Category: Engajamento

  • As ações para desenvolver seu negócio com o engajamento

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: AS AÇÕES

    OK, até agora aprendemos sobre como descobrir nosso cliente ideal e como entender as dores e objetivos deste público em nossa estratégia de engajamento. Agora é o momento de observarmos como eles agem e quais ações eles performam durante o processo até alcançarem seus objetivos.

    Você, como consumidor, consegue perceber quando um processo de compra é bem pensado e bem executado: Você tem liberdade para analisar o que quiser, se necessitar de ajuda você sabe aonde encontrar ou para quem perguntar, os produtos estão todos identificados, a fila para efetuar o pagamento, se ela existir, não é uma experiência enfadonha, e muitas outras características positivas. Na verdade, você nem pensa a respeito disso, é tão bom que parece natural. Mas acredite, quem está por trás desta experiência estudou minuciosamente seus costumes.

    No mundo digital, este estudo é ainda mais aprofundado, visto que talvez o seu público-alvo seja de imigrantes digitais (pessoas que não nasceram rodeados de gadgets e estão se adaptando aos processos que muitos de nós já estamos acostumados). Sistemas e fluxos digitais voltados para pessoas acima de 30 anos certamente deverão ter uma atenção especial em como este usuário se comporta, o que ele espera encontrar e o quão fácil é para ele efetivamente completar seus objetivos. Aí entram outras estratégias como pregnância, usabilidade, mas este é um papo para outro post. Vamos focar aqui nas ações que sua audiência faz e classificá-las.

    São três grupos principais de ações de engajamento: ANALÍTICAS, PROATIVAS e REATIVAS. Cada uma deverá ser analisada separadamente.

    AÇÕES ANALÍTICAS

    Dizem respeito aos atos passivos do usuário com seu produto ou seu ambiente. Não há a necessidade de intervenção ou estímulo, o cliente está absorvendo o que você está oferecendo passivamente. Pode ser os itens à mostra em sua loja ou uma página de entrada (landing Page) de seu e-commerce. Lembre-se que, mesmo que seja passivamente, alguma ação estará sendo realizada. Dê liberdade para que ele se sinta parte e encontre seu lugar dentro da proposta que você está trazendo.

    AÇÕES PROATIVAS

    São as que o usuário pode fazer por si mesmo, sem nenhum intermédio, com um resultado (output) esperado. Testar um produto que está no mostruário, ler o panfleto onde está descrito os serviços que você presta, preencher um formulário de inscrição, visualizar diferentes cores para o mesmo produto em seu e-commerce, são todos exemplos em que seu cliente irá agir de modo independente. Seu objetivo aqui é criar um ambiente em que ele se sinta seguro e confortável para efetuar tais ações.

    AÇÕES REATIVAS

    Quando seu público enfrenta uma dúvida sobre o tamanho de certo produto, vai efetuar uma compra no caixa, ou qualquer outra ação que não dependa somente dele, ele estará performando ações do tipo reativas. Imagine você receber várias mensagens no seu celular, mas ele não lhe avisa que elas chegaram. Estranho, não é? Por isso existe o sistema de notificações com um ambiente específico para este propósito (barra de notificações). Você deve reagir para conseguir ler estas mensagens que chegaram. O mesmo modelo deverá ser utilizado em seu negócio, pois assim ele não cairá no esquecimento e continuará relevante para o seu público.

    No geral, são estes os tipos de tarefas ou ações que você deverá analisar em seu negócio. Busque reações que tragam um feedback positivo para reafirmar as escolhas que o cliente for executando. Não há como ignorar um produto/serviço que faz você se sentir bem durante as interações do processo. E lembre-se: as pessoas fogem da dor para depois buscar o prazer. Então elimine ao máximo a ansiedade e nervosismo atrelado ao seus processos.

    Na próxima e última postagem, iremos falar sobre as ferramentas de engajamento que o usuário dispõe e como ele as utiliza. Fique ligado!

  • Os 6 gatilhos mentais para você vender muito hoje

    Top 6 gatilhos mentais para você começar a vender muito hoje! [PARTE 1]

    Os gatilhos mentais em marketing podem ser definidos como “atalhos” que o cérebro utiliza para tomar decisões com maior facilidade e são, portanto, excelentes estratégias de persuasão! Eles auxiliam na quebra de objeções que podem atrapalhar as vendas e influenciam na decisão de compra!

    Para ilustrar, podemos citar um dos principais exemplos de gatilho mental aplicado à mídia tradicional: são as propagandas de creme dental, que mostram um dentista (gatilho mental de autoridade) indicando o produto!

    Se formos um pouco mais além, podemos citar os comerciais da marca brasileira Polishop, conhecidos por apresentar produtos praticamente mágicos capazes de quebrar todas as objeções de compra do produto!

    Em Internet Marketing, o uso dos gatilhos mentais merece uma atenção ainda mais especial porque o ambiente digital não permite a experiência sensorial! Não é possível sentir, tocar o produto, portanto as estratégias de persuasão precisam ser ainda mais agressivas!

    Se você ainda não ouviu falar sobre gatilhos mentais, está mais do que na hora de conhecê-los! Confira o top #06 gatilhos que separamos para você começar a usar hoje e sentir os resultados na sua empresa:

    #1 Prova Social

    O gatilho mental de prova social é um dos mais importantes para influenciar a decisão final! É influenciar através da experiência do outro. Filas em restaurantes podem indicar que o restaurante é bom, por exemplo! Abuse dos contrastes “antes e depois” e depoimentos de clientes em seu site e seus futuros clientes ficarão muito mais seguros em tomar uma decisão de compra.

    #2 Reciprocidade

    O gatilho mental de reciprocidade é o mais utilizado em estratégias de Inbound Marketing, onde você desperta o interesse do consumidor. Trata-se de oferecer algo em troca para que o usuário sinta-se “em dívida com você”. Você pode, Por exemplo, enviar 4 e-mails com conteúdo relevante e um de venda. O usuário vai estar mais propenso a compra porque “deve” muito a você.

    #3 Especificidade.

    Seja específico em suas headlines e os seus clientes confiarão mais em você. Se você desenvolveu um método que gerou 2.437 vendas em um mês, utilize esse número a seu favor. Não diga “O método que gerou mais de 2.000 vendas por mês”. Quanto mais específico você for, mais assertivo será o seu marketing.

    #4 Comunidade

    O gatilho mental de comunidade é na verdade muito antigo. Podemos citar as igrejas lá no século XIV por exemplo. Trata-se de trazer a sensação de pertencimento, fazer parte! Os clubes de futebol fazem isso de forma excelente. Crie relação com os seus clientes, faça com que eles queiram se relacionar com a sua marca através de clube de vantagens, eventos ou grupos!

    #5 História

    O gatilho mental de história é ótimo para engajar o usuário! É o que chamamos de jornada do herói! O ser humano gosta de ouvir histórias, portanto faça o possível para envolver o consumidor e prender a sua atenção. É sempre mais fácil vender para         quem confia em você, por isso abuse desse gatilho!

    6# Compromisso

    O gatilho mental do compromisso funciona como firmar um “acordo” com o usuário. É excelente porque acaba comprometendo o potencial cliente com você ou com a sua oferta! Se você tem um blog ou uma página no Facebook, convide os usuários a interagirem, peça para que enviem fotos utilizando o seu produto, que comentem. Combine um dia para ele ir até a sua empresa, crie um “compromisso”.

    Esses são só alguns dos gatilhos mentais que você pode se apropriar para ajudar a aumentar suas taxas de conversão de vendas! Criamos a parte 2 dessa série, você pode visualizar aqui!

    Se você começar a utilizá-los, tenho absoluta certeza que a sua comunicação será muito mais assertiva e suas vendas irão crescer muito!

    Você já utiliza alguns desses gatilhos? Entende a importância da escrita persuasiva?

    Me conte aqui nos comentários!

  • Faça o cliente gostar e confiar na sua empresa

    Engajamento: Faça o cliente gostar e confiar na sua empresa

    O método V4 para você vender o seu produto, vender para mais pessoas, vender mais vezes e vender pelo maior, é dividido em quatro pilares: Tráfego, Engajamento, Conversão e Remarketing.

    *OBS: Esse artigo é introdutório, caso você já saiba o que é engajamento, você pode pular para os outros pilares do método V4: Trafégo, Conversão e Remarketing. Ou ver artigos avançados sobre engajamento clicando aqui. 

    Você já atraiu o cliente para …. Para onde? Pois é, você precisa atrair o cliente para o lugar certo para que ele goste e confie na sua empresa, só depois disso ele vai comprar de você. Essa etapa é fundamental no processo de vendas perpétuas da V4. A primeira coisa que você precisa saber é para onde você vai direcionar o seu clientes.

    LEADING PAGE: Entender o conceito de Leading Page é fundamental na sua estratégia. A Leading Page é a página onde o seu cliente chega, página de entrada, página de pouso (landing page). O Objetivo desta página é conduzir o usuário para onde você quer que ele vá. Um erro ainda muito comum até mesmo em grandes empresas, é direcionar o cliente para um site institucional, cheio de links e “Sobre a empresa”, que ninguém se importa.

    Sua leading page pode ser um página de compra de um produto específico em um e-commerce, ou uma página de captura caso seu objetivo seja gerar leads. O importante é que essa página conduza o usuário com facilidade para o objetivo, transmita confiança e autoridade ao mesmo tempo. Aqui é fundamental ter boas estratégias de Design que facilitem a usabilidade da sua página, além de entender alguns conceitos fundamentais de marketing estratégico, como Gatilhos Mentais e Copywriting.

  • O grande objetivo para desenvolver seu negócio através do engajamento

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: O GRANDE OBJETIVO

    Esta nossa série de posts sobre o desenvolvimento de seu negócio através do engajamento com seus clientes chega ao seu segundo episódio falando sobre os macro objetivos de sua audiência

    Seu público possui uma dor. Agora, como ele age quando ele tem que lidar com esta dor,  este problema? Aonde ele quer chegar depois desta dor? Fique com este conceito em mente, busque sanar este problema, baseie neste objetivo o seu sucesso. Suas métricas e estatísticas deverão refletir seu progresso em direção ao sucesso deste produto em eliminar a dor de sua audiência. Mas calma, há mais dentro desta questão.

    Aonde está doendo?

    Você tem que entender a proporção da dor que você estará solucionando. No universo do usuário, esta dor poderá ser relativamente pequena. Ele (o problema) só deverá ser grande o suficiente para você construir um produto/serviço em volta dele. Acima da dor de seu produto, existe uma sequência de outras conquistas que a pessoa busca que são mais importantes. Veja o exemplo abaixo:

    Esta sequência representa a dor que um lojista está sanando, e toda a complexidade de outras conquistas correlacionadas a ela. Ah, e lembre-se: esta sequência pode muito bem representar apenas um usuário e seus múltiplos desejos. Os níveis demonstram mudanças cada vez mais íntimas que afetam ao usuário. Como você já deve saber, não são todos os clientes que demonstram suas maiores ambições logo no primeiro contato; cabe a você entender esta sequência e usar estas ligações para conectar o seu produto/serviço com os maiores desejos de seu cliente!

    Este é o real motivo: ele mesmo.

    É exatamente este o motivo pelo qual o cliente está na sua loja, ou está contratando os seus serviços. Não é pela decoração, ou porque é caro/barato, ou porque eles gostam de você. Pensar desta maneira lhe libertará do ego que existe em ser dono de um negócio, transformando você em uma pessoa humilde e capaz de produzir coisas incríveis e úteis, sem se apaixonar por elas. E assim perceberá, de uma vez por todas, que o mais importante nessa história é valorizar quem entra na sua loja, e não quem estava apenas falando sobre ela.

    Na próxima postagem, vamos analisar quais as ações que esta audiência normalmente realiza ao entrar em contato com seus serviços. Até lá!

  • Qual o cliente ideal para desenvolver seu negócio?

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: O CLIENTE IDEAL

    Dando continuidade a nossa série de posts sobre o desenvolvimento de seu negócio através do engajamento com seus clientes, iremos falar aqui sobre como identificar o cliente ideal para focar em suas estratégias.

    DICA: pegue um papel e vá escrevendo palavras-chave do conteúdo que estamos apresentando aqui. Este material será extremamente importante para você resumir este processo e entendê-lo  como um todo.

    Você sabe me dizer, sem titubear, qual é a sua audiência? Se SIM, parabéns! Este é o seu cliente ideal! Nós iremos revisar através de algumas ferramentas se este público está de acordo com o seu negócio. E se sua resposta for NÃO, vamos solucionar esta falha. Não se preocupe, muitos negócios estão aí fora procurando por uma audiência. Sim, é um erro e ele é mais comum do que você imagina, mas estamos aqui para solucioná-los, não é mesmo?

    Se formos seguir rigidamente de acordo com as regras, decidir uma audiência seria o primeiro passo, e logo depois suas dores, para então adequar o produto/serviço para solucionar esta dor. Então vamos partir deste pensamento: Escreva em uma folha qual a audiência que você está direcionando. Aqui estão alguns critérios que você pode utilizar:

    • Critérios sociais básicos –  idade | gênero | família
    • Habilidade profissional – colarinho branco | colarinho azul | desenvolvedores web | …
    • Qual o grau profissional – estudante | estagiário | júnior | sênior | CEO | …
    • Quais seus interesses para lazer
    • Que tipos de produtos/serviços ele já utiliza
    • Que ambientes eles frequentam (online e offline!)
    • Quais livros/blogs/cursos/sites eles leem/participam
    • Quais eventos/workshops eles atendem

    Outra maneira de segmentar por habilidade/grau profissional é de, ao invés de qualificar por sua posição, qualificar por uma operação específica. Exemplo: direcionado para a pessoa responsável pela contratação de novos funcionários ou até direcionado para quem não pode almoçar durante o horário de almoço (11:30 – 13:30).

    Procurar esta “lacuna” pode ser tortuoso, mas acredite, irá se pagar no final. Agora aqui vamos apresentar algumas outras questões que lhe auxiliarão para você fazer uma escolha assertiva com seu público:

    • Você os conhece bem? Se você possui alguma expertise em alguma área é uma grande vantagem competitiva porque, além de provavelmente você já ter sentido as dores desta audiência, você se irá se sentir confortável conversando com eles.
    • Você gosta deles? Há uma frase que diz “se você não gosta de universitários, não abra um pub”. Trabalhar para pessoas que você não simpatiza pode ser extremamente doloroso…
    • Eles podem lhe pagar? Muito mais do que responder se o usuário tem dinheiro ou não, pense a respeito dos métodos de pagamento, ou até se o usuário está acostumado a pagar pelo produto/serviço que você está oferecendo.
    • Você sabe como interagir com eles? Pense a respeito de como eles se comportam. Existem nichos que preferem interações online ao invés de ir até uma loja física. Saiba aonde achá-los e como iniciar uma conversa.

    Continue aprendendo sobre como desenvolver seu negócio descobrindo o grande objetivo de sua audiência, e evoluindo cada vez mais sua capacidade de engajar com eles! Transforme-o em seu cliente ideal!

  • Introdução: desenvolva seu negócio através do engajamento

    Desenvolvendo seu negócio através do engajamento: INTRODUÇÃO

    Em minha opinião, a chave de sucesso para qualquer negócio é Ser focado, ter um produto com significado e ser inflexível quando se trata das estratégias que você utiliza. Sou um firme crente de que qualquer empreendimento pode dar certo, desde que ele seja ofertado para o público correto. Dizer que algo é de valor ou não é questão de perspectiva. Você sabe por que ainda existe gente vendendo controle de televisão e antena UHF na esquina? fácil: porque alguém ainda está interessado neste serviço/produto. Mas a pergunta de hoje é um pouco diferente:

    Como saber se estamos alcançando este objetivo?

    Sem mensurar ao longo desta jornada, não há como saber quando você alcançou a linha de chegada. Você sabe? Não? Bem, não se preocupe, vou te ajudar nessa. Saberás que estás alcançando teu objetivo quando:

    • Você parar de se preocupar se as pessoas necessitam ou não de seu produto
    • As vendas vão de vento em popa
    • Você está confiante que poderá isolar diferentes nichos de mercado e conseguir engajá-las com seu produto/serviço (diferentes públicos = maior alcance de sua mensagem = maior número de pessoas engajadas = mais clientes)
    • Seus consumidores estão extremamente satisfeitos com seu trabalho, o que gera marketing boca a boca, até hoje o melhor meio de divulgação.

    Simples, não é mesmo…? Bem, nem tanto.

    Diferente do que estamos acostumados, nenhum destes tópicos é baseado em um número, uma métrica. Por isso é o seu julgamento quem irá determinar se o seu trabalho está tomando o caminho certo ou não. Agora reflita: baseado nestes objetivos acima, você pode dizer que está no caminho certo?

    Nós da V4 Company falamos sempre que não estamos trabalhando apenas para ter sucesso; trabalhamos até alcançar o sucesso. Esta pequena mudança de mindset faz com que você não veja as dificuldades como uma montanha entre você e seus objetivos, mas sim uma oportunidade de aprender a escalar.

    Me baseado e adaptando os ensinamentos do livro The UI Audit, de Jane Portman, vou mostrar para vocês nos próximos artigos como utilizar os seus usuários como eixo central de suas estratégias de marketing, respondendo estas quatro perguntas:

    • Qual é o seu cliente ideal?
    • Qual o grande objetivo que eles têm em mente ao se relacionar com seu negócio?
    • Que tipo de tarefas/ações os clientes necessitam realizar normalmente?
    • Quais são as ferramentas que o usuário utiliza?

    Todos nós fazemos um grande esforço para que nosso negócio prospere e, se você chegou até aqui, está buscando oportunidades de aprimorar seus serviços! Ah, e tenha em mente que estes conceitos serão úteis tanto no mundo analógico quanto no digital. As estratégias discutidas aqui possuem a mesma essência em ambos os lados da tela do computador, isto é, seus clientes são os mesmos independente do meio utilizado. Então relaxe e aproveite as dicas dos próximos posts!

  • Fidelizando clientes com os padrões de atendimento!

    Fidelize seus clientes através dos padrões de atendimento!

    Os processos são sem dúvida uma lacuna na grande maioria das organizações. Existem empresas com 40, 50 anos de mercado que estão apenas engatinhando para criar processos claros e definidos.

    Apesar de parecer burocrático, os processos são excelentes mediadores da cultura de cada organização. Através deles tempos direcionamentos de como proceder nas mais diversas situações. Hoje vamos falar um pouco sobre processos de atendimento!

    Vivemos em um mundo onde os consumidores têm cada vez mais opções e mais que isso: voz para idolatrar ou difamar a sua empresa. Se o seu cliente não ficar satisfeito com o seu atendimento, ele nunca mais voltará.

    Mas como garantir um esforço mínimo por parte de cada um de meus funcionários?

    Através dos processos!

    A sua empresa, independente do ramo de atuação, precisa ter processos de atendimento claros e definidos, como uma orientação mínima de, ao atender o telefone, ter um pitch “Empresa X, você fala com Beltrano, em que posso ajudá-lo”?

    Você sabe porquê? Porque se não existirem processos, o seu colaborador vai depender unicamente de motivação para atender o seu cliente de forma descente.

    Não raras vezes, ligamos para empresas em busca de informações e somos atendidas com “alô”. Esse é um claro exemplo da falta de processos. O seu colaborador não está motivado e também não tem um processo a seguir.

    O resultado será um desconforto para o cliente, que na grande maioria das vezes irá buscar uma empresa mais preparada e profissional que a sua.

    O mercado, sobretudo em tempos de crise, não tem espaço para o amadorismo! Faça o melhor que puder e crie processos para que todos os seus colaboradores estejam em sintonia!

    E você tem processos claros de atendimento? Entende a relevância disso para a satisfação do cliente?

    Me conte aqui nos comentários!

  • Material Design: A linguagem gráfica do Google

    MATERIAL DESIGN: A Google pensa para você não pensar.

    Como sempre, a Google vai além. E com este projeto, nem ela sabia exatamente para aonde estava indo. Só sabia que estava tomando a direção correta. Material Design é uma linguagem gráfica lançada pelo pessoal da Google lá em 2014 para os dispositivos que utilizavam o sistema operacional Android Vanilla (ou seja, sem nenhuma modificação). Aqui no Brasil não tivemos muito contato, pois estes dispositivos da linha Nexus chegavam em terras tupiniquins com um atraso de até 2 anos…

    Antes iniciarmos este papo, veja este vídeo de 50 segundos, tenho certeza que vai ajudar vocês a entender:

    Bonito, esteticamente simples, multiplataforma, intuitivo.

    Estes eram os objetivos que moveram este projeto, e na minha opinião, eles conseguiram. O Material, estampado no nome, significa os blocos aonde é apresentado o conteúdo. “Mas porque eles criaram esta nova nomenclatura? Por que não ‘caixa de texto’ ou algo parecido?” Aí está o grande diferencial: mesmo que a tela de seu dispositivo esteja em uma superfície plana como uma folha de papel (2D), nesta linguagem os objetos deverão ser considerados em 3 dimensões (3D). É uma metáfora, segundo eles, para unificar a maneira como pensamos o analógico e o digital. Material Design.

    Esta ideia muda totalmente a perspectiva de como as interfaces são criadas: ao invés de utilizarmos sombras porque são estilosas, elas agora são projetadas com fidelidade para dar sentido de profundidade; Cada “camada” que se sobrepõe uma a outra possuem uma hierarquia, mostrando à frente o que é mais importante;  Nas transições, os elementos seguem regras de acordo com seu ponto de origem e destino e elas deverão ter um significado para acontecerem; Segundo o próprio guia, não há cor errada, o que realmente importa é como você as usa.

    Tudo, absolutamente tudo é intuitivo.

    Com o Material Design, a animação ao fazer um login correto em qualquer app da Google será a mesma. Erros do sistema são apresentados de um modo diferente dos erros humanos. O ícone para enviar o email é no mesmo local, indiferente se estou em meu celular ou laptop.

    Não existe manual para os produtos de nosso dia a dia. E se, por acaso, você vir a precisar de um, o designer que desenvolveu não fez seu trabalho direito.

    Mas para desenvolver um sistema visual que sintetiza os conceitos clássicos de bom design com a possibilidades e inovações da tecnologia e da ciência, aí sim precisamos. Consulte ele aqui! (somente em inglês) Este manual do Material Design é um documento vivo, sempre se atualizando, pois como disse lá no início, nem a Google sabe aonde isso vai parar. Mas que vai longe, ah, isso vai.

  • 4 passos para converter mais

    4 passos para sua lista converter mais

    Você costuma se relacionar com sua lista somente quando ela pode ser útil para você? Errou.

    É preciso construir um relacionamento constante com a sua lista – ou listas – de e-mails para que ela seja efetiva e ativa. Em alguns passos simples e objetivos você pode trabalhar sua lista para que ela seja mais lucrativa para seu negócio.

    Primeiramente, ter uma lista de contatos de pessoas que consumiram ou são possíveis consumidores do seu produto é absolutamente fundamental. Pode ser através de uma campanha passiva (como um simples formulário na sua home para o usuário receber “novidades”), ou através de uma campanha ativa (geração de leads).

    1 – Segmente seus contatos – para entender melhor o público que ofereceu seus contatos para que você se relacione com ele, é importante entender quem são essas pessoas. A maneira mais simples de entender esses públicos é dividi-los pelos caminhos que chegaram até você. Crie listas específicas, por exemplo: Usuários que já converteram | usuários se se cadastraram, mas não converteram | leads gerados através de campanha X | Leads gerados através de campanha Y…

    Saber de onde esses contatos vieram é importante para o próximo – e mais óbvio – passo.

    2 – É preciso gerar valor para ser valorizado – Não lembre dos seus contatos somente para sufoca-los de “promoções”. A partir do momento que você entende de onde eles vieram, também entenderá quais são os interesses específicos. PRODUZA CONTEÚDOS INTERESSANTES. Gere valor. Entenda por que estes contatos estão ali e ofereça algo do interesse deles. Conte histórias, dê dicas, mostre novidades, desperte curiosidades.

    Crie rotinas específicas de envio de conteúdo. Sempre.

    Ninguém oferece seus contatos para receber spam. As pessoas deixam seus contatos para “saber mais”. Então ofereça mais do que elas querem saber!

    3 – Nem todos estão interessados – Você nunca terá um percentual total de entrega e abertura. Em toda lista existem contatos desinteressados. Recicle. Defina uma periodicidade para excluir contatos que não abrem ou já não recebem mais seus e-mails. Veja esse artigo para aprender como aumentar a taxa de abertura de emails.

    Este ponto é absolutamente fundamental para manter a relevância do seu domínio de envio. Além disso, uma lista grande não é uma grande lista. Aqui é hora de avaliar suas métricas de taxa de entrega, taxa de abertura e taxa de cliques.

    4 – Call to action ESPECÍFICO – Depois de estabelecer uma relação com essa lista, entender quantos são, quantos abrem e quantos clicam, que você vai enviar alguma oferta.

    Quando este momento chegar, seja claro. Seja absolutamente explícito. Você terá algo que um percentual da lista estará interessado em consumir. Então não crie ruídos ou barreiras nessa comunicação. Aqui é hora de trabalhar a qualidade da sua oferta.


    Estes pontos são óbvios. Não é necessário ser expert para fazer isso. São as tarefas mais básicas para que sua lista de e-mails faça algum sentido. Seguindo estas simples indicações, não existe dúvida alguma de que sua lista irá converter mais.

    Abaixo eu vou deixar uma lista de links sobre campanhas de e-mail marketing para segmentos específicos de mercado:

    1. E-mail marketing para imobiliárias
    2. E-mail marketing para indústrias
    3. E-mail marketing para varejo
    4. E-mail marketing para varejo (2)
    5. E-mail marketing para loja virtual

    Ferramentas de e-mail marketing

    A V4 Company utiliza atualmente o Infusionsoft, mas aqui você pode conferir uma lista de ferramentas de e-mail marketing para empresários.

  • Mockup para capa do Facebook

    Mockup para capa de Facebook

    Você já passou por aquele problema de estar fazendo uma capa maravilhosa para sua fan page no facebook, mas na hora de colocar lá sempre fica descentralizada, com o nome em cima das informações, a foto está em cima de algo, sempre é um problema ter que ficar fazendo várias e várias ajeitações em cima de uma arte que já deveria estar pronta não é mesmo?

    Já pensou em ter um mockup para fazer sua capa em cima onde contém todas as medidas e lugares onde você pode ou não colocar informações e inclusive ver como ficará no mobile e no desktop tudo na mesma hora?

    Pois então, agora você pode ter, e o melhor, DE GRAÇA!

    Nós da V4 precisamos, ao longo dos anos, fazer diversas capas, sempre nos deparamos com estes problemas na hora de criá-las, uma informação por trás da imagem, ou metade da informação cortada no mobile, uma chatisse só. Desenvolvemos um simples arquivo no photoshop onde mostra exatamente onde cada coisa padrão fica no mockup do Facebook!

    Baixe ele aqui e já se prepare para aprender a usar, é bem simples!

    Você perceberá que neste arquivo você tem o texto auxiliar, as linhas (ative por CTRL + 😉

    1- Altura do perfil: A imagem de perfil está demarcada como 1, assim você sabe exatamente aonde que vai bater a linha do layout do Facebook na hora de fazer a sua capa

    2- Limites Mobile: A capa no mobile ela tem um tamanho, horizontal, menor, o número 2 marca exatamente os limites do mobile, assim  você sabe onde enquadrar suas informações para que as mesmas fiquem bem transmitidas em todas as plataformas.

    3- Altura perfil mobile: Mesma ideia do número 1, só que para mobile

    4 e 5: Lados dos perfis, no 1 você sabe aonde fica marcado a altura, no 4 e 5 você saberá onde marcam as laterias das fotos de perfil, desktop e mobile respectivamente.

    6- Call to Action: Exata altura do botão de Call to Action na page do Facebook.

    7 e 8- Exatas alturas dos nomes das pages, desktop e mobile respectivamente.

    Agora que você sabe o que cada um significa, vamos entender como usar, é beeem simples! 😉

    Ao abrir você verá as linhas demarcando, os números identificando cada uma e as legendas, tudo isso é auto-explicativo, porém, eu ainda coloquei várias camadas (que estarão invisíveis) para que você possa testar com a sua capa e sua page, todas elas tem o exato número que se encontra com a legenda.

    Basta que você faça sua capa normalmente, recomendo que utilize o dobro da resolução do Facebook, ficando assim 851 x 315 * 2 = 1702 x 630, faça ela e depois apenas jogue para dentro do mockup aqui baixado para você ver se está tudo certo, isso lhe poupa um tempão de ter que ir dar upload e testar, podes também fazer direto em cima do muckup, que está feito nas resoluções acima citadas!

    Acredito que a partir daqui você conseguirá seguir sozinho, qualquer dúvida entra em contato com a gente que teremos o maior prazer de explicar tudo!

    Obrigado! 😉

    Segue alguns links para recursos de design que podem lhe ajudar: