Author: V4 Company

  • Crédito pra PME é roubada? | V4 News ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Crédito pra PME é roubada? | V4 News ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Crédito pra PME é roubada? | V4 News.

    Nas últimas semanas, temos ouvir falar sobre possíveis medidas do governo para ajudarem pessoas e empresas a atravessarem esse momento de crise. E na última sexta-feira, dia 24 de Abril de 2020, o senado aprovou um projeto de lei que cria uma linha de crédito para micro e pequenas empresas com R$ 15,9 Bilhões como garantia do tesouro nacional.

    O texto foi enviado a câmara, que basicamente fez alguma edições na proposta e na sequência devolveu ao senado, que acabou aprovando a nova proposta.

    E assim como todas as medidas aprovadas pelo estado, existem vantagens e desvantagens a serem analisadas. Sendo assim, nosso objetivo hoje aqui neste conteúdo é te ajudar a entender se de fato esta é uma proposta que vale a pena você deve validar para o seu negócio em meio a crise sanitária e financeira que o mundo está vivendo.

    O que é este projeto e como foi criado?

    O primeiro ponto a ser abordado então, é o autor deste projeto, o Senador Jorginho Mello que visava com ele facilitar o crédito para micro e pequenas empresas.

    Neste projeto se enquadram micro empresas que faturam até R$ 360.000,00 reais por ano e também empresas de médio porte que faturam até R$ 4,8 Milhões de reais por ano.

    Existem uma série de regras que irão determinar se você pode ou não ter acesso a essa linha de crédito e o quanto será liberado para você. Para nós estes critérios são claros, e por este motivo queremos apresenta-los para você entender se faz sentido ou não para você.

    Critérios analisados para linha de crédito de PME’s.

    Em linhas gerais, para empresas que tem mais de um ano de existência, elas terão acesso até 30% do faturamento anual do ano anterior.

    Já para empresas com menos de um ano de existência, as regras são um pouco diferente. Neste ponto, o que será oferecido é: metade do capital social ou 30% do faturamento médio mensal da sua empresa.

    Em relação as formas de pagamento, as empresas podem começar a pagar até 08 meses após a operação de crédito, com a possibilidade de parcelar a divida em até 36 vezes. Sendo a taxa de juros igual a Selic de 3,75% com adição de 1,25% spread bancário.

    Esse dinheiro, uma vez em que você tem ele em mãos, você pode utilizar para pagar funcionários, despesas da empresa, investir em capital de giro, estoque e etc. O único veto, ou seja, a proibição para utilização deste crédito, é que ele seja usado para pagar dividendos ou para distribuição de lucros entre sócios.

    Falando das empresas que faram essa linha de crédito acontecer, pelo projeto, elas estão também proibidas de vetar crédito por algum impedimento referente a CNPJ.

    Até aqui, tudo que falamos, faz com que a proposta pareça muito vantajosa. Entretanto, é nas contrapartidas deste processo que percebemos o desconhecimento do estados, referente a realidade da maioria dos empreendedores brasileiros.

    Isso porque, o empresário ou empresária que desejar acessar a este crédito, será obrigado(a) a manter o quadro de funcionários que ela tinham na data de publicação da lei. Inclusive, essa obrigatoriedade não somente vale para o momento em que ele tomar o empréstimo, mas também durante toda a extensão da operação.

    Um segundo ponto de exigência deste projeto é que, o empresário que tomar este crédito, precisa oferecer uma garantia pessoal ou de valor igual ou superior ao crédito que ele precisa tomar.

    Quais aspectos você deve analisar para tomar essa linha de crédito ou não.

    O primeiro deste aspectos a serem analisados, é que se você tem como oferecer essa garantia para o estado, você muito provavelmente consegue manter o seu negócio aberto e faturando sem precisar deste crédito.

    Isso no médio prazo, fará com que seu negócio cresça muito mais saudável e sustentável, fazendo com que você minimize parte dos riscos que você assumiria com essa linha de crédito.

