Category: Engajamento

  • 7 conceitos bases sobre pessoas e vendas!

    7 conceitos essenciais sobre pessoas e vendas!

    Quem acompanha as postagens aqui no blog percebe o quanto a empatia e a mentalidade user-oriented (com foco no usuário) fazem parte das minhas atividades aqui na V4 Company. E quando se fala de pessoas e vendas, não poderia ser diferente! Conceitos como Inbound Marketing estão em alta, e entender para quem você está escrevendo, desenvolvendo, gerindo, vendendo, é essencial. Afinal, negócios são pessoas.

    Por isso trago para vocês 7 conceitos essenciais sobre pessoas e vendas que irão lhe auxiliar a entender como as pessoas funcionam, para você fundamentar as decisões em seu negócio – sejam estas pessoas seus clientes, fornecedores ou empregados.

    As pessoas são bondosas ( ou pelo menos a grande maioria delas)

    Podem até existir pessoas maldosas como em filmes e novelas, mas na verdade é que a esmagadora maioria tem boas intenções. Elas buscam auxiliar os outros com o que elas possuem ao alcance de suas mãos e com sentimentos genuínos. Então, utilize esta premissa e construa ligações cada vez mais fortes com àqueles que você divide seu caminho.

    As pessoas pensam através de histórias

    É o melhor argumento para se utilizar o storytelling: confiamos em fatos, mas gostamos de ouvir histórias. Por isso a utilização de parábolas e histórias infantis com “moral”: Quando criamos analogias e narrativas, nosso interesse aumenta, facilitando nossa memorização.

    As pessoas têm necessidade de serem ouvidas

    O conceito de uma pessoa poderosa pode ser atribuída ao quanto sua opinião é ouvidas e respeitada. Mas poderosos ou não, todos temos a necessidade de sermos ouvidos, em maior ou menor frequência. Saber ouvir quando alguém tem algo a dizer é o verdadeiro segredo para construir um relacionamento baseado na confiança.

    As pessoas primeiro decidem emocionalmente, depois justificam racionalmente

    Nosso instinto é muito mais rápido que nossa capacidade de racionalização. Isto quer dizer que confiamos mais em nossa intuição do que nossos pensamentos. Então: quanto mais simples e “primordial” for o estímulo (como fome ou auto-preservação), mais rápido será a resposta.

    As pessoas anseiam por relacionamentos

    Todos, sem excessão, necessitamos de relacionamentos profundos e duradouros, de preferência com outros seres humanos. Preste atenção nestes exemplos: O Facebook nos permite conectar e compartilhar nossas vidas online, com o Uber experienciamos uma abordagem mais humana entre motorista e passageiro, com o Airbnb temos a experiência real de um morar em qualquer lugar do mundo, … Percebeu uma semelhança entre eles? Pois é. Esta característica intangível construída a partir do relacionamento interpessoal é o que transforma estes produtos no sucesso que são. Pessoas se relacionando com outras pessoas, de diversas maneiras diferentes.

    As pessoas inicialmente fogem da dor para depois buscarem o prazer

    Como já comentei antes, fomos programados para sobreviver. E a melhor maneira de se fazer isso é ficar o mais longe possível de qualquer perigo. Só depois de estar seguros que buscamos nossa felicidade, porque, convenhamos, para poder apreciar as belezas da vida, precisamos estar vivos. Por isso a importância de guiar as pessoas através de um caminho seguro, bem explicado e sem surpresas; uma rota sempre será a melhor maneira de ganharmos a confiança delas.

    As pessoas querem deixar um legado

    É intrínseco de nossa humanidade querer perpetuar nossa existência através dos anos, sabemos que somos “finitos”, mas queremos mais. E este mais pode ser alcançado de várias maneiras diferentes: um livro, uma escultura, um filho, … O que queremos lá no fundo é dar nossa contribuição (indiferente do tamanho dela) para mudar o mundo e deixar nossa marca.

    Estão aí as 7 dicas sobre pessoas e vendas! Espero que lhe elas auxiliem vocês a compreender cada vez mais sobre comportamento; é através deles que poderemos identificar as peculiaridades de nosso público para então satisfazê-los! Lembre-se: todo seu processo da venda estará em perigo se o cliente não for colocado como sua prioridade inicial!

  • Proposta Única de Valor (PUV) – Como Montar a Sua

    Proposta Única de Valor (PUV) – Como Fazer a Sua

    Você já tentou convencer alguém de que o seu negócio se diferencia do mercado e de seus concorrentes? Que tipos de argumentos utilizou? Independente se essa missão foi fácil ou difícil, a Proposta Única de Valor (PUV) pode te ajudar.

    Em tempos de um mercado cada vez mais concorrido e com as empresas avançando em busca de ganhar espaço e clientes, é fundamental que o seu empreendimento possua diferenciais significativos para se destacar.

    Entretanto, além de estar à frente dos concorrentes na prática, você precisa encontrar a forma correta de demonstrar isso, mostrando as vantagens do seu negócio e provando que elas realmente existem.

    É exatamente para isso que a PUV existe, demonstrar aos clientes um valor único da sua empresa, que não é entregue pelos seus concorrentes e faz com que o mercado fique para trás, quando comparado com você.

    Entretanto, existem diversas ferramentas de marketing que são confundidas com a Proposta Única de valor, por isso, vamos te mostrar o que é e o que não é PUV e, também, como cria-la.

    Siga a leitura e aprenda a desenvolver a técnica que fará com que os seus clientes compreendam os reais motivos para escolher o seu produto ou serviço em vez de qualquer concorrente.

    O que é PUV?

    Quando você pensa em smartphones de última geração, quais marcas vêm à sua cabeça? A Apple está entre as primeiras que você considera? Por que grande parte dos brasileiros prefere esta marca e não outras mais baratas?

    Isso acontece porque a maçã possui uma marca forte no Brasil, que entrega diversos benefícios ao usuário além do que os concorrentes conseguem alcançar atualmente.

    Por ter em seus produtos características únicas, a Apple entrega uma experiência única aos seus clientes, além de possuir um design exclusivo, que a diferencia de qualquer outra marca.

    Perceba que o status entregue por um iPhone não é gerado por qualquer outro dispositivo. Isso é fruto de uma PUV bem construída e inserida de forma brilhante no mercado.

    Outra empresa que construiu uma marca e uma proposta de valor clara e que já está inserida de forma natural na sociedade é a Coca-Cola. Apesar de existirem inúmeras marcas concorrentes, a vermelha se destaca facilmente.

    Apesar do slogan, a Proposta Única de Valor da Coca não é “Abra a felicidade”, mas sim a experiência causada nos consumidores ao consumir os seus produtos.

    Não faça confusões

    Por falar em slogan, é preciso destacar que a PUV não é um slogan ou qualquer tipo de frase de efeito que uma marca pode criar para tentar ampliar a sua atuação no mercado e “ficar na cabeça das pessoas”.

    Apesar de o slogan também possuir um papel importante, ele é serve como um elemento de marketing, enquanto a Proposta Única de Valor é uma ferramenta essencial para qualquer negócio se destacar no mercado.

    Da mesma forma, o diferencial da sua marca também não é a missão e nem a visão do negócio. Estas são definições fundamentais para que a sua empresa tenha uma identidade e um objetivo claro, mas não são a sua PUV.

    Outro exemplo interessante é a Disney, que possui em sua missão a frase “Fazer as pessoas felizes”, mas que possui uma Proposta Única de Valor muito ligada à experiência causada nos usuários, ao visitarem os seus parques.

    Conseguiu perceber a diferença? Grandes marcas estão relacionando a sua PUV à experiência, mas ainda existem outras formas de construir esta ferramenta e também se destacar, utilizando outros recursos.

    Possíveis gatilhos mentais para construir a sua PUV

    Sem dúvidas, você precisará de gatilhos mentais para construir uma PUV de qualidade, já que ela precisará captar a atenção do consumidor e construir uma sensação de necessidade nele.

    Se essa sensação não for construída, provavelmente a sua Proposta de Valor não será forte o bastante para fazer os clientes em potencial escolherem a sua marca em detrimento do restante do mercado.

    Confira a seguir alguns exemplos de gatilhos mentais que podem ser utilizados na sua PUV e que serão essenciais para que a sua empresa ganhe o verdadeiro destaque que você almeja.

    Transformação

    Esse é um dos principais gatilhos mentais que fazem a diferença na construção da Proposta Única de Valor. Levar o seu consumidor do ponto A ao ponto B de uma forma única, que nenhum outro concorrente possa entregar.

    Na maioria dos casos, quando procuram um produto ou qualquer outro tipo de solução, as pessoas buscam chegar a determinado ponto de transformação, porém, sem se importar muito com o processo.

    No seu caso, você precisará mostrar que entrega essa transformação e que existem aspectos que tornam o processo ainda mais vantajoso, seja por conta da velocidade, da experiência, do preço etc.

    Similaridade

    Gerar identificação no seu público também é uma forma de cativá-lo. Você deve falar em uma linguagem que seja facilmente aceita, tornando a comunicação simples e objetiva com aquele que pode consumir o seu produto.

    O gatilho da similaridade coloca a sua empresa no mesmo “patamar” do seu cliente, tornando o seu produto acessível. É como se você se tornasse uma pessoa comum, que quer ajudar o consumidor a resolver os seus problemas.

    Novidade

    Por acaso o seu produto entrega algo novo, que pode surpreender as pessoas e que ainda não foi descoberto pela concorrência? Talvez esse possa ser o seu grande trunfo na formulação da sua PUV.

    O gatilho mental da novidade gera curiosidade, sensação de exclusividade e um desejo muito grande nos consumidores de conferir o que está por vir e se tornar um dos primeiros a possuir tal benefício.

    Durante muito tempo, Apple e Samsung batalharam pelas novidades tecnológicas do mercado, assim como Sony e Microsoft com seus consoles de videogame, por exemplo.

    Design

    Eu não sei se isso acontece com você, mas quando eu penso em design e smartphones, a primeira marca que vem à minha cabeça é a Apple. Isso acontece por conta de uma Proposta Única de Valor bem construída.

    A marca norte-americana alcançou um patamar no mercado que faz com que a estética dos seus produtos seja algo inatingível pelos concorrentes, que buscam acompanha-la de várias formas, porém, sem um sucesso visível.

    Status

    Este é outro gatilho que atinge as pessoas no ego e na necessidade que o ser humano possui de se destacar do restante. Entregar status também é uma característica que pode fazer parta da sua Proposta Única de Valor.

    Para tanto, podemos utilizar diversos exemplos, ainda com a Apple ou com algumas marcas de carro como Ferrari, Porsche, Lamborghini, entre outras que colocam os seus clientes em patamares diferentes apenas pela marca.

    Como construir uma Proposta Única de Valor?

    Para definir a sua PUV e torna-la realmente atrativa, você precisará seguir alguns passos, desde o conhecimento do público até a definição dos gatilhos mentais que farão parte da sua estratégia.

    Conheça o seu público-alvo

    Antes de mais nada, defina o público que deverá consumir o seu produto. Esse público deve possuir algumas características específicas, principalmente demográficas. Sendo algumas delas:

    • Sexo;
    • Idade;
    • Região geográfica;
    • Poder aquisitivo.

    Com essas informações, você poderá iniciar o segundo passo, que é a formulação da sua persona. Para captar esses dados, o ideal é que você utilize a sua própria base de clientes como fonte de informação.

    Crie a sua persona compradora

    Além das informações demográficas, que embasam a definição de um público-alvo, a criação da persona é essencial para que você entenda quais são as necessidades do mercado que podem trazer destaque para a sua marca.

    Certamente, na hora de construir a persona da marca, a Apple não colocou como preocupação dos seus clientes o preço do produto, pelo contrário, o status parece ser uma necessidade mais latente do que o custo.

    A sua persona precisa possuir objetivos, dores e preocupações que farão com que ela considere a sua marca. Da mesma forma, o seu produto ou serviço precisa ganhar destaque com relação a esses problemas levantados.

    Estude os seus concorrentes

    Depois de conhecer o seu cliente, chegou o momento de entender como os seus concorrentes estão se posicionando no mercado, afinal, a PUV nada mais é do que uma promessa de entrega que os seus concorrentes não conseguem fazer.

    Por isso, vá ao mercado, conheça outros produtos paralelos ao seu, entenda quais são as suas propostas de valor e em que aspectos a sua marca se destaca. A partir disso, defina os pontos que você explorará no mercado.

    Defina os seus diferenciais

    Agora você já possui tudo o que precisa para definir a sua PUV de uma forma convincente e verdadeira. Afinal, você já conhece os seus clientes, já entende o seu produto e estudou a concorrência.

    Chegou a hora de colocar no papel os fatores que farão o seu cliente escolher a sua marca. Nesse momento, seja sincero na análise e encontre o que o se consumidor realmente valorizará, sem luxos e/ou futilidades.

    Conclusão

    Formular uma boa PUV é essencial para que qualquer negócio se destaque no mercado. Uma Proposta Única de Valor mal definida pode fazer com que o seu produto entre em um universo de muita concorrência e pouca lucratividade.

    Portanto, encontrar as brechas que o mercado dá e explora-las de forma convincente é fundamental para captar adeptos, causar uma experiência única e fideliza-los por um bom tempo.

    Em resumo a P.U.V

    É uma espécie de slogan que descreve o seu negocio, é o que torna o seu negócio diferente de qualquer outro, o que faz um cliente escolher a sua solução ao invés da solução do concorrente. Nesse vídeo eu faço uma Proposta Única de Valor na pratica, ao vivo, no improviso. Espero que ajude a exemplificar o que é, e ajude você a criar a sua. Qualquer dúvida não deixe de comentar que terei o prazer de ajudar.

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  • Gamification: atraia e engaje seu público

    GAMIFICATION

    Sabendo do fato que o consumidor está cada vez mais exigente, e também tendo conhecimento das novas tecnologias, redes sociais, mobile e diversas outras formas de interação e formatos, as pessoas passaram a exigir conteúdo diferenciado das marcas em troca de sua atenção.

    Se você quer atrair e entreter seu público, com certeza a gamificação é um ótimo caminho para tal.

    Pesquisas indicam que até 2018 a gamificação será um mercado de mais de 5 bilhões de dólares em todo o mundo.

    Tal estratégia de marketing alinha desde conceitos e mecânicas de jogos até mesmo a produção de jogos sobre suas ações ou produtos.

    Desafios, competições compartilhadas, recompensas, gincanas e jogos personalizados por big players. Todas essas são maneira que pode-se atrair muito público e desde já engajar o mesmo.

    Fato é que, a gamificação das coisas capta duas das coisas, atualmente, mais importantes da internet: Atenção e engajamento.

    Porém, além das duas citadas acima, existem alguns outros benefícios acoplados à tal estratégia, como uma possível geração de conteúdo espontâneo e o alto potencial de compartilhamento.

    Mas por que uma simples gamificação afeta tantos as pessoas a ponto de fazer as mesmas se interessarem por conteúdos relacionados a uma marca?

    Para explicar tal fato, devemos entender que quando se trata de receber motivações externas, nossa mente funciona de maneira super previsível, falando sobre jogos: Nós amamos atingir objetivos, evitar punições e receber recompensas.

    Quando somos desafiados a cumprir as 3 tarefas citadas acimas, acontece que ficamos com uma sensação de bem-estar e satisfação pessoal, o que nos faz continuar a buscar por mais desafios semelhantes ao anterior e assim por diante. Por tal motivo existe esse efeito viciante em vários jogos. Nós inconscientemente sabemos disso e qualquer conteúdo que se encaixe nestes requisitos, ficamos muito atraídos pelo mesmo.

    Mesmo produzindo um conteúdo interessante, que demande uma interação ou ação, tais características não indicam necessariamente que seu conteúdo é gamificado. Para tal, o mesmo necessita de alguns requisitos:

    • Deve-se ter regras fixas
    • Ter um resultado mensurável e variável
    • Demandar esforço do jogador
    • Possuir consequências negociáveis de acordo com os esforços
    • Existem também umas regras que fazem com que seu conteúdo não seja considerado gamificado, as mesmas são:
    • Quando existe apenas uma história mas o jogador não interfere no fim da mesma
    • Quando não há uma conclusão óbvia, venceu ou perdeu?
    • Quando é com base na sorte, pois não demanda esforço

    Indo em direção à Action, podemos produzir diversas ações, desde um jogo complexo até uma ação de Hashtags, mas lembre-se: a experiência do usuário é o mais importante.

    Pode-se pensar no conceito inicial da sua gamificação da seguinte maneira, uma ação que ofereça produtos ou oportunidades exclusivas para algumas pessoas em troca de uma série de ações que elas precisam realizar para obter as mesmas.

    Além disso, você pode fazer uma estratégia através do acúmulo de pontos e troca por benefícios, a conquista de insígnias, coisas que estimulem a competição entre os próprios usuários, a criação de gincanas de longo prazo com desafios e interações, entre várias outras coisas.

    A gamificação se trata 100% de interação, comunicação e comportamento diante de determinado conteúdo. Para tal, você deve saber exatamente quem é seu público, com um bom estudo sobre a sua Persona você já terá uma boa parte do caminho andado, mesmo o gamification sendo algo que atrai a maior parte do público, é bom saber qual o SEU público é para que sua estratégia esteja bem formulada para o seu tráfego.

    Uma das coisas mais importantes a se pensar na hora de começar a sua estratégia de gamificação é que sua ação deve estar ligada à uma rede social, as mesmas te ajudam a gerar métricas para ver o quão boa sua ação está sendo, medindo pelas suas curtidas, marcações, e principalmente pelos seus compartilhamentos, que indicam um alto índice de aprovação.

    Nesta estratégia a melhor coisa que você vai adquirir são as métricas sobre seu público, algumas métricas bem específicas como hábitos e o quão engajados os mesmos estão com seu conteúdo, isso você muitas vezes não encontra em qualquer outra estratégia de Marketing. Saiba aplicar o mesmo e você terá grandes resultados e com certeza uma alavancada na sua marca e nas suas vendas!

    O que achou deste artigo? Comenta aí!

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  • 7 Dicas para começar no Facebook Vídeo

    7 Dicas para iniciantes em Facebook Vídeo

    Com o enorme potencial disponibilizado pelo Facebook para as marcas divulgarem seus conteúdos em vídeos, as pessoas passaram a produzir mais e estudar toda funcionalidade dos mesmos por todas as plataformas, descobriram que não basta ter um bom conteúdo se o mesmo não é passado com clareza ou rapidez necessária, para entender um pouco mais, neste artigo você acompanhará 7 dicas para começar a fazer vídeos que convertam mais Leads para seu negócio! Dicas Para Facebook Vídeo:

    Vamos lá?

    1ª Dica Para Facebook Vídeo: Utilize os vídeos sem som e com legendas

    Ninguém gosta de ser interrompido com um barulho estrondoso do nada na nossa time line, então o Facebook utiliza o auto-play mutado, para que assim o play automático ainda exista mas sem atrapalhar (tanto)  a vida do usuário. Porém, seu vídeo se for narrado não faz sentido mutado, não é mesmo? Pois então, utilize das legendas!

    Estudos comprovaram que vídeos com legendas convertem muito mais do que os vídeos sem as mesmas pois prendem a atenção do usuário mesmo sem o som!

    Utilize deste recurso sem medo da reprovação!

    2ª Dica Para Facebook Vídeo: Fomente interatividade através do Facebook Vídeos

    Pense no conteúdo do seu vídeo de uma forma que ele combine totalmente com a proposta do seu negócio mas que ao mesmo tempo gere reflexões e o desejo de que mais pessoas vejam os seus vídeos.

    Faça com que as pessoas fiquem intrigadas ao ver seus vídeos, que elas questionem aquilo e que interajam com o mesmo, seu conteúdo nem sempre tem que entregar tudo de bandeja para o cliente, as vezes uma reflexão vai gerar muito mais interesse e valor na vida da pessoa do que um insight dado!

    3ª Dica Para Facebook Vídeo: Garanta que seu vídeo Fique em destaque

    Essa é bem óbvia mas nem todo mundo usa, o Facebook disponibiliza um botão para deixar qualquer publicação da sua page em destaque, utilize isto em seus vídeos para que seus clientes que visitam sua page vejam seu conteúdo, e também para que novos visitantes façam o mesmo.

    Tal ferramenta de destaque garante que sua publicação não desça conforme você vai publicando mais coisas na sua page.

    4ª Dica Para Facebook Vídeo: Utilize o “Power Editor”

    Ainda pouco conhecida, o power editor é crucial para alavancar os resultados em um curto período de tempo. O recurso permite que você crie e publique anúncios em vídeo no feed de notícias e também na coluna lateral direita das páginas dos usuários.

    Para acessar ela apenas digite “Power Editor” na caixa de pesquisa do Facebook

    5ª Dica Para Facebook Vídeo: Produza conteúdos de entretenimento

    Sabe-se que o Facebook é um lugar em que as pessoas buscam descontração, procuram fugir da rotina diária de trabalho e estudos, por isso é muito importante que você não fique sendo tão comercial e sério, quando você for produzir algum conteúdo lembre-se de ser informativo ou voltado ao entretenimento.

    Assim fica muito mais fácil você ser aceito com mais facilidade e gerar mais likes em seu vídeo e seguidores para sua página.

    6ª Dica Para Facebook Vídeo: Mantenha uma frequência

    Sabe-se também que hoje em dia as pessoas preferem consumir um vídeo do que ler um texto, por isso mantenha uma frequência de vídeos, não se estenda muito nos assuntos. Caso você vá tratar de um assunto muito complexo não tem problema você dividir seu vídeo em partes, quem sabe fazer uma série para fidelizar a sua audiência e demonstrar autoridade no assunto.

    Você que deverá determinar a frequência dos seus vídeos, com base no segmento e também na sua capacidade de produção, tente manter uma frequência inicial de um vídeo por semana durante dois meses e veja como seu público reage, tire suas métricas e veja qual a melhor decisão a se tomar.

    7ª Dica Para Facebook Vídeo: Não seja inconveniente

    Não force a barra com seu público no Facebook, solicitando que eles o sigam e compartilhem seus vídeos, isso irá afastá-los. Deixe que isso irá acontecer naturalmente.

    Se você produz um conteúdo relevante e interessante para seu público eles irão fazer tais ações sem que você tenha de pedir. Obviamente que um call to action no vídeo não tem problema e é bom para lembrar eles, mas a insistência é um problema.

    Agora que você tem um basicão com várias dicas você pode começar a investir nessa parte, então bora pra action!

    Gostou deste artigo? Deixa tua dúvida ou opinião abaixo!!

    V4 Company

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  • As 5 melhores plataformas de Vídeo

    As 5 melhores plataformas de Vídeo (e mais umas dicas)

    Hoje em dia as pessoas estão cada vez mais difíceis de se atrair, o marketing em vídeos torna-se importante para as empresas atraírem atenção por causa das hábitos das pessoas no mundo de hoje e por causa da facilidade que se tem em simplesmente assistir à um vídeo, porém com tantas plataformas disponíveis as vezes a gente se pergunta qual delas deveríamos usar ou qual é melhor para o nosso negócio.

    Neste artigo separamos 5 das melhores e vamos de quebra dar algumas dicas de cada uma delas.

    Vamos lá?!

    1 – Vine

    O Vine ultimamente vem crescendo rápido no ramo de vídeos curtos e criativos, por possuir uma configuração rápida e inteligente, quase não depende dos produtores para ajeitar detalhes, a interação é uma característica fortíssima na comunidade do Vine, sendo ele direcionado totalmente para envolver e expor as suas ideais para a audiência.

    Com conteúdo focado em criatividade, as empresas atualmente buscam tirar um proveito para tentar atrair este público e gerar likes e compartilhamentos dentro desta ferramenta.

    Aqui vão algumas dicas básicas se você pretende utilizar o Vine:

    • Seja autêntico;
    • Pense no coletivo: O que geraria interação com a comunidade?;
    • Seja criativo e prático: O público de lá quer conteúdo útil e divertido. Se por exemplo você fizer um tutorial do seu produto, fuja do convencional, seja diferente, criativo e descontraído;
    • Deixe um gosto de quero mais: certifique-se de que você deixará uma continuação pendente no fim do seu vídeo, isso deixa um gostinho de quero mais para o público;

    2 –Hangouts

    Plataforma livre do Google, permite realização de videoconferências interativas com até 10 participantes, durante uma transmissão todos estão possibilitados a postar comentários, fazer perguntas e compartilhar telas, tudo ao vivo. Sendo muito útil para caso você precise fazer reuniões emergenciais ou até com pessoas de outros lugares do mundo.

    Segue abaixo algumas dicas:

    • Atendimento em tempo real: Perguntas e repostas em tempo real é uma ótima ferramenta para atender um cliente ou possível cliente, até, quem sabe fornecedores e líderes de empresas
    • Conteúdo gerado com Webinars: Todo o conteúdo gravado é automaticamente transmitido para seu canal no Youtube, sendo assim muito fácil de deixar um webinar ou uma entrevista gravado.

    3 – Instagram

    Muito parecido com o Vine, o Instagram é voltado para vídeos curtos, porém com uma finalidade também de engajar, muitas empresas estão aderindo ao Instagram para fortalecer o Marketing Digital pois trás retornos rápidos e é fácil de usar.

    Segue algumas dicas:

    • Interaja:  participe de discussões que se encaixam no assunto do seu negócio;
    • Use hashtags: O instagram utiliza o sistema de hashtags, por isso se você não marcar seu conteúdo com uma, ele praticamente não será encontrado pelo público;
    • Tenha perfil completo e seja educado com quem interage com você, muitas vezes as pessoas acham isso básico mas não o fazem.

    4- Vimeo

    O Vimeo é uma plataforma virada para a galera mais profissional, com um público bem mais segmentado, seu público é totalmente focado por conteúdos criativos e de qualidade no mínimo ótima, apesar de seu potencial viral ser bem inferior ao do rei Youtube, ele ainda sim pode ser um ótimo lugar para você começar sua estratégia de marketing.

    Vai aí algumas dicas:

    • Seja ativo: Comente e compartilha muito todos os vídeos que você consumir, isso também aumenta as chances das pessoas encontrarem seu conteúdo;
    • Personalize seus vídeos: em relação a qualidade, o público do Vimeo é altamente crítico, se você está produzindo vídeos de qualidade imensa, com certeza lá é o seu lugar;

    5 – Youtube

    Sendo a plataforma de maior sucesso e a segunda maior opção de site de buscas em todo o mundo, já da para saber que seu negócio precisa estar presente lá também, porém considere se seu negócio tem futuro nesta plataforma. Tudo depende do seu segmento, a estratégia de conteúdo, os objetivos do negócio e se o perfil do seu público prefere assistir vídeos pelo Youtube.

    Vai mais algumas dicas:

    • Produza conteúdo de qualidade: Indiferente do tamanho do seu vídeo, ele tem de entregar valor e ser o mais direto possível, entregue seu vídeo com a melhor “embalagem” possível, vide edição e gravação;
    • Use as palavras-chaves: Assim como no SEO, os vídeos também tem a capacidade de se utilizar das palavras-chaves, então por que deixar de lado? Faça seu vídeo com um bom título, uma boa descrição, tudo isso aumenta sua taxa de conversão na plataforma. Não se esqueça de incluir links para eu site
    • Desenvolva um Call to Action forte: Estabeleça um padrão de CTA, sempre dizendo no fim para os seus clientes deram o like e/ou compartilharem, comentarem, o público esquece de fazer essas coisas;

    Bom, agora é só escolher a plataforma que você acha a mais ideal para o seu negócio e dar início a sua estratégia de Marketing em vídeos!

    Gostou das dicas? Comenta aí!

    V4 Company

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  • Como guiar o usuário em sua campanha com Attention Ratio

    Como guiar o usuário em sua campanha utilizando o conceito de Attention Ratio

    Imagine você andando na rua mais movimentada do centro comercial de sua cidade. Muitas pessoas indo e vindo, infinitos estímulos visuais (compre aqui! Desconto! Promoção! Só hoje! 50% OFF!), as lojas exalando aquele perfume de produtos novos, música, pessoas falando, …

    É difícil prestarmos atenção em apenas uma coisa por vez neste tipo de ambiente, onde todos querem chamar sua atenção. Na internet não é diferente. Tráfego é um dos maiores commodities no mundo digital, e chamar a atenção do usuário é um objeto de estudo por si só.

    Digamos que você colocou um anúncio para sua campanha de vendas, conseguiu chamar a atenção do usuário através dos Ads e ele chegou em sua landing Page. Parabéns, você tem a atenção dele! Ele quer absorver o que você tem para falar! Ótimo! Mas espere, por que você colocou este botão para a sua página do Facebook? Qual a necessidade de explicar os benefícios em outra URL? Seus contatos estão em um link? FAQ em outro link? Não, espere. Não clique aí, vá até o formulário e clique no botão para enviar seus dados. Não aí! Do outro lado! NÃO! NÃÃÃÃOOO….

    …E lá se foi um possível cliente.

    Attention Ratio, ou índice de atenção em tradução livre se refere a quantidade de links (ou interações) possíveis de um site em relação ao objetivo principal desta mesma página. Se você necessita que o usuário clique em um devido botão para, digamos, fazer o download de um eBook ou se cadastrar para receber mais informações sobre um empreendimento imobiliário, seu desempenho será melhor se este usuário não possuir muitas opções para fugir do objetivo pré estabelecido. Simples assim. Então, quando mais próximo de 1:1 for este indicador, melhor. Correto?

    Sim e não. Fácil de falar, difícil de fazer. Não é difícil de encontrar uma página de campanha de vendas que possui 15+ links que te levarão para outras URLs. Entenda que, mesmo se o clique levar o usuário para outro lugar dentro do mesmo domínio, ainda será um ponto negativo, sua atenção estará sendo desviada, além de criar a necessidade de carregar esta outra página, afetando a navegabilidade do usuário (principalmente em celulares/3G). Lembre-se: O índice de atenção não é para o seu site como um todo, mas sim para a página da campanha que o user foi direcionado.

    Dê uma olhada neste exemplo abaixo:

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    No exemplo acima, é visível a quantidade de chances do usuário terá para escapar. São no total 71 links destacados em rosa, gerando um índice de 71:1. Para uma home page talvez este valor seja considerado aceitável (eu ainda acho um exagero), mas se o objetivo aqui é fazer o usuário preencher o formulário (indicado pela flecha), algo está errado. As informações que a página quer passar estão de acordo com o que o usuário procura: Perguntas frequentes, certificados de segurança, garantia, provas sociais, o pacote completo. Mas infelizmente elas estão localizadas em diferentes URLs, dificultando o processo e desviando a atenção do objetivo principal. Por isso você deve buscar o attention ratio mais baixo possível.

    Acredite: tudo pode ser otimizado.

    E agora, esta página do exemplo é inútil? Eles terão que criar outra do zero? Claro que não! No exemplo acima, o mais complexo neste processo de criação da campanha é conhecer seu usuário e criar um copywriting que esteja alinhado com o público, e ela tem. Para o problema de índice de atenção – Attention Ratio, existem muitas soluções possíveis: utilização de lightboxes, dividir a página por seções, organizar o conteúdo e manter apenas o necessário. Pense: Você não quer que, depois de todo o trabalho de geração de tráfego para trazer este usuário para sua página, ele fuja porque você não o direcionou da maneira correta, não é? Então, cuide deste indicador e faça com que a jornada dos usuários em sua página seja simples, intuitiva e sem distrações.

  • Redes sociais: O que você pode estar fazendo de errado

    Redes sociais: provavelmente você está fazendo errado

    Social media não é novidade nenhuma faz tempo. As marcas que ainda estão “pensando em entrar nas mídias” muito provavelmente já estão com seus dias contados em função de outros motivos.

    Já estamos totalmente mergulhados neste universo, seja via pessoa física ou jurídica – e um grande erro é pensar que deve haver diferença nas práticas de social media.

    Temos que compreender que as redes sociais foram desenvolvidas – primariamente – para gerar diálogo. De nada adianta estar presente se você não está disposto a conversar. É como estar em uma mesa entre amigos, mas permanecer calado. Preste atenção em três coisas que você está fazendo errado com a rede da sua empresa.

    1 – “Vou fazer igual fulano, pelo jeito tá funcionando…”

    É muito comum, que nas redes sociais, marcas e empresas trabalhem fortemente suas estratégias de conteúdo, a partir do que os outros de seu nicho estão fazendo. Por exemplo: se a rede social de uma marca referência aborda um determinado assunto, é muito comum observar outras marcas menores do mesmo segmento abordando o mesmo assunto, da mesma maneira.

    Você deve ser original nas redes sociais

    Sua audiência – independente do tamanho – decidiu seguir você pelo que você é. Ofereça para seus seguidores, elementos do que torna sua empresa o que ela é, e ao mesmo tempo, diferente das outras em algum sentido. Do contrário, é como você estar sentado em uma mesa entre amigos, apenas repetindo exatamente o que seu colega ao lado está dizendo.

    2 – “Fazer por fazer.”

    Tenha objetivos, trabalhe seu Call to Action! Como já dito, as redes sociais estão aí para ser um espaço de diálogo e compartilhamento. Mas de nada adianta você ter centenas de milhares de seguidores, se você não os chama para fazer algo!

    Conforme o Modelo V4, devemos compreender que Social Media é uma ótima fonte de tráfego orgânico. Se você tem seguidores, poderá sempre oferecer algo que seja de interesse deles, para seu consumo.

    Muito provavelmente é por isso que eles seguem você nas redes sociais.

    2 – “Vamos estar passando sua solicitação para o setor responsável estar comunicando ao nosso setor administrativo que vai estar avaliando sua solicitação”.

    Seja uma pessoa, não uma máquina: Sabe quando você está tentando cancelar seu plano de telefonia ou seu pacote de TV a cabo? Este tipo de interação é tudo o que você NÃO deve fazer na sua rede.

    Você deve agir como uma pessoa, ninguém quer conversar com um robô! Sabemos que as redes também acabam se tornando um contato de SAC, e você não pode ser quadrado. Seja honesto, converse como uma pessoa normal. Dê papo.

    Afinal, as redes são para isso.

    V4 Company

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  • Esta prática está matando sua landing page e você não sabia

    ESTA PRÁTICA ESTÁ MATANDO A SUA LANDING PAGE E VOCÊ NÃO ESTÁ PERCEBENDO!

    Quando você está navegando em um site, já sentiu seus olhos se perdendo na página, não sabendo exatamente para onde ir? Ou, quando você está à procura de uma informação em específico, não tem a mínima ideia de onde irá encontrá-la? Rola a página de cima a baixo e só vê grandes blocos de texto sem nenhuma referência do que cada secção aborda?

    Estes dois problemas estão diretamente relacionados aos conceitos que abordaremos neste artigo: copywriting.

    Copywriting se refere ao texto em sua página, principalmente aquele persuasivo que irão guiar o visitante até a sua oferta. Então, quanto mais parágrafos, mais argumentos e mais detalhada for minha oferta, melhor, correto? Não. Na verdade, sim mas não desta maneira. O maior erro cometido hoje em dia na internet é excesso de texto. Ao “inflar” a página com muita informação, a mensagem que você quer passar estará dividida em várias partes, dificultando a absorção pelo seu visitante, sobrecarregando-o e, obviamente, afetando sua taxa de conversão.

    O processo de frustração do usuário, não importa qual seja o problema enfrentado, é de simples visualização:

    Este processo acontece tão rápido quanto você leu ele. Entenda que a frustração que o usuário sente é relativamente pequena em relação a, digamos, uma frustração amorosa. Mas o estímulo é igual, bem como sua consequências. Veja abaixo alguns exemplos de algumas razões pelas quais esta frustração acontece:

    A página tenta agradar a todos

    Fato: é impossível fazer com que sua landing Page vá agradar a todos os públicos que irão visitar ela. Por isso é interessante saber exatamente quem você quer chamar a atenção. Foque apenas no seu público e faça as pessoas que não se encaixa neste público buscarem querer se sentir parte dele. Se sua página agrada a todos, no final ela não agrada ninguém em especial.

    As boas práticas na produção textual não são respeitadas

    Coerência, coesão, objetivo claro, e por aí vai. Tudo o que aprendemos na escola desde cedo nas aulas de português tem um único objetivo, que é comunicarmos eficazmente. Se tudo o que você quer passar para a pessoa que está visitando sua página é oferecê-lo um produto, qual a dificuldade de transmitir este intuito de maneira ágil e prática para ele entender? Ou pior: por que raios você iria trazer assuntos que não estão liados à sua oferta em sua página? Faça do texto de sua página algo que as pessoas queiram ler. Tome como exemplo a prática de storytelling deste website. Simples, bem escrito e (bônus!) visualmente interessante. É este tipo de comunicação que você deve buscar.

    A estrutura da página não direciona o usuário ao objetivo

    Apesar de bem estruturado o texto, parte dos textos nunca será lido. pelo simples fato de não conversarem com a oferta inicial. Preste atenção neste exemplo acima. Webinars? Newsletter? Nenhuma destas informações direciona para o objetivo principal da página, que neste é a avaliação gratuita de seu website. A quantidade de outros atrativos acaba por atrapalhar ao invés de agregar valor a sua página!

    A página da oferta oferece muitas chances para sair dela (links)

    Apesar deste assunto estar relacionado com outro conceito, o Attention Ratio (ou índice de atenção) é relevante salientar aqui: quanto mais oportunidades você der para o usuário sair da página, maiores são as chances de perdê-lo. Parece simples, não é? Então me responda: porque existe sempre aquele link para o Facebook ou o Instagram no rodapé de quase todas as landing pages hoje em dia? Até links para outras áreas do mesmo site podem atrapalhar, fazendo o usuário perder o foco e o interesse no que realmente importa. Leia mais sobre conceito aqui!

    Estes foram alguns exemplos para você compreender o quão relevante deverá ser a escrita persuasiva de seu site. Ao invés de jogar conteúdo na frente do usuário, pense exatamente o que ele está procurado. Foque na pessoa por trás do computador, não na que estará vendendo o produto. Por isso existem áreas de estudo específicas para compreender a experiência do usuário e criar metodologias para transformar a navegação o mais intuitiva e prazerosa possível. Faça deste seu diferencial e prepare-se para ver um aumento em suas conversões!

  • CLICKBAIT: Conheça esta técnica infalível que todos estão usando!

    CLICKBAIT: Conheça esta técnica absurdamente fácil que todos estão usando! Parece piada, mas é incrivelmente efetiva!

    Me desculpe por fazer você clicar neste título. De verdade. Eu ainda me sinto desconfortável ao escrever headlines como esta… Parece que estou jogando sujo. Mas na verdade, só estou lhe ajudando a conceder o clique que este artigo merece. Verdade! Mostrarei agora porque isto faz sentido. Quem abriu meus olhos para esta verdade foi uma mistura deste artigo escrito por Hank Green, junto com este outro do Derek Thompson, para o The Atlantic, ambos sobre clickbait.

    Por que clicamos?

    Somos todos curiosos por natureza, isto é fato. Então, nada mais justo do que usar algo inerente à todos os seres humanos para chamar a atenção correto? Claro que sim! O grande problema por trás destes títulos extremamente manipulativos, também chamados de clickbait (isca de cliques, na tradução), não é o quanto ele é apelativo para o público, mas sim o conteúdo que eles entregam. Vou explicar:

    Você já deve ter passado por uma daquelas listas com um número ímpar de exemplos de um assunto qualquer e, depois de ler, pensou “Por quê raios eu estou lendo ‘Veja 17 situações em que seu cachorro é seu melhor amigo. Cuide para não chorar com a n° 5!’,  sendo que eu NEM TENHO UM CACHORRO?”. Ah, pois é.

    É pura apelação.

    Este exemplo demonstra exatamente o porquê de tanto preconceito meu (e do Hank Green também) a respeito destes títulos extremamente manipulativos e baratos. Sempre me senti violado quando acabava clicando em um artigo ou notícia e acabava me decepcionando com o seu conteúdo. Se eu me utilizar desta prática, eu pensava, estarei me rebaixando ao nível deles. Seria como utilizar um daqueles locutores de frente de loja no comércio popular: simplesmente não faz sentido, não conversa com o meu público, não é alinhado ao tipo de conteúdo que eu entrego, irá comprometer meu trabalho. Sempre me senti superior a este tipo de escória da Internet.

    Escória? Mesmo?

    O seu conteúdo é o que vale

    Talvez o objetivo que muitos destes sites se utilizam desta técnica é apenas para ter mais impressões (visitas) e ganhar em cima da publicidade da página. Mas aí está o divisor de águas entre quem entrega conteúdo e quem não: eu gosto do que escrevo, acho extremamente relevante, o conteúdo de todo o nosso Blog é de primeiríssima qualidade e quero que mais pessoas acessem este conteúdo. Tenho certeza que você irá receber algum conhecimento em qualquer uma de nossas postagens. E, no fim das contas, não é nenhum golpe fazer você clicar, até porque quem decide é você mesmo.

    É uma troca ganha-ganha: ele recebe o conteúdo que estava procurando e você ganha seu tráfego qualificado.

    É você quem clica para comprar um tênis com 70% de desconto em uma promoção relâmpago na Netshoes. É você quem clica para receber o cupom de desconto em um restaurante no Groupon. Todos nós estamos apenas lhe auxiliando a consumir um conteúdo de qualidade, sem arrependimentos, sem decepções, com um pequeno empurrãozinho da psicologia e de sua curiosidade. Aproveite! Ah, e você também pode fazer isto sem medo, desde que conteúdo seja digno do clique. 🙂

    P.S.: Se acha muito difícil inventar um título provocante, não se preocupe! A internet irá lhe ajudar! Clique neste link e aproveite o incrível “gerador de títulos clickbait”!

  • Experimentação é a mudança de mindset para designers

    Experimentação: uma mudança de mindset para designers

    Tenho certeza que você já se sentiu subestimado pelos conhecimentos de um designer (ou publicitário, ou alguém do marketing). o sentimento é uma mistura de burrice e dúvida; você se sente ignorante mas não consegue compreender o por quê. Será que é a música que ele ouve? ou são esses livros que ele lê? A liberdade que ele tem para a experimentação… Tudo que ele faz é tão diferente do que as pessoas normais fazem…

    Sempre houve certa mística envolvida na atividade de um designer, independente de sua posição ou área de atuação: parece que seus produtos e insights vêm de outro mundo, como se ele possuísse o superpoder de se isolar, desaparecer por semanas ou meses, e voltar com a solução perfeita para o projeto, sem qualquer possibilidade de crítica pois, se você não entende as decisões tomadas por trás desta solução, muito provavelmente o ignorante é você. Não demonstre sua estupidez, não questione, apenas aceite.

    Nem tudo o que brilha é ouro

    É comprovado por diversos cases em empresas e dados de pesquisas que nada disso tem a ver com o “bom design”. Não importa quão brilhante seja a ideia e o desenvolvimento, ou quantos anos de experiencia o setor possui. Se ele não estiver aberto à experimentação e a testar seus protótipos da maneira mais rápida e eficiente possível, a epifania de um não irá substituir o processo de iteração desde os estágios iniciais de muitos.

    Mudar a maneira de pensar o fluxo de trabalho, principalmente depois de que ela já está sedimentada, é incrivelmente difícil. Não vou me adentrar a respeito desta afirmação, mas fomos programados em nosso sistema educacional a evitar os erros, e é exatamente no erro que esta metodologia se difere das outras. Lembra das provas do colégio? dos exercícios de matemática? das aulas de física? então. É aqui que mora a maior barreira, como o nosso cérebro está acostumado a pensar. Mas, como qualquer atividade que demanda esforço e dedicação, esta mudança irá valer a pena. E a melhor parte é que neste mindset, errar faz parte do processo como um todo! Apenas tenha cuidado apenas como você irá lidar com ele: Irá ignorá-lo e seguirá em direção ao erro seguinte? Culpará o outro por não ter lhe passado informações suficientes? Desistirá de tudo por medo de errar novamente? Pense nisto.

    Aprecie o erro legítimo, aquele que ocorre quando se busca acertar.

    Esta diferença será sentida no tempo gasto e no bolso. Você verá que validar um modelo em 15 minutos através de alguns rabiscos em um papel é muito mais vantagem do que descobrir meses depois, com uma campanha gigantesca já em andamento. Este mindset de experimentação, muitas vezes atribuído inicialmente ao empreendedorismo, tem muita relação com o design thinking, buscando na prototipação a resposta para alcançar resultados significativos em um período de tempo reduzido. Seja confiante, desenvolva soluções, teste, repita. É garantido que este método te levará a resultados incríveis!

    V4 Company – Experimentação

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