Category: Notícias

  • Nubank solicita licença para atuar nos EUA e avançar na expansão global

    Nubank solicita licença para atuar nos EUA e avançar na expansão global

    O Nubank solicitou ao Escritório do Controlador da Moeda dos Estados Unidos (OCC) a licença para operar como banco no país. O movimento faz parte da estratégia de expansão da empresa, que já tem ações listadas na Bolsa de Nova York.

    Da simplicidade ao domínio: Como o Nubank construiu um império digital

    Em 2013, David Vélez, Cristina Junqueira e Edward Wible lançaram um cartão de crédito digital, sem anuidade e de fácil solicitação, mudando a forma de acesso ao crédito no Brasil e evidenciando o poder do marketing digital em oferecer soluções simples e eficazes.

    Hoje, a empresa atende quase 123 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia. No Brasil, 60% da população adulta usa o Nubank, e a maioria o considera seu banco principal. Esses números são resultado de uma estratégia consistente de expansão de portfólio aliada a um ótimo relacionamento com o cliente.

    O banco começou com cartão de crédito, mas rapidamente incorporou conta digital, empréstimos, investimentos, seguros e até telefonia móvel. Cada novo produto foi pensado para atender necessidades específicas da base existente, criando um ecossistema onde o cliente não precisa sair para resolver suas demandas financeiras.

    Os números que revelam uma máquina de crescimento eficiente

    No segundo trimestre de 2024, o Nubank apresentou resultados expressivos. A receita chegou a US$ 3,7 bilhões, cerca de R$ 19,6 bilhões, um crescimento de 40% em relação ao ano anterior. O lucro líquido foi de US$ 637 milhões, aproximadamente R$ 3,4 bilhões, representando alta de 42%. O retorno sobre patrimônio (ROE) alcançou 28% ao ano, reforçando a eficiência da empresa em gerar valor para seus investidores.

    Mais de 83% dos clientes permanecem ativos na plataforma, um forte indicador de customer success que ainda desafia muitos bancos tradicionais. Além disso, a estratégia de crescimento orgânico baseada em indicações reduziu de forma significativa o CAC, já que a maior parte dos novos clientes chega por recomendação de amigos e familiares.

    A expansão internacional também mostra força. No México, o banco já soma 12 milhões de clientes, enquanto na Colômbia são 3,4 milhões, com depósitos que cresceram 841% em apenas um ano. Esses resultados confirmam que a fórmula do Nubank é escalável e pode ser replicada com sucesso em diferentes mercados.

    A lógica por trás da expansão nos Estados Unidos

    À primeira vista, pode parecer incomum que uma empresa com forte atuação na América Latina busque operar nos Estados Unidos. No entanto, o objetivo do Nubank é ampliar sua presença internacional e atender melhor os clientes latino-americanos que já vivem ou realizam negócios no país.

    O banco já reúne milhões de usuários com esse perfil, e oferecer serviços bancários nos EUA não é apenas uma expansão de mercado, mas a continuidade da jornada do cliente com uma marca em que ele já confia. A licença bancária permitirá disponibilizar contas de depósito, empréstimos e custódia de ativos digitais em um dos sistemas financeiros mais sofisticados do mundo.

    O Nubank já atende milhões de clientes latino-americanos que vivem ou fazem negócios nos Estados Unidos. Ao oferecer serviços bancários nesse mercado, a empresa não apenas expande sua atuação, mas acompanha a jornada do cliente, fortalecendo o vínculo com a marca. 

    Com a licença bancária americana, o Nubank poderá oferecer produtos como contas de depósito, empréstimos e custódia de ativos digitais em um dos sistemas financeiros mais avançados do mundo, sob a liderança da cofundadora Cristina Junqueira, que assumirá como CEO da subsidiária nos Estados Unidos.

    Governança de primeira linha: Quando os nomes fazem diferença

    O conselho de administração da operação americana foi formado por lideranças de destaque. Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central do Brasil, assumirá a presidência do board, que também contará com executivos com experiência em instituições como Blackstone, CIT Group e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

    Essa composição do conselho evidencia a visão de longo prazo do Nubank e a importância de alinhar a estratégia global à realidade local. Em mercados complexos como o americano, é essencial ter líderes que conheçam profundamente as normas e o funcionamento do mercado local.

    América Latina como prioridade: Fortalecendo a base antes da expansão

    Mesmo avançando com o processo de entrada nos Estados Unidos, o Nubank continua fortalecendo sua atuação na América Latina. No México, já recebeu a autorização para se tornar banco a partir de abril de 2025 e aguarda apenas a aprovação final. No Brasil e na Colômbia, as operações seguem reguladas e em ritmo consistente de crescimento.

    A lógica por trás dessa estratégia é simples: consolidar antes de expandir. Ao entender bem o funil de vendas bancário, o Nubank começa oferecendo soluções acessíveis para atrair clientes e, aos poucos, amplia a oferta com produtos mais completos. Esse caminho garante crescimento sustentável e fortalece a relação de confiança com a base de clientes.

    Como o Nubank domina a aquisição e retenção

    Quando observamos a trajetória do Nubank sob a perspectiva do marketing digital, fica claro como a empresa estruturou uma execução multicanal de destaque, combinando iniciativas como:

    • Indicações e recomendações espontâneas: O crescimento inicial foi impulsionado pelas indicações de clientes. O programa de convites oferecia prioridade de acesso a quem trouxesse amigos, fortalecendo a percepção de exclusividade e validando a proposta de valor do Nubank;
    • Tráfego pago estratégico: Com o passar do tempo, a empresa passou a investir em mídia paga de forma planejada, sempre reforçando seus diferenciais reais: ausência de taxas abusivas, atendimento próximo e tecnologia que funciona;
    • Conteúdo e presença digital: O blog e as redes sociais se tornaram canais de educação financeira, trazendo tráfego orgânico com SEO e ajudando a consolidar o Nubank como referência no setor;
    • Inside sales e atendimento eficiente: Mesmo sendo um banco digital, o Nubank investiu em times de inside sales e suporte rápido. O reflexo disso é um NPS (Net Promoter Score) acima de 90, um dos maiores do setor financeiro.

    Essa combinação de estratégias mostra como o Nubank construiu um modelo de crescimento sustentável, equilibrando aquisição eficiente, engajamento de clientes e fortalecimento de marca.

    O Modelo de Crescimento: Lições para qualquer negócio

    O sucesso do Nubank não se explica apenas por ser um banco digital ou não cobrar tarifas. Por trás dos resultados, há uma filosofia de growth que oferece insights valiosos para empresas de diferentes setores, como:

    • Resolver um problema real: O Nubank começou resolvendo uma dor evidente do consumidor: cartões de crédito com anuidade alta e atendimento insatisfatório. Só depois de conquistar relevância passou a ampliar seu portfólio;
    • Usar dados para personalizar a experiência: A empresa analisa padrões de comportamento para oferecer soluções no momento certo, respeitando o tempo e as necessidades de cada cliente;
    • Transformar clientes em embaixadores: Mais de 83% da base utiliza a plataforma ativamente, o que gera fidelidade, recomendações espontâneas e redução significativa do CAC, criando um ciclo de crescimento sustentável;
    • Investir em educação financeira: Além dos produtos, o Nubank sempre ofereceu conteúdo educativo, reforçando sua posição como parceiro na vida do cliente, e não apenas como prestador de serviços;
    • Expandir o portfólio com propósito: Cada novo produto nasce para atender a uma necessidade real da base existente, resultando em uma expansão estratégica que amplia o LTV e fortalece o relacionamento com o cliente.

    O futuro do Nubank e o que vem pela frente

    Com a licença bancária nos EUA em processo de aprovação, o Nubank se prepara para entrar em um dos mercados mais competitivos do mundo. A empresa leva uma base fiel de clientes, tecnologia consolidada e um modelo de negócios lucrativo e escalável.

    O caso mostra que é possível crescer resolvendo problemas reais, mantendo o cliente no centro e equilibrando inovação com rentabilidade. A expansão para os Estados Unidos é apenas o próximo passo de uma trajetória que continua em construção.

    O post Nubank solicita licença para atuar nos EUA e avançar na expansão global apareceu primeiro em V4 Company.

  • YouTube Shopping estreia no Brasil em parceria com Mercado Livre e Shopee

    YouTube Shopping estreia no Brasil em parceria com Mercado Livre e Shopee

    O YouTube lançou oficialmente o YouTube Shopping no Brasil, em parceria com Mercado Livre e Shopee. Agora, criadores podem destacar produtos em vídeos, lives, posts e Shorts, direcionando o público para compra imediata. Isso marca a entrada da plataforma na disputa pelo social commerce nacional, setor que deve movimentar US$ 4,16 bilhões até 2025.

    O mercado de social commerce no Brasil está em expansão

    O mercado de social commerce no Brasil não para de crescer. Entre 2021 e 2024, avançou em média 23,1% ao ano e a expectativa é que movimente US$ 6,92 bilhões até 2030, com crescimento anual de 10,7%. Esse avanço é explicado pelo uso massivo das redes sociais no país, que passaram de espaços de interação para verdadeiros canais de venda, impulsionados pelo comportamento do consumidor digital.

    Nesse cenário, a disputa entre as plataformas é intensa. O TikTok Shop vem conquistando espaço com incentivos para vendedores e influenciadores, enquanto o Instagram já exerce grande influência nas decisões de compra. Agora, o YouTube entra no jogo apostando em um diferencial: a integração entre diversos formatos de vídeo e o alcance na TV conectada, algo que seus concorrentes ainda não oferecem na mesma escala.

    YouTube aposta na escala global e na TV conectada como diferenciais

    O YouTube aposta em um diferencial importante no social commerce: a força de sua base de mais de 500 mil criadores afiliados no mundo, aliada à integração entre vídeos longos, curtos, transmissões ao vivo e presença consolidada na TV conectada. 

    No Brasil, a plataforma já reúne cerca de 75 milhões de espectadores adultos, com crescimento de 21% no consumo pela TV em 2024, alcançando 11,9% da audiência nesse dispositivo e superando canais de TV aberta, como o SBT. Esse avanço é impulsionado por conteúdos musicais, esportivos e exclusivos, como o contrato firmado em 2025 para transmitir 38 jogos do Campeonato Brasileiro até 2027.

    Segundo o presidente do Google Brasil, Fabio Coelho, o diferencial do YouTube está em oferecer soluções que cobrem toda a jornada do cliente, do reconhecimento da marca até a conversão. Em um cenário em que o consumidor pesquisa, compara, assiste a reviews e só então decide, o YouTube Shopping centraliza esses pontos de contato em um único ambiente, transformando a plataforma em um ecossistema completo de vendas.

    A Estratégia dos “4 S’s”: Search, Scrolling, Streaming e Shopping

    O YouTube estruturou sua entrada no social commerce com o conceito dos “4 S’s”: Search (busca), Scrolling (rolagem), Streaming (transmissão) e Shopping (compras). A ideia é simples: reunir os principais comportamentos do consumidor digital em um mesmo ecossistema. Assim, alguém pode buscar por “melhor celular 2025”, rolar pelos Shorts para ver comparativos rápidos, assistir a uma análise detalhada em vídeo longo e finalizar a compra sem sair da plataforma. Toda a jornada do cliente acontece em um único lugar.

    Outro diferencial é o uso de inteligência artificial para indicar os melhores momentos de exibir produtos dentro dos vídeos. Isso potencializa formatos já populares como reviews, tutoriais e unboxings, transformando-os em pontos diretos de conversão. Para criadores e marcas, o modelo amplia a eficiência e cria uma nova fonte de monetização que complementa a tradicional divisão de receita publicitária.

    Mercado Livre e Shopee: Os primeiros parceiros estratégicos

    O YouTube Shopping estreia no Brasil em parceria com Mercado Livre e Shopee, escolhidos pela escala, logística e ecossistemas de criadores já consolidados. A Shopee, que vem crescendo rapidamente em live commerce e já reúne mais de 5 milhões de afiliados, enxerga a integração como uma evolução natural de sua estratégia.

    O Mercado Livre aposta no social commerce como novo motor de crescimento e registrou alta de 310% em seu programa de afiliados no último trimestre. Segundo o Google, outros varejistas e marcas diretas devem se juntar em breve, ampliando o alcance do modelo no país.

    O impacto econômico do YouTube no Brasil

    Em 2024, o YouTube gerou R$ 4,94 bilhões para o PIB brasileiro, e a expectativa é que esse impacto cresça com o lançamento do Shopping e a diversificação das receitas. A plataforma também vem ampliando sua presença no país com iniciativas como o Teatro YouTube em parceria com o Magalu, transmissões esportivas em conjunto com a Cazé TV e projetos musicais como o Tiny Desk patrocinado por Volts e Heineken. Esses movimentos reforçam o papel do YouTube como palco da economia criativa, unindo entretenimento, influência e comércio em um mesmo ecossistema.

    Como o YouTube Shopping impacta estratégias de marketing digital

    Para empresas e profissionais de marketing digital, o YouTube Shopping representa uma mudança importante na forma de pensar campanhas e planos de marketing. Veja os principais impactos práticos:

    • Repensando o funil de vendas: No social commerce, o consumidor não segue um caminho linear. Ele pode entrar em qualquer etapa e transitar livremente entre awareness, consideração e decisão. Estratégias de growth precisam capturar e nutrir leads em múltiplos pontos de contato simultaneamente;
    • Redução do CAC: Ao invés de depender apenas de tráfego pago, marcas podem investir em parcerias com criadores que já têm audiências engajadas. Resultado: menos desperdício de verba e taxas de conversão mais altas;
    • Relacionamento com o cliente baseado em confiança: Criadores têm algo que marcas raramente conseguem construir sozinhas: credibilidade genuína. Uma recomendação de influenciador é vista como indicação pessoal, não como propaganda, mudando completamente a dinâmica de persuasão;
    • SEO no YouTube se torna prioridade: Vídeos bem ranqueados agora geram não apenas visualizações, mas vendas diretas. Isso exige estratégia integrada de produção de conteúdo, otimização de metadados e análise constante de performance.

    O post YouTube Shopping estreia no Brasil em parceria com Mercado Livre e Shopee apareceu primeiro em V4 Company.

  • OpenAI prepara anúncios no ChatGPT

    OpenAI prepara anúncios no ChatGPT

    A OpenAI está contratando engenheiros de mídia paga para criar uma infraestrutura de anúncios no ChatGPT, em busca de um modelo de monetização sustentável diante de seus 700 milhões de usuários semanais e avaliação de US$ 300 bilhões. 

    A iniciativa pode gerar até US$ 1 bilhão anuais, mas coloca a empresa diante de um dilema: manter a experiência diferenciada, sem anúncios, que conquistou a confiança de 30% dos usuários frente aos buscadores tradicionais, ou adotar a estratégia clássica de receita digital baseada em publicidade.

    Por que interfaces conversacionais rejeitam publicidade há anos

    A ausência de anúncios sempre foi vantagem competitiva do ChatGPT. Enquanto o Google integra publicidade em suas respostas de IA através do AI Mode, o ChatGPT manteve experiência focada em fornecer informações úteis. Essa diferença contribuiu para que usuários desenvolvessem maior confiança na plataforma da OpenAI.

    Plataformas de mensagens como WhatsApp e Telegram historicamente evitaram anúncios dentro das conversas. O WhatsApp optou por não monetizar recursos básicos para manter o aplicativo como um espaço de comunicação simples. Quando introduziu publicidade em 2025, limitou-a aos Status, preservando o fluxo de conversas.

    O modelo conversacional cria expectativas diferentes. Dados mostram que 77% dos americanos utilizam o ChatGPT como mecanismo de busca, com 24% preferindo iniciar pesquisas na plataforma. Essa migração ocorreu porque os usuários valorizam respostas diretas, sem necessidade de filtrar conteúdo promocional entre resultados orgânicos.

    O experimento do Google que serve de alerta

    O Google anunciou a integração de anúncios em seu novo “AI Mode“, apresentado como parte de sua experiência de busca com inteligência artificial mais avançada. Diferente do modelo tradicional de links patrocinados, os anúncios aparecem dentro e abaixo das respostas geradas, o que levantou críticas. Essa mudança preocupa porque compromete a percepção de neutralidade que os usuários esperam ao interagir com sistemas de IA.

    Para a OpenAI, existe o risco de repetir esse erro caso opte por integrar os anúncios de forma semelhante. Inserir anúncios em plataformas conversacionais pode enfraquecer a confiança dos usuários, que buscam no ChatGPT um conselheiro imparcial e confiável, especialmente em situações que exigem apoio para decisões relevantes.

    Números que explicam a pressão por monetização

    Em setembro de 2025, a OpenAI alcançou 700 milhões de usuários ativos semanais, quatro vezes mais que no ano anterior. A plataforma processa 18 bilhões de mensagens por semana e já está presente em 92% das empresas da Fortune 500, confirmando sua expansão global em larga escala.

    Apesar do avanço, os altos custos operacionais e a dependência de infraestrutura tornam a sustentabilidade financeira um desafio. Mesmo com cinco milhões de assinantes empresariais, a receita não cobre a avaliação bilionária da empresa. 

    Após captar US$ 40 bilhões em março de 2025, cresce a pressão para gerar retorno, e a publicidade surge como alternativa de monetização, embora arriscada para a reputação de imparcialidade que sustenta a confiança no ChatGPT.

    Como marcas já aparecem no ChatGPT sem anúncios

    Pesquisas mostram que 36% dos usuários descobriram produtos ou marcas pelo ChatGPT, chegando a 47% entre a Geração Z. Esse alcance gera oportunidades de credibilidade para marcas, já que as menções surgem de forma contextualizada, mas também traz riscos: conteúdos promocionais forçados poderiam destruir a confiança dos usuários. 

    O desafio da OpenAI é equilibrar monetização e integridade das respostas; se conseguir preservar a imparcialidade, poderá definir um novo padrão de mercado, mas, se falhar, perderá sua principal vantagem competitiva.

    O impacto no mercado de buscas e SEO

    A decisão da OpenAI será decisiva para o futuro da IA conversacional. Manter o ChatGPT sem anúncios reforçaria sua credibilidade, mas exigiria modelos de monetização ainda não testados. O tráfego via IAs cresceu 527% nos EUA entre janeiro e maio de 2025, mostrando uma mudança no comportamento de busca, que pode ser revertida se a publicidade reduzir a confiança dos usuários.

    Para empresas de SEO, o desafio será adaptar estratégias caso o ChatGPT adote anúncios, já que respostas orgânicas passariam a competir com conteúdo pago. A tendência é a coexistência entre modelos, mas ainda é incerto se experiências livres de anúncios, mesmo com cobrança, podem se sustentar em grande escala.

    O que essa mudança significa para estratégias de marketing digital

    A possível inserção de anúncios no ChatGPT representa uma transformação profunda no marketing digital. Veja os principais impactos:

    • Novo canal de tráfego pago: Empresas ganharão um canal de alta relevância, mas precisarão adaptar suas estratégias para interfaces conversacionais, onde as regras são diferentes dos anúncios tradicionais;
    • Transformação na jornada do cliente: Enquanto em buscadores tradicionais o usuário clica em anúncios e visita páginas de destino, em plataformas conversacionais a interação acontece dentro da própria ferramenta. Isso exige repensar desde o funil de vendas até o relacionamento com o cliente;
    • Novos pontos de contato para vendas: Equipes de inside sales e customer success terão oportunidades de engajamento inéditas. A IA conversacional pode se tornar o primeiro estágio da conversação comercial, influenciando a percepção da marca antes mesmo do contato direto;
    • Impacto no CAC: Se o ChatGPT seguir o modelo do Google, empresas precisarão investir em anúncios para manter visibilidade, aumentando custos de aquisição. Por outro lado, se a plataforma mantiver respostas orgânicas sem viés comercial, estratégias de growth baseadas em conteúdo e autoridade ganharão ainda mais relevância;
    • Revisão obrigatória do plano de marketing: Todo plano desenvolvido a partir de agora precisará considerar esse cenário. A questão não é se as IAs conversacionais se tornarão canais relevantes, mas como sua empresa estará posicionada quando isso acontecer definitivamente.

    O momento decisivo para empresas que querem liderar no novo cenário

    A decisão da OpenAI sobre anúncios no ChatGPT vai muito além de uma simples mudança de monetização. Ela define o futuro de como empresas se conectam com clientes na era da inteligência artificial. Seja através de anúncios pagos ou presença orgânica, uma coisa é certa: quem estruturar sua estratégia de marketing agora sairá na frente quando essa transformação se consolidar.

    O momento de agir é agora. Para construir uma presença sólida que funcione tanto em buscadores tradicionais quanto em IAs conversacionais, você precisa dominar todos os canais de aquisição com uma estratégia integrada. 

    Participe da reunião para empreários e aplique o gabarito de vendas para quebrar todos os recordes da sua empresa em 2026

    Clique abaixo e reserve o seu lugar

    O post OpenAI prepara anúncios no ChatGPT apareceu primeiro em V4 Company.

  • EA vendida por US$ 55 bilhões: O fim de uma era nos games

    EA vendida por US$ 55 bilhões: O fim de uma era nos games

    A decisão marca o fim de 36 anos seguidos da EA como uma empresa no mercado público, sete anos depois da sua fundação. A trajetória da companhia, que começou como uma pequena desenvolvedora e se transformou em uma das maiores publishers do mundo, agora toma um rumo completamente diferente sob controle árabe.

    A gigante dos games Electronic Arts aceita proposta bilionária do fundo saudita PIF

    A Electronic Arts confirmou nesta segunda-feira (29) que será adquirida por um consórcio formado pelo fundo saudita PIF, a gestora Silver Lake e a Affinity Partners em uma transação totalmente em dinheiro no valor de US$ 55 bilhões, marcando o segundo maior negócio da história da indústria de jogos eletrônicos.

    De startup visionária a gigante em crise

    Fundada em maio de 1982 por Trip Hawkins, ex-funcionário da Apple, junto com Bing Gordon e Tim Mott, a Electronic Arts nasceu com a ambição de revolucionar a indústria de jogos eletrônicos. Durante quatro décadas, a empresa construiu um império baseado em franquias icônicas como The Sims, Battlefield, Need for Speed e a lucrativa série de jogos esportivos.

    Os sinais de alerta que precederam a venda

    A venda não surge como surpresa total para analistas do mercado. Nos últimos anos, a EA enfrentou múltiplos desafios que abalaram sua posição dominante:

    No início deste ano, a Electronic Arts cortou centenas de empregos, sua terceira demissão em massa desde 2023. A empresa também fechou estúdios e cancelou vários projetos, como um jogo baseado na franquia Pantera Negra.

    Esses cortes evidenciavam problemas estruturais mais profundos. Os serviços online e outras receitas além das vendas do jogo base representam mais de 73% dos US$ 7,56 bilhões faturados pela EA em 2024, aumento em relação aos 66% registrados em 2020, demonstrando uma dependência crescente de microtransações e conteúdo adicional, modelo que vem enfrentando resistência dos consumidores.

    O golpe fatal: fracassos comerciais recentes

    O desempenho financeiro recente da EA foi devastador para sua avaliação no mercado. A EA perdeu US$ 6 bilhões em valor de mercado após divulgar os resultados negativos de Dragon Age: The Veilguard e FC 25.

    Nesta quinta-feira, a EA perdia quase 6 bilhões de dólares em seu valor de mercado de 37,3 bilhões, com as ações despencando após o anúncio de que as vendas do EA Sports FC 25 ficaram abaixo das expectativas

    Para o ano fiscal completo, a nova projeção está entre 7 bilhões e 7,15 bilhões de dólares, bem abaixo da faixa anterior, que variava entre 7,5 bilhões e 7,8 bilhões.

    A perda da FIFA: um divisor de águas

    Um dos marcos mais simbólicos do declínio da EA foi o fim da parceria de 30 anos com a FIFA, manifestada desde outubro de 2021.

     A empresa alegou que o custo da licença havia se tornado insustentável, mas a mudança para EA Sports FC representou mais do que uma simples troca de nome – foi o fim de uma era dourada nos esportes eletrônicos.

    Fifa 23: Divlgação

    Os detalhes da transação bilionária

    O consórcio comprará 100% das ações da EA, com o PIF mantendo a participação de 9,9% que já possuía. Cada acionista receberá US$ 210 por ação, valor que representa um prêmio de 25% em relação ao preço de fechamento de US$ 168,32.

    O financiamento será composto por cerca de US$ 36 bilhões em capital próprio dos três investidores e US$ 20 bilhões em dívida, sendo US$ 18 bilhões já garantidos pelo banco JP Morgan. A conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2027, após aprovações regulatórias necessárias.

    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    O novo dono: poder e ambição saudita nos games

    O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita não é novato na indústria. O fundo já é dono da Savvy Games Group e possui participações em gigantes como Activision Blizzard, Take-Two, Nintendo e Embracer

    A aquisição da EA consolida o país do Oriente Médio como uma das forças mais influentes no entretenimento digital global.

    O que esperar do futuro

    Segundo o CEO Andrew Wilson, a parceria permitirá expandir a presença da empresa no entretenimento digital, esportivo e tecnológico, abrindo portas para novas experiências interativas.

     A liderança atual permanecerá no comando, prometendo continuidade estratégica.

    A EA deixará de ser listada na bolsa de valores e continuará a operar com sede em Redwood City, Califórnia, sob liderança do atual CEO Andrew Wilson. A empresa manterá suas operações normais, com lançamentos previstos incluindo o aguardado Battlefield 6.

    Lições para o mercado brasileiro

    Para empresários e donos de negócio no Brasil, a venda da EA traz reflexões importantes sobre adaptação e sobrevivência em mercados competitivos. 

    A gigante americana, apesar de seu tamanho e história, não conseguiu manter-se relevante diante de mudanças no comportamento do consumidor e pressões financeiras crescentes.

    A transação demonstra que, no mundo dos negócios modernos, nem mesmo empresas aparentemente intocáveis estão imunes a aquisições quando enfrentam dificuldades prolongadas. 

    A capacidade de inovação constante e a leitura correta das tendências de mercado tornaram-se mais cruciais do que nunca para a sobrevivência corporativa.

    A história da EA serve como um alerta: o sucesso passado não garante o futuro, e a resistência à mudança pode custar não apenas market share, mas a própria independência da empresa.

    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    Clique aqui e garanta a sua vaga gratuitamente

    O post EA vendida por US$ 55 bilhões: O fim de uma era nos games apareceu primeiro em V4 Company.

  • Meta lança Vibes, feed de vídeos curtos de IA para rivalizar com TikTok

    Meta lança Vibes, feed de vídeos curtos de IA para rivalizar com TikTok

    A Meta acaba de mudar o jogo da criação de conteúdo. Na última quinta-feira, 25, a empresa anunciou o Vibes, um novo feed de vídeos integrado ao aplicativo Meta AI.

    O que é o Vibes?

    O Vibes funciona como um hub centralizado dentro do aplicativo Meta AI. Ao acessá-lo, você encontra um feed repleto de vídeos criados por inteligência artificial, seja por artistas, criadores independentes ou comunidades inteiras. A promessa da Meta é que esse feed se torna cada vez mais personalizado conforme você interage com ele.

    Ele não se limita a assistir: você pode criar vídeos do zero ou remixar os que já estão no feed. É possível adicionar músicas, alterar estilos visuais e inserir novos elementos com poucos toques ou comandos. Nesta fase inicial, a Meta firmou parcerias temporárias com a Midjourney e a Black Forest Labs, enquanto desenvolve seus próprios modelos de geração de vídeo, sob liderança de Alexandr Wang, recém-contratado para chefiar a área de IA.

    Da complexidade à simplicidade

    Produzir vídeos de qualidade sempre foi caro e demorado, exigindo softwares complexos, equipamentos e especialistas. O Vibes elimina essas barreiras: com comandos de texto ou toques, você muda o estilo do clipe sem precisar de conhecimento técnico, equipe ou equipamentos caros.

    Essa democratização tem impacto direto no CAC das empresas. Quando você consegue produzir conteúdo relevante e profissional com menos recursos, automaticamente reduz os custos para atrair novos clientes. 

    Compartilhamento estratégico: A Meta conectando todo o seu ecossistema

    Quando você finaliza um vídeo no Vibes, a Meta oferece múltiplas opções de distribuição. Você pode publicar diretamente no feed do Vibes, enviar como mensagem direta ou fazer publicações cruzadas nos Stories e Reels do Instagram e do Facebook.

    Essa integração não é acidental. A Meta está criando um ecossistema fechado onde a produção e a distribuição acontecem dentro das suas próprias plataformas. Para empresas, isso significa uma coisa: facilidade na execução de estratégias de conteúdo multiplataforma.

    Pense na jornada do cliente. Um potencial cliente pode descobrir sua marca através de um Reel no Instagram, engajar com um Story no Facebook e, eventualmente, entrar em contato via mensagem direta. Com o Vibes, você cria o conteúdo uma vez e distribui estrategicamente em todos esses pontos de contato sem precisar adaptar manualmente para cada formato.

    Participe da reunião e leve o gabarito validado por mais de 20 mil empresas, pronto para aplicar já na segunda-feira e transformar sua operação em uma máquina de vendas previsíveis.

    O papel dos óculos Ray-Ban Meta e a integração com IA

    O aplicativo Meta AI não serve apenas como casa do Vibes. Ele continua sendo o centro de gerenciamento para os óculos inteligentes Ray-Ban Meta, que permitem capturar momentos e interagir com inteligência artificial no mundo real.

    Essa conexão amplia as possibilidades criativas. Imagine capturar uma cena com os óculos inteligentes e, em seguida, usar o Vibes para transformá-la em um vídeo promocional com estilo cinematográfico. Tudo isso sem sair do ecossistema Meta.

    Como isso se conecta com estratégias de Marketing Digital 

    A grande sacada do Vibes não está apenas na tecnologia, mas no timing. O vídeo curto já domina as estratégias de tráfego pago e orgânico. Plataformas como TikTok, Instagram Reels e YouTube Shorts provaram que esse formato gera mais engajamento, compartilhamento e conversão.

    O maior desafio sempre foi produzir vídeos: exige equipe, processo e investimento, levando muitas empresas a optar por outros formatos. O Vibes muda esse cenário, permitindo um fluxo constante de vídeos de qualidade para engajar e fortalecer o funil de vendas.

    Além disso, a ferramenta se encaixa perfeitamente em estratégias de growth. Growth marketing se baseia em testes rápidos, iteração e escala. Com o Vibes, você pode testar variações de conteúdo em vídeo, diferentes estilos, músicas, elementos visuais e identificar rapidamente o que ressoa com seu público.

    Uma jogada estratégica de mercado

    O Vibes não é só mais um recurso, é a resposta da Meta ao TikTok e ao YouTube Shorts. Ao simplificar a criação de conteúdo dentro do seu ecossistema, a empresa busca reter criadores e usuários. 

    Para negócios, isso significa acesso a ferramentas que geram vantagem competitiva. E o movimento não para por aí: a Meta já desenvolve modelos mais avançados, sinalizando uma evolução acelerada dessa tecnologia nos próximos meses.

    Como aplicar o Vibes e a IA de vídeo no seu negócio

    • Crie uma biblioteca de conteúdo visual rapidamente: Use o Vibes para produzir dezenas de vídeos curtos sobre seus produtos, serviços ou conceitos-chave do seu mercado. Isso alimenta suas redes sociais por semanas;
    • Teste diferentes abordagens criativas sem custos altos: Experimente estilos visuais, músicas e narrativas diferentes para o mesmo conteúdo. Analise o que gera mais engajamento e dobre a aposta nas versões vencedoras;
    • Personalize comunicações de vendas com vídeo: Equipes de inside sales podem criar vídeos personalizados para leads específicos, aumentando as taxas de resposta e conversão;
    • Use vídeos em campanhas de tráfego pago: Anúncios em vídeo têm custo por clique menor e taxas de conversão maiores. Com o Vibes, você pode produzir variações rápidas de criativos para testar em campanhas;
    • Aproveite tendências em tempo real: Quando surge uma tendência no seu mercado, você pode criar conteúdo visual sobre ela imediatamente, sem esperar por processos de produção lentos;
    • Construa presença de marca consistente: Mantenha um fluxo constante de conteúdo visual nas suas redes, reforçando sua presença e autoridade no mercado.

    O post Meta lança Vibes, feed de vídeos curtos de IA para rivalizar com TikTok apareceu primeiro em V4 Company.

  • ChatGPT Pulse: IA Trabalha enquanto você dorme

    ChatGPT Pulse: IA Trabalha enquanto você dorme

    A OpenAI acaba de lançar o ChatGPT Pulse, uma funcionalidade revolucionária que promete transformar a rotina matinal de empresários e profissionais. O recurso gera automaticamente resumos personalizados enquanto você dorme, entregando de cinco a dez relatórios curtos sobre tópicos relevantes logo ao amanhecer.

    Disponível inicialmente para assinantes do plano Pro (US$ 200 mensais), o Pulse representa uma mudança estratégica significativa nos produtos da OpenAI voltados ao consumidor final, com foco no uso assíncrono – mesmo quando o usuário não está interagindo diretamente com o chatbot.

    Como funciona o ChatGPT Pulse

    O ChatGPT Pulse utiliza o histórico de interações do usuário e conectores integrados para criar briefings matinais altamente personalizados. A ferramenta pode conectar-se ao Google Calendar e Gmail, permitindo que o sistema vasculhe e-mails durante a madrugada e organize automaticamente as mensagens mais importantes.

    Principais funcionalidades:

    • Resumos noturnos que organizam conversas recentes
    • Briefings matinais com panorama completo do dia
    • Integração com calendário e e-mails
    • Sugestões baseadas no contexto do usuário
    • Lembretes automáticos de compromissos importantes

    Cada resumo é apresentado como um card visual, com imagens e textos gerados por inteligência artificial. É possível clicar para ver o conteúdo completo e fazer perguntas adicionais ao ChatGPT sobre qualquer informação apresentada.

    IA proativa: O futuro dos assistentes digitais

    A novidade posiciona o ChatGPT ainda mais próximo de um agente de IA verdadeiramente autônomo. 

    Diferente das interações tradicionais onde o usuário precisa iniciar conversas ativamente, o Pulse envia briefings e lembretes diretamente, funcionando como um assistente pessoal digital.

    Segundo Adam Fry, líder de produto da OpenAI, o sistema pode gerar desde notícias sobre temas específicos até sugestões personalizadas complexas. 

    Em uma demonstração, o Pulse criou automaticamente um guia para o aeroporto, destacou restaurantes no roteiro de viagem e até lembretes para comprar presentes de aniversário.

    O design foi pensado estrategicamente para evitar o consumo excessivo típico das redes sociais. 

    Após entregar os resumos, o sistema envia uma mensagem de encerramento: “Ótimo, isso é tudo por hoje”, incentivando os usuários a focarem em suas atividades.

    Personalização completa e controle total

    Os usuários têm controle total sobre o funcionamento do Pulse. É possível:

    • Enviar perguntas para esclarecer dúvidas
    • Incluir ou remover informações específicas dos resumos
    • Utilizar o botão de curadoria para solicitar pesquisas diárias
    • Habilitar ou desabilitar conectores nas configurações
    • Salvar resumos importantes no histórico de conversas

    As integrações estão desativadas por padrão, garantindo privacidade e permitindo que cada usuário configure a ferramenta conforme suas necessidades específicas.

    Como o ChatGPT Pulse impacta no marketing digital?

    O ChatGPT Pulse representa uma revolução para profissionais de marketing digital, oferecendo otimização de tempo e informações estratégicas consolidadas logo no início do dia. 

    A ferramenta permite que gestores de marketing recebam automaticamente resumos sobre tendências do setor, desempenho de campanhas e menções à marca, economizando horas de monitoramento manual.

    Para equipes que trabalham com múltiplos clientes, o Pulse pode organizar prioridades diárias, destacar métricas importantes e até sugerir ações baseadas em padrões identificados. A integração com e-mails e calendários possibilita uma visão 360º das demandas, permitindo que profissionais iniciem o dia já sabendo exatamente onde focar seus esforços.

    Além disso, a capacidade de curadoria personalizada transforma o ChatGPT em um analista de tendências 24/7, monitorando constantemente tópicos relevantes para a estratégia da empresa e entregando insights acionáveis antes mesmo do expediente começar.

    Como implementar o ChatGPT Pulse nas empresas?

    A implementação do ChatGPT Pulse nas empresas requer planejamento estratégico e definição clara de objetivos. 

    O primeiro passo é identificar quais áreas e profissionais se beneficiariam mais da ferramenta, considerando o investimento de US$ 200 mensais por usuário.

    Etapas para implementação eficiente:

    1. Mapeamento de necessidades: Identifique quais informações críticas sua equipe precisa acompanhar diariamente
    2. Configuração de conectores: Integre ferramentas essenciais como Google Workspace, calendários e sistemas de CRM
    3. Personalização de interesses: Configure tópicos relevantes para cada área (vendas, marketing, operações)
    4. Treinamento da equipe: Ensine colaboradores a utilizar comandos de curadoria e personalização
    5. Monitoramento de resultados: Avalie o impacto na produtividade e ajuste configurações conforme necessário

    É fundamental estabelecer políticas claras sobre privacidade e segurança de dados, especialmente ao conectar e-mails corporativos e calendários. A empresa deve definir quais informações podem ser processadas pela IA e criar protocolos de uso responsável.

    Para maximizar o retorno sobre o investimento, considere começar com um projeto piloto em departamentos-chave, medindo ganhos de produtividade antes de expandir para toda a organização.

    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    Desafios e limitações atuais

    Apesar do potencial transformador, o ChatGPT Pulse ainda enfrenta desafios importantes. O alto custo computacional necessário para gerar os resumos varia significativamente: alguns exigem apenas organização básica de conteúdo, enquanto outros demandam buscas amplas na internet e síntese complexa de múltiplos documentos.

    Sam Altman, CEO da OpenAI, já havia indicado que novos recursos mais exigentes em processamento estariam restritos aos planos mais caros. A empresa também reconheceu publicamente suas limitações de infraestrutura e está expandindo rapidamente seu parque de data centers em parcerias com empresas como Oracle e SoftBank.

    Outro ponto de atenção é a competição potencial com produtos estabelecidos de curadoria de informação, como Apple News, newsletters especializadas e veículos jornalísticos tradicionais. Embora o Pulse cite suas fontes, assim como o ChatGPT faz com buscas na web, ainda não está claro se o recurso justificará completamente o investimento elevado.

    Visão de futuro: IA Totalmente autônoma

    A OpenAI tem planos ambiciosos para o Pulse, pretendendo torná-lo ainda mais proativo e autônomo. 

    A meta é permitir que o ChatGPT execute tarefas complexas de forma independente, como fazer reservas em restaurantes, redigir e-mails para aprovação do usuário e até mesmo gerenciar aspectos completos de projetos.

    No entanto, a empresa reconhece que ainda há um longo caminho até que os modelos inspirem confiança suficiente para esse nível de autonomia.

     A transição de um assistente passivo para um agente totalmente ativo requer não apenas avanços tecnológicos, mas também novas frameworks de segurança e protocolos de validação.

    A expectativa é que o Pulse seja disponibilizado futuramente para todos os usuários, incluindo assinantes do plano Plus, mas isso dependerá da capacidade da OpenAI de reduzir o uso de recursos computacionais sem comprometer a qualidade dos resumos gerados.

    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    Clique aqui e garanta a sua vaga gratuitamente

    O post ChatGPT Pulse: IA Trabalha enquanto você dorme apareceu primeiro em V4 Company.

  • Apple testa nova Siri com IA em aplicativo similar ao ChatGPT

    Apple testa nova Siri com IA em aplicativo similar ao ChatGPT

    A Apple intensificou sua aposta em Inteligência Artificial com o Veritas, app interno para testar a nova Siri. Prevista para março de 2026, após atrasos, a assistente terá conversas em múltiplos tópicos, histórico salvo e interações longas, em um estilo similar ao ChatGPT. O Veritas não será público por enquanto.

    Por que a Apple está investindo tanto na nova Siri

    Em um mercado em que a vantagem deixou de estar no hardware e passou para a inteligência embarcada, a Apple acelera a nova Siri para aumentar retenção, impulsionar vendas de iPhone e expandir receitas de serviços, além de reduzir a distância para rivais em experiências conversacionais. 

    Ao rodar modelos de IA nos próprios chips do iPhone, sem depender sempre da nuvem, a Apple quer: 

    • Respostas mais rápidas, mais privacidade (com dados ficando no aparelho);
    • Integração mais profunda com aplicativos;
    • Serviços do ecossistema. 

    Esses três ganhos são a base para recuperar protagonismo na próxima fase da computação pessoal.

    A nova versão da Siri foi projetada para mudar esse cenário completamente. 

    Entre as funcionalidades testadas no Veritas estão:

    • Pesquisa em dados pessoais como músicas e e-mails;
    • Execução de ações dentro de aplicativos, como editar fotos;
    • Análise de informações exibidas na tela do usuário;
    • Navegação integrada entre diferentes funcionalidades do dispositivo;
    • Capacidade de buscar informações na internet e resumi-las.

    Tudo isso alimentado por grandes modelos de linguagem (LLMs), a mesma tecnologia que sustenta o ChatGPT e outros chatbots de sucesso.

    Os atrasos que quase custaram a liderança da Apple

    A nova Siri enfrentou obstáculos técnicos que empurraram o lançamento, originalmente previsto para a primavera de 2024. Em avaliações internas, até um terço das interações falhava, com respostas inconsistentes e instabilidade em cenários de uso prolongado, algo incompatível com a expectativa de qualidade da Apple. 

    O resultado foi uma revisão completa do roadmap: redefinição de prioridades de engenharia, ciclos de testes e garantia de qualidade mais rígidos, metas explícitas de confiabilidade e foco em reduzir erros em conversas de múltiplos tópicos e no resgate de histórico.

    A reestruturação também mexeu na liderança. John Giannandrea, chefe de IA, e alguns de seus substitutos foram afastados, e Robby Walker, que supervisionava diretamente a Siri, deixará a empresa em outubro de 2025. 

    Desse realinhamento surgiu a equipe AKI (Answers, Knowledge, and Information), encarregada de fortalecer os recursos de busca e recuperação de conhecimento da nova Siri e de integrar essas capacidades ao produto com mais rigor técnico, cobrindo desde a curadoria de dados até a avaliação contínua de segurança e desempenho.

    Apple busca parcerias estratégicas com OpenAI, Anthropic e Google

    Reconhecendo que não pode fazer tudo sozinha, a Apple tem mantido conversas com os principais players do mercado de IA. No início de 2025, a empresa negociou com a OpenAI para ajudar a alimentar a nova Siri. Posteriormente, entrou em discussões avançadas para usar o Claude, da Anthropic.

    Recentemente, a Apple intensificou conversas com o Google sobre a implementação de uma versão personalizada da plataforma Gemini. Essa estratégia de parcerias mostra uma mudança na postura da empresa, historicamente conhecida por desenvolver tudo internamente.

    A nova Siri usa um sistema interno, codinome Linwood, que mistura dois mundos: modelos criados pela própria Apple e um modelo de terceiros. Com essa abordagem híbrida, a empresa mantém controle da experiência do usuário e, ao mesmo tempo, aproveita o que há de mais avançado em IA no mercado.

    Participe da reunião e leve o gabarito validado por mais de 20 mil empresas, pronto para aplicar já na segunda-feira e transformar sua operação em uma máquina de vendas previsíveis.

    O Veritas e a estratégia de testes internos

    O aplicativo Veritas serve como um campo de testes acelerado. Em vez de implementar cada nova funcionalidade diretamente na Siri e aguardar feedback dos usuários finais, a divisão de IA da Apple pode avaliar rapidamente os recursos em um ambiente controlado.

    Essa abordagem traz diversas vantagens:

    • Velocidade de iteração: Os engenheiros podem testar múltiplas versões de funcionalidades em questão de dias, não meses;
    • Feedback estruturado: O formato de chatbot permite que os funcionários testem a tecnologia de forma mais eficiente e forneçam avaliações detalhadas;
    • Validação do modelo: A empresa pode avaliar se o formato conversacional realmente agrega valor antes de comprometer recursos em um lançamento público;
    • Redução de riscos: Detectar erros internamente custa muito menos do que corrigi-los depois do lançamento.

    Craig Federighi disse em entrevista ao Tom’s Guide que lançar um chatbot público não é prioridade para a Apple; apesar de reconhecer o potencial dessas ferramentas, a empresa ainda avalia se isso deve ser seu foco principal

    A competição por IA se intensifica no mercado de smartphones

    A corrida de IA não se resume a ter o assistente mais avançado, e sim a definir como usaremos os smartphones nos próximos anos. A partir de 2026, os recursos de IA tendem a influenciar fortemente a decisão de compra. No lançamento do iPhone 17, a Apple não destacou uma plataforma própria de IA, o que sugere menos um descuido e mais um sinal de que ainda está ajustando a tecnologia. Em vez de prometer antes do tempo, a empresa aparenta preparar o terreno para competir em condições iguais com rivais que já exibem soluções mais maduras.

    Enquanto isso, os concorrentes não param:

    • Google já integra profundamente o Gemini em seus dispositivos Pixel, oferecendo recursos de edição de fotos com IA, resumos inteligentes e assistência em tempo real.
    • Samsung investe pesadamente em sua linha Galaxy AI, prometendo experiências personalizadas e recursos que antecipam as necessidades dos usuários.

    A Apple precisa não apenas alcançar, mas superar essas ofertas para justificar o valor que cobra por seus produtos.

    Como a batalha da IA na Apple se conecta com marketing digital e Vendas

    Para quem trabalha com marketing digital, a história da Apple e da nova Siri oferece lições valiosas sobre transformação tecnológica e posicionamento de mercado.

    • Percepção versus realidade no funil de vendas: Durante anos, a Siri foi suficiente para as necessidades básicas dos usuários. Mas à medida que concorrentes elevaram o padrão, a percepção de qualidade da Apple começou a ser questionada. No funil de vendas de smartphones premium, essa percepção impacta diretamente a decisão de compra.
    • Validação antes da escala: A estratégia de testes da Apple com o Veritas espelha o que empresas de sucesso fazem com tráfego pago: testar em ambiente controlado antes de escalar investimentos. 
    • Parcerias estratégicas aceleram resultados: As parcerias da Apple com OpenAI, Anthropic e Google demonstram que até os gigantes reconhecem quando precisam de expertise externa. No growth e no plano de marketing de empresas em expansão, saber quando desenvolver internamente e quando buscar parceiros é fundamental para acelerar resultados.
    • IA redesenha a jornada do cliente: A jornada do cliente está sendo completamente redesenhada pela inteligência artificial. Assistentes virtuais mais inteligentes significam menos atrito entre intenção e ação. Para marcas, isso representa uma oportunidade de estar presente exatamente no momento da decisão, oferecendo informações relevantes através de SEO e conteúdo otimizado que alimenta essas IAs.
    • Adaptação nas estratégias de vendas e relacionamento: Empresas que dependem de inside sales e customer success precisam acompanhar de perto essa evolução. A forma como clientes buscam informações, comparam produtos e tomam decisões está mudando. O relacionamento com o cliente será cada vez mais mediado por IA, exigindo que as estratégias de comunicação sejam adaptadas.

    Como aplicar a estratégia de IA da Apple no seu negócio

    A transformação que a Apple está vivenciando com a Siri oferece insights práticos para empresas de todos os portes:

    • Valide antes de escalar: Assim como a Apple usa o Veritas para testar internamente, implemente programas piloto antes de lançar novas estratégias de marketing ou produtos. Teste com um grupo menor de clientes, colete feedback estruturado e ajuste antes do lançamento completo;
    • Não tenha medo de atrasar se necessário: A Apple preferiu adiar o lançamento da nova Siri a entregar uma experiência mediana. Em vendas e marketing, lançar uma campanha mal preparada pode ser mais prejudicial do que esperar pelo momento certo;
    • Combine forças internas e externas: A estratégia híbrida da Apple (tecnologia própria + parcerias) é um modelo para empresas que buscam crescimento. Desenvolva suas competências centrais, mas não hesite em buscar especialistas para áreas complementares;
    • Monitore constantemente a percepção de mercado: A Apple percebeu que estava ficando para trás quando Google e Samsung se tornaram referências em IA. Estabeleça métricas claras para acompanhar como seu negócio é percebido em comparação aos concorrentes;
    • Invista em tecnologia que elimina fricções: A nova Siri promete realizar ações que hoje requerem múltiplos passos. Identifique pontos de atrito na sua jornada do cliente e invista em soluções, sejam chatbots, automações ou processos simplificados;
    • Prepare sua equipe para a transformação: A reestruturação da divisão de IA da Apple mostra que mudanças significativas exigem ajustes na estrutura organizacional. Capacite seu time para trabalhar com novas ferramentas e metodologias.
    • Teste, mensure e otimize continuamente: O Veritas permite iterações rápidas. Adote a mesma mentalidade nas suas campanhas de tráfego pago, estratégias de SEO e iniciativas de growth. Pequenos ajustes frequentes superam grandes mudanças.

    Agora que você conhece a estratégia por trás da maior aposta tecnológica da Apple, o próximo passo é transformar esse conhecimento em vantagem competitiva real. 

    Para acelerar seus resultados em 2026 com um método comprovado, participe da reunião para empresários e tenha acesso ao gabarito de vendas para quebrar todos os recordes da sua empresa.

    Clique aqui e reserve o seu lugar

    O post Apple testa nova Siri com IA em aplicativo similar ao ChatGPT apareceu primeiro em V4 Company.

  • Dados verificados do Google chegam à IA: O que muda?

    Dados verificados do Google chegam à IA: O que muda?

    O Google acaba de dar um passo revolucionário que pode transformar completamente a forma como sua empresa utiliza inteligência artificial. Com o lançamento do Data Commons Model Context Protocol (MCP) Server, a gigante da tecnologia disponibilizou seu extenso acervo de dados públicos para sistemas de IA acessarem informações verificadas do mundo real por meio de linguagem natural.

    O fim das “Alucinações” da IA nos seus negócios

    Um dos maiores problemas enfrentados por empresas que utilizam IA são as chamadas “alucinações” — quando sistemas geram informações incorretas ou inventam dados por falta de fontes confiáveis. Isso pode custar caro: decisões estratégicas baseadas em números errados, planejamentos falhos e prejuízos financeiros significativos.

    O Data Commons, lançado originalmente em 2018, organiza conjuntos de dados públicos de diversas fontes confiáveis, incluindo:

    • Pesquisas governamentais e censos populacionais
    • Dados administrativos de órgãos locais e nacionais
    • Estatísticas de organizações globais como a ONU
    • Informações climáticas e ambientais verificadas

    Com o MCP Server, esses dados estruturados e verificáveis se tornam acessíveis para desenvolvedores, cientistas de dados e, principalmente, para agentes de IA que sua empresa já utiliza ou pretende implementar.

    Por que isso importa para o seu marketing?

    Segundo Prem Ramaswami, chefe do Data Commons do Google, “o Model Context Protocol permite que o modelo de linguagem selecione os dados corretos no momento certo, sem necessidade de entender como os dados são estruturados ou como a API funciona”. Na prática, isso significa respostas fundamentadas em informações reais e verificáveis.

    Principais benefícios para o seu negócio:

    • Decisões baseadas em dados reais: Não mais achismos ou informações não verificadas
    • Análises de mercado mais precisas: Acesso a estatísticas globais confiáveis
    • Redução de riscos estratégicos: Menos erros causados por dados incorretos
    • Velocidade na obtenção de informações: Consultas em linguagem natural simplificam o acesso

    Como isso impacta no marketing digital

    A disponibilização de dados verificados do mundo real para sistemas de IA representa uma revolução para o marketing digital.

     Empresas que dependem de análises de mercado, segmentação de público e tomada de decisões baseadas em dados ganham uma vantagem competitiva significativa.

    No contexto do marketing, isso significa campanhas mais assertivas. Com acesso a dados demográficos precisos, estatísticas socioeconômicas verificadas e informações comportamentais confiáveis, é possível criar personas mais realistas e estratégias de segmentação extremamente eficazes. 

    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    A jornada do cliente pode ser mapeada com base em dados reais de consumo e comportamento, não apenas em suposições.

    Além disso, para empresas que trabalham com tráfego pago, a precisão dos dados significa otimização de investimentos. 

    Não há espaço para decisões baseadas em informações incorretas quando cada clique representa um custo. O acesso a estatísticas verificadas permite calcular com mais exatidão o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e projetar resultados mais realistas.

    A criação de conteúdo também se beneficia enormemente. Ferramentas de IA que geram textos, relatórios e análises agora podem se basear em fontes oficiais, eliminando o risco de publicar informações incorretas que prejudiquem a credibilidade da marca.

    A implementação do Data Commons MCP Server na sua estratégia digital requer planejamento e integração técnica adequada. 

    O primeiro passo é avaliar quais ferramentas de IA sua empresa já utiliza ou pretende adotar que sejam compatíveis com o padrão MCP — protocolo aberto introduzido pela Anthropic e adotado por gigantes como OpenAI, Microsoft e Google.

    Empresas que utilizam agentes de IA para análise de dados, pesquisa de mercado ou automação de marketing devem priorizar a integração com o MCP Server.

     Isso pode ser feito através da equipe técnica interna ou com o apoio de especialistas em transformação digital. O sistema permite consultas em linguagem natural, o que facilita a adoção até para equipes menos técnicas.

    Para o departamento de marketing, é fundamental treinar as equipes para formular as perguntas certas. Quanto mais específica e bem direcionada for a consulta, mais valiosos serão os insights obtidos.

     Por exemplo, ao invés de perguntar “qual o perfil do consumidor brasileiro”, questione “qual a faixa de renda e escolaridade predominante em consumidores de tecnologia na região sudeste entre 25-35 anos”.

    É importante também estabelecer processos de verificação cruzada. Mesmo com dados mais confiáveis, a análise humana continua essencial para contextualizar informações e transformá-las em estratégias efetivas. 

    Integre os dados obtidos com suas ferramentas de CRM, plataformas de automação e sistemas de business intelligence para criar um ecossistema de dados robusto e confiável.

    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    Clique aqui e garanta a sua vaga gratuitamente

    O post Dados verificados do Google chegam à IA: O que muda? apareceu primeiro em V4 Company.

  • Busca visual no Pinterest: oportunidades inéditas para o marketing digital

    Busca visual no Pinterest: oportunidades inéditas para o marketing digital

    O Pinterest anunciou uma revolução em sua plataforma que promete transformar completamente a forma como empresas se conectam com consumidores. A atualização traz novos recursos para a busca visual da plataforma por meio da inteligência artificial, criando oportunidades inéditas para marcas que buscam aumentar sua visibilidade digital.

    Busca visual inteligente: A nova era do descobrimento

    A principal novidade é a implementação de recursos avançados de inteligência artificial que tornam a busca visual mais precisa e intuitiva. Agora, um toque longo em qualquer Pin ativa a pesquisa visual, e os usuários podem filtrar os resultados por estilo, material, cor ou ocasião.

    Pinterest – Novas funcionalidades

    Principais recursos lançados:

    • Início de pesquisa simples: Ativação instantânea da busca visual
    • Painel de personalização: Filtros avançados por características específicas
    • Detecção automática de IA: Selos “modificado por IA” em todos os Pins detectados como criados ou alterados por inteligência artificial
    • Experiência otimizada: Interface mais intuitiva para descoberta de produtos
    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    Novos formatos de anúncios: Maximizando resultados

    O Pinterest também expandiu seus formatos publicitários, oferecendo mais possibilidades para empresas alcançarem seu público-alvo. O formato Premiere Spotlight, que ocupa metade da tela do app na aba de busca por 24 horas, já mostrou resultados impressionantes com campanhas de grandes marcas apresentando até 56% a mais em buscas pela marca.

    Formatos disponíveis:

    • Premiere Spotlight: Ocupa aproximadamente 50% da tela em dispositivos móveis, posicionando-se no topo da página de busca
    • Showcase Ads: Formato de anúncio de várias camadas com vários cartões deslizantes
    • Quiz Ads: Formato interativo com várias perguntas e respostas
    • Anúncios de Coleções: Aparecem no feed com vídeos que são reproduzidos automaticamente quando estão 50% em visualização

    Como a busca visual impacta o marketing digital

    A evolução da busca visual do Pinterest representa uma mudança fundamental no Marketing Digital

    Com a capacidade de identificar produtos, estilos e tendências através de imagens, as empresas podem criar estratégias mais direcionadas e eficazes. A inteligência artificial permite uma segmentação mais precisa, conectando marcas com consumidores no momento exato da descoberta e inspiração.

    Busca visual – Pinterest

    Isso resulta em maior taxa de conversão e ROI mais elevado para campanhas publicitárias, especialmente para negócios nos setores de moda, decoração, culinária e lifestyle.

    Implementando a estratégia nas empresas

    Para aproveitar essas novas funcionalidades, empresas devem primeiro criar uma conta Pinterest Business, que é gratuita e permite acesso às análises dos pins e veiculação de anúncios. 

    O próximo passo é desenvolver conteúdo visual otimizado, seguindo as especificações técnicas da plataforma: proporção de 2:3, tamanho de 1.000×1.500 pixels, formatos .png ou .jpeg com tamanho máximo de 10 MB.

     É essencial integrar palavras-chave relevantes nas descrições e utilizar hashtags estratégicas para maximizar a descoberta.

     Para vídeos, o ideal é manter entre 6 e 15 segundos, com até 2 GB nos formatos MP4, M4V ou MOV.

    Crescimento sustentável confirmado

    Os números comprovam o potencial da plataforma: a previsão de receita do Pinterest mostra aumento de 16% devido às suas ferramentas de Inteligência Artificial, demonstrando que investir nesta plataforma é uma estratégia certeira para empresas que buscam expandir sua presença digital.

    Quer uma estratégia de busca visual inovadora para a sua empresa?

    Sua empresa pode começar hoje a construir essa autoridade no mercado.

    No Sábado, 04/10, às 9h00, você terá acesso ao gabarito de vendas validado em 13 anos pela V4, pronto para ser aplicado já na segunda-feira e acelerar a jornada da sua empresa rumo a resultados exponenciais.

    Clique aqui e garanta a sua vaga gratuitamente

    O post Busca visual no Pinterest: oportunidades inéditas para o marketing digital apareceu primeiro em V4 Company.

  • Após crescer 70% na pandemia, LIVE! acelera expansão de franquias

    Após crescer 70% na pandemia, LIVE! acelera expansão de franquias

    A marca brasileira de moda esportiva LIVE! está provando que é possível crescer mesmo em tempos desafiadores. Com uma meta ambiciosa de faturar R$ 1,1 bilhão ainda em 2025, a empresa encontrou nas franquias seu principal motor de crescimento, planejando chegar a 378 unidades no mundo todo até o final do ano.

    O que torna esse caso ainda mais interessante é como a LIVE! transformou a crise da pandemia em oportunidade, crescendo 70% em pleno 2021 enquanto outros negócios fechavam as portas.

    Como a LIVE! transformou a pandemia em combustível para o crescimento

    A pandemia de 2020 paralisou grande parte do varejo brasileiro, mas para a LIVE!, representou uma oportunidade. Em um momento de incerteza generalizada, a marca de moda esportiva viu a demanda por seus produtos crescer, impulsionada pela nova rotina de cuidados com a saúde física e mental que o isolamento social estimulou.

    Enquanto muitos comércios encerravam suas atividades em 2021, a LIVE! abriu 57 novas unidades no segundo semestre, crescendo 70% sobre as cerca de 80 lojas já existentes. Esse movimento ousado manteve a empresa ativa e a colocou à frente da concorrência quando o mercado se normalizou.

    Para sustentar a expansão, a marca aproveitou o período de lockdown para importar maquinários e verticalizar a produção. Hoje, 90% dos produtos são fabricados em sua própria unidade em Jaraguá do Sul (SC), que funciona 24 horas por dia em três turnos.

    O modelo de franquias que está conquistando o mundo

    A estratégia de franquias da LIVE! vai muito além de simplesmente vender licenças. A empresa criou um modelo que parece funcionar tanto no Brasil quanto no exterior, com números que impressionam qualquer empresário.

    O investimento inicial para uma franquia LIVE! é de R$ 750 mil, com promessa de retorno mensal de R$ 250 mil. Mas o que realmente chama atenção é a taxa de sucesso: em dez anos de varejo físico, apenas duas lojas fecharam as portas. O crescimento médio das vendas nas lojas existentes é de 35% por mês.

    Para 2025, a meta é ambiciosa: 378 unidades no mundo, sendo 103 próprias e 275 franqueadas. A estratégia de expansão internacional já mostrou resultados concretos, com lojas em Dubai, França, Tailândia e, em breve, no Paraguai.

    O diferencial está na escolha estratégica de parceiros. Mais do que investir dinheiro, é preciso compreender o valor do mercado local. Por isso, a empresa atua somente com grandes grupos de varejo e representantes com histórico sólido.

    Participe da reunião e leve o gabarito validado por mais de 20 mil empresas, pronto para aplicar já na segunda-feira e transformar sua operação em uma máquina de vendas previsíveis.

    Sustentabilidade como diferencial competitivo

    A LIVE! assumiu a sustentabilidade como parte central do seu negócio, enfrentando de frente os impactos da indústria da moda. A empresa reaproveita todos os resíduos de produção, usa energia limpa, reutiliza água da chuva e ainda conta com máquinas que reduzem o consumo de água. Hoje, parte dos materiais já é sustentável, com planos de aumentar cada vez mais esse número.

    Além da produção, também há ações no dia a dia, como incentivo à carona entre funcionários e cuidados para gastar menos papel e energia. Essa posição da marca não é apenas uma questão de consciência, mas também uma forma de se destacar, já que os consumidores, especialmente os mais jovens, preferem marcas comprometidas com o meio ambiente.

    Inovação em produtos e experiência do cliente

    A LIVE! ampliou seu portfólio além da moda fitness e beachwear, entrando no segmento de calçados. O primeiro tênis, lançado em parceria com a marca Veja, esgotou rapidamente, e para outubro de 2025 está prevista a estreia de uma linha completa de corrida, abrindo novas oportunidades de mercado.

    A marca também inovou no varejo com a abertura de uma loja em frente ao Parque Taquaral, em Campinas. O espaço de dois mil metros quadrados reúne loja, academia e smoothie bar, criando um ambiente integrado para fortalecer a experiência e a fidelização dos clientes.

    Essa abordagem de criar experiências ao invés de apenas vender produtos é fundamental no marketing de varejo moderno, especialmente para marcas que atendem públicos A e B.

    Como a LIVE! dominou o marketing digital e a expansão de mercado

    O sucesso da LIVE! não aconteceu por acaso. Por trás dos números existe uma estratégia bem estruturada que combina marketing digital com ativações presenciais inteligentes.

    A empresa descobriu uma métrica valiosa para medir o potencial de novos mercados: o comportamento de recompra de clientes estrangeiros. Quando um cliente internacional faz a primeira compra e continua adquirindo produtos de forma recorrente, isso indica que existe mercado consolidado naquele país. Essa é uma forma prática de validar mercados sem grandes investimentos iniciais.

    No Brasil, a estratégia de relacionamento com o cliente vai além das vendas tradicionais. Franqueados promovem eventos esportivos e fazem ativações oferecendo itens personalizados. Parcerias com lojas de suplementos ampliam o alcance da marca dentro do público-alvo.

    A empresa também entende a importância da jornada do cliente no mundo digital. Ao atuar em um nicho aspiracional, facilita a adaptação para novos mercados, já que o design versátil e a inspiração multicultural das peças conectam com diferentes culturas.

    Para medir o sucesso das ações, a LIVE! acompanha de perto indicadores como o CAC e implementa estratégias de customer success para manter a alta taxa de retenção de franqueados.

    Aplicando as lições da LIVE! no seu negócio

    1. Transforme crises em oportunidades: Em momentos de crise, observe onde há aumento de demanda e redirecione esforços para esses canais. Use a retração dos concorrentes como chance de ganhar mercado. Crescer na adversidade gera vantagem competitiva duradoura.
    2. Construa um modelo de franquias sólido: Escolha franqueados com vivência local e experiência prática no setor. Ter alguém enraizado na comunidade garante mais engajamento e melhores resultados. Foque em qualidade de perfil, não apenas em aporte financeiro.
    3. Implemente sustentabilidade estratégica: Aplique ações sustentáveis reais e torne isso parte do seu marketing. Consumidores valorizam marcas conscientes e estão dispostos a pagar mais por elas. Sustentabilidade pode ser diferencial competitivo e fonte de lucro.
    4. Inove em experiência do cliente: Crie ambientes que oferecem mais do que o produto principal. Um ecossistema bem pensado aumenta o tempo de permanência e o ticket médio. A experiência completa fideliza o cliente e amplia as vendas.
    5. Meça o que importa: Acompanhe dados que realmente mostram resultados, como recompra e custo de aquisição. Use essas métricas para tomar decisões estratégicas, como onde abrir novas unidades. Crescimento sem dados é apenas aposta.
    6. Pense em escalabilidade desde o início: Desde o começo, estruture o negócio para crescer com eficiência. Verticalizar processos críticos reduz custos e aumenta o controle de qualidade. Isso facilita a expansão e diferencia sua marca no mercado.

    O post Após crescer 70% na pandemia, LIVE! acelera expansão de franquias apareceu primeiro em V4 Company.