Author: V4 Company

  • Assessoria de marketing: entenda como vender mais no digital

    Assessoria de marketing: entenda como vender mais no digital

    Assessoria de Marketing: sua empresa vendendo mais através do digital

    Investir em marketing digital não é mais tendência e nem um diferencial, é uma necessidade. Uma estratégia indispensável para qualquer negócio ter sucesso. Atualmente, não dá nem para imaginar uma empresa sem presença digital. E é aí que entra a assessoria de marketing.

    Afinal, é através dela que muitas empresas vêm melhorando suas vendas de forma estratégica. Assim, a partir de agora você vai entender como utilizar essa poderosa ferramenta dentro da sua estratégia de negócio e alavancar suas vendas.

    Mas antes, você sabe de fato o que é marketing digital? Podemos te ensinar tudo sobre esse assunto!

    Uma assessoria de marketing é o mesmo que agência?

    Essa é uma dúvida comum no mercado. Afinal, dentro do nicho de empresas que trabalham prestando serviços de marketing digital, o termo “agência” se popularizou e acabou sendo generalizado.

    Entretanto, é preciso identificar as diferenças entre assessoria de marketing e agência de marketing. Assim, explicando o porquê do mercado de agência já não ser a única opção para as empresas que querem crescer de verdade.

    O que faz uma agência de marketing?

    Atualmente, as agências de marketing estão no meio do caminho entre as produtoras de conteúdo e as antigas agências de publicidade. Geralmente, as agências trabalham com serviços de marketing e produção de sites. Ou seja, com algo mais operacional.

    Na prática, este tipo de empresa atua como uma agenciadora de mídias. Presta o serviço de inserir a sua empresa nas mídias, porém, nem sempre esse serviço é tão personalizado quanto parece.

    Além disso, é comum que as agências trabalhem com determinadas plataformas fixas. Serviços de e-commerce, automação de marketing e atendimento ao cliente, até empresas terceiras para produção de materiais impressos.

    Assim, no geral, pacotes fechados de marketing são ofertados pelas agências, com uma determinada quantidade de publicações nas mídias sociais. E, por vezes, alguns serviços adicionais, adjacentes.

    Entretanto, os pacotes fechados nem sempre se adéquam às necessidades do cliente. Portanto, o serviço acaba sendo engessado.

    Quer saber mais? Entenda melhor o que é e como funciona uma agência de marketing

    O que é uma assessoria de marketing?

    O papel da assessoria de marketing, acima de tudo, é gerar resultados para os clientes através do marketing digital. Além disso, não existe comissionamento ou parcerias exclusivas com determinadas plataformas.

    O papel do assessor será diagnosticar o seu negócio, o mercado em que está inserido e identificar as melhores soluções.

    Assim como a agência, a assessoria também faz a execução de campanhas, porém, em um conceito mais estratégico, planejado e focado em resultados. O assessor se torna quase um sócio, preocupado em fazer a sua empresa crescer.

    Importante: não existe trabalho de marketing terceirizado, sem a participação da própria empresa, que funcione e dê resultados de verdade.

    O marketing é um setor que não pode se desvincular da empresa. A participação de pessoas-chave é essencial para o acompanhamento das ações e para as tomadas de decisão nas estratégias.

    Em suma, a assessoria de marketing trabalhará como um setor de inteligência para executar as campanhas de marketing do seu negócio. Ou seja, trabalhando em conjunto com a sua empresa para obter resultados.

    Quer saber mais? Entenda o que faz uma assessoria de marketing digital na prática!

    Por que contratar uma assessoria de marketing?

    A operação de marketing é complexa e exige pessoas realmente qualificadas para este trabalho. A assessoria de marketing atua como um setor dentro da sua empresa, entretanto, com um custo muito menor do que uma equipe inteira.

    Proximidade com o cliente e entendimento do negócio

    Pelo compromisso com o aumento das vendas e com o desempenho do negócio do cliente, o desafio de uma assessoria de marketing é maior. O trabalho é muito mais profundo. Por este motivo, para a parceria funcionar, a consultoria precisa estar muito mais próxima do cliente. Precisa entender muito mais sobre o nicho e o mercado do cliente.

    A assessoria de marketing, antes de começar um projeto, precisa fazer uma pesquisa minuciosa sobre concorrentes. Ou seja, analisar o momento de mercado daquele nicho, ter dados sobre faturamento e desempenhos de campanhas anteriores do seu cliente.

    É preciso que haja uma pesquisa até da região geográfica em que atua aquela empresa. Afinal, uma assessoria de marketing precisa, de fato, entender o cliente. É só assim que ela entenderá o que precisa fazer em campanhas de marketing para que aquele negócio cresça e se desenvolva. 

    A proximidade com o cliente é uma das bases para o projeto funcionar.

    A assessoria de marketing é uma aliada, uma parceira que caminha lado a lado para o crescimento do negócio. Atua como uma sócia.

    O aumento do faturamento de um cliente é o sucesso do trabalho em conjunto. O papel da assessoria vai bastante além do cumprimento de tarefas de marketing

    Foco no sucesso do cliente

    Não fica difícil, então, entender que o sucesso do cliente é a prioridade absoluta de uma assessoria de marketing. O trabalho da assessoria e do cliente está integrado. Portanto, a assessoria deve fazer com que todos os pontos de interação com o cliente sejam eficientes.

    O cliente deve se sentir seguro, deve saber que está lidando com especialistas, por ser grande a confiança que ele deposita na assessoria. Ou seja, a contratada não pode dar margem para amadorismo. Por estar em uma posição tão estratégica junto aos seus clientes, falhas repetidas e não corrigidas resultam na perda daquele cliente, no churn. 

    A relação entre cliente e assessoria é algo sensível. Por isso, é obrigação de uma boa assessoria de marketing trabalhar para que essa relação seja saudável e 100% benéfica para o cliente.

    Uma assessoria de marketing tem padrões e metodologias que se mostraram eficientes ao longo do tempo e que podem ser aplicados para diferentes clientes. Mas é essencial que haja um tratamento personalizado, específico para cada cliente, devido à infinita diversidade que existe entre empresas, entre nichos.

    A assessoria de marketing enxerga cada cliente como único e sabe que o que funciona para um pode não funcionar para o outro.

    Marketing como ciência

    Você deve estar pensando: “Nossa, mas é muito grande a responsabilidade que uma assessoria de marketing assume, hein?” E você está certo.

    No trabalho de assessoria de marketing, não há espaço para enrolação, para subjetividade ou para vaidade. É tudo muito prático. É tudo mensurável. Ou vende, ou não vende. Simples assim (simples, mas difícil!).

    É claro, cada projeto tem seu tempo de maturação. O começo dos resultados depende da maturidade digital de cada cliente. É um erro acreditar que os resultados virão da noite para o dia.

    O acompanhamento de métricas e acompanhamento de resultados é tudo para a assessoria. É preciso que se tenha uma rotina eterna de testes e aferição de resultados.

    O que não funciona é tomado como aprendizado e melhorado, considerando aquilo que funciona. E, para enfatizar mais uma vez, funcionar significa vender.

    Uma assessoria de marketing rejeita a visão de que o marketing é uma arte subjetiva ou um tema de interpretação. Não, o marketing deve ser trabalhado como uma ciência exata e mensurável. Uma ferramenta extremamente importante para o crescimento de um negócio.

    O marketing como ciência também traz segurança para o cliente. Assim ele saberá exatamente e em números se o