    Além disso, apesar do tempo de carência que programa oferece, é necessário que você analise a curva de retomada econômica do seu segmento de atuação. Pois se esta for para além do prazo em que você precisa iniciar o pagamento desta divida, você pode inclusive piorar a sua situação.

    O desconhecimento por parte do governo em relação aos negócios nacionais realmente é um fato lamentável. E entendemos que mesmo que tenha tido uma boa intenção nessa ação, acreditamos que essa proposta irá favorecer um grupo muito pequeno de empresas, fazendo com que muitas outras possam vir até a fecharem suas portas por não conseguirem acessar recursos como este para salvarem seus negócios.

    Você pode ver mais sobre o tema, assistindo ao novo vídeo do nosso canal no youtube. Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Qual a importância de desenvolver um bom CRIATIVO? | ROI Hunters #25

    Qual a importância de desenvolver um bom CRIATIVO? | ROI Hunters #25

    Qual a importância de um bom CRIATIVO? | ROI Hunters #25

    Acreditar que criativo que performa melhor, é necessariamente aquele mais bonito, pode ser um grande tiro no pé.

    Essa linha de raciocínio geralmente são seguidas por profissionais iniciantes e aí que você deve tomar cuidado. Bons criativos são aqueles que te trazem resultados independente se é o melhor design ou não.

    Mas então você nos pergunta: um gestor de tráfego precisa entender sobre criativos?

    Essa é uma das pautas discutidas dentro do episódio do ROI Hunters, nosso podcast para gestores de tráfego.

    Nesse bate papo nosso CEO Dener Lippert, o Guilherme Lippert e o João Vitor falam sobre o que são bons criativos e qual a relevância deles no momento de construir as suas campanhas.

    Além disso, quais as ferramentas, formatos e testes você pode fazer para performar cada vez melhor em suas campanhas.

    Escute o podcast completo clicando no link da imagem abaixo:

    Assista também:

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  • Certificação do Google Ads realmente vale a pena ? | V4 TUTS

    Certificação do Google Ads realmente vale a pena ? | V4 TUTS

    Certificação do Google Ads vale a pena ? | V4 TUTS

    Os certificados e cursos fornecidos pelo Google Ads, será que vale a pena fazer? Sim, vale, e vamos te explicar o por quê.

    Primeiramente, os certificados pelo Google Ads não têm custo algum.

    Literalmente gratuito – financeiramente falando -. A única coisa que irá exigir de você é tempo e bastante estudo.

    Em seguida, acreditamos que ao fazer e ter a formação pela Google, você consegue ter mais clareza de cada detalhes da ferramenta.

    É uma forma de dominar totalmente a ferramenta, portanto.

    Você adquire mais propriedade sobre estratégias e ações que você possa vir a executar, facilitando também o entendimento de saber o que está certo ou não dentro de uma campanha e porque dela não estar funcionando.

    Em resumo, trazendo resultados melhores para seus clientes.

    Os cursos online de formação pela Google, têm como objetivo fazer você entender como a empresa desenhou a ferramenta para gerar resultados.

    O respaldo da certificação Google é muito grande.

    Além disso, ao ter certificação emitida pela Google, a companhia te beneficia com parcerias e bônus. Fora o respaldo como profissional com selo Google que o mercado te dá, a visibilidade é muito maior.

    Para explicar quais são esses benefícios e apresentar todos os argumentos da formação Google, o nosso Equity Partner, Guilherme Lippert, gravou um vídeo para o canal do YouTube da V4 Company.

    Então, assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Hack Mental de incríveis gestores | Looking AHEAD

    Hack Mental de incríveis gestores | Looking AHEAD

    Hack Mental dos Grandes Gestores | Looking AHEAD

    Se você quer se tornar um grande gestor, existe um ponto em comum que identificamos em vários dos gestores dos quais temos como referência, que fazem diferença no sucesso do seu negócio: tornar a vida em um jogo de xadrez da vida real.

