Author: V4 Company

  • As novas ferramentas que toda empresa deve ter na pandemia

    As novas ferramentas que toda empresa deve ter na pandemia

    Novas Ferramentas que Toda Empresa Precisa ter na Pandemia

    A cultura do home office ficou cada vez mais popular durante a pandemia, visando atender ao distanciamento social. Com isso, existem algumas ferramentas que toda empresa precisa ter na pandemia.

    Diversas tarefas que eram realizadas de forma presencial rapidamente e envolvendo pouca burocracia, precisaram de adaptação para o modelo de trabalho remoto.

    Entretanto, para que o home office funcione, é necessário que as atividades diárias sejam desenvolvidas com o auxílio de ferramentas on-line que possibilitem a execução das tarefas e a integração dos colaboradores.

    Desta forma, o fluxo de trabalho se desenvolve de forma natural e a gestão do que é feito durante os dias é facilmente executada com base em relatórios e no acompanhamento dos líderes de equipe.

    Pensando nisso, desenvolvemos este artigo para sugerir algumas ferramentas que podem contribuir para cada tipo de tarefa durante o cotidiano dos funcionários.

    Ferramentas que toda empresa precisa ter na pandemia

    O cotidiano de trabalho de qualquer empresa que funciona de forma remota precisa ser gerenciado para que não se torne um problema. Sabemos que existem vários tipos de colaboradores e todos precisam estar produzindo.

    Para isso, diversas ferramentas gratuitas podem contribuir para a produtividade da equipe e gestão por parte dos líderes.

    Controle de tarefas

    Diariamente, novas demandas surgem e demandas recorrentes se mantém. A depender do volume de trabalho, fica cada vez mais difícil para o colaborador ter um controle do que precisa ser entregue.

    Além disso, a gestão de entregas também precisa de um sistema centralizado, que possibilite a gestão da equipe como um todo e possa dar um panorama das entregas do time.

    Asana

    O Asana é uma ferramenta muito completa para gestão de tarefas e de equipe, que auxilia tanto o líder para acompanhamento de progresso das demandas quanto o colaborador, na organização de tarefas e prazos.

    Além disso, a ferramenta também possibilita automações e outras funcionalidades que poupam tempo dos usuários depois de configuradas, inclusive gerenciando tarefas que dependem de mais de uma pessoa e afins.

    Ademais, por ser extremamente completa, ela exige um certo tempo de adaptação da sua utilização para entendimento das funcionalidades e extração máxima do seu potencial.

    Com relação a custos, o Asana é gratuito para equipes de até 15 pessoas, com a possibilidade de escalar os recursos com base no tamanho da equipe. Este modelo é perfeito para escalar a equipe sem custos desnecessários.

    Trello

    Assim como o Asana, o Trello é uma ferramenta perfeita para o gerenciamento de tarefas e de progresso de projetos e demandas que se acumulam e podem sair do controle da equipe e do gestor.

    Entretanto, o Trello possui uma interface e uma forma de utilização muito mais simples que o Asana, sendo ideal para equipes menores e para empresas que não possuem tantos processos no seu cotidiano.

    Ainda assim, é possível adicionar vários power ups para incrementar a experiência e tornar o sistema mais robusto, entretanto, esta opção não está disponível de forma gratuita.

    Outro fator importante é que, mesmo adquirindo um plano mais avançado, é preciso entender como utilizar os power ups e integrá-los de forma eficiente, buscando o melhor desempenho possível da plataforma.

    Kanban Flow

    Este, talvez, seja um meio termo entre a simplicidade e facilidade do Trello e a abrangência do Asana. O Kanban Flow tem uma utilidade muito semelhante aos seus anteriores, porém, com uma interface voltada 100% para a metodologia Kanban.

    Como o próprio nome já diz, você organiza os seus projetos em quadros com as colunas para cada etapa. A partir daí, os membros da equipe criam as suas tarefas e as movem dentro do quadro de acordo com o seu progresso.

    Além disso, a versão gratuita do Kanban Flow possibilita algumas automações para criação de tarefas recorrentes e o gerenciamento de tempo com a técnica pomodoro, que é opcional ao usuário.

    Gestão de produtividade e tempo é importante

    Independente da ferramenta que a sua empresa escolha, é fundamental que algum software de gestão de produtividade seja adotado. Sem dúvidas, eles estão entre as ferramentas que toda empresa precisa na pandemia.

    Armazenamento

    A quantidade de informações que são gerenciadas pelas empresas, atualmente, está cada vez maior. Diariamente, dezenas, ou até centenas, de arquivos são enviados e recebidos pelos membros da equipe.

    O mínimo que uma organização precisa para se manter saudável e segura é uma estrutura na nuvem que armazene esses dados e garanta uma possibilidade de backup para possíveis imprevistos.

    Para isso, diversas plataformas entregam soluções que podem resolver o problema das empresas, entretanto, algumas entregam opções fáceis de utilizar por valores considerados baixos.

    Google Drive

    O Drive é um excelente exemplo de ferramenta com uma excelente capacidade de armazenamento e com uma boa disponibilidade gratuita. Caso a empresa necessite de opções mais robustas, o custo não é nem um pouco alto.

    Além disso, a plataforma também oferece soluções com backup armazenado em nuvem, favorecendo a segurança e garantindo que os documentos não serão perdidos.

    Dropbox

    Semelhante ao drive, o Dropbox é outra solução de armazenamento em nuvem e que oferece, em suma, as mesmas opções que o Google Drive. No entanto, as opções disponíveis pagas do Dropbox são mais caras que o seu concorrente.

    Comunicação

    A alma do sucesso do trabalho home office é, sem dúvidas, a comunicação. Uma equipe que se comunica consegue trabalhar em sintonia e resolver possíveis problemas com maior agilidade.

    Existem ferramentas que auxiliam tanto na comunicação por chat quanto por voz, enquanto outras são específicas para chat, ou chamada de vídeo, por exemplo.

    O ideal é que a empresa tenha, a sua disposição, opções para os três canais, pois o nível de urgência da demanda deve guiar a forma como a equipe precisará se comunicar.

    Obviamente, demandas mais urgentes e que precisam de um entendimento mais aprofundados exigirão uma chamada de áudio ou até de vídeo, enquanto conversas diárias podem ser resolvidas via chat.

    Google Meet

    Uma das ferramentas mais utilizadas durante a pandemia para a realização de videoconferências em geral, desde atendimentos ao cliente até reuniões internas de equipe.

    O segredo da popularidade da ferramenta é, exatamente, a combinação entre a facilidade de acesso e manuseio, a estabilidade da plataforma e o fato de ter se tornado gratuita após o início da pandemia.

    Com a disponibilidade de reunir uma grande quantidade de pessoas, o Google Meet é uma solução que atende aos requisitos de quem precisa do vídeo para fazer a sua comunicação.

    Discord

    Muito popular no segmento de jogos, o Discord ganhou ainda mais adeptos no período pandêmico. Isso porque os usuários podem ficar conectados por mais tempo aos canais de voz para uma comunicação mais constante.

    Pelo fato de ser específico para chat e voz, ocupa menos banda de internet e interfere menos para o caso de conversas mais longas. Algumas empresas, inclusive, utilizam a ferramenta para manter a equipe conectada o dia todo.

    Além disso, o Discord é gratuito e possui uma grande quantidade de extensões que podem aprimorar a experiência dos usuários. Apesar de não incluir o vídeo, possui todos os outros recursos que o Google Meet entrega de forma facilitada.

    Rede social corporativa

    Além da comunicação, muitas vezes é preciso organizar a empresa em squads separados e/ou projetos distintos, sem a possibilidade de os usuários migrarem entre eles.

    Dessa forma algumas ferramentas entregam ainda mais funcionalidades destinadas aos líderes, possibilitando uma melhor gestão das atividades. Estas ferramentas auxiliam na produtividade e na manutenção dos resultados.

    As redes sociais corporativas são fundamentais e são ferramentas que toda empresa precisa ter durante a pandemia. As funcionalidades variam para cada opção, porém, grande parte delas auxiliam, e muito, na gestão geral da empresa.

    Yammer

    A ferramenta da Microsoft que serve como uma rede social para a sua empresa. Dentro do Yammer, pode-se fazer comunicados para as equipes de modo geral, facilitando a comunicação entre a gestão da empresa e seus liderados.

    Além disso, a ferramenta ainda oferece integração completa com o Pacote Office, um dos pacotes mais utilizados pelos usuários do Windows para a criação de documentos, planilhas, apresentações, etc.

    Slack

    O Slack é uma rede social pensada de forma direcionada para a gestão de projetos. Com a sua estrutura de workspaces, você pode dividir seus squads em locais separados para manter a comunicação em dia.

    Além disso, a ferramenta ainda pode se integrar com uma grande diversidade de plataformas, como Zoom, Microsoft Teams, CRMs, entre outros.

    Conclusão

    As ferramentas de gestão, comunicação, armazenamento e todo tipo de serviço on-line ganharam muita força durante a pandemia, obviamente, por conta da necessidade das empresas de migrarem para as jornadas home office.

    No entanto, esta necessidade se mostrou produtiva para a modernização dos processos e para a simplificação da comunicação, que se fez ainda mais necessária, por meio de diversos canais.

    Sem dúvidas, as ferramentas que toda empresa precisa ter na pandemia estão disponíveis de forma gratuita, na maioria das vezes, e podem contribuir para a retomada do crescimento das empresas em geral.

  • Quais ferramentas de SaaS auxiliam na produtividade do home office?

    Quais ferramentas de SaaS auxiliam na produtividade do home office?

    Quais Ferramentas de SAAS Ajudam na Produtividade do Home Office?

    A pandemia do novo coronavírus exigiu, de empresas dos mais variados segmentos, ação como resposta às restrições sugeridas pelos governos estaduais. Com isso, as ferramentas SaaS ajudam na produtividade do home office.

    É sabido que o isolamento social tornou necessária a adaptação das empresas para modalidades diferentes de trabalho, tornando o home office a melhor alternativa para grande parte dos modelos de negócio.

    Com isso, a gestão das empresas, como um todo, precisou se adaptar para obter maior controle sobre as atividades desenvolvidas pela equipe e, também, para possibilitar uma melhor fluidez na execução das tarefas.

    Se dentro das organizações, a utilização de softwares na nuvem já era imprescindível, com o distanciamento, esta se fez ainda mais necessária, fazendo com que o mercado de SaaS crescesse como um todo.

    Desta forma, diversas ferramentas SaaS ajudam para a produtividade do home office, tornando a execução das tarefas e a gestão da equipe possível, mesmo com o trabalho sendo feito de forma remota.

    O que é uma ferramenta SaaS

    Imagine um serviço que você realiza em algum momento, porém, em contato com pessoas ou utilizando métodos manuais, como pedir um lanche. Um software SaaS serve para que você realize essa ação de forma automática.

    SaaS é a sigla inglesa Software as a Service, que significa “Software como um Serviço”. Em suma, o software servirá para ser exatamente como o nome sugere, um serviço para o usuário.

    Atualmente, ao pedir um lanche, você acessa o aplicativo, seleciona o restaurante, o lanche desejado, o método de pagamento e finaliza o pedido. Após um tempo, o lanche chegará na sua casa.

    Para as empresas, o processo é, basicamente, o mesmo. Se você precisa se comunicar com a sua equipe, criar um grupo de comunicação com o time e manter o diálogo sobre os projetos e as tarefas, um SaaS será útil.

    Além da comunicação, as utilizações de softwares específicos para facilitar o dia a dia da organização são muitas. Cada vez mais, o mercado de desenvolvimento se mostra ainda mais completo para as empresas.

    Benefícios com possibilidade de personalização

    A grande maioria dos SaaS funcionam através de assinatura, quando são pagos, e possibilitam a escalada de funcionalidades por parte do contratante. Desta forma, a empresa utilizará apenas os recursos que são necessários.

    Este formato evita gastos desnecessários com ferramentas e funcionalidades que são muito boas na teoria, porém, quando colocadas em prática, são deixadas de lado, sendo pouco utilizadas pelo time.

    Ferramentas Saas que ajudam na produtividade do Home Office

    Com a variedade disponível no mercado, ficou cada vez mais fácil utilizar softwares específicos para determinados serviços necessários no dia a dia da empresa.

    Abaixo, citaremos alguns exemplos, pagos e gratuitos, que você pode utilizar e aumentar a produtividade do home office sem precisar investir em um super sistema que faça tudo em um lugar só e que custa muito caro.

    Trello

    O Trello é uma das plataformas mais utilizadas para organização de tarefas e acompanhamento da produtividade do time. Nele, é possível criar listas, quadros e cartões que representarão as tarefas a serem executadas.

    Desta forma, as customizações dos cartões com prazo de entrega, etiquetas, comentários, descrição e muitos outros recursos, possibilitam uma organização visual e muito facilitada para a equipe.

    Além disso, os quadros podem ser acessados por diferentes usuários e editado por todos ao mesmo tempo. O histórico de atividades é salvo com base no que cada usuário executa, visando melhorar a segurança das informações.

    Além disso, é possível criar vários quadros, para o caso de a empresa possuir vários projetos ou equipes que precisarão de organizações distintas.

    Ademais, a plataforma ainda conta com power-ups, que são plug-ins que podem ser instalados para fornecer uma ou mais funcionalidades extras à ferramenta.

    Para as funcionalidades básicas, o Trello é gratuito e permite um número ilimitado de usuários conectados aos quadros e utilizando o sistema como um todo.

    Entretanto, para que muitos times e quadros sejam criados, assim como utilizar vários power ups juntos, é necessário fazer uma assinatura, que tem um custo proporcional à necessidade de utilização da empresa.

    Slack

    Se a comunicação entre os times for um problema, o Slack chega para ser uma das ferramentas de saas ajudam na produtividade do home office, com uma interface amigável e funcionalidades que o tornam um sistema completo.

    Nele, você terá a possibilidade de criar grupos de comunicação entre os usuários para diálogos via chat, além de possuir uma grande quantidade de plug-ins e bots que possibilitam algumas automações.

    O Slack também possui uma API que permite a conexão com outros sistemas, como CRMs ou ferramentas de gestão de suporte técnico, por exemplo. Com isso, você pode criar uma estrutura de ferramentas completa e conectada.

    Sendo um dos sistemas de comunicação mais completos, o Slack possui suporte apenas para chat na sua versão gratuita e essa, talvez, seja a sua principal limitação para empresas menores. 

    Para empresas que trabalham com projetos e atendimento ao cliente, ainda é possível incluir membros externos em espaços exclusivos, dando um aspecto profissional à comunicação e trazendo o cliente para perto.

    O Slack está disponível para celular e computador e a sua utilização é muito simples. Sua licença inicial é gratuita e é perfeita para pequenas empresas, porém, os planos pagos podem atender muito bem negócios maiores.

    O que diferencia os planos gratuito e pago são as funcionalidades, onde, nos planos com investimento mensal, as limitações de armazenamento, integrações e outros benefícios são expandidos.

    Hubspot CRM

    A Hubspot é uma das maiores empresas de software para CRM e automação de marketing do mundo. Sua ferramenta de CRM é extremamente completa e entrega, aos usuários, uma grande quantidade de funcionalidades.

    Assim como as ferramentas anteriores, o Hubspot também possui um plano inicial pago e outros pagos com mais funcionalidades, entretanto, a versão gratuita já se faz suficiente para parte das empresas.

    A gestão dos clientes é feita através de pipelines criadas pelos usuários e geridas, junto com os contatos, de forma colaborativa e com grande segurança pelos colaboradores da equipe.

    Além do Hubspot, outras ferramentas de CRM também podem ser úteis nas mesmas tarefas, como Ploomes, SalesForce, Zoho, entre outras.

    RD Station Marketing

    O marketing do seu negócio é realizado de forma interna? Então o RD Station pode auxiliar, e muito, na gestão das campanhas e no acompanhamento de leads e resultados das ações.

    Com uma ferramenta de automação de marketing completa, o RD possibilita um trabalho completo por parte do time, além de fornecer relatórios importantes para o acompanhamento dos gestores.

    Com o RD, o seu negócio cria landing pages, e-mails, faz o gerenciamento dos leads e acompanha os acessos ao site em tempo real. Além disso, não existe limitação para o número de usuários na plataforma.

    Seus planos também são escaláveis, porém, a ferramenta não possui uma versão gratuita. Desta forma, o controle dos planos é feito com base nas funcionalidades utilizadas e na quantidade de leads existentes na plataforma.

    Discord

    Uma das principais ferramentas de comunicação por voz, muito popular para jogos, porém, que tem se popularizado para empresas durante a pandemia. O Discord pode otimizar a comunicação no Home Office.

    Sendo 100% gratuita e possibilitando a criação de um espaço de trabalho para a empresa e chats separados para as equipes, o Discord é uma ferramenta estável e muito útil para, basicamente, qualquer modelo de negócio.

    Além disso, a plataforma ainda possui diversos bots que podem ser instalados para executarem automações específicas de acordo com a necessidade da empresa.

    Com uma interface semelhante ao Slack, o Discord também possibilita integrações com outros sistemas, favorecendo a homogeneidade dos processos dentro da organização.

    Google Drive

    Outra ferramenta que é muito popular, porém, que nem todas as pessoas a associam a um SaaS. O Google Drive é a opção perfeita para armazenamento, backup e gestão de arquivos de forma amigável e rápida.

    Com um plano inicial gratuito, o Drive proporciona, aos times, além do armazenamento, ferramentas de apresentações, planilhas, documentos e muitas outras que se assemelham ao pacote Office, popular na maioria dos computadores.

    O Drive é uma das ferramentas SaaS que ajudam na produtividade do Home Office por possuir uma gestão de usuários eficiente, que possibilita a visualização e edição de documentos de forma simultânea.

    Da mesma forma, ainda garante a segurança dos arquivos que estão armazenados e fornece um histórico de atividade de cada documento. Assim, é possível visualizar todos que acessaram, editaram ou excluíram itens.

    Pontomais

    O controle de jornada de trabalho da equipe também não é uma tarefa fácil no home office, entretanto, o Pontomais é uma plataforma que auxilia no processo e torna a gestão um pouco mais fácil.

    Com um aplicativo de celular, cada colaborador pode bater o ponto do local em que estiver para iniciar ou finalizar seus períodos de trabalho. Com isso, o sistema calcula as jornadas, banco de horas e apresenta relatórios.

    Outra funcionalidade interessante é a possibilidade de controle do ponto de diferentes formas. Os funcionários podem bater o ponto lendo um QR Code, batendo uma foto do seu rosto ou simplesmente clicando em um botão.

    Tudo vai depender da necessidade de gestão da empresa e da liberdade que é dada para os colaboradores. Junto ao horário, a ferramenta ainda capta a localização do dispositivo para fins de segurança.

    Conclusão

    As ferramentas de SaaS auxiliam na produtividade do home office em diversos setores e atividades a serem realizadas. O mais importante é encontrar o conjunto que trará facilidade para a execução das tarefas diárias.

  • E-commerce e logística: O mais novo momento

    E-commerce e logística: O mais novo momento

    E-Commerce e Logística: um novo momento

    A pandemia do novo coronavírus trouxe transformações para todos os mercados no mundo, sem exceções. O consumidor passou a ter um novo comportamento e, com isso, tanto e-commerce quanto logística precisaram se reinventar.

    Segundo um relatório apresentado pela Mastercard SpendingPulse, o mercado de e-commerce, no Brasil, cresceu 75% em 2020, quando comparado com o mesmo ano de 2019.

    Este crescimento se deu, obviamente, pelas medidas de isolamento social sugeridas pelos governos estaduais e municipais, em todo o Brasil, para desacelerar a propagação do vírus em nosso país.

    Com isso, o comportamento do consumidor se transformou e o e-commerce se tornou um dos principais canais de aquisição dos mais variados produtos, desde as necessidades básicas até itens mais supérfluos.

    Por conta desse crescimento, outro mercado fortemente impactado foi o de logística, afinal, se um e-commerce vende, os produtos precisam ser entregues ao consumidor final, trabalho das empresas de transporte.

    O objetivo deste artigo é apresentar a você esse novo cenário que se formou, tanto para o mercado de e-commerce quanto para a logística. Em ambos os segmentos, as transformações foram aceleradas em um ritmo surreal.

    Efeitos da pandemia no mercado de e-commerce

    É importante que a avaliação sobre esse novo cenário seja feita de forma linear e sequencial, portanto, o e-commerce foi o primeiro impactado. Em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde classificou a situação como pandêmica.

    Com isso, os governos estaduais e municipais, no Brasil, seguiram uma tendência mundial e implantaram políticas de isolamento social, o que ficou conhecido, popularmente, como lockdown.

    Comércios foram fechados e a circulação de pessoas na rua foi limitada às atividades essenciais para a sobrevivência humana, como hospitais e supermercados, porém, com algumas restrições.

    Desta forma, o consumidor se viu em uma situação nunca antes vivida, onde a aquisição de produtos, além de comida, estava dificultada com o comércio fechado por completo.

    A solução para isso? E-commerce. Nos primeiros meses de pandemia, os dados de faturamento das lojas virtuais no Brasil dispararam, o público estava consumindo cada vez mais através dos canais digitais.

    E-commerce em destaque, logística impactada

    Logicamente, com o boom vivido pelo mercado de e-commerce, que estava trabalhando com uma grande demanda de compra de produtos pela internet, a logística precisou de adaptações para realizar o seu trabalho.

    Entretanto, a adaptação não foi tão fácil e a prova disso é o relatório divulgado pelo Procon de São Paulo, que registrou um aumento das reclamações relacionadas a e-commerce em 208%.

    Grande parte das reclamações eram feitas por conta de demoras na entrega dos produtos. Este caos é compreensível, haja vista que quase todos os impactos da pandemia pegaram os nichos de mercados surpresos.

    Para contornar a situação, as empresas de logística precisaram se reinventar e nós vamos falar sobre o que foi feito durante esse tempo para que os clientes fossem melhor atendidos e os problemas de entrega fossem solucionados.

    Um novo comportamento de compra do consumidor

    O crescimento de procura pelas compras on-line foi percebido, porém, o grande fator influenciador foi o novo comportamento de compra do consumidor em, basicamente, todos os segmentos de mercado.

    Até para pedir um lanche, os canais digitais passaram a ser o meio principal de aquisição. Aplicativos de delivery e de catálogo de restaurantes passaram a fazer parte da rotina de grande parte das pessoas.

    Aquisição de roupas, acessórios e outros produtos passaram a ser uma prioridade da internet, o mercado local foi enfraquecido pela pandemia.

    Quem já comprava em e-commerce, intensificou as suas aquisições, já aqueles que nunca haviam comprado, passaram a fazer pedidos on-line, inclusive o público mais velho, que não era tão adepto às compras digitais.

    A confiança do consumidor aumentou, e muito, devido às suas necessidades, que não poderiam ser supridas pelos negócios locais, pois estes estavam fechados durante boa parte do tempo.

    Este comportamento também está associado à comodidade e é exatamente por isso que não há previsão de desaceleração do mercado de e-commerce e, consequentemente da logística. As pessoas priorizam o que é mais fácil.

    Setores e e-commerces mais favorecidos pela pandemia

    O mercado de e-commerce cresceu como um todo, principalmente em 2020, porém, alguns segmentos de mercado tiveram uma verdadeira explosão no seu volume de vendas.

    Os dados foram divulgados pelo Relatório E-commerce no Brasil, que comparou o mês de março de 2021 com o mesmo mês do ano anterior, 2020, mês que se iniciou a pandemia.

    Segmentos com maior crescimento

    Em primeiro lugar, temos o segmento de importados, que obteve um crescimento de 91,72%. Em segundo está o segmento Pet, com 88,04% de crescimento. Ambos os nichos quase dobraram o seu faturamento em 1 ano.

    A lista do top 10 segue com:

    • Casa & Móveis: +86,62%;
    • Farmácia & Saúde: +65,22%;
    • Moda & Acessórios: +63,18%;
    • Comidas & Bebidas: +57,42%;
    • Varejo: +42,59%;
    • Joias & Relógios: +39,60%;
    • Esportes: +22,98%;
    • Educação, Livros & Papelaria: +20,24%.

    Entre os nichos de mercado pesquisados, o único que apresentou retrocesso no período analisado, de forma justificada, foi o turismo, que regrediu 8,79% em comparação com março de 2020.

    Lojas com maior crescimento

    Os números dos e-commerces com maior crescimento são ainda mais incríveis e com destaque para os importados. A Shopee apresentou alta de 1.954% e a Shein um crescimento de 530,17%.

    A lista completa das 10 primeiras colocações segue com:

    • Menu Dino: +483,93%;
    • Alfa Concursos: +384,21%;
    • Hurb: +359,32%;
    • Zema: +262,75%;
    • DrogaRaia: +261,16%;
    • Direção Concursos: +237,06%;
    • Cacau Show: +219,33%;
    • Drogasil: +173,34%.

    Em suma, os e-commerces com maior crescimento apresentaram mais do que o dobro do seu faturamento em março de 2020, o que gerou um boom, também, na logística, que teria muito mais dificuldade para completar as entregas.

    Tendências para a logística de e-commerce no cenário pós-pandemia

    Se a exigência dos consumidores, antes da pandemia, já era alta, por preços e prazos menores, com a crise e o crescimento do mercado de e-commerce, se tornou muito maior.

    Prazos menores e custos menores

    As empresas de e-commerce precisarão optar por opções mais variadas de logística. Uma excelente alternativa são os marketplaces, que trabalham com uma grande variedade de fornecedores.

    Entretanto, o custo nem sempre será o principal fator decisório para o consumidor final. Prazos mais curtos se mostram ainda mais atrativos para os clientes.

    A alta demanda durante a pandemia fez as lojas maiores optarem por opções de frete que envolvessem retirada na loja e pequenos estoques nas suas unidades. Com isso, aumentou a demanda por retirada em até 24h.

    Para alcançar o seu objetivo de frete mais rápido, o cliente está disposto a pagar um pouco a mais e optar por métodos alternativos, que vão além do mais comum, que é o serviço dos correios.

    Compartilhamento de CDs

    Um dos movimentos do mercado de logística na melhoria de entrega dos serviços e otimização dos custos foi o compartilhamento de centros de distribuições.

    Visando reduzir o espaço ocioso no centro de distribuição de algumas transportadoras e otimizar o custo de outras que superlotaram os seus CDs, diversas empresas optaram pelo compartilhamento dos barracões.

    Assim, ficou mais fácil manusear as mercadorias, otimizar os tempos de entrega e proporcionar opções mais fáceis e mais baratas para os consumidores finais, que não estão se importando com o processo, mas sim com o prazo e o custo.

    Retirada na loja

    Esta alternativa se mostrou um ganho para o cliente final, porém, uma necessidade de um gerenciamento ainda mais preciso com relação a estoque entre e-commerce e lojas físicas.

    Grandes players, como o Magazineluiza, optaram por este modelo de entrega visando agilizar a retirada do cliente e desafogar a parte logística das suas lojas virtuais.

    Dessa forma, pequenos estoques foram formados em mais de 700 unidades espalhadas pelo Brasil, facilitando o deslocamento das mercadorias e agilizando a entrega ao cliente final.

    O crescimento que vai se manter

    Com um consumidor mais acomodado e mais exigente, a tendência do mercado é de o comportamento se manter como está hoje, durante a crise do novo coronavírus.

    Isso porque as pessoas querem, cada vez mais, a comodidade ao invés do esforço despendido para a aquisição de produtos em lojas físicas.

    Apesar de alguns mercados, como o de alimentos, terem diminuído o seu crescimento com relação a 2020, outros nichos só crescem, como foi o caso de Pets e Importados, segundo a pesquisa previamente descrita.

    Portanto, as transformações implementadas, principalmente no setor logístico, tendem a se manter e perdurarem por um bom tempo, até que novos hábitos sejam adquiridos pelos consumidores.

    O que não se transformou em anos, aconteceu em meses por conta das necessidades da pandemia. Entretanto, estas transformações foram benéficas para o mercado e ficarão como uma espécie de legado para os próximos anos.

    Conclusão

    As mudanças aconteceram e já estão em prática. Tanto e-commerce quanto logística estão com novidades para os consumidores, porém, a um custo que ainda está sendo pago pelas empresas.

    A implantação das melhorias, de modo geral, gerou custos altos para todos os envolvidos (com exceção do consumidor), porém, com o crescimento da demanda, estes custos devem ser supridos em pouco tempo.

  • Estratégia de Marketing Digital: O que você não deve falhar

    Estratégia de Marketing Digital: O que você não deve falhar

    Estratégia de Marketing Digital: O que você não pode errar

    2021 é, sem dúvidas, um ano desafiador para qualquer estratégia de marketing digital. Isso porque o comportamento dos usuários mudou durante a pandemia e algumas práticas comuns já não são mais úteis.

    A utilização da internet como forma de aquisição de produtos e serviços se tornou cada vez mais comum, até mesmo para os públicos que possuem menor familiaridade com a tecnologia.

    Além disso, diversas atualizações foram feitas em algoritmos como os do Google e do Instagram, o que levou a produção de conteúdo a outras vertentes, visando cada vez mais a experiência do usuário.

    Outro fator de importância única para este ano é a adequação das empresas na Lei Geral de Proteção de Dados. Toda e qualquer empresa precisa se adequar e, para aquelas que utilizam estratégias de marketing digital, as exigências são ainda maiores.

    Erros que você não pode cometer na sua estratégia de marketing digital em 2021

    Com as inúmeras mudanças no mercado de marketing digital, novas tendências surgiram e alguns canais que, para muitos, estavam quase obsoletos, ganharam ainda mais força.

    Confira, a seguir, uma série de erros que podem colocar a sua estratégia de marketing digital em risco se forem cometidos. Todos estes cuidados são importantes e devem estar sob o seu radar a todo momento.

    Atente-se para o trabalho da sua equipe de marketing e garanta que as ações estão sendo executadas de acordo com o que o mercado pós-pandêmico exige de qualquer empresa no mercado digital.

    Fazer marketing como se não existisse o efeito da pandemia

    É notório que o comportamento do consumidor mudou depois da pandemia. A internet está sendo utilizada para quase todas as transações de produtos e serviços, até mesmo para operações básicas como compras no mercado.

    É fundamental que a sua empresa esteja adequado a esse novo comportamento e ofereça todas as oportunidades para que o cliente tenha uma experiência completa com a sua marca pela internet.

    Vender on-line não significa inserir todos os processos no meio digital. Diversas empresas estão disponibilizando canais digitais para a visualização e negociação dos produtos e utilizando pagamentos tradicionais.

    Dentre as formas de pagamento, o lançamento do PIX no Brasil foi um dos principais avanços que facilitou as transações pela internet.

    Com o crescimento das vendas on-line, as marcas começaram a adotar, cada vez mais, o conceito de omnichannel, que é integrar a experiência do cliente em vários canais, sejam eles físicos ou virtuais.

    Um exemplo disso é a integração de estoques das lojas, que possibilitam as compras on-line com retirada na loja, por exemplo. Esta prática entrega a comodidade da compra on-line com a agilidade de uma entrega na loja.

    Não se atualizar com relação às atualizações do buscador do Google

    Cada vez mais, o Google está saindo do mecanismo engessado de ranqueamento e entrando no mundo da experiência do usuário. As boas práticas para bons ranqueamentos deixaram de ser voltadas para o buscador.

    A prioridade para atingir as primeiras posições do Google, atualmente, é uma harmonia entre um conteúdo atrativo e agradável ao leitor e uma estrutura bem preparada para ser encontrada pelos crawlers do buscador.

    Outro fator que se torno cada vez mais relevante é o comportamento do usuário nas páginas dos sites e blogs. Taxas altas de rejeição estão sendo consideradas e páginas com tempo baixo de retenção também estão sendo penalizadas.

    A intenção do Google com estas exigências é fazer com que os produtores foquem no usuário e criem conteúdos relevantes para satisfazer as dúvidas do público.

    Na prática, quando o usuário faz uma busca, o Google quer encontrar o resultado que está mais alinhado com a necessidade de quem está buscando, não mais o resultado que está melhor estruturado de acordo com as suas diretrizes.

    Ignorar a Lei Geral de Proteção de Dados

    Outra novidade que está movimentando a estrutura de qualquer empresa no mercado nacional. A LGPD está chegando para garantir ainda mais segurança para o usuário que navega na internet.

    Desta forma, a captação das informações dos clientes deve seguir algumas exigências para que seja aceita pelo órgão regulamentador e o usuário deve ter total ciência sobre quais dados serão captados e para que serão utilizados.

    Assim como aconteceu na Europa, com a implantação da GDPR, o descumprimento das normas da LGPD pode ocasionar altos danos financeiros às empresas em forma de indenização aos usuários que se sentirem invadidos.

    Toda e qualquer informação captada deve possuir o seu fluxo documentado, exigindo, inclusive, que cada empresa detentora dos dados possua uma pessoa responsável por essa gestão.

    Adequar-se à LGPD é um princípio básico para a sua estratégia de marketing digital para 2021 e a melhor forma para fazer isso é buscando auxílio jurídico.

    Ignorar o e-mail marketing

    Este erro não é uma exclusividade de 2021. Há alguns anos as empresas têm insistido em acreditar que o e-mail não é mais um canal com bom potencial de conversão.

    A realidade é que, quando bem utilizado, este canal de comunicação pode ser o que entrega o melhor ROI para a sua empresa. O segredo está na conexão que ele gera entre empresa e cliente.

    Entenda que a caixa de e-mails dos seus leads é algo precioso, ele quer receber apenas mensagens de extrema relevância. Se você não entregar algo que realmente interesse ao seu contato, você, dificilmente, o transformará em cliente.

    Outro ponto está na forma como o e-mail é utilizado. Enviar e-mails de oferta de produtos semanalmente não é criar conexão, muito menos entregar conteúdo relevante.

    Segmente a sua lista e entregue ofertas apenas para os clientes que realmente demonstraram interesse. Além disso, procure ofertar produtos relacionados às suas visitas recentes ao seu site, personalizando a comunicação.

    Promover publicações apenas pelo botão promover do Instagram

    Este é um erro mais comum para as empresas menores, onde o próprio dono faz a gestão das mídias sociais e não tem grande conhecimento da ferramenta de anúncios do Facebook Ads.

    O botão “Promover” é uma alternativa fácil e rápida, entretanto, extremamente limitada para entregar resultados relacionados à obtenção de público para a sua página.

    Utilize-o de forma estratégica, sendo mais indicado apenas para promover publicações com o objetivo de engajamento para a própria publicação e para a sua página.

    Campanhas mais complexas devem ser veiculadas pelo gerenciador de anúncios do Facebook. Lá, você terá uma gama de possibilidades muito maior, terá maior controle sobre os seus anúncios e poderá entregar ainda mais resultados.

    A sua estratégia de marketing digital precisa passar pelo gerenciador de anúncios do Facebook, afinal, ele te possibilitará obter retornos muito mais lucrativos do que a ferramenta simples de promoção do Instagram.

    Criar conteúdo em excesso de forma superficial

    Esta foi uma mudança ocasionada pelo efeito da pandemia no comportamento das pessoas. Até 2019, por conta dos algoritmos de busca, a produção de conteúdo para a internet atingiu uma escala de proporções estratosféricas.

    A necessidade das empresas de produzir conteúdos em grandes volumes criou uma prática não muito interessante para o usuário: muitos conteúdos superficiais e que agregavam pouco aos clientes.

    Acontece que, durante a pandemia, o comportamento dos clientes (e os algoritmos) mudaram. As pessoas estão mais adeptas a conteúdos mais longos, porém, mais relevantes para as suas necessidades.

    Este formato de conteúdo, que é gerado em menor quantidade, entretanto, com maior qualidade, é chamado de slow content. Esta é uma tendência para 2021 e você precisa estar adequado a este novo formato para captação de audiência.

    Ignorar o fato de o cliente estar no controle

    Entender o comportamento do cliente é essencial para uma estratégia de marketing digital de sucesso. As mudanças no mercado digital como um todo colocaram o cliente cada vez mais no controle das ações.

    Isto quer dizer que a sua empresa deve dar todo o suporte necessário para uma excelente experiência do cliente, entretanto, não deve tentar força-lo a executar ações que ele não está habituado ou, até mesmo, não tem interesse.

    Esta prática pode ser prejudicial, pois pode gerar um marketing reverso e acabar gerando rejeição entre os adeptos da sua marca. O comércio de produtos e serviços on-line está cada vez mais nas mãos do cliente.

    Garanta uma experiência incrível para os usuários, disponibilize o máximo de canais de conexão, atrelados a um excelente nível de atendimento, que deve ser personalizado e o mais humanizado possível.

    A combinação desses fatores fará com que o cliente esteja no controle e, ao mesmo tempo, altamente satisfeito na experiência de contato com a sua marca.

    Conclusão

    Os fatores que mais influenciam as estratégias de marketing digital para 2021 são aqueles relacionados às mudanças de comportamento do cliente. Junto a isso, temos a entrada da LGPD, que exige adequações.

    Tendo todos esses fatores mapeados, executar as suas ações será ainda mais fácil. Com tudo isso rodando, com certeza a sua empresa estará um passo a frente dos seus concorrentes e estará preparada para escalar o seu crescimento.

  • Assessoria de marketing: entenda como vender mais no digital

    Assessoria de marketing: entenda como vender mais no digital

    Assessoria de Marketing: sua empresa vendendo mais através do digital

    Investir em marketing digital não é mais tendência e nem um diferencial, é uma necessidade. Uma estratégia indispensável para qualquer negócio ter sucesso. Atualmente, não dá nem para imaginar uma empresa sem presença digital. E é aí que entra a assessoria de marketing.

    Afinal, é através dela que muitas empresas vêm melhorando suas vendas de forma estratégica. Assim, a partir de agora você vai entender como utilizar essa poderosa ferramenta dentro da sua estratégia de negócio e alavancar suas vendas.

    Mas antes, você sabe de fato o que é marketing digital? Podemos te ensinar tudo sobre esse assunto!

    Uma assessoria de marketing é o mesmo que agência?

    Essa é uma dúvida comum no mercado. Afinal, dentro do nicho de empresas que trabalham prestando serviços de marketing digital, o termo “agência” se popularizou e acabou sendo generalizado.

    Entretanto, é preciso identificar as diferenças entre assessoria de marketing e agência de marketing. Assim, explicando o porquê do mercado de agência já não ser a única opção para as empresas que querem crescer de verdade.

    O que faz uma agência de marketing?

    Atualmente, as agências de marketing estão no meio do caminho entre as produtoras de conteúdo e as antigas agências de publicidade. Geralmente, as agências trabalham com serviços de marketing e produção de sites. Ou seja, com algo mais operacional.

    Na prática, este tipo de empresa atua como uma agenciadora de mídias. Presta o serviço de inserir a sua empresa nas mídias, porém, nem sempre esse serviço é tão personalizado quanto parece.

    Além disso, é comum que as agências trabalhem com determinadas plataformas fixas. Serviços de e-commerce, automação de marketing e atendimento ao cliente, até empresas terceiras para produção de materiais impressos.

    Assim, no geral, pacotes fechados de marketing são ofertados pelas agências, com uma determinada quantidade de publicações nas mídias sociais. E, por vezes, alguns serviços adicionais, adjacentes.

