Category: marketing digital

  • Conheça os CMOs mais influentes do mundo em 2023

    Conheça os CMOs mais influentes do mundo em 2023

    Quem são os CMOs mais influentes do mundo em 2023?

    O papel de Chief Marketing Officer (CMO) tem passado por uma grande evolução, especialmente com a aceleração da era digital. Antigamente, o marketing era, por grande parte, associado a publicidade e promoções, mas hoje, o CMO é visto como um líder estratégico vital para o crescimento dos negócios como um todo.

    Quem atua nesse cargo não pode mais se dar ao luxo de ser apenas um executor de campanhas ou um gerente de vendas exemplar. Assim, a posição exige uma visão geral que abrange desde a compreensão completa do comportamento do consumidor até a capacidade de integrar tecnologias e dados para impulsionar o crescimento da empresa.

    Nesse cenário, temos muitos exemplos de CMOs em diversos segmentos. Então, para destacar os melhores, a Forbes fez a lista de CMOs mais influentes do mundo em 2023, e hoje vamos fazer uma análise sobre os 10 primeiros.

    William White

    Começando por William White, diretor de marketing do Walmart. Sua influência é notável, especialmente considerando os desafios impostos pela pandemia de COVID-19 e a rápida mudança para o digital que se seguiu.

    Assim, quando William assumiu o cargo de CMO no Walmart em maio de 2020, ele entrou em um cenário de resposta rápida. A pandemia estava em seu auge, e as necessidades dos consumidores estavam mudando diariamente. 

    Além disso, para se conectar melhor com o público mais jovem, White lançou a Plataforma de Criadores do Walmart, que permite que os clientes mais jovens se tornem criadores, colaboradores e mídia para a empresa. Portanto, graças ao trabalho de White, as receitas do Walmart aumentaram mais de 7% e seu estoque valorizou mais de 31% no primeiro trimestre de 2023.

    Sob a liderança de White, a Walmart reduziu os gastos com marketing digital, já que mais pessoas estavam visitando o site da empresa organicamente. Além disso, a Walmart implementou uma série de medidas para reduzir gastos, o que resultou em resultados financeiros positivos. Aqui estão alguns números que destacam o impacto dessas iniciativas:

    • Receita: A Walmart reportou uma receita de US$152,8 bilhões.
    • Lucro por Ação (LPA): A empresa alcançou um LPA ajustado de US$1,51.
    • Crescimento do e-commerce: As vendas de e-commerce nos EUA subiram 16% ano a ano, ou 24% em uma base de dois anos.
    • Publicidade digital: O negócio global de publicidade da Walmart cresceu mais de 30% ano contra ano, liderado por ganhos nos EUA.
    • Gestão de estoques: O estoque do Walmart aumentou 13% ano a ano no terceiro trimestre, uma melhoria significativa em relação ao crescimento de cerca de 26% no segundo trimestre e 32% no primeiro trimestre.

    A importância da cultura pela visão de William White

    White também enfatizou a importância de tornar a Walmart uma marca “culturalmente e emocionalmente conectada”. Para isso, ele liderou a realização de eventos de marketing experiencial, como noites de cinema drive-in em estacionamentos selecionados da Walmart e tailgates de futebol universitário. Essas iniciativas visam criar um senso de comunidade e togetherness entre os clientes.

    Ou seja, essas iniciativas foram parte de uma estratégia para integrar a Walmart na vida cotidiana das pessoas. Assim, isso tornou a marca um ponto de encontro comum e um espaço de experiências compartilhadas além de tornar o White um dos CMOs mais influentes do mundo.

    Marcel Marcondes

    Marcelo Marcondes é um executivo brasileiro que se destacou no cenário global de marketing, especialmente durante seu tempo como Chief Marketing Officer (CMO) da Anheuser-Busch InBev (AB InBev), uma das maiores cervejarias do mundo. 

    Marcondes assumiu o cargo de CMO global da AB InBev em 2022, após uma série de posições de liderança dentro da empresa. Antes de ser nomeado CMO global, ele atuou como presidente da divisão Beyond Beer, que traz produtos não relacionados à cerveja, como bebidas não alcoólicas.

    Como CMO, Marcondes foi conhecido por sua abordagem criativa e estratégica. Ele liderou a empresa através de mudanças significativas, incluindo a revisão de gestões e a implementação de uma nova estrutura que alinha marketing e vendas. Essa reorganização visava um alinhamento mais eficaz entre essas áreas, o que é uma prioridade fundamental para empresas de bens de consumo embalados.

    Além disso, Marcondes cuida de marcas conhecidas como Budweiser, Corona, Stella Artois e Bud Light, e liderou mudanças nas estratégias de vendas em todo o mundo para se adaptar aos novos jeitos das pessoas comprarem após a pandemia. Aplicando isso, a AB InBev foi reconhecida como uma das melhores empresas de marketing do mundo pela Effies Worldwide, e no final de março de 2023, as vendas da empresa aumentaram mais de 7% em relação ao ano anterior.

    Conny Braams

    Conny Braams é uma executiva notável no mundo do marketing e uma das CMOs mais influentes no mundo, conhecida por sua liderança inovadora como Chief Digital and Commercial Officer (CDCO) da Unilever. Assumindo em janeiro de 2020, ela traz vasta experiência, incluindo como Vice-Presidente Executiva para a Europa Central, para seu novo cargo.

    Durante seu tempo na Unilever, Braams foi responsável por liderar a agenda digital, de marketing e comercial da empresa. Ela desempenhou um papel crucial na transformação da Unilever em uma organização “future-fit” e totalmente digitalizada. Dessa forma, sua abordagem focou na importância de quebrar os “silos” entre vendas e marketing, garantindo uma experiência consistente para o consumidor.

    Ela defende um tipo de marketing que se concentra em causas importantes, não apenas para as marcas da empresa, mas de uma maneira mais ampla. Dessa maneira, sob sua liderança, a empresa teve um aumento de 18% no valor de suas ações em comparação com o ano anterior.

    Além disso, Braams também foi pioneira em adaptar a estratégia de marketing da Unilever para se concentrar mais no digital e na integração de vendas, refletindo a necessidade de uma abordagem unificada em um ambiente dinâmico. Sob sua liderança, a Unilever viu um aumento no foco em transformação digital e inovação, o que é essencial para manter a relevância e o crescimento em um cenário de consumo em rápida mudança.

    Conny Braams deixou a Unilever em agosto de 2023, após mais de três anos liderando o marketing na empresa e uma carreira de 33 anos na gigante de bens de consumo. Sua saída ocorreu pouco antes de uma mudança de CEO na Unilever, marcando o fim de uma era de liderança significativa na história da empresa.

    Greg Joswiak

    Greg “Joz” Joswiak é um executivo de negócios americano que ocupa o cargo de Vice-Presidente Sênior de Marketing Mundial na Apple Inc. Conhecido por sua contribuição decisiva no desenvolvimento e lançamento de produtos icônicos como o iPod original e o iPhone, Joswiak tem uma carreira notável na Apple que começou em junho de 1986.

    Com mais de 30 anos de experiência em marketing e gestão na Apple, Joswiak começou sua carreira trabalhando nos primeiros computadores Macintosh e apoiando a comunidade de desenvolvedores de terceiros do Mac. Antes de se tornar Vice-Presidente Sênior, ele atuou como Vice-Presidente de Marketing de Produto da Apple, gerenciando as equipes de marketing e gestão de produtos responsáveis pela linha completa de produtos da Apple.

    Como líder de marketing da Apple, ele supervisiona o marketing de produtos como iPads, iPhones, MacBooks e serviços como o Apple TV+. Sua liderança em marketing é caracterizada por uma abordagem estratégica que combina inovação com a capacidade de comunicar eficazmente os valores da marca Apple.

    Joswiak assumiu o papel de Vice-Presidente Sênior de Marketing Mundial em 2020, substituindo Phil Schiller, que ocupava um cargo semelhante. Desde então, ele tem sido uma figura influente na manutenção da posição da Apple como uma das marcas mais valiosas. Sob sua liderança, as ações da Apple subiram mais de 40% em relação ao ano anterior, mostrando o conhecimento de Joswiak e o tornando um dos CMOs mais influentes do mundo.

    Dirk-Jan van Hameren

    Dirk-Jan van Hameren, conhecido como DJ, possui muito destaque no mundo do marketing, tendo atuado como Chief Marketing Officer (CMO) da Nike. Durante seu tempo como CMO, que começou em 2018, van Hameren supervisionou os esforços globais de marketing da Nike, Inc., liderando campanhas premiadas, incluindo a “Dream Crazy”, que marcou o 30º aniversário do slogan “Just Do It” da empresa.

    Antes de se tornar CMO, ele serviu como Vice-Presidente Global/Gerente Geral da Nike Sportswear e tem uma longa história com a Nike, tendo se juntado à empresa em 1992 na sede europeia. Ele desempenhou papéis-chave em marketing de marca, comércio digital, operações e gestão geral.

    Além de sua carreira executiva, van Hameren também é um ex-atleta olímpico, tendo competido como ciclista de pista pelos Países Baixos nos Jogos Olímpicos de 1992 e 19962. Essa experiência como atleta contribuiu para sua compreensão profunda do esporte e do marketing esportivo.

    Em novembro de 2023, foi anunciado que van Hameren se aposentaria no verão seguinte, após 31 anos de uma carreira impactante na Nike. Ele foi sucedido por Nicole Hubbard Graham como a nova CMO da Nike, Inc., em janeiro de 2024. Na Nike, sua liderança de três décadas impulsionou o negócio e formou uma equipe de marketing de destaque, deixando um legado marcante.

    Marian Lee

    Marian Lee é uma executiva de marketing notável que assumiu o cargo de Chief Marketing Officer (CMO) da Netflix em março de 2022. Antes de se tornar CMO, Lee foi Vice-Presidente de Marketing para os Estados Unidos e Canadá na Netflix, onde supervisionou todas as campanhas para filmes e séries da empresa.

    Com uma carreira diversificada que abrange moda, música e mídia, Lee trouxe uma riqueza de experiência para a Netflix. Ela trabalhou com grandes marcas de moda e música, incluindo um período de oito anos no Spotify, onde foi co-chefe de música. Lee também teve várias funções na Condé Nast, trabalhando para a Vogue, entre outras publicações, e trabalhou em marketing na J.Crew.

    Lee, como CMO da Netflix, lidera globalmente o marketing, conectando séries e filmes com audiências em todo o mundo. Sua nomeação veio em um momento em que a Netflix enfrentava uma concorrência crescente no espaço de streaming, com empresas como Disney, Paramount Global, Comcast e WarnerMedia lançando seus próprios serviços de streaming. Assim, apenas em 2022, Lee supervisionou o lançamento e a promoção de mais de 800 Netflix Originals em todo o mundo.

    Nesse sentido, Lee mudou a maneira como a Netflix vê o marketing. Assim, em vez de apenas focar em vender para os consumidores, eles passaram a se concentrar em envolver os fãs da marca. Dessa maneira, isso significa que agora eles trabalham junto com os fãs, em vez de apenas tentar vender para eles. É uma mudança importante na estratégia de marketing da Netflix.

    Asad Ayaz

    Asad Ayaz, renomado no marketing, é Chief Brand Officer da The Walt Disney Company e Presidente de Marketing dos Estúdios Walt Disney e Disney+. Com 18 anos na Disney, Ayaz liderou campanhas marcantes, como “Star Wars: The Force Awakens”, “Black Panther” e “Avatar: The Way of Water”.

    Nesse sentido, em seu papel, Ayaz supervisiona todos os aspectos do marketing global da empresa, abrangendo estratégia, publicidade criativa, mídia, digital, pesquisa, eventos especiais, promoções, publicidade e sinergia para marcas como Disney, Pixar, Marvel, Lucasfilm e Twentieth Century Studios, além de todas as facetas do marketing de marca e desempenho para o Disney+. 

    Além disso, ele lidera a pesquisa global de consumidores e análises para as marcas e franquias da Disney, com foco em oferecer experiências mais personalizadas e dinâmicas para os consumidores.

    Em 2023, Ayaz liderou a campanha global da Disney100, celebrando o marco histórico de 100 anos da The Walt Disney Company. Sendo assim, sua nomeação como primeiro Chief Brand Officer reflete habilidades estratégicas, operacionais e criativas, além de profunda paixão pela Disney.

    Mathilde Delhoume-Debreu

    Mathilde Delhoume-Debreu é Global Brand Officer na LVMH, líder mundial em marcas de luxo, destacando-se no cenário do marketing de alto padrão. Com uma carreira de 30 anos na Procter & Gamble em diversos cargos, ela se juntou à LVMH em 2017, começando como Diretora de Brand Equity.

    Na LVMH, Delhoume-Debreu oferece um centro de expertise em Mídia, Pesquisa de Cliente, Imagem de Marca e Conteúdo. Ela é responsável por supervisionar as marcas (“Maisons”) da LVMH nas cinco principais categorias de luxo: moda e artigos de couro, vinhos e destilados, perfumes e cosméticos, relógios e joias, e varejo seletivo. As 75 “Maisons” da LVMH geram vendas superiores a 70 bilhões de dólares.

    Além disso, sua filosofia de marketing é muito considerada, com foco em propósito e criatividade. Assim, essencial para o sucesso no setor de luxo, evidencia Ellis como um dos CMOs mais influentes do mundo.

    Tim Ellis

    Tim Ellis é o Vice-Presidente Executivo e Chief Marketing Officer (CMO) da National Football League (NFL), onde é responsável por todos os aspectos da organização de marketing da NFL. Dessa maneira, ele supervisiona pesquisa, desenvolvimento de conteúdo, engajamento do consumidor, publicidade, promoções, operações de marketing e branding.

    Ellis, com mais de 30 anos de carreira em marketing, é aclamado por campanhas inovadoras nos EUA e Europa. Desde que se juntou à NFL, ele já recebeu o prêmio de Marketer of the Year da Ad Age e foi reconhecido como o principal CMO pela Adweek e Ad Age. Além disso, Ellis ganhou quatro Emmys esportivos e criou o anúncio número um do Super Bowl nos EUA, segundo o Ad Meter.

    Antes da NFL, Ellis foi CMO da Activision por sete anos, liderando estratégias e programas de marketing globalmente. Assim, na NFL, ele impulsionou avanços humanitários, priorizando questões sociais e ampliando a base de fãs para mulheres, hispânicos e jovens.

    Harish Bhat

    Harish Bhat é um dos CMOs mais influentes do mundo, atuando como Brand Custodian da Tata Sons. Dessa forma, ele desempenha um papel crucial na estratégia de marca para mais de trinta subsidiárias do conglomerado Tata, abrangendod diversos setores. Nesse sentido, compreensão profunda do consumidor indiano e sucesso em marcas como Titan e Tata Tea fazem de Asad Ayaz influente na indústria de marketing.

    Além de CMO, ele também é autor e colunista, comprometido em compartilhar sua experiência para inspirar a próxima geração de profissionais de marketing. Assim, na Tata Sons, lidero o marketing com estratégia global, impulsionando o crescimento da marca Tata na Índia e no mundo.

    Melhorando a estratégia de marketing da sua empresa

    Como responsáveis pelo marketing de suas empresas, os CMOs mais influentes do mundo que foram citados no artigo tiveram muito preparo, principalmente em tendências de marketing e suas áreas. Por isso, para expandir sua empresa através do digital, além de um CMO, uma equipe especializada em marketing é necessária.

    As agências de marketing aparecem com a promessa de gerar resultados através da operação, mas o principal é a estratégia. Não adianta apenas fazer criativos se eles não forem direcionados ao público correto.

    Por isso, como uma solução eficaz, a V4 Company surgiu, se tornando a maior assessoria de marketing do Brasil. Sendo assim, através da assessoria modular, é possível escolher entre 7 módulos essenciais para sua empresa crescer. Para conhecer mais sobre a V4, assista:

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  • Os maiores e-commerces do Brasil e suas estratégias de sucesso

    Os maiores e-commerces do Brasil e suas estratégias de sucesso

    Os maiores e-commerces do Brasil e suas estratégias para chegar no topo

    Os maiores e-commerces do Brasil representam um segmento que está sempre em evolução conforme as demandas do mercado e dos consumidores. Nomes como Magazine Luiza, Mercado Livre, Americanas, Casas Bahia e Amazon são referências quando se trata de comércio eletrônico no país.

    O que é e-commerce?

    E-commerce, também conhecido como comércio eletrônico ou virtual, é um modelo de negócios que permite a realização de transações comerciais por meio da internet. Isso inclui a venda de produtos e serviços através de lojas online, marketplaces e até mesmo redes sociais. 

    O processo geralmente envolve as seguintes etapas: anúncio dos produtos em uma plataforma, recebimento de pedidos, processamento e preparo do pedido, e finalmente, o envio ao consumidor. Esse é um setor que tem crescido significativamente e continua expandindo com o avanço das tecnologias e o aumento da confiança dos consumidores nas compras online.

    Quais os tipos de e-commerce?

    Existem vários tipos de e-commerce, mas os 3 principais são: B2C, B2B e C2C. Entenda como cada um funciona:

    • B2C (Business-to-Consumer): Este é o modelo mais comum de e-commerce, onde as empresas vendem diretamente para os consumidores finais. Exemplos incluem varejistas online como Amazon e lojas de roupas que vendem produtos através de seus sites.
    • B2B (Business-to-Business): Neste modelo, as transações são realizadas entre empresas. É comum em fabricantes que vendem para distribuidores ou atacadistas que vendem para varejistas. Este tipo de e-commerce geralmente envolve pedidos maiores e processos de negociação mais complexos.
    • C2C (Consumer-to-Consumer): Plataformas C2C facilitam a venda de produtos ou serviços entre consumidores. Exemplos populares incluem eBay e MercadoLivre, onde os usuários podem vender itens usados ou artesanais diretamente para outros consumidores.

    Os 5 maiores e-commerces do Brasil

    O e-commerce no Brasil tem visto um crescimento significativo, com várias plataformas disputando a atenção dos consumidores. Entre essas, algumas se destacam pelo volume de tráfego e preferência dos usuários. Confira o ranking de Market Share do e-commerce no Brasil:

    Gráfico com o ranking do Market Share do e-commerce no Brasil.
    Ranking do Market Share do e-commerce no Brasil.

    Além disso, com mais de 30,4 bilhões de acessos nos últimos 12 meses apenas no Brasil, o e-commerce é um setor que só tende a crescer cada vez mais (segundo o relatório de setores do e-commerce no Brasil). Por isso, é importante conhecer os maiores, entendendo as estratégias de cada um. Com base nisso, separamos os 5 maiores e-commerces do país.

    Mercado Livre

    O Mercado Livre é um dos maiores e-commerces do Brasil, liderando o ranking com 29.4% de web traffic share. A loja oferece uma grande variedade de produtos, desde eletrônicos até itens de moda, e é conhecida por sua conveniência e confiabilidade.

    A receita líquida global do Mercado Livre no segundo trimestre de 2022 atingiu US$ 2,6 bilhões. Isso representou um crescimento de 56% em comparação com o mesmo período de 2021.

    O Brasil, por sua vez, contribui significativamente para essa receita, representando cerca de 56% da receita líquida total do Mercado Livre. Isso é US$1,4 bilhão e um crescimento de 52,5% em dólares. Além disso, com 3,5 milhões de novos usuários, a base de usuários ativos do Mercado Livre atingiu 84,3 milhões ao final do trimestre.

    Gráfico com a receita anula do mercado livre em milhões de dólares.
    Receita anual do mercado livre.

    Mas qual foi a estratégia de marketing do Mercado Livre?

    Fundado em 1999 na Argentina por Marcos Galperin, o Mercado Livre nasceu como um marketplace online com o objetivo de facilitar a compra e venda de produtos entre usuários.

    Desde o início, a empresa buscou conquistar a confiança dos consumidores, estabelecendo uma forte presença em vários países latino-americanos.

    A estratégia do Mercado Livre era criar uma comunidade virtual onde compradores e vendedores pudessem interagir de maneira eficiente e segura. Ao longo dos anos, a empresa enfrentou desafios significativos, mas sua abordagem inovadora permitiu que superasse obstáculos. Entre as principais ações estratégicas, podemos destacar:

    • Adaptação às mudanças no comportamento do consumidor: Através de inovações, a empresa replicou a experiência de compra física para o ambiente digital. Além disso, introduziu recursos que tornaram sua plataforma única e atrativa.
    • Variedade de produtos: O Mercado Livre oferece uma ampla variedade de produtos, desde itens básicos até eletrônicos e produtos de luxo. Essa diversidade permitiu que os consumidores encontrassem praticamente tudo o que precisavam na plataforma.
    • Experiência de compra transparente e eficiente: O compromisso do Mercado Livre em proporcionar uma experiência de compra online transparente e eficiente solidificou sua posição como uma potência no cenário do e-commerce latino-americano.
    • Boom do e-commerce durante a pandemia: Com a chegada da pandemia, o comércio eletrônico emergiu como uma solução segura e conveniente para as necessidades de compra. O Mercado Livre experimentou um aumento notável na demanda durante esse período.  Em todo o ano de 2020, a ação da companhia avançou de US$550 para US$1,7 mil.

    Amazon Brasil

    A Amazon entrou no mercado brasileiro trazendo consigo a reputação global da marca, se tornando um dos maiores e-commerces do Brasil. Com um catálogo extenso e o benefício do Amazon Prime, a empresa tem ganhado espaço rapidamente entre os consumidores brasileiros. Atualmente, ocupa 22,3% do web traffic share do setor de e-commerce no Brasil.

    A estratégia de marketing da Amazon consiste em usar algoritmos para rastrear o comportamento dos usuários e oferecer sugestões de produtos com base em suas preferências. Isso cria uma experiência única para cada cliente.

    Além disso, a empresa cria urgência por meio de cronômetros de contagem regressiva em seus criativos, mostrando aos clientes quanto tempo têm para aproveitar uma oferta. Isso somado à ilusão de escassez, que indica a quantidade restante em estoque, incentiva a compra imediata.

    A Amazon em números

    No terceiro trimestre de 2023, a Amazon registrou um lucro líquido de US$9,88 bilhões, superando as expectativas dos analistas. Suas vendas totalizaram US$143,1 bilhões, com crescimento de 13% em relação ao ano anterior.

    Já no Brasil, desde 2020, a empresa aumentou o número de centros de distribuição no país, passando de 1 para 12. Esses centros têm tamanhos entre 30.000 e 50.000 metros quadrados.

    Além disso, atualmente, a Amazon Brasil oferece uma variedade impressionante de 50 milhões de produtos em 30 categorias diferentes. E para ir mais além, os clientes brasileiros podem aproveitar o serviço de assinatura popular da Amazon, o Amazon Prime, que oferece frete grátis, streaming de filmes e séries, além de acesso antecipado a ofertas especiais.

    Quanto ao desempenho de mercado, em 2021, a Amazon Brasil registrou R$3,8 bilhões em vendas de bens, excluindo vendas de terceiros. Considerando essas vendas adicionais, o número estimado sobe para R$10 bilhões.

    O Brasil continua sendo um mercado estratégico para a Amazon. A empresa está comprometida com uma visão de longo prazo e está construindo sua operação de forma sustentável. O crescimento expressivo no tráfego do site, quase dobrando em três anos, reflete essa importância do Brasil no mercado global da Amazon.

    Shopee

    A Shopee, uma dos maiores e-commerces do Brasil, é uma plataforma que se destaca por suas promoções e preços competitivos. Dessa forma, a empresa tem investido pesado em marketing digital e logística para garantir uma experiência de compra satisfatória.

    Por ser uma empresa asiática, a Shopee investe em entender o panorama cultural e os hábitos dos brasileiros para criar conexões com o público e garantir a lembrança da marca. Assim, em seus criativos e copies, a linguagem utilizada é simples e direta, com memes e tópicos atuais, criando um senso de comunidade.

    Além disso, a plataforma colabora com influenciadores para ampliar seu alcance e engajar o público. Essas parcerias ajudam a construir uma comunidade em torno da marca.

    Por conta da estratégia de marketing da Shopee, hoje a marca acumula 15 milhões de seguidores em suas redes sociais no Brasil. Além disso, mais de 750 transmissões ao vivo (live commerce) foram realizadas em menos de um ano, com 10 milhões de visualizações.

    Em números, a Shopee tem conquistado um crescimento significativo no Brasil. Dessa maneira, entre outubro e dezembro, a empresa registrou mais de 140 milhões de pedidos, um crescimento de 400% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, a receita da companhia no Brasil cresceu 326%, atingindo US$70 milhões nesse intervalo.

    Olx

    A Olx é uma plataforma de classificados online onde os usuários podem comprar e vender uma variedade de produtos e serviços. É um dos maiores players para quem busca fazer negócios de forma rápida e local no Brasil. Mas qual a estratégia da OLX?

