Author: V4 Company

  • Time de vendas: Como aprimorar a sua equipe de Inside Sales?

    Time de vendas: Como aprimorar a sua equipe de Inside Sales?

    Time de vendas: como treinar a sua equipe de Inside Sales?

    Há quem diga que o time de vendas é o coração de um negócio. Desse modo, pensando na organização de uma empresa como o corpo humano, quais seriam as funções desempenhadas por essa unidade? 

    No corpo humano, o coração é responsável por bombear o sangue para o corpo inteiro. Sendo assim, desempenhando essa tarefa ele garante que todos os outros órgãos recebam os nutrientes necessários para funcionar adequadamente. 

    Agora vamos deixar a biologia um pouco de lado e desembarcar no universo das vendas e do marketing digital.  

    Assim, o time de vendas conta com uma série de agentes para realizar uma ação muito importante para o todo. Dessa forma, cabe a essa unidade da empresa conhecer a jornada de compra do cliente e estar de olho nas oportunidades. 

    Em times de vendas do modelo Inside Sales, ou seja, vendas internas, a divisão de tarefas é essencial para uma melhor performance. Nessa configuração, assim como no corpo humano, temos cada unidade desempenhando uma função. 

    Quer entender como um time de vendas funciona? Acompanhe esse conteúdo até o final! 

    O que faz um time de vendas? 

    Primeiramente, o time de vendas é a unidade de um empreendimento responsável por vender uma solução ou produto. Ou seja, quando o cliente entrar em contato ou demonstrar o interesse, essa será a interface responsável por conduzir a negociação. 

    Conheça algumas das tarefas desempenhadas por profissionais de um time de vendas:

    • Busca por novas oportunidades de negócio
    • Prospecções
    • Relacionamento pré e pós-vendas com os clientes
    • Qualificação dos leads 
    • Mapeamento da jornada de compra do cliente
    • E claro, a venda em si.

    Para que todas essas tarefas sejam realizadas, um time de vendas precisa ser bem estruturado e a divisão do trabalho precisa ser clara. Além disso, essa unidade precisa estar conectada com outras partes da empresa, como por exemplo, a equipe de marketing. 

    Quem é quem em um time de vendas?

    Primeiramente, vamos entender que vendas são um processo. Até que o vendedor finalize a negociação de forma positiva, uma estrutura atrás dele trabalhou nas etapas prévias. 

    Desse modo, podemos concluir que nem todo mundo que está em um time de vendas é um vendedor de fato. Afinal, nessas equipes, além deles, teremos gestores, analistas, consultores, auxiliares, e profissionais em formação, como aprendizes e estagiários. 

    Dessa forma, os profissionais envolvidos e os cargos distribuídos em um time de vendas irão depender da complexidade da organização. Ou seja, à medida em que uma empresa cresce, a tendência é que esse departamento possa crescer também. 

    Assim, em um modelo de vendas Inside Sales, contamos com a presença de alguns profissionais extremamente estratégicos e que desempenham um papel importante no pré-vendas. 

    Confira quem são e as atribuições de cada um: 

    LDR

    A sigla LDR corresponde a Lead Development Representative. A principal responsabilidade deste profissional será organizar os leads para a prospecção.

    Para que um LDR qualifique um lead, ele irá buscar os contatos através de listas e conferir se as informações estão corretas.

    SDR

    O Sales Development Representative, ou SDR, é o profissional responsável por prospectar e qualificar os leads. 

    Para entregar um lead qualificado para o profissional que irá atuar em seguida, o SDR irá identificar a etapa do funil onde está o lead e fazer um primeiro contato. 

    Se fossemos comparar um time de vendas com uma fábrica, teríamos o SDR trabalhando em uma estação de trabalho após o LDR.

    BDR

    O BDR é o que conhecemos por Business Development Representative. Esse profissional trabalha com a prospecção outbound.  Ou seja, prospecção ativa. 

    Para desempenhar essa função, um BDR irá usar de técnicas como cold e-mail, cold calling, networking e social selling.

    Por ser uma tarefa de maior complexidade, a presença desse profissional será melhor aproveitada na venda de produtos com maior ticket. 

    4 passos para montar um time de vendas

    Unsplash

    Poder contar com profissionais de dedicação exclusiva para as tarefas comerciais contribuirá para o desenvolvimento do empreendimento como um todo. Para que essa estratégia seja um plus e não uma dor de cabeça, é preciso contar com as pessoas certas. 

    Para que os objetivos comerciais sejam atingidos, é preciso uma equipe alinhada, motivada e bem qualificada. Confira as nossas dicas para organizar o sua equipe:

    1- Estabeleça quem vai ser o seu ICP

    A sigla ICP significa Ideal Customer Profile, e pode ser traduzida como Perfil Ideal de Cliente. 

    Dessa forma, antes de iniciar a contratação de um time de vendas, defina o cliente com o qual você deseja fechar negócio.

    2- Tenha um processo de vendas bem definido

    Como o cliente chega até o seu produto? Como funciona a jornada de compra dele? Estruture um processo de vendas que seja capaz de responder às dúvidas dos clientes e dos integrantes da equipe.

    3- Busque perfis diferentes para integrar a sua equipe

    Times de vendas realizam uma série de outras funções além da venda. Se o seu time de vendas estiver iniciando as atividades, não invista em uma grande equipe de funcionários. 

    Sendo assim, lembre-se das necessidades da empresa e se todas as tarefas necessárias estão sendo cumpridas ao contratar mais um vendedor.

    3- Estabeleça metas atingíveis

    Metas consistem no caminho a ser percorrido para alcançar determinado objetivo. Desse modo,  além de mensuráveis, elas exigem tempo, dedicação e esforço para serem alcançadas. 

    Um time de vendas não irá começar as atividades quebrando todos os recordes e com uma performance extraordinária. Por isso as metas são necessárias, para traçar o caminho a ser percorrido e para que o todos os envolvidos estejam alinhados.

    Para criar metas inteligentes, considere o método SMART. Segundo essa técnica, as metas precisam ser 

    • Specific (específicas); 
    • Measurable (mensuráveis); 
    • Attainable (atingíveis); 
    • Relevant  (relevantes); 
    • Time based  (temporais). 

    4- Invista nas ferramentas certas

    No caso de uma estratégia Inside Sales, onde as vendas ocorrem no ambiente interno de uma empresa, algumas ferramentas são necessárias. 

    Para que o seu time possa trabalhar da melhor maneira possível, certifique-se que todas as plataformas necessárias estão à disposição. 

    Confira algumas que o seu time pode precisar tanto no pré como no pós vendas:

    • E-mail profissional;
    • Sistemas de CRM, análise de dados e gerenciamento de times;
    • Computadores e telefones;
    • Planos de telefonia e internet que atendam as necessidades da equipe;
    • Plataformas para a apresentação de propostas comerciais e coletas de assinatura de forma on-line.

    Como gerenciar um time de vendas?

    Tão desafiador quanto montar uma equipe comercial, é gerenciar uma. Para que os resultados sejam alcançados e o time funcione em harmonia, uma liderança é necessária. 

    Sendo assim, o trabalho algumas tarefas desempenhadas por esses profissionais consistem em: 

    • Promover um ambiente de trabalho saudável para os colaboradores;
    • Contratar os profissionais com as expertises necessárias para compor o time;
    • Distribuir as tarefas entre os integrantes da equipe;
    • Realizar reuniões de feedbacks.

    3 dicas para gerenciar uma equipe de Inside Sales

    1 – Invista em treinamentos para os seus colaboradores

    Para que a sua equipe comercial esteja com o olhar atento ao novo, é preciso treiná-los para isso. Para isso, destine uma parte da verba do setor para cursos, treinamentos e workshops.

    Além disso, busque incentivar uma cultura de troca de conhecimento e experiências entre os colaboradores.

    2- Saiba como lidar com possíveis rivalidades internas

    Mais importante que um ou outro vendedor, é o coletivo. Por isso, busque promover o espírito de equipe entre os vendedores.

    Um time de vendas com rivalidades internas terá dificuldade para se comunicar, bem como atingir os melhores resultados.

    Como liderança, seja enfático ao transmitir a mensagem de que nenhum vendedor tem mais importância que outro.

    3- Ouça

    O que as pessoas que compõem a sua equipe de vendas têm a dizer? Busque escutar as queixas e sugestões dos envolvidos no time. 

    Além disso, uma boa comunicação promove um ambiente de trabalho saudável e uma equipe mais unida e preparada para enfrentar os desafios.

    Como o time de vendas e Inside Sales da V4 Company atua?

    Aqui na V4 Company, o nosso time de vendas é adepto do modelo Inside Sales. 

    Nesse sentido, a nossa equipe comercial atua para encontrar negócios que querem conhecer o nosso método ou ser tornar um franqueado da nossa  da nossa assessoria de marketingl.

    Quer saber mais sobre como a V4 Company trabalha com vendas? Então confira o vídeo do nosso COO, Eduardo Torres!

  • Agência de marketing: o que é? %%sitename%%

    Agência de marketing: o que é? %%sitename%%

    Agência de marketing: o que é e qual a diferença para uma assessoria?

    Se você está buscando entender o que é uma agência de marketing digital – ou uma assessoria de marketing – você provavelmente está procurando formas de impulsionar seu negócio

    Assim, primeiramente podemos dizer que você está no caminho certo. Afinal, entender a necessidade de investir em marketing online é um dos primeiros passos para alcançar tal objetivo. 

    Entretanto, nesse ponto, é necessário também entender alguns conceitos básicos. Como por exemplo: o que é uma agência de marketing? O que ela pode fazer pelo menu negócio? E qual a diferença entre agência e assessoria? 

    Por isso, hoje vamos te explicar tudo sobre o conceito de agência e quais as diferenças dela para uma assessoria. Mas, ainda, porque nós, da V4 Company, nos consolidamos com a maior assessoria de marketing digital do Brasil. 

    O que é uma agência de marketing digital?

    A agência de marketing é a empresa responsável pela gestão completa do marketing da sua empresa. Ou seja, a contratação da agência é a terceirização completa dos serviços de marketing.

    Empresas que contratam este tipo de serviço são aquelas que pretendem tirar das suas mãos a responsabilidade de posicionar o seu negócio digitalmente.

    Assim, ela tem o objetivo potencializar o consumo dos produtos ou serviços oferecidos por seu cliente. Para isso, utiliza os mais diversos canais e ferramentas digitais disponíveis, sem que você precise se envolver. 

    O que uma agência de marketing digital entrega?

    Visando atender às necessidades do mercado, as agências fornecem aos seus clientes todos os serviços relacionados ao marketing digital. Dessa forma, muitas vezes, entregando serviços de marketing offline também.

    Dentre os serviços de uma agência de marketing, podemos destacar:

    • Gestão de mídias sociais;
    • Gestão de tráfego;
    • Criação de identidade visual;
    • Criação de sites;
    • Campanhas de e-mail marketing.

    Assim, podemos entender que o trabalho da agência está muito mais ligado ao operacional do que ao estratégico. Afinal, isso é quase que inevitável, tendo em vista que o trabalho operacional toma muito tempo hábil da empresa. 

    Com isso, agências que fornecem serviços estratégicos e que envolvem a parte de inteligência de marketing geralmente são mais caras. Afinal, precisam de mais pessoas para executar tudo que propõem aos clientes.

    Quais as vantagens e desvantagens de uma agência? 

    Bom, até agora conseguimos entender brevemente o que é e como funciona uma agência de marketing digital. Mas quais as vantagens e desvantagens que devemos considerar ao pensar nesse tipo de empresa? 

    Vantagens da agência de marketing

    Com certeza só o fato de contar com algum serviço de marketing digital já é uma vantagem na atualidade. Afinal, cada vez mais é indispensável que um negócio esteja na internet e trabalhe formas de distinguir-se neste meio. 

    Entretanto, tratando-se da execução, existem três principais vantagens de contratar uma agência de marketing digital. São elas: 

    • Ideal para micro e pequenas empresas;
    • custo menor pelo serviço;
    • gestão completa da operação de marketing do seu negócio.

    Desvantagens da agência de marketing

    Agora, devemos pôr um ponto de atenção nas desvantagens desse tipo de empresa, principalmente ao se tratar de agências não tão bem estruturadas. Lembrando que esse é um mercado que está crescendo cada vez mais rápido, dando espaço para empresas que não estão preparadas para ele.

