Category: Tráfego

  • 15 dicas valiosas para deslanchar suas campanhas

    Marketing Digital: 15 dicas valiosas para deslanchar suas campanhas!

    Google Adwords, Rede de Display, Taboola, Blogs independentes, Linkedin Ads, Facebook Ads, inbound Marketing, gatilhos mentais, unbounce, landing pages… Os termos, fontes de tráfego e ferramentas do mundo do marketing digital são inúmeros e poderíamos fazer um glossário de 100 páginas sobre eles, mas ainda assim não seria o suficiente.

    Esse “mundo mágico” é realmente bastante complexo, e capaz de trazer resultados jamais antes vistos em qualquer estratégia tradicional. Por isso diariamente compartilhamos conteúdo gratuito de qualidade aqui no blog!

    Hoje vamos trazer 15 dicas rápidas e valiosas de marketing digital que com certeza farão diferença para a sua empresa:

    1. Ao anunciar no Google Adwords, evite palavras muito amplas, procure ser o mais específico possível. Seguindo a teoria de cauda longa, quanto mais específico o termo, mais assertivo, menor a concorrência e mais barato e otimizado será o seu anúncio.
    2. Jamais invista todo o seu orçamento em um único argumento por julgar que o mesmo é o mais relevante. Explore todos os atributos do seu produto e todas as personas distintas dentro do seu público. Só após muitos testes você estará pronto para julgar o que funciona ou não.
    3. Se essa for a sua primeira vez anunciando no Facebook Ads, dê preferência para imagens com cores fortes e contrastantes, que chamem a atenção do usuário. O logo da empresa tende a não funcionar muito bem. Priorize pessoas, mulheres felizes, de preferência.
    4. Jamais invista todo o seu orçamento em uma única fonte de tráfego. Faça testes em Google Adwords, Taboola, Facebook Ads, Blogs independentes e dilua o seu orçamento a fim de otimizar os seus resultados.
    5. Não compre listas de e-mail, por mais que pareça uma boa ideia. Esse caminho, apesar de parecer muito sedutor, é fadado ao fracasso uma vez que a sua comunicação cairá em spam facilmente, já que o usuário não tem qualquer relação com a sua empresa.
    6. Ao utilizar softwares de e-mail marketing, evite imagens muito grandes. A grande maioria das plataformas que utilizamos é limitada e e-mails com grande volume de imagem caem na caixa de spam do usuário.
    7. Evite palavras muito “batidas” em seus disparos de e-mail. Termos como “fre”, “clique aqui” no assunto apesar de parecerem uma boa ideia, muitas vezes são interpretados como spam e a comunicação acaba nem chegando ao usuário.
    8. Existe uma linha muito tênue na construção de relacionamento via e-mail marketing. Se você enviar muitos e-mails, as pessoas irão cancelar a assinatura. Se você enviar pouco ou nenhum, não existirá relacionamento. O ideal é, na média, 1 por semana.
    9. Ao produzir conteúdo para o seu site, página no Facebook ou e-mail marketing, considere “quebrá-lo” e formatá-lo para ser consumido de maneiras distintas. Grandes blocos de textos costumam não funcionar bem no ambiente online.
    10. Tenha uma postura ativa de vendas, mas evite forçar a barra. Crie propostas de valor, mas entregue conteúdo gratuito relevante também. Nesse sentido o inbound marketing funciona muito bem porque você irá conquistar a atenção do público ao invés de comprá-la.
    11. Produza sempre conteúdo inédito. Ainda que você não tenha tanto tempo para se dedicar a isso, antes feito do que não feito. Jamais copie conteúdo de outros portais, isso além de “pegar mal”, não vai ajudar a otimização nos mecanismos de busca.
    12. Ao escrever conteúdos para o seu blog ou página, crie uma linha editorial e organize uma estrutura com títulos em tópicos. Isso irá auxiliar naqueles dias que “faltar inspiração”, aumentando a produtividade e diminuindo a procrastinação.
    13. Faça o papel de “detetive” buscando canais que o seu cliente em potencial consome, marcas que se relaciona e concorrentes seus. Estude o seu público e será muito mais fácil criar a comunicação certeira para o seu cliente ideal.
    14. Ao contrário do que muita gente pensa, um grande número de fãs no Facebook só tem valor por prova social. Na prática, o algoritmo do Facebook não mostra publicações de empresas para o usuário que curtiu sua página, a menos que a publicação seja impulsionada.
    15. Utilize as redes sociais para de fato se relacionar com a sua audiência. Siga de volta, compartilhe publicações que o seu cliente marcou você e esteja atento para responder qualquer dúvida, crítica ou elogio.

    Você já conhecia algumas dessas dicas? Experimente aplicá-las e tenho certeza que você colherá excelentes resultados logo!

  • Seu site pode estar fazendo você perder vendas

    O seu site pode estar fazendo você perder dinheiro!

    Diariamente recebemos inúmeras ligações de profissionais buscando a nossa empresa para a criação de um site institucional. Sites estes que na grande maioria das vezes acabam custando verdadeiras fortunas pelo simples fato de que as agências quererem justificar os seus altos valores complicando algo que é extremamente simples.

    Um site, apesar de ser o produto de entrada da grande maioria dos clientes que nos procuram ativamente, é algo absolutamente simples de ser feito. Entretanto, se ele não for arquitetado para captar leads (oportunidades de negócios/futuras vendas) e se não for nutrido com tráfego, tampouco com trabalho de SEO para ficar bem posicionado nos mecanismos de busca, ele será apenas mais um outdoor no deserto.

    Nesse sentido, nem entramos em questões de e-commerce, mas sites institucionais que acabam vendendo “mais do mesmo” e não entregam valor aos olhos dos clientes. Nesse sentido, eles não contribuem para alavancar as vendas e são, portanto uma perda de dinheiro.

    O maior indicador que norteia o nosso trabalho, por exemplo, é o ROI: o retorno sobre o investimento do cliente. Se você investir R$10.000,00 em tráfego qualificado, e com isso faturou R$100.000,00 em vendas, você fez um bom negócio. Entretanto, se você é daqueles que pagou R$10.000,00 pelo layout e codificação de um site institucional, nós sentimos muito, mas você está perdendo dinheiro.

    O site institucional, como dito anteriormente, é apenas um outdoor da sua empresa no deserto. Não tem valor se não tiver tráfego (fluxo de usuários visitando). E ainda que você invista na compra de tráfego, apesar do alto custo do site, na prática, o modelo tradicional institucional não é válido nem para servir de página de destino para os anúncios. Isso porque eles são muito genéricos, não consideram a heterogeneidade do público, e muitas vezes são confusos aos olhos do usuário.

    Você deve estar se perguntando: então qual o modelo ideal?

    O seu site, para ter valor, precisa ser uma ferramenta para impulsionar as suas vendas. Seja na captação de leads através de um formulário de orçamento, teste de conhecimento ou bônus. Seja no e-commerce propriamente dito. Ou na construção de um grande volume de conteúdo gratuito relevante para construir autoridade e fazer o seu cliente em potencial confiar em você quando for fazer uma compra.

    Sem dúvida, o modelo ideal para a captação de leads (pessoas interessadas em comprar o seu produto ou serviço) é a utilização de landing pages, que funcionarão como páginas de captura dentro do seu site. Aos olhos do usuário, a página é equivalente a um site comum, mas na realidade é uma página única com inúmeros argumentos e gatilhos mentais para auxiliar o cliente a tomar uma decisão. Seja comprar, ou deixar o seu e-mail.

    Imagine que você tem uma loja. Ao definir o ponto de venda, você poderia escolhê-lo no shopping, por um valor de R$30.000,00 ao mês ou em um bairro afastado do centro da cidade, a um valor de R$2.000,00. O que muda, na prática, é o fluxo de pessoas que irá passar na frente do seu negócio. O ponto de venda mais privilegiado terá um fluxo maior e mais qualificado.

    A lógica da internet é exatamente a mesma: para conseguir atrair tráfego para o seu site, você precisa pagar por isso. Além disso, a zona de engajamento (ambiente da loja física ou do site) é de suma importância para convencer o usuário a tornar-se um lead. É preciso encantá-lo, oferecer soluções personalizadas e fazer com que o mesmo faça a ação pretendida.

    Nesse contexto, um site institucional acaba sendo muito genérico e portanto, acabamos perdendo conversão por falta de identificação do usuário conosco. Se trabalhássemos com landing pages, por exemplo, poderíamos fazer 10, 20 100 páginas sem custo adicional, cada uma delas voltada a um argumento distinto e para uma persona distinta dentro do nosso público. Nesse contexto, é muito mais fácil conseguir aumentar as taxas de conversão através do teste até encontrar o argumento certo para a pessoa certa.

    O seu site é puramente institucional? Você nutre o tráfego que navega por ele com conteúdo relevante?

    Escreva para a gente!

  • Vale a pena investir em Facebook ?

    Investir em Facebook vale mesmo a pena?

    Você é uma daquelas pessoas que acha que o Facebook Ads é uma rede apenas para brincadeira e que não vale investir em mídia? Cuidado, temos CERTEZA que o seu concorrente está investindo e ficando com uma grande fatia do seu mercado se você pensa assim!

    Já falamos aqui dos tantos recortes de público que o Facebook Ads nos proporciona como sexo, idade, demografia, raio de localização, CEP, renda mensal, interesses, nível de escolaridade e todas as outras características que permitem que nós possamos encontrar o nosso público alvo em potencial!

    Hoje vamos falar de uma categoria de remarketing perfeita para você que já fez a sua primeira campanha e colheu suas primeiras métricas: o look a like!

    Campanhas de públicos semelhantes aos conectados estão entre as melhores que podemos fazer para conseguir leads mais baratos e também vendas mais em conta! É fundamental, seja no Facebook, Youtube ou qualquer outra mídia, saber quem são as pessoas que estão se conectando com a sua empresa, quem é de fato a sua persona!

    Podemos dividir o seu público, por exemplo, em leads, compradores e inscritos (públicos mais importantes). E ainda aquelas pessoas que comentaram ou curtiram as suas publicações.

    Nos públicos semelhantes aos conectados, você irá pedir para a plataforma encontrar pessoas parecidas às que já se conectaram com você. Esses públicos são criados automaticamente e são excelentes para encontrar o seu público de uma forma mais assertiva e otimizada.

    No caso, todas as pessoas que são seus leads, são um público, uma lista. Assim como os compradores e inscritos. Com essas informações o público encontra pessoas parecidas com esses perfis.

    Cada um desses públicos encontrados têm grandes chances de ser seu cliente/lead em potencial. Isso porque os seus interesses são baseados nos das pessoas que já se conectaram com você de alguma forma.  Trata-se de um público “quente” que merece atenção e investimentos justamente por seu grau de relevância.

    Diariamente clientes nos questionam sobre os anúncios em Facebook, principalmente. Acham que os usuários estão na rede apenas para brincar e que portanto não têm relevância como mídia, preferindo  fontes de tráfego muito mais caras como o Google por exemplo.

    O que precisamos pensar, em situações como essa, é que, em primeiro lugar, nunca devemos concentrar nossos investimentos em uma única fonte de tráfego já no primeiro momento. O ideal é testar a performance e o retorno sobre o investimento de fontes distintas e só então considerar adotar uma ou outra fonte.

    Além disso, é fundamental pensar que existem pessoas por trás de cada um dos perfis. E muitos deles liderando empresas (no caso de produto Business to Business). Outros tantos tem interesses e características perfeitas do seu público alvo em potencial. O que torna portanto, a rede, uma excelente fonte de tráfego qualificada, com um dos maiores custos benefícios do mercado.

    Você costuma anunciar no Facebook Ads? Ou ainda acha que é uma rede para pura diversão?

    Dê um “search” aqui no nosso Blog e conheça alguns cases que geraram toneladas de vendas com investimentos mínimos na rede!

  • O Linkedin marketing é a melhor opção para sua empresa?

    O Linkedin marketing é a melhor fonte de tráfego para a sua empresa?

    O Linkedin é por si uma excelente plataforma para gerar conexões e fazer networking. Além disso, funciona com uma ótima fonte de tráfego através dos recursos no LinkedinAds. Nele é possível criar anúncios e segmentá-los, o que o torna uma excelente alternativa para anúncios business to business, quando buscamos uma audiência mais específica e recortada.

    Sem dúvida a plataforma não é tão democrática quanto o FacebookAds, mas funciona muito bem para públicos e anunciantes bem específicos.

    Na prática, o Linkedin funciona como um banco de currículos para fazer conexões profissionais. Um dos pontos positivos da plataforma é sem dúvida a organização. O usuário é tensionado a criar conexões verdadeiras, não é possível adicionar pessoas aleatoriamente apenas para “preencher espaço”.

    O Linkedin é uma das redes sociais com maior poder de segmentação. Como se trata de uma rede social voltada a contatos profissionais, a mesma exige muitas informações pessoais e profissionais para permitir uma avaliação mais assertiva das conexões de negócio. Em cada perfil, existem recomendações, informações de pessoas que você segue e um vasto histórico profissional do usuário.

    Na atualidade, em média 120 pessoas se cadastram por minuto no Linkedin, e quando esse cadastro é feito, a plataforma fica sabendo de muitas informações do usuário. Tantas que nem o Google, tampouco o Facebook são capazes de perguntar/saber/armazenar, o que permite uma ampla capacidade de segmentação nos anúncios.

    Os seus anúncios no Linkedin podem aparecer na lateral direita (anúncios baseados no que o usuário gosta/sente/é); por exemplo, se você busca atingir apenas diretores de empresas, por exemplo, é possível através do Linkedin. Ou podem aparecer no feed de notícias como no Facebook. O seu anúncio irá aparecer para as pessoas que seguem a sua empresa, e também é possível direcionar para pessoas que ainda não conhecem você, mas que são parte do seu público alvo.

    O Linkedin é perfeito para empresas com público restrito. Por exemplo, se você trabalha com produtos para emagrecimento, que é um produto muito amplo, não vale a pena anunciar no Linkedin. Você encontrará essas mesmas pessoas no Google, Facebook ou Youtube Ads, onde o Custo Por Clique é muito inferior aos do Linkedin, em que o CPC é R$4,00 no mínimo.

    Se você tiver, entretanto, uma empresa de sistemas de ERP para grandes empresas, ou moveis de escritório, o Linkedin é uma excelente plataforma para gerar tráfego qualificado business to business.

    E a sua empresa, tem produtos business to business? Você já utiliza a extrema segmentação? Já anunciou no linkedin?

    Me escreva aqui nos comentários!

  • Vale a pena anunciar nos blogs independentes?

    Vale a pena anunciar em blogs independentes?

    Aproveitar a audiência de blogs já consolidados pode ser uma excelente forma de atrair tráfego qualificado para o seu site. E mais que isso: dependendo do nível de confiança do blog em si ou da sua personagem principal, ocorre o que chamamos de “transferência de autoridade”. Isto é, a indicação do seu produto para um público fiel e específico, fazendo com que as pessoas confiem em você justamente por essa indicação.

    Trata-se de cortar o intermediário do Google. Ao invés de pagar para o buscador, você fechará parcerias diretamente com os blogs independentes. Hoje a principal vantagem é, no caso das parcerias, justamente a transferência de autoridade através de posts patrocinados. E no caso da contratação de mídia kits (banners, anúncios) a audiência qualificada e específica do seu segmento quer será convidada a conhecer o seu site. O resultado são muitas visitas de usuários do seu público alvo.

    Existem muitos blogs com mais de 1, 2, 3 milhões de visitas por mês. É, portanto, uma grande oportunidade de anunciar de forma simples e eficaz. Um blog é capaz de impulsionar exponencialmente os seus negócios através da comunicação certa para o público certo.

    Se você ainda tem algum tipo de receio nesse tipo de parceria, podemos dizer que sim, o Google é uma das melhores fontes de tráfego hoje. Mas é também a mais cara de todas. E se restringe a um público que está de fato buscando o seu produto, na maioria das vezes bens de necessidade.

    Por isso é importante pensar um pouco mais além e avaliar outras fontes de tráfego como o Taboola e os próprios Blogs Independentes. Além de mais baratos, você estará falando para uma audiência qualificada em seu nicho de atuação.

    Não dependa de apenas uma fonte de tráfego. Teste novas maneiras de atingir o seu público. Tenho certeza que você vai se surpreender.

    E você, já fez algum tipo de parceria? Quais foram os resultados? Me conte aqui nos comentários!

  • O passo a passo para a sua primeira campanha no Google Ads

    Google sem medo: O passo a passo para a sua primeira campanha no Adwords!

    Se você nunca anunciou no Google, esse passo a passo é para você! Em primeiro lugar, é preciso ter um endereço de e-mail, que você muito provavelmente já possui!

    Para começar, basta digitar “Google Adwords” no próprio Google para acessar o site. Você então deverá colocar o seu e-mail de login e senha, país de origem, horário e a moeda que você quer anunciar!

    Com a conta criada, você está pronto para criar a sua campanha vencedora de acordo com a sua estratégia e finalidade. Seja ela aumentar o seu faturamento, conseguir mais clientes ou qualquer que seja o seu objetivo.

    O próprio Adwords já contém orientações para as suas campanhas, portanto não se desespere se essa for a sua primeira vez. Além disso, na ferramenta você verá que existe um número de atendimento gratuito, no caso do Brasil é um “0800”. Você pode ligar e esclarecer qualquer que seja a sua dúvida, caso o seu anúncio tenha sido reprovado ou bloqueado. Basta ligar, você poderá falar com um colaborador do próprio Google aqui do Brasil para resolver o seu problema.

    Lembrando que nem sempre as pessoas que irão atender você terão algum tipo de experiência com marketing digital. Portanto a utilidade desse canal está em resolver problemas de cunho operacional, e não estratégico. Estratégias de vendas para o seu site são temas muito mais amplos! Caso você tenha alguma dúvida sobre o desempenho da sua campanha, você pode buscar informações aqui no Blog da V4 Company para otimizar os seus anúncios também.

    Na própria ferramenta existe um Guia para iniciantes que poderá te auxiliar!

    E se você não tem tempo para se aprofundar em Google Adwords, fique atento para buscar sempre profissionais e empresas que tenham certificação do Google e estejam de fato comprometidos com os resultados que você pretende obter!

    E você, já está pronto para criar a sua primeira campanha? Já colheu os primeiros resultados com o Google Adwords?

    Me conte aqui nos comentários!

  • Atraia mais acessos e mais clientes com Tráfego

    Tráfego: Atraia mais acessos, mais clientes

    O método V4 para você vender o seu produto, vender para mais pessoas, vender mais vezes e vender pelo maior, é dividido em quatro pilares: Tráfego, Engajamento, Conversão e Remarketing.

    *OBS: Esse artigo é introdutório, caso você já saiba o que é tráfego, você pode pular para os outros pilares do método V4  Engajamento, Conversão e Remarketing. Ou ver artigos avançados sobre tráfego clicando aqui. 

    Vamos falar de Tráfego. Você literalmente precisa começar por esse pilar. Imagine uma loja física, quando você vai abrir um novo PDV (Ponto de Venda), qual é o primeiro aspecto a ser analisado? O ponto! A escolha do ponto certo no varejo é boa parte do que define o sucesso de uma operação. E qual é o principal critério que define uma bom ponto? É Tráfego! Você pode não estar familiarizado com o termo, mas com certeza está familiarizado com o conceito.

    Trata-se do número de pessoa que transitam na região do seu PDV, principalmente as que transitam em frente à sua porta. Vale a pena comprar uma PDV no deserto? É claro que não. Na internet, ter uma loja que não investe – antes de tudo – em tráfego, é ter uma loja no deserto. Você precisa fazer com que as pessoas encontrem a sua oferta.

    É pela a tamanha importância que o tráfego tem em qualquer operação, que o consagramos como um dos pilares fundamentais do método V4. Aqui no Blog da V4 você pode ter acesso gratuitamente à diversos artigos escritos semanalmente sobre dicas e novidades sobre tráfego.

    TRÁFEGO PAGO vs TRÁFEGO ORGÂNICO.

    Só existem duas formas de você conseguir tráfego para seu site, sua lead page, sua oferta. São elas: paga e orgânica. Não precisa de muita explicação, a paga é a que custa a orgânica é a que não tem custo direto.

    Tráfego pago: Caso você não saiba, boa parte da internet vive vendendo tráfego. Como você acha que blogs que entregam conteúdo grátis sobrevivem? Ou o Google? Ou o Facebook? Todos eles vivem vendendo tráfego. Ou seja, você consegue comprar exposição do seu anúncio em todos esses, e infinitos outros canais digitais. Essas exposições, chamadas de impressões, tem o objetivo de gerar cliques. Esses cliques tornam-se acessos, e esses acessos tendem a se tornar vendas, as chamadas conversões. O desafio está em comprar o tráfego certo. Entenda por tráfego certo aquele que tem maior chance de converter, e cada vez mais barato.

    Tráfego orgânico: O grande sonho de qualquer operação digital é ter o maior número de tráfego orgânico possível. Mais tráfego orgânico é sinal de menor custo no final do funil. A principal fonte de acessos orgânicos é o Google. Veja o Google como uma avenida: imagine a maior avenida do mundo, onde passam 100 milhões de pessoas  – só do Brasil – esse é o Google. Estar na maior avenida do mundo é sinal de muita venda. No Google você tem um dos acessos mais qualificados da internet, devido ao fato de que o usuário do Google é uma pessoa que está buscando algo que quer comprar naquele momento. Dessa forma, as chances dela comprar são as maiores possíveis. Como dito antes, você pode comprar o tráfego do Google, mas também pode ter esse tráfego gratuitamente. Como? Utilizando o que chamamos de SEO (Search Engine Optimization).

    SEO é um serie de estratégias que buscam otimizar o mecanismo de busca para mostrar seu site, sua empresa nos resultados de busca. Isso funciona basicamente da seguinte maneira: o Google tem regras que seu algoritmo segue para catalogar os sites nos resultados de busca. Se você entende essa regras, pode jogar o jogo em favor das regras, sendo assim, o Google vai posicionar melhor o seu site nos resultados.

    O SEO é a principal estratégia e fonte de tráfego orgânico, mas não a única. Redes Sociais, listas de e-mail marketing e direct são outras maneiras de atrair tráfego sem custos: tráfego orgânico. Não vou estender aqui as estratégias para se conseguir esse tráfego orgânico. Para você se aprofundar nas estratégias basta  clicar aqui

    Semanalmente escrevemos novidades sobre tráfego aqui no blog, basta ficar atento.

    Agora que você já atraiu o cliente para a sua empresa, é hora de fazer ele gostar e confiar em você, é hora de engajar. Clique aqui é saiba mais sobre engajamento.

  • Desvendando os anúncios no Google Ads!

    CPC, CPM ou CPA: Desvendando os anúncios no Google Ads!

    Você é novo no mundo dos anúncios na internet e está buscando compreender as diferentes nomenclaturas e métricas do Google Ads (Adwords) que devem ser analisadas durante a execução das suas campanhas?

    Para qualquer novato neste segmento, certamente a quantidade de siglas e indicadores que surgem para qualquer campanha é um pouco assustadora, porém, analisando da forma correta, tudo fica bem mais fácil.

    A verdade é que as ferramentas de anúncios entregam uma grande quantidade de indicadores, porém, você não precisa considerar todos eles com o mesmo grau de relevância durante a sua análise.

    Cada campanha possui um objetivo específico e é com base nele que você vai selecionar as métricas mais importantes e que serão mais influentes nas suas tomadas de decisão durante a análise de desempenho das campanhas de anúncios.

    Se o seu objetivo é entender de uma vez por todas as métricas do Google Ads (Adwords), você está no lugar certo. Siga a leitura e entenda exatamente o que significa CPC, CPM e CPA e por que elas são as mais importantes.

    Entretanto, antes de nos aprofundarmos nesse assunto, precisamos esclarecer uma mudança que o Google fez no nome da sua ferramenta de anúncios, que não é tão recente, mas que é importante para o seu entendimento.

    Google Adwords agora é Google Ads

    Desde 2018, a Google alterou o nome da sua ferramenta de anúncios de Google Adwords para Google Ads. Isso aconteceu porque os anúncios deixaram de ser apenas por meio de palavras (words) e passaram para o âmbito visual também.

    É exatamente por esse motivo que o título desse conteúdo fala sobre métricas do Google Ads (Adwords).

    Entretanto, vamos ao que interessa: compreender quais são os principais indicadores da ferramenta de anúncios da Google e porque elas são tão importantes.

    Entendendo as principais métricas do Google Ads

    Ao abrir a ferramenta de anúncios da Google, nos deparamos com uma série de indicadores logo nas primeiras páginas. Dentre eles, podemos destacar:

    • CPC;
    • CTR;
    • CPA;
    • CPM;
    • Cliques;
    • Impressões;
    • Índice de qualidade;
    • Entre outros.

    Enquanto alguns são mais intuitivos, como cliques e impressões, outros exigem um pouco mais de conhecimento, principalmente as siglas, que representam números importantes para a análise da campanha.

    Antes de analisar métricas, tenha em mente o objetivo das suas campanhas

    Esse é o passo principal antes de realizar qualquer análise. Isso porque é exatamente o objetivo da campanha que determinará quais são as métricas mais importantes na hora de realizar a análise.

    Por exemplo, se você cria uma campanha de anúncios na rede de pesquisa com o objetivo de levar mais visitantes para o seu blog, não pode analisar o Custo por Aquisição, já que este está direcionado a conversões, como leads ou vendas.

    Da mesma forma, se o seu anúncio possui o objetivo de venda, analisar o Custo por Mil ímpressões talvez não seja a melhor ideia, afinal, se o objetivo é vender, você deve analisar o custo de cada venda efetivamente.

    Depois de ter um objetivo bem definido e configurado na sua campanha, fica mais fácil encontrar as métricas do Google ads que são mais indicadas para guiar as suas tomadas de decisão.

    CPC (Custo por clique)

    O primeiro indicador da nossa análise é um dos mais populares, afinal, é ele que embasa as campanhas mais superficiais do Google Ads, que servem para iniciar o trabalho da maioria dos anunciantes.

    Em suma, o CPC é a métrica que indica quanto você está pagando por cada clique efetuado no seu anúncio. O cálculo desse indicador se dá com base, principalmente, na concorrência para determinadas palavras-chave.

    A relação do CPC com a amplitude da palavra-chave

    Por exemplo, para uma corretora de seguros, a palavra-chave “Seguro automóvel” provavelmente terá um custo por clique elevado, já que é ampla e terá muita concorrência, fatores que fazem com que a mesma se torne mais cara.

    Já para uma pizzaria na capital catarinense, por exemplo, a palavra-chave “pizza de calabresa em Florianópolis” será, provavelmente, mais barata, já que a concorrência para tal será menor.

    Normalmente, palavras-chave com maior volume de buscas tendem a serem mais disputadas e, consequentemente, mais caras. Já aquelas que chamamos de “cauda-longa”, possuem menor volume de buscas e tendem a ser mais baratas.

    CPC como método de cobrança do Google Ads

    Vale ressaltar que o CPC é o método de cobrança do Google Ads para os anúncios na rede de pesquisa. Dessa forma, o seu investimento só será utilizado pela ferramenta quando o seu anúncio receber cliques.

    Esse fato é muito interessante, já que o anunciante sempre terá a certeza de que, sempre que uma cobrança for feita pela ferramenta, um novo visitante clicou no anúncio e visitou a página de destino.

    CPM (Custo por mil impressões)

    Nosso segundo indicador é o custo por mil visualizações, que é muito mais popular para os anúncios na rede de display do Google.

    Essa métrica do Google Ads se refere ao custo do seu anúncio para cada 1000 impressões do mesmo dentro do canal escolhido como destino, geralmente dentro da rede de sites parceiros do Google.

    CPM como método de cobrança do Google Ads

    Assim como o CPC, o CPM também pode ser utilizado como um balizador para a cobrança do Google dentro da sua campanha. Nesse caso, você será cobrado com base no custo que o seu anúncio alcança para obter 1000 impressões.

    Por que utilizar CPM?

    Em suma, o CPM será utilizado para campanhas que visam aparecer mais vezes por um preço menor para os usuários. Além disso, ela possui outra diferença crucial para o CPC que deve ser considerada.

    No CPC, o Google mostrará os seus anúncios para pessoas que possuam mais chance de clicar, porém, no CPM não existe esse filtro. O Google mostrará para a maior quantidade de pessoas possível dentro da sua segmentação.

    Geralmente, o CPM é utilizado em campanhas mais institucionais, que visam alcançar mais pessoas, mesmo que estas não estejam diretamente interessadas em clicar no anúncio e interagir mais com a sua marca.

    CPA (Custo por aquisição)

    Por fim, o CPA é a última das nossas principais métricas do Google Ads a ser analisada neste artigo. Diferente dos anteriores, o CPA é utilizado para medir conversões propriamente ditas, sejam elas em leads ou vendas, por exemplo.

    Neste caso, o objetivo de CPA deve ser definido quando a campanha possui um intuito claro e explícito de transformar o visitante em lead ou cliente. Dessa forma, o Google otimizará os anúncios para este fim.

    CPA como forma de cobrança no Google Ads

    Como dito anteriormente, o Google Ads só efetuará a cobrança para este tipo de anúncio quando a conversão for concluída. Para isso, o pixel de conversão precisa estar instalado corretamente, visando detectar as conversões.

    A prima vista, parece que esse é o melhor método, já que você só é cobrado quando efetua vendas, porém, esse é também o indicador mais complexo e que exige uma certa “maturidade” para ser utilizado.

    Isso acontece porque o Google busca as pessoas que mais possuem chances de realizarem a conversão, porém, para fazer essa diferenciação, precisa ter detectado outras pessoas que já a realizaram previamente.

    Desta forma, a ferramenta terá embasamento para mostrar o anúncio para outros usuários que possuam um perfil de conversão semelhante aos já analisados.

    Além disso, este tipo de conversão costuma ser muito mais caro do que os anteriores, já que possui uma complexidade muito maior, se tornando mais difícil de ser aplicado.

    Qual é a melhor métrica do Google Ads?

    Como citei no início deste artigo, a melhor métrica do Google Ads é aquela que está mais alinhada com o objetivo da sua campanha e que possui o melhor desempenho nos seus testes.

    Cada campanha possui um desempenho diferente e merece ser testada em diferentes formatos, visando encontrar o melhor deles. O que se pode afirmar é que não há como começar pelas campanhas de conversão (CPA).

    Geralmente, os anunciantes que estão no início da jornada começam pelos tradicionais anúncios de CPC na rede de pesquisa, buscando aumentar o tráfego dos seus canais e angariar público para os seus anúncios.

    Após isso, novos testes podem surgir e, com o tempo, outras estratégias podem ser implementadas. Tudo dependerá da forma como a análise é feita e de como os anúncios se comportam dentro das campanhas.

    Uma coisa é certa, só se descobre o objetivo ideal e a métrica mais indicada para a sua campanha testando.

    Conclusão

    Analisar as diferentes métricas do Google Ads é importante para que se amplie o conhecimento sobre o desempenho dos anúncios, no entanto, analisar as métricas corretas é fundamental para que se faça uma análise assertiva.

    Tanto CPC quanto CPM e CPA podem trazer excelentes resultados, desde que utilizados da forma correta e no momento ideal, atingindo os melhores usuários pelo menor custo possível.

    Na dúvida, opte sempre por testar diferentes tipos de objetivos e comparar os resultados de forma matemática mesmo. Assim, será possível encontrar as melhores soluções para os seus anúncios.

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  • Vença a crise com um mindset empreendedor!

    Vença a crise com o mindset empreendedor!

    O artigo de hoje é uma reflexão tanto para você que é empresário, para você que é responsável pelos recursos humanos da empresa ou funcionário do mais alto escalão ao chão de fábrica!

    Muito se fala na crise econômica e política que assola o nosso país nesse momento e em todas as consequências que ela traz consigo. Uma das mais expressivas em relação ao mercado de trabalho é as demissões em massa.

    Nesse contexto se faz juz à lógica Darwiniana de seleção natural, onde só os melhores e mais fortes sobrevivem. Se você quiser manter a sua empresa de portas abertas ou segurar o seu emprego atual, é fundamental que você seja diferenciado em tudo que faz.

    É nesse momento em que o mindset empreendedor é tão importante! Sobreviver às crises e ter um futuro melhor são situações que só acontecem para quem dá o seu melhor hoje.

    De nada adianta você inventar desculpas que cuidará dos seus processos e investir em melhorias na sua empresa assim que a crise passar, ou quando a empresa mudar de ponto físico, ou quando tudo estiver mais organizado…

    Da mesma forma, se você é funcionário, não adianta você trabalhar com má vontade porque não gosta do seu emprego. Pelo contrário, seja o melhor que puder! Dê um show de competência e pro-atividade para que alguém note e resgate você desse lugar. Ou melhor ainda, para que você possa ter a sua própria empresa.

    Ter mindset empreendedor é pensar no que você faz hoje e descobrir um meio de ser relevante para as pessoas. Se você se comportar como um operador, que apenas executa as tarefas delegadas, você será descartado facilmente na próxima redução de custos. Da mesma forma, se a sua empresa entrega um resultado na média, os seus clientes logo irão se apaixonar pela experiência de compra da concorrência.

    Para ter sucesso profissional é preciso mudar velhos hábitos, abandonar a zona de conforto e pensar cada vez mais de uma maneira estratégica.

    Sinceramente, você é mais do tipo proativo, ou apenas executa as atividades que lhe pedem?

    Pense nisso e descubra novas formas de se destacar, a vida irá sorrir de volta com toda a certeza!

    Até o próximo post!

    V4 Company

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  • Um jornalista consegue te deixar na primeira página do Google

    Um jornalista te deixará na primeira página do Google

    Existe uma forte discussão no meio acadêmico do jornalismo a respeito dos rumos da profissão na era digital. Sabemos que cada vez mais as mídias tradicionais como jornais, revistas, TV e Rádio seguem numa tendência de “desvalorização”.

    A verdade é que as mídias tradicionais não estão sendo desvalorizadas, mas sim, estão perdendo espaço para mídias digitais. Tudo gira em torno da audiência. Onde está sua audiência agora?

    Dificilmente estará atrás das páginas de um jornal ou revista, e dificilmente também está dependente do rádio ou da TV. Sua audiência está onde você está agora, atrás de um computador ou smartphone.

    Você deve estar onde sua audiência está. Por isso afirmo que um jornalista de deixará na primeira página do Google.

    Os critérios de avaliação de relevância ainda são de certa forma, os mesmos. Assim como um veículo tradicional constrói sua relevância através da produção de conteúdo original, na internet o mesmo critério é válido.

    Um dos principais fatores de qualificação de um site nos resultados orgânicos do Google diz respeito ao conteúdo original que ele contém. A missão da profissão de um jornalista ainda segue a mesma. Produzir conteúdo.

    Avalie a participação de um profissional estritamente focado na produção de conteúdo. Sua estratégia de SEO deve ir muito além da escolha de palavras-chave. Entenda que sua posição nos resultados de buscas somente será sustentável, a partir do momento que você  provar para o Google que seu site é a melhor fonte de conteúdo dentro do seu universo de atuação.

    Os mais lucrativos programas de e-commerce contam fundamentalmente com um grande fluxo de tráfego orgânico. Pense nisso. Entenda o valor do conteúdo e um jornalista lhe deixará na primeira página do Google.