Category: Engajamento

  • Como Falar em uma Palestra | Saiba mais | V4Company

    Como Falar BEM em uma Palestra | Saiba mais | V4Company

    Qual imagem você quer passar para o seu público? Em uma palestra, é necessário ter uma postura convincente e falar de forma objetiva, afinal, você precisa transmitir ao público a segurança de que você realmente sabe do que está falando.

    Em primeiro lugar, não perca tempo falando só de si mesmo em uma palestra, o público quer escutar algo que traga benefícios, então, é necessário entrar direto no assunto de forma a focar totalmente no conteúdo.

    Nesse meio tempo, caso você vá falar de si na palestra, é necessário que exista um espelhamento e um ponto em comum com o conteúdo que você quer passar, de forma que o público consiga se enxergar no seu lugar.

    Nesse sentido, antes de criar a sua palestra é preciso perguntar a si mesmo sobre qual assunto você irá falar e o que você quer que as pessoas aprendam, qual o verdadeiro objetivo por trás da sua apresentação. O público só acredita no palestrante quando nota o verdadeiro propósito.

    Do mesmo modo, não tente falar em uma palestra de si mesmo para tentar se validar como autoridade. No momento em que colocamos o Ego em primeira pessoa passamos uma péssima impressão ao público.

    Enfim, faça com que sua palestra retrate o verdadeiro conteúdo e o que você quer ensinar, dessa forma, você criará uma autoridade natural, sem precisar se auto promover. Dessa forma, evite falar somente do que você conquistou durante a palestra, foque em COMO você conseguiu.

    Se identificou com o conteúdo e quer saber a melhor maneira de falar em uma palestra? Então, assista esse vídeo onde o comunicador, Ivan Moré, explica mais sobre o assunto.

    Então, assista também:

    Leia mais:

    Quer receber uma mentoria exclusiva com o fundador da V4 Company, Dener Lippert, e com os especialistas em growth Guilherme e João Vítor? Então acesse v4company.com/podcast e saiba mais.

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  • As 10 KPIs que todo CEO precisa analisar

    10 KPIs que todo CEO deve analisar

    Você sabe nos responder neste exato momento se os esforços alocados na sua empresa todos os dias estão lhe trazendo resultados exponenciais? Mas sem achismo, nos trazendo números e indicadores que comprovam o crescimento do seu negócio.

    Em primeiro lugar, todos nós sabemos que fazer a gestão de uma empresa não é uma tarefa fácil, ainda mais na posição de um CEO (Chief Executive Officer). Dezenas de responsabilidades sobre as pessoas, além de ter que garantir a escalabilidade do negócio.

    Nesse sentido, como garantir que você como CEO, esteja olhando para os números corretos?  De que forma estruturar indicadores essenciais para uma análise assertiva sobre os seus resultados?

    Para ajudar você a esclarecer todas estas questões, nosso CEO Dener Lippert, produziu uma série em seu instagram – @denerlippert – para mostrar quais são os principais KPIs que ele analisa constantemente, como gestor, para escalar a V4Company que somente no ano de 2020, cresceu mais de 280%.

    Quais são os 10 principais KPIs que todo CEO deve analisar?

    1. LTV/CAC>3

    LTV= Lifetime value (Valor do cliente ao longo do tempo de vida). Como calcular: ARPU*Margem de Contribuição=LTV.

    ARPU= Average revenue per user (Receita média que um usuário deixa ao longo da sua vida).

    Por exemplo: um cliente novo que nunca comprou na sua loja, compra em média 5x durante sua vida gastando R$300 reais cada vez que compra. Ele tem um ARPU de R$1.500 reais.

