O mercado do Marketing digital está cada vez mais amplo e competitivo, se você já é um profissional da área ou chegou agora, precisa conhecer a profissão do futuro: UX Designer. Se você ainda não conhece essa profissão, saiba de antemão que ela tem diversas ramificações e diferentes funções. Neste artigo, você vai saber tudo sobre a profissão, área de atuação, faixa salarial e a principal pergunta: O que faz um UX designer?
O que é UX design?
Primeiramente, saiba que o termo “UX Design” vem do inglês User Experience Design, que pode ser traduzido como “Design da Experiência do Usuário”. Ou seja, essa área está relacionada a tudo que envolve a experiência de um usuário com uma interface ou plataforma. Sempre focado na satisfação e otimização do que o usuário necessita, um exemplo na prática é a usabilidade de um site.
Quer uma aplicação na prática? Olha só, por exemplo, ao acessar um site de notícias é importante que o leitor consiga ter acesso às informações de forma rápida. E que todos os textos, vídeos e imagens estejam em um formato adequado e legível. O objetivo principal é que o leitor que busca ler as notícias tenha uma experiência satisfatória.
Quanto melhor a experiência, melhor é o desempenho do produto ou serviço no mercado. E isso é possível quando o UX designer atua juntamente com outros setores da empresa, como a área de marketing. Com o conhecimento do produto, do mercado onde a empresa está inserida e, principalmente da persona, você consegue executar o seu trabalho de forma satisfatória. Mas afinal, o que faz um UX Designer?
Funções e áreas de atuação de um UX Designer
Desde já você consegue entender que mesmo priorizando a experiência do usuário, em qualquer tipo de plataforma, um UX designer tem uma área de atuação bem ampla. Geralmente o que vai definir as funções específicas são as necessidades da empresa onde você trabalha, por exemplo.
Se em primeiro lugar está a satisfação do usuário, o UX designer não pode deixar de lado as necessidades da empresa. Além disso, o primeiro passo do trabalho exige uma pesquisa completa sobre o produto oferecido, principalmente sobre quem é o cliente. Mais conhecido como o desenvolvimento de persona que também pode ser feito pelo pessoal do marketing digital.
Dessa forma, você passa a conhecer a fundo quem é o cliente ideal daquele produto, e a partir disso, consegue elaborar as melhores estratégias. Com base em informações concretas, sobre o que o seu cliente gosta e o que pode prejudicar uma experiência satisfatória com um produto ou marca.
O que geralmente resulta em um aumento de ganhos financeiros para a empresa. Além dessas, existem outras funções que você pode desenvolver no mercado, atuando como UX designer:
Pesquisa de usuário
Desenvolvimento de persona
Jornada do usuário
Layout e organização dos conteúdos
Prototipagem
Teste de usuário
Se você ainda não é familiar com os conceitos de persona e pesquisa de produto, a V4 Company tem um material exclusivo disponível sobre o que é marketing digital, para você aumentar ainda mais o seu conhecimento.
Mercado de trabalho e salário
Acima de tudo, a satisfação dos clientes é cada vez mais importante para as empresas do mercado. Vivemos em um momento em que a atenção e dedicação investidas em um produtos desde a criação até a venda, conquistam o consumidor. Nesse sentido, as empresas buscam cada vez mais o trabalho do UX designer, uma vez que, como você já viu, ele pode atuar em diversos segmentos dentro de um empreendimento.
Justamente por ter uma gama de opções, o UX designer pode trabalhar de modo freelancer, atendendo livremente, ou trabalhando em umaAgência de marketing que oferece consultorias e esse serviço para empresas.
A base salarial depende de muitos fatores, como região, demanda de trabalho e nível de experiência do profissional, contudo, a média salarial é de R$3.118,89.
Como se tornar um UX designer
Se você tem interesse em se qualificar nessa área, saiba que não é necessário fazer uma graduação para atuar como UX designer. Mesmo assim, se você possui formação em cursos como Design, Design Gráfico, Tecnologia da Informação e Análise e Desenvolvimento de Sistemas já é uma vantagem no mercado.
Seja como for, uma coisa é certa, é importante ser uma pessoa empática e interessada em tecnologia e inovação. Com essas qualidades juntas, você consegue desenvolver o trabalho de melhorar a experiência do usuário.
Para se destacar ainda mais diante de vários profissionais, é importante sempre continuar aprendendo mais, seja adquirindo conhecimento de outras áreas ou aprofundando ainda mais nos conceitos de UX. Do mesmo modo que se especializar em uma área específica e se tornar referência nela, pode consolidar o seu nome no mercado.
Seja um profissional de referência
Em síntese, depois de ler esse artigo você é capaz de responder às principais dúvidas sobre o que um UX designer faz, certo? Ele é o responsável por garantir que o usuário tenha uma experiência satisfatória com um produto ou marca, independente do formato.
A V4 Company é uma empresa que se preocupa com a qualidade e competência dos profissionais que passam pela agência na busca de qualificação. Desse modo, o UX designer também possui conhecimentos estratégicos em segmentos de marketing digital, então se você deseja se tornar um profissional completo e multifacetado, o caminho do sucesso é se tornar um Assessor de marketing.
Como resultado de um mercado competitivo e exigente, as profissões passaram por mudanças drásticas, desde o fim até o surgimento de novas possibilidades. Acompanhar as mudanças faz parte do negócio.
Conheça mais sobre essa profissão do futuro com Gustavo Pontin, Equity Partner da V4 Company, falando tudo que você precisa saber sobre como um assessor de marketing pode revolucinar o mercado, no vídeo abaixo.
Ainda, se você quer desenvolver ainda mais a sua carreira de UX Design e se tornar um profissional de referência, aprendendo estratégias para melhorar a experiência do usuário, além de outras estratégias do marketing, adquira o nosso curso do cientista do marketing.
Marketing digital no instagram: sua rede gerando vendas
Se você está em busca de uma maneira de aumentar suas vendas, sem dúvida já pesquisou bastante sobre o que é marketing digital. Assim, é muito provável que durante essas buscas o uso do marketing digital no Instagramtenha sido mencionado como uma das estratégias.
Isso não acontece por acaso. Segundo o relatório DataReportal, publicado em fevereiro de 2022, já são mais de 119,5 milhões de usuários ativos na rede social no Brasil. Ou seja, o equivalente a 55,6% da população total do país.
Vale destacar também que, ainda segundo o DataReportal, o Brasil é o 4° país com maior média mensal de tempo online na plataforma, com 15,6 horas por mês. Ficando atrás apenas de Turquia, Argentina e Indonésia.
Ou seja, se você não está investindo em estratégias de marketing digital no Instagram, você pode estar deixando de ganhar dinheiro. Por isso, hoje vamos te mostrar qual a forma correta de usar sua rede social como uma aliada no seu negócio.
Marketing digital no Instagram é para todos?
Não existe uma lista de segmentos que podem ou não estar no Instagram. A realidade é que hoje nós temos uma grande variedade de perfis das mais diferentes áreas. O que importa, no final das contas, é a maneira como você vai se posicionar naquele canal, e não o tipo de produto que você está vendendo.
Isso fica mais explícito quando comparamos perfis que vendem um produto com os que oferecem um serviço. Enquanto o perfil de serviço provavelmente usa o Instagram para gerar mais autoridade, o perfil de venda pode, além disso, vender diretamente pela plataforma.
Para saber se é interessante para um negócio estar presente no Instagram, é preciso antes entender quem é o seu público e como ele se comporta. A partir desta análise é possível elaborar estratégias de marketing digital no Instagram.
Como usar o marketing digital no Instagram
Unsplash
Antes de pensar em estratégias mais específicas e elaboradas, é importante lembrar que apenas seguir as boas práticas já contribuem para aumentar sua relevância no Instagram.
Ou seja, desde ações mais básicas como não infringir nenhuma regra da rede até o uso de linguagem e imagem. Além disso, é preciso pensar em algumas outras coisas, como:
Entenda quem é sua Buyer Persona
A Buyer Persona é a representação do seu cliente ideal. É um personagem fictício construído com base nos dados do seu público alvo e do público que já é seu cliente. Ou seja, a persona é muito mais do que apenas um público alvo, afinal, tem nome, profissão, gostos e preferências.
Dessa forma, é de extrema importância ter uma ou mais personas definidas, de acordo com seus produtos ou serviços. Assim você consegue entender os gostos e preferências dos clientes que está visando atrair. A partir da persona é possível definir quais estratégias serão aplicadas.
Além disso, a persona não faz parte apenas da estratégia de redes sociais, é ela que vai guiar todo o caminho do marketing digital da sua empresa, seja ele no Instagram ou não.
Use o Instagram for Business
Uma das maiores provas de que o Instagram também é um espaço para empresas, é que a rede social disponibiliza recursos diferenciados para marcas que utilizam a rede de forma profissional.
Ou seja, você pode ter uma fanpage no Facebook que, conectada à sua conta no Instagram, possibilitando o uso do Meta Business Suite. Essa é uma plataforma com diversos recursos que podem impulsionar seu negócio. Aqui você pode agendar publicações, obter dados, fazer anúncios etc.
É claro que, se para o seu negócio não faz sentido ter uma fanpage, você ainda pode ter o Instagram for Business no aplicativo móvel. Para isso, basta apenas mudar o seu perfil de conta pessoal para comercial.
As vantagens de usar essa rede de forma profissional são muitas, especialmente em relação aos dados fornecidos e a possibilidade de trabalhar com tráfego pago, alcançando um número maior de pessoas e mais rápido.
Defina um tom de linguagem
Antes de começar a fazer as publicações no Instagram, é preciso definir como você pretende se comunicar com os seus seguidores.
Passar por essa etapa é fundamental, pois as redes sociais permitem um tom mais descontraído para se comunicar com o consumidor. Entretanto, é necessário muito cuidado ao definir a linguagem que será adotada, afinal nem tudo pode fazer sentido para uma marca.
Então antes de escolher qual será o tom das publicações, leve em consideração a linguagem que você já utiliza nos outros canais em que está presente. Além disso, é claro, a linguagem deve estar de acordo com o seu segmento.
Uma empresa que vende produtos de moda provavelmente irá se posicionar diferente de um perfil de um escritório de advocacia, por exemplo.
Além disso, lembre-se que o Instagram permite o contato direto com seus usuários. Ou seja, se você escolhe uma linguagem inadequada, é provável que você não consiga estabelecer uma conexão com os seus seguidores.
Conexão é a palavra chave quando o assunto é marketing digital para Instagram.
Encontre sua identidade visual
Post do Instagram da V4 Company mostra um pouco da indentidade visual da marca
Se você visse apenas as cores vermelho e amarelo, ou dois arcos amarelos, saberia dizer de que marca estamos falando? Identidade visual é isso. Ou seja, utilizar o design para associar cores, formas e tipos à sua marca, para criar um registro na memória do usuário.
Assim a identidade visual é parte fundamental de uma estratégia de marketing digital para o Instagram. Afinal, ela é tudo aquilo que envolve a forma como o usuário vê a sua marca. Ou seja, desde a criação de um logotipo ou logomarca, definição das cores que serão utilizadas, formas e texturas.
Além disso, é indispensável que essa identidade esteja ligada ao que uma empresa quer transparecer. Por isso, contar com características que de fato representam sua marca, e que sejam capazes de causar emoções e sensações nos usuários.
Afinal, a identidade visual causa impressões e sensações no usuário. Portanto, precisa estar de acordo com a imagem que você quer passar para o seu cliente e o tipo de produto que você vende.
Ressaltando que essa tarefa precisa ser realizada por um profissional que trabalhe com design ou até mesmo uma agência de marketing. São essas pessoas que estudaram e possuem conhecimento técnico capaz de fazer as pessoas se identificarem com uma marca pela aparência.
Tenha um calendário de postagens
Organização é essencial para qualquer aspecto da nossa vida, não é mesmo? Não seria diferente no Instagram. Muitos pensam que por ser uma rede social, apenas “postar e acabou” é o suficiente. Hoje já sabemos que não é bem assim que as coisas funcionam.
Para que uma estratégia de marketing digital para Instagram seja bem sucedida, é fundamental ter um calendário de publicações.
Esse calendário pode ser previsto toda semana, mês a mês ou até mesmo trimestralmente. Entretanto, antes do calendário, é preciso definir a frequência de publicações que fazem sentido para a marca.
É importante lembrar que o Instagram e outras redes sociais têm exigido cada vez mais das marcas um ritmo de postagem acelerado. Mas cuidado, nem sempre quanto mais, melhor.
Na hora de montar um cronograma, pense que a qualidade é mais importante do que a quantidade. Vale mais a pena postar um reels bem elaborado, do que 5 posts com fotos de baixa qualidade.
Por isso, é sempre bom entender alguns passos, como:
pense primeiro no que você quer comunicar ao seus clientes;
preveja promoções;
entre nas trends do momento;
saiba quais são as datas comemorativas daquele mês;
tenha posts interativos, etc.
Depois disso, é o momento de definir como você quer se comunicar. Nesse momento é bom estar alinhado com a linguagem e com todo o posicionamento que a marca tem tanto online quanto offline. Tudo definido? hora de colocar a mão na massa.
Conheça e use os diferentes formatos Stories x Feed x Reels
O Instagram é uma rede social que oferece inúmeros formatos de conteúdo dentro de sua plataforma. Existem stories, reels, explorar, feed, fotos e até mesmo lojas.
Com tantas opções pode parecer difícil escolher qual deles você deve direcionar seus esforços. Entretanto, não existe uma resposta além de “depende” para esse questionamento. Por isso, ao se tratar de marketing digital no Instagram, o ideal é buscar um equilíbrio.
Algumas ferramentas são mais trabalhosas que outras, exigindo mais tempo para ser produzido, como é o caso do reels. Apesar do formato permitir apenas vídeos curtos, é preciso editar e fazer algo interessante para os usuários, necessitando de um tempo maior de produção.
Assim, busque “fazer um pouco de tudo”. Sempre com um bom senso do que é adequado ou não.
Utilizar todas os formatos é fundamental para que o algoritmo do Instagram faça você ter mais visibilidade. Entretanto, é ideal que seja feito um balanço entre o que a sua marca precisa, seu posicionamento e o que de fato é possível ser feito.
Entenda o algoritmo
Muito se ouve falar de algoritmo e, muitas vezes, ele é o vilão do social media. Quem nunca ouviu que “a culpa é do algoritmo”? Mas afinal, o que é algoritmo e por que ele é tão importante em uma estratégia?
Algoritmo são códigos, como robôs, que definem o que vai aparecer no feed do usuário. Entretanto, essa escolha é baseada em diversos fatores, como interesse e tipo de interação.
Mas por que é importante saber disso? São os algoritmos que vão definir para quem (e se) serão mostradas as publicações da sua marca. Por isso, é indispensável saber muito bem para quem direcionar suas publicações, usando o algoritmo a seu favor.
Use anúncios no Instagram
Como mencionamos no início desse texto, o Instagram para empresas permite que anúncios pagos circulem na rede. Essa é uma estratégia fundamental para quem quer atrair mais pessoas para o seu perfil e apresentar seus produtos e soluções.
Os anúncios podem ser feitos direto do aplicativo móvel ou pelo Meta Business Suite.
Anúncio da V4 Company feito no Instagram
Assim como os anúncios no Google, o Instagram permite a segmentação por campanhas. Ou seja, você consegue direcionar os anúncios por idade, gênero, localização e interesses. Dessa forma, você consegue atingir o público que está realmente interessado no produto ou serviços que você oferece.
Entretanto, é importante ressaltar que os anúncios pagos devem ser uma estratégia que serve para complementar a estratégia de crescimento orgânico nessa rede social.
Sendo assim, é muito bom investir em anúncios no Instagram, mas eles não devem ser a sua principal estratégia. Afinal, há grandes chances de não funcionar caso isso não seja feito corretamente, e você acabar direcionando recursos para o local errado.
Por que investir em marketing digital no instagram?
Bom, até aqui você já sabe o quão relevante é estar com o seu negócio ativo no Instagram, além de entender melhor as boas práticas. Entretanto, a rede vai mesmo além do engajamento?
Segundo o DataReportal já são mais de 1,48 bilhões de usuários ativos na plataforma, que vem mudando cada vez mais seu viés. Se antes a rede social era usada em um cenário mais estético, hoje já são mais de 187,6 milhões de usuários que encontram anúncios na guia “Loja” do Instagram a cada mês. Como podemos ver no detalhamento da pesquisa abaixo:
Print do levantamento feito pela DataReportal
Ou seja, só o Instagram Shop já ocupa 12,7% dos anúncios em relação ao total do alcance da publicidade na plataforma. Mostrando que além de marketing no Instagram, gerando engajamento com sua empresa, é possível vender de forma mais assertiva dentro da plataforma.
Marketing digital que vende no Instagram
Você já entendeu que o Instagram é uma das redes mais usadas e lembradas do mundo. Ou seja, não há dúvidas do potencial de impacto que essa rede social tem para negócios.
Estar no Instagram hoje já é visto como uma obrigação das empresas. Afinal, essa rede pode, de fato, gerar mais vendas, fazendo seu negócio crescer. Seja através do próprio marketing digital no Instagram, quanto o uso assertivo do próprio Shop alinhado a sua estratégia.
Entretanto, é importante lembrar que uma estratégia de marketing digital nunca funciona sozinha. O Instagram pode, de fato, aumentar suas vendas. Porém, esse não é o único canal que uma empresa deve investir na hora de pensar em expandir seu negócio.
Para isso, é necessário estar presente no máximo de canais possíveis em que seu público se encontra. Afinal, é dessa forma que você vai usar o digital para encurtar a jornada de compra do consumidor moderno.
Vendendo mais pelo Instagram com a V4 Company
Se você acha que já está pronto para começar a executar estratégias de marketing digital no Instagram, nós preparamos um material exclusivo da nossa assessoria de marketing para você.
Entretanto, se você ainda quer entender um pouco mais sobre como fazer sua rede social gerar vendas, nosso COO, Eduardo Torres, vai te explicar como a V4 Company entende o marketing digital para o Instagram no vídeo abaixo.
Hunter e Farmer: qual a diferença entre os perfis de vendedores?
É essencial escolher os melhores profissionais que irão fazer parte do time de Inside Sales da sua empresa. Você sabia que existem perfis diferentes de vendedores? Sim, os dois principais mais conhecidos são Hunter e Farmer.
Trabalhar diretamente com o público nem sempre é uma tarefa fácil, muitas vezes isso exige um conhecimento estratégico na hora de montar esse time. Entender as vantagens e desvantagens desses perfis é um grande passo se você deseja aumentar o rendimento do seu negócio.
A princípio, o mundo das vendas é um mercado concorrido e, quanto mais táticas de venda, de Marketing digital e de investimento de conhecimento e dinheiro, mais chances você tem de fortalecer a sua marca. Por isso, saiba que no mundo dos negócios sempre há um jeito de fazer mais e ganhar mais, mas não se esqueça que não existem milagres. Todas as estratégias precisam de tempo para semear.
Neste artigo você vai descobrir tudo que você deve saber sobre os perfis de vendedores Hunter e Farmer.
Quem são os profissionais de Hunter e Farmer?
Cada empresa de vendas e serviços, possuem seus nichos específicos e precisam atender diferentes demandas dos clientes. Do mesmo modo, o time de vendas precisa estar organizado estrategicamente para atender as necessidades da empresa. E é nesse processo que os perfis Hunter e Farmer cumprem um papel importante, conheça quem são:
Hunter
Desde já, saiba que a palavra Hunter é traduzida do inglês como “caçador”. Esse vendedor tem um perfil mais agressivo e focado em prospectar contatos (também conhecidos como leads) e transformá-los em clientes. Nesse sentido, o Hunter está sempre em busca de novos clientes de forma assertiva e persuasiva.
Esse vendedor tem como objetivo garantir o maior número de vendas ou contratos possíveis. Geralmente ele consegue prospectar os clientes que já estão cientes da necessidade ou vontade de consumir determinado produto ou serviço, e podem fazer a comprar imediatamente.
Farmer
Enquanto o vendedor Farmer, conhecido como o vendedor “fazendeiro”, tem uma abordagem que prioriza a experiência e satisfação do cliente. Ou seja, esse perfil cativa e cultiva os novos clientes, sem pressa e disposto a dedicar o tempo necessário para conquistar o cliente.
Além disso, o Farmer também faz um acompanhamento mais próximo das contas e também se encarrega do relacionamento com possíveis clientes, que se encaixam na persona da empresa, mas ainda não estão prontos para chegarem ao fundo do funil.
Inside Sales
Desde já, você consegue entender que pensar cada detalhe do seu negócio de forma estratégica fortalece ainda mais a sua marca e aumenta os lucros. Escolher um bom time de marketing, assim como um time de vendas faz toda a diferença.
Se você deseja se aprofundar ainda mais em assuntos desse nicho, a V4 Company disponibiliza para você o Playbook de Inside Sales, um material exclusivo para quem deseja melhorar as estratégias de vendas. E se você ainda tem dúvidas sobre o que é marketing digital, também temos um conteúdo especial para você.
Pensar nesses aspectos de um time de vendas abre margem para um inovação na equipe. Além de melhorar os processos internos de vendas, ele amplia o faturamento ao final do mês e, claro, mantém a saúde financeira do negócio.
Vantagens de um profissional de hunter e farmer no seu time
Antes de mais nada, até aqui você já viu que esses dois perfis possuem focos e habilidades diferentes, mas principalmente que nenhum é melhor que o outro. Pensar de forma estratégica na hora de selecionar os melhores vendedores para um time de vendas internas é saber combinar os diferentes perfis, assim como os planejamentos de marketing digital. Afinal, quanto maior a sintonia entre os setores, mais força o seu empreendimento ou serviço tem.
Os perfis Hunter e Farmer podem se complementar em muitos momentos. Se você sente que a sua empresa precisa de um crescimento no número de clientes e operações de venda feitas, o Hunter é o seu vendedor ideal.
Com base nos contatos e nos dados disponíveis em sistemas como o CRM, ele consegue identificar os clientes dispostos a fazer a compra, e dar continuidade ao crescimento do seu negócio.
Bem como, o vendedor Farmer é quem você aciona quando busca fidelizar os clientes. Afinal, quando você adquire um serviço ou um produto, ter uma boa experiência de comprar faz a diferença certo? É a partir dessa lógica que muitas pessoas se fidelizam a uma marca, principalmente quando ela oferece um atendimento focado na experiência do cliente e não na compra em si.
Geralmente nesses casos, a compra é uma consequência do tratamento do cliente. Além disso, o Farmer só investe em prospects que valem a pena, ou seja, aqueles que se encaixam na persona. O vendedor fazendeiro é aquele que colhe os frutos depois do plantio e da espera.
Começando seu time de inside sales
Dar o primeiro passo para a mudança nem sempre é uma tarefa fácil. A gente sabe que o mercado de marketing e vendas muda rapidamente e é preciso acompanhar diversas variáveis, como o número de vendas, os rendimentos e retornos financeiros. Ainda mais quando se faz necessário unir outros conhecimentos como o marketing digital e o setor de vendas.
Seja como for, o apoio de uma assessoria de marketing como a V4 Company pode facilitar o crescimento da sua empresa. Com profissionais qualificados em diversas áreas como inside sales, marketing digital e diversos conteúdos disponíveis para você que busca aprender mais. Além da consultoria para essas áreas, como por exemplo, saber como escolher os melhores profissionais, como hunter e farmer, para o time de vendas.
Para se aprofundar ainda mais nesse assunto,o nosso COO Eduardo Torres fala tudo que você precisa saber sobre inside sales. Assista ao vídeo:
O mercado de vendas não é um ramo fácil, ele exige muita dedicação e preparo para acompanhar as mudanças que acontecem cada vez mais rápido. Assim, se você já está de olho nisso, e possui um time de Inside Sales no seu negócio, fique sabendo que existe uma outra estratégia que pode turbinar os rendimentos. O funil de vendas pode ser o incentivo que o seu time precisa e neste artigo, você vai saber tudo sobre como montar um funil de vendas.
O que é um funil de vendas?
Em primeiro lugar, você precisa entender o que é um funil de vendas, também conhecido como pipeline. Ele serve para ter um crescimento nas vendas, caso você já tenha investido em vendas internas, ou inside sales, o funil de vendas pode ser uma forma de esquematizar e organizar o processo.
À primeira vista, um funil de vendas é a jornada de um cliente desde o primeiro contato com a marca, até o momento em que a compra é efetuada ou não. O objetivo final do funil é a compra do produto. Além disso, a estrutura do funil consiste em um conjunto de etapas e gatilhos mentais para a persona ao entrar em contato com a marca.
Como funciona o funil de vendas?
Você já viu um funil? Ele é um objeto em formato de cone que serve para transferir líquidos de qualquer natureza para diversos recipientes. O topo é uma superfície larga e circular, enquanto o fundo é estreito e permite a passagem do líquido sem qualquer desperdício. Não é atoa que essa estratégia recebe o nome de funil, entenda como cada uma das três partes do funil de vendas funciona, o topo, meio e fundo:
Topo de funil
A princípio, a primeira fase é o aprendizado e descoberta do cliente. É neste momento em que o indivíduo descobre um problema ou necessidade, quando a consciência desperta ao entrar em contato com a sua marca.
Ou seja, nessa primeira fase, você precisa atrair o cliente para a sua marca e mostrar que você tem a solução para o problema ou resposta que ele procura.
Meio de funil
Na segunda fase, chamada de meio do funil de vendas, serve para o reconhecimento do problema e consideração de uma possível solução. O cliente que chega até o seu produto ou marca já sabe que precisa de algo, ou de uma solução, mas ainda não sabe como chegar nela.
Nesse sentido, a sua marca pode oferecer dicas e orientações sobre como resolver esse problema.
Fundo do funil
Logo, na última etapa, conhecida como fundo do funil, é a decisão da compra. Depois de todas as fases, o cliente chega até o fim e decide resolver o problema ou a necessidade, por meio da compra do seu produto ou serviço.
Até esse momento, o funil serviu como um estreitamento de laços entre o possível cliente e a sua marca.
Caso você ainda não saiba exatamente o que é um time de inside sales, a V4 Company disponibiliza um conteúdo exclusivo e super didático no Playbook de Inside Sales. Fique por dentro das melhores estratégias de vendas.
Coloque em prática o funil de vendas
Antes de tudo, você já deve entender que apesar de ampliar a capacidade de vendas, o pessoal do time de inside sales não faz milagre. O mesmo vale para as estratégias de Marketing digital. Inclusive, é alinhando a área de marketing e vendas que as etapas do funil de vendas podem ser fortalecidas.
Antes de mais nada, para colocar em prática um funil de vendas, você deve seguir o passo-a-passo:
1. Definir o topo do funil
Como já foi visto neste artigo, no topo do funil o cliente tem a primeira impressão da sua marca. Por isso, invista em uma boa experiência para o cliente, para garantir que ele siga avançando. Seja em um negócio online ou offline, como uma loja física, você precisa fazer com que a sua marca chegue até as pessoas.
2. Invista em Marketing
Cada etapa do funil deve despertar e trabalhar tipos diferentes de gatilhos no cliente, por isso, você precisa analisar com cuidado em qual fase as estratégias de marketing devem estar. Para entender um pouco mais sobre o que é marketing digital, a V4 Company disponibiliza um conteúdo com os principais conceitos.
3. Diminua os riscos
Você precisa garantir que cada fase do funil funcione da forma correta. Evite prejuízos para o seu faturamento ao prospectar mais clientes no topo, mas fechar um número muito baixo de vendas. Antes de tudo, a sua equipe inside sales é quem cuida dessas operações na prática, por isso eles precisam saber quem é o seu cliente e como navegar pelas estratégias do funil.
4. Equilibre as informações
Até aqui você já entende que o funil de vendas serve para aproximar o cliente da compra final, utilizando estratégias que devem guiá-lo até o final. Todavia, você precisa cuidar do excesso de informação e estímulos, caso o cliente esteja “perdido” no meio do funil, essa chuva de conteúdos pode repelir. Nesse sentido, é preciso estar ainda mais alinhado com o marketing e com a persona do seu negócio.
5. Invista no treinamento do time de inside sales
Depois de montar um funil de vendas eficiente, é preciso gerenciar e capacitar a equipe responsável. Afinal, o fluxo de visitantes, leads e fluxo de clientes devem estar organizados. Uma ferramenta conhecida é o CRM, ele registra e salva todas as operações e contatos feitos nas vendas, e o principal, centraliza as informações em um só lugar.
Apliquei o funil de vendas e agora?
Um funil de vendas bem aplicado não vai garantir um estouro de vendas em menos de uma semana, como você já leu até aqui, existem vários pontos a serem definidos para dar o primeiro passo. Mas, ao escolher uma estratégia nova para o seu negócio, é o início de um caminho de sucesso que vai destacar a sua marca.
A V4 Company tem um conteúdo especial que pode agregar ainda mais conhecimento para o sucesso das suas vendas. Assista ao vídeo do nosso COO, Eduardo Torres, e fique por dentro!
Quando dizemos que qualquer negócio pode potencializar seus resultados commarketing, estamos falando de qualquer tipo de negócio mesmo, inclusive ao se tratar de marketing digital para advogados. Afinal, se engana quem pensa que o marketing só pode ser aplicado em empresas que vendem um produto específico.
É claro que cada área, especialmente a jurídica, tem suas particularidades. Todas precisam ser muito bem estudadas para que estejam de acordo com as normas da sua área e, principalmente, da estratégia correta.
Sabemos que hoje, antes de qualquer tomada de decisão, o usuário vai abrir o navegador e pesquisar sobre. Ou seja, antes de entrar em contato com você para contratar seus serviços, ele antes vai pesquisar sobre o seu problema.
A partir disso, é aqui que esse usuário vai entender que para solucionar sua necessidade, ele pode contar com um serviço específico.
A questão mais importante neste processo é saber como esse cliente vai te encontrar em meio a tantos resultados. Como você tem promovido seu serviço? Se um usuário fizesse uma busca procurando advogados, você estaria entre os primeiros resultados?
Se você quer entender melhor como funciona o marketing digital para advogados e quais são as suas regras e normas, conforme as permissões da OAB, continue lendo esse texto.
Particularidades do marketing digital para advogados
Como já mencionamos acima, o marketing digital para advogados tem suas particularidades. Antes de tudo, precisamos mudar a lógica de que o marketing digital serve apenas para vender um produto. Advogados não vendem e não podem vender um produto, mas oferecem um serviço.
As regras do código de ética da Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, são muito claras neste sentido. Advogado não pode se vender. Além disso, o código também tem outras particularidades e restrições em relação a propaganda e publicidade.
Sendo assim, para fazer marketing digital para advogados, precisamos sair da lógica de venda e passar a oferecer uma solução. Afinal, todo mundo que procura por um advogado está com algum problema para resolver.
Algumas particularidades do marketing digital para advogados são:
Não pode ter CTA
Call to Action ou CTA, em tradução, significa chamar o usuário para uma ação. Geralmente o CTA está ao fim de um material que estamos consumindo de uma determinada marca. Pode ser aquela frase convidando para ler mais ou um “clique aqui e conheça nosso produto”; “se inscreva e receba materiais exclusivos”; ou ainda um mais direto, como “compre agora” ou “contrate agora”.
As CTAs servem para chamar a atenção do usuário e motivá-lo a fazer uma ação. Mas então por que não pode ter CTA no marketing digital para advogados? Porque essa estratégia segue uma lógica de venda, e como os advogados não vendem um produto, essa prática é vedada pelo código de ética da OAB.
Não pode ter viés comercial
Ainda reforçando que advogados não vendem um produto, toda publicidade para advogados deve ter a lógica de oferecer soluções, não vender algo. Para montar uma estratégia precisamos entender que o advogado presta um serviço.
Não pode divulgar resultados ou garantias de serviço
Nada de “mais de mil clientes satisfeitos”, viu?
Ainda que alguns advogados tenham ficado conhecidos pela atuação em casos famosos, isso não significa que ele pode usar isso como forma de se promover. Pode parecer até um pouco óbvio, mas a publicidade de um advogado jamais pode ser feita com cases ou promessa de resultados.
Uso do logos
A Ordem dos Advogados do Brasil prevê restrições quanto ao uso do logo do advogado ou escritório. Essas restrições incluem até mesmo o uso do logo em máscaras. Por isso, esteja atento a esta particularidade.
Caso as normas sejam descumpridas, a Ordem pode aplicar punições, que podem resultar até mesmo na perda do registro junto à instituição.
Prospecção de clientes
A OAB proíbe que advogados façam prospecção de clientes. Isso pode parecer confuso, pois uma das finalidades do marketing digital para advogados é justamente que novos clientes cheguem a procurar seu serviço.
Na verdade, atrair clientes e prospectar clientes são coisas diferentes. Quando falamos em atrair clientes, estamos falando sobre pensar e aplicar estratégias para se destacar e fazer com que o cliente encontre você sozinho.
A prospecção de clientes faz isso de maneira mais ativa, buscando pessoas que tem potencial para se tornar cliente e entrando em contato com elas. Esse contato pode ocorrer de diversas formas, por ligação, mensagem ou e-mail.
A questão aqui é que é proibido sair em busca dos clientes de forma direta, como um grupo de vendedores de um produto faria. Quantas vezes você já não ficou por muito tempo no telefone ouvindo uma atendente oferecer um produto de internet ou telefone? Isso também é prospecção de clientes.
Por isso fique atento, um time de vendas é só pra quem vende um produto, advogados oferecem soluções.
Anúncios
Este é um tópico muito importante e sensível. Uma das principais estratégias do marketing digital para gerar tráfego ou fazer vendas é investir em anúncios pagos. Os anúncios não são proibidos, mas precisam estar dentro das regras e dos limites éticos estabelecidos pela OAB.
O Google Ads, principal plataforma para anunciar online, disponibiliza diversas formas de anunciar. Alguns desses formatos são proibidos, outros não. Dessa forma, é preciso ter muito conhecimento sobre as limitações da publicidade jurídica.
Apesar de exigir estudo e muito cuidado, os anúncios são excelentes ferramentas para aumentar o tráfego em sua página online. Assim, você atrai pessoas que estão interessadas no assunto (e provavelmente em seu serviço), gerando relevância online.
Como fazer marketing digital para advogados
Com tantas particularidades, pode parecer até que não é possível fazer marketing para advogados. Entretanto, com bons profissionais pensando em uma estratégia certeira, é possível sim promover o nome de um advogado ou até escritórios sem ferir o código de ética da OAB.
Apesar destas diferenças, trabalhar nessa área não foge muito do que entendemos sobre o que é marketing digital aplicado a outros negócios. Entretanto, é necessário apenas um pouco mais de cuidado.
Produza conteúdo de valor
Quando o cliente está buscando por uma solução online, ele vai se deparar com muitas informações. Assim, é preciso entender que existe uma diferença entre apresentar uma informação e apresentar uma solução.
Os advogados precisam apresentar a solução para o problema do cliente que está pesquisando. Para isso, é preciso produzir conteúdos de alto valor, para que o usuário lembre de você como referência de especialista naquele assunto.
Na prática isso significa que você precisa sanar as dúvidas das pessoas. É importante destacar que essa não é uma tarefa simples, que pode ser realizada de um dia para o outro. Produzir este tipo de conteúdo exige tempo e dedicação.
Seja um especialista
Qual é sua principal área de atuação dentro do direito? Algumas pessoas acham que para ser visto como referência é preciso saber e falar sobre tudo. Isso não é verdade e pode, inclusive, prejudicar sua campanha.
Quando falamos que para ser referência é preciso produzir conteúdo, estamos falando sobre ter uma área de atuação e ser um especialista nela. Assim, quando o usuário pensar naquele problema, vai lembrar que você é a pessoa que pode oferecer a solução.
Assim, é fundamental adquirir o conhecimento necessário para ser especialista e, tão importante quanto, saber mostrar para as pessoas que você é referência no assunto.
Colocando na prática, a produção de conteúdo é uma das principais estratégias do marketing digital para advogados. Pode ser um blog com textos sobre a área, vídeos, livros ou materiais ricos como e-books e guias. Tudo respeitando sempre as regras do código de ética da OAB.
Conheça seu cliente
Antes de se tornar um especialista, você precisa pensar no que as pessoas estão buscando quando encontram seu serviço como solução. Assim você consegue produzir o tipo de conteúdo que elas querem consumir, tornando-se, por fim, uma referência.
Conhecer o cliente significa saber quais são suas dores; o que ele está buscando e quais as dúvidas que ele tem em relação ao seu problema. Com todas essas informações, você vai construir uma base com dados e informações suficientes para saber qual o tipo de conteúdo que vai produzir e para quem ele será direcionado.
É justamente aqui nesta etapa que você terá os melhores insights sobre como atrair clientes. Conhecendo seu público, busque informações que não sejam tão óbvias. Mapeie dúvidas e problemas que seus clientes tem mas que ainda não encontrou as respostas.
Em outras palavras, conhecendo seu cliente você consegue produzir materiais específicos, gerando relevância e autoridade online e ficando como referência.
Esteja presente em todos os canais
Para ser lembrado é preciso ser visto, seguindo a lógica do ditado popular. É fundamental estar presente em diversos canais, até mesmo nas redes sociais. Deixe sempre muito claro os canais e meios em que as pessoas podem encontrar você e seus serviços.
E-mail, site, blog, LinkedIn, telefone e por aí vai. É importante estar presente nestes canais porque dessa forma as pessoas podem, além de encontrar você, perceber como você é relevante na área e notar a sua presença.
Apesar de muitos entenderem como um meio inapropriado para tratar de assuntos sérios, é fundamental estar presente nas redes sociais. Afinal, é lá onde as pessoas passam boa parte do dia. Entretanto, nesse caso é preciso ter um cuidado redobrado, pois é muito mais fácil cometer um deslize nas redes.
Utilize seu perfil para criar um relacionamento com o público. Responda dúvidas, levante curiosidades ou informações pouco conhecidas, torne-se uma referência da área também nestes canais.
Invista em uma assessoria de imprensa
Outro ponto importante aqui é que vale a pena o esforço para se inserir na mídia. Esse trabalho pode ser feito com uma boa campanha de assessoria de imprensa. Eles são os responsáveis por enviar releases e entrar em contato com os canais de mídia para tentar a inserção.
Afinal, os canais de mídia, especialmente os jornalísticos, estão sempre em buscas de fontes de referência para comentar ou explicar assuntos que fogem de sua área. Quantas vezes você já não viu o mesmo advogado, médico ou economista dar entrevista para um mesmo programa de jornal?
Além disso, já reparou como os jornais tratam estas pessoas? Como especialistas. Sem dúvida você já leu uma manchete que ao final tinha a frase “especialista esclarece dúvidas” ou “especialista explica os pontos do projeto”. Conseguir uma inserção em jornais ou conceder uma entrevista explicando um caso jurídico contribui para sua autoridade no assunto.
Marketing digital para advogados com a V4 Company
Agora que entendemos que marketing digital também pode ser aplicado para advogados, concluímos que essa não é uma tarefa fácil. Exige estudo, dedicação e habilidades. Além disso, determinados estágios de uma estratégia de marketing digital necessitam de pessoas que já tenham experiência na área e no mercado.
Ainda que seja um processo longo, uma campanha de marketing digital bem estruturada consegue alcançar excelentes resultados. Afinal, o marketing digital é uma área ampla, onde todos têm espaço. Saber utilizar as ferramentas ao seu favor é fundamental.
Pensando nisso, sabemos que dificilmente um advogado sozinho conseguirá preparar uma campanha, aplicar as estratégias e interpretar os resultados. Não é uma questão de capacidade, é que foge da sua área de atuação. Então como aplicar as estratégias?
Para que você comece agora a entender como montar uma boa estratégia de marketing digital para advogados, nós disponibilizamos um material exclusivo V4 Company:
Além disso, você pode entender mais sobre as estratégias para esse segmento com o COO da V4 Company, Eduardo Torres, no vídeo abaixo:
Assessoria como solução em marketing digital para advogados
Agora, se você quer contar com profissionais capacitados para planejar suas estratégias, uma boa solução é contar com uma assessoria de marketing.
Diferente de uma agência de marketing, que geralmente possui equipes compartilhadas e com conhecimento mais técnico em suas áreas específicas, a assessoria da V4 Company conta com profissionais multidisciplinares. Estes atuam como um braço de marketing, tanto estratégico, quanto na operação da sua empresa.
Ou seja, fazendo uma análise que aponta os pontos a serem melhorados e boas práticas que podem seguir sendo aplicadas. Depois disso, uma equipe com pessoas especializadas na área e com experiência de mercado vai elaborar uma estratégia de marketing para você.
A partir da elaboração, é também a assessoria que vai colocá-la em prática, resultando no sucesso de uma campanha, transformando você e seu escritório em referências da área.
É claro que a assessoria conta com uma equipe especializada. Ou seja, conhece muito bem todas as regras e normas da publicidade jurídica estabelecidas pela Ordem dos Advogados do Brasil. Unindo o conhecimento e experiência, a garantia de sucesso das estratégias só aumenta.
Ficou interessado? Então contate nosso time de especialistas, torne-se referência na área e comece a atrair mais clientes para o seu escritório conforme as diretrizes da OAB permite!
O sucesso de um negócio não depende somente da quantidade de vendas ou do investimento feito, é importante ter muito planejamento e conhecimento sobre os processos. Se você decidiu ampliar as suas vendas com um time de Inside Sales, é importante saber que os números, como seus KPI de vendas, oferecem mais informações do que você pode imaginar.
Antes de mais nada, ter um time de Inside Sales faz total diferença para as vendas do seu negócio, inslcusive se o seu ramo de venda faz parte de lojas físicas por exemplo. Afinal, ampliar as vendas e disponibilizar o seu produto em qualquer lugar, pode aumentar os seus rendimentos e até o relacionamento com o cliente faz toda a diferença.
Se você ainda não possui um time de vendas internas, fique por dentro desse tema com o playbook de Inside Sales.
O que é um KPI de vendas?
Em primeiro lugar, você deve saber que KPI de vendas é a sigla do termo em inglês Key Performance Indicator, que pode ser traduzido como Indicador-Chave de Performance. Dessa forma, esses indicadores dizem respeito a todos os dados relacionados a vendas, ou seja, eles são as principais métricas que mostram os resultados.
Além disso, o KPI pode mostrar não somente dados gerais, mas números mais específicos como taxas de conversão de clientes por vendedores, valores médios das compras por cada cliente. Entretanto, também inclui números do cálculo da comissão por vendas, como o custo de aquisição por cliente. Bem como, quanto tempo dura a venda, sendo analisado desde o reconhecimento do lead.
Alinhado a uma boa estratégia de Marketing digital, o KPI de vendas pode ser o pontapé inicial para alavancar seus rendimentos. Mas você sabia que existe mais de um tipo de KPI? Vamos te mostrar agora.
Diferentes tipos de KPI de vendas
Antes de tudo, é preciso entender como funcionam os diferentes tipos KPI e quais os benefícios você tem ao adotar essa operação para o seu inside sales. Conheça os três tipos de KPI: estratégicos, táticos e operacionais.
Estratégicos ou Primários: são indicadores gerais que não precisam de uma análise aprofundada e mostram se a empresa está no rumo certo. Exemplo dele é a receita total.
Táticos ou Secundários: geralmente ficam a cargo de gestores e supervisores de diferentes setores, que analisam e mostram como está a performance de cada setor. Servem como um apoio aos KPIs estratégicos.
Operacionais ou Terciários: estão relacionados a atividades que devem ser feitas para alcançar os objetivos desejados na empresa. São acompanhados por especialistas de cada setor.
Nesse sentido, a união desses três tipos é essencial para entender como um todo, a situação do quadro de vendas de um comércio, seja ele online ou físico.
Como escolher o melhor KPI para o seu negócio?
Até aqui você já conseguiu entender um pouco mais sobre o funcionamento de um KPI e a sua importância para uma boa estratégia de inside sales e vendas no geral, certo? Então você quer adicionar essa estratégia nas suas vendas, saiba como escolher o melhor KPI:
O primeiro passo dessa decisão vai depender do tipo de estratégia de vendas que será adotada no negócio. Somente com base nas táticas de marketing digital, inside sales, Ciclo de vendas e demais artimanhas para atrair novos clientes, é possível alinhar o KPI com o resultado desejado.
Principais indicadores KPI de vendas
Existem algumas dicas de como chegar nessa decisão de forma mais rápida também, basta olhar para os principais indicadores de vendas, veja quais são.
Número de oportunidades abertas;
Número de oportunidades concluídas;
Canais de Venda;
Ticket médio;
Custo de Aquisição por Cliente (CAC);
Lifetime Value (LTV);
Tempo médio de venda;
Taxa de conversão.
Outro ponto importante que você deve estar antenado, é o chamado Churn, também conhecido como a taxa de cancelamento da empresa. Ele mostra o percentual de clientes que deixaram de fazer uma compra. Assim, apesar de ser um indicador negativo, que mostra logo de cara os clientes que o seu negócio perdeu, é exatamente por esse mesmo motivo que você deve dar atenção a ele.
Alinhado a um KPI eficiente e compatível com as estratégias de venda, você consegue ter um panorama geral de todos os indicadores. Ou seja, com uma boa análise, é possível entender o que está contribuindo no aumento ou diminuição da taxa de Churn. Em outras palavras, você identifica onde está o erro e consegue mudar isso, deixando de perder novos clientes.
Benefícios de analisar KPIs para o seu negócio
Precisamos destacar que apesar de ambos estarem ligados ao monitoramento de dados e números, KPI não é o mesmo que métricas. Mas como assim? Vamos lá, métrica é tudo aquilo que é medido, enquanto os KPIs são as informações essenciais
Esses números são capazes de mostrar os resultados das estratégias do time de venda. A partir disso, você pode ter controle do que funciona ou não nos planejamentos. Ou seja, com o acesso a esses resultados e dados, a equipe consegue pensar e se planejar de forma analítica. Tendo como base em números concretos e sem espaço para perder tempo criando estratégias a partir de suposições.
Melhorias no time de Inside Sales
Juntamente com as estratégias de marketing, os números do KPI também trazem outra vantagem para você. Com uma base de dados e indicadores concretos, o KPI estimula uma melhora no desempenho do seu time de inside sales.
Os indicadores apontam os resultados das estratégias de venda usadas. Ou seja, logo de cara já fica visível para o seu time quais mudanças devem ser feitas e o que funciona e garante o sucesso de vendas.
Como começar a usar KPI de vendas na sua empresa
Se você chegou até aqui e quer investir em uma estratégia de vendas eficiente, precisa saber que uma Assessoria de marketing como a V4 Company pode te auxiliar com os profissionais capacitados.
Afinal, já foi visto até aqui que o Marketing exerce um papel importante no desenvolvimento e consolidação de uma marca. Ou seja, para manter o seu negócio no topo do mercado, é importante estar por dentro das melhores estratégias e acima de tudo, saber como aplicar para obter os melhores lucros.
Se você ainda tem dúvidas sobre a importância de um time de Inside Sales bem desenvolvido, assista ao COO da V4 Company, Eduardo Torres explicar tudo o que você deve saber sobre esse tema.
O que é Churn? De que maneira essa métrica define o sucesso do negócio?
Tão importante quanto conquistar novos clientes é continuar fazendo negócio com quem já comprou pelo menos uma vez. Para aumentar os índices de retenção, empreendedores e empresários precisam estar atentos aos cancelamentos e desistências por parte dos clientes, ou seja, entender de fato o que é o churn.
No universo de vendas e marketing digital, churn (ou churn rate) é uma métrica que mede a rotatividade de clientes de um empreendimento, isto é as taxas de cancelamento. Para que um negócio perdure e seja sustentável, o ideal é que essa métrica seja no menor valor possível. Uma vez que estamos lidando com um indicador que trata sobre perdas.
Você deseja saber mais sobre o que é churn? Acompanhe o artigo que preparamos até o final, pois vamos te explicar tudo o que você precisa saber sobre o assunto.
Churn ou churn rate é a taxa de cancelamento de uma empresa. Ou seja, essa métrica diz respeito ao percentual de clientes que deixaram de adquirir o produto ou serviço oferecido por um empreendimento.
O acompanhamento do que é o churn é uma prática comum de negócios que funcionam com o modelo de assinatura ou contratos recorrentes, como por exemplo serviços de streaming como a Netflix e o Spotify, ou empresas prestadoras de exemplos, como uma agência de marketing.
Apesar de ser uma métrica olhada com frequência por empresas que trabalham com os modelos citados anteriormente, outros negócios podem – e devem – conhecer e calcular o valor do seu churn. Dessa forma, os negócios ganham mais uma ferramenta para observar a sua saúde financeira.
Como calcular o churn?
Antes de entrarmos na prática de como calcular o churn, vamos entender para que serve esse valor? Como mencionamos anteriormente, essa métrica irá forncecer o percentual de clientes que cancelaram determinado produto ou serviço. Entretanto, essa não é a única informação que você pode obter ao descobrir com essa conta.
Dessa forma, o churn também pode ser usado para calcular as perdas de receita. Todavia, cabe salientar que uma queda no número de clientes necessariamente quer dizer uma dimunição da receita. E vice-versa. Mas vamos entrar neste tópico em questão a seguir.
Abaixo, você confere os conceitos e como calcular cada tipo de churn.
Logo Churn
O Logo Chrun ou Costumer Churn são as formas mais conhecidas de se descobrir o percentual de desistências de um negócio. Para calculá-lo, você irá precisar saber os números de clientes que cancelaram e clientes ativos.
Dessa forma, você irá obter o logo churn da seguinte maneira:
(número de clientes que cancelaram) / (número de clientes ativos no início do período) x 100
Para ilustrar esse cálculo, imagine o seguinte exemplo: Uma empresa começa o mês com 100 clientes. Entretanto, com o passar dos dias 10 contratos são encerrados. Para saber o valor do churn, você irá fazer o seguinte cálculo:
Churn= 10/100×100
Total: 10%
Ou seja, se uma empresa possui 100 clientes no início de um período, seja ele semana, mês ou ano, e ao final perde 10, ao calcular o percentual de churn encontraremos o valor de 10%.
Revenue Churn
O Revenue Churn é o cálculo que uma empresa pode fazer para avaliar a perda de receita durante um período. Esse valor será composto da seguinte maneira:
RC = (total de receita perdida no período) / (total de receita no término do período anterior)
Um ponto que você precisa estar atento ao calcular o Revenue churn é que uma perda de receita não necessariamente significa cancelamentos ou desistências por parte de um cliente. Além disso, o contrário também é válido.
Isso acontece quando quem já realiza compras com a empresa opta por um plano de menor custo ou um upgrade, ou seja, uma assinatura ou produto com maior valor. Tais mudanças impactam tanto a receita como o número de clientes.
Cohort Retention
O cohort em si é uma métrica que possibilita que empreendedores e empresários entendam as características de um grupo de clientes em um espaço de tempo.
No entanto, o Cohort Retention oferece uma visão do micro e que você identifique os pontos que precisa melhorar no seu negócio. Para que você acompanhe esse número, você precisará do auxílio de um profissional que saiba construir dashbords com dados e analisá-las, como por exemplo os Analistas de BI.
Churn Negativo
Para que uma empresa alcance um valor negativo de churn, é necessário que as perdas de clientes e receitas sejam superadas. Entretanto, uma taxa de churn rate negativa não significa que o seu produto não teve nenhuma desistência ou cancelamento.
Pode acontecer de um negócio perder alguns clientes ao passo que outros realizem upgrades, ou seja, optem por um plano mais caro ou mais um serviço. Para isso, empresários e empreendedores podem apostar em estratégias de upselling, por exemplo.
Para que um negócio prospere, ou seja, tenha lucro, é necessário que as taxas de churn sejam as mais baixas possíveis. Quanto menor for o churn rate, menor será o número de desistências ou cancelamentos de um produto.
Agora que você conhece o conceito, como calcular e os principais tipos de churn, confira as nossas dicas para diminuir esse valor.
1- Apostar em Customer Success
O termo Customer Success pode ser traduzido como ”sucesso do cliente’’. Essa estratégia de retenção de clientes reúne um conjunto de técnicas para analisar as interações e o nível de satisfação dos clientes.
Para que esse conhecimento seja colocado em prática, as empresas podem optar por contratar um profissional para cuidar da área ou montar um time focado em Customer Success.
Em nossa assessoria de marketing, por exemplo, contamos com uma equipe específica responsável pelo nosso processo de customer success.
2- Atendimento
Seja no ponto de vendas ou pelos canais digitais, um bom atendimento faz a diferença e pode ajudar a diminuir os valores de churn. Uma tática que os vendedores podem colocar em prática é o rapport, habilidade capaz de quebrar o gelo e construir uma relação de confiança com quem está do outro lado da linha.
3- Cuidado com as promessas
Para que o negócio seja fechado, o vendedor não deve prometer o que não pode cumprir ao cliente. Gerar altas expectativas e não respondê-las pode fazer com que a relação de confiança estabelecida seja quebrada.
Por isso, busque alinhar as premissas e os interesses do cliente. Além disso, ao prometer o que o seu produto ou serviço tem condições de cumprir, você estabelece uma relação de confiança – e até admiração – com o cliente.
4- Eduque o cliente
Seja você vendedor ou profissional de marketing, busque explicar para quem está do outro lado da linha a importância do seu trabalho. Para isso, aposte em processos de onboarding, conteúdos exclusivos e coloque-se à disposição para responder qualquer dúvida do cliente.
Em resumo, para que o cliente não desista do produto é necessário que as marcas e empresas entreguem valor constantemente.
5- Trabalhe com as evidências
Como vendedor ou profissional de marketing, use o seu conhecimento a seu favor. Mostre para quem está do outro lado os resultados já obtidos por quem confiou na solução ou serviço que está sendo ofertado por você.
Exemplifique. Simplifique. Vá direto ao ponto quando o assunto é apresentar evidências. Busque por cases de sucesso de empresas ou produtos semelhantes, dessa forma você cria uma conexão entre o que está oferecendo e as necessidades do seu cliente.
Por que calcular o valor do churn?
Para que um negócio cresça e prospere, é preciso encarar os indicadores, sejam eles positivos ou negativos, de frente. E com os valores de churn não seria diferente.
Saber quanto que um empreendimento perde de clientes ou receita é uma métrica que ajuda – e muito – os negócios no planejamento a médio e longo prazo. Por isso, ao adotar a prática de acompanhar esse indicador, gestores conseguem ter uma visão mais estratégica para conduzir uma empresa.
Se um negócio apresenta bons valores de churn, por exemplo, isso significa que as entregas da empresa estão sendo positivas. No entanto, isso não significa que não se pode melhorar ainda mais o que está sendo ofertado aos clientes.
Caso os valores de churn sejam altos, é hora de observar quais processos que não estão funcionando e tomar uma atitude para reverter esse quadro. Caso o contrário, o negócio pode acabar sendo prejudicado no futuro.
Como a V4 Company aplica esse conhecimento?
Em nossa assessoria de marketing, contamos com um time de Customer Success para nos auxiliar em diversas atividades, entre elas os resultados do chrun. Os profissionais que compõem essa equipe são responsáveis por monitorar o índice de satisfação dos clientes com os nossos serviços e identificar pontos de melhoria.
Além disso, estamos sempre de olho nas métricas do negócio. Elas nos fornecem informações importantes sobre as estratégias que estamos usando.
Em resumo, para nós, tão importante quanto atrair a atenção de novos clientes, é conseguir fidelizar com quem já está em contato com o negócio. Ou seja, a retenção. Por isso, buscamos estar sempre abertos para as demandas e necessidades de quem nos contrata.
Que tal colocar esses conhecimentos em prática e reduzir o seu churn?
Para que a venda aconteça, profissionais de marketing digital e vendedores precisam colocar em prática uma série de estratégias. Dois bons exemplos são o uso de gatilhos mentais e o senso de urgência.
Saber gerar o sentimento de urgência no cliente é um conhecimento que faz a diferença na condução dos leads dentro do funil. Mas também, no processo comercial inteiro.
Afinal, ao ser aplicada, essa técnica pode diminuir a duração do ciclo de vendas, ou seja, a jornada percorrida até que o prospect se torne cliente.
Quer saber como gerar senso de urgência para que as vendas aconteçam de forma mais ágil? Acompanhe este artigo até o final, pois vamos te explicar tudo o que você precisa saber.
Afinal, o que é senso de urgência?
O senso de urgência é uma estratégia usada por vendedores com a finalidade de acelerar as negociações. Dessa forma, a técnica permite captar melhor a atenção do lead para que a compra aconteça.
Cabe salientar que o senso de urgência não se trata de enganar o cliente, mas sim agilizar o processo comercial. Dizer que um produto está acabando ou que a oferta é limitada até um certo horário sem que isso seja verdade, pode manchar a imagem do negócio.
Na verdade, o senso de urgência é uma maneira de dar mais fluídez ao ciclo de vendas de um produto ou serviço. Para isso, profissionais de vendas e marketing se envolvem no processo e em paralelo criam estratégias com a finalidade de ajudar o cliente a dizer ‘’sim’’.
Abaixo, você confere os usos do senso de urgência nas áreas de marketing e vendas:
Senso de urgência em marketing
Marketing e vendas são áreas que se relacionam entre si. O setor de marketing será o responsável por gerar a demanda, enquanto o time comercial ficará encarregado de conduzir as negociações para que o cliente realize a venda.
No que diz respeito ao senso de urgência, os profissionais de marketing vão usar esse conhecimento na hora de construir campanhas e anúncios. Com o objetivo de acelerar a decisão de compra por parte do cliente, os conteúdos produzidos por copywriters e diretores de arte vão destacar as vantagens e porque o cliente deve comprar o produto o quanto antes.
Para acelerar a decisão do cliente, esses profissionais podem chamar a atenção para um prazo que se encerrará em pouco tempo ou a quantidade limitada de produtos.
Abaixo, você confere alguns exemplos de ações de marketing para despertar o senso de urgência nos clientes:
Campanhas de e-mail marketing com tempo ou estoque limitado
Campanhas de remarketing
Ações em redes sociais
Senso de urgência em vendas
Pré-vendedores, ou seja, os profissionais de LDR, SDR e BDR costumam usar o senso de urgência para acelerar a trajetória dos leads dentro do funil de vendas. Já os vendedores colocam esse conhecimento em prática na etapa final das negociações, com o intuito de fazer o cliente dizer ‘’sim’’ para a oferta.
Em empresas com uma maior maturidade, o processo de vendas começa no setor de marketing ao invés do comercial. A partir das demandas geradas por esses profissionais através de diferentes estratégias de marketing digital, a equipe de vendas entra em ação.
Enquanto os qualificadores vão focar em conduzir os leads pelo funil, o vendedor será responsável por fechar o negócio. Para isso, além do script de vendas, ele pode instigar o senso de urgência em quem está do outro lado da linha.
Como gerar senso de urgência?
Agora que você já sabe o que é senso de urgência e os benefícios de colocar esse conhecimento em prática, aprenda como colocá-lo em prática. Abaixo, você confere os cinco passos que preparamos para que você saiba por onde começar.
1 – Conheça o seu lead
Primeiramente, o vendedor precisa conhecer o lead para conseguir gerar o senso de urgência. Para isso, os profissionais responsáveis pela etapa de vendas podem combinar algumas técnicas, como por exemplo o Spin Selling e gatilhos mentais para conhecer e fazer as perguntas certas ao prospect.
Dessa forma, quem é responsável pela venda terá conhecimento do que é realmente importante para o cliente. E o primeiro passo para que o senso de urgência seja despertado no cliente está na importância que determinado produto pode vir a ter por ele.
2- Conheça o potencial do produto que você está ofertando
Tão importante quanto conhecer o cliente e o mercado onde ele está inserido, é que o vendedor saiba as potencialidades do que está comercializando. Desse modo, será mais fácil mostrar ao prospect porque ele precisa do produto ou serviço que está sendo ofertado.
3- Mostre a importância do produto
Importância é a chave do senso de urgência. Dessa forma, um vendedor não vai conseguir colocar esse conhecimento em prática se o produto ofertado não fizer sentido para o cliente.
Para que o lead enxergue valor na solução ofertada por você, adapte o discurso, capriche no pitch de vendas e nos exemplos. Ao falar sobre cases de sucesso, busque aqueles que se aproximem da realidade vivida pelo prospect.
4- Seja ético
Senso de urgência não tem a ver com mentir para o cliente, mas sim induzir a compra.Mentir para que a venda aconteça é antiético, além de gerar prejuízos para o negócio.
Ao se sentir enganado, não será possível obter a retenção nessa compra, ou seja, a oportunidade de vender novamente para o mesmo cliente.
5- Seja objetivo
Para despertar o senso de urgência, profissionais de marketing e vendas precisam ser objetivos. Os responsáveis pelo marketing, como copywriters, precisam pensar em chamadas que levem a ação.
Já os vendedores precisam ter um discurso que fuja aos jargões técnicos e que o cliente entenda. Em resumo, as abordagens não podem deixar dúvidas.
A diferença entre gatilhos mentais e senso de urgência
Gatilhos mentais são atalhos usados pelo cérebro humano para facilitar a tomada de decisão. Saindo da biologia e adentrando nas áreas de vendas e marketing, gatilhos mentais consistem em estratégias usadas por esses profissionais para instigar o cliente a realizar a compra.
Vendedores e profissionais de marketing contam com diversos gatilhos mentais ao seu dispor, sendo um deles o senso de urgência.
O senso de urgência está relacionado a um gatilho mental muito usado pelas marcas de luxo, o da escassez. Grandes grifes costumam lançar coleções limitadíssimas ao redor do globo. O desejo pelo ítem e saber que ele é algo tão exclusivo, induz as pessoas a comprarem rapidamente o produto.
Em resumo, esse gatilho é colocado em prática para que o cliente seja estímulado a comprar o produto o quanto antes, seja pelo estoque limitado ou pelo desconto oferecido por um curto período de tempo.
A visão da V4 Company
Os profissionais de marketing e do nosso time de inside sales usam diversas estratégias para que as vendas sejam realizadas. Um dos conhecimentos aplicados pela nossa equipe é o senso de urgência.
Por aqui, a gente entende que é preciso saber usar o senso de urgência com prudência. Caso o contrário, o cliente pode sentir que está sendo pressionado e desistir da compra.
Outro ponto que defendemos é que os motivos apontados para acelerar a compra precisam ser reais. Ou seja, não vale falar para o cliente que certo produto está acabando ou que o desconto vai até uma determinada data se isso não for verdade.
Quer saber mais sobre o modelo de vendas Inside Sales da V4 Company, e como colocá-lo em prática? Baixe agora o nosso Playbook de Execução Inside Sales.
Para finalizar, se você está procurando formas de se profissionalizar e trabalhar com marketing, você precisa conhcer a nossa formação em Assessor de Marketing. Esse é o primeiro passo para um novo rumo na sua vida profissional.
Como vender online? 7 dicas para aumentar suas vendas
A pandemia de Covid-19 fez com que diversos negócios precisassem se reinventar e buscassem formas de como vender online. O que antes era visto como uma forma de complementar as vendas realizadas no ambiente físico, se tornou essencial para que diversas empresas resistissem ao vírus.
Neste texto, nós vamos te explicar tudo o que você precisa saber sobre como vender online, e alavancar os resultados do seu negócio com a internet.
Como vender online no pós-pandemia?
Segundo uma pesquisa realizada pela Neotrust, empresa que monitora os números do comércio digital, as vendas pela internet bateram recorde de faturamento em 2021. Segundo o levantamento, a modalidade faturou mais de R$ 161 bilhões, valor esse 26,9% maior que o do ano anterior.
O estudo aponta que o número de pedidos aumentou em 16,9%, dessa forma sendo realizadas mais de 353 milhões de entregas. Entre os produtos mais vendidos, destacam-se os das categorias de: moda, beleza, perfumaria e saúde.
Com o avanço da vacinação, diminuição das taxas de contágio de Covid-19 e flexibilização quase que total das medidas de isolamento e distanciamento, você deve estar se perguntando se ainda vale a pena investir em estratégias de como vender online.
E a resposta para tal pergunta é sim! Como empreendedor ou empresário, vale a pena que você continue investindo em uma estratégia digital de como vender online.
Apesar de estarmos voltando a vida como ela era antes da pandemia de Covid-19, alguns hábitos adquiridos durante o período vieram para ficar. E deles foi às compras on-line.
Uma pesquisa realizada pela NielsonIQEbit, e com participação da Bexs Pay aponta que as intenções de compra on-line seguem em alta. De acordo com o estudo, 91,7% dos consumidores pretendem continuar comprando pela internet.
Ou seja, as compras online chegaram para ficar.
7 dicas de como vender online
Para quem deseja iniciar um negócio, ter um vender online é uma ótima maneira de começar, uma vez que não há os custos com a estrutura física de um negócio.
No entanto, para quem tem um negócio já consolidado, vender pela internet é uma forma de expandir os negócios e conquistar novos públicos, sem que a geografia seja um fator impeditivo.
Assim como as lojas físicas, negócios que usam estratégias de como vender online tem as suas particularidades e precisam prestar atenção em alguns pontos. Se o seu negócio vende exclusivamente pelo digital, será fundamental que você trabalhe com planejamentos de marketing digital e afins.
Para que o seu negócio se destaque frente a concorrência, não basta apenas existir no digital. É preciso usar as ferramentas certas e entender as especificidades do formato online.
Abaixo, você confere 7 dicas de como vender online e turbinar a performance da sua loja no ambiente digital.
1- Conheça o ciclo de vendas do seu produto
Para que você explore mais uma ferramenta de venda para o seu produto ou serviço, é necessário que você entenda o ciclo de vendas do seu produto. A partir desse conhecimento, você conseguirá fazer escolhas mais objetivas ao vender o seu produto pela internet.
2 – Planejamento
Primeiramente, coloque na ponta do lápis quais são os seus objetivos, ou seja, o que você deseja alcançar migrando ou explorando as potencialidades da internet para vender. Além disso, estipule os valores que você deseja investir na interface virtual do seu negócio.
3 – Canais de vendas
Primeiramente, você não precisa estar em todas as redes sociais e marketplaces para que o seu produto gere lucro. O importante é saber escolher e investir nas plataformas certas.
Dependendo da plataforma que você for usar ao vender online, é possível integrar o negócio aos famosos marketplaces, como por exemplo Mercado Livre, Americanas e Magazine Luiza.
Abaixo, você confere algumas plataformas que podem te auxiliar a levar o seu negócio para o virtual:
Marketing e vendas são áreas que dialogam entre si. Cabe ao marketing gerar a demanda, ou seja, criar campanhas e estratégias com a finalidade de divulgar um produto ou serviço.
Já o setor de vendas será o responsável por dar andamento às demandas iniciadas pelo marketing. Ou seja, conduzir o cliente para que a venda ocorra.
Para isso, os vendedores podem usar diferentes abordagens, entre elas o BANT e o Spin Selling, para qualificar os leads. Após a etapa de qualificação do lead, os profissionais podem colocar em prática os conhecimentos de pitch de vendas e afins para conectar-se com o cliente e fechar a venda.
Em situações de vendas online, o marketing digital será uma ferramenta chave para que o seu negócio seja visto e lembrado pelos clientes. O marketing digital vai ajudar você a vender online através de algumas ações, entre elas podemos citar:
Anúncios nas redes sociais e mecanismos de buscas
Estratégias de Inbound Marketing
Marketing de conteúdo
5- SEO
Um dos pilares da estratégia de marketing digital é o SEO. A sigla significa Search Engine Optimization e diz respeito a um conjunto de estratégias para otimizar sites.
Sabe quando você busca por um produto e as opções de determinado estabelecimentos são as primeiras a aparecer? É isso que uma boa estratégia de SEO pode fazer pelo seu negócio.
É comum associar estratégias de SEO apenas a blogs, no entanto, esse conhecimento de otimização pode ser usado em páginas de vendas, redes sociais e ecommers. Sendo assim, o SEO é uma excelente ferramenta para se investir ao traçar estratégias de como vender online.
6- Redes sociais
Mas existe diferença de social media para marketing digital? A resposta para essa pergunta é sim. As redes sociais fazem parte das estratégias de marketing digital.
As redes sociais são uma ferramenta interessante para adicionar as estratégias de como vender online. Afinal, elas são ótimas para atrair tráfego, construir um relacionamento com público e gerar engajamento.
Abaixo, separamos alguns conselhos para você colocar em prática nas redes sociais do seu negócio:
Preocupe-se com a estética das redes sociais do seu negócio, para isso invista na identidade visual e no branding da sua marca;
Apresente fotos de qualidade dos seus produtos;
Use as redes sociais para se conectar com o seu público, respondendo comentários e produzindo conteúdo diversos.
7- Atendimento
Seja no formato e-commerce ou PDV, ou seja, pontos de vendas, o atendimento ao público é essencial para etapas de vendas e pós-vendas. Ao vender online, você perde o olho no olho vendedor-cliente, entretanto há maneiras de como construir esse relacionamento de forma remota.
Se você realiza vendas em um site proprietário, invista em uma ferramenta de chat para a sua página.
Como a V4 Company pode ajudar o meu negócio?
Para que o seu negócio decole vendendo pela internet, o primeiro passo a ser seguido após a criação da sua loja virtual é a elaboração de estratégias de marketing digital. Afinal, somente através de um planejamento bem definido que sua empresa começará a se destacar no digital.
Entretanto, não é necessário entender como fazer isso sozinho. Para isso, você pode contratar profissionais capacitados como responsáveis pelas estratégias de marketing. Além disso, é possível terceirizar o serviço, contando com o auxílio de uma assessoria de marketing, por exemplo.
Há quase uma década no mercado, a V4 Company trabalha auxiliando empresas a implementarem o processo de vendas pela internet, bem como na construção de estratégias de marketing digital. Tudo isso com um único propósito: gerar os melhores resultados para quem contrata os nossos serviços.
Lembrando que você pode começar a turbinar os resultados do seu e-commerce com a gente. Acesse o Playbook de Execução E-commerce e transforme o seu negócio digital em um poderoso imã de clientes.
Por fim, se você quer abrir o seu próprio negócio pela internet, mas ainda possui algumas dúvidas, temos mais uma dica para você. Assista ao vídeo do nosso Key Account Manager, Guilherme Lippert, sobre como escolher produtos certos para vender online.
Ciclo de vendas: o que é e como usá-lo para vender mais
Você já deve ter ouvido falar que vendas são um processo. Mas você sabe como isso funciona? Hoje, nós vamos te explicar o que é um ciclo de vendas.
Como tudo na vida, situações de compra e venda possuem um início, meio e fim. E um ciclo de vendas fala exatamente sobre isso. Basicamente, o ciclo de vendas é a trajetória que o cliente percorre desde os contatos iniciais, ou seja, a prospecção ao pós-vendas.
Para as empresas, entender o ciclo de vendas do produto ou serviço oferecido amplia a visão estratégica do negócio e facilita as rotinas comerciais. Já para quem é vendedor, dominar esse conceito e entender em qual etapa o lead está faz com que os contatos sejam cada vez mais objetivos.
Quer saber tudo sobre ciclo de vendas? Fique nesta página até o final, pois vamos compartilhar tudo que você precisa saber sobre o assunto.
Afinal, o que é ciclo de vendas?
O ciclo de vendas diz respeito ao conjunto de etapas percorridas para que o lead vire cliente. Ele começa com a prospecção e se estende ao pós-vendas.
Conhecer o ciclo de vendas faz com que profissionais de marketing e vendas tomem decisões cada vez mais estratégicas
Ciclo de vendas curto:
Um ciclo de vendas curto tem a agilidade como principal característica. Nesta trajetória, o processo de vendas acontece em menor tempo.
Ciclos de vendas curto são característicos de produtos mais simples e baratos, onde o negócio é fechado sem grandes objeções do cliente.
Ciclo de vendas longo
Em produtos e serviços com um ciclo de vendas longo o processo costuma levar um pouco mais de tempo.
Ciclos de vendas longos são característicos de produtos e serviços com um maior ticket médio.
Quais são as etapas de um ciclo de vendas?
Seja uma trajetória curta ou longa, um ciclo de vendas é composto por algumas etapas. Abaixo, você confere cada uma delas e a sua importância ao longo do processo comercial.
1 – Prospecção
Um ciclo de vendas começa com a busca por clientes. Uma empresa pode buscar por clientes de diversas formas, desde o uso de estratégias de marketing digital à ferramentas geradoras de leads.
Em times de Inside Sales, ou seja, vendas internas, encontramos profissionais cuja responsabilidade é a prospecção. Esses são conhecidos como LDR, ou Lead Development Representative, e os BDR, ou Business Development Representative.
LDR, ou representante de desenvolvimento de lead, é o profissional responsável por organizar os leads. Já o BDR ficará encarregado de gerar leads qualificados, e para isso faz o uso de estratégias como Cold Mail, networking e Cold Call.
Entenda melhor o que são o LDR, BDR e SDR em seu time de Inside Sales!
2 – Qualificação
Não basta ter um grande volume de leads no funil para que a venda aconteça. É necessário qualificar as oportunidades, e assim encaminhá-las aos profissionais responsáveis por fechar a venda.
Em times mais estruturados de Inside Sales, a função de qualificação é de responsabilidade dos Sales Development Representative (SDRs), ou seja, o Representante do Desenvolvimento de Vendas.
Para que as oportunidades sejam qualificadas, profissionais responsáveis por essa atividade dispõem de uma série de técnicas a seu favor. Entre elas podemos citar os processos de BANT e Spin Selling.
3 – Oferta
Nesta etapa, o vendedor apresenta o produto ao cliente. Aqui é importante que o profissional responsável esteja preparado para responder as dúvidas.
4 – Negociação
Objeções podem surgir ao apresentar o produto. Por isso, é necessário que vendedores saibam como contorná-las e como o produto ou serviço oferecido pode solucionar os problemas relatados.
O que pode fazer com que a fase de negociação seja mais ágil, é mapear as possíveis objeções do cliente. Para isso, será necessário consultar o histórico de vendas. Dessa maneira, profissionais de vendas vão saber o que fazer no momento em que elas surgirem na conversa.
5 – Acompanhamento
Em alguns momentos, a decisão de compra não é quase que instântanea. Principalmente quando estamos tratando de produtos com alto valor agregado e vendas complexas.
Por isso, é importante que o vendedor tenha as informações a respeito do lead organizadas dentro do software de CRM para voltar a fazer contato quando necessário.
Em resumo, a etapa de acompanhamento é sobre retornar ao lead e ver se ainda há interesse em fazer a compra ou o que falta para que a negociação seja efetivada.
6 – Pós-vendas
O processo de vendas não encerra com o contrato assinado. O pós-vendas é essencial para que a empresa conquiste a retenção, ou seja, a oportunidade de vender novamente para quem já é cliente.
Em suma, o pós-venda consiste em um conjunto de relações com o objetivo de desenvolver um relacionamento para o cliente. Como exemplos de ações pós-vendas podemos citar:
Programas de pontos ou fidelidade
Programas de indicação
Promoções
Além de ações voltadas a retenção de clientes, o pós-vendas também é momento de acompanhar as métricas e ver o que pode ser desenvolvido no ciclo de vendas.
3 dicas para diminuir o ciclo de vendas
Diminuir o ciclo de vendas é um dos principais desejos de líderes comerciais e empresas. Um processo mais ágil facilita o dia a dia das equipes e facilita a tomada de decisões.
Abaixo, listamos quatro dicas de como diminuir a trajetória de vendas:
1- Autoconhecimento
O primeiro passo para que uma empresa diminua o seu ciclo de vendas é conhecê-lo. Para isso, é importante analisar como as situações de compra e venda ocorrem e o que pode ser otimizado.
2- Conte com as ferramentas adequadas
Uma importante ferramenta para os processos comerciais são softwares de CRM. Nele, times de Inside Sales registram informações sobre o lead e o andamento do funil de conversão.
No entanto, não basta apenas o CRM. É necessário que os profissionais envolvidos no comercial saibam como usar e organizar as informações no software.
Outra ferramenta que pode auxiliar a diminuir o ciclo de vendas são plataformas de assinatura on-line de documentos. Dessa forma, é possível fechar contratos sem a necessidade de ir até um cartório.
Quanto mais fluido e sem burocracias for as atividades do time comercial, esse aspecto irá se refletir nas trajetórias de vendas.
Para que o ciclo de vendas seja diminuído, é fundamental que os profissionais de vendas conheçam o funil com o qual estão trabalhando. Além disso, é importante que as ações de marketing sejam direcionadas às etapas certas.
O ciclo de vendas da V4 Company
Em nossa assessoria de marketing, trabalhamos com ciclos de vendas curtos e longos. O que determina a natureza da trajetória de vendas é o produto.
Para produtos com maior valor agregado, ou seja, de ticket médio alto, entedemos que se trata de um ciclo de vendas longo e que vai demandar mais do nosso time de vendas. Já em produtos mais baratos, trabalhamos com uma trajetória mais enxuta.
Todavia, um ciclo de vendas mais curto não significa que pulamos etapas. O que acontece em situações do tipo é que os estágios em si acontecem com maior agilidade.
Em resumo, conhecer o ciclo de vendas de um produto ou serviço faz com que a empresa tome decisões cada vez mais estratégicas e faça uma alocação de recursos mais objetiva.