    A verdade é que a empresa adota diversas estratégias de marketing para alcançar seus objetivos, mas uma das principais é focar na experiência do usuário e na criação de uma conexão emocional com seus clientes. 

    Isso é feito através de campanhas publicitárias e ações de marketing, que também servem como estratégia de branding. Essas ações destacam a facilidade e praticidade de usar a plataforma, bem como os benefícios de comprar e vender produtos de forma rápida e segura.

    Magazine Luiza

    O Magazine Luiza é uma das redes de varejo mais tradicionais do Brasil, que se adaptou ao mundo digital com sucesso. A empresa oferece uma experiência de compra integrada, unindo suas lojas físicas à plataforma online.

    A principal estratégia do Magazine Luiza foi a transformação digital do varejo brasileiro. O objetivo era passar de uma empresa de varejo tradicional com forte presença online para uma empresa digital com pontos físicos.

    Além disso, a empresa investiu em canais de comunicação direta, como redes sociais (Facebook, Instagram) e até mesmo criou um canal no YouTube. Nesse sentido, esse canal se tornou um sucesso, com análises de produtos, dicas e atualizações sobre promoções e preços. A empresa foi a primeira varejista do mundo a alcançar mais de 1 milhão de seguidores no YouTube.

    Assistente Virtual “Lu”:

    Além disso, a empresa criou a assistente virtual “Lu”, que se tornou uma figura querida pelos seguidores. Essa estratégia humanizou a marca e permitiu que a empresa fosse mais do que apenas uma varejista.

    Com a ajuda da Lu, a empresa se transformou em uma plataforma completa, onde os clientes podem encontrar tudo o que desejam. Para melhor interação com o usuário, a empresa está sempre atenta às tendências das redes sociais, aproveitando frases, memes e desafios criados pelos usuários para se destacar.

    A Magazine Luiza em números

    Em meio à pandemia, as lojas Magazine Luiza aumentaram suas vendas em 214,2% em comparação com 2019. Já em 2022, as vendas do e-commerce totalizaram mais de R$ 43 bilhões, com um crescimento de 9% em relação a 2021.

    No 4T23, o e-commerce do Magalu manteve vendas estáveis em R$13 bilhões em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto o mercado online brasileiro teve uma redução de 10%. Sendo assim, nos últimos quatro anos, o e-commerce do Magalu teve um crescimento médio anual de 31%. Em 2023, as vendas totais do e-commerce alcançaram R$46 bilhões, um aumento de 5% em relação a 2022.

    Enquanto isso, o GMV (Gross Merchandise Volume) nas lojas físicas cresceu 3,5% em relação a 2022, atingindo R$ 5,2 bilhões. Já o GMV digital teve uma retração de -7,8% devido ao cenário desafiador.

    As principais tendências para o e-commerce

    O e-commerce está em constante crescimento, principalmente por acompanhar o mercado de marketing digital, e é crucial que os negócios online acompanhem as últimas tendências para se manterem relevantes e competitivos. Aqui estão algumas tendências importantes:

    Gestão do relacionamento com o cliente (CRM)

    O CRM é essencial para empresas de e-commerce. Ele permite entender melhor as necessidades e o comportamento dos usuários, fortalecendo relacionamentos e construindo uma base de clientes fiéis.

    Nesse sentido, o tamanho do mercado de CRM deve atingir R$ 671 bilhões até 2028, com uma taxa média de crescimento anual composto (TCAC) de 12%. Por isso, programas de fidelidade e recompensa são excelentes estratégias de CRM, melhorando as taxas de retenção e os lucros.

    Inteligência Artificial

    A IA está transformando a maneira como as empresas interagem com os clientes. Ela permite personalização, automação e análise avançada de dados. Dessa forma, em 2024, espera-se que a IA continue a desempenhar um papel fundamental no sucesso das estratégias de e-commerce.

    A personalização é uma das principais áreas em que a IA é aplicada. Ou seja, ela permite recomendações de produtos, conteúdo personalizado e adaptação do site para cada usuário. Além disso, chatbots e assistentes virtuais são cada vez mais populares para oferecer atendimento rápido e eficiente.

    Mas a IA não atua apenas nisso. Ela consegue prever a demanda por produtos, evitando falta ou excesso de estoque, assim como identificar padrões suspeitos para reduzir riscos.

    De acordo com uma pesquisa, 70% dos tomadores de decisão no e-commerce acreditam que a IA irá melhorar seus negócios nos próximos anos, fornecendo personalização. De forma geral, o mercado global de inteligência artificial deve crescer cerca de 190 bilhões de dólares em 2024.

    Marketing e vendas

    Por mais que a rivalidade entre marketing e vendas seja grande no mercado, integrar essas equipes é essencial para uma visão mais eficiente do negócio e do cliente. Assim, essa união entre permite uma melhor compreensão do comportamento do cliente e uma experiência mais consistente.

    Além disso, as metas alinhadas permitem direcionar esforços estrategicamente, maximizando o retorno sobre investimento (ROI). Esse aumento acontece pois compartilhando insights e informações, as equipes criam estratégias eficazes para atrair e converter leads.

    Crescendo o e-commerce da sua empresa

    Assim como os maiores e-commerces do Brasil, o seu negócio pode obter grandes resultados através das estratégias certas. Para isso, uma equipe especializada em marketing é necessária, mas como esse time atua de forma efetiva?

    Existem vários setores importantes para o sucesso de um e-commerce, mas os principais podem ser definidos em: gestão e atendimento, gestão de mídia, criativos, ambientes para conversão, dashboards, CRM e inside sales.

    Então, para desenvolver esses setores através de estratégias específicas, uma equipe especializada é essencial, seja interna ou externa. Sendo assim, foi pensando nisso que a V4 Company surgiu como uma solução personalizada para as empresas. 

    Através da Assessoria Modular, é possível escolher entre os módulos essenciais de e-commerce e trabalhar em estratégias específicas para cada um deles. Então, para saber mais sobre a assessoria de marketing da V4, acesse: Assessoria de Marketing

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  • O que é CTR? Entenda tudo sobre Click-Through Rate

    O que é CTR? Entenda tudo sobre Click-Through Rate

    O que é CTR? Entenda tudo sobre Click-Through Rate

    O CTR, ou Taxa de Cliques, é uma métrica essencial no marketing digital que mede a eficácia de um anúncio, email marketing ou outro tipo de conteúdo em gerar cliques. Ele é calculado dividindo o número de cliques pelo número de vezes que o conteúdo foi exibido (impressões), e é expresso como uma porcentagem.

    O que é CTR?

    A sigla CTR significa Taxa de Cliques (Click Through Rate). É uma métrica usada no marketing digital para medir a eficiência de anúncios online e campanhas de email marketing

    O CTR é importante porque indica o quão atraente e eficaz é um anúncio para o público-alvo. Assim, uma taxa de cliques alta sugere que o anúncio é relevante e está conseguindo capturar a atenção dos usuários, enquanto um CTR baixo pode indicar que o anúncio não está performando bem e pode precisar de melhorias.

    Para que serve o Click-Through Rate?

    O CTR serve para avaliar o desempenho de elementos digitais como anúncios, emails de campanhas, e links em geral. Por isso, acompanhar essa métrica é essencial por várias razões, e entre elas, podemos destacar:

    • Avaliação de relevância: Um CTR alto indica que o conteúdo está alinhado com o interesse do público-alvo, sugerindo que a mensagem é relevante para quem a vê.
    • Otimização de campanhas: Monitorar o CTR permite identificar quais campanhas estão performando bem e quais precisam de ajustes, possibilitando a otimização contínua das estratégias de marketing.
    • Custo-benefício: Em plataformas de publicidade como o Google Ads, um CTR alto pode contribuir para um melhor ranking do anúncio e um custo por clique mais baixo, melhorando o retorno sobre o investimento.
    • Feedback imediato: O CTR fornece um feedback rápido sobre a eficácia de uma campanha, permitindo correções rápidas se necessário.

    Por isso, acompanhar o CTR é uma prática comum entre profissionais de marketing, pois fornece informações valiosas sobre o comportamento dos usuários e a eficácia das ações de marketing. Além disso, é uma métrica chave para entender a interação dos usuários com o conteúdo e para guiar decisões estratégicas em campanhas digitais.

    Como calcular o CTR?

    Para calcular o CTR (Taxa de Cliques), você pode usar a seguinte fórmula:

    Imagem com a fórmula para calcular o CTR
    Fórmula para calcular o CTR.

    Por exemplo, se um anúncio recebe 4 cliques a cada 100 impressões, o CTR é de 4%. Lembre-se de que o CTR é um indicador importante para avaliar o desempenho de suas campanhas e influência o Índice de Qualidade, que por sua vez afeta o custo por clique dos anúncios. 

    Uma taxa de cliques ideal é o mais alto possível, pois indica uma maior relevância e eficácia do anúncio. Para otimizar o CTR, é essencial que suas campanhas sejam relevantes para o seu público-alvo.

    Para calcular o CTR de uma campanha de marketing, você precisa ter acesso aos dados de cliques e impressões dessa campanha, que geralmente são fornecidos pela plataforma de publicidade que você está utilizando, como Google Ads, Facebook Ads, etc. Com esses dados em mãos, basta aplicar a fórmula acima para obter o CTR.

    A média de CTR por setor

    A média de Click-Through Rate varia significativamente entre diferentes setores. Por isso, aqui estão algumas médias de CTR por setor, com base em dados atualizados:

    • Google Ads: A média do CTR entre todas as indústrias é de 3,17% nas buscas e de 0,46% na Rede de Display.
    • Facebook Ads: A média de CTR de todas as indústrias é de 0,90%.
    • Setor Jurídico: Possui uma das maiores médias de CTR no Facebook, com 1,61%.
    • Comércio: Segue de perto o setor jurídico no Facebook, com uma taxa de 1,59%.
    • Educação: A média de CTR para o setor educacional é de 3,78% em campanhas de pesquisa do Google Ads1.
    • Varejo: No setor de varejo, a média de CTR é de 2,25% em campanhas de pesquisa do Google Ads1.
    • Saúde e medicina: Para o setor de saúde e medicina, o CTR médio é de 3,27% em campanhas de pesquisa do Google Ads1.
    • Viagens e hospitalidade: Este setor tem um CTR médio de 4,68% em campanhas de pesquisa do Google Ads, o que é relativamente alto.
    • B2B (Business to Business): O setor B2B apresenta uma média de CTR de 2,41% em campanhas de pesquisa do Google Ads.

    Como melhorar o CTR?

    Para melhorar o Click-Through Rate, antes de tudo, é preciso entender que ele representa a porcentagem de cliques que um anúncio recebe em relação ao número de vezes que é exibido. Por exemplo, um CTR de 4% indica que, a cada 100 exibições, o anúncio recebe 4 cliques.

    Aumentar essa métrica é fundamental porque influencia diretamente o Índice de Qualidade, o qual afeta o custo por clique dos anúncios. Assim, um CTR alto sugere que o anúncio é relevante para os usuários, o que pode levar a um custo por clique menor e, consequentemente, a uma campanha mais econômica.

    Para otimizar o CTR, é importante garantir que os anúncios sejam altamente relevantes para o público-alvo. Isso significa que o conteúdo do anúncio deve corresponder às expectativas e necessidades dos usuários que realizam pesquisas relacionadas.

    Além disso, é útil realizar um processo de benchmarking para comparar o CTR da campanha com a média do mercado. Isso ajuda a estabelecer um CTR ideal, que deve ser o mais alto possível, mas pelo menos acima da média do setor. 

    Outra estratégia é revisar e ajustar constantemente o público-alvo, a mensagem da campanha e a segmentação para manter essa métrica acima de determinados limiares. Por exemplo, para a Rede de Pesquisa, manter o CTR acima de 1,5% e, para a Rede de Display, acima de 0,45% pode ser benéfico.

    A relação do CTR com outras métricas

    Além de olhar apenas para o CTR, a relação dessa métrica com CPC e CPM é fundamental para entender a eficiência e o custo de campanhas publicitárias online. Mas o que são essas métricas?

    CPC (Custo por Clique): Representa o custo médio pago por cada clique em um anúncio. É uma métrica importante para gerenciar o orçamento de campanhas de publicidade pagas. O CPC é calculado dividindo-se o custo total da campanha pelo número de cliques recebidos.

    CPM (Custo por Mil Impressões): Refere-se ao custo para cada mil impressões de um anúncio. É frequentemente utilizado em campanhas de branding e reconhecimento de marca, onde o objetivo é alcançar o máximo de pessoas possível, independentemente dos cliques.

    Além disso, o CTR pode influenciar o CPC e o CPM, pois anúncios com altas taxas de cliques podem ser considerados mais relevantes pelos sistemas de publicidade, resultando em um custo por clique ou por mil impressões mais baixo. Por isso, é importante monitorar e otimizar essas métricas para garantir o sucesso das campanhas.

    Como saber se o CTR está alto ou baixo?

    Como falamos anteriormente, O Click-Through Rate ideal é o mais alto possível, pois indica uma maior relevância e eficácia do anúncio. Assim, um CTR alto pode resultar em um custo por clique menor devido a um melhor Índice de Qualidade.

    Por isso, comparar o essa métrica com a média do mercado pode ajudar a avaliar se está alto ou baixo. Assim, fazer uma pesquisa geral sobre seu setor pode ser o caminho ideal para isso. Contudo, o CTR não deve ser analisado isoladamente. 

    Outras métricas, como a taxa de rejeição e o lucro, também são importantes para avaliar o desempenho geral da campanha. Por fim, é importante saber que o CTR tende a diminuir com o tempo. Por isso, atualize suas campanhas a cada dois ou três meses.

    Aumentando o Click-Through Rate da sua empresa

    Para aumentar a taxa de cliques das suas campanhas, é preciso focar em alguns pontos-chave. Antes de tudo, é essencial garantir que o conteúdo do seu anúncio seja relevante e atraente para o seu público-alvo. Isso significa usar linguagem persuasiva, destacar os benefícios do seu produto ou serviço e incluir um CTA claro.

    Além disso, é importante segmentar adequadamente o seu público-alvo para garantir que o seu anúncio seja exibido para as pessoas certas. Isso pode ser feito com base em dados demográficos, comportamentais e de interesse.

    Outra estratégia importante é realizar testes A/B para experimentar diferentes elementos do seu anúncio, como texto, imagens e CTAs. Assim é possível descobrir o que funciona melhor em termos de taxa de cliques.

    Por fim, é fundamental monitorar regularmente o desempenho das suas campanhas e fazer ajustes conforme necessário para garantir que você esteja obtendo o máximo ROI possível. Mas para isso, um time especializado em marketing é necessário.

    A importância de uma equipe especializada em resultados

    Em um mundo de negócios cada vez mais imerso no marketing digital, possuir uma equipe focada nesse setor é crucial. Por isso, agências de marketing surgem como uma solução, mas por muitas vezes não entregam resultados.

    Isso acontece porque o foco na operação é maior que o foco na estratégia do negócio. Assim, o caminho é olhar para a estratégia e aplicar ações a partir disso, e não ao contrário.

    A V4 Company – a maior assessoria de marketing do Brasil – surgiu exatamente com esse propósito: fazer o seu negócio vender mais, através de um time especializado na área. Para conhecer mais sobre a V4 Company, assista:

    O post O que é CTR? Entenda tudo sobre Click-Through Rate apareceu primeiro em V4 Company.

  • O que é NPS e por que essa métrica é tão importante?

    O que é NPS e por que essa métrica é tão importante?

    O que é NPS? Conheça o Net Promoter Score e entenda a sua importância

    O Net Promoter Score, ou NPS, é uma métrica amplamente utilizada por empresas de todo o mundo para medir a satisfação e a lealdade dos clientes. Criado por Fred Reichheld, Bain & Company e Satmetrix Systems, o NPS é baseado em uma simples pergunta: “Em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria nossa empresa/produto/serviço a um amigo ou colega?”.

    O que é NPS?

    O NPS (Net Promoter Score) é uma métrica usada pelas empresas para medir a satisfação e lealdade dos clientes. Funciona assim: você pergunta aos seus clientes o quão provável eles estão de recomendar sua empresa para um amigo ou colega, em uma escala de 0 a 10. 

    Assim, com base nas respostas, os clientes são divididos em três grupos: 

    • Promotores (que deram notas 9 ou 10);
    • Neutros (notas 7 ou 8);
    • Detratores (notas de 0 a 6). 

    Dessa forma, o NPS é calculado subtraindo a porcentagem de Detratores da porcentagem de promotores – mais adiante, iremos entender como calcular o NPS –. Isso dá uma pontuação que pode variar de -100 a 100. Ou seja, quanto maior o NPS, mais provável é que os clientes recomendem sua empresa, o que geralmente indica uma experiência positiva.

    O que são promotores e detratores?

    Como dito anteriormente, promotores são clientes que respondem com uma pontuação de 9 ou 10 à pergunta do NPS. Eles são considerados leais e entusiastas da marca, com alta probabilidade de comprar novamente e de recomendar a empresa a outras pessoas. Assim, contribuem para o crescimento orgânico através do boca a boca positivo.

    Detratores, por outro lado, são aqueles que respondem com uma pontuação de 0 a 6. Eles são clientes insatisfeitos que podem prejudicar a reputação da empresa e seu crescimento por meio de comentários negativos.

    Além disso, o NPS identifica um grupo intermediário chamado passivos, que dão pontuações de 7 ou 8. Esses clientes estão satisfeitos mas não são entusiastas fervorosos da marca e são menos propensos a promover a empresa.

    O objetivo das empresas é transformar detratores em promotores, melhorando a experiência do cliente e aumentando a proporção de promotores. Isso indica uma base de clientes mais leal e satisfeita.

    As vantagens do NPS

    Uma das principais vantagens do NPS é sua simplicidade e foco direto na experiência do cliente. Assim, ele permite que as empresas identifiquem rapidamente os promotores que são entusiastas da marca e podem ajudar no crescimento orgânico através do boca a boca. 

    Ao mesmo tempo, ele destaca os detratores. Ou seja, os que são clientes insatisfeitos e que podem prejudicar a reputação da empresa se suas preocupações não forem abordadas.

    Além disso, o NPS ajuda a criar uma cultura centrada no cliente dentro da organização, pois todos os departamentos podem se alinhar em torno do objetivo comum de aumentar o número de promotores e reduzir o número de detratores. Isso incentiva a melhoria contínua dos produtos, serviços e processos internos. 

    Por fim, o NPS também é flexível e pode ser adaptado para diferentes contextos e pontos de contato com o cliente. Isso o torna uma ferramenta valiosa para empresas de todos os tamanhos e setores.

    Fácil e simples

    O Net Promoter Score é apreciado por sua facilidade e simplicidade, o que o torna uma métrica fundamental para empresas de todos os tamanhos. A essência do NPS reside em uma pergunta fundamental: “Em uma escala de 0 a 10, quão provável é que você recomende nossa empresa/produto/serviço a um amigo ou colega?”.

    Além disso, a capacidade de implementação rápida também contribui para a simplicidade do NPS. Ou seja, sem a necessidade de treinamento extensivo ou recursos técnicos avançados

    As empresas podem começar a coletar e analisar dados de NPS quase imediatamente, o que permite responder rapidamente às necessidades e preocupações dos clientes. Além disso, o NPS fornece uma métrica clara e compreensível que pode ser comunicada em toda a organização, desde a equipe de atendimento ao cliente até a alta gerência, unificando todos em torno do objetivo comum de melhorar a experiência do cliente.

    Agilidade

    O NPS permite que as empresas obtenham feedback quase instantâneo sobre a experiência do cliente, o que é crucial para reagir rapidamente e fazer ajustes necessários. Como falamos anteriormente, com apenas uma pergunta, as empresas podem capturar a essência da satisfação do cliente e sua disposição para promover a marca.

    Essa rapidez na coleta de dados é fundamental principalmente quando as expectativas dos clientes estão sempre evoluindo e a concorrência é acirrada. Assim, o NPS oferece a oportunidade de ser proativo, em vez de reativo, permitindo que as empresas se antecipem a problemas potenciais e melhorem continuamente a experiência do cliente. 

    Além disso, a facilidade de implementação e a natureza intuitiva do NPS significam que ele pode ser integrado em várias plataformas e pontos de contato com o cliente. Dessa forma, garante que as empresas permaneçam centradas no cliente em todas as suas operações.

    Benchmark

    O benchmark é uma prática comum em que uma empresa compara sua pontuação de NPS com a de outras empresas do mesmo setor ou com benchmarks da indústria. O objetivo é avaliar o desempenho da empresa em relação aos concorrentes e identificar oportunidades de melhoria.

    Ao comparar sua pontuação de NPS com benchmarks da indústria, uma empresa pode identificar se sua pontuação está acima, abaixo ou em linha com a média do setor. Isso pode fornecer insights sobre a satisfação e a lealdade dos clientes da empresa em relação aos concorrentes, orientando ações para melhorar a experiência do cliente e impulsionar o crescimento do negócio. 

    Assim, ao entender onde se situam em relação aos concorrentes, as empresas podem estabelecer metas realistas para melhorar a satisfação do cliente e a lealdade à marca. Para realizar o benchmarking do NPS, é bem simples:

    • Coleta de dados: Comece coletando os dados de NPS da sua própria empresa de forma consistente ao longo do tempo.
    • Pesquisa de mercado: Procure por estudos de benchmarking publicados ou contrate uma empresa de pesquisa para obter dados de NPS de outras empresas no seu setor.
    • Análise comparativa: Compare seu NPS com os benchmarks do setor para identificar áreas de força e oportunidades de melhoria.
    • Plano de ação: Desenvolva um plano de ação baseado nas descobertas para alcançar ou superar os benchmarks do setor.
    • Monitoramento contínuo: Faça do benchmarking uma prática regular para monitorar o progresso e ajustar estratégias conforme necessário.

    Como calcular o Net Promoter Score?

    Por mais que existam alguns softwares que possam calcular de forma automática, vamos ensinar como calcular o Net Promoter Score (NPS). É um processo simples que segue estes passos:

    Pergunte aos seus clientes: “Em uma escala de 0 a 10, quão provável é que você recomende nossa empresa/produto/serviço a um amigo ou colega?”. Assim, após realizar a pesquisa, classifique as respostas entre:

    • Promotores: Clientes que deram uma pontuação de 9 ou 10.
    • Passivos: Clientes que deram uma pontuação de 7 ou 8 (não são incluídos no cálculo do NPS).
    • Detratores: Clientes que deram uma pontuação de 0 a 6.

    Após classificar as respostas, calcule as porcentagens de promotores e detratores entre todas as respostas válidas. Em seguida, subtraia a porcentagem de detratores da porcentagem de promotores.

    Ou seja, a fórmula é essa: NPS = Promotores – Detratores

    Por exemplo, se você enviou a pesquisa para 100 clientes e obteve as seguintes respostas:

    • 60 clientes deram notas 9 ou 10 (Promotores)
    • 20 clientes deram notas de 0 a 6 (Detratores)

    A porcentagem de promotores seria 60% e a porcentagem de detratores seria 20%. Subtraindo a porcentagem de detratores da porcentagem de promotores, você teria:

    NPS = 60% − 20% = 40

    Portanto, o NPS seria 40.

    A média de NPS por setor

    A média ideal de NPS varia significativamente entre diferentes setores, pois cada indústria tem suas próprias expectativas e padrões de satisfação do cliente. Aqui estão algumas médias de NPS por setor, com base em dados de 2022:

    • Consultoria: 68
    • Tecnologia e serviços: 61
    • Agência de marketing: 60
    • Construção civil: 45
    • Transporte e logística: 43
    • Software & SaaS: 40
    • Seguros: 71
    • E-commerce: 62
    • Varejo: 61
    • Serviços financeiros: 56
    • Produtos de beleza: 38
    • Comunicação e mídia: 29
    • Aplicativos online & serviços: 4

    Como o NPS se relaciona com outras métricas?

    Você pode relacionar o NPS a outras métricas de satisfação do cliente para fornecer uma visão mais abrangente da experiência do cliente. Aqui estão algumas maneiras pelas quais o NPS pode se relacionar com outras métricas:

    • Customer Satisfaction Score (CSAT): O CSAT mede a satisfação do cliente com um produto, serviço ou experiência específica, enquanto o NPS mede a probabilidade de um cliente recomendar a empresa como um todo. Os dois podem se complementar, com o CSAT fornecendo insights detalhados sobre aspectos específicos da experiência do cliente e o NPS fornecendo uma visão geral da lealdade e da propensão à recomendação.
    • Customer Effort Score (CES): O CES mede a facilidade com que os clientes podem resolver problemas ou completar tarefas com sua empresa. Uma alta pontuação no CES geralmente está associada a uma maior satisfação e lealdade do cliente, o que pode se refletir em um NPS mais alto.
    • Retention Rate (Taxa de Retenção): A taxa de retenção de clientes está diretamente relacionada à satisfação e à lealdade do cliente. Um NPS alto geralmente está associado a uma maior taxa de retenção, pois clientes satisfeitos são mais propensos a continuar fazendo negócios com a empresa ao longo do tempo.
    • Lifetime Value (Valor Vitalício do Cliente – LTV): O LTV representa o valor total que um cliente traz para a empresa ao longo de seu relacionamento. Clientes com alta pontuação de NPS tendem a ter um LTV mais alto, pois são mais propensos a fazer compras repetidas e a recomendar a empresa para outros.

    As tendências para o futuro do NPS

    As tendências futuras do Net Promoter Score (NPS) apontam para uma evolução na forma como as empresas medem a satisfação e a lealdade dos clientes. Aqui estão algumas das principais tendências conforme relatórios e estudos de terceiros:

    • Benchmarks do NPS: Um estudo da QuestionPro mostrou benchmarks do NPS para 13 indústrias diferentes em 2022. Por exemplo, a indústria de Consultoria teve um NPS médio de 68, enquanto a de Tecnologia e Serviços teve 61. A indústria de Software & SaaS registrou um NPS de 40, com líderes como Adobe e Salesforce alcançando 62+ e 66+, respectivamente.
    • Uso de ferramentas de atendimento: Para potencializar o número de clientes promotores, é recomendado o uso de ferramentas de atendimento ao cliente, focadas em promover uma experiência positiva do início ao fim da jornada do cliente.

    Implementando o NPS na sua empresa

    Implementar o Net Promoter Score na sua empresa envolve alguns passos importantes. Primeiramente, é essencial entender que o NPS é mais do que uma métrica, visto que ela é centrada no cliente que busca entender e melhorar a experiência do cliente.

    Para começar, é importante definir claramente o objetivo da implementação do NPS na sua empresa. Você deseja medir a satisfação do cliente em geral, identificar áreas de melhoria específicas ou impulsionar a fidelidade do cliente? Ter um objetivo claro ajudará a orientar suas ações.

    Em seguida, você precisa escolher a metodologia de pesquisa adequada para coletar o feedback do cliente. Você pode realizar isso enviando pesquisas por email, SMS, através do seu site ou aplicativo, ou até mesmo pessoalmente. O importante é garantir que a pergunta seja clara e fácil de entender.

    Após coletar os dados, é hora de analisar os resultados. Classifique seus clientes em Promotores, Neutros e Detratores com base em suas respostas e calcule o NPS geral da sua empresa. Além disso, analise os comentários e feedbacks dos clientes para identificar padrões e áreas de melhoria.

    Com os resultados em mãos, é hora de agir. Priorize as áreas de melhoria identificadas e desenvolva planos de ação para abordar essas questões. Envolver toda a empresa nesse processo é fundamental, pois o NPS é responsabilidade de toda a organização.

    Por fim, é importante acompanhar o progresso ao longo do tempo. O NPS deve ser medido regularmente para monitorar o impacto das melhorias implementadas e garantir que a empresa continue a evoluir na direção certa.

    Melhorando o NPS da sua empresa

    Para atingir uma média de NPS alta, uma equipe especializada é necessária. Para gerar autoridade e estratégias bem definidas, um time é essencial, principalmente para empresas que desejam investir em marketing digital.

    Pensando nisso, a V4 Company, sendo a maior assessoria de marketing do Brasil, surge como uma solução efetiva para o marketing digital de sua empresa. Para saber mais sobre a V4 Company, assista ao vídeo:

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  • O que é MQL e como ele define o sucesso do seu marketing?

    O que é MQL e como ele define o sucesso do seu marketing?

    O que é MQL e como ele pode medir o sucesso do seu marketing?

    Um MQL é fundamental em qualquer estratégia de marketing digital bem-sucedida. Esses leads são pessoas que demonstraram um interesse real e engajamento significativo com sua marca e seus produtos. Mas o que exatamente define um MQL e por que ele é tão importante para o seu negócio?

    O que é MQL?

    MQL significa “Marketing Qualified Lead” (Lead Qualificado de Marketing, em português). Um MQL é um lead (potencial cliente) que foi considerado mais promissor com base em seu engajamento com as estratégias de marketing de uma empresa

    Ou seja, ele já consumiu conteúdos da empresa, como postagens em blogs e redes sociais. Além disso, ele pode ter utilizado alguma ferramenta disponibilizada, como uma planilha gratuita.

    A qualificação como MQL indica que o lead está mais propenso a se tornar um cliente em comparação com outros leads menos engajados. Às vezes, pode ser confundido com SQL, mas são siglas diferentes.

    Qual a diferença entre MQL e SQL?

    A diferença entre MQL e SQL (Sales Qualified Lead) está principalmente relacionada ao estágio em que os leads estão no funil de vendas e ao tipo de interação que tiveram com a empresa.

    Como dito anteriormente, um MQL é um lead que demonstrou interesse em um produto ou serviço com base em suas interações com as estratégias de marketing da empresa. Os MQLs são leads que foram considerados mais propensos a se tornarem clientes com base em seu comportamento de engajamento.

    Por outro lado, um SQL é um lead que foi qualificado pelo time de vendas como pronto para uma abordagem de vendas mais direta. Isso geralmente ocorre depois que o lead foi avaliado mais profundamente para garantir que atenda a certos critérios.

    Esses critérios podem incluir: ter um orçamento adequado, autoridade para tomar decisões de compra, e uma necessidade real do produto ou serviço oferecido. SQLs são leads que estão mais avançados no funil de vendas e estão mais próximos de se tornarem clientes.

    De forma resumida, MQLs são leads que demonstraram interesse por meio de suas interações com o marketing, enquanto SQLs são leads que foram qualificados como prontos para uma abordagem de vendas mais direta com base em critérios específicos estabelecidos pela equipe de vendas.

    Como fazer a qualificação de um lead?

    A qualificação de um lead consiste em avaliar se ele possui as características e o interesse necessários para se tornar um cliente. Existem várias maneiras de qualificar um lead, e a abordagem pode variar de acordo com a empresa e o mercado-alvo. Algumas formas de fazer isso são:

    Definição de critérios

    Definir critérios para qualificação de leads é fundamental para garantir que sua equipe de marketing e vendas esteja focada nos leads certos. Para começar, você precisa entender quem são seus clientes ideais e o que os torna únicos. 

    Isso pode incluir dados demográficos, como idade, localização e cargo, além de informações comportamentais, como o tipo de conteúdo que consomem, os problemas que estão tentando resolver e as plataformas que utilizam.

    Além disso, é importante considerar o estágio do ciclo de vida do cliente em que o lead se encontra. Por exemplo, um lead que acabou de se inscrever em sua newsletter pode não estar tão pronto para a compra quanto alguém que já visitou sua página de preços várias vezes.

    Outro aspecto importante na definição de critérios é a pontuação de leads. Isso envolve atribuir pontos a diferentes ações que os leads realizam, como visitar determinadas páginas do seu site, abrir e-mails, baixar conteúdo, entre outros. Essa pontuação ajuda a determinar o nível de interesse e engajamento de um lead, indicando sua qualificação.

    Por fim, é importante revisar e ajustar regularmente seus critérios de qualificação com base nos resultados que você está vendo. Assim, à medida que você aprende mais sobre o que funciona e o que não funciona, pode refinar seus critérios para garantir que esteja focando seus esforços nas melhores oportunidades de vendas.

    Coleta de informações

    A coleta de informações sobre leads pode ser uma parte interessante e desafiadora do processo de qualificação. Entre as inúmeras maneiras de fazer isso, é importante escolher métodos que sejam eficazes e éticos.

    Uma das maneiras mais comuns de coletar informações é por meio de formulários em seu site. Por exemplo, você pode oferecer um e-book ou um webinar gratuito em troca do endereço de e-mail do visitante. Essa abordagem permite que você capture informações básicas sobre o lead e, ao mesmo tempo, forneça valor por meio do conteúdo oferecido.

    Outra forma é por meio das interações em mídias sociais. Você pode monitorar as interações dos usuários com suas postagens e anúncios para obter insights sobre seus interesses e necessidades.

    Além disso, você pode usar ferramentas de análise para acompanhar o comportamento dos usuários em seu site. Isso inclui informações como páginas visitadas, tempo gasto no site e ações realizadas, como preenchimento de formulários ou download de conteúdo. 

    É importante lembrar que a coleta de informações deve ser feita de forma ética e em conformidade com as leis de proteção de dados, como o GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados) na Europa e a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) no Brasil. Isso significa obter o consentimento adequado dos leads antes de coletar e usar suas informações pessoais.

    Como gerar MQLs?

    Para gerar MQLs de forma direta, foque em criar conteúdo de qualidade que conecte com o público-alvo e os incentive a interagir mais com sua marca. Para isso, utilize técnicas de SEO para melhorar a visibilidade desse conteúdo nos motores de busca. 

    Além disso, ofereça materiais ricos como e-books ou webinars que requerem um cadastro, pois isso indica um interesse mais profundo no que você tem a oferecer. Assim, use automação de marketing para acompanhar o comportamento dos usuários no seu site e identificar aqueles que estão mais engajados. 

    Por fim, mantenha uma comunicação personalizada e relevante para nutrir esses leads até que estejam prontos para serem passados para a equipe de vendas. Mas em qual canal fazer isso?

    Os melhores canais para gerar MQL

    Os canais de marketing mais eficazes para gerar MQLs variam de acordo com o público-alvo e o tipo de negócio, mas há várias formas de gerar MQLs:

    • SEO: Melhorar a visibilidade do seu conteúdo nos motores de busca pode atrair visitantes interessados no que você oferece.
    • Marketing de conteúdo: Criar e distribuir conteúdo relevante e valioso ajuda a estabelecer autoridade e atrair leads qualificados.
    • E-mail marketing: É uma forma direta de se comunicar com potenciais clientes, oferecendo conteúdos e ofertas que podem convertê-los em MQLs.
    • Mídias sociais: Plataformas como Facebook e Instagram permitem segmentar e engajar um público específico com anúncios e conteúdo interativo.
    • PPC (Pay-Per-Click): Campanhas pagas em plataformas como Google Ads podem gerar tráfego qualificado rapidamente.
    • Marketing de referência: Encorajar clientes satisfeitos a indicar novos leads pode ser uma fonte valiosa de MQLs.

    E como nutrir os MQLs?

    Para nutrir e aumentar o número de MQLs do seu negócio, a solução é justamente trabalhar nos pontos acima. É sempre possível otimizar processos para alcançar cada vez mais leads qualificados.

    Quando você nutre um MQL, está educando e construindo um relacionamento com ele. Isso envolve enviar informações relevantes e personalizadas que ajudam a resolver as dúvidas e problemas que ele possa ter. Dessa forma, ao fazer isso, você está estabelecendo confiança e mostrando que sua empresa é uma autoridade no assunto.

    Além disso, a nutrição de leads ajuda a manter sua marca na mente do potencial cliente. Quando ele estiver pronto para tomar uma decisão de compra, é mais provável que ele escolha sua empresa, pois você já demonstrou valor e conhecimento.

    Por fim, nutrir MQLs também permite que você entenda melhor as necessidades e preferências deles, o que pode levar a uma oferta mais direcionada e aumentar as chances de conversão. É um investimento que pode resultar em clientes mais satisfeitos e leais a longo prazo.

    As principais métricas relacionadas aos MQLs

    As métricas de MQL são essenciais para avaliar se as estratégias de marketing de uma empresa estão atraindo e qualificando leads. Sendo assim, essas métricas ajudam a identificar a qualidade dos leads gerados e a determinar o impacto das campanhas de marketing no processo de vendas. Então, aqui estão algumas métricas importantes relacionadas a MQLs:

    • Taxa de conversão de MQL para SQL: Mede a eficiência com que os leads qualificados de marketing se tornam leads qualificados de vendas.
    • Custo por MQL: Avalia o investimento necessário para gerar um MQL, ajudando a otimizar o orçamento de marketing.
    • Taxa de engajamento: Indica o nível de interação dos MQLs com o conteúdo da marca, como abertura de e-mails e cliques em links.
    • Tempo para conversão: O tempo médio que um MQL leva para se tornar um SQL ou cliente, refletindo a velocidade do ciclo de vendas.
    • Valor do Ciclo de Vida do Cliente (LTV): Estima o valor total que um cliente trará ao longo do tempo, desde a fase de MQL.

    Gerenciando os MQLs da sua empresa

    Ao longo deste texto, exploramos a importância do MQL como um elemento essencial para o sucesso do marketing de uma empresa. Os MQLs representam leads qualificados que estão mais próximos de se tornarem clientes, e identificá-los de forma eficaz pode impulsionar significativamente os resultados de uma estratégia de marketing.

     Se você quer saber mais sobre como identificar e nutrir MQLs, recomendamos assistir ao episódio 228 do ROI Hunters, onde Max Satiro, CMO da V4 Company – a maior assessoria de marketing do Brasil – explica como foi possível reduzir o custo do CPMQL pela metade: 

    O post O que é MQL e como ele define o sucesso do seu marketing? apareceu primeiro em V4 Company.

  • Como aumentar a presença online através de ambientes digitais?

    Como aumentar a presença online através de ambientes digitais?

    Como aumentar a presença online por meio de ambientes digitais?

    Com a evolução do marketing digital, aumentar a presença online se tornou necessário para as empresas que buscam se destacar e se manter relevantes no mercado. Por meio de ambientes digitais, as marcas têm a oportunidade de alcançar um público mais amplo e engajar seus clientes de forma mais efetiva.

    O que é a presença online?

    A presença online, como o próprio nome sugere, é a representação de uma pessoa, empresa ou organização no ambiente digital. Ela é construída através da visibilidade e interação em diferentes plataformas como sites, redes sociais, blogs e fóruns. 

    Uma forte presença online pode ajudar a construir a marca, atrair clientes, estabelecer autoridade no mercado e interagir com o público-alvo. É um componente essencial na era digital para qualquer estratégia de marketing ou comunicação.

    Os benefícios da presença online para sua marca

    Uma presença digital forte e estratégica pode trazer uma série de vantagens competitivas para as empresas que a aplicam de forma correta. Por isso, é importante entender os benefícios que a presença online pode trazer. Aqui estão alguns dos principais benefícios:

    Visibilidade ampliada

    Uma presença online robusta aumenta a visibilidade da marca, permitindo que ela seja encontrada com mais facilidade pelos usuários na internet. Isso é especialmente importante em um cenário onde a atenção é disputada por inúmeros concorrentes.

    Para se ter noção da importância disso, no Brasil, as pessoas passam mais tempo usando o celular (5 horas e 40 minutos por dia) do que assistindo televisão (5 horas e 37 minutos por dia). Isso indica uma tendência crescente de consumo de mídia digital em comparação com a mídia tradicional.

    Marcas com alta visibilidade online tendem a ser mais confiáveis pelos consumidores. Estudos indicam que consumidores escolhem marcas reconhecidas e com as quais estão familiarizados quando tomam decisões de compra.

    Além disso, uma marca visível tem maior probabilidade de ser lembrada e recomendada, pois possui autoridade no digital. Sendo assim, isso gera um ciclo virtuoso de aumento no número de clientes e, consequentemente, nas vendas.

    Construção de credibilidade

    A construção de credibilidade é fundamental para as marcas no ambiente digital. Imagine que a reputação de uma marca é como um relacionamento, que precisa ser construído com consistência e autenticidade. Dessa forma, no mundo dos negócios, 63% dos executivos acreditam que o valor de suas empresas está diretamente ligado à confiança que inspiram. No Brasil, esse número sobe para 76%.

    Agora, pense na reputação corporativa como um ativo valioso. Para empresas de capital aberto, por exemplo, ela pode representar até 80% do valor de mercado. Isso mostra o quanto a percepção positiva é importante

    E não é só uma questão de imagem. Dessa forma, dados ruins ou mal gerenciados podem prejudicar seriamente a reputação de uma empresa. Dessa forma, cerca de 95% dos negócios relataram que a má qualidade das informações afeta negativamente a imagem da marca.

    Mas como as marcas podem usar os dados para construir essa credibilidade? Vamos pegar o exemplo da Target, uma grande rede varejista dos EUA. Eles usaram análise de dados para identificar padrões de compra e descobriram que podiam prever a gravidez de suas clientes com base em seus hábitos de consumo. Isso permitiu que eles personalizassem suas campanhas e aumentassem a relevância para o público-alvo.

    Outro exemplo é a Netflix, que usa Big Data para entender profundamente o que seus usuários querem assistir. Com esses insights, eles criaram sucessos como “House of Cards”, sabendo exatamente o que atrairia seu público.

    Então, o que isso tudo significa? Quando bem utilizados, os dados podem ajudar a criar uma imagem positiva, personalizar a experiência do cliente e  construir uma relação de confiança duradoura com o público. É um jogo de longo prazo, mas com resultados que valem a pena.

    Engajamento com o público

     As redes sociais e outros canais digitais oferecem oportunidades únicas para as marcas interagirem diretamente com seu público. Isso inclui responder a perguntas, receber feedback e construir uma comunidade engajada em torno da marca.

    Engajar o público em ambientes digitais é um processo que está sempre em execução. Por isso, é preciso manter o ritmo, estar atento aos movimentos, e garantir a interação, como em uma dança. Ou seja, isso significa criar conteúdos que ressoem com o público, incentivando a interação e construindo uma comunidade.

    Você sabia que o engajamento do público é mais valioso do que simplesmente ter um grande número de seguidores? Isso porque um público engajado interage, compartilha e defende a marca

    Além disso, o engajamento também ajuda a melhorar o conteúdo. Quando você recebe feedback, seja um comentário ou uma curtida, está recebendo informações diretas sobre o que funciona e o que não funciona.

    E os números confirmam isso. As estratégias de engajamento digital podem ampliar o alcance das empresas na internet, envolvendo desde o atendimento ao cliente até a comunicação interna.

    Agora, imagine que cada interação é uma oportunidade de aprender mais sobre seu público. Cada dado coletado, seja uma visualização, um compartilhamento ou um comentário, é como um quebra-cabeça que, quando montado, revela o retrato do seu consumidor ideal. 

    Marketing de conteúdo efetivo

    42% dos profissionais de marketing B2B dizem que são eficazes em seus esforços de marketing de conteúdo. Nesse sentido, isso significa que quase metade dos profissionais está alcançando seus objetivos e vendo resultados reais. 

    E não é só isso, 91% dos profissionais de marketing obtiveram sucesso por meio do marketing de conteúdo. Esses números mostram que o conteúdo certo pode realmente fazer a diferença.

    Mas o que faz o marketing de conteúdo ser tão eficaz? É a capacidade de fornecer valor antes mesmo de pedir algo em troca. Você está criando uma relação com o público, oferecendo algo que eles precisam e querem. 

    Como aumentar sua presença online?

    Para melhorar a presença online é preciso atenção constante, cuidado e adaptação às condições em mudança. Dessa maneira, para as marcas, isso significa estar onde o público está, falando a língua deles e oferecendo algo que valha a pena parar e prestar atenção.

    Começando com o site, que é como o principal. Um site responsivo e otimizado para SEO é essencial para toda empresa que entra no digital. Dessa maneira, estatísticas mostram que 57% do tráfego da internet vem de smartphones e tablets. Assim, isso significa que se o seu site não estiver otimizado para esses dispositivos, você pode estar perdendo mais da metade do seu potencial público.

    Além disso, as redes sociais atuam como o melhor lugar para encontrar pessoas qualificadas para seu produto/serviço. Você precisa estar ativo onde seu público está. 

    Cerca de 3,96 bilhões de pessoas usam redes sociais globalmente. Isso é mais da metade da população mundial. Contudo, não basta apenas postar, você precisa interagir, responder e engajar. Sendo assim, conteúdo relevante e de qualidade é o que faz as pessoas voltarem. Empresas que blogam recebem 67% mais leads do que aquelas que não blogam. Aqui ão falamos apenas de quantidade, mas qualidade.

    Por fim, monitorar o desempenho online e ajustar sua estratégia com base em dados reais pode aumentar significativamente a eficácia da sua presença online. Por exemplo, campanhas de marketing digital que utilizam dados para direcionamento podem aumentar a eficiência do gasto com publicidade em até 30%.

    Então, para melhorar sua presença online, você precisa de um site responsivo, uma estratégia de redes sociais ativa, conteúdo relevante e uma abordagem baseada em dados. É um trabalho contínuo, mas os dados mostram que vale a pena o esforço.

    Aumentando a presença online da sua empresa

    Para aumentar sua presença online, contar com um time especializado em marketing se torna uma necessidade. Nesse sentido, profissionais que entendem de marketing digital são capazes de desenvolver estratégias que realmente conectam com o público na internet. 

    Por isso, ao invés de seguir o caminho tradicional das agências de marketing, que muitas vezes se perde no operacional, a V4 Company com a assessoria modular se adapta às necessidades específicas de cada empresa, garantindo que cada passo dado seja em prol do resultado. 

    Entre os módulos, temos:

    • Gestão e atendimento: Estratégia de growth e gerenciamento de projeto eficiente;
    • Gestão de mídia: Gerenciamento de campanhas de marketing nas principais plataformas de mídia;
    • Criativos: Anúncios impactantes com copywriting e design alinhados;
    • Ambientes: Desenvolvimento de ambientes necessários para realizar as suas conversões;
    • Dashboards: Business Intelligence para acompanhamento das principais métricas do negócio;
    • CRM: Criação de táticas para administrar a relação com o cliente visando ampliar interações, manter clientela e impulsionar vendas adicionais e complementares;
    • Inside Sales as a Service: Desenvolvimento e criação de times de vendas para os clientes.

    Para saber mais sobre a assessoria de marketing da V4 Company, acesse: Assessoria Modular.

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  • Quais são os tipos de CRM e quando os usar?

    Quais são os tipos de CRM e quando os usar?

    Tipos de CRM: Quais são e quando usar?

    Existem vários tipos de CRM disponíveis no mercado, e se você deseja usá-los em sua jornada profissional, é preciso entender como funcionam. Por isso, hoje vamos trazer os principais tipos de CRM para seu negócio.

    O que é CRM?

    CRM significa Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente. É uma maneira de as empresas organizarem informações sobre seus clientes para melhorar o relacionamento com eles. 

    Através do CRM, as empresas podem entender melhor as necessidades dos clientes. Assim, com base nisso, podem oferecer um atendimento mais personalizado e eficiente, e aumentar as vendas.

    O CRM usa tecnologia para ajudar as empresas a acompanhar o histórico de interações com os clientes, como compras anteriores e preferências. Isso permite que ofereçam produtos ou serviços que sejam mais relevantes para cada cliente, aumentando a satisfação e a fidelidade.

    Além disso, o CRM ajuda a identificar oportunidades de venda, analisando os dados dos clientes e identificando padrões de compra. Com essas informações, as empresas podem criar estratégias de marketing mais direcionadas e eficazes, aumentando as chances de sucesso.

    Os tipos de CRM

    Com tantas opções no mercado, escolher o tipo de CRM ideal pode ser um desafio. Por isso, saber exatamente o que sua empresa precisa é necessário. Então, vamos analisar os principais tipos de CRM a seguir.

    CRM operacional

    Entre os tipos de CRM, o operacional é o ponto de partida para muitas empresas. Ele se concentra em automatizar os processos de vendas, marketing e atendimento ao cliente

    Ou seja, ele gerencia a interação diária com os clientes, desde a captação de leads até o suporte pós-venda. Assim, imagine uma equipe de vendas usando um CRM operacional para acompanhar seus leads, agendar follow-ups e fechar negócios de forma mais eficiente. Isso é o CRM operacional em ação, tornando a rotina de trabalho mais ágil.

    Os principais benefícios que podemos destacar são:

    • Aumento da produtividade: O CRM operacional automatiza tarefas repetitivas, o que permite a redução de tempo gasto em tarefas administrativas;
    • Melhoria na comunicação: Além disso, centraliza informações de clientes, facilitando o acesso e a comunicação entre departamentos;
    • Redução de custos: Por automatizar processos manuais, otimizando campanhas de marketing, é possível ver uma significativa redução de custos com o CRM operacional;
    • Melhor acompanhamento de vendas: O CRM operacional fornece uma visão geral do pipeline de vendas. Assim fica muito mais fácil identificar oportunidades de upsell e cross-sell.

    CRM analítico

    O CRM analítico, um dos tipos de CRM, vai além da automação e se concentra na análise de dados dos clientes. Ele identifica padrões, tendências e oportunidades com base nas informações coletadas. 

    Por exemplo, um CRM analítico pode analisar o histórico de compras dos clientes para identificar produtos ou serviços que possam interessar a eles. Esses insights ajudam as empresas a segmentar melhor seu público-alvo, personalizar suas ofertas e melhorar suas estratégias de marketing e vendas.

    Ou seja, ele age em 3 pontos principais:

    • Coleta e organização de dados: Integra, limpa e padroniza dados de diversas fontes.
    • Análise e transformação de dados em insights: Descreve o passado, prevê o futuro e prescreve ações.
    • Ação e otimização para resultados excepcionais: Segmenta clientes, personaliza campanhas e otimiza processos.

    CRM colaborativo

    O CRM colaborativo trata da comunicação e colaboração entre os diferentes departamentos da empresa. Ele permite que as equipes compartilhem informações sobre os clientes e coordenem suas atividades para oferecer um serviço mais integrado e eficiente. 

    Por exemplo, a equipe de vendas pode compartilhar informações com a equipe de marketing para criar campanhas mais direcionadas. Enquanto isso, a equipe de atendimento ao cliente pode acessar o histórico de compras dos clientes para fornecer um suporte mais personalizado.

    CRM estratégico

    Por fim, o CRM estratégico orienta as decisões de negócios de forma mais ampla. Ou seja, ele se concentra em objetivos de longo prazo, como aquisição e retenção de clientes, e ajuda a empresa a desenvolver estratégias para alcançar esses objetivos. 

    Dessa maneira, isso pode envolver a análise de dados para identificar lacunas no mercado, o desenvolvimento de novos produtos ou serviços com base no feedback dos clientes e a criação de programas de fidelidade para reter clientes existentes.

    Entre os benefícios, podemos destacar:

    • Clareza e direcionamento: define uma visão clara de como a empresa irá construir relacionamentos duradouros com o cliente;
    • Melhores resultados de negócio: alinha as ações de CRM com os objetivos gerais do negócio, gerando melhores resultados.
    • Aumento da fidelidade do cliente: clientes satisfeitos se tornam fiéis à marca e geram mais receita.
    • Vantagem competitiva: uma estratégia de CRM bem definida pode te diferenciar da concorrência.

    Os números do CRM

    O mercado de CRM tem visto um crescimento impressionante nos últimos anos e as projeções indicam que essa tendência continuará. Estima-se que o mercado de CRM ultrapassará R$88 bilhões em valorização em 2024, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) entre 2024 e 2028 de 10,59%, projetando um valor de mercado em 2028 de US$131,90 bilhões.

    Além disso, as empresas que implementam sistemas de CRM, dos seus vários tipos, observam um aumento significativo na eficiência e nos resultados:

    • Aumento de 17% na conversão de leads.
    • Crescimento de 16% na retenção de clientes.
    • Aumento de 21% na produtividade dos agentes.
    • Além disso, a taxa média de retorno sobre o investimento (ROI) para gastos com CRM é de $8,71 para cada dólar gasto.

    Além disso, cerca de 82% das organizações utilizam sistemas de CRM para relatórios de vendas e automação de processos. Enquanto isso, 87% das empresas usam plataformas de CRM baseadas na nuvem. Por fim, 81% dos usuários de CRM acessam seus sistemas de múltiplos dispositivos.

    As estatísticas não mentem: o CRM é uma ferramenta que pode transformar a maneira como as empresas interagem com seus clientes e gerenciam suas operações de vendas. Dessa forma, com esse mercado em ascensão e as empresas colhendo os benefícios de sua implementação, fica claro que o CRM se tornou uma necessidade para empresas que querem crescer.

    Como escolher os tipos de CRM para sua empresa?

    Para aplicar o CRM de forma eficiente, seja quais forem os tipos de CRM que sua empresa precisa, uma equipe especializada nisso é necessária. Sabemos que muitas agências de marketing surgem com a promessa de gerar resultados através disso, mas por muitas vezes, não o fazem.

    Nesse sentido, isso acontece pelo foco extremo em operação, deixando a estratégia, que é o mais importante, de lado. Foi pensando nisso que a V4 Company foi fundada, se tornando a maior assessoria de marketing do Brasil.

    Sendo assim, através da assessoria modular, é possível escolher as áreas que sua empresa mais necessita de suporte. Assim, uma equipe 100% especializada irá auxiliá-lo no serviço. Entre os módulos, temos:

    • Gestão e Atendimento: Estratégia de growth e gerenciamento de projeto eficiente;
    • Gestão de Mídia: Gerenciamento de campanhas de marketing nas principais plataformas de mídia;
    • Criativos: Anúncios impactantes com copywriting e design alinhados;
    • Ambientes: Desenvolvimento de ambientes necessários para realizar as suas conversões;
    • Dashboards: Business Intelligence para acompanhamento das principais métricas do negócio;
    • CRM: Criação de táticas para administrar a relação com o cliente visando ampliar interações, manter clientela e impulsionar vendas adicionais e complementares;
    • Inside Sales as a Service: Desenvolvimento e criação de times de vendas para os clientes.

    Para conhecer mais sobre a assessoria modular, acesse: Assessoria de Marketing

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  • Quais métricas de criativos analisar para medir seu desempenho

    Quais métricas de criativos analisar para medir seu desempenho

    Quais métricas de criativos analisar para medir seu desempenho

    No marketing digital, a análise de métricas de criativos é fundamental para o sucesso das campanhas. Quando falamos em avaliar a eficácia dos seus criativos, é importante focar em métricas específicas que fornecem dados sobre como o seu público está interagindo com o seu conteúdo. 

    O que são criativos?

    O criativo se refere ao conjunto de elementos visuais e verbais, como imagens, vídeos, textos e design, que são criados e utilizados em campanhas publicitárias e de marketing. Esses elementos são essenciais para comunicar a mensagem da marca ao público-alvo e engajá-lo de forma eficaz.

    Os criativos são desenvolvidos com o objetivo de atrair a atenção do público, despertar interesse pelo produto ou serviço oferecido, gerar desejo de compra e, por fim, motivar a ação desejada, como fazer uma compra, preencher um formulário ou visitar um site.

    Um profissional experiente na área de marketing compreende a importância dos criativos e sabe como desenvolvê-los de forma estratégica. Para isso, ele leva em consideração as características do público-alvo, assim como os objetivos da campanha e tendências de mercado.

    Por que os criativos são importantes para a conversão?

    Se imagine rolando a tela do seu feed de redes sociais. O que faz você parar e prestar atenção em um anúncio? Geralmente, é um criativo bem feito, seja uma imagem cativante, um vídeo emocionante ou um texto persuasivo que desperta curiosidade. Os criativos funcionam como ímãs que atraem a atenção do público e os incentivam a aprender mais sobre o que você tem a oferecer.

    Só que além de capturar a atenção, os criativos têm poder de criar uma conexão emocional com o público. Uma imagem que passa uma emoção positiva, um vídeo que conta uma história envolvente ou um texto que ressoa com as experiências do público podem ser o que diferencia sua marca da concorrência. 

    Além disso, os criativos são importantes para a identidade da marca. Dessa forma, cores, fontes, estilos visuais e mensagens consistentes ajudam a construir uma imagem sólida e reconhecível. 

    Quando os consumidores se deparam com criativos que refletem a identidade da marca, isso pode reforçar a confiança e a familiaridade. Por mais que indiretamente, isso pode ser um fator decisivo na decisão de compra.

    Por fim, os designers projetam os criativos para direcionar o público a uma ação específica. Assim, um CTA claro e persuasivo em um anúncio pode ser o empurrão que alguém precisa para clicar em um link, preencher um formulário ou fazer uma compra. Além disso, os criativos são como guias que orientam os consumidores através do funil de conversão, desde o primeiro contato até a conversão final.

    A importância da análise das métricas de criativos

    A análise de criativos desempenha um papel crucial, pois permite que os profissionais de marketing entendam o impacto e a eficácia de seus trabalhos. Mas por que essa análise é tão importante e como ela pode influenciar o desempenho de uma campanha? Podemos destacar alguns pontos:

    • Entendimento do público-alvo: A análise de criativos ajuda os profissionais de marketing a entender melhor o que atrai e ressoa com seu público-alvo.
    • Otimização da experiência do usuário: Isso pode levar a um aumento no tempo de permanência no site, taxa de cliques e conversões.
    • Tomada de decisão informada: A análise fornece dados que podem ser usados para tomar decisões sobre o design, o conteúdo e a estratégia de uma campanha. Assim, as empresas alocam recursos de forma mais eficiente e eficaz.
    • Identificação de tendências e padrões: A partir disso, é possível orientar o desenvolvimento de futuras campanhas e estratégias de marketing.
    • Aumento do ROI: Ao otimizar os criativos com base na análise de desempenho, as empresas podem aumentar a eficácia de suas campanhas e, consequentemente, obter um maior retorno sobre o investimento em marketing.

    As principais métricas para medir o desempenho dos seus criativos

    Existe uma série de métricas para medir o desempenho de criativos, onde tudo é 100% mensurável. Então, para melhor entendimento, vamos destacar as principais:

    • Impressões: Número de vezes que o anúncio foi exibido.
    • Cliques: Número de vezes que o anúncio foi clicado.
    • Taxa de cliques (CTR): Porcentagem de impressões que resultaram em cliques (Cliques / Impressões).
    • Frequência: Número médio de vezes que cada pessoa viu o anúncio.
    • Alcance: Número de pessoas que viram o anúncio pelo menos uma vez.
    • Custo por clique (CPC): Valor pago por cada clique no anúncio.
    • Custo por mil impressões (CPM): Valor pago por mil impressões do anúncio.
    • Conversões: Número de vezes que uma ação desejada foi realizada após o clique no anúncio (como compra, inscrição ou download).
    • Taxa de conversão: Porcentagem de cliques que resultaram em conversões (Conversões / Cliques).
    • Custo por conversão (CPA): Valor pago por cada conversão.
    • Engajamento: Número de curtidas, comentários e compartilhamentos do anúncio.
    • Tempo de visualização: Tempo médio que as pessoas gastaram visualizando o anúncio.

    Além disso, para avaliar adequadamente o desempenho dos criativos em campanhas de marketing, é crucial ir além das métricas tradicionais, como as citadas acima. Por isso, métricas mais avançadas também são fundamentais para uma análise mais profunda e estratégica.

    ROI (Return on Investment)

    ROI ou Retorno sobre o Investimento, é uma métrica usada para avaliar a eficácia e a rentabilidade de um investimento. No contexto de criativos em campanhas de marketing, calcula-se o ROI comparando o custo dos criativos com os resultados que eles geram, como vendas, leads ou engajamento.

    A fórmula básica para calcular o ROI de criativos é a seguinte:

    Fórmula do ROI
    Fórmula do ROI.

    Receita: Valor total gerado pelas vendas ou conversões resultantes da campanha.

    Custo: Custo total dos criativos, incluindo design, produção, distribuição, etc.

    Por exemplo, se uma empresa gasta R$1000 em criativos para uma campanha e essa campanha gera R$5000 em vendas, o cálculo do ROI seria:

    Fórmula do ROI na prática.
    Fórmula do ROI na prática.

    Isso significa que para cada dólar investido em criativos, a campanha gerou um retorno de $4 em receita.

    O ROI é uma métrica importante porque permite às empresas avaliar se o investimento em criativos está valendo a pena e se está gerando os resultados esperados. Um ROI positivo indica que a campanha está sendo eficaz, enquanto um ROI negativo indica que os criativos não estão gerando o retorno esperado e podem precisar ser ajustados ou reformulados.

    Além disso, podemos usar o ROI para comparar o desempenho de diferentes campanhas de marketing e determinar quais são mais eficazes em termos de retorno sobre o investimento. Isso permite que as empresas aloquem recursos de forma mais estratégica e eficiente, focando em iniciativas que ofereçam o maior retorno.

    Relatórios visuais

    Os relatórios visuais são uma métrica importante para avaliar o desempenho de criativos em campanhas de marketing. Além disso, eles fornecem uma representação visual dos dados e resultados da campanha, facilitando a compreensão e interpretação das informações. 

    Aqui estão algumas maneiras de usar relatórios visuais como métrica:

    • Gráficos de desempenho: Gráficos como barras, linhas e pizza podem ser usados para mostrar métricas-chave, como taxa de cliques, taxa de conversão e engajamento. Esses gráficos ajudam a visualizar rapidamente o desempenho da campanha ao longo do tempo e identificar tendências.
    • Heatmaps: Os heatmaps são uma forma visual de mostrar onde os usuários estão interagindo mais com um criativo. Isso pode ser útil para identificar padrões de comportamento e otimizar o design do criativo para melhorar a usabilidade e a conversão.
    • Comparação de variantes: Os relatórios visuais podem ser usados para comparar o desempenho de diferentes variantes de criativos em um teste A/B. Nesse sentido, gráficos e tabelas podem mostrar claramente qual variante teve o melhor desempenho em termos de métricas-chave, como taxa de conversão ou tempo de engajamento.
    • Distribuição de audiência: Gráficos de distribuição de audiência podem ser usados para mostrar como os diferentes segmentos de público estão respondendo aos criativos. Sendo assim, isso pode ajudar a ajustar a segmentação e personalização dos criativos para melhor atender às necessidades de cada segmento.

    Testes A/B

    Os testes A/B aplicados em criativos são essenciais para avaliar e otimizar o desempenho de diferentes elementos visuais e textuais em uma campanha de marketing

    Dessa maneira, esses testes envolvem a criação de duas versões do mesmo criativo, com uma única diferença variando entre eles, como cor, texto, imagem, CTA ou layout. Os usuários veem as versões exibidas aleatoriamente, e os avaliadores comparam os resultados para determinar qual variante é mais eficaz em atingir os objetivos da campanha.

    Esses testes são uma maneira eficaz de entender como pequenas alterações nos criativos podem afetar o comportamento do público-alvo. Dessa forma, eles permitem que os profissionais de marketing identifiquem quais elementos são mais convincentes, atraentes ou persuasivos para os usuários, com base em dados concretos de desempenho.

    Analisando as métricas de criativos da sua empresa

    Para mensurar os criativos da sua empresa, um time especializado na área é necessário. Com o excesso de métricas, uma equipe amadora pode acabar se perdendo em meio aos dados, e o diferencial disso é justamente um time que saiba fazer criativos, mas que também os analise de forma completa.

    As agências de marketing surgem como essa opção, mas por focarem apenas no operacional, a estratégia fica de lado. Por isso, a V4 Company surge como uma solução digital com a maior assessoria de marketing do Brasil. Mas não apenas isso.

    Nesse sentido, com a assessoria modular, é possível escolher as áreas que mais precisam de atenção na sua empresa. Entre os módulos, temos:

    Para entender completamente a Assessoria Modular, é essencial conhecer os módulos disponíveis:

    • Gestão e atendimento: Estratégia de growth e gerenciamento de projeto eficiente;
    • Gestão de mídia: Gerenciamento de campanhas de marketing nas principais plataformas de mídia;
    • Criativos: Anúncios impactantes com copywriting e design alinhados;
    • Ambientes: Desenvolvimento de ambientes necessários para realizar as suas conversões;
    • Dashboards: Business Intelligence para acompanhamento das principais métricas do negócio;
    • CRM: Criação de táticas para administrar a relação com o cliente visando ampliar interações, manter clientela e impulsionar vendas adicionais e complementares;
    • Inside Sales as a Service: Desenvolvimento e criação de times de vendas para os clientes.

    Portanto, para conhecer mais sobre a assessoria modular da V4 Company, acesse: Assessoria de Marketing

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  • Melhores estratégias para desenvolver um time de vendas interno

    Melhores estratégias para desenvolver um time de vendas interno

    Conheça as melhores estratégias para desenvolver um time de vendas interno

    Desenvolver um time de vendas interno eficaz é fundamental para impulsionar o crescimento e o sucesso de uma empresa. Para alcançar esse objetivo, é crucial implementar estratégias inteligentes que formam uma equipe talentosa, motivada e produtiva. 

    O que é um time de vendas interno?

    Inside sales, ou vendas internas, é um modelo de venda em que a interação entre o vendedor e o cliente ocorre de forma remota – telefone, e-mail, videoconferência ou outros meios digitais. Ao contrário das vendas externas, que envolvem visitas pessoais aos clientes, as vendas internas são realizadas de dentro da empresa, sem a necessidade de deslocamentos físicos.

    Esse modelo de vendas é comum em empresas que comercializam produtos ou serviços que não exigem uma interação presencial para serem vendidos, como softwares, serviços de consultoria, cursos online, entre outros.

    As equipes de vendas internas são responsáveis por prospectar clientes, qualificar leads, fazer apresentações de vendas, negociar e fechar acordos, tudo de forma remota. Além disso, o inside sales permite uma abordagem mais eficiente e escalável do que as vendas externas, além de ser geralmente mais econômico, pois reduz custos com deslocamentos e estrutura física.

    Inside Sales é telemarketing?

    É importante entender que Inside Sales não é telemarketing. Enquanto o telemarketing é mais focado em realizar chamadas em massa e seguir scripts pré-definidos para vendas rápidas e de baixo valor, o inside sales é um modelo mais consultivo e estratégico.

    Nas vendas internas, o foco está em construir relacionamentos de longo prazo com os clientes, entender suas necessidades e oferecer soluções personalizadas. Ou seja, os profissionais são treinados para serem consultores especializados em seus produtos ou serviços, capazes de entender as demandas dos clientes e apresentar soluções que atendam às suas necessidades específicas.

    Além disso, o inside sales utiliza ferramentas digitais para realizar vendas de forma mais eficiente, como e-mails personalizados, videoconferências e softwares de CRM. Dessa forma, se torna uma abordagem mais sofisticada e eficaz de vendas, que busca maximizar as oportunidades de negócio e oferecer uma experiência de compra superior aos clientes.

    Por que desenvolver um time de vendas interno?

    Implementar um time de vendas interno pode parecer desafiador para muitos empresários, principalmente devido ao medo de não obter o retorno esperado sobre o investimento. No entanto, apesar dessas preocupações, desenvolver uma equipe de vendas internas pode trazer uma série de benefícios significativos para as empresas:

    • Redução de custos: As vendas internas geralmente são mais econômicas do que as vendas externas, pois não requerem deslocamento físico dos vendedores, reduzindo custos com viagens, alimentação, hospedagem, entre outros.
    • Maior eficiência: Com as ferramentas adequadas, as equipes de vendas internas podem ser mais eficientes no atendimento aos clientes, podendo alcançar mais leads em menos tempo.
    • Acesso a um mercado mais amplo: Com as vendas internas, é possível atingir clientes em diferentes regiões geográficas sem a necessidade de estar fisicamente presente em cada uma delas.
    • Flexibilidade: As equipes de vendas internas podem se adaptar mais facilmente a mudanças no mercado, podendo ajustar suas estratégias de vendas com maior agilidade.
    • Melhor controle e acompanhamento: Com o uso de ferramentas de CRM, é possível ter um controle mais preciso das interações com os clientes, permitindo um acompanhamento mais eficaz do processo de vendas.
    • Maior especialização: As equipes de vendas internas podem se especializar em determinados segmentos de mercado ou produtos, oferecendo um atendimento mais personalizado e eficiente aos clientes.

    As melhores estratégias para desenvolver um time interno

    Desenvolver um time de vendas internas eficiente requer a implementação de estratégias bem planejadas e direcionadas. Aqui estão algumas das melhores estratégias para desenvolver um time de vendas internas de sucesso:

    Definir metas claras e alcançáveis

    Estabelecer objetivos específicos e realistas que possam ser medidos e atingidos dentro de um determinado período de tempo é importante para o time. Ou seja, essas metas não devem ser impossíveis de alcançar, mas sim desafiadoras o suficiente para motivar a equipe a alcançar um desempenho excepcional.

    Definindo metas claras, os membros do time têm uma direção clara a seguir e sabem exatamente o que é esperado deles. Isso ajuda a manter todos focados e alinhados com os objetivos da empresa. Além disso, metas claras facilitam o acompanhamento do progresso e a identificação de áreas que precisam de melhoria.

    Investir em treinamento e desenvolvimento

    Oferecendo treinamento adequado, além de melhorar as habilidades individuais dos membros da equipe, você promove um ambiente de aprendizado contínuo que pode impulsionar o desempenho geral da equipe.

    O treinamento pode abranger uma variedade de áreas, desde técnicas de vendas e negociação até o conhecimento aprofundado dos produtos ou serviços que sua empresa oferece. Além disso, o treinamento em novas tecnologias de vendas pode ajudar a aumentar a eficiência e a produtividade da equipe.

    Além de melhorar as habilidades e o conhecimento da equipe, o treinamento também pode ter um impacto positivo em sua motivação e engajamento. Quando uma equipe sente que estão sendo investidos e têm a oportunidade de crescer, eles tendem a se sentir mais valorizados e comprometidos com o sucesso da empresa.

    Utilizar tecnologia adequada

    A tecnologia pode ajudar a equipe a gerenciar leads de forma mais eficiente, acompanhar o progresso das vendas e melhorar a comunicação com os clientes. Aqui estão algumas maneiras pelas quais a tecnologia pode beneficiar um time de vendas internas:

    CRM (Customer Relationship Management): Um sistema CRM permite que a equipe de vendas gerencie e acompanhe os leads de forma mais eficaz. Ele pode ajudar a organizar informações importantes sobre os clientes, registrar interações passadas e agendar atividades futuras.

    Automação de marketing: Ferramentas de automação de marketing podem ajudar a equipe a criar campanhas de marketing digital mais eficazes e personalizadas. Além disso, elas podem ajudar a automatizar tarefas repetitivas, como o envio de e-mails de acompanhamento, economizando tempo e aumentando a produtividade.

    Ferramentas de comunicação: Plataformas de comunicação como chat ao vivo, e-mail e videoconferência podem ajudar a equipe a se comunicar de forma mais eficaz com os clientes. Isso é especialmente útil para equipes de vendas internas que podem não ter a oportunidade de interagir pessoalmente com os clientes.

    Análise de dados: O uso de ferramentas de análise de dados pode ajudar a equipe a identificar padrões e tendências nas atividades de vendas. Isso pode ajudar a equipe a tomar decisões mais informadas e a ajustar suas estratégias de vendas com base em dados concretos.

    Estabelecer uma cultura de feedback

    Implementar a cultura de feedback é como cultivar um ambiente em que as pessoas se sintam à vontade para compartilhar opiniões, sugestões e críticas construtivas. Dessa forma, isso é crucial para um time de vendas interno, pois promove a comunicação aberta.

    Sendo assim, imagine um ambiente onde os membros da equipe podem expressar suas ideias livremente, receber feedbacks construtivos e serem reconhecidos pelo seu trabalho árduo. Isso, além de motivar a equipe, ajuda a identificar áreas de melhoria e oportunidades de crescimento.

    Além disso, uma cultura bem definida ajuda a construir relacionamentos mais fortes entre os membros da equipe e seus líderes. Assim, isso cria um ambiente de confiança e respeito mútuo, onde todos se sentem valorizados e ouvidos.

    Reconhecer e recompensar o desempenho

    A cultura de reconhecimento é uma parte fundamental para manter a motivação e o engajamento da equipe de vendas internas. Quando os membros da equipe se sentem valorizados e reconhecidos pelo seu trabalho árduo, estão mais propensos a se dedicarem e a alcançarem melhores resultados.

    O reconhecimento pode assumir diversas formas, desde um simples “obrigado” até prêmios ou incentivos financeiros. Nesse sentido, o importante é que seja sincero e oportuno, destacando as conquistas individuais e coletivas da equipe.

    Além do reconhecimento, as recompensas também desempenham um papel importante na motivação da equipe. Oferecer incentivos, como bônus, viagens ou prêmios, pode incentivar os membros da equipe a se esforçarem ainda mais para alcançar suas metas.

    No entanto, é importante garantir que as recompensas sejam justas e equitativas, para evitar ressentimentos ou desmotivação. Dessa forma, uma abordagem personalizada, que reconheça as necessidades e preferências individuais dos membros da equipe, pode ser mais eficaz do que uma abordagem única para todos.

    Como desenvolver um time de vendas interno na sua empresa?

    Ter um time interno especializado em vendas é crucial para empresas que buscam aumentar sua eficácia comercial e impulsionar o crescimento. Além disso, uma equipe bem treinada e alinhada com os objetivos da empresa pode entender melhor as necessidades dos clientes, oferecendo soluções personalizadas e aumentando as taxas de conversão. 

    No entanto, a formação e o gerenciamento de um time interno de vendas eficaz podem ser desafiadores. É aqui que a V4 Company – a maior assessoria de marketing do Brasil – se destaca como uma solução. 

    A V4 oferece serviços de assessoria modular, incluindo a estruturação do time de vendas, terceirização do processo comercial e treinamento e desenvolvimento da equipe. Para conhecer mais sobre os serviços da V4, acesse: Assessoria de Marketing

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