Rastreie suas Pages usando Google TAG Manager | V4 Tuts
Já imaginou se você tivesse uma página que pudesse gerenciar todas as tags e pixels do seus clientes? Então, no Google TAG Manager você tem esta solução.
De antemão, no conteúdo de hoje vamos compartilhar aqui o que é o Google TAG Manager e como você pode gerenciar os pixels e tags das suas campanhas. E neste ponto vale uma ressalva, nós não iremos mostrar com criar a tag mas sim como gerencia-las.
Para tal, gravamos um novo vídeo para o nosso canal no V4 Tuts, com o passo a passo de como criar sua conta, instalar e gerenciar o google tag manager.
Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:
Você sabe quais são os elementos fundamentais para estruturar suas campanhas de e-mail marketing?
No V4 Tuts dessa semana, nosso Equity Partner Guilherme Lippert, mostra uma visão geral das estruturas necessárias para fazer sua estratégia de e-mail marketing ter sucesso.
Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:
No V4 Tuts desta semana, Guilherme Lippert entrevistou nosso Sócio Executivo Flávio Cordeiro para esclarecer melhor o que é, como usar e recomendações sobre esse tipo de feature.
Vale a pena assistir e aprender mais detalhadamente como funciona e como você pode implementar a ferramenta como estratégia para alavancar o seus resultados.
Assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:
Marketing Digital: Como mensurar seus projetos | V4 Tuts
Um dos grandes desafios dos profissionais de marketing digital, principalmente aqueles que estão iniciando na área, é analisar números, encontrar as métricas corretas para compreender os resultados das suas campanhas.
Pensando nisso, e sabendo desta dor no mercado, hoje resolvemos disponibilizar uma planilha gratuita, onde nós mesmos utilizamos para ter controle dos nossos projetos de marketing digital.
E claro, é muito importante que antes de fazer o download do material, recomendamos fortemente que você assista ao vídeo abaixo com um tutorial do nosso Equity Partner Guilherme Lippert, orientando como fazemos o uso da mesma.
Qual é a melhor maneira de manter a presença e a grandeza da sua marca dentro do ambiente digital? Vamos falar hoje sobre o Google Display com estratégia.
Ainda vemos no mercado, alguns profissionais dizendo que fazer display não vale mais a pena em 2020. De fato concordamos que está é uma ferramenta e estratégia mais antiga, porém que ainda produz resultados para quem faz direito.
Por ser uma ferramenta e estratégia mais antiga (e antiga nos referimos ao fato de existir alguns bons anos no mercado) ela se tornou uma estratégia também muito popular, onde diversas empresas estão investindo nela, e por isso a concorrência é muito maior e que por consequência o retorno deste investimento é mais desafiador.
E para mostrar como construir um campanha de google display na prática e da maneira correta, nosso Equity Partner e Traffic Specialist Guilherme Lippert gravou um tutorial com o passo a passo para você.
Para acessar o tutorial completo basta clicar na imagem abaixo:
Boicote ao Facebook – Por que isso vai dar em nada!
Nas últimas semanas, mas principalmente nos últimos dias, um movimento chamado #StopHateforProfit tem ganhado cada vez mais força. Esse movimento trata-se de um boicote ao Facebook, ancorado por empresas que são anunciantes na plataforma, como forma de pressionar a empresa a olhar para ferramentas de moderação para coibir anúncios que incentivem algum tipo de violência ou descriminação de qualquer natureza.
Qual o impacto do boicote ao facebook?
A saída de grandes anunciantes da plataforma está se dando desde maio 2020, de forma gradativa, ganhando mais força nas últimas semanas nas mídias e na internet.
Em meio a tantas gigantes deixando de anunciar dentro do facebook, a grande questão que esteve a tona no mercado é o quanto isto causaria de prejuízos a empresa, ao facebook. Afinal, são grandes redes que deixariam de anunciar dentro da plataforma. Sendo esta a maior forma de renda e lucro do facebook.
Estimasse hoje que o facebook fature por volta de U$ 70 Bilhões de dólares por ano, o que em reais representa por volta de R$ 373 Bilhões.
Inicialmente estas empresas haviam anunciado uma pausa nestes anúncios por um mês, sendo um total de 400 marcas atualmente, entretanto, acreditamos que esse número possa aumentar ainda mais nas próximas semanas.
Apesar disso, na nossa visão, este movimento tende a afetar pouco o bolso da empresa. Isso porque o Facebook conta com aproximadamente 8 milhões de anunciantes, sendo este número composto na sua imensa maioria por empresas de pequeno e médio porte que dependem dos anúncios da plataforma para a geração de negócios.
Já as grandes redes têm o facebook e outras redes sociais como apenas mais um canal, e muitas vezes mais voltadas para o branding da marca. Se por exemplo, hoje as 10 maiores empresas anunciantes da plataforma pararem de anunciar, isso representaria menos de 2% do faturamento para o facebook.
Além disso, vale ressaltarmos que em contato feito com diversas destas empresas do movimento ao boicote contra o facebook, várias delas não confirmaram a pausa 100% de seus anúncios dentro da plataforma, e outras ainda, confirmaram a pausa apenas dentro dos Estados Unidos, onde o movimento iniciou e tem mais força.
Quer saber mais sobre o boicote ao facebook? Não deixe de assistir ao nosso novo vídeo do canal, o V4 News com nosso Equity Partner Gabriel Robiati. Aqui ele irá trazer todos os pontos que motivaram o inicio do movimento e ainda nossa visão de porque acreditamos que isso não irá levar a nada no final das contas.
Marketing Digital: Métricas para Iniciantes| V4 Tuts
Se você está começando agora a trabalhar com marketing digital, você ainda não sabe muito bem quais indicadores que você deve olhar, certo?
No conteúdo de hoje, queremos te mostrar quais são as principais métricas que você deve olhar dentro de uma campanha e vamos criar uma ordem de prioridade entre elas.
Mas antes de começar, queremos ressaltar que esta é uma das grandes vantagens de investir ou trabalhar com marketing digital, você tem os indicadores muito claros e sempre a disposição para você analisar.
Entretanto, para profissionais que estão iniciando a sua jornada, muitas vezes acabam se perdendo dentro dos milhares de indicadores que cada plataforma pode lhe oferecer. Sendo assim, a ideia aqui é você imaginar uma base de pirâmide para priorizar estes indicadores, dentro dela irão conter:
NA BASE DA PIRÂMIDE:
Indicadores Operacionais: CPC (Custo por Clique) – CPV (Custo por Venda) – CTR (Click Through Rate) – CPM (Custo por Mil) – CPL (Custo por Lead);
NO MEIO DA PIRÂMIDE:
Indicadores Táticos: CAC (Custo por Aquisição de Clientes) – Ticket Médio – Faturamento;
NO TOPO DA PIRÂMIDE:
Indicadores Estratégicos: ROI (Retorno sobre Investimento) – Investimento.
Quando falamos em indicadores operacionais, estes são os KPIs do dia a dia, do cotidiano, que você pode olhar e tomar uma decisão imediata ao analisar os resultados durante a campanha.
E geralmente é neste ponto que a maioria dos profissionais de marketing digital param, ou seja, analisam os indicadores iniciais da campanhas e esquecem de subir a pirâmide, olhar para indicadores não mais sobre a campanha, mas pontos que são importantes para o negócio como um todo.
E jamais você, profissional que está iniciando, deve esquecer que para o seu cliente, resultado não é lead, não é custo por clique, mas sim dinheiro no bolso. O quanto as suas estratégias estão trazendo retorno para o negócio dele.
Agora olhando para o meio da pirâmide, temos os indicadores táticos, onde olhamos para ele em um período um pouco maior, entorno de 1x na semana para tirar insights do que está acontecendo e se realmente os números fazem sentido para aquela campanha. (Claro que poderá olhar diariamente, porém decisões são tomadas em um período maior).
E por fim, temos na ponta da pirâmide, os indicadores estratégicos. Indicadores como ROI (Retorno sobre Investimento) e o próprio investimento feito durante toda campanha. Diretamente, ambos não são difíceis de calcular, porém, aqui a dificuldade é tomar decisões baseadas em todos estes indicadores.
Aqui, vale a pena salientar que o seu ROI geralmente será mais baixo, pois na maioria das vezes quando você tem um ROI muito alto, o seu investimento está muito baixo. O que você tem que entender que ROI acima de 01 ele está se pagando, de 3 à 5 este retorno sobre investimento está muito bom, bem acima da média de todos os mercados.
Já quando um ROI está acima de 05, existem duas possibilidades: 1) Você está investindo pouco; 2) Seu produto é muito bom, de bastante valor que se destaca entre milhares.
Quer saber mais detalhes sobre esta pirâmide e seus indicadores? Nosso Traffic Strategist e Equity Partner Guillherme Lippert gravou um novo vídeo para nosso canal no youtube, explicando cada um destes pontos e etapas.
Você pode assistir ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:
Certificação do Google Ads vale a pena ? | V4 TUTS
Os certificados e cursos fornecidos pelo Google Ads, será que vale a pena fazer? Sim, vale, e vamos te explicar o por quê.
Primeiramente, os certificados pelo Google Ads não têm custo algum.
Literalmente gratuito – financeiramente falando -. A única coisa que irá exigir de você é tempo e bastante estudo.
Em seguida, acreditamos que ao fazer e ter a formação pela Google, você consegue ter mais clareza de cada detalhes da ferramenta.
É uma forma de dominar totalmente a ferramenta, portanto.
Você adquire mais propriedade sobre estratégias e ações que você possa vir a executar, facilitando também o entendimento de saber o que está certo ou não dentro de uma campanha e porque dela não estar funcionando.
Em resumo, trazendo resultados melhores para seus clientes.
Os cursos online de formação pela Google, têm como objetivo fazer você entender como a empresa desenhou a ferramenta para gerar resultados.
O respaldo da certificação Google é muito grande.
Além disso, ao ter certificação emitida pela Google, a companhia te beneficia com parcerias e bônus. Fora o respaldo como profissional com selo Google que o mercado te dá, a visibilidade é muito maior.
Para explicar quais são esses benefícios e apresentar todos os argumentos da formação Google, o nosso Equity Partner, Guilherme Lippert, gravou um vídeo para o canal do YouTube da V4 Company.
Então, assista ao vídeo completo clicando na imagem abaixo:
Para quem já é veterano no universo do e-commerce já vivenciou os erros que iremos abordar neste conteúdo. Porém, para quem é novato no segmento, continue comigo para evitar comete-los.
Os 05 erros mais comuns dentro de e-commerce.
Nicho de mercado;
O mercado de e-commerce no Brasil é extremamente competitivo, de margens baixas e operações super complexas. E se você está pensando em iniciar um projeto de e-commerce, o primeiro ponto que você deve pensar é qual o nicho que você fará parte.
Dependendo do nicho que você escolhe trabalhar, as barreiras de entrada serão mais altas com operações mais complexas e como dito anteriormente, margens mais baixas. Ao passo que alguns outros nichos favoreçam a sua operação.
A título de exemplos, podemos pensar no nicho de moda, com uma alta concorrência, que não tem muitas diferenciações entre produtos, pode ser que em um primeiro momento, para um inciante você terá problemas, não conseguindo operar de fato algumas etapas.
Na prática, você deve entender que o e-commerce até então não consegue bater a marca de 5% de vendas do varejo no Brasil, sendo no EUA uma média dos 15%.
(Mesmo sabendo que no momento estamos passando por uma crise singular, que está mudando o comportamento do consumidor e que talvez possa mudar estes números futuramente).
Mas trazendo ainda para os dados presentes, boa parte do consumo no varejo está alocado no espaço físico, como por exemplo, a moda.
Se formos comparar o nicho de moda com o de iluminação por exemplo, o nicho de moda é muito mais comodo comprar presencialmente pelo fato de poder experimentar o produto.Já quando falamos em pequenos objetos de iluminação como lampadas, luminárias e etc, estes não tem como prioridade a compra física.
Visto que muitas vezes, o consumidor pode não ter acesso a um item próximo da sua localização. Então fica mais “comodo” e usual comprar também via e-commerce. (Falamos por experiência própria, com um cliente do segmento que vêm faturando alto desde que implementou a sua loja online.)
2. Ter preço competitivo;
Um vez que você encontrou o nicho certo, você precisa ter preço competitivo. A menos que seu produto tenha uma grande diferenciação, e na maioria das vezes este não é o caso, a competitividade irá se dar pelo preço.
Existe obviamente outras alternativas de compra que não necessariamente competem por preço, mas sim pela experiência de compra, entretanto, em sua maioria será o preço que falará mais alto.
3. Operação de Logística;
No Brasil existe um problema sério de logística e os e-commerces atuantes no pais concentram, na grande parte, suas atividades no sudeste. E se você não tem uma operação logística em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, provavelmente seu preço de frete e tempo de entrega muito altos, que por consequência, torna a sua competitividade ainda menor.
Uma estratégia que você pode utilizar, é trabalhar em um limite de atendimento em um raio de tanto KM entorno do local em que você atua. E quanto mais condições você vai criando de operação, você terá como expandir essa distância para atender as demais áreas.
4. Explorar marketplace.
Existem diversos canais de marketplace que não são explorados por muitos profissionais. Canais estes que você pode testar para ver se o seu produto vende e você consegue uma competitividade dentro da plataforma sem um grande custo de mídia.
O grande erro de profissionais é não investirem em tráfego. Dentro de um ecommerce você precisa ter demanda, pessoas navegando, circulando pelo seu site. Se você cria a sua própria loja online, você tem muito mais trabalho para criar tráfego dentro dela, diferente de quando você testa outras plataformas de marketplace que já tem sua estrutura consolidada.
5. Produção de conteúdo para e-commerce.
Não apostar em produção de conteúdo para o seu ecommerce é um grande erro, pois sua taxa de conversão pode ser baixa. As pessoas precisam saber o que é e para que serve o seu produto. Quando você investe em conteúdo, o consumidor tem mais clareza de como o seu produto pode solucionar o seu problema ou desejo.
Invista em conteúdos de diferenciação, do contrário você será mais um na multidão. Uma vez que o seu cliente não terá contato com o seu produto, quanto mais atrativo visualmente o seu produto for, maiores serão as suas taxas de conversão.
Todos estes 05 erros são abordados pelo nosso CEO Dener Lippert e Gabriel Robiati em nosso novo vídeo para o canal no youtube. Assista o conteúdo completo clicando na imagem abaixo:
Google Ads ou Facebook Ads? Como escolher o melhor para o seu negócio? | V4 TUTS
Facebook Ads ou Google Ads, qual deles você deve utilizar e qual a funcionalidade de cada uma das ferramentas na hora de criar as suas campanhas?
O primeiro ponto que levantamos aqui é que o Google e o Facebook possuem uma diferença crucial entre eles. Uma tem como propósito a intenção e a outra atenção.
Falando primeiramente sobre o Google, mais precisamente sobre o Google Search, este foca na intenção do usuário, ou seja, qual a intenção dele no momento em que está fazendo uma pesquisa na plataforma. Como por exemplo:
Comprar um produto;
Resolver um problema;
Aprender sobre algo.
Por outro lado, temos o Facebook. Esta sim é uma plataforma de mídia interruptiva, ou seja, enquanto o usuário está navegando pela sua linha do tempo ou feed de notícia, o mesmo será interrompido por um anúncio.
Por este motivo, concluímos que o Facebook é uma ferramenta de atenção. Ela precisa de alguma forma capturar a atenção do usuário para que ele converta dentro dos anúncios.
Outro ponto que podemos levantar é que o Facebook é uma mídia de desejo, enquanto o Google uma mídia de necessidade.
Níveis de consciência do consumidor dentro do Facebook e Google.
Todos os consumidores passam por 05 diferentes níveis de consciência até fazerem a compra, são eles:
Inconsciente: o consumidor não sabe que ele tem um problema.
Problema: sabe que tem um problema a ser resolvido.
Solução: ela agora sabe que existem soluções e começa a busca-las.
Produto: encontra um produto ou mais que solucione o seu problema.
Vendedor: estado de decisão, de compra. De quem ele vai comprar o produto.
Trazendo estes níveis de consciência para o contexto das plataformas, podemos dizer que quando você tem níveis mais altos de consciência, você deve olhar para ferramentas do Google, como por exemplo, o Google Search. Já quando você tem de trabalhar níveis mais baixos desta jornada, você deve utilizar o Facebook como ferramenta.
É a partir deste entendimento, que você deve olhar para o objetivo do seu cliente. Ela está mais inclinada para campanhas de intenção ou de atenção? De necessidade ou desejo?
Quer um conselho? A verdade nua e crua é que ambas as plataformas devem ser complementares, na sua maioria você deve utilizar ambas as mídias, mas é claro, respeitando os objetivos e formatos que cada uma dispõe para aumentar ainda mais as suas taxas de conversão.
Quer entender mais sobre o assunto? No vídeo de hoje nosso Equity Partner and Project Analyst, Guilherme Lippert, irá mostrar quais as diferenças entre as ferramentas e falar sobre os níveis de consciência de consumo, que são de suma importância para o seu entendimento e também para a elaboração de novas campanhas.
Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo: