Category: Tráfego

  • Como vender mais através da internet usando E-mail marketing em 2021?

    Vender Mais Através da Internet Usando E-Mail Marketing em 2021

    O e-mail é um dos canais mais tradicionais da internet, entretanto, não confunda tradicional com ultrapassado. Há quem defenda que o e-mail morreu, porém, é possível vender mais através da internet utilizando este meio.

    A realidade é que, com a quantidade de canais de comunicação que surgem e morrem todos os anos, deve existir algo no e-mail que faz com que ele se mantenha por todo esse tempo sem ao menos perder popularidade, não é?

    Os fatores que o levam a ser muito utilizado até os dias de hoje são muitos. Confira alguns:

    • Cadastro em, basicamente, todos os sistemas on-line (incluindo as mídias sociais);
    • Formalização de comunicação entre duas ou mais partes;
    • Documentação e armazenamento de documentos, conversas, entre outras informações;
    • Garantia de segurança das informações enviadas e recebidas;
    • Método profissional de comunicação;
    • Credibilidade agregada ao canal.

    Estas são apenas algumas das utilidades do e-mail, portanto, as chances do seu cliente em potencial utilizar o e-mail são grandes. Da mesma forma, se o seu cliente está no e-mail, você também vai querer estar lá.

    Como vender mais através da internet usando e-mail marketing?

    Depois de entender a importância do e-mail, surgem muitas dúvidas sobre o que fazer e como fazer para ganhar clientes e fazer vendas através deste canal. Apesar de todos o conhecerem, comunicar-se através dele não é uma tarefa simples.

    Pensando nisso, preparamos algumas diretrizes que vão guiar qualquer campanha de e-mail marketing da sua empresa. De uma forma rápida e prática, você entenderá o que precisa fazer para atingir os seus clientes e vender mais.

    E-mail marketing não é SPAM

    O primeiro ponto não poderia ser outro. Se você pensa em e-mail marketing e imagina aquelas campanhas oferecendo produtos para listas gigantescas de pessoas que nunca viram a sua marca, vamos modificar os conceitos.

    E-mail marketing é a oportunidade que a sua empresa tem de entrar em um ambiente privado do seu cliente em potencial, onde ele conversa individualmente com seus contatos. É quase uma conversa cara a cara.

    Se você chega na frente de uma pessoa na rua, sem ela te conhecer, e começa a oferecer uma enorme quantidade de produtos que ela não tem interesse, quais são as suas chances de conversão? O e-mail é extremamente semelhante.

    Por isso, seja estratégico nas suas campanhas e procure ser cirúrgico nos pontos de contato. Pense que cada e-mail precisa impactar os destinatários, individualmente, para que eles abram, leiam e executem a ação que você deseja.

    Conheça o público com quem você está se comunicando

    Um dos segredos para vender mais através da internet, em qualquer canal, é o conhecimento que você tem sobre as pessoas que você se comunica. Entender o seu público é importantíssimo para a efetividade das suas ações.

    Homens ou mulheres, pessoas jovens ou mais velhas, você sempre tentará se comunicar com a pessoa que abrirá a caixa de e-mails e verá a sua mensagem.

    Conheça os seus gostos, os conteúdos que ela consome e o que pode ou não chamar a sua atenção. Pessoas recebem e-mails a todo momento, a sua concorrência é grande e você precisa se destacar.

    Crie conexão com o destinatário

    Esta diretriz está diretamente ligada à anterior. Para criar conexão, você precisa conhecer a outra pessoa. Somente assim você poderá gerar gatilhos nela que a farão executar as ações que você deseja.

    Por exemplo, se você possui um público mais jovem, que acompanha os acontecimentos atuais, utilizar memes ou programas de TV em alta no momento podem ser uma excelente opção para o sucesso da sua campanha.

    Em algum momento, você precisará passar algum sentimento de conexão, entretanto, ele pode acontecer de várias formas, como:

    • identificação: a pessoa que recebe o e-mail se vê na mensagem, entende que aquilo foi escrito especialmente para ela;
    • reciprocidade: se você fornece algum conteúdo de extrema utilidade sem cobrar nada em troca, o seu contato tende a sentir que te deve algo;
    • similaridade: seu lead se sente como você, compartilhando das suas dificuldades ou conquistas.

    O assunto é, sem dúvidas, o ponto mais importante

    Agora você vai se perguntar: “como assim?”.

    Se uma pessoa não abrir a porta, você não consegue entrar amigavelmente na casa dela, correto? Entretanto, ela só abrirá a porta se sentir que tem um motivo para isso.

    Com o assunto do e-mail é assim, se o seu lead não se sentir atraído e entender que o conteúdo pode ser útil, sua campanha está fadada ao fracasso. De nada adianta ter uma mensagem incrível se o usuário nem chegar até ela.

    Utilize gatilhos mentais, personalize o título com o nome do lead, utilize emojis ou outros artifícios que façam com que, no meio de 30 mensagens, o lead olhe para o seu e-mail e se sinta atraído.

    Realize testes

    O segredo para vender mais através da internet utilizando o e-mail, assim como outros canais digitais, é a realização de testes. 

    Seu e-mail pode ser longo, curto, formal, informal, pode conter imagens, GIFs, botões, links, enfim, os recursos são muitos. Entretanto, qual é o formato ideal? Quem vai te responder isso é o seu público.

    Faça envios de e-mails mais longos, com mais técnicas de persuasão e entenda se o seu público está disposto a ler. Depois, envie outro e-mail mais curto e compare os desempenhos.

    O assunto também é um importante alvo de testes. Insira variáveis como o nome do destinatário, faça promessas irresistíveis, utilize emojis e outras formas de chamar a atenção. O mais importante é encontrar o ponto certo.

    Conforme os resultados forem aparecendo, replique o que está dando certo e modifique o que precisa melhorar. Assim, poderá seguir melhorando as suas campanhas eternamente.

    Importante: procure fazer 1 mudança de cada vez. Se você vai fazer um teste no assunto, não modifique a estrutura da mensagem, pois, assim, conseguirá saber qual mudança entregou os resultados efetivamente.

    Personifique a sua comunicação

    Pode até parecer clichê, entretanto, é uma premissa valiosa para qualquer campanha de marketing: pessoas se comunicam com pessoas. Como você pretende vender mais através da internet falando igual a um robô?

    Identifique-se no e-mail como uma pessoa, tanto no nome do remetente como na assinatura do e-mail. Diga quem você é e, se possível, coloque uma foto sua. Gerar essa identificação é essencial e aproxima a sua empresa dos seus clientes.

    Ao invés de receber um e-mail “da Empresa X”, faça o seu lead entender que recebeu um e-mail “do João da Empresa X”, pois, assim, ele se comunicará com o João e estará ainda mais próximo.

    Crie relacionamento com a sua base

    Trabalhar com e-mails não é fácil e exige planejamento. Os resultados de e-mails enviados de forma solta e desconexa serão, na grande maioria dos casos, menores do que campanhas conectadas.

    Se as pessoas interagem e se conectam com histórias, entregue histórias a elas. No segundo e-mail que você enviar, cite algo que estava presente no primeiro, isso fará com que um elo se crie entre as mensagens.

    Se você cria uma boa conexão, seus leads não vão querer perder um e-mail da série, pois eles ficarão perdidos no contexto. Da mesma forma, entregue mensagens completas e bem formuladas, evite informações incompletas.

    Seja objetivo

    Alguns grandes players do mercado de relacionamento por e-mail costumam dizer que “não existe texto longo, existe texto chato”. Esta é uma verdade, pois muitas pessoas leem livros enormes e não leem uma simples matéria de jornal.

    Ser objetivo não quer dizer que a sua mensagem deve ser curta. Você deve entregar o necessário, sem enrolar ou dar voltas indevidas. Defina um objetivo para o e-mail e siga em direção a ele.

    Por falar em objetivo, não permita que o seu lead se disperse. Se você oferece vários links e várias opções para ele clicar, pode deixa-lo confuso. 

    Se o seu objetivo é levar o lead para o seu site, o conteúdo do e-mail deve ser direcionado para esta ação.

    Qual a frequência de envios ideal?

    Quando começamos a trabalhar com determinado canal, queremos uma receita que nos garanta os melhores resultados. É uma pena que o marketing não permita que façamos isso.

    Se você quer vender mais através da internet, precisa fazer testes e encontrar a melhor forma e frequência para se comunicar com a sua audiência.

    Algumas empresas atingem um nível de proximidade com seus leads que permite o envio de e-mails diários. É claro que essa frequência foi conquistada com o tempo.

    O ideal é que você comece com uma frequência baixa, como 1 e-mail semanal, para testar a sua comunicação e, com o tempo, estudar a possibilidade de aumento. Neste caso, o volume não é proporcional aos resultados.

    Você precisa encontrar o ponto que vai manter o seu contato por perto mas não vai invadi-lo a ponto de faze-lo se sentir desconfortável com a quantidade de mensagens.

    Quantidade não é qualidade

    Por fim, uma dica importante para qualquer empresa, de qualquer segmento. A quantidade de e-mails que você envia e a quantidade de contatos que a sua base possui não influenciam diretamente nos resultados.

    Construir uma lista com 150 e-mails engajados é muito mais vantajoso do que comprar uma lista com 30.000. Isso porque os 150 te darão uma garantia maior de relacionamento, enquanto o 30.000 é apenas uma grande quantidade de desconhecidos.

    Da mesma forma, enviar 7 e-mails semanais não te garante mais vendas. Procure encontrar a frequência ideal para uma quantidade engajada de leads e mantenha a sua lista sempre limpa, não perca tempo com leads desengajados.

    Conclusão

    Vender mais através da internet utilizando o e-mail marketing é possível e o mercado atual entrega muitas possibilidades para isto. Entretanto, o e-mail é um canal delicado e merece todo cuidado do mundo.

    Valorize a sua audiência e entregue a ela apenas o que ela quer ver. Esqueça o SPAM e pense no relacionamento. Assim, criando conexão em campanhas planejadas, o sucesso estará muito mais próximo.

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  • As novas ferramentas que toda empresa deve ter na pandemia

    Novas Ferramentas que Toda Empresa Precisa ter na Pandemia

    A cultura do home office ficou cada vez mais popular durante a pandemia, visando atender ao distanciamento social. Com isso, existem algumas ferramentas que toda empresa precisa ter na pandemia.

    Diversas tarefas que eram realizadas de forma presencial rapidamente e envolvendo pouca burocracia, precisaram de adaptação para o modelo de trabalho remoto.

    Entretanto, para que o home office funcione, é necessário que as atividades diárias sejam desenvolvidas com o auxílio de ferramentas on-line que possibilitem a execução das tarefas e a integração dos colaboradores.

    Desta forma, o fluxo de trabalho se desenvolve de forma natural e a gestão do que é feito durante os dias é facilmente executada com base em relatórios e no acompanhamento dos líderes de equipe.

    Pensando nisso, desenvolvemos este artigo para sugerir algumas ferramentas que podem contribuir para cada tipo de tarefa durante o cotidiano dos funcionários.

    Ferramentas que toda empresa precisa ter na pandemia

    O cotidiano de trabalho de qualquer empresa que funciona de forma remota precisa ser gerenciado para que não se torne um problema. Sabemos que existem vários tipos de colaboradores e todos precisam estar produzindo.

    Para isso, diversas ferramentas gratuitas podem contribuir para a produtividade da equipe e gestão por parte dos líderes.

    Controle de tarefas

    Diariamente, novas demandas surgem e demandas recorrentes se mantém. A depender do volume de trabalho, fica cada vez mais difícil para o colaborador ter um controle do que precisa ser entregue.

    Além disso, a gestão de entregas também precisa de um sistema centralizado, que possibilite a gestão da equipe como um todo e possa dar um panorama das entregas do time.

    Asana

    O Asana é uma ferramenta muito completa para gestão de tarefas e de equipe, que auxilia tanto o líder para acompanhamento de progresso das demandas quanto o colaborador, na organização de tarefas e prazos.

    Além disso, a ferramenta também possibilita automações e outras funcionalidades que poupam tempo dos usuários depois de configuradas, inclusive gerenciando tarefas que dependem de mais de uma pessoa e afins.

    Ademais, por ser extremamente completa, ela exige um certo tempo de adaptação da sua utilização para entendimento das funcionalidades e extração máxima do seu potencial.

    Com relação a custos, o Asana é gratuito para equipes de até 15 pessoas, com a possibilidade de escalar os recursos com base no tamanho da equipe. Este modelo é perfeito para escalar a equipe sem custos desnecessários.

    Trello

    Assim como o Asana, o Trello é uma ferramenta perfeita para o gerenciamento de tarefas e de progresso de projetos e demandas que se acumulam e podem sair do controle da equipe e do gestor.

    Entretanto, o Trello possui uma interface e uma forma de utilização muito mais simples que o Asana, sendo ideal para equipes menores e para empresas que não possuem tantos processos no seu cotidiano.

    Ainda assim, é possível adicionar vários power ups para incrementar a experiência e tornar o sistema mais robusto, entretanto, esta opção não está disponível de forma gratuita.

    Outro fator importante é que, mesmo adquirindo um plano mais avançado, é preciso entender como utilizar os power ups e integrá-los de forma eficiente, buscando o melhor desempenho possível da plataforma.

    Kanban Flow

    Este, talvez, seja um meio termo entre a simplicidade e facilidade do Trello e a abrangência do Asana. O Kanban Flow tem uma utilidade muito semelhante aos seus anteriores, porém, com uma interface voltada 100% para a metodologia Kanban.

    Como o próprio nome já diz, você organiza os seus projetos em quadros com as colunas para cada etapa. A partir daí, os membros da equipe criam as suas tarefas e as movem dentro do quadro de acordo com o seu progresso.

    Além disso, a versão gratuita do Kanban Flow possibilita algumas automações para criação de tarefas recorrentes e o gerenciamento de tempo com a técnica pomodoro, que é opcional ao usuário.

    Gestão de produtividade e tempo é importante

    Independente da ferramenta que a sua empresa escolha, é fundamental que algum software de gestão de produtividade seja adotado. Sem dúvidas, eles estão entre as ferramentas que toda empresa precisa na pandemia.

    Armazenamento

    A quantidade de informações que são gerenciadas pelas empresas, atualmente, está cada vez maior. Diariamente, dezenas, ou até centenas, de arquivos são enviados e recebidos pelos membros da equipe.

    O mínimo que uma organização precisa para se manter saudável e segura é uma estrutura na nuvem que armazene esses dados e garanta uma possibilidade de backup para possíveis imprevistos.

    Para isso, diversas plataformas entregam soluções que podem resolver o problema das empresas, entretanto, algumas entregam opções fáceis de utilizar por valores considerados baixos.

    Google Drive

    O Drive é um excelente exemplo de ferramenta com uma excelente capacidade de armazenamento e com uma boa disponibilidade gratuita. Caso a empresa necessite de opções mais robustas, o custo não é nem um pouco alto.

    Além disso, a plataforma também oferece soluções com backup armazenado em nuvem, favorecendo a segurança e garantindo que os documentos não serão perdidos.

    Dropbox

    Semelhante ao drive, o Dropbox é outra solução de armazenamento em nuvem e que oferece, em suma, as mesmas opções que o Google Drive. No entanto, as opções disponíveis pagas do Dropbox são mais caras que o seu concorrente.

    Comunicação

    A alma do sucesso do trabalho home office é, sem dúvidas, a comunicação. Uma equipe que se comunica consegue trabalhar em sintonia e resolver possíveis problemas com maior agilidade.

    Existem ferramentas que auxiliam tanto na comunicação por chat quanto por voz, enquanto outras são específicas para chat, ou chamada de vídeo, por exemplo.

    O ideal é que a empresa tenha, a sua disposição, opções para os três canais, pois o nível de urgência da demanda deve guiar a forma como a equipe precisará se comunicar.

    Obviamente, demandas mais urgentes e que precisam de um entendimento mais aprofundados exigirão uma chamada de áudio ou até de vídeo, enquanto conversas diárias podem ser resolvidas via chat.

    Google Meet

    Uma das ferramentas mais utilizadas durante a pandemia para a realização de videoconferências em geral, desde atendimentos ao cliente até reuniões internas de equipe.

    O segredo da popularidade da ferramenta é, exatamente, a combinação entre a facilidade de acesso e manuseio, a estabilidade da plataforma e o fato de ter se tornado gratuita após o início da pandemia.

    Com a disponibilidade de reunir uma grande quantidade de pessoas, o Google Meet é uma solução que atende aos requisitos de quem precisa do vídeo para fazer a sua comunicação.

    Discord

    Muito popular no segmento de jogos, o Discord ganhou ainda mais adeptos no período pandêmico. Isso porque os usuários podem ficar conectados por mais tempo aos canais de voz para uma comunicação mais constante.

    Pelo fato de ser específico para chat e voz, ocupa menos banda de internet e interfere menos para o caso de conversas mais longas. Algumas empresas, inclusive, utilizam a ferramenta para manter a equipe conectada o dia todo.

    Além disso, o Discord é gratuito e possui uma grande quantidade de extensões que podem aprimorar a experiência dos usuários. Apesar de não incluir o vídeo, possui todos os outros recursos que o Google Meet entrega de forma facilitada.

    Rede social corporativa

    Além da comunicação, muitas vezes é preciso organizar a empresa em squads separados e/ou projetos distintos, sem a possibilidade de os usuários migrarem entre eles.

    Dessa forma algumas ferramentas entregam ainda mais funcionalidades destinadas aos líderes, possibilitando uma melhor gestão das atividades. Estas ferramentas auxiliam na produtividade e na manutenção dos resultados.

    As redes sociais corporativas são fundamentais e são ferramentas que toda empresa precisa ter durante a pandemia. As funcionalidades variam para cada opção, porém, grande parte delas auxiliam, e muito, na gestão geral da empresa.

    Yammer

    A ferramenta da Microsoft que serve como uma rede social para a sua empresa. Dentro do Yammer, pode-se fazer comunicados para as equipes de modo geral, facilitando a comunicação entre a gestão da empresa e seus liderados.

    Além disso, a ferramenta ainda oferece integração completa com o Pacote Office, um dos pacotes mais utilizados pelos usuários do Windows para a criação de documentos, planilhas, apresentações, etc.

    Slack

    O Slack é uma rede social pensada de forma direcionada para a gestão de projetos. Com a sua estrutura de workspaces, você pode dividir seus squads em locais separados para manter a comunicação em dia.

    Além disso, a ferramenta ainda pode se integrar com uma grande diversidade de plataformas, como Zoom, Microsoft Teams, CRMs, entre outros.

    Conclusão

    As ferramentas de gestão, comunicação, armazenamento e todo tipo de serviço on-line ganharam muita força durante a pandemia, obviamente, por conta da necessidade das empresas de migrarem para as jornadas home office.

    No entanto, esta necessidade se mostrou produtiva para a modernização dos processos e para a simplificação da comunicação, que se fez ainda mais necessária, por meio de diversos canais.

    Sem dúvidas, as ferramentas que toda empresa precisa ter na pandemia estão disponíveis de forma gratuita, na maioria das vezes, e podem contribuir para a retomada do crescimento das empresas em geral.

  • Quais ferramentas de SaaS auxiliam na produtividade do home office?

    Quais Ferramentas de SAAS Ajudam na Produtividade do Home Office?

    A pandemia do novo coronavírus exigiu, de empresas dos mais variados segmentos, ação como resposta às restrições sugeridas pelos governos estaduais. Com isso, as ferramentas SaaS ajudam na produtividade do home office.

    É sabido que o isolamento social tornou necessária a adaptação das empresas para modalidades diferentes de trabalho, tornando o home office a melhor alternativa para grande parte dos modelos de negócio.

    Com isso, a gestão das empresas, como um todo, precisou se adaptar para obter maior controle sobre as atividades desenvolvidas pela equipe e, também, para possibilitar uma melhor fluidez na execução das tarefas.

    Se dentro das organizações, a utilização de softwares na nuvem já era imprescindível, com o distanciamento, esta se fez ainda mais necessária, fazendo com que o mercado de SaaS crescesse como um todo.

    Desta forma, diversas ferramentas SaaS ajudam para a produtividade do home office, tornando a execução das tarefas e a gestão da equipe possível, mesmo com o trabalho sendo feito de forma remota.

    O que é uma ferramenta SaaS

    Imagine um serviço que você realiza em algum momento, porém, em contato com pessoas ou utilizando métodos manuais, como pedir um lanche. Um software SaaS serve para que você realize essa ação de forma automática.

    SaaS é a sigla inglesa Software as a Service, que significa “Software como um Serviço”. Em suma, o software servirá para ser exatamente como o nome sugere, um serviço para o usuário.

    Atualmente, ao pedir um lanche, você acessa o aplicativo, seleciona o restaurante, o lanche desejado, o método de pagamento e finaliza o pedido. Após um tempo, o lanche chegará na sua casa.

    Para as empresas, o processo é, basicamente, o mesmo. Se você precisa se comunicar com a sua equipe, criar um grupo de comunicação com o time e manter o diálogo sobre os projetos e as tarefas, um SaaS será útil.

    Além da comunicação, as utilizações de softwares específicos para facilitar o dia a dia da organização são muitas. Cada vez mais, o mercado de desenvolvimento se mostra ainda mais completo para as empresas.

    Benefícios com possibilidade de personalização

    A grande maioria dos SaaS funcionam através de assinatura, quando são pagos, e possibilitam a escalada de funcionalidades por parte do contratante. Desta forma, a empresa utilizará apenas os recursos que são necessários.

    Este formato evita gastos desnecessários com ferramentas e funcionalidades que são muito boas na teoria, porém, quando colocadas em prática, são deixadas de lado, sendo pouco utilizadas pelo time.

    Ferramentas Saas que ajudam na produtividade do Home Office

    Com a variedade disponível no mercado, ficou cada vez mais fácil utilizar softwares específicos para determinados serviços necessários no dia a dia da empresa.

    Abaixo, citaremos alguns exemplos, pagos e gratuitos, que você pode utilizar e aumentar a produtividade do home office sem precisar investir em um super sistema que faça tudo em um lugar só e que custa muito caro.

    Trello

    O Trello é uma das plataformas mais utilizadas para organização de tarefas e acompanhamento da produtividade do time. Nele, é possível criar listas, quadros e cartões que representarão as tarefas a serem executadas.

    Desta forma, as customizações dos cartões com prazo de entrega, etiquetas, comentários, descrição e muitos outros recursos, possibilitam uma organização visual e muito facilitada para a equipe.

    Além disso, os quadros podem ser acessados por diferentes usuários e editado por todos ao mesmo tempo. O histórico de atividades é salvo com base no que cada usuário executa, visando melhorar a segurança das informações.

    Além disso, é possível criar vários quadros, para o caso de a empresa possuir vários projetos ou equipes que precisarão de organizações distintas.

    Ademais, a plataforma ainda conta com power-ups, que são plug-ins que podem ser instalados para fornecer uma ou mais funcionalidades extras à ferramenta.

    Para as funcionalidades básicas, o Trello é gratuito e permite um número ilimitado de usuários conectados aos quadros e utilizando o sistema como um todo.

    Entretanto, para que muitos times e quadros sejam criados, assim como utilizar vários power ups juntos, é necessário fazer uma assinatura, que tem um custo proporcional à necessidade de utilização da empresa.

    Slack

    Se a comunicação entre os times for um problema, o Slack chega para ser uma das ferramentas de saas ajudam na produtividade do home office, com uma interface amigável e funcionalidades que o tornam um sistema completo.

    Nele, você terá a possibilidade de criar grupos de comunicação entre os usuários para diálogos via chat, além de possuir uma grande quantidade de plug-ins e bots que possibilitam algumas automações.

    O Slack também possui uma API que permite a conexão com outros sistemas, como CRMs ou ferramentas de gestão de suporte técnico, por exemplo. Com isso, você pode criar uma estrutura de ferramentas completa e conectada.

    Sendo um dos sistemas de comunicação mais completos, o Slack possui suporte apenas para chat na sua versão gratuita e essa, talvez, seja a sua principal limitação para empresas menores. 

    Para empresas que trabalham com projetos e atendimento ao cliente, ainda é possível incluir membros externos em espaços exclusivos, dando um aspecto profissional à comunicação e trazendo o cliente para perto.

    O Slack está disponível para celular e computador e a sua utilização é muito simples. Sua licença inicial é gratuita e é perfeita para pequenas empresas, porém, os planos pagos podem atender muito bem negócios maiores.

    O que diferencia os planos gratuito e pago são as funcionalidades, onde, nos planos com investimento mensal, as limitações de armazenamento, integrações e outros benefícios são expandidos.

    Hubspot CRM

    A Hubspot é uma das maiores empresas de software para CRM e automação de marketing do mundo. Sua ferramenta de CRM é extremamente completa e entrega, aos usuários, uma grande quantidade de funcionalidades.

    Assim como as ferramentas anteriores, o Hubspot também possui um plano inicial pago e outros pagos com mais funcionalidades, entretanto, a versão gratuita já se faz suficiente para parte das empresas.

    A gestão dos clientes é feita através de pipelines criadas pelos usuários e geridas, junto com os contatos, de forma colaborativa e com grande segurança pelos colaboradores da equipe.

    Além do Hubspot, outras ferramentas de CRM também podem ser úteis nas mesmas tarefas, como Ploomes, SalesForce, Zoho, entre outras.

    RD Station Marketing

    O marketing do seu negócio é realizado de forma interna? Então o RD Station pode auxiliar, e muito, na gestão das campanhas e no acompanhamento de leads e resultados das ações.

    Com uma ferramenta de automação de marketing completa, o RD possibilita um trabalho completo por parte do time, além de fornecer relatórios importantes para o acompanhamento dos gestores.

    Com o RD, o seu negócio cria landing pages, e-mails, faz o gerenciamento dos leads e acompanha os acessos ao site em tempo real. Além disso, não existe limitação para o número de usuários na plataforma.

    Seus planos também são escaláveis, porém, a ferramenta não possui uma versão gratuita. Desta forma, o controle dos planos é feito com base nas funcionalidades utilizadas e na quantidade de leads existentes na plataforma.

    Discord

    Uma das principais ferramentas de comunicação por voz, muito popular para jogos, porém, que tem se popularizado para empresas durante a pandemia. O Discord pode otimizar a comunicação no Home Office.

    Sendo 100% gratuita e possibilitando a criação de um espaço de trabalho para a empresa e chats separados para as equipes, o Discord é uma ferramenta estável e muito útil para, basicamente, qualquer modelo de negócio.

    Além disso, a plataforma ainda possui diversos bots que podem ser instalados para executarem automações específicas de acordo com a necessidade da empresa.

    Com uma interface semelhante ao Slack, o Discord também possibilita integrações com outros sistemas, favorecendo a homogeneidade dos processos dentro da organização.

    Google Drive

    Outra ferramenta que é muito popular, porém, que nem todas as pessoas a associam a um SaaS. O Google Drive é a opção perfeita para armazenamento, backup e gestão de arquivos de forma amigável e rápida.

    Com um plano inicial gratuito, o Drive proporciona, aos times, além do armazenamento, ferramentas de apresentações, planilhas, documentos e muitas outras que se assemelham ao pacote Office, popular na maioria dos computadores.

    O Drive é uma das ferramentas SaaS que ajudam na produtividade do Home Office por possuir uma gestão de usuários eficiente, que possibilita a visualização e edição de documentos de forma simultânea.

    Da mesma forma, ainda garante a segurança dos arquivos que estão armazenados e fornece um histórico de atividade de cada documento. Assim, é possível visualizar todos que acessaram, editaram ou excluíram itens.

    Pontomais

    O controle de jornada de trabalho da equipe também não é uma tarefa fácil no home office, entretanto, o Pontomais é uma plataforma que auxilia no processo e torna a gestão um pouco mais fácil.

    Com um aplicativo de celular, cada colaborador pode bater o ponto do local em que estiver para iniciar ou finalizar seus períodos de trabalho. Com isso, o sistema calcula as jornadas, banco de horas e apresenta relatórios.

    Outra funcionalidade interessante é a possibilidade de controle do ponto de diferentes formas. Os funcionários podem bater o ponto lendo um QR Code, batendo uma foto do seu rosto ou simplesmente clicando em um botão.

    Tudo vai depender da necessidade de gestão da empresa e da liberdade que é dada para os colaboradores. Junto ao horário, a ferramenta ainda capta a localização do dispositivo para fins de segurança.

    Conclusão

    As ferramentas de SaaS auxiliam na produtividade do home office em diversos setores e atividades a serem realizadas. O mais importante é encontrar o conjunto que trará facilidade para a execução das tarefas diárias.

  • Agência de Marketing: O que é e por que não funciona?

    Agência de Marketing Não Funciona

    Sim, o título deste artigo é polêmico e não, este não é um clickbait (estratégia utilizada para captar clicks com manchetes enganosas). A realidade é que o modelo de negócio de agências de marketing não funciona.

    Este assunto já foi tema de dois artigos do sócio-fundador da V4, Dener Lipert, um no site da E-commerce Brasil e outro no site Mundo do Marketing. Em qualquer ocasião, ele é polêmico e gera opiniões adversas.

    O fato é que este modelo de negócio não funciona por diversos motivos, entretanto, o principal deles é o resultado. Agências de marketing não estão preocupadas com o resultado do seu cliente e isso as torna insuficientes.

    É claro que este tipo de afirmação pode gerar estranheza, mas nós explicaremos tudo e você entenderá em quais pontos as agências falham e como eles são solucionados por outros modelos que entregam serviços de marketing digital.

    O que fazem as agências de marketing?

    Levando em consideração a origem do termo “agência de marketing”, consideramos que são empresas responsáveis por agenciar mídia on-line e buscar a veiculação da marca dos seus clientes, lucrando com isso.

    Entendendo esse conceito você pode se perguntar: “mas essas não são as agências de publicidade?”

    Exatamente! Agências de marketing e agências de publicidade só se diferenciam nos canais de veiculação, já que a primeira migrou para a internet, entretanto, o modelo de negócio é o mesmo e não é vantajoso para os seus clientes.

    Agenciando mídia para obter lucros

    Agenciar mídia nada mais é que encontrar canais para divulgação da marca do cliente, contrata-los e ganhar comissão em cima do investimento do cliente. Em geral, os comissionamentos podem chegar a até 20% por essas intermediações.

    Mas se o objetivo das agências, atualmente, segundo o que elas mesmo propõem, é entregar resultado, por que ainda optam pela remuneração em cima do que chamamos de Bônus de Veiculação (BV)?

    Na verdade, as agências de marketing estão sempre voltadas para a sua lucratividade, não para a do cliente. Isso faz com que as clausulas contratuais sejam sempre baseadas em veiculação, não em resultados.

    Entendendo o vínculo entre agências e clientes

    Se você possui um negócio, já recebeu propostas de agências de marketing. O comprometimento está sempre ligado a quantidades de conteúdos e de veiculações, nunca relacionados a resultados efetivos.

    Os contratos são baseados em número de publicações nas redes sociais, de campanhas de e-mails enviadas, blog posts escritos, entre outros conteúdos gerados rotineiramente.

    Em grande parte dos contratos, inclusive, existem as cláusulas de veiculação de anúncios. Com a migração dos investimentos para ferramentas on-line, ficou mais explícito o ganho das agências com veiculação de mídia.

    Geralmente, o valor investido pelo cliente em plataformas como Google Ads e Facebook Ads é taxado pela agência e você se torna obrigado a pagar uma porcentagem pela “administração do investimento”.

    Perceba que, novamente, a agência de marketing está recebendo valores baseados no que o cliente investe, não no retorno recebido. Ou seja, se as campanhas não funcionarem, o custo com a agência será o mesmo.

    Entretanto, o objetivo do cliente não é esse. Com a agência, o objetivo é sempre o crescimento, aumento no faturamento, nas vendas, na lucratividade, entre outros indicadores que efetivamente pagam as contas de uma empresa.

    Fazendo essa rápida análise, já é possível entender que existe algo de errado nesta negociação, não é? Assim é ainda mais fácil perceber que o comprometimento da agência está na própria lucratividade, não na do cliente.

    O fracasso das agências já era previsto

    A visão de que as agências de marketing não funcionam pode não ser tão popular e, relativamente, recente no Brasil (um dos artigos escritos pelo Dener é de 2016), porém, internacionalmente, essa visão é muito mais antiga.

    Em 2000, Sergio Zyman, diretor de marketing da Coca-Cola, escreveu um livro chamado “The End of Marketing as We Know It” (O Fim do Marketing como Conhecemos). Na sua obra, a falha no modelo de agência já era relatada.

    Na época, inclusive, Zyman decidiu proibir o pagamento de BV para as agências que eram responsáveis pelo marketing da Coca-Cola. A partir desta decisão, foi implementado o pagamento baseado em sucesso.

    Inicialmente, as agências acharam ruim, entretanto, com o passar do tempo, a dedicação das mesmas pela entrega de resultados ocasionou cobranças ainda maiores do que no formato anterior.

    O que as agências vendem para os seus clientes mesmo depois de fechar um contrato

    Em um modelo de negócio que não entrega resultados efetivos, existem 3 desafios constantes para qualquer agência de marketing que segue o modelo tradicional:

    • captar clientes;
    • manter os clientes na carteira;
    • renovar o contrato com estes clientes.

    Parece até cômico, afinal, com um bom trabalho realizado, a manutenção dos contratos e a renovação dos mesmos é uma consequência tranquila, não é? Para uma empresa que não tem os mesmos objetivos que os seus clientes, não.

    Durante o andamento dos trabalhos, o cliente começa a analisar o quanto está pagando pelo serviço e o quando a agência de marketing está entregando em troca.

    É aí que a conta começa a não bater, afinal, existe muito dinheiro saindo e pouco retorno sendo visto. Está aí o desafio das agências em manter contratos e, posteriormente, renová-los.

    Para contornar estas situações, outras métricas menos relevantes são utilizadas para relativizar o sucesso do cliente e, em palavras mais sinceras, enganar a empresa que paga a conta.

    Vamos relembrar, o objetivo das empresas com os trabalhos de marketing digital é transformar ações em vendas. Entretanto, como o foco da agência não é esse, a tendência é as vendas aparecerem com menor expressão.

    Assim, outras métricas são utilizadas como maquiagem. É uma tentativa da agência de, em um sentido figurado, tapar o sol com uma peneira.

    Métricas de vaidade

    Entre os dados comumente apresentados para justificar o trabalho e os investimentos do cliente, as agências de marketing entregam resultados irrelevantes, como curtidas, seguidores, engajamento, etc.

    A real é que, no fim das contas, curtida não paga boleto. O engajamento da marca é uma consequência pelo bom trabalho de conteúdo produzido, mas não pode ser balizador de sucesso.

    Resultados de verdade são vendas, ou melhor, dinheiro no bolso, mas no bolso do cliente. 

    Se o marketing digital é baseado em um funil, onde a etapa de engajamento vem antes da etapa de vendas, um número leva ao outro, correto? Sim, se o crescimento for nas vendas.

    Com o aumento no faturamento e na quantidade de clientes adquiridos, naturalmente o engajamento com a marca aumentará, entretanto, o contrário não é obrigatório.

    Existem diversas empresas no mercado que possuem alto engajamento, porém, não possuem estratégias de conversão e, por isso, não convertem a sua audiência em clientes. Resultado: marketing incompleto.

    Estética

    Outro ponto de orgulho exaltado pelas agências e que não tem a menor relevância para um trabalho de marketing sério e preocupado com resultados.

    Conteúdos bonitos e uma estética agradável é interessante para qualquer negócio, entretanto, o que vai medir isso não é o gosto do dono ou da agência, é a taxa de conversão dos clientes.

    Vamos imaginar uma página de venda de um produto. Adianta alguma coisa esta página possuir um design arrojado, moderno e extremamente agradável se o cliente não efetuar a compra?

    É exatamente isso que cada empresa deve considerar na hora de avaliar um trabalho. A beleza é um detalhe de vaidade. O que importa mesmo são os resultados reais que os conteúdos entregam.

    Se a sua empresa fornece equipamentos para programadores, por exemplo, a estética será ignorada na maioria dos casos. O perfil do cliente está preocupado com o item, suas especificações e condições de compra, não beleza das páginas.

    Prêmios e condecorações

    Outro fator que exalta um certo egocentrismo por parte das agências de marketing. Acessando o site de grande parte delas, você verá prêmios, selos, certificados, entre outros adereços que representam conquistas da agência.

    Novamente, o exaltado da vez é quem presta o serviço, não o cliente, que deveria ter os seus resultados exaltados. O sucesso da agência é o crescimento do faturamento dos seus clientes, não o site mais bonito do ano.

    Entretanto, esta prática é comum. O mercado premia agências pela estética, ou pelo número de clientes cadastrados em determinada plataforma (que gera comissão para a agência).

    Na verdade, os prêmios não fazem diferença nenhuma, pois, assim como as curtidas, os troféus da prateleira da agência não pagam os boletos de cobrança enviados aos clientes todos os meses.

    Conclusão

    A percepção do fracasso das agências é algo que está cada vez mais visível para qualquer pessoa que busque analisar de forma crítica o trabalho realizado. Apesar de ser uma popularização recente, esta visão já existe há mais de 20 anos.

    Naturalmente, agência de marketing e publicidade procuram se manter longe destes conceitos e buscam fortalecer o seu modelo antiquado de negócio, visando sempre o próprio lucro, nunca o do cliente.

    Entretanto, a decisão final é sempre sua. Você escolhe entre trabalhar com profissionais qualificados e preocupados com o seu sucesso ou agências, que estão sempre visualizando a própria lucratividade a cada mês.

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  • 5 motivos pelos quais as agências de marketing gastam seu dinheiro atoa

    5 Motivos Pelos Quais Agência de Marketing Te Fazem Perder Dinheiro

    Falar sobre temas relacionados a agências sempre gera opiniões diversas e, naturalmente, surge alguma polêmica, principalmente pela visão que nós, aqui na v4, temos sobre agência de marketing digital.

    O motivo da polêmica é porque aqui, defendemos que o modelo de negócio de agência de marketing digital não funciona. Nosso sócio-fundador, Dener Lipert, inclusive, já falou sobre isso em várias ocasiões.

    A sustentação dessa ideia é bem mais antiga do que você pode imaginar. Apesar de o Dener ter escrito um artigo sobre isso em 2016 para a E-commerce Brasil, o conceito já estava no livro de Sergio Zyman, publicado em 2000.

    Zyman foi diretor de marketing da Coca-Cola Company por muito tempo e aplicou dentro de uma das maiores indústrias as ideias as quais defendia. Falaremos sobre isso durante este artigo.

    Um spoiler simples sobre o principal motivo de as agências de marketing digital estarem fadadas ao fracasso: o conflito de interesses. Por incrível que pareça, os interesses da agência não são os mesmos de seus clientes.

    É exatamente isso que faz com que este modelo de negócio não funcione. Se o objetivo do cliente, que contrata a agência, não é o mesmo da contratada, a parceria não parece ter muito futuro, não é mesmo?

    Pensando nisso, trouxemos 5 motivos pelos quais agências de marketing digital só te fazem perder dinheiro.

    1. Conflito de interesses

    Como dito acima, os interesses da agência são diferentes e, inclusive, parecem absurdos quando comparados com os reais objetivos de uma empresa com o trabalho de marketing digital.

    Enquanto o cliente está pensando em vendas, faturamento, crescimento e lucratividade, a agência está pensando em entregar materiais, veicular publicidade e ganhar dinheiro em cima disso.

    Estamos nos referindo, aqui, às agências de marketing que ainda seguem o modelo tradicional e que estão completamente ligadas à origem do termo “agência”: agenciar as mídias para a veiculação de publicidade dos clientes.

    Como é esse conflito na prática?

    Tudo começa com os contratos firmados entre clientes e agências. A grande maioria deles está embasado em entregas tangíveis, ou seja, materiais que podem ser vistos e percebidos facilmente.

    É natural que, em um vínculo tradicional, esteja previsto um número de publicações na rede social por semana, campanhas de e-mail marketing mensais, veiculação de anúncios pagos, entre outros entregáveis.

    Entretanto, não é isso que o cliente pretende receber durante o trabalho de marketing. Os materiais entregáveis são os meios, enquanto o cliente está preocupado com os fins: faturamento e vendas.

    Além disso, é extremamente comum que as agências de marketing digital recebam uma porcentagem dos investimentos do cliente em mídias pagas como BV (Bônus de veiculação).

    Ou seja, se um determinado cliente investir R$ 10.000,00 em uma campanha no Google Ads, a agência deverá receber uma porcentagem desse valor para administrar os investimentos.

    Perceba que o cliente paga com base nos valores que investe, não nos seus retornos. Se esta campanha de R$ 10.000,00 falhar, o cliente terá pago em torno de R$ 12.000,00 mais a mensalidade da agência e obtido retorno insuficiente.

    2. Análise de resultados baseada em métricas de vaidade

    Outra falha das agências de marketing digital, esta utilizada para maquiar o motivo número 1. Com a falta de resultados expressivos, as agências utilizam dados de menor relevância para demonstrar sucessos inexistentes.

    Supondo que uma determinada campanha foi veiculada, o investimento total foi pago (mensalidade da agência + veiculação de mídias pagas + BV) e totalizou R$ 15.000,00. Ao final da campanha, os resultados serão analisados.

    Como o objetivo da agência não é, efetivamente, entregar o retorno sobre o investimento (ROI) para o cliente, as chances de sucesso diminuem muito. Em casos de insucesso, a agência já possui a sua válvula de escape.

    Junto com os dados de vendas, que nem sempre são levantados, a prestadora de serviços demonstra dados como:

    • engajamento das publicações;
    • número de cliques nos anúncios;
    • número de visitantes no site;
    • crescimento no número de seguidores;
    • entre outros.

    Analisando friamente, você acha que o cliente está realmente interessado nessas métricas após investir R$ 15.000,00 totais pela campanha? O interesse da empresa está no quanto retornou após tal investimento.

    Este desencontro de visões gera transtornos recorrentes no relacionamento entre contratada e contratante. 

    A agência baseia-se no contrato para mostrar que está entregando tudo o que prometeu. Do outro lado, o cliente permanece insatisfeito, pois os resultados esperados eram outros e os apresentados não são relevantes.

    3. Vaidades e egos da agência de marketing

    A falta de resultados relevantes faz com que a agência utilize outros artifícios para conquistar novos clientes e manter os atuais na carteira. Ao invés de demonstrar cases de sucesso, outros elementos são exaltados.

    Estética acima de tudo

    O primeiro deles é a beleza dos materiais produzidos. Normalmente as agências possuem criadores gráficos muito habilidosos, capazes de fazer criações esplêndidas, porém, que nem sempre convertem como deveriam.

    Campanhas com um nível estético excepcional são veiculadas, peças maravilhosas chegam até os clientes, entretanto, não é a beleza que faz com que o público alcançado compre ou não determinado produto.

    A estética é um dos fatores e deve estar atrelada a outros para caracterizar o sucesso de uma criação, como:

    • forma de comunicação (copywriting);
    • segmentação do público alcançado;
    • alinhamento da promessa com as dores do público.

    Uma publicação muito bem feita de um corte de carne não tem utilidade nenhuma se anunciada para o público vegetariano. Assim como uma linguagem extremamente formal dificilmente cativará o público mais jovem.

    Premiações recebidas pela agência de marketing

    O segundo fator de vaidade e ego é a exaltação dos prêmios que a agência já recebeu. Esta é uma técnica comum, principalmente para agências maiores. Normalmente, elas já foram premiadas por algum feito próprio.

    Uma curiosidade é que esses prêmios são, geralmente, criados por ferramentas as quais a agência é parceira e utiliza para vender aos clientes e receber comissão por isso, porém, falaremos sobre isso posteriormente.

    Premiações de melhor design de site, ou maior número de clientes cadastrados em determinada plataforma são muito comuns no ramo de agências. Os troféus estão sempre em destaque nas prateleiras dos escritórios.

    É curioso que, mesmo com tantas premiações, poucas delas (ou nenhuma) é relacionada a conquistas de clientes, recordes de faturamento ou campanhas que tenham resultados impressionantes.

    Estes recursos são utilizados única e exclusivamente para iludir os potenciais clientes, afinal, não tem a menor relevância na execução do trabalho.

    4. Comissões pela utilização de determinadas ferramentas

    Este é um fator entristecedor. Agências que empurram “soluções” para seus clientes sem ao menos fazer um estudo de relevância de determinada ferramenta para a empresa.

    O real objetivo é cadastrar o cliente, enviar o boleto de pagamento e, depois, receber o comissionamento da plataforma parceira. Diversas soluções no mercado cresceram nacionalmente por conta dessas parcerias.

    É importante destacar que cada negócio possui suas peculiaridades e suas necessidades. Não existe uma ferramenta que sirva completamente para todas as empresas.

    Para cada cliente, soluções devem ser analisadas e as reais necessidades devem ser entendidas, independente da tecnologia, seja chat, CRM, automação de marketing, etc.

    Todavia, na prática, as soluções implementadas são as que geram maior porcentagem de comissionamento. É aí que vemos soluções mal implementadas, mal utilizadas e sem efetividade nenhuma.

    Estas plataformas acabam atrapalhando o cotidiano da empresa, criando processos desnecessários e gerando resultados ínfimos para o cliente, que deveria estar sendo auxiliado.

    5. Replicação do trabalho para nichos diferentes

    A grande maioria das agências possui pacotes pré-formatados de planos para oferecer aos seus clientes. O mesmo pacote, com os mesmos recursos são oferecidos a um supermercado e uma prestadora de serviços.

    Agora vem o questionamento, estes dois possíveis clientes possuem as mesmas necessidades com relação ao marketing digital? Como a agência de marketing digital entregará resultados para ambos os negócios?

    Para fazer um teste, acesse os canais de comunicação de algumas agências de marketing tradicionais e encontre os seus clientes. Em seguida, analise as suas mídias digitais e verifique os padrões.

    Naturalmente, a estética será diferente, a comunicação com o cliente será diferente, entretanto, são os mesmos canais, com a mesma frequência de conteúdos e um teor de relevância muito semelhante.

    É sabido que o marketing digital deve ser personalizado para cada cliente. Cada empresa possui o seu público, os seus canais e a sua forma de comunicação. As necessidades do mercado são diferentes e devem ser respeitadas.

    Porém, esta percepção não passa pela cabeça dos gestores de agência, que estão focados no seu próprio faturamento, na sua lucratividade e o cliente está sempre, ou quase sempre, em segundo plano.

    Conclusão – Agência de Marketing Digital

    O modelo tradicional e agência de marketing digital é ultrapassado e esta percepção está ganhando popularidade. Para mudar o panorama, as agências precisam mudar o seu foco.

    A partir do momento que o sucesso do cliente se tornar uma prioridade, os resultados começarão a aparecer e a vida das agências pode ser renovada, entretanto, com um novo propósito e um novo modelo de negócio.

  • Passo-a Passo para diminuir sua taxa de abandono de carrinho

    Guia Prático Para Reduzir Sua Taxa de Abandono de Carrinho

    Um dos piores pesadelos das empresas que possuem e-commerce é, sem dúvidas, o abandono de carrinho. Poucas coisas são mais frustrantes do que ter o visitante saindo do seu site em uma das últimas etapas da jornada de compra.

    Infelizmente, esse é um cenário comum nas lojas virtuais. Segundo estudo da SaleCycle, só na América Latina, a taxa de abandono de carrinho chega a 75,3%, dado que pode servir de referência para a sua loja.

    Se você pensa que essa é uma frustração apenas para o lojista, está enganado(a). O ato de desistir da compra momentos antes da sua finalização também gera insatisfação no cliente, que possui o desejo de compra.

    Todavia, como quase tudo que envolve vendas online, o abandono de carrinho é uma ação estudada constantemente e existem motivos para que aconteça. Da mesma forma, você pode agir para evita-lo.

    Obviamente, nem sempre você conseguirá evitar que o cliente largue as suas compras na “boca do caixa” do seu e-commerce e siga para outro caminho que não seja a finalização, mas ainda poderá recuperá-lo com ações posteriores.

    Por isso, trouxemos este guia que te auxiliará a entender por quais motivos o seu possível cliente está desistindo da sua aquisição e o que você pode fazer para evitar o abandono ou, em outros casos, recuperá-lo após a desistência.

    O que é abandono de carrinho?

    Na prática, o abandono de carrinho é quando o cliente seleciona os seus produtos, os insere no carrinho de compras, porém, por algum motivo, não dá sequência ao processo de finalização da aquisição.

    Em uma analogia às compras feitas de forma presencial, imagine um cliente no supermercado. Ele passa pelos corredores, seleciona os produtos que deseja comprar e vai colocando-os no carrinho.

    O abandono acontece em algum momento que está entre a inserção do primeiro produto no carrinho e o pagamento no caixa. Muitas coisas podem ter acontecido, não é? No ambiente virtual não é diferente.

    A diferença está na rastreabilidade, tanto do visitante quanto das suas ações. O abandono de carrinho digital pode ser monitorado e você ainda pode agir para evitar a perda da compra, fato que é mais difícil no ambiente físico.

    Apesar de ser extremamente frustrante, tanto para a loja quanto para o cliente, não se pode lamentar pela sua ocorrência e não agir para resolvê-lo. Existem ações a serem executadas para aumentar a sua taxa de conversão.

    Como identificar os motivos do abandono?

    Os fatores que geram a desistência da compra no momento do carrinho podem ser vários, entretanto, atenha-se às informações que o cliente recebe nas etapas finais da compra.

    Lembre-se que, se ele chegou até essa fase, provavelmente uma nova informação recebida gerou a frustração e, posteriormente, o abandono.

    Esta, naturalmente, não é uma regra, porém, é uma análise que define uma boa parte das desistências por parte dos clientes, entre os motivos que você pode controlar.

    Principais motivos para o abandono de carrinho

    Como em qualquer problema do mundo digital ou físico, podemos agir de forma reativa ou proativa. No abandono de carrinho, podemos agir para recuperar o cliente e, também, para evitar a desistência da compra.

    No segundo caso, precisamos, primeiro, encontrar o que está motivando esta ação de abandono. São diversos os fatores, porém, você precisa definir, ao menos, os principais e trabalhar para solucioná-los.

    Dificuldade de utilização

    A depender da plataforma de e-commerce que você utiliza, este fator pode estar colocando a vida da sua loja em risco. Cada vez mais, os sistemas estão se tornando fáceis de serem utilizados.

    Os usuários querem utilizar menos energia para efetuar as ações desejadas. Se o caminho do visitante não está claro na sua loja, as chances de ele sair se tornam maiores e você pode estar desperdiçando vendas.

    Se o seu cliente está acostumado a utilizar aplicativos como Facebook, Instagram e Netflix, que exigem poucas ações para a sua utilização, sua intenção será a de comprar sem um esforço muito grande.

    Problemas com frete

    Aqui está um dos principais motivadores para o abandono de carrinho: o frete. Apesar de ser um único fator, existem diversas particularidades que o envolvem e qualquer uma delas pode gerar uma barreira para o cliente.

    A primeira delas está relacionada ao valor. Se o seu cliente chegou até o carrinho de compras e se deparou com um frete mais alto do que esperava, as chances de abandono aumentam.

    Outra barreira é o prazo. As pessoas estão gradativamente mais imediatistas, principalmente com novas opções de entrega, em grandes e-commerces, que possibilitam a retirada do produto na loja em até 24h.

    Procure trabalhar com prazos mais curtos que a concorrência, todavia, não os reduza apenas na teoria, visando fechar a venda. A frustração com possíveis atrasos podem ser mais prejudiciais que o próprio abandono de carrinho.

    Em terceiro lugar, temos as opções de frete. Seu cliente pode preferir uma ou outra transportadora, ou pode querer que a sua encomenda seja enviada pelos Correios. Se você não dá as opções, pode gerar frustração.

    Curiosidade

    Outro fator de alta relevância e que é determinado, também, pela forma como a sua plataforma de e-commerce se comporta. Se alguma informação importante para a compra está disponível apenas no carrinho, a taxa de abandono pode aumentar.

    Supondo que o valor do frete, na sua loja virtual, só possa ser calculado dentro do carrinho. O número de pessoas que chegará até as etapas finais da compra pode aumentar, porém, a sua taxa de conversão reduzirá.

    O mesmo vale para qualquer informação que seja relevante para a decisão de compra e que não esteja disponível para o cliente antes do momento do carrinho.

    Formas de pagamento

    Outra informação que, geralmente, é recebida apenas nas fases que sucedem o carrinho. Assim como o frete, existem vários problemas que o cliente pode enfrentar envolvendo as formas de pagamento.

    O primeiro sabotador é a falta de opções de pagamento. Pode ser que o seu cliente não possua um cartão de crédito, preferindo boleto, ou a bandeira do seu cartão não seja atendida pelas soluções que a sua loja oferece.

    Outro ponto é a não aprovação da compra. Pode ser que o cliente em potencial não tenha limite suficiente ou, por qualquer outro motivo, a administradora do cartão não aceitou a sua compra.

    Fatores não controlados

    O último fator motivador para o abandono de carrinho que destacamos, na realidade, são muitos, entretanto, os agrupamos por terem uma natureza que não está ao alcance do lojista.

    Durante a finalização da compra, o cliente pode receber uma ligação, sua conexão com a internet pode falhar ou qualquer outro imprevisto pode acontecer e interromper a sua jornada.

    Infelizmente, você não poderá agir para evitar estes sabotadores, porém, poderá executar ações posteriores para recuperação do cliente.

    Como evitar o abandono de carrinho?

    Depois de elencar os principais problemas que envolvem o abandono de carrinho, mostraremos como você pode trabalhar para reduzir as taxas de desistência no seu e-commerce.

    Possua uma plataforma que monitore o carrinho de compras

    Essa é uma das bases para definir os motivos para as desistências. Se a sua plataforma de e-commerce monitora o carrinho, você conseguirá saber exatamente em qual etapa os seus clientes estão parando.

    Assim, ficará mais fácil entender os possíveis motivos e as ações para solucionar os problemas serão mais assertivas. Além disso, você conseguirá medir quantos carrinhos foram abandonados em determinado período de tempo.

    Reduza as ações a serem executadas pelo usuário

    Quanto mais rápido for o processo de compra, maiores são as chances de finalização. Se o seu cliente passa por muitas etapas até a mensagem de confirmação, sua motivação vai diminuindo a cada passo.

    É como se o cliente fosse se cansando durante o processo, tudo que ele quer é chegar ao ponto final. Se a sua loja impõe etapas longas e demoradas, provavelmente suas taxas de abandono aumentarão.

    Entregue o máximo de informações antes do carrinho

    A jornada do cliente pela loja deve passar segurança e comodidade ao usuário. Portanto, forneça a maior parte das informações da compra antes mesmo da sua finalização.

    Um bom exemplo disso é disponibilizar o preço dos produtos e o cálculo do frete já na página do produto. Isso fará com que o cliente tenha uma previsão de custos antes de chegar ao carrinho.

    Trabalhe com diversas formas de pagamento

    As taxas de cada plataforma de pagamento são diferentes, porém, é interessante que você entregue várias opções ao cliente. Muitas vezes, ele possuirá um método de pagamento de sua confiança e não abrirá mão dele.

    Da mesma forma, além de plataformas diferentes, ofereça opções distintas, como boleto, crédito ou débito. Assim, seu cliente se sentirá mais confortável na hora de finalizar a sua aquisição.

    Como recuperar clientes após o abandono?

    Por fim, mesmo quando o abandono de carrinho não pode ser evitado, existem ações que podem ser executadas após a desistência que atuam na recuperação do mesmo para a conversão.

    Entre as ações, podemos citar o remarketing através do tráfego pago, com o Google Ads e o Facebook Ads, principalmente. Estes anúncios geram um gatilho mental no cliente que o ajudam a voltar à sua loja.

    Outra forma eficaz de recuperação é através de envios de e-mails. Defina os momentos em que a sua plataforma enviará um e-mail para o cliente sugerindo que ele retorne e finalize a sua compra.

    Neste caso, é importante que o e-mail seja personalizado e contenha os itens escolhidos pelo cliente. Dependendo da política da sua loja, você também pode disponibilizar um cupom de desconto que motive a finalização.

    Conclusão

    O abandono de carrinho é, sem dúvidas, um problema para qualquer gestor de e-commerce, porém, não é algo que não possa ser trabalhado. A diminuição das taxas de desistência é uma preocupação que precisa estar na sua cabeça.

    Se as ações sugeridas forem executadas no seu e-commerce, sua taxa de conversão pode aumentar e você poderá contar com uma renda significativa que estava sendo perdida anteriormente.

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  • Varejo Digital: As diferenças entre o marketing tradicional e digital

    Varejo Digital: Diferenças da Estratégias de Marketing Tradicional e Digital

    Quando se fala em estratégias de marketing aplicadas ao varejo digital, muito se debate sobre a eficiência do marketing digital versus o marketing tradicional.

    A polarização do debate, colocando ambos em lados opostos, é uma prática comum desde o surgimento do marketing digital, entretanto, acabou sendo fortalecido nos últimos anos, com o fortalecimento das mídias sociais.

    Enquanto o lado mais tradicional utiliza de aspectos de alcance de massa e de tradição para se fortalecer, o digital recorre à sua capacidade de metrificar as ações de forma mais fácil.

    Todavia, o mercado do varejo digital se coloca no meio do caminho, quando precisa do digital para se fortalecer, porém, muitas vezes, possui a dúvida sobre o poder de retorno que o marketing tradicional pode trazer.

    É para te ajudar a resolver esse problema que escrevemos este artigo, que muito tem a ver com o podcast que gravamos com o VP da Vtex, Alfredo Soares, onde ele desmistificou a polarização entre o marketing digital e o tradicional.

    Estratégias de marketing digital versus marketing tradicional

    Para compreender como as estratégias de marketing podem ser veiculadas e trabalhadas é necessário entender quais são os conceitos de marketing digital e tradicional, quais são as suas forças e para que podem ser utilizados.

    Marketing digital

    Um dos assuntos mais pautados em qualquer negócio, atualmente, o marketing digital está em alta. Grande parte dos negócios olham para o digital como o meio perfeito para a aquisição de clientes e o crescimento do negócio.

    Entende-se popularmente como marketing digital a utilização de canais on-line para a promoção de uma marca ou dos seus produtos e serviços. Dentro do digital, podemos citar alguns canais como:

    • Google;
    • Mídias sociais (Facebook, Instagram, Linkedin, etc.);
    • Site;
    • Blog;
    • E-commerce;
    • Entre outros.

    O isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus também foi um fator que fortaleceu o uso do digital e voltou ainda mais os olhos do mercado para a internet como a verdadeira salvação para muitos negócios.

    Marketing tradicional

    O marketing tradicional está ligado às mídias que estão majoritariamente offline, como TV, jornais, revistas, materiais impressos, entre outros. Recentemente tem sido subestimado devido ao crescimento do digital.

    A principal força do marketing tradicional está na facilidade de acesso a todos os públicos, haja vista que um outdoor bem posicionado pode alcançar uma grande quantidade de pessoas em pouco tempo.

    Da mesma forma, um insert de um comercial em um programa de TV ou no intervalo de um programa também pode alcançar uma quantidade de pessoas imensurável.

    E está aí o ponto chave que coloca o marketing tradicional como subestimado para a aplicação das estratégias de marketing: a falta de mensuração. Entretanto, um debate interessante pode ser criado sobre esse tema.

    Acontece que, quando não é possível metrificar o número de pessoas alcançadas por um material impresso ou o número de vendas oriundas de um comercial televisivo, o criativo deve fazer com que as campanhas se tornem mensuráveis.

    O que é o marketing de uma empresa?

    Normalmente, quando se fala em estratégias de marketing, o pensamento do empreendedor se direciona para campanhas de venda ou de conteúdo, onde materiais são veiculados nos mais diversos canais.

    Entretanto, no nosso episódio 71 do podcast ROI Hunters, da V4, o nosso convidado Alfredo Soares explica que o marketing vai além e deve ser descentralizado do setor responsável.

    Quando se pensa nos canais de veiculação de mídia, como Instagram ou TV, eles são a ponta do processo, quando, na verdade, o marketing começou muito antes, porém, nem sempre foi explorado da forma como poderia.

    Se uma rede de lojas possui vários pontos de venda espalhados pela cidade, pelo estado ou pelo país, o próprio PDV é uma estratégia de marketing. A escolha da sua localização, por exemplo, faz parte do marketing.

    Quando um cliente sai do seu estabelecimento satisfeito com o seu produto, o marketing está sendo feito, porém, de forma intrínseca, mas está ali. A diferença é que nem sempre ele é percebido.

    Alfredo cita, inclusive, os 4 Ps do marketing, conceito popularizado por Philip Kotler, como a origem do marketing (produto, preço, praça e promoção).

    O erro das pessoas é associar o marketing à promoção explícita de um produto, mostrando suas qualidades e os motivos para o mesmo ser adquirido, quando na verdade o próprio produto sendo vendido já faz parte do marketing.

    Como utilizar o marketing tradicional para o varejo digital?

    No episódio do podcast, o convidado Alfredo Soares cita o exemplo de várias marcas que estão utilizando as estratégias de marketing tradicional para promover seus produtos digitais.

    Um ótimo exemplo é o case da PicPay, que era uma presença constante no reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo, onde tinha como principal objetivo estimular as pessoas a baixar o seu aplicativo.

    O segredo da utilização dos canais, sejam tradicionais ou digitais, é para onde as pessoas impactadas são direcionadas, não apenas o canal em que os conteúdos são veiculados por si só.

    Outro exemplo, citado no episódio do ROI Hunters sobre Varejo Digital, é o insert da Netflix no primeiro episódio do mesmo reality show, Big Brother Brasil. Seu intuito era levar as pessoas para o digital através da Televisão.

    Se o seu negócio é digital, ele não precisa estar limitado aos canais de mídia digital, onde as pessoas estão mais próximas do seu produto e podem efetuar conversões de forma mais rápida.

    Tudo vai depender da forma como as estratégias de marketing serão empregadas, visando captar audiência e conduzi-la até o seu produto principal, no canal que ele está inserido.

    O marketing digital se resume a métricas e ROI?

    Outro mito tradicional é a utilização do marketing digital apenas para campanhas que se direcionam para vendas. A equação entre investimento e retorno precisa ter algumas ponderações.

    Existe uma diferença importante entre canais de mídia e canais de venda que precisa ser considerada ao se divulgar determinada marca, seja no meio digital ou no tradicional.

    Canais de mídia

    Canais de mídia estão inseridos nas estratégias de marketing com o objetivo de captar audiência. Nem sempre esta captação gerará receita direta, entretanto, poderá fortalecer a marca de forma mais duradoura.

    Quando uma marca cria uma campanha na internet que fortalece o engajamento, envolve influenciadores e distribui os seus conteúdos de forma viral, seu objetivo não está na receita direta.

    A sacada desse tipo de ação está no fortalecimento da marca na cabeça das pessoas, que podem passar a entende-la como uma referência no mercado e uma das primeiras opções do seu nicho.

    Canais de venda

    Por outro lado, os canais de venda são aqueles que envolvem transações de forma direta, ou seja, possuem um retorno imediato e devem ser relacionados com o retorno sobre o investimento (ROI) sempre.

    Uma campanha de anúncios no Instagram, de determinado produto, que visa a venda do mesmo, deve ser relacionada com a quantidade de negócios gerados e, por isso, é um canal de venda.

    Quanto se deve investir para cada um deles?

    Falar em divisão de investimento para as estratégias de marketing tradicional, digital ou ainda sobre canais de venda ou de mídia é um assunto que varia de negócio para negócio.

    Naturalmente, os investimentos em canais de venda, sejam eles tradicionais ou digitais, deve ser proporcional aos retornos esperados, assim como escalado com base nos resultados obtidos.

    Já os investimentos em canais de mídia devem ser destinados de forma proporcional ao investimento total, ou seja, com uma porcentagem do total investido pela empresa em ações de marketing.

    Desta forma, o retorno para esses investimentos nem sempre será medido na forma de negócios. Muitas vezes, estas ações visarão aumentar o engajamento com a marca, o seu alcance e até mesmo o número de seguidores.

    O marketing está na contação de histórias

    Engana-se quem pensa que o sucesso das estratégias de marketing está nos canais onde ela é veiculada. O real sucesso é proveniente da história que é contada para engajar as pessoas impactadas.

    Quando a persona da sua campanha está bem definida e é atingida, o canal é apenas o meio de impacto, porém, a história contada será o real diferencial para fazê-la executar as ações desejadas.

    As histórias, quando bem contadas, criam uma relação próxima com as pessoas e as induzem por uma jornada que foi estipulada pela campanha. É quase como um jogo de hipnose, onde a imersão na história induz as pessoas às ações.

    As histórias podem estar inseridas em qualquer meio

    Outro conceito que precisa ser desmistificado é o do setor de marketing propriamente dito. Quando a empresa fica dependente de uma equipe reduzida para contar as suas histórias, o potencial da marca também é reduzido.

    O marketing deve estar em todos os setores da empresa, desde o financeiro até o operacional. As histórias podem ser contadas por todos. Tudo depende da visão para enxergar a oportunidade de se conectar com o cliente.

    Um exemplo citado pelo Alfredo no podcast é o caso do setor financeiro, que envia rotineiramente boletos para os clientes, que os abrem e efetuam os pagamentos. Por que o boleto não pode se tornar um canal de marketing?

    Acontece que a cultura de marketing precisa fazer parte da cultura da empresa. Assim, as pessoas estarão mais propensas a encontrar oportunidades de contar histórias e se relacionar com a sua audiência.

    Conclusão

    Ao invés de colocar o digital contra o tradicional nas estratégias de marketing, o melhor a ser feito é utilizar ambos para contar histórias da marca e construir uma audiência que consuma o seu produto.

    Saiba organizar os canais de venda e de mídia com as expectativas corretas de retorno e crie ações que os conecte. Assim, o marketing começa a se tornar o próprio negócio, não mais parte dele.

    V4 Company

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  • Os grandes desafios ao inserir o omnichannel no seu negócio

    Os Maiores Desafios ao Implementar o Omnichannel no seu Negócio

    O formato de consumo atual exige que as empresas possuam seus canais de atendimento integrados para atender o cliente moderno. Entretanto, existem alguns desafios ao implementar o omnichannel no seu negócio.

    Por ser um conceito relativamente novo no Brasil, a ideia de possuir vários canais de contato com o cliente e uma integração entre todos eles ainda gera dúvida e confusão com outros conceitos semelhantes.

    Todavia, para que o seu negócio seja transformado e se adeque ao comportamento de compra do cliente moderno, é necessário que algumas transformações sejam feitas na organização como um todo.

    Essas mudanças vão impactar desde a forma como o negócio é gerido até o método de atendimento utilizado pela equipe para dar suporte ao cliente. O grande objetivo é tornar todos os ambientes como se fossem um só.

    Acontece que os desafios ao implementar o omnichannel são vários e nem sempre empreendedores e colaboradores estão dispostos a se adaptar para que a empresa se adeque ao que o mercado atual exige dos negócios.

    Neste artigo, trouxemos um guia sobre o que é omnichannel, quais são as suas vantagens e quais os principais desafios para a implementação desse conceito que, no Brasil, ainda é um diferencial competitivo para qualquer empresa.

    O que é Omnichannel?

    Como o próprio nome sugere, omnichannel significa a união de vários canais de contato com o cliente como um só. Trata-se da integração completa entre os canais, tornando a experiência do consumidor única.

    Imagine que o seu cliente acessa a loja virtual da sua empresa e encontra alguns produtos do seu interesse. Nesse momento, ele pode se dirigir até a sua loja física, visualizar estes produtos e compra-los sem muito esforço.

    No omnichannel, os estoques dos itens são integrados, a experiência do cliente é integrada e os sistemas possuem conexão e transmissão de dados, se tornando uma fonte de informações para as equipes de marketing e vendas.

    Agora você pode estar se perguntando o que exatamente esse conceito traz de novo ao mercado, já que existem inúmeras empresas no Brasil que possuem loja virtual e e-commerce.

    Essa dúvida é comum, pois omnichannel é confundido constantemente com o conceito de multichannel, ou ainda, crosschannel.

    Multichannel

    O conceito de uma presença multicanais de uma empresa é aplicado quando ela se comunica por meio de vários canais com o cliente, porém, estes canais não são integrados e acabam competindo entre si.

    Por exemplo, ao entrar em contato com um vendedor da loja física, ele fará de tudo para que você efetive a compra de forma presencial para que o mesmo receba comissão, já que essa não se aplica ao e-commerce.

    Da mesma forma, se você entrar em contato com a empresa pelo Whatsapp terá um atendimento, porém, se ligar para a loja, o atendimento será outro e as informações não serão compartilhadas entre eles.

    Crosschannel

    O crosschannel é muito semelhante com o multichannel, com a diferença que existe uma pequena integração entre os canais, geralmente de venda, da empresa.

    Desta forma, o cliente pode compartilhar algumas experiências, como o fato de poder fazer uma compra na loja virtual e retirar na loja física. Esse conceito já é bem difundido e utilizado, principalmente no varejo brasileiro.

    O que o omnichannel tem de especial?

    Imagine que todas as vantagens dos conceitos anteriores estão presentes no omnichannel, porém, esse conceito foi criado para solucionar os problemas existentes nos modelos citados.

    Apesar de existirem alguns desafios para implementar o omnichannel, a entrega de uma experiência integrada ao cliente faz com que diversos indicadores de venda disparem e os resultados se multipliquem.

    Na prática, todos os canais acabam sendo um só, ou seja, se o cliente realizar um primeiro contato via whatsapp e, posteriormente, o mesmo cliente ligar para a loja, ao identificar-se, o atendente do outro lado terá todas as informações.

    Dessa forma, a jornada do cliente não se repete, ele não precisará fornecer informações repetidas ou reiniciar um atendimento do zero. De forma geral, a experiência do consumidor é completamente diferente.

    É claro que ainda é possível realizar uma compra na loja virtual e retirá-la no e-commerce, porém, neste formato de gestão os vendedores também incentivarão o cliente a fazer compras na loja virtual.

    No omnichannel, os canais não competem entre si, o que facilita o crescimento do negócio como um todo. Da mesma forma, a equipe de vendas possuirá mais artifícios para vender e tornar a vida do cliente mais cômoda.

    Importância do omnichannel com a pandemia

    Com a pandemia do novo coronavírus, a implantação do omnichannel nos negócios se tornou ainda mais necessária para que as empresas se mantivessem vivas no mercado.

    As medidas restritivas propostas pelos governos estaduais e municipais impediram os clientes de irem até as lojas físicas por um tempo, tornando o ambiente on-line a melhor opção.

    Com isso, o omnichannel ganhou força. A integração entre os canais de venda pode possibilitar uma experiência unificada, onde o cliente pode transitar entre os canais de atendimento sem sentir diferença.

    Da mesma forma, poderá utilizar os canais digitais como uma forma de consulta, deixando a ida à loja apenas para retirar o produto, por exemplo, principalmente por conta das medidas de distanciamento social.

    Desafios ao implementar o omnichannel

    Com um conceito tão abrangente e robusto, surge a dúvida de por que as empresas ainda não o adotaram ou qual a curva para que ele seja implementado no seu negócio.

    A verdade é que existem alguns desafios ao implementar o omnichannel que precisam ser estudados e trabalhados por cada empresa para que a adaptação ao novo mercado seja saudável.

    Uma implementação falha desse conceito pode causar transtornos ainda maiores envolvendo canais, sistemas, clientes e equipe em geral. Toda a transformação deve ser planejada e controlada.

    Integração dos canais

    O primeiro desafio está em transformar todos os canais de um negócio em uma coisa só. Quando o cliente faz o cadastro na loja virtual, este deve ser integrado ao sistema da loja física.

    Da mesma forma, ao realizar uma compra na loja virtual, a atividade também deve ser registrada no sistema da loja física, para que as informações estejam sempre unificadas.

    Além dos canais de venda, os canais de atendimento também precisam de integração, já que um atendimento via Whatsapp precisa ser visualizado caso o cliente entre em contato via telefone posteriormente.

    Toda essa integração deve ser feita com o objetivo de facilitar a vida do cliente e fornecer informações completas para todos os times que as utilizem para futuras ações, como campanhas de marketing.

    Padronização da comunicação

    Outro fator que está entre os desafios ao implementar o omnichannel é a padronização da comunicação e do atendimento. Todas as equipes que fazem contato com o cliente devem seguir um padrão da companhia.

    Dessa forma, o cliente sentirá a cultura da empresa ao se comunicar, perceberá um padrão de qualidade e se sentirá mais confortável para tirar as suas dúvidas e resolver as questões que precisa.

    Essa padronização depende de um processo de treinamento e capacitação de todos os envolvidos, para que entendam qual é o objetivo da empresa e por que devem seguir as orientações gerais do negócio.

    Gestão do time de vendas

    Se o objetivo é interligar os canais e não os tornar concorrentes, o plano de comissionamento tradicional para a equipe de vendas já não será útil ao implementar o omnichannel no seu negócio.

    O cliente precisa estar à vontade para transitar entre os canais e o vendedor não pode ser prejudicado por isso. Uma nova política de bonificação e comissionamento para o setor de vendas deve ser implementada.

    Dessa forma, a sua equipe de vendas não tentará forçar o cliente a realizar uma ação pelo canal físico em detrimento da loja virtual, pois o seu comissionamento está garantido, independentemente do canal de conversão do cliente.

    Engajamento da equipe

    Outro fator presente nos desafios ao implementar o omnichannel é manter a equipe engajada para que executem os processos de acordo com os objetivos da empresa.

    Esse “novo” conceito exige uma curva de aprendizado e capacitação que nem todos os colaboradores estarão dispostos a percorrer. O desafio da empresa é manter todos engajados em transformar o negócio como um todo.

    Crie formas gamificadas de aplicar os novos métodos e desenvolva incentivos para que os times comprem a ideia. Somente dessa forma será possível proporcionar uma verdadeira transformação para os clientes.

    Documentação das políticas e dos processos

    Para que o omnichannel funcione, a cultura da empresa precisa ser transformada. Uma cultura não se transforma apenas com palavras e atitudes, é preciso que tudo esteja documentado e se mantenha fácil para acessar.

    Novos membros da equipe, ao chegarem, precisam se ambientar facilmente às políticas do seu negócio. A capacitação deve ser facilitada e, em caso de dúvidas, os colaboradores precisam ter fontes fáceis de pesquisa.

    Conclusão

    A implantação de novos conceitos de posicionamento de uma empresa no mercado não é fácil. Existem desafios ao implementar o omnichannel e o seu negócio precisa se adaptar.

    Se algumas mudanças eram previstas para os próximos anos, elas foram aceleradas pela pandemia e as empresas que se adaptarem mais rápido estarão na frente para alavancar os seus negócios.

    V4 Company

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  • ZMOT: Descubra como influenciar as decisões dos seus clientes

    ZMOT: Aprenda a Influenciar as Escolhas dos seus Clientes

    Quando tratamos do mundo do marketing, influenciar os consumidores é parte crucial da jornada de compra. Afinal, como clientes, buscamos sempre as melhores vantagens e é através delas que as marcas nos conquistam. E por mais que essa estratégia de influência pareça se ater apenas a melhores preços e produtos, existe um campo que ainda não está sendo tão explorado: o ZMOT.

    O Zero Moment of Truth, ou Momento Zero da Verdade em português, nada mais é do que o processo de tomada de decisão de compra pelo qual todo cliente passa antes de consumir.

    Em estudo realizado pelo Google com mais de cinco mil empresas, foi descoberto que durante esse processo de escolha existem alguns pontos comuns que podem influenciar positivamente os consumidores. A esses pontos deram o nome de Pilares. E sabendo da importância de convencer seu público a comprar, da sua empresa de preferência, vamos te ensinar como usar o ZMOT para gerar mais conversões.

    Os Quatro Pilares do ZMOT
    São 4 as bases que sustentam o ZMOT, influenciando o cliente e o fazendo seguir na
    jornada de compra.
    Esses pilares nada mais são do que dicas de ações que as marcas podem tomar para que
    se façam mais presentes na decisão de consumo do público.
    Colocá-los em prática significa ter cada vez mais chances de ser a primeira escolha do
    cliente quando ele decide comprar.
    Os pilares são:

    ● 1 – Ranqueamento
    ● 2 – Avaliações
    ● 3 – Listas Comparativas
    ● 4 – Promoções

    1 – Ranqueamento

    Se você é veterano no marketing sabe da importância de ter um bom ranqueamento
    orgânico nas plataformas de busca.
    Mas apenas para reafirmar, vale a pena notar alguns dados da Smart Insights. A pesquisa
    mostrou que o número de cliques cai drasticamente conforme a posição em que você está
    ranqueado.
    Os 3 melhores colocados recebem em média 34% (para o 1º link), 17% (para o 2º link) e
    11% (para o 3º link).
    Isso significa que estar bem posicionado é o mesmo do que ser encontrado pelos seus
    clientes.
    A mesma pesquisa mostrou que próximo ao 15º ranqueado, os cliques se tornam nulos,
    fazendo com que os sites “desapareçam” do radar de consumo dos consumidores.
    Logo, é essencial investir em estratégias de SEO que te ajudarão a aparecer nas primeiras
    posições, e consequentemente a ter melhores resultados com seu público.

    2- Avaliações
    Tenho 100% de certeza que pelo menos uma vez na vida você procurou pela avaliação de
    um amigo ou parente antes de comprar um produto.

    Com o avanço das tecnologias e a popularização da internet essa procura por avaliações
    se tornou ainda mais forte e evidente. Migrando dos círculos familiares para o digital.
    Estudos da Harvard Business School já comprovaram que a cada nova estrela de
    aprovação que uma empresa recebe, sua receita aumenta de 5% a 9%.
    E se até agora esses números não te convenceram de que ter uma boa reputação online
    vale a pena, saiba que 57% dos jovens entre 18-34 anos só consomem produtos e serviços
    avaliados entre 4 e 5 estrelas!

    3 – Listas Comparativas

    Outro ponto muito importante na hora de tomarmos decisões é conseguir escolher entre as
    inúmeras opções que o mercado oferece.
    Para isso, oferecer listas e tabelas comparativas para seus clientes pode ser um
    diferencial revolucionário.
    Imagine que perfeito seria se toda vez que pensasse em comprar um produto as empresas
    oferecessem uma organização visual de quais são suas qualidades?
    Isso facilita a vida do cliente e o conquista por saber que sua marca se preocupou em
    fazer a experiência de compra do público a melhor possível.

    4 – Promoções

    Por fim, as promoções, cupons e vantagens são o empurrão final que seu cliente precisa
    para enfim se decidir.
    Esse parece um processo meio óbvio da jornada de compra. Afinal, é natural que
    busquemos sempre pelo melhor custo benefício!
    Entretanto, as promoções merecem seu destaque por consumirem uma das maiores
    partes do ZMOT.
    Os consumidores costumam gastar em média 2 horas semanais apenas buscando cupons
    e promoções online.
    Essas buscas não se restringem a compras digitais, mas também se estendem a lojas
    físicas. E uma vez que 97% dos clientes afirmam pesquisar, mesmo que rapidamente, antes
    de qualquer compra, oferecer diferenciais financeiros se torna indispensável.

    Conclusão

    Por mais que nós, como consumidores, pratiquemos o ZMOT diariamente sem nem
    perceber, como profissionais do marketing temos que ficar atentos a ele.
    Reconhecer a hora, forma e local para influenciar o consumidor e convencê-lo é ótimo. Mas
    saber que durante o Momento Zero da Verdade ele está totalmente aberto a essa influência
    é fantástico.
    Aproveite essa oportunidade para gerar cada vez mais conversões para a sua marca.
    Mas me diga, o que achou do ZMOT? Que tal implementá-lo agora mesmo?
    Deixe seu comentário nos contando sua opinião sobre o conteúdo!

  • Quando a Indústria Vai Acordar Para a Internet? | V4 Company

    Quando a Indústria Vai Acordar Para a Internet?

    A importância do mercado digital está cada vez mais evidente para qualquer empresa ou nicho de atuação. Entretanto, ainda existe a pergunta sobre quando a indústria vai acordar para a internet.

    Esse questionamento surge porque ainda não é uma constante no mercado, principalmente brasileiro, indústrias que estão ativas no mercado digital, seja comunicando com empresas ou com clientes finais.

    O acréscimo nos canais digitais exige uma real transformação dentro de qualquer indústria, desde o controle do estoque e da produção até as estratégias de negócio e planejamento de investimentos.

    Entrar para o mercado digital exige uma primeira tomada de decisão: internalizar a operação digital ou contratar uma empresa que será responsável por essa transformação.

    Para a indústria acordar para a internet, é necessário um planejamento muito bem feito e uma execução alinhada com os objetivos do negócio.

    Desse modo, o planejamento deve conter os objetivos da indústria na transformação digital e de que forma a empresa se posicionará digitalmente: vendendo para empresas ou para os clientes finais.

    Quando a indústria vai acordar para a internet?

    A resposta para essa pergunta é mais simples do que você pensa. O tempo de a indústria ingressar no mercado digital é agora, seus clientes estão navegando pela internet e buscando produtos, você estará lá?

    As transformações no comportamento do consumidor foram aceleradas pelas condições sociais que a pandemia impôs a todas as pessoas. O mercado digital cresceu de forma geral e a maioria dos setores se fortaleceram digitalmente.

    Segundo o Relatório E-commerce do Brasil, realizado pela agência Conversion, de 15 setores analisados, apenas o setor de turismo obteve um retrocesso nas suas vendas on-line, quando comparados os meses de março de 2020 e 2021.

    A análise foi realizada com empresas B2C e essa é uma informação importante para as estratégias que vão fazer a indústria acordar para a internet.

    Encontrando o modelo de negócio ideal

    Quando a indústria entra no mercado digital, seu objetivo pode ser fortalecer as estratégias B2B (Business to Business – que significa “venda para empresas”) ou entrar de vez no mercado D2C (Direct to Customer – que significa “direto ao consumidor).

    O primeiro modelo é mais conhecido, afinal, é praticado por, basicamente, toda a indústria, nacional e internacional. Entretanto, o D2C não é tão praticado e a pandemia o transformou em prioridade para muitos negócios.

    B2B para a indústria

    Existem diversas formas de uma indústria acordar para a internet e manter o seu modelo de negócio B2B, que já é praticado de forma offline. Criar canais digitais fortes é um dos primeiros passos.

    É preciso entender que o cliente empresarial é muito mais racional do que um consumidor final e que as suas decisões são tomadas por mais de uma pessoa, geralmente.

    Dessa forma, conteúdos mais técnicos e mais completos podem fortalecer a credibilidade e a autoridade da sua empresa com relação aos seus clientes.

    As estratégias básicas de marketing se aplicam da mesma forma:

    • Estruturação das personas;
    • Realização de um planejamento;
    • Execução e análise dos resultados.

    Entretanto, a forma como a sua marca se comunicará com os clientes será, provavelmente, mais formal e mais técnica do que um restaurante conversa com seus clientes, por exemplo.

    Alguns canais podem fazer sentido para as suas estratégias, afinal, conexões profissionais nem sempre são feitas pelo Instagram. As mídias mais tradicionais, que são Facebook e Instagram, provavelmente estarão nos seus planos.

    Entretanto, comece a pesquisar sobre canais como Linkedin, blog e e-mail marketing. Estes três possibilitam a criação de relações fortes e profissionais entre a sua marca e outras empresas.

    D2C para a indústria

    Esse assunto é polêmico e algumas objeções podem dificultar o processo de entrada da empresa no mercado digital D2C. Afinal, quando a indústria vende diretamente para o cliente, intermediários são deixados de lado.

    Se imaginarmos uma empresa de móveis que começa a comercializar os seus produtos de forma direta, através de um e-commerce, por exemplo, a participação do varejo se torna obsoleta no processo.

    Para adentrar a essa estratégia, a indústria precisa possuir estratégias bem definidas, que possam gerar vantagens e benefícios para os seus parceiros, visando manter o relacionamento saudável.

    Todavia, esse comportamento D2C é uma prática que está crescendo e se tornou ainda mais evidente durante a pandemia. Com o cliente na internet, se tornou ainda mais necessário o comércio de produtos on-line.

    Além disso, esse modelo de negócio fortalece o relacionamento com o cliente final, entrega uma grande confiabilidade para o processo de venda e possibilita a coleta de uma grande quantidade de dados vindos do consumidor.

    Desta forma, a sua empresa terá acesso a dados relacionados às reais demandas do cliente final, facilitando a tomada de decisão para a criação de novos produtos e estratégias de vendas mais assertivas.

    Como iniciar a transformação digital na indústria?

    Implementar o que é necessário para obter sucesso no mercado digital é uma tarefa que exige um certo esforço de qualquer empresa. Engana-se quem pensa que é só estabelecer um trabalho de marketing de qualidade.

    A verdade é que, quando as demandas começam a surgir através do on-line, toda a equipe precisa estar preparada para isso. Todavia, o primeiro passo é o alinhamento entre os setores de marketing e vendas.

    As ações de ambos os times devem convergir para um mesmo objetivo, com as personas bem definidas e as responsabilidades bem distribuídas dentro de cada equipe.

    Em suma, a coordenação entre marketing e vendas vai auxiliar na entrada da empresa no mercado digital, porém, no caso de optar pelo mercado D2C, as mudanças podem ser ainda maiores.

    E-commerce é a solução para o D2C?

    Um dos primeiros passos para a indústria acordar para a internet é perceber o comportamento do consumidor. Com o distanciamento social, a utilização das lojas virtuais cresceu muito.

    Segundo um levantamento da Criteo, as vendas on-line do segmento de eletrônicos cresceu 600% na comparação entre os meses de março de 2020 e 2021.

    Um outro dado relevante é que, segundo o índice MCC-ENET, o mercado de e-commerce, de modo geral, cresceu 45,17% no Brasil, em uma comparação entre os meses de janeiro de 2020 e 2021.

    Estas informações são indícios de que o comportamento do cliente está cada vez mais digital e a indústria pode “surfar nessa onda” se fazendo presente para atender às demandas dos clientes.

    Os benefícios de a indústria aderir ao e-commerce são muitos, afinal, além de aumentar a margem de lucro dos seus produtos, as empresas ainda poderão proporcionar itens com menor preço para os clientes.

    Esta relação pode gerar um aumento na relevância e na popularidade da marca como um todo. A experiência do cliente, quando valorizada, pode ser potencializada com vendas mais confiáveis e entregas mais rápidas.

    E para o B2B?

    Estratégias de marketing para o mercado B2B podem ser importantes aliados quando a indústria resolve acordar para a internet. O mercado digital possibilita um acesso direto ao cliente, de forma quase que pessoal.

    Dentre as opções de ações, podemos destacar:

    • Marketing de conteúdo;
    • Estratégias de anúncios;
    • Alinhamento entre marketing e vendas;
    • Marketplace B2B;
    • Criação de conteúdo para o Linkedin.

    Os três primeiros itens fazem parte de qualquer estratégia de marketing, seja ela B2B, seja B2C ou com qualquer modelo de negócio. Entretanto, o restante da lista pode ser útil para uma entrada no mercado digital.

    Marketplaces B2B já possuem a sua própria audiência, anunciar em uma dessas lojas é garantir que uma quantidade relevante de pessoas visualizará os seus produtos.

    Entretanto, a empresa estará entrando em um ambiente com os concorrentes lado a lado, favorecendo a guerra por preços e condições de pagamento. Além disso, taxas são cobradas pelas plataformas em cima das vendas realizadas.

    Já o Linkedin é uma mídia social focada em conexões profissionais. Este é um canal onde as pessoas estão dispostas a falar de carreira, negócios e outros assuntos relacionados à vida profissional.

    Aproveite-se disso para criar conexões com pessoas chave nas empresas que você gostaria de se aproximar para criar relações comerciais. O processo não é simples, porém, é uma estratégia interessante de ser testada.

    Não importa o nicho, o digital é uma realidade

    Não é um exagero dizer que qualquer empresa, atualmente, precisa estar no mercado digital para crescer e se destacar no mercado. Para a indústria isso se torna ainda mais relevante.

    Infelizmente, o varejo físico foi enfraquecido pelas condições da pandemia e o consumidor precisou buscar outros recursos para atender às suas necessidades.

    O mundo digital foi a saída, os consumidores estão, diariamente, navegando e buscando por produtos e serviços. Tanto pessoas quanto empresas estão procurando soluções mais eficientes.

    Resta às empresas tomar a decisão de se posicionarem profissionalmente no mercado digital para atender a essa demanda ou assistir aos seus concorrentes dominando o mercado on-line.

    Conclusão

    A transição para o mercado é um processo gradativo, que exige planejamento e dedicação para que seja bem executado. Em muitas empresas, as vendas pela internet não se tornarão maioria, porém, pode tomar uma parcela relevante.

    Por isso, a indústria deve acordar para a internet o quanto antes. O tempo para a transformação digital é agora, ainda mais urgente por conta das condições de consumo atuais.

    A tendência é que o comportamento do consumidor, mesmo depois da pandemia, não recue com relação às compras on-line. A sua empresa pode ou não estar lá, as decisões precisam ser tomadas e as ações executadas. Hoje.

    V4 Company

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