    A partir disso, as principais desvantagens que podem aparecer ao contratar o serviço de uma agência são: 

    • Afastamento da empresa com relação ao seu próprio marketing;
    • A sobrecarga que o operacional causa diminuindo a capacidade estratégica do marketing do seu negócio;
    • Baixa agilidade para produção de materiais;
    • Entrega de resultados pouco expressivos;
    • Dificuldade de crescimento do trabalho.

    Salientando que isso não quer dizer que toda agência de marketing funcione dessa forma. Entretanto, o modelo de negócio seguido por agências faz com que seja mais propenso a ocorrer problemas nesse sentido. 

    Certo… e o que faz uma assessoria de marketing?

    Diferente da agência, uma assessoria de marketing está focada na estratégia mais eficiente para o seu negócio. Ou seja, para esse tipo de empresa, o importante é entender a realidade de cada negócio para pensar em ações mais eficientes de marketing digital.

    Os principais serviços entregues por uma assessoria de marketing são:

    • gestão de tráfego;
    • gestão estratégica dos canais digitais (site, blog, e-commerce, redes sociais, etc.);
    • planejamento estratégico de marketing;
    • gestão de conversões (vendas);
    • otimização de conversões;
    • inbound marketing;
    • inserção de ferramentas de marketing;
    • treinamento de equipes de marketing interno.

    Ou seja, a assessoria de marketing estará de mãos dadas com a sua empresa. Assim, ela fará o que for necessário para otimizar os resultados e aumentar o retorno sobre o investimento em marketing do seu negócio. 

    Agora, não se engane em pensar que a assessoria não pensa na operação. Afinal, assim como a agência, uma empresa de assessoria de marketing também colocará a mão na massa. Entretanto, com um viés estratégico guiando todas as ações veiculadas na internet.

    O real diferencial da assessoria está na inteligência que gerencia toda a operação. Em vez de se preocupar somente com a quantidade e a estética dos materiais, a assessoria estará preocupada com os resultados que estes gerarão.

    Outro ponto é que, ao contratar uma assessoria de marketing, sua empresa não estará terceirizando diretamente a operação. Na prática, você está contratando pessoas para estarem imersas no seu negócio. Com isso, buscando resultados que façam você de fato vender mais. 

    Ficou com dúvidas? Confira o conteúdo completo sobre assessoria de marketing

    Vantagens e desvantagens de uma assessoria de marketing

    Assim como falamos da agência de marketing, a assessoria também possui pontos de destaque, e alguns para você prestar atenção. Dessa forma, trouxemos algumas vantagens e desvantagens para você levar em consideração. São elas: 

    Vantagens da assessoria de marketing

    Para começar, uma das principais vantagens de uma assessoria de marketing é justamente o pensamento estratégico. Afinal, é dessa forma que essa empresa entenderá o que precisa fazer para capturar mais leads e, por consequência, vender mais. 

    Mas além disso, podemos considerar outros pontos, como: 

    • Potencial de escala dos resultados;
    • gestão estratégica da marca na internet;
    • interligação dos canais digitais para o atingimento de metas;
    • imersão no negócio, possibilitando maior conexão entre empresa e assessoria;
    • manutenção da proximidade entre a gestão da empresa e as ações de marketing.

    Desvantagens da assessoria de marketing

    Agora, ao se tratar das desvantagens, temos dois pontos que são relevantes ressaltar: 

    • Serviço com custo mais alto;
    • necessidade da empresa de assumir algumas responsabilidades dentro da operação.

    Esses dois pontos se justificam pelo fato da assessoria ir além da operação, fato que consequentemente demanda mais tempo e empenho da empresa. Ou seja, necessita de um custo mais alto.

    E finalmente, ao se tratar de execução, como apontamos anteriormente, a assessoria pode colocar a mão na massa, mas isso não é uma regra. Para empresas que possuem um time de marketing interno, a assessoria busca conduzir e complementar com insights e estratégias que a própria equipe pode e deve executar. 

    Agência de marketing ou assessoria, qual devo escolher? 

    Agora que você já entendeu o que é e como funciona uma agência de marketing e qual é a diferença para uma assessoria, fica um pouco mais claro sua decisão de escolha. 

    Afinal, não há uma resposta certa para essa pergunta, somente uma que responda a partir da sua necessidade. Ou seja, é necessário que você entenda a realidade da sua empresa. Quais são suas dores e acertos ao se tratar de marketing digital. 

    Afinal, você já tem uma equipe de marketing digital? Ela é funcional? Como estão seus resultados? E sua estratégia? Você está satisfeito com suas vendas?

    Entendo essas perguntas, fica fácil entender se você busca algo mais operacional, ou mais estratégico. Ou ainda, se você quer mudar a forma como seu marketing está operando hoje. 

    Assim, você consegue decidir entre um serviço mais simples e executor, como o da agência de marketing digital. Ou então, para um trabalho mais complexo, que pensa desde a estratégia até a venda de fato do seu produto ou serviço, como a assessoria. 

    Como a V4 Company atua no mercado de marketing digital? 

    Finalmente, ao falarmos da V4 Company precisamos destacar que não estamos falando de uma agência de marketing digital. Afinal, estamos falando da maior assessoria de marketing do Brasil, com mais de 5 mil projetos executados e que geraram mais de R$2 bilhões em faturamento para os clientes

    Mas como isso foi possível? Através de um método criado pelo próprio CEO da V4 Company, Dener Lippert, chamado de Método V4.

    E qual é o diferencial dele? Bom, para começar, o Método V4 trabalha com 4 pilares diferentes do marketing digital: tráfego, engajamento, conversão e retenção. Cada um deles corresponde a diferentes etapas dentro da mesma estratégia, garantindo que o seu negócio esteja preparado para gerar resultados. 

    Quer entender melhor como funciona essa estratégia? Acesse nossa página exclusiva para explicar como funciona o Método V4. E assim, compreenda os pilares que fizeram da V4 Company não uma agência de marketing, mas sim a maior assessoria de marketing do país.   

    Quero acessar o Guia do Método V4!

  • Inside Sales ou outside sales: Qual é a grande diferença entre eles?

    Inside Sales ou outside sales: Qual é a grande diferença entre eles?

    Inside ou outside sales: qual a diferença?

    Você já ouviu falar sobre Inside ou Outside Sales? Esses termos são bastante populares na esfera comercial, e correspondem a diferentes modalidades de venda.

    Para começar, a tradução dos termos Inside Sales e Outside Sales significam, respectivamente, vendas internas e externas. Apesar de serem modelos de trabalho bem diferentes, ambos compartilham objetivos em comum, como a venda e bom relacionamento com o cliente.

    Entretanto, quando falamos em Inside Sales, estamos nos referindo a vendas que acontecem de dentro do ambiente da empresa. Desse modo, temos profissionais usando diferentes ferramentas de comunicação para entrar em contato com os leads e efetivar a compra. 

    Já no modelo Outside Sales, a conexão vendedor-cliente em algum momento se dará através do contato presencial. Dessa forma, teremos representantes do time de vendas em deslocamento, participando de reuniões e eventos comerciais para fechar o negócio.

    Quer saber mais sobre as estratégias e a conexão desses modelos com o marketing digital? Acompanhe esse conteúdo até o final!

    Inside ou Outside Sales: como cada estratégia funciona?

    Unsplash

    As principais diferenças entre o Inside ou Outside Sales estão no local de trabalho do vendedor e nos custos. Já as semelhanças estão no objetivo: fechar a venda. 

    Apesar de serem modelos diferentes, elas também podem ser combinadas, e o retorno pode ser muito positivo. Entretanto, antes de tirar esse match do papel, é necessário conhecer as particularidades de cada estratégia.

    Conheça os detalhes de cada modelo de vendas:

    Inside Sales

    Da prospecção ao ‘’sim’’ do cliente, todo o processo de vendas acontece dentro da empresa nesse modelo. Assim, em equipes comerciais bem estruturadas, teremos profissionais com as responsabilidades de prospecção, qualificação do lead e negociação. 

    Dessa forma, com a internet ganhando cada vez mais força, esse modelo de vendas está cada vez mais popular. Seguindo essa lógica, podemos apresentar o relatório ‘’O cenário das vendas no Brasil – Edição 2021”. Nele, podemos constatar que 52% dos vendedores alcançam melhores taxas de conversão em oportunidades nas redes sociais.

    Entretanto, além das mídias sociais, profissionais de Inside Sales recorrem ao telefone, e-mail e video-chamadas para entrar em contato com leads. E, dessa forma, tentando convertê-los em clientes. 

    Vantagens do modelo Inside Sales:

    • Diminuição do CAC – Custo de aquisição por cliente;
    • Time de vendas mais produtivo e dinâmico;
    • Mensuração mais precisa das métricas e resultados;
    • Taxa de conversão maior.

    Por que Inside Sales não é Telemarketing?

    Apesar de ambos trabalharem com vendas no ambiente interno de uma empresa, profissionais de Inside Sales e Telemarketing são figuras diferentes. 

    Primeiramente, no modelo Inside Sales, temos o produto ou serviço sendo oferecido para um cliente que em algum momento demonstrou interesse pela oferta. Já no Telemarketing, a abordagem pode ocorrer com clientes que não demonstraram interesse pela compra.

    Dessa forma, em uma estratégia Inside Sales, temos o vendedor como um consultor e o foco em oferecer a solução adequada para atender as necessidades do cliente. Agora, no Telemarketing, a prioridade está na oferta e venda do produto.

    Outside Sales

    Agora, se em uma estratégia de Inside Sales temos os profissionais realizando todo o processo de vendas dentro da empresa, no Outside Sales isso não ocorre. Afinal, Nesse modelo, em pelo menos uma das etapas, teremos o encontro entre o vendedor e o cliente. 

    Assim, no Outside Sales, o vendedor estará em deslocamento, seja para uma visita, reunião ou assinatura de contrato. Além disso, esses profissionais serão responsáveis por buscar novas oportunidades de negócio em feiras e conferências comerciais. 

    Entretanto, esse modelo proporciona o estabelecimento de um bom relacionamento com o cliente, o que pode ser benéfico para futuras negociações e um acompanhamento pós venda.

    Vantagens do modelo Outside Sales

    • Maior proximidade com os clientes
    • Novas oportunidades de negócio
    • Alta taxa de conversão

    Inside ou Outside Sales: os custos de cada estratégia

    Unsplash

    Em primeiro lugar, antes de escolher entre Inside ou Outside Sales, tenha em mente as seguintes perguntas: 

    1. O time de vendas com o qual você trabalha está bem estruturado? 
    2. Qual o ticket médio do seu produto? 
    3. Quais são os perfis profissionais existentes na equipe comercial em questão? 
    4. Há verbas disponíveis para realizar os investimentos necessários?

    Antes de optar por um modelo ou outro, é necessário entender o momento que está sendo vivenciado pela equipe de vendas. Além disso, é preciso ter conhecimento sobre os valores disponíveis para eventuais mudanças. 

    Tanto uma estratégia Inside Sales como uma estratégia Outside Sales têm os seus custos para ser colocada em prática. Confira as despesas envolvidas em cada modelo:

    Inside Sales Outside Sales
    Deslocamentos (ex: gasolina, hospedagem, ingressos para eventos comerciais…).
    Infraestrutura tecnológica (ex: computadores, plataformas de videoconferência e etc ).
    Softwares de CRM.

    O melhor modelo de vendas não é o Inside ou Outside Sales, mas sim o mais sustentável para o negócio, e que dialogue com a jornada de compra do consumidor. Por isso, é importante entender a maturidade do empreendimento e a disponibilidade de recursos.

    À primeira vista, o modelo Outside Sales pode parecer muito caro pelas despesas envolvidas. Todavia, se estivermos falando de um produto de ticket médio alto e um lead que valorize o olho no olho nas transações comerciais, essa estratégia pode ser interessante.

    Já o modelo Inside Sales pode valer a pena no caso de produtos com ticket médio mais baixo, que não necessitem de uma demonstração de como usar e que o lead valorize a agilidade do digital.

    O que conecta essas duas estratégias? 

    Em suma, os modelos de vendas de Inside Sales e Outside Sales têm suas particularidades. Podendo ser usados separados ou juntos, por empresas de diferentes segmentos.

    Além disso, ambas estratégias compartilham de diversas necessidades em comum. São exemplos: um CRM robusto, profissionais qualificados, uma comunicação interna eficiente e planejamento para gerar lucro.

    Qual a conexão das estratégias com Marketing Digital?

    Estratégias de Marketing Digital, como por exemplo o Inbound Marketing, são importantes para captar e nutrir os leads. Essas ações serão o ponto de partida para que o time comercial feche as negociações, e assim o lead se torne cliente. 

    Assim, em equipes de vendas bem estruturadas e que trabalhem com o Inside Sales, teremos a figura do SDR. Esse profissional, também conhecido como Sales Development Representative, será o responsável por qualificar os leads obtidos através das estratégias de marketing. 

    Assim como profissionais de Inside Sales, quem atua como Outside Sales também será beneficiado com as ações de marketing digital. Afinal, o trabalho desse profissional também estará conectado ao lead.

    Como a V4 Company usa Inside Sales e Outside Sales?

    V4 Company

    Enfim, já vimos que os modelos Inside e Outside Sales possuem as suas particularidades e compartilham pontos em comum. Assim, quando aplicados da maneira correta e alinhados com estratégias de marketing digital, podemos contar com uma melhor performance do comercial. Dessa forma, por consequência, conquistamos também um número maior de vendas. 

    Nesse sentido, aqui na V4 Company combinamos as expertises dos nossos profissionais dos times de marketing, growth e vendas para conquistar os melhores resultados.

    Gostou desse conteúdo e quer saber mais sobre Inside Sales e Marketing Digital? Confira os outros artigos que temos aqui no blog sobre o assunto.

  • Sales Development Representative: O que diferencia SDR e Inside Sales?

    Sales Development Representative: O que diferencia SDR e Inside Sales?

    Sales Development Representative: diferença SDR e inside sales

    Você já ouviu falar em SDR e Inside Sales? A sigla SDR, significa Sales Development Representative, e pode ser traduzida como Representante de Desenvolvimento de Vendas. Já o termo Inside Sales se refere as vendas internas.

    Profissionais de Inside Sales e Sales Development Representative têm alguns pontos em comum, entre eles o ambiente de trabalho. Ou seja, as dimensões físicas de um empreendimento. Além disso, ambos trabalham com vendas, fato esse que pode confundir o entendimento das atividades realizadas por cada um com o telemarketing.

    Quer saber mais sobre como profissionais de SDR e Inside Sales atuam em um time de vendas? Hoje vamos esclarecer isso de uma vez por todas.

    A conexão entre SDR e Inside Sales

    Primeiramente, precisamos entender que Sales Development Representative e Inside Sales são duas ocupações diferentes dentro de um time de vendas de alta performance. Ou seja, ambas expertises, quando combinadas, podem promover uma captação de leads mais objetiva. 

    Assim, a presença de um SDR em uma equipe de comercial contribui para uma melhor distribuição das tarefas. Da mesma forma que um Inside Sales, afinal esse profissional também possui habilidades de vendas. Porém, nesse caso, elas são colocadas em prática antes do ‘’sim’’ do cliente.

    Conheça o papel de cada uma dessas funções em um time de vendas:

    SDR

    O profissional de SDR entra em cena antes do vendedor em uma negociação. Também conhecido como prévendedor, ele tem o objetivo de qualificar os leads dentro de um time de vendas.

    Ou seja, é de responsabilidade do Sales Development Representative analisar os leads obtidos e confirmar há o interesse pela compra, através de um contato inicial. Assim, ao identificar as oportunidades, o SDR repassará as informações ao vendedor. 

    Dessa forma, o trabalho de um SDR acontece de forma conjunta com os times de marketing e vendas. Ou seja, teremos o marketing trabalhando em estratégias para atrair leads. Já o time comercial será responsável por filtrar as oportunidades.

    Inside Sales

    Agora, o profissional de Inside Sales é o vendedor de fato. Assim, podemos comparar um time de vendas com a linha de produção de uma fábrica. Nesse caso, o Sales Development Representative se posicionaria em uma estação de trabalho anterior ao do Inside Sales. 

    Dessa forma, cabe ao Inside Sales entrar em contato com o lead e fechar a venda. Ou seja, com a presença do SDR, os vendedores podem focar mais em estratégias. Estas serão usadas e no atendimento para transformar o lead em cliente.

    Implementar ou não um SDR?

    A presença de um SDR pode ser a cereja no bolo que faltava para uma equipe comercial decolar. Todavia, empreendimentos que decidirem contratar esse profissional precisam estar preparados para recebê-lo. 

    Um dos principais benefícios na contratação de um Sales Development Representative é a otimização do tempo de uma equipe comercial. Afinal, com a presença desse profissional, a prospecção deixa de ser uma responsabilidade de quem está na linha de frente das vendas. 

    Do que um SDR precisa para trabalhar?

    Um profissional de SDR traz uma série de benefícios para a empresa, mas essa contratação exige um time de vendas já estruturado. Afinal, sem isso, o Sales Development Representative não conseguirá executar as tarefas para as quais foi contratado. 

    5 benefícios de contratar um SDR

    • Novas oportunidades de negócios focadas nos objetivos do time de vendas;
    • Maior conhecimento sobre o lead e a sua localização no funil de vendas;
    • Time de vendas mais ágil e organizado;
    • Agilidade no atendimento;
    • Maiores taxas de conversão.

    O que não pode faltar em um SDR?

    Assim como quem ouve o ‘’sim’’ do cliente, o SDR também é um profissional de vendas. Por isso, habilidades comerciais são necessárias. 

    No Brasil, esse cargo geralmente é ocupado por quem está começando a sua trajetória na área. Já os profissionais com maior nível de senioridade ocupam a linha de frente das negociações com os clientes. 

    Ao procurar um SDR, as empresas esperam desse profissional os seguinte requisitos: 

    • Organização;
    • Resiliência;
    • Pensamento estratégico;
    • Boa comunicação oral e escrita;
    • Proatividade.

    Além disso, as empresas esperam que esse profissional tenha um perfil analítico e atento às oportunidades.

    Quais outros profissionais formam um time de vendas?

    Uma equipe de vendas de alta performance não é formada apenas por Sales Development Representative e Inside Sales. Outros cargos fazem parte desse coletivo e atuam em diferentes etapas do processo. 

    Confira quem são e as tarefas desempenhadas por cada um:

    LDR

    A sigla LDR corresponde a Lead Development Representative. Em português, podemos traduzir esse cargo Representante do Desenvolvimento de Leads.

    O LDR é responsável por organizar os leads e futuras prospecções. Sendo assim, são atribuições desse profissional: checar se as informações que se tem do lead estão corretas e atualizadas. 

    BDR

    O BDR, ou Business Development Representative, pode ser traduzido como o Representante do Desenvolvimento de Negócios.

    Assim como o profissional de LDR e de SDR, o trabalho do BDR também está concentrado na pré-venda. Entretanto, esse profissional será responsável por gerar leads qualificados através da prospecção. 

    Além do deste, quem também atua na qualificação de leads qualificados são profissionais de SDR. A principal diferença é que o profissional de Sales Development Representative recebe uma lista com leads pré qualificados.

    Telemarketing, SDR e Inside Sales

    À primeira vista, o trabalho de profissionais de SDR e Inside Sales apresenta semelhanças com o que é executado por operadores de telemarketing. Entretanto, as atividades realizadas por cada um atendem estratégias diferentes.

    Afinal, o que é o telemarketing?

    O telemarketing é uma estratégia de vendas remotas que se tornou muito popular no território brasileiro na década de 90. Empresas de cartão de crédito e telefonia foram alguns segmentos que apostaram nessa estratégia para oferecer produtos e serviços, além de realizar cobranças.

    Nesse modelo de vendas, temos profissionais trabalhando no espaço físico de uma empresa e ofertando produtos e serviços por telefone. Assim, com uma abordagem padrão e um pré-roteiro, operadores de telemarketing realizam diversas ligações ao longo do dia. Entretanto, com a finalidade de vender, comunicar ou cobrar algo.

    O que conecta todas essas estratégias?

    Operadores de telemarketing, Sales Development Representative e Inside Sales têm um objetivo em comum: efetivar a venda de um produto ou serviço. Ou seja, o serviço do telemarketing pode ir além, visto que algumas empresas usam essa estratégia para se comunicar com devedores.

    O que diferencia SDR, Inside Sales e Telemarketing?

    O lead, como o cliente chega ao produto e o conhecimento do funil de vendas – ou conversão! Assim, os modelos de SDR e Inside Sales dão muito valor ao lead. Para esses profissionais, quanto mais informações sobre o cliente estiverem disponíveis, melhor. 

    A preocupação com a qualidade do lead não é algo tão presente no modelo de Telemarketing. Nessa estratégia, temos operadores de televendas contatando listas de contatos enormes. Estas são obtidas através de listas telefônicas, bancos de dados e cadastros antigos.

    V4 Company e as estratégias de SDR e Inside Sales

    Em nossa assessoria de marketing, profissionais de SDR e Inside Sales fazem parte do nosso time de vendas. Assim, nossos investimentos estão na capacitação dos nossos vendedores e na estrutura de trabalho. Além disso, valorizarmos trocas de conhecimento entre os nossos times de marketing, vendas e growth. 

    Agora, se quer entender mais sobre Inside Sales, conceitos básicos e até como aplicar no seu negócio, você pode acessar esse post.

    Da mesma forma, caso você ainda tenha dúvidas a respeito de o que é marketing digital, nós também podemos ajudar. Acessando esse conteúdo, você pode aprender mais sobre marketing digital e como ele pode agregar para o seu negócio vender mais.

    Além de todos esses pontos, se você deseja conhecer mais sobre a V4 Company, confira esse vídeo que conta um pouco sobre o que fazemos.

  • Growth Hacking : O que significa e como posso usar ao meu favor?

    Growth Hacking : O que significa e como posso usar ao meu favor?

    Growth Hacking : o que é e como usar ao meu favor

    Quem está sempre em busca de novas técnicas de marketing digital para alavancar seu negócio provavelmente já ouviu ou está familiarizado com o Growth Hacking

    Pode parecer um termo complexo, mas na verdade é um conceito acessível. Ele busca traçar um conjunto de estratégias, baseadas em dados, para solucionar problemas de uma empresa e impulsionar o seu crescimento

    Primeiramente, o que diferencia essa de outras estratégias do marketing é a forma em que ela é aplicada e os profissionais responsáveis por pensá-las. Ou seja, para crescer usando o Growth Hacking, é preciso experimentar, pensar além, buscar soluções criativas e, claro, estar focado no problema a ser resolvido. 

    Assim, é indispensável que você saiba o que é essa técnica e como usá-la ao seu favor. E nós vamos entender melhor isso a seguir.

    O que é Growth Hacking?

    É um conjunto de técnicas, estabelecidas após análise de dados, com a finalidade de propor novas estratégias escaláveis, sustentáveis e que possam ser repetidas para expandir um negócio. Essas novas soluções se dão por meio de testes, ou marketing de experimentos, como diria o próprio Sean Ellis. 

    Por isso, para pensar nestas estratégias, colocá-las em prática e ter a liberdade de experimentar é necessário uma equipe formada por Growth Hackers. Afinal, são esses profissionais que buscam soluções inovadoras, não ficam em sua zona de conforto, e têm perfis diferentes, do mais criativo ao mais analítico.

    Aliás, você sabe de fato o que é marketing digital? Temos um conteúdo especial para você!

    Como surgiu o Growth Hacking?

    O empreendedor americano Sean Ellis, hoje CEO da GrowthHackers, passou a notar e se interessar por empresas que estavam apresentando um rápido crescimento. Com isso, suas análises demonstraram que todas elas tinham pontos em comum que resultaram em um crescimento acelerado. 

    Dessa forma, em 2010 o empresário publicou um artigo em seu blog intitulado “Find a Growth Hacker for Your Startup. Esse pode ser traduzido como “Encontre um Hacker de Crescimento para a sua Startup”. 

    Tal publicação dizia que as empresas que ele havia analisado desenvolveram diferentes técnicas de marketing, baseadas em dados, que melhoraram o índice de acerto em suas estratégias. Assim, o resultado foi o crescimento do negócio, o que ele passou a denominar de Growth Hacking. 

    Funil do Growth Hacking

    Agora que já sabemos o que é Growth Hacking e também quem são os Growth Hackers. Agora, chegou o momento de entender outro conceito: o funil do Growth Hacking, também conhecido como Funil Pirata.

    Diferente do funil de vendas – ou de conversão – tradicional que conhecemos, o Funil do Growth Hacking não tem seus estágios tão bem demarcados. Sendo assim, essa característica possibilita que algumas fases andem juntas e se complementem. 

    Estágios do Funil do Pirata:

    Uma curiosidade sobre o Funil do Pirata, é que ele foi nomeado dessa forma, pois as iniciais dos seus estágios (em inglês) formam a sigla AARRR, algo parecido com uma expressão utilizada por piratas.

    Conheça cada uma das etapas desse funil:

    Estágios do Funil do Growth Hacking:

    • Acquisition (aquisição): como sua marca é conhecida. Fase dedicada a pensar em estratégias para atrair o público. Na prática, são ajustes na imagem que você quer que as pessoas tenham do seu negócio. 
    • Activation (ativação): o primeiro contato com as pessoas. Fase para pensar em como proporcionar uma boa primeira experiência a seus clientes ou clientes em potencial. Conhecida como “momento AHA”, quando o usuário tem um primeiro contato positivo com sua solução. Esta é uma das melhores estratégias de conversão;
    • Retention (retenção): a quantidade de público que você está retendo. Fase para analisar e traçar estratégias com o intuito de criar um vínculo mais profundo com os clientes convertidos na fase anterior, e compreender os motivos da perda de pessoas que não chegaram a esta fase;
    • Revenue (receita): Estágio de análise da receita gerada até aqui, quando os seus clientes já estão pagando o seu serviço. Como fazer cada pessoa gerar mais receita;
    • Referral (indicações): estágio em que sua marca se torna referência e o cliente indica para outras pessoas.

    Como aplicar o Growth Hacking 

    Com tantos conceitos, definições e novos termos, pode parecer complicado aplicar estas práticas de crescimento. É, de fato, algo que exige tempo e dedicação, mas já demos o primeiro passo! 

    Assim como qualquer outra coisa nova, aprender já faz parte do plano de ação, continue lendo e entenda mais sobre como usar o Growth Hacking para crescer.

    Estude e prepare sua estrutura

    Implementar o Growth Hacking em um negócio exige uma estrutura que suporte o crescimento acelerado, pois irá gerar um aumento de demanda. Para isso, é preciso que os processos estejam muito bem estabelecidos e estruturados para dar conta do novo fluxo.

    Além disso, é necessário criar um ambiente favorável à criação e experimentação. Growth Hackers precisam de espaços em que se sintam confortáveis e com liberdade para fazer experiências. 

    Salientando que nesse processo, é necessário ouvir o que os colaboradores têm a dizer. Uma comunicação interna eficiente e direta permite entender quais são os pontos fortes e os pontos fracos do negócio.

    Entenda seu cliente e crie o funil do Growth Hacking

    Esse é o momento de colocar em prática o que aprendemos acima sobre o Funil do Pirata. Ou seja, entender o seu cliente, como ele se comporta em cada estágio do funil é fundamental para o sucesso da estratégia. 

    Dessa forma, com uma estrutura pronta para encarar o aumento de demanda, é hora de entender quem são os demandantes. Assim, analise todos os dados disponíveis sobre os seus clientes e utilize-os para traçar estratégias de atração, retenção e conversão.

    Nesta etapa, é preciso um perfil analítico para entender os dados e quais são os problemas que eles indicam. Além de criatividade para buscar soluções inovadoras, espaço para experimentar diferentes hacks. Ao final do processo, chega o momento de analisar o que funcionou ou não.

    Nesse sentido, tendo em vista os resultados anteriores e aprendizados adquiridos, você aumenta as suas possibilidades de obter sucesso usando o Growth Hacking ou qualquer outra estratégia de marketing digital.

    Como a V4 faz uso e enaltece esse conceito

    Aplicar o Growth Hacking exige uma busca constante por melhorias de processos. Assim, quando realizada da maneira correta, gera crescimento constante de um negócio. É uma técnica desafiadora, distinta do marketing tradicional. 

    Nós da V4 Company fazemos uso de estratégias de Growth Hacking diariamente, buscando novas soluções, sempre com criatividade, e com  foco na inovação e nos resultados. Com isso, temos entregas assertivas e que nos auxiliam a conquistar o nosso objetivo: ajudar os nossos clientes a  vender cada vez mais.

    Assim, resumidamente, a principal ideia do Growth Hacking é explorar, experimentar e aprender com os resultados. Growth Hackers são profissionais que testam e colocam em prática soluções alternativas.

    Seu negócio está preparado para pensar além do tradicional? Conheça o Método V4 descubra o seu diferencial no mercado.

  • Inside sales: o que é esse método de time que vende mais? | V4 Company

    Inside sales: o que é esse método de time que vende mais? | V4 Company

    Inside sales: o que é e como aplicar no seu negócio

    Já imaginou ter um time de vendas mais produtivo, diminuir custos e vender cada vez mais? Esses são só alguns benefícios que a implementação de uma estratégia de Inside Sales pode trazer para o seu negócio. 

    Em português, o termo Inside Sales significa vendas internas. Essa prática consiste em um método para realizar vendas de dentro da sua empresa, usando diferentes meios de contato. Alguns exemplos são: telefone, e-mail e videochamadas para se conectar com os futuros clientes. 

    Diferente do telemarketing, muito popular na década de 90, o modelo Inside Sales tem o cliente como foco e requer um nível de atenção maior do vendedor.

    Ficou interessado em saber como o uso de uma estratégia de Inside Sales pode impulsionar as suas vendas e combinar com sua estratégia de marketing digital

    Nós da V4 Company – maior assessoria de marketing digital do Brasil,  com mais de 5000 projetos executados e aprovados – vamos te contar tudo sobre esse modelo de vendas. 

    Mas afinal, o que é Inside Sales na prática? 

    Na teoria, já entendemos que Inside Sales refere-se a equipe de vendas internas, mas não só isso. O termo consiste também na elaboração de uma série de métodos para realizar a abordagem e relacionamento com clientes de dentro da empresa. 

    Um exemplo prático disso é o fluxo de funcionamento de uma imobiliária. Afinal, através da realidade virtual – e outras tecnologias -, é possível selecionar opções, fazer negociações e muito mais, sem deslocar um vendedor ou um cliente até o local. 

    Ou seja, não é necessário dispensar as visitas aos imóveis, mas é possível otimizar processos e evitar gastos desnecessários com deslocamento.

    Se o seu negócio corresponde com esse segmento, não deixe de ver nosso conteúdo de marketing digital para imobiliárias

    Quais as principais métricas de Inside Sales?

    Saber só o conceito de Inside Sales não é o suficiente para entender essa área como um todo. Assim, mais que fechar uma venda, é importante entender qual estratégia foi usada para que ela ocorresse.

    Por isso, é necessário também, estar atento as métricas que compõem o dia a dia de uma equipe de vendas interna, como por exemplo: 

    Taxa de conversão

    A taxa de conversão é a métrica mais importante para se analisar dentro do time de inside sales. Afinal, é ela que mostra quantas oportunidades de negócio foram concretizadas de fato

    Para calcular a taxa de conversão, basta dividir o número de vendas pelas oportunidades. Por exemplo: 300 conversões (vendas) / 1.000 leads * 100 = taxa de conversão de Leads de 30%.

    Conversão por lead

    Na conversão por lead, é necessário fazer uma comparação entre leads gerados e convertidos em meses anteriores. Com o resultado, dá para projetar a provável taxa de conversão do mês atual, tendo em vista os leads já gerados até o momento

    Valor médio e individual de vendas

    Essa métrica tem o intuito de mostrar quantas vendas cada vendedor faz, individualmente. Entretanto, é necessário muita cautela para não parecer que você está buscando apontar culpados. 

    A ideia aqui é corrigir problemas de desempenho individuais para que a média da equipe se mantenha sempre alta;

    Tempo de rampagem

    O tempo de rampagem diz respeito ao tempo, em média, que os vendedores levam para atingir as metas. Ou seja, além das vendas individuais, é necessário avaliar em quanto tempo as metas traçadas são atingidas individualmente e em equipe. 

    Quantidade absoluta de reuniões acontecidas

    Essa é uma métrica importante para entender quantos leads de fato tiveram algum contato com a equipe de inside sales. Assim, podemos entender além do número de leads em relação ao número de conversões, analisando a quantidade de leads em que houve algum contato. 

    Quantidade absoluta de Noshow 

    Na mesma lógica que a métrica anterior, o Noshow refere-se a quantidade de reuniões marcadas em que o lead não aparece. Ou seja, independente do motivo do não comparecimento, ele ainda deve ser abordado pelo time de vendas. 

    Quantidade absoluta de vendas

    Uma métrica simples mas indispensável. É importante não só relacionar e entender a efetividade das vendas, mas medi-las em total. Assim, é possível entender o quanto seu time de inside sales está rendendo no geral. 

    Quantidade Absoluta de Oportunidades no pipeline do CRM

    Essa é mais uma observação simples, mas extremamente importante para um entendimento geral do seu time. Afinal, aqui além de medir a eficiência dos vendedores, é possível também entender a eficácia das ferramentas que você está utilizando. 

    Tempo médio para conversão

    Esse é o tempo que o vendedor leva para fechar uma oportunidade. Calcula-se através da contagem do momento em que o lead se torna uma oportunidade qualificada para o time de vendas, até a sua efetiva conversão em cliente.

    Inside Sales X Outside Sales, qual a diferença? 

    Se em uma estratégia de Inside Sales as vendas acontecem dentro da empresa, quando o assunto é Outside Sales estamos falando em vendas de campo. 

    Um representante de Inside Sales usa ferramentas como telefone, e-mail e videoconferências para fechar o negócio. Já os representantes de Outside Sales entram em contato com os prospects presencialmente. Esse encontro pode acontecer por visitas e eventos comerciais. 

    Uma das principais diferenças entre os dois modelos está no custo. Em uma estratégia Outside Sales, a empresa terá despesas como deslocamento, acomodação, no caso de viagens para fora da cidade ou estado, e refeições do representante. Esse modelo costuma ser adotado em produtos com alto valor agregado e alto potencial de retorno.

    No modelo Inside Sales, um dos desafios está em encontrar ferramentas confiáveis para entrar em contato com os prospects. Um aliado importantíssimo nas vendas desse modelo é o CRM.

    Adotando um CRM robusto, a equipe de Inside Sales poderá visualizar o funil de vendas, gerar e qualificar leads de forma automatizada. Além disso, é possível redefinir a estratégia utilizada com base nas métricas obtidas.

    Saiba mais sobre a diferença entre inside e outside sales!

    Mas o que é CRM? 

    O Customer Relationship Management é um termo em inglês que pode ser traduzido como Gestão de Relacionamento com o Cliente. 

    Ele foi criado para para definir toda uma classe de sistemas de informações ou ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente. Assim, essas ferramentas compreendem sistemas informatizados e fundamentam uma mudança de atitude corporativa para criar campanhas e manter um bom relacionamento com o cliente

    Além disso, a ferramenta ainda permite armazenar e inter-relacionar de forma inteligente as informações sobre suas atividades e interações com a empresa. 

    Quer saber mais sobre o Customer Relationship Management? A gente te explica melhor o que é CRM e suas funcionalidades.

    É possível combinar Inside e Outside sales?

    Não quer dizer que por serem diferentes que as estratégias de Inside e Outside Sales não possam funcionar juntas. Pelo contrário, empresas que conseguem trabalhar nas duas frentes alinhadas, geralmente, só têm a ganhar. 

    Essa é uma boa alternativa para quem não consegue focar seus esforços nas vendas internas por alguns motivos, como: 

    • Realizar demonstrações;
    • Construção de propostas e planos de execução;
    • Passar por etapas de educação e maturação antes da compra. 

    Ressaltando que,mesmo essa prática sendo mais comum no B2B, também é possível encontrá-las em produtos e serviços B2C.

    Por que adotar uma estratégia de Inside Sales? 

    Com o Inside Sales, o custo de aquisição de clientes é menor, já que as vendas são realizadas de dentro do ambiente interno da empresa. Ou seja, sem a necessidade de deslocamentos e eventuais gastos extras. 

    Usar uma estratégia de Inside Sales combinada a boas práticas de tráfego pago  também pode ser uma maneira de ampliar o seu número de clientes em diferentes cidades, estados e países. Com a tecnologia, nos conectamos de maneira cada vez mais ágil uns com os outros, e ampliamos as oportunidades de negócio.

    O que difere a estratégia de Inside Sales de Telemarketing?

    Uma dúvida muito comum quando abordamos este assunto é: mas isso não é a mesma coisa que telemarketing? Não!

    Apesar de uma breve semelhança, Inside Sales e Telemarketing são modelos diferentes de venda. Confira as características de cada um:

    Inside Sales Telemarketing
    Foco em atender as necessidades do cliente através de um produto. Foco em oferecer ao cliente um produto.
    Comunicação para um público que já está em pelo menos alguma etapa do funil Base de contatos captadas de diferentes formas, como, por exemplo: bancos de dados, listas telefônicas e empresas já falidas.
    Taxa de conversão alta e vendas maiores Taxa de conversão baixa e sem conexão com o cliente
    A venda ocorre de uma maneira menos invasiva. O uso já está saturado, e por vezes pode ser considerado um método agressivo e incômodo.

    Ou seja, embora ambas práticas partam do princípio de realizar vendas de dentro da empresa, o Inside Sales enfatiza a experiência do cliente acima da venda. Assim, essa prática garante uma maior conversão, focando os esforços da equipe em leads mais passíveis de conversão. 

    Quais as vantagens de implementar essa modalidade? 

    Para começar, uma das principais vantagens de implementar o Inside Sales na sua empresa é a redução de custos em relação a métodos tradicionais de venda. Mas por que isso acontece? A economia no deslocamento dos vendedores é um dos principais motivos, mas não o único. 

    Alinhado com boas práticas de marketing digital, como a criação de conteúdo, é possível gerar leads mais qualificados. Isso garante uma otimização no tempo da sua equipe para gerar mais vendas, e de forma mais assertiva. 

    Além disso, é possível ter um aumento de produtividade. Afinal, é possível gerar mais vendas em menos tempo, com um investimento menor. Ou seja, o CAC diminui e a taxa de conversão aumenta.

    Assim, com o treinamento certo, é possível fazer esse processo replicável e escalável, para continuar gerando vendas de forma previsível todo mês.

    Como implementar Inside Sales no meu negócio?

    Para colocar em prática uma estratégia de Inside Sales no seu negócio, alguns requisitos básicos devem ser cumpridos:

    • Um modelo de negócio apto a trabalhar com a geração de leads;
    • Time comercial (Inside Sales) para atender a demanda gerada;
    • Uso de CRM para acompanhamento do processo de vendas.

    Implementar uma estrutura de Inside Sales pode levar algum tempo, sendo necessário um período de transição para que todos os envolvidos se adaptem ao modelo. Além dos requisitos citados acima, alguns investimentos são importantes, como, por exemplo: 

    • treinamento da equipe de vendas;
    • conteúdos de qualidade;
    • estrutura.

    Passando por todas essas etapas, chega o momento de colocar o modelo em prática e aproveitar os benefícios do inside sales. Dessa forma, criamos um material especial para você começar a executar agora mesmo na sua empresa as estratégias necessárias para criar um time de Inside Sales corretamente.

    Quero ter acesso ao Playbook de execução Inside Sales!

    Como é o profissional ideal para compor esse time? 

    Um bom profissional precisa ter algumas das principais características de um bom vendedor interno. Lógico que isso não é uma regra. Mas buscar por profissionais que atendam esses requisitos pode garantir uma maior assertividade na escolha do seu time

    Assim, é necessário identificar 4 pontos em um profissional para o seu time de vendas interna: 

    Empatia

    Um profissional de Inside Sales precisa, muitas vezes, atuar como uma espécie de consultor, e isso necessita empatia. Afinal, um vendedor que consegue ouvir e entender os problemas dos seus leads, consegue também encontrar melhores soluções que resolvam suas necessidades.

    Organização

    Ser organizado é um trunfo de qualquer profissional em diversas áreas de uma empresa. Assim, um vendedor interno que seja organizado consegue otimizar seu tempo para atingir metas, afinal ele possuirá uma quantidade maior de demandas. 

    Curiosidade

    A curiosidade é outro ponto forte de um bom vendedor interno. Essa é uma área que necessita de muita pesquisa e estudo de mercado. Afinal, diariamente esse profissional estará em contato com diferentes empresas, segmentos e ferramentas. 

    Persuasão

    Talvez uma das principais características de todo bom vendedor, o poder de persuasão é indispensável. E isso não quer dizer que esse profissional deve buscar formas de vender a qualquer custo, mas sim, de ter a capacidade de fazer com que o lead entenda sua necessidade em fechar negócio. 

    O SDR faz parte de uma equipe de Inside Sales? 

    Se você já ouviu falar do Sales Development Representative – Representante de Desenvolvimento de Vendas ou pré-vendas –  você pode estar se perguntando: O SDR é um profissional de Inside Sales? 

    Não! Embora o trabalho de um SDR influencie diretamente na equipe de vendas internas, esse profissional não executa a venda de fato. Seu trabalho é analisar e qualificar leads de acordo com a estratégia da empresa e características desse contato. 

    Assim, seu conhecimento em marketing digital, alinhado com a estratégia de vendas da empresa, faz com que esse profissional transite entre diferentes setores. Entretanto, por mais que ele seja essencial para um time de Inside Sales mais assertivo, ele não está condicionado a isso. 

    Marketing Digital e Inside Sales, como relacionar?

    Bom, já que falamos em marketing digital, é importante entender como essas áreas se relacionam no dia a dia. 

    Assim, lembramos que um dos conceitos do marketing digital está ligado diretamente com a ideia de atrair tráfego e gerar leads para as equipes de vendas. Seja por meio de um Landing Page, da criação de conteúdos ou anúncios. 

    Dessa forma, podemos entender o marketing digital e o Inside Sales como áreas dependentes entre si. Afinal, sem uma boa estratégia de marketing, não há leads para o time de vendas. E sem o time de vendas, não há quem converta os leads. 

    Livros e cursos indispensáveis para entender melhor o assunto

    cientista-do-marketing-inside-sales

    O que melhor do que entender um assunto com uma referência da área, não é mesmo? Foi pensando nisso que trouxemos algumas dicas de leituras, consideradas essenciais para quem quer saber tudo de Inside Sales. 

    The Sales Acceleration Formula – Mark Roberge

    Professor de da Harvard Business School, Mark Roberge já foi Sales VP e CRO da Hubspot, uma das principais referências mundiais em SaaS. 

    Na obra, Roberge descreve a metodologia que usou para criar e alavancar a operação de vendas da empresa. Explicando assim, sua fórmula de organização de processos e detalhes indispensáveis para quem quer se destacar ou gerenciar um time de vendas. 

    Data de publicação: 24 de Fevereiro de 2015.

    O livro The Sales Acceleration Formula está disponível na Amazon, e possui nota 4,6 de 5 na avaliação de mais de 480 leitores no e-commerce.

    Never Split the Difference: Negotiating As If Your Life Depended On It – Chris Voss

    A obra de Chris Voss “Negocie como se sua vida dependesse disso” aborda negociações em vendas diferente de tudo que você provavelmente já viu. Afinal, são abordadas técnicas de persuasão de um ex-agente do FBI, com mais de 150 negociações envolvendo reféns na carreira. 

    Data de publicação: 17 de Maio de 2016.

    O livro Never Split the Difference: Negotiating As If Your Life Depended On It está disponível na Amazon, e possui nota 4,7 de 5 na avaliação de mais de 19.500 leitores no e-commerce.

    Alcançando Excelência em Vendas: Spin Selling – Neil Rackham

    Um dos grandes clássicos ao se tratar de literatura para vendas,a obra apresenta a metodologia de vendas criada por Neil Rackham após analisar mais de 35 mil visitas de vendas.

    Data de publicação: 1988

    O livro Alcançando Excelência em Vendas: Spin Selling está disponível na Amazon, e possui nota 4,8 de 5 na avaliação de mais de 900 leitores no e-commerce.  

    Como a V4 Company usa Inside Sales? 

    Nesse ponto, já entendemos que marketing digital e inside sales estão diretamente ligados para o sucesso de ambos. Assim, faz todo sentido que a maior assessoria de marketing digital do Brasil conte também com o melhor time de Inside Sales do país

    Dessa forma, nosso time de vendas está sempre 100% alinhado com o time de marketing, em especial com a equipe de Growth Marketing. Com isso, conseguimos trabalhar desde as estratégias para captar mais leads, até entender a qualidade desses ao chegarem na equipe de Inside Sales. 

    Quer saber mais sobre Inside Sales? Então confira o que nosso COO, Eduardo Torres, vai te contar sobre gerir e melhorar seu time de vendas internas!

    Quer conhecer mais sobre a V4 Company? Estamos no Linkedin, Instagram, Facebook e Tik Tok. Além disso, produzimos conteúdos exclusivos sobre marketing digital para o Youtube e contamos com o podcast ROI Hunters em parceria com  Infomoney. 

  • Marketing digital: Entenda de uma vez esse conceito

    Marketing digital: Entenda de uma vez esse conceito

    O que é Marketing digital?

    O marketing digital é um conjunto de estratégias que tem o objetivo de facilitar o processo de vendas pela internet. Dentre as principais técnicas para um plano efetivo estão o SEO, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo.

    Mas é só isso? Não! Existe uma infinidade de estratégias e ferramentas na área do marketing, que vem aumentando cada vez mais por conta da evolução do digital.

    É por isso que se você quer vender mais, ou quer entender sobre o mercado que está criando as profissões do futuro, você precisa ler esse conteúdo.

    Aqui você será apresentado ao assunto pela maior assessoria de marketing digital do Brasil. Mas além disso, vai entender ferramentas, mercado de trabalho e até receberá dicas de conteúdos complementares para se tornar um verdadeiro cientista do marketing digital. 

    Ao final desse artigo você terá acesso a um material feito especialmente para você já começar a aplicar um pouco do que viu aqui no seu negócio.

    Primeiramente, o que é marketing digital? 

    Bom, para começar, é importante que você entenda o conceito básico do que é esse conjunto de estratégias. Assim, vale voltar um pouco no tempo para entender que o marketing já é um tema antigo de atuação e estudo, sendo o digital sua mais nova vertente. 

    Essa volta no tempo nos leva até 1962, quando Philip Kotler – considerado o pai do marketing – começou a lecionar sobre o assunto nos EUA. Para ele, o marketing é uma parte essencial da economia e que a demanda era influenciada não só pelo preço. 

    Ou seja, fatores como publicidade e promoções de vendas funcionavam como canais de distribuição. Entretanto, ele liga o lucro à satisfação do consumidor e com o bem-estar da sociedade

    A partir dessa ideia primária, o conceito vem se modernizando diariamente, até chegar no ponto em que é necessário reunir todos esforços de marketing no digital. Assim, alinhando estratégias que conversem com o público onde ele está: na internet. 

    Resumidamente, hoje o conceito Marketing Digital consiste na promoção de produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Essa é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada e no momento certo.

    Entretanto, além desse conceito principal, é necessário estar alinhado também com alguns conceitos-chave do marketing digital.

    E quais são os conceitos-chave do marketing digital?

    Por se tratar de um conjunto de estratégias, para entender o marketing digital é necessário conhecer também seus conceitos-chave. Estes dizem respeito a formas, formatos e meios que justificam como são executadas estratégias e com que finalidade. 

    Dessa forma, é essencial que você entenda os seguintes conceitos: 

    Persona

    Uma persona é um retrato semi fictício da pessoa que seria o consumidor ideal do seu negócio. Ou seja, é a idealização de um personagem que, através de todas suas características, hábitos e estilo de vida, compraria seu produto ou serviço. 

    Mas isso não é a mesma coisa que público-alvo? Não, mas essa confusão entre os dois conceitos é muito comum na área do marketing digital. Diferente da ideia de PA, que busca mirar em grupos com hábitos comuns, a persona pensa em hábitos específicos.

    E qual a finalidade disso? Entender quem seria o lead mais qualificado e tentar conversar direta e indiretamente com ele. Por isso, explicaremos também o conceito de lead. 

    Quer saber mais? O Gui Lippert pode te ajudar a entender melhor o que é persona e como descobrir a sua.

    Lead

    Leads são oportunidades de negócio. Ou seja, são os contatos que, através da sua estratégia de marketing digital, chegaram até você e deixaram informações para que você entre em contato.  

    Funil de vendas

    Também conhecido como jornada do consumidor, ele diz respeito ao caminho do consumidor. Em outras palavras, é uma estratégia desenhada para prever as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra.

    Assim, é possível prever desde a compreensão de um problema pelo possível lead, passando pela consideração de compra até a decisão.

    CRM

    CRM (Customer Relationship Management) é um software responsável por gerir a relação de empresas com potenciais e atuais clientes.

    Ele foi criado para definir toda uma classe de sistemas de informações ou ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente. Assim, o CRM permite, no geral, o cadastro de clientes, registro de suas informações e preferências. 

    Além disso, também apresenta os últimos contatos realizados com a sua empresa e controle de follow-ups.

    Landing page

    As landing pages são páginas totalmente focadas em conversão e captura de leads. Isso ocorre através da entrega de um conteúdo ou material de valor, direcionando para botões ou formulários.

    Assim, o leitor que estiver mais interessado no conteúdo, preenche suas informações, ganha acesso a um material específico e autoriza que você entre em contato com ele. 

    SEO

    Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Buscas, é um conjunto de ações focadas em melhorar seu rankeamento orgânico

    Com isso, é possível atrair tráfego sem investir em anúncios, levando seu site e conteúdos para o topo dos mecanismos de busca através de keywords

    CMS

    O CMS – Content Management System, ou Sistema de Gestão de Conteúdos – é mais uma ferramenta da área. Ela possibilita a produção, edição e publicação de conteúdos sem a necessidade de conhecimentos técnicos em programação.

    CTA

    O CTA (Call To Action) é uma “chamada para ação”. Ou seja, é através dele que você vai induzir o leitor a tomar alguma atitude que o faça avançar em seu funil de vendas. 

    Ele pode aparecer através de botões personalizados, por exemplo, que atraiam o possível lead para que caiam no seu funil já preparados para o consumo. 

    Fluxo de nutrição

    O nosso último conceito-chave é o fluxo de nutrição. Esse diz respeito a um processo de automação que tem o intuito de ajudar o visitante a caminhar pelo seu funil de vendas

    Mas como? Através de um gatilho que leve até um fluxo de mensagens – como o feito por e-mail, por exemplo.

    Quais vantagens o marketing digital oferece? 

    Certo, agora entendemos diversos conceitos da área. Mas quais as vantagens de entender tais ferramentas e aplicá-las ao negócio? Uma coisa já podemos adiantar: são muitas

    Fortalecimento de marca

    Uma das vantagens do marketing digital que muitos esquecem diz respeito ao fortalecimento de marca. Afinal, se você está gerando conteúdo relevante em seus canais de comunicação, automaticamente você está se tornando uma grande fonte de conhecimentos. 

    Assim, a partir de conteúdos educativos, feitos para atrair tráfego ou alinhados com outras estratégias, você vai se tornando referência em assuntos do segmento

    Interatividade com o público

    Agora, um dos pontos mais importantes em que o marketing digital se destaca é quanto a interatividade. Nesse ponto, entendemos que o foco já não é mais só no produto, mas sim na experiência do usuário como um todo. 

    Por conta disso, as empresas buscam produzir conteúdos interativos em diversos formatos e plataformas de comunicação. Dessa forma, é possível engajar e criar uma comunicação mais linear e próxima do público. 

    Análise e mensuração de resultados

    Já pensou em colocar tudo isso em prática e não ter como medir se sua estratégia está dando resultados? Até pouco tempo atrás, isso era uma realidade. Afinal, se as vendas subiam, poderia ser em decorrência de uma série de fatores, e não especificamente seu plano de marketing.

    Agora, graças a internet e ao marketing online, é possível acompanhar resultados em tempo real. Isso é possível por conta de métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC).

    Dessa forma, conseguimos medir, analisar e tomar as melhores decisões a partir dos resultados preliminares de cada estratégia. 

    Aumento das vendas

    A principal vantagem de uma estratégia de marketing bem executada é simples: o aumento das vendas. E esse aumento ocorre através da facilidade e abertura de novas oportunidades de negócio que o marketing promove. 

    Além disso, nesse ponto podemos salientar o baixo custo de investimento comparado a potencialização da escalada de uma empresa. 

    Quais são as principais estratégias do marketing digital?

    Entendendo o marketing digital como um conceito que parte de um conjunto de estratégias e ações, precisamos entender quais são elas. Assim, trouxemos as principais e que são popularmente conhecidas e usadas no meio. São elas: 

    Inbound marketing e marketing de conteúdo 

    Para começar é importante deixar claro que Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo são coisas diferentes. Entretanto, nem tão diferentes assim, afinal um é combustível para que o outro funcione.

    Assim, no Inbound Marketing possibilita que o cliente chegue até o site da empresa de forma passiva. Ou seja, ele é um marketing de atração orgânica. E o marketing de conteúdo? Ele é o conteúdo dentro da estratégia de Inbound, possibilitando que ela se torne eficaz. 

    Com isso, vemos estratégias de marketing que dão origem aos conteúdos de blog, como este, por exemplo, e a utilização do SEO, como vimos anteriormente. 

    Growth Marketing 

    O Growth marketing surgiu da união das áreas de marketing, vendas, produção, operações e atendimento ao cliente. Usando ações de Growth Hacking, a estratégia tem uma nova forma de pensar sobre o Marketing Digital.

    Assim, coloca as empresas no caminho dos seus objetivos, de maneira mais rápida e com o menor uso possível de recursos. Ou seja, é o processo de projetar e conduzir experimentos para otimizar e melhorar os resultados de um mercado-alvo.

    Tráfego pago

    A estratégia de tráfego pago é uma que tem se popularizado muito no marketing digital nos últimos anos. Ela diz respeito a criação de anúncios focados em palavras-chave para ganhar destaque em mecanismos de busca e redes sociais. 

    Entretanto, sua efetividade depende muito do conhecimento do gestor de tráfego para gerenciar campanhas de forma eficaz. 

    Redes sociais

    As redes sociais tornaram-se espaços que vão além da interação entre usuários. Hoje, elas  dão brechas para empresas executarem estratégias de marketing digital. Com isso, diferentes formatos de interação, como vídeos, fotos, textos e até áudios podem ser usados como um aliado de vendas. 

    Essa tendência fez com que toda empresa busque formas de inovar e marcar presença nas redes sociais. Lembrando que quando nos referimos a essas redes, estamos falando de Facebook, Instagram, WhatsApp, Tik Tok, Youtube e até Spotify. 

    E-mail marketing

    O e-mail marketing talvez seja um dos mais tradicionais meios de ação do marketing digital. A estratégia possibilita engajar, informar e reter o consumidor, seja no pré ou pós vendas. 

    Entretanto, em uma geração dominada pelas redes sociais, é importante entender como usar o e-mail marketing de forma assertiva. 

    Mas além de frentes específicas, uma das tendências – principalmente para e-commerces- são as estratégias omnichannel. 

    Mas como estruturar um plano de marketing digital?

    Temos as estratégias, os conceitos e as vantagens. E agora, como fazer para começar a estruturar um bom plano de marketing digital? Bom, existem diferentes planejamentos na área, focados nas estratégias que você quer e precisa abordar. Entretanto, inicialmente, é importante atentar-se a 3 pontos: 

    Defina objetivos

    Ter objetivos claros e bem definidos é parte fundamental de todo bom planejamento. Por isso, o primeiro passo antes de pensar em ações e estratégias é entender onde você quer chegar

    Crie KPIs (Indicadores-chave de performance)

    KPIs são ferramentas de gestão para realizar a medição e nível de desempenho de uma organização ou processo. Para isso, a métrica foca no “como” e ainda indica como está cada processo.

    Dessa forma, é possível entender quais objetivos serão alcançados ou não com antecedência. Permitindo assim, que sejam pensadas soluções que contribuam para chegar mais perto da meta final. 

    Faça um detalhamento de persona

    Ter uma persona bem definida é outro ponto essencial para pensar estratégias de marketing digital. Afinal, fica muito mais fácil nos comunicarmos com alguém quando sabemos quem essa pessoa é, não é mesmo?

    Assim, partindo do ponto que já temos o conceito de persona mais bem definido – como visto anteriormente -, conseguimos desenhá-la desde o início do processo. Esse esforço inicial garante que você comece sua estratégia já dialogando com as pessoas certas

    E depois de planejar… como analisar resultados? 

    Essa é mais uma das grandes dúvidas do marketing digital. Afinal, mais complexo que entender ações de comunicação e distribuição, é saber como medir sua efetividade. 

    Por isso, aqui apresentamos também algumas métricas importantes de se entender um pouco melhor para ter estratégias mais assertivas:

    Retorno sobre Investimento (ROI)

    A sigla ROI vem do do termo em inglês “Return over investment”. Ou seja, retorno sobre o investimento. Este indicador é utilizado como guia básico para medir o sucesso de qualquer campanha, seja ela online ou offline.

    E como calcular e entender melhor isso? Nós podemos te explicar melhor em nosso conteúdo focado em o que é e como calcular ROI.

    Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

    O CAC considera uma série de custos para medir o valor destinado para a obtenção de clientes. Assim, norteia se a empresa está gastando muito ou não na hora de encontrar adeptos consumidores. Ou seja, esse indicador aponta tudo que foi investido em marketing e vendas para gerar receita.

    LifeTime Value (LTV)

    O Tempo de Vida do Cliente é fundamental para medir quanto cada um deles está investindo no seu negócio até o momento em que deixa de comprar.

    Este é um indicador que vai na contramão do CAC e mede quanto o cliente investe no seu negócio, considerando o tempo que ele permanece ativo na sua carteira de clientes.

    Quanto maior for o LTV, mais dinheiro você estará recebendo por um cliente (que teve um mesmo custo para ser adquirido) e maiores serão os lucros do seu negócio.

    Mas como calcular o CAC e o LTV da minha empresa? Aprenda agora.

    Custo Por Aquisição (CPA)

    Essa métrica é mais comum em campanhas e geração de leads. Assim, ela é utilizada para medir conversões propriamente ditas, sejam elas em leads ou vendas, por exemplo.

    Ou seja, essa é a métrica usada para medir o modelo de precificação que se refere a uma ação específica, por exemplo, uma venda, clique ou envio de formulário.

    Receita Mensal Recorrente (MRR)

    O MRR é uma métrica que serve para trazer uma receita previsível mensal para as empresas que vendem assinaturas. E isso geralmente ocorre com serviços, mas não é incomum com produtos também.

    Seu cálculo é feito com base no que os clientes pagam mensalmente às empresas. Ou seja, consiste em subtrair a quantidade total de contas ativas pagantes pela quantidade de contas canceladas e multiplicar pelo valor pago mensal.

    Custo Por Lead (CPL)

    Como o próprio nome já diz, o CPL diz respeito ao valor gasto para levar cada lead até a sua página. Ou seja, qual é o valor que as campanhas estão pagando por cada lead adquirido.

    Esse valor sofre algumas variáveis que dizem respeito, principalmente, ao número de buscas e concorrência por palavras-chave de cada campanha. 

    Taxa de Retenção e Churn 

    Enquanto a Taxa de Retenção diz respeito a quantidade de usuários ativos constantemente, o Churn é uma métrica que indica quantos clientes uma empresa perdeu dentro de um período de tempo.

    Para que você entenda melhor isso, separamos um conteúdo especial que explica o que é Churn e como fazer para reduzi-lo. 

    Como trabalhar com marketing digital?

    Existem diversas frentes no marketing digital. Isso permite que diferentes profissionais com variadas expertises possam trabalhar nessa área em algo específico. Alguns exemplos são copywriters, designers, gestores de tráfego, entre outros.   

    Entretanto, já há maneiras de somar esses conhecimentos em um único profissional. Esse poderá focar em operações ou mirar cargos de gestão, comandando diversas frentes e tendo o conhecimento necessário para isso. 

    Mas que profissional seria esse? O Cientista do Marketing. Um profissional multidisciplinar de referência que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. 

    Como aplicar marketing digital para empresas? 

    Como já percebemos, existem uma infinidade de estratégias e ações que você pode usar dentro do marketing digital. Contudo, sua aplicabilidade no dia a dia de um negócio depende de mais um fator: qual o tipo da sua empresa? 

    Nesse caso, podemos dividir diferentes ações para pequenas, médias e grandes empresas, assim como seu foco em vendas B2C ou B2B. Quer um exemplo? Vamos lá. 

    Qual o objetivo em comum que todas essas empresas têm? Vender mais. Entretanto, os diferentes obstáculos existentes para cada uma delas atingir essa meta é o que implica em estratégias distintas. 

    Assim, as pequenas empresas buscam formas de atingir um público maior e apresentar o seu negócio. Já as médias, procuram manter a fidelização dos clientes e expandir a oferta de produtos e serviços usando o marketing digital. 

    Enquanto as grandes empresas procuram formas de se destacar no mercado perante os concorrentes. 

    Agora, ao se tratar de B2B e B2C, também temos estratégias diferentes de marketing. Afinal, enquanto a primeira tem o foco em atrair diretamente o consumidor final dos produtos e serviços, a outra oferece os produtos e serviços para que outras empresas utilizem com seus consumidores finais.

    Ou seja, para começar a aplicar ações de marketing em sua empresa, antes é necessário entender quem é você no mercado. Dessa forma, é possível inserir ações como o método V4 de marketing digital. 

    Dicas de ferramentas de marketing digital

    Ao perceber a quantidade de frentes e ações do marketing digital, é impossível imaginar um cenário sem ferramentas para auxiliar em todos os processos. Assim, trouxemos algumas ferramentas que podem te ajudar desde a organização diária de tarefas, até mensurar resultados de forma mais prática. 

    Ferramentas de SEO

    Como já falamos anteriormente, o SEO trata-se de uma série de estratégias específicas para conseguir bons resultados em mecanismos de busca. Por isso, existem diversas ferramentas na área com diferentes objetivos, como: 

    Ferramentas de Análise

    Analisar campanhas e resultados são outras ações trabalhosas quando não se tem ferramentas que auxiliem e permitam uma visualização mais detalhada. Nesse caso, temos duas ótimas referências: 

    Ferramentas de CRO

    Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial. Algumas ferramentas que possibilitam isso são:

    Ferramentas de Automação

    Usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. As ferramentas de automação também permitem a criação de testes A/B, organização de fluxos de trabalho etc.

    Salientando que existem diversas outras ferramentas para ajudar em outras frentes, como na gestão de redes sociais, análise de concorrência, e-mail marketing, e muitos mais. 

    Livros de marketing digital que você precisa ler

    Bom, se você quer entender e se especializar nessa área, nada melhor do que aprender com que é referência no assunto, não é? Por isso, trouxemos algumas dicas complementares de livros que serão úteis na sua trajetória nesse meio. 

    The End of Marketing as We Know It – Sergio Zyman 

    O fim do marketing como nós conhecemos é uma obra de Sergio Zyman, duas vezes czar do marketing da Coca-Cola e hoje provavelmente o mais famoso profissional – e o maior contestador – de marketing do mundo.

    Na obra, o autor revela as táticas e estratégias de marketing, contra intuitivas e muitas vezes provocativas. Entretanto, que ajudaram a aumentar o valor de mercado da empresa para cento e noventa e três bilhões de dólares em apenas cinco anos.

    Data de publicação: 7 de novembro de 2000. 

    O livro The End of Marketing as We Know It está disponível para venda na Amazon, e possui nota 4,3 de 5 na avaliação de mais de 35 leitores no e-commerce. 

    Marketing 4.0 – Philip Kotler 

    Escrito por Philip Kotler, em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, o livro trata da nova abordagem do Marketing. Ou seja, refere-se aos impactos dos avanços tecnológicos nas formas de comunicação entre organizações e consumidores. Assim, ocasionando o aprimoramento da jornada de compra do cliente e maior foco no ser humano.

    Data de publicação: 8 de agosto de 2017. 

    O livro Marketing 4.0 está disponível para venda na Amazon, e possui nota 4,8 de 5 na avaliação de mais de 3100 leitores no e-commerce. 

    A Bíblia do Marketing Digital – Cláudio Torres 

    Quase um guia prático de formação em Marketing Digital. A obra é baseada em anos de experiências e pesquisas desenvolvidas acerca do assunto pelo autor, o renomado consultor e especialista em mídias sociais, Cláudio Torres. 

    Data de publicação: 22 de novembro de 2018.

    O livro Bíblia do Marketing Digital está disponível para venda na Amazon, e possui nota 4,4 de 5 na avaliação de mais de 100 leitores no e-commerce. 

    Cientista do Marketing Digital – Dener Lippert 

    O livro do CEO da V4 Company – maior assessoria de marketing digital do Brasil -, fala sobre um universo de possibilidades e de conexão instantânea com seus clientes. 

    Abordando assim o método V4, os erros mais comuns ao planejar uma campanha de marketing digital e como o profissional de marketing pode ir além do operacional e desempenhar o papel estratégico no negócio em que atua. 

    Data de publicação: 10 de abril de 2021. 

    O livro Cientista do Marketing Digital está disponível para venda na Amazon, e possui nota  4,6 de 5 na avaliação de mais de 440 leitores no e-commerce.

    Hacking Growth – Sean Ellis e Morgan Brown

    Neste livro, os autores explicam todos os fatores que envolvem o funcionamento dessa poderosa ferramenta. Dentre eles: o ciclo de análises, formação de equipes multidisciplinares, product market fit e o uso dos hacks (aquisição, ativação, retenção e monetização).

    Data de publicação: 13 de novembro de 2018

    O livro Hacking Growth está disponível para venda na Amazon, e possui nota  4,7 de 5 na avaliação de mais de 600 leitores no e-commerce.

    Isso é Marketing – Seth Godin

    Seth Godin fala sobre a importância de encontrar seu menor público viável e entender sua cosmovisão. Além disso, dialoga sobre a importância dos adotantes iniciais para o sucesso do seu negócio, sobre como fazer o melhor para o cliente, usando a empatia e a generosidade.

    Data de publicação: 17 de junho de 2019.

    O livro Isso é Marketing está disponível para venda na Amazon, e possui nota  4,7 de 5 na avaliação de mais de 890 leitores no e-commerce.

    V4 Company: a maior assessoria de marketing digital do Brasil 

    Fundada em 2012, a V4 Company completou 10 anos de atuação no mercado de marketing digital. Contando, hoje, com mais de 5 mil projetos executados e 220 franquias espalhadas pelo país.

    Assim, nossa Assessoria de Marketing Digital busca, através de um método próprio, fazer com que nossos clientes vendam seu produto, mais vezes, para mais pessoas e pelo maior valor. Além disso, se estiver interessado em conhecer mais sobre a nossa história e o que fazemos, acesse este vídeo.

  • Aplicando o marketing digital para clínicas de estética

    Aplicando o marketing digital para clínicas de estética

    Marketing digital para clínicas de estética

    Você sabia que investir em marketing digital para clínicas de estética é colocar dinheiro em um dos segmentos que mais cresce no Brasil? Segundo dados do Grand View Research, esse mercado tende a expandir a uma taxa de crescimento anual de 9,8% de 2021 a 2028.

    Mas o que isso significa? Que o tamanho do mercado global de estética deve chegar a US$ 124,7 bilhões até 2028. Com isso, se você ainda não começou a investir em marketing digital para o setor, você pode acabar ficando para trás. 

    Por isso, para garantir que você esteja alinhado com essa tendência de mercado, nos da V4 Company – maior assessoria de marketing do Brasil – , vamos te ensinar algumas dicas. Quer saber quais? Então acompanhe esse conteúdo até o final.

    Mas o que é marketing digital?

    Marketing digital é um conjunto de ações de comunicação que visam promover empresas, produtos, serviços e até pessoas. Ou seja, são estratégias dentro do ambiente digital que tem o objetivo de auxiliar o processo de vendas

    Isso pode ocorrer de diferentes formas. Seja através da atração de leads, fortalecimento de marca e até estruturação de processos de divulgação, entre outros. Mas, para isso, é necessário alinhar diversos fatores, garantindo que sua estratégia seja funcional. 

    Como implementar marketing digital para clínicas de estética?

    Primeiramente, para implementar um processo, seja de marketing digital para clínicas de estética, ou qualquer outro, é necessário entender alguns conceitos básicos. 

    Por conta disso, trouxemos alguns pontos considerados importantes para você começar a desenhar um plano de marketing. São eles: 

    Conhecer seu público

    Entender quem são seus potenciais clientes é essencial para começar a implementar sua estratégia de marketing para clínicas de estética. Afinal, esta é uma área muito específica e, por consequência, possui um público muito específico. 

    Dessa forma, o ideal é estudar padrões que definam um público-alvo dos clientes que você já tem. Assim, é possível definir recortes de grupos de pessoas que teriam mais chances de consumir seu serviço. E, a partir daí, começar a criar conteúdos focados para alcançar esses grupos. 

    Faça sua clínica aparecer no Google

    Pense na sua experiência de busca para encontrar algo novo. Por exemplo: você quer comer comida japonesa e não sabe onde ir e quais restaurantes estão na proximidade. 

    Uma simples busca usando a palavra-chave “comida japonesa” já basta para que os melhores restaurantes e os mais próximos apareçam para você. Não é mesmo? 

    Isso funciona para diferentes segmentos de mercado, inclusive para clínicas de estética. Afinal, se você está nos primeiros resultados do Google, existem mais chances de pessoas que buscam por esse termo encontrem o seu negócio. 

    Mas como fazer isso? Existem diversos meios, que vão desde estratégias de SEO, tráfego pago e ainda o uso do Google Meu Negócio

    Esteja presente nas redes sociais

    Para vender mais você precisa estar onde todo mundo está. Ou seja, se hoje as redes sociais dominam o mercado digital, você precisa estar nelas. Entretanto, não somente estar, mas pensar em estratégias e formas de se comunicar com seu público nessas redes. 

    Lembrando ainda que cada rede social possui formatos e formas diferentes de se comunicar. Com isso, é necessário entender também quais desses formatos fazem mais sentido para seu negócio

    No caso das clínicas de estética, investir em cases focados em imagens e vídeos geralmente tendem a atrair mais resultados. Por isso, redes como o Instagram, Youtube e Tik Tok podem fazer mais sentido nesse caso. 

    Conteúdo focado em marketing digital para clínicas de estética

    Criar conteúdo é outro ponto importante para começar a pensar em estratégias de marketing para clínicas de estética. Mas para isso é importante estar atento a dois fatores: conteúdos de qualidade e que estejam alinhados com seu segmento de negócio. 

    Ou seja, mais importante que gerar conteúdo em quantidade, é criar algo que gere valor. Por conta disso, essa já é uma área em que pode ser interessante começar a investir em profissionais do marketing digital. 

    Ter bom relacionamento com o público

    Outro dica especial para começar a fazer sua estratégia de marketing digital para clínicas de estética funcionar é a forma que você se relaciona com o público. 

    Para isso, é importante definir um tom de voz de comunicação para conversar com ele. Mas, além disso, pensar em formas de fazer com que o público consiga tirar dúvidas e obter respostas mais facilmente com sua clínica. 

    Investir em tráfego pago

    Você já ouviu falar em tráfego pago? A estratégia diz respeito a criação de anúncios para mecanismo de busca, baseado em palavras-chave. Ou seja, você paga para o Google colocar o que você quer na primeira página

    Só isso? Não. Existem uma série de técnicas específicas para que isso seja funcional e traga clientes até você. Por isso, essa é mais uma área em que você precisará de profissionais especializados para executar ações efetivas. 

    Metrificar resultados do seu marketing digital para clínicas de estética

    Por último, além de executar diversas técnicas diferentes de marketing digital, é importante saber medir quais estão dando resultados de fato para sua clínica de estética. 

    Porém, para medir isso, é necessário saber como olhar para esses dados, em plataformas como o Google Analytics, por exemplo. Ou seja, estamos falando de mais uma área em que uma agência de marketing ou um profissional da área poderia ser um diferencial. 

    V4 Company e o marketing digital para clínicas de estética

    Certo, agora que você entendeu diversos passos para começar a implementar uma estratégia de marketing para sua clínica de estética, é importante saber com quem contar para isso. 

    É dessa forma que uma assessoria de marketing, como a V4 Company, entra em cena para te ajudar a entender quais ações fazem mais sentido para você. Entretanto, mais do que isso, queremos que sua estratégia de marketing faça você vender cada vez mais. 

    Quer saber mais? Entre em contato com nosso time de especialistas e saiba como o marketing digital para clínicas de estética pode te ajudar a crescer nesse mercado. 

  • Live commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Live commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Live commerce: Tendências de E-commerce para 2022

    O live commerce é uma estratégia de marketing digital que usa da interação proporcionada por lives em streamings de vídeo para propiciar e alavancar vendas. A tendência consiste em um “comércio ao vivo”, em que o vendedor promove produtos, serviços e todo o ecossistema de e-commerce.

    Esse é mais um dos conceitos pertencentes à nossa série de ferramentas que estão em alta para vender mais em e-commerces em 2022. Lembrando que já falamos sobre vendas omnichannel, voice commerce, inteligência artificial, realidade aumentada e o Metaverso.

    Mas será que essa tendência faz sentido para meu e-commerce? Vamos responder essa e outras perguntas que te ajudarão a entender como vender mais usando o Live Commerce

    Para começar… o que é o live commerce de fato? 

    Como já abordamos de forma resumida: o live commerce consiste no uso de streamings com vídeos “ao vivo” para vender um produto ou serviço. 

    E qual o grande diferencial dessa tendência? A interação proporcionada pela transmissão ao vivo. Ela possibilita que vendedor e consumidor tenham uma maior proximidade, engajamento e, consequentemente, maior conversão.

    Assim, são usados diferentes métodos de venda, como os gatilhos de escassez e urgência, por exemplo. Estes são feitos por personalidades que, além da venda, buscam entreter e instruir o espectador a comprar corretamente os produtos ofertados. 

    E quando a tendência chegou ao Brasil?

    Antes de dizer para quem a tendência pode ser uma estratégia efetiva, vale entender quem foi que popularizou a ideia. Assim, mesmo sendo uma ferramenta em alta para 2022, o Live Commerce surgiu em 2014, na China

    No país de origem já existem mais de 1.000 sites de streaming ao vivo. Em 2019, por exemplo, no Dia dos Solteiros – uma das maiores datas do ano para o comércio do país – os vendedores do gigante Alibaba atingiram quase US$ 3 bilhões em vendas com a modalidade.

    Mas foi só em 2020, durante a pandemia de COVID-19 que o Live Commerce explodiu de fato no Brasil. Afinal, com a quarentena, o comércio precisou de alternativas para se reinventar.

    Dessa forma, o Grupo Soma foi o grande destaque no início da tendência no país. Nas transmissões, apresentadores e influenciadores discutiram e experimentaram as peças das lojas. Estas podiam ser compradas por meio de uma aba ao lado do vídeo.

    Além disso, as lives ofereciam descontos e peças exclusivas para os espectadores da transmissão. E, com isso, resultou na movimentação de mais de R$3 milhões nas quatro primeiras lives

    A partir disso, outras empresas começaram a fazer uso da tendência, como a Americanas, por exemplo. 

    Mas quem pode usar o live commerce? 

    Por conta da facilidade de acesso a aplicativos de streamings de vídeo, atualmente qualquer pessoa pode fazer uso dessa estratégia de venda. Entretanto, é necessário ter um processo bem estruturado para que ele seja de fato efetivo.

    Mas como assim? Se você possui um e-commerce é mais fácil direcionar os espectadores para sua página de vendas através da live. Contudo, sem um site de vendas, é necessário encontrar formas de tornar o live commerce um facilitador para o consumidor. 

    Assim, qualquer pessoa pode fazer uso da ferramenta para vendas. Porém, é importante que os produtos ofertados estejam alinhados com a tendência de mercado, facilitando todo o processo de compra e fazendo-o realmente eficaz. 

    Como inserir a tendência na minha estratégia de marketing?

    Como toda estratégia de marketing digital, é preciso de um planejamento para fazer com que o live commerce seja efetivo para suas vendas. Ou seja, não é apenas começar a fazer transmissões ao vivo para conseguir vender mais. 

    Para isso, o ideal é contar com profissionais de marketing que ajudem nesse planejamento. Assim, é possível traçar uma estratégia baseada na sua realidade e, além disso, entender quais resultados esperar.

    Entenda o que é uma assessoria de marketing digital e porque você precisa de uma para aumentar suas vendas. 

    A partir disso, você consegue entender melhor como executar lives que convertam em vendas, quando fazer e como captar seu público para elas. 

    Quais as vantagens e desvantagens do live commerce? 

    Bom, já entendemos que a principal vantagem, quando a estratégia é bem executada, é o aumento na venda do seu e-commerce. Mas vale entender que essas vantagens vão além dessas vendas, e ainda, que existem desvantagens em certos casos. 

    Vantagens do live commerce

    Antes de apontar as vantagens, é interessante trazer alguns números que justifiquem elas. Assim, quando falamos de vendas e vídeo, um levantamento da Wyzowl, temos as seguintes considerações: 

    • 96% dos usuários assistem um vídeo de explicação para entender melhor sobre um produto ou serviço;
    • 84% dizem que se sentem convencidas a comprar um produto após assistir um vídeo da marca;
    • 66% afirmam que preferem se informar sobre um produto por meio de vídeo.

    Dessa forma, conseguimos entender que investir em estratégias de divulgação em vídeo é focar na preferência da maioria dos consumidores apontados pela pesquisa. Ou seja, mais uma vantagem é estar trabalhando em plataformas que estão em alta e atendem as preferências do público. 

    Além disso, uma outra vantagem é a possibilidade de usar outras tendências alinhadas com o live commerce. Afinal, estamos falando de um novo meio de comunicação com seu consumidor. A estratégia a partir daí, pode seguir o que for mais relevante para atingir sua persona. 

    Desvantagens do live commerce

    Agora, ao tratar das desvantagens do live commerce, podemos apontar uma principal: a dificuldade de produção.

    Primeiramente, desafios técnicos: produzir uma live pode ser algo complexo e envolve diversas tecnologias. Além de exigir uma equipe robusta para prepará-la, com profissionais de marketing, criativos, etc.

    Por consequência, o live commerce pode significar um investimento alto. Mas apesar disso, como mostram os diversos exemplos que citamos aqui, vem sendo uma modalidade promissora quando executada corretamente. 

    Live commerce pela maior assessoria de marketing do Brasil

    Mas e aí, você conseguiu entender o que é e por que o live commerce é uma das principais tendências para 2022? De uma forma resumida, se você busca investir em estratégias de marketing digital que estão em alta no seu e-commerce, esta é uma a se considerar. 

    Entretanto, será que essa é a tendência ideal para você? Essa é uma pergunta que a V4 Company pode te ajudar a entender melhor. Afinal, somos a maior assessoria de marketing digital do Brasil, com mais de 200 escritórios espalhados pelo país e mais de 5000 mil projetos executados

    Quer saber como? Entre em contato com o nosso time de vendas e entenda o que você precisa fazer para vender mais com o live commerce. 

  • Voice commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Voice commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Voice commerce: tendências de E-commerce para 2022

    Em nossa série de conteúdos sobre as tendências de e-commerce para 2022 já falamos sobre vendas omnichannel, inteligência artificial, realidade aumentada e o Metaverso. Seguindo essa lógica, chegou o momento de falar de outra tendência que vem ganhando cada vez mais espaço: o voice commerce.

    Além disso, vamos entender o papel do marketing digital  para que essa estratégia seja efetiva no seu negócio. Afinal, esse é o papel da maior assessoria de marketing digital do Brasil: fazer você vender mais com a estratégia certa

    Para começar… o que é voice commerce? 

    O voice commerce é a parte do processo de busca e compra de produtos ou serviços por meio da voz. Ou seja, o usuário não tem mais a necessidade de procurar algo em seu navegador da internet por meio da digitação.

    Tal busca é feita no ambiente digital ativado inteiramente ou parcialmente pela voz, e em diferentes dispositivos. Ou seja, quando você faz pesquisas usando a Siri no seu Iphone, ou até mesmo a Alexa, a assistente virtual da Amazon. 

    Por que utilizar o voice commerce? 

    Certo, mas por que utilizar o voice commerce e não um método de pesquisa por digitação? Bom, existem alguns motivos que dizem respeito às vantagens que esse tipo de pesquisa traz ao usuário, como por exemplo: 

    Agilidade na busca por produtos e serviços

    Os novos hábitos dos consumidores apontam que o tempo é muito relevante para eles. Logo, não seria um benefício poder comprar algo por voz enquanto estão digitando um e-mail do trabalho ou trocando de roupa? Certamente sim!

    Além disso, a tecnologia facilita a busca de produtos. Ao invés de ter que digitar uma frase completa que pode demorar, o usuário deve somente falar o que precisa. Isso, além de propiciar a melhora na experiência do cliente, também aumenta o tempo total de busca/compra dos e-commerces.

    Encontrar serviços por geolocalização 

    O fato de encontrar produtos e serviços próximos pela sua localização não é nenhuma novidade. Entretanto, a ação fica muito mais prática se ao invés de digitar, nós pudermos falar somente parte do que procuramos, não é? 

    Assim, essa tecnologia também integra o mecanismo de busca a sua geolocalização. E com isso, é possível indicar lugares que te interessam de forma mais rápida e prática, enquanto caminha na rua, sem precisar digitar, por exemplo. 

    Obter insights 

    Às vezes estamos buscando por algo que nem sabemos ao certo o que é. E pensar em uma forma de se expressar com a digitação é mais difícil do que parece. Por isso, ao falarmos com a inteligência artificial o que pensamos estar buscando, é possível criar diversos insights. 

    Ou seja, ao relatar um problema para a IA, ela pode apontar soluções que talvez você nem soubesse que existissem. Assim, te apresentando um serviço ou produto a partir do entendimento do que você precisa. 

    Mas como aplicar o voice commerce no meu negócio? 

    Existem diversas formas para que isso aconteça, mas o mais importante é: organização. Mas como assim? Organizar o que? O seu e-commerce para que a IA faça pesquisas por voz levarem até você. E para isso, temos 3 dicas principais: 

    Entenda a importância do SEO

    Entender as estratégias que posicionam melhor suas páginas em mecanismos de busca é essencial. Principalmente se estamos falando de um método que agiliza a busca do usuário pela voz. 

    Assim, se sua página está bem alinhada com que mecanismos como o Google pedem, há mais chances de você ser a página a ser encontrada pelo usuário. Ou seja, ter um bom SEO torna mais prático o consumidor chegar até você. 

    Tenha uma linguagem bem definida

    Outro aspecto importante diz respeito à linguagem. Assim como o SEO bem alinhado, contar com uma linguagem correta e bem definida é indispensável. 

    Afinal, se sua linguagem está bem alinhada, há mais chances de a IA direcionar pela voz a pesquisa para sua página. Caso contrário, a chance de um ruído de informações é muito grande.

    Assim, você pode até ter o melhor produto e serviço, mas não será encontrado por quem deseja essas soluções. 

    Esteja tecnicamente pronto

    Essa dica aborda um pouco das duas últimas e um pouco mais. Estar tecnicamente pronto passa também pelo SEO e pela linguagem, mas indo um pouco mais além 

    Ou seja, você deve ter total compreensão de como os consumidores chegaram até seu e-commerce. A partir daí, ele deve estar otimizado para oferecer uma experiência de compra tão ágil quanto a sua busca

    Qualquer e-commerce pode usar da tendência? 

    Em tese, sim. Entretanto, como tudo no mundo digital, depende se você está pronto para isso. Como vimos, o voice commerce necessita de um investimento principalmente na otimização do seu e-commerce para ser funcional. 

    Então se eu não estou alinhado com essas dicas, devo desistir? Não! Mas cabe a você entender o momento certo de começar a investir nisso. 

    Como a V4 entende o voice commerce no seu negócio

    E qual é o momento certo para investir em diferentes técnicas de marketing digital no seu e-commerce? É nesse momento que é necessário contar com uma assessoria de marketing digital, como a V4 Company

    Afinal, hoje entendemos a importância de estar alinhado com diversas frentes para que tendências como o voice commerce sejam eficazes no seu negócio. Mas e você? Quer entender melhor como fazer seu negócio vender mais? Então entre em contato com um dos nossos consultores e comece agora mesmo!