Você sabia que seu negócio pode precisar de uma assessoria de vendas online?
Aí você se pergunta – E por que eu poderia precisar disso?
Uma assessoria de vendas com a internet tem a responsabilidade de cuidar dos seus investimentos online, além de criar campanhas e desenvolver planos de mídia.
E novamente você se pergunta, quem disse que meu negócio precisa de tudo isso?
Bem, a menos que você não queira fazer vendas online, realmente, você não precisa desses planejamentos. Você até pode dizer, mas eu faço vendas online sem nada disso, ok!
Então você está perdendo muito dinheiro, pois poderia vender muito mais.
Para aumentar suas vendas, não existe uma formula mágica, mas sim, planejamentos, processos e muito trabalho.
Para explicar melhor essas questões e para que não fique um assunto cansativo para você , dividiremos estes assuntos em dois tópicos. Neste, trataremos dos seus investimentos online, já o seguinte, tratará de resumir os planos de mídias e campanha.
Você, por acaso, sabe quanto sua empresa deve investir e o que você precisa saber para fazer estes investimentos?
Primeiramente você deve saber que sim, você precisa ter uma verba destinada exclusivamente para investimentos online.
Muitos conceitos indicam que você destine entre 3 e 5% do faturamento da sua empresa para ações de marketing num todo, no entanto, na prática isso varia muito, conforme a estrutura e o potencial de sua empresa, pois muitas vezes ela possui mais potencial do que vendas efetivadas.
Você sabia que o seu investimento pode estar totalmente ligado aos seus resultados de vendas? É como citamos no post anterior, caso não tenha lido clique aqui e leia. De nada adianta ter um produto ou serviço muito bem estruturado e de qualidade, se as pessoas não veem seu negócio. É como ter uma loja linda, mas no meio do deserto.
Você quer aumentar o seu potencial de vendas? Quer estar nos principais meios os quais seus clientes o procuram?
Então, você precisa de uma assessoria de vendas online.
Você pode estar atento às mudanças de consumo, mas você sabe o que está fazendo com seu site?
Por acaso é responsivo ou otimizado para mecanismos de busca (SEO)? Caso você não saiba o que é SEO, acesse nosso artigo que fala sobre isso.
Hoje, podemos fazer contato com nossos clientes via Whatsapp, capturá-los através da internet e selecionar apenas os que nos realmente interessam. Isto é, a internet nos possibilita classificar e filtrar nosso público. Existem diversas formas para que isso seja feito, mas a questão é, você está realmente fazendo isso? Você tem acesso às plataformas e a configuração correta delas para o seu negócio?
Não importa qual tipo de negócio você possui, nem mesmo qual o porte do seu negócio, existe sempre a possibilidade de ampliar o seu faturamento e seu portfólio de clientes. Você não deve ficar refém de clientes que te fazem de “gato e sapato”.
Encontre novos clientes, seu publico. Faça seu negócio e suas vendas deslancharem.
Não existe uma fórmula mágica para isso acontecer, mas existem processos claros que podem ser instaurados em benefício de vendas. Processos que não são novidade e vêm funcionando com empresas de todos os portes.
Se você não anuncia, você não tem tráfego. Quem não tem tráfego não vende.
Você pode não saber, mas seu site pode ser como uma loja no meio de um deserto.
Quer entender o primeiro e mais fundamental passo para vender online?
A primeira coisa que você deve entender é as diferenças entre uma Agência de Marketing Digital de uma agência de publicidade: Nenhuma.
Se você comentar esta frase com qualquer outra agência do mercado, com certeza vão ficar esperneando. Irão dizer que são coisas diferentes, porque é normal neste business nomes diferentes para coisa iguais. Pense bem: A internet é apenas um novo meio, mais democrático de se comunicar com o consumidor.
Ambas são empresas de comunicação que deveriam, deveriam, ajudar seus clientes a se comunicarem melhor com o seu público, e assim alcançarem mais resultados.
Mas na maioria das vezes não é isso que acontece…
Você sabe porque a maioria das empresas não conseguem fazer campanhas efetivas para vender mais com a internet?
O grande motivo é que as empresas estão sendo iludidas por profissionais desqualificados e defasados, que não dominam as técnicas efetivas de vendas e muito menos de Marketing Digital.
O mercado está inundado por profissionais de publicidade, jornalismo ou relações públicas. Formações tradicionais da grande maioria dos profissionais de comunicação que os prepara para focar apenas em subjetividades e nada práticas, quando o que de fato importa é saber como vender o produto.
Essa é a consequência de um problema antigo, o modelo de negócio do mercado publicitário.
Uma agência de publicidade vende seu serviço criativo em troca do que chamamos de fee, um valor mensal pago sobre as horas trabalhadas.
Mas o grande ganho da agência não está no fee, mas sim no agenciamento de mídia. Por isso elas são chamadas de agências. Caso você não saiba, uma agência recebe até 20% sobre a veiculação de uma mídia na publicidade tradicional (rádio, televisão, jornal, …).
O grande problema é que, pelo fato de receberem essa grande remuneração em cima do orçamento do cliente, uma agência de publicidade vira um sistema viciado: Ela irá entregar para o cliente o que gera mais comissão para si, ou seja, grandes veículos que cobram valores exorbitantes.
AS AGÊNCIA DE MARKETING E PUBLICIDADE SÃO COMO TÁXIS
A agência de publicidade hoje está na mesma situação dos Táxis contra o Uber. Elas estão abraçadas no seu velho modelo, onde o cliente não tinha opções e não aceita a mudança iminente que as novas mídias trazem. Elas querem apenas manter seus serviços extremamente rentáveis e sem compromisso com a venda…
Com a ampliação a democratização do computador e da internet, toda essa segurança das agências está em xeque. Já que a audiência não fica mais restrita a grandes veículos e o trabalho de geração de criativos cada vez mais difundido (o segredo do sucesso de qualquer publicidade), o modelo de negócio de agências se mostra cada vez mais defasado.
Não é de hoje que o mercado está cada vez mais competitivo. Em reflexo às empresas precisando reduzir custos e ampliar suas vendas, é chegada a hora de buscar alternativas também no marketing.
Antes de entrar na faculdade, no meu primeiro negócio, conheci o livro “O fim do Marketing como nós conhecemos” do grande Sergio Zyman, Ex-diretor da Coca-Cola. Nesse livro ele defende que a publicidade e as agências estão fadadas ao fracasso, que o modelo de Marketing defendido por elas é inviável. Vou resumir as quatro maiores reflexões do livro:
MARKETING É VENDA
Ele defende, e eu concordo plenamente, que marketing só é marketing quando vende tudo o que a empresa é capaz de produzir.
Ele traz das suas experiências que o mercado publicitário nunca quis se comprometer com o resultado, e mesmo dentro da Coca-Cola era normal gastar com publicidade sem ter certeza de um retorno financeiro. Ele mudou isso
SEM COMISSÃO PARA ÀS AGÊNCIAS
Zyman, implementou na relação da Coca-Cola e suas três agências o fim das comissões de mídia que as agências recebiam. Quando ele propôs esta mudança, ouve um grande conflito com todos os envolvidos, pois este novo acordo representava uma perda de milhões para aquelas agências.
Sergio foi resistente. Fez um acordo de bônus por performance, mas zero de comissão por mídia. Ele reconhecia o trabalho criativo das agências e remunerava muito bem. Mas era preciso entregar retorno sobre o investimento, não apenas ideias fantásticas e troféus de publicidade.
No final do primeiro ano desse acordo ele entregou para as agências cheques milionários referente aos bônus por performance que as campanhas geraram
BELEZA É COADJUVANTE, RESULTADO É PROTAGONISTA.
O setor de criação das agências é composto por artistas com um ego gigantesco. Eles vivem para criar sua arte. Para Zyman isso é uma grande bobagem. A arte, a beleza de um trabalho de marketing, de uma campanha é secundário. O que importa é o resultado que ele vai gerar
NÃO QUEREMOS PRÊMIOS, QUEREMOS RESULTADOS.
Esse é um dos grandes problemas que eu vejo no velho modelo das agências. Dentro delas tudo pára quando um projeto concorre a alguma premiação. O grande resultado da agência é receber o prêmio, como por exemplo o famoso leão de Cannes.
Um prêmio entre amigos que julgam qual deles fez o trabalho mais bonito e inovador. Resultado não é um quesito desse julgamento.
Zyman defende que isso é bobagem. A Coca-Cola não quer ganhar prêmios, quer ganhar dinheiro. É para isso que uma empresa existe. Para ele, a arte, a beleza de um trabalho de marketing é secundário. O que importa é o resultado que ele vai gerar.
A RESISTÊNCIA DAS AGÊNCIAS
O livro que eu trouxe de exemplo foi publicado em 99. Até hoje este assunto é polêmico e passa longe da maioria das agências de publicidade e marketing. Essas agências estão na zona de conforto, seu modelo continua sendo muito rentável e muito clientes não às questionam Então para que mudar, certo?
Com a chagada do digital, as agência simplesmente se adaptaram seu modelo arcaico para esse novo meio. Sendo assim, elas são as responsáveis por tentar trazer a publicidade tradicional para a internet.
Com isso, essas agências vem tendo grande dificuldade. Aos poucos o mercado está se dando conta que esse modelo não é vantajoso e está à procura de novas soluções.
PUBLICIDADE É ROI
Recentemente o McDonald’s anunciou que trocou sua agência de publicidade após 35 anos de parceria. Por que você acha que esta mudança aconteceu?
Esta é uma das principais contas de publicidade do planeta, bilhões investidos por ano. A troca de agência não é o grande ponto dessa notícia. Tanto o McDonald’s quanto sua antiga agência não irão continuar a existir. Mas sim o que me toca é a forma como a nova agência será remunerada.
Esta nova agência será remunerada 100% por performance. Isso mesmo, ou entrega resultado ou não leva nenhum centavo para casa.
Essa é uma grande tendência do mercado. A decisão do McDonald’s deixa claro que os grandes gestores não vão mais aceitar o “mi mi mi” das agências, a conversa fiada que utilizam para tentar justificar seus resultados pífios e dos seus investimentos com papo, impressões ou likes (se muito!), e não com fatos, com vendas.
“Para as agências, é simples: precisam mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.”
Dou ênfase para o trecho que ele afirma que se as agências que não encontrarem uma forma de se adaptar terão que encontrar uma forma de pagar as contas com estátuas de Leões de Cannes. Uma provocação que vai de encontro com uma das lições que trouxe de Zyman. Não precisamos de prêmios, precisamos de resultados.
Inclusive as agências já estão revendo o custo de investimento para a premiação de Cannes, conforme esse artigo da Folha de S.Paulo. É isso mesmo. Caso você não saiba, para concorrer ao prêmio, o pré-requisito não é dar resultado e muito menos ser criativo, mas pagar uma pequena fortuna que custa para concorrer. Por isso, no meu ponto de vista, este prêmio não avalia nem a criatividade das campanhas, porque se uma grande campanha por algum motivo não se escreveu, ela não será avaliada.
Outra publicação que eu não poderia deixar de citar nesse texto, é o Ecommerce Brasil, artigo escrito por Eduardo Muniz, que exemplifica como o modelo das agências prejudica o anunciante.
Neste artigo ele comenta que a grande maioria das agências de publicidade tradicional ainda aplica um modelo de negócio focado em vender mídia para grandes veículos e portais. Por esse motivo, o foco da empresa não é fazer o cliente vender, e sim fazer com que o mesmo anuncie em mídias que pagam as maiores comissões para a agenciadora.
O interessante desse artigo é que ele mostra como o movimento do E-commerce tem contribuído para essa nova visão de mídia e performance. Com a internet é extremamente fácil mensurar o retorno com os custos de Marketing. Saber aonde o dinheiro está indo, se ele está dando resultado e como otimizá-lo.
GRANDES VEÍCULOS QUE ANTEVEEM O FIM DAS AGÊNCIAS.
Para deixar claro que o modelo tradicional das agências, além de não funcionar está fadado ao fracasso, eu reuni 5 grandes portais que eu considero confiáveis e que publicam bons artigos que anteveem o fim das agências. Veja:
Nesse artigo, fica evidente a crise que o setor vive por não inovar e ficar preso ao mesmo modelo trabalhado há séculos; um setor preguiçoso que, além de não fazer nada de diferente, fica tentando desmerecer grandes inovações, como o Google Adwords.
A notícia publicada no portal traz um vídeo incrível que mostra a suposta “última agência de publicidade da Terra. O vídeo evidencia a arrogância e ignorância do setor, que insiste em fazer o mesmo que sempre fez, enquanto o mercado implora por novidades. O consumidor, que está sempre um passo a frente, não ficou refém deste modelo retrógrado e debandou para outras meios de comunicação. Veja:
Não é apenas as agências de publicidade que estão ultrapassadas, mas todos os setores da comunicação. É assim que inicia o texto do portal Ideia Marketing. O artigo traz a ideia que as empresas de publicidade e marketing precisam ter sinergia com o mercado, ao invés de agir por conta própria e olhando para o seu próprio umbigo, apenas.
Ariane Feijó traz nesse texto uma visão mais reflexiva sobre o fim do marketing tradicional. Ela defende que o Marketing não irá acabar, ele é fundamental para o capitalismo moderno. O texto defende um Marketing mais consciente, com responsabilidade social, diferente do modelo Mad Man tradicional do mercado. A visão do texto é mais ampla e reflexiva, mas com certeza aponta uma necessidade de mudança no segmento.
NINGUÉM QUER SE COMPROMETER
Nesse mercado, a maioria dos profissionais não quer se comprometer com a conversão de vendas para o cliente. Por isso focam em tópicos menos relevantes, como ganhar curtidas no Facebook, seguidores no Instagram ou banners bonitinhos para o site, mascarando a atenção para o que realmente importa: os resultados. Em vendas.
No portal Melhor do Marketing, um artigo interessante é “Tudo que branding não é”. Branding é um dos termos “bonitinhos” mais usados para justificar o custo de marketing. O artigo evidencia que marketing é marketing e branding é branding. Marketing, na visão do artigo, tem que gerar vendas, enquanto branding é o ato de gerenciar uma marca. Ou seja, o seu orçamento de marketing tem que gerar vendas, suas ações de branding, não necessariamente.
Branding é, sem dúvidas, um assunto muito popular. Outro ponto de vista sobre o tema é do Portal Design Brasil. Indico que você leia este artigo se quiser saber mais sobre o tema. Ele chega a conclusão que branding e marketing são assuntos diferentes, e devem ser tratados como tais.
Mais uma vez quero evidenciar o que o termo agência significa, na essência é um negocio que agencia algo. Em um relato de Abel Reis, CEO no Brasil da Dentsu Aegis Network, ele diz que as agências como negocio intermediários não irão mais existir. Elas serão substituídas por serviços de consultoria profissional.
A V4 Company, por exemplo, não é uma Agência de Marketing Digital, ela é uma Assessoria de Vendas com a Internet. Consegue agora notar a diferença?
A nossa visão desde o início da empresa era claro: o modelo tradicional de agência não resolve o problema do mercado. Este modelo não consegue transformar o orçamento de marketing em mais vendas.
Mas já que a V4 Company não é uma agência, é uma assessoria, qual a diferença? O que é uma Assessoria?
A assessoria existe para auxiliar o cliente como um especialista, ela é a autoridade num assunto que vai levar o cliente até o fim do processo. Um bom exemplo são escritórios de advocacia. Você os contrata com um objetivo e ele vai guiá-lo por todo o processo até atingir seu objetivo. Na V4 não é diferente.
Como no escritório de Advocacia, você chega aqui com um objetivo (que sempre está atrelado a ampliação de suas vendas), nossa equipe avalia o caso e traça uma estratégia para atingir esse objetivo. Por trás destas decisões está todo nosso know-how e conhecimentos absorvidos em pesquisas feitas diariamente por nossa equipe em todo mundo, sempre em busca da melhor estratégia.
Contratando uma Assessoria, ela vai representar a sua empresa nesse processo, ou seja, ela vai executar boa parte das ações que irão levar sua empresa até o objetivo. Vender o seu produto, vender para mais pessoas, vender mais vezes e vender pelo maior valor.
COMPROMISSO COM O RESULTADO
Não é magica, é método! Ideias mirabolantes para ganhar dinheiro do dia pra noite na internet não funcionam, e você já deve saber disso. O fundamental não é buscar essas formulas, e sim aprender os métodos já comprovados que funcionarão também para a sua empresa.
É imprescindível que você esteja preparado para vender mais, definido seu orçamento sobre seu faturamento e suas metas de ROI. Caso ainda não tenha feito isso, clique aqui e saiba como. Após ter feito isso, você pode ter optado pelo objetivo de Vender Online, vamos mostrar como.
PRÉ REQUISITOS
Para estruturar o seu negócio para Vender Online com sucesso você precisa antes de tudo “ajeitar a casa”. Antes de pensar numa plataforma, mercado, preço, mídia e etc… Você precisa estruturar sua empresa para esse novo canal, um dos primeiros pontos que é imprescindível que você veja é seu ERP, que é seu sistema, seu software de gestão. É fundamental que o mesmo esteja 100% alinhado, integrando todos os seus estoques. É muito comum lojas fracassarem vendendo Online por não ter um bom ERP, e optarem por ter um estoque separado só para a loja virtual, porem estoque parado é dinheiro parado. Se você tem lojas, o que você deve fazer é integrar o estoque dessas loja colocando eles disponíveis na loja virtual, assim você vende o mesmo produto por diversos canais, não vai precisar ter o custo de um novo estoque.
EQUIPE
É fundamental você iniciar com um pequeno time na sua loja virtual, o que eu indico é 3 pessoas:
Gerente de E-commerce
Atendimento 1
Atendimento 2
Você pode até começar com duas pessoas, excluindo um dos atendimentos, mas indico que não, você vai ver porque no final desse texto.
O seu Gerente de E-commerce precisa entender dos fatores macros que envolvem a operação, precisa compreender do seu business mas também de Marketing Digital que inclui Tráfego, Engajamento, Conversão e Retenção.
Sua dupla de atendimento vai ser responsável por entrar em contato com seus clientes, logo mais você vai entender a importância dessa função.
MÉTODO V4 PARA SE VENDER COM A INTERNET
Nós da V4 Company desenvolvemos um método para se vender qualquer produto com a internet ou na internet. Esse método é um processo que passa por quatro pilares: Tráfego, Engajamento, Conversão e Retenção.
Após passar pelos pré-requisitos e acertado sua equipe, você vai seguir o método V4 para vender com a internet todos os dias com lucratividade:
TRAFEGO
Quero mostrar para você porque é crucial você pensar no pilar de tráfego antes mesmo de pensar numa plataforma. Uma plataforma de loja virtual que não pensou antes de tudo em tráfego, é como uma loja no deserto, ninguém vai encontra-la.
Qual é um dos principais fatores de sucesso num varejo físico? Na nossa opinião é a escolha do ponto. O ponto certo é 70% do sucesso de uma loja física, na internet não é diferente, porque o que representa o ponto é o tráfego.
É crucial que você estruture e separe um bom investimento para esse pilar, aqui você pode pensar nesse investimento dentro da sua verba de marketing que citei no inicio do texto que deveria ser definida, nesse artigo eu explico quanto investir e que retorno esperar. Para saber mais sobre tráfego você pode clicar aqui.
ENGAJAMENTO
No pilar anterior estruturamos a estratégia para atrair tráfego, agora vamos pensar como envolver, engajar esse usuário com nosso negócio. Aqui que entra a escolha da plataforma, você tem que visualizar a loja virtual da mesma maneira que uma varejo físico pensa no Layout do PDV. Esse layout tem que transmitir o conceito do negócio, proporcionar uma experiencia interessante e levar o usuário a o maior número de conversões possíveis.
Engajamento é um pilar amplo desse processo, minha intenção aqui é dar uma noção básica, você pode saber mais clicando aqui.
CONVERSÃO
Você já definiu toda sua estratégia para atrair o máximo de usuários para sua zona de engajamento, que nesse caso é sua lead page ou sua loja virtual. Agora que ele está dentro da sua loja, engajado é hora de facilitar a vida dele para que ele se torne uma conversão.
Aqui você pode pensar alguns aspectos de layout ainda, principalmente checkout da sua loja virtual. Mas questões mais estratégicas dominam esse pilar, as principais são getways de pagamento e macro indicadores. Em resumo você precisa controlar os KPIs da sua operação para garantir o máximo de conversões e ROI. Paral fundamental aqui do seu gerente de e-commerce e uma assessoria como a V4 Company que pode estar te ajudando.
Para saber mais sobre conversão você pode clicar aqui.
RETENÇÃO
Para muitos o processo acabou quando você tornou esse cliente uma conversão, mas esse pensamento é um grande erro. Numa operação de E-commerce é crucial para garantir a lucratividade, você reter o cliente, costumamos falar que nós não queremos a venda, queremos o cliente, vou explicar melhor.
Atrair clientes para sua loja é cada dia mais caro, e ao mesmo tempo cada dia a margem do varejo é menor. Ou seja, muitas, muitas, muitas vezes, fazer uma venda online não vai dar lucro algum. Porque para trazer esse venda custou muito e o produto não tem margem, então como você vai garantir lucratividade nesse negócio? Retendo o cliente!
É fundamental você fazer com o cliente compre diversas vezes de você após a primeira compra, porque depois que ele virou um cliente, você não tem mais o custo de trazer ele, porem precisa garantir uma satisfação e manter uma relação com ele, para que as próximas compras dele no segmento sejam feitas com você. Como? É por isso que no início do texto eu falei que você precisava de duas pessoas no atendimento. A função deles é estar prontos para dar o melhor atendimento ao cliente quando ele precisar e manter uma relação com os mesmo. Essa relação vai desde um e-mail, whats, ligação, carta, sei lá!Tudo que você puder fazer para manter contato com o cliente. Essa equipe precisa monitorar o número de compras no período por usuário, e garantir que o mesmo volte a comprar.
Um bom exemplo disso é a Arezzo&Co, ouça o V4 Cast que gravamos com o Mauricio Bastos, diretor de e-commerce de todo o grupo que fatura online mais de R$ 100.000.000 ano.
Para saber mais sobre retenção, você pode clicar aqui.
Se tudo isso faz sentido para você, entre em contato conosco para que um consultor V4 possa auxiliar o seu negócio a vender mais pela internet de maneira lucrativa.
Agora que você já está preparado para vender mais, definiu seu orçamento sobre seu faturamento e suas metas de ROI. Você pode optar pela estratégia de gerar mais leads para o seu negócio.
Lead é toda a oportunidade de negócio para sua empresa. Muito comum em empresas B2B, escolas e lojas com produtos de alto valor.
Para todo negócio que trabalha com Leads, a internet e o Marketing Digital com certeza é o melhor veiculo para ampliar o numero de oportunidades de negócios da sua empresa.
Nós sugerimos duas estratégias para gerar mais Leads e consequentemente mais vendas. Inbound Marketing ou Marketing Direto. A principal diferença entre uma e outra, é o tempo de conversão, o Lead que vem por uma estratégia de Inbound é mais frio e demora para ser “esquentado”, já o de Marketing Direto é mais quente, porem mais caro, você precisa entender os indicadores para ver qual é mais vantajoso para o seu negócio, escolher uma estratégia ou até mesmo fazer as duas paralelamente, que é uma ótima opção.
Inbound Marketing está muito na moda, mas não se engane, não é algo muito novo não, muitos dizem que até é um novo nome criado para algo antigo criado para valorizar as empresas que trabalham como foco nesse tipo de estratégia. Mas de maneira pragmática, Inbound Marketing trata-se de você atrair seu prospect por conteúdos gratuitos (iscas/imãs digitais), engajar ele com demais conteúdos através de e-mail marketing automatizado, ou conteúdo em Blog, para que com esse conteúdo sua autoridade perante esse proscpect/lead esquente e ele se interesse em comprar o seu produto.
Simples assim, e funciona muito bem, porem muitas vezes o lead gerado por essa estratégia não é tão quente e propenso a comprar, por exemplo, não é porque uma pessoa baixo um ebook grátis sobre “dicas de inglês” que ela está afim de investir R$ 6.000 por ano no seu curso. Então considera esse tempo de conversão antes de investir em inbound marketing.
DICA: DIMINUINDO O TEMPO DE CONVERSÃO DO LEAD NA SUA ESTRATÉGIA DE INBOUND
Uma dica que podemos dar para você diminuir o tempo de conversão do Lead gerado através de uma estratégia de Inbound Marketing, é atrair ele para conteúdo que geraram autoridade mais instantânea, por exemplo Webnarios.
Esses Webnarios não são nada mais do que palestras Online, que você pode transmitir pelo Youtube facilmente. Essas palestras online atrai muitos Leads por uma isca/imã de conteúdo gratuito, porem a transmissão ao vivo eleva muito a autoridade do palestrante, que se souber entregar um conteúdo de valor e fazer um bom Pitch de vendas ao final do conteúdo, consegui gerar vendas imediatamente.
Outra dica é analisar a fonte de tráfego que você está utilizando para trazer seu lead, a temperatura do Lead é diferente dependendo de cada fonte, por exemplo, tráfego de pesquisa normalmente traz um lead mais quente, você pode usar um conteúdo gratuito para conseguir mais cliques no seu ad e mais conversão na sua page, mas ciente de que esse lead, por vir dessa fonte, está mais quente.
MARKETING DIRETO
Mais um vez, de maneira pragmática, Marketing Direto trata-se de trabalhar focado no público mais propenso a comprar, vindo de diversos canais para uma comunicação com mais poder de persuasão.
O grande lance do Marketing Direto é gerar mais LEADS quentes, propensos a comprar com um tempo de conversão relativamente rápido.
Um bom exemplo de estratégia de Marketing Direto é nosso cliente da Vida e Saúde, uma academia do sul, que criamos para ele um funil de Marketing Direto que vem trazendo resultados incríveis.
Nessa estratégia você vai atrair o usuário para uma page estruturada para persuadir o usuário no primeiro acesso, essa página usa diversos gatilhos mentais e quebra todas as objeções do usuário já no primeiro acesso, isso vai fazer com que o lead gerado por esse funil, seja mais quente, pois já foi convencido que sua solução é a melhor opção para o problema dele.
Para finalizar, não posso deixar de citar que é imprescindível o investimento em compra de tráfego. Você pode saber mais sobre o tema nesse artigo. Ou clicar aqui para entrar em contato com um consultor V4 para saber como você pode ser assessorado por nossa equipe.
Como vender mais é uma dúvida que assola boa parte dos empresários e gestores do Brasil. Se você é um deles, nós vamos te ajudar.
Para compreender o caminho para se vender mais, você precisa entender o papel do Marketing dentro do seu negócio. Boa parte dos negócios brasileiros são micro e pequenos, e infelizmente contam como uma administração amadora, mas não é um privilegio somente dos pequenos, médios e granes negócios, que as vezes por “acidente” ficaram desse tamanho, não conseguiram ainda profissionalizar sua gestão e suas vendas.
Abordo todo esse aspecto inicialmente, porque antes de expandir as suas vendas, você precisa ter um orçamento para isso, uma verba de Marketing, não existe milagres, você precisa investir. Mas quando eu falo investir, não é pegar um valor do seu bolso e colocar nessa área do negócio.
A verba de Marketing deve ser um reinvestimento do seu faturamento, ou seja, quanto do seu faturamento você está reinvestindo em Marketing? Se você não sabe, isso é um dos motivos por você não vender mais.
Qualquer conselho de Administração vai indicar um investimento em Marketing de 3 a 5%. Para negócios menores (menos de R$ 2.000.000 de faturamento ano) sugiro que se reinvista ao menos 10% (Se isso for viavel dentro da sua margem).
Beleza, orçamento definido agora é hora de crescer. O grande “segredo” para garantir o seu crescimento, não é definir a verba de Marketing, mas sim o que fazer com ela. O primeiro ponto é definir quanto dessa verba sera para Performance e quanto será para Branding. Da porcentagem de Performance, é necessário definir uma meta de ROI (Retorno sobre o investimento) esperado.
Por exemplo aqui na V4, para nossos clientes definimos três cenários de ROI, o pessimista que é 6x o orçamento, o provável que é 8x e o otimista que é 10x, essas metas são com base na nossa história de resultados atingidos. Aqui temos um ponto muito importante, você precisa ter uma meta de retorno, assim a sua empresa garante uma crescimento, com esse investimento, a sua empresa não vai depender apenas do mercado e seus fatores externos para crescer, mas ela assume a rédia da situação e seu crescimento depende agora da sua inteligencia de marketing.
EXEMPLO:
Empresa Y.
Faturamento no último ano: R$ 3.000.000
Porcentagem de Marketing: 5%
Orçamento do ano: R$ 150.000,00
Retorno mínimo esperado: R$ 900.000,00
Resultado esperado para o próximo período: R$ 3.900.000
No exemplo acima a empresa cresceu 30% apenas com ações sobre o seu controle. Fora o que ela pode crescer naturalmente com o mercado.
É lógico que para garantir esse crescimento é importante que o investimento seja feito por pessoas qualificadas, focadas em ROI. Nesse momento você pode procurar uma assessoria como a V4 Company, para saber mais.
O seu investimento pode ter três objetivos:
AUMENTAR O FLUXO NO PDV
GERAR LEADS
VENDER ONLINE
Clique em um dos objetivos acima para saber mais sobre os objetivos.
Mídias Sociais – 5 passos para criar posts impossíveis de serem ignorados!
A “anatomia do post perfeito” é sem dúvida uma das formulas mais pedidas por aqui! Criar posts com grande engajamento é sem dúvida excelente para tornar a sua empresa mais bem conhecida e bem falada!
Hoje vamos trazer 5 segredos que com certeza farão a diferença para você “caçar cliques” nas suas publicações:
1 -Ofereça algum benefício: despertar o sentimento de reciprocidade é sempre excelente quando falamos em campanhas de internet marketing. Isso porque a partir do momento que você oferece algo à alguém, essa pessoa inconscientemente têm o impulso de retribuir. Seja com a compra do seu produto, um compartilhamento, um like na página ou até o famoso e arcaico marketing boca a boca, onde a pessoa falará bem de você quando tiver oportunidade.
2 – Compartilhe conteúdo dos seguidores: mais uma vez o sentimento de reciprocidade faz toda a diferença! É fundamental gerir a sua página de forma a gerar o máximo de interação possível com os seus clientes e fãs. Faça perguntas, peça para que os seus cliente fotografem os seus produtos/uso do serviço como por exemplo looks diários, se você tiver uma loja de roupas. Ou o dia de beleza, se você tiver um salão, um check-in se você tiver um restaurante… Comente, compartilhe e agradeça cada uma dessas interações. Isso com certeza irá incentivá-los a fazer mais vezes por reciprocidade e outras pessoas podem vir a interagir também depois dessa prova social.
3 – Produza conteúdos virais: abuse dos gifs, frases inspiracionais, busque “surfar a onda” das modinhas. Imagens relacionadas à algum seriado ou jogo do momento, como Pokémon por exemplo são excelentes. Obviamente você precisa relacionar o conteúdo com o nicho de atuação da sua empresa, para não ficar algo sem sentido! Por isso ache pontos de conexão viralizáveis e logo você vai ver o aumento da interação.
4 – Impulsione suas publicações: por mais que você tenha 50, 100, 200 mil likes na página da sua empresa, para conseguir engajamento, você terá que pagar por isso. O algoritmo do Facebook não permite que as pessoas vejam em seu feed de notícias as publicações de páginas. O motivo é óbvio: imagine quantas páginas você já curtiu desde que criou a sua conta. Todas fazendo 1, 2 3 posts diários. Sua timeline ficaria completamente saturada, por isso o Facebook filtra as publicações e mostra apenas aquelas impulsionadas para as informações compatíveis com o perfil de público definido, melhorando a experiência usuária. Comece aos poucos, você pode impulsionar por até R$1,00. Comece com R$3,00, R$5,00 para “brincar” e entender as possibilidades de segmentação da ferramenta.
5 – Utilize o encurtador de URL bit.ly: aqui a lógica dos “detalhes que fazem toda a diferença” é super válida! Com o tempo você vai se familiarizando com a ferramenta e percebe que existem alguma “gafes” que precisamos evitar! Um exemplo claro disso é usar URL’s muito grandes, geralmente quando se tratam de um link muito específico. O bit.ly é um site onde você insere a URL e ele automaticamente cria um link mais curto para você. Pode parecer bobagem, mas faz realmente muita diferença para trazer mais profissionalismo à sua página.
Essas foram 5 dicas fundamentais para você aplicar hoje e conquistar muito sucesso na rede!
Se você já aplicou algumas delas, me conte aqui nos comentários! E se precisar de uma ajudinha a mais, não deixe de nos procurar!
5 conceitos de UX pra adotar agora e melhorar sua taxa de conversão
Está cada vez mais difícil conquistar a confiança dos seus futuros clientes.
Há uma desordem online que acaba por fazer parecer qualquer landing page parecer spam. Mas há remédios rápidos para aprimorar a conversão, especialmente quando se foca na experiência de usuário.
Toda landing Page é focada em um target específico, o que significa que é vital capturar a sua atenção, os manter engajados e eventualmente transformá-los em clientes.
O funil de vendas está dia a dia mais estreito conforme a competição aumenta, então se uma landing page é a apresentação de sua companhia, então você pode usar os conceitos a seguir como um checklist para verificar como a UX pode aprimorar suas taxas de conversão.
No máximo, o mínimo
O design de sua landing Page deve ser claro e minimalista, de forma que qualquer confusão para seus visitantes seja evitada. Reduzir o número de elementos gráficos, respiro entre os elementos presentes, fontes legíveis, são ações de design que podem levar a resultados impressionantes em relação a uma página carregada de elementos.
Use linguagem simples
Não subestime a importância do contexto quando criar sua landing page. Conteúdo visual pode prevalecer no mundo online, mas contexto escrito sempre terá poder. Pense quem é seu usuário, modele sua mensagem, leia em voz alta e busque clareza. Não há necessidade de jargões ou linguagem complexa que possa alienar seus usuários. Se você não consegue explicar seu conceito para seus consumidores da forma mais simples possível, então você provavelmente precisa reconsiderar sua mensagem.
Peça o mínimo de informações
Seja um formulário de inscrição ou a assinatura de uma newsletter, ser amigável com o seu usuário é crucial para o sucesso de uma landing Page. As pessoas desconfiam de preencher formulários e fornecer dados pessoais, então se assegure de pedir apenas pelas informações absolutamente necessárias. Encontre uma razão que convença os usuários a confiar em você, seja através de recompensa ou de uma altamente relevante e apelativa landing page, e retribua essa confiança com um processo de registro rápido e simples. De outra forma você estará apenas reduzindo as chances de conversão com um erro simples que poderia ser evitado.
Remova a navegação
Não há necessidade de incluir uma barra de navegação na sua landing Page. Um estudo de 2013 demonstrou que apenas 16% das landing pages estavam livres de barras de navegação, embora já tenha sido demonstrado que a presença das mesmas afeta negativamente a taxa de conversão. Portanto talvez seja a hora de encurtar e simplificar a visita do seu usuário, removendo a navegação e testando os resultados.
Elimine as distrações
Com tantas distrações ao redor e com nosso tempo de atenção cada vez mais reduzido, está cada vez mais difícil esperar que o usuário se foque em uma única página por mais que 5 a 10 segundos. Seja um banner, uma pop-up, um menu ou link externo, tenha certeza que o design de sua página não esteja bloqueando seu funil de venda e seu objetivo de transformar visitantes em consumidores.
É muito comum trabalharmos com clientes que precisam desesperadamente vender mais. Não existe nenhum problema com isso, e este é o perfil mais tradicional do cliente V4, alguém que está com vontade – e muita necessidade – de ampliar os canais de venda para crescer o faturamento.
Mas este não é o único perfil de cliente V4. Existe também aquele cliente que já tem um bom processo de venda acontecendo e não está necessariamente dependendo do aumento de suas vendas. Este é o caso do CPC Concursos.
O CPC Concursos é uma das mais antigas escolas de preparação para concursos públicos da região sul do país, sendo referência de mercado há mais de trinta anos.
A parceria entre a CPC Concursos e a V4 Company ainda é bastante recente. No momento do início do trabalho a situação era a seguinte: existe um bom processo de venda acontecendo, o resultado positivo da operação é inquestionável, mas ainda não é uma operação perfeita.
Há alguns anos, o CPC Concursos se estabeleceu também como referência nas suas aulas online. A possiblidade de ofertar a preparação para concursos públicos através de uma plataforma digital aumentou muito a abrangência do produto, e fez ofereceu também uma extensão da escola para o aluno presencial.
É sabido que a preparação dos que buscam trabalhar no funcionalismo público é intensa e a concorrência é absurda, por isso a extensão do conteúdo através da plataforma digital tem grande aceitação no público-alvo.
Os pontos negativos dessa operação se concentravam na falta de clareza sobre os principais indicadores. Por mais que toda a dinâmica de trabalho seja lucrativa, como saber onde melhorar? Quais são os pontos fracos? A operação vai bem por “culpa” do mercado? A operação é sólida o suficiente para vencer uma recessão de mercado?
Os macro indicadores de uma operação de Ecommerce são as chaves para o aumento de desempenho sem depender diretamente do aumento do investimento.
Quais os fatores que foram necessários controlar imediatamente?
Acessos X fontes de tráfego
Inicialmente é fundamental compreender quais são as fontes que estão trazendo acessos para a plataforma. Avaliar o custo de cada fonte e saber onde cortar e onde investir. Mas como avaliar a qualidade?
Visitas X pedidos
Para compreender onde fomentar os investimentos é muito importante compreender a conversão das visitas em pedidos. Algumas premissas fundamentais devem ser levadas em consideração, por exemplo, o tráfego de Google tende a ser mais qualificado em função da necessidade, ao mesmo tempo em que mídias programáticas, Facebook Ads, blogs e rede de display podem trazer um usuário mais “curioso” e menos comprometido com o consumo.
Neste ponto é fundamental entender quantos pedidos estão surgindo de acordo com cada uma das fontes de tráfego. Pixels de conversão são fundamentais para – além de avaliar o desempenho das campanhas – poder discriminar “quem vem de onde” e “quem vem de onde para comprar o quê”. Outra ferramenta fundamental para essa compreensão é o Google Analytics, assim como os indicadores da própria plataforma com que se trabalha.
Pedidos X Pagamentos
Que bom que existem pedidos, mas quais os percentuais destes pedidos realmente estão completando os pagamentos e gerando faturamento? Quais os meios de pagamento mais utilizados? Vale a pena oferecer descontos aos que pagam à vista? Talvez oferecer maior parcelamento colabora com a conversão de pagamentos?
Todas essas perguntas devem ser respondidas com base nos indicadores de faturamento de pagamentos.
Através deste ponto em especial é possível aumentar consideravelmente o faturamento da operação sem depender de novos investimentos. Além de revelar momentos propícios para ofertas especiais, totalmente embasadas nos padrões de consumo do seu público.
Investimento X faturamento (ROI)
Quão lucrativa é essa operação? Como pode ser mais lucrativa? Essas respostas somente surgem após ter controle total sobre os indicadores da operação. O cálculo de ROI (Return over investment) deve ser o guia para todas as ações relacionadas à operação.
Somente com uma previsão clara de quantas vezes é o retorno sobre o investimento realizado é possível avaliar a lucratividade e viabilidade da operação.
No atual momento de trabalho com a CPC Concursos, o levantamento destes indicadores guia o futuro dos investimentos. Ainda sim, existem uma série outras iniciativas como desenvolver uma unicidade da identidade visual, manter o relacionamento com o público através dos canais digitais e desenvolvimento de melhorias da plataforma são esforços constantes que colaborarão para a melhoria de desempenho no futuro.
Bons resultados somente surgem com bons produtos. Não é possível desenvolver uma estratégia vencedora com produtos que não oferecem real valor. A qualidade do produto e cuidado na prestação do serviço são pontos fundamentais que o CPC Concursos já tem muito sucesso, e ao lado da V4 Company só tende a caminhar para resultados ainda mais positivos.
OK, para começo de conversa vou esclarecer que neste artigo estaremos falando de Lead Pages, páginas desenvolvidas com o único objetivo de gerar leads (oportunidades de negócio), seja pela retenção do contato do visitante, seu email, uma integração direta com o Facebook dele ou qualquer outra estratégia que venha a aproximar o contato entre sua empresa e seu cliente. Descubra mais sobre elas lendo este artigo de nosso blog! Mas e o tamanho de sua lead page? Ele é um fator determinante?
Páginas grandes vendem. E páginas pequenas também.
O tamanho de sua Lead Page está diretamente relacionada ao produto/serviço que você está apresentando aos seus visitantes. Seu conteúdo deverá agregar valor a proposta da página. Existe uma regra básica para lhe auxiliar a tomar esta decisão: Quando mais complexo e caro seu produto é, maior será a sua página. Isto significa que sua argumentação deverá acompanhar junto com a página. Em uma venda tradicional, suas argumentações acompanham a conversa com o cliente, através de objeções e a consequente quebra destas objeções. Infelizmente não temos esta opção na internet, então a saída é desenvolver uma página que acompanhe este raciocínio, quebrando objeções e dando valor de acordo com a necessidade do usuário.
Para simplificar, veja o gráfico abaixo:
E para landing Pages que entregam algo em troca?
Esta estratégia já está disseminada pela internet, trocando seus dados pessoais por eBooks, descontos e cursos. Para estas páginas, já que você está dando algo em troca para seus visitantes, não há necessidade de extender a conversa com o cliente. Seria como uma troca, uma reciprocidade; você quer este ebook? OK, me entregue seus contatos antes e ele é todo seu.
Ao mesmo tempo que as taxas de conversão são maiores com a utilização de “iscas digitais”, há a possibilidade de chamar a atenção de curiosos, pessoas que não estão engajadas com seu conteúdo, diminuindo assim a qualidade do lead gerado.
Quando se desenvolve uma landing page, o que é mais importante é converter este visitante em lead. Mas um lead de verdade. Este é como se fosse o primeiro beijo, a primeira cena de um filme, o apito inicial de todo um relacionamento que está por vir. Não adianta sedimentar uma estratégia em cima de falácias, promessas que você não possa cumprir, principalmente quando estamos conversando em um mundo cada vez mais conectado e dialogando com a geração mais exigente que já vimos. Por isso termos como geração de conteúdo e Inbound Marketing estão tão em voga.