    Mas porque comparar o xadrez com a mente de um gestor?

    Para quem já estudou ou joga xadrez vai conseguir identificar que, um dos principais aspectos que fazem um bom jogador de xadrez ser bem sucedido é o quanto ele enxerga as jogadas a frente.

    Existem alguns números em relação a isso, segundo profissionais que jogam constantemente:

    • Um jogador de xadrez amador consegue ver de uma à três jogadas a frente.
    • Já um jogador master consegue enxergar até 10 jogadas ou mais.

    Em resumo, aquele que consegue “prever” mais jogadas, consegue vencer o jogo.

    Trazendo este contexto para a vida de um gestor, acreditamos que seja essencial que este profissional tenha a pró atividade de enxergar lá na frente para vencer. Quantos anos a frente você consegue enxergar o seu negócio?

    Aqui na V4 Company, por exemplo, nosso CEO Dener Lippert, coloca o  planejamento de gestão em uma planilha de pelo menos os próximos 07 anos para a empresa.

    Entretanto, sabemos que esta não é a realidade de muitos. Conversando com outros gestores e profissionais, é facilmente identificável pontos de falhas no processo quando estes gestores não estão olhando jogadas a frente.

    “Lembro quando conheci Flávio Augusto, uns 08 anos atrás em um vídeo que ele contava que iria comprar o Orlando City e já contava todos os planos que ele tinha para este time de futebol americano que ele estava adquirindo. Depois daquele vídeo, passei a mudar para esse mindset. – Dener Lippert CEO V4 Company.”

    Flávio, naquele tempo era chamado de louco mais uma vez, por estar investindo dinheiro em um time de futebol americano nos Estados Unidos e já descrevia qual era o seu plano anos a frente e o que o time iria se tornar durante a sua gestão. Ele adquiriu o time por volta de U$ 100 milhões de dólares e hoje ele vale mais de U$ 1 Bilhão.

    Outro aspecto que serve como exemplo neste assunto, é a mentalidade samurai. Onde ao ter que ir para guerra os samurais pensavam qual seria o pior cenário que poderia acontecer durante as batalhas, ou seja, a morte. E a partir disso, eles traçavam estratégias para evitar que isso ocorresse de fato, indo para guerra com um plano maior para poder lutar pelo seu propósito.

    Essa é mentalidade que todo investidor, empreendedor, empresário e gestores deve ter. Olhar várias casas a frente da jogada para ter um negócio de sucesso perene.

    Traga isso para o seu dia a dia, analise também estes aspectos com a sua equipe que muitas vezes estão olhando apenas para um ponto, quando na verdade deveriam estar pensando em vários aspectos para performarem melhor em suas entregas. A influência de ter uma visão macro e não micro para alcançarem os seus objetivos.

    Quanto mais controle você tem das suas jogadas, mas chances você tem de vencer jogo.

    Quer ver mais exemplos de como ter esse mindset é importante? Nosso CEO Dener Lippert gravou um vídeo para o nosso canal falando sobre suas decisões chave sobre o futuro da V4. Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • CONAR vs Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    CONAR vs Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    CONAR contra Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    Nas últimas semanas, é provável que você tenha visto as lives que estão sendo produzidas por vários artistas, especialmente por alguns cantores.

    Essas lives ganharam de certa maneira alguns holofotes nas últimas semanas por terem batido alguns recordes de audiência, sendo que algumas se destacaram também não só pela grande audiência, mas pelo consumo exacerbado de bebida alcoólica.

    Em especial, vamos abordar aqui neste artigo, a live feita pelo cantor Gustavo Lima, que foi alvo de um processo movido pelo Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), alegando que a live descumpriu algumas recomendações da entidade.

    O objetivo aqui será debater sobre o quanto essas recomendações podem ser coerentes e legitimas, e principalmente, o quanto esta ação pode ter sido motivada por interesses próprios ou não.

    Mas o que é e qual a função do Conar?

    Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), é uma instituição criada por entidades ligadas ao agenciamento de publicidades, tendo como objetivo a regulamentação do mercado publicitário.

    Vale ressaltar primeiramente que o Conar não é uma instituição de viés público, mas sim um fruto do setor privado. Para nós, por um lado isso é ótimo, porque não há a mão do estado, mas pelo outro, pode existir um conflito de interesses interno, que talvez possa ter sido esta a intenção da atitude tomada no processo contra o cantor Gustavo Lima.

    Como o Conar funciona?

    Uma vez que uma ação publicitária vai ao ar, a instituição pode examinar este material por iniciativa própria ou por denuncias de outras pessoas.

    Essa análise mencionada, é feita pelo conselho de ética do órgão, e a partir desta análise são levantados pontos se ela atende ou não a regulamentação impostas pela instituição.

    É importante colocarmos aqui também, que este conselho de ética sim é formado também por agências de publicidade, por anunciantes e também por representantes dos consumidores, mas principalmente por representantes dos veículos de comunicação.

    Além disso, ressaltamos também que o Conar, de maneira alguma, pode impor a sua decisão, muito menos sanções caso exista o descumprimento daquilo que o órgão acredita estar errado.

    Gustavo Lima Vs Conar.

    Trazendo  o contexto para o cantor Gustavo Lima, o Conar alega que moveu este processo contra o cantor por ter recebido diversas denuncias pelo excesso do consumo de bebidas alcoólicas durante a live que o cantor fazia.

    Na prática, o que o Conar coloca é que a empresa que patrocinou a live do cantor, neste caso a Ambev, teria de certa forma burlado as recomendações do orgão, se utilizando deste formato de publicidade dentro da live.

    Sendo assim, em meio a tantas informações, nos deparamos com uma parcela de pessoas que defendem a entidade (Conar), que a atitude foi correta e que ajudou a prevenir um incentivo exacerbado do consumo de bebidas alcoólicas.

    Todavia, também temos um número importante de pessoas defendendo o cantor, que o mesmo deveria ter a sua liberdade já que a ação foi feita dentro da sua própria residência e de domínio privado do cantor.

    Os argumentos desta primeira parcela de pessoas, é de que a live foi exposta a milhares de pessoas, não sendo uma ação privada apenas para amigos e familiares, sendo a ação patrocinada por uma marca de cervejas. Tendo o Conar a obrigação sim se analisar esta ação publicitária e intervir se necessário.

    Além disso, os mesmos se apoiam no argumento de que o Gustavo Lima é uma figura pública, com isso, tendo forte influência sobre sua audiência. Desta forma, quando o cantor consume de maneira exagerada essas bebidas, pode estar estimulando, inclusive menores a beberem também.

    Já a segunda parcela de pessoas que defendem o cantor, dizem que isso é censura, uma vez que ele fez a live dentro da sua própria casa, com seus próprios recursos. Ainda assim, os mesmos defendem o objetivo da ação do cantor, que era de arrecadar doações e alimentos para famílias que precisam neste momento de pandemia.

    Em resumo, na nossa opinião, é que existe uma linha muito tênue entre regular tipos de publicações mais discriminatórias e a regularização de ações que não descriminam, mas que não atendem ao seus interesses próprios, já que o Conar não é uma entidade pública e sim privada, e entidades privadas buscam atingir os seus próprios interesses.

    Outro ponto que salientamos ainda, é que dado a  forma em que essa publicidade aconteceu, a marca em contato direto com o “influenciador”, cortando assim os intermediários dessas ações como agências e veículos de comunicação, isso pode ser sim uma forma de coagir este tipo de movimento por parte dos influenciadores e marcas.

    Uma vez que agências de publicidade e veículos de comunicações têm suas necessidades e nessa forma eles acabam perdendo oportunidades de fazer negócios.

    Se você quer saber a fundo sobre estes e outros argumentos em relação ao caso citado. Não deixe de assistir ao nosso novo vídeo do canal. Para assistir ao vídeo completo basta clicar na imagem abaixo.

    Veja também:

  • Os 5 maiores Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Os 5 maiores Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Top 5 Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Para quem já é veterano no universo do e-commerce já vivenciou os erros que iremos abordar neste conteúdo. Porém, para quem é novato no segmento, continue comigo para evitar comete-los.

    Os 05 erros mais comuns dentro de e-commerce.

    1. Nicho de mercado;

    O mercado de e-commerce no Brasil é extremamente competitivo, de margens baixas e operações super complexas. E se você está pensando em iniciar um projeto de e-commerce, o primeiro ponto que você deve pensar é qual o nicho que você fará parte.

    Dependendo do nicho que você escolhe trabalhar, as barreiras de entrada serão mais altas com operações mais complexas e como dito anteriormente, margens mais baixas. Ao passo que alguns outros nichos favoreçam a sua operação.

    A título de exemplos, podemos pensar no nicho de moda, com uma alta concorrência, que não tem muitas diferenciações entre produtos, pode ser que em um primeiro momento, para um inciante você terá problemas, não conseguindo operar de fato algumas etapas.

    Na prática, você deve entender que o e-commerce até então não consegue bater a marca de 5% de vendas do varejo no Brasil, sendo no EUA uma média dos 15%.

    (Mesmo sabendo que no momento estamos passando por uma crise singular, que está mudando o comportamento do consumidor e que talvez possa mudar estes números futuramente).

    Mas trazendo ainda para os dados presentes, boa parte do consumo no varejo está alocado no espaço físico, como por exemplo, a moda.

    Se formos comparar o nicho de moda com o de iluminação por exemplo, o nicho de moda é muito mais comodo comprar presencialmente pelo fato de poder experimentar o produto.Já quando falamos em pequenos objetos de iluminação como lampadas, luminárias e etc, estes não tem como prioridade a compra física.

    Visto que muitas vezes, o consumidor pode não ter acesso a um item próximo da sua localização. Então fica mais “comodo” e usual comprar também via e-commerce. (Falamos por experiência própria, com um cliente do segmento que vêm faturando alto desde que implementou a sua loja online.)

    2. Ter preço competitivo;

    Um vez que você encontrou o nicho certo, você precisa ter preço competitivo. A menos que seu produto tenha uma grande diferenciação, e na maioria das vezes este não é o caso, a competitividade irá se dar pelo preço.

    Existe obviamente outras alternativas de compra que não necessariamente competem por preço, mas sim pela experiência de compra, entretanto, em sua maioria será o preço que falará mais alto.

    3. Operação de Logística;

    No Brasil existe um problema sério de logística e os e-commerces atuantes no pais concentram, na grande parte, suas atividades no sudeste. E se você não tem uma operação logística em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, provavelmente seu preço de frete e tempo de entrega muito altos, que por consequência, torna a sua competitividade ainda menor.

    Uma estratégia que você pode utilizar, é trabalhar em um limite de atendimento em um raio de tanto KM entorno do local em que você atua. E quanto mais condições você vai criando de operação, você terá como expandir essa distância para atender as demais áreas.

     4. Explorar marketplace.

    Existem diversos canais de marketplace que não são explorados por muitos profissionais. Canais estes que você pode testar para ver se o seu produto vende e você consegue uma competitividade dentro da plataforma sem um grande custo de mídia.

    O grande erro de profissionais é não investirem em tráfego. Dentro de um ecommerce você precisa ter demanda, pessoas navegando, circulando pelo seu site. Se você cria a sua própria loja online, você tem muito mais trabalho para criar tráfego dentro dela, diferente de quando você testa outras plataformas de marketplace que já tem sua estrutura consolidada.

    5. Produção de conteúdo para e-commerce.

    Não apostar em produção de conteúdo para o seu ecommerce é um grande erro, pois sua taxa de conversão pode ser baixa. As pessoas precisam saber o que é e para que serve o seu produto. Quando você investe em conteúdo, o consumidor tem mais clareza de como o seu produto pode solucionar o seu problema ou desejo.

    Invista em conteúdos de diferenciação, do contrário você será mais um na multidão. Uma vez que o seu cliente não terá contato com o seu produto, quanto mais atrativo visualmente o seu produto for, maiores serão as suas taxas de conversão.

    Todos estes 05 erros são abordados pelo nosso CEO Dener Lippert e Gabriel Robiati em nosso novo vídeo para o canal no youtube. Assista o conteúdo completo clicando na imagem abaixo:

  • Google Ads ou Facebook Ads? Como escolher? | V4 TUTS

    Google Ads ou Facebook Ads? Como escolher? | V4 TUTS

    Google Ads ou Facebook Ads? Como escolher o melhor para o seu negócio? | V4 TUTS

    Facebook Ads ou Google Ads, qual deles você deve utilizar e qual a funcionalidade de cada uma das ferramentas na hora de criar as suas campanhas?

    O primeiro ponto que levantamos aqui é que o Google e o Facebook possuem uma diferença crucial entre eles. Uma tem como propósito a intenção e a outra atenção.

    Falando primeiramente sobre o Google, mais precisamente sobre o Google Search, este foca na intenção do usuário, ou seja, qual a intenção dele no momento em que está fazendo uma pesquisa na plataforma. Como por exemplo:

    • Comprar um produto;
    • Resolver um problema;
    • Aprender sobre algo.

    Por outro lado, temos o Facebook. Esta sim é uma plataforma de mídia interruptiva, ou seja, enquanto o usuário está navegando pela sua linha do tempo ou feed de notícia, o mesmo será interrompido por um anúncio.

    Por este motivo, concluímos que o Facebook é uma ferramenta de atenção. Ela precisa de alguma forma capturar a atenção do usuário para que ele converta dentro dos anúncios.

    Outro ponto que podemos levantar é que o Facebook é uma mídia de desejo, enquanto o Google uma mídia de necessidade.

    Níveis de consciência do consumidor dentro do Facebook e Google.

    Todos os consumidores passam por 05 diferentes níveis de consciência até fazerem a compra, são eles:

    1. Inconsciente: o consumidor não sabe que ele tem um problema.
    2. Problema: sabe que tem um problema a ser resolvido.
    3. Solução: ela agora sabe que existem soluções e começa a busca-las.
    4. Produto: encontra um produto ou mais que solucione o seu problema.
    5. Vendedor: estado de decisão, de compra. De quem ele vai comprar o produto.

    Trazendo estes níveis de consciência para o contexto das plataformas, podemos dizer que quando você tem níveis mais altos de consciência, você deve olhar para ferramentas do Google, como por exemplo, o Google Search. Já quando você tem de trabalhar níveis mais baixos desta jornada, você deve utilizar o Facebook como ferramenta.

    É a partir deste entendimento, que você deve olhar para o objetivo do seu cliente. Ela está mais inclinada para campanhas de intenção ou de atenção? De necessidade ou desejo?

    Quer um conselho? A verdade nua e crua é que ambas as plataformas devem ser complementares, na sua maioria você deve utilizar ambas as mídias, mas é claro, respeitando os objetivos e formatos que cada uma dispõe para aumentar ainda mais as suas taxas de conversão.

    Quer entender mais sobre o assunto? No vídeo de hoje nosso Equity Partner and Project Analyst, Guilherme Lippert, irá mostrar quais as diferenças entre as ferramentas e falar sobre os níveis de consciência de consumo, que são de suma importância para o seu entendimento e também para a elaboração de novas campanhas.

    Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Não seja um Zé povinho. | Looking ahead.⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Não seja um Zé povinho. | Looking ahead.⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Não seja um Zé povinho. | Looking ahead.

    Zé povinho é um termo, um personagem da cultura brasileira já muito antigo. Entretanto, o que muitos não percebem é que ele, o zé povinho, está presente atualmente na mentalidade da maioria da população brasileira.

    Mas o que quer dizer zé povinho?

    Zé povinho é o tipo de pessoa que não questiona nada ao seu redor, que apenas se adapta às questões sociais, políticas e econômicas que são impostas. Um cidadão médio, que se acomoda e se conforta mediante a mediocridade.

    Um pensamento que para nós da V4, acreditamos não ser o melhor caminho a ser seguido, mesmo sabendo que este é um modelo de mentalidade comum dentre a maioria dos brasileiros.

    Aqui dentro da V4 nosso viés sempre foi o questionador. Quando todos estão tomando o mesmo caminho, questionamos e tendemos ir na mão contrária.

    Entendemos também que este pesamento mediano é comum, pelo fato de seres humanos serem bixos sociáveis que desejam fazer parte de um grupo, de parte de uma sociedade. E para isso eles devem seguir a manana.

    Aspecto de quem tem a mentalidade zé povinho.

    Um aspecto que podemos citar aqui, é o interesse por criar problemas para se ocupar, já que o que de fato é a sua ocupação no dia a dia não o satisfaz. Este tipo de pessoa busca ocupação nos afazeres alheios, é um indivíduo que não gera valor para a sociedade.

    É importante salientarmos que sim, sabemos que isso pode ser um pensamento radical, mas acreditamos que se este tipo de mentalidade não for mudada, não seremos um país desenvolvido. Sempre estaremos na média, logo atrás.

    Zé povinho não é um ser, mas sim um estar. Você pode mudar o seu mindset. – Dener Lippert CEO V4 Company.

    04 características para identificar que uma pessoa tem “mentalidade Zé povinho”.

    Aqui, iremos deixar um check list de características que acreditamos que pessoas com pensamento mediano carregam consigo. Como falamos anteriormente, se você se identifica com algumas delas, você sim pode mudar esta realidade. Vamos as características, são elas:

    1. Não consegue enxergar mais do que os seus olhos podem ver.
    2. Não ter uma ocupação que a preenche.
    3. Busca por problemas para preencher o vazio da sua vida.
    4. Passiva e terceiriza a culpa por não alcançar os seus objetivos.

    Dentre estes aspectos citados, gravamos um vídeo com o nosso CEO Dener Lippert, onde ele irá exemplificar cada uma delas e também falar mais sobre essa vertente do pesamento mediano.

    Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Parceiro Magalu pode ser uma oportunidade em meio a crise?

    Parceiro Magalu pode ser uma oportunidade em meio a crise?

    Parceiro Magalu, uma oportunidade em meio a crise?

    Se você acompanhou nossos últimos conteúdos onde falamos mais sobre a crise do novo coronavírus, você pôde perceber que uma ideia muito presente em nosso discurso é que em situações como essa em que estamos vivendo, sempre surgem boas oportunidades de negócios.

    Neste sentido, queremos enfatizar neste conteúdo, uma oportunidade como destaque que acreditamos ser uma ótima chance de você vender através da internet, em um momento de crise economia e sanitária que o mundo vive.

    Parceiro Magalu. O que é?

    Partimos da premissa que você já conheça uma das maiores varejistas do nosso país que é a Magazine Luiza, desta forma, iremos nos atentar na ação feita pela companhia.

    Algumas semanas atrás a marca lançou a campanha seja um Parceiro Magalu. Se você quiser saber mais de como funciona esta ação basta clicar aqui: O que é ser um parceiro Magalu?

    Nele você poderá revender os produtos da loja ganhando comissões por cada venda ou então vender seus produtos para clientes do Magazine Luiza. Um fato curioso é que seu lançamento estava previsto para ser lançado no próximo semestre, porém devido as novas circunstâncias do mercado, este lançamento foi adiantado.

    Em linhas gerais, o parceiro magalu é uma plataforma pensada para que de um lado, pequenos varejistas pudessem explorar um novo canal de vendas, obviamente se apoiando na grande estrutura e credibilidade que a própria Magazine Luiza oferece.

    E de um outro lado, a varejista possibilitou que autônomos e pequenos empreendedores pudessem complementar seus ganhos como uma espécie de renda extra no seu faturamento.

    Mas afinal, o Parceiro Magalu é uma boa oportunidade para o seu negócio?

    Depende, para pequenos varejistas vemos esta como uma plataforma de marketplace, portanto faz bastante sentido sim que o seu negócio explore mais este canal de venda.

    Sempre reforçamos aqui que diversificar seus canais é uma forma de manter o seu negócio faturando e saudável para que não corra riscos altos, sem depender apenas de um canal para vender. Quando falamos de riscos, podem ser tanto de aquisição quanto de vendas em si.

    Considerando ainda as taxas de comissão, barreiras de entrada e o quanto a marca pode te ajudar, de fato ela é sim uma ótima opção.

    Entretanto, já para trabalhadores autônomos ou pequenos empreendedores, ela funciona mais como um programa de afiliados, uma estratégia que já falamos aqui, você pode saber mais como funciona clicando aqui: Mercado de afiliados é um bom negócio?

    E se tratando do mercado de afiliados, acreditamos que este tipo de estratégia só irá funcionar para você que já possui algum tipo de audiência online ou então cartela de clientes que você já vende atualmente. Sem contar no conhecimento que você precisa ter minimamente em geração de tráfego.

    Aliás, se você quer aprender mais sobre tráfego, você não pode deixar de fazer nossa formação Cientista do Marketing, aproveite para assistir por 07 gratuitos.

    Agora, se você é um profissional inciante, a opção de ser um parceiro Magalu não é interessante. Uma vez que é necessário que você tenha uma audiência para divulgar e vender estes produtos, sem falar nas taxas de comissão para afiliados que comparamos a outras plataformas. e concluímos que não são as melhores.

    Nossa sugestão para esta situação é que você esteja mais bem preparado para entrar na plataforma. Estude e invista em saber como funciona o mercado e como você pode gerar mais tráfego para dentro dos seus canais.

    Em resumo, ser Parceiro Magalu sim pode ser uma boa oportunidade de negócio, entretanto pode ser menos lucrativo dependendo do momento e a forma em que você atua no mercado.

    Para falar mais do assunto, nosso COO e Equity Partner Gabriel Robiati, gravou um vídeo para nosso canal no youtube, no quadro V4 News explicando sobre como pode ou não ser uma oportunidade de negócio para você, ser um parceiro magalu.

    Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • Thiago Concer – Empresa que não realiza vendas quebra! | V4 Cast

    Thiago Concer – Empresa que não realiza vendas quebra! | V4 Cast

    Thiago Concer – Empresa que não vende quebra! | V4 Cast

    Vender não é uma habilidade natural, é comportamento atrelado a uma atividade.

    Muitas pessoas acreditam que bons vendedores nasceram com o dom para vender, mas este é um erro clássico de pensamento. Vendas é um processo totalmente treinável.

    Além de ter um ótimo squad de vendas, no V4 Cast desta semana, Thiago Concer sinaliza que todo gestor necessita ter previsibilidade dos seus indicadores para poder escalar o seu negócio, mesmo em um momento de crise como este.

    É possível sim continuar vendendo, basta investir nas pessoas certas, adotar estratégias e ações corretas que possibilitem o alcance das suas metas. Crescer não é uma questão de escolha, e sim uma obrigação de quem escolheu empreender.

    Além disso, Thiago Concer aborda assuntos como:

    Perfis de bons vendedores;
    Recrutamento de pessoas;
    Treinamento de equipes;
    Como vender durante a crise;
    Processos, propósito e valores.

    Confira o podcast completo clicando no link abaixo:

    Escute também: