Category: Mercado

  • Núbia Mota – comprometimento no Varejo Digital | Verdadeiras Autoridades

    Núbia Mota da Magento – Engajamento no Varejo Digital | Verdadeiras Autoridades

    Formada em Marketing e Vendas com MBA em Gestão Comercial pela FGV, iniciou sua carreira na VTEX, empresa da qual foi sócia e trabalhou por 10 anos.

    Atualmente Diretora de Marketing & Novos Negócios para a Magento Commerce, uma empresa Adobe, plataforma de e-commerce com mais de 250.000 lojas presentes em mais de 180 países.

    Em pesquisa realizada pela Aheadworks, foi constatado que a tecnologia é utilizado por 31,4% das empresas do mundo. Além disso, o termo “Magento” já é mais procurado na internet do que o próprio termo “e-commerce”. A Magento hoje é uma empresa da Adobe, após aquisição anunciada em maio de 2018, no valor de U$ 1,68 Bilhões, atendendo clientes como Sephora, Riachuelo e Droga Raia.

    Núbia Mota é embaixadora do Mulheres no Ecommerce, que tem como propósito trazer o movimento Business Woman falando de negócios para ecommerce. Núbia palestrou na Assembléia Estratégica 2020 da V4, tranzendo o tema ecommerce com força total.

    “O importante é pensar no processo como um todo, respeitando as particularidades do seu negócio mas oferecendo a melhor experiência para o consumidor.” – Núbia Mota Magento Commerce.

    Confira a palestra completa da Núbia clicando no link abaixo:

  • Marketing Digital: Como colocar valores nos seus Trabalhos| V4 TUTS

    Marketing Digital: Como Precificar os seus Trabalhos| V4 TUTS

    Se você está querendo começar a atuar com o marketing digital, certamente você se perguntar constantemente como precificar os seus serviços, certo?

    Mas antes de precificar o seu trabalho, você precisa demonstrar o valor do seu trabalho para um cliente. Aqui na V4, o que buscamos fazer na prática, primeiramente é comparar o preço dos serviços com alguma coisa que o cliente já conhece.

    Geralmente comparamos o valor do nosso serviço com o custo de um funcionário dentro da empresa do cliente. Quanto custa contratar, implementar uma equipe de marketing interna? O cliente irá ver que os serviços custam bem menos, e assim você já ganha alguns pontos sobre isso.

    Se falarmos em contratação de regime CLT por exemplo, onde o salário de cada funcionário partirá de R$2.000,00 reais mais os custos e impostos sobre o que cada um inside, mais transporte e muitas vezes plano médico. Estamos falando de custos gigantesco ao montar um quarteto de marketing, por exemplo.

    Aí então você prestador de serviço, cobra R$ 2.300,00 reais por todo serviço de marketing digital. Colocando na ponta do lápis, o que vai custar menos para esse cliente? A resposta é óbvia.

    A segunda prática aqui dentro da V4 Company, é não vendermos nossos serviços por “X” horas trabalhadas. Não importa se irá ser trabalhado 6 horas ou 60 horas, o que a nós prometemos é entrega de resultados.

    E aí entramos no terceiro ponto de entrega de valor para o seu cliente, RESULTADOS. Você precisa atrelar o seu trabalho a entrega de resultados, para que ele entenda que este é seu único e principal objetivo e nada além. Seu compromisso é fazer com que ele venda.

    E a partir daí, quando você mostra na prática resultado, você pode escalar o preço dos seus serviços, ou seja, a partir de uma margem de aumento do faturamento do seu cliente, o seu preço também escala, já que você está fazendo ele também faturar cada vez mais.

    É importante que você não seja o tipo de profissional que somente metrifica a quantidade de leads, custo de aquisição menor e etc. No final das contas o que o seu cliente quer é resultados, vendas no bolso dele.

    São de argumentos como estes citados anteriormente que gera mais valor para o seu trabalho, e comprovando resultados, é que você se destaca dos demais profissionais, e como consequência, consegue cobrar mais caro pelo seu trabalho.

    Quer saber mais sobre como gerar valor para o seu trabalho? Assista ao novo vídeo do canal da V4 com o Guillherme Lippert, nosso Equity Partner e Traffic Specialist.

    Assista ao vídeo completo clicando no link abaixo:

    Veja também:

  • Reagindo à CRISE do Coronavírus | V4 News⠀⠀⠀⠀

    Reagindo à CRISE do Coronavírus | V4 News

    Se você vem acompanhando o V4 News nas últimas semanas, deve ter visto que adotamos um tom mais sério em nossos vídeos, muito disso, por questões da crise e das pautas envolvidas.

    Nós falamos, por exemplo, como o coronavírus irá falir o seu negócio, trazendo a visão de como as pequenas e médias empresas precisão se adaptar rápido ao novo cenário do mercado, se elas desejam sobreviver ao novo normal.

    Falamos também da conta que iremos pagar de R$ 120 Bilhões de reais como contribuintes, isto por causa do mau uso do dinheiro público por parte do estado, trazendo uma visão sobre este aspecto, de como a economia irá crescer de forma insustentável, caso este dinheiro seja alocado de maneira errada.

    Fazendo assim que falte crédito no mercado para que PME’s pudessem utilizar de maneira que pudessem crescer ou sustentar seus negócios durante este período de COVID-19.

    Em resumo, falamos de aspectos que afetaram e ainda continuam afetando a maioria dos negócios brasileiros, que na priore, parecem ser impossíveis de evitar que ocorram.

    Mas a pergunta que fazemos é: será mesmo que não podemos buscar por recursos que façam com que possamos passar por tudo isso de maneira menos prejudicial? Que possamos adotar medidas para evitar que a maioria das empresas fechem as portas?

    Este é um questionamento recorrente de gestores e empresários que procuram a V4 Company diariamente. E como atuamos já a muitos anos neste mercado, com centenas de empresas, nós também acabamos pesquisando muito sobre o mercado, para gerar os resultados que geramos mesmo durante a crise.

    E concluímos que na maioria dos casos, existem sim soluções que vocês podem buscar para evitar grandes prejuízos em momento como este.

    Soluções adotadas por empresas para passar por este período de COVID-19.

    Parte destas soluções, não necessariamente são novas, elas já existem no mercado, porém a maioria dos pequenos e médios negócios ainda não enxergaram elas como estratégias para salvar o seu negócio.

    1. Delivery;

    Esta está entre as soluções mais usadas pela maioria dos negócios do segmento alimentício e que foi adaptado para muitos outros segmentos. Segundo artigos publicados pelo SEBRAE, estima-se que por volta de 400 mil negócios tenham tido um aumento de até 47% no seu faturamento, em função de terem adotado como estratégia entregas no formato delivery.

    Parece óbvio essa solução, certo? Mas acredite, ela ainda não é adotada por muito negócios que poderiam estar adaptando o seu produto para este formato. Ainda segundo o SEBRAE, em uma pesquisa feita recentemente, apenas 30% dos negócios que podem de fato utilizar esta estratégia, estão colocando esta solução em prática.

    Ou seja, tem uma grande oportunidade a ser explorada por muitos, e que ao menos fizeram questão de remodelar o seu negócio para enfrente este período nebuloso que o Brasil está passando.

    2. Suporte via conferência online;

    Para você que é prestador de serviço, este é um excelente momento de aproveitar a internet para dar suporte ao seus clientes. Além de se preocupar em vender durante este período de crise, é necessário manter a sua base de clientes com você. E para tal, você pode fazer reuniões e dar suporte para eles via canais digitais.

    O que nos faz pensar em uma terceira solução para prestadores de serviço:

    3. Vender seu conhecimento Online:

    Além de cursos que são mais usuais, você pode vender seu conhecimento online. Hoje vemos muitos profissionais vendendo sua expertise através de aulas, mentoria e etc para pessoas que estão precisando de ajuda.

    Essas são algumas das soluções que iremos trazer ao longo das próximas semanas. Quer entender mais sobre este novo cenário e que medidas você pode adotar para passar da melhor maneira possível por ele? Não deixe de assistir ao nosso novo vídeo do canal, nele Gabriel Robiatti irá pontuar cada um dos aspectos citados anteriormente, exemplificando cada um destes pontos.

    Assista ao vídeo completo clicando no link abaixo:

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  • Estratégia de Influencers para Lançamento | Verdade NUA & CRUA

    Estratégia que Influencers usam para Lançamento | Verdade NUA & CRUA

    Cris Franklin é uma infoprodutora bastante conhecida no universo do marketing digital e que recentemente, em um lançamento, utilizou de uma estratégia pouco convencional usando da imagem de influencers globais como Gustavo Lima e Simone e Simaria.

    Mas será que este tipo de estratégia funciona?

    Bom, em linhas gerais, quando estes infoprodutores buscam utilizar de influenciadores para divulgar seus produtos, na maioria da vezes, são pessoas que já tem envolvimento com o marketing digital. Desta forma, quando a sua audiência está vendo uma oferta, eles já esperam que algum produto será promovido.

    Na nossa visão, o grande diferencial que a Cris Franklin utilizou foi buscar por influenciadores globais que não são do marketing digital. Além disso, o público alvo destes influencers são de consciência baixa, ou seja, estão com a “guarda mais baixa” e assim começam a entender, através desses influencers, como ganhar dinheiro com a internet.

    E aí, você nos pergunta: Vale o não a pena usar deste tipo de estratégia?

    Se o seu negócio busca atingir um público em massa, sem muitas restrições de público-alvo, sim essa pode ser uma boa estratégia para você utilizar. Agora se o seu negócio, tem como público-alvo, pessoas mais específicas, nichos de mercado, esta estratégias de influencers globais vai atrair o público errado para o seu negócio.

    E um ponto que vale ressaltarmos aqui, é que não somos adeptos e criticamos muito o fato de muitos lançamentos estarem baseados em mostrar como é “fácil” ganhar dinheiro na internet. Com toda certeza, por exemplo, esta estratégia da Cris Frankilin não foi barata, custou muito dinheiro e tempo. Qualquer tipo de estratégia em larga escala custa bastante dinheiro.

    Inclusive temos alguns vídeos no nosso canal do youtube falando sobre a FÓRMULA DE LANÇAMENTO. Você pode assistir clicando aqui: Como funciona a Fórmula de Lançamento.

    Ressaltamos ainda que a critica aqui não é perante as possibilidades que o marketing digital oferece, mas sim a maneira e agressividade que estes infoprodutos são ofertados, versos a curva de aprendizado que não condiz com a oferta.

    Em resumo, a estratégia de usar influenciadores digitais para vender produtos, ela já é bastante conhecida no mercado, o que não é tão comum, é a utilização de grandes influencers de massa para tal. Por isso antes de sair gastando seu dinheiro com grandes influencers, teste estratégias como de embaixadores da sua marca para vender para um público mais selecionado.

    Quer entender mais como funciona este tipo de estratégia, não deixe de assistir o nosso novo vídeo do canal, no quadro Verdade Nua e Crua. Você pode assistir ao vídeo completo clicando no link abaixo:

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  • Você vai pagar uma conta de R$120 bilhões | V4 News

    120 Bilhões e você quem vai pagar a conta! | V4 News

    Se você vem acompanhando as última notícias sobre política e economia deve ter visto que na último semana, o senado aprovou por 80 votos, em uma sessão remota, um projeto que prevê ajuda financeira por parte da união aos estados e municípios para poderem enfrentar a crise atual do coronavírus.

    Esse projeto, tem como contrapartida para o estado, um congelamento dos salários do funcionalismo público. Já aprovado pela câmara, agora o projeto foi encaminhado para o gabinete presidencial e deve ser assinado nas próximas semanas.

    Sendo assim, queremos trazer uma visão diferente para você refletir, que por mais que o projeto pareça benéfico, no longo prazo ele é extremamente prejudicial, visto que o estado parece atuar em completa desconexão com a realidade dos brasileiros.

    Em linhas gerais este projeto prevê um repasse direto de R$ 60 Bilhões de reais para os caixas de estados e municípios, além da suspensão das dívidas destes mesmos estados e municípios com a união, o que por si só gera um déficit também em média de R$ 60 bilhões de reais, totalizando algo próximo de R$ 120 Bilhões de reais.

    Para você que é empresário, é especialmente importante que você fique atento a este detalhe, porque R$ 60 Bi em déficit, na prática, irão se traduzir em dívidas, e para que ela seja sanada, o estado terá de tomar novos créditos.

    Sendo assim, você não somente irá pagar essa conta como contribuinte, como também serão R$ 60 Bilhões de reais fora da economia, que outras empresas menores não poderão tomar como crédito para salvarem ou escalarem seus negócios.

    Esse déficit poderia ser fechado com uma política de cortes de gastos mais agressiva, e isto nos leva a outro ponto que devemos ressaltar neste conteúdo, que é o congelamento dos salários com o funcionalismo público.

    Veja bem, uma parte considerável da iniciativa privada entrou praticamente em colapso. Tivemos demissões em massa, corte nos salários, corte em benefícios, readequação de funções e etc. Sendo essas mudanças feitas para que as empresas passassem por este período de uma maneira mais leve, mantendo o seu negócio faturando de alguma maneira.

    E mesmo assim, em São Paulo por exemplo, no mês de abril tivemos o índice mais alto da história com pedidos de falência. E olhando para este lado, acreditamos que não é somente o congelamento de salários do funcionalismo público que irá salvar estas empresas.

    Em resumo, na nossa visão, o estado deveria partir para uma linha de corte de gastos mais agressiva, como: diminuir salários, diminuir os benefícios e gastos desnecessários. O que antes já não faziam sentido, sendo estes valores absurdos, hoje mais ainda deveriam ser cortados.

    Tudo isso valendo para todo funcionalismo público, com exceção dos profissionais que estão diretamente ligados ao combate contra o coronavírus.

    Olhando toda esta situação por uma ótica mais macro, é importante compreender que os déficits nos estados e municípios, eles irão acontecer, são praticamente inevitáveis. Então mais do que distribuir estes recursos, é fazer um planejamento e alocar o dinheiro com inteligência, o que vai contra ao que o estado está fazendo neste momento, quando pensamos a longo prazo na estabilidade da economia brasileira.

    É de suma importância que exista um posicionamento para entendermos como estes alocamentos estão sendo feitos, não necessariamente pelo efeito imediato, mas pela mensagem que esse posicionamento passa. Que estamos de olho querendo saber como nosso dinheiro será gasto, visto que a gestão politica, em seu histórico não são os melhores.

    No final das contas, o estado apenas fica brincando com o nosso dinheiro, já que o mesmo não sai diretamente do seu bolso, não trazendo nenhum prejuízo para os mesmos. Por este motivo, não devemos comemorar a aprovação deste novo projeto, mas sim devemos nos atentar que no final das contas, que vai pagar por isso somos nós, os brasileiros.

    No vídeo novo do nosso canal no youtube, Gabriel Robiati apresenta preocupações sobre o endividamento público e falsas soluções apresentadas pelo legislativo nacional. Você pode assistir ao vídeo completo clicando neste link abaixo:

    Assista também:

  • A oportunidade de sair da crise com o Head de Growth do Gestão 4.0

    Head de Growth do Gestão 4.0: Oportunidades na crise!

    Seguimos com a nossa jornada de lives no instagram, tendo como headline principal “Varejo Digital e Inside Sales Express: como implementar campanhas de vendas online de resultado rápido para ter oportunidades na crise.”

    Na live de hoje, nosso convidado foi o @joaovitor  Mentor de Negócios, Growth e Marketing de Performance no programa WeLabs da Wework. Founder da Empreenda Junto, atual COO e Head de Growth do Gestão 4.0, João é Empreendedor inovador e especialista em desenvolvimento de startups, com a metodologia Disciplined Entrepreneurship e New Ventures Leadership do MIT. Nesta conversa, João Vitor e Dener Lippert conversam mais sobre as oportunidades que você pode estar perdendo na crise. Aproveite esta live e aprenda bastante sobre como implementar INSIDE SALES na sua empresa.

    Confira a live completa clicando na imagem abaixo:

  • O Coronavírus vai acabar com o seu negócio! | V4 News

    O Coronavírus vai FALIR o seu negócio! | V4 News

    Que a crise afetou a economia e como consequência também afetar os negócios, nós já sabíamos. Entretanto, ainda era muito cedo para mensurar qual foi o “rombo” ou estrago total causado por ela.

    Hoje, ainda passando por esta crise, embora estejamos no começo dela, já conseguimos perceber quais são os primeiros sinais de qual o impacto real em vários estados, como São Paulo por exemplo que notificou o aumento de 73% nos pedidos de falência, comparando ao mesmo período de 2019.

    Por este motivo, dentro deste conteúdo, queremos abordar aqui as possíveis causas deste movimento, o que está por vir nos próximos meses e principalmente, quais são as melhores soluções para que você consiga contornar este problema da melhor forma possível.

    Aumento de 73% nos pedidos de falência durante a pandemia do novo coronavírus.

    Como mencionamos anteriormente, somente na cidade de São Paulo, houve um aumento de 73% nos pedidos de falência de empresas, se comparado ao mesmo período do ano em 2019, segundo informações do tribunal da justiça de SP.

    Este é o maior número registrado de pedidos desde agosto de 2019, quando tivemos por volta de 175 pedidos registrados na época.

    Neste ponto vale salientar, que o pedido de falência é quase um pedido de luxo, em um país que a iniciativa privada é composta, na sua maioria, por micro e pequenas empresas, visto que muitas vezes as microempresas não chegam nem a serem colocadas nestas estatísticas.

    Por este motivo, acreditamos que, o número de empresas que foram a falência neste ano é muito maior que este dado.

    Embora seja ainda muito cedo para afirmar que este crescimento de pedidos de falência tenham relação estritamente com o coronavírus, a quarentena que observamos acontecendo em São Paulo se iniciou em março e os pedidos de falência também aumentaram neste mesmo período, mas a falta de caixa de muitos destes pequenos e micro empresários, podemos sim concluir que o coronavírus e a quarentena acarretaram na falência de muitos negócios.

    Um segundo ponto que podemos enfatizar neste artigo, é nos atentarmos também para os pedidos de recuperação tiveram um aumento, nos fazendo entender que as empresas não conseguiram se adaptar dentro do tempo necessário para gerar resultados. Já aquelas que sobrevivem a este período conseguiram de fato adequar o seu produto ou serviço para manter seu negócio faturando mesmo durante a pandemia do COVID-19.

    Obviamente, compreendemos que nem todos modelos de negócios são adaptáveis, mas estamos enfatizando neste conteúdos, aqueles que sim são modeláveis, porém que seus gestores tomaram decisões tardias para que essa mudança acontecesse. E na visão da V4 Company, essa é a realidade de muitas das empresas, a visão tardia ou a não ação de adaptar o seu produto para o novo mercado.

    Possíveis soluções para você implementar no seu negócio.

    Trazendo então algumas possíveis soluções em que a sua empresa pode adotar em situações como esta, aquelas que nós observamos diariamente e que inclusive, implementamos para nossos clientes venderem mais, é trabalhar com o delivery.

    Entregar o seu produto no local de moradia do cliente, e não fazer com que ele tenha de ir até o seu negócio, visto que mesmo que elas não possam sair da suas casas, elas não deixaram de terem necessidades. Elas precisam continuar consumindo, e você precisa enxergar este formato como uma oportunidade de negócio.

    Fazendo uma adendo aqui, segundo a revista exame, tivemos um aumento no volume de pedidos por aplicativo durante a pandemia, o Rappi Brasil, por exemplo, teve um aumento de 40% nos pedidos dentro da plataforma.

    Você pode criar uma forma de expor seus produtos virtualmente, um catálogo virtual, onde seus consumidores possam acessar e escolher o que mais lhe atende naquele momento. A partir daí, você precisa definir boas ofertas para chamar atenção e que estejam alinhadas com as necessidades das pessoas neste momento, garantindo que essa oferta chegue ao máximo de pessoas possíveis.

    Você pode utilizar todos os seus canais para divulgar essa oferta, e caso tenha verba de mídia para ampliar este alcance faça. Claro que mantendo todo cuidado para não jogar dinheiro fora. Se você gestor, empresário fizer isto, certamente estará passos a frente de muitos outros.

    Este é o momento de mais ação e menos glamour. Você precisa adaptar o seu negócio para o novo mercado. O que não dá é ficar de braços cruzados esperando que um milagre aconteça.

    Se você quer entender todos estes argumentos ou prefere este tipo de conteúdo em vídeo, o Gabriel Robiati, nosso COO e Equity Partner, gravou um vídeo para o nosso canal abordando este tema para discutimos qual a melhor forma de todos passarmos por esta da melhor maneira possível.

    Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Assista também:

  • Crédito pra PME é roubada? | V4 News ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Crédito pra PME é roubada? | V4 News.

    Nas últimas semanas, temos ouvir falar sobre possíveis medidas do governo para ajudarem pessoas e empresas a atravessarem esse momento de crise. E na última sexta-feira, dia 24 de Abril de 2020, o senado aprovou um projeto de lei que cria uma linha de crédito para micro e pequenas empresas com R$ 15,9 Bilhões como garantia do tesouro nacional.

    O texto foi enviado a câmara, que basicamente fez alguma edições na proposta e na sequência devolveu ao senado, que acabou aprovando a nova proposta.

    E assim como todas as medidas aprovadas pelo estado, existem vantagens e desvantagens a serem analisadas. Sendo assim, nosso objetivo hoje aqui neste conteúdo é te ajudar a entender se de fato esta é uma proposta que vale a pena você deve validar para o seu negócio em meio a crise sanitária e financeira que o mundo está vivendo.

    O que é este projeto e como foi criado?

    O primeiro ponto a ser abordado então, é o autor deste projeto, o Senador Jorginho Mello que visava com ele facilitar o crédito para micro e pequenas empresas.

    Neste projeto se enquadram micro empresas que faturam até R$ 360.000,00 reais por ano e também empresas de médio porte que faturam até R$ 4,8 Milhões de reais por ano.

    Existem uma série de regras que irão determinar se você pode ou não ter acesso a essa linha de crédito e o quanto será liberado para você. Para nós estes critérios são claros, e por este motivo queremos apresenta-los para você entender se faz sentido ou não para você.

    Critérios analisados para linha de crédito de PME’s.

    Em linhas gerais, para empresas que tem mais de um ano de existência, elas terão acesso até 30% do faturamento anual do ano anterior.

    Já para empresas com menos de um ano de existência, as regras são um pouco diferente. Neste ponto, o que será oferecido é: metade do capital social ou 30% do faturamento médio mensal da sua empresa.

    Em relação as formas de pagamento, as empresas podem começar a pagar até 08 meses após a operação de crédito, com a possibilidade de parcelar a divida em até 36 vezes. Sendo a taxa de juros igual a Selic de 3,75% com adição de 1,25% spread bancário.

    Esse dinheiro, uma vez em que você tem ele em mãos, você pode utilizar para pagar funcionários, despesas da empresa, investir em capital de giro, estoque e etc. O único veto, ou seja, a proibição para utilização deste crédito, é que ele seja usado para pagar dividendos ou para distribuição de lucros entre sócios.

    Falando das empresas que faram essa linha de crédito acontecer, pelo projeto, elas estão também proibidas de vetar crédito por algum impedimento referente a CNPJ.

    Até aqui, tudo que falamos, faz com que a proposta pareça muito vantajosa. Entretanto, é nas contrapartidas deste processo que percebemos o desconhecimento do estados, referente a realidade da maioria dos empreendedores brasileiros.

    Isso porque, o empresário ou empresária que desejar acessar a este crédito, será obrigado(a) a manter o quadro de funcionários que ela tinham na data de publicação da lei. Inclusive, essa obrigatoriedade não somente vale para o momento em que ele tomar o empréstimo, mas também durante toda a extensão da operação.

    Um segundo ponto de exigência deste projeto é que, o empresário que tomar este crédito, precisa oferecer uma garantia pessoal ou de valor igual ou superior ao crédito que ele precisa tomar.

    Quais aspectos você deve analisar para tomar essa linha de crédito ou não.

    O primeiro deste aspectos a serem analisados, é que se você tem como oferecer essa garantia para o estado, você muito provavelmente consegue manter o seu negócio aberto e faturando sem precisar deste crédito.

    Isso no médio prazo, fará com que seu negócio cresça muito mais saudável e sustentável, fazendo com que você minimize parte dos riscos que você assumiria com essa linha de crédito.

    Além disso, apesar do tempo de carência que programa oferece, é necessário que você analise a curva de retomada econômica do seu segmento de atuação. Pois se esta for para além do prazo em que você precisa iniciar o pagamento desta divida, você pode inclusive piorar a sua situação.

    O desconhecimento por parte do governo em relação aos negócios nacionais realmente é um fato lamentável. E entendemos que mesmo que tenha tido uma boa intenção nessa ação, acreditamos que essa proposta irá favorecer um grupo muito pequeno de empresas, fazendo com que muitas outras possam vir até a fecharem suas portas por não conseguirem acessar recursos como este para salvarem seus negócios.

    Você pode ver mais sobre o tema, assistindo ao novo vídeo do nosso canal no youtube. Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:

    Veja também:

  • CONAR vs Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    CONAR contra Gustavo Lima & Ambev A REAL | V4 News

    Nas últimas semanas, é provável que você tenha visto as lives que estão sendo produzidas por vários artistas, especialmente por alguns cantores.

    Essas lives ganharam de certa maneira alguns holofotes nas últimas semanas por terem batido alguns recordes de audiência, sendo que algumas se destacaram também não só pela grande audiência, mas pelo consumo exacerbado de bebida alcoólica.

    Em especial, vamos abordar aqui neste artigo, a live feita pelo cantor Gustavo Lima, que foi alvo de um processo movido pelo Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), alegando que a live descumpriu algumas recomendações da entidade.

    O objetivo aqui será debater sobre o quanto essas recomendações podem ser coerentes e legitimas, e principalmente, o quanto esta ação pode ter sido motivada por interesses próprios ou não.

    Mas o que é e qual a função do Conar?

    Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária), é uma instituição criada por entidades ligadas ao agenciamento de publicidades, tendo como objetivo a regulamentação do mercado publicitário.

    Vale ressaltar primeiramente que o Conar não é uma instituição de viés público, mas sim um fruto do setor privado. Para nós, por um lado isso é ótimo, porque não há a mão do estado, mas pelo outro, pode existir um conflito de interesses interno, que talvez possa ter sido esta a intenção da atitude tomada no processo contra o cantor Gustavo Lima.

    Como o Conar funciona?

    Uma vez que uma ação publicitária vai ao ar, a instituição pode examinar este material por iniciativa própria ou por denuncias de outras pessoas.

    Essa análise mencionada, é feita pelo conselho de ética do órgão, e a partir desta análise são levantados pontos se ela atende ou não a regulamentação impostas pela instituição.

    É importante colocarmos aqui também, que este conselho de ética sim é formado também por agências de publicidade, por anunciantes e também por representantes dos consumidores, mas principalmente por representantes dos veículos de comunicação.

    Além disso, ressaltamos também que o Conar, de maneira alguma, pode impor a sua decisão, muito menos sanções caso exista o descumprimento daquilo que o órgão acredita estar errado.

    Gustavo Lima Vs Conar.

    Trazendo  o contexto para o cantor Gustavo Lima, o Conar alega que moveu este processo contra o cantor por ter recebido diversas denuncias pelo excesso do consumo de bebidas alcoólicas durante a live que o cantor fazia.

    Na prática, o que o Conar coloca é que a empresa que patrocinou a live do cantor, neste caso a Ambev, teria de certa forma burlado as recomendações do orgão, se utilizando deste formato de publicidade dentro da live.

    Sendo assim, em meio a tantas informações, nos deparamos com uma parcela de pessoas que defendem a entidade (Conar), que a atitude foi correta e que ajudou a prevenir um incentivo exacerbado do consumo de bebidas alcoólicas.

    Todavia, também temos um número importante de pessoas defendendo o cantor, que o mesmo deveria ter a sua liberdade já que a ação foi feita dentro da sua própria residência e de domínio privado do cantor.

    Os argumentos desta primeira parcela de pessoas, é de que a live foi exposta a milhares de pessoas, não sendo uma ação privada apenas para amigos e familiares, sendo a ação patrocinada por uma marca de cervejas. Tendo o Conar a obrigação sim se analisar esta ação publicitária e intervir se necessário.

    Além disso, os mesmos se apoiam no argumento de que o Gustavo Lima é uma figura pública, com isso, tendo forte influência sobre sua audiência. Desta forma, quando o cantor consume de maneira exagerada essas bebidas, pode estar estimulando, inclusive menores a beberem também.

    Já a segunda parcela de pessoas que defendem o cantor, dizem que isso é censura, uma vez que ele fez a live dentro da sua própria casa, com seus próprios recursos. Ainda assim, os mesmos defendem o objetivo da ação do cantor, que era de arrecadar doações e alimentos para famílias que precisam neste momento de pandemia.

    Em resumo, na nossa opinião, é que existe uma linha muito tênue entre regular tipos de publicações mais discriminatórias e a regularização de ações que não descriminam, mas que não atendem ao seus interesses próprios, já que o Conar não é uma entidade pública e sim privada, e entidades privadas buscam atingir os seus próprios interesses.

    Outro ponto que salientamos ainda, é que dado a  forma em que essa publicidade aconteceu, a marca em contato direto com o “influenciador”, cortando assim os intermediários dessas ações como agências e veículos de comunicação, isso pode ser sim uma forma de coagir este tipo de movimento por parte dos influenciadores e marcas.

    Uma vez que agências de publicidade e veículos de comunicações têm suas necessidades e nessa forma eles acabam perdendo oportunidades de fazer negócios.

    Se você quer saber a fundo sobre estes e outros argumentos em relação ao caso citado. Não deixe de assistir ao nosso novo vídeo do canal. Para assistir ao vídeo completo basta clicar na imagem abaixo.

    Veja também:

  • Os 5 maiores Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Top 5 Erros no E-commerce | Verdade Nua & Crua

    Para quem já é veterano no universo do e-commerce já vivenciou os erros que iremos abordar neste conteúdo. Porém, para quem é novato no segmento, continue comigo para evitar comete-los.

    Os 05 erros mais comuns dentro de e-commerce.

    1. Nicho de mercado;

    O mercado de e-commerce no Brasil é extremamente competitivo, de margens baixas e operações super complexas. E se você está pensando em iniciar um projeto de e-commerce, o primeiro ponto que você deve pensar é qual o nicho que você fará parte.

    Dependendo do nicho que você escolhe trabalhar, as barreiras de entrada serão mais altas com operações mais complexas e como dito anteriormente, margens mais baixas. Ao passo que alguns outros nichos favoreçam a sua operação.

    A título de exemplos, podemos pensar no nicho de moda, com uma alta concorrência, que não tem muitas diferenciações entre produtos, pode ser que em um primeiro momento, para um inciante você terá problemas, não conseguindo operar de fato algumas etapas.

    Na prática, você deve entender que o e-commerce até então não consegue bater a marca de 5% de vendas do varejo no Brasil, sendo no EUA uma média dos 15%.

    (Mesmo sabendo que no momento estamos passando por uma crise singular, que está mudando o comportamento do consumidor e que talvez possa mudar estes números futuramente).

    Mas trazendo ainda para os dados presentes, boa parte do consumo no varejo está alocado no espaço físico, como por exemplo, a moda.

    Se formos comparar o nicho de moda com o de iluminação por exemplo, o nicho de moda é muito mais comodo comprar presencialmente pelo fato de poder experimentar o produto.Já quando falamos em pequenos objetos de iluminação como lampadas, luminárias e etc, estes não tem como prioridade a compra física.

    Visto que muitas vezes, o consumidor pode não ter acesso a um item próximo da sua localização. Então fica mais “comodo” e usual comprar também via e-commerce. (Falamos por experiência própria, com um cliente do segmento que vêm faturando alto desde que implementou a sua loja online.)

    2. Ter preço competitivo;

    Um vez que você encontrou o nicho certo, você precisa ter preço competitivo. A menos que seu produto tenha uma grande diferenciação, e na maioria das vezes este não é o caso, a competitividade irá se dar pelo preço.

    Existe obviamente outras alternativas de compra que não necessariamente competem por preço, mas sim pela experiência de compra, entretanto, em sua maioria será o preço que falará mais alto.

    3. Operação de Logística;

    No Brasil existe um problema sério de logística e os e-commerces atuantes no pais concentram, na grande parte, suas atividades no sudeste. E se você não tem uma operação logística em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, provavelmente seu preço de frete e tempo de entrega muito altos, que por consequência, torna a sua competitividade ainda menor.

    Uma estratégia que você pode utilizar, é trabalhar em um limite de atendimento em um raio de tanto KM entorno do local em que você atua. E quanto mais condições você vai criando de operação, você terá como expandir essa distância para atender as demais áreas.

     4. Explorar marketplace.

    Existem diversos canais de marketplace que não são explorados por muitos profissionais. Canais estes que você pode testar para ver se o seu produto vende e você consegue uma competitividade dentro da plataforma sem um grande custo de mídia.

    O grande erro de profissionais é não investirem em tráfego. Dentro de um ecommerce você precisa ter demanda, pessoas navegando, circulando pelo seu site. Se você cria a sua própria loja online, você tem muito mais trabalho para criar tráfego dentro dela, diferente de quando você testa outras plataformas de marketplace que já tem sua estrutura consolidada.

    5. Produção de conteúdo para e-commerce.

    Não apostar em produção de conteúdo para o seu ecommerce é um grande erro, pois sua taxa de conversão pode ser baixa. As pessoas precisam saber o que é e para que serve o seu produto. Quando você investe em conteúdo, o consumidor tem mais clareza de como o seu produto pode solucionar o seu problema ou desejo.

    Invista em conteúdos de diferenciação, do contrário você será mais um na multidão. Uma vez que o seu cliente não terá contato com o seu produto, quanto mais atrativo visualmente o seu produto for, maiores serão as suas taxas de conversão.

    Todos estes 05 erros são abordados pelo nosso CEO Dener Lippert e Gabriel Robiati em nosso novo vídeo para o canal no youtube. Assista o conteúdo completo clicando na imagem abaixo: