Author: V4 Company

  • A grande importância de analisar dados na gestão de E-commerce

    A grande importância de analisar dados na gestão de E-commerce

    A Importância da Análise de Dados na Gestão de E-commerce

    Falar de estratégias de marketing e crescimento do mercado digital e não falar de análise de dados é um grave erro para qualquer pessoa que faz gestão de e-commerce.

    Os dados estão, cada vez mais, movendo as decisões de empresas de qualquer porte, que os utilizam para gerar insights e tomar decisões mais assertivas, se baseando em informações reais em vez de achismos.

    Todavia, analisar dados não é algo tão simples, tendo em vista que a quantidade de informações presentes nos relatórios de qualquer ferramenta, hoje em dia, confunde a cabeça de quem não sabe organizar as informações.

    Da mesma forma que dados isolados não são informações, uma grande quantidade de dados reunidos em um relatório são uma armadilha para quem costuma trabalhar com números e não com informações.

    Pensando nisso, preparamos este artigo para te auxiliar na sua gestão de e-commerce, utilizando a análise de dados como forma de gerar mais vendas e fortalecer o seu posicionamento digital.

    O que é análise de dados?

    Entender esse termo de forma literal traz compreensões ambíguas, o que acaba fazendo as pessoas caírem em algumas armadilhas dos relatórios das ferramentas de marketing.

    Vamos supor que você está fazendo a sua gestão de e-commerce e solicita um relatório das mídias sociais ao time de marketing. Dentro desse relatório, existem muitas métricas, mas quais devem ser analisadas?

    Alcance, impressões, cliques, CTR, conversões, quantidade de anúncios, visualizações em um vídeo, são tantos dados que podem gerar uma confusão na cabeça de quem os está analisando.

    A análise de dados de verdade segue uma linha onde os dados são filtrados de acordo com o objetivo da análise, tornando a interpretação facilitada e a tomada de decisão guiada pelas informações mais relevantes.

    Entendendo o que são os dados dos relatórios

    Ao reunir informações sobre os diferentes canais que são utilizados para potencializar o e-commerce, os dados apresentados nem sempre são compreendidos.

    Pensando nisso, vamos separar as principais informações que estão presentes nos relatórios das ferramentas para que você entenda o que significa cada dado e possa filtrar de acordo com o que é relevante para determinada análise.

    Mídias sociais

    • Alcance: quantidade de pessoas alcançadas pelas publicações, anúncios, stories ou qualquer conteúdo publicado na página da empresa;
    • Impressões: quantidade de vezes que determinada publicação apareceu para as pessoas. A quantidade de impressões será sempre igual ou maior que o alcance, significando que apareceu 1 ou mais vezes para as pessoas impactadas;
    • Cliques: no caso de anúncios, este dado representa a quantidade de cliques que determinado criativo obteve durante o período que está sendo analisado;
    • Engajamento: quantidade de interações que o anúncio obteve. Esta interação pode ser visualizar o vídeo, curtir, comentar, salvar, compartilhar, entre outras ações do usuário;
    • CTR (Click Through Rate): refere-se à taxa de clique do seu anúncio, calculada pela divisão do número de cliques pela quantidade de impressões e multiplicando o resultado por 100%;
    • Conversões: número de conversões realizadas através de determinado anúncio ou campanha. A conversão é definida durante a configuração da campanha, podendo ser cadastro, compra, adição ao carrinho, entre outras.

    Site/loja virtual

    • Visualizações de página: quantidade de páginas visualizadas durante determinado período;
    • Sessões: quantidade de sessões iniciadas pelo usuário no seu site. Uma nova sessão é contabilizada quando o usuário fecha o navegador, abre novamente e acessa o seu site, por exemplo;
    • Usuários: número de pessoas que acessou o seu site durante o período analisado;
    • Taxa de rejeição: porcentagem de pessoas que aterrissou em uma página do seu site, não executou ação alguma e saiu;
    • Tempo médio de visualização de página: tempo médio que as pessoas ficam em cada página dentro do site (sessões caracterizadas como rejeitas não contabilizam tempo de página);
    • Páginas/visita: quantidade média de páginas que os usuários acessam a cada visita ao seu site;
    • Conversões: quantidade de conversões realizadas no site. As conversões são configuradas de forma personalizada e podem ser cadastros, vendas ou acesso a determinada página. Tudo depende da forma como o administrador configura a plataforma.

    E-mail marketing

    • Envios: quantidade de pessoas que a campanha foi enviada;
    • Entrega: quantidade de pessoas que receberam o e-mail (podendo ser na caixa de entrada ou no spam);
    • Abertura: quantidade de pessoas que abriram o e-mail;
    • Cliques: quantidade de vezes que os leads clicaram no e-mail. Aqui, vários cliques por um mesmo contato são contabilizados;
    • Bounce rate (taxa de retorno): porcentagens de endereços de e-mail que não aceitaram a mensagem e a mesma retornou.

    Por que fazer análise de dados?

    Existem muitos motivos para gerar relatórios e analisa-los antes de tomar qualquer decisão. A competitividade do mercado reduziu a margem de erros, portanto, as decisões precisam ser cada vez mais assertivas.

    Assim como o marketing, a gestão de e-commerce é uma ciência que precisa levada a sério. Por isso, os dados são extremamente importantes para garantir um desempenho satisfatório da sua loja virtual.

    Dentre os muitos benefícios da análise de dados para a sua loja, podemos destacar:

    • Conhecimento do cliente e validação da persona: analisar o comportamento do usuário dentro da sua loja é importante para entender se o público atingido é o correto, assim como compreender se a persona está de acordo com o público que está efetivando as compras;
    • Previsibilidade: analisar os dados da forma correta permite que você faça uma análise preditiva com base em dados anteriores. Você pode projetar a próxima campanha de natal analisando os dados da campanha passada, por exemplo.
    • Análise de sucesso das ações: saber se determinada campanha foi um sucesso ou um fracasso também depende dos dados. Se as metas foram definidas, a análise será importante para identificar o cumprimento ou não dos objetivos estabelecidos;
    • Crescimento dos resultados: se é possível analisar histórico e fazer o cruzamento com as campanhas que foram realizadas, fica ainda mais fácil entender o que deu certo, o que não deu e projetar as próximas ações, focando sempre no crescimento do e-commerce.

    Como agrupar os dados para gerar insights?

    Essa é a grande pergunta, principalmente para quem está começando a fazer gestão de e-commerce. Organizar os dados é uma tarefa crucial para que a análise seja relevante e as decisões sejam mais assertivas.

    Definindo o objetivo da análise

    O primeiro passo é, sempre, definir o objetivo da análise, para que esta tenha um norte e seja direcionada para o que o gestor espera. Por exemplo, pode-se fazer uma análise das mídias sociais para verificar engajamento.

    Uma outra análise pode ser feita nos acessos ao e-commerce, visando entender qual o comportamento do usuário dentro do site. Cada objetivo definirá as informações mais relevantes e o período a ser analisado.

    Selecionando as informações

    Após definir o objetivo, selecionar as informações será mais fácil. É importante que o gestor defina quais serão os dados mais relevantes e, caso queira, também pode definir dados secundários, para complementar a verificação.

    A seguir, elencamos alguns tipos de análises básicas de um e-commerce, para exemplificar a seleção de métricas durante uma verificação.

    Comportamento dos visitantes 

    Visando entender o comportamento dos visitantes dentro do site, o gestor pode analisar dados como:

    • Páginas mais acessadas;
    • Quantidade de páginas por visita;
    • Canais de origem;
    • Fluxo de visualização das páginas;
    • Dados demográficos.

    Desempenho de anúncios de conversão

    Em uma campanha de anúncios no Facebook, os dados mais relevantes a serem selecionados pelo gestor são:

    • Conversões;
    • Custo por conversão;
    • Cliques.

    Ferramentas úteis na análise de dados para gestão de e-commerce

    Trabalhar com gestão de e-commerce e marketing digital é conviver com várias ferramentas que executam papéis distintos, porém, que geram informações relevantes para tomadas de decisão do negócio.

    Algumas das ferramentas possuem diversas atribuições e geram relatórios detalhados, enquanto outras servem única e exclusivamente para monitoramento de páginas e geração de relatórios.

    Google Analytics

    A principal ferramenta de monitoramento do Google, indispensável para qualquer site, blog ou e-commerce. O Google Analytics fará um monitoramento completo do comportamento de cada visitante e armazenará as informações.

    Por ser extremamente completa e fornecer todos os dados possíveis do usuário, o Analytics acaba se tornando um pouco complexo para quem não está familiarizado com os dados e com a sua interface.

    Entretanto, a própria Google oferece cursos e certificações sobre a ferramenta, para que o seu uso seja otimizado e as análises se tornem cada vez mais completas.

    Facebook ads

    A ferramenta de anúncios do Facebook apresenta os dados de forma clara e facilitada para quem faz gestão de e-commerce. Com o objetivo ser amigável para qualquer usuário, sua interface é personalizada de acordo com a campanha.

    A seleção de métricas para a realização da análise é feita de forma automática, de acordo com o objetivo das campanhas que estão sendo veiculadas. Sendo assim, qualquer usuário pode acessa-la e visualizar os dados de forma fácil.

    RD Station Marketing

    Com relatórios simplificados e amigáveis para o usuário, o RD Station permite que análises de comportamento do consumidor no site sejam feitas, assim como análise de desempenho de palavras-chave no SEO da loja.

    Outro fator importante são as funcionalidades de criação de e-mails e páginas com a geração de relatórios integrados, que também são importantes na análise completa dos canais de marketing.

    Conclusão

    A análise de dados na gestão de e-commerce, assim como em qualquer área do marketing digital, é indispensável e determinante para o futuro das lojas virtuais na internet.

    Realizar análises detalhadas, concisas e assertivas é fundamental para que o negócio seja lido de forma mais fácil e novas decisões sejam tomadas. Organize a sua equipe e as ferramentas, reúna os dados e comece a análise!

    V4 Company

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  • Os grandes desafios ao inserir o omnichannel no seu negócio

    Os grandes desafios ao inserir o omnichannel no seu negócio

    Os Maiores Desafios ao Implementar o Omnichannel no seu Negócio

    O formato de consumo atual exige que as empresas possuam seus canais de atendimento integrados para atender o cliente moderno. Entretanto, existem alguns desafios ao implementar o omnichannel no seu negócio.

    Por ser um conceito relativamente novo no Brasil, a ideia de possuir vários canais de contato com o cliente e uma integração entre todos eles ainda gera dúvida e confusão com outros conceitos semelhantes.

    Todavia, para que o seu negócio seja transformado e se adeque ao comportamento de compra do cliente moderno, é necessário que algumas transformações sejam feitas na organização como um todo.

    Essas mudanças vão impactar desde a forma como o negócio é gerido até o método de atendimento utilizado pela equipe para dar suporte ao cliente. O grande objetivo é tornar todos os ambientes como se fossem um só.

    Acontece que os desafios ao implementar o omnichannel são vários e nem sempre empreendedores e colaboradores estão dispostos a se adaptar para que a empresa se adeque ao que o mercado atual exige dos negócios.

    Neste artigo, trouxemos um guia sobre o que é omnichannel, quais são as suas vantagens e quais os principais desafios para a implementação desse conceito que, no Brasil, ainda é um diferencial competitivo para qualquer empresa.

    O que é Omnichannel?

    Como o próprio nome sugere, omnichannel significa a união de vários canais de contato com o cliente como um só. Trata-se da integração completa entre os canais, tornando a experiência do consumidor única.

    Imagine que o seu cliente acessa a loja virtual da sua empresa e encontra alguns produtos do seu interesse. Nesse momento, ele pode se dirigir até a sua loja física, visualizar estes produtos e compra-los sem muito esforço.

    No omnichannel, os estoques dos itens são integrados, a experiência do cliente é integrada e os sistemas possuem conexão e transmissão de dados, se tornando uma fonte de informações para as equipes de marketing e vendas.

    Agora você pode estar se perguntando o que exatamente esse conceito traz de novo ao mercado, já que existem inúmeras empresas no Brasil que possuem loja virtual e e-commerce.

    Essa dúvida é comum, pois omnichannel é confundido constantemente com o conceito de multichannel, ou ainda, crosschannel.

    Multichannel

    O conceito de uma presença multicanais de uma empresa é aplicado quando ela se comunica por meio de vários canais com o cliente, porém, estes canais não são integrados e acabam competindo entre si.

    Por exemplo, ao entrar em contato com um vendedor da loja física, ele fará de tudo para que você efetive a compra de forma presencial para que o mesmo receba comissão, já que essa não se aplica ao e-commerce.

    Da mesma forma, se você entrar em contato com a empresa pelo Whatsapp terá um atendimento, porém, se ligar para a loja, o atendimento será outro e as informações não serão compartilhadas entre eles.

    Crosschannel

    O crosschannel é muito semelhante com o multichannel, com a diferença que existe uma pequena integração entre os canais, geralmente de venda, da empresa.

    Desta forma, o cliente pode compartilhar algumas experiências, como o fato de poder fazer uma compra na loja virtual e retirar na loja física. Esse conceito já é bem difundido e utilizado, principalmente no varejo brasileiro.

    O que o omnichannel tem de especial?

    Imagine que todas as vantagens dos conceitos anteriores estão presentes no omnichannel, porém, esse conceito foi criado para solucionar os problemas existentes nos modelos citados.

    Apesar de existirem alguns desafios para implementar o omnichannel, a entrega de uma experiência integrada ao cliente faz com que diversos indicadores de venda disparem e os resultados se multipliquem.

    Na prática, todos os canais acabam sendo um só, ou seja, se o cliente realizar um primeiro contato via whatsapp e, posteriormente, o mesmo cliente ligar para a loja, ao identificar-se, o atendente do outro lado terá todas as informações.

    Dessa forma, a jornada do cliente não se repete, ele não precisará fornecer informações repetidas ou reiniciar um atendimento do zero. De forma geral, a experiência do consumidor é completamente diferente.

    É claro que ainda é possível realizar uma compra na loja virtual e retirá-la no e-commerce, porém, neste formato de gestão os vendedores também incentivarão o cliente a fazer compras na loja virtual.

    No omnichannel, os canais não competem entre si, o que facilita o crescimento do negócio como um todo. Da mesma forma, a equipe de vendas possuirá mais artifícios para vender e tornar a vida do cliente mais cômoda.

    Importância do omnichannel com a pandemia

    Com a pandemia do novo coronavírus, a implantação do omnichannel nos negócios se tornou ainda mais necessária para que as empresas se mantivessem vivas no mercado.

    As medidas restritivas propostas pelos governos estaduais e municipais impediram os clientes de irem até as lojas físicas por um tempo, tornando o ambiente on-line a melhor opção.

    Com isso, o omnichannel ganhou força. A integração entre os canais de venda pode possibilitar uma experiência unificada, onde o cliente pode transitar entre os canais de atendimento sem sentir diferença.

    Da mesma forma, poderá utilizar os canais digitais como uma forma de consulta, deixando a ida à loja apenas para retirar o produto, por exemplo, principalmente por conta das medidas de distanciamento social.

    Desafios ao implementar o omnichannel

    Com um conceito tão abrangente e robusto, surge a dúvida de por que as empresas ainda não o adotaram ou qual a curva para que ele seja implementado no seu negócio.

    A verdade é que existem alguns desafios ao implementar o omnichannel que precisam ser estudados e trabalhados por cada empresa para que a adaptação ao novo mercado seja saudável.

    Uma implementação falha desse conceito pode causar transtornos ainda maiores envolvendo canais, sistemas, clientes e equipe em geral. Toda a transformação deve ser planejada e controlada.

    Integração dos canais

    O primeiro desafio está em transformar todos os canais de um negócio em uma coisa só. Quando o cliente faz o cadastro na loja virtual, este deve ser integrado ao sistema da loja física.

    Da mesma forma, ao realizar uma compra na loja virtual, a atividade também deve ser registrada no sistema da loja física, para que as informações estejam sempre unificadas.

    Além dos canais de venda, os canais de atendimento também precisam de integração, já que um atendimento via Whatsapp precisa ser visualizado caso o cliente entre em contato via telefone posteriormente.

    Toda essa integração deve ser feita com o objetivo de facilitar a vida do cliente e fornecer informações completas para todos os times que as utilizem para futuras ações, como campanhas de marketing.

    Padronização da comunicação

    Outro fator que está entre os desafios ao implementar o omnichannel é a padronização da comunicação e do atendimento. Todas as equipes que fazem contato com o cliente devem seguir um padrão da companhia.

    Dessa forma, o cliente sentirá a cultura da empresa ao se comunicar, perceberá um padrão de qualidade e se sentirá mais confortável para tirar as suas dúvidas e resolver as questões que precisa.

    Essa padronização depende de um processo de treinamento e capacitação de todos os envolvidos, para que entendam qual é o objetivo da empresa e por que devem seguir as orientações gerais do negócio.

    Gestão do time de vendas

    Se o objetivo é interligar os canais e não os tornar concorrentes, o plano de comissionamento tradicional para a equipe de vendas já não será útil ao implementar o omnichannel no seu negócio.

    O cliente precisa estar à vontade para transitar entre os canais e o vendedor não pode ser prejudicado por isso. Uma nova política de bonificação e comissionamento para o setor de vendas deve ser implementada.

    Dessa forma, a sua equipe de vendas não tentará forçar o cliente a realizar uma ação pelo canal físico em detrimento da loja virtual, pois o seu comissionamento está garantido, independentemente do canal de conversão do cliente.

    Engajamento da equipe

    Outro fator presente nos desafios ao implementar o omnichannel é manter a equipe engajada para que executem os processos de acordo com os objetivos da empresa.

    Esse “novo” conceito exige uma curva de aprendizado e capacitação que nem todos os colaboradores estarão dispostos a percorrer. O desafio da empresa é manter todos engajados em transformar o negócio como um todo.

    Crie formas gamificadas de aplicar os novos métodos e desenvolva incentivos para que os times comprem a ideia. Somente dessa forma será possível proporcionar uma verdadeira transformação para os clientes.

    Documentação das políticas e dos processos

    Para que o omnichannel funcione, a cultura da empresa precisa ser transformada. Uma cultura não se transforma apenas com palavras e atitudes, é preciso que tudo esteja documentado e se mantenha fácil para acessar.

    Novos membros da equipe, ao chegarem, precisam se ambientar facilmente às políticas do seu negócio. A capacitação deve ser facilitada e, em caso de dúvidas, os colaboradores precisam ter fontes fáceis de pesquisa.

    Conclusão

    A implantação de novos conceitos de posicionamento de uma empresa no mercado não é fácil. Existem desafios ao implementar o omnichannel e o seu negócio precisa se adaptar.

    Se algumas mudanças eram previstas para os próximos anos, elas foram aceleradas pela pandemia e as empresas que se adaptarem mais rápido estarão na frente para alavancar os seus negócios.

    V4 Company

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  • Os 5 maiores erros que cometi como CMO em 2021 (o 3º é o pior deles!)

    Os 5 maiores erros que cometi como CMO em 2021 (o 3º é o pior deles!)

    5 erros que cometi como CMO em 2021 (o 3º é o pior deles!)

    No final de 2020 me tornei CMO (Gerente de Marketing) na empresa na qual atuo desde 2018.
    Recebi o desafio de liderar uma das equipes mais importantes da empresa e não tive dúvidas de que eu estava preparado. Mas será que eu estava mesmo preparado para ser CMO em 2021?

    O ano virou, eu estava adaptado à nova função (antes era Head de Vendas, outra rotina, outra realidade) e mesmo assim sentia que a produtividade do time não era aquela que eu imaginava.

    Não era aquela que eu precisava.

    As metas eram claras e ainda não estávamos perto de alcançá-las de forma ideal.

    O esforço era percebido por todos na empresa: pelos colegas, pelos clientes, pelo nosso CEO. Mas eu sentia que faltava algo. Só o esforço não bastava.

    Foi por isso que ao final de 90 dias resolvi estudar todos os pontos que estavam me impedindo (e impedindo meu time) de chegar onde precisávamos.

    Reservei uma tarde inteira para isso.

    Sentei na sala que chamamos Sala de Growth e comecei a pensar.

    Avaliando meu dia-a-dia e o retorno dos colegas de time eu resumi 5 atitudes ruins minhas que se tornaram erros fatais dentro do meu processo.

    Foi, de certa forma, chocante. Derrubei o castelo de cartas que eu havia construído para mim mesmo, fundamentado na minha própria produtividade e nos resultados que eu havia alcançado trabalhando sozinho.

    Isso mesmo.

    Eu achava que somente meus bons resultados como Head of Sales seriam capazes de garantir meu sucesso como CMO.

    Eu não poderia estar mais enganado, e é por isso que quero apresentar para você os 5 erros que eu cometi como CMO em 2021 (o terceiro foi o pior) e como eu resolvi cada um deles, para que você não precise passar por isso.
    Vou listar abaixo os meus 5 erros como CMO e como eu consegui solucionar todos eles.

    1 – fiz micromanaging
    2 – parei de aprender
    3 – achei que números bastavam
    4 – não contratei
    5 – fui um “emocionado”.

    1 – Micromanaging

    Numa empresa com mais de 100 colaboradores investidores e onde somente no marketing trabalham 12 pessoas, é claro como água, que planejamento e organização são essenciais.

    Numa rotina normal basta escolher um método e utilizá-lo.
    Existem vários, mas só para citar alguns:
    método Ivy Lee
    Kanban
    GTD (getting things done)

    Porém não estávamos numa rotina normal. Estávamos trabalhando pela primeira vez totalmente home office por mais de 15 dias e o ciclo entre determinar tarefas e recebê-las finalizadas não estava acontecendo como planejado.

    Na ansiedade de ver, diariamente, o retorno de cada um que trabalhava comigo no marketing eu acabei por fazer micromanaging (microgerenciamento) sem nem mesmo perceber.

    Gerenciei de forma micro o tempo de cada um. Ora, são 12 pessoas num time, exercendo inúmeras atividades todos os dias. Acompanhar o tempo e a execução de cada um nas tarefas me deixou… sem tempo.

    E deixou todo mundo incomodado também, afinal, a V4 é uma empresa que preza pela autonomia, sempre.

    Quebrei a cabeça, fiz algumas pesquisas com meus colegas de outras áreas e expertises e propus uma solução:

    Numa planilha, ao final do dia, cada pessoa no marketing deveria preencher as 5 tarefas mais importantes para o dia seguinte, e num horário pré-determinado, todos nos encontraríamos na mesma sala do Google Meet para debater aquelas decisões.

    A planilha era acessível a todos, de forma que fosse possível conferir quais fossem as tarefas mais importantes e como elas se relacionavam com as dos demais.

    Depois de algum tempo, a obrigatoriedade das 5 tarefas desapareceu, e ficou a critério de cada um estabelecer como poderia contribuir melhor para a empresa, contanto que estivesse lá registrado.

    Com o tempo a obrigatoriedade do encontro também se dissipou. Não fazia sentido numa empresa que preza pela liberdade individual impor um horário diário para encontro.

    Mas a maioria continuou aparecendo todos os dias na reunião.

    Nossos encontros foram se tornando cada vez mais otimizados, e eles se tornaram também um momento de interação social importante para o time.

    No fim das contas, orientar como o trabalho deveria acontecer e deixar que as pessoas tomassem por conta própria suas decisões foi a melhor solução que encontrei dentro da rotina do home office.

    2 – Parei de aprender

    Tornar-se CMO é um processo constante, mais de aprendizado do que de ensino propriamente.

    Os desafios são maiores do que ser Head de algum setor, pois como CMO eu precisaria dominar muito bem não somente as minhas tarefas e habilidades, mas também aquelas de quem estava trabalhando comigo.

    Uma coisa ficou claro já nos primeiros meses: minhas habilidades como Head de Vendas ficavam aquém do que eu precisava apresentar como CMO.

    Os livros não são os mesmos, as tarefas também não. As pessoas têm perfis mais variados do que em vendas, afinal, elas têm expertises também mais variadas.

    Como eu poderia então, encontrar uma forma de dominar todo esse conhecimento?

    A solução foi The Greatest – or nothing (O melhor – ou nada).

    Através de aulas semanais de até 1 hora, todo o time seria exposto a novo conhecimento, aplicado sempre por alguém do próprio time.

    Cada um elegeria entre suas atividades diárias qual conhecimento era imprescindível para executá-las e organizaria uma apresentação.

    Ao longo desses 3 meses já tivemos aulas sobre:

    video making
    Video editing
    Social media content
    Copywriting
    Gestão de tráfego
    Gestão de tempo
    Produção de eventos
    Vendas etc…

    Enquanto eu usava esse momento para me apropriar de conhecimento específico sobre cada coisa, todos os integrantes do time puderam observar o conhecimento e o domínio que os colegas precisam ter de cada uma de suas atividades.

    Quando todos nós já havíamos passado pela experiência de ensinar, experts de outros times foram convidados a trazer seu conhecimento para contribuir com o marketing, enriquecendo ainda mais o momento.

    Foi a solução ideal dentro de um universo de possibilidades limitadas para, não só promover a melhoria constante do time (e minha também), como garantir interação.

    3 – Achei que números bastavam

    números

    Quem não mede, não gerencia. Nosso CEO é o primeiro a apontar isso e eu sempre concordei.

    Para qualificar resultados é preciso ter métricas. O marketing está cheio delas, esse não é o problema. O problema era: essas métricas eram claras e visíveis para todos os envolvidos?

    ROI, CTR, CAC, LTV…

    Todas as siglas que os investidores da V4 começam a conhecer desde o primeiro minuto parecem, às vezes, frias no dia a dia. “Como esta tarefa que eu estou realizando vai contribuir para a empresa vender mais?”.

    Para solucionar essa questão eu recorri à edição expandida de Traction: how to get a grip on your business, de Gino Wickman (numa tradução livre: Tração: como pegar as rédeas do seu negócio).

    Parafraseando a página 115 do livro de Wickman:

    Imagine um pequeno avião sobrevoando o Atlântico. Na metade do caminho o capitão anuncia aos passageiros pelo microfone: tenho boas e más notícias.

    Os manômetros não estão funcionando. Não sei nossa velocidade, nem a que altura estamos e nem quanto combustível resta. A boa notícia é que estamos fazendo um tempo de vôo excelente!

    Às vezes é difícil admitir, mas muitos negócios estão voando como este avião.

    Para solucionar esse problema, uma das ferramentas que Wickman traz é o Weekly Scorecard.

    Num documento preenchido semanalmente, com 5 a 15 números relevantes para a operação do negócio, é possível avaliar com precisão e qualidade o benefício de ter métricas claras aplicadas ao negócio.

    Além disso, o Scorecard é muito visual e conduz o leitor à compreensão imediata das ações que levaram aos números apresentados.

    Não vou ensinar a preencher o Scorecard aqui, mas vou apontar alguns benefícios dele:

    Números eliminam comunicação subjetiva;
    Números geram responsabilidade;
    Números criam clareza e comprometimento;
    Números aumentam a competição;
    Números trazem resultados;
    Números resolvem problemas mais rápido.

    Se você não gosta de números ou tem preguiça de lidar com eles, não tem problema. Basta admitir. Mas você precisará admitir também que os benefícios compensam qualquer desculpa.

    Eu mesmo me encarreguei de preencher semanalmente e de apresentar os resultados da nossa reunião de Improvement Process. Após 1 mês, todo o time foi capaz de compreender e visualizar melhor as métricas e como foi que chegamos lá.

    Após um mês os manômetros estavam funcionando adequadamente de novo.

    4 – Não contratei pessoas suficientes

    Quando eu assumi o marketing o time era composto por 6 pessoas. Hoje são 12, mas a compreensão da necessidade de aumentar o time não veio imediatamente.

    Uma das coisas que sempre me deixa atento é a diferença entre ser ocupado e ser produtivo.

    Eu olhava ao meu redor e todos pareciam extremamente ocupados, no que comecei a questionar se, de fato, isso representava produtividade.

    Durante o período em que – erroneamente – tentei fazer micromanaging das tarefas de outras pessoas, eu cheguei a desconfiar que o problema de fato fosse falta de organização do tempo.

    Assim, para otimizar as tarefas tentamos utilizar aplicativos de organização. Trello, Asana, as próprias ferramentas do G Suíte, o software interno da V4 Company… nada disso foi suficiente para diminuir as longas horas de trabalho às quais o time se submetia.

    Foi aí que resolvi olhar, não para a produtividade, mas para a quantidade.

    Algumas pessoas estavam executando tarefas que não eram de sua expertise, e por mais organizadas que elas fossem, era impossível fazer com agilidade uma tarefa que elas não dominassem realmente.

    Foi então que compreendi o problema: o time era pequeno demais.

    Comparando prós e contras de realizar mais contratações e mexer no centro de custo do marketing, eu optei por dar um passo grande de uma vez só: contratei 6 pessoas.

    Seis especialistas em suas áreas que dividiram as tarefas e trouxeram muito benefício ao time, agregando conhecimento e também disposição, num momento em que os primeiros 6 integrantes estavam ficando saturados.

    Em um mês eu vi com clareza a diferença que essa decisão fez.

    O time se tornou mais produtivo, mais integrado, houve menos reclamações, a produtividade aumentou e os números também. A média de 70 leads diários mais que dobrou. Tudo isso no espaço de menos de 60 dias.

    Ferramentas de organização e de produtividade são, de fato, excelentes, quando o problema é organização e produtividade.

    Mas cuidado para não exaurir um time pequeno que pode entregar muito mais qualidade quando descansado.

    5 – fui um emocionado

    Em todos esses meses como CMO eu contratei, geri, cobrei, deleguei, conferi, metrifiquei… e fui um emocionado.

    Todos os sinais para evitar os erros antes que eles acontecessem estavam ali o tempo todo, e eu ignorei.

    Uma das 9 atitudes e comportamentos do Manual de Conduta da V4 Company é: encontre seus erros sempre.

    Nenhum destes 4 primeiros erros precisaria ter ocorrido caso eu tivesse executado fielmente a nona atitude do Manual de Conduta: respire, não seja um emocionado.

    Pela pressão de resolver as questões de forma rápida eu tomei atitudes que poderiam ter sido mais eficazes e mais eficientes caso eu tivesse olhado para o problema com mais calma.

    Ao invés de, por exemplo, testar 3 diferentes softwares de organização de tarefas, submetendo todo o time a um período de adaptação – triplo – , a forma mais eficiente de ter conduzido essa melhoria era ter perguntado e analisado com antecedência e até individualmente.

    Talvez a condução desse processo tivesse alertado para a escassez de pessoas qualificadas na operação, e eu tivesse começado a contratação com mais antecedência.

    Esse foi o resultado de aproximadamente 3 horas de análise aqui, na sala do Growth da V4 Company. Você acha que a minha experiência pode se aplicar também às suas dúvidas e necessidades?

    A minha próxima pergunta é:

    Se a prática é o que nos leva à excelência, então como conduzir o processo da prática de forma excelente?

    A resposta para essa pergunta eu ainda não tenho. Por enquanto vou orientar minhas análises com base no que disse Henry David Thoreau:

    “Simplify, simplify.”

  • Três Estratégias do jogo War que utilizei no Marketing | V4 Company

    Três Estratégias do jogo War que utilizei no Marketing | V4 Company

    Três Estratégias do jogo War que usei no Marketing | V4 Company

    Diga-me com quem tretas e te direi se tens estratégia ou não…

    Por mais que soe simples, essa frase me parece o resumo de duas coisas que aprendi no Jogo War e que confirmei atuando no Marketing da V4 Company: confronto sem estratégia é perda de tempo e não existe ausência de confronto. Nunca.

    Todo mundo – ou quase – conhece este jogo: estratégias, paciência, longas noites de jogo e por muitas vezes ninguém sai vencedor, pois todos desistem antes.

