Author: V4 Company

  • Leads nativos do Facebook: O que são e como gerá-los?

    Leads nativos do Facebook: O que são e como gerá-los?

    O Que São Leads Nativos do Facebook?

    Se você já se aventurou pelas ferramentas de anúncios do Facebook Ads, provavelmente já se deparou com várias possibilidades de criação de campanhas dentro do gerenciador de anúncios.

    Uma dessas possibilidades, inclusive, é a geração de Leads nativos no Facebook, que são uma excelente forma de captar mais leads para as suas campanhas.

    No entanto, além de saber criar anúncios com este objetivo, é interessante conhecer um pouco mais sobre a ferramenta, incluindo as suas vantagens e desvantagens.

    Aqui na V4, os testes são o carro chefe de qualquer ação, portanto, já incluímos os leads nativos em diversas ocasiões, para clientes dos mais variados nichos de mercado.

    O resultado? É fato que para alguns os testes deram muito certo, enquanto para outros os resultados não atingiram a expectativa. Portanto, o mais importante para qualquer negócio é realmente testar.

    Neste artigo, mostraremos um pouco sobre o que são os Leads nativos do Facebok, como funcionam, o que você precisa para criar as campanhas neste formato e quais são as suas vantagens e desvantagens. Confira!

    O que são leads nativos do Facebook?

    Provavelmente, se você buscar na central de ajuda por “leads nativos”, encontrará menos materiais do que deveria. Na realidade, pode ser que você seja direcionado para artigos que não são exatamente sobre o tema.

    Isso porque “lead nativo” é a forma como nós denominamos o objetivo de Geração de Cadastros do Facebook Ads. Dessa forma, procurar por “geração de cadastros” normalmente te trará os resultados específicos.

    Resumidamente, os Leads nativos do Facebook são os leads gerados por campanhas que possuem o objetivo de Geração de Cadastros.

    Se você nunca criou campanhas com este objetivo, basicamente o Facebook disponibiliza uma opção onde você pode criar um formulário dentro da própria ferramenta e captar leads de forma rápida e facilitada.

    Dessa maneira, a pessoa que é impactada no anúncio e clica nele não é redirecionada para uma página externa ao canal em que o criativo foi veiculado. Um formulário é mostrado e o cadastro pode ser feito em segundos.

    Como escolher os campos que serão solicitados ao usuário?

    Ao criar o anúncio, o Facebook Ads exige que você associe um formulário a ele. Esse formulário pode ser criado e salvo para uso posterior, em outro criativo.

    Os campos que devem aparecer para o usuário são selecionados pelo próprio criador da campanha, que pode optar tanto por opções já existentes na ferramenta quanto por campos personalizados.

    Normalmente, os campos sugeridos pelo Facebook são nome, telefone e e-mail, pois são informações que o Facebook já possui e que podem ser preenchidas automaticamente pela ferramenta, facilitando ainda mais o processo de captura.

    No entanto, é interessante que se tome alguns cuidados com os campos pré-selecionados. O ideal é que para informações como o e-mail, por exemplo, seja criado um campo personalizado.

    Isso porque nem sempre o e-mail que a pessoa utiliza atualmente é o mesmo que está cadastrado no Facebook, principalmente pelo fato de a maioria das pessoas possuírem a conta há muito tempo.

    Para onde vão os leads depois de capturados?

    À medida que a campanha é veiculada e começa a gerar os primeiros contatos, o registro dos dados de quem preencheu o formulário fica inicialmente armazenado no próprio Gerenciador de Anúncios.

    No entanto, é possível integrar o seu Facebook Ads a um CRM, enviando os Leads Nativos do Facebook diretamente para a sua ferramenta de gestão de contatos e facilitando a vida do time comercial.

    De qualquer forma, se você não optar pela integração, as informações podem ser visualizadas na íntegra e também é possível fazer o download da relação de leads no formato de CSV ou XLS (Excel).

    Vale a pena criar campanhas de Leads nativos no Facebook?

    Como quase tudo no marketing, esta é uma opção de veiculação de anúncios que merece ser testada, já que está disponível e possui um retrospecto bem variável, pelo menos para os clientes aqui da V4.

    Uma ideia interessante é realizar até mesmo um teste A/B, rodando campanhas iguais, em paralelo, com objetivos diferentes, comparando a Geração de Cadastros com uma campanha de Conversão, por exemplo.

    A diferença é que, para a campanha de conversão, os anúncios precisarão redirecionar o contato para uma página externa, com o formulário e o pixel do Facebook instalado. Assim o rastreamento da conversão se torna possível.

    Que conteúdo você pode utilizar para tornar a campanha de Geração de Cadastros atrativa para o público?

    Em suma, os conteúdos ofertados como isca em uma campanha de Geração de Cadastros são muito semelhantes ao que se pode ofertar em uma landing page convencional.

    Normalmente, algumas opções são mais conhecidas, como:

    • E-books;
    • Pré-inscrição para algum evento;
    • Cadastro para uma live;
    • Cadastro em uma lista exclusiva de algum produto;
    • Solicitação de contato para aquisição de um produto ou serviço;
    • Entre outros.

    O mais importante é que se faça um balanço entre o valor agregado da isca que está sendo entregue e o esforço necessário para o usuário realizar o cadastro.

    Normalmente, quando um formulário possui muitos campos a serem preenchidos, a recompensa precisa ser de altíssimo valor agregado. Assim, o esforço de preenchimento será recompensado.

    Políticas de privacidade são necessárias

    Sempre que uma campanha de Leads nativos do Facebook é criada, se torna necessária a inserção de um link para as políticas de privacidade da sua empresa diretamente no anúncio.

    Dessa forma, o usuário poderá acessar as informações que estão diretamente ligadas à forma como os dados inseridos serão utilizados e como serão armazenados.

    Essa é uma necessidade existente na Geração de Cadastros do Facebook há um tempo e que foi fortalecida pela Lei Geral de Proteção de Dados.

    Vantagens e desvantagens das campanhas de geração de cadastros no Facebook

    Naturalmente, como todo formato de conteúdo e de captura de leads, as campanhas de Geração de Cadastros possuem seus pontos positivos e negativos.

    Como já citamos, o ideal é que ela seja testada para que se possa comprovar a sua eficácia para o nicho de mercado e para a ocasião em que está inserida, porém, suas vantagens e desvantagens sempre existirão.

    Vantagens

    Dentre os benefícios que este formato entrega para a sua empresa e que podem proporcionar excelentes resultados para as suas campanhas, podemos destacar:

    • Facilidade no cadastro: em poucos passos, o usuário é impactado pelo anúncio, consegue clicar e efetuar o cadastro sem grandes problemas;
    • Campos preenchidos automaticamente: outra funcionalidade que facilita o processo e torna a experiência do usuário ainda melhor;
    • Ambiente único: com a Geração de Cadastros, não é necessário possuir uma landing page externa previamente desenvolvida para capturar os leads;

    Desvantagens

    Assim como possui pontos positivos, este formato de campanha também possui pontos que merecem a atenção do gestor das campanhas de anúncios:

    • Restrição de possibilidades: naturalmente, as opções de formatos de campos a serem criados é restrita. Caso seja necessário o upload de um arquivo, por exemplo, este formato não será útil;
    • Menor fortalecimento da marca: ao entrar em uma Landing Page, o usuário é impactado pelas cores e pela identidade da sua marca ou campanha. O mesmo não acontece com a Geração de Cadastros;
    • Menores possibilidades de integração: caso você utilize uma ferramenta de automação de marketing, por exemplo, a integração do formulário do Facebook nem sempre será possível.

    A campanha para geração de Leads nativos do Facebook é impactada pela atualização 10.14 do iOS?

    Como você já deve saber, recentemente o sistema operacional da Apple, iOS, lançou uma atualização que mexeu com o funcionamento de, basicamente, todos os sistemas que trabalham com rastreamento de informações.

    Isso porque algumas políticas foram adicionadas de forma que o usuário consegue optar por ter a sua atividade rastreada pelas ferramentas ou não.

    Dessa forma, o rastreamento de conversões pode ser afetado e, consequentemente, as campanhas para geração de Leads nativos do Facebook também.

    O que muda?

    Para os usuários de iPhone com o sistema operacional iOS 10.14 ou superior, a opção de permitir ou não o rastreamento é mostrada assim que um aplicativo é iniciado pela primeira vez.

    Dessa forma, caso o usuário opte por não ser rastreado, o pixel do Facebook para de captar a sua atividade e possíveis conversões realizadas por ele não serão detectadas e não contarão na sua campanha de anúncios.

    Como contornar isso?

    Na realidade, não existe uma forma de contornar esta nova funcionalidade dos aparelhos da Apple, já que ela foi desenvolvida para que os aplicativos estejam em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

    Como medida paliativa, o Facebook criou um algoritmo que detecta possíveis conversões não rastreadas e insere alguns dados estimados nos resultados da sua campanha.

    Logo, com base em possíveis conversões que não foram detectadas, o Facebook passa a contabilizar algumas que não foram efetivamente rastreadas, mas que, por amostragem, possuem mais chance de terem acontecido.

    Conclusão

    Criar campanhas para a geração de Leads nativos do Facebook é uma forma muito interessante de captar as informações do contato sem a necessidade de este passar por muitas etapas, incluindo páginas externas.

    No entanto, assim como qualquer ação dentro de uma campanha de anúncios, a opção de Geração de Cadastros não é uma unanimidade de resultados, sendo necessária a realização de testes para verificar a sua efetividade.

    V4 Company

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  • As principais diferenças entre o Growth Hacking e Growth Marketing

    As principais diferenças entre o Growth Hacking e Growth Marketing

    Diferença Entre Growth Hacking e Marketing

    Executar ações de marketing e de estratégia de negócio é uma coisa comum dentro de, basicamente, qualquer empresa. No entanto, existe uma diferença entre Growth Hacking e Marketing que talvez você não saiba.

    Inicialmente, você pode estar se perguntando sobre a conexão entre esses termos e por que nós estamos comparando um com o outro. No entanto, com o desenvolvimento deste conteúdo você vai entender o nosso objetivo.

    É bem provável que você já tenha consumido algum conteúdo que falava sobre Growth Hacking. Esse termo se popularizou nos últimos anos e muitos especialistas já o tratam como algo fundamental em uma empresa.

    As tentativas de aplicar mudanças em busca do crescimento são um comportamento comum dentro de um time de marketing, mas o que é preciso para que essas mudanças se caracterizem como Growth Hacking?

    Será que todo time que faz marketing também faz Growth Hacking? Por outro lado, toda estratégia de Growth Hacking também acaba sendo uma estratégia de marketing?

    Essa e outras perguntas podem estar pairando sobre a sua cabeça nesse momento e eu vou tentar responder todas elas. Portanto, siga a leitura e aproveite para entender de vez a relação entre esses termos.

    O que é Growth Hacking?

    Antes de mais nada, é interessante que possamos entender o que é Growth Hacking, afinal, ele acaba sendo o tema central deste artigo. Naturalmente, você já sabe o que é marketing, não é?

    Sendo assim, para entendermos a relação entre Growth Hacking e Marketing, precisamos compreender exatamente o que este primeiro termo significa, o que o caracteriza e até como realiza-lo na prática.

    Então, Growth Hacking é uma estratégia de implementação de melhorias constantes que direcionam um processo, setor ou empresa para um crescimento escalável.

    Se analisarmos a palavra por si só, podemos verificar que, em uma tradução literal, o termo significa “brechas de crescimento”.

    Na prática, é basicamente isso que acontece. Fazer Growth Hacking nada mais é do que buscar constantemente por melhorias e coloca-las em prática para obter ganhos significativos e com determinada constância.

    Entretanto, o que acontece é que muitos profissionais acreditam que estão fazendo Growth Hacking nas suas estratégias de marketing, porém, na realidade não estão, pois sempre acabam estabilizando as ações.

    Growth Hacking é desafiador

    Biologicamente, o ser humano busca sempre as suas zonas de conforto, criando hábitos e chegando sempre em estágios onde existe uma menor necessidade de esforço mental e físico.

