marca, atingir objetivos e vender mais, o serviço de assessoria de marketing da V4 pode te ajudar.

  • Conheça as estratégias de marketing do ORLANDO CITY S.C.

    Entenda as estratégias de marketing do ORLANDO CITY S.C.

    Orlando City S.C é atualmente um dos principais clubes de soccer dos EUA, ganhando destaque na mídia pelas grandes contratações de brasileiros como o Kaká,  Júlio Batista e também pela inauguração do seu novo estádio. Mas esse é só o começo, e com certeza vamos ver os Lios com muito mais evidência na mídia nos próximos anos, tudo graças a um Marketing vencedor, e hoje eu vou analisar essas estratégias para você.

    Eu já acompanho a trajetória da administração do clube desde que o Flávio Augusto da Silva comprou o time em 2014. Você pode ver uma matéria do Globo Esporte de quando Flávio fez a aquisição do clube por 100 milhões de dólares e como ele já tinha clareza das conquistas que o clube viria a fazer.

    VISÃO, MERCADO E PRAÇA:

    Tudo começa com a visão do empresário. Nada nesse negócio é a toa, Flávio escolheu um time de Orlando por uma série de motivos estratégicos, entre eles o mais óbvio: Orlando é a cidade americana que mais recebem turistas, obviamente eles estão em busca de entretenimento, o que já justificaria investir no esporte, porém, destes turistas a liderança na porcentagem por nacionalidade é do Brasil, o que torna investir no esporte mais popular do nosso país ainda mais óbvio.

    Além disso, Flávio percebeu o crescimento do esporte no país, o insight veio quando ele acompanhava seu filho nos treinos por todo país, ele percebeu que o esporte cresce muito entre o público infantil com grande investimento do país no desenvolvimento do filho no esporte, com o objetivo do filho se destacar e conquistar uma bolsa para jogar em um time universitário, o que é bem popular no país e o que aponta um mercado consumidor em potencial.

    O país também tem um mercado esportivo gigantesco, com destaque para a famosa NBA e NFL que tem o Super Bowl, um dos maiores eventos esportivos do mundo, com o comercial mais caro da história. Lembrando que o esporte, os clubes nos EUA são empresas, não entidades como no Brasil. Esses são um dos motivos que justificaram o caminhão de dinheiro que o empresário investiu no clube.

    Quando se entende essa visão de Flávio, se entende porquê dos resultados. O time segundo a Forbes já em 2016 estava avaliado em 240 milhões de dólares, 140% mais do que o Flávio investiu, isso que o seu estágio não estava pronto, logo vai passar do US$1bi.

    Eu sempre digo que Marketing não é publicidade, não é simplesmente fazer anúncios, é muito mais amplo do que isso. Se você for ver o básico, os 4 P’s por exemplo, um dos é praça, que engloba vários fatores relacionados a mercado, analisando o caso do Orlando City nota-se que esse critério foi muito bem pensando.

    Um outro “P” é o Produto, o que é muito bem pensado nesse clube de futebol. Como já falamos bastante da praça, do público-alvo, fica claro o destaque que os Brasileiros tem nesse mercado, e para um produto agradar esse mercado é necessário que se tenha afinidade com o mesmo. Por isso logo no início da trajetória do clube, Flávio contrata um velho amigo, garoto propaganda da sua empresa anterior, Wise up: o Kaká.

    Atualmente ganhando U$ 7.4 milhões de salário, é o jogador mais caro da MLS. A contratação é muito estratégica para o produto ser interessante para o público, o Kaká é extremamente admirado pelos brasileiros, é o jogador mais popular no Twitter no mundo e já foi eleito o melhor do mundo. Além dele, outros brasileiros de destaque começam a se compor o produto, entre eles Júlio Batista.

    Antes de qualquer promoção, um produto bem formatado é fundamental para o sucesso comercial de qualquer negócio, e nisso eles vem acertando muito bem.

    VENDAS E RECORRÊNCIA

    Flávio, antes de tudo é um grande vendedor, e ele conseguiu trazer muito bem os seus princípios de vendas para o Orlando City. Um dos pontos que o Flávio fala e eu gosto muito é a questão da venda ativa, que não basta ficarmos de braços cruzados na “loja” esperando o cliente entrar, precisamos ser ativos, ter o resultado de vendas sob nosso controle.

    Com essa filosofia, atualmente o Orlando tem um grande time no Back Office onde, mais de 40% dessa equipe, trabalha com vendas. O foco nessa área se reflete nos resultados comerciais do negócio, atualmente o time está perto de ter 100% dos seus ingressos vendidos para todos os jogos da temporada.

    Além disso, nos Estados Unidos é comum se vender Season Tickets, que é todos os ingressos para uma temporada. É como se você estivesse fazendo uma venda recorrente, seu esforço de venda, ao invés de ser uma venda, você transforma em várias vendas.

    Eu indico que você tente encontrar um jeito de criar recorrência nos seus produtos, para assim aumentar o Lifetime Value do seu cliente. Uma dica é acompanhar a VINDI, meio de pagamento recorrente muito utilizado pelos clientes da V4 Company.

    Além dos ingressos, que são os produtos principais, o Orlando City é líder na venda de patrocínios entre os clubes da MLS. Isso é saber trabalhar bem seu Mix de Produtos. Eles poderiam estar contentes com as vendas apenas dos ingressos, mas não: vendem tudo que é possível vender.

    FAZER MAIS COM MENOS

    Essa semana, no domingo dia 05/03/17 o Orlando City inaugurou seu estádio, o que para nós brasileiros gera uma dúvida logo que você olha para o tamanho da estrutura, que é bem inferior aos dos clubes brasileiros.

    O estádio tem capacidade para aproximadamente 27 mil pessoas, sendo que os brasileiros giram em torno de 50mil pessoas. A justificativa para essa decisão é extremamente inteligente: no projeto, foi avaliado que a presença média nos jogos era de aproximadamente 27mil pessoas. Então, porque colocar o dobro de lugares, gastando milhões de dólares a mais para um vez que outra isso ser útil? Vamos poupar esses milhões e ter o máximo de retorno com o mínimo de investimento.

    PERSONAL BRADING

    Um ponto de destaque da história do Flávio que envolve o Orlando City é o trabalho que ele faz através das redes sociais com o Geração de Valor, acumulando milhões de seguidores fãs da sua personalidade. Flávio diz que isso não é uma estratégia de autopromoção, porém conseguiu captar diversos investidores que eram seguidores da página.

    Foi ofertado para os “GVs” a possibilidade de ganhar o Green Card investindo mais de US$ 200mil no Orlando City e então uma fila de seguidores com esse capital para investir apareceu.

    O que reflito sobre isso é o poder da publicidade, mesmo que a intenção dele não fosse ganhar nada com o GV. Uma audiência tem muito poder e capacidade de gerar receita, principalmente um engajada, então considere construir uma para você.

  • O que você precisa saber sobre criação e desenvolvimento de web site

    Tudo que você precisa saber sobre criação e desenvolvimento de um web site para sua empresa

    Você está pensando em investir na criação e desenvolvimento web site? Hoje existem centenas de milhões  de Web Sites desenvolvidos na internet, mas, pelo incrível que pareça, muitas empresa ainda não tem um site. A intenção desse artigo é mostrar se você precisa ou não de um Web Site e o que ele precisa ter para atingir seus objetivos. Tudo que realmente importa saber sobre o tema, eu vou transmitir aqui, vamos lá:

    PARA QUE SERVE UM SITE?

    Como qualquer projeto dentro de uma empresa, é preciso se pensar no Objetivo do mesmo. Se você está pensando em desenvolver um Website porque todo mundo tem, e você acha que precisa de um também, esqueça! Isso não é verdade.

    Eu acredito que o grande motivo para se investir no desenvolvimento de um site seja gerar mais negócios para sua empresa. Você também pode querer ter um site informativo, como por exemplo sites de grande grupos que servem para publicar informações relevantes para investidores, mas essa não é a realidade da maioria das empresas.

    A maioria das empresas precisa crescer, vender mais, para mais pessoas, mais vezes e pelo maior valor. Se esse é o cenário da sua empresa, então você precisa investir no desenvolvimento de um site.

    Mas não é qualquer site, você precisa desenvolver um web site que vende! ALERTA: A maioria dos sites não vendem nada. As empresas contratam qualquer um pra colocar um panfleto online da sua empresa na internet, esse tipo de web site é um custo, está longe de ser um investimento.

    Um site que é um investimento é um que vai gerar negócios que possibilitam o calculo de um ROI, quanto foi o retorno sobre o investimento desse site. O melhor jeito de se ver um site é como uma loja, um novo canal de venda. Ninguém investe em uma nova loja ou em um novo canal de vendas pra bonito, investe para vender.

    OBJETIVO S.M.A.R.T

    Desenvolvimento de Web Site

    Existem um método para definição de objetivos, que nós utilizamos na V4 Company, que é muito útil e simples, chamam de método S.M.A.R.T.

    São cinco passos, ou 5 itens, para a definição de um objetivo. Cada letra é um item que seu objetivo deve ter, vou explicar ele para você definir o objetivo do seu site, mas não só dele, em outros projetos da sua empresa ele pode ser útil.

    • Specific (específicos)
    • Measurable (mensuráveis)
    • Attainable (atingíveis)
    • Realistic (realistas)
    • Time Bound (temporizáveis).

    O primeiro ponto é definir um objetivo específico para o seu projeto, ou seja, um único objetivo claro, como pro exemplo para o desenvolvimento de um web site poderia ser “Criar um novo canal online para geração de vendas”.

    Criar um novo canal para geração de vendas é especifico mas não é mensurável, meu objetivo tem que ser mensurável, então poderia ser “que gere R$100.000 em faturamento”.

    Agora temos um objetivo especifico e mensurável, mas ainda temos que analisar se ele é atingível e realista, para esse julgamento vai variar de projeto para projeto, mas é fundamental que você tenha confiança que esse objetivo é atingível e realista, se você não tiver essa confiança é porque tem algum problema no projeto.

    O último ponto é temporizável, em quanto tempo queremos atingir esse objetivo. Outro aspecto que vai variar de empresa para empresa.

    O resultado final poderia ser: Criar um novo canal online para geração de vendas que alcance R$100.000 de faturamento em 6 meses com um gasto máximo de R$ 10.000.

    A Heflo, tem um artigo bem completo sobre o tema.

    QUANTO DEVO GASTAR COM UM SITE EM QUAL TIPO DE SITE

    Esse é um ponto bem variável, o que eu acredito ser fundamental deixar claro nesse ponto é que o desenvolvimento de um web site vai ser barato ou caro dependendo do resultado que ele gerar, então é fundamental que você saiba quando esse projeto pode gerar de receita, em que tempo e a que preço, conforme definimos no objetivo S.M.A.R.T.

    MODELO SIMPLES. LEAD PAGES + BLOG.

    O custo do desenvolvimento de um web site vai depender principalmente do nível de complexidade tecnológica envolvida. O que é importante você saber é que sites básicos, que envolvem pouca tecnologia, como por exemplo o próprio site da V4 Company, que é um site completo, capaz de gerar muita receita para diversos tipos de negócio.

    Esse tipo de site é muito barato de ser feito, quando ele é feito pela V4 por exemplo, nós nem cobramos pelo desenvolvimento, então se você for desenvolver um site simples desse, indico que não se invista praticamente nada, mas se concentre em investir em compra de tráfego, que é fundamental para o web site gerar vendas. Você pode saber mais sobre compra de tráfego nesse artigo, clique aqui.

    Caso você invista no desenvolvimento desse tipo de web site, eu indico que seu custo máximo  seja de R$ 2.000 mais uma  mensalidade de R$ 300 para manter suas lead pages no ar. Lembre-se de ter claro como você terá retorno sobre esse investimento.

    MODELO COM FUNÇÕES INOVADORAS. 

    Outro tipo de site que você pode estar pensando em desenvolver, pode envolver algum tipo de função muito diferente ou inovadora, algum tipo de função que você imaginou que seria interessante para o seu negócio, como por exemplo em sites de tintas com funções de colorir paredes automaticamente quando o cliente faz o upload de uma imagem. Esse tipo de função exige alguma horas de desenvolvimento o que vai implicar em custos. Você pode contratar freelancer por um preço muito baixo em sites como freelancer.com. Ou um empresa especializada no desenvolvimento desse tipo de web site, porem o custo vai ser bem superior.

    Um ponto de atenção que eu destaco para quem está pensando em desenvolver esse tipo de funcionalidade em um website, é que avalie se isso realmente vai gerar retorno para o seu negócio, muitas vezes não vai gerar nenhum resultado, principalmente quando não se tem verba de mídia e se acredita que esse tipo de função vai viralizar, as chances de isso acontecer são baixas.

    Para a maioria dos negócio o primeiro modelo, o simples, que é uma junção de lead pages e blog em WordPress, que tem praticamente nenhum custo, vai ser capaz de gerar muitos negócios para sua empresa, então avalie bem a necessidade de funções mais complexas. Um segmento que na maioria das vezes esse modelo simples ão funciona, é varejo, para a maioria é necessário um e-commerce, vamos entender os custos que envolvem um.

    E-COMMERCE 

    O E-commerce vem crescendo a passos largos ano após ano em todo mundo, no brasil não é diferente. Uma notícia que é interessante para entender o tamanho do potencial desse canal é o recorde de vendas em um único dia do Alibaba.com, que atingiu no dia 11 de Novembro de 2015 US$ 14 Bilhões em vendas em um único dia. Você pode ver a notícia completa no portal Investimentos e Notícias.

    Para a maioria dos varejistas não existe outra opção, o e-commerce é o melhor modelo de web site para se atingir resultados significativos. O primeiro ponto que você precisa saber antes de investir em um e-commerce é que você precisa ter um ERP. É fundamental que antes de qualquer coisa você tenha o controle do seu estoque centralizado em um Software de gestão que possa ser sincronizado com o seu e-commerce e disponibilizar 100% do estoque das suas lojas online.

    Um erro muito comum em quem quer entrar no e-commerce é criar um estoque separado para vender online, mesmo quando se tem diversas lojas. Esse é um erro porque uma das grandes vantagens de se ter um e-commerce é poder colocar o que está parado no estoque das lojas disponível online, e não ter o custo de um novo estoque para esse canal.

    Para você saber mais sobre ERP e softwares de gestão eu indico o Portal ERP.

    Após ter o seu estoque controle e integrado em um único lugar, você vai partir para o desenvolvimento de um E-commerce. Um ponto muito importante na contratação de uma empresa para desenvolver seu e-commerce é que essa empresa tem que ter focada no desenvolvimento de e-commerce, não adianta controlar uma empresa que “também” faz e-commerce. Isso é fundamental porque e-commerce é complexo e exige foco. Eu indico a Moovin, uma plataforma de e-commerce que nós trabalhamos e que é extremamente eficiente.

    Alguns pontos que a Moovin tem que são fundamentais para o seu e-commerce:

    SEO: A plataforma é otimizado para os mecanismos de buscas. O que significa que ela tem todos os pontos tecnológicos que vão facilitar para que a plataforma ganhe relevância nos mecanismos de busca. Se você quiser saber mais sobre SEO, além dos artigos da V4, você pode consultar o site SEO para Jornalistas, que é focada exclusivamente no tema, clique aqui para acessar.

    Integração com ERP: A plataforma de e-commerce precisa ter a possibilidade de integrar com o sistema de gestão que você utiliza, isso vai fazer com que os seus estoques se comuniquem com a loja virtual.

    Versão Mobile: O e-commerce precisa ter uma versão desenvolvida especificamente para dispositivos móveis. Tanto para facilitar a usabilidade do usuário e assim gerar mais vendas, quanto para aspectos de SEO, onde o Google valoriza muito sites que tem versão mobile.

    Integração com Marketplaces: Grandes sites como Wallmart, Mercado Livre, Americanas e etc… Eles estão migrando para o modelo de Marketplace, onde eles são uma espécie de Shopping Online, onde eles vendem produtos de outras lojas e a sua também pode vender lá. Plataformas como a Moovin são integrados com os principais Marktplaces do Brasil.

    Os custos de um e-commerce serão o de integração do ERP com a plataforma caso o seu ERP não seja integrado com a plataforma que você escolheu. Esse custo vai variar de ERP e de Plataforma, pode não ter custo nenhum caso o ERP já esteja integrado como pode chegar até R$ 5.000 como eu já presenciei em projetos aqui na V4.

    Depois você terá o custo de implementação da plataforma, boas plataformas tem o custo de R$ 7.000 até R$ 20.000 dependendo da plataforma e do Layout.

    O último custo é mensalidade, que normalmente é um mínimo mais uma porcentagem sobre as vendas, normalmente esse custo é de 2 até 3% do faturamento da sua loja. Quando ela não tem faturamento o custo mínimo é algo entorno de um ou dois salários mínimos.

    O QUE UM SITE TEM QUE TER

    Já falei um pouco sobre isso, mas gostaria de dar ênfase em alguns pontos que são essenciais em qualquer projeto de desenvolvimento de um web site, são eles:

    Tráfego: Antes mesmo de pensar em como será o seu site, você tem que ter claro como trará acessos para ele. Um site sem acessos, é como uma loja no deserto. Um site tem basicamente duas formas de ter acesso, orgânica e paga. A forma orgânica é posicionando o seu site nos mecanismos de busca ou tendo pessoas buscando pela sua empresa. A forma paga é investindo em mídias digitais como Facebook Ads e Google Adwords. Não vou estender muito esse tema aqui, no blog falamos bastante sobre e também indico os cursos do Mestre do Adwords caso você queira se especializar em tráfego.

    Engajamento: Após saber como atrair as pessoas para seu Web Site você precisa envolver elas com a sua empresa. Aqui entra um ponto muito relevante que é UX, a experiencia do seu usuário dentro do seu site. São diversos pontos que podemos falar sobre esse tema, mas um resumo é que você utiliza a filosofia “Não me faça pensar”, o seu usuário não pode pensar muito para fazer a ação que ele quer dentro do seu site, pensando assim, você vai desenvolver um bom layout.

    Uma versão mobile é fundamental para garantir uma experiência mais significativa no seu web site. Se você quiser se tornar um especialista em design e usabilidade, eu indico os cursos da Alura, você pode acessar aqui.

    Conversão: É fundamental que você tenha uma estratégia de conversão clara no seu web site, como ele vai gerar vendas? Você pode fazer isso da maneira mais obvia vendendo online, isso vai implicar em negociação com meios de pagamento, ou você pode optar pela geração do Lead (Oportunidade de negócio, contato de um usuário) para que uma equipe comercial entre em contato com esse lead e garanta a conversão na sequência.

    Após definir a sua forma de conversão é fundamental monitorar os resultados e otimizar para que você tenha o máximo de conversões na sua operação. Muitas vezes será necessário mudar ou adicionar meios de pagamento, otimizar  o layout e criar ganchos que gerem mais interesse do usuário em tornar-se um lead.

    Retenção: Acessos são ouro na internet, é uma batalha para conseguir um acesso, por isso você precisa valoriza-ló e desenvolver estratégias para se apropriar do trafego de uma maneira que você cada vez tenha que comprar menos mídia e ter mais acessos recorrentes. Para isso você pode utilizar e-mail marketing, ter iscas, como um ebook, dentro do seu site que garanta a captura do e-mail do usuário para que você possa trazer esse acesso novamente em outro momento.

    Você pode optar pela produção de conteúdo dentro do seu blog, o que pode dar motivo para o usuário querer acompanhar o que você publica e assim acessar mais vezes o seu site, até ele estar pronto para se tornar um lead e comprar o seu produto ou serviço.

    WORDPRESS, BOM E BARATO.

    Eu não poderia deixar de dar enfase no WordPress nesse artigo. O WordPress é uma plataforma de gestão de conteúdo muito popular em todo o mundo, o grande lance do WordPress é que ele aos olhos do usuário é um website comum, porem ele tem um baixíssimo custo de desenvolvimento.

    Além de um baixo custo de desenvolvimento e uma ótima estrutura que atende todos os requisitos do Google para ficar bem posicionado no mecanismo de busca. Você também pode comprar layouts de todo o mundo por um preço extremamente acessível, um bom tema não custa mais do que U$50 e você pode comprar em site como ThemeForest.

    Você podo se aprofundar muito mais sobre WordPress acessando o portal Escola WP.

    MACRO INDICADORES E RESULTADOS

    Após você ter desenvolvido seu site, é hora de mensurar os resultados dele. Para isso é fundamental que você instale o Google Analytics em seu site, assim você terá informações básicas como Acessos, Bouce, Origem e etc.

    Com essa informações você vai monitorar o fluxo de pessoas no seu site e essas informações vão dizer como seu site está e o que você precisa fazer para melhorar. Por exemplo:

    Se seu site tem um bom número de acessos, mais de 500 por dia por exemplo e você não está gerando nenhum lead interessado, ou nenhuma venda no seu e-commerce, com essas informações da pra concluir que seus acessos ou são desqualificados ou sua usabilidade está ruim, não está levando o usuário para tomar a ação que você quer.

    CONCLUSÃO

    A intenção do artigo é fazer com que você saiba tudo que é necessário antes de investir no desenvolvimento de um web site. Agora com certeza você está preparado para fazer esse investimento de maneira muito mais segura. Caso você tenha dúvidas, e queira saber mais sobre como dar os próximos passos no universo digital, você pode entrar em contato com a V4 nesta página, basta clicar aqui. 

  • Saiba se comunicar com seu Público-alvo

    Público-alvo: Você sabe com quem está falando?

    E mais do que com quem você está falando, você sabe como falar com essa persona? Você sabe o que é persona? Sua empresa precisa saber com quem está falando, para saber como falar e onde encontrá-la!

    Bem, você sabe que as pessoas não são iguais. Desta mesma forma, os clientes também não, as pessoas têm interesses distintos e costumam navegar em locais diferentes umas das outras, para saber mais sobre personas e a construção deste público clique aqui.

    Para contatar com cada tipo de público é preciso uma abordagem discriminada, mas essa teoria é um assunto básico, no entanto, você sabe quais são essas formas? E quais são as que se encaixam melhor a situação do seu negócio?

    Todos estes assuntos abordados esta semana, assim como os assuntos desta publicação, são funções de uma agência de assessoria de vendas. Você sabe o que elas fazem que as distingue de uma tradicional agência de marketing digital? Não, então, antes de mais nada, clique aqui e leia esse artigo.

    Seja para investir em mídias online, além de saber quais, você precisa saber quanto.

    Você precisa ter conhecimento de design para ilustrar seu negócio para o seu público, além de entendimento de tráfego, seja para o google ou facebook ads, pelo menos.

    Além disso, você precisa saber configurar seu site de uma forma colaborativa para vendas e SEO, também será preciso um redator que saiba descrever tudo isso em palavras que chamem a atenção do seu público.

    Resumidamente, cada um destes setores são um profissional no mercado, multiplique isso por um salário mínimo para cada um, caso contrate estagiários, parece caro aumentar suas vendas na internet, certo?

    Na verdade não, pois existem empresas especializadas em executar este processo para seus clientes, como a V4 Company, empresa voltada totalmente para a conversão de vendas online, que disponibilizam todos estes profissionais, com equipes focadas em analisar o seu mercado e elaborar e implementar seus projetos.

  • Agência de Marketing Digital realmente funciona?

    Agência de Marketing Digital não funciona!

    A primeira coisa que você deve entender é as diferenças entre uma Agência de Marketing Digital de uma agência de publicidade: Nenhuma.

    Se você comentar esta frase com qualquer outra agência do mercado, com certeza vão ficar esperneando. Irão dizer que são coisas diferentes, porque é normal neste business nomes diferentes para coisa iguais. Pense bem: A internet é apenas um novo meio, mais democrático de se comunicar com o consumidor.

    Ambas são empresas de comunicação que deveriam, deveriam, ajudar seus clientes a se comunicarem melhor com o seu público, e assim alcançarem mais resultados.

    Mas na maioria das vezes não é isso que acontece…

    Você sabe porque a maioria das empresas não conseguem fazer campanhas efetivas para vender mais com a internet?

    O grande motivo é que as empresas estão sendo iludidas por profissionais desqualificados e defasados, que não dominam as técnicas efetivas de vendas e muito menos de Marketing Digital.

    O mercado está inundado por profissionais de publicidade, jornalismo ou relações públicas. Formações tradicionais da grande maioria dos profissionais de comunicação que os prepara para focar apenas em subjetividades e nada práticas, quando o que de fato importa é saber como vender o produto.

    Essa é a consequência de um problema antigo, o modelo de negócio do mercado publicitário.

    Uma agência de publicidade vende seu serviço criativo em troca do que chamamos de fee, um valor mensal pago sobre as horas trabalhadas.

    Mas o grande ganho da agência não está no fee, mas sim no agenciamento de mídia. Por isso elas são chamadas de agências. Caso você não saiba, uma agência recebe até 20% sobre a veiculação de uma mídia na publicidade tradicional (rádio, televisão, jornal, …).

    O grande problema é que, pelo fato de receberem essa grande remuneração em cima do orçamento do cliente, uma agência de publicidade vira um sistema viciado: Ela irá entregar para o cliente o que gera mais comissão para si, ou seja, grandes veículos que cobram valores exorbitantes.

    AS AGÊNCIA DE MARKETING E PUBLICIDADE SÃO COMO TÁXIS

    A agência de publicidade hoje está na mesma situação dos Táxis contra o Uber. Elas estão abraçadas no seu velho modelo, onde o cliente não tinha opções e não aceita a mudança iminente que as novas mídias trazem. Elas querem apenas manter seus serviços extremamente rentáveis e sem compromisso com a venda…

    Com a ampliação a democratização do computador e da internet, toda essa segurança das agências está em xeque. Já que a audiência não fica mais restrita a grandes veículos e o trabalho de geração de criativos cada vez mais difundido (o segredo do sucesso de qualquer publicidade), o modelo de negócio de agências se mostra cada vez mais defasado.

    Não é de hoje que o mercado está cada vez mais competitivo. Em reflexo às empresas precisando reduzir custos e ampliar suas vendas, é chegada a hora de buscar alternativas também no marketing.

    Antes de entrar na faculdade, no meu primeiro negócio, conheci o livro “O fim do Marketing como nós conhecemos” do grande Sergio Zyman, Ex-diretor da Coca-Cola. Nesse livro ele defende que a publicidade e as agências estão fadadas ao fracasso, que o modelo de Marketing defendido por elas é inviável. Vou resumir as quatro maiores reflexões do livro:

    MARKETING É VENDA

    Ele defende, e eu concordo plenamente, que marketing só é marketing quando vende tudo o que a empresa é capaz de produzir.

    Ele traz das suas experiências que o mercado publicitário nunca quis se comprometer com o resultado, e mesmo dentro da Coca-Cola era normal gastar com publicidade sem ter certeza de um retorno financeiro. Ele mudou isso

    SEM COMISSÃO PARA ÀS AGÊNCIAS

    Zyman, implementou na relação da Coca-Cola e suas três agências o fim das comissões de mídia que as agências recebiam. Quando ele propôs esta mudança, ouve um grande conflito com todos os envolvidos, pois este novo acordo representava uma perda de milhões para aquelas agências.

    Sergio foi resistente. Fez um acordo de bônus por performance, mas zero de comissão por mídia. Ele reconhecia o trabalho criativo das agências e remunerava muito bem. Mas era preciso entregar retorno sobre o investimento, não apenas ideias fantásticas e troféus de publicidade.

    No final do primeiro ano desse acordo ele entregou para as agências cheques milionários referente aos bônus por performance que as campanhas geraram

    BELEZA É COADJUVANTE, RESULTADO É PROTAGONISTA.

    O setor de criação das agências é composto por artistas com um ego gigantesco. Eles vivem para criar sua arte. Para Zyman isso é uma grande bobagem. A arte, a beleza de um trabalho de marketing, de uma campanha é secundário. O que importa é o resultado que ele vai gerar

    NÃO QUEREMOS PRÊMIOS, QUEREMOS RESULTADOS.

    Esse é um dos grandes problemas que eu vejo no velho modelo das agências. Dentro delas tudo pára quando um projeto concorre a alguma premiação. O grande resultado da agência é receber o prêmio, como por exemplo o famoso leão de Cannes.

    Um prêmio entre amigos que julgam qual deles fez o trabalho mais bonito e inovador. Resultado não é um quesito desse julgamento.

    Zyman defende que isso é bobagem. A Coca-Cola não quer ganhar prêmios, quer ganhar dinheiro. É para isso que uma empresa existe. Para ele, a arte, a beleza de um trabalho de marketing é secundário. O que importa é o resultado que ele vai gerar.

    A RESISTÊNCIA DAS AGÊNCIAS

    O livro que eu trouxe de exemplo foi publicado em 99. Até hoje este assunto é polêmico e passa longe da maioria das agências de publicidade e marketing. Essas agências estão na zona de conforto, seu modelo continua sendo muito rentável e muito clientes não às questionam Então para que mudar, certo?

    Com a chagada do digital, as agência simplesmente se adaptaram seu modelo arcaico para esse novo meio. Sendo assim, elas são as responsáveis por tentar trazer a publicidade tradicional para a internet.

    Com isso, essas agências vem tendo grande dificuldade. Aos poucos o mercado está se dando conta que esse modelo não é vantajoso e está à procura de novas soluções.

    PUBLICIDADE É ROI

    Recentemente o McDonald’s anunciou que trocou sua agência de publicidade após 35 anos de parceria. Por que você acha que esta mudança aconteceu?

    Esta é uma das principais contas de publicidade do planeta, bilhões investidos por ano. A troca de agência não é o grande ponto dessa notícia. Tanto o McDonald’s quanto sua antiga agência não irão continuar a existir. Mas sim o que me toca é a forma como a nova agência será remunerada.

    Esta nova agência será remunerada 100% por performance. Isso mesmo, ou entrega resultado ou não leva nenhum centavo para casa.

    Essa é uma grande tendência do mercado. A decisão do McDonald’s deixa claro que os grandes gestores não vão mais aceitar o “mi mi mi” das agências, a conversa fiada que utilizam para tentar justificar seus resultados pífios e dos seus investimentos com papo, impressões ou likes (se muito!), e não com fatos, com vendas.

    No site Meio&Mensagem publicou um artigo sobre o tema, o autor Rafael Damasceno concluiu seu texto com uma afirmação extremamente pertinente:

    “Para as agências, é simples: precisam mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.”

    Dou ênfase para o trecho que ele afirma que se as agências que não encontrarem uma forma de se adaptar terão que encontrar uma forma de pagar as contas com estátuas de Leões de Cannes. Uma provocação que vai de encontro com uma das lições que trouxe de Zyman. Não precisamos de prêmios, precisamos de resultados.

    Inclusive as agências já estão revendo o custo de investimento para a premiação de Cannes, conforme esse artigo da Folha de S.Paulo. É isso mesmo. Caso você não saiba, para concorrer ao prêmio, o pré-requisito não é dar resultado e muito menos ser criativo, mas pagar uma pequena fortuna que custa para concorrer. Por isso, no meu ponto de vista, este prêmio não avalia nem a criatividade das campanhas, porque se uma grande campanha por algum motivo não se escreveu, ela não será avaliada.

    Outra publicação que eu não poderia deixar de citar nesse texto, é o Ecommerce Brasil, artigo escrito por Eduardo Muniz, que exemplifica como o modelo das agências prejudica o anunciante.

    Neste artigo ele comenta que a grande maioria das agências de publicidade tradicional ainda aplica um modelo de negócio focado em vender mídia para grandes veículos e portais. Por esse motivo, o foco da empresa não é fazer o cliente vender, e sim fazer com que o mesmo anuncie em mídias que pagam as maiores comissões para a agenciadora.

    O interessante desse artigo é que ele mostra como o movimento do E-commerce tem contribuído para essa nova visão de mídia e performance. Com a internet é extremamente fácil mensurar o retorno com os custos de Marketing. Saber aonde o dinheiro está indo, se ele está dando resultado e como otimizá-lo.

    GRANDES VEÍCULOS QUE ANTEVEEM O FIM DAS AGÊNCIAS.

    Para deixar claro que o modelo tradicional das agências, além de não funcionar está fadado ao fracasso, eu reuni 5 grandes portais que eu considero confiáveis e que publicam bons artigos que anteveem o fim das agências. Veja:

    1.Proxxima: Agência de propaganda: o que será dela?

    Nesse artigo, fica evidente a crise que o setor vive por não inovar e ficar preso ao mesmo modelo trabalhado há séculos; um setor preguiçoso que, além de não fazer nada de diferente, fica tentando desmerecer grandes inovações, como o Google Adwords.

    Comunique9: O suposto fim das agências de publicidade.

    A notícia publicada no portal traz um vídeo incrível que mostra a suposta “última agência de publicidade da Terra. O vídeo evidencia a arrogância e ignorância do setor, que insiste em fazer o mesmo que sempre fez, enquanto o mercado implora por novidades. O consumidor, que está sempre um passo a frente, não ficou refém deste modelo retrógrado e debandou para outras meios de comunicação. Veja:

    Ideia de Marketing: Os possíveis caminhos para reinvenção das agências de publicidade.

    Não é apenas as agências de publicidade que estão ultrapassadas, mas todos os setores da comunicação. É assim que inicia o texto do portal Ideia Marketing. O artigo traz a ideia que as empresas de publicidade e marketing precisam ter sinergia com o mercado, ao invés de agir por conta própria e olhando para o seu próprio umbigo, apenas.

    BlogRP: Será que estamos vivendo o fim do marketing?

    Ariane Feijó traz nesse texto uma visão mais reflexiva sobre o fim do marketing tradicional. Ela defende que o Marketing não irá acabar, ele é fundamental para o capitalismo moderno. O texto defende um Marketing mais consciente, com responsabilidade social, diferente do modelo Mad Man tradicional do mercado.  A visão do texto é mais ampla e reflexiva, mas com certeza aponta uma necessidade de mudança no segmento.

    NINGUÉM QUER SE COMPROMETER

    Nesse mercado, a maioria dos profissionais não quer se comprometer com a conversão de vendas para o cliente. Por isso focam em tópicos menos relevantes, como ganhar curtidas no Facebook, seguidores no Instagram ou banners bonitinhos para o site, mascarando a atenção para o que realmente importa: os resultados. Em vendas.

    No portal Melhor do Marketing, um artigo interessante é “Tudo que branding não é”. Branding é um dos termos “bonitinhos” mais usados para justificar o custo de marketing. O artigo evidencia que marketing é marketing e branding é branding. Marketing, na visão do artigo, tem que gerar vendas, enquanto branding é o ato de gerenciar uma marca. Ou seja, o seu orçamento de marketing tem que gerar vendas, suas ações de branding, não necessariamente.

    Branding é, sem dúvidas, um assunto muito popular. Outro ponto de vista sobre o tema é do Portal Design Brasil. Indico que você leia este artigo se quiser saber mais sobre o tema. Ele chega a conclusão que branding e marketing são assuntos diferentes, e devem ser tratados como tais.

    Mais uma vez quero evidenciar o que o termo agência significa, na essência é um negocio que agencia algo. Em um relato de Abel Reis, CEO no Brasil da Dentsu Aegis Network, ele diz que as agências como negocio intermediários não irão mais existir. Elas serão substituídas por serviços de consultoria profissional.

    A V4 Company, por exemplo,  não é uma Agência de Marketing Digital, ela é uma Assessoria de Vendas com a Internet. Consegue agora notar a diferença?

    A nossa visão desde o início da empresa era claro: o modelo tradicional de agência não resolve o problema do mercado. Este modelo não consegue transformar o orçamento de marketing em mais vendas.

    Mas já que a V4 Company não é uma agência, é uma assessoria, qual a diferença? O que é uma Assessoria?

    A assessoria existe para auxiliar o cliente como um especialista, ela é a autoridade num assunto que vai levar o cliente até o fim do processo. Um bom exemplo são escritórios de advocacia. Você os contrata com um objetivo e ele vai guiá-lo por todo o processo até atingir seu objetivo. Na V4 não é diferente.

    Como no escritório de Advocacia, você chega aqui com um objetivo (que sempre está atrelado a ampliação de suas vendas), nossa equipe avalia o caso e traça uma estratégia para atingir esse objetivo. Por trás destas decisões está todo nosso know-how e conhecimentos absorvidos em pesquisas feitas diariamente por nossa equipe em todo mundo, sempre em busca da melhor estratégia.

    Contratando uma Assessoria, ela vai representar a sua empresa nesse processo, ou seja, ela vai executar boa parte das ações que irão levar sua empresa até o objetivo. Vender o seu produto, vender para mais pessoas, vender mais vezes e vender pelo maior valor.

    COMPROMISSO COM O RESULTADO

    Não é magica, é método! Ideias mirabolantes para ganhar dinheiro do dia pra noite na internet não funcionam, e você já deve saber disso. O fundamental não é buscar essas formulas, e sim aprender os métodos já comprovados que funcionarão também para a sua empresa.

  • Venda mais através do ERP

    Diminua seus custos fixos de operação e venda mais através do ERP!

    Entre as tantas vantagens do uso de um ERP (do inglês Enterprise Resource Planning), que pode ser traduzido como o “planejamento dos recursos das empresas” está sem dúvida a redução de custos.

    Na prática, o ERP é o sistema responsável por reunir, gerir e automatizar as operações diárias de uma empresa. Ele organiza o trabalho e concentra todas as informações úteis e necessárias para o gerenciamento.

    Na maioria das vezes, as micro e pequenas empresas acabam por se utilizar das retrógradas fichas e planilhas, o que descentraliza a informação, faz com que muita coisa se perca e aumenta o custo operacional. Isso porque muitas vezes são necessárias várias pessoas para administrar todo esse sistema manual.

    As empresas que aderem ao ERP, além de reduzirem seus custos de operação, podem trabalhar de forma muito mais estratégica através dos filtros do sistema. Nele é possível saber quais são os seus produtos mais vendidos, quais os melhores clientes e as melhores/piores épocas do ano para comercializar cada produto.

    As vantagens dessas informações são inúmeras, entre elas a maior previsibilidade das vendas, onde você pode trabalhar para otimizar as vantagens competitivas, melhores clientes e épocas do ano de picos de vendas. Além de identificar os gargalos de “baixa temporada” e produtos acumulados em estoque para encontrar novas maneiras de formatá-los e comercializá-los.

    Quando você trabalha de forma manual, além de todas as desvantagens que já apresentamos aqui, você acaba perdendo muitas vendas, principalmente por clientes de remarketing. Isso porque nem sempre o seu prospect está propenso a concretizar a compra. E se você não tiver um histórico automatizado da situação de negociação de cada cliente, a grande maioria vai se perder, justamente pelo tempo que você precisa dedicar para outras demandas.

    De forma geral, o ERP sempre vem para atualizar e instaurar uma nova cultura na empresa. O que é sempre muito positivo no sentido de redução de custos, melhor organização, centralização da informação e automatização do processo.

    E você, acredita na importância de “crescer do jeito certo”?

    Costuma investir para profissionalizar a sua empresa?
    Me conte aqui nos comentários.

  • Ferramentas para desenvolver seu negócio com o engajamento

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: AS FERRAMENTAS

    Que ferramentas seu público irá utilizar/necessitar durante a interação com seu produto ou serviço? É justamente isto o que iremos descobrir neste último dos 5 artigos da série “Desenvolvendo seu negócio através do engajamento”! Se este é o seu primeiro contato com este conceito, lhe aconselho fortemente a acessar os artigos anteriores aqui.

    Como descobrir quais são as ferramentas

    Descobrir quais as ferramentas necessárias para seus usuários não é nada complexo; pense nisso como um levantamento de requisitos básicos para oferecer seus serviços! Uma mesa, prato e talheres para um restaurante, um computador e uma mesa para um programador, e assim por diante. Para facilitar esta atividade, utilize a seguinte estratégia: escreva todas as ações (ou tarefas) que ele executa quando está interagindo com seu produto/serviço. Agora destaque os substantivos destas frases. Estas palavras são aonde provavelmente estarão as ferramentas que ele vai necessitar.

    Veja abaixo o exemplo de um serviço de balanceamento e geometria de uma oficina:

    • Entrar e encontrar um espaço para estacionar o carro
    • Realizar a vistoria inicial com os equipamentos específicos
    • Fazer orçamento do valor do balanceamento e geometria dos pneus
    • Aguardar o carro ficar pronto
    • Pagar o serviço e sair da oficina

    Alguns são de responsabilidade do cliente, outros da oficina, mas é visível as ferramentas que deverão estar presentes neste serviço oferecido. E no caso do mundo digital? vamos olhar para o processo de compra de um produto em um e-commerce e seu engajamento:

    • Entrar no website e procurar o produto desejado
    • Analisar preço do produto, valor de frete, verificar promoções, códigos de desconto, comparar com outras lojas
    • Efetuar a compra, inserindo seus dados pessoais e os dados de compra
    • Conferir e finalizar o processo de compra.
    • Receber por email a confirmação e o código de rastreamento da mercadoria
    • Receber o produto no endereço designado

    Aí estão as ferramentas! Um plataforma de eCommerce, um ERP, um host para seu website, um software de email marketing, e por aí adiante. Não importa qual atividade estamos falando, através desta ferramenta é possível descobrir quais serão as ferramentas necessárias de uma forma rápida! Ah, e aconselho você realizar isto junto com os responsáveis pelo fluxo de vendas de seu negócio pois, além de lhe dar a possibilidade de analisar como eles pensam sobre o processo vigente, você poderá eliminar possíveis ruídos na comunicação entre o que está previsto e o que está sendo realizado.

    Se adaptando ao mundo digital

    Cada vez mais estamos acostumados a utilizar o mundo digital para facilitar operações, como as redes sociais, métodos de pagamentos online, ou até efetuar todo este processo no ambiente virtual. Estamos alcançando um nível muito alta de confiança nestes processos digitais, e esta segurança é totalmente justificada devido à segurança que ela nos passa. Assim foi quando passamos de barras e moedas feitas de metais preciosos para os certificados, posteriormente para o dinheiro como o conhecemos hoje, até aos cartões de crédito. Aceitamos estas mudanças porque acreditamos nelas e sabemos de seus benefícios.

    Saber mostrar esta segurança (e passá-la ao cliente, não se esqueça disso!) pode ser a diferença entre direcionar este engajamento para uma conversão e perder o cliente em virtude da falta de confiança que ele sente em seu negócio e seus métodos.

    Obrigado por nos acompanhar durante esta série sobre engajamento! Nós da V4 esperamos que você tenha grandes insights a partir destas análises que fizemos nestas 5 postagens. Qualquer dúvida, fale conosco na sessão de comentários abaixo ou saiba mais sobre nosso trabalho de assessoria através desta página!

  • As ações para desenvolver seu negócio com o engajamento

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: AS AÇÕES

    OK, até agora aprendemos sobre como descobrir nosso cliente ideal e como entender as dores e objetivos deste público em nossa estratégia de engajamento. Agora é o momento de observarmos como eles agem e quais ações eles performam durante o processo até alcançarem seus objetivos.

    Você, como consumidor, consegue perceber quando um processo de compra é bem pensado e bem executado: Você tem liberdade para analisar o que quiser, se necessitar de ajuda você sabe aonde encontrar ou para quem perguntar, os produtos estão todos identificados, a fila para efetuar o pagamento, se ela existir, não é uma experiência enfadonha, e muitas outras características positivas. Na verdade, você nem pensa a respeito disso, é tão bom que parece natural. Mas acredite, quem está por trás desta experiência estudou minuciosamente seus costumes.

    No mundo digital, este estudo é ainda mais aprofundado, visto que talvez o seu público-alvo seja de imigrantes digitais (pessoas que não nasceram rodeados de gadgets e estão se adaptando aos processos que muitos de nós já estamos acostumados). Sistemas e fluxos digitais voltados para pessoas acima de 30 anos certamente deverão ter uma atenção especial em como este usuário se comporta, o que ele espera encontrar e o quão fácil é para ele efetivamente completar seus objetivos. Aí entram outras estratégias como pregnância, usabilidade, mas este é um papo para outro post. Vamos focar aqui nas ações que sua audiência faz e classificá-las.

    São três grupos principais de ações de engajamento: ANALÍTICAS, PROATIVAS e REATIVAS. Cada uma deverá ser analisada separadamente.

    AÇÕES ANALÍTICAS

    Dizem respeito aos atos passivos do usuário com seu produto ou seu ambiente. Não há a necessidade de intervenção ou estímulo, o cliente está absorvendo o que você está oferecendo passivamente. Pode ser os itens à mostra em sua loja ou uma página de entrada (landing Page) de seu e-commerce. Lembre-se que, mesmo que seja passivamente, alguma ação estará sendo realizada. Dê liberdade para que ele se sinta parte e encontre seu lugar dentro da proposta que você está trazendo.

    AÇÕES PROATIVAS

    São as que o usuário pode fazer por si mesmo, sem nenhum intermédio, com um resultado (output) esperado. Testar um produto que está no mostruário, ler o panfleto onde está descrito os serviços que você presta, preencher um formulário de inscrição, visualizar diferentes cores para o mesmo produto em seu e-commerce, são todos exemplos em que seu cliente irá agir de modo independente. Seu objetivo aqui é criar um ambiente em que ele se sinta seguro e confortável para efetuar tais ações.

    AÇÕES REATIVAS

    Quando seu público enfrenta uma dúvida sobre o tamanho de certo produto, vai efetuar uma compra no caixa, ou qualquer outra ação que não dependa somente dele, ele estará performando ações do tipo reativas. Imagine você receber várias mensagens no seu celular, mas ele não lhe avisa que elas chegaram. Estranho, não é? Por isso existe o sistema de notificações com um ambiente específico para este propósito (barra de notificações). Você deve reagir para conseguir ler estas mensagens que chegaram. O mesmo modelo deverá ser utilizado em seu negócio, pois assim ele não cairá no esquecimento e continuará relevante para o seu público.

    No geral, são estes os tipos de tarefas ou ações que você deverá analisar em seu negócio. Busque reações que tragam um feedback positivo para reafirmar as escolhas que o cliente for executando. Não há como ignorar um produto/serviço que faz você se sentir bem durante as interações do processo. E lembre-se: as pessoas fogem da dor para depois buscar o prazer. Então elimine ao máximo a ansiedade e nervosismo atrelado ao seus processos.

    Na próxima e última postagem, iremos falar sobre as ferramentas de engajamento que o usuário dispõe e como ele as utiliza. Fique ligado!

  • Como varejista cresce 3x em 3 anos com consultoria de marketing?

    Como varejista cresce 3x em 3 anos com consultoria de marketing. Veja!

    Entenda como uma consultoria de marketing muda a realidade de uma empresa!

    Hoje quero contar a história de uma das primeiras empresas assessoradas pela V4 e que permanece conosco até hoje: a Loja Visacon!

    A Visacon contratou a consultoria de Marketing da V4 em 2013, no mês de fevereiro mais precisamente. O cenário  da empresa naquela época era o seguinte:

    • Presença Digital: 0%! Não tinha site tampouco página no facebook, nenhuma presença na internet
    • Lojas: 1
    • Tempo de mercado: 20 anos
    • Vende pela internet: Não

    Uma empresa com 20 anos de mercado muitas vezes acaba se acomodando. A Visacon por muito tempo foi assim também. A empresa foi gerenciada durante muitos anos por seu fundador que, com o passar do tempo, começou a desacreditar no empreendimento… E com a falta de foco, a empresa só decaía. Aquele momento, que por muitos pode ser visto como um período de crise, para Fabiano Xavier (atual proprietário) foi visto como uma oportunidade.

    Naquele momento Fabiano tinha um varejo bem inferior em uma localização bastante desprivilegiada. Foi então que recebeu uma oferta para adquirir a Loja Visacon, com 15 anos naquele momento, grande espaço no mercado e tudo para ser um grande negócio! Fabiano não pensou duas vezes, assumiu o risco e o controle da Visacon!

    Cinco anos se passaram e com muito trabalho árduo, Fabiano tornou a loja uma das principais do estado no seu segmento! Entretanto, com tanto foco e trabalho desprendido por parte do empreendedor e sua equipe gerencial para colocar a Visacon novamente em destaque, eles não conseguiram dar atenção às novas tecnologias e oportunidades de negócio que a internet dispunha.

    Foi nesse momento que a V4 Company e Visacon se encontraram e firmaram uma parceria através de uma consultoria de marketing! O objetivo incial era que a V4 pudesse introduzir a Visacon na internet de maneira inteligente e estratégica, de forma que contribuísse para a ampliação das vendas do negócio!  Após três anos de muito trabalho da consultoria de Marketing da V4 com a Visacon, o cenário atual da empresa neste momento é o seguinte:

    • Presença Digital: 100% Uma das melhores lojas virtuais do segmento, fanpage com quase 90.000 seguidores, alto engajamento na internet e diversas publicações atingem 2.000+ likes
    • Lojas: 4
    • Tempo de mercado: 23 anos.
    • Vende pela internet: Sim

    Depois desses anos a empresa triplicou seu tamanho e faturamento! A consultoria de Marketing da V4 iniciou um trabalho bem diferente para a Visacon dentro do que existia de possibilidades naquele momento! Fabiano poderia contratar uma agência de publicidade, agência de marketing digital ou algum treinamento de vendas tradicional. 

    A empresa era consciente de que nenhuma das opções tradicionais do mercado entregariam um resultado de fato relevante! Assim escolheram a V4, por seu foco exclusivo em vender o produto do cliente, vender para mais pessoas, vender mais vezes e vender pelo maior valor. A consultoria de marketing da V4 é focada quase que exclusivamente em trabalho de Marketing Digital, a escolha por essa frente se deu analisando o grande poder de escala que as mídias digitais permitem.

    E-COMMERCE

    O primeiro grande esforço foi criar uma e-commerce, uma loja virtual para a empresa oferecer os produtos e ter um novo canal de vendas de baixo custo! Existia, entretanto, muita descrença da parte da diretoria da Visacon naquele momento. Porém, a V4 iniciou a operação com um conceito muito claro aqui dentro da empresa, o que chamamos de M.V.P.

    MVP é um conceito que surgiu no Vale do Silício no ecossistema das Startups. Em português significa “Mínimo produto viável”. Basicamente é um conceito que defende a ideia de você testar uma hipótese com o mínimo de recursos até validar a sua operação para somente depois escalar o projeto. 

    Sendo assim, criamos um piloto de loja virtual para Visacon, com praticamente R$ 0 de investimento. Os primeiros pedidos começaram a chegar para a surpresa da diretoria do negócio que não acreditava no canal. Com o método V4 para vender qualquer produto com a internet era inevitável aquele cenário! As vendas começaram a crescer levando a empresa a se modificar inteira para agora escalar aquele projeto. Sendo assim, nós auxiliamos na escolha de um novo ERP, o software de gestão da empresa, principalmente com o objetivo de ter um maior controle do estoque, integrando estoque+loja+e-commerce, sendo uma introdução deles a uma conceito de Omni Channel.

    Junto à implementação de um robusto ERP, desenvolvemos o projeto da nova loja virtual da empresa, dessa vez para competir frente a frente com as principais empresa do País. Contratamos uma das melhores plataformas disponíveis e criamos o projeto. Você pode acessar a nova loja clicando aqui.

    Um último destaque que gostaria de dar para o projeto do canal de vendas online é o layout, pensado para levar o máximo de usuários ao check-out, a melhoria constante nesse quesito é uma realidade full-time desse projeto. Além disso, levamos uma empresa de uma loja em uma cidade do Rio Grande do Sul, para todo Brasil. Os principais estados que comprar hoje da Visacon é Rio de Janeiro e São Paulo, sem a empresa ter nenhuma operação física nos mesmos.

    MÍDIAS SOCIAIS

    Como citado no início deste artigo, a Visacon no início da consultoria de marketing da V4, não tinha nenhuma presença digital ou qualquer trabalho nas mídias sociais!

    A etapa da construção das mídias sociais da Visacon faz parte da história da V4 Company por um motivo: A mudança do algoritmo do Facebook.

    Isso foi importante porque quando o projeto iniciou, as fanpages entregavam as suas publicações para 100% da audiência que seguia aquela page, ou seja, se sua Página tivesse 3.000 seguidores, todos eles veriam sua publicação. Isso não é mais assim, e muitas empresa nem sabem disso!

    O algoritmo do Feed de Notícias do Facebook foi alterado, ele passou de uma ordem cronológica para uma ordem de relevância. Sendo assim, o algoritmo julga quais são as publicações dentro amigos, páginas, grupos e anúncios que são mais relevantes para o usuário e assim expõe os mesmos. O problema é que o algorítimo julgar que a sua publicação é relevante para o usuário é uma missão quase impossível e que literalmente muda todas as regras do jogo. Naquele momento nosso projeto estava muito focado em construir uma audiência, já tínhamos mais de 30.000 seguidores conectados a página da loja e constantemente sendo direcionada para compra (físicas e virtuais). Desde aquela época então a construção de audiência deixou de ser o foco total do trabalho. Hoje buscamos ampliar o engajamento, para que assim seu conteúdo seja entregue para o maior número de usuários e que os mesmo venham a consumir.

    O desafio então é gerar audiência e ao mesmo tempo crescer o engajamento da página.

    Para fins de comparação, uma página da Netshoes que tem mais de 9 milhões de seguidores, na última semana a publicação que mais obteve engajamento foi um com 1.1k de likes, contra a Visacon que com apenas 84 mil seguidores conseguiu na última semana atingir mais 3.5k de likes em uma publicação. Ou seja, mesmo com um número bem inferior de audiência, o engajamento é 3 vezes superior.

    Vendas geradas na loja são constantes por causa do conteúdo gerado na internet, além da parcela de acessos gerados da rede social para a loja virtual da empresa.

    *Todo conteúdo da Visacon disponível online foi produzido pela V4 Company. 

    AMPLIAÇÃO DAS LOJAS

    Com o aumento da demanda gerada pelo impacto das mídias digitais, inevitavelmente a empresa a ampliou em 3x o número de pontos de venda somente na sua cidade, elevando o faturamento a outro nível junto com toda a estrutura administrava do negócio. As mídias sociais fizeram com que a empresa alcançasse mais de 100.000 pessoas semanalmente apenas na região, considerada uma das marcas mais lembradas do segmento na grande Porto Alegre!

    Confira o vídeo mais recente produzido pela V4 Company, que mostra um pouco do momento atual da empresa, incluindo seu novo setor administrativo, que nesse período mais que dobrou o número de pessoas envolvidas e foi de uma sala/estoque de 30mt² para um novo espaço com mais de 100mt².

    A INDUSTRIA VISACON93

    Um dos pontos na gestão de qualquer negócio que V4 defende muito, é a diversificação do negócio. O objetivo é sempre encontrar novas formar de comercializar a solução de uma empresa sem nunca perder o foco no corebusiness.

    Com esse intuito, desenvolvemos o MVP da marca própria da Visacon, a qual chamamos de VISACON93, uma referência ao ano de fundação da empresa. Com o mínimo de investimento no desenvolvimento do produto nesse primeiro estágio de MVP, porém agora com a grande presença digital, e a branding da Visacon super valorizada pelo consumidor, conseguimos lançar as primeiras peças Visacon. Peças essas que inclusive também foram projetadas pela equipe de Design da V4 Company, obviamente nosso foco não é desenhar roupas e estampas, porém com nossa filosofia de MVP, optamos por não incentivar a empresa a investir no desenvolvimento do produto sem antes saber se haveria aceitação do público pela marca.

    O investimento em uma marca própria é uma estratégia que indicamos para qualquer varejista de moda. A marca própria corta o intermediário e deixa a empresa menos dependente da indústria além de agregar valor ao próprio varejo. No caso de franquias, por exemplo, muitas vezes empresários as adquirem para ter acesso à marcas que ele não teria independentemente. Depois de ter acesso às marcas, é muito comum o varejista não renovar o contrato de franquia porque o consumidor não irá valorizar tanto o nome da loja em que está comprando, mas aquela que possui tênis da marca Nike, por exemplo, por um preço menor. A marca própria é melhor maneira de tornar o seu varejo multimarca diferente e mais valioso no mercado!

    O investimento no projeto MVP da marca própria da Visacon levou a empresa a comercializar mais de 4.000 produtos no primeiro ano. Agora, junto à consultoria de marketing da V4, estamos projetando a ampliação dessa linha de produtos que podem no futuro ser comercializados em atacado, levando a Visacon de um pequeno varejo local de apenas uma loja, para uma marca nacionalmente reconhecida.

    Espero que você tenha aprendido algo relevante com história dessa empresa, que além de cliente antiga da V4, tem excelentes gestores que são nossos amigos pessoais. Construímos uma relação que valorizamos muito!

    Confira esse vídeo com depoimento do proprietário da Visacon e outros resultados gerados pela V4 para outros negócios:

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    Se você quer ter esses resultados no seu negócio, nós talvez possamos ajudar você! Você pode clicar aqui para se aplicar e possivelmente receber uma mentoria gratuita da V4. Após fazer a aplicação, nossa equipe avalia o seu negócio, se julgarmos que ele tem potencial e que podemos auxiliá-lo a vender mais, disponibilizamos uma mentoria gratuita, onde vamos entregar um plano de ação para sua empresa vender mais todos os dias. Clique aqui e cadastre-se!

  • O grande objetivo para desenvolver seu negócio através do engajamento

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: O GRANDE OBJETIVO

    Esta nossa série de posts sobre o desenvolvimento de seu negócio através do engajamento com seus clientes chega ao seu segundo episódio falando sobre os macro objetivos de sua audiência

    Seu público possui uma dor. Agora, como ele age quando ele tem que lidar com esta dor,  este problema? Aonde ele quer chegar depois desta dor? Fique com este conceito em mente, busque sanar este problema, baseie neste objetivo o seu sucesso. Suas métricas e estatísticas deverão refletir seu progresso em direção ao sucesso deste produto em eliminar a dor de sua audiência. Mas calma, há mais dentro desta questão.

    Aonde está doendo?

    Você tem que entender a proporção da dor que você estará solucionando. No universo do usuário, esta dor poderá ser relativamente pequena. Ele (o problema) só deverá ser grande o suficiente para você construir um produto/serviço em volta dele. Acima da dor de seu produto, existe uma sequência de outras conquistas que a pessoa busca que são mais importantes. Veja o exemplo abaixo:

    Esta sequência representa a dor que um lojista está sanando, e toda a complexidade de outras conquistas correlacionadas a ela. Ah, e lembre-se: esta sequência pode muito bem representar apenas um usuário e seus múltiplos desejos. Os níveis demonstram mudanças cada vez mais íntimas que afetam ao usuário. Como você já deve saber, não são todos os clientes que demonstram suas maiores ambições logo no primeiro contato; cabe a você entender esta sequência e usar estas ligações para conectar o seu produto/serviço com os maiores desejos de seu cliente!

    Este é o real motivo: ele mesmo.

    É exatamente este o motivo pelo qual o cliente está na sua loja, ou está contratando os seus serviços. Não é pela decoração, ou porque é caro/barato, ou porque eles gostam de você. Pensar desta maneira lhe libertará do ego que existe em ser dono de um negócio, transformando você em uma pessoa humilde e capaz de produzir coisas incríveis e úteis, sem se apaixonar por elas. E assim perceberá, de uma vez por todas, que o mais importante nessa história é valorizar quem entra na sua loja, e não quem estava apenas falando sobre ela.

    Na próxima postagem, vamos analisar quais as ações que esta audiência normalmente realiza ao entrar em contato com seus serviços. Até lá!