    No jogo que imita de origem francesa a ideia é ir conquistando territórios derrotando o exército inimigo, e ir espalhando o seu próprio exército pelo tabuleiro.

    Algo semelhante à Guerra Fria, eu diria. Todo mundo empurrando do seu lado, tentando sufocar o inimigo, ou, pelo menos, passar por cima dele e ir adiante mais rápido.

    Bom, no marketing não é exatamente assim. Apesar de ser sócio de uma empresa que privilegia a meritocracia e a competição, tudo isso sempre acontece de forma sadia.

    Mas a semelhança que eu quero apontar aqui não é tanto nos objetivos, e sim nas práticas. Se no Jogo War eu preciso massacrar meu oponente para vencer, na vida real eu preciso dele para crescer junto, e, às vezes, isso é mais difícil do que simplesmente obliterar o colega.

    Foi por isso que durante algum tempo eu tentei manter uma atuação que privilegiasse a “política da boa-vizinhança”: amigável com todos, sempre acessível, solícito, evitando conflitos.

    Porém, o que eu aprendi é que isso gerou um grande conflito interno. Eu sabia que algumas coisas estavam sendo deixadas de lado em benefício da minha intenção de nunca me indispor com colegas, mas não sabia que isso poderia se tornar uma bola de neve.

    Quando me dei conta eu parecia encurralado, como na última vez em que joguei War e meu objetivo era conquistar toda a Ásia e a África, porém eu estava preso com quase todos os meus exércitos na Oceania…

    Foi aí que eu resolvi pesquisar algumas estratégias do Jogo War, e nesse site, encontrei muita informação útil, tanto pra minha gestão de marketing como CEO da V4 Company, como para o meu próximo jogo de War.

    1. Evite confrontos diretos
    2.  Não perca tempo em confrontos intermináveis.
    3. A psicologia conta mais do que parece

    Abaixo, eu exploro estes tópicos de forma mais detalhada, explicando como consegui utilizar 3 estratégias do Jogo War no Marketing da V4 Company.

    Estratégia 1 do Jogo War: Evite confrontos diretos

    Sempre que possível, eu entendo que seja melhor evitar o confronto direto. E por confronto direto eu quero dizer o “embate corpo-a-corpo”, a fúria aparente.

    No Jogo War (e na vida real), todo mundo quer conquistar territórios. Aos poucos eu percebi que não ir com sede demais ao pote faz com que o meu inimigo consiga trabalhar comigo durante um tempo, e isso pode ser benefício para ambos.

    No marketing, por exemplo, se existe um ponto de insatisfação ou de melhoria que não está sendo devidamente atendido, entrar em combate direto com o time, expondo fraquezas individuais e coletivas, geralmente não faz nenhum favor à situação.

    Todas as vezes em que agi dessa forma a reação não foi a esperada – nem no Jogo War, nem no time de Marketing. Foi por isso que optei pelo que eu chamo de confronto casual. 

    Adereçar o problema individualmente, questionar os motivos e só então trazer o problema ao grande grupo. Isso evita frustrações e bate-bocas desgastantes, além de permitir que o “oponente” se alinhe comigo em torno de um objetivo comum – pelo menos enquanto nossas estratégias forem semelhantes.

    Estratégia 2 do Jogo War: Não perca tempo em confrontos intermináveis

    É tentador demonstrar que estamos certos? Ou que a nossa teoria é a melhor? Com certeza.

    Quem não gostaria de estar sempre certo que atire a primeira pedra (ou outra arma bélica mais apropriada à analogia). Mas, isso é absolutamente impossível. E mesmo que fosse, estar sempre certo provavelmente faria com que esse indivíduo ficasse estagnado. Deixasse de evoluir.

    Tenho certeza que ninguém quer deixar de evoluir, portanto é preciso admitir erros e abdicar de confrontos. Essa é uma excelente maneira de evitar desgastes desnecessários que podem evoluir para confrontos intermináveis.

    Sabe quando ninguém quer dar o braço a torcer e a dinâmica se torna simplesmente um empurra-e-puxa de argumentos, cada vez mais fracos – porém mais vaidosos – e não se chega a lugar nenhum?

    Tanto no marketing quanto no Jogo War eu presenciei essa mesma situação inúmeras vezes. O problema não é estar errado em si, o problema é persistir no erro por ganância de acertar sempre.

    Além do desgaste emocional há também o desgaste de força produtiva, ou seja, no mínimo duas pessoas que poderiam estar produzindo e estão apenas… discutindo!

    Evitar esse tipo de confronto agiliza as soluções e não permite que se crie um ambiente em que a retórica elaborada vença o projeto maior a que todos estão se dedicando.

    No Jogo War é mais inteligente abandonar a batalha e voltar fortalecido pra ela em algum outro momento, e creio que no marketing a ideia é a mesma. 

    Estratégia 3: A psicologia conta mais do que parece

    O jogo de War permite inúmeras abordagens diferentes, dependendo do caminho que você optar por seguir. No marketing é a mesma coisa.

    Como eu disse lá no começo deste texto, ser visto como um líder acessível sempre foi o ideal de liderança para mim, e para atingir este ideal eu estipulei algumas práticas.

    Na V4 todos os times praticam semanalmente o one-on-one: um momento em que o líder conversa com os liderados num ambiente aberto a dicas, falhas, comentários, sugestões…etc.

    Esses são os momentos em que eu me vejo mais perto dos meus colegas, e por isso prezo muito para que eles sejam acessíveis para todos os envolvidos.

    Oferecer uma familiariedade, tanto profissional quanto pessoal, ajudou a construir uma relação de confiança com os colegas que eu não tive em outras empresas quando tentava conversar com meus líderes.

    Tudo isso para que a pessoa entenda seu papel na empresa e consiga se sentir à vontade para apontar erros, melhorias e frustrações – porque elas acontecem.

    Lidar com pessoas na vida real e num jogo é completamente diferente, mas acho que o paralelo é esse: em ambas as situações as alternativas são inúmeras e impensáveis quando tentamos traçá-las sozinhos: precisamos da coletividade para enxergar o todo.

    É por isso que a interatividade e a troca de ideias cara-a-cara (num ambiente seguro) tendem a ser produtivas. Foi assim que os one-on-ones com meus colegas ficaram famosos pela seguinte frase proferida por mim: onde eu estou errando?

    As respostas foram sempre as mais diversas. Algumas objetivas e indicando melhorias, outras omissas por falta de interesse ou de conhecimento, outras neutras, por falta de intimidade com processos.

    O mais importante é que todas elas abriram caminhos para traçar estratégias de melhorias que eu pude colocar em prática.

    No jogo de War você não pede sugestões aos seus oponentes, mas estuda os movimentos deles para tentar compreender quais são seus objetivos e assim visualizar um caminho vitorioso.

    Quando podemos contar com a acessibilidade que a psicologia proporciona, temos uma situação muito mais fácil de lidar.

    Estratégia EXTRA: nenhuma dessas estratégias é imutável

    É claro que você já imaginava isso, mas não custa reforçar que: cada situação é uma e as empresas optam por oferecer ambientes diferentes às pessoas que trabalham nelas.

    Dito isso vale ressaltar que saber ler bem o tabuleiro e os jogadores é a única maneira de garantir sucesso em qualquer empreitada.

  • ZMOT: Descubra como influenciar as decisões dos seus clientes

    ZMOT: Descubra como influenciar as decisões dos seus clientes

    ZMOT: Aprenda a Influenciar as Escolhas dos seus Clientes

    Quando tratamos do mundo do marketing, influenciar os consumidores é parte crucial da jornada de compra. Afinal, como clientes, buscamos sempre as melhores vantagens e é através delas que as marcas nos conquistam. E por mais que essa estratégia de influência pareça se ater apenas a melhores preços e produtos, existe um campo que ainda não está sendo tão explorado: o ZMOT.

    O Zero Moment of Truth, ou Momento Zero da Verdade em português, nada mais é do que o processo de tomada de decisão de compra pelo qual todo cliente passa antes de consumir.

    Em estudo realizado pelo Google com mais de cinco mil empresas, foi descoberto que durante esse processo de escolha existem alguns pontos comuns que podem influenciar positivamente os consumidores. A esses pontos deram o nome de Pilares. E sabendo da importância de convencer seu público a comprar, da sua empresa de preferência, vamos te ensinar como usar o ZMOT para gerar mais conversões.

    Os Quatro Pilares do ZMOT
    São 4 as bases que sustentam o ZMOT, influenciando o cliente e o fazendo seguir na
    jornada de compra.
    Esses pilares nada mais são do que dicas de ações que as marcas podem tomar para que
    se façam mais presentes na decisão de consumo do público.
    Colocá-los em prática significa ter cada vez mais chances de ser a primeira escolha do
    cliente quando ele decide comprar.
    Os pilares são:

    ● 1 – Ranqueamento
    ● 2 – Avaliações
    ● 3 – Listas Comparativas
    ● 4 – Promoções

    1 – Ranqueamento

    Se você é veterano no marketing sabe da importância de ter um bom ranqueamento
    orgânico nas plataformas de busca.
    Mas apenas para reafirmar, vale a pena notar alguns dados da Smart Insights. A pesquisa
    mostrou que o número de cliques cai drasticamente conforme a posição em que você está
    ranqueado.
    Os 3 melhores colocados recebem em média 34% (para o 1º link), 17% (para o 2º link) e
    11% (para o 3º link).
    Isso significa que estar bem posicionado é o mesmo do que ser encontrado pelos seus
    clientes.
    A mesma pesquisa mostrou que próximo ao 15º ranqueado, os cliques se tornam nulos,
    fazendo com que os sites “desapareçam” do radar de consumo dos consumidores.
    Logo, é essencial investir em estratégias de SEO que te ajudarão a aparecer nas primeiras
    posições, e consequentemente a ter melhores resultados com seu público.

    2- Avaliações
    Tenho 100% de certeza que pelo menos uma vez na vida você procurou pela avaliação de
    um amigo ou parente antes de comprar um produto.

    Com o avanço das tecnologias e a popularização da internet essa procura por avaliações
    se tornou ainda mais forte e evidente. Migrando dos círculos familiares para o digital.
    Estudos da Harvard Business School já comprovaram que a cada nova estrela de
    aprovação que uma empresa recebe, sua receita aumenta de 5% a 9%.
    E se até agora esses números não te convenceram de que ter uma boa reputação online
    vale a pena, saiba que 57% dos jovens entre 18-34 anos só consomem produtos e serviços
    avaliados entre 4 e 5 estrelas!

    3 – Listas Comparativas

    Outro ponto muito importante na hora de tomarmos decisões é conseguir escolher entre as
    inúmeras opções que o mercado oferece.
    Para isso, oferecer listas e tabelas comparativas para seus clientes pode ser um
    diferencial revolucionário.
    Imagine que perfeito seria se toda vez que pensasse em comprar um produto as empresas
    oferecessem uma organização visual de quais são suas qualidades?
    Isso facilita a vida do cliente e o conquista por saber que sua marca se preocupou em
    fazer a experiência de compra do público a melhor possível.

    4 – Promoções

    Por fim, as promoções, cupons e vantagens são o empurrão final que seu cliente precisa
    para enfim se decidir.
    Esse parece um processo meio óbvio da jornada de compra. Afinal, é natural que
    busquemos sempre pelo melhor custo benefício!
    Entretanto, as promoções merecem seu destaque por consumirem uma das maiores
    partes do ZMOT.
    Os consumidores costumam gastar em média 2 horas semanais apenas buscando cupons
    e promoções online.
    Essas buscas não se restringem a compras digitais, mas também se estendem a lojas
    físicas. E uma vez que 97% dos clientes afirmam pesquisar, mesmo que rapidamente, antes
    de qualquer compra, oferecer diferenciais financeiros se torna indispensável.

    Conclusão

    Por mais que nós, como consumidores, pratiquemos o ZMOT diariamente sem nem
    perceber, como profissionais do marketing temos que ficar atentos a ele.
    Reconhecer a hora, forma e local para influenciar o consumidor e convencê-lo é ótimo. Mas
    saber que durante o Momento Zero da Verdade ele está totalmente aberto a essa influência
    é fantástico.
    Aproveite essa oportunidade para gerar cada vez mais conversões para a sua marca.
    Mas me diga, o que achou do ZMOT? Que tal implementá-lo agora mesmo?
    Deixe seu comentário nos contando sua opinião sobre o conteúdo!

  • Quando a Indústria Vai Acordar Para a Internet? | V4 Company

    Quando a Indústria Vai Acordar Para a Internet? | V4 Company

    Quando a Indústria Vai Acordar Para a Internet?

    A importância do mercado digital está cada vez mais evidente para qualquer empresa ou nicho de atuação. Entretanto, ainda existe a pergunta sobre quando a indústria vai acordar para a internet.

    Esse questionamento surge porque ainda não é uma constante no mercado, principalmente brasileiro, indústrias que estão ativas no mercado digital, seja comunicando com empresas ou com clientes finais.

    O acréscimo nos canais digitais exige uma real transformação dentro de qualquer indústria, desde o controle do estoque e da produção até as estratégias de negócio e planejamento de investimentos.

    Entrar para o mercado digital exige uma primeira tomada de decisão: internalizar a operação digital ou contratar uma empresa que será responsável por essa transformação.

    Para a indústria acordar para a internet, é necessário um planejamento muito bem feito e uma execução alinhada com os objetivos do negócio.

    Desse modo, o planejamento deve conter os objetivos da indústria na transformação digital e de que forma a empresa se posicionará digitalmente: vendendo para empresas ou para os clientes finais.

    Quando a indústria vai acordar para a internet?

    A resposta para essa pergunta é mais simples do que você pensa. O tempo de a indústria ingressar no mercado digital é agora, seus clientes estão navegando pela internet e buscando produtos, você estará lá?

    As transformações no comportamento do consumidor foram aceleradas pelas condições sociais que a pandemia impôs a todas as pessoas. O mercado digital cresceu de forma geral e a maioria dos setores se fortaleceram digitalmente.

    Segundo o Relatório E-commerce do Brasil, realizado pela agência Conversion, de 15 setores analisados, apenas o setor de turismo obteve um retrocesso nas suas vendas on-line, quando comparados os meses de março de 2020 e 2021.

    A análise foi realizada com empresas B2C e essa é uma informação importante para as estratégias que vão fazer a indústria acordar para a internet.

    Encontrando o modelo de negócio ideal

    Quando a indústria entra no mercado digital, seu objetivo pode ser fortalecer as estratégias B2B (Business to Business – que significa “venda para empresas”) ou entrar de vez no mercado D2C (Direct to Customer – que significa “direto ao consumidor).

    O primeiro modelo é mais conhecido, afinal, é praticado por, basicamente, toda a indústria, nacional e internacional. Entretanto, o D2C não é tão praticado e a pandemia o transformou em prioridade para muitos negócios.

    B2B para a indústria

    Existem diversas formas de uma indústria acordar para a internet e manter o seu modelo de negócio B2B, que já é praticado de forma offline. Criar canais digitais fortes é um dos primeiros passos.

    É preciso entender que o cliente empresarial é muito mais racional do que um consumidor final e que as suas decisões são tomadas por mais de uma pessoa, geralmente.

    Dessa forma, conteúdos mais técnicos e mais completos podem fortalecer a credibilidade e a autoridade da sua empresa com relação aos seus clientes.

    As estratégias básicas de marketing se aplicam da mesma forma:

    • Estruturação das personas;
    • Realização de um planejamento;
    • Execução e análise dos resultados.

    Entretanto, a forma como a sua marca se comunicará com os clientes será, provavelmente, mais formal e mais técnica do que um restaurante conversa com seus clientes, por exemplo.

    Alguns canais podem fazer sentido para as suas estratégias, afinal, conexões profissionais nem sempre são feitas pelo Instagram. As mídias mais tradicionais, que são Facebook e Instagram, provavelmente estarão nos seus planos.

    Entretanto, comece a pesquisar sobre canais como Linkedin, blog e e-mail marketing. Estes três possibilitam a criação de relações fortes e profissionais entre a sua marca e outras empresas.

    D2C para a indústria

    Esse assunto é polêmico e algumas objeções podem dificultar o processo de entrada da empresa no mercado digital D2C. Afinal, quando a indústria vende diretamente para o cliente, intermediários são deixados de lado.

    Se imaginarmos uma empresa de móveis que começa a comercializar os seus produtos de forma direta, através de um e-commerce, por exemplo, a participação do varejo se torna obsoleta no processo.

    Para adentrar a essa estratégia, a indústria precisa possuir estratégias bem definidas, que possam gerar vantagens e benefícios para os seus parceiros, visando manter o relacionamento saudável.

    Todavia, esse comportamento D2C é uma prática que está crescendo e se tornou ainda mais evidente durante a pandemia. Com o cliente na internet, se tornou ainda mais necessário o comércio de produtos on-line.

    Além disso, esse modelo de negócio fortalece o relacionamento com o cliente final, entrega uma grande confiabilidade para o processo de venda e possibilita a coleta de uma grande quantidade de dados vindos do consumidor.

    Desta forma, a sua empresa terá acesso a dados relacionados às reais demandas do cliente final, facilitando a tomada de decisão para a criação de novos produtos e estratégias de vendas mais assertivas.

    Como iniciar a transformação digital na indústria?

    Implementar o que é necessário para obter sucesso no mercado digital é uma tarefa que exige um certo esforço de qualquer empresa. Engana-se quem pensa que é só estabelecer um trabalho de marketing de qualidade.

    A verdade é que, quando as demandas começam a surgir através do on-line, toda a equipe precisa estar preparada para isso. Todavia, o primeiro passo é o alinhamento entre os setores de marketing e vendas.

    As ações de ambos os times devem convergir para um mesmo objetivo, com as personas bem definidas e as responsabilidades bem distribuídas dentro de cada equipe.

    Em suma, a coordenação entre marketing e vendas vai auxiliar na entrada da empresa no mercado digital, porém, no caso de optar pelo mercado D2C, as mudanças podem ser ainda maiores.

    E-commerce é a solução para o D2C?

    Um dos primeiros passos para a indústria acordar para a internet é perceber o comportamento do consumidor. Com o distanciamento social, a utilização das lojas virtuais cresceu muito.

    Segundo um levantamento da Criteo, as vendas on-line do segmento de eletrônicos cresceu 600% na comparação entre os meses de março de 2020 e 2021.

    Um outro dado relevante é que, segundo o índice MCC-ENET, o mercado de e-commerce, de modo geral, cresceu 45,17% no Brasil, em uma comparação entre os meses de janeiro de 2020 e 2021.

    Estas informações são indícios de que o comportamento do cliente está cada vez mais digital e a indústria pode “surfar nessa onda” se fazendo presente para atender às demandas dos clientes.

    Os benefícios de a indústria aderir ao e-commerce são muitos, afinal, além de aumentar a margem de lucro dos seus produtos, as empresas ainda poderão proporcionar itens com menor preço para os clientes.

    Esta relação pode gerar um aumento na relevância e na popularidade da marca como um todo. A experiência do cliente, quando valorizada, pode ser potencializada com vendas mais confiáveis e entregas mais rápidas.

    E para o B2B?

    Estratégias de marketing para o mercado B2B podem ser importantes aliados quando a indústria resolve acordar para a internet. O mercado digital possibilita um acesso direto ao cliente, de forma quase que pessoal.

    Dentre as opções de ações, podemos destacar:

    • Marketing de conteúdo;
    • Estratégias de anúncios;
    • Alinhamento entre marketing e vendas;
    • Marketplace B2B;
    • Criação de conteúdo para o Linkedin.

    Os três primeiros itens fazem parte de qualquer estratégia de marketing, seja ela B2B, seja B2C ou com qualquer modelo de negócio. Entretanto, o restante da lista pode ser útil para uma entrada no mercado digital.

    Marketplaces B2B já possuem a sua própria audiência, anunciar em uma dessas lojas é garantir que uma quantidade relevante de pessoas visualizará os seus produtos.

    Entretanto, a empresa estará entrando em um ambiente com os concorrentes lado a lado, favorecendo a guerra por preços e condições de pagamento. Além disso, taxas são cobradas pelas plataformas em cima das vendas realizadas.

    Já o Linkedin é uma mídia social focada em conexões profissionais. Este é um canal onde as pessoas estão dispostas a falar de carreira, negócios e outros assuntos relacionados à vida profissional.

    Aproveite-se disso para criar conexões com pessoas chave nas empresas que você gostaria de se aproximar para criar relações comerciais. O processo não é simples, porém, é uma estratégia interessante de ser testada.

    Não importa o nicho, o digital é uma realidade

    Não é um exagero dizer que qualquer empresa, atualmente, precisa estar no mercado digital para crescer e se destacar no mercado. Para a indústria isso se torna ainda mais relevante.

    Infelizmente, o varejo físico foi enfraquecido pelas condições da pandemia e o consumidor precisou buscar outros recursos para atender às suas necessidades.

    O mundo digital foi a saída, os consumidores estão, diariamente, navegando e buscando por produtos e serviços. Tanto pessoas quanto empresas estão procurando soluções mais eficientes.

    Resta às empresas tomar a decisão de se posicionarem profissionalmente no mercado digital para atender a essa demanda ou assistir aos seus concorrentes dominando o mercado on-line.

    Conclusão

    A transição para o mercado é um processo gradativo, que exige planejamento e dedicação para que seja bem executado. Em muitas empresas, as vendas pela internet não se tornarão maioria, porém, pode tomar uma parcela relevante.

    Por isso, a indústria deve acordar para a internet o quanto antes. O tempo para a transformação digital é agora, ainda mais urgente por conta das condições de consumo atuais.

    A tendência é que o comportamento do consumidor, mesmo depois da pandemia, não recue com relação às compras on-line. A sua empresa pode ou não estar lá, as decisões precisam ser tomadas e as ações executadas. Hoje.

    V4 Company

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  • Vale apena fazer marketing para indústria?

    Vale apena fazer marketing para indústria?

    Marketing Para Indústria Vale a Pena?

    As comparações entre os mercados B2B e B2C são comuns e o marketing, geralmente, está no meio delas. A importância das estratégias para B2C é unanimidade, mas o marketing para indústria ainda gera algumas dúvidas.

    Os questionamentos acontecem por muitos motivos, porém, o principal deles é a dificuldade que os negócios encontram para se comunicar com seus clientes. Neste nicho de marketing para indústria, eles são empresas ao invés de consumidores finais.

    Para um entendimento completo durante este texto, vale ressaltar que B2B significa Business to Business, que é a venda para empresas. Já o B2C significa Business to Customer, que significa venda para o cliente final.

    Visando entender as nuances do marketing industrial e aplicá-lo da forma correta, é necessário conhecer algumas peculiaridades que o diferenciam do B2C. Também é importante entender quais são as estratégias com maiores chances de sucesso.

    Por isso, neste artigo, você entenderá o que precisa fazer para que o marketing para indústria funcione no seu negócio. Portanto, importante para justificar os investimentos necessários para realizar as ações mais assertivas.

    Diferença entre o marketing B2C e B2B

    Para uma estratégia de marketing efetiva na indústria, é necessário entender que o seu cliente, na maioria das vezes, será uma empresa, em vez do consumidor final.

    Este ponto é importantíssimo e determinará o sucesso das ações, afinal, a forma de comunicação, os canais de contato e até o estilo da venda serão diferentes para ambos os públicos.

    No B2C: comunicação mais simples e descontraída. Gera conexão com as pessoas.

    NO B2B: linguagem mais sóbria, técnica. Tem o objetivo de gerar credibilidade e autoridade para a indústria.

    Características do marketing B2C

    Comunicar-se com o consumidor final é, geralmente, mais fácil e mais confortável. Afinal, existe uma liberdade na comunicação, assim como uma exigência menor de aprofundamento nos temas abordados.

    O consumidor final é facilmente atraído por conteúdos rasos como memes ou publicações na rede social com temas mais fáceis de serem consumidos. O intuito nesta modalidade é gerar conexão.

    Stories com artifícios de interação e publicações mais descontraídas são conteúdos que geram um engajamento mais constante. Eles mantêm a marca próxima do público e aumentam a sua relevância para as pessoas.

    Características do marketing B2B

    No mercado B2B as coisas mudam, afinal, as empresas que são possíveis clientes da indústria não estão na internet buscando entretenimento ou descontração. Seus objetivos são sérios e estritamente técnicos.

    A conexão gerada com os possíveis clientes vai se dar através de autoridade e confiança. Para alcançar estes fatores, será necessário provar a eficácia e a eficiência dos seus produtos. Então, mostre por que eles são a melhor opção.

    Enquanto no B2C os canais mais populares são Facebook e Instagram, no B2B outros meios ganham força, como o Google e o Linkedin.

    Isso não quer dizer que, para o B2C, os canais supracitados não sejam relevantes. O que acontece é que, no B2B, eles são necessários, principalmente por entregarem uma linguagem profissional de forma facilitada.

    De acordo com o Google, cerca de 89% dos clientes B2B realizam pesquisas nos buscadores antes de fazerem compras. Ou seja, eles passam por uma etapa de aprendizado e descoberta.

    Por falar em aprendizado e descoberta, não se pode fazer marketing para indústria sem falar em jornada de compra e nos canais presentes cada etapa da jornada para atrair, engajar e converter visitantes em clientes.

    Jornada de compra para o B2B

    Qualquer busca que você fizer na internet, para assuntos relacionados a marketing, vai apresentar resultados que abordam a jornada de compra. Esta assiduidade do tema é justificada pela sua importância nas estratégias.

    Em suma, a jornada de compra é o caminho que o consumidor passa desde o primeiro contato com a sua marca até a conversão. Esse processo pode ser mapeado em etapas e cada uma delas é necessária para o sucesso do marketing.

    Dessa forma, o funil divide-se em 4 fases principais:

    • Aprendizado e descoberta;
    • Reconhecimento do problema;
    • Consideração da solução;
    • Decisão de compra.

    Essas etapas também se aplicam ao B2C. Porém, no caso de venda para empresas, os canais se diferenciam e os conteúdos também são diferentes, mais aprofundados e em canais específicos.

    Aprendizado e descoberta

    A primeira etapa da jornada é onde a maior quantidade de pessoas está passando pelos seus conteúdos. Portanto, é na fase de aprendizado e descoberta que o seu possível cliente vai buscar entender mais sobre determinado assunto.

    Aplicando-a ao marketing para indústria, vamos imaginar que a sua empresa é uma fabricante de artigos esportivos, como tênis, roupas e acessórios relacionados à prática de esportes.

    Nesta etapa, o seu cliente em potencial estará buscando pelos materiais de tênis mais duráveis, por exemplo. Novas tecnologias na fabricação de roupas para a prática de esportes, entre outros conteúdos genéricos do segmento são modelos de conteúdos.

    Neste caso, o objetivo das buscas está relacionado a encontrar novas tendências no mercado que façam com que esse cliente (que pode ser um varejo, por exemplo), se destaque no mercado para o consumidor final.

    Aqui, os canais mais utilizados são o blog e as mídias sociais. Isso pois eles são responsáveis pela atração de novas pessoas/empresas para os ambientes de comunicação da indústria.

    Reconhecimento do problema

    Já na segunda etapa do funil, os conteúdos abordados começam a se tornar mais específicos. Naturalmente, para adquirir produtos, o cliente precisa possuir uma necessidade, que gera a demanda de aquisição.

    Essa necessidade faz com que o consumidor vá ao mercado buscar por informações e opções de produto. Entretanto, nem sempre ela é percebida, por isso, o marketing mostrará possíveis necessidades ao cliente.

    Esta é uma etapa importante para gerar credibilidade à marca através de pesquisas, dados reais e informações que mostrem uma determinada necessidade ao cliente.

    O blog também é um canal interessante para este tipo de conteúdo. Entretanto, nesta etapa já podem ser agregadas campanhas de e-mail marketing, que são mais próximas do cliente e entregam conteúdo completo e relevante.

    Consideração da solução

    A terceira etapa, que está muito próxima da anterior, é o próximo passo no raciocínio natural de qualquer pessoa. Se encontramos uma necessidade ou problema, logo, nossa primeira reação é buscar por soluções.

    O papel da sua empresa será de mostrar as melhores alternativas para que o cliente resolva os seus problemas. Não é necessário vender um produto específico, você mostrará apenas o que é a solução.

    Faça com que o cliente tenha ciência de que precisa de determinado produto a partir do momento que consumir o seu conteúdo. Mesmo que ainda não tenha decidido o fornecedor, ele começará a pensar nessa aquisição.

    Para esta etapa, pode-se manter os canais da anterior, que são blog e e-mail, principalmente. Você estará fortalecendo o relacionamento com o cliente e valorizando a sua marca como um todo.

    Decisão de compra

    Chegamos à última etapa da jornada do consumidor até a compra propriamente dita. Aqui, o cliente já sabe o que precisa, porém, está encontrando a melhor opção de fornecedor.

    No caso do B2B, diversos fatores são relevantes, como a eficiência do produto e o seu preço. Geralmente, muitas exigências técnicas são feitas para garantir a qualidade do produto que está sendo adquirido.

    Da mesma forma, as quantidades de compra são maiores do que no B2C. Portanto, o alto investimento exige confiança e garantia de satisfação para o consumidor.

    Nesta etapa, o contato do cliente com a equipe comercial é fundamental, pois, desta forma, o consumidor terá uma pessoa específica para recorrer a qualquer momento e, inclusive, negociar valores e formas de pagamento.

    Além disso, os canais que levarão o seu cliente até a equipe comercial são, principalmente, os conteúdos de consideração da solução e campanhas de anúncios realizadas no Google e nas mídias sociais.

    Marketing para a indústria vale a pena, se bem executado

    As estratégias de marketing para indústria possuem um alto poder de aquisição de novos clientes. Assim como fortalecer o relacionamento com aqueles que já estão na carteira.

    Para isso, as etapas mais básicas do marketing precisam ser aplicadas de acordo com o seu nicho de atuação, como:

    • Formulação das personas;
    • Realização de um planejamento das ações;
    • Acompanhamento dos resultados.

    Um dos principais benefícios do marketing digital, portanto, é a possibilidade de ação em cima dos resultados obtidos. Isso facilita a otimização dos investimentos e favorece o sucesso nas campanhas.

    Por onde começar?

    O primeiro passo é decidir entre internalizar o processo ou contratar uma agência que realize as ações de forma completa. Em ambos os casos, pessoas de dentro da empresa estarão vinculadas ao processo.

    Tanto a equipe quanto a agência precisarão ser alimentados de informações constantes sobre o mercado e retorno sobre o sucesso das ações. Assim como é necessário que o time comercial esteja conectado às ações.

    Com uma operação de marketing estabelecida, as ações podem começar a ser veiculadas e os primeiros resultados serão avaliados.

    Conclusão

    Em suma, aplicar estratégias de marketing para indústria é uma tarefa que se assemelha ao marketing convencional, direcionado ao consumidor.

    Entretanto, as diferenças estão na forma de abordagem ao público e nos canais que podem ser utilizados. Um aprofundamento nas estratégias de cada canal é necessário para o sucesso das ações.

  • Como Aumentar o Sellout do Seu Produto? | V4 Company

    Como Aumentar o Sellout do Seu Produto? | V4 Company

    Como Aumentar o Sellout do Seu Produto?

    O processo de comercialização dos produtos gira em torno do quanto o mesmo é vendido ao consumidor final. Essa quantia é medida pelo sellout. Para a indústria, é importantíssimo saber como aumentar o sellout do seu produto.

    Apesar de não estar atuando diretamente na venda ao shopper (comprador), a empresa fabricante depende da saída dos itens para que cada canal, como o varejo, por exemplo, compre ainda mais.

    Entretanto, pode acontecer de a mercadoria ser produzida, vendida ao canal e este, por sua vez, não conseguir vender ao shopper no mesmo ritmo, causando acúmulos de estoque e diminuição da compra de novos produtos.

    Para entender como resolver esse problema, precisamos compreender os conceitos de sellin, sellout e trade marketing. Estes três termos guiarão as estratégias de venda ao shopper.

    Neste artigo, entenderemos um pouco melhor todos os conceitos que englobam o fluxo de venda do fabricante até o consumidor final e como melhorar o processo, visando o crescimento de todos os envolvidos.

    O que é sellin e sellout

    Em uma tradução literal, sellin pode significar “venda de entrada” e sellout “venda de saída”, entretanto, não é exatamente isso que os termos representam no ciclo de venda de produtos em geral.

    O que é sellin?

    O termo refere-se à venda do produto, por parte do fabricante, ao canal de venda. Por exemplo, uma fábrica de móveis que vende os seus itens a uma loja. O sellin é a métrica que monitora esta etapa.

    Para muitos estudiosos, este medidor representa uma “passagem de estoque”, afinal, o que foi produzido e vendido pelo fabricante ainda não chegou ao shopper, portanto, não teve o seu destino completo.

    Aumentar o sellin de forma descontrolada pode gerar um aumento no faturamento a curto prazo, porém, pode gerar problemas futuros, pois, esta não é uma garantia de que os canais venderão os produtos no mesmo ritmo.

    E o sellout?

    Por outro lado, o sellout é a venda efetiva do produto ao shopper. Esta é a métrica que mostra a quantidade de itens que chegaram ao final do ciclo produtivo e se tornaram receita para os canais de venda.

    De forma geral, o sellout guia toda cadeia produtiva, afinal, quando o canal vende mais, tende a comprar mais do fabricante e todos começam a obter mais receitas. O contrário também é verdadeiro, quando o sellout é baixo.

    Assim como o caso do sellin, aumentar o sellout de forma descontrolada também pode gerar problemas e causar uma má experiência ao cliente, que chega ao canal e não encontra o produto que deseja.

    Controlar tanto o sellin quanto o sellout é fundamental para que o ciclo produtivo cresça de forma saudável, com uma gestão estratégica das métricas, que guiam as ações de venda.

    Controle dos indicadores

    Afinal, quem gerencia todo esse processo? Quem são os responsáveis pelo monitoramento dos indicadores e quem decide quais ações serão tomadas a partir dos resultados obtidos?

    Na realidade, não é uma pessoa ou um time específico que fica responsável pelas ações. Dada a abrangência das análises, o ideal é que exista uma coordenação entre marketing, vendas e trade marketing.

    Via de regra, a iniciativa deve partir da indústria, que está em uma das fases iniciais da cadeia e controlará a produção e a segmentação dos produtos a serem comercializados.

    É claro que tudo precisa estar integrado com os canais de venda, afinal, eles também precisam agir de forma coordenada, visando aumentar a taxa de sellout e fortalecer o ciclo como um todo.

    O setor de marketing será responsável pela atração dos clientes e pela comunicação dos produtos, visando torna-los conhecidos pelo shopper, aumentando de forma natural a procura.

    Já o comercial estará em contato constante com os canais de venda, entendendo as nuances de cada ponto de venda e compreendendo as reais necessidades dos clientes. É o comercial que apresentará os resultados para ações futuras.

    Por fim, o trade marketing será o responsável pelo “ato final”, que é a venda ao shopper. Ele estará a frente das ações dentro de cada canal, como promoções, merchandising e qualquer tipo de ação dentro dos parceiros.

    Para a indústria: como aumentar o sellout do seu produto?

    Nosso objetivo é proporcionar alternativas para a indústria aumentar o sellout do seu produto. Por isso, vamos sugerir como cada setor deve agir para fortalecer o relacionamento com os canais e, consequentemente, as vendas.

    Tudo começa com alinhamento interno

    Antes de ir a campo e movimentar os canais de venda, é necessário que as equipes se reúnam dentro da própria indústria e comecem a entender a situação atual do mercado.

    O levantamento de dados é importantíssimo para que as ações sejam executadas de forma assertiva e coordenada com os canais de venda. Neste caso, a execução de ações falhas pode tornar o cenário ainda pior.

    Dentre os dados levantados, podemos destacar:

    • Números de sellin em determinado período;
    • Números de sellout do mesmo período (separado por canal);
    • Ações executadas durante o período (de marca ou em conjunto com os parceiros);
    • Motivos que levaram o shopper a comprar o produto;
    • Motivos que levaram o shopper a escolher um concorrente.

    Com estas informações já será possível realizar uma análise detalhada sobre as vendas e encontrar possíveis falhas no processo que precisam ser corrigidas, seja pela própria indústria ou pelos canais de venda.

    Sellin alto e sellout baixo, o que pode ser?

    Se a indústria vende ao canal, porém, o produto não tem saída (ou tem saída baixa) ao shopper, alguns fatores podem ser responsáveis pelo insucesso das vendas.

    A taxa de ruptura, por exemplo, é um dos pontos, que ocorre quando o produto está em estoque, porém, não está na “prateleira”, disponível para o cliente. Este problema é uma das maiores dores do varejo físico em geral.

    O aumento na taxa de ruptura pode ocorrer por diversos motivos, como a falta de coordenação da equipe de abastecimento, por exemplo, que não conseguiu repor a mercadoria.

    Além da ruptura, alguns fatores diretamente relacionados ao cliente também podem influenciar no sellout, como desconhecimento dos benefícios do produto e falta de visibilidade do mesmo no mercado.

    Este fator fará com que a concorrência se torne igualmente (ou mais) relevante, fazendo com que a atenção do shopper seja dividida e a experiência com a sua marca pode ser pior do que deveria.

    Capacitação das pessoas

    Tanto o comercial quanto o trade marketing podem atuar para capacitar as equipes dos canais de venda, entregando informação que possa melhorar o seu desempenho nas vendas.

    Esta capacitação pode ser feita de várias formas, desde a apresentação de técnicas de vendas avançadas, visando melhorar o convencimento da equipe, ou uma melhor apresentação dos produtos.

    Em ambos os cenários, as equipes que estão na linha de frente se sentirão mais preparadas para oferecer os produtos aos clientes com qualidade e, consequentemente, potencializar as vendas.

    Ações de merchandising

    Realizar promoções e campanhas que levem a sua marca ao shopper de forma facilitada, valorizando a sua experiência e aumentando as chances de compra é uma ótima forma de aumentar o sellout do seu produto.

    Apesar de ser muito conhecido no meio físico, o merchandising também pode ser criado para o meio digital, com promoções exclusivas da marca, por exemplo, diferenciando os seus produtos dos concorrentes.

    Categorização dos produtos

    Esta é uma prática que potencializa o sellout e favorece o monitoramento de desempenho das vendas por parte dos times comercial e marketing.

    Por um lado, categorizar os produtos faz com que os clientes se sintam melhor orientados, facilitando o seu processo de decisão e auxiliando no entendimento de cada produto.

    Já para comercial e marketing, será mais fácil perceber quais categorias vendem melhor e quais possuem mais dificuldade de saída, facilitando a análise das ações executadas e o planejamento de campanhas futuras.

    Evite as queimas de estoque

    Você já viu, provavelmente, diversas lojas fazerem as chamadas “queimas de estoque”, que nada mais são do que promoções com preços extremamente baixos que visam o esvaziamento dos estoques.

    Entretanto, elas são um sintoma de uma má gestão de sellin e sellout, afinal, uma grande quantidade de itens foi vendida ao canal de venda, porém, não obteve a saída esperada para o cliente final.

    Com uma gestão da quantidade de vendas na ponta, a quantidade de compra do canal será mais previsível e será possível manter o estoque saudável, com promoções planejadas, que gerem lucro, efetivamente.

    Conclusão

    Aumentar o sellout do seu produto é uma necessidade de qualquer indústria para que o seu crescimento seja possível, entretanto, é preciso realizar uma série de melhorias no processo de vendas para que o aumento seja possível.

    Além disso, uma boa gestão de sellout evita possíveis quedas repentinas no número de vendas, causadas pelo estoque excessivo nos canais de venda. Dessa forma, o relacionamento com cada canal ficará ainda mais forte.

    Por fim, a gestão de sellin e sellout ainda fortalece a experiência do shopper, que sempre terá produtos à sua disposição, com todas as informações necessárias e com promoções que favoreçam o processo de escolha na hora da compra.

    V4 Company

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  • Você sabe o valor de um cliente satisfeito para seu negócio? | V4Company

    Você sabe o valor de um cliente satisfeito para seu negócio? | V4Company

    Você sabe o valor de um cliente satisfeito para seu negócio?

    Sempre é falado sobre a importância de oferecer um ótimo serviço ao cliente, mas você conhece realmente o valor de um cliente satisfeito para seu negócio?

    Raramente nos perguntamos por que o serviço ao cliente é tão importante para uma organização. Uma vez que descobrimos, adquirimos uma motivação maior para melhorá-lo.

    Quando se trata de atendimento ao cliente, uma simples promoção pode não ser suficiente. Há muito mais para ser feito. O verdadeiro valor de seus clientes reside no fato de que eles podem dar-lhe muito mais do que apenas dinheiro.

    Saiba mais sobre o assunto e entenda finalmente o valor de um cliente satisfeito para seu negócio.

    Afinal, qual é o valor de um cliente satisfeito para seu negócio?

    Uma das melhores coisas que clientes satisfeitos podem lhe dar é um feedback positivo sobre o seu produto.

    • Os desenvolvedores e todas as pessoas que trabalham em sua empresa têm um certo olhar sobre o produto que reside na comunicação que você escolheu, mas os clientes veem isso de uma forma diferente. E isso é bom.
    • Eles têm um olhar fresco e eles podem oferecer uma luz sobre coisas que você pode certamente não ver depois de trabalhar em algo por tanto tempo.
    • Obviamente, você precisa tratar os comentários de seus clientes com sabedoria e não simplesmente implementar tudo o que eles solicitam.

    Uma das melhores maneiras de reunir os comentários dos clientes é através das conversas diárias em redes sociais e fóruns sobre o assunto. Aposte nisso e obtenha clientes satisfeito para seu negócio com mais facilidade.

    Através deste feedback você irá:

    • Saber o que ainda precisa ser melhorado em seu produto;
    • Identificar os clientes mais felizes que podem se tornar seus defensores;
    • Melhorar a retenção de clientes,
    • Obter uma visão acionável para criar uma melhor experiência do cliente.

    Ele faz sua publicidade através das mídias sociais

    Não importa se o seu serviço ao cliente é extremamente bom ou ruim, você pode ter certeza de que você vai ouvir sobre isso nas mídias sociais.

    1. Os clientes sabem que devem esperar muitos nos dias de hoje, e, sempre que sua performance for fraca, eles estarão “felizes” de informar ao resto do mundo. Mas, afinal, você pode culpá-los?
    2. O mau serviço ao cliente nem precisa ser realizado online para que seja viral. Não responder adequadamente às expectativas de seu cliente é destruir valor de um cliente satisfeito para seu negócio
    3. Os clientes lutam muito para que seus direitos sejam respeitados. No entanto, muitas empresas se escondem atrás das políticas ou de uma lógica inválida que muitas vezes não é de seu interesse.
    4. Eventualmente, quando um cliente ameaça descrever todo o caso nas mídias sociais, é quando a empresa recua.

    De repente, elas mudam sua atitude e encontram clientes que estavam apenas meio caminho. Isso não é uma boa ideia.

    Tente manter a seu lado os clientes que estão desde o começo com você. Esses serão os mais fiéis e, mesmo que seja apenas um, ele será seu grande carro-chefe de divulgação.

    Ele vira o rosto da sua empresa

    As pessoas geralmente compram coisas online nos dias de hoje e os agentes de atendimento ao cliente são as pessoas com quem seus clientes têm o maior contato.

    Naturalmente, eles estabelecem o tom para toda a organização – seja ela mais oficial ou casual.

    1. É por isso que você deve pensar em sua estratégia de comunicação e certificar-se de que todos os representantes sabem como se comunicar com os clientes, de forma suave e consistente.
    2. Você não deve deixar o atendimento ao cliente ao acaso e sendo feito por pessoas aleatórias.

    Esse é um trabalho sério e representa a sua empresa. Portanto, não esqueça, os agentes exigem treinamento adequado de produtos e diretrizes de atendimento ao cliente.

    Com isso em pauta, seus clientes vão falar bem sobre você. Mais do que isso, eles serão o caminho para aplicar em seus resultados o valor de um cliente satisfeito para seu negócio.

    Ele estimula que outros enxerguem seus destaques

    Muitas empresas são semelhantes umas às outras nos dias de hoje, possuindo um produto decente, um site apropriado e a mesma conversa de sempre em relação à marketing.

    Uma vez que o serviço ao cliente é fornecido por pessoas reais, por exemplo, isso pode se tornar um destaque.

    Caso isso não seja possível, certifique-se de tornar a experiência o mais próxima do real quanto possível. Configure uma mensagem engraçada, como, por exemplo:

    “Obrigado por seu e-mail. Atualmente, estou de férias com minha família pela primeira vez na vida.

    Para questões urgentes, nossa atendente automática irá ajudar você. Ela não tem um rosto, mas ela é basicamente uma supermulher. Pode contar com ela!”

    Assim, o cliente entende que, mesmo de férias, como nesse caso, sua empresa se assegurou de que o serviço ao cliente seja apoiado e, como destaque, ofereceu aos clientes uma ótima experiência.

    Acredite, isso será compartilhado, especialmente em um momento onde a informação está à distância de um toque. Nessa hora, basta apenas contar com o valor de um cliente satisfeito para seu negócio.

    Esse e outros destaques, como um suporte técnico de qualidade e que resolva os principais problemas rapidamente, fazem toda a diferença na hora de fazer com que um cliente conte à cem os seus diferenciais.

    Como buscar um cliente satisfeito que seja meu meio de divulgação?

    Os clientes não se preocupam apenas em satisfazer suas necessidades básicas. Eles querem criar uma conexão emocional com a marca da qual eles estão comprando.

    É por isso que você precisa atender às suas necessidades não apenas de maneira racional, mas também emocional. Você precisa criar experiências duradouras memoráveis.

    Os clientes estão atualmente dispostos a pagar mais por isso. Eles se arrependem de escolher uma loja pequena e mais barata que tenha um vendedor mal-humorado, por exemplo.

    – Um bom serviço ao cliente pode ajudá-lo a conseguir isso. Você quer ter uma loja para a qual as pessoas se dirigem especificamente.

    O suporte ao cliente é parte integrante da experiência do produto. Hoje, a linha entre produtos e serviços está embaçada e o serviço ao cliente tornou-se parte do próprio produto.

    Ter um bom produto sem um excelente serviço ao cliente não lhe dará sucesso. Aposte no valor de um cliente satisfeito para seu negócio e obtenha os melhores resultados possíveis para seus serviços e divulgação!

  • Segredo Revelado: Como Vender sem dar Desconto | V4 Company

    Segredo Revelado: Como Vender sem dar Desconto | V4 Company

    Como Vender sem dar Desconto?

    Todo o empreendedor que trabalha com a comercialização de produtos ou serviços sabe que em algum momento um cliente vai pedir “e aquele descontinho?”. Contudo, para manter a sua empresa sadia, é essencial vender sem dar desconto.

    Não tem situação mais desagradável do que, você passar um tempão apresentando seu catálogo para o consumidor, para no final ele jogar essa pergunta. E pode ter certeza, boa parte dos consumidores vai fazê-la.

    Acontece que todos os empresários sabem que o valor de uma mercadoria é determinado de forma delicada. Ou seja, qualquer abatimento sobre ele acabará interferindo diretamente no lucro do negócio.

    Por conta disso, é muito desgastante quando a pergunta “e o descontinho?” surge. Afinal, o que fazer para concretizar a venda, mas sem acabam diminuindo e até zerando o lucro sobre ela?

    Mas afinal por que vender sem desconto?

    Tenha em mente que vender sem dar desconto é essencial para manter a saúde do seu negócio. O seu ticket médio foi estabelecido levando todos os fatores que interferem na produção e comercialização do produto ou serviço.

    Logo, qualquer abatimento significa prejuízo. Além disso, o ato de ficar dando descontinhos para clientes acaba deixando a sua clientela mal acostuma. Toda vez que o consumidor voltar a sua loja, ele vai cobrar novamente esse “favor”.

    É preciso levar em conta também os outros indivíduos. Se você vende algo mais barato para uma pessoa, logicamente que ela irá espalhar para outras que, pedindo, é possível obter um preço mais em conta.

    Então imagine a bola de neve que isso pode virar. Por conta disso, é muito importante vender sem dar desconto. Pode parecer difícil convencer o consumidor que o abatimento não é possível, mas, com as técnicas certas, você verá que a tarefa é mais simples.

    Situações em que os clientes pedem por desconto

    Vários fatores podem levar um cliente a pedir desconto. Contudo, geralmente são três situações distintas que acabam gerando a perguntinha tão odiada por vendedores e empresários.

    Ele não reconhece o valor entregado

    Um dos maus hábitos dos brasileiros é não valorizar aquilo que ele deseja adquirir. A grande maioria não consegue ver todo o processo envolvido por trás do desenvolvimento do produto ou serviço.

    Isso acontece em todos os segmentos, seja de artesanato até moda. Quase sempre o cliente vai achar que está pagando mais do que devia.

    Além disso, é muito comum entre os compradores brasileiros tentar pechinchar. Já é uma compulsam sempre tentar pagar 5 ou 10% a menos nas mercadorias.

    O lead não tem o perfil do seu produto

    Outra situação muito comum são os clientes que estão adquirindo o produto sem ter o perfil para ele. É o caso, por exemplo de academias. Muitas vezes as pessoas só estão fazendo a inscrição por impulso, logo, elas vão pedir um desconto.

    Não conhece a concorrência

    Quem nunca escutou “mas fulano vende mais barato”. Essa é uma resposta muito comum entre consumidores que desejam o descontinho.

    Esse tipo de afirmação só mostra a falta de informação do cliente. Isso porque, provavelmente o concorrente que cobra mais barato não está oferecendo um produto ou serviço com a mesma qualidade que o seu.

    Tenha sempre em mente que essas três situações irão acontecer no seu cotidiano. Não importa o nicho de atuação ou o porte do seu negócio, sempre terá alguém querendo o descontinho.

    Por isso mesmo que é essencial se preparar. Você precisa vender sem dar desconto, mas, para conseguir convencer o cliente a comprar o produto mesmo assim, é preciso saber encantá-lo.

    Dicas para Vender sem dar desconto

    Agora que você já sabe as situações que levam o cliente a pedir um descontinho, chegou a hora de aprender como convencê-lo do contrário. Confira abaixo algumas dicas para vender sem dar desconto.

    • Não fale de preço, e sim de valor: Preço é o custo do produto ou serviço, valor é tudo aquilo que ele tem a oferecer. Logo, demonstre para o cliente os diferenciais do item que está sendo negociado;

    • Conheça o que você está ofertando: Para conseguir convencer o cliente que aquilo que ele está pagando é o justo, é necessário conhecer o que está sendo ofertado. Por isso, estudo muito o produto ou serviço;

    • Não seja incisivo ou mal-educado: O lead fará de tudo para conquistar o descontinho, e isso pode te irritar. Contudo, é essencial manter a postura séria;

    • Mostre que você é diferente da concorrência: Se o consumidor vir com “fulano vende mais barato” explique pacientemente que o que você está oferecendo tem mais qualidade e vantagens;

    • Estabeleça uma condição mais vantajosa: Caso o consumidor insista, prometa dar o desconto, mas apenas com alguma condição, por exemplo, que ele leve uma peça a mais ou pague à vista.

    • Demonstre empatia: Mostre ao lead que você está tentando fazer o melhor para ambos.

    Com essas dicas simples, você verá que será muito mais fácil vender sem dar desconto. Lembre-se sempre que o seu ticket médio é fundamental para a saúde do negócio, por isso, seja forte e tente todas as técnicas de persuasão.

    Venda a Experiência como um todo

    Para encerrar, a grande dica de ouro é vender uma experiência, não um produto ou serviço. Para isso, você deve mostrar ao consumidor que o item ofertado é muito mais do que um objetivo, ele vai proporcionar algo único para ele.

    Conseguir vender experiências é uma tarefa que começa muito antes da abordagem do lead. Ela vem desde a criação do produto até a divulgação do mesmo.

    Por isso, sua empresa deve trabalhar de maneira conjunta. Todos os setores, desde o comercial até o marketing, podem ajudar a valorizar o que está sendo ofertado, agregando experiência a ele.

    Dessa maneira, além de conseguir vender sem dar desconto, você também convencerá os seus clientes sobre o valor da sua marca. E isso, com toda a certeza, irá melhorar o seu faturamento.

    Gostou dessas dicas? Então deixe o seu comentário e curtida. Aproveite também para conferir o artigo “Como diminuir os riscos de um novo negócio?”.

    Fontes

    https://www.outboundmarketing.com.br/desconto-tecnicas-de-vendas/

    http://serpalestrante.com.br/vender-mais/

    https://superempreendedores.com/empreendedorismo/marketing/como-vender-sem-dar-desconto/