Author: V4 Company

  • O que podemos aprender sobre Marketing com o filme do Mc Donald’s

    O que aprendemos sobre Marketing com o filme do Mc Donald’s

    Filmes são sempre uma ótima forma de vivenciarmos um pouco da história de grandes empresas. Qual empresário ambicioso e preocupado com seu negócio que não olhou mais de uma vez “O Lobo de Wall Street”?

    Em 2016 foi lançado o filme “The Founder” ou “Fome de Poder”, como é chamado no Brasil. Ele conta a história da ascensão do McDonald’s, sendo uma empresa referência, quando se fala em escala. 

    Para se ter uma noção da grandeza dessa companhia: eles já atingiram $27 bilhões de faturamento anual e contam com mais de 37 mil pontos de venda. Tudo graças à visão de um dos empresários mais ambiciosos de todos os tempos: Ray Kroc.

    Ray Kroc e o McDonald’s

    O fundador “teórico” do McDonald’s é Ray Kroc, embora ele não tenha criado a marca. Na verdade, Kroc era um vendedor de máquinas de Milk Shake quando conheceu os irmãos McDonald, que criaram o modelo revolucionário de Fast Food capaz de preparar o lanche em 30 segundos. 

    Isso ocorreu em uma época em que a entrega de lanches era realizada em 30 minutos pelos drive-in’s, com garotas de patins entregando-os no carro. Kroc tinha 52 anos na época.

    Nesse momento, os irmãos McDonald desenvolveram um modelo operacional revolucionário, que ao invés de durar 30 minutos para preparar o lanche, preparava em apenas 30 segundos, o que foi um sucesso na cidade deles.

    Logo que teve contato com o modelo criado pelos irmãos, Ray teve a visão de que aquele modelo poderia ser muito escalado através do modelo de franchising, porém, os irmãos não tinham a mesma intenção. A visão deles era ter aquele negócio com excelência, e que a escala perderia qualidade e que por isso não era interessante para a marca.

    O desentendimento entre Ray Kroc e os irmãos McDonald’s

    Ray então convenceu os irmãos que ele assumindo essa nova operação de franchising conseguiria escalar sem perder qualidade, nem criar problemas e mais trabalho para os irmãos, porém, tudo seria aprovado por eles. 

    Além disso, Ray deveria ser subordinado à dupla McDonald. Todas essas regras ficaram definidas no contrato, porém, alguns pontos ficaram de fora.

    Ao longo da Jornada, Ray começa a se desentender com os irmãos McDonald’s, que limitaram as modificações do negócio. Por esse e outros motivos, Ray fez uma jogada jurídica e conseguiu criar uma empresa à parte.

    Assim, além de registrar a marca McDonald’s obrigando os irmãos a deixarem de usar o nome, desfez a parceria e assumiu o controle do negócio sem a dupla.

    O filme em apresenta uma ampla gama de ideias e reflexões que podem ser facilmente aplicadas no contexto dos negócios e do marketing, confira:

    1. Escolha bem seus sócios

    Embora muitos possam pensar que os irmãos McDonald’s sofreram um golpe, a verdade é que eles não tinham interesse em escalar o negócio e cometeram sérios erros administrativos, como não registrar a marca. 

    A grande lição da história está relacionada aos franqueados McDonald’s. Ray Kroc, que adquiriu a empresa, descobriu que vender franquias para investidores que apenas tinham capital não era eficaz, pois muitos não estavam dispostos a seguir as regras impostas pelo franqueador. 

    Então, ele decidiu vender franquias para pessoas que precisavam trabalhar no negócio e que nunca haviam empreendido antes, garantindo assim que as regras fossem seguidas à risca. 

    Ou seja, assim como no McDonald’s, definir bem o perfil do sócio é essencial para o sucesso do negócio, onde saber bem qual é o papel de cada um e quem tem a responsabilidade de tomar as decisões finais irá evitar muitos problemas.

    2. Envolva todos os stakeholders

    O filme do McDonald’s também traz uma importante lição sobre o perfil dos franqueados de sucesso, destacando a eficácia de casais trabalhando juntos no negócio. Isso se deve ao fato de que um casal com objetivos alinhados, aumenta as chances de prosperidade do franqueado. 

    Essa sincronia é fundamental, como destaca Flávio Augusto da Silva, um dos empresários mais admirados do Brasil. Em um vídeo em que responde perguntas sobre o assunto com sua esposa, Flávio enfatiza a importância de definir papéis claros para a equipe executiva e de ter a família envolvida no negócio. Seguindo essas orientações, os empresários podem aumentar as chances de sucesso do empreendimento.

    3. Hardwork e resiliência inteligente

    Nessa história, o que mais se destaca é a resiliência de Ray Kroc, que iniciou o negócio aos 52 anos e atingiu o sucesso somente aos 60 anos. Entendemos que a idade não deve ser uma desculpa para não empreender, e que persistir diante das adversidades é essencial para alcançar o sucesso.

    Para Kroc, não existe fracasso se você trabalhar duro sem desistir. A persistência é fundamental, mas é importante lembrar que persistir no objetivo é mais importante do que persistir em uma atividade específica. Se o objetivo é ser um grande empresário, é preciso mudar quando necessário e buscar novas formas de alcançar esse objetivo.

    O exemplo de Ray Kroc é citado para ilustrar esse ponto. Afinal, ele mudou a sua estratégia diversas vezes para alcançar o sucesso. Ele começou comprando franquias, mas quando percebeu que os royalties não eram suficientes, passou a comprar os imóveis onde as lojas estavam instaladas e a alugá-los para os franqueados. Dessa forma, sua empresa se tornou uma das maiores administradoras de imóveis nos Estados Unidos.

    Em resumo, além de resiliência, é preciso persistência e capacidade de adaptação para alcançar o sucesso nos negócios. Além disso, entendemos que a idade não deve ser uma barreira para empreender e que é importante ter clareza sobre o objetivo a ser alcançado e buscar novas estratégias para alcançá-lo.

    4. Ganhe mais com o mesmo negócio

    Muitos empresários acreditam que a única forma de aumentar seus lucros é vendendo mais produtos ou investindo em outros negócios. No entanto, Ray Kroc prova que há outras opções

    Quando se sentiu insatisfeito com o valor dos royalties que recebia, Ray não buscou aumentá-los nem estimular as vendas das lojas, mas sim reinventou o modelo de negócio ao comprar as propriedades onde as lojas eram instaladas. Dessa forma, ele passou a ganhar com o aluguel e valorização dos imóveis. 

    Esse exemplo mostra a importância da inovação e da busca por novas oportunidades de negócio para expandir os lucros.

    5. Seja ambicioso, ou alguém será por você

    Enquanto Ray Kroc mostrou uma grande ambição em expandir o negócio e criar um império de fast-food, a dupla McDonald não tinha essa mesma visão. Embora fossem trabalhadores e focados na qualidade, sua falta de ambição os levou a perder o negócio para Ray.

    A história serve como um alerta para empreendedores: se você não for ambicioso, alguém será por você e isso pode levar à sua destruição. Mesmo que você não esteja interessado em criar um império, é importante entender que a falta de ambição pode comprometer o sucesso do negócio a longo prazo.

    Porém, é importante distinguir entre ambição e ganância. Ser ambicioso significa ter uma visão clara e definida para o seu negócio, e buscar alcançá-la com determinação e planejamento. Já a ganância é um desejo excessivo de riqueza ou poder, que pode levar a comportamentos antiéticos e prejudicar o negócio a longo prazo. Aprender a equilibrar a ambição com valores éticos é fundamental para construir um negócio bem-sucedido e sustentável.

    6. A marca

    O filme traz um importante insight sobre a importância da marca para o sucesso de um negócio. No final do filme, Ray Kroc ressalta que o que os irmãos McDonald tinham era uma grande marca, referindo-se ao nome e ao símbolo icônico da empresa. Ele reconheceu o valor da marca e foi perspicaz em seu desejo de possuí-la.

    A identidade visual do McDonald’s é muito bem desenvolvida, com um nome forte e uma simbologia única e facilmente reconhecível. Ray Kroc entendeu isso e viu que a marca era um dos grandes pontos de sucesso do negócio.

    A lição para empreendedores é que a marca é um elemento-chave para o sucesso de um negócio. É importante entender os aspectos que tornam uma marca eficiente e replicá-los no seu próprio negócio. 

    Isso pode incluir o nome, a simbologia, as cores e outros elementos que criam uma identidade visual forte e reconhecível. Investir na construção de uma marca forte pode ser fundamental para diferenciar seu negócio da concorrência e garantir o sucesso a longo prazo.

    Como construir uma marca sólida no mercado com a V4 Company

    Assim como o McDonald’s, muitas empresas crescem e se tornam grandes referências em seus setores. Contudo, para atingir esse nível, é preciso passar por muitas etapas, incluindo a definição de estratégias de marketing digital.

    Além disso, essa é uma área onde a maior parte dessas empresas estão presentes. Logo, isso prova que o mundo digital não é apenas mais uma tendência passageira, mas algo que veio para ficar.

    Pensando nisso, a V4 Company – maior assessoria de marketing do Brasil – busca oferecer o melhor auxílio para empresas que buscam crescer e vender mais através do marketing digital. 

    O principal objetivo é vender o seu produto, vender mais vezes, vender para mais pessoas e vender pelo maior valor. E para isso, é utilizado o método V4, que consiste em 4 pilares: tráfego, engajamento, conversão e retenção.
    Assim, se você deseja expandir sua marca, atingir objetivos e vender mais, o serviço de assessoria de marketing da V4 pode te ajudar.

  • O que você precisa saber sobre Funil de Vendas

    A verdade sobre Funil de Vendas | VERDADE NUA E CRUA

    V4 Verdade Nua e Crua – 18/08/2017

    No Verdade Nua e Crua desta sexta-feira, os sócios da V4 Company, Dener e Daniel falam um pouco sobre a Funil de Vendas.

    Confira na íntegra o V4 Verdade Nua e Crua da sexta-feira, 18/08/2017.

  • Como você pode começar um Ecommerce

    Como começar um Ecommerce? | V4 Responde

    V4 Responde – Como planejar o marketing? – 16/08/2017

    Este episódio do V4 Responde traz uma entrevista com o Sócio Executivo da V4 Company, Guilherme Lippert. Embora novo, Guilherme já atua há pouco mais de três anos diretamente com projetos de implementação e gestão de E-commerces.

    Nessa entrevista, Guilherme fala dos principais falhas no processo de implementação de lojas virtuais, como contorná-las e gerir um canal de vendas online lucrativo.

    Se você estiver com alguma dúvida, não deixe de entrar em contato conosco, pois seu comentário pode ser nossa próxima pauta.

  • Por que o porta dos fundas fez piada com Netflix e Facebook

    Google bloqueia anúncios, Facebook lança “Netflix próprio” e Porta dos Fundos faz piada com marca | V4News

    V4 News 14.08.17

    O V4 News desta segunda-feira, 14 de agosto de 2017 fala da ferramenta de bloqueio de anúncios do Google, da nova plataforma de videos do Facebook, da última piada do Porta dos Fundos e de uma campanha colaborativa entre duas marcas do Rio Grande do Sul.

    Para começar, vamos falar do Ad Experience Report do Google. Basicamente é um AD Block (bloqueador de anúncios) que vai bloquear anúncios irritantes, veiculados pela própria ferramenta de anúncios  do Google. Os fatores que determinarão o que é um anúncio “irritante”, serão aqueles que influenciam muito na experiência de navegação do usuário.

    A partir disso, o Google irá notificar os sites que promovem estes tipos de publicidade. O esperado é que os sites modifiquem a maneira que veiculam esses anúncios a fim de colaborar para que não percam tráfego e continuem a monetizar sua audiência através de publicidade.

    Outra novidade muito interessante é o Facebook Watch. O Watch é uma nova plataforma de vídeos dentro do Facebook que oferecerá  uma programação de audiovisual inédita. Esse é mais um esforço para o Facebook se tornar ainda mais competitivo pela audiência. Dessa maneira, o Facebook pode ser tornar uma alternativa ao conteúdo do Youtube e também do Netflix.

    Na programação, estão programas com a curadoria da NASA, reality show com o Rapper NAS, programas de cobertura das ligas americanas de Futebol (soccer) e Basquete, entre alguns outros conteúdos voltados à jovens e adultos.

    Na última semana o canal de humor Porta dos Fundos fez uma piada com o mercado publicitário com tema “Branding”. No vídeo, uma banquinha de cachorro quente complexifica todos os ingredientes do seu cachorro, numa tentativa de qualificar seu produto. O resultado é que na prática, nada muda, mas o preço do produto sobre quase seis vezes.

    Essa piada é um exemplo de algo que a V4 Company já pontuou diversas vezes. Muitas vezes o mercado publicitário torna muito mais complexo, algumas coisas que devem ser simples, de maneira à aumentar a percepção de valor do que está sendo proposto.

    Por fim, o V4 News traz a experiência de empresas gaúchas que fizeram uma campanha publicitária colaborativa. A parceria aconteceu entre a barbearia La Mafia e a rede de lojas de roupas masculina Aduana. O mote da campanha é “Do colarinho pra cima é tudo com a La Mafia Barbearia, do colarinho pra baixo é tudo com a Aduana.”

    Esse é um ótimo exemplo de como duas empresas que oferecem serviços e produtos complementares à um mesmo público podem unir forças para uma campanha de aquisição de clientes. A campanha contou com uma peça audiovisual e segundo Michael, dono de uma franquia La Mafia, essa campanha tem sido bastante produtiva.

  • A verdade sobre todas as Técnicas de Venda

    A verdade sobre Técnicas de Venda | VERDADE NUA E CRUA

    V4 Verdade Nua e Crua – 04/08/2017

    No Verdade Nua e Crua desta sexta-feira, os sócios da V4 Company, Dener e Daniel falam um pouco sobre o papel do profissional vendedor no processos de venda.

    Confira na íntegra o V4 Verdade Nua e Crua da sexta-feira, 04/08/2017.

  • A verdade sobre as Vendas Automáticas

    A verdade sobre Vendas Automáticas | VERDADE NUA E CRUA

    V4 Verdade Nua e Crua – 11/08/2017

    No Verdade Nua e Crua desta sexta-feira, os sócios da V4 Company, Dener e Daniel falam um pouco sobre a possibilidade ou não de colocar suas vendas no “piloto automático”.

    Confira na íntegra o V4 Verdade Nua e Crua da sexta-feira, 11/08/2017.

  • Como vender mais para os seus Leads?

    Como vender para os seus Leads?

    Talvez você esteja conseguindo gerar até uma boa quantidade de Leads, mas o problema começa na hora de converter essas oportunidades em vendas.

    Muitas empresas que ingressaram agora no Marketing Digital tem tipo esse problema, e hoje vou te mostrar alguns pontos cruciais para vender mais para os seus leads.

    VOCÊ TEM CERTEZA QUE SABE O QUE É UM LEAD?
    É importante deixar claro o que é o lead antes de seguirmos. O mais popular é aquela oportunidade de vendas que se cadastrou para pedir um orçamento do seu produto ou serviço, mas não é só isso. Lead também é quem adiciona o produto de um ecommerce no carrinho, emite um boleto mais ainda não pagou.

    Todos esses são oportunidades de negócio, são leads. Muitas pessoas chamam os contatos que baixam um conteúdo em seu site como lead, nós não. Para nós pessoas que baixam um conteúdo é um usuário adquirido, mas não um lead, porque ele ainda não é uma oportunidade de negócio, ele não demonstrou que quer comprar seu produto ainda.

    Essa clareza do que é um usuário adquirido e o que é um lead é um dos motivos que faz você não converter tantos leads em vendas, talvez você esteja considerando todo usuário adquirido como um lead, mas não, se eu apenas baixei um ebook seu, isso não quer dizer que eu quero comprar algo, a probabilidade de vender para mim diminui bastante.

    Então, a primeira coisa que você pode fazer é não focar tanto em aquisição de usuários, investir mais em estratégias de Marketing Direto onde quem se cadastra realmente quer um orçamento, um atendimento, ou seja, demonstrou maior interesse em comprar.

    O LEAD DO ECOMMERCE

    Muitos gestores de E-commerce estão investindo em estratégias de Inbound Marketing com aquisição de usuários através de ebook, mas dificilmente convertem esse usuário em uma venda. Caso você esteja nessa posição, o que eu indico é que você foque nos seus Leads, não nos usuários adquiridos, seus leads são quem colocou seu produto no carrinho e não comprou e principalmente quem tentou pagar e não conseguiu, seja por limite de cartão ou perdendo o prazo do boleto.

    Muitos E-commerces não conseguem faturar 50% dos seus pedidos, devido à falta de atenção a esses Leads que já demonstraram uma grande intenção de compra.

    Um exemplo muito bom que lida bem com essa questão é a FastShop. Recentemente um colaborador da V4 tentou comprar um celular no site e não foi aprovado por falta de limite no cartão de crédito, em menos de três horar um colaborador da FastShop ligou para ele com a situação clara e com uma solução, comprar com dois cartões. Indicou como o colaborador poderia fazer a transação e conseguiu converter o lead em uma venda.

    Esse case exemplifica muito bem a efetividade do atendimento por telefone aos seus Leads. Muitas empresas geram muitos leads mas não tem uma equipe qualificada para atender esse contatos e tornar essas oportunidades uma venda. A Atlas elegeu 21 dicas pra você acelerar as vendas do seu e-commerce, veja aqui, vale a pena conferir também.

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    Caso você não esteja convencido a investir numa equipe para vender para seus leads. Indico que você escute o Podcast da V4 onde em um dos episódios eu converso com Maurício Bastos, head de e-commerce da Arezzo. Ele conseguiu em 5 anos levar a Arezzo de R$1Milhão ano de receita para R$100Milhões ano, ele aponta que um dos pontos chaves para isso ter acontecido foi o investimento em uma equipe para atender os clientes.

    Escute o podcast aqui.

    LEADS QUENTES PARA PRODUTOS E SERVIÇOS COMPLEXOS

    Um erro para quem trabalha com produtos e serviços complexos, negócios que sempre vão necessitar de um atendimento do lead, como por exemplo imóveis, carros ou softwares. Um dos principais aspectos responsáveis pela baixa conversão do Lead é o processo para a geração dele, que acaba sendo pouco efetivo no momento de aumentar a percepção de valor em relação a oferta.

    O que vai fazer o seu lead ser mais qualificados nesses casos é tudo que acontece antes da conversão. Se o cliente se cadastra muito rápido, por um oferta de preço por exemplo, ele vai estar menos convencido a comprar, pois a percepção de valor não foi elevado.

    É pertinente trabalhar para aumentar a percepção de valor do cliente antes de vender para ele. Você vai conseguir fazer isso usando algumas estratégias, como por exemplo mostrar cases de clientes que tiveram sucesso com o produto, mostrar a garantia do seu produto, evidenciar o problema que o cliente tem e o quanto isso pode ficar mais grave se ele não adotar sua solução, tudo isso, sempre, antes de falar de preço.

    TEMPO É DINHEIRO, VOCÊ SABE DISSO

    Um erro muito comum com os clientes em fase inicial da implementação do processo de vendas com a internet aqui na V4, é demorar muito para atender um Lead. Lembre-se que muitas vezes esse Lead não estava procurando por sua solução quando se cadastrou, ou se estava, também se cadastrou em outras. Por isso você precisa ser o primeiro a ligar/contatar ele, o quanto antes você fizer isso, mais “fresco” na memória sua oferta vai estar, e com isso, as chances de conversão aumentam.

    NÃO JULGUE O LEAD

    Em treinamentos de vendas é muito comum aprendermos a não julgar o bolso do cliente, com o nosso próprio bolso. Na hora de atender o lead, essa regra tem que estar clara para sua equipe venda.

    Muitas vezes em casos de Leads B2B de uma pessoa com baixo nível hierárquico ou quando um cliente não aprova o limite do cartão em um e-commerce, naturalmente se pensa que essa pessoa não tem potencial de conversão, mas isso pode ser um grande erro.

    Como no exemplo que escreve sobre a compra na Fast Shop, o nosso colaborador não tinha limite em um cartão, mas teria em dois, porem essa opção não era de fácil acesso no site, com o atendimento eles conseguiram realizar a venda.

    Outro exemplo é em uma estratégia B2B, o lead gerado é de um analista, teoricamente com baixo poder de tomada de decisão, mas já aconteceu desse analista ser filho do fundador da empresa, com alta influencia no principal tomador de decisão.
    Então nunca julgue um Lead, atenda todos o mais rápido possível com o máximo de excelência.

    SCRIPS= LIXO

    O script de vendas é desenvolvido para ser um aliado no processo de vendas, mas muitas vezes se transforma no motivo do problema de conversão. Isso porque a principal questão que o vendedor tem que ter em mente na hora de fazer o atendimento, não é o que ele vai falar, mas sim em escutar.

    O Script faz o vendedor ficar ansioso para “cuspir” a oferta para o cliente, isso é um erro. O vendedor precisa escutar os problemas do cliente, mostrar afinidade e preocupação, caminhando por um processo consultivo e tranquilo, só depois disso partir para a oferta.

    Essas são algumas das dicas que eu quero passar para você conseguir melhor seu processo de atendimento dos Leads, você pode saber um pouco mais assistindo o vídeo abaixo:

  • Renault vende online e Nubank paga contas para você | V4 News

    Renault vende online, Nubank paga contas para você e Spotify vai lançar podcasts originais | V4 News

    V4 News 07.08.17

    O V4 News desta semana traz novidades da Renault que lançou um modelo especificamente para vender pela internet, também falamos de novidades no algoritmo do Facebook, abordamos um novo programa para clientes Nubank e também trouxemos a notícia que o Spotify irá investir em novos podcasts.

    A montadora francesa Renault lançou um novo modelo que será vendido exclusivamente pela internet, o Renault Kwid. A estratégia da Renault é aumentar seu marketshare no mercado brasileiro, para isso desenvolveu este novo modelo com o preço chamativo de R$29,999. Dessa maneira, se torna um dos carros mais barato do brasil, sendo competitivo aos principais competidores, o Fiat Mobi e o Cherry Q. Além disso, até o fim do ano, a única maneira de adquirir um Kwid é pela internet.

    O Facebook revelou que está fazendo novas mudanças em seu algorítmo e a partir de agora, links que levam para sites com baixa velocidade de carregamento ganharão menor alcance. Fique atento, pois um fator que já é super relevante para sua estratégia de SEO, agora também será relevante para você trazer usuários do Facebook para seu ambiente digital.

    Outra notícia interessante, é o programa Rewards da Fintech Nubank. Em uma estratégia simples de retenção, a Nubank oferece pontos para os usuários que mais utilizam seu serviço, estes pontos podem ser utilizados para abater despesas no cartão de crédito, inclusive despesas antigas. Para utilizar este serviço, o usuário pagará uma anuidade, ou mensalidade. Acesse a notícia e entenda se vale a pena para você.

    Por fim, o Spotify recentemente anunciou que atingiu a marca de mais de 60 milhões de usuários Premium (pagantes). Com isso, a plataforma decidiu que vai entrar no mercado dos podcasts. Os podcasts foram uma aposta da apple e o principal canal para ouvir podcasts continua sendo o aplicativo nativo do IOS. Agora, o Spotify entra nessa disputa trazendo novos podcasts exclusivos da sua plataforma.

  • Como fazer um E-commerce que Vende Muito

    Como fazer um E-commerce que VENDE?

    Hoje em dia se ouve bastante de que ecommerces são o futuro, que eles vão ser a causa do fim do varejo físico entre várias outras coisas. Uma pergunta que muitas pessoas nos fazem é: Como fazer um E-commerce que VENDE!? Bom, estou aqui hoje para te responder essa pergunta, trazer problemas que a minha experiência mostrou serem comuns (assim você evita erros básicos) e também para dar algumas dicas valiosíssimas!

    Vamos lá! 🙂

    Eu trabalho com e-commerces já fazem mais de 3 anos, durante esses anos eu já implementei, ao lado da V4, uma série de e-commerces, acredito que o mais notável foi um projeto em que o e-commerce de nosso cliente faturava em torno de R$5.000 e, em poucos meses, nós conseguimos alavancar as vendas desse respectivo cliente para mais de R$300.000!

    Com essa experiência eu tenho algumas coisas que posso afirmar, desde erros até acertos em cheio que podem fazer a diferença na hora de montar um e-commerce LUCRATIVO!

    Quais os principais erros?

    Quando falamos de e-commerces, muitas vezes as pessoas começam a pensar em certas partes mais básicas: “Eu preciso de um site bonito!”, “Preciso ter em primeiro lugar uma plataforma top”, entre várias outras coisas.

    Porém, eu posso afirmar que existem 3 erros principais que a maioria das pessoas que querem começar um e-commerce cometem!

    Vamos a eles:

    1º – Tráfego

    Muitas vezes se pensa em tráfego apenas depois de ter decido (ou até feito e pago) qual site a empresa vai utilizar, qual plataforma, checkout entre várias outras partes técnicas de um e-commerce, porém, quando se pensa em como montar uma loja virtual, o primeiro ponto que deve ser pensado é o TRÁFEGO!

    Se você não tem tráfego, ou seja, pessoas visitando o seu site, é a mesma coisa que se você tivesse aberto uma loja no deserto, basicamente ninguém vai passar na frente da mesma, gerando prejuízo e forçando você a fechar a sua loja. Na internet não é diferente! Se você não tiver tráfego no seu site, não vai importar a qualidade do mesmo, a qualidade dos produtos nem mesmo as promoções incríveis que você venha a ter, vai ser uma loja no deserto.

    2º – Sistema

    O segundo problema, também muito comum, é de que muitas empresas quando vão começar um e-commerce, acabam não investindo em um sistema efetivo, fazendo com que muitas partes automatizáveis se tornem uma dor de cabeça imensa, além de uma perda de tempo e dinheiro.

    Mas quais são essas “partes automatizáveis”? Basicamente em um e-commerce, uma das partes que você tem que estar muito otimizada é a parte de ESTOQUE.

    Se você não possui um estoque organizado, você vai acabar tendo dores de cabeça com a entrega do seu produto e muitas reclamações de clientes. Se você trabalha com uma loja física, por exemplo, você vai ter que ter um sistema que consiga integrar a(s) sua(s) loja(s) com o seu e-commerce, se não você vai ter que ficar todos os dias revisando o estoque de todas as lojas para bater com o e-commerce, o que é INVIÁVEL!

    Tendo um sistema que integre seu estoque você irá evitar esses problemas, automatizando a atualização do estoque, entrada e saída de produtos, cadastramento facilitado, entre outras facilidades!

    3º PÓS-VENDA

    No cenário de academias é muito comum se falar de retenção, fazendo com que o aluno fique mais tempo na sua academia e assim você consiga lucrar mais em cima de um cliente, no e-commerce nós também temos o problema da retenção.

    Principalmente para empresas que estão entrando agora ou que pretendem entrar, a questão da retenção é um tópico importantíssimo, por que quando você é novo, com certeza precisará utilizar de estratégias de tráfego pago, fazendo com que a primeira venda de um cliente muitas vezes apenas se pague, gerando assim uma operação que não dá lucro e que, algumas vezes, começa dando prejuízo.

    Mas como que você poderá evitar esse problema e ter uma operação realmente lucrativa?

    A principal resposta é: PÓS-VENDA! Um pós-venda bem otimizado faz com que você consiga ter lucro, basicamente, quando nós falamos em pós-venda, estamos querendo falar literalmente de um telemarketing focado em vender mais uma vez para um cliente. Se você consegue vender duas, três, quatro vezes para um mesmo cliente você começará a ter LUCRO!

    Para você entender um pouco melhor, vamos citar o case da Arezzo (do qual temos um podcast com o diretor de Marketing, clica aqui):

    Toda a operação online da Arezzo faturava em torno de R$1 MILHÃO por mês, no podcast o Maurício Bastos, diretor de Marketing da Arezzo conta que, um dos principais fatores para começar a lucrar mais foi o pós-venda, ele conta que aumentou muito o time de telemarketing dele por que o mesmo sabia do potencial de uma operação com um pós-venda qualificado. O resultado? A Arezzo passou a faturar R$100 MILHÕES por ano! Incrível, né?

    Esse é o poder do pós-venda, e a gente recomenda muito que você utilize o mesmo, seja no seu futuro e-commerce e na sua empresa em geral!

    Esses são os 3 principais erros que nós da V4 identificamos, porém existem vários outros, dos quais você pode alguns deles no site do E-commerce Brasil, nesse artigo do Vinicius Amoroso, e nesse aqui do Guia de E-commerce!

    Agora que você já sabe os 3 principais erros que as empresas cometem na hora de montar um ecommerce, eu vou te dar

    3 DICAS PARA VOCÊ MONTAR UM E-COMMERCE QUE VENDE!

    A primeira dica que eu vou dar está totalmente relacionada ao primeiro problema que as empresas tem na hora de montar um e-commerce, ela será sobre tráfego!

    Aqui vou mostrar 3 maneiras com que você poderá gerar tráfego para seu e-commerce.

    Para gerar tráfego para um e-commerce você terá, basicamente, três maneiras: Tráfego direto, tráfego pago e Marketplaces.

    Vamos começar pelo tráfego direto, se você já tem uma marca consolidada, uma loja física que já faz sucesso, provavelmente você tem buscas pela sua marca diariamente nos mecanismos de busca. Se você não tem um e-commerce ainda, significa que você está perdendo possíveis clientes que gostariam de comprar seus produtos online, o que é um problema, não é mesmo? O tráfego direto é exatamente isso, são aquelas pessoas que buscam por sua marca ou empresa nos mecanismos de busca.

    Você pode utilizar as ferramentas que o próprio Google te dá para descobrir se sua marca e/ou produto possuem buscas mensais, descobrindo assim se o tráfego direto pode ser uma opção para o seu e-commerce!

    A segunda maneira é utilizando o tráfego pago. O tráfego pago consiste em você comprar acessos para o seu site, essa maneira é muito utilizada por todos os e-commerces (ou pelo menos os mais lucrativos!), basicamente você vai utilizar uma ferramenta como Google Adwords ou o Facebook Ads para fazer com que seu site tenha tráfego.

    Se você utilizou a dica de pesquisar as palavras relacionadas ao seu serviço ou produto, você pode também utilizar o tráfego pago para se aproveitar dessas buscas! Fazendo com que seu e-commerce fique em primeiro lugar nos resultados do Google, relacionados à sua empresa.

    E ainda poderá utilizar, por exemplo, anúncios do Facebook, pegando pessoas que estão navegando na rede social e trazendo para o seu site, assim você estará trazendo TRÁFEGO para seu site!

    terceira maneira seriam os MarketPlaces: provavelmente você já notou que, em grandes sites como Submarino, Americanas ou Walmart, você muitas vezes está comprando de outros vendedores dentro destes sites. É basicamente isso que é um marketplace, são grandes marcas que disponibilizam os e-commerces delas para que você venda os seus produtos, utilizando o tráfego qualificado destas grandes marcas e não necessitando, em um primeiro momento, de ter um e-commerce já montado!

    Partindo agora para a SEGUNDA DICA, vamos falar um pouco mais sobre a plataforma: para continuarmos em sequência à última dica, um ponto muito importante da sua plataforma é que ela seja integrada com os marketplaces. Plataformas como Loja Integrada, VTEX, EzCommerce e Moovin, por exemplo, são plataformas que já possuem uma integração nativa com os marketplaces, fazendo com que você possa utilizar essa fonte de tráfego facilmente, apenas precisando negociar sua entrada nos mesmos!

    Esse post  do blog “Universo Marketplace” da Olist falou muito bem sobre Como entrar entrar e vender em marketplaces, se você pensa em utilizar essa forma de tráfego, vale a pena ler esse artigo também!

    Mas, ainda sobre plataforma, ela ser integrada não é a parte mais importante, fora isso, você tem que buscar uma plataforma que seja muito bem otimizada, para que seu cliente não tenha problemas na hora de fazer as compras e navegar pelo site.

    Além de otimizada, quando você for pensar em layouts, você precisa pensar também em UX, User Experience (temos um artigo sobre 5 conceitos de UX que pode te ajudar, clica aqui). Se o seu cliente não tem uma navegação fluída e amigável, você vai ter problemas de bounce altíssimos! Mesmo que você não tenha um bounce muito alto, a probabilidade de que seu cliente desista em alguma parte mais truncada da plataforma é IMENSA! Para um cliente desistir da compra, basta que ele não encontre um botão facilmente ou não tenha alguma informação do serviço/produto, isso vai fazer ele ir embora, diminuindo sua conversão!

    Por último mas, definitivamente não menos importante, a gente entra na parte de CHECKOUT: Um checkout que funciona faz toda a diferença, infelizmente nós temos muitas fraudes nos e-commerces, o que faz com que você precise de um checkout que seja preparado para evitar chargeback, além disso, você vai precisar que esse mesmo checkout seja simples, rápido e, preferencialmente, que te ofereça opções de upsell/crossell!

    Um bom exemplo de checkout é o da VTEX, que possui a patente global SmartCheckout, tendo um checkout que você precisa apenas do seu e-mail para finalizar uma compra, facilitando muito para o seu cliente, aumentando ainda mais a sua conversão!

    Outro ponto interessante é que a sua plataforma forneça todas informações de cada cliente, para que você consiga saber se algum cliente seu deixou um carrinho abandonado, por exemplo, e para que você possa trazer o cliente de volta (pós-venda!).

    Agora indo para a TERCEIRA E ÚLTIMA DICA que eu vou trazer nesse artigo: Ter um bom ERP, tão importante quanto as duas últimas dicas é ter um bom ERP e que seja integrado com a sua plataforma!

    Na minha experiência, TODAS as empresas que nós implementamos um e-commerce precisaram ou implementar um ERP ou trocar para um que tenha a possibilidade de integrar com a sua plataforma. E quando eu cito todas as empresas, eu quero dizer que desde as pequenas empresas até as com mais lojas e bem maiores precisaram disso, as vezes tornando um custo bastante alto para uma mudança, porém se mostrou super útil imediatamente.

    E se você acha que pode começar sem um ERP integrado, você pode, porém espere que você terá uma dor de cabeça imensa, eu pessoalmente implementei um e-commerce que não era integrado, e pior, era um e-commerce de MODA! Para você ter uma noção, a gente passava basicamente dias inteiros cadastrando produtos e suas respectivas variações, UM POR UM, centenas e centenas de produtos, tudo à mão, aí que nós notamos a importância de um ERP integrado!

    Mas não é apenas por isso que você precisa de um ERP integrado (eu acredito que já é motivo o suficiente, mas vamos aos próximos problemas que não ter o mesmo podem causar):

    Eu citei acima que a gente tinha que cadastrar produto por produto certo? Agora imagine você ter que ligar para CADA UMA das suas lojas e conferir CADA UM dos produtos no estoque de cada uma das lojas. Impossível, né?

    Um ERP integrado com o seu e-commerce e, obrigatoriamente, com suas lojas físicas vai fazer com que, caso um produto específico, de um tamanho e cor específicos, seja vendido em uma das suas lojas, o ERP vai entender isso e vai tirar do ar esse produto específico e também tirar do sistema das suas outras lojas.

    “Mas Guilherme, não tem como fazer sem essa integração?”, claro que tem! Basta você ter um estoque separado para o seu e-commerce, mas eu acho que você não quer investir em um estoque separado para uma operação iniciante, quer?

    Mas se você vai fazer isso, prepare-se para ter que cadastrar os seus produtos um a um e ter que tirar do ar cada produto que você vender.

    Mas fora tudo isso, digamos que você tenha pessoas para fazer isso todos os dias, 24 horas, 7 dias por semana (que eu duvido muito que tenha), onde que isso pode vir a se tornar um problema?

    Na hora de entregar o seu produto, quando você não tem um ERP, tudo vai se tornar manual, fazendo com que, se alguém errar, você tenha ou que estornar seu cliente ou entrar em contato com ele para oferecer algo diferente.

    O que isso vai gerar? Desconfiança e reclamações, fazendo com que seu e-commerce perca credibilidade. Você já deve ter ouvido que ainda existem diversas pessoas que tem medo de comprar online,  porém essas pessoas hoje são uma minoria, o problema que isso vai gerar é que, hoje em dia, as pessoas estão buscando cada vez mais sobre as lojas antes de comprar (e tendo ferramentas cada vez melhores para isso. Sim, estou falando do Reclame Aqui). Se você não tiver uma boa nota no E-bit e poucas reclamações (e as poucas resolvidas), isso vai diminuir sua credibilidade, fazendo você perder vendas!

    E agora, para finalizar, eu preciso reforçar um ponto: PÓS-VENDA!!!!

    Você, depois desse artigo, tem ainda mais interesse em montar um e-commerce? ÓTIMO! Mas eu recomendo, MUITO, que você comece com alguém focado no pós-venda, nem que seja apenas um estagiário! Você vai se lembrar de mim quando o seu pós-venda for uma das suas principais ferramentas de conversão! 😉

    Tem algumas duvidas sobre o pós-venda? Confere esse artigo do site Curso de E-commerce, vale a pena!

    Depois disso tudo você ainda tem alguma dúvida de que e-commerces são boas operações, ou que são lucrativos?

    Confere esse artigo do Saia do Lugar que fala mais se vale a pena abrir um e-commerce?

    Por esse artigo é isso pessoal, comentem aqui embaixo o que vocês acharam deste conteúdo, até a próxima! 😉

  • A Crise no Varejo, novidades no Messenger e na V4 | V4 News

    Crise no Varejo, novidades no Messenger, e novidades na V4 | V4 News

    V4 News 31.07.17

    O V4 News de hoje traz várias novidades. A partir desta semana o Canal do Youtube da V4 terá vídeos todos os dias da semana, então a partir desta edição, o V4 News será ancorado por Daniel Grudzinski, sócio da V4 Company.

    Semana passada, Jeff Bezos foi anunciado como o homem mais rico do mundo, e logo deixou de ser. Isso aconteceu por causa da publicação dos indicadores financeiros da Amazon no último quarter. Isso gerou uma valorização das ações da Amazon que deixou Bezos em primeiro lugar. Embora o mercado não manteve o indicador e no mesmo dia, voltou a ser o segundo na lista dos mais ricos.

    O Facebook anunciou a versão 2.1 do aplicativo de mensagens instantâneas, o Messenger. A novidade é que essa atualização abre maiores possibilidades de desenvolvimento para a o aplicativo. Agora, empresas e marcas terão ainda mais chance de explorar as possibilidades de interação com seus público.

    Atualmente já é possível utilizar o Messenger para engajar e gerar vendas, assista o V4 Responde sobre chatbots e entenda melhor como isso funciona.

    Outra pauta importante é sobre o volume de usuários do Whatsapp. Em 2016, mensalmente o aplicativo já contava com a utilização por 1 bilhão de pessoas. Agora, esse é o indicador de um dia: 1 bilhão de pessoas utilizam o Whatsapp todos os dias.

    Se você ainda não utiliza o Whatsapp para fins comerciais, é hora de começar! Dentre muitas das maneiras de interagir remotamente com o seu público, o Whatsapp é uma das mais próximas. E aqui vai uma dica preciosa: atualmente é possível gerar conversas de whatsapp sem divulgar seu número.

    Isso simplifica muito: ao invés do seu cliente ter que adicionar o contato e começar uma conversa, você pode gerar um link para que ele clique e seja direcionado para uma conversa, sem que ele tenha que adicionar o contato antes. Clique aqui e entenda como isso funciona.

    Além disso, outra notícia da pauta é o aniversário do Mercado Livre , que no dia 02 de agosto completa 18 anos. Surgiu em 1999 como uma startup e hoje é uma gigante do ecommerce mundial. É o oitavo ecommerce mais acessado e um dos 50 websites com mais pageviews do mundo.

    De outro lado, nos Estados Unidos o varejo sofre com o fechamento de lojas físicas e baixos indicadores de visitação ao PDV. São estimadas que 9 mil lojas fechem as portas este ano, desempregando quase 10 mil americanos todos os meses. Atualmente, 18% de todo o varejo já acontece em ambiente digital. Neste cenário, o único indicador que mantém o mercado é a aquisição da Whole Foods pela Amazon. A Whole foods é uma das maiores redes de alimentos saudáveis e foi comprada há algumas semanas, por mais de US$ 13 bilhões.

    Isso somente mostra que o perfil de consumo está mudando. Nos Estados Unidos essa mudança já é latente no dia a dia do americano. Aqui no Brasil, estamos começando a perceber estes sinais. Conforme abordado no quadro Verdade Nua e Crua, aqui da V4 Company na última sexta-feira.

    As empresas que não entrarem no ambiente digital vão morrer. Isso não é uma previsão, é uma realidade. É questão de tempo. No momento, os inteligentes estão criando estratégias OMNICHANNEL, que significa estar disponível ao cliente em todos os canais disponíveis, sejam eles quais forem.

    O próprio V4 Cast com Maurício Bastos, diretor de Ecommerce do Grupo Arezzo&CO, já falava disso e mostrou como isso fez a diferença para a Arezzo, que em 5 anos cresceu seu faturamento online de 1mi/ano para 100 milhões/ano.