    Margem de Contribuição: Descontando todos os custos variáveis da venda como impostos, frete e comissão, quanto sobra para contribuir com os custos fixos? Essa é sua margem de contribuição. Vamos dizer que ela seja 40%

    Seguindo o exemplo acima seu LTV seria R$ 1500*40%= R$ 600

    O segundo indicador é o CAC (customer acquisition cost), quanto você gasta para adquirir um cliente. Vamos dizer que você fez uma campanha aqui no Instagram investindo R$1.000 reais e ela trouxe 10 clientes novos. Seu CAC foi R$100 reais nessa campanha.

    Sendo assim, seguindo o exemplo, o LTV/CAC aqui seria igual a 600/100=6.

    Conforme o calculo, isso quer dizer que a cada real investido retornaram 6 de margem.

    Em média buscamos sempre que esse ROI (Retorno sobre investimento) final fique na casa de 3. Quando o ROI baixa de 3, ficamos atentos. Quando aumenta investimos mais.

    Esse é um dos principais indicadores para o motor de crescimento da V4Company, que saiu da casa da mãe do nosso CEO Dener Lippert, na periferia, e hoje faz mais de R$30 milhões de ARR (Receita Recorrente anual).

    Dessa forma, essa fórmula indica que o valor de Lifetime Value dividido pelo Custo de Aquisição do Cliente idealmente deve ser maior que 3. Maior que 3 significa que o cálculo está bom e é possível investir mais. Menor que 3 é motivo para rever suas estratégias.

    2. Análise de Cohort:

    Um dos jeitos mais inteligentes de investir na aquisição de clientes é entender qual é o melhor cliente.

    Nesse sentido, o melhor cliente vai ser aquele que tem o melhor LTV/CAC (explicamos anteriormente), e você vai identificar isso através do cohort.

    Cohort é nada mais que um corte na sua base de clientes, uma seleção de acordo com afinidades que eles compartilham entre si. Um corte por mês de entrada, por canal, por sexo, por idade, por dispositivo e etc…

    Ainda assim, analisando isso você pode descobrir que mulheres de 35 anos + de Guarulhos retém muito mais, mesmo que com um CAC maior, por exemplo. Esse detalhe, no fim, faz com que elas sejam mais lucrativas do que homens da mesma região. Uma vez que você identifica essa informação analisando seu COHORT RETENTION você pode investir mais para adquirir esse corte.

    O efeito no longo prazo é um acúmulo maior de clientes satisfeitos e uma empresa mais lucrativa e eficiente.

    Em suma, esse é o segredo da retenção de clientes. Você deve analisar afinidades do seu grupo de clientes e criar um corte (cohort) entre eles que priorize essas afinidades. Com base nisso vai construir o remarketing específico e garantir o retorno desse grupo, ao invés de investir mais dinheiro na aquisição de novos clientes.

    3. MRR/GMV: 

    As maiores empresas do mundo hoje, sem exceção, são plataformas. Empresas que movimentam redes de pessoas conectadas por algum interesse em comum. Redes Sociais e Marketplaces são exemplos disso.

    A V4Company se tornou uma plataforma que forma pessoas que geram resultado e conecta com quem precisa, garantindo que essa relação funcione da melhor forma.

    O principal indicador financeiro de uma plataforma como essa no varejo é o GMV (Gross merchandise volume) que refere-se a quanto o Mercado Livre, por exemplo, movimenta. É diferente da sua receita. GMV é o valor total transacionado na plataforma que deixa uma taxa para ela.

    Nesse sentido, na V4Company fazemos o mesmo, analisando o volume total de receita que a nossa rede fatura. Por consequência, quanto mais esse valor cresce mais todos os stakeholders ficam felizes.

    Junto a isso acompanhamos nosso MRR (Monthly Recurring Revenue). Nosso produto é de natureza recorrente. Todos os clientes entram assinando um contrato de – teoricamente – longuíssimo prazo. Ter um negócio dessa natureza é ótimo, pois sabemos exatamente quanto vamos faturar nos próximos meses com base no volume de contratos que temos assinado.

    Mesmo que todos entrem para um relação de longo prazo, por diversos fatores, alguns desses contratos são cancelados. Natural. O ponto é monitorar o progresso desse MRR mês contra mês. Nesse ano nosso MRR/GMV cresceu 14,84% ao mês.

    4. Churn rate:

    Uma das melhores formas de crescer é retendo seus clientes.

    Ao passo que um dos principais KPIs para acompanhar isso é o Churn Rate, uma métrica que representa quantos % da sua base de clientes deixaram de comprar na cadência média ou cancelaram um contrato.

    A ideia óbvia é que esse número seja o menor possível. Na prática, ele nunca vai ser zero. Você pode inclusive buscar benchmark de churn por indústria na internet pra ver isso.

    Seja hoje, ou amanhã, o cliente sempre cai. Mais importante que acompanhar a evolução desse indicador é pegar todos os clientes que caíram e tentar fazer um dossiê com as causas e as soluções, para que esse problema não se repita mais.

    “Faça de todo problema uma melhoria no sistema. Essa é a minha filosofia para redução do Churn.” – Dener Lippert Fundador e CEO V4Company

    5. MHS: Must Have Score! 

    Avaliando os nossos KPIs você vai perceber que a retenção é mais importante que a aquisição. Nunca é uma em detrimento da outra, mas olhamos com mais atenção para a retenção.

    Uma das principais formas de reter é não só deixando o cliente satisfeito, mas sim dependente!

    O quão dependente você é da Apple? Do Google? Do Instagram? Ou até da Coca-Cola? Muito, né. Por isso elas têm uma grande retenção (LTV) e são muito lucrativas.

    Uma forma de medir esse nível de dependência é com a pesquisa de satisfação Must Have Score. A ideia é separar uma amostra estatisticamente representativa da sua base de clientes e perguntar:

    Como você se sentiria se meu serviço não existisse mais?

    Respostas:

    • (A) Muito decepcionado
    • (b) Pouco desapontado
    • (C) Nada desapontado (inútil)
    • (D) Já nem quero usar mais

    A referência ideal é que 40% das respostas sejam (A), um indício que seu produto/serviço tem um bom fit com o mercado. O restante que der outra resposta, vale monitorar para trazer eles para o nível da dependência.

    6. E-NPS: Employees Net Promote Score. 

    Taxa de satisfação do time interno. Tão importante quanto a satisfação dos clientes é a satisfação de quem constrói o negócio diariamente com você.

    Na métrica anterior falamos da satisfação do cliente que encontramos através de pesquisas recorrentes.

    Muitos podem ter ficado surpresos por não usarmos a mais popular, o NPS. Sim, não utilizamos para o cliente externo, mas para os nossos principais clientes nós aplicamos o NPS: nossos times internos.

    Não vamos entrar em detalhes da pesquisa NPS aqui, mas você pode conferir mais sobre clicando neste artigo aqui: Entenda o que é NPS (Net Promoter Score) e como implementar essa metodologia na sua empresa.

    A grande questão aqui é fazer essa pesquisa com foco no cliente interno. Não consideramos ninguém que trabalha na V4Company empregado, funcionário e etc… Consideramos todos investidores. Alocando o tempo deles em busca de upside de curto e longo prazo.

    Para saber se estamos não só objetivamente rentabilizando os investimentos, também fazemos essa pesquisa, para entender se subjetivamente eles estão satisfeitos.

    Se trabalhar com a V4Company for a melhor coisa da vida das pessoas, não tem como a empresa dar errado.

    7. Marketplace Balance: 

    Já comentamos nos KPIs anteriores sobre essas métricas que, um dos grandes fatores do sucesso da V4Company, é o fato de termos nos tornado uma plataforma.

    Boa parte das grandes empresas do mundo hoje são plataformas.

    Nosso trabalho, hoje, se resume a formar profissionais que geram resultados e conectar com quem precisa.

    Dentre esse modelo, nosso negócio de franquias se tornou um grande sucesso, sendo um dos grandes diferenciais a nossa força de vendas. O franqueado pode contar quase com 100% do seu crescimento oriundo da demanda gerada pela nossa matriz. Inclusive, garantimos clientes por contrato aos franqueados da V4Company.

