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  • Vendas online: O coronavírus não é um impasse | V4 News

    Vendas online: Coronavírus não é um problema | V4 News

    Se neste momento você está preocupado(a) com o coronavírus, já pode ir se acalmando, ele não é uma ameaça como a mídia está dizendo.

    Como profissionais de Marketing e publicidade, nós sabemos que o dever da mídia é dar muito destaque para assuntos que chamam atenção da sua audiência. Um gatilho mental muito forte utilizado por parte dos veículos em massa, é o medo. 

    Quando o medo é colocado em pauta, no viés cognitivo da mente humana, ele funciona como um gatilho de sobrevivência, o que torna tudo mais intenso e por este motivo chama tanta atenção.

    Se formos mais cautelosos em relação ao coronavírus e pesquisarmos o que é o vírus, veremos que não é algo muito alarmante. Já sabemos que nas últimas décadas, de tempos em tempos aparecem na mídia, “grandes vírus” que se espalham com muita facilidade.

    A grande questão do coronavírus é a facilidade de infectar outras pessoas, ou seja, ele se espalhar muito rápido, entretanto, ele não é considerado um vírus de alta chance de mortalidade, segundo médicos especialistas, ele é como um vírus da gripe.

    A taxa de mortalidade está ligada a pessoas que já estão doentes por outros motivos e também em idosos com idade mais avançada. Um pessoa mais jovem e sem doenças graves não se encaixam nesse índice.

    O que estamos vivenciando, é o efeito manada em cima de questões midiáticas do coronavírus. A exemplo, temos os efeitos da bolsa de valores que está em queda. Muitos dos brasileiros que entraram na bolsa nos últimos 3 anos, não tem experiências e estão lá por causa do marketing, e além disso, os mesmos ainda não haviam passado por uma grande queda da bolsa, o que por efeitos midiáticos, acabam retirando seus investimentos da renda variável por medo, perdendo assim bastante dinheiro.

    Na história, e com um pouco de pesquisa e dados, é fato que nos próximo meses a bolsa de valores irá se recuperar e voltará a sua normalidade. Questões de queda, por motivos como este, são normais dentro dos investimentos de renda variável.

    O ponto chave como cientistas do marketing, é que devemos entender que nunca será apenas por um motivo, ou seja, a queda não se dá somente por causa do coronavírus. Existem uma série de outras questões de mercado, para que isso aconteça, como a mão do estado, por exemplo.

    Em resumo, as grandes conclusões que podemos retirar dessa situação são: sim é uma questão midiática, o coronavírus é mais uma oportunidade para os veículos em massa ganharem audiência; o reflexo da queda na bolsa de valores é natural; E que o mercado tende a regularizar os indicadores e dados dos investimentos de renda variável ao longo do tempo.

    Quer saber mais sobre o coronavírus NÃO ser uma ameaça? Confira nosso vídeo no canal da V4 Company, com nosso CEO Dener Lippert, no quadro V4News. Confira o vídeo completo clicando na imagem abaixo:

  • A Verdade Nua e Crua sobre a estratégia de Voice Marketing

    A Verdade Nua e Crua sobre Voice Marketing

    Nos Estados Unidos (EUA) o voice marketing já é uma realidade, mas as pesquisas por voz, ainda são uma crescente aqui no Brasil.

    Perante toda nova tendência de mercado, nós da V4 Company, ficamos um pouco receosos em apostar 100%. Entendemos que é normal do ser humano querer estar sempre a frente de novidades e tendências que o mercado está disponibilizando naquele determinado momento, principalmente quando se trata de tecnologia.

    Entretanto, na prática e por experiência própria, vemos 96% dos negócios não executarem nem o básico para uma boa gestão, quem dirá utilizarem novos canais do marketing digital. Essa é uma ressalva que devemos fazer para você, antes de seguirem novas tendências, certifiquem-se que o básico para uma boa gestão está sendo feita.

    PESQUISA POR VOZ.

    Este já é um recurso consolidado fora do Brasil. O voice marketing é mais um canal a ser explorado e que pode trazer ainda mais resultados no faturamento do seu negócio.

    No Brasil o voice marketing ainda é visto como uma novidade, sendo pouco utilizado pelos consumidores e organizações. Contudo, gestores que visam o futuro de médio e longo prazo, já enxergam este canal como grande promissor para gerar ainda mais vendas e criar novos negócios.

    Para nós profissionais de marketing, esta tecnologia tem total influência no momento de se fazer o SEO (Search Engine Optimization) dos seus conteúdos online, já que este é um mecanismo de busca por voz.

    No cenário internacional, as chamadas assistentes por voz, como a Alexa da Amazon ou a Siri da Apple, já estão inseridas nos lares de muitas famílias, assim como organizações.

    Este tipo de dispositivo já é um incentivo constante por parte de grandes negócios como a Amazon, por exemplo. Praticamente não custa nada você ter uma assistente Alexa em casa.

    O grande ponto aqui, é entender que o mecanismo de busca por voz, em navegadores como o Google, já vem sendo utilizados por Brasileiros e visto por gestores como um novo canal de vendas.

    Quando um dispositivo como a Alexa é acionado por um consumidor via voz, ela faz com que o mesmo economize tempo, otimize a sua produtividade (visto que pode estar cozinhando ou dirigindo no momento em que faz a sua pesquisa).

    VOICE MARKETING COMO ESTRATÉGIA DE VENDAS.

    O estratégia de voice marketing pode ser vista como uma ação para retenção de clientes, visto que, a mesma é utilizada em ambientes do cotidiano pelos stakeholders. No âmbito mercadológico, a grande sacada é que os profissionais de marketing, pensem não mais o mobile first como novidade, mas sim o voice marketing.

    Como dito anteriormente, profissionais de marketing devem pensar suas estratégias de SEO não mais apenas como palavras chave e termos específicos de busca, mas sim como perguntas e soluções para as dores e necessidades do seu público alvo.

    Vamos aos exemplos:

    • Busca digitada: iphone X
    • Busca por voz: Alexa, buscar iphone X mais barato em Porto Alegre.

    SERÁ QUE O VOICE MARKETING É PARA O SEU NEGÓCIO?

    Você deve estar se perguntando se o voice marketing é para o seu tipo de negócio, certo? Nós da V4 Company, acreditamos que negócios que tenham alta frequência de compras serão muito beneficiados pelo mecanismo de busca, como por exemplo, lojas de roupas e calçados.

    Em resumo, a verdade nua e crua, é que sim esta tendência irá se estender para o mercado brasileiro brevemente, entretanto, não “coloque a carroça na frente dos bois”, é necessário que seu negócio esteja alinhado com questões primárias de gestão, para que após isso, você estruture novas ações de marketing como o mecanismo de busca por voz.

    Quer saber mais sobre o assunto? Nosso CEO Dener Lippert e o Equity Partner Daniel Grudzinski, falam sobre VOICE MARKETING no quadro Verdade Nua e Crua no nosso canal do youtube.

    Confira o vídeo completo clicando no link:

  • Persona: o que é e como descobrir a sua

    PERSONA: o que é e como descobrir a sua. | Glossário do Marketing

    Você sabe o que é e como definir a sua persona? Em resumo, a persona é a personificação do seu cliente ideal. Ou seja, personas são personagens fictícios criados para representar os diferentes tipos de usuários dentro de um alvo demográfico, atitude e/ou comportamento definido, que poderia utilizar um site, uma marca ou produto de um modo similar.

    Como construir a sua persona.

    Basicamente você irá selecionar o nome de um cliente real, que já consome de você e entender quais são as características que ele tem, quais são os atributos que fazem ele ser quem ele é no cotidiano.

    Quando você tem a sua persona definida, você terá mais clareza nas suas ações de marketing, como por exemplo, produção de conteúdo, campanhas de anúncios e inclusive, argumentos no momento de vender o seu produto ou serviço.

    O objetivo da persona, é fazer com que você entenda as dores, necessidades, transformações e quais os motivos que levam o seu cliente a comprar de você. E desta forma, você consegue atuar com mais clareza e objetividade no seu planejamento e ações diárias.

    05 dicas para você construir a sua persona de forma correta.

    1) Defina quais são as dores e necessidades dessa persona;

    Digamos que o seu negócio é uma academia ou estúdio de pilates e o nome do seu cliente é Pedro de Almeida Rodrigues, ele tem 36 anos e geralmente sente dores nas costas por causa do seu sedentarismo e por trabalhar todos os dias sentado. Sua saúde já está em risco e ele quer mudar essa realidade, além de ser mais saudável, também quer se sentir melhor consigo mesmo.

    2) Quais são as transformações que sua persona irá passar se comprar a sua solução? 

    Pedro será uma pessoa mais ativa, terá mais saúde, irá se sentir melhor com sua aparência e vai se sentir mais disposto a executar tarefas do dia a dia.

    3) Quais são as objeções que essa persona pode vir a ter.

    Aqui é onde você define quais são os motivos que fazem esse cliente dizer não. O que leva o Pedro a não comprar a sua solução. Quais são as barreiras que impedem ele de adquirir o seu produto ou serviço.

    • Não comprou porque achou caro o plano da academia;
    • Não comprou porque não tem tempo de fazer os exercícios;
    • Não comprou porque não entendeu quais são os benefícios da sua solução.
    • Não comprou porque achou difícil de executar.

    4) Quais são os hábitos e a rotina da sua persona.

    Compreender os hábitos da sua persona, é uma forma de saber como abordar o seu cliente, seja na produção de conteúdo ou na hora de introduzir uma venda. Vamos usar o Pedro ainda como exemplo, se ele tem o hábito que passar horas no Facebook e no Instagram, você já sabe quais mídias deve utilizar para atingi-lo nas suas ações de marketing.

    5) Entenda quais são os desejos da sua persona.

    Aqui, muitos profissionais confundem os desejos com transformações (item 2), e você deve se atentar para que isso não ocorra. Transformações estão mais voltadas para o presente, a curto prazo, são atributos que já começam a gerar resultados no decorrer da execução. Já os desejos, estão mais voltados para o futuro, o que essa persona almeja ter ou ser quando, a médio e longo prazo estiver utilizando da solução que adquiriu de você.

    Falando ainda sobre o Pedro, além de se sentir melhor consigo mesmo quando estiver fazendo os exercícios, a médio prazo, ele deseja ter uma barriga trincada e ganhar 4kg de massa magra, por exemplo. Já a longo prazo, ele deseja ser um atleta moderado e participar de pequenas maratonas.

    Compreender o desejo dessa persona, irá te ajudar no momento da retenção deste cliente. Fará com que você tenha argumentos e execute ações para reter o seu cliente a longo prazo.

    Você pode ir muito mais a fundo quando o assunto se trata de construir a sua persona, você pode ter uma foto 3×4, trazer outros dados como data de aniversário, profissão, localização, família, pets e etc. Quanto mais detalhada for sua persona, mais clareza e chances de ser assertivo em suas ações você vai ter.

    Mas atenção, não tenha apenas uma persona como cliente ideal, tenha vários. Mapeie, a partir da sua solução, quais são os tipos de clientes que compram o seu produto. Quais são os tipos de clientes que o seu negócio atinge, ou se você ainda não está no mercado, quais os tipos clientes que você deseja atingir.

    Se você quer saber mais sobre o assunto, entender o que é e como construir uma persona ideal para o seu negócio. Nosso Traffic Specialist e Equity Partner Guilherme Lippert, gravou um vídeo para o canal do youtube da V4 Company, no quadro Glossário do Marketing. Confira o vídeo clicando na imagem abaixo:

  • Existe CULTURA mal feita?! | Looking Ahead

    Existe CULTURA RUIM?! | Looking Ahead

    Cultura organizacional é entendida como o conjunto de valores e crenças que define uma organização, orienta o comportamento das pessoas, é expressa em símbolos e se desdobra em seus sistemas. Cultura é o que determina as ações e decisões de uma empresa. Existe Cultura ruim?

    Para você que utiliza a internet buscando conteúdo para se desenvolver profissionalmente, provavelmente tem encontrado na rede muitos conteúdos produzidos, porém vários deles superficiais.

    Um exemplo que podemos utilizar aqui é o termo CULTURA. Essa palavra está em alta dentro de conteúdos corporativos, entretanto, queremos chamar a sua atenção para que compreenda que nem todo tipo de cultura foi feita para o seu negócio.

    Muito se fala da importância de ter uma cultura forte dentro do seu negócio, mas pouco se fala do que é uma boa cultura e como construí-la dentro da sua empresa.

    O que é ter uma boa cultura organizacional?

    Quando nos questionamos sobre o assunto, chegamos a vários tipos reflexões sobre o que é a definição de uma boa cultura. Qual é a melhor cultura, ocidental ou oriental dentro do âmbito social? O que define qual é a correta a ser seguida?

    É muito difícil chegar a uma fórmula certa, mas podemos concordar que existem culturas ruins, lógicas culturais que não estão propensas ao progresso da sociedade. Mas como saber se sua organização está cultivando uma cultura na qual está levando a sua empresa a progredir e não o contrário?

    Este tipo de reflexão poucos gestores fazem, e por experiência própria, aqui na V4 Company, vemos na maioria das vezes, muitos negócios explorando culturas internas ruins, pelas quais contaminam mais negativamente o ambiente da organização do que positivamente.

    Um exemplo clássico e que gera muitas dúvidas, são culturas dentro de empresas familiares. Trazer a ligação familiar para dentro do ambiente corporativo, na maioria das vezes, impacta negativamente nos resultados do negócio. Visto que, ela tende a criar uma cultura de favorecimento e não meritocrático.

    Além disso, geralmente para funcionários que são da família, não existem delegações de tarefas ou exigências iguais aos demais colaboradores internos da organização. E internamente, dentro das suas equipes, isso ecoa e impacta de forma negativa.

    Quer ver mais exemplos sobre o assunto, confira o nosso novo vídeo do canal no quadro Looking a Head, com o nosso CEO Dener Lippert. Clique na imagem abaixo e confira:

     

  • Candidata fica louca durante a entrevista | Looking Ahead

    Candidata ENLOUQUECE na entrevista | Looking Ahead

    Atualmente o Brasil vive um momento onde o índice de desemprego é bastante alto. Entretanto, aqui na V4 Company, estamos contratando em alta velocidade, até dezembro de 2020 estamos prevendo, pelo menos 50 novas contratações.

    Segundo nosso CEO Dener Lippert, a principal competência em que um profissional deve ter é a inteligência emocional. Quando a perda dela ocorre no ambiente corporativo, você fica suscetível a pensamentos negativos e a agir por impulso.

    Você deve ter controle da sua mente e não ser controlado por ela.”Dener Lippert, CEO V4 Company.

    Perdas de grandes oportunidades decorrem de pessoas com falta de controle emocional. Aqui na V4 ocorreu um caso que exemplifica o que queremos dizer sobre o assunto. Onde uma candidata a uma vaga, enlouqueceu, saindo porta afora por questões que ela mesmo criou sobre “conspirações” sobre a sua pessoa. Lembre-se de que manter o seu controle emocional vale muito mais que o seu QI.

    A história completa sobre a candidata, você pode conferir no novo vídeo do quadro Looking a Head. Assista o vídeo clicando na imagem abaixo:

     

  • Vale a pena fazer home office? VERDADE NUA E CRUA

    Home Office vale a pena? VERDADE NUA E CRUA

    Trabalhar das 08h até às 18h e enfrentar o trânsito todos os dias para chegar ao trabalho é bastante desafiador. Esses são apenas dois dos motivos que fazem, atualmente, muitos profissionais buscarem por oportunidades em Home Office, trabalhar de casa.

    Acreditamos que a ideia do home office por causa dos transtornos do dia a dia fora da sua casa, está muito mais na cabeça do profissional do que na realidade das organizações. Mas como assim Thiago?

    Bom, muitas vezes, criamos ideias na nossa cabeça que parecem ser o ideal, porém na prática, a questão muda de figura. Existem desafios a serem vencidos quando estamos trabalhando em casa, como por exemplo, criar a disciplina e organização das tarefas diárias.

    Por experiência própria, é necessário que você tenha o seu ambiente próprio de trabalho. Para que assim você possa entrar no flow de produtividade. Entretanto, quando estamos em casa e não moramos sozinhos, distrações como mãe, marido, esposa e filhos podem fazer com que você renda menos na sua rotina de trabalho.

    No ponto de vista de quem já experimentou a longo prazo o home office, mais de 80% da pessoas pontuam que ficar em casa sozinho todos os dias é uma barreira enorme a ser enfrentada. Além disso, no ponto de vista do administrador desse negócio, criar e manter a cultura da empresa para com os seus colaboradores é ainda mais desafiador.

    Lembrando que aqui na V4 Company, nós damos essa liberdade para todos os nossos colaboradores de atuarem em Home Office, mas não incentivamos que isso aconteça com frequência justamente pelo fato dos desafios de produtividade que o profissional,  trabalhando de casa, enfrenta. Além disso, acreditamos que o contato com os demais profissionais da equipe irá fazer com que o colaborador se desenvolva e aprenda muito mais, e assim, criamos também um ambiente de comunidade.

    A inteligência emocional é um grande ponto chave que exige do profissional, que deseja atuar trabalhando em Home Office, tenha um equilíbrio para se manter são. Este formato de trabalho, com certeza, não é para qualquer pessoa.

    Por estes e outros aspectos, resolvemos gravar um vídeo para o nosso quadro Verdade Nua e Crua, no canal do Youtube. Quer saber mais do que achamos sobre trabalhar em Home Office? Confira o vídeo clicando na imagem abaixo:

  • Qual será o futuro da V4 Company? | Looking Ahead

    O Futuro da V4 Company | Looking Ahead

    Para você que nos acompanha pelas redes sociais, já sabe que estamos em processo de várias mudanças, certo?

    Questões que devem estar passando pela sua cabeça agora, é qual será o futuro da V4 Company daqui pra frente e quais são as nossas novas estratégias, correto? Temos várias novidades para contar por aqui e uma delas é o sobre o nosso novo escritório.

    Você sabia que a V4 está em expansão e fazendo várias contratações nos próximos meses? Inclusive se você acredita ou deseja fazer parte do nosso time de profissionais fora da média, você pode se candidatar por este link aqui: http://bit.ly/v4carreira

    Crescemos no último ano de 2019, pelo menos 12% ao mês e vamos manter nosso ritmo bastante acelerado de resultados. Nosso CEO, Dener Lippert, tem todo planejamento de expansão da V4 Company para os próximos 6 anos e você vai se surpreender com os nossos objetivos e metas. Quer saber quais são eles?

    Confira o conteúdo completo no nosso canal do youtube clicando no vídeo abaixo. Ah! E não esqueça de deixar seu comentário, o like no vídeo e de seguir nosso canal. Agora é só apertar o play.

  • Métricas do prazer orgânico – Sexlog de marketing | V4 Cases

    Métricas do prazer orgânico – case Sexlog de marketing

    Um site com 12 milhões de usuários, e destes 100 mil são assinantes premium. Com mais de 10 anos de trajetória, a plataforma em questão conta com formato majoritariamente freemium. Isso significa funcionalidades básicas gratuitas com alguns custos para oferecer determinados serviços.

    E se eu te contar que esse sucesso vem de um marketing majoritariamente orgânico? Mais ainda, o foco é na produção de conteúdo próprio e atendimento ao cliente personalizado, sem nada de bots, ads no google e nem mesmo perfis nas redes sociais?

    MAS COMO ASSIM???????????

    Esse foi é o Sexlog, auto intitulada a maior rede social adulta do Brasil, e grande referência nacional na conexão online na prática de swing e troca de casais. Devido ao grande estigma que este tipo de serviço carrega, o Sexlog precisa buscar diferentes metodologias de marketing, a fim de chegar ao consumidor final. Quem nos contou foi Mayumi Sato, diretora de Marketing da eSapiens, venture builder responsável pela plataforma.

    Em uma conversa no V4cast, ela contou que o Sexlog nasceu do Fotolog, rede de compartilhamento de fotos muito popular no início dos anos 2000. A ideia veio de usuários que curtiam compartilhar registros íntimos e tinham seu conteúdo removido da plataforma. “Vimos uma maneira de captar a atenção dessas pessoas e tivemos um crescimento inicialmente desordenado”, contou.

    Se há 20 anos os nudes eram proibidos na internet, hoje a situação ainda encontra muito preconceito. Mayumi afirma que quando fala que trabalha com um site de conteúdo adulto, a imagem mental das pessoas instantaneamente bate em produtora de filmes pornôs de fundo de quintal: “Mas a verdade é que a gente se esforça muito para entregar valor para as pessoas. Os nossos clientes encontram pertencimento e autoconhecimento”.

    O marketing para disponibilizar contatinhos

    Mas como funciona esse esquema todo? O Sexlog não pode veicular ads no Google, Facebook e Instagram, por exemplo, fruto de um puritanismo que – supostamente – ainda existe nas pessoas e reflete no mercado. “Nem mesmo as nossas contas em redes sociais duram mais que dois meses antes de cair”, comenta Mayumi.

    A saída foi apostar em conteúdo de qualidade.

    O Sexlog tem publicações em portais como Catraca Livre, Vice, Terra e O Globo, e a própria Mayumi assina colunas em jornais, desmistificando um pouco o trabalho da empresa. Para criar conteúdo relevante, a empresa também acompanha os assuntos mais comentados dentro da plataforma por nuvens de palavras recorrentes.

    Um case de sucesso foi quando em uma segunda-feira qualquer o nome de um time de futebol se sobressaiu nas conversas.

    Após pesquisa, eles descobriram que alguns jogadores tinham se envolvido em uma orgia no fim de semana anterior e além de serem retirados da escalação do próximo jogo, também foram multados pelo clube pelo comportamento. “Divulgamos uma carta pública prometendo aos jogadores que pagaríamos a multa milionária se eles se tornassem garotos propaganda do site. Eles não aceitaram, é claro, mas o buzz na mídia foi grande”, conta Mayumi.

    Confie no seu produto

    Mas o segredo do sucesso no crescimento orgânico do Sexlog está no serviço, ela garante. Por ser um segmento fechado e reservado, é possivel oferecer um produto de qualidade, com uma plataforma intuitiva, atendimento personalizado e privacidade. Configura-se então um lifetime value altíssimo, o que contribui com o CAC do marketing digital do site. “Temos muito orgulho do nosso trabalho, principalmente por oferecer um serviço único ao consumidor”, completa.

    Afinal quantas pessoas podem dizer que medida de sucesso do seu negócio é fazer o cliente transar?

  • Como adquirir dinheiro com o uso da internet sem “tretas”?

    Como fazer dinheiro com a internet sem “tretas”?

    Você já pode ter visto várias, todas ou uma travestida da outra. Hoje em dia existem três maneiras mais de você poder “ganhar dinheiro na internet”, por assim dizer.

    • Sistema de afiliados;
    • Dropshipping;
    • Adsense.

    No primeiro caso, há o lucro através de links afiliados, pelos quais quem promove ganha uma pequena comissão a cada item vendido.

    O segundo caso representa uma prática de ecommerce, em que você monta uma loja virtual, mas apenas “vende” o produto. Quem entrega o produto para o cliente é um terceiro. Basicamente vender o estoque de outra pessoa. Geralmente um estoque que “ainda não existe”. Após a venda, o vendedor adquire o produto para ser enviado ao cliente.

    O terceiro é o tipo mais comum de marketing online, no qual um publisher online – como blogs, portais, e youtubers – por exemplo – disponibilizam espaços nos seus websites para anúncios do google, desta forma monetizando os espaços da página, ou a audiência de um canal do Youtube.

    Mas ainda que a internet pareça um ilimitado universo de possibilidades – e ela é -, a rede também requer atenção para os possíveis problemas que podem surgir ao apostar nestas formas de fazer dinheiro online.

    Atenção às tretas!

    A primeira delas se caracteriza pelo baixo valor agregado. Elas, por serem irrelevantes na cadeia produtiva, praticamente não geram dinheiro para o seu bolso além de consumir seu tempo e energia. O Adsense até pode ser vantajoso, mas com a proeminência de grandes influenciadores, com altos níveis de engajamento e audiência, é um nicho muito competitivo por audiência.

    A recorrência é um obstáculo – infoprodutores (produtores de produtos de informação) que trabalham com mensalidades, como cursos ou serviços de streaming por exemplo, se beneficiam dos clientes recorrentes, enquanto quem trabalha com internet nem sempre pode ter certeza dos ganhos mensais.

    Na dinâmica de afiliados é muito comum vender um produto que não funciona, gerando faturamento para alguém que você não conhece, e explorando uma vulnerabilidade da qual você não se importa.

    Satisfação e orgulho pessoal são centrais na vida de um profissional bem sucedido. Você se sentiria bem vendendo produtos com falsas promessas – emagreça 15 kg em uma semana! Aumente seu pênis! – ou mesmo com produtos que você não teria coragem de mostrar para a sua mãe? Este é o conceito de malícia, outro empecilho para o seu sucesso na rentabilidade da internet.

    Mas como fazer dinheiro, fugindo do pouco retorno financeiro, da falta de recorrência e da malícia?

    Não trabalhe com produtos, busque oportunidades de prestar serviços de marketing digital!

    Segundo a última pesquisa conduzida pela Associação Brasileira de Agentes Digitais (Abradi), em 2015, as empresas brasileiras investiram R$ 2 bilhões em serviços de marketing digital.

    Conforme já comentamos, o modus operandi das grandes agências de publicidade está com os dias contados, principalmente pelo fato de as pequenas e médias empresas estarem muito ativas no mercado de marketing, ocupando espaços preciosos e prestando serviços especializados, focados e de excelência juntamente às corporações em todo o Brasil.

    Como franqueado V4 Company, você pode assumir contratos de valores atrativos para seus clientes, com valores na base de R$ 2 a 5 mil reais. Assim, você pode apostar em uma cartela de clientes diversificada e de rendimento pulverizado – é muito vantajoso para você contar com três clientes pagando R$ 3 mil, com rentabilidade de R$ 9 mil por mês.

    É simples, mas não é fácil. É muito trabalho duro, mas é também um trabalho que você vai se orgulhar, e que vai render muitos frutos adiante. Eaí, vai encarar? 

  • CAC: Entenda esse métrica de uma vez por todas

    CAC – O que é, como calcular e de que maneira ele pode transformar a sua empresa

    Muitos empresários do ramo de marketing se perguntam como mensurar e entender o lucro do seu empreendimento e também buscam formas de fazê-lo crescer. Uma das maneiras é o cálculo do Custo de Aquisição de Clientes, o CAC, uma importante métrica para a avaliação do desenvolvimento de uma empresa de marketing digital. 

    Mas o que raios é isso?

    O CAC é o resultado da soma de todos os seus custos em marketing para realizar uma venda divididos por cada aquisição dos clientes em um período de tempo. Esta medida possibilita uma maior controle sobre as contas e gastos da empresa, facilitando assim a tomada de decisão por parte do gestor. Desta maneira, o time de marketing será responsável por medir o CAC das vendas, a partir dos dados extraídos, será possível otimizar investimentos e impulsionar o crescimento do empreendimento. 

    Há uma certa confusão entre o CAC e o Custo por Venda, o CPV. Conforme o sócio executivo da V4 Company Guilherme Lippert comenta neste vídeo, o CPV contabiliza apenas o investimento direto por venda de mídia, mascarando outros fatores que também devem ser inclusos quando do cálculo do CAC.

    Mais do que a quantia de dinheiro investida, você também deve considerar os custos com o seu time de vendas, como as comissões, por exemplo. 

    Mas por que entender a mensura do CAC é relevante para a minha empresa? 

    A importância do CAC se dá conforme a sua relação com o Lifetime Value (LTV) de cada cliente. Se uma venda rende R$ 100 de faturamento mas custa R$ 250 para a equipe de marketing, ela pode não ser vantajosa para a empresa. Entretanto, se o LTV do cliente é de R$ 100 por mês, em apenas 75 dias o negócio se paga e em um ano a venda mensal de “só 100 pilas” contabiliza quase 400% de lucro para as contas. O objetivo principal de uma empresa de marketing é ter um CAC baixo e um LTV alto. 

    Portanto, invista um tempo a cada negócio fechado e coloque na ponta do lápis os investimentos de marketing – incluindo ferramentas e valores investidos em mídia paga -, e também os custos de operação de vendas – como salários e comissões. Então, divida este valor pelo número de clientes.