Author: V4 Company

  • COO: O que é um Chief Operation Officer?

    COO: O que é um Chief Operation Officer?

    COO: Como ser um Chief Operation Officer de Sucesso?

    Muitos ainda não consideram o papel de um COO como relevante para uma organização. Na década passada, as maiores empresas dos Estados Unidos não tinham este profissional em seu negócio.

    Em algumas empresas ele é visto como o futuro gestor. Em outras, este cargo não existe.

    Contudo, este profissional possui um papel fundamental para uma empresa, principalmente no que se refere a colocar a mão na massa.

    Mas, o que é COO? E como se tornar um COO de sucesso? Para saber as respostas, te convido a continuar comigo até o fim!

    O que é COO?

    COO (Chief Operating Officer) é como se fosse o vice, o segundo cara que comanda as operações e toca o time, sob o comando do CEO. 

    Este profissional é um diretor ou chefe de operações que comanda as áreas mais práticas e operacionais de um negócio.

    O COO serve como um motivador para os demais colaboradores, levando-os a comprar a ideia da empresa, fazendo os objetivos se tornarem realidade.

    O papel do COO na organização

    No início dos negócios, é importante que o CEO execute funções primordiais, principalmente no que se refere as vendas, ao marketing e o relacionamento com os clientes.

    Mas, conforme o tempo passa e a empresa cresce, o trabalho e as funções do CEO também aumentam e, para que o mesmo não fique sobrecarregado, chega a hora de ele buscar um braço direito.

    É da responsabilidade do braço direito ajudar o CEO a criar e estabelecer um sistema de trabalho que funcione.

    Assim, o CEO não deixará passar despercebido pontos importantes e poderá focar em problemas mais urgentes e relevantes, se precavendo de situações que a empresa possa vir a enfrentar no futuro.

    O segredo está em saber o momento certo de contratar um COO e escolher o melhor profissional para a função, que se encaixe nas necessidades da empresa.

    COO + CEO: Uma parceria

    De acordo estudos feitos pela Universidade de Harvard, há 7 tipos de COO. Esses tipos vão surgindo conforme as necessidades das empresas se afloram.

    Contudo, o COO não pode ser contratado somente com a intenção de se tornar o sucessor do CEO um dia, ou como supridor das necessidades que faltam do mesmo.

    Outro ponto importante pra se considerar, é a importância de haver unidade, entrosamento e harmonia na relação de trabalho. Isso fará com que a produtividade flua e as decisões sejam tomadas mais facilmente.

    Não tem como uma organização crescer se o CEO querer puxar o pessoal para um lado e o COO para outro, em um verdadeiro cabo de guerra.

    Os pensamentos precisam estar alinhados e o diálogo estar sempre presente em todas as situações.

    O COO atualmente

    Com essa grande evolução tecnológica e as mudanças constantes do mercado, o perfil do Chief Operations Officer tem mudado. 

    Para que consiga permanecer no mercado e oferecer um bom trabalho, ele precisa aprender e se atualizar de forma constante.

    O COO precisa ser resiliente, antenado as novidades, saber gerir crises, lidar com imprevistos, lidar com clientes, negociar com fornecedores, apresentar soluções a possíveis falhas…

    Acredito que se sinta cansado, só de ler as funções de um COO. Mas, não para por aí. Os serviços estão cada vez mais complexos dentro das empresas e este profissional precisa estar se renovando constantemente.

    Isso se dá não só pela demanda de trabalho que vem aumentando, mas pela concorrência que vem crescendo nos últimos anos. 

    Para se manter no mercado de trabalho, é preciso estar disposto a oferecer algo a mais sempre.

    Um bom COO é aquele capaz de oferecer um serviço de qualidade e de forma eficiente.  O gerente de operações, como também é conhecido, precisa buscar desenvolver um sistema mais analítico e precavido.

    Contudo, mesmo se precavendo e se atentando aos detalhes, complicações podem ocorrer. É neste momento que um bom COO se destaca, se esforçando para que tais complicações não voltem a acontecer.

    Um COO eficiente prepara seus subordinados para enfrentar crises e lida com imprevistos de forma eficaz.

    Como ser um COO de sucesso?

    Com uma concorrência cada vez mais acirrada é importante desenvolver certas competências e habilidades para segurar seu trabalho.

    Pensando nisso, separamos algumas dicas que podem de ajudar neste processo:

    Aprender a ser líder

    Pode parecer clichê, pois, sabemos que ser um bom líder é fundamental para todo gestor. Além de conduzir sua equipe a sonhar junto com você, é preciso capacitar e treinar seu potencial para atingir os objetivos traçados.

    Uma equipe bem gerida faz toda a diferença, principalmente no que se refere a levar seus subordinados a estarem debaixo da mesma visão e missão. 

    O COO precisa conseguir passar sua visão e seu desejo de forma clara e harmoniosa, levando sua equipe a sonhar junto com ele.

    Ser adepto à tecnologia da informação

    Quando a empresa começa a crescer, a demanda de trabalho aumenta. É difícil acompanhar os dados por si só. Surge então a necessidade de contar com ferramentas que torne este trabalho mais simples e rápido.

    O Big Data, por exemplo, tem sido muito utilizado nas organizações. As informações podem ser organizadas e acessadas mais facilmente, visualizadas por meio de um painel de controle.

    Existem muitas outras ferramentas e programas que podem auxiliar neste processo. O profissional que sabe utilizar a tecnologia ao seu favor, com certeza estará em vantagem.

    Assim também serve com a automação. Utilizar a automação nos processos operacionais, além de economizar tempo, pode levar ao aumento do nível de produção.

    A automação auxilia ainda na padronização dos processos e na redução de custos.

    Ressaltar seus pontos positivos e acertos

    Você, com certeza já ouviu alguma vez aquela velha frase: Quem não é visto, não é lembrado!

    Isso cabe perfeitamente no que se refere a tornar visto os seus acertos. 

    Este ato não é um sinal de arrogância ou pretensão, mas, é bem provável que todos lembrarão de você quando algo der errado então, porque não lembrar quando algo der certo também?

    Desta forma, seus subordinados terão maior confiança no seu trabalho, acreditando que você será capaz de oferecer a melhor saída caso algo saia do controle.

    Conte com a sua equipe

    Você não precisa dar conta de tudo isso. Se perceber que alguém da sua equipe consegue executar um serviço melhor que você, não se acanhe em pedir ajuda.

    Afinal, a humildade também é uma característica de um bom líder. Portanto, aprenda a delegar.

    Seja prevenido

    É muito comum, principalmente em startups, o crescimento desordenado da empresa, ou seja, a demanda cresce de forma tão acelerada que fica difícil acompanhar.

    O bom COO é aquele que consegue se prevenir diante de possíveis problemas e conter situações desesperadoras.

    Saiba identificar possíveis complicações

    O COO de sucesso consegue ver onde os processos podem ser aprimorados. 

    Algo importante para se atentar e que pode auxiliar bastante neste processo são as questões. Saber fazer as perguntas certas é fundamental para encontrar as melhores respostas.

    Converse com o seu pessoal. Saiba ouvi-los com atenção. Sem dúvidas, você irá enxergar pontos cruciais que poderão auxiliar em suas tomadas de decisões.

    Aprenda a analisar dados

    Faça pesquisas, busque por indicadores e encontre a melhor forma de analisar os dados.

    Utilizar planilhas, gráficos e outras ferramentas contribuem para uma melhor visão sobre seus resultados e irá facilitar o encontro de seus erros e acertos.

    Peça feedbacks

    Não tenha medo de pedir um feedback sobre sua gestão e suas ideias. Seus subordinados, muitas vezes, poderão enxergar coisas que você talvez não esteja enxergando.

    Seja aberto à sugestões, críticas e utilize isso para o seu crescimento. Ter mais cabeças pensando pode te ajudar a focar naquilo que realmente merece seus esforços.

    Invista em seus colaboradores

    Busque conhecer os talentos que estão debaixo de você. Se atente para o que sua equipe tem a oferecer e explore ao máximo isso ao seu favor.

    Recompensar os seus também é importante! Não esqueça de valorizar aqueles que caminham ao seu lado e se esforçam para que os objetivos da empresa sejam alcançados.

    Conclusão

    Temos que concordar que ser um COO não é tarefa fácil. São muitas habilidades exigidas para este profissional. Isso se deve a quantidade de responsabilidades que o mesmo possui.

    O COO é fundamental para o sucesso operacional de uma empresa, já que é o profissional que coloca a mão na massa e auxilia o CEO em suas tarefas.

    Foram apresentados aqui, somente algumas dicas simples de se tornar um COO de sucesso, mas fundamentais para aqueles que pretendem seguir este caminho.

    Aqueles que buscam se aprimorar, consegue se adaptar as mudanças e estão abertos a novas perspectivas, são aqueles que se destacam no meio de tantos outros.

    Bem se sabe que, se destacar em um mercado cada vez mais importante, é fundamental para fazer com que essa profissão continue sendo cada vez mais necessária.

    Um CEO, talvez, não conseguiria levar uma empresa ao topo sem a ajuda de um braço direito. Essa ideia, faz com que o COO seja o profissional adequado as necessidades da organização.

  • Pedro Sobral: O que eu Aprendi com esse empreendedor de sucesso?

    Pedro Sobral: O que eu Aprendi com esse empreendedor de sucesso?

    Pedro Sobral: O que eu Aprendi com Pedro Sobral?

    Pedro Sobral, o maior especialista do Brasil no que se refere a tráfego no meio digital, nos ensina que produzir conteúdo para a internet pode ser um grande cartão de visitas para o seu negócio.

    Isso se dá ao fato de que uma oferta, muitas vezes, não pode se sustentar sozinha, mas necessita de estratégias e ferramentas que sustentem esta oferta e atraiam o consumidor. 

    Mas, será que a produção de conteúdo é sinal de autoridade no assunto? Aprenda sobre isso e muito mais com Pedro Sobral neste artigo.

    Popularidade x qualidade

    Pois bem, é importante considerar que nem todos aqueles que decidiram mergulhar no mundo do marketing digital, que está em evidência, possui a qualidade necessária para tal.

    A internet cria uma visão míope de que ser popular está interligado com a qualidade e isso nem sempre acontece. Há muitos empreendedores que faturam bilhões por ano e não produzem conteúdo para a internet.

    Pedro Sobral, um cara popular no meio digital, foge desse comportamento. Ele mostra autoridade por meio dos conteúdos que posta na internet.

    A produção de conteúdo não é o problema. O problema está em se posicionar como o maior expert do assunto, mesmo que ainda não seja.

    Isso, além de tirar a credibilidade do seu trabalho, pode encher o mercado de informações erradas e prejudicar aqueles que estão consumindo o conteúdo.

    No meio digital, é preciso passar a imagem real de quem se é e ser ao receber e passar algum conteúdo pela internet.

    Seja você mesmo

    Ser você mesmo é uma das principais estratégias para aumentar seu tráfego e atrair as pessoas até você, com autenticidade.

    Mantenha a sua personalidade e seja transparente em tudo aquilo que você está passando as pessoas. Você não precisa mudar quem você é para alcançar o que deseja.

    Há pessoas que possuem uma tração maior para conquistar público, mas, todos possuem o seu Star Power, afirma Pedro Sobral.

    Fingindo ser o que não é, você diminui o seu potencial diante da conquista do seu público. Para ele, esconder uma possível falta de conhecimento é uma forma toda equivocada de não perder clientes. 

    As pessoas precisam enxergar algo como sendo seu e toda vez que ouvir falar sobre aquilo, irão lembrar de você.

    Potencialize o que você já tem

    Não é porque você conseguiu alcançar patamares maiores que você irá desleixar e interromper a sua caminhada em busca de conhecimento.

    De acordo com Pedro Sobral, o segredo é estar sempre se aprimorando. Se não fizer isso, ou seja, se não continuar oferecendo um produto ou serviço de qualidade, irá perder mercado para os concorrentes.

    Estratégia de tráfego x fundamentos do marketing

    O sucesso de uma marca não está necessariamente atrelado a estratégia de tráfego, mas aos fundamentos de marketing.

    Por mais que você conheça algumas estratégias, não quer dizer que você domine completamente o marketing. 90% é produto, ou seja, ofereça um bom produto antes de pensar em estratégias de tráfego.

    A pessoa também deve ser um bom produto. Não dá para aplicar estratégias de tráfego sem ter um produto viável para oferecer.

    A sua reputação é o que você tem de valor nas mãos. Sem ela, você não conseguirá te um futuro no mundo do marketing digital.

    Foque em uma especialidade e aposte nela

    De acordo com Pedro Sobral, a melhor aposta é se especializar na área que você mais se encontra e possui facilidade. Isso ajuda muito na produção de conteúdo e no oferecimento de produtos e serviços de qualidade.

    Claro, é interessante você saber pelo menos um pouco sobre cada vertente do marketing. Mas, antes de tudo, concentre seus esforços em uma área e se torne realmente bom naquilo, para depois se aventurar por outros caminhos. 

    O marketing digital oferece uma gama enorme de possibilidades para você investir. Busque ser especialista em algo e depois se tornar mais multidisciplinar.

    No começo do negócio, não há muita escolha. Você precisa ser multifuncional. Mas quando o negócio começa a crescer, você terá mais rendimento e deve se especializar em algo.

    Como escalar serviço?

    Escalar serviço não é uma tarefa fácil. São poucos no mundo que conseguem. 

    Pedro Sobral utiliza duas formas de escalar clientes. Uma delas é cobrar caro por poucos clientes, utilizada no início do seu trabalho. 

    A segunda é “produtizar” para conseguir vender o serviço em escala, o que depende muito do processo.

    São necessários três pilares para escalar serviço: processo, produto e pessoas. Um depende do outro para conseguir atingir o seu objetivo.

    Para Pedro Sobral, não tem como você atingir novos clientes ficando somente nos bastidores. Mas, o ideal é saber o que você quer.

    Somente sabendo o que você realmente quer ter, você saberá qual caminho percorrer. Você está disposto a pagar o preço para atingir níveis mais altos? Só assim você irá saber qual forma utilizar para escalar o seu serviço.

    Você precisa estar comprometido com o seu objetivo, cumprindo com suas obrigações todos os dias.

    Saber onde quer chegar e comprometimento são essenciais para todos os sentidos da vida. Para crescer, é preciso traçar um objetivo que será determinado pelo o que você sonha e deseja.

    Trace a sua identidade

    Outra questão muito importante, no que diz respeito aos gestores de tráfego pago, é a construção de uma identidade. Essa é a melhor forma de se obter autoridade naquilo que está fazendo. 

    Crie uma identidade e ofereça valor àqueles que buscam por sua marca. Não há um jeito certo de fazer isso, há jeitos diferentes de alcançar o mesmo objetivo.

    O mundo do marketing está mudando, mas sua marca precisa se consolidar no mercado. 

    É importante ter a visão de que por trás de um determinado produto há todo um processo e um método utilizados para que o mesmo se destaque no meio de tantos outros.

    Há um conjunto de coisas que se tornam importantes para se atentar que, sendo agregadas, se tornam fundamentais e benéficas no seu processo.

    Gestor de tráfego pago

    Para se tornar um especialista no que se refere ao tráfego pago, não basta somente conhecer as novas tendências do mercado e entender sobre algumas ferramentas.

    É importante lembrar que, o que está sendo eficaz agora, pode cair no esquecimento amanhã.

    É importante buscar conhecimento, se aprimorar e se atualizar diante deste cenário que muda o tempo todo. É importante entender os canais de estratégia e as oportunidades que o mercado vem oferecendo.

    De acordo com Pedro Sobral, você não irá se tornar um profissional renomado do dia pra noite. Não se constrói a sua reputação e se ganha autoridade sem esforços intensos. 

    Não se esqueça que aquilo que vem rápido também irá rápido, pois não possuem raízes consistentes para se firmar. E, não há o que já esteja bom que não possa ser melhorado.

    Também não existe um jeito certo para fazer algo funcionar. Há diversos caminhos que podem te levar ao mesmo lugar. O que irá determinar o seu caminho, é o que você quer.

    Ser antes de parecer

    Como já falado no decorrer do artigo, não há somente uma única forma de se alcançar um determinado resultado. Basta você decidir onde quer chegar e traçar a melhor estratégia para fazer isso acontecer.

    Pedro Sobral determinou desde o início os resultados que pretendia alcançar e se especializou naquilo que apresentava maior habilidade até então, criando sua própria identidade e oferecendo valor para aqueles que o seguem.

    Muitos se esforçam em aparentar ser especialistas, quando na verdade ainda estão só aprendendo. 

    Isso faz com que se perca a credibilidade e conquistar autoridade no assunto se torna algo cada vez mais difícil de se alcançar.

    Não precisa ter um perfil lotado de seguidores no Instagram para ser considerado bom no que faz. Nem sempre produção de conteúdo em massa é sinal de autoridade no assunto.

    Conclusão

    Determine seus objetivos, foque no que deseja, estude, se aprimore e se atualize. Essas são tarefas primordiais para aqueles que desejam conquistar seu espaço em um mercado cada vez mais competitivo.

    Ser um especialista em gestão de tráfego pago exige que você conheça não só de ferramenta e estratégias que estão em alta atualmente, mas os reais fundamentos do marketing.

    Não fique somente no raso. Busque se aprofundar naquilo que esse mercado tem a oferecer. Dessa forma, irá conseguir oferecer o seu melhor a todos aqueles que te seguem.

    Busque também por engajamento. Ter pessoas engajadas no processo e interessadas no que você tem a dizer é fundamental para alcançar o sucesso que você espera. 

    Seja diferente dos demais. Mostre seu potencial e busque se destacar naquilo que você é bom. Isso irá te trazer vantagens diante dos seus concorrentes.

    Aqui, foram apresentadas algumas dicas para aqueles que estão iniciando neste ramo que a cada dia cresce em ritmo acelerado, pois sabemos que é com muito esforço e dedicação que conseguirá atingir patamares mais altos e toda ajuda é bem-vinda.

    E por fim, mas não menos importante, foque também no seu produto. Você é seu próprio produto. Portanto, busque sempre oferecer um produto de qualidade e valor para aqueles que estão a sua volta.

  • Pedro Sobral: O que eu Aprendi com esse empreendedor de sucesso?

    Pedro Sobral: O que eu Aprendi com esse empreendedor de sucesso?

    Pedro Sobral: O que eu Aprendi com Pedro Sobral?

    Pedro Sobral, o maior especialista do Brasil no que se refere a tráfego no meio digital, nos ensina que produzir conteúdo para a internet pode ser um grande cartão de visitas para o seu negócio.

    Isso se dá ao fato de que uma oferta, muitas vezes, não pode se sustentar sozinha, mas necessita de estratégias e ferramentas que sustentem esta oferta e atraiam o consumidor. 

    Mas, será que a produção de conteúdo é sinal de autoridade no assunto? Aprenda sobre isso e muito mais com Pedro Sobral neste artigo.

    Popularidade x qualidade

    Pois bem, é importante considerar que nem todos aqueles que decidiram mergulhar no mundo do marketing digital, que está em evidência, possui a qualidade necessária para tal.

    A internet cria uma visão míope de que ser popular está interligado com a qualidade e isso nem sempre acontece. Há muitos empreendedores que faturam bilhões por ano e não produzem conteúdo para a internet.

    Pedro Sobral, um cara popular no meio digital, foge desse comportamento. Ele mostra autoridade por meio dos conteúdos que posta na internet.

    A produção de conteúdo não é o problema. O problema está em se posicionar como o maior expert do assunto, mesmo que ainda não seja.

    Isso, além de tirar a credibilidade do seu trabalho, pode encher o mercado de informações erradas e prejudicar aqueles que estão consumindo o conteúdo.

    No meio digital, é preciso passar a imagem real de quem se é e ser ao receber e passar algum conteúdo pela internet.

    Seja você mesmo

    Ser você mesmo é uma das principais estratégias para aumentar seu tráfego e atrair as pessoas até você, com autenticidade.

    Mantenha a sua personalidade e seja transparente em tudo aquilo que você está passando as pessoas. Você não precisa mudar quem você é para alcançar o que deseja.

    Há pessoas que possuem uma tração maior para conquistar público, mas, todos possuem o seu Star Power, afirma Pedro Sobral.

    Fingindo ser o que não é, você diminui o seu potencial diante da conquista do seu público. Para ele, esconder uma possível falta de conhecimento é uma forma toda equivocada de não perder clientes. 

    As pessoas precisam enxergar algo como sendo seu e toda vez que ouvir falar sobre aquilo, irão lembrar de você.

    Potencialize o que você já tem

    Não é porque você conseguiu alcançar patamares maiores que você irá desleixar e interromper a sua caminhada em busca de conhecimento.

    De acordo com Pedro Sobral, o segredo é estar sempre se aprimorando. Se não fizer isso, ou seja, se não continuar oferecendo um produto ou serviço de qualidade, irá perder mercado para os concorrentes.

    Estratégia de tráfego x fundamentos do marketing

    O sucesso de uma marca não está necessariamente atrelado a estratégia de tráfego, mas aos fundamentos de marketing.

    Por mais que você conheça algumas estratégias, não quer dizer que você domine completamente o marketing. 90% é produto, ou seja, ofereça um bom produto antes de pensar em estratégias de tráfego.

    A pessoa também deve ser um bom produto. Não dá para aplicar estratégias de tráfego sem ter um produto viável para oferecer.

    A sua reputação é o que você tem de valor nas mãos. Sem ela, você não conseguirá te um futuro no mundo do marketing digital.

    Foque em uma especialidade e aposte nela

    De acordo com Pedro Sobral, a melhor aposta é se especializar na área que você mais se encontra e possui facilidade. Isso ajuda muito na produção de conteúdo e no oferecimento de produtos e serviços de qualidade.

    Claro, é interessante você saber pelo menos um pouco sobre cada vertente do marketing. Mas, antes de tudo, concentre seus esforços em uma área e se torne realmente bom naquilo, para depois se aventurar por outros caminhos. 

    O marketing digital oferece uma gama enorme de possibilidades para você investir. Busque ser especialista em algo e depois se tornar mais multidisciplinar.

    No começo do negócio, não há muita escolha. Você precisa ser multifuncional. Mas quando o negócio começa a crescer, você terá mais rendimento e deve se especializar em algo.

    Como escalar serviço?

    Escalar serviço não é uma tarefa fácil. São poucos no mundo que conseguem. 

    Pedro Sobral utiliza duas formas de escalar clientes. Uma delas é cobrar caro por poucos clientes, utilizada no início do seu trabalho. 

    A segunda é “produtizar” para conseguir vender o serviço em escala, o que depende muito do processo.

    São necessários três pilares para escalar serviço: processo, produto e pessoas. Um depende do outro para conseguir atingir o seu objetivo.

    Para Pedro Sobral, não tem como você atingir novos clientes ficando somente nos bastidores. Mas, o ideal é saber o que você quer.

    Somente sabendo o que você realmente quer ter, você saberá qual caminho percorrer. Você está disposto a pagar o preço para atingir níveis mais altos? Só assim você irá saber qual forma utilizar para escalar o seu serviço.

    Você precisa estar comprometido com o seu objetivo, cumprindo com suas obrigações todos os dias.

    Saber onde quer chegar e comprometimento são essenciais para todos os sentidos da vida. Para crescer, é preciso traçar um objetivo que será determinado pelo o que você sonha e deseja.

    Trace a sua identidade

    Outra questão muito importante, no que diz respeito aos gestores de tráfego pago, é a construção de uma identidade. Essa é a melhor forma de se obter autoridade naquilo que está fazendo. 

    Crie uma identidade e ofereça valor àqueles que buscam por sua marca. Não há um jeito certo de fazer isso, há jeitos diferentes de alcançar o mesmo objetivo.

    O mundo do marketing está mudando, mas sua marca precisa se consolidar no mercado. 

    É importante ter a visão de que por trás de um determinado produto há todo um processo e um método utilizados para que o mesmo se destaque no meio de tantos outros.

    Há um conjunto de coisas que se tornam importantes para se atentar que, sendo agregadas, se tornam fundamentais e benéficas no seu processo.

    Gestor de tráfego pago

    Para se tornar um especialista no que se refere ao tráfego pago, não basta somente conhecer as novas tendências do mercado e entender sobre algumas ferramentas.

    É importante lembrar que, o que está sendo eficaz agora, pode cair no esquecimento amanhã.

    É importante buscar conhecimento, se aprimorar e se atualizar diante deste cenário que muda o tempo todo. É importante entender os canais de estratégia e as oportunidades que o mercado vem oferecendo.

    De acordo com Pedro Sobral, você não irá se tornar um profissional renomado do dia pra noite. Não se constrói a sua reputação e se ganha autoridade sem esforços intensos. 

    Não se esqueça que aquilo que vem rápido também irá rápido, pois não possuem raízes consistentes para se firmar. E, não há o que já esteja bom que não possa ser melhorado.

    Também não existe um jeito certo para fazer algo funcionar. Há diversos caminhos que podem te levar ao mesmo lugar. O que irá determinar o seu caminho, é o que você quer.

    Ser antes de parecer

    Como já falado no decorrer do artigo, não há somente uma única forma de se alcançar um determinado resultado. Basta você decidir onde quer chegar e traçar a melhor estratégia para fazer isso acontecer.

    Pedro Sobral determinou desde o início os resultados que pretendia alcançar e se especializou naquilo que apresentava maior habilidade até então, criando sua própria identidade e oferecendo valor para aqueles que o seguem.

    Muitos se esforçam em aparentar ser especialistas, quando na verdade ainda estão só aprendendo. 

    Isso faz com que se perca a credibilidade e conquistar autoridade no assunto se torna algo cada vez mais difícil de se alcançar.

    Não precisa ter um perfil lotado de seguidores no Instagram para ser considerado bom no que faz. Nem sempre produção de conteúdo em massa é sinal de autoridade no assunto.

    Conclusão

    Determine seus objetivos, foque no que deseja, estude, se aprimore e se atualize. Essas são tarefas primordiais para aqueles que desejam conquistar seu espaço em um mercado cada vez mais competitivo.

    Ser um especialista em gestão de tráfego pago exige que você conheça não só de ferramenta e estratégias que estão em alta atualmente, mas os reais fundamentos do marketing.

    Não fique somente no raso. Busque se aprofundar naquilo que esse mercado tem a oferecer. Dessa forma, irá conseguir oferecer o seu melhor a todos aqueles que te seguem.

    Busque também por engajamento. Ter pessoas engajadas no processo e interessadas no que você tem a dizer é fundamental para alcançar o sucesso que você espera. 

    Seja diferente dos demais. Mostre seu potencial e busque se destacar naquilo que você é bom. Isso irá te trazer vantagens diante dos seus concorrentes.

    Aqui, foram apresentadas algumas dicas para aqueles que estão iniciando neste ramo que a cada dia cresce em ritmo acelerado, pois sabemos que é com muito esforço e dedicação que conseguirá atingir patamares mais altos e toda ajuda é bem-vinda.

    E por fim, mas não menos importante, foque também no seu produto. Você é seu próprio produto. Portanto, busque sempre oferecer um produto de qualidade e valor para aqueles que estão a sua volta.

  • Conversão Offline: O que é e como metrificar?

    Conversão Offline: O que é e como metrificar?

    Como Metrificar Conversão Offline

    Rastrear a conversão de clientes não é uma tarefa fácil. Porém, a conversão online se torna mais acessível devido aos incontáveis mecanismos e ferramentas que o meio digital oferece para este fim. 

    No offline, a tarefa é mais complicada. Diante disto, surge a seguinte questão: Dentro de um negócio, onde as vendas são físicas, quais são as maneiras de mensurar a conversão offline?

    Neste artigo vamos aprender um pouco mais sobre conversão offline e como rastreá-la. A intenção é obter os dados necessários para administrar com mais precisão o seu negócio.

    Com essas informações, é possível saber quantas pessoas estão tendo acesso as suas campanhas e direcionar o seu foco para as demandas mais importantes.

    Essas respostas podem ser encontradas no decorrer deste artigo. Por isso, te convido a continuar aqui com a gente.

    A conversão offline

    Com a expansão do e-commerce e o aumento significativo das vendas feitas pela internet, rastrear a conversão não é uma tarefa fácil, contudo é mais fácil do que mensurar a conversão em um negócio físico.

    Aproximadamente, 76% das pessoas pesquisam online antes de comprar offline.  Mesmo assim, a maior porcentagem de vendas ainda continua sendo de forma física. 

    Isso se deve a muitos fatores, alguns deles são a falta de confiança em comprar pela internet ou a falta de crédito, por exemplo.

    O objetivo da conversão é saber quantas pessoas tiveram acesso as suas campanhas e anúncios. Isso ajuda ter uma ideia melhor de onde direcionar seus esforços de forma mais precisa.

    Indústria, serviço e varejo: como aplicar a conversão offline em cada um desses casos

    É preciso encontrar formas mais eficientes de mensurar a conversão. A maior dor dos gestores é saber se isso está funcionando ou não.  

    Para uma indústria ainda é mais difícil, pois vendem por meio de terceiros, o que torna ainda mais complicado mensurar as conversões.

    No serviço e varejo, o ideal é encontrar uma forma mecânica de mensuração. Pode ser até mesmo por algum tipo de feedback de forma manual. 

    Pode ser ali mesmo em seu sistema, o que também não é tarefa fácil já que em muitos casos o sistema da empresa não consegue ser alterado para executar essas funções. 

    Mas, pode ser por uma planilha do Google Forms ou até mesmo em um papel. O importante é saber se a pessoas que chegam até a sua loja estão realmente vendo que as campanhas da sua marca estão sendo lançadas.

    Então, é gerada uma demanda e o time de vendas é orientado a coletar esses dados, para no final poder mensurar a conversão offline daquele negócio.

    Esta forma está longe de ser a melhor do mundo, porém é a mais rápida de ser implementada. 

    Se você deseja um sistema, precisa de um programador e isso irá fazer com que se perca muito tempo treinando seu pessoal, além de gerar gastos.

    Vendas residuais

    Muitas pessoas no Brasil ainda não têm contato direto com à internet. Dados de 2020 mostram que 30% da população brasileira não têm acesso ao meio digital. 

    Quando se faz uma campanha na internet por meio dos mecanismos de busca ou pelas redes sociais, muitas pessoas irão ver essa campanha e interagir com o vendedor ao clicar no seu anúncio.

    Mas, não se pode saber se elas irão mais a fundo, como entrar em um grupo do whatsapp, por exemplo.

    Em um feedback manual, você irá instruir o seu time de vendas a questionar se os consumidores estão vendo algo referente a sua marca na internet.  Dessa forma, entram outras maneiras de mensuração. 

    Uma dessas maneiras é pegar um CSV de todos que compraram no ponto de venda.

    O maior desafio, portanto, não é realizar o cadastro dos clientes. Mas sim, não tem os dados dos clientes para executar esta ação.

     Essa lista que deverá conter alguns dados como nome, e-mail, telefone, valor de venda e data da venda, deverá ser aplicada a uma plataforma de conversão offline, como a do Facebook. 

    O Facebook é uma ferramenta valiosa para este trabalho. Ele irá encontrar essas pessoas dentro da plataforma, fazendo um match dessas pessoas com as suas campanhas.

    Assim, é possível mostrar quais anúncios tiveram impacto sobre essas pessoas, fazendo a mensuração da conversão offline.

    Já que o Facebook não estipula um número mínimo para mensurar essas conversões, esta ferramenta só funciona a partir do momento que as conversões foram criadas. 

    Se você quiser mensurar as conversões da semana passada, por exemplo, não irá funcionar.

    É preciso que haja uma periodicidade de upload. Se você realiza vendas toda semana, terá os resultados do mês acumulados.

    Como mensurar a conversão offline?

    A diferença entre conversão online e conversão offline não é apenas digital ou não digital. No lado comercial, eles se distinguem principalmente por ferramentas de medição de resultados. 

    De modo geral, embora a precisão seja maior na mídia online, tudo na mídia offline é mais disperso devido a recursos como programadores e planilhas manuais. 

    Assim, as estratégias de comunicação e marketing serão pautadas por um público menor. 

    Para medir a conversão offline, é preciso definir claramente quais tipos de indicadores-chave de desempenho (KPIs) serão usados. 

    Pode ser taxa de conversão, público ou outras coisas que indicam o sucesso da campanha de marketing.

    Na conversão online, os métodos usados para medir o sucesso dos esforços de marketing serão mais diretos e mais rápidos de se conseguir. 

    É o caso de ferramentas como Google Analytics e Search Console, que podem identificar quem visitou seu site, de onde ele é acessado, quais dispositivos são usados com mais frequência, entre outros.

    Quer dizer que não há vantagem no formato offline? Claro que sim, especialmente se o seu negócio está se expandindo, visando novos mercados e precisando ganhar reconhecimento rapidamente. 

    Alguns exemplos de indicadores para a conversão offline são as chamadas classificações alvo (TRP), que é uma medida dos telespectadores, com base nas classificações brutas (GRP).

    Comunicação integrada

    Considerando a abrangência que oferece, existe um terceiro método com alto potencial de retorno. Isso é impulsionado pelo chamado marketing integrado de comunicações 360°.

    Este método é impulsionado pela ascensão de consumidores omnicanal (perfis de clientes que se comunicam por meio de múltiplos canais). Com ele, o grau de demanda é muito maior.

    O consumidor omnishopper (comprador multicanal) pesquisa sobre marcas, compara os preços e pergunta a muitas pessoas sobre um determinado produto antes de comprá-lo, utilizando mais de um canal.

    Você está ciente do uso de mídia online e offline no processo de compra e comunicação? É essa sinergia entre as mídias que torna a comunicação integrada tão valiosa. 

    Quando sua empresa está pronta para mensurar suas conversões online ou offline, ela também se ajustará às necessidades dos clientes modernos.

    Integrando os canais de comunicação

    É altamente recomendável que você invista em um software que integre seus canais de atendimento, mesmo que seja um processo mais demorado.

     Nesse caso, sua empresa precisará de ferramentas de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM). 

    Ao importar eventos de conversão offline, você pode obter uma compreensão mais completa de quais palavras-chave e critérios de segmentação (por exemplo, região geográfica ou hora do dia) geraram as conversões mais econômicas. 

    Esses dados podem ajudá-lo a segmentar e otimizar suas campanhas para aumentar os lucros. Se você atrai clientes ou compradores em potencial, pode ser necessário se registrar para conversão.

    Considerando a perspectiva integrada de comunicação e marketing, a gestão do relacionamento com o cliente é a base. Para isso, a solução mais eficaz é o software desenvolvido para esse fim. 

    O software de integração de canais usará seus resultados porque permitem que várias instâncias sejam agregadas em uma plataforma digital. 

    Portanto, é um facilitador ao medir KPIs de conversão não pertencentes à internet.

    Conclusão

    Saber mensurar a conversão offline do seu negócio é importante para obter dados mais concretos do poder de alcance de suas campanhas e anúncios.

    É claro que no offline o trabalho é mais dificultoso, mas os resultados prometem ser promissores.

    Utilizar uma planilha, mesmo que feita a mão ou softwares que permitem obter dados fundamentais dos clientes como nome e telefone, por exemplo, permite conhecer melhor o seu público e o alcance de suas divulgações.

    Para isso, é importante ainda que seu time de vendas esteja bem treinado para não deixar passar informações importantes como, se a pessoa teve acesso a alguma campanha do seu negócio nos últimos dias.

    Utilizar de mecanismos e ferramentas, mesmo que manuais traz bons resultados no que se refere à conversão offline.

    O importante é perceber onde suas estratégias de marketing estão chegando e se alcança de alguma forma o seu público-alvo. O Facebook é uma ótima plataforma a ser utilizada para este fim. 

    As pessoas passam horas conectadas nesta rede social, o que a torna capaz de encontrar as pessoas que você deseja e levar você a se conectar com clientes em potencial.

    Não perca tempo! Comece a mensurar a sua conversão offline o mais rápido possível. Isso o ajudará a definir melhor suas estratégias de marketing e vendas, direcionando o seu foco a atender as necessidades de seus clientes.

  • O grande segredo das vendas da V4 Company

    O grande segredo das vendas da V4 Company

    Vendas da V4 Company: O Segredo

    Com o crescimento estrondoso das vendas online, principalmente neste período de pandemia, muitas perguntas surgem no meu do caminho. A principal delas, sem dúvida é como vender mais online? 
    Para responder a essa e outras questões e ajudar os seus clientes nesta jornada, nós desenvolvemos um método de vendas da V4 Company. Um método singular, que vem se destacando ao longo de quase uma década.

    Com o nosso método, as vendas da V4 Company tiveram aumentos expressivos desde que a empresa se lançou ao mercado.

    Este fato se dá a uma base de 4 pilares que nos norteia e que, de acordo com a V4, são fundamentais para obter um aumento significativo das vendas no on-line. Iremos detalhar cada um deles a seguir, fique conosco até o fim.

    Os 4 pilares de venda on-line da V4 Company

    Não existem formas de ter um negócio estruturado sem ter um planejamento sólido e sustentável, não é mesmo?

    É importante concentrar seus esforços nos principais pontos que irão alavancar suas vendas, fazendo com que sua empresa esteja à vista do cliente e seja procurada por ele cada vez mais.

    As vendas da V4 Company estão firmadas em uma metodologia que reforça 4 pontos fundamentais para o crescimento da empresa nos últimos anos. Vamos conhecê-los?

    Tráfego

    Tenho certeza que já ouviu falar sobre essa palavra antes, mas vamos trazê-la para o contexto digital e reforçar o porquê deste ser um dos pilares das vendas da V4 Company.

    A palavra tráfego remete a trânsito, significando a circulação de carros e veículos. Na internet, se refere ao acesso de usuários às páginas da web.

    Quanto maior for o tráfego, maior o contato das pessoas com sua marca ou produto. Quanto mais você tem sido visto, maiores as suas chances de converter os que acessam sua página em clientes.

    Traçar uma boa estratégia de tráfego é crucial para o seu negócio, sendo uma das primeiras coisas que se deve pensar. Até mesmo antes de projetar a plataforma e colocar o seu negócio pra funcionar.

    Até porque, não adianta colocar uma loja online para funcionar se as pessoas não conseguem encontrá-la e sabemos que, uma empresa sem clientes, não pode ser considerada muito bem como um negócio.

    Tráfego nada mais é do que trazer pessoas para o seu negócio. Foque em estratégias que atraia os potenciais clientes que você deseja.

    Para isso também é importante definir seu público-alvo, ou seja, o tipo de cliente que deseja atrair. No marketing, além do público-alvo, também definimos a persona, que é ainda mais específica.

    Aposte em estratégias de marketing que fortaleça o seu tráfego e faça com que seu produto ou serviço chegue até o seu cliente. 

    Encontre formas de ser visto e deixe sua empresa cair no gosto das pessoas. Então, não economize no investimento em tráfego, principalmente no início do seu negócio.

    Tipos de tráfego

    No mundo físico, quando você possui um local que deseja chegar, sabe que tem vários caminhos que pode considerar percorrer para conquistar esse objetivo.

    Cabe a você escolher o caminho mais seguro e que te levará mais rápido ao seu ponto de chegada.

    No mundo digital, não é diferente! Há 6 tipos de tráfego que levam o seu cliente até as suas páginas. Você precisa refletir e analisar qual ou quais os tipos que se encaixam melhor no seu negócio. São eles:

    Tráfego Orgânico

    O tráfego orgânico é um dos mais desejados do marketing digital devido ao fato de ser gratuito e acontecer de forma espontânea. Praticamente todo mundo busca no Google empresas que oferecem os produtos ou serviços que precisam.

    O que fará com que seu negócio se destaque dos demais é a qualidade do seu conteúdo e a agilidade da sua resposta ao receber o contato do cliente.

    As vendas da V4 Company têm crescido devido a esses fatores, que levam um conteúdo de qualidade ao seu público de forma rápida e acessível.

    Tráfego pago

    O tráfego pago gera mais cliques com mais rapidez. É uma ideia interessante investir neste tipo de tráfego se você deseja alcançar clientes mais rapidamente.

    É possível apostar nas redes de pesquisa, onde sua empresa aparecerá no topo dos resultados de busca e de forma mais rápida do que os trabalhos de ranqueamento orgânico (que também são necessários).

    Outra forma é a rede de display, onde você compra espaços em sites que são parceiros do Google. Seu anúncio irá aparecer em blogs, portais e colunas relacionados com sua marca, atingindo clientes em potencial.

    Tráfego de referência

    É normal as pessoas buscarem a credibilidade da marca por meio de relatos de pessoas que já adquiriram o produto e passaram por aquela experiência de compra.

    Se o link do seu produto se encontra em um site, blog ou portal que aquela pessoa segue e confia, com certeza será mais fácil fechar uma venda.

    Tráfego de e-mail marketing

    Esse não é o formato mais fácil de captar tráfego, já que, para enviar uma campanha de e-mail marketing para determinado contato, ele precisa ter permitido tal ação preenchendo algum formulário da sua empresa.

    Mesmo assim, é um dos tipos de tráfego que costuma trazer bons resultados e gerar muitos acessos às suas páginas. Isso porque as pessoas já conhecem a sua marca e estarão mais propensas a interagirem com ela.

    Tráfego Social

    As redes sociais também têm sido um bom canal para geração de tráfego, ou até mesmo o maior deles.

    De acordo com uma pesquisa realizado em 2020 pelo site We Are Social, as pessoas gastam no mínimo, 2 horas e 24 minutos por dia conectados às redes sociais. Essa média costuma ser ainda maior no Brasil.

    Com isso, é evidente que postar seus anúncios nas redes sociais aumentam suas chances de ser visto e conhecido pelos usuários.

    Tráfego direto

    O tráfego direto acontece quando o usuário já conhece a sua marca e digita exatamente o seu endereço no navegador, como v4company.com/.

    Agora que você já sabe o que é tráfego e que o mesmo é o primeiro dos segredos das vendas da V4 Company, basta aplica-lo em seu negócio da forma correta e alavancar suas vendas.

    Engajamento

    Após traçar as estratégias para atrair o seu público até a sua página, é preciso engajar o mesmo em seu negócio. É hora de pensar na estrutura do seu site.

    Aí vem a importância de investir em um ambiente moderno, que transmita segurança e comunique tanto a sua marca quanto o que ela faz. 

    Neste momento você precisa pensar no layout, que deverá passar de forma clara o conceito do seu negócio e permitir uma boa experiência ao usuário. 

    Nesse momento, é preciso pensar em absolutamente tudo, desde a estética, até o caminho que o usuário vai percorrer para atingir o seu objetivo dentro das suas páginas, seja ele de conhecimento ou de compra.

    Isso irá criar um laço entre a sua marca e seu cliente, gerando confiança e um bom relacionamento entre ambos. As vendas da V4 Company englobam esses princípios em suas execuções.

    Conversão

    Após atrair seu público e engajá-los nos seus canais, é necessário transformar o usuário em cliente, levando-os a comprar os seus produtos ou contratar os seus serviços. 

    Este pilar envolve questões mais estratégicas como a forma como as suas soluções serão ofertadas e o caminho que o cliente deverá percorrer para concluir a etapa de conversão. 

    Quanto mais vantagens e facilidades ofertadas aos usuários, maior a possibilidade de fazer com que tornem seus clientes.

    Retenção

    O processo de vendas não acaba quando um usuário efetua uma compra. Pensar desta forma é considerar a saúde do seu negócio somente a curto prazo, o que pode trazer dificuldades de faturamento com o tempo.

    Atrair clientes, ou seja, o processo de tráfego, tem se tornado cada vez mais caro. Muitas vezes, a primeira venda não irá lhe proporcionar o melhor lucro possível.

    Diante disso, surge a necessidade de criar estratégias para reter seus clientes.

    A retenção de clientes significa fazer com que aquele usuário que comprou o seu produto volte e permaneça realizando compras da sua empresa, gerando receitas ao seu negócio por mais tempo.

    Nós, aqui na V4, acreditamos que este quarto pilar é um dos mais importantes para manter a solidez de uma marca e que traz maiores benefícios a longo prazo.

    A retenção faz com que seu negócio se torne estável e gerando receitas, sendo a melhor forma para garantir a lucratividade do mesmo. Sem contar que os custos para reter clientes é menor do que para atraí-los.

    Você consegue reter seus clientes estabelecendo um bom relacionamento com eles e levando-os a ter uma boa experiência ao realizar uma compra.

    Um bom atendimento, um pós-venda bem feito, mostrando que realmente se importa com as necessidades dos seus clientes faz toda a diferença quando o assunto é vendas.

    Conclusão

    Se você precisa traçar estratégias concretas e estabelecer seu plano de vendas adaptado a sua marca e assim aumentar as vendas do seu negócio online, não deixe de consultar a V4. 

    É desta forma que nós conseguimos estruturar o processo de vendas da V4 Company e aumentar a lucratividade dos seus clientes, assessorando os mesmos nestes quatro processos. 

    A V4 conseguiu estabelecer um método sólido e comprovado de vendas, conseguindo alcançar mais de 1000 clientes nesta quase uma década de existência e mais de 200 unidades espalhadas pelo país.

  • THE GREATEST OR NOTHING: Seja o melhor de todos

    THE GREATEST OR NOTHING: Seja o melhor de todos

    THE GREATEST OR NOTHING – SEJA O MELHOR

    No mundo empresarial, existem diversos tipos de empresa, um exemplo delas é a que se contenta com o seu patamar e se preocupa em mantê-lo. Entretanto, outra mentalidade é o que chamamos de The greatest or nothing.

    Este modo de pensar, que significa ser “o maior ou não ser nada”, está diretamente ligado à forma como a V4 se posiciona e como busca os resultados para os seus clientes.

    Entretanto, nem tudo são flores e, como citado acima, nem todos os negócios pensam dessa forma. Sendo assim, o mercado se movimenta de uma forma que o topo se tornou transitório, ninguém está lá para sempre.

    A prova disso são empresas que dominaram o mercado mundial do seu segmento por muito tempo, porém, por diversos motivos, foram engolidas por outros negócios menores e emergentes.

    Os motivos para escalada de uns e a queda de outros são muitos, porém, o principal deles é a falta de inovação. É exatamente a inovação que a mentalidade The greatest or nothing busca constantemente.

    Neste artigo, vamos te contar um pouco sobre o que é inovação e algumas crenças relacionadas a ela. Da mesma forma, citaremos alguns casos de empresas gigantes que declinaram por conta da falta de inovação.

    O que é inovação?

    Provavelmente, o conceito de inovação que você possui, ou já possuiu, é a ideia de uma criação revolucionária, que transforma o mercado como um todo e entrega uma solução nunca antes pensada.

    Todavia, a inovação não é somente isso. Além de criar algo novo e disruptivo, pessoas e empresas inovadoras também otimizam atividades e produtos já entregues atualmente, tendo como foco, muitas vezes, o ganho em escala.

    Se te perguntam sobre um case de inovação, provavelmente você pensará nas empresas que estão no topo do mercado digital, como Facebook, Netflix, Spotify, entre outras.

    Porém, se analisarmos cada um desses cases, podemos perceber que nem sempre a solução foi criar algo que não existia, como é o caso da Netflix. Por exemplo, Mark Zuckerberg criou uma rede social, algo que já existia.

    Mas como o Facebook explodiu no mercado e por que ele se destacou, tomando o espaço que era de outros gigantes, como o MySpace e o Orkut. Este último da Google, uma das maiores empresas do mundo, atualmente.

    Para entendermos a inovação entregue por estas soluções citadas, precisamos compreender um conceito básico: a diferença entre inovação e invenção.

    Invenção x inovação

    Estes conceitos são comumente confundidos e isso é um equívoco, já que nem toda invenção é uma inovação.

    Para ser mais claro, é preciso entender que invenção é a criação de algo, porém, sem a necessidade de validação ou de aplicação real daquilo que se foi inventado.

    A prova disso é que, na história, existem milhares de invenções que não vingaram, muito por conta da não aceitação do mercado e, também, por serem algo que não resolvesse alguma necessidade das pessoas.

    Já a inovação é uma invenção que resolve problemas e foi aceita pelo mercado como algo inovador. Nesse caso, a aplicabilidade da inovação a torna atrativa, sendo algo totalmente novo ou uma melhoria de algo que já existe.

    The greatest or nothing: entendendo casos como Netflix e Facebook

    Para compreender melhor os tipos de inovação, os cases da Netflix e do Facebook são perfeitos como exemplos de tipos diferentes de inovação, um criou algo novo e outro melhorou algo existente.

    Sem dúvidas, estas duas empresas tinham, na sua essência, a mentalidade The greatest or nothing, pois entraram no jogo com o objetivo de dominar, não apenas para compor um mercado competitivo e acirrado.

    Enquanto a Netflix entrou com uma solução totalmente disruptiva, enterrando empresas de locação de filmes e criando uma forma melhor e mais barata de consumir conteúdo de entretenimento, o Facebook não criou algo do zero.

    A rede social de Mark Zuckerberg entrou no mercado quando este era dominado por outras plataformas similares, entregando inovações menores, porém, que transformavam a experiência do usuário.

    O resultado? Ambas as empresas citadas se tornaram líderes no seu nicho de mercado, inovando e fazendo com que as suas propostas inovadoras fossem aceitas e consumidas pelo público em geral.

    Grandes empresas que não inovaram e faliram (ou quase)

    Como já era de se esperar, nem todas as empresas no mundo inovaram nos seus segmentos, porém, mais grave que não inovar é não acompanhar o mercado quando outros negócios inovam e saem na frente.

    É sobre essas empresas que vamos falar a seguir: negócios que não seguiram inovando e não acompanharam o seu nicho quando uma novidade se mostrou promissora e começou a cair no gosto dos clientes.

    Blockbuster

    Para quem não conhece, a Blockbuster foi, durante muitos anos, a maior rede de locadoras de filmes e jogos do mundo. Seu modelo de negócio consistia em lojas físicas que possuíam inúmeros títulos em suas prateleiras.

    A falta do olhar inovador fez com que, em 2010, a empresa declarasse falência. Mas como uma gigante poderia quebrar? A resposta está na transformação digital, ignorada pela empresa.

    Ainda quando era uma referência no mercado, em 1997 a Blockbuster ganhou uma concorrente diferente. Uma tal de Netflix entrava no mercado com um serviço de entrega de filmes a domicílio.

    A percepção desta nova empresa era diferente, seu olhar estava nas necessidades do cliente e no que era preciso para se tornar líder no seu segmento, uma mentalidade The greatest or nothing.

    Em 2008, a Netflix inicia a sua transição para o digital, implementando uma solução com um catálogo on-line de filmes e produções de entretenimento e tornando as locadoras físicas obsoletas.

    A ascensão da marca foi meteórica. Em 2010, sua plataforma já acumulava 16 milhões de adeptos, fazendo com que o mercado se voltasse para o digital e causando a falência de concorrentes, inclusive a gigante Blockbuster.

    A Netflix causou a falência da Blockbuster?

    Esse é o pensamento mais comum, porém, não é exatamente esse o pensamento correto. São muitos os fatores que mostram que o culpado pela quebra da gigante de locação é ela mesma, não a Netflix.

    O primeiro ponto é que, ao perceber uma mudança no comportamento do consumidor, era dever da Blockbuster se adequar ao mercado e acompanhar a evolução das soluções entregues.

    Já o segundo ponto é ainda mais curioso. Em 2000, a Netflix foi oferecida para a Blockbuster, porém, sua compra foi recusada pelo fato de o CEO da locadora achar a proposta de US$ 50 milhões muito cara.

    Analisando estes dois fatores, fica claro que grandes empresas que entram em decadência têm como principal motivador o fato de ignorar o mercado e as suas transformações.

    Para tornar esta análise ainda mais concreta, vamos a mais um caso de multinacional que teve o seu negócio posto a prova por conta de não acompanhar o mercado e as suas transformações.

    Kodak

    Fundada em Nova York, a Kodak foi, durante muito tempo, líder mundial no mercado de câmeras e filmes fotográficos. O seu crescimento se deu, inclusive, por conta da inovação entregue pelos seus rolos armazenadores de fotos.

    Enquanto o mercado de fotografia dependia de placas de difícil manuseio e com alta sensibilidade, a Kodak chegou com a proposta dos filmes, uma disrupção que a tornou referência mundial.

    Todavia, a digitalização das imagens chegou ao mercado e este foi um dos principais fatores para o seu declínio. Entretanto, o que é mais surpreendente é que a primeira máquina fotográfica digital foi patenteada pela própria Kodak.

    Em 1975, a gigante norte-americana produziu uma máquina capaz de tirar fotografias digitais, porém, a iniciativa foi suprimida por conta da ameaça que representava para os filmes, carro chefe da Kodak.

    Mas o mercado não foi suprimido como um todo e, com o tempo, uma concorrente asiática, a Fujifilm, começou a ganhar espaço. A chave para esta virada foi, obviamente, as câmeras digitais.

    A falência foi responsabilidade da própria Kodak

    Assim como no caso da Blockbuster, a grande culpada pelo seu fracasso foi a própria Kodak, que negligenciou a novidade criada pelo se engenheiro Steven Sasson e foi engolida por um mercado emergente.

    Na contramão da norte-americana, estava a Fujifilm, que possuía em sua essência a mentalidade The greatest or nothing e dominou o mercado de câmeras digitais durante muito tempo.

    Aos poucos, de forma consideravelmente rápida, a Kodak foi perdendo espaço, reduzindo faturamento e, quando tentou reagir, já era tarde demais. O resultado foi a falência do negócio.

    Inovar e acompanhar o mercado

    É interessante analisar que não são somente as empresas pioneiras na inovação que conseguem crescer nos seus segmentos. Assim como a Netflix, outras empresas entenderam a transformação e aproveitaram a oportunidade.

    O segredo está na leitura do comportamento do consumidor e das necessidades que surgem. Mesmo não sendo a primeira, a Amazon, por exemplo, também ganhou força com a solução Amazon Prime Video.

    Conclusão

    A mentalidade The greatest or nothing é uma realidade no mercado mundial, não somente para grandes negócios. Analisar constantemente o mercado é uma necessidade que faz parte das empresas atuais.

    Se as transformações foram capazes de falir grandes empresas, com negócios menores as consequências são ainda mais rápidas.

  • Branding – Como se tornar a Maior Marca do Setor

    Branding – Como se tornar a Maior Marca do Setor

    Branding – Como ser a Maior Marca do Setor

    Quando se fala em branding, provavelmente você já lembra de marca, porém, é preciso entender que são conceitos complementares. Em suma, para se tornar a maior marca do setor, a sua empresa precisa se destacar no branding.

    O crescimento de marcas no mercado é algo que ainda é desacreditado por boa parte das pessoas, estas que acreditam que marcas fortes são apenas aquelas que comunicam grandes empresas.

    Analisando por este ponto de vista, se tornaria impossível se destacar como marca em um mercado de refrigerantes, por exemplo, já que a Coca-Cola é, sem dúvidas, a maior marca do setor a nível mundial.

    Todavia, é possível alcançar altos patamares com abordagens diferentes e foi exatamente assim que o Guaraná Antarctica se destacou no Brasil, regionalizando se comunicando com o povo brasileiro.

    Da mesma forma, uma marca chegar a um nível excelente de reconhecimento no seu nicho, o que vai influenciar nesse processo é, exatamente, a forma como o branding será trabalhado.

    Pensando nisso, escrevemos este artigo para que você entenda o que é branding, o que é uma marca e o que a sua marca precisa para uma estratégia que a conduza até o topo.

    O que é marca?

    Marca é um conceito muito bem disseminado no conhecimento popular. É fácil entender que uma marca é o rosto de uma empresa no mercado em que a mesma está inserida.

    Porém, ainda é comum associarmos a marca diretamente ao logotipo de um negócio, o que é um erro, já que o logo é um elemento que faz parte da marca como um todo.

    É importante compreender que marca é um conceito mais complexo, que envolve tanto o logo como outros elementos de mesma importância, como:

    • Propósito;
    • Promessa;
    • Atributos;
    • Posicionamento;
    • Cores;
    • Tipografia;
    • Tom e voz.

    Neste texto, explicaremos o que é cada elemento e qual a sua importância para a construção de uma marca coesa, forte e com potencial de crescimento de acordo com os objetivos da empresa.

    O que é branding?

    Entendendo o que é marca, fica mais fácil compreender o conceito de branding, haja vista que este representa as estratégias que um negócio utiliza para gerenciar a sua marca.

    Desta forma, branding é a forma como a marca é trabalhada. Uma estratégia de branding envolve todos os processos desde a estruturação da marca até a forma como a mesma é comunicada ao grande público.

    Como cases de branding, podemos citar marcas que conseguiram fazer a sua comunicação se tornar única, como é o caso do Nubank, das Havaianas ou da Coca-Cola, esta última que possui alcance global.

    Além disso, o trabalho de branding ainda faz com que uma empresa tenha a garantia de crescimento saudável, ou seja, fortalece o trabalho de longo prazo de uma empresa e possibilita que a mesma sonhe ainda mais alto.

    O que constitui uma marca?

    Como dito anteriormente, uma marca e constituída por diversos fatores que, quando construídos e trabalhados da forma correta, podem transformá-la na maior marca do setor em que está inserida.

    Entretanto, construir todos os elementos exigem um trabalho profissional, com um excelente planejamento e, acima de tudo, comunicando o que a empresa possui como essência.

    Propósito

    É possível fazer uma analogia do propósito de uma marca com a missão de uma empresa. Basicamente, o propósito está muito ligado ao objetivo principal da empresa quando a mesma foi criada.

    Nem sempre o propósito da marca é definido quando a mesma é fundada. Existem casos de empresas que formularam efetivamente o seu propósito alguns anos depois da sua fundação.

    Com a Airbnb, por exemplo, essa criação só aconteceu 4 anos após a fundação da empresa. Isso pode acontecer e o mais importante é que esse propósito seja real e guie as ações da marca no mercado.

    Promessa

    Já a promessa, seguindo a analogia proposta anteriormente, se assemelha com a visão de uma empresa. Isso porque ela é o aspecto mais prático que colocará o propósito em funcionamento.

    Na prática, a promessa da marca é, nada mais nada menos que, a forma como uma empresa alcançará aquilo que propõe na sua promessa. Logo, ela deve ser real, factível e prática.

    Outra analogia interessante é a que podemos fazer com o Golden Circle, metodologia criada por Simon Sinek, onde a promessa é o “como” e o propósito é o “porque”.

    Atributos

    Também conectados à ideia empresarial, os atributos se assemelham, e muito, com os valores de uma empresa. São os atributos que estarão visíveis para o grande público quando a marca é comunicada.

    Eles são as características que fazem com que a sua marca seja única e possa gerar identificação com o público. Quando os atributos se comunicam com a persona, a conexão com a marca se torna ainda mais fácil.

    Basicamente, quando pensarmos na persona, os atributos devem representar as suas crenças, as suas vontades e comunicar aquilo que o seu público quer ver na prática.

    Posicionamento

    Unindo os três fatores anteriores, o posicionamento é a forma como a marca os comunica de forma unificada, clara e objetiva para a grande massa. Um posicionamento bem feito é um diferencial para o sucesso de marca.

    Mesmo que a marca não mude durante o tempo, o posicionamento pode seguir caminhos diferentes, colocando em destaque pontos diferentes do todo. Um excelente exemplo é o caso do Uber.

    Enquanto era uma das únicas soluções, no Brasil, de transporte por meio de aplicativos, o grande mote das campanhas do Uber eram a inovação e um novo mecanismo de transporte de pessoas.

    Isso colocou a empresa como uma das maiores marcas do setor, entretanto, o mercado se diversificou e novas soluções semelhantes surgiram, tornando o aspecto inovador da solução menos único.

    Com isso, outros fatores começaram a ganhar foco, como segurança, sentimento de comunidade, entre outros. Estas mudanças são perceptíveis na comunicação da marca.

    Identidade visual

    Chegamos ao ponto que é mais popular quando se fala de marca. A maioria das pessoas não conhece os conceitos previamente vistos quando se fala de gestão da comunicação das empresas.

    Mesmo sendo a parte mais popular, não é somente a identidade visual que é relevante para uma marca forte, como pudemos ver nos itens que antecederam esta característica.

    No entanto, uma marca sem uma identidade visual marcante também não obtém sucesso, já que o aspecto visual é um dos pontos mais facilmente percebidos pelo público em geral.

    Desta forma, para possuir a maior marca do setor, uma empresa precisa dos seguintes elementos muito bem estabelecidos.

    Logotipo

    Sendo o aspecto mais popular de uma marca, o logotipo é o elemento que recebe maior destaque e que, geralmente, é o que mais se populariza entre os adeptos de determinada marca.

    Junto ao nome, eles serão as primeiras coisas a serem criadas, já que sem um logo nenhuma empresa consegue se inserir no mercado de forma efetiva.

    Cores

    As cores são um aspecto, muitas vezes, subestimado, mas que possuem um poder interessante no fortalecimento de uma marca. A prova disso são algumas empresas conhecidas, como Nubank e Coca-Cola.

    Se você parar para analisar as comunicações da empresa que revolucionou o mercado de soluções financeiras, perceberá o roxo em todos os lugares. Essa é uma estratégia que funcionou perfeitamente para o Nu.

    Tipografia

    A tipografia é a parte escrita. Ela está relacionada diretamente com as fontes utilizadas pela marca e geralmente é resumida a 2 tipos de fontes: uma principal e uma secundária.

    Enquanto a principal é a escolhida para integrar o logotipo da marca, a secundária serve como apoio para as comunicações, tendo em vista que, em grande parte das vezes, a tipografia principal não é tão amigável.

    Tom e voz

    Por último, mas não menos importante, a forma como a marca se comunica com o seu público é fundamental para gerar a tão sonhada conexão com a sua persona e fazê-la se apaixonar pela sua empresa.

    Falar “na mesma língua” que o seu público é uma premissa fundamental para qualquer empresa que quer ter a maior marca do setor, ou estar entre as maiores.

    Como ser a maior marca do setor?

    Em suma, para se tornar a maior marca do setor, uma empresa precisa de um trabalho de branding a longo prazo, ou seja, construir a marca, definir todos os seus parâmetros e comunica-la de uma forma constante.

    Assim como outras grandes marcas, o processo envolve paciência e persistência, haja visto que não é do dia para a noite que uma marca cai nas graças do público e se torna referência no seu nicho.

    Portanto, procure entender perfeitamente o que deseja comunicar e torne isso parte da cultura da sua empresa. Além da comunicação, as pessoas precisam emanar os princípios da marca.

    Tendo esses conceitos bem aplicados de forma constante, o destaque deve vir junto com o crescimento da empresa. Naturalmente, uma empresa que não entrega produtos ou soluções de qualidade não fortalece a sua marca.

    Entenda que a satisfação dos seus clientes é um dos pontos principais para uma marca forte.

    Conclusão – a maior marca do setor

    Para uma empresa, possuir a maior marca do setor é um desafio constante. Além do crescimento, também é importante buscar a manutenção da mesma. Muitas vezes, mais difícil do que chegar ao alto é se manter por lá.

    Um excelente exemplo disso é o McDonald’s, que possui uma das marcas mais fortes no nicho de fast food, porém, que precisa se esforçar para manter-se no topo, haja vista que seus concorrentes são empresas de grande porte também.

  • Low CAC High LTV – Métricas Que Você Precisa Conhecer

    Low CAC High LTV – Métricas Que Você Precisa Conhecer

    Low CAC High LTV – Métricas Que Você Precisa Entender

    Gerir um negócio de forma que o torne lucrativo é fundamental para que qualquer empresa sobreviva a médio e longo prazo. Com isso, um dos fundamentos mais interessantes é o low CAC high LTV.

    CAC e LTV são dois indicadores fundamentais para uma análise completa sobre a lucratividade da empresa. Além disso, ajuda a medir quanto custa para adquirir um cliente e quanto tempo ele se mantém na sua carteira de clientes.

    Assim como adquirir novos clientes é extremamente importante, mantê-los é ainda mais. Afinal, a ausência de retenção faz com que a necessidade de volume de aquisição aumente, tornando o negócio ainda mais caro.

    Enquanto CAC é a sigla para Custo de Aquisição do Cliente, LTV significa Lifetime Value, traduzido do inglês como Tempo de Vida do Cliente. O controle desses 2 indicadores é fundamental para o sucesso da sua empresa.

    Assim, desenvolvemos este artigo para lhe ajudar a entender o que são estas métricas. Além disso, vamos mostrar como calculá-las e dicas de como otimizá-las visando melhorar a saúde do seu negócio.

    O que é CAC?

    CAC, como dito anteriormente, é o Custo por Aquisição do Cliente. Ou seja, é um indicador que mede quanto a sua empresa gasta para conseguir um novo cliente dentro de um determinado período de tempo.

    Medir esse indicador é fundamental por vários motivos. Porém, um princípio básico é que se a operação de aquisição for mais cara do que o investimento do cliente, o seu negócio está fadado ao fracasso.

    No entanto, mesmo que o investimento seja superior ao CAC, é necessário realizar uma análise mais detalhada. Assim, será possível controlar os períodos de médio e longo prazo.

    Como calcular o CAC?

    Em resumo, o CAC é calculado pela razão entre a soma de todos os investimentos na aquisição de um cliente e a quantidade de clientes adquiridos no mesmo período de tempo. Assim é possível ter controle sobre os custos de forma precisa.

    Na prática, para calcular o CAC, é preciso somar todos os custos envolvidos no processo de aquisição. Nestes custos estão inclusos: custos com mídias, equipes de marketing e vendas, plataformas, telefonia, etc.

    Tendo esse valor de investimento calculado, você deverá dividi-lo pela quantidade de clientes adquiridos. Sendo assim, o valor final será o custo que cada cliente gerou para ser adquirido.

    Por exemplo, se somando todos os custos durante o processo de aquisição dos clientes, você gastou um valor de R$20 mil e conseguiu 200 clientes, seu CAC será de R$100,00.

    A primeira análise será quanto o cliente investiu. Ou seja, se o valor foi igual ou abaixo de R$ 100,00, a sua operação não está se pagando. Assim, provavelmente, o seu negócio entrará em declínio.

    O que é LTV?

    LTV é a sigla que representa o valor de cada cliente relacionado ao tempo de vida do mesmo junto à sua empresa. Este indicador é importante para a análise da retenção dos clientes que estão dentro da sua carteira.

    No geral, o LTV é um medidor interessante para a qualidade do produto ou serviço que está sendo entregue. Afinal, quanto maior o LTV, maior o tempo que o cliente investiu no seu negócio.

    Naturalmente, esse cálculo faz sentido para empresas de serviços ou produtos que geram algum tipo de recorrência. Lojas do comércio, por exemplo, naturalmente possuirão LTVs menores.

    Como calcular o LTV?

    Em suma, o LTV é o produto entre o valor médio de uma venda e a média de retenção do cliente. Essa média de tempo pode ser calculada em meses ou anos, a depender do modelo de negócio da sua empresa.

    Da mesma forma, quanto mais tempo o cliente permanece na sua carteira, consumindo o seu produto ou serviço, maior será o seu valor relacionado ao tempo de vida. Assim, o lucro gerado para empresa também será maior

    Unindo a análise dos indicadores para alcançar o low CAC high LTV

    Sabendo da importância de cada um dos indicadores e entendendo como calculá-los, fica evidente que é necessário manter o CAC o mais baixo e o LTV o mais alto possível, daí nasce o low CAC high LTV.

    Quanto mais estes dois fatores se distanciarem, maior é a lucratividade do seu negócio. Afinal, os clientes investirão mais e você gastará menos para adquiri-los. Seria o ambiente perfeito, não é?

    Entretanto, alcançar este patamar não é tão simples. Por isso, veremos como otimizar ambos e tornar o seu negócio cada vez mais rentável e com custos cada vez mais baixos.

    Como reduzir o CAC?

    A redução do CAC está diretamente ligada às ações executadas pela equipe para a aquisição dos clientes. Assim, a utilização dos recursos despendidos para que a operação rode também é importante.

    É comum que empresas de todos os tamanhos apresentem sistemas altamente capacitados para a execução das funções. Ou seja, com inúmeros recursos e uma infinidade de possibilidades de utilização, porém, subutilizados.

    Por isso, entenda o método de trabalho da sua equipe. Somente assim será possível encontrar o método ideal e realizável para o seu momento. A partir daí, é mais fácil adequar os recursos utilizados para a realidade do seu negócio.

    Além disso, é importante analisar a efetividade das ações, tanto do marketing quanto do time comercial. Entender se o fluxo de geração, nutrição e conversão de leads está bom ou se ainda pode melhorar.

    Otimizações no time de marketing

    É fundamental analisar todas as etapas do funil de vendas no trabalho de marketing. Além disso, também é preciso avaliar a efetividade das ações para a gestão de cada uma delas.

    Entretanto, se dedicarmos todos os recursos de marketing apenas para a conversão de leads qualificados no fundo do funil, estaremos cometendo um erro operacional. Isso acontece principalmente quando ficamos sem realizar ações de reconhecimento da marca e das soluções.

    É importante distribuir os recursos para tornar o processo mais próximo do ideal. O funil de marketing requer a criação de uma audiência para ser trabalhada e convertida.

    Além disso, é importante analisar as etapas da pipeline de vendas, visando encontrar os pontos onde as oportunidades estão sendo perdidas e melhorá-los para aumentar a taxa de conversão.

    Otimizações no time de vendas

    Por outro lado, de nada adianta o time de marketing gerar uma grande quantidade de leads se estes não são convertidos em clientes. Por isso, é preciso que uma análise seja feita na equipe comercial.

    A distinção das funções de qualificação dos leads (SDR) e fechamento de contratos (BDR/closer) é um passo importante para que os profissionais atuem de forma dedicada a uma só tarefa. Isso permite que o processo seja otimizado.

    Além disso, é importante analisar as etapas da pipeline de vendas. Somente assim será possível encontrar os pontos onde as oportunidades estão sendo perdidas e melhorá-los a fim de aumentar a taxa de conversão.

    Como aumentar o LTV?

    O aumento do LTV pode ser feito de diversas formas. Podemos aumentar o ticket médio de consumo dos clientes até o tempo que ele se mantém investindo no seu produto ou serviço.

    O principal fator é aumentar a quantidade de investimento desse cliente no geral, seja em ticket imediato ou em tempo de consumo. Para isso, você deve se focar no seu modelo de negócio e entender como aumentar a quantidade de dinheiro que o seu cliente deixa na sua empresa. Essa é uma particularidade da sua organização.

    Por exemplo, uma empresa que entrega serviços de marketing digital pode agregar valor ao seu produto, possibilitando o aumento do ticket médio dos clientes. Assim, esta mesma empresa deve se focar em entregar o melhor serviço possível, fazendo com que o cliente se mantenha na carteira por mais tempo e aumente o valor investido.

    Por outro lado, em uma loja de roupas é preciso direcionar as estratégias para o ticket médio. Assim será possível aumentar a quantidade de produtos que o cliente leva ao sair do estabelecimento.

    Quanto maior for o carrinho de compras, maior será o LTV e, provavelmente, o custo de aquisição desse cliente será o mesmo. Para isso, ações como aumentar o mix de produtos podem ser interessantes.

    Low CAC e high LTV aumentam o ROI do seu negócio

    Introduzimos mais uma sigla na sua conta. Isso porque, quando se atinge o princípio de low CAC high LTV, o seu negócio começa a lucrar mais. Em outras palavras, o seu ROI tende a aumentar. Mas o que é ROI?

    ROI é uma sigla da língua inglesa que significa Retorno do Investimento e é, basicamente, o resultado da relação entre CAC e LTV. Ou seja, quanto mais próximos estiverem estes indicadores, menor será o ROI.

    Para calcular o ROI em um determinado período, você deve realizar a razão entre as receitas e os custos. Na prática, é preciso realizar a diferença entre receitas e custos (receita líquida) e, depois, dividir o resultado pelos custos. O valor será o ROI do seu negócio.

    Low CAC High LTV na sua empresa

    Low CAC high LTV é um conceito que deve ser considerado por qualquer empresa que deseja aumentar os seus lucros e reduzir os seus custos. Ou seja, é uma forma de ter mais controle sobre as métricas, a fim de gerar mais resultados no futuro.

    Assim, tornando o LTV mais alto e mantendo o CAC, sua empresa apresentará um quadro financeiro mais saudável. Isso a tornará mais habilitada para aumentar os investimentos visando escalar os lucros.

  • Como aprimorar as Campanhas no Facebook

    Como aprimorar as Campanhas no Facebook

    Como Otimizar Campanhas no Facebook

    Se você anuncia nas mídias sociais e quer ter resultados cada vez melhores, otimizar campanhas no Facebook precisa ser uma tarefa que faça parte da sua rotina.

    Cada vez mais, tanto o Facebook quanto o Google Ads estão modificando a sua plataforma de anúncios para tornar o trabalho do gestor de tráfego mais fácil. Na realidade, o objetivo é tornar a ferramenta mais democrática.

    Com isso, as constantes mudanças também costumam facilitar a vida do profissional que trabalha diretamente com as ferramentas de anúncios na busca por resultados cada vez melhores para os seus clientes.

    No entanto, saber usar ferramentas como o Facebook Ads não é suficiente para alcançar os objetivos traçados para as campanhas, o profissional precisa saber criar e otimizar campanhas no Facebook.

    Neste artigo, você entenderá quais são os benefícios das otimizações, o que acontece se você não as realizar e como você pode faze-las de uma forma fácil e muito eficiente.

    Como funcionam os anúncios no Facebook?

    Apesar de parecer algo simples, onde o gestor de tráfego cria os anúncios, define parâmetros como público e investimento e coloca as campanhas para rodar, existem nuances importantes no Facebook Ads que você precisa conhecer.

    A ferramenta possui diretrizes, presentes na central de ajuda, etapas na criação dos anúncios e um método de veiculação que exige um certo conhecimento do anunciante para maximizar os resultados.

    Etapas da veiculação dos anúncios

    O primeiro passo, obviamente, é a criação dos anúncios, porém, o trabalho do gestor não acaba por aí e os anúncios não são veiculados instantaneamente. É preciso compreender as etapas que antecedem a veiculação.

    Em análise

    Após criar, os anúncios entram no estado “Em análise”. Nesta etapa, os criativos são avaliados pela ferramenta automática do Facebook. O objetivo dessa análise é verificar se a campanha está de acordo com as políticas da ferramenta.

    Caso alguma irregularidade seja identificada, o anúncio será reprovado e o gestor notificado. Junto com a reprovação vem uma mensagem sobre quais foram os termos desrespeitados pelo criativo em questão.

    Aprendizagem

    Caso os anúncios sejam aprovados, eles entrarão em uma fase de aprendizado, onde o Facebook começará a veiculá-los com o intuito de testar o público e entender qual é o perfil ideal de pessoas, de acordo com o objetivo da campanha.

    Para essa etapa, os criativos serão entregues para uma certa quantidade de pessoas e o desempenho será analisado pela ferramenta. Conforme as pessoas forem interagindo, o Facebook vai traçando um perfil ideal para a campanha.

    Após o período de aprendizagem, se os criativos gerarem uma quantidade de conversões suficiente, eles são veiculados e entram no status “Ativo”. Caso contrário, o status se tornará “Aprendizagem limitada”.

    É importante lembrar que as conversões, citadas acima, podem ser cliques ou engajamento também, tudo depende do objetivo inserido na criação da campanha. É esse objetivo que guiará a fase de aprendizagem.

    Aprendizagem limitada

    Esse status representa um desempenho abaixo da média, nos criativos, já na fase de aprendizagem. Melhorias precisarão ser feitas para que a campanha seja veiculada da melhor forma possível.

    A aprendizagem limitada pode ser causada por alguns fatores, como:

    • Público limitado;
    • Criativo com baixo número de conversões/cliques/interações;
    • Orçamento limitado.

    Realizando otimizações nesses quesitos, você terá mais chances de passar pela aprendizagem limitada e levar os seus anúncios para o status “Ativo”, fase que representa a veiculação efetiva das campanhas.

    Anúncios rodando, e agora?

    Aqui moram os principais erros dos gestores de tráfego, por criarem as campanhas, passarem pela fase de aprendizado e acharem que o seu trabalho está completo.

    Na realidade, a parte mais importante na obtenção de resultados com campanhas no Facebook está só começando e é exatamente nessa etapa que o gestor deve se diferenciar, apresentando os melhores resultados.

    Por que otimizar campanhas no Facebook?

    Para tornar o entendimento mais fácil, precisamos compreender como funciona a veiculação dos anúncios a partir do momento que eles entram no status “Ativo”. Vamos utilizar um exemplo para facilitar o entendimento.

    Imagine que o seu público é uma grande macieira, você precisa colher os frutos para obter os resultados que almeja. Nesse caso, o Facebook será o responsável por explorar a árvore e colher os frutos.

    No início da campanha, as maçãs alcançadas são aquelas que estão na parte mais baixo, sendo mais fáceis de serem colhidas. Logo, a tarefa do Facebook é mas simples e mais barata, pois exige menos esforço.

    Com o tempo, as maçãs da parte inferior da árvore vão se tornando mais escassas, fazendo com que a ferramenta tenha que se esforçar mais para obtê-las. Esse processo torna o trabalho mais difícil e mais caro.

    Se o gestor deixa o Facebook trabalhar, sem ajuda-lo, durante muito tempo, as campanhas vão se tornando cada vez mais caras e os resultados vão sendo cada vez menos eficientes.

    As otimizações servem como uma renovação na árvore, onde algumas mudanças nas campanhas podem ajudar a plataforma a encontrar maçãs de forma mais fácil e mais barata.

    Como otimizar campanhas no Facebook?

    O processo de otimização pode acontecer de várias formas, cabe ao gestor de tráfego definir o que será realizado primeiro e acompanhar os resultados para entender quais mudanças surtiram efeitos positivos.

    Primeiro passo: planilhar!

    Monitorar os resultados é uma necessidade do gestor para que seja mais fácil otimizar campanhas no Facebook. Dessa forma, ele conseguirá entender quando a performance melhorou ou piorou.

    Colocar os resultados em planilhas é interessante para acompanhar o desempenho ao longo do tempo e avaliar quais mudanças resultaram em melhorias.

    Por exemplo, após a criação das campanhas, a fase de aprendizagem se passou e os anúncios entraram no status “Ativo”. A partir daí, o gestor alimenta a planilha com os indicadores chave nesse período.

    Passados alguns dias (geralmente entre 3 e 4), algumas otimizações são realizadas (veremos a seguir como realiza-las). É preciso que os dados atuais, antes da otimização, sejam colocados na planilha.

    Desta forma, o gestor começa a criar um histórico dos anúncios e poderá entender, em caso de melhoria nos resultados, qual otimização foi a responsável por tal crescimento.

    Por onde começar?

    Sabemos que as campanhas de anúncios no Facebook possuem 3 camadas na sua estrutura: campanhas, conjuntos de anúncios e anúncios. Geralmente, as otimizações são realizadas de trás para frente, começando nos anúncios.

    À medida que as otimizações nos anúncios vão se esgotando, é possível passar para o conjunto de anúncios, realizando mudanças no público, buscando resultados melhores.

    Por fim, é possível realizar mudanças no orçamento, aumentando ou reduzindo, de acordo com o que se espera pagar por cada conversão dentro das campanhas.

    Em suma, se o objetivo é tornar os resultados mais baratos, é necessário reduzir orçamento. Caso o desempenho esteja muito bom, você pode aumentar o orçamento em busca de mais resultados, mesmo que um pouco mais caros.

    O que mudar?

    As mudanças realizadas para otimizar campanhas no Facebook também seguem uma sequência, onde anúncios com bom desempenho são mantidos e os que estão abaixo sofrem alterações.

    Depois de 1 ou 2 alterações, se os resultados não melhorarem para determinado anúncio, você já pode começar a pensar em desativá-lo, criando outros novos e colocando-os no mesmo conjunto de anúncios.

    É essencial que as alterações sejam realizadas uma por vez, para que você consiga identificar qual otimização funcionou e qual não funcionou, com o passar do tempo e a análise da planilha.

    O objetivo é a base das otimizações

    Naturalmente, o que guiará as mudanças nas campanhas será o objetivo das mesmas. Se o objetivo é gerar leads e alguns anúncios não estão realizando a sua tarefa, você precisa otimizá-los.

    No entanto, você também pode considerar uma métrica secundária como o CTR, por exemplo, para entender se o problema está no anúncio ou na página de destino das suas campanhas.

    É importante entender que, mesmo que o seu anúncio seja o melhor de todos, caso a sua página não seja atrativa o suficiente para gerar conversões, as campanhas terão problemas para obter resultados.

    Controlando o orçamento

    Por último, o controle de orçamento é importante e serve como um balizador para a forma como o Facebook poderá gastar o seu dinheiro. Ao otimizar campanhas no Facebook, você pode aumentar ou reduzir o orçamento.

    Ao aumentar, você está dizendo à ferramenta que está disposto a investir mais, por isso, o custo das conversões, sejam elas cadastros, cliques ou engajamentos, também aumentarão.

    Entretanto, se você reduzir, estará comunicando que julga o investimento muito alto, logo, o Facebook fará menos esforços para obter resultados e, consequentemente, o custo por conversão também reduzirá.

    Leia a central de ajuda

    Uma prática defendida por todos os grandes gestores de tráfego do Brasil é a leitura da central de ajuda do Facebook. Ela possui todas as respostas para a criação e otimização de campanhas de sucesso.

    Além disso, lendo a central de ajuda você garante que estará sempre de acordo com as políticas do Facebook, fator que facilitará o processo de aprovação dos anúncios e maximização dos resultados.

    Conclusão

    Investir em mídias pagas é uma necessidade de qualquer empresa no mercado digital, no entanto, além de anunciar, é preciso otimizar campanhas no Facebook em busca dos melhores resultados.

    Gestores de tráfego que entregam resultados são verdadeiros mestres nas otimizações, fazendo com que os resultados disparem e o orçamento seja utilizado da melhor forma possível.

  • Loja de Roupa: Como aumentar as Vendas no Varejo

    Loja de Roupa: Como aumentar as Vendas no Varejo

    Loja de Roupa: Como Crescer as Vendas no Varejo

    Essa é a pergunta de muitos empreendedores neste momento crítico que estamos vivendo. Como fazer crescer as vendas no varejo se nossos clientes não podem se dirigir as nossas lojas físicas?

    A resposta está em vender pela internet. Sim! Eu disse vender por meio da internet e não necessariamente na internet. Divulgar a sua loja no on-line, gerando fluxo para a sua loja física também é uma forma de vender.

    É nesta filosofia que a V4 Company tem apostado e que conseguiu fazer com que uma loja de varejo conseguisse aumentar seus lucros mesmo em meio a pandemia.

    Se você quer conhecer mais a fundo esta estratégia, eu te convido a continuar lendo este artigo.

    O que é o varejo?

    Para entender melhor como a estratégia utilizada pela V4 para fazer crescer as vendas no varejo, precisamos entender melhor o que é varejo.

    O varejo pode ser entendido como o tipo de venda realizada diretamente ao consumidor final, sem que haja intermediários neste processo e as mercadorias são vendidas em quantidades menores, ou seja, por unidades.

    Diferente do atacado que, normalmente, vende para pessoas jurídicas e/ou em grandes quantidades.

    A quantia vendida no varejo está de acordo com a demanda dos consumidores finais. Tais vendas acontecem em lojas, supermercados, feiras, entre outros. 

    A pessoa que compra no varejo busca consumir aquilo que comprou, já no atacado a pessoa busca comprar em grandes quantidades para revender no varejo.

    O impacto da pandemia no varejo brasileiro

    O varejo enfrentou e vem enfrentando um período muito difícil desde 2020. Com a pandemia, devido ao coronavírus, a rotina de todos os brasileiros foi afetada e atingiu em cheio a economia, principalmente as lojas de varejo.

    As pessoas evitam sair nas ruas, além de haver restrições que visam evitar aglomerações de pessoas. Com shoppings e lojas fechadas o impacto negativo no varejo foi enorme.

    Sem público para olhar suas vitrines, as empresas que não possuíam um bom capital de giro enfrentaram grandes dificuldades financeiras, chegando, em alguns casos, a fecharem suas portas. 

    Pesquisas afirmam que aproximadamente 75.000 lojas encerraram suas atividades em 2020. A crise no setor varejista chegou a, pelo menos, 62% dos lojistas.

    Diante deste cenário crítico, é preciso encontrar formas de inovar e fazer com que seu negócio continue vendendo e gerando receitas.

    Trabalhar com o digital não significa fazer transações no digital

    Como dito anteriormente, é importante apostar em um processo de vendas através da internet, ou seja, utilizar a internet para ajudar a vender mais, mas não necessariamente as transações precisam ocorrer no meio digital. 

    Muitas lojas não conseguem fazer essa conversão, principalmente aquelas com tickets mais altos, aquelas lojas que são 100% ponto de venda.

    A Lebes, por exemplo, baseia suas vendas nos relacionamentos interpessoais, apostando muito em seu time de vendas para que haja um atendimento de qualidade.

    O contato cara a cara ainda é um dos fatores em que a empresa presa muito para reter o cliente, proporcionando a eles uma boa experiência de compras.

    Buscam, ainda, constantemente, o crescimento coletivo, o bom relacionamento entre os funcionários e o respeito pelos mesmos e isso reflete de forma significativa no atendimento aos clientes.

    Isso mostra o sucesso da empresa que, cada vez mais, vem ampliando os seus negócios e abrindo mais lojas físicas, oferecendo oportunidades de crescimento aos seus colaboradores, fornecedores e parceiros.

    A Lebes presa tanto pelo relacionamento interpessoal que, em 2017, inaugurou a primeira Life Store, onde reúne cafeteria, restaurante e farmácia em sua loja.

    A intenção é oferecer aos seus clientes um novo modelo de compras, incentivando a sua ida até a loja e oferecendo um espaço onde pudessem obter novas experiências. 

    A estratégia da V4 para a Lebes

    A Lebes, fundada em 1956, na cidade de São Jerônimo no Rio Grande do Sul, tornou-se uma das principais lojas do comércio varejista do estado. 

    Atualmente, está presente em mais de 100 municípios, com 170 lojas espalhadas pelos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, contando com 1 milhão de clientes ativos e três mil funcionários. 

    A empresa possui um mix variado de produto, atuando em setores como moda infantil, feminina, masculina, calçados, acessórios, móveis, eletrodomésticos e tecnologia e revolucionou a história do comércio varejista gaúcho.

    O que fez a Lebes chegar onde chegou foram as vendas físicas e a internet serve para potencializar o poder de vendas da empresa.

    95% do PIB do varejo é, e provavelmente continuará sendo, as vendas físicas. A Lebes é a cliente que possui o processo de vendas através da internet mais completo da V4 Company. 

    Em sua campanha de Black Friday de 2020, a Lebes contou com a ajuda da V4 para fazer crescer as vendas no varejo.

    A V4 utilizou o on-line para divulgar a Black Friday da Lebes e levar até os consumidores as ofertas disponíveis, mas as compras foram realizadas nas dependências das lojas físicas. 

    Foram utilizadas chaves simples, mas que potencializaram muito os resultados da empresa.

    Foram considerados 4 aspectos importantes que fizeram do Black Friday da Lebes ser um sucesso em 2020 que são:

    Preparação

    Na verdade, a campanha foi um Black Month, um mês totalmente voltado para as promoções com diversas ofertas por semana. 

    A Black Friday feito, em apenas um dia, geraria aglomerações, o que não seria o recomendado neste período que estamos enfrentando.

    Houve um grande foco na produção de conteúdo para divulgar essas ofertas. A produção de conteúdo faz com que o negócio floresça de forma singular e diferente, sem deixá-la rebuscada demais.

    Logística

    O tráfego para o ponto de venda foi um dos pontos mais relevantes também da metodologia utilizada pela V4 neste processo.

    Bem se sabe que o Whatsapp é uma grande ferramenta para atrair clientes. O Whatsapp foi essencial para a Black Friday da Lebes, tanto por meio de grupos como com o contato 1 a 1 com o cliente.  

    Com os grupos no aplicativo, foi alcançado o público desejado para atingir o objetivo de fazer chegar as ofertas até os consumidores.

    No grupo, foram divulgadas as ofertas e a V4 auxiliou de forma ativa na aquisição de pessoas para o grupo bem como na gestão do mesmo.

    Hype/Atenção

    Black Friday é um evento já esperado pelos brasileiros. A maioria já sabe que produtos entrarão em oferta neste período, e esperam ansiosos pelo mesmo. Contudo, ainda esperam ser surpreendidos.

    É possível sim inovar utilizando uma ideia que aparentemente já está batida. Basta utilizar as estratégias certas.

    Com isso, outra estratégia importante utilizada pela V4 para fazer crescer as vendas no varejo durante a Black Friday da Lebes foi o hype, ou seja, a antecipação. É como o trailer de um filme que será exibido no cinema.

    Qual o papel do trailer para o cinema? É fazer com que as pessoas fiquem ansiosas pela chegada do filme, não é mesmo? 

    Fazer um hype, neste caso, foi levar as pessoas a esperarem muito para a Black Friday da Lebes acontecer. Toda semana era enfatizada esta estratégia para os consumidores.

    Para se destacar, foi utilizado a imagem do Rodrigo Faro como garoto propaganda para a campanha. 

    Isto foi um ponto que se conectou de forma significativa com o público-alvo, fazendo com que a mesma se destacasse dos concorrentes. Foram publicadas fotos de ofertas todos os dias para despertar o interesse do público-alvo. 

    Além do Rodrigo Faro como garoto propaganda, outro foco importante foram os gerentes digitais. A divulgação por meio das próprias lojas também foi fundamental.

    Escassez

    A escassez também foi outro fator importante utilizado pela V4 para fazer crescer as vendas na Black Friday da Lebes.

    Muito utilizada no momento de bombar as vendas, enfatizar que as ofertas possuem estoque limitado e que são destinadas só para aquele momento, a escassez foi uma estratégia crucial para despertar o interesse dos consumidores.

    Conclusão

    É notório o fato de que a Lebes conseguiu atingir altos patamares devido às suas lojas físicas que sempre priorizaram o bom atendimento e o relacionamento interpessoal entre funcionários e clientes.

    Oferecer uma experiência agradável na realização de uma compra trouxe ideias como a Life Store que, sem dúvida, revolucionou o comércio varejista no Rio Grande Sul.

    Ir até a loja, experimentar os produtos, tocá-los, ainda é uma experiência única e muito importante para muitos consumidores. Ainda mais se a loja proporcionar conforto em um ambiente agradável e com bom atendimento.

    A V4 Company buscou utilizar os 4 pilares que compõe seu próprio nome na estratégia para a Black Friday da Lebes em 2020. Vender o produto, vender para mais pessoas, vender mais vezes e vender pelo maior valor.

    Estratégias simples, mas de muita valia, que foram muito bem aplicadas, fez com que a empresa se destacasse diante de suas concorrentes.

    Sem dúvidas, a V4 conseguiu fazer história com essa Black Friday junto à família Lebes, deixando sua marca ao fazer crescer as vendas no varejo desta empresa. 

    Assim como a Lebes, você também pode ser assessorada pela V4 e começar a vender não pela internet, mas através da internet e ver seus negócios se destacando em meio aos seus concorrentes.