    Uma plataforma só tem valor quando consegue equilibrar a demanda e a oferta. O comprador precisa encontrar o melhor vendedor, e o vendedor precisa vender sempre, para valer seu esforço dentro da plataforma.

    O desafio do gestor por trás desse modelo de negócio é grande. Não podemos ter mais oferta do que demanda e nem mais demanda do que oferta, até porque gerar demanda custa dinheiro, se eu gerar demanda que eu não tenho oferta para atender, vou ter prejuízo.

    Somos, por exemplo, marketplace de serviço, que é bem diferente do marketplace de produto. Mas ambos precisam equilibrar sua oferta e demanda.

    Todos os dias nossos escritórios crescem sua capacidade produtiva e alinhamos isso com nosso forecasting de vendas, para gerar demanda para suprir toda essa oferta.

    Não é simples mas é um dos principais fatores de sucesso de qualquer plataforma.

    8. Integração/onboard:

    Um dos principais fatores de sucesso de um negócio, inquestionavelmente, é sua capacidade de contratar e formar pessoas.

    Para isso, um dos 10 principais KPIs de um CEO está relacionado ao processo de onboard dos selecionados para integrar o time, tanto relativo à quantidade de pessoas, quanto à taxa de aprovação e ao NPS do próprio processo de entrada de uma nova pessoa ao time.

    Uma prática recente que adotamos foi realizar um NPS sobre o Onboard 6 meses depois da pessoa ter concluído o processo. A intenção é avaliar se os pontos abordados no processo de integração realmente foram úteis durante a jornada dela dentro da empresa.

    Junto a isso, esse ano criamos a área de People & Performance, liderada por um dos nossos principais sócios. Com certeza é uma das áreas mais importantes da empresa, já que nosso core são as pessoas.

    Questões que deixamos para você refletir sobre estes KPIs:

    • Você tem um processo de integração/Onboard/Kickoff das pessoas?
    • Esse processo é como um vestibular?
    • Você tem uma área destinada à performance das pessoas? (Esquece RH/DP)
    • Tudo isso é medido e melhorado constantemente?

    9. OKR: Objective Key Results. 

    Esta é a metodologia de gestão de metas criada na gestão lendária de Andy Groove na Intel.

    Vender está no nome da V4Company. Vender é resultado, ou seja, tudo na nossa organização tem que ser em prol de resultados seja no time de vendas ou no financeiro.

    Por isso as OKRs caíram bem como uma metodologia global de gestão por objetivos mensuráveis para todas as pessoas da organização.

    Existem várias discussões de como aplicar. Não usamos exatamente como manda o protocolo, criamos nossa própria interpretação para a V4Company.

    Uma das coisas contraditórias é que nós remuneramos sobre OKR. Inclusive, é a principal métrica para tornar-se sócio da V4Company.

    Todos os quarters melhoramos os KPIs. Em cada quarter evoluímos.

    A OKR se tornou uma forma de medir o trabalho de todos, assumindo que quem não mede não evolui. Então meça e melhore.

    10. EBITDA criativo: 

    Se você estuda o mínimo de gestão sabe muito bem o que é o EBITDA. Caso você não saiba ainda o que é, você pode acessar este artigo aqui: EBITDA: entenda o que é e como calcular esse indicador.

    O grande segredo sobre o olhar do nosso CEO para esse KPI é separar o nosso investimento de Growth/Crescimento do cálculo.

    A V4Company é uma empresa com foco pleno no crescimento. Resultado disso é 329,15% de crescimento acumulado em 2020.

    Se eu for analisar o EBITDA considerando nas despesas todo o investimento que eu faço para entregar esse crescimento, o resultado vai parecer péssimo. Então o que fazemos? Olha-se dois EBITDA, o certo, que considera todo o gasto de crescimento, e um sem esse gasto.