    Entretanto, os pacotes fechados nem sempre se adéquam às necessidades do cliente. Portanto, o serviço acaba sendo engessado.

    Quer saber mais? Entenda melhor o que é e como funciona uma agência de marketing

    O que é uma assessoria de marketing?

    O papel da assessoria de marketing, acima de tudo, é gerar resultados para os clientes através do marketing digital. Além disso, não existe comissionamento ou parcerias exclusivas com determinadas plataformas.

    O papel do assessor será diagnosticar o seu negócio, o mercado em que está inserido e identificar as melhores soluções.

    Assim como a agência, a assessoria também faz a execução de campanhas, porém, em um conceito mais estratégico, planejado e focado em resultados. O assessor se torna quase um sócio, preocupado em fazer a sua empresa crescer.

    Importante: não existe trabalho de marketing terceirizado, sem a participação da própria empresa, que funcione e dê resultados de verdade.

    O marketing é um setor que não pode se desvincular da empresa. A participação de pessoas-chave é essencial para o acompanhamento das ações e para as tomadas de decisão nas estratégias.

    Em suma, a assessoria de marketing trabalhará como um setor de inteligência para executar as campanhas de marketing do seu negócio. Ou seja, trabalhando em conjunto com a sua empresa para obter resultados.

    Quer saber mais? Entenda o que faz uma assessoria de marketing digital na prática!

    Por que contratar uma assessoria de marketing?

    A operação de marketing é complexa e exige pessoas realmente qualificadas para este trabalho. A assessoria de marketing atua como um setor dentro da sua empresa, entretanto, com um custo muito menor do que uma equipe inteira.

    Proximidade com o cliente e entendimento do negócio

    Pelo compromisso com o aumento das vendas e com o desempenho do negócio do cliente, o desafio de uma assessoria de marketing é maior. O trabalho é muito mais profundo. Por este motivo, para a parceria funcionar, a consultoria precisa estar muito mais próxima do cliente. Precisa entender muito mais sobre o nicho e o mercado do cliente.

    A assessoria de marketing, antes de começar um projeto, precisa fazer uma pesquisa minuciosa sobre concorrentes. Ou seja, analisar o momento de mercado daquele nicho, ter dados sobre faturamento e desempenhos de campanhas anteriores do seu cliente.

    É preciso que haja uma pesquisa até da região geográfica em que atua aquela empresa. Afinal, uma assessoria de marketing precisa, de fato, entender o cliente. É só assim que ela entenderá o que precisa fazer em campanhas de marketing para que aquele negócio cresça e se desenvolva. 

    A proximidade com o cliente é uma das bases para o projeto funcionar.

    A assessoria de marketing é uma aliada, uma parceira que caminha lado a lado para o crescimento do negócio. Atua como uma sócia.

    O aumento do faturamento de um cliente é o sucesso do trabalho em conjunto. O papel da assessoria vai bastante além do cumprimento de tarefas de marketing

    Foco no sucesso do cliente

    Não fica difícil, então, entender que o sucesso do cliente é a prioridade absoluta de uma assessoria de marketing. O trabalho da assessoria e do cliente está integrado. Portanto, a assessoria deve fazer com que todos os pontos de interação com o cliente sejam eficientes.

    O cliente deve se sentir seguro, deve saber que está lidando com especialistas, por ser grande a confiança que ele deposita na assessoria. Ou seja, a contratada não pode dar margem para amadorismo. Por estar em uma posição tão estratégica junto aos seus clientes, falhas repetidas e não corrigidas resultam na perda daquele cliente, no churn. 

    A relação entre cliente e assessoria é algo sensível. Por isso, é obrigação de uma boa assessoria de marketing trabalhar para que essa relação seja saudável e 100% benéfica para o cliente.

    Uma assessoria de marketing tem padrões e metodologias que se mostraram eficientes ao longo do tempo e que podem ser aplicados para diferentes clientes. Mas é essencial que haja um tratamento personalizado, específico para cada cliente, devido à infinita diversidade que existe entre empresas, entre nichos.

    A assessoria de marketing enxerga cada cliente como único e sabe que o que funciona para um pode não funcionar para o outro.

    Marketing como ciência

    Você deve estar pensando: “Nossa, mas é muito grande a responsabilidade que uma assessoria de marketing assume, hein?” E você está certo.

    No trabalho de assessoria de marketing, não há espaço para enrolação, para subjetividade ou para vaidade. É tudo muito prático. É tudo mensurável. Ou vende, ou não vende. Simples assim (simples, mas difícil!).

    É claro, cada projeto tem seu tempo de maturação. O começo dos resultados depende da maturidade digital de cada cliente. É um erro acreditar que os resultados virão da noite para o dia.

    O acompanhamento de métricas e acompanhamento de resultados é tudo para a assessoria. É preciso que se tenha uma rotina eterna de testes e aferição de resultados.

    O que não funciona é tomado como aprendizado e melhorado, considerando aquilo que funciona. E, para enfatizar mais uma vez, funcionar significa vender.

    Uma assessoria de marketing rejeita a visão de que o marketing é uma arte subjetiva ou um tema de interpretação. Não, o marketing deve ser trabalhado como uma ciência exata e mensurável. Uma ferramenta extremamente importante para o crescimento de um negócio.

    O marketing como ciência também traz segurança para o cliente. Assim ele saberá exatamente e em números se o seu investimento está sendo bem efetuado ou não.

    Se os resultados apresentados não o satisfazem, ele sai do projeto. O importante é que todas as informações sejam transparentes, livremente compartilhadas e baseadas em dados.

    Excelência dos profissionais

    Este foco absoluto em resultado e vendas gera um efeito positivo para as assessorias de marketing e seus clientes. Afinal, só os melhores profissionais se mantêm trabalhando no projeto.

    Não é difícil entender o porquê. Quando o marketing é percebido como ciência, só há espaço para profissionais que dão resultado. Só irão permanecer os profissionais cujas ações são transformadas em aumento de desempenho, em aumento de vendas.

    O foco de uma assessoria não é ter um juízo de valor se algo é feio ou bonito, se é muito ou pouco. E se uma arte feia vender mais do que uma bonita? Se uma campanha dá resultado, então ela funciona. Ponto.

    Aqui na V4, nosso lema é “o nosso negócio é vender o seu”. E é exatamente isso que uma assessoria de marketing faz: utilizar todos os artifícios do marketing digital para fazer a sua empresa crescer.

    Outro ponto é que, geralmente, as agências trabalham com mensalidades fixas. Já uma assessoria trabalha com custos baseados nos seus resultados, como um verdadeiro sócio do seu negócio.

    Se as ações executadas não surtirem efeito e os resultados forem baixos, a empresa de assessoria também perde. Afinal, ela está ali para te entregar resultados, não por uma mensalidade.

    Especialistas no assunto

    Geralmente, uma empresa de assessoria possui know how em todas as áreas do marketing. Desde o diagnóstico da empresa até a análise dos resultados. Dessa forma, tudo o que a sua empresa precisa para obter resultados será entregue.

    Em um trabalho de assessoria, você trabalhará 4 pilares que transformarão o seu negócio e possibilita a escalada nas suas vendas: tráfego, engajamento, conversão e retenção. Ou como preferimos chamar, o Método V4.

    Solução personalizada para as necessidades do seu negócio

    Ao invés de sugerir parcerias já formadas com determinadas plataformas ou canais de mídia, a assessoria de marketing promoverá ações personalizadas. Mas como? Utilizando as soluções que mais se encaixam para o seu negócio.

    Para isso, são realizados estudos de persona, mercado, entre outros. Estes são realizados durante o trabalho e visam identificar, também, os melhores canais e as melhores soluções para obter resultados expressivos. Logicamente, através de estratégias do marketing digital.

    Quais atividades a assessoria de marketing te entrega?

    Basicamente, na prática, quase tudo que uma agência de marketing faz, a assessoria também faz. Ou seja, no operacional, também executará ações como a criação de landing pages, criação de artes para peças gráficas e campanhas, por exemplo.

    Todo material diretamente ligado à venda é produzido pelos profissionais da assessoria. Também há o serviço de escritas persuasivas para anúncios e outros veículos, o chamado copywriting.

    Assessorias também sobem campanhas publicitárias em plataformas como o Google, Facebook, LinkedIn, Pinterest, Twitter, TikTok. E para isso conta com profissionais com toda a expertise para otimizar essas campanhas.

    Qual o grande diferencial de uma assessoria de marketing?

    Mas o grande diferencial das assessorias, em comparação com as agências, são os serviços estratégicos.

    A assessoria têm diversos profissionais encarregados de pensar em estratégias de marketing para aumentar as vendas. Isso inclui, por exemplo, pensar no formato da campanha, definir em quais plataformas elas serão veiculadas, por quanto tempo ela rodará, etc.

    A V4 Company, por exemplo, implementa todo o processo de vendas pela internet de seus clientes. Ou seja, desde a implementação de um CRM, treinamento para a utilização do mesmo, até treinamentos de vendas. 

    Este profissional é proativo, ou seja, ele não espera que o cliente passe para ele o que tem que ser feito.  O profissional sabe que ele é o expert. Assim, ele tem o dever de elaborar e propor ações de marketing focada em resultados. 

    Pela proximidade que a assessoria de marketing tem do seu cliente e pelo entendimento adquirido sobre negócios como um todo, ela sabe que a vida de empresário é intensa e cheia de desafios

    É óbvio, para a parceria dar certo, é essencial que o cliente participe ativamente, é um trabalho a quatro mãos. Mas os profissionais da assessoria de marketing sabem que quem está à frente de uma empresa e contrata a assessoria, busca soluções.

    Cada empresa de assessoria trabalha de uma forma, fornecendo serviços diferentes para os clientes. Entretanto, as ações que fazem parte do núcleo do marketing digital são uma constante.

    Estudos e diagnósticos

    Antes de sair executando campanhas, é necessário entender como a sua empresa está situada no mercado. Ou seja, saber quem são as suas personas (se não estiverem definidas) e como os seus concorrentes estão atuando.

    Dessa forma, os próximos passos terão um embasamento maior para manter a competitividade. E assim, atingir as pessoas certas e trazer o retorno para o investimento que for definido.

    Inteligência de marketing

    O serviço de inteligência envolve o planejamento, o monitoramento e a análise de resultados. Avaliando todas as ações, os efeitos do que está sendo executado e as definições para os próximos passos.

    Este é o ponto mais importante de qualquer estratégia na assessoria de marketing. Afinal, o marketing digital é uma ciência baseada em dados e planejamento, sem estes fatores, o resultado se torna mais difícil.

    Tráfego

    Toda e qualquer campanha de marketing precisa alcançar pessoas e gerar tráfego para os seus canais de mídia ou de venda. Afinal, assim como no mercado físico, se ninguém passa pela sua marca, você não vende.

    O trabalho de tráfego utilizará as mídias pagas e orgânicas para gerar público para as suas campanhas. Dessa forma, novos leads serão gerados e as vendas terão maior probabilidade de aumentarem o seu volume.

    Engajamento

    Quando você  consegue conquistar uma audiência, você  precisa fazer com que esse público se apaixone pelo que você  tem para oferecer. Por isso, é necessário desenvolver diversas estratégias para engajar seu público.

    Nessa frente, a produção de conteúdo será essencial. Por isso é importante estar alinhado com o conceito de marketing de conteúdo e também com o uso de diversas redes sociais.

    Conversão

    O objetivo principal de grande parte das campanhas de marketing digital é a venda. Ou seja, transformar o visitante em cliente. A assessoria atuará ativamente junto aos canais de venda para potencializar as conversões.

    Se esta etapa não acontecer, todo o trabalho corre o risco de falhar. Portanto, é fundamental que o setor de vendas esteja funcionando e os leads que chegam estejam na qualidade ideal para serem convertidos.

    Nesse momento, é indispensável contar com um time de Inside Sales!

    Retenção

    Melhor do que vender, é vender mais. Diversos estudos já provaram que vender para clientes que já estão na carteira é cerca de 50% mais barato. Por isso, a assessoria de marketing dedicará parte dos esforços para a retenção.

    Aumentar o tempo de vida de um cliente é importante e torna o seu negócio cada vez mais saudável. Despender menos recursos para vender quer dizer otimizar o tempo e o dinheiro.

    Fica ainda mais fácil converter os clientes e ainda sobram recursos para serem utilizados em outras áreas no setor de vendas ou nas próprias ações de marketing.

    Como saber se a assessoria de marketing é a melhor opção?

    Atualmente, no livre mercado existem diversas empresas de assessoria de marketing. Dessa forma, as empresas encontram dificuldades em escolher a opção mais adequada para o negócio.

    Por esse motivo, pesquisar antes de fechar negócio é importante, alem disso é importante prestar atenção em outros fatores.

    Como falamos é importante pesquisar, assim, mostraremos os principais pontos a se considerar antes de contratar uma assessoria de marketing.

    Estabeleça seus objetivos

    Não faz sentido buscar uma assessoria de marketing sem ter os objetivos do negócio definidos. Portanto, é importante primeiro olhar para o interior da empresa e conferir quais são os objetivos de marketing da sua empresa.

    Entendendo as dores e expectativas do negócio, a procura pela assessoria sera facilitada, já que você saberá os serviços necessários e quanto tempo é preciso para conquistar as metas.

    Um exemplo de escolher bem os objetivo antes de contratar uma assessoria é um dos cases de sucesso

    No case, falamos sobre a ELG Screen. Uma empresa que nasceu para vender telas de notebooks, mas que teve que mudar seus objetivos para continuar crescendo com o avanço da tecnologia.

    Dessa forma, ter um objetivo definido, ajudou a marca procurar a assessoria e obter um faturamento 10 vezes maior do que os anteriores.

    Pesquise sobre a assessoria

    Considerar o tempo de mercado da marca é importante para fazer uma boa escolha, alem disso, é importante considerar a reputação. Estar presente nas mídias, premiações, bom rate no reclame aqui, por exemplo, são alguns indicadores de que a marca tem nome no mercado.

    Alem disso, uma assessoria com parceiros de sucesso que tem certificados de grandes organizações — como o Google, Reclame Aqui, Great Place To Work — apresentam um nível alto de confiabilidade  e mais chances de oferecer um bom serviço.

    Acompanhe as mídias 

    Observar o comportamento das redes sociais marca é importante para conferir se a empresa tem boa atuação no digital, e conferir se oque é oferecido pela empresa é praticado no próprio negócio.

    Alguns questionamentos que podem ser feitos ao acompanhar as mídias:

    • Como é a atividade nas redes sociais e outros canais de comunicação?
    • O site é otimizado para todos os dispositivos?
    • O blog tem bons conteúdos?
    • Há um bom relacionamento nas redes sociais?

    Em um dos nossos cases, falamos sobre um dos nossos clientes que descobriu a V4 Company através das redes sociais. A empresa Zhaz Soluções acompanhou nossas redes sociais, e entendeu que a assessoria de marketing fazia sentido para marca.

    Converse com clientes

    Quando buscamos comprar alguma coisa no mercado online, é recomendável conferir as avaliações, para garantir que não caia em golpe e certificar que o produto é bom.

    Essa estratégia se aplica também no mundo dos negócios. Assim, procurar por clientes que já passaram pela assessoria de marketing é importante para entender como é o atendimento e tirar algumas dúvidas sobre o serviço.

    Por este motivo, a V4 Company, tem uma página somente para isso. No qual tem cases mostrando as experiências, dúvidas e faturamento dos nossos clientes.

    Assessoria de marketing em diferentes mercados

    Agora que conhecemos sobre uma assessoria de marketing, você deve estar se perguntando em que tipo de mercado se encaixa. 

    Esse serviço pode ser contratado por qualquer empresa, por ter a flexibilidade de se encaixar em qualquer negócio. Assim, trouxemos 2 exemplos de nicho de mercado onde a assessoria foi um projeto bem-sucedido.

    Assessoria de marketing para Inside Sale

    A Lugano Chocolates, cliente V4 desde 2019, é um bom exemplo de inside sales. A marca costumava vender em média duas franquias por mês, mas bateu um recorde de 25 vendas em junho 2022 com a assessoria de marketing.

    Esse aumentou representou um faturamento de 3,88 milhões  — resultado contado somente a taxa de franquia–, através do processo de inside sales.

    Assessoria de marketing para E-commerce

    Um exemplo de que pode ser usado no mercado B2C, é o case da Makeer. Uma empresa focada em vender e oferecer soluções para churrasqueiras.

    A Makeer encontrou um problema no mercado: falta de churrasqueira de qualidade. Apesar do CEO querer vender, não sabia como efetuar isso através do e-commerce. Dessa forma, procurou a assessoria de marketing para poder vender mais através digital.

    Assim, uma empresa que faturava 80 mil ao mês, conseguiu, com ajuda da assessoria, faturou 500 mil reais apenas com o site.

    Assessoria de marketing para Varejo

    A Lojas Lebes é uma rede varejista gaúcha, com mais de 60 anos de mercado e presente em mais de 160 municípios. A empresa era muito acostumada com a venda no formato PDV, mas que buscou a assessoria de marketing para alavancar as vendas, tanto física com online.

    Apesar de na época estarmos passando por uma pandemia, a varejista encontrou uma solução: vender mais. A empresa chegou a essa conclusão, por um simples motivo, ninguém estava comprando presencial, mas o nível de compradores não parava de crescer.

    Dessa forma, buscou ajuda para vender mais seus produtos. O resultado fala por si, a empresa conseguiu passar 160% de sua meta durante uma pandemia, assim mostrando a eficiência de uma boa assessoria.

    Quer entender como a Lojas Lebes atingiu faturou durante a pandemia? Então confira nosso conteúdo: Como a V4 ajudou a Lebes a bater 160% da meta de vendas

    V4 Company como a solução em marketing digital

    De acordo com o que o mercado digital atual pede, a assessoria de marketing é a melhor opção para qualquer tipo de negócio. Principalmente por entregar soluções que vão além da criação de campanhas.

    Com uma assessoria, o seu negócio ganha uma espécie de sócio. Ou seja, profissionais que estão o tempo todo pensando nas melhores formas de entregar resultados significativos e que gerem retorno para o seu investimento.

    Assim, você pode aumentar suas vendas com o método que vem transformando o marketing digital. Quer saber como? Confira o vídeo abaixo e entenda porque somos a maior assessoria de marketing digital do Brasil.

  • Gestão Quatro Ponto Zero: A rotina de empresas de grande sucesso

    Gestão Quatro Ponto Zero: A rotina de empresas de grande sucesso

    Gestão Quatro Ponto Zero: Rotina de Empresas de Sucesso

    O mundo dos negócios vem sofrendo mudanças constantes, principalmente pelas alterações no comportamento do consumidor. Com isso, uma forma de gestão se destaca no mercado e é uma realidade mundial: gestão 4.0.

    Com o cliente no comando das transações, estando cada vez mais informado e menos fiel a marcas e tipos de serviço, as empresas precisaram se movimentar para seguir esse comportamento se adaptar as suas estratégias.

    Engana-se quem pensa que somente os times de marketing e vendas precisaram se atualizar. As empresas que querem crescer ou se manter em alta no mercado precisam passar por uma transformação completa.

    A referência para a aplicação da gestão 4.0 são sempre os grandes negócios, que adotaram essa nova metodologia de gerenciamento para impulsionar os resultados e puxar a frente do mercado.

    Pensando nisso, desenvolvemos esse artigo que vai te ajudar a entender o que é este método de gestão empresarial e o que a sua empresa precisa para começar a trabalhar da forma correta para escalar os resultados.

    O que é a gestão 4.0?

    Para entendermos o que é gestão 4.0, é preciso compreender como ela surgiu. Os avanços da tecnologia e as transformações no mercado caracterizaram o surgimento da indústria 4.0.

    Esta “nova indústria”, baseada no uso da tecnologia para aumentar a produtividade das empresas, deu início a uma série de mudanças no comportamento de gestores, equipes e consumidores.

    As demandas do mercado mudaram, as necessidades dos consumidores também. Com isso, os métodos de trabalho que tinham os melhores resultados precisaram se adaptar.

    Algumas características da gestão 4.0 são evidentes e nós vamos descrevê-las a seguir.

    Foco no cliente

    Antes, as empresas eram as detentoras das informações e tinham o controle da jornada de compra, principalmente através dos canais de mídia tradicionais, entretanto, essa realidade mudou completamente.

    A democratização da internet trouxe a informação em tempo real para a palma da mão do consumidor, que pode navegar de loja em loja, pesquisar sobre produtos ou serviços e decidir o que é melhor para as suas necessidades.

    Esta transformação o colocou no comando, fazendo com que as empresas voltassem as suas atenções para o que o cliente falava e para as suas intenções dentro do mercado.

    Na gestão 4.0, todas as ações são voltadas para solucionar as necessidades do cliente. Em vez de inventar algo inovador, as organizações foram em busca do que os seus clientes precisavam, para, então, fazer as suas inovações.

    Esta mudança é percebida em qualquer segmento, porém, é mais explícita no mundo do marketing. A interação entre marcas e seguidores/clientes está cada vez maior.

    Até mesmo grandes nomes do cenário mundial aderiram à participação popular para ouvir o que os seus clientes tinham a dizer. O cliente, como detentor da informação, possui todas as respostas que as empresas precisam.

    Mudança no papel do gestor

    O gestor, ou líder de equipe, deixou de executar o seu papel apenas gerencial e precisou se tornar um facilitador dentro da empresa. Ele é o principal responsável por encontrar as brechas e atuar para explorá-las.

    Identificar necessidades dos clientes, realizar análises constantes das equipes e propor melhorias são tarefas que começaram a fazer parte da rotina diária de qualquer líder dentro da gestão 4.0.

    Em vez de se manter apenas no controle dos processos produtivos, o líder passou a ser uma peça fundamental para potencializar o operacional e torna-lo cada vez mais útil para os clientes.

    Surgimento do omnichannel

    Com o celular na mão, o consumidor passou a ter acesso a uma infinidade de canais, sejam eles mídias sociais, sites blogs, e-commerces ou qualquer tipo de meio de comunicação digital.

    Tudo isso sem contar os canais de mídia e de venda tradicionais, como lojas físicas, canais de televisão, estações de rádio, entre outras.

    Este comportamento multicanal do cliente fez com que as empresas aderissem a um conceito que vai além do multicanal, o omnichannel. Além de estar presente em vários meios, estes devem estar interligados entre si.

    Ao verificar um produto na internet, o cliente precisa ter a disponibilidade de consultar informações pelo chat e, caso se dirija até uma loja física, o mesmo produto deve estar disponível com as mesmas condições.

    Da mesma forma, os vendedores trabalharão em diferentes canais de atendimento, disponibilizando oportunidades para o cliente onde ele estiver. No omnichannel, as empresas estão onde os clientes estiverem, não o contrário.

    Automação dos processos

    Se um dos focos da gestão 4.0 é a utilização da tecnologia para melhorar a produtividade das equipes, nada melhor do que fazê-la executar processos por conta própria.

    Assim, o material humano pode ser melhor utilizado e os recursos são otimizados, como o tempo dos funcionários. Além disso os processos automatizados reduzem as chances de erros.

    Durante muito tempo um mito foi muito popular sobre a automação de processos, onde se acreditava que isso era um processo caro e que somente as grandes companhias conseguiriam instaurar no seu cotidiano.

    Acontece que a democratização da tecnologia trouxe a automação para o alcance de qualquer negócio. Desde procedimentos financeiros até ações de marketing podem ser automatizadas e se tornarem ainda mais baratos.

    Desta forma, a equipe pode dedicar ainda mais o seu tempo para resolver problemas que envolvem o cliente e se aproximarem ainda mais dos seus consumidores.

    Virtualização de atividades e big data

    Cada vez mais, as atividades operacionais são registradas em sistemas on-line, que armazenam as informações na nuvem e geram grandes quantidades de dados para os gestores de equipe.

    Naturalmente, estes dados acumulados não representam nada de forma isolada, porém, quando utilizados de forma conjunta, cruzados, podem auxiliar qualquer empresa nas suas tomadas de decisão.

    Desde atividades do consumidor na internet, que podem ser monitoradas, até o trabalho interno da equipe, tudo gera dados. Estes dados precisam passar por um processo de curadoria e cruzamento de informações.

    Desta forma, o comportamento do consumidor pode ser melhor identificado, auxiliando a empresa na criação e melhoria de produtos, assim como ajustes na comunicação para atingir o cliente ideal.

    Por outro lado, o trabalho da equipe pode ser otimizado, gargalos no setor produtivo podem ser identificados e uma série de otimizações podem ser executadas para gerar menos custo e maior produtividade.

    O que uma empresa precisa para aderir à gestão 4.0?

    Naturalmente, um processo de transformação digital não ocorre de um dia para o outro. É necessário que a empresa tenha um suporte básico para que a gestão 4.0 seja aplicada da melhor forma possível.

    Integração dos times

    Uma empresa integrada gera dados de forma mais fácil e possibilita essa metodologia de gestão que está sempre analisando métricas para buscar melhorias contínuas.

    Entretanto, integrar os times não é tão fácil. É preciso implementar um sistema que conecte as equipes, capture dados e possibilite a ação dos gestores na coordenação dos processos.

    Da mesma forma, a integração pessoal também é necessária, para que todos na empresa entendam a sua importância e a diferença que faz dentro do processo para obtenção de resultados.

    Automação básica de processos

    Um dos princípios da gestão 4.0 é a automação de processos e ela é implementada de forma gradual com as melhorias propostas pela metodologia.

    Entretanto, a empresa já precisa possuir as ferramentas necessárias para que as automações sejam executadas, assim como alguns processos mais básicos precisam ser automáticos por uma questão de ganho de tempo.

    Por isso, serviços operacionais repetitivos, que exigem um grande trabalho manual para serem executados, geralmente são substituídos por sistemas que os executam de forma automática, mais rápida e com menor chance de erros.

    Controle de atividades de forma sistematizada

    Assim como os processos, a execução das equipes também precisa ser monitorada e acompanhada de forma sistematizada. Este é um tema que foi, também, abordado na questão de virtualização dos processos.

    Somente com a sistematização do registro de atividades, os gestores poderão analisar os dados reunidos, cruzar algumas informações de operação e resultados para que decisões possam ser tomadas.

    Como as grandes empresas atingiram patamares de sucesso

    Em uma live com o nosso sócio-fundador, Dener Lippert, o fundador da Easy Taxi, Tallis Gomes, comentou sobre as empresas que obtiveram sucesso através da gestão 4.0.

    Ao contrário do que muitas pessoas acham, que grandes empresas cresceram graças a métodos inovadores e nunca antes pensados, na realidade estas companhias alcançaram patamares mais altos através da consistência.

    Esta metodologia de gestão é baseada na análise e na otimização de processos de forma constante. Semanalmente, os gestores executam tarefas gerenciais básicas, porém importantes, visando melhorar o processo produtivo.

    Apesar de ser um trabalho repetitivo e “chato”, é necessário para que qualquer negócio obtenha sucesso. É com consistência e trabalho duro que as grandes empresas chegaram ao sucesso.

    Conclusão

    A gestão 4.0 surgiu através das transformações que a tecnologia e a indústria 4.0 motivaram no mercado como um todo. Com foco no cliente, as empresas passaram a agir de forma mais planejada e personalizada.

    Ao contrário do que acontecia há alguns anos, onde as empresas lançavam produtos e os clientes eram surpreendidos por elas, agora são os clientes que demonstram as necessidades para que as soluções sejam propostas.

  • Agência de Marketing: O que é e por que não funciona?

    Agência de Marketing: O que é e por que não funciona?

    Agência de Marketing Não Funciona

    Sim, o título deste artigo é polêmico e não, este não é um clickbait (estratégia utilizada para captar clicks com manchetes enganosas). A realidade é que o modelo de negócio de agências de marketing não funciona.

    Este assunto já foi tema de dois artigos do sócio-fundador da V4, Dener Lipert, um no site da E-commerce Brasil e outro no site Mundo do Marketing. Em qualquer ocasião, ele é polêmico e gera opiniões adversas.

    O fato é que este modelo de negócio não funciona por diversos motivos, entretanto, o principal deles é o resultado. Agências de marketing não estão preocupadas com o resultado do seu cliente e isso as torna insuficientes.

    É claro que este tipo de afirmação pode gerar estranheza, mas nós explicaremos tudo e você entenderá em quais pontos as agências falham e como eles são solucionados por outros modelos que entregam serviços de marketing digital.

    O que fazem as agências de marketing?

    Levando em consideração a origem do termo “agência de marketing”, consideramos que são empresas responsáveis por agenciar mídia on-line e buscar a veiculação da marca dos seus clientes, lucrando com isso.

    Entendendo esse conceito você pode se perguntar: “mas essas não são as agências de publicidade?”

    Exatamente! Agências de marketing e agências de publicidade só se diferenciam nos canais de veiculação, já que a primeira migrou para a internet, entretanto, o modelo de negócio é o mesmo e não é vantajoso para os seus clientes.

    Agenciando mídia para obter lucros

    Agenciar mídia nada mais é que encontrar canais para divulgação da marca do cliente, contrata-los e ganhar comissão em cima do investimento do cliente. Em geral, os comissionamentos podem chegar a até 20% por essas intermediações.

    Mas se o objetivo das agências, atualmente, segundo o que elas mesmo propõem, é entregar resultado, por que ainda optam pela remuneração em cima do que chamamos de Bônus de Veiculação (BV)?

    Na verdade, as agências de marketing estão sempre voltadas para a sua lucratividade, não para a do cliente. Isso faz com que as clausulas contratuais sejam sempre baseadas em veiculação, não em resultados.

    Entendendo o vínculo entre agências e clientes

    Se você possui um negócio, já recebeu propostas de agências de marketing. O comprometimento está sempre ligado a quantidades de conteúdos e de veiculações, nunca relacionados a resultados efetivos.

    Os contratos são baseados em número de publicações nas redes sociais, de campanhas de e-mails enviadas, blog posts escritos, entre outros conteúdos gerados rotineiramente.

    Em grande parte dos contratos, inclusive, existem as cláusulas de veiculação de anúncios. Com a migração dos investimentos para ferramentas on-line, ficou mais explícito o ganho das agências com veiculação de mídia.

    Geralmente, o valor investido pelo cliente em plataformas como Google Ads e Facebook Ads é taxado pela agência e você se torna obrigado a pagar uma porcentagem pela “administração do investimento”.

    Perceba que, novamente, a agência de marketing está recebendo valores baseados no que o cliente investe, não no retorno recebido. Ou seja, se as campanhas não funcionarem, o custo com a agência será o mesmo.

    Entretanto, o objetivo do cliente não é esse. Com a agência, o objetivo é sempre o crescimento, aumento no faturamento, nas vendas, na lucratividade, entre outros indicadores que efetivamente pagam as contas de uma empresa.

    Fazendo essa rápida análise, já é possível entender que existe algo de errado nesta negociação, não é? Assim é ainda mais fácil perceber que o comprometimento da agência está na própria lucratividade, não na do cliente.

    O fracasso das agências já era previsto

    A visão de que as agências de marketing não funcionam pode não ser tão popular e, relativamente, recente no Brasil (um dos artigos escritos pelo Dener é de 2016), porém, internacionalmente, essa visão é muito mais antiga.

    Em 2000, Sergio Zyman, diretor de marketing da Coca-Cola, escreveu um livro chamado “The End of Marketing as We Know It” (O Fim do Marketing como Conhecemos). Na sua obra, a falha no modelo de agência já era relatada.

    Na época, inclusive, Zyman decidiu proibir o pagamento de BV para as agências que eram responsáveis pelo marketing da Coca-Cola. A partir desta decisão, foi implementado o pagamento baseado em sucesso.

    Inicialmente, as agências acharam ruim, entretanto, com o passar do tempo, a dedicação das mesmas pela entrega de resultados ocasionou cobranças ainda maiores do que no formato anterior.

    O que as agências vendem para os seus clientes mesmo depois de fechar um contrato

    Em um modelo de negócio que não entrega resultados efetivos, existem 3 desafios constantes para qualquer agência de marketing que segue o modelo tradicional:

    • captar clientes;
    • manter os clientes na carteira;
    • renovar o contrato com estes clientes.

    Parece até cômico, afinal, com um bom trabalho realizado, a manutenção dos contratos e a renovação dos mesmos é uma consequência tranquila, não é? Para uma empresa que não tem os mesmos objetivos que os seus clientes, não.

    Durante o andamento dos trabalhos, o cliente começa a analisar o quanto está pagando pelo serviço e o quando a agência de marketing está entregando em troca.

    É aí que a conta começa a não bater, afinal, existe muito dinheiro saindo e pouco retorno sendo visto. Está aí o desafio das agências em manter contratos e, posteriormente, renová-los.

    Para contornar estas situações, outras métricas menos relevantes são utilizadas para relativizar o sucesso do cliente e, em palavras mais sinceras, enganar a empresa que paga a conta.

    Vamos relembrar, o objetivo das empresas com os trabalhos de marketing digital é transformar ações em vendas. Entretanto, como o foco da agência não é esse, a tendência é as vendas aparecerem com menor expressão.

    Assim, outras métricas são utilizadas como maquiagem. É uma tentativa da agência de, em um sentido figurado, tapar o sol com uma peneira.

    Métricas de vaidade

    Entre os dados comumente apresentados para justificar o trabalho e os investimentos do cliente, as agências de marketing entregam resultados irrelevantes, como curtidas, seguidores, engajamento, etc.

    A real é que, no fim das contas, curtida não paga boleto. O engajamento da marca é uma consequência pelo bom trabalho de conteúdo produzido, mas não pode ser balizador de sucesso.

    Resultados de verdade são vendas, ou melhor, dinheiro no bolso, mas no bolso do cliente. 

    Se o marketing digital é baseado em um funil, onde a etapa de engajamento vem antes da etapa de vendas, um número leva ao outro, correto? Sim, se o crescimento for nas vendas.

    Com o aumento no faturamento e na quantidade de clientes adquiridos, naturalmente o engajamento com a marca aumentará, entretanto, o contrário não é obrigatório.

    Existem diversas empresas no mercado que possuem alto engajamento, porém, não possuem estratégias de conversão e, por isso, não convertem a sua audiência em clientes. Resultado: marketing incompleto.

    Estética

    Outro ponto de orgulho exaltado pelas agências e que não tem a menor relevância para um trabalho de marketing sério e preocupado com resultados.

    Conteúdos bonitos e uma estética agradável é interessante para qualquer negócio, entretanto, o que vai medir isso não é o gosto do dono ou da agência, é a taxa de conversão dos clientes.

    Vamos imaginar uma página de venda de um produto. Adianta alguma coisa esta página possuir um design arrojado, moderno e extremamente agradável se o cliente não efetuar a compra?

    É exatamente isso que cada empresa deve considerar na hora de avaliar um trabalho. A beleza é um detalhe de vaidade. O que importa mesmo são os resultados reais que os conteúdos entregam.

    Se a sua empresa fornece equipamentos para programadores, por exemplo, a estética será ignorada na maioria dos casos. O perfil do cliente está preocupado com o item, suas especificações e condições de compra, não beleza das páginas.

    Prêmios e condecorações

    Outro fator que exalta um certo egocentrismo por parte das agências de marketing. Acessando o site de grande parte delas, você verá prêmios, selos, certificados, entre outros adereços que representam conquistas da agência.

    Novamente, o exaltado da vez é quem presta o serviço, não o cliente, que deveria ter os seus resultados exaltados. O sucesso da agência é o crescimento do faturamento dos seus clientes, não o site mais bonito do ano.

    Entretanto, esta prática é comum. O mercado premia agências pela estética, ou pelo número de clientes cadastrados em determinada plataforma (que gera comissão para a agência).

    Na verdade, os prêmios não fazem diferença nenhuma, pois, assim como as curtidas, os troféus da prateleira da agência não pagam os boletos de cobrança enviados aos clientes todos os meses.

    Conclusão

    A percepção do fracasso das agências é algo que está cada vez mais visível para qualquer pessoa que busque analisar de forma crítica o trabalho realizado. Apesar de ser uma popularização recente, esta visão já existe há mais de 20 anos.

    Naturalmente, agência de marketing e publicidade procuram se manter longe destes conceitos e buscam fortalecer o seu modelo antiquado de negócio, visando sempre o próprio lucro, nunca o do cliente.

    Entretanto, a decisão final é sempre sua. Você escolhe entre trabalhar com profissionais qualificados e preocupados com o seu sucesso ou agências, que estão sempre visualizando a própria lucratividade a cada mês.

    V4 Company

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  • 5 motivos pelos quais as agências de marketing gastam seu dinheiro atoa

    5 motivos pelos quais as agências de marketing gastam seu dinheiro atoa

    5 Motivos Pelos Quais Agência de Marketing Te Fazem Perder Dinheiro

    Falar sobre temas relacionados a agências sempre gera opiniões diversas e, naturalmente, surge alguma polêmica, principalmente pela visão que nós, aqui na v4, temos sobre agência de marketing digital.

    O motivo da polêmica é porque aqui, defendemos que o modelo de negócio de agência de marketing digital não funciona. Nosso sócio-fundador, Dener Lipert, inclusive, já falou sobre isso em várias ocasiões.

    A sustentação dessa ideia é bem mais antiga do que você pode imaginar. Apesar de o Dener ter escrito um artigo sobre isso em 2016 para a E-commerce Brasil, o conceito já estava no livro de Sergio Zyman, publicado em 2000.

    Zyman foi diretor de marketing da Coca-Cola Company por muito tempo e aplicou dentro de uma das maiores indústrias as ideias as quais defendia. Falaremos sobre isso durante este artigo.

    Um spoiler simples sobre o principal motivo de as agências de marketing digital estarem fadadas ao fracasso: o conflito de interesses. Por incrível que pareça, os interesses da agência não são os mesmos de seus clientes.

    É exatamente isso que faz com que este modelo de negócio não funcione. Se o objetivo do cliente, que contrata a agência, não é o mesmo da contratada, a parceria não parece ter muito futuro, não é mesmo?

    Pensando nisso, trouxemos 5 motivos pelos quais agências de marketing digital só te fazem perder dinheiro.

    1. Conflito de interesses

    Como dito acima, os interesses da agência são diferentes e, inclusive, parecem absurdos quando comparados com os reais objetivos de uma empresa com o trabalho de marketing digital.

    Enquanto o cliente está pensando em vendas, faturamento, crescimento e lucratividade, a agência está pensando em entregar materiais, veicular publicidade e ganhar dinheiro em cima disso.

    Estamos nos referindo, aqui, às agências de marketing que ainda seguem o modelo tradicional e que estão completamente ligadas à origem do termo “agência”: agenciar as mídias para a veiculação de publicidade dos clientes.

    Como é esse conflito na prática?

    Tudo começa com os contratos firmados entre clientes e agências. A grande maioria deles está embasado em entregas tangíveis, ou seja, materiais que podem ser vistos e percebidos facilmente.

    É natural que, em um vínculo tradicional, esteja previsto um número de publicações na rede social por semana, campanhas de e-mail marketing mensais, veiculação de anúncios pagos, entre outros entregáveis.

    Entretanto, não é isso que o cliente pretende receber durante o trabalho de marketing. Os materiais entregáveis são os meios, enquanto o cliente está preocupado com os fins: faturamento e vendas.

    Além disso, é extremamente comum que as agências de marketing digital recebam uma porcentagem dos investimentos do cliente em mídias pagas como BV (Bônus de veiculação).

    Ou seja, se um determinado cliente investir R$ 10.000,00 em uma campanha no Google Ads, a agência deverá receber uma porcentagem desse valor para administrar os investimentos.

    Perceba que o cliente paga com base nos valores que investe, não nos seus retornos. Se esta campanha de R$ 10.000,00 falhar, o cliente terá pago em torno de R$ 12.000,00 mais a mensalidade da agência e obtido retorno insuficiente.

    2. Análise de resultados baseada em métricas de vaidade

    Outra falha das agências de marketing digital, esta utilizada para maquiar o motivo número 1. Com a falta de resultados expressivos, as agências utilizam dados de menor relevância para demonstrar sucessos inexistentes.

    Supondo que uma determinada campanha foi veiculada, o investimento total foi pago (mensalidade da agência + veiculação de mídias pagas + BV) e totalizou R$ 15.000,00. Ao final da campanha, os resultados serão analisados.

    Como o objetivo da agência não é, efetivamente, entregar o retorno sobre o investimento (ROI) para o cliente, as chances de sucesso diminuem muito. Em casos de insucesso, a agência já possui a sua válvula de escape.

    Junto com os dados de vendas, que nem sempre são levantados, a prestadora de serviços demonstra dados como:

    • engajamento das publicações;
    • número de cliques nos anúncios;
    • número de visitantes no site;
    • crescimento no número de seguidores;
    • entre outros.

    Analisando friamente, você acha que o cliente está realmente interessado nessas métricas após investir R$ 15.000,00 totais pela campanha? O interesse da empresa está no quanto retornou após tal investimento.

    Este desencontro de visões gera transtornos recorrentes no relacionamento entre contratada e contratante. 

    A agência baseia-se no contrato para mostrar que está entregando tudo o que prometeu. Do outro lado, o cliente permanece insatisfeito, pois os resultados esperados eram outros e os apresentados não são relevantes.

    3. Vaidades e egos da agência de marketing

    A falta de resultados relevantes faz com que a agência utilize outros artifícios para conquistar novos clientes e manter os atuais na carteira. Ao invés de demonstrar cases de sucesso, outros elementos são exaltados.

    Estética acima de tudo

    O primeiro deles é a beleza dos materiais produzidos. Normalmente as agências possuem criadores gráficos muito habilidosos, capazes de fazer criações esplêndidas, porém, que nem sempre convertem como deveriam.

    Campanhas com um nível estético excepcional são veiculadas, peças maravilhosas chegam até os clientes, entretanto, não é a beleza que faz com que o público alcançado compre ou não determinado produto.

    A estética é um dos fatores e deve estar atrelada a outros para caracterizar o sucesso de uma criação, como:

    • forma de comunicação (copywriting);
    • segmentação do público alcançado;
    • alinhamento da promessa com as dores do público.

    Uma publicação muito bem feita de um corte de carne não tem utilidade nenhuma se anunciada para o público vegetariano. Assim como uma linguagem extremamente formal dificilmente cativará o público mais jovem.

    Premiações recebidas pela agência de marketing

    O segundo fator de vaidade e ego é a exaltação dos prêmios que a agência já recebeu. Esta é uma técnica comum, principalmente para agências maiores. Normalmente, elas já foram premiadas por algum feito próprio.

    Uma curiosidade é que esses prêmios são, geralmente, criados por ferramentas as quais a agência é parceira e utiliza para vender aos clientes e receber comissão por isso, porém, falaremos sobre isso posteriormente.

    Premiações de melhor design de site, ou maior número de clientes cadastrados em determinada plataforma são muito comuns no ramo de agências. Os troféus estão sempre em destaque nas prateleiras dos escritórios.

    É curioso que, mesmo com tantas premiações, poucas delas (ou nenhuma) é relacionada a conquistas de clientes, recordes de faturamento ou campanhas que tenham resultados impressionantes.

    Estes recursos são utilizados única e exclusivamente para iludir os potenciais clientes, afinal, não tem a menor relevância na execução do trabalho.

    4. Comissões pela utilização de determinadas ferramentas

    Este é um fator entristecedor. Agências que empurram “soluções” para seus clientes sem ao menos fazer um estudo de relevância de determinada ferramenta para a empresa.

    O real objetivo é cadastrar o cliente, enviar o boleto de pagamento e, depois, receber o comissionamento da plataforma parceira. Diversas soluções no mercado cresceram nacionalmente por conta dessas parcerias.

    É importante destacar que cada negócio possui suas peculiaridades e suas necessidades. Não existe uma ferramenta que sirva completamente para todas as empresas.

    Para cada cliente, soluções devem ser analisadas e as reais necessidades devem ser entendidas, independente da tecnologia, seja chat, CRM, automação de marketing, etc.

    Todavia, na prática, as soluções implementadas são as que geram maior porcentagem de comissionamento. É aí que vemos soluções mal implementadas, mal utilizadas e sem efetividade nenhuma.

    Estas plataformas acabam atrapalhando o cotidiano da empresa, criando processos desnecessários e gerando resultados ínfimos para o cliente, que deveria estar sendo auxiliado.

    5. Replicação do trabalho para nichos diferentes

    A grande maioria das agências possui pacotes pré-formatados de planos para oferecer aos seus clientes. O mesmo pacote, com os mesmos recursos são oferecidos a um supermercado e uma prestadora de serviços.

    Agora vem o questionamento, estes dois possíveis clientes possuem as mesmas necessidades com relação ao marketing digital? Como a agência de marketing digital entregará resultados para ambos os negócios?

    Para fazer um teste, acesse os canais de comunicação de algumas agências de marketing tradicionais e encontre os seus clientes. Em seguida, analise as suas mídias digitais e verifique os padrões.

    Naturalmente, a estética será diferente, a comunicação com o cliente será diferente, entretanto, são os mesmos canais, com a mesma frequência de conteúdos e um teor de relevância muito semelhante.

    É sabido que o marketing digital deve ser personalizado para cada cliente. Cada empresa possui o seu público, os seus canais e a sua forma de comunicação. As necessidades do mercado são diferentes e devem ser respeitadas.

    Porém, esta percepção não passa pela cabeça dos gestores de agência, que estão focados no seu próprio faturamento, na sua lucratividade e o cliente está sempre, ou quase sempre, em segundo plano.

    Conclusão – Agência de Marketing Digital

    O modelo tradicional e agência de marketing digital é ultrapassado e esta percepção está ganhando popularidade. Para mudar o panorama, as agências precisam mudar o seu foco.

    A partir do momento que o sucesso do cliente se tornar uma prioridade, os resultados começarão a aparecer e a vida das agências pode ser renovada, entretanto, com um novo propósito e um novo modelo de negócio.

  • Passo-a Passo para diminuir sua taxa de abandono de carrinho

    Passo-a Passo para diminuir sua taxa de abandono de carrinho

    Guia Prático Para Reduzir Sua Taxa de Abandono de Carrinho

    Um dos piores pesadelos das empresas que possuem e-commerce é, sem dúvidas, o abandono de carrinho. Poucas coisas são mais frustrantes do que ter o visitante saindo do seu site em uma das últimas etapas da jornada de compra.

    Infelizmente, esse é um cenário comum nas lojas virtuais. Segundo estudo da SaleCycle, só na América Latina, a taxa de abandono de carrinho chega a 75,3%, dado que pode servir de referência para a sua loja.

    Se você pensa que essa é uma frustração apenas para o lojista, está enganado(a). O ato de desistir da compra momentos antes da sua finalização também gera insatisfação no cliente, que possui o desejo de compra.

    Todavia, como quase tudo que envolve vendas online, o abandono de carrinho é uma ação estudada constantemente e existem motivos para que aconteça. Da mesma forma, você pode agir para evita-lo.

    Obviamente, nem sempre você conseguirá evitar que o cliente largue as suas compras na “boca do caixa” do seu e-commerce e siga para outro caminho que não seja a finalização, mas ainda poderá recuperá-lo com ações posteriores.

    Por isso, trouxemos este guia que te auxiliará a entender por quais motivos o seu possível cliente está desistindo da sua aquisição e o que você pode fazer para evitar o abandono ou, em outros casos, recuperá-lo após a desistência.

    O que é abandono de carrinho?

    Na prática, o abandono de carrinho é quando o cliente seleciona os seus produtos, os insere no carrinho de compras, porém, por algum motivo, não dá sequência ao processo de finalização da aquisição.

    Em uma analogia às compras feitas de forma presencial, imagine um cliente no supermercado. Ele passa pelos corredores, seleciona os produtos que deseja comprar e vai colocando-os no carrinho.

    O abandono acontece em algum momento que está entre a inserção do primeiro produto no carrinho e o pagamento no caixa. Muitas coisas podem ter acontecido, não é? No ambiente virtual não é diferente.

    A diferença está na rastreabilidade, tanto do visitante quanto das suas ações. O abandono de carrinho digital pode ser monitorado e você ainda pode agir para evitar a perda da compra, fato que é mais difícil no ambiente físico.

    Apesar de ser extremamente frustrante, tanto para a loja quanto para o cliente, não se pode lamentar pela sua ocorrência e não agir para resolvê-lo. Existem ações a serem executadas para aumentar a sua taxa de conversão.

    Como identificar os motivos do abandono?

    Os fatores que geram a desistência da compra no momento do carrinho podem ser vários, entretanto, atenha-se às informações que o cliente recebe nas etapas finais da compra.

    Lembre-se que, se ele chegou até essa fase, provavelmente uma nova informação recebida gerou a frustração e, posteriormente, o abandono.

    Esta, naturalmente, não é uma regra, porém, é uma análise que define uma boa parte das desistências por parte dos clientes, entre os motivos que você pode controlar.

    Principais motivos para o abandono de carrinho

    Como em qualquer problema do mundo digital ou físico, podemos agir de forma reativa ou proativa. No abandono de carrinho, podemos agir para recuperar o cliente e, também, para evitar a desistência da compra.

    No segundo caso, precisamos, primeiro, encontrar o que está motivando esta ação de abandono. São diversos os fatores, porém, você precisa definir, ao menos, os principais e trabalhar para solucioná-los.

    Dificuldade de utilização

    A depender da plataforma de e-commerce que você utiliza, este fator pode estar colocando a vida da sua loja em risco. Cada vez mais, os sistemas estão se tornando fáceis de serem utilizados.

    Os usuários querem utilizar menos energia para efetuar as ações desejadas. Se o caminho do visitante não está claro na sua loja, as chances de ele sair se tornam maiores e você pode estar desperdiçando vendas.

    Se o seu cliente está acostumado a utilizar aplicativos como Facebook, Instagram e Netflix, que exigem poucas ações para a sua utilização, sua intenção será a de comprar sem um esforço muito grande.

    Problemas com frete

    Aqui está um dos principais motivadores para o abandono de carrinho: o frete. Apesar de ser um único fator, existem diversas particularidades que o envolvem e qualquer uma delas pode gerar uma barreira para o cliente.

    A primeira delas está relacionada ao valor. Se o seu cliente chegou até o carrinho de compras e se deparou com um frete mais alto do que esperava, as chances de abandono aumentam.

    Outra barreira é o prazo. As pessoas estão gradativamente mais imediatistas, principalmente com novas opções de entrega, em grandes e-commerces, que possibilitam a retirada do produto na loja em até 24h.

    Procure trabalhar com prazos mais curtos que a concorrência, todavia, não os reduza apenas na teoria, visando fechar a venda. A frustração com possíveis atrasos podem ser mais prejudiciais que o próprio abandono de carrinho.

    Em terceiro lugar, temos as opções de frete. Seu cliente pode preferir uma ou outra transportadora, ou pode querer que a sua encomenda seja enviada pelos Correios. Se você não dá as opções, pode gerar frustração.

    Curiosidade

    Outro fator de alta relevância e que é determinado, também, pela forma como a sua plataforma de e-commerce se comporta. Se alguma informação importante para a compra está disponível apenas no carrinho, a taxa de abandono pode aumentar.

    Supondo que o valor do frete, na sua loja virtual, só possa ser calculado dentro do carrinho. O número de pessoas que chegará até as etapas finais da compra pode aumentar, porém, a sua taxa de conversão reduzirá.

    O mesmo vale para qualquer informação que seja relevante para a decisão de compra e que não esteja disponível para o cliente antes do momento do carrinho.

    Formas de pagamento

    Outra informação que, geralmente, é recebida apenas nas fases que sucedem o carrinho. Assim como o frete, existem vários problemas que o cliente pode enfrentar envolvendo as formas de pagamento.

    O primeiro sabotador é a falta de opções de pagamento. Pode ser que o seu cliente não possua um cartão de crédito, preferindo boleto, ou a bandeira do seu cartão não seja atendida pelas soluções que a sua loja oferece.

    Outro ponto é a não aprovação da compra. Pode ser que o cliente em potencial não tenha limite suficiente ou, por qualquer outro motivo, a administradora do cartão não aceitou a sua compra.

    Fatores não controlados

    O último fator motivador para o abandono de carrinho que destacamos, na realidade, são muitos, entretanto, os agrupamos por terem uma natureza que não está ao alcance do lojista.

    Durante a finalização da compra, o cliente pode receber uma ligação, sua conexão com a internet pode falhar ou qualquer outro imprevisto pode acontecer e interromper a sua jornada.

    Infelizmente, você não poderá agir para evitar estes sabotadores, porém, poderá executar ações posteriores para recuperação do cliente.

    Como evitar o abandono de carrinho?

    Depois de elencar os principais problemas que envolvem o abandono de carrinho, mostraremos como você pode trabalhar para reduzir as taxas de desistência no seu e-commerce.

    Possua uma plataforma que monitore o carrinho de compras

    Essa é uma das bases para definir os motivos para as desistências. Se a sua plataforma de e-commerce monitora o carrinho, você conseguirá saber exatamente em qual etapa os seus clientes estão parando.

    Assim, ficará mais fácil entender os possíveis motivos e as ações para solucionar os problemas serão mais assertivas. Além disso, você conseguirá medir quantos carrinhos foram abandonados em determinado período de tempo.

    Reduza as ações a serem executadas pelo usuário

    Quanto mais rápido for o processo de compra, maiores são as chances de finalização. Se o seu cliente passa por muitas etapas até a mensagem de confirmação, sua motivação vai diminuindo a cada passo.

    É como se o cliente fosse se cansando durante o processo, tudo que ele quer é chegar ao ponto final. Se a sua loja impõe etapas longas e demoradas, provavelmente suas taxas de abandono aumentarão.

    Entregue o máximo de informações antes do carrinho

    A jornada do cliente pela loja deve passar segurança e comodidade ao usuário. Portanto, forneça a maior parte das informações da compra antes mesmo da sua finalização.

    Um bom exemplo disso é disponibilizar o preço dos produtos e o cálculo do frete já na página do produto. Isso fará com que o cliente tenha uma previsão de custos antes de chegar ao carrinho.

    Trabalhe com diversas formas de pagamento

    As taxas de cada plataforma de pagamento são diferentes, porém, é interessante que você entregue várias opções ao cliente. Muitas vezes, ele possuirá um método de pagamento de sua confiança e não abrirá mão dele.

    Da mesma forma, além de plataformas diferentes, ofereça opções distintas, como boleto, crédito ou débito. Assim, seu cliente se sentirá mais confortável na hora de finalizar a sua aquisição.

    Como recuperar clientes após o abandono?

    Por fim, mesmo quando o abandono de carrinho não pode ser evitado, existem ações que podem ser executadas após a desistência que atuam na recuperação do mesmo para a conversão.

    Entre as ações, podemos citar o remarketing através do tráfego pago, com o Google Ads e o Facebook Ads, principalmente. Estes anúncios geram um gatilho mental no cliente que o ajudam a voltar à sua loja.

    Outra forma eficaz de recuperação é através de envios de e-mails. Defina os momentos em que a sua plataforma enviará um e-mail para o cliente sugerindo que ele retorne e finalize a sua compra.

    Neste caso, é importante que o e-mail seja personalizado e contenha os itens escolhidos pelo cliente. Dependendo da política da sua loja, você também pode disponibilizar um cupom de desconto que motive a finalização.

    Conclusão

    O abandono de carrinho é, sem dúvidas, um problema para qualquer gestor de e-commerce, porém, não é algo que não possa ser trabalhado. A diminuição das taxas de desistência é uma preocupação que precisa estar na sua cabeça.

    Se as ações sugeridas forem executadas no seu e-commerce, sua taxa de conversão pode aumentar e você poderá contar com uma renda significativa que estava sendo perdida anteriormente.

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  • Varejo Digital: As diferenças entre o marketing tradicional e digital

    Varejo Digital: As diferenças entre o marketing tradicional e digital

    Varejo Digital: Diferenças da Estratégias de Marketing Tradicional e Digital

    Quando se fala em estratégias de marketing aplicadas ao varejo digital, muito se debate sobre a eficiência do marketing digital versus o marketing tradicional.

    A polarização do debate, colocando ambos em lados opostos, é uma prática comum desde o surgimento do marketing digital, entretanto, acabou sendo fortalecido nos últimos anos, com o fortalecimento das mídias sociais.

    Enquanto o lado mais tradicional utiliza de aspectos de alcance de massa e de tradição para se fortalecer, o digital recorre à sua capacidade de metrificar as ações de forma mais fácil.

    Todavia, o mercado do varejo digital se coloca no meio do caminho, quando precisa do digital para se fortalecer, porém, muitas vezes, possui a dúvida sobre o poder de retorno que o marketing tradicional pode trazer.

    É para te ajudar a resolver esse problema que escrevemos este artigo, que muito tem a ver com o podcast que gravamos com o VP da Vtex, Alfredo Soares, onde ele desmistificou a polarização entre o marketing digital e o tradicional.

    Estratégias de marketing digital versus marketing tradicional

    Para compreender como as estratégias de marketing podem ser veiculadas e trabalhadas é necessário entender quais são os conceitos de marketing digital e tradicional, quais são as suas forças e para que podem ser utilizados.

    Marketing digital

    Um dos assuntos mais pautados em qualquer negócio, atualmente, o marketing digital está em alta. Grande parte dos negócios olham para o digital como o meio perfeito para a aquisição de clientes e o crescimento do negócio.

    Entende-se popularmente como marketing digital a utilização de canais on-line para a promoção de uma marca ou dos seus produtos e serviços. Dentro do digital, podemos citar alguns canais como:

    • Google;
    • Mídias sociais (Facebook, Instagram, Linkedin, etc.);
    • Site;
    • Blog;
    • E-commerce;
    • Entre outros.

    O isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus também foi um fator que fortaleceu o uso do digital e voltou ainda mais os olhos do mercado para a internet como a verdadeira salvação para muitos negócios.

    Marketing tradicional

    O marketing tradicional está ligado às mídias que estão majoritariamente offline, como TV, jornais, revistas, materiais impressos, entre outros. Recentemente tem sido subestimado devido ao crescimento do digital.

    A principal força do marketing tradicional está na facilidade de acesso a todos os públicos, haja vista que um outdoor bem posicionado pode alcançar uma grande quantidade de pessoas em pouco tempo.

    Da mesma forma, um insert de um comercial em um programa de TV ou no intervalo de um programa também pode alcançar uma quantidade de pessoas imensurável.

    E está aí o ponto chave que coloca o marketing tradicional como subestimado para a aplicação das estratégias de marketing: a falta de mensuração. Entretanto, um debate interessante pode ser criado sobre esse tema.

    Acontece que, quando não é possível metrificar o número de pessoas alcançadas por um material impresso ou o número de vendas oriundas de um comercial televisivo, o criativo deve fazer com que as campanhas se tornem mensuráveis.

    O que é o marketing de uma empresa?

    Normalmente, quando se fala em estratégias de marketing, o pensamento do empreendedor se direciona para campanhas de venda ou de conteúdo, onde materiais são veiculados nos mais diversos canais.

    Entretanto, no nosso episódio 71 do podcast ROI Hunters, da V4, o nosso convidado Alfredo Soares explica que o marketing vai além e deve ser descentralizado do setor responsável.

    Quando se pensa nos canais de veiculação de mídia, como Instagram ou TV, eles são a ponta do processo, quando, na verdade, o marketing começou muito antes, porém, nem sempre foi explorado da forma como poderia.

    Se uma rede de lojas possui vários pontos de venda espalhados pela cidade, pelo estado ou pelo país, o próprio PDV é uma estratégia de marketing. A escolha da sua localização, por exemplo, faz parte do marketing.

    Quando um cliente sai do seu estabelecimento satisfeito com o seu produto, o marketing está sendo feito, porém, de forma intrínseca, mas está ali. A diferença é que nem sempre ele é percebido.

    Alfredo cita, inclusive, os 4 Ps do marketing, conceito popularizado por Philip Kotler, como a origem do marketing (produto, preço, praça e promoção).

    O erro das pessoas é associar o marketing à promoção explícita de um produto, mostrando suas qualidades e os motivos para o mesmo ser adquirido, quando na verdade o próprio produto sendo vendido já faz parte do marketing.

    Como utilizar o marketing tradicional para o varejo digital?

    No episódio do podcast, o convidado Alfredo Soares cita o exemplo de várias marcas que estão utilizando as estratégias de marketing tradicional para promover seus produtos digitais.

    Um ótimo exemplo é o case da PicPay, que era uma presença constante no reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo, onde tinha como principal objetivo estimular as pessoas a baixar o seu aplicativo.

    O segredo da utilização dos canais, sejam tradicionais ou digitais, é para onde as pessoas impactadas são direcionadas, não apenas o canal em que os conteúdos são veiculados por si só.

    Outro exemplo, citado no episódio do ROI Hunters sobre Varejo Digital, é o insert da Netflix no primeiro episódio do mesmo reality show, Big Brother Brasil. Seu intuito era levar as pessoas para o digital através da Televisão.

    Se o seu negócio é digital, ele não precisa estar limitado aos canais de mídia digital, onde as pessoas estão mais próximas do seu produto e podem efetuar conversões de forma mais rápida.

    Tudo vai depender da forma como as estratégias de marketing serão empregadas, visando captar audiência e conduzi-la até o seu produto principal, no canal que ele está inserido.

    O marketing digital se resume a métricas e ROI?

    Outro mito tradicional é a utilização do marketing digital apenas para campanhas que se direcionam para vendas. A equação entre investimento e retorno precisa ter algumas ponderações.

    Existe uma diferença importante entre canais de mídia e canais de venda que precisa ser considerada ao se divulgar determinada marca, seja no meio digital ou no tradicional.

    Canais de mídia

    Canais de mídia estão inseridos nas estratégias de marketing com o objetivo de captar audiência. Nem sempre esta captação gerará receita direta, entretanto, poderá fortalecer a marca de forma mais duradoura.

    Quando uma marca cria uma campanha na internet que fortalece o engajamento, envolve influenciadores e distribui os seus conteúdos de forma viral, seu objetivo não está na receita direta.

    A sacada desse tipo de ação está no fortalecimento da marca na cabeça das pessoas, que podem passar a entende-la como uma referência no mercado e uma das primeiras opções do seu nicho.

    Canais de venda

    Por outro lado, os canais de venda são aqueles que envolvem transações de forma direta, ou seja, possuem um retorno imediato e devem ser relacionados com o retorno sobre o investimento (ROI) sempre.

    Uma campanha de anúncios no Instagram, de determinado produto, que visa a venda do mesmo, deve ser relacionada com a quantidade de negócios gerados e, por isso, é um canal de venda.

    Quanto se deve investir para cada um deles?

    Falar em divisão de investimento para as estratégias de marketing tradicional, digital ou ainda sobre canais de venda ou de mídia é um assunto que varia de negócio para negócio.

    Naturalmente, os investimentos em canais de venda, sejam eles tradicionais ou digitais, deve ser proporcional aos retornos esperados, assim como escalado com base nos resultados obtidos.

    Já os investimentos em canais de mídia devem ser destinados de forma proporcional ao investimento total, ou seja, com uma porcentagem do total investido pela empresa em ações de marketing.

    Desta forma, o retorno para esses investimentos nem sempre será medido na forma de negócios. Muitas vezes, estas ações visarão aumentar o engajamento com a marca, o seu alcance e até mesmo o número de seguidores.

    O marketing está na contação de histórias

    Engana-se quem pensa que o sucesso das estratégias de marketing está nos canais onde ela é veiculada. O real sucesso é proveniente da história que é contada para engajar as pessoas impactadas.

    Quando a persona da sua campanha está bem definida e é atingida, o canal é apenas o meio de impacto, porém, a história contada será o real diferencial para fazê-la executar as ações desejadas.

    As histórias, quando bem contadas, criam uma relação próxima com as pessoas e as induzem por uma jornada que foi estipulada pela campanha. É quase como um jogo de hipnose, onde a imersão na história induz as pessoas às ações.

    As histórias podem estar inseridas em qualquer meio

    Outro conceito que precisa ser desmistificado é o do setor de marketing propriamente dito. Quando a empresa fica dependente de uma equipe reduzida para contar as suas histórias, o potencial da marca também é reduzido.

    O marketing deve estar em todos os setores da empresa, desde o financeiro até o operacional. As histórias podem ser contadas por todos. Tudo depende da visão para enxergar a oportunidade de se conectar com o cliente.

    Um exemplo citado pelo Alfredo no podcast é o caso do setor financeiro, que envia rotineiramente boletos para os clientes, que os abrem e efetuam os pagamentos. Por que o boleto não pode se tornar um canal de marketing?

    Acontece que a cultura de marketing precisa fazer parte da cultura da empresa. Assim, as pessoas estarão mais propensas a encontrar oportunidades de contar histórias e se relacionar com a sua audiência.

    Conclusão

    Ao invés de colocar o digital contra o tradicional nas estratégias de marketing, o melhor a ser feito é utilizar ambos para contar histórias da marca e construir uma audiência que consuma o seu produto.

    Saiba organizar os canais de venda e de mídia com as expectativas corretas de retorno e crie ações que os conecte. Assim, o marketing começa a se tornar o próprio negócio, não mais parte dele.

    V4 Company

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