    No entanto, o Growth vai contra esse comportamento natural, buscando sempre o desconforto, a mudança e a melhoria. Normalmente, equipes que aplicam Growth de verdade nunca estão 100% confortáveis com os seus processos.

    Se imaginarmos um setor de marketing tradicional, que realiza as suas ações da forma que o mercado já está acostumado e entregando resultados efetivamente, provavelmente a sua curva de crescimento será próxima de linear.

    Vou trazer um pouco de matemática para o assunto. No caso de aplicar técnicas de marketing e entregar resultados efetivos, provavelmente o crescimento do negócio será em uma função ax + b.

    (sugiro uma imagem dessa função)

    No entanto, quando aplicamos o Growth Hacking de verdade, a linearidade dos resultados acaba sendo modificada. O objetivo desta prática é tornar o crescimento exponencial.

    Com isso, o marketing como já é conhecido acaba sendo uma base para a aplicação das técnicas de Growth e a curva do gráfico de crescimento é modificada para uma curva exponencial, com uma função .

    (sugiro uma imagem dessa função)

    O que é preciso para aplicar o Growth Hacking?

    De forma geral, Growth Hacking e marketing podem andar juntos e produzir resultados extremamente significativos para um negócio, porém, para isso, será necessário buscar incansavelmente o crescimento.

    Em suma, para que uma estratégia de Growth seja colocada em prática, serão necessários 4 princípios básicos que guiarão as ações:

    • Testes;
    • Análise;
    • Automação;
    • Criatividade.

    Com isso, o marketing começa a se tornar um verdadeiro laboratório de experimentos que são testados, analisados, colocados em prática ou descartados.

    Cada teste deve resultar em tomadas de decisão, aplicando-os de forma mais constante ou colocando-os no Hall de Falhas. Dessa forma, uma base de conhecimento sobre as ações começa a ser criada.

    Além disso, a automação se torna uma parte importante do processo. É natural que nem tudo se automatize, porém, em alguns casos isso será uma melhoria fundamental para o crescimento do negócio.

    Testes

    Se a sua equipe quer realmente crescer e melhorar as suas ações de marketing, e fundamental que testes sejam realizados. Dessa forma, possíveis pontos de melhoria encontrados são corrigidos, testados e otimizados.

    Naturalmente, nem todos os testes funcionarão da forma como se espera, porém, a ausência deles faz com que o Growth Hacking perca a sua essência e tudo volte para o marketing de forma mais simplificada e constante.

    Análise

    Junto com um teste, sempre vem uma etapa de análise, afinal, se os resultados de uma tentativa não forem verificados, nunca será possível definir se ela foi efetiva ou não.

    Portanto, com a mesma frequência que os testes são realizados, as análises precisam estar presentes e, junto com elas, estarão as tomadas de decisão.

    O processo é cíclico, porém, necessário. Um teste é realizado, a análise é feita, conclusões são tiradas e decisões são tomadas. Dessa forma, as melhorias começam a ser implementadas de forma constante.

    Automação

    Inicialmente, em qualquer negócio, grande parte dos processos são realizados de forma manual. Isso acontece por vários motivos. Nem sempre a automação é necessária e, muitas vezes, ela acaba se tornando cara.

    Entretanto, à medida que um negócio cresce, a quantidade de demandas para o time de marketing aumenta e, com isso, surge a necessidade de automatizar ações.

    Dessa forma, o Growth Hacking também trabalhará no encontro de brechas que precisam de automatização e na aplicação das mesmas. Dessa forma, obtém-se ganho de tempo e de recurso, otimizando as ações como um todo.

    Criatividade

    Por fim, o aspecto que é verdadeiramente o coração do Growth Hacking. É a criatividade que mantém esse espírito vivo. Isso porque detectar problemas nem sempre é difícil, mas encontrar soluções exige criatividade.

    Além disso, a criatividade aliada à disciplina será fundamental para que as melhorias se mantenham contínuas e a curva de crescimento não volte à linearidade que é comum no marketing.

    Growth Hacking é mindset

    Apesar de parecer uma frase de coach e que, quando aparece “mindset” as pessoas costumam dar um passo atrás, o Growth Hacking é exatamente isso.

    Um time sem a mentalidade de Growth acaba não conseguindo manter a disciplina da busca por melhorias. Falo sobre isso na prática, buscando sempre a escala e o crescimento exponencial.

    Pode ser que o marketing cresça, busque melhorias e as aplique, porém, com uma velocidade e uma constância que não é suficiente para o Growth Hacking.

    Devo parar de fazer marketing e partir para o Growth?

    Naturalmente, não.

    Como citamos previamente, é extremamente comum que as empresas façam marketing e não Growth. Isso porque é comum entrarmos em “mais do mesmo” quando encontramos formatos de comunicação que dão resultado.

    À medida que encontramos uma forma de realizar determinada ação e percebemos que ela entrega resultados, entendemos que esse é o formato ideal e o tornamos intocável, pois já foi testado e comprovado.

    Isso é marketing, não Growth. Para que este tipo de ação se torne Growth é preciso pegar tal ação que deu certo e implementar mais melhorias sobre ela, de forma cíclica e infinita.

    No entanto, não é porque você faz Growth que deve deixar de lado a linearidade do marketing. É ela quem dará a segurança necessária para que as suas melhorias sejam implantadas e o crescimento seja obtido.

    Existe marketing sem Growth, mas não existe Growth sem marketing

    Marketing sem Growth é sinônimo de linearidade e constância. Normalmente, os resultados construídos são colhidos no longo prazo, de forma segura, consistente e até que recompensadora.

    No entanto, para que o marketing se torne Growth, é preciso uma base sólida, que garanta que as melhorias não vão colocar nada a perder.

    Na prática, o marketing estabelece uma linha “mínima” que não pode ser ultrapassada. Assim, o time ganha confiança e segurança para realizar os testes e colocar em prática o que acha necessário dentro das ações de Growth Hacking.

    Growth Hacking está só no marketing?

    Definitivamente não. Uma empresa que implementa a mentalidade de Growth Hacking na sua equipe acaba tendo um crescimento significativo em todos os setores.

    Implementar melhorias de forma constante e cíclica é algo que pode ser aplicado em qualquer time. Algumas empresas, inclusive, criam funções específicas de Growth Hacker, que se tornam cientistas do negócio.

    De forma geral, cada time e cada processo é estudado e analisado. Possibilidades de melhoria são sugeridas e testadas. O que funciona se torna padrão e o que não funciona é descartado.

    Conclusão

    A necessidade de se reinventar é uma constante, principalmente no marketing, atualmente. Com isso, torna-se necessária a aplicação da mentalidade de Growth Hacking nas ações.

    Contudo, transitar entre o que é Growth e o que é marketing é natural para os negócios que ainda não tem esse processo bem implementado.

    É papel da gestão garantir que, cada vez mais, os times tenham o Growth Hacking intrínseco no marketing e os resultados entregues sejam cada vez mais escaláveis.

    V4 Company

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  • Marketing Digital para Jovens: As vantagens de aprender sendo mais novo

    Marketing Digital para Jovens: As vantagens de aprender sendo mais novo

    Marketing Digital para Jovens: Vantagens e Desvantagens

    Os jovens são um dos segmentos mais influentes no meio digital. A infância High-tech, babynautas ou mesmo cyberkids, nasceu e se desenvolveu em um período de grandes transformações tecnológicas.

    Geralmente, não conseguem pensar em um planeta sem internet. Graças ao meio que nasceram, eles adquiriram habilidades e competências que as gerações anteriores não possuíam.

    Possuem também a capacidade de realizar múltiplas tarefas, e não se amedrontam diante dos desafios vindos com a tecnologia da informação e da comunicação (TIC).

    E com isso, o marketing digital para jovens acaba se tornando uma alternativa quando pensam no que desejam conquistar profissionalmente durante sua vida adulta.

    É justamente sobre isso que iremos falar mais neste artigo.

    O que é marketing digital?

    Antes de mais nada, vale a pena a gente rever o conceito do que é marketing digital, e qual sua importância para os negócios atuais.

    Ele nada mais é do que ações de comunicação que as empresas podem utilizar por meio da internet, da telefonia celular e outros meios digitais, para assim divulgar e comercializar seus produtos ou serviços.

    E é claro, sempre com o objetivo de conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos com eles.

    Em um mundo em que estamos praticamente conectados com tudo, o marketing digital deixou de ser uma opção para virar algo obrigatório.

    Ele inclusive foi responsável pela criação de novos postos de trabalho que nem sequer existiam a 10 ou 15 anos atrás.

    As oportunidades que o marketing digital trouxe para milhares de pessoas ao redor do mundo também se ampliaram.

    E elas também se estendem para jovens que desejam ter sucesso profissional, e manter seu propósito de vida na fase adulta.

    Exemplos de jovens que se tornaram milionários com o marketing digital

    Quando pensamos nas inúmeras possibilidades de se ter sucesso no marketing digital, achamos que só pessoas adultas com longos anos de carreira, conseguem ter sucesso.

    No entanto, existem muitos jovens que, antes mesmo de completar seus 20 anos, se tornaram milionários por criarem negócios lucrativos na internet.

    Veja alguns exemplos:

    • Sean Belnick: com apenas 600 dólares, o garoto americano criou um site de vendas de itens usados (como cartas de jogos), que depois se tornou uma plataforma de venda de imóveis tão lucrativa, a ponto de valorizar seu negócio em US$ 24 milhões quando o empreendedor completou 20 anos;
    • Irmãos Cook (David e Catherine): os fundadores do MyYearBook.com ainda estavam no colegial quando criaram o site, e hoje ele vale mais de US$ 100 milhões;
    • Nick D’Aloisio: este garoto mal completou 17 anos, e já havia vendido seu aplicativo – o Summly – para o Yahoo, por uma pequena bagatela de US$ 30 milhões.;
    • Julliete Brindak: essa garota transformou seu hobby em um negócio lucrativo, quando aos 16 anos criou a rede social Miss O Friends, que hoje vale cerca de US$ 15 milhões.

    Estes são apenas alguns exemplos mais conhecidos, porém é fato que o marketing digital para jovens pode ser o caminho que muitos deles conseguem trilhar com muito sucesso.

    Ou seja: mesmo que você nem sequer tenha completado seus 18 anos, existe sim uma grande chance de você também escrever uma história de sucesso no marketing digital.

    Principais Vantagens do Marketing Digital para Jovens

    Começar no marketing digital ainda na juventude é uma excelente maneira de chegar a fase adulta com uma bagagem incrível.

    Vamos analisar a seguir por que o marketing digital acaba sendo uma grande vantagem para aqueles que ainda não completaram 18 anos.

    Facilidade em Aprender

    Quanto mais jovens somos, maior é a facilidade que temos em aprender coisas novas e colocá-las em prática rapidamente.

    Durante a fase da adolescência, em especial, os estímulos nervosos ficam mais frequentes, fortalecendo as células neurais responsáveis pela memória e outras funções cognitivas.

    E é justamente nesta fase em que muitos acabam desenvolvendo habilidades e competências importantes em profissionais do marketing digital, como:

    • Boa escrita;
    • Lógica para resolução de problemas;
    • Criatividade.

    Por isso, o marketing digital é uma excelente maneira de jovens, em especial os que ainda não completaram 18 anos, se enveredarem no mercado de trabalho.

    Facilidade com Canais Digitais

    Você com certeza já ouviu a expressão “geração conectada”. Essa é a realidade de muitos jovens, que cresceram e crescem já acostumados com as facilidades que os meios digitais proporcionam para eles.

    Muitos já possuem contas e perfis nas principais redes sociais, como:

    • Facebook;
    • Instagram;
    • Tik Tok;
    • Twitter;
    • Whatsapp;
    • Telegram.

    E ainda, de acordo com uma pesquisa, o celular é o principal dispositivo de acesso à Internet, utilizado por 23 milhões de crianças e adolescentes brasileiros (95%).

    Do total de usuários na faixa etária analisada, 58% utilizam o dispositivo de forma exclusiva, percentual mais elevado nas classes DE (73%).

    Em outras palavras, com acesso facilitado e amplo aos meios digitais, o caminho do marketing digital para jovens é muito facilitado, dando a eles incríveis oportunidades de crescerem nesse meio.

    Mais Tempo para Praticar

    O tempo é um dos ativos mais valiosos que temos, e que fica cada vez mais escasso com o passar dos anos.

    No entanto, isso é algo que sobra e muito para as pessoas que ainda estão em uma das melhores fases da sua vida.

    Os jovens que decidem se enveredar no marketing digital tem a oportunidade de investir mais tempo para estudar e aplicar estratégias vencedoras.

    E conforme os anos passam, sua experiência e expertise nessa área fica cada vez maior, se tornando até mesmo profissionais altamente qualificados na fase adulta.

    Eles podem usar todo este tempo para ajudar outras empresas e negócios a crescerem com toda sua vivência, ou até mesmo criar seus negócios altamente lucrativos e fazer grandes parcerias.

    Sem sombra de dúvida, o tempo acaba se tornando um ativo valioso e que recompensará estes jovens no longo prazo.

    Dificuldades do Marketing Digital para Jovens

    Nem tudo na vida são flores, e infelizmente isso também se aplica quando falamos de marketing digital para jovens.

    A seguir, veja as principais dificuldades e desafios que eles enfrentam.

    Aspectos Burocráticos

    Aqui no Brasil, um dos requisitos para você abrir um CNPJ (neste caso, pode ser um MEI) é ter idade de 18 anos ou mais.

    Isto pode ser um grande desafio quando um jovem começa a trabalhar com marketing digital e ter resultados extraordinários.

    A não ser em casos de emancipação autorizada pelos pais quando uma pessoa completa 16 anos, não é possível abrir uma empresa se você for menor de 18 anos.

    Uma alternativa para você é conversar com seus pais ou algum parente próximo e de confiança, caso você tenha menos de 16 anos, e pedir para ele abrir um MEI no nome dele.

    Ou então, se você tiver 16 anos ou mais, poderá pedir aos seus pais que autorizem a sua emancipação e dê continuidade aos seus projetos no marketing digital.

    Insegurança

    Apesar de ser mais fácil para um jovem aprender e adquirir experiência com marketing digital, a questão da idade pode transmitir uma certa insegurança para outras pessoas.

    Imagine quando um cliente está empolgado com suas explicações e interesse em trabalhar, acaba descobrindo que você é jovem demais (na cabeça dele é claro), quando lhe pergunta sobre sua idade.

    É claro que muitos acabam não levando isso em consideração quando você se comunica muito bem e até mesmo entrega resultados extraordinários para eles.

    A dica aqui é: não torne sua preocupação um problema.

    Se o cliente nem sequer perguntou sobre sua idade, simplesmente continue seu trabalho e faça seu melhor, surpreendendo-o quando souber que você é jovem e muito capaz.

    Falta de Dinheiro

    Esse é um problema que não afeta apenas os jovens, mas que também pode ser uma grande dificuldade.

    Falamos antes da questão do tempo, que é um ativo que a maioria das pessoas com menos de 18 anos possuem em abundância.

    E quando se fala de dinheiro, pode acabar se tornando um problema.

    Mas temos exemplos de grandes negócios digitais, fundados inclusive por jovens, que hoje valem milhões de dólares, e que foram inciados com pouco ou nenhum investimento.

    Se você voltar no começo do artigo, verá que os jovens citados ali começaram com bem pouco dinheiro, e mesmo assim, se tornaram milionários colocando suas ideias em prática.

    Então não deixe que a falta de recursos financeiros seja uma pedra no meio do seu caminho, se deseja iniciar sua jornada no marketing digital.

    Comece com o que tem, mesmo que seja pouco, mas comece!

    Conclusão

    O marketing digital é uma excelente maneira de jovens se desenvolverem como profissionais, e ter um grande propósito já na sua vida adulta.

    Levando em consideração os exemplos dos que se tornaram milionários antes dos 20, eles aproveitaram muito bem suas vantagens e não deixaram que as dificuldades fossem maiores que seus objetivos.

    Portanto, o marketing digital para jovens é um caminho que pode ser trilhado por qualquer um, e com certeza, trará enorme satisfação para estas pessoas agora, e durante sua vida adulta.

    V4 Company

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  • Anúncios persuasivos: Como cria-los com as melhores práticas?

    Anúncios persuasivos: Como cria-los com as melhores práticas?

    Como Criar Anúncios Persuasivos

    Comunicar-se na internet é algo que as empresas, em geral, já fazem há algum tempo, porém, é extremamente comum que os negócios percebam que as suas comunicações não atraem clientes.

    Isso acontece porque, muitas vezes, as publicações e anúncios utilizados não despertam o real interesse do seu público-alvo e acabam sendo apenas mais um conteúdo publicado, sem resultado algum.

    Para obter resultados reais, a comunicação precisa ser clara, objetiva e, principalmente, persuasiva. Dessa forma, é mais provável que a atenção do consumidor seja captada e as chances de conversão aumentem.

    Todavia, criar anúncios persuasivos não é tão simples, o produtor de conteúdo precisa possuir alguns conhecimentos específicos que envolvem a técnica de criação de conteúdo de venda.

    Para tanto, construímos este artigo com o objetivo de te mostrar o que você precisa fazer para construir anúncios persuasivos e captar mais clientes para o seu negócio.

    O que são anúncios persuasivos?

    Você já recebeu um e-mail que, mesmo parecendo inofensivo, prendeu a sua atenção e fez com que você realizasse uma ação? Por exemplo, clicar no link presente ao final do texto?

    A comunicação persuasiva é extremamente comum em e-mails, já que são conteúdos que podem ser personalizados, inclusive com informações do destinatário, como o próprio nome.

    Nas mídias sociais ela também aparece, porém, de uma forma menos direta e mais abrangente, já que se comunica com várias pessoas ao mesmo tempo, entretanto, não quer dizer que não caracterize um anúncio persuasivo.

    Normalmente, a comunicação persuasiva se caracteriza por utilizar alguns artifícios para prender a atenção do público-alvo e convencê-lo a realizar determinada ação.

    Portanto, para construir um anúncio persuasivo, você sempre precisará preencher uma espécie de briefing, mesmo que mentalmente. O importante é possuir as seguintes informações:

    • Persona;
    • Canal;
    • Objetivo (ação);
    • Linguagem.

    Possuindo estas informações, a construção de anúncios persuasivos se torna muito mais fácil.

    Persuasão não é manipulação

    Uma confusão comum que fazemos no início é a relação que criamos entre persuasão e manipulação. É extremamente importante compreender que estas duas coisas são distintas e precisam ser diferenciadas.

    Enquanto a persuasão possui características de convencimento baseadas na realidade e demonstrando sempre transparência a quem for impactado pelos anúncios, a manipulação leva a comunicação para outro lado.

    Uma comunicação manipuladora esconde fatos e faz o cliente deduzir coisas que não são verdade. Dessa forma, a manipulação está ligada à enganação, algo que é extremamente proibido na comunicação séria do marketing.

    Anúncios persuasivos são aqueles que fazem com que o impactado perceba fatores importantes e, muitas vezes, mude as suas prioridades para consumir o conteúdo do anúncio.

    Entretanto, desde o primeiro momento, a expectativa criada deve ser apenas sobre o que realmente é entregue, sem dar brechas para alucinações.

    Não existe persuasão sem persona

    Chegamos a um ponto chave dentro de qualquer anúncio persuasivo: a persona. Mais a frente falaremos um pouco mais sobre ela, na construção efetiva de um anúncio.

    Todavia, é importante ressaltar esse fator dentro da construção de uma comunicação persuasiva porque é comum que alguns negócios tentem se comunicar com qualquer pessoa, levando-o ao insucesso.

    A comunicação persuasiva trabalha aspectos específicos da persona, como as suas dores, os seus objetivos e algumas características específicas da sua vida. Dessa forma, possuir uma persona bem definida é essencial.

    Imagine o cenário de uma loja de roupas voltadas para o nicho fitness/esportivo. Comunicar-se apresentando produtos sem conhecer a persona faz sentido?

    Antes de mais nada, precisamos compreender que as pessoas que buscam roupas do segmento esportivo possuem diferentes objetivos. Realizar atividades físicas é uma atividade que pode levar a pessoa por diversos caminhos.

    Logo, para construir um anúncio persuasivo, precisamos conhecer o real objetivo de quem comprará o item a ser vendido, por exemplo:

    • Emagrecimento;
    • Qualidade de vida;
    • Prática esportiva profissional;
    • Prática esportiva casual;
    • Entre outros.

    Para cada objetivo do público, a forma de comunicação será diferente, já que para a prática casual, por exemplo, você enfatizará o fator diversão, enquanto para o profissional a ênfase será em performance.

    E este é só um exemplo de aplicação da persona dentro de um anúncio persuasivo. Na prática existem muitas nuances que acabam exigindo um conhecimento aprofundado sobre o público-alvo.

    Estrutura básica da persona

    Para entender quem é o público do seu anúncio e definir uma persona de forma precisa, algumas perguntas precisam ser respondidas. Por exemplo:

    • Idade;
    • Objetivos/sonhos;
    • Dores/problemas;
    • Atividades que gosta de realizar;
    • Como o seu produto pode ajuda-la.

    Com estas informações você conseguirá entender quais são os fatores que chamarão mais a atenção da sua persona e conseguirá construir anúncios persuasivos com maior facilidade.

    Passo a passo para a construção de um anúncio persuasivo

    Depois de entender que não se deve manipular o público e, também, a importância da persona dentro de um anúncio persuasivo, chegou a hora de construí-lo na prática.

    Preparamos um passo a passo para te ajudar nesse processo, com todas as informações que precisam ser consideradas antes da criação do anúncio e qual a importância de cada etapa.

    Definir a persona

    Como citado anteriormente, a persona é o ponto chave dentro da comunicação, já que ela definirá todo o restante dentro da estrutura de um anúncio persuasivo.

    Tendo a persona definida, você terá noção do caminho que a comunicação precisa seguir para poder convencer a pessoa impactada a realizar a ação desejada.

    Por exemplo, se você possui um curso pré-vestibular e o seu público é o estudante que deseja a vaga na universidade, a construção da persona pode ser assim:

    • Nome: João (fictício);
    • Idade: 18 anos;
    • Objetivo/sonho: aprovação no vestibular de Medicina;
    • Dores/problemas: não consegue estudar sozinho, possui insegurança para realizar a prova do vestibular e precisa de ajuda nos estudos;
    • Atividades que gosta de realizar: ver Netflix, sair com os amigos, praticar esportes;
    • Como o seu produto pode ajudar: o curso pré-vestibular vai dar o apoio necessário para que ele consiga estudar todos os conteúdos desejados e se preparar psicologicamente para a prova.

    Perceba que, com essas informações, você já sabe quais são os pontos que precisa abordar, tanto utilizando o objetivo quanto as dores.

    Construindo diferentes anúncios, você conseguirá se comunicar com o João por diferentes vias diferentes, mas sempre fazendo com que ele preste atenção na sua comunicação.

    Além disso, é possível utilizar as suas atividades prediletas para criar conteúdos relevantes, por exemplo:

    • Como utilizar Netflix na redação do ENEM;
    • Como a prática de esportes pode auxiliar na preparação para o vestibular?
    • A importância da vida social no sucesso dos estudos.

    Certamente, devido ao fato de as atividades citadas estarem entre as favoritas do João, ele dedicará o seu tempo para consumir o conteúdo proposto.

    Definir o canal

    A definição do canal é fundamental para que a estrutura do anúncio seja construída. Lembre-se que cada canal possui a sua forma de se comunicar com o público e esta forma precisa ser respeitada.

    Logo, construir uma publicação para as mídias sociais é diferente de construir um e-mail e, também, de produzir um artigo para blog. Portanto, defina o canal a ser utilizado e construa o conteúdo de forma adaptada para tal.

    É importante ressaltar que o canal é sempre uma forma de conectar a empresa e os seus clientes, portanto, de nada adianta utilizar uma mídia que não é utilizada pelo seu público.

    Compreender em quais canais o seu cliente está é fundamental para direcionar os recursos para as mídias certas.

    Definir o objetivo do anúncio

    O objetivo do anúncio está diretamente ligado à ação que você deseja que a sua persona realize ao consumir determinado conteúdo.

    Por exemplo, ao construir um anúncio persuasivo, você pode possuir desejar que o impactado clique no anúncio, envie uma mensagem na sua página, entre em contato pelo WhatsApp ou somente comente algo.

    Independente da ação, o objetivo precisa estar claro para que a comunicação conduza a pessoa à atividade desejada.

    Em artigos de blog, por exemplo, é extremamente comum que, ao final do texto, o leitor seja convidado a deixar algum tipo de comentário. Isso acontece porque um dos objetivos do conteúdo é exatamente gerar engajamento.

    Já em anúncios de venda, o objetivo é fazer o usuário clicar, portanto, os esforços estarão direcionados a gerar interesse suficiente para a pessoa sentir o desejo de clicar e obter mais informações sobre determinado produto.

    Definir a linguagem

    A linguagem é, basicamente, a forma como você se comunicará com o seu público. Aqui, encontraremos o ponto de equilíbrio entre a forma como a empresa se comunica e a forma como o público se comunica.

    A definição da linguagem te ajudará a se aproximar do público, construindo uma comunicação que desperte o interesse de quem está consumindo.

    Lembre-se que não adianta utilizar uma linguagem extremamente formal com um público jovem, por exemplo, já que este está muito mais acostumado com a comunicação informal.

    Da mesma forma, um conteúdo direcionado a advogados pode ser um pouco mais sóbrio, já que precisa passar credibilidade e confiança, por exemplo.

    Dentro da linguagem, um ponto interessante é a utilização de gatilhos mentais, que podem fazer a diferença na efetividade de um anúncio persuasivo.

    Mão na massa

    Agora que você já possui todas as informações necessárias, é chegada a hora de criar o anúncio especificamente. Para isso, não existe uma fórmula mágica ou um caminho ideal.

    O mais importante é que os anúncios persuasivos sejam construídos e testados, pois somente com os testes será possível definir o que funciona ou não na sua comunicação.

    Conclusão

    Construir anúncios persuasivos é uma tarefa que parece muito simples, porém, que exige muito mais planejamento do que imaginamos. Anúncios bem planejados costumam trazer mais resultados, já que cumprem o seu papel.

    Você cria comunicações persuasivas para a sua empresa? Como funciona o seu processo de criação? Costuma obter resultados? Deixa nos comentários e vamos conversar sobre isso!

  • O Google está nos escutando? | Verdade Nua e Crua

    O Google está nos escutando? | Verdade Nua e Crua

    O Google me Escuta? | Verdade Nua e Crua

    A privacidade na internet é um tema que está cada vez mais em pauta, tendo em vista que as pessoas começaram a perceber que o seu comportamento fora das mídias também influencia na forma como as mesmas se comportam.

    Você já passou pelo caso onde você está conversando com um amigo ou alguém próximo sobre determinado assunto e, pouco tempo depois, visualizou anúncios sobre o mesmo tema no Facebook, Instagram ou Google?

    Será que as plataformas estão escutando o que você fala através do seu smartphone o tempo todo? Ou seria essa uma coincidência, onde você já havia pesquisado sobre o tema, mas acabou não recordando desse fato?

    É fato que essa discussão já tem se tornado muito popular, com diversas pessoas fazendo testes para verificar se isso é verdade ou não e nós estamos aqui para esclarecer isso para você.

    Se você está curioso pra saber se o Google escuta os seus usuários a todo momento e utiliza esses dados para personalizar os seus anúncios, siga a leitura e confira.

    Como funcionam as ferramentas de anúncios?

    Antes de falarmos sobre a polêmica que envolve a dúvida se o Google escuta ou não os seus usuários, precisamos relembrar sobre o funcionamento das ferramentas de anúncios, tanto do Google quanto do Facebook.

    Entendendo o seu funcionamento, conseguiremos entender em que momento cada uma delas pode atuar e de que forma elas podem mostrar anúncios com base no que falamos, caso elas efetivamente nos escutem o tempo todo.

    Ferramenta de anúncios do Google

    Primeiro, vamos entender sobre o Google Ads, a ferramenta de anúncios do Google e do Youtube, que possui um número muito grande de anunciantes e está presente na internet como um todo.

    Basicamente, os anúncios do Google podem aparecer em 3 canais diferentes:

    • Página de resultados de busca do Google;
    • Youtube;
    • Sites parceiros do Google.

    Enquanto na página de resultados nós podemos encontrar anúncios de pesquisa, de Google Shopping e no Google Imagens, no Youtube são encontrados anúncios de vídeo, de texto e de imagem.

    Por último, nos sites parceiros do Google, a predominância está nos anúncios por imagem, que geralmente aparecem nas laterais da tela e mostram produtos que visitamos recentemente.

    Anúncios na página de pesquisa do Google

    Estes anúncios são mostrados com base no termo de pesquisa utilizado pelo usuário naquele momento. Por exemplo, ao buscar “assessoria de marketing”, o Google mostrará os principais anúncios para o meu interesse naquele momento.

    Dessa forma, pode-se compreender que, para este tipo de anúncios, não são utilizados dados que possivelmente foram coletados por voz.

    Anúncios do Youtube

    Já no Youtube, os anúncios que aparecem para o usuário não estão relacionados à sua busca, mas sim aos interesses que o usuário possui, de acordo com sites e páginas que ele visitou recentemente.

    Por utilizar dados previamente armazenados sobre os usuários, os anúncios do Youtube estão dentro daqueles que possivelmente estão utilizando os dados dos usuários captados através dos microfones.

    Anúncios em sites parceiros do Google

    Semelhante aos anúncios do Youtube, as propagandas veiculadas pelo Google em sites parceiros da ferramenta de anúncios também utiliza dados previamente coletados dos usuários.

    Ferramenta de anúncios do Facebook

    Já a ferramenta de anúncios do Facebook, conhecida como Facebook Ads, veicula os seus anúncios em quase todos os aplicativos pertencentes ao grupo Facebook.

    Dentre os apps impactados pelos anúncios, temos Facebook, Instagram e Messenger.

    Em todos os casos, a veiculação dos anúncios acontece de acordo com os interesses dos usuários ou do comportamento recente dos mesmos.

    Por exemplo, se você visitar um site que possui rastreamento do Facebook, esse acesso ficará armazenado e poderá ser utilizado para publicidade futuramente.

    Logo, devido ao fato de os anúncios utilizarem dados previamente coletados, também é possível que o Facebook também utilize o microfone do smartphone para captar informações e personalizar as propagandas patrocinadas.

    Mas será que isso é realmente verdade? Depois de entender as ferramentas de anúncios, vamos nos aprofundar um pouco sobre os termos de uso das ferramentas e o comportamento dos usuários com relação a eles.

    A permissão dos usuários

    Quando você fez o cadastro no Google, no Facebook ou no Instagram, precisou aceitar alguns documentos, como Termos de Uso e Políticas de Privacidade. Estes documentos são extensos e retratam a utilização dos dados dos usuários.

    Apesar de tratarem de um tema tão importante, que é a forma como as informações dos usuários da plataforma serão gerenciadas e utilizadas, dificilmente as pessoas fazem a leitura completa.

    O tamanho do documento faz com que a maioria massacrante das pessoas simplesmente aceite sem o menor cuidado e passe a utilizar a ferramenta.

    Acontece que, dentro destas políticas, estão previstas as formas de coleta de dados e os usuários simplesmente aceitam tudo sem ler.

    Isso dá a liberdade para as ferramentas coletarem dados da forma que quiserem, no momento em que acharem melhor e o usuário não tem muito o que fazer sobre isso.

    Com a grande quantidade de funcionalidades e personalizações que as ferramentas entregam para os seus usuários, um preço é pago. Nesse caso, a moeda utilizada são os dados de cada um dos utilizadores.

    Isso pode?

    Basicamente sim, afinal, foi algo que o usuário marcou que estava ciente no momento do cadastro e confirmou a aceitação. Dessa forma, o único método que privaria a coleta de dados seria o cancelamento das contas.

    No entanto, com a dependência que boa parte dos brasileiros criou das mídias sociais, dificilmente as pessoas deixarão de utiliza-las para preservar as suas informações.

    Então quer dizer que o Facebook e o Google escutam o que falamos?

    A verdade é que não existe uma confirmação sobre essa hipótese. Algumas pessoas dizem que já testaram e isso realmente funcionou, enquanto outras relatam que tentaram induzir os anúncios e não conseguiram.

    Como os usuários aceitaram os termos de uso e as políticas de privacidade sem efetuar a leitura e os periféricos do smartphone ficam acessíveis a todo momento pelos aplicativos, essa é uma possibilidade.

    Porém, sabemos que algumas legislações foram criadas recentemente para tentar proporcionar maior proteção de dados para os usuários de qualquer plataforma digital.

    As leis LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) no Brasil e GDPR (General Data Protection Regularion) na Europa foram criadas especificamente com o intuito de aprimorar a proteção dos dados dos usuários, como o nome sugere.

    Tendo entrado em vigor aqui no nosso país no ano passado, esta legislação força as empresas que captam dados dos usuários demonstrem da forma como estes dados são captados, como são armazenados e para que são utilizados.

    Dessa forma, com uma solicitação formal, é possível descobrir se o Google escuta os seus usuários de forma efetiva ou não. O mesmo pode ser feito com Facebook e qualquer outra ferramenta que capte informações.

    Devo me preocupar com meus dados armazenados no Google e no Facebook?

    Ao navegar na internet, deixamos rastros de navegação por todos os lugares onde passamos. Ao realizar cadastros em sites e plataformas, o mesmo acontece. Portanto, é inevitável que estas ferramentas possuam os nossos dados.

    Sobre esse armazenamento ser preocupante ou não, esse é um assunto que está diretamente ligado à segurança da informação e a forma como estes dados são armazenados e acessados.

    Em caso de vazamento de informações, naturalmente os usuários das plataformas precisam se preocupar, porém, estes são raros de acontecer.

    Normalmente, as informações ficam armazenadas em servidores extremamente seguros que criptografam todas as informações e as tornam quase inacessíveis sem as chaves de decodificação.

    Todo esse sistema de segurança dificulta o aparecimento de invasores, porém, não inibe a possibilidade de vazamentos acontecerem. Tanto é que recentemente o Facebook passou por problemas semelhantes.

    Vazamentos de dados do Facebook

    O Facebook foi a plataforma que mais sofreu com vazamentos de dados nos últimos anos. Em 2019, milhares de dados de telefones de usuários foram expostos publicamente.

    Já em 2021, mais de 533 milhões de dados pessoais foram publicitados por um grupo de hackers que conseguiu invadir os servidores da rede social azul.

    Estes vazamentos renderam, inclusive, uma investigação do senado norte-americano, que conduziu um processo minucioso de averiguação e que contou com depoimentos de Mark Zuckerberg.

    Após isso, o CEO do Facebook garantiu que novas medidas de segurança estavam sendo tomadas e que novos vazamentos não iriam ocorrer.

    A verdade é que os usuários acabam ficando apreensivos, já que não possuem certeza sobre a forma como os seus dados são captados, vide a dúvida se o Google escuta ou não os seus usuários.

    De qualquer forma, a navegação livre pela internet já é uma forma de deixar rastros e que dificilmente as pessoas conseguirão se manter livres.

    Conclusão

    Não existe uma comprovação oficial se o Google escuta ou não o que as pessoas falam perto dos seus smartphones e dispositivos eletrônicos, porém, é fato que todos os usuários permitiram o seu rastreamento.

    Apesar de as políticas públicas brasileiras estarem trabalhando em busca de transparência na gestão de dados, estas dúvidas permanecerão, já que os usuários continuarão a aceitar termos sem os ler integralmente.

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  • MQL e SQL: Quais as diferenças entre essas classificações de leads?

    MQL e SQL: Quais as diferenças entre essas classificações de leads?

    MQL e SQL: Como Classificar um Lead

    MQL e SQL

    Gerar leads é uma das tarefas mais valorizadas dentro de uma empresa que possui o mínimo de uma estrutura de marketing. Muitas vezes, a geração de leads é a métrica que guia o entendimento sobre os resultados como um todo.

    No entanto, apenas gerar leads pode não ser suficiente para que o trabalho de marketing seja considerado realmente efetivo. Principalmente para vendas complexas, existe um caminho importante a ser percorrido após o lead ser gerado.

    Essa necessidade de realizar um trabalho de marketing com os leads em momentos posteriores à sua primeira conversão pode ser percebida quando a maturidade dos contatos gerados é testada.

    Um possível contato comercial com essas pessoas pode frustrar a equipe, já que a grande maioria delas não estará preparada para adquirir o produto que a sua empresa está prestes a fornecer.

    É com isso que surgem os conceitos de MQL e SQL, siglas que significam Marketing Qualified Lead e Sales Qualified Lead respectivamente.

    Compreender estes dois conceitos é fundamental para qualquer negócio que deseja tornar o seu trabalho de marketing mais efetivo e com maior probabilidade de trazer excelentes resultados.

    O objetivo deste artigo é te mostrar o que é MQL e SQL, como eles são aplicados dentro de uma estratégia de marketing e em que momento a sua equipe comercial deve ser acionada para buscar as vendas.

    Gerar leads não é suficiente

    Aqui na V4, nós já trabalhamos com muitas empresas que visualizavam o número de leads como a métrica principal que determinava o sucesso ou o fracasso de uma estratégia de marketing.

    No entanto, é preciso salientar que gerar uma quantidade massiva de leads não é sinônimo que as vendas serão concretizadas, é preciso haver uma qualificação intensa para que os contatos gerados possam ser convertidos.

    Em um cenário de vendas mais complexas, é comum que a primeira conversão de um lead seja em um material de topo de funil, que aborda um tema de interesse do contato em questão.

    No entanto, existe uma distância entre o “interesse pelo tema” e a “necessidade de compra” de alguma solução para um problema que, muitas vezes, nem foi detectado.

    É exatamente por isso que a entrada da equipe comercial neste ponto do jogo não é interessante. Os vendedores devem receber pessoas mais propícias para a compra, com uma mentalidade mais madura para a conversão efetiva.

    Como a qualificação de leads é realizada?

    Depois de realizar a primeira conversão, seja para baixar um material ou participar de um webinário, por exemplo, o contato já disse para você qual é o seu interesse, assim como deixou seus dados de contato.

    A partir de agora, é papel do seu time de marketing criar fluxos de comunicação que entreguem mais conteúdos relevantes relacionados ao tema de interesse do lead.

    Normalmente, estes conteúdos conduzem o contato a detectar um problema que enfrenta no seu dia-a-dia e que possui certa relação com um ou mais produtos/serviços oferecidos pela sua empresa.

    A nutrição deste lead fará com que ele identifique dores e comece a se sentir realmente incomodado com elas. Este incômodo o fará buscar por soluções.

    Lembre-se que todo esse processo ocorre quase que de forma guiada, já que a sua empresa estará fornecendo conteúdo constante para este lead.

    É a partir da detecção do problema e da busca por soluções que os conceitos de MQL e SQL começam a aparecer de forma mais veemente e precisam ser trabalhados para dar prosseguimento na qualificação do contato.

    O que é MQL?

    A tradução para Marketing Qualified Lead se aproxima muito de uma tradução literal, ou seja, lead qualificado de marketing. Em suma, ela representa os contatos que já são qualificados dentro do fluxo de trabalho do marketing.

    Via de regra, estes leads já detectaram o seu problema e estão buscando por soluções para resolvê-lo. Perceba que o seu nível de maturidade já evoluiu muito desde que tal lead realizou a sua primeira conversão, no topo do funil.

    Portanto, é trabalho do time de marketing seguir a sua nutrição, agora de forma um pouco mais veemente, direcionando o lead para as soluções entregues pela sua empresa.

    Perceba que, nesta etapa, as soluções são propostas de forma impessoal, ou seja, nem sempre você colocará o seu produto de forma explícita, mas sim a necessidade de um produto que soluciona o problema.

    Por exemplo, ao detectar a necessidade de melhorar os resultados das suas ações de marketing, nós podemos direcionar o nosso lead para entender melhor como um assessor pode auxiliar na otimização dos seus resultados.

    Nem sempre o nome da V4 será associado. Pelo contrário, esta associação e este direcionamento para a venda, propriamente dita, são realizados em uma etapa futura.

    O que é SQL?

    Depois de detectar a necessidade de implementar determinada solução para resolver o seu problema, é natural que o lead comece a buscar por pessoas ou empresas que entreguem tal solução.

    É exatamente aí que a sua equipe de vendas entrará em ação, abordando diretamente o lead que demonstrou esse comportamento e o levando para a compra do seu produto ou serviço de forma específica.

    É importante salientar que o SQL sempre possuirá um produto ou serviço ao qual está mais direcionado, já que ele já possui o seu problema especificado e, provavelmente, já demonstrou interesse por alguma solução.

    Perceba que, no caso do SQL, a ação do time de marketing não se faz tão necessária. Pelo contrário, o mais indicado é que ele seja trabalhado diretamente pela equipe de vendas.

    Isso acontece por diversos motivos, porém, dois deles se destacam:

    • O nível de maturidade para compra é alto, portanto, merece um contato individual, que aumenta as chances de conversão do lead em cliente;
    • Outros concorrentes podem estar próximos de abordar este mesmo lead. Com isso, a sua equipe de vendas precisa estar antenada e agir o mais rápido possível.

    Qual a diferença entre MQL e SQL

    Existem muitos cenários que justificam a separação de MQL e SQL. Um deles é o nível de maturidade do lead, que está buscando solução quando é MQL e está buscando opções de compra quando é SQL.

    Na prática, um MQL procura uma solução para as dores nos pés que sente sempre que realiza as suas corridas diárias. Já o SQL sabe que precisa de um tênis específico e já está buscando por alguns modelos.

    Entende que no primeiro caso o marketing precisa mostrar ao lead que ele precisa de um tênis com as características X, Y e Z para solucionar o problema de dor nos pés sempre que realiza corridas?

    Na outra mão, o time de vendas precisa abordar rapidamente o SQL e demonstrar por que o tênis da marca A é o mais indicado para solucionar o seu problema.

    Como funciona o fluxo de leads dentro de uma estratégia de marketing e vendas?

    Antes de mais nada, é preciso explicar o fluxo que o lead percorre até que se torna cliente. Essa é a base para entender como direcionar o caminho que o lead deve percorrer na prática.

    O processo de evolução de um lead pode ser dividido em algumas etapas. Veja:

    1. Visitante;
    2. Lead;
    3. MQL;
    4. SQL;
    5. Cliente.

    Naturalmente, este fluxo está retratando a realidade de um trabalho de inbound marketing. Da mesma forma, um visitante que já possua as suas necessidades muito bem esclarecidas pode se tornar um SQL de forma mais rápida.

    Como realizar a passagem de um lead para MQL e, depois, para SQL

    Depois de entender tudo isso, é natural que você perceba que precisa de uma ferramenta que faça o rastreio do comportamento do lead e consiga direcioná-lo de acordo com as suas interações.

    Além disso, os conteúdos produzidos pela marca normalmente possuirão a sua etapa do funil muito bem definida. Logo, será mais fácil identificar os leads que estão mais avançados com base nos conteúdos que ele consome.

    O fluxo de Lead para MQL é mais “natural”, de forma que o lead precisará realizar uma sequência de ações e interagir com materiais específicos para ser compreendido como um lead qualificado pelo time de marketing.

    Já a passagem de MQL para SQL possui uma particularidade muito importante e que define o sucesso da comunicação entre as equipes de marketing e vendas.

    Primeiro, é preciso esclarecer que o comportamento do lead também deve evoluir, antes de virar SQL, de forma que as suas interações se aproximem ainda mais do funcho do funil.

    Da mesma forma, precisa existir um documento chamado SLA (Service Level Agreement) que guiará a passagem de bastão do time de marketing para o time de vendas.

    O SLA definirá os parâmetros necessários para que a equipe de marketing julgue um lead qualificado o bastante para receber um contato comercial propriamente dito.

    Conclusão

    MQL e SQL são estágios de um lead que são determinantes para o sucesso da sua estratégia de marketing. Quando estas etapas estão definidas e assistidas de conteúdo de forma real, a transição do contato entre as etapas ocorre de forma fluida.

    Portanto, além de comemorar pela geração de leads do seu time de marketing, entenda o que está sendo feito para qualifica-lo e filtra-lo antes de o entregar para o time comercial realizar as tentativas de venda.

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  • Linha Editorial de Conteúdo: Como construir da melhor forma?

    Linha Editorial de Conteúdo: Como construir da melhor forma?

    Como Construir uma Boa Linha Editorial de Conteúdo

    BOA LINHA EDITORIAL DE CONTEÚDO

    Já não é novidade que o planejamento é o coração de qualquer estratégia de marketing. Dentro do planejamento, uma das técnicas mais populares atualmente é a criação de uma linha editorial de conteúdo.

    Com a necessidade de imprimir constância, busca-se constantemente uma forma de tornar a criação do planejamento mais prática e, ao mesmo tempo, garantir a efetividade dos conteúdos publicados.

    Independentemente da mídia social utilizada, construir linhas editoriais é uma prática interessante, de forma que garante consistência, que é um dos pilares de qualquer planejamento de sucesso.

    Se o seu objetivo é otimizar tempo para realizar um planejamento de marketing e, ao mesmo tempo, manter a qualidade da estratégia, esta técnica será muito útil.

    Este artigo tem o objetivo de te mostrar o que são linhas editoriais de conteúdo, qual a sua importância e como você pode cria-la. Siga a leitura e entenda como aprimorar o seu planejamento com esta importante técnica.

    O que são linhas editoriais de conteúdo?

    Você já parou para analisar a criação de conteúdo de algumas marcas? Normalmente, os temas de publicações seguem direcionamentos que formam um padrão.

    Normalmente, os grandes players possuem varias linhas editoriais que são inseridas na rotina de conteúdos de forma paralela, entregando constância, qualidade e coesão para a estratégia de marketing que foi planejada.

    Na prática, podemos imaginar um cenário onde determinada empresa decide publicar conteúdos no estilo X na segunda-feira, Y na quarta-feira e Z na sexta-feira.

    Dessa forma, o estilo X formará uma linha editorial, Y outra e Z outra. Todavia, para facilitar o seu entendimento, vamos nos aprofundar um pouco mais sobre como você pode fazer essa criação.

    Para que servem as linhas editoriais?

    Os benefícios desta organização do planejamento são muitos, porém, podemos destacar a otimização de tempo na hora de planejar as publicações e a facilidade na hora de empregar consistência na sua rotina de postagens.

    Como construir linhas editoriais que sejam úteis para a sua empresa?

    Levando para a prática, construir linhas editoriais não é algo complexo, já que você só precisa definir um conceito para as publicações e eles, provavelmente, estarão inseridos dentro de uma linha.

    Porém, o mais importante nessa estratégia é garantir que todas as publicações terão um propósito e serão úteis na sua estratégia geral, seja para gerar engajamento ou para converter seguidores em clientes.

    Um dos erros mais comuns, principalmente para negócios que não possuem suas ações de marketing bem estruturadas, é realizar publicações apenas para “não ficar sem”.

    Esta é uma falha básica que precisa ser evitada. Normalmente, publicações sem propósito possuem um nível de engajamento mais baixo, são vistas por uma quantidade menor de pessoas e não surtem efeito positivo algum.

    Algumas linhas editoriais tradicionais e que podem complementar a sua estratégia são as que descreveremos à seguir. Confira.

    1.              Conteúdos técnicos

    A primeira e mais “fácil” de ser criada, já que está diretamente relacionada com o que a sua empresa faz, ou sobre os produtos que comercializa.

    Para a linha editorial de conteúdo técnico, você precisará demonstrar a expertise da sua marca no seu segmento de mercado, assim como entregar um conteúdo que seja transformador para a sua audiência.

    Por exemplo, no caso de uma empresa que vende curso pré-vestibular on-line, um exemplo de conteúdo para a sua linha editorial técnica são as dicas rápidas sobre matérias que podem cair no ENEM ou nas provas de vestibular.

    Conceitos básicos como macetes de fórmulas de física ou resumos de história podem contribuir para os estudos dos alunos, gerar engajamento e, ao mesmo tempo, contribuir para a autoridade da marca.

    Lojas de roupas podem falar sobre formas de combinar os seus produtos, ou sobre os tecidos utilizados. Tudo isso terá um efeito muito positivo, desde que produzido da forma correta e com a constância necessária.

    Vale ressaltar que esses conteúdos costumam se relacionar diretamente com pessoas que já estão mais próximas de efetuar uma conversão. Portanto, podem acompanhar Call to Actions mais agressivos.

    2.             Conteúdo de cotidiano

    Para construir uma linha editorial de conteúdo que seja realmente efetiva, é fundamental que a sua marca construa conteúdos de cotidiano. Normalmente estes são os mais simples, porém, os que são menos utilizados.

    Na prática, conteúdos de cotidiano são aqueles que humanizam uma marca, mostram o dia a dia da equipe e que podem retratar a vivência dos colaboradores.

    Geralmente, o canal ideal para este tipo de conteúdo são os stories, porém, imprimir consistência com publicações diárias é muito mais difícil do que parece.

    Mesmo sendo algo extremamente simples, os colaboradores acabam entrando na sua rotina diária de tarefas e deixam a produção dos stories de lado.

    Outro erro que impede as empresas de se apresentarem com maior constância diariamente é a necessidade de criar conteúdos super produzidos em 100% dos casos.

    Por se tratar de um tipo de conteúdo mais simples, o ideal é que ele seja realmente despojado e que mostre o lado humano das pessoas que estão dentro da empresa.

    3.             Provas sociais

    Aqui um tipo de conteúdo que exige um pouco mais da equipe para produzi-lo, haja vista que não depende apenas dos colaboradores da empresa ou da equipe de marketing para ser construído.

    Uma linha editorial de conteúdo de prova social visa trazer outras pessoas para falar da sua marca ou do seu produto. Este tipo de tema costuma trazer credibilidade e contribuir para a autoridade da sua empresa perante o público.

    O mais comum é que os próprios clientes sejam estimulados a gravarem vídeos ou enviarem mensagens falando sobre a sua experiência com a marca, porém, não são só eles que podem contribuir.

    Parceiros de negócio também podem ser utilizados, afinal, o seu objetivo será reafirmar aquilo que costuma prometer em seus discursos de venda.

    Se a sua equipe comercial costuma prometer determinada transformação, é fundamental que existam conteúdos que provem determinada promessa.

    Mostrar resultados e o depoimento dos clientes com eles é uma importante forma de demonstrar o sucesso e a qualidade dos produtos/serviços vendidos pelo seu negócio.

    4.             Lives

    O tipo de conteúdo que estourou na pandemia e que ainda é muito útil para, basicamente, qualquer tipo de negócio. Transmissões ao vivo possuem um poder de conexão único da marca com a sua audiência.

    Apesar de parecer que as pessoas “cansaram” das lives, a verdade é que o público só não consome conteúdo que não tem relevância. Se você criar uma transmissão que seja relevante, a sua audiência estará lá para assistir.

    Durante os eventos ao vivo, procure interagir com os expectadores, responda às suas dúvidas e entregue um conteúdo realmente transformador para cada um deles.

    Dessa forma, a conexão gerada será ainda maior e eles estarão muito mais próximos de realizar uma conversão.

    Não é à toa que os lançamentos de produtos digitais, como cursos e treinamentos on-line, são feitos por meio de lives na grande maioria dos casos.

    Essa prática é encorajada, inclusive, por grandes players de infoprodutos, como Érico Rocha, Priscila Zillo, entre outros.

    Não esqueça que, por estarem mais próximos da sua marca e mais propensos a realizarem ações, as transmissões ao vivo são uma excelente oportunidade para você comercializar produtos ou serviços.

    5.             Autoridade

    Por fim, nossa última sugestão de linha editorial de conteúdo são os conteúdos de autoridade. Neles, você transmitirá o quanto a sua empresa é referência naquilo que faz.

    Utilize os mais variados formatos, desde vídeos até as próprias transmissões ao vivo para entregar este tipo de conteúdo. O mais importante é impactar a sua audiência.

    Conteúdos de autoridade podem ser, por exemplo, prêmios recebidos pela sua empresa, ou grandes eventos que a sua equipe participou. Na realidade, estes conteúdos podem, inclusive, estar inseridos em outras linhas editoriais.

    Além disso, você também pode utiliza-los para criar uma certa transferência de autoridade, convidando outras pessoas para participar e mesclar a audiência em busca de novas pessoas engajadas.

    Por exemplo, nós, aqui da V4, buscamos sempre criar conteúdos com os nossos parceiros, nossos franqueados e, também com os nossos conselheiros. Tudo isso mostra um pouco sobre a grandeza da marca e cria autoridade com os clientes.

    Os conteúdos com o VP da VTEX, Alfredo Soares, transmitem um pouco do nosso conhecimento sobre o mercado de e-commerce e, ao mesmo tempo, nos coloca com um certo nível de referência no assunto.

    Outro estilo de conteúdo de autoridade são os collabs, que são conteúdos criados em parceria com outras marcas. Isso também serve para transferir autoridade de uma marca para a outra e contribuir para a estratégia.

    Conclusão

    Construir linhas editoriais de conteúdo é uma prática necessária, hoje em dia, para as empresas que desejam dar maior velocidade para as suas ações de marketing e garantir que as suas publicações não serão em vão. Em vez de utilizar as suas energias para construir publicações de “dia de alguma coisa”, procure centralizar os esforços em conteúdos que possuem propósito e que contribuirão para o sucesso do seu planejamento de marketing

    V4 Company

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  • Como analisar o desempenho de uma Arte

    Como analisar o desempenho de uma Arte

    Como Analisar a Performance de Uma Arte

    Performance de uma arte

    Foi-se o tempo em que o design era analisado apenas do quesito estético. Atualmente, principalmente no marketing, medir a performance de uma arte é algo fundamental para o sucesso de uma ou mais campanhas.

    Entretanto, o design talvez seja um dos aspectos mais difíceis de ser analisado, por envolver muito mais fatores do que os números de uma campanha de tráfego pago, ou as métricas de um envio de e-mail.

    Quando criamos algo, principalmente visual, colocamos muito de nós na tela. Um designer expressa sentimento, comunica o que é necessário e, ao mesmo tempo, imprime um pouco da sua personalidade em cada criação.

    Mas como separar o designer da sua arte e, ao mesmo tempo, como avaliar a performance de uma arte de forma objetiva e construtiva para um bem maior, como uma campanha de marketing?

    Essa dúvida paira sobre a cabeça de grande parte dos profissionais de marketing e as respostas podem aparecer de várias formas. O mais importante é entender alguns aspectos que guiam qualquer ação, incluindo o design.

    Neste artigo, vamos abordar as principais métricas que guiam o sucesso do design, assim como veremos algumas formas de analisar as criações de forma analítica e voltada para o desempenho.

    Design não é algo visual

    Frase contraditória para prender a sua atenção e te fazer pensar sobre o que realmente é design. Na realidade, o design não é algo SOMENTE visual. Fazer algo bonito não é o mesmo do que fazer algo bom.

    O fato de criar peças gráficas “bonitas” é algo extremamente subjetivo e que vamos abordar mais pra frente, porém, é preciso ressaltar que design é sobre resolver problemas.

    Ao planejar uma campanha de marketing, os profissionais imaginam diversos tipos de criativos. Sem exceção, todos possuem um propósito e tem o objetivo de comunicar algo.

    Logo, antes de pensar no aspecto estético, é preciso entender se os objetivos daquela arte foram atingidos. De nada adianta criar algo extremamente agradável esteticamente, porém, que não comunica nada.

    A performance de uma arte não é sobre você, é sobre o seu público

    Ao criar uma comunicação para as mídias sociais, um dos principais erros das marcas é criar algo que agrada ao dono da empresa, ou aos envolvidos com o planejamento das campanhas.

    Lembre-se que são raros os casos em que você é a persona da sua marca. Portanto, a empatia deve se sobrepor ao ego. Antes de pensar no que você gostaria, lembre-se que a criação deve agradar ao seu público.

    Você pode detestar criações que unam o verde e o vermelho em um mesmo plano, porém, se o seu público pede vermelho e verde, você tenderá a atender às necessidades solicitadas.

    É claro que o exemplo das cores é figurativo. Normalmente o aspecto está mais ligado a estilos e formas de comunicar do que a cores especificamente.

    Analisando a performance de uma arte

    Certo, agora que entendemos que falar sobre arte e design não é o mesmo que falar sobre estética, vamos ao que realmente interessa: como analisar a performance de uma arte.

    Entretanto, vamos separar esse processo em duas etapas. Uma deve ser realizada antes da criação, enquanto a outra acontece depois de o material ter sido publicado.

    A necessidade dessa separação se dá para que o designer consiga criar de forma orientada ao que o material pede. Quando a primeira parte não é bem feita, dificilmente a segunda funcionará.

    Etapa 1: Pré-criação

    A pré-criação se resume, basicamente, ao briefing das peças que deverão ser criadas. Para quem ainda não está familiarizado, o briefing é o documento onde todas as informações são solicitadas para a criação.

    Dentre as informações, podemos destacar alguns tópicos que serão essenciais para que o designer execute a sua tarefa de forma assertiva. Confira.

    Objetivo do material

    O primeiro passo para qualquer criação é a definição do seu objetivo. Ao imaginar a criação para mídias sociais, por exemplo, uma única publicação pode ter diversos objetivos diferentes.

    Criar uma publicação que tem o objetivo de gerar conexão com o público, ou engajamento, é totalmente diferente de algo voltado para a conversão, por exemplo.

    Isso é uma coisa que deve estar muito clara para o designer. Dessa forma, a criação será direcionada para o objetivo descrito.

    Persona

    O segundo aspecto é algo constante em qualquer ação de marketing. Entender a persona é fundamental para que a performance de uma arte seja potencializada.

    Entender o público e as suas nuances é fundamental para determinar o estilo, a comunicação, as fontes e até a quantidade de texto presente nas criações. Tudo isso influenciará no desempenho das peças.

    A forma como as pessoas consomem os conteúdos criados é diferente para cada perfil de cliente. Portanto, entenda a relação que a sua marca tem com os seus consumidores e crie algo direcionado a esse público.

    Copywriting

    Por fim, o terceiro ponto importante na pré-criação é a forma como a marca se comunica com o seu público. Depois de entender a persona, é interessante olhar para dentro de casa e entender como você quer interagir com ela.

    Diferentes marcas se relacionam de forma diferente com o seu público. Enquanto alguns players são mais enérgicos e menos formais, outros preferem um aspecto mais profissional e que transpassa maior formalidade.

    Dificilmente um estará certo ou outro errado. Tudo isso depende de como a marca se posiciona e a forma como se relaciona com o seu público.

    Além disso, o conceito de copywriting aliado ao design também está relacionado aos gatilhos que serão utilizados para reter a atenção das pessoas a serem atingidas.

    Tudo isso precisa estar claro. Dessa forma, os profissionais responsáveis pela criação terão o direcionamento perfeito para criar peças de alta performance.

    Etapa 2: pós-publicação

    Depois das peças criadas e do conteúdo publicado, é chegada a hora de analisar a efetividade de tais materiais nas campanhas. Com isso, surgem novos aspectos a serem verificados.

    Todavia, é sempre importante destacar que nenhum material gráfico é veiculado de forma isolada. Normalmente, complementos textuais são empregados e tudo isso também interfere no resultado.

    No entanto, principalmente nas mídias sociais, é a arte que aparece em primeiro plano e capta a primeira atenção dos usuários. Portanto, normalmente a peça gráfica é a primeira a chamar ou não a atenção de quem é impactado.

    Sem mais delongas, vamos às principais métricas que traduzem a performance de uma arte.

    Analisando o objetivo do conteúdo

    O primeiro passo é sempre analisar se o objetivo do conteúdo foi alcançado ou não. Por exemplo, se o objetivo de determinada arte era a venda de um produto, essa é a métrica principal a ser verificada.

    De nada adianta uma arte gerar engajamento ou qualquer outro tipo de recompensa com a sua publicação se o seu objetivo não for alcançado.

    Se o objetivo era vender, sua mente deve estar direcionada ao fato que curtidas não pagam boletos e não compram pão. Porém, se o objetivo era gerar engajamento e o mesmo foi alcançado, a arte deve receber seus méritos.

    No entanto, além do objetivo principal, também é interessante analisar alguns fatores secundários, que não dizem exatamente sobre o sucesso ou insucesso da criação, mas contam um pouco mais sobre a sua efetividade.

    Engajamento

    Apesar de ser considerada uma métrica de vaidade, na maioria das vezes, por não exprimir nenhum tipo de retorno financeiro para a marca, o engajamento pode auxiliar a analisar a performance de uma arte.

    Criar conteúdos que gerem conexão, que despertem a atenção do público e que o faça curtir, comentar ou compartilhar é algo que tem o seu valor, já que fortalece o posicionamento digital do seu negócio.

    É sempre necessário tomar cuidado para que este tipo de métrica não tire o foco do objetivo das ações de marketing, porém, é interessante entender se algum engajamento está sendo gerado.

    Normalmente, é o engajamento que antecede a conversão, portanto, se você não consegue engajar o seu público através das criações, dificilmente conseguirá fazê-los converter em clientes.

    O que fazer após a análise?

    Marketing é feito de testes, portanto, não se prenda a uma tentativa em hipótese alguma, para qualquer tipo de material. Se você fez uma campanha e já analisou os seus resultados, chegou a hora de fazer mais testes.

    Mantenha aquilo que deu certo e modifique/aprimore o que precisa de melhorias. O mais importante é manter o progresso e a evolução do que é criado.

    Além disso, é sempre importante ressaltar que materiais escritos e gráficos são veiculados em conjunto, portanto, é importante testar para saber o que especificamente está engajando as pessoas e o que não está.

    Se uma arte não teve a eficácia necessária, analise a sua estrutura, o texto que a acompanhou, a linguagem utilizada e tente encontrar os pontos que precisam de melhoria.

    Após isso, realize as otimizações e coloque os materiais para rodar novamente. Somente dessa forma será possível encontrar a comunicação ideal e alcançar os objetivos planejados.

    Conclusão

    Com todos os aspectos esclarecidos, é sempre importante destacar que design não é somente visual e que você sempre precisará analisar a performance de uma arte de forma analítica e empática, nunca subjetiva.

    A grande dificuldade das pessoas está na hora de separar os gostos pessoas do que realmente pode dar certo.

    Faça testes, mude, melhore e busque sempre o foco nos objetivos definidos. Desta forma a sua equipe terá um norte para seguir e a análise dos resultados será sempre mais fácil.

    V4 Company

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  • CMO: Os 5 maiores erros que cometi em 2021

    CMO: Os 5 maiores erros que cometi em 2021

    CMO: 5 erros que cometi em 2021

    No final de 2020 me tornei CMO (Gerente de Marketing) na empresa na qual atuo desde 2018.

    Recebi o desafio de liderar uma das equipes mais importantes da empresa e não tive dúvidas de que eu estava preparado.

    Mas será que eu estava mesmo?

    O ano virou, eu estava adaptado à nova função (antes era Head de Vendas, outra rotina, outra realidade) e mesmo assim sentia que a produtividade do time não era aquela que eu imaginava.

    Não era aquela que eu precisava.

    As metas eram claras e ainda não estávamos perto de alcançá-las de forma ideal.

    O esforço era percebido por todos na empresa: pelos colegas, pelos clientes, pelo nosso CEO. Mas eu sentia que faltava algo. Só o esforço não bastava.

    Foi por isso que ao final de 90 dias resolvi estudar todos os pontos que estavam me impedindo (e impedindo meu time) de chegar onde precisávamos.

    Reservei uma tarde inteira para isso.

    Sentei na sala que chamamos Sala de Growth e comecei a pensar.

    Avaliando meu dia-a-dia e o retorno dos colegas de time eu resumi 5 atitudes ruins minhas que se tornaram erros fatais dentro do meu processo.

    Foi, de certa forma, chocante. Derrubei o castelo de cartas que eu havia construído para mim mesmo, fundamentado na minha própria produtividade e nos resultados que eu havia alcançado trabalhando sozinho.

    Isso mesmo.

    Eu achava que somente meus bons resultados como Head of Sales seriam capazes de garantir meu sucesso como CMO.

    Eu não poderia estar mais enganado, e é por isso que quero apresentar para você os 5 erros que eu cometi como CMO em 2021 (o terceiro foi o pior) e como eu resolvi cada um deles, para que você não precise passar por isso.

    Vou listar abaixo os meus 5 erros como CMO e como eu consegui solucionar todos eles.

    1 – Fiz micromanaging

    2 – Parei de aprender

    3 – Achei que números bastavam

    4 – Não contratei

    5 – Fui um “emocionado”.

    1 – Micromanaging

    Numa empresa com mais de 100 colaboradores investidores e onde somente no marketing trabalham 12 pessoas, é claro como água, que planejamento e organização são essenciais.

    Numa rotina normal basta escolher um método e utilizá-lo.

    Existem vários, mas só para citar alguns:

    Porém não estávamos numa rotina normal. Estávamos trabalhando pela primeira vez totalmente home office por mais de 15 dias e o ciclo entre determinar tarefas e recebê-las finalizadas não estava acontecendo como planejado.

    Na ansiedade de ver, diariamente, o retorno de cada um que trabalhava comigo no marketing eu acabei por fazer micromanaging (microgerenciamento) sem nem mesmo perceber.

    Gerenciei de forma micro o tempo de cada um. Ora, são 12 pessoas num time, exercendo inúmeras atividades todos os dias. Acompanhar o tempo e a execução de cada um nas tarefas me deixou… sem tempo.

    E deixou todo mundo incomodado também, afinal, a V4 é uma empresa que preza pela autonomia, sempre.

    Quebrei a cabeça, fiz algumas pesquisas com meus colegas de outras áreas e expertises e propus uma solução:

    Numa planilha, ao final do dia, cada pessoa no marketing deveria preencher as 5 tarefas mais importantes para o dia seguinte, e num horário pré-determinado, todos nos encontraríamos na mesma sala do Google Meet para debater aquelas decisões.

    A planilha era acessível a todos, de forma que fosse possível conferir quais fossem as tarefas mais importantes e como elas se relacionavam com as dos demais.

    Depois de algum tempo, a obrigatoriedade das 5 tarefas desapareceu, e ficou a critério de cada um estabelecer como poderia contribuir melhor para a empresa, contanto que estivesse lá registrado.

    Com o tempo a obrigatoriedade do encontro também se dissipou. Não fazia sentido numa empresa que preza pela liberdade individual impor um horário diário para encontro.

    Mas a maioria continuou aparecendo todos os dias na reunião.

    Nossos encontros foram se tornando cada vez mais otimizados, e eles se tornaram também um momento de interação social importante para o time.

    No fim das contas, orientar como o trabalho deveria acontecer e deixar que as pessoas tomassem por conta própria suas decisões foi a melhor solução que encontrei dentro da rotina do home office.

    2 – Parei de aprender

    Tornar-se CMO é um processo constante, mais de aprendizado do que de ensino propriamente.

    Os desafios são maiores do que ser Head de algum setor, pois como CMO eu precisaria dominar muito bem não somente as minhas tarefas e habilidades, mas também aquelas de quem estava trabalhando comigo.

    Uma coisa ficou claro já nos primeiros meses: minhas habilidades como Head de Vendas ficavam aquém do que eu precisava apresentar como CMO.

    Os livros não são os mesmos, as tarefas também não. As pessoas têm perfis mais variados do que em vendas, afinal, elas têm expertises também mais variadas.

    Como eu poderia então, encontrar uma forma de dominar todo esse conhecimento?

    A solução foi The Greatest – or nothing (O melhor – ou nada).

    Através de aulas semanais de até 1 hora, todo o time seria exposto a novo conhecimento, aplicado sempre por alguém do próprio time.

    Cada um elegeria entre suas atividades diárias qual conhecimento era imprescindível para executá-las e organizaria uma apresentação.

    Ao longo desses 3 meses já tivemos aulas sobre:

    Enquanto eu usava esse momento para me apropriar de conhecimento específico sobre cada coisa, todos os integrantes do time puderam observar o conhecimento e o domínio que os colegas precisam ter de cada uma de suas atividades.

    Quando todos nós já havíamos passado pela experiência de ensinar, experts de outros times foram convidados a trazer seu conhecimento para contribuir com o marketing, enriquecendo ainda mais o momento.

    Foi a solução ideal dentro de um universo de possibilidades limitadas para, não só promover a melhoria constante do time (e minha também), como garantir interação.

    3 –  Achei que números bastavam

    Quem não mede, não gerencia. Nosso CEO é o primeiro a apontar isso e eu sempre concordei.

    Para qualificar resultados é preciso ter métricas. O marketing está cheio delas, esse não é o problema. O problema era: essas métricas eram claras e visíveis para todos os envolvidos?

    ROI, CTR, CAC, LTV…

    Todas as siglas que os investidores da V4 começam a conhecer desde o primeiro minuto parecem, às vezes, frias no dia a dia. “Como esta tarefa que eu estou realizando vai contribuir para a empresa vender mais?”.

    Para solucionar essa questão eu recorri à edição expandida de Traction: how to get a grip on your business, de Gino Wickman (numa tradução livre: Tração: como pegar as rédeas do seu negócio).

    Parafraseando a página 115 do livro de Wickman:

    Imagine um pequeno avião sobrevoando o Atlântico. Na metade do caminho o capitão anuncia aos passageiros pelo microfone: tenho boas e más notícias.

    Os manômetros não estão funcionando. Não sei nossa velocidade, nem a que altura estamos e nem quanto combustível resta. A boa notícia é que estamos fazendo um tempo de vôo excelente!

    Às vezes é difícil admitir, mas muitos negócios estão voando como este avião.

    Para solucionar esse problema, uma das ferramentas que Wickman traz é o Weekly Scorecard.

    Num documento preenchido semanalmente, com 5 a 15 números relevantes para a operação do negócio, é possível avaliar com precisão e qualidade o benefício de ter métricas claras aplicadas ao negócio.

    Além disso, o Scorecard é muito visual e conduz o leitor à compreensão imediata das ações que levaram aos números apresentados.

    Não vou ensinar a preencher o Scorecard aqui, mas vou apontar alguns benefícios dele:

    • Números eliminam comunicação subjetiva;
    • Números geram responsabilidade;
    • Números criam clareza e comprometimento;
    • Números aumentam a competição;
    • Números trazem resultados;
    • Números resolvem problemas mais rápido.

    Se você não gosta de números ou tem preguiça de lidar com eles, não tem problema. Basta admitir. Mas você precisará admitir também que os benefícios compensam qualquer desculpa.

    Eu mesmo me encarreguei de preencher semanalmente e de apresentar os resultados da nossa reunião de Improvement Process. Após 1 mês, todo o time foi capaz de compreender e visualizar melhor as métricas e como foi que chegamos lá.

    Após um mês os manômetros estavam funcionando adequadamente de novo.

    4 – Não contratei pessoas suficientes

    Quando eu assumi o marketing o time era composto por 6 pessoas. Hoje são 12, mas a compreensão da necessidade de aumentar o time não veio imediatamente.

    Uma das coisas que sempre me deixa atento é a diferença entre ser ocupado e ser produtivo.

    Eu olhava ao meu redor e todos pareciam extremamente ocupados, no que comecei a questionar se, de fato, isso representava produtividade.

    Durante o período em que – erroneamente – tentei fazer micromanaging das tarefas de outras pessoas, eu cheguei a desconfiar que o problema de fato fosse falta de organização do tempo.

    Assim, para otimizar as tarefas tentamos utilizar aplicativos de organização. Trello, Asana, as próprias ferramentas do G Suíte, o software interno da V4 Company… nada disso foi suficiente para diminuir as longas horas de trabalho às quais o time se submetia.

    Foi aí que resolvi olhar, não para a produtividade, mas para a quantidade.

    Algumas pessoas estavam executando tarefas que não eram de sua expertise, e por mais organizadas que elas fossem, era impossível fazer com agilidade uma tarefa que elas não dominassem realmente.

    Foi então que compreendi o problema: o time era pequeno demais.

    Comparando prós e contras de realizar mais contratações e mexer no centro de custo do marketing, eu optei por dar um passo grande de uma vez só: contratei 6 pessoas.

    Seis especialistas em suas áreas que dividiram as tarefas e trouxeram muito benefício ao time, agregando conhecimento e também disposição, num momento em que os primeiros 6 integrantes estavam ficando saturados.

    Em um mês eu vi com clareza a diferença que essa decisão fez.

    O time se tornou mais produtivo, mais integrado, houve menos reclamações, a produtividade aumentou e os números também. A média de 70 leads diários mais que dobrou. Tudo isso no espaço de menos de 60 dias.

    Ferramentas de organização e de produtividade são, de fato, excelentes, quando o problema é organização e produtividade.

    Mas cuidado para não exaurir um time pequeno que pode entregar muito mais qualidade quando descansado.

    5 – fui um emocionado

    Em todos esses meses como CMO eu contratei, geri, cobrei, deleguei, conferi, metrifiquei… e fui um emocionado.

    Todos os sinais para evitar os erros antes que eles acontecessem estavam ali o tempo todo, e eu ignorei.

    Uma das 9 atitudes e comportamentos do Manual de Conduta da V4 Company é: encontre seus erros sempre.

    Nenhum destes 4 primeiros erros precisaria ter ocorrido caso eu tivesse executado fielmente a nona atitude do Manual de Conduta: respire, não seja um emocionado.

    Pela pressão de resolver as questões de forma rápida eu tomei atitudes que poderiam ter sido mais eficazes e mais eficientes caso eu tivesse olhado para o problema com mais calma.

    Ao invés de, por exemplo, testar 3 diferentes softwares de organização de tarefas, submetendo todo o time a um período de adaptação – triplo – , a forma mais eficiente de ter conduzido essa melhoria era ter perguntado e analisado com antecedência e até individualmente.

    Talvez a condução desse processo tivesse alertado para a escassez de pessoas qualificadas na operação, e eu tivesse começado a contratação com mais antecedência.

    Esse foi o resultado de aproximadamente 3 horas de análise aqui, na sala do Growth da V4 Company. Você acha que a minha experiência pode se aplicar também às suas dúvidas e necessidades?

    A minha próxima pergunta é:

    Se a prática é o que nos leva à excelência, então como conduzir o processo da prática de forma excelente?

    A resposta para essa pergunta eu ainda não tenho. Por enquanto vou orientar minhas análises com base no que disse Henry David Thoreau:

    “Simplify, simplify.”

  • A compra de seguidores funciona? VERDADE NUA E CRUA

    A compra de seguidores funciona? VERDADE NUA E CRUA

    Comprar Seguidores Funciona? VERDADE NUA E CRUA

    O sonho de grande parte dos empresários é chegar no seu perfil do Instagram e visualizar uma grande quantidade de seguidores. Afinal, possuir um “perfil grande” é algo que gera satisfação pessoal, não é?

    Para atingir este patamar, muitos empresários optam pela estratégia de comprar seguidores. Porém, será que isso realmente funciona? Em que a compra de seguidores influencia na sua página do Instagram?

    Basicamente, burlar as técnicas de aquisição convencional de seguidores é um ato sedutor, já que existem muitas ferramentas que oferecem esse serviço por valores extremamente baixos.

    Desta forma, um empresário que está em busca de angariar mais pessoas para a sua página e que não possui paciência suficiente para esperar um crescimento natural, começa a considerar esta hipótese e, inclusive, pesquisar sobre isso.

    Se você chegou até aqui e está pensando em comprar seguidores para a sua página do Instagram, leia este conteúdo até o final e garanta que você conseguiu compreender a mensagem deste post antes de finalizar a sua compra.

    O que leva uma empresa a pensar em comprar seguidores?

    O trabalho de crescimento no mundo do marketing digital é algo que exige esforço, persistência e, por muitas vezes, paciência de empresários e profissionais de marketing.

    Isso porque não existe sucesso consistente no mercado digital sem um esforço contínuo e um trabalho duradouro. Qualquer tipo de ganho repentino e milagroso deve ser analisado com desconfiança.

    No entanto, a verdade é que muitas pessoas não estão dispostas a despender tempo e esforço para buscar adquirir audiência da forma convencional: atraindo pessoas por conta do conteúdo produzido.

    Isso as faz buscar alternativas mais “fáceis” e que gerem “resultados” mais rápidos. Naturalmente, as plataformas de compra de seguidores passam a se tornar uma hipótese.

    Há alguns anos, as ferramentas prometiam um crescimento maior em menos tempo, porém, com o aprimoramento constante do algoritmo do Instagram, a forma como essas plataformas se vendem mudou.

    Hoje, a estratégia para burlar a detecção do Instagram de prática ilícita está um pouco mais refinada e estes softwares costumam entregar o pacote de seguidores contratado em um período mais longo de tempo.

    Entretanto, nada muda o fato de que comprar seguidores é colocar pessoas dentro da sua página à força, fazendo algo que não é o fluxo natural.

    Quais são as consequências para quem compra seguidores?

    Antes de entrar no mérito se vale a pena ou não com relação aos resultados propriamente ditos que os seguidores comprados podem entregar para a sua marca, é preciso falar sobre os riscos que essa prática envolve.

    Como citamos anteriormente, a compra de seguidores é uma prática ilícita, que vai contra as políticas de usuários do Instagram. Dessa forma, qualquer usuário que comprar seguidores está sujeito a punições.

    Punições estas que podem variar de acordo com a detecção do algoritmo e da forma como a gestão do Instagram entende ser a mais adequada.

    Em casos mais brandos, as punições podem envolver a limitação de entrega das publicações, fazendo com que o engajamento caia drasticamente e a conta tenha o seu potencial de crescimento cortado de forma significante.

    Além disso, restrições de publicação também podem ser aplicadas, fazendo com que a conta seja impedida de fazer publicações com descrição, de comentar em publicações e até de postar stories.

    Por fim, no caso de punições mais graves, a sua conta pode ser excluída do Instagram, fazendo com que uma nova tenha que ser criada.

    Vale lembrar que não estamos falando de resultado das ações de marketing. Estamos apenas colocando em pauta as penalidades que o Instagram pode impor pelo descumprimento das políticas do usuário.

    Comprar seguidores funciona?

    Agora, além das possíveis punições, vamos analisar qual o impacto gerado nos resultados por quem decide comprar seguidores. Neste caso, vamos falar sobre a efetividade das ações de marketing na prática.

    Com isso, vamos considerar que a compra foi efetivada e nenhuma punição foi realizada pelo Instagram, que seria o melhor dos casos depois de uma compra de seguidores.

    Seguidores sem conexão

    O primeiro ponto que você precisa considerar é que as pessoas adquiridas pela compra de seguidores não possuem qualquer conexão com a sua marca. Isso as torna extremamente distantes e com baixa possibilidade de engajamento.

    Se a possibilidade de engajamento é baixa, você já pode imaginar quais são as chances de um seguidor comprado adquirir um produto comercializado pela sua empresa, correto?

    Por mais que o pacote adquirido seja de “seguidores reais”, o ato da compra é fruto de conexão e relacionamento, fatores que estes novos adeptos na sua página não possuem de forma alguma.

    Possível perda em um curto período de tempo

    Considerando que os seguidores comprados não passaram a seguir a sua página por conta do conteúdo que a sua empresa produz, existe a real possibilidade de ele deixar de seguir em pouco tempo.

    Isso acontece porque nem sempre aquela pessoa gostará do que a sua empresa publica. Isso é um comportamento natural, onde a pessoa deixa de seguir aquilo que não a interessa.

    Dessa forma, a compra de seguidores não entrega a menor garantia de que estas pessoas continuarão seguindo o seu negócio.

    Métricas de vaidade só fazem bem para o ego

    Se você visualizar duas páginas de empresas, uma com 10 mil seguidores e a outra com 1500, o que isso muda para você? Analisando somente o número de seguidores, o que isso muda para os negócios em questão?

    Efetivamente, a quantidade de seguidores não altera em nada os resultados que o Instagram pode gerar para uma empresa. Isso acontece porque o engajamento do público é muito mais importante.

    De nada adianta uma página com 10 mil seguidores que não possui a menor conexão com a sua audiência. Pelo contrário, muitos seguidores com baixo engajamento é ainda pior para a sua página.

    Com base no desempenho das suas postagens, o Instagram pode mostrar para mais ou menos pessoas. Logo, se o seu público não consome o seu conteúdo, o a performance da sua página só tende a cair.

    Seguidores não compram pão e não pagam boletos

    Essa é uma máxima já conhecida dentro do mundo do marketing, mas que não perde a sua relevância e deve se manter em alta durante muito tempo.

    Essa é uma afirmação muito verdadeira: seguidores não geram renda para o seu negócio de forma direta. Você só consegue transformar seguidores em clientes se conseguir gerar conexão e engajamento com os mesmos.

    Logo, se você precisa de conexão e engajamento pra gerar vendas, de que adianta comprar seguidores, se eles não terão o mínimo desses aspectos que são fundamentais?

    Deixe de lado as métricas de vaidade e passe a considerar os dados que realmente importam, como a quantidade de vendas que a sua página gerou, ou de leads qualificados para o seu time comercial.

    A partir daí a mídia social passará a ser um canal de captação de clientes propriamente dito. Se apenas as métricas fúteis forem analisadas, as chances de se obter sucesso serão muito reduzidas.

    Bônus: o que fazer para ganhar seguidores de verdade?

    Se comprar seguidores não funciona, o seu negócio precisa partir para os métodos convencionais, onde se cria conteúdo de qualidade em troca de engajamento e conexão com o público-alvo.

    Para ganhar seguidores de forma orgânica, que é quando a pessoa decide seguir a sua página de forma espontânea por conta do conteúdo produzido, você precisará de dedicação e persistência.

    Para isso, será fundamental que você comece a considerar os seguintes fatores:

    • Gerar conteúdo de real relevância para a audiência;
    • Criar consistência na publicação dos conteúdos, com rotinas semanais ininterruptas;
    • Diversificar os conteúdos com o objetivo de gerar engajamento com o público e captar a sua atenção;
    • Utilizar promoções pagas de conteúdos para alcançar novas pessoas e potencializar o crescimento da página.

    Executando essas práticas de forma correta e com muita constância, certamente o seu negócio tende a ganhar seguidores a curto, médio e longo prazo.

    Naturalmente, outros aspectos influenciam diretamente no tamanho da sua página, afinal, uma padaria de uma cidade pequena dificilmente atingirá a casa dos milhões de seguidores.

    No entanto, é preciso entender que, para aquele negócio, ter milhões de seguidores não é o foco principal. O objetivo é atingir as pessoas certas, que possuem chance de comprar os produtos da sua empresa.

    Conclusão

    Como já era de se esperar, comprar seguidores é uma prática utilizada por pessoas que não compreendem o que é, de fato, fazer marketing e buscar resultados reais.

    Naturalmente, adquirir adeptos para a sua página de forma ilícita não é algo que deve ser praticado por qualquer negócio que leve o marketing a sério.

    Se você já comprou seguidores ou conhece alguém que está pensando em fazer isso, compartilhe esse conteúdo. Quanto mais pessoas tiverem essa consciência, melhor será o universo de empresas dentro do Instagram.

    Se você gostou deste conteúdo ou se você já vivenciou uma experiência de compra de seguidores, deixe aqui nos comentários para que possamos conhecer mais histórias e complementar esse debate.

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