    A ideia é: “Okay, esse é o resultado com todo esse investimento de crescimento. Agora, se eu parar de investir para crescer, qual resultado eu teria e por quanto tempo, considerando churn?”

    Não podemos confirmar, mas acreditamos que todas as empresas de alto crescimento que não geram lucro no curto prazo fazem alguma análise semelhante a essa. Exemplo foi a Amazon, que por décadas tinha o compromisso de não dar lucro e investir tudo no crescimento.

    Não temos o mínimo interesse de ter um grande EBITDA de um negócio de algumas dezenas de milhões em faturamento. Vamos colocar tudo que temos para no longo prazo buscar um EBITDA menor em centenas de milhões de faturamento.

    Achou complexo? Pode até ser, mas é crucial você compreender todos estes KPIs sob sua getão se quiser construir um negócio de valor e próspero.

    Estes foram os 10 principais KPIs que todo CEO deve analisar na visão do nosso Fundador e CEO Dener Lippert.

  • Como melhorar a taxa de clicks dos seus anúncios | V4 Tuts

    Como melhorar a taxa de clicks dos seus anúncios |V4 Tuts

    Você necessita melhorar a taxa de clicks nos seus anúncios? O Equity Parter, Guilherme Lippert, te auxilia. Neste V4 Tuts você confere dicas que podem te auxiliar a transformar seus anúncios, aumentar as taxas de clicks e por fim vender mais!

    O CTR é a taxa de clicks dos seus anúncios, mostra quanto porcento das pessoas clicaram, diretamente relacionado à atenção que seu anúncio está despertando em seus leads. Quanto mais pessoas clicarem, mais atenção ele chama.

    As principais maneiras de melhorar a taxa de clicks são: testando novos ads – para garantir que estejam otimizados – e novos argumentos que chamem atenção dos seus leads, realizando anúncios com múltiplos públicos e entendendo a dor do seu lead. Obtendo dessa forma anúncios específicos direcionados a isso.

    A dica relevante é NÃO deixar de testar os seus anúncios, bem como testar MUITO.

    A V4Company acredita que o CTR é uma métrica muito importante, porém, você não pode deixar de pensar nas outras métricas relevantes do seu negócio. Ele é uma métrica de base, o importante é se o anúncio estará convertendo vendas.

    Assista o vídeo abaixo e conte-nos como está a taxa de clicks nos seus anúncios, e se as dicas do V4 Tuts foram relevantes para otimizar os anúncios futuros.

  • Tráfego Pago é Ciência ou Arte? | ROI Hunters | Participação Pedro Sobral

    Tráfego pago é ciência ou arte? | ROI Hunters | Participação de Pedro Sobral #53

    O episódio do ROI Hunters de hoje é especial, pois conta com a presença de Pedro Sobral para conversar com Dener e Guilherme Lippert sobre se afinal, tráfego pago é ciência ou arte.

    O primeiro ponto que vamos abordar é popularidade VS qualidade. Hoje em dia é muito fácil confundir estes 2 fatores, principalmente quando se fala também em autoridade. Na maioria das vezes o público confunde vasta produção de conteúdo com autoridade. E não há nada de errado nisso. O problema é se posicionar como expert no assunto quando na verdade você está também aprendendo.

    Outra questão pertinente no ramo do tráfego pago é a construção de uma identidade sua para explorar. É melhor do ponto de vista da autoridade ter uma personalidade própria, talvez não tão marcante mas que seja sua, do que imitar outra pessoa que já desenvolveu uma personalidade e um conteúdo próprio em torno se si.

    Muitos gestores de tráfego pago criam esse tipo de conteúdo nas suas contas pessoais de Instagram, passando a noção de que são especialistas. – Pedro Sobral

    Além disso, não é preciso ser o perfil mais famoso do Instagram para faturar sendo gestor de tráfego pago. Mas ter um bom engajamento e pessoas de fato interessadas no que você tem a dizer já representam um público sadio e que vai converter quando você precisar.

