Category: Tráfego

  • Como fazer Videomarketing

    VIDEOMARKETING

    Com a popularização da internet, ter um negócio digital passou a ser uma exigência para empresas que desejam se manter competitivas. E, entre as estratégias mais poderosas do marketing digital, está o videomarketing.

    De fato, no universo do marketing é certo que uma imagem vale mais do que mil palavras. O poder de sedução de um vídeo com conteúdo relevante pode ser o grande diferencial de uma campanha bem sucedida.

    Com o intuito de falar mais acerca desse assunto, explicamos no que consiste essa estratégia e o porquê de ser ela tão importante. Mostramos também por quais motivos ela funciona tão bem. Aproveite!

    VIDEOMARKETING: O QUE É E PORQUE É TÃO IMPORTANTE?

    Em linhas gerais, podemos definir esse conceito como uma estratégia de marketing digital em que são utilizados vídeos.

    Esses conteúdos podem estar atrelados a conteúdos escritos ou anúncios em diversas etapas do funil de vendas.

    Além disso, podem ser produzidos com diversas finalidades, como para chamar atenção para um produto ou produzir conteúdo diferenciado para uma audiência específica.

    Quando utilizados como estratégia de marketing digital, os vídeos tendem a atrair mais a atenção de determinado público.

    Isso tem relação com o fato de a maioria das pessoas se sentir mais inclinada a assistir vídeos do que a ler textos.

    Ademais, um vídeo com uma boa qualidade de imagem e conteúdo focado nas demandas da audiência pode gerar um excelente tráfego de maneira orgânica.

    Afora isso, ao utilizar vídeos para falar de novidades e curiosidades de determinado segmento, uma marca pode se tornar autoridade em determinado assunto.

    Com isso, é possível criar um público fiel e gerar mais engajamento em postagens nas redes sociais.

    No que concerne ao uso dessa estratégia nesses últimos canais, podem ser utilizados vídeos curtos e descontraídos para divulgar a marca.

    Dessa forma, os vídeos se mostram interessantes também para tentar uma aproximação afetiva do público com a marca.

    Só para exemplificar, redes como o Instagram e o Facebook têm os “stories” como uma funcionalidade interessante para conseguir esse objetivo.

    PORQUE O VIDEOMARKETING FUNCIONA? ALGUMAS RAZÕES DO SUCESSO DESSA ESTRATÉGIA

    Importância crescente

    A imagem inunda o mundo dos serviços digitais. Seu poder de sedução pode ser a diferença que separa um link do clique do usuário.

    Nesse sentido, a importância do vídeo para o marketing digital se reflete em sua onipresença em todas as redes sociais.

    Uma razão para esse fenômeno é a facilidade que se tem hoje de se produzir vídeos. Com um equipamento acessível, é possível gravar e editar um material de boa qualidade.

    Um conteúdo completo

    Um dos motivos que torna o vídeo tão eficiente em campanhas é a sua capacidade de unir em um único conteúdo imagem, som, animações, letterings, etc.

    Portanto, trata-se de uma forma de conteúdo completa, que tem um poder de atração muito maior sobre a audiência.

    Mais tráfego

    Por conta de seu poder de atração, os vídeos também são bons impulsionadores de tráfego.

    Estudos apontam que conteúdos produzidos nesse formato geram cerca de 80% do de todo o tráfego na internet.

    Mais engajamento

    Pelo seu potencial, os vídeos como estratégia de marketing tendem também a gerar muito mais engajamento.

    Uma das formas de se utilizar esse recurso para interagir ainda mais com o público é fazer lives.

    Com isso, pode-se ter um canal direto e ao vivo com os usuários, o que permite maior interatividade.

    MAIS VISIBILIDADE E PRESENÇA DIGITAL

    À vista de tudo que foi dito, é possível inferir que vídeos com boa qualidade e conteúdo relevante podem fazer a diferença nas campanhas de marketing digital.

    De fato, o videomarketing é uma tendência que não deve ser ignorada por marcas e profissionais que desejam se destacar na internet.

    E você, já utiliza vídeos para promover os produtos e serviços de sua marca? Comente!

  • O capitalismo é “malvadão” para investimentos? | Looking Ahead

    Investimentos: O capitalismo é “malvadão”? | Looking Ahead

    Nesse vídeo, trouxemos um pequeno pedaço da palestra de Dener Lippert no Encontro Rio Grandense de Astronomia, onde conversamos um pouco sobre como nossos cientistas podem vender suas ideias e conseguir investimentos!

    Em universidades, com frequência ouvimos acusações contra o capitalismo.

    Capitalistas desejam apenas enriquecer, sem se importar com os demais — dizem eles.

    Mas não acreditamos nisso!

    Vocês acham que Steve Jobs trabalhava apenas para enriquecer?

    É certo que ele ficou rico, mas essa riqueza veio em função de um VALOR que ele criou!

    E esse era o seu objetivo: criar valor! E isso é investimento!

    O dinheiro é consequência…

    A V4 Company tem crescido — não com base em ganância —, mas na proporção da contribuição que temos dado à sociedade.

    E isso nos orgulha muito!

    Assista o vídeo e entenda a perspectiva de Dener Lippert sobre isso.

  • A realidade da inclusão digital nas empresas brasileiras

    A Inclusão digital dentro das empresas brasileiras: Teoria X Realidade

    INTRODUÇÃO

    Dentro de um mundo cheio de oportunidades, o Marketing Digital apresenta vários benefícios. Devido a facilidade da tecnologia em favor do uso de ferramentas de Marketing Digital, os resultados são disponibilizados em tempo real, facilitando e muito a tomada de decisão baseada em dados de tráfego de site para melhor monitoramento. Como define Conrado Adolpho Vaz:

    Numa visão de mercado mais abrangente com relação ao Mercado Digital encontramos benefícios para pequenas e médias empresas, que podem se beneficiar dentro de um mercado tão concorrido, Eric Santos (2010, s. p.), destaca que “O Marketing digital é mensurável, conseguimos desta forma medir todos os detalhes da campanha, e de certa forma definir onde ficam melhor alocados nossos investimentos”.

    Ademais, as estratégias de Marketing Digital segundo Torres (2009, p. 70) são divididas em sete categorias, “Marketing de Conteúdo; Marketing nas Mídias Sociais; Marketing Viral; E-mail Marketing; Publicidade On-line; Monitoramento”.

    Entre muitos dos outros benefícios, Larissa Carlos (2016, s.p.), aponta alguns deles “Custo benefício positivo; Segmentação de público; Captação de audiência; Fidelização de público; Mensuração”.

    Afinal em médio e longo prazo aumentará a presença online da marca da empresa. Além disso, criará um melhor relacionamento com os clientes, aumentará a autoridade da marca da empresa, terá concorrência com empresas maiores, terá maior fidelização com os clientes, o público será mais segmentado, e os resultados atingidos terão valor em longo prazo.

    Devido à carência de profissionais ou até mesmo de agências de Marketing Digital, que em alguns casos não atendem as necessidades das empresas, são cometidos muitos erros, tanto nos processos gerenciais e operacionais das empresas, o que acarreta em perdas tanto para agências de marketing digital, empresas e profissionais do ramo. Entre eles podemos citar a falta de planejamento como apontado por Alberto Valle em 2015:

    Embora um dos piores erros de marketing digital, e também um dos mais comuns, é não criar um plano de marketing digital que vá orientar as ações nos diversos canais. É praticamente como navegar sem uma bússola ou então dirigir um carro apagado em uma estrada escura. Você simplesmente não sabe para onde está indo e se por um acaso chegar, não irá perceber isso (VALLE, 2015, s.p).

    Muitos profissionais que ocupam cargos privilegiados em empresas com carreira consolidadas e com boa remuneração estão trocando de área para trabalhar com Marketing Digital, como aponta Natanael Oliveira (2017, s.p.), que comenta “com um salário de R$120 mil por ano e respeitado na empresa, abandonou tudo para trabalhar com Marketing Digital e teve uma história de sucesso”.

    Similarmente, dentro das Mídias Sociais é onde as empresas deveriam dar maior atenção, pois cometem erros que poderiam ser evitados. Um dos mais comuns, por exemplo, é não manter uma frequência consistente de publicações nas Mídias Sociais.

    Se as aplicações de Marketing Digital forem aplicadas de forma correta, podem mudar a história de qualquer empreendimento, como nos casos que veremos a seguir.

    João Alves, em 2014, cita o caso da Clínica Sérgio Correia no ramo de Odontologia, localizada na cidade de Curitiba, com o suporte da empresa Creativebizz, desenvolveu um novo site com restruturação da parte de SEO. Fez com que o novo site fosse mais atraente e tivesse conteúdo mais relevante para o visitante. Em um período de oito meses houve um aumento de 730% nas visitas da página do cliente.

    Agora, um case de sucesso Marketing Digital

    Conquanto, como é citado por Gabriel Portilho em 2016, a Bertholini Imobiliária, localizada no Rio de Janeiro, conseguiu se destacar no mercado imobiliário com a utilização de técnicas de Marketing Digital, considerado hoje um case de sucesso no mercado imobiliário.

    Gabriel Portilho é consultor de Marketing Digital e fundador da primeira Agência de Inbound Marketing Imobiliário, trabalhando em empresas do segmento imobiliário nos estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo foi escalado para realização de ações de Marketing Digital para a imobiliária.

    Inesperadamente a restruturação da imobiliária começou no final de 2014, teve como foco principal a utilização da Internet para fidelizar seu público, e atingir potenciais novos clientes. O desafio da imobiliária era construir do zero através da web, novas estratégias para atrair vendedores e compradores de imóveis no bairro nobre do Rio de Janeiro conhecido como Grajaú. Através de ações de Marketing de Conteúdo, com produção de conteúdo relevante para atingir o público alvo da imobiliária, desta forma através da Internet o objetivo era se diferenciar das grandes imobiliárias na região.

    O processo interno da imobiliária antes do Marketing Digital funcionava da seguinte forma, o contato era direto com o vendedor para realizar todo o processo de pesquisa, apresentação e aquisição dos imóveis. Depois de implantado o processo de Marketing Digital, foi criado ao público conteúdo de relevância através da Internet, e o contato com os vendedores era feito somente no final do processo de compra dos imóveis na região.

    Principalmente dos resultados alcançados pela imobiliária, ela conseguiu um melhor posicionamento de mercado, devido a estratégia de Marketing de Conteúdo, para os clientes é muito mais interessante uma pequena imobiliária especializada na região do que uma grande imobiliária que atua em todas as regiões da cidade.

    Primeiramente outro diferencial é que o público hoje já tem como referência a imobiliária por já ter uma estrutura sólida online construída. Algumas estratégias de médio e longo prazo foram aplicadas como a principal delas foi o Marketing de Conteúdo que na definição de Cláudio Torres em 2009:

    Posteriormente é o uso do conteúdo em volume e qualidade suficientes para permitir que o consumidor encontre, goste e se relacione com uma marca, empresa ou produto.

    Portanto o marketing de conteúdo é uma das ferramentas on-line disponíveis para utilização em sua estratégia de marketing (TORRES, 2009, p. 87).

    Entretanto além do Inbound Marketing definido por Carlos Justino em 2016 “O InboundMarketing, afim de uma tradução literal para o português poderia ser chamado de ‘Marketing de Entrada’, mas também tem sido conhecido por alguns como ‘Marketing de Atração’ ou o ‘Novo Marketing’. Ambas estratégias geram tráfego orgânico, ampliando e gerando mais negócios num prazo programado de até dois anos.

    Eventualmente com as ações de Marketing Digital a captação de Leads qualificados foi ampliada, que é exatamente o público alvo da imobiliária com capacidade de gerar novos negócios. Com todas estas ações em apenas um ano de investimento em Marketing Digital a imobiliária já tem ótimos resultados e vem crescendo cada vez mais.

    Mas como a Bertholini criou toda essa campanha online de sucesso? Gabriel Portilho 2016 destaca:

    Decerto quando se tem objetivo de desenvolver campanhas na Internet, sabemos que é um caminho difícil. É preciso ter conhecimentos multidisciplinares em programação para web, design, publicidade, redação e plataformas de tecnologia para conseguir desenvolver bem o Marketing Digital Imobiliário (PORTILHO, 2016, s.p.).

    Igualmente o sucesso alcançado pela Bertholini Imobiliária, foi montada uma equipe para atender esse Case de Sucesso, desta forma foi fundada a P10 Imob Digital, a primeira Agência de Inbound Marketing totalmente especializada no Mercado Imobiliário.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    O Marketing Digital consiste em utilizar a Internet como ferramenta para difusão de comunicação, publicidade, propaganda e todo o conjunto de estratégias e conceitos já conhecidos na teoria do tradicional marketing.

    A fim de que, pode-se concluir que o Marketing Digital é uma prática de fundamental importância para sobrevivência das organizações num atual cenário de recessão econômica.

  • O réptil sempre vence. Aprenda a utilizar o neuromarketing a seu favor

    Neuromarketing: O réptil sempre vence

    A chave para o sucesso em qualquer negócio é o entendimento da psicologia humana. Todos os seres humanos têm os mesmos gatilhos, que os conduzem para determinadas ações. Para influenciar seus consumidores você precisa compreender quais são esses gatilhos e como utilizá-los em sua comunicação.

    Uma mistura de diferentes áreas do conhecimento (como neurologia, marketing e psicologia) é o que resulta no que conhecemos como neuromarketing.

    As tomadas de decisões do consumidor são muitas vezes irracionais, determinadas subliminarmente.

    Por que você comprou determinado produto? Por que paga mais caro por ele? Por que sente-se mais bonito usando a marca “X” ou “Y”? O que essas pessoas, marcas ou produtos possuem que faz com que todos queiram fazer negócios com eles?

    Antes de buscarmos respostas, devemos dar uma breve explicação sobre o funcionamento do nosso sistema nervoso.

    Os três cérebros

    Por mais que nosso cérebro seja apenas um órgão, seu funcionamento é bem fragmentado. Nosso cérebro possui distintas áreas, cada uma responsável por funções específicas.

    No início da década de 70 o neurocientista Paul MacLean elaborou uma teoria chamada de “Teoria do Cérebro Trino”, que foi apresentada em seu livro“The Triune Brain in Evolution: Role in Paleocerebralfunctions”. Ele afirma que temos 3 unidades cerebrais, cada qual desenvolvida em um estágio diferente da evolução humana.

    Essas unidades cerebrais são: a reptiliana, a límbica e o neocórtex.

    O neocórtex é o cérebro racional. Ele é responsável pela inteligência e capacidade de raciocínio. É o que faz o homem ser homem e não apenas um animal dotado de instinto.

    Já o cérebro límbico ou cérebro emocional, desenvolvido em um estágio anterior de evolução, é o sistema responsável pelo controle emocional, bem como das funções de aprendizado e memória.

    Nosso cérebro mais primitivo é o reptiliano, responsável pelas funções mais básicas da existência (como sobrevivência e reprodução) ou funções de sobrevivência (como fome, sono, sede, frequência cardíaca, etc).

    Mas o que isso interessa para nós estudiosos do marketing?

    Os instintos primitivos aplicados ao marketing

    Bom, a ciência do neuromarketing, descobriu neste cérebro algo muito valioso para nós!

    Podemos “hackear” as decisões de compra do consumidor!

    Nosso cérebro mais primitivo é instintivo, egoísta e se preocupa apenas consigo mesmo, apenas com nossa sobrevivência. Ele atua de maneira inconsciente, é irracional e você não pode monitorar seu funcionamento. Através do neuromarketing, podemos nos aproveitar dessa irracionalidade instintiva para VENDER MAIS! 

    Porém, enquanto o primitivo cérebro reptiliano é um de nossos maiores aliados, o neocórtex é um de nossos piores inimigos. Por quê? Pois, ele é racional. Ele o faz pensar, raciocinar e ver se realmente faz sentido você comprar determinado produto ou serviço.

    “Oi, quer comprar minha torradeira portátil elétrica por R$ 400?”

    “Hum… é, não.”

    Então temos que driblá-lo, correto? É aí que o estudo do neuromarketing e suas técnicas de venda entram: quando você sabe “conversar” diretamente com o cérebro reptiliano, de forma subliminar, você encontra um atalho para a decisão de compra.

    Como utilizar o cérebro primitivo para o marketing

    O cérebro reptiliano primitivo é especialista em afastar a dor e buscar o prazer.

    Buscamos o prazer inclusive quando nos submetemos à dor. Exemplo: o maratonista que corre quilômetros por dia apenas pelo prazer que isso lhe causa, ou um bodybuilder que mesmo sofrendo levantando centenas de kilos de ferro, acaba fazendo isso pelo prazer posterior.

    Mas cuidado, não é todo mundo que associa prazer com levantar pesos ou correr, por isso é fundamental que você conheça seu público.

    Pessoas compram sensações, elas não compram coisas. Lembre-se disso. A mente é quem toma a decisão de compra, então se você souber como a mente funciona, você tem o poder de influenciar nas decisões das pessoas.

    Muito provavelmente você já tenha se deparado com aquele prestador de serviços ou com aquele produto que parece um verdadeiro ímã de vendas. Todos o querem, pois todos querem a sensação que ele proporciona. Talvez você já tenha conhecimento de produtos em que foram investidos milhões em publicidade e eles fracassaram.

    Acontece que milhares de pessoas todos os dias colocam seus produtos ou serviços no mercado sem um correto entendimento de como vão comunicar para o público sobre as dores que eles eliminam com seus produtos. Não é efetivo mandar dezenas de milhares de mensagens se nenhuma delas penetra no cérebro do consumidor.

    Ou seja, conheça muito bem as dores de seu público e tenha a técnica necessária para comunicar que seu produto ou serviço é a solução para essa dor. 

    Essas técnicas nunca ficarão obsoletas, pois nosso cérebro reptiliano não pensa, não sente e não aprende com seus erros. Reiteramos aqui que sua função é agir nas funções mais básicas de sobrevivência e reprodução. 

    Gatilhos do cérebro reptiliano

    Nós podemos afirmar que o neuromarketing é o DNA das vendas, você conhecendo a mente do consumidor saberá exatamente como influenciar em suas decisões.

    Agora que você já sabe o básico do que importa para o cérebro reptiliano — que é a busca pelo prazer e o afastamento das dores —, você já pode mergulhar em algumas particularidades da sua funcionalidade.

    Alguns dos gatilhos mentais do cérebro reptiliano a serem explorados são: egocentrismo, egoísmo, ativação pelo contraste, pela familiaridade, busca pelo começo e fim.

    Egocentrismo

    Sobre o egocentrismo, faça o seguinte raciocínio: os animais são egoístas, buscam sua sobrevivência e perpetuação da espécie. Tudo que atrapalhe isso será visto como uma ameaça. O cérebro reptiliano realmente acha que você é o centro do universo. Por ser extremamente autocentrado considerações sobre os outros não irão afetá-lo. O cérebro primitivo não está nem aí para os outros, não sente empatia, e não ama. Qualquer coisa que não diga respeito ao centro do eu, e que não esteja afetando diretamente a sobrevivência ou seus prazeres, não ganhará sua atenção.

    Contraste

    Gordo/magro, feliz/triste, lento/rápido, doente/saudável, pobre/rico, contraste, é isso que seu cérebro primitivo gosta de ver. Isso se dá por um simples motivo: o contraste é um meio de decisões seguras e rápidas, que poupam esforços e estão corretas. Pelo menos é assim que seu cérebro reptiliano pensa. Se você não utilizar contraste você irá cair de novo nas mãos do cérebro racional, nós já falamos que isso não é uma boa ideia né?

    Outro ponto muito interessante é que o contraste pode ser usado de uma forma diferente e muito efetiva. O contraste, se utilizado da forma correta, pode criar uma nova “gaveta mental” na mente do seu consumidor, ou seja, um quadro em branco onde você irá pintar o que quiser, isso faz com que você possa se destacar da concorrência ou até mesmo criar uma nova modalidade para seus serviços ou produtos.

    Quer um exemplo simples? É carnaval e estão todos fantasiados de super-homem, spiderman, thor, etc e você é o único que aparece na folia vestido de banana, sim de banana. Quem você acha que ganhará atenção das pessoas, centenas de fantasias de iguais de super-homem ou você, a única banana do ambiente?

    Okay, vamos dar mais uma dica incrível sobre contraste. Imagine as redes sociais de restaurantes de uma cidade, todos fazem praticamente as mesmas coisas: postam fotos de seus ambientes, fotos das comidas, oferecem produtos, fazem boas ações, são politicamente corretos, anunciam.

    Pense em outra situação. Imagine um restaurante dessa mesma região que compete exatamente pelo mesmo público. E se esse estabelecimento descobrisse quais as bandas favoritas de seu público e começasse a compartilhar em suas redes vídeos, frases e curiosidades sobre a banda? É, eles iriam ganhar a atenção das pessoas.
    (Já que falamos sobre redes sociais, você sabe fazer uma linha editorial? Vamos deixar um blog incrível de como fazer uma da maneira correta!)

    Você está conseguindo entender o poder que tem o contraste além de ativar o processo decisório do consumidor? Saiba como usá-lo e você sairá vencedor.

    Tangibilidade

    Saíndo do contraste, vamos falar sobre tangibilidade. O cérebro reptiliano gosta do que familiar e amigável, do que ele já conhece. Daquilo que ele sabe que é seguro, do que não é uma ameaça a sua sobrevivência. De forma superficial vamos resumir isso a você ser simples em sua comunicação.

    Este nosso cérebro não consegue processar conceitos difíceis, técnicos, qualquer mensagem que seja complicada, que o faça pensar muito, raciocinar. Sabe o que acontece quando ele tem que raciocinar né? Ele chama o seu inimigo, o neocórtex. Não faça o cérebro primordial desconfiar de sua mensagem.

    Acredito que agora você tem o poder em mãos (ou ao menos sabe onde encontrar). Nosso cérebro primitivo é a fonte para você começar a mudar por completo seus negócios e a ver o mundo do business de uma forma diferente.

    Outro lugar muito importante que você precisa visitar para encontrar muito mais conhecimento é em nosso canal no youtube. Nós também temos uma linha de podcasts incríveis para você!

    Tudo nos negócios é o conhecimento da mente humana, quando você descobrir os segredos dela você irá transformar sua empresa para sempre.

  • Ecommerce na Prática | V4 VERDADE NUA E CRUA

    A verdade sobre o Ecommerce na Prática | V4 VERDADE NUA E CRUA

    E-commerce na prática vale a pena?

    Você já sabe que não pode acreditar em tudo que vê na internet, não é mesmo? São muitas pessoas que se posicionam como autoridades e experts em determinados assuntos e prometem resultados milagrosos do dia para a noite.

    Durante essa semana, fizemos um VNC sobre o Ecommerce na Prática. Curso que diz lhe ajudar a montar o seu e-commerce do zero. Será que é uma proposta honesta?Clique no video e veja a nossa opinião!

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    Marketplaces valem a pena? | V4 VERDADE NUA E CRUA

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    Como fazer ESTRATÉGIAS de AQUISIÇÃO e MONETIZAÇÃO de ECOMMERCE dentro do FACEBOOK | V4 TUTORIAL

  • Como vender mais seus produtos caros | V4 Cases

    Como vender produtos caros | V4 Cases

    Se você tem um produto que tem um ticket alto, deve saber como é difícil mostrar o VALOR do seu produto para o cliente para que ele entenda o PREÇO dele. Nesse case, explicamos como usamos estratégias online e offline para vender um produto do segmento fitness.

    Se você tem interesse em atuar como um braço operacional da V4 Company, conheça a nosso programa de franqueamento!

  • Estratégias de marketing do SPOTIFY! | V4 CASES

    Como traçamos uma estratégia para o SPOTIFY com investimento de +5 milhões | V4 CASES

    Você sabia que a V4 Company já trabalhou com o Spotify?

    No post de hoje vamos falar um pouco mais desse case de sucesso te explicando a estratégia do projeto LATAM que a V4 fez para esse gigante streamer de música reconhecido mundialmente!

    A primeira coisa que deve ficar clara quando se fala em um cliente desse porte, é que ele não veio por uma busca ativa da V4 Company. O Spotify veio por meio de indicação, pois estávamos fazendo um trabalho muito relevante para outra empresa do meio fitness, e acabamos por ser indicados, tendo em vista que o Spotify tinha dificuldade em achar uma empresa que tinha conhecimento sobre tráfego. Para ser mais especifico, eles precisavam de uma empresa para gerenciar a mídia paga que era em torno de 1.3 milhões de euros em 6 países da America latina e México.

    Outro desafio era o Conteúdo, nosso papel era gerenciar as campanhas, porém, o conteúdo para cada país vinha de outras equipes que criavam o conteúdo, logo, tínhamos que receber todas publicidade e separa-las para aquisição de usuários diferentes gostos musicais, faixas etárias, gêneros, etc.

    Essa pode parecer uma estratégia muito simples, porém, essa é a melhor maneira de se trabalhar já que adquirindo o público que queremos, podemos monetiza-lo depois de segmentado para assim ter resultados.

    Quer entender melhor como fizemos tudo isso? Confira o vídeo e deixe sua dúvida!

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    Conheça também nossa Assessoria.

  • Como tivemos ROI de 11x em um produto REIMAGINADO | V4 CASES

    Como obtivemos RETORNO de 11x e um produto REIMAGINADO | V4 CASES

    No V4 Cases de hoje, vamos te contar como reinventar produtos pode te trazer um grande retorno!

    Como exemplo, vamos usar uma estratégia que usamos com nosso cliente Junior Crocco, com ele alcançamos um ROI (retorno sob investimento) de 11 vezes! Tá esperando o que? Confira o post!

    Como muitos de vocês já sabem, o Junior Crocco já teve vários cases aqui na V4 Company. Dessa vez, trabalhamos com o principal produto, o Leads3X. Esse produto visa aperfeiçoar campanhas de marketing para academias para que sejam relevantes para os clientes no meio digital. Como esse produto já estava no mercado há certo tempo, estava perdendo performance de vendas. Algo que é normal para qualquer produto já que todos tendem a perder performance em vendas com o tempo, todo o produto tem um determinado ciclo de vida. Sabendo disso, a equipe de assessoria da V4 decidiu que era o momento de reinventar!

    Como fizemos isso?

    Foi decidido fazer um lançamento com diversas modificações no produto. Para começar, criamos um funil com a inscrição de interessados, esses ganhavam dois capítulos de um E-Book sobre marketing em academias. Aqueles que fizeram download do E-Book, caiam em um funil de remarketing onde era oferecido a compra dos demais capítulos do E-Book. Essa estratégia foi feita para que leads já obtidos, ao comprar o livro, gerassem monetização para o funil inicial, assim, leads geravam mais leads com essa dinâmica, criando um ciclo que gerava cada vez mais tráfego e potenciais clientes! Foi uma maneira de custear parte do investimento de tráfego.

    Depois que grande parte do nosso público alvo já tinha sido impactado pelos anúncios, CPLs (conteúdos pré lançamento) foram criados de acordo com o planejado, gerando interações entre usuários e comentários nos posts. Logo após, uma ideia que se parece com estratégias do mundo dos SaS, o produto foi lançado com diferentes precificações, para que assim, grande parte do nosso público tivesse como obter o Leads3x.

    Ao criar diversas precificações, cada uma com sua característica, como: a mais em conta terem o produto básico e os mais e encorpados terem seus bônus. Conseguimos além de aumentar o ticket médio, ROI e ainda criar um produto muito mais relevante para os compradores!

    Quer entender melhor como fizemos tudo isso? Confira o vídeo e deixe sua dúvida!

    Quer conhecer outros Cases com Junior Crocco? Confira como ESSE e ESSE vídeo!

    Se você tem interesse em atuar como um braço operacional da V4 Company, conheça a nosso programa de franqueamento!

    Conheça também nossa assessoria!

  • Como fornecemos mais oportunidades de negócios | V4 CASES

    Como GERAMOS mais OPORTUNIDADES de NEGÓCIOS | V4 CASES

     

    Aqui na V4 Company tivemos uma série de dificuldades que faziam que nós não termos oportunidades quentes de negócio. Tendo isso em vista, decidimos colocar em prática uma estratégia que gira em torno de estudar os ambientes digitais de nossos prospectos, apresentando soluções com conteúdos que façam com que esses se interessem no nosso produto.

    Essas soluções com conteúdos fazem com que o lead saiba que entendemos do meio, pois estamos entregando conteúdo relevante para nosso prospecto, sendo assim, o possível cliente consegue tirar uma conclusão mais consciente e muito mais rápida.

    A estratégia é dividida em três partes:

    A primeira é Analisar o ambiente digital, conhecendo o site do prospecto, rede social, concorrentes, etc. Todas essas informações são extremamente importantes para conhecer e descobrir as soluções que serão ser apontadas futuramente.

    O segundo passo é Gravar, em que é traçado um roteiro para mostrar as oportunidades que seu prospectado está deixando de ter, fazendo isso por meio de um vídeo, onde é explicado os passos que devem ser tomados.

    E o último passo é Enviar, aqui é feito o contato, seja por e-mail ou ligação, nessa etapa é recomendado uso de ferramentas, como: Hunter.io, anymailfinder, entre outros.

  • Como fazer um E-commerce que Vende Muito

    Como fazer um E-commerce que VENDE?

    Hoje em dia se ouve bastante de que ecommerces são o futuro, que eles vão ser a causa do fim do varejo físico entre várias outras coisas. Uma pergunta que muitas pessoas nos fazem é: Como fazer um E-commerce que VENDE!? Bom, estou aqui hoje para te responder essa pergunta, trazer problemas que a minha experiência mostrou serem comuns (assim você evita erros básicos) e também para dar algumas dicas valiosíssimas!

    Vamos lá! 🙂

    Eu trabalho com e-commerces já fazem mais de 3 anos, durante esses anos eu já implementei, ao lado da V4, uma série de e-commerces, acredito que o mais notável foi um projeto em que o e-commerce de nosso cliente faturava em torno de R$5.000 e, em poucos meses, nós conseguimos alavancar as vendas desse respectivo cliente para mais de R$300.000!

    Com essa experiência eu tenho algumas coisas que posso afirmar, desde erros até acertos em cheio que podem fazer a diferença na hora de montar um e-commerce LUCRATIVO!

    Quais os principais erros?

    Quando falamos de e-commerces, muitas vezes as pessoas começam a pensar em certas partes mais básicas: “Eu preciso de um site bonito!”, “Preciso ter em primeiro lugar uma plataforma top”, entre várias outras coisas.

    Porém, eu posso afirmar que existem 3 erros principais que a maioria das pessoas que querem começar um e-commerce cometem!

    Vamos a eles:

    1º – Tráfego

    Muitas vezes se pensa em tráfego apenas depois de ter decido (ou até feito e pago) qual site a empresa vai utilizar, qual plataforma, checkout entre várias outras partes técnicas de um e-commerce, porém, quando se pensa em como montar uma loja virtual, o primeiro ponto que deve ser pensado é o TRÁFEGO!

    Se você não tem tráfego, ou seja, pessoas visitando o seu site, é a mesma coisa que se você tivesse aberto uma loja no deserto, basicamente ninguém vai passar na frente da mesma, gerando prejuízo e forçando você a fechar a sua loja. Na internet não é diferente! Se você não tiver tráfego no seu site, não vai importar a qualidade do mesmo, a qualidade dos produtos nem mesmo as promoções incríveis que você venha a ter, vai ser uma loja no deserto.

    2º – Sistema

    O segundo problema, também muito comum, é de que muitas empresas quando vão começar um e-commerce, acabam não investindo em um sistema efetivo, fazendo com que muitas partes automatizáveis se tornem uma dor de cabeça imensa, além de uma perda de tempo e dinheiro.

    Mas quais são essas “partes automatizáveis”? Basicamente em um e-commerce, uma das partes que você tem que estar muito otimizada é a parte de ESTOQUE.

    Se você não possui um estoque organizado, você vai acabar tendo dores de cabeça com a entrega do seu produto e muitas reclamações de clientes. Se você trabalha com uma loja física, por exemplo, você vai ter que ter um sistema que consiga integrar a(s) sua(s) loja(s) com o seu e-commerce, se não você vai ter que ficar todos os dias revisando o estoque de todas as lojas para bater com o e-commerce, o que é INVIÁVEL!

    Tendo um sistema que integre seu estoque você irá evitar esses problemas, automatizando a atualização do estoque, entrada e saída de produtos, cadastramento facilitado, entre outras facilidades!

    3º PÓS-VENDA

    No cenário de academias é muito comum se falar de retenção, fazendo com que o aluno fique mais tempo na sua academia e assim você consiga lucrar mais em cima de um cliente, no e-commerce nós também temos o problema da retenção.

    Principalmente para empresas que estão entrando agora ou que pretendem entrar, a questão da retenção é um tópico importantíssimo, por que quando você é novo, com certeza precisará utilizar de estratégias de tráfego pago, fazendo com que a primeira venda de um cliente muitas vezes apenas se pague, gerando assim uma operação que não dá lucro e que, algumas vezes, começa dando prejuízo.

    Mas como que você poderá evitar esse problema e ter uma operação realmente lucrativa?

    A principal resposta é: PÓS-VENDA! Um pós-venda bem otimizado faz com que você consiga ter lucro, basicamente, quando nós falamos em pós-venda, estamos querendo falar literalmente de um telemarketing focado em vender mais uma vez para um cliente. Se você consegue vender duas, três, quatro vezes para um mesmo cliente você começará a ter LUCRO!

    Para você entender um pouco melhor, vamos citar o case da Arezzo (do qual temos um podcast com o diretor de Marketing, clica aqui):

    Toda a operação online da Arezzo faturava em torno de R$1 MILHÃO por mês, no podcast o Maurício Bastos, diretor de Marketing da Arezzo conta que, um dos principais fatores para começar a lucrar mais foi o pós-venda, ele conta que aumentou muito o time de telemarketing dele por que o mesmo sabia do potencial de uma operação com um pós-venda qualificado. O resultado? A Arezzo passou a faturar R$100 MILHÕES por ano! Incrível, né?

    Esse é o poder do pós-venda, e a gente recomenda muito que você utilize o mesmo, seja no seu futuro e-commerce e na sua empresa em geral!

    Esses são os 3 principais erros que nós da V4 identificamos, porém existem vários outros, dos quais você pode alguns deles no site do E-commerce Brasil, nesse artigo do Vinicius Amoroso, e nesse aqui do Guia de E-commerce!

    Agora que você já sabe os 3 principais erros que as empresas cometem na hora de montar um ecommerce, eu vou te dar

    3 DICAS PARA VOCÊ MONTAR UM E-COMMERCE QUE VENDE!

    A primeira dica que eu vou dar está totalmente relacionada ao primeiro problema que as empresas tem na hora de montar um e-commerce, ela será sobre tráfego!

    Aqui vou mostrar 3 maneiras com que você poderá gerar tráfego para seu e-commerce.

    Para gerar tráfego para um e-commerce você terá, basicamente, três maneiras: Tráfego direto, tráfego pago e Marketplaces.

    Vamos começar pelo tráfego direto, se você já tem uma marca consolidada, uma loja física que já faz sucesso, provavelmente você tem buscas pela sua marca diariamente nos mecanismos de busca. Se você não tem um e-commerce ainda, significa que você está perdendo possíveis clientes que gostariam de comprar seus produtos online, o que é um problema, não é mesmo? O tráfego direto é exatamente isso, são aquelas pessoas que buscam por sua marca ou empresa nos mecanismos de busca.

    Você pode utilizar as ferramentas que o próprio Google te dá para descobrir se sua marca e/ou produto possuem buscas mensais, descobrindo assim se o tráfego direto pode ser uma opção para o seu e-commerce!

    A segunda maneira é utilizando o tráfego pago. O tráfego pago consiste em você comprar acessos para o seu site, essa maneira é muito utilizada por todos os e-commerces (ou pelo menos os mais lucrativos!), basicamente você vai utilizar uma ferramenta como Google Adwords ou o Facebook Ads para fazer com que seu site tenha tráfego.

    Se você utilizou a dica de pesquisar as palavras relacionadas ao seu serviço ou produto, você pode também utilizar o tráfego pago para se aproveitar dessas buscas! Fazendo com que seu e-commerce fique em primeiro lugar nos resultados do Google, relacionados à sua empresa.

    E ainda poderá utilizar, por exemplo, anúncios do Facebook, pegando pessoas que estão navegando na rede social e trazendo para o seu site, assim você estará trazendo TRÁFEGO para seu site!

    terceira maneira seriam os MarketPlaces: provavelmente você já notou que, em grandes sites como Submarino, Americanas ou Walmart, você muitas vezes está comprando de outros vendedores dentro destes sites. É basicamente isso que é um marketplace, são grandes marcas que disponibilizam os e-commerces delas para que você venda os seus produtos, utilizando o tráfego qualificado destas grandes marcas e não necessitando, em um primeiro momento, de ter um e-commerce já montado!

    Partindo agora para a SEGUNDA DICA, vamos falar um pouco mais sobre a plataforma: para continuarmos em sequência à última dica, um ponto muito importante da sua plataforma é que ela seja integrada com os marketplaces. Plataformas como Loja Integrada, VTEX, EzCommerce e Moovin, por exemplo, são plataformas que já possuem uma integração nativa com os marketplaces, fazendo com que você possa utilizar essa fonte de tráfego facilmente, apenas precisando negociar sua entrada nos mesmos!

    Esse post  do blog “Universo Marketplace” da Olist falou muito bem sobre Como entrar entrar e vender em marketplaces, se você pensa em utilizar essa forma de tráfego, vale a pena ler esse artigo também!

    Mas, ainda sobre plataforma, ela ser integrada não é a parte mais importante, fora isso, você tem que buscar uma plataforma que seja muito bem otimizada, para que seu cliente não tenha problemas na hora de fazer as compras e navegar pelo site.

    Além de otimizada, quando você for pensar em layouts, você precisa pensar também em UX, User Experience (temos um artigo sobre 5 conceitos de UX que pode te ajudar, clica aqui). Se o seu cliente não tem uma navegação fluída e amigável, você vai ter problemas de bounce altíssimos! Mesmo que você não tenha um bounce muito alto, a probabilidade de que seu cliente desista em alguma parte mais truncada da plataforma é IMENSA! Para um cliente desistir da compra, basta que ele não encontre um botão facilmente ou não tenha alguma informação do serviço/produto, isso vai fazer ele ir embora, diminuindo sua conversão!

    Por último mas, definitivamente não menos importante, a gente entra na parte de CHECKOUT: Um checkout que funciona faz toda a diferença, infelizmente nós temos muitas fraudes nos e-commerces, o que faz com que você precise de um checkout que seja preparado para evitar chargeback, além disso, você vai precisar que esse mesmo checkout seja simples, rápido e, preferencialmente, que te ofereça opções de upsell/crossell!

    Um bom exemplo de checkout é o da VTEX, que possui a patente global SmartCheckout, tendo um checkout que você precisa apenas do seu e-mail para finalizar uma compra, facilitando muito para o seu cliente, aumentando ainda mais a sua conversão!

    Outro ponto interessante é que a sua plataforma forneça todas informações de cada cliente, para que você consiga saber se algum cliente seu deixou um carrinho abandonado, por exemplo, e para que você possa trazer o cliente de volta (pós-venda!).

    Agora indo para a TERCEIRA E ÚLTIMA DICA que eu vou trazer nesse artigo: Ter um bom ERP, tão importante quanto as duas últimas dicas é ter um bom ERP e que seja integrado com a sua plataforma!

    Na minha experiência, TODAS as empresas que nós implementamos um e-commerce precisaram ou implementar um ERP ou trocar para um que tenha a possibilidade de integrar com a sua plataforma. E quando eu cito todas as empresas, eu quero dizer que desde as pequenas empresas até as com mais lojas e bem maiores precisaram disso, as vezes tornando um custo bastante alto para uma mudança, porém se mostrou super útil imediatamente.

    E se você acha que pode começar sem um ERP integrado, você pode, porém espere que você terá uma dor de cabeça imensa, eu pessoalmente implementei um e-commerce que não era integrado, e pior, era um e-commerce de MODA! Para você ter uma noção, a gente passava basicamente dias inteiros cadastrando produtos e suas respectivas variações, UM POR UM, centenas e centenas de produtos, tudo à mão, aí que nós notamos a importância de um ERP integrado!

    Mas não é apenas por isso que você precisa de um ERP integrado (eu acredito que já é motivo o suficiente, mas vamos aos próximos problemas que não ter o mesmo podem causar):

    Eu citei acima que a gente tinha que cadastrar produto por produto certo? Agora imagine você ter que ligar para CADA UMA das suas lojas e conferir CADA UM dos produtos no estoque de cada uma das lojas. Impossível, né?

    Um ERP integrado com o seu e-commerce e, obrigatoriamente, com suas lojas físicas vai fazer com que, caso um produto específico, de um tamanho e cor específicos, seja vendido em uma das suas lojas, o ERP vai entender isso e vai tirar do ar esse produto específico e também tirar do sistema das suas outras lojas.

    “Mas Guilherme, não tem como fazer sem essa integração?”, claro que tem! Basta você ter um estoque separado para o seu e-commerce, mas eu acho que você não quer investir em um estoque separado para uma operação iniciante, quer?

    Mas se você vai fazer isso, prepare-se para ter que cadastrar os seus produtos um a um e ter que tirar do ar cada produto que você vender.

    Mas fora tudo isso, digamos que você tenha pessoas para fazer isso todos os dias, 24 horas, 7 dias por semana (que eu duvido muito que tenha), onde que isso pode vir a se tornar um problema?

    Na hora de entregar o seu produto, quando você não tem um ERP, tudo vai se tornar manual, fazendo com que, se alguém errar, você tenha ou que estornar seu cliente ou entrar em contato com ele para oferecer algo diferente.

    O que isso vai gerar? Desconfiança e reclamações, fazendo com que seu e-commerce perca credibilidade. Você já deve ter ouvido que ainda existem diversas pessoas que tem medo de comprar online,  porém essas pessoas hoje são uma minoria, o problema que isso vai gerar é que, hoje em dia, as pessoas estão buscando cada vez mais sobre as lojas antes de comprar (e tendo ferramentas cada vez melhores para isso. Sim, estou falando do Reclame Aqui). Se você não tiver uma boa nota no E-bit e poucas reclamações (e as poucas resolvidas), isso vai diminuir sua credibilidade, fazendo você perder vendas!

    E agora, para finalizar, eu preciso reforçar um ponto: PÓS-VENDA!!!!

    Você, depois desse artigo, tem ainda mais interesse em montar um e-commerce? ÓTIMO! Mas eu recomendo, MUITO, que você comece com alguém focado no pós-venda, nem que seja apenas um estagiário! Você vai se lembrar de mim quando o seu pós-venda for uma das suas principais ferramentas de conversão! 😉

    Tem algumas duvidas sobre o pós-venda? Confere esse artigo do site Curso de E-commerce, vale a pena!

    Depois disso tudo você ainda tem alguma dúvida de que e-commerces são boas operações, ou que são lucrativos?

    Confere esse artigo do Saia do Lugar que fala mais se vale a pena abrir um e-commerce?

    Por esse artigo é isso pessoal, comentem aqui embaixo o que vocês acharam deste conteúdo, até a próxima! 😉