Category: Artigos

  • Qual o cliente ideal para desenvolver seu negócio?

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: O CLIENTE IDEAL

    Dando continuidade a nossa série de posts sobre o desenvolvimento de seu negócio através do engajamento com seus clientes, iremos falar aqui sobre como identificar o cliente ideal para focar em suas estratégias.

    DICA: pegue um papel e vá escrevendo palavras-chave do conteúdo que estamos apresentando aqui. Este material será extremamente importante para você resumir este processo e entendê-lo  como um todo.

    Você sabe me dizer, sem titubear, qual é a sua audiência? Se SIM, parabéns! Este é o seu cliente ideal! Nós iremos revisar através de algumas ferramentas se este público está de acordo com o seu negócio. E se sua resposta for NÃO, vamos solucionar esta falha. Não se preocupe, muitos negócios estão aí fora procurando por uma audiência. Sim, é um erro e ele é mais comum do que você imagina, mas estamos aqui para solucioná-los, não é mesmo?

    Se formos seguir rigidamente de acordo com as regras, decidir uma audiência seria o primeiro passo, e logo depois suas dores, para então adequar o produto/serviço para solucionar esta dor. Então vamos partir deste pensamento: Escreva em uma folha qual a audiência que você está direcionando. Aqui estão alguns critérios que você pode utilizar:

    • Critérios sociais básicos –  idade | gênero | família
    • Habilidade profissional – colarinho branco | colarinho azul | desenvolvedores web | …
    • Qual o grau profissional – estudante | estagiário | júnior | sênior | CEO | …
    • Quais seus interesses para lazer
    • Que tipos de produtos/serviços ele já utiliza
    • Que ambientes eles frequentam (online e offline!)
    • Quais livros/blogs/cursos/sites eles leem/participam
    • Quais eventos/workshops eles atendem

    Outra maneira de segmentar por habilidade/grau profissional é de, ao invés de qualificar por sua posição, qualificar por uma operação específica. Exemplo: direcionado para a pessoa responsável pela contratação de novos funcionários ou até direcionado para quem não pode almoçar durante o horário de almoço (11:30 – 13:30).

    Procurar esta “lacuna” pode ser tortuoso, mas acredite, irá se pagar no final. Agora aqui vamos apresentar algumas outras questões que lhe auxiliarão para você fazer uma escolha assertiva com seu público:

    • Você os conhece bem? Se você possui alguma expertise em alguma área é uma grande vantagem competitiva porque, além de provavelmente você já ter sentido as dores desta audiência, você se irá se sentir confortável conversando com eles.
    • Você gosta deles? Há uma frase que diz “se você não gosta de universitários, não abra um pub”. Trabalhar para pessoas que você não simpatiza pode ser extremamente doloroso…
    • Eles podem lhe pagar? Muito mais do que responder se o usuário tem dinheiro ou não, pense a respeito dos métodos de pagamento, ou até se o usuário está acostumado a pagar pelo produto/serviço que você está oferecendo.
    • Você sabe como interagir com eles? Pense a respeito de como eles se comportam. Existem nichos que preferem interações online ao invés de ir até uma loja física. Saiba aonde achá-los e como iniciar uma conversa.

    Continue aprendendo sobre como desenvolver seu negócio descobrindo o grande objetivo de sua audiência, e evoluindo cada vez mais sua capacidade de engajar com eles! Transforme-o em seu cliente ideal!

  • O que Tim Ferriss nos ensinou sobre produtividade

    O que precisamos aprender sobre produtividade com Tim Ferriss

    Tim Ferriss, autor da obra “Trabalhe 4 horas por semana” traz um tensionamento excelente sobre produtividade e a forma como podemos otimizar nosso trabalho. Elencar as prioridades do dia nem sempre é uma tarefa fácil. Na maioria das vezes nosso “cálculo” é feito de forma a encaixar as tarefas nas horas de trabalho disponíveis.

    O autor afirma, entretanto, que essa lógica é uma ilusão. Nós, enquanto profissionais ou empresários precisamos trabalhar para sermos cada vez mais estratégicos e menos “tarefeiros”. Se tivermos 8h para realizar tais tarefas, demoraremos as 8h. Se tivermos 15h, demoraremos as 15h.

    Entretanto, se nos mantivermos focados em executar o que realmente é importante, sem pensar que temos ainda tantas horas, evitamos o “fantasma” da procrastinação e estaremos, portanto, muito mais produtivos!

    O autor acredita que nós, no trabalho, não precisamos nos preocupar com estarmos ocupados, mas com estarmos PRODUTIVOS. Isto é, é importante que tenhamos metas e que possamos dar o máximo de performance sem estar simplesmente cumprindo horário.

    Esse comportamento é típico das startups e empresas de tecnologia, onde não existem horários rigorosos a ser cumpridos, mas metas claras que permitem que o colaborador trabalhe como preferir, desde que atinja os objetivos pré definidos.

    O autor defende a ideia do “trabalhe 4 horas por semana” no sentido de que, se você estiver realmente focado, terminará as suas atividades em um tempo menor e portanto não precisará ficar na empresa apenas “ocupando espaço”.

    Segundo ele, tudo é uma questão de organização. Se tivermos 40 horas por semana para trabalhar, ou seja 8 por dia, preencheremos esse período com trabalho e outras atividades que não são o nosso foco. Isso acontece por termos uma “margem”.

    Por exemplo: “hoje é sexta feira e Ana tem apenas 2 coisas pra fazer”. Ao invés de fazer ambas com o máximo de desempenho em 1 hora e utilizar o resto do tempo para fazer outras coisas que podem torná-la melhor pessoal e profissionalmente, Ana demorando 8 horas, apenas para preencher tempo!

    Resumindo, o autor defende o trabalho de alta performance, foco total e abomina o modelo tradicional do 5×2. Trabalhe 5 dias tenha prazer em dois. Para ele o trabalho não deve ser algo ruim, mas algo que dê prazer e passível de desenvolvimento!

    Obviamente, se você trabalha em setores como o varejo, é fundamental que você esteja presencialmente na empresa para atender os clientes. Entretanto, você pode utilizar a lógica de Tim Ferriss para terminar as suas “tarefas” mais rapidamente, com maior produtividade. O restante do tempo você pode ocupar com atividades que vão fazer de você uma pessoa cada vez mais estratégica e menos operacional.

    Como consequência, profissionais mais produtivos e que têm autonomia são muito requisitados pelo mercado de trabalho e não se sentem assombrados pela crise. Além de que essas atitudes ajudarão a tornar você um líder como profissional ou empreendedor.

    E você, valoriza a produtividade na sua empresa?

    Acha que pode trabalham de forma a obter uma melhor performance?

    Me conte aqui nos comentários!

    V4 Company

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  • Desvendando os anúncios no Google Ads!

    CPC, CPM ou CPA: Desvendando os anúncios no Google Ads!

    Você é novo no mundo dos anúncios na internet e está buscando compreender as diferentes nomenclaturas e métricas do Google Ads (Adwords) que devem ser analisadas durante a execução das suas campanhas?

    Para qualquer novato neste segmento, certamente a quantidade de siglas e indicadores que surgem para qualquer campanha é um pouco assustadora, porém, analisando da forma correta, tudo fica bem mais fácil.

    A verdade é que as ferramentas de anúncios entregam uma grande quantidade de indicadores, porém, você não precisa considerar todos eles com o mesmo grau de relevância durante a sua análise.

    Cada campanha possui um objetivo específico e é com base nele que você vai selecionar as métricas mais importantes e que serão mais influentes nas suas tomadas de decisão durante a análise de desempenho das campanhas de anúncios.

    Se o seu objetivo é entender de uma vez por todas as métricas do Google Ads (Adwords), você está no lugar certo. Siga a leitura e entenda exatamente o que significa CPC, CPM e CPA e por que elas são as mais importantes.

    Entretanto, antes de nos aprofundarmos nesse assunto, precisamos esclarecer uma mudança que o Google fez no nome da sua ferramenta de anúncios, que não é tão recente, mas que é importante para o seu entendimento.

    Google Adwords agora é Google Ads

    Desde 2018, a Google alterou o nome da sua ferramenta de anúncios de Google Adwords para Google Ads. Isso aconteceu porque os anúncios deixaram de ser apenas por meio de palavras (words) e passaram para o âmbito visual também.

    É exatamente por esse motivo que o título desse conteúdo fala sobre métricas do Google Ads (Adwords).

    Entretanto, vamos ao que interessa: compreender quais são os principais indicadores da ferramenta de anúncios da Google e porque elas são tão importantes.

    Entendendo as principais métricas do Google Ads

    Ao abrir a ferramenta de anúncios da Google, nos deparamos com uma série de indicadores logo nas primeiras páginas. Dentre eles, podemos destacar:

    • CPC;
    • CTR;
    • CPA;
    • CPM;
    • Cliques;
    • Impressões;
    • Índice de qualidade;
    • Entre outros.

    Enquanto alguns são mais intuitivos, como cliques e impressões, outros exigem um pouco mais de conhecimento, principalmente as siglas, que representam números importantes para a análise da campanha.

    Antes de analisar métricas, tenha em mente o objetivo das suas campanhas

    Esse é o passo principal antes de realizar qualquer análise. Isso porque é exatamente o objetivo da campanha que determinará quais são as métricas mais importantes na hora de realizar a análise.

    Por exemplo, se você cria uma campanha de anúncios na rede de pesquisa com o objetivo de levar mais visitantes para o seu blog, não pode analisar o Custo por Aquisição, já que este está direcionado a conversões, como leads ou vendas.

    Da mesma forma, se o seu anúncio possui o objetivo de venda, analisar o Custo por Mil ímpressões talvez não seja a melhor ideia, afinal, se o objetivo é vender, você deve analisar o custo de cada venda efetivamente.

    Depois de ter um objetivo bem definido e configurado na sua campanha, fica mais fácil encontrar as métricas do Google ads que são mais indicadas para guiar as suas tomadas de decisão.

    CPC (Custo por clique)

    O primeiro indicador da nossa análise é um dos mais populares, afinal, é ele que embasa as campanhas mais superficiais do Google Ads, que servem para iniciar o trabalho da maioria dos anunciantes.

    Em suma, o CPC é a métrica que indica quanto você está pagando por cada clique efetuado no seu anúncio. O cálculo desse indicador se dá com base, principalmente, na concorrência para determinadas palavras-chave.

    A relação do CPC com a amplitude da palavra-chave

    Por exemplo, para uma corretora de seguros, a palavra-chave “Seguro automóvel” provavelmente terá um custo por clique elevado, já que é ampla e terá muita concorrência, fatores que fazem com que a mesma se torne mais cara.

    Já para uma pizzaria na capital catarinense, por exemplo, a palavra-chave “pizza de calabresa em Florianópolis” será, provavelmente, mais barata, já que a concorrência para tal será menor.

    Normalmente, palavras-chave com maior volume de buscas tendem a serem mais disputadas e, consequentemente, mais caras. Já aquelas que chamamos de “cauda-longa”, possuem menor volume de buscas e tendem a ser mais baratas.

    CPC como método de cobrança do Google Ads

    Vale ressaltar que o CPC é o método de cobrança do Google Ads para os anúncios na rede de pesquisa. Dessa forma, o seu investimento só será utilizado pela ferramenta quando o seu anúncio receber cliques.

    Esse fato é muito interessante, já que o anunciante sempre terá a certeza de que, sempre que uma cobrança for feita pela ferramenta, um novo visitante clicou no anúncio e visitou a página de destino.

    CPM (Custo por mil impressões)

    Nosso segundo indicador é o custo por mil visualizações, que é muito mais popular para os anúncios na rede de display do Google.

    Essa métrica do Google Ads se refere ao custo do seu anúncio para cada 1000 impressões do mesmo dentro do canal escolhido como destino, geralmente dentro da rede de sites parceiros do Google.

    CPM como método de cobrança do Google Ads

    Assim como o CPC, o CPM também pode ser utilizado como um balizador para a cobrança do Google dentro da sua campanha. Nesse caso, você será cobrado com base no custo que o seu anúncio alcança para obter 1000 impressões.

    Por que utilizar CPM?

    Em suma, o CPM será utilizado para campanhas que visam aparecer mais vezes por um preço menor para os usuários. Além disso, ela possui outra diferença crucial para o CPC que deve ser considerada.

    No CPC, o Google mostrará os seus anúncios para pessoas que possuam mais chance de clicar, porém, no CPM não existe esse filtro. O Google mostrará para a maior quantidade de pessoas possível dentro da sua segmentação.

    Geralmente, o CPM é utilizado em campanhas mais institucionais, que visam alcançar mais pessoas, mesmo que estas não estejam diretamente interessadas em clicar no anúncio e interagir mais com a sua marca.

    CPA (Custo por aquisição)

    Por fim, o CPA é a última das nossas principais métricas do Google Ads a ser analisada neste artigo. Diferente dos anteriores, o CPA é utilizado para medir conversões propriamente ditas, sejam elas em leads ou vendas, por exemplo.

    Neste caso, o objetivo de CPA deve ser definido quando a campanha possui um intuito claro e explícito de transformar o visitante em lead ou cliente. Dessa forma, o Google otimizará os anúncios para este fim.

    CPA como forma de cobrança no Google Ads

    Como dito anteriormente, o Google Ads só efetuará a cobrança para este tipo de anúncio quando a conversão for concluída. Para isso, o pixel de conversão precisa estar instalado corretamente, visando detectar as conversões.

    A prima vista, parece que esse é o melhor método, já que você só é cobrado quando efetua vendas, porém, esse é também o indicador mais complexo e que exige uma certa “maturidade” para ser utilizado.

    Isso acontece porque o Google busca as pessoas que mais possuem chances de realizarem a conversão, porém, para fazer essa diferenciação, precisa ter detectado outras pessoas que já a realizaram previamente.

    Desta forma, a ferramenta terá embasamento para mostrar o anúncio para outros usuários que possuam um perfil de conversão semelhante aos já analisados.

    Além disso, este tipo de conversão costuma ser muito mais caro do que os anteriores, já que possui uma complexidade muito maior, se tornando mais difícil de ser aplicado.

    Qual é a melhor métrica do Google Ads?

    Como citei no início deste artigo, a melhor métrica do Google Ads é aquela que está mais alinhada com o objetivo da sua campanha e que possui o melhor desempenho nos seus testes.

    Cada campanha possui um desempenho diferente e merece ser testada em diferentes formatos, visando encontrar o melhor deles. O que se pode afirmar é que não há como começar pelas campanhas de conversão (CPA).

    Geralmente, os anunciantes que estão no início da jornada começam pelos tradicionais anúncios de CPC na rede de pesquisa, buscando aumentar o tráfego dos seus canais e angariar público para os seus anúncios.

    Após isso, novos testes podem surgir e, com o tempo, outras estratégias podem ser implementadas. Tudo dependerá da forma como a análise é feita e de como os anúncios se comportam dentro das campanhas.

    Uma coisa é certa, só se descobre o objetivo ideal e a métrica mais indicada para a sua campanha testando.

    Conclusão

    Analisar as diferentes métricas do Google Ads é importante para que se amplie o conhecimento sobre o desempenho dos anúncios, no entanto, analisar as métricas corretas é fundamental para que se faça uma análise assertiva.

    Tanto CPC quanto CPM e CPA podem trazer excelentes resultados, desde que utilizados da forma correta e no momento ideal, atingindo os melhores usuários pelo menor custo possível.

    Na dúvida, opte sempre por testar diferentes tipos de objetivos e comparar os resultados de forma matemática mesmo. Assim, será possível encontrar as melhores soluções para os seus anúncios.

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  • Introdução: desenvolva seu negócio através do engajamento

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: INTRODUÇÃO

    Em minha opinião, a chave de sucesso para qualquer negócio é Ser focado, ter um produto com significado e ser inflexível quando se trata das estratégias que você utiliza. Sou um firme crente de que qualquer empreendimento pode dar certo, desde que ele seja ofertado para o público correto. Dizer que algo é de valor ou não é questão de perspectiva. Você sabe por que ainda existe gente vendendo controle de televisão e antena UHF na esquina? fácil: porque alguém ainda está interessado neste serviço/produto. Mas a pergunta de hoje é um pouco diferente:

    Como saber se estamos alcançando este objetivo?

    Sem mensurar ao longo desta jornada, não há como saber quando você alcançou a linha de chegada. Você sabe? Não? Bem, não se preocupe, vou te ajudar nessa. Saberás que estás alcançando teu objetivo quando:

    • Você parar de se preocupar se as pessoas necessitam ou não de seu produto
    • As vendas vão de vento em popa
    • Você está confiante que poderá isolar diferentes nichos de mercado e conseguir engajá-las com seu produto/serviço (diferentes públicos = maior alcance de sua mensagem = maior número de pessoas engajadas = mais clientes)
    • Seus consumidores estão extremamente satisfeitos com seu trabalho, o que gera marketing boca a boca, até hoje o melhor meio de divulgação.

    Simples, não é mesmo…? Bem, nem tanto.

    Diferente do que estamos acostumados, nenhum destes tópicos é baseado em um número, uma métrica. Por isso é o seu julgamento quem irá determinar se o seu trabalho está tomando o caminho certo ou não. Agora reflita: baseado nestes objetivos acima, você pode dizer que está no caminho certo?

    Nós da V4 Company falamos sempre que não estamos trabalhando apenas para ter sucesso; trabalhamos até alcançar o sucesso. Esta pequena mudança de mindset faz com que você não veja as dificuldades como uma montanha entre você e seus objetivos, mas sim uma oportunidade de aprender a escalar.

    Me baseado e adaptando os ensinamentos do livro The UI Audit, de Jane Portman, vou mostrar para vocês nos próximos artigos como utilizar os seus usuários como eixo central de suas estratégias de marketing, respondendo estas quatro perguntas:

    • Qual é o seu cliente ideal?
    • Qual o grande objetivo que eles têm em mente ao se relacionar com seu negócio?
    • Que tipo de tarefas/ações os clientes necessitam realizar normalmente?
    • Quais são as ferramentas que o usuário utiliza?

    Todos nós fazemos um grande esforço para que nosso negócio prospere e, se você chegou até aqui, está buscando oportunidades de aprimorar seus serviços! Ah, e tenha em mente que estes conceitos serão úteis tanto no mundo analógico quanto no digital. As estratégias discutidas aqui possuem a mesma essência em ambos os lados da tela do computador, isto é, seus clientes são os mesmos independente do meio utilizado. Então relaxe e aproveite as dicas dos próximos posts!

  • A Palestra na Dell: Empreendedorismo, inovação e imaginação

    Palestra na Dell – Empreendedorismo, inovação e criatividade

    No mês passado, tive a oportunidade de palestrar em uma das maiores empresas do mundo, Dell Computadores. Para mim foi um grande momento na minha vida, sempre fui muito fã de empresas de tecnologia e “bigbusiness”, ter a chance de transmitir minha mensagem para uma dezenas de colaboradores dentro de uma das principiais empresas referência nesses quesitos, com certeza é algo que vai ficar marcado na minha história.

    Nesse dia eu contei um pouco da minha história para exemplificar de que maneira os colaboradores, que eram o público do evento, poderiam empreender na sua carreira sendo mais criativos e gerando inovação com resultados para suas carreiras e empresa.

    O Feedback pós evento foi muito positivo, inclusive fui convidado para dar outra palestra na sede de T.I da Dell que fica em Porto Alegre dentro da PUC-RS agora no mês de Julho. Por esse motivo resolvi compartilhar essa palestra com vocês nesses vídeo. Espero que inspire a todos, e que os empresários possam usar o conteúdo para inspirar seus colaboradores.

  • Vença a crise com um mindset empreendedor!

    Vença a crise com o mindset empreendedor!

    O artigo de hoje é uma reflexão tanto para você que é empresário, para você que é responsável pelos recursos humanos da empresa ou funcionário do mais alto escalão ao chão de fábrica!

    Muito se fala na crise econômica e política que assola o nosso país nesse momento e em todas as consequências que ela traz consigo. Uma das mais expressivas em relação ao mercado de trabalho é as demissões em massa.

    Nesse contexto se faz juz à lógica Darwiniana de seleção natural, onde só os melhores e mais fortes sobrevivem. Se você quiser manter a sua empresa de portas abertas ou segurar o seu emprego atual, é fundamental que você seja diferenciado em tudo que faz.

    É nesse momento em que o mindset empreendedor é tão importante! Sobreviver às crises e ter um futuro melhor são situações que só acontecem para quem dá o seu melhor hoje.

    De nada adianta você inventar desculpas que cuidará dos seus processos e investir em melhorias na sua empresa assim que a crise passar, ou quando a empresa mudar de ponto físico, ou quando tudo estiver mais organizado…

    Da mesma forma, se você é funcionário, não adianta você trabalhar com má vontade porque não gosta do seu emprego. Pelo contrário, seja o melhor que puder! Dê um show de competência e pro-atividade para que alguém note e resgate você desse lugar. Ou melhor ainda, para que você possa ter a sua própria empresa.

    Ter mindset empreendedor é pensar no que você faz hoje e descobrir um meio de ser relevante para as pessoas. Se você se comportar como um operador, que apenas executa as tarefas delegadas, você será descartado facilmente na próxima redução de custos. Da mesma forma, se a sua empresa entrega um resultado na média, os seus clientes logo irão se apaixonar pela experiência de compra da concorrência.

    Para ter sucesso profissional é preciso mudar velhos hábitos, abandonar a zona de conforto e pensar cada vez mais de uma maneira estratégica.

    Sinceramente, você é mais do tipo proativo, ou apenas executa as atividades que lhe pedem?

    Pense nisso e descubra novas formas de se destacar, a vida irá sorrir de volta com toda a certeza!

    Até o próximo post!

    V4 Company

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  • Fidelizando clientes com os padrões de atendimento!

    Fidelize seus clientes através dos padrões de atendimento!

    Os processos são sem dúvida uma lacuna na grande maioria das organizações. Existem empresas com 40, 50 anos de mercado que estão apenas engatinhando para criar processos claros e definidos.

    Apesar de parecer burocrático, os processos são excelentes mediadores da cultura de cada organização. Através deles tempos direcionamentos de como proceder nas mais diversas situações. Hoje vamos falar um pouco sobre processos de atendimento!

    Vivemos em um mundo onde os consumidores têm cada vez mais opções e mais que isso: voz para idolatrar ou difamar a sua empresa. Se o seu cliente não ficar satisfeito com o seu atendimento, ele nunca mais voltará.

    Mas como garantir um esforço mínimo por parte de cada um de meus funcionários?

    Através dos processos!

    A sua empresa, independente do ramo de atuação, precisa ter processos de atendimento claros e definidos, como uma orientação mínima de, ao atender o telefone, ter um pitch “Empresa X, você fala com Beltrano, em que posso ajudá-lo”?

    Você sabe porquê? Porque se não existirem processos, o seu colaborador vai depender unicamente de motivação para atender o seu cliente de forma descente.

    Não raras vezes, ligamos para empresas em busca de informações e somos atendidas com “alô”. Esse é um claro exemplo da falta de processos. O seu colaborador não está motivado e também não tem um processo a seguir.

    O resultado será um desconforto para o cliente, que na grande maioria das vezes irá buscar uma empresa mais preparada e profissional que a sua.

    O mercado, sobretudo em tempos de crise, não tem espaço para o amadorismo! Faça o melhor que puder e crie processos para que todos os seus colaboradores estejam em sintonia!

    E você tem processos claros de atendimento? Entende a relevância disso para a satisfação do cliente?

    Me conte aqui nos comentários!

  • Vale a pena investir em E-mail Marketing?

    E-mail Marketing, vale a pena investir?

    E-mail Marketing morreu? Uma das estratégias de Marketing Digital mais tradicionais da história da internet, o e-mail marketing digital. Muitos tem a dúvida se vale a pena investir nessa estratégia.

    Nesse vídeo eu falo a minha opinião sobre o tema e dou algumas dicas.

    V4 Company

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  • O que preciso para Vender na Internet

    O que é preciso para Vender na Internet

    Quais são os fundamentos para se vender na internet? Dentro do universo de Internet Marketing, existem diversas informações disponíveis para você a todo momento, esse excesso de informação muitas vezes fazem você se confundir com o que realmente deve dar foco.

    Após 8 anos de marketing digital, eu resolvi gravar esse vídeo com o que eu e toda equipe da V4 tem certeza, serem os pontos fundamentais para se vender qualquer solução com a internet. Pode ser que outros pontos até tenham algum valor na sua estratégia, mas desse itens citados no vídeo, você não tem como fugir, são realmente fundamentais. Se você trabalhar apenas os pontos citados no vídeo, é inevitável seu sucesso comercial vendendo sua solução com ajuda da internet.

    Novos vídeo são publicados semanais aqui no BLOG e em nosso canal no Youtube. Se você gosta do nosso conteúdo, não deixe de visitar semanalmente nosso blog e se inscrever em nossa Canal para ser notificado de novos uploads.

  • O que é preciso para ser um CEO de sucesso

    Como ser um CEO de sucesso

    Quem não quer ser um CEO de sucesso. Mas o que realmente é preciso para ser esse CEO de sucesso e levar uma empresas a excelência.

    Neste vídeo, eu compartilharei o que consegui absorver do livro “Empresas feitas para vencer” escrito pelo pesquisador James C. Collins. Esse livro é resultado de anos de pesquisa feita por Jim e sua equipe, onde eles estudaram as diferenças entre empresas boas e empresas excelentes. Quantas vezes você parou para refletir na diferença entre empresas boas e empresas excelentes? Provavelmente poucas. Estamos acostumados com empresa medianas, boas.

    Nessa pesquisa Jim e sua equipe pontuaram alguns quesitos que classificam uma empresa na categoria de excelente, como, por exemplo, ficar quinze anos em grande crescimento constante na bolsa de valores americana. Ao analisar essa empresa, eles constataram alguns padrões que estavam presente em todas essas empresas, no livro um desses padrões são os perfis dos CEOs que passaram pelas empresas levando ela ao sucesso e de CEO’s que levaram algumas ao fracasso. Neste vídeo comentarei a minha visão sobre o que James Collins defini como um CEO DE SUCESSO.

    V4 Company

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