    Na hora de lançar um bom produto no mercado seja um infoproduto, um perfil de coach um app, ou o que mais você imaginar, ser competente, e estratégico sempre é a melhor opção. É o caso do Spotify, um dos cases mais bem sucedidos da V4. A estratégia de tráfego pago foi boa, mas não é só isso que conta. O produto também tem que ser sensacional, tem que estar sempre sendo melhorado.

    Acompanhe esta conversa super produtiva com Dener e Guilherme Lippert, hosts do ROI Hunters, e Pedro Sobral, especialista em tráfego pago, e decida você mesmo se afinal, tráfego pago é ciência ou arte?

    V4Company – marketing digital

    V4 Company – Cientista do Marketing

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  • Como ser capitalista sem nenhum capital | Looking AHEAD – V4 Company

    Como ser um capitalista sem nenhum capital | Looking AHEAD

    Você já se perguntou como começar a empreender, como ser um capitalista sem nenhum capital para iniciar? Essa pergunta é comum para quem está iniciando um negócio e fica assustado por não possuir o capital inicial para o empreendimento, mas existem outras maneiras de dar o pontapé.

    Você já pensou em monetizar outros bens que você tem? O primeiro passo, então, é saber que o seu conhecimento e o seu tempo são monetizáveis, são assets (bens) que você possui. A partir disso é possível iniciar um processo de troca pelo serviço que você precisa para começar a fazer o seu negócio andar.  

    No Looking AHEAD desta semana o sócio fundador da V4 Company, Dener Lippert, nos ensina como foi possível para ele iniciar a primeira empresa sem possuir nenhum capital, apenas fazendo um processo de escambo com quem já possuía “crédito”, e que não é errado ou feio fazer esse tipo de endividamento, portanto, basta saber como realizar a troca de forma que fique proveitoso para você e, claro, de forma que você obtenha lucros.

    Para saber como começar a sua jornada empreendedora e ser um capitalista sem nenhum capital dê play no vídeo abaixo!

  • O meu primeiro Ar-Condicionado totalmente novo

    Meu primeiro Ar-Condicionado Novo

    Você que está no começo de uma jornada empreendedora deve ter a sensação de que tudo parece muito difícil e inalcançável. Parece que o mundo está contra você e suas metas e ambições parecem estar muito longe de você alcançar.

    Já para você que hoje já está há alguns anos no mercado, pode lembrar muito bem desta fase, onde as suas primeiras conquistas, como um ar condicionado e cadeiras confortáveis, foram frutos de muito trabalho, de suor e dedicação para adquiri-las.

    Do outro lado, para você que deve trabalhar como CLT, um funcionário ou colaborador, que neste momento está usufruindo de detalhes como estes: um escritório bacana, com conforto e ambientes climatizados, talvez não saiba o quanto foi duro para o seu CEO proporcionar essa estrutura para você.

    Coisas do cotidiano, que na maioria das vezes não são valorizadas, que não somos gratos por ter, mas que custaram muito para estarem ali.

    Muito provavelmente, para você que está iniciando, isso pode parecer impossível: comprar cadeiras e ar condicionados. Ma,s no vídeo de hoje, você aprenderá que se você mantiver o pensamento de “LOOKING AHEAD”, no longo prazo tudo se resolverá.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

  • Passo-a-Passo de sobrevivência de um MEI | Looking AHEAD

    Guia de Sobrevivência de um MEI | Looking AHEAD

    Provavelmente se você está vendo este conteúdo você deve ter interesse em ser um Microempreendedor Individual (MEI) ou então já é o que chamamos de PJ.

    Esse modelo de trabalho, no mercado brasileiro geralmente não é visto com bons olhos quando comparados com os “benefícios” que o modelo CLT nos trás. Isso faz com que o profissional que deseja se tornar um Microempreendedor Individual (MEI), se sinta mais inseguro ao trabalhar neste formato.

    Dentro da V4 Company, gostamos muito de atuar no formato Microempreendedor Individual (MEI), olhando para nossos parceiros como investidores de tempo para o negócio. Com uma visão libertária, vemos o indivíduo como detentor e responsável pelo seu próprio futuro.

    O que no modelo CLT isso não é possível, já que quem tem controle sobre o futuro do profissional é o estado.

    No conteúdo de hoje, vamos trazer um guia de sobrevivência para você que já é um microempreendedor individual ou então deseja se tornar um. Vamos trazer a nossa visão sobre as vantagens de ser um Microempreendedor Individual (MEI).

    1. Poder negociar uma remuneração maior;
    2. Negociar férias mais de uma vez no ano;
    3. Criar o seu próprio fundo de investimentos com mais lucratividade;
    4. Negociar seus próprios benefícios a partir de uma boa remuneração;
    5. Pedir aviso prévio de finalização de contrato;
    6. Criar seu próprio fundo de garantia;
    7. Ter seu próprio plano de saúde e seguro de vida.

    Para explanar ainda mais cada um dos pontos citados anteriormente, nosso CEO Dener Lippert, gravou um vídeo para nosso canal do youtube, trazendo a nossa visão de como, literalmente, o estado só deseja beneficiar a si próprio e ainda, como você pode fugir deste destino da dependência do mesmo.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

     

  • A importância de se manter longe de pessoas tóxicas | Looking AHEAD

    A Importância de se Afastar de Pessoas Tóxicas | Looking AHEAD

    Para empresas como a nossa, que tratam a meritocracia como um pilar importante de um negócio, recorrentemente vemos um ponto que pode atrapalhar uma pessoa de se desenvolver como profissional e atingir seus objetivos: conviver com pessoas tóxicas.

    Primeiramente, antes de tudo, você precisa entender quem são essas pessoas que estão se tornando ancoras no seu cotidiano, ou seja, pessoas que não te deixam evoluir e acabam te estagnando ou te puxando para trás.

    Infelizmente, esse tipo de pessoa existe tanto no ambiente profissional quanto no ambiente familiar, e aí então, está em você tomar a decisão do que você quer para a sua vida.

    Aceitar ela como está e conviver com estas pessoas ou então mudar a sua realidade e continuar crescendo. Escolher entre uma vida que você quer viver e uma outra que dá para ir vivendo.

    As velhas e conhecidas frases “você é a média das cinco pessoas que mais convive” ou então “diga com quem andas e te direis quem és” fazem todo sentido na sua jornada. Para que você evolua e mude a sua realidade, você precisa mudar o seu meio.

    Um exemplo desta realidade é o nosso CEO Dener Lippert, que decidiu não aceitar a sua realidade e buscar algo maior. E para ajudar você a mudar a sua vida, gravamos um vídeo para o quadro Looking ahead, onde Dener nos conta quais são os pontos chave para você mudar de vida e como fazer essa transição da melhor maneira.

    Além disso, ele conta um pouco da história do nosso Equity Partner Max Satiro, onde em 01 ano ele mudou radicalmente a sua história de vida e veio a se tornar nosso sócio.

    Assista ao vídeo completo clicando no link abaixo:

    Assista também:

    ⭕ Quer o acompanhamento da V4 Company para obter resultados para a sua EMPRESA? Então acesse: 👉 Assessoria de Marketing V4.

    ⭕ Quer atuar com uma carteira de clientes, sendo parceiro da V4 Company? Trabalhe em Home Office e tendo todo suporte de profissionais que atuam com Marketing Digital há anos com a FRANQUIA da V4! Acesse: 👉 Seja um Franqueado V4.

    ⭕ Conheça a Formação CIENTISTA DO MARKETING, aumente seus conhecimentos e trabalhe com Marketing Digital utilizando o Método V4. Acesse: 👉 Quero ser um Cientista do Marketing.

  • Capitalismo: O seu lado bom e ruim | Looking AHEAD

    O lado bom e o ruim do capitalismo | Looking AHEAD

    Nos últimos anos aqui no Brasil, casos como a lava a jato e a odebrecht causaram um trauma na sociedade em relação ao capitalismo, parecendo para a população que o capitalismo é algo ruim.

    Entretanto, existe uma diferença bem grande entre o bom capitalista e o mau capitalista. Os objetivos são diferentes e o modo de ver o mercado também é.

    A visão sobre o capitalismo ser ruim está instaurada principalmente na mente das pessoas de classe média baixa. Pessoas com menos estudos, com menos poderes aquisitivos, onde acabam se influenciando pelo que assistem nos noticiários da grande massa.

    E por estes veículos estarem, na maioria da vezes, enfatizando a notícia ruim como a corrupção, lava a jato, caixa dois, dentre outros mais. Estes indivíduos acabam se deixando levar pela imagem ruim que está sendo veiculada perante ao capitalismo.

    Na prática, sempre vai existir os dois lados da moeda. Existe sim o empresário, a corporação que é uma boa capitalista, que tem a visão de crescimento, de desenvolvimento através do capitalismo.

    Quanto mais longe uma empresa ou empresário está do estado, mais ele será um bom capitalista. Do contrário, quando um negócio se associa ao estado, provavelmente ele terá internamente conflitos de interesses que têm como foco o benefício sobre o estado e a própria corporação.

    O bom capitalista tem o cliente no centro de tudo. Ele depende do cliente para crescer e fazer com ele tenha um ótimo resultado, para assim poder continuar capitalizando seu trabalho. O estado é quem poluí o capitalismo e prejudica o livre mercado.

    Para falar mais sobre o bom capitalista e o mau capitalista, nosso CEO Dener Lippert, compartilhou a sua visão no quadro Looking ahead no nosso canal. Para assistir ao vídeo completo basta clicar na imagem abaixo:

     

  • Imposto é ROUBO? Como você pode não pagar por eles | Looking AHEAD

    Imposto é ROUBO? Como não pagar | Looking AHEAD

    Existem diversos aspectos que nos são impostos desde que nascemos sem ao menos termos o direito de questionarmos, uma delas são os impostos cobrados no Brasil. Um dos maiores índices do mundo.

    Afinal por que pagamos impostos?

    Uma das maiores polêmicas que existe em nosso país, é a grande interferência do estado em tudo que o indivíduo deseja fazer. E sabendo que não existe um governo onde não exista um grande conflito de interesse, para que o estado sempre leve vantagem sobre a nação, nós acreditamos que você deve sair da sua bolha e olhar para além do que eles dizem oferecer.

    E quando o assunto são os impostos a pagar, sabemos que empreender neste país não é uma tarefa nada fácil. Entretanto, o que muitos empresários ainda não sabem é que não pagar os impostos não é considerado crime no Brasil, o que é crime é sonegar.

    Existem formas de você utilizar isso a seu favor e crescer o seu negócio a partir do valor que seriam pagos em impostos. Por este motivo, gravamos dois materiais para você entender como e qual estratégia você pode adotar para escalar seus resultados a partir deste dinheiro.

    Neste vídeo do canal no youtbe, nosso CEO Dener Lippert, faz uma análise sobre o que se paga de impostos no Brasil e como você pode pagar menos.

    Além disso, gravamos um podcast com o Advogado Tributarista Rafael Feiteiro para falar sobre impostos dentro do Brasil. Quais aspectos você deve estar atento para que o seu negócio cresça saudável, que tipo de tributações você deve olhar no curto, médio e longo prazo, principalmente visando suas margens e fluxo de caixa.

    Além disso, qual a diferença entre contadores e advogados tributários, qual o papel destes profissionais na saúde do seu negócio .Quer saber se você está pagando tributações/impostos além do necessário?

    Escute o podcast completo clicando no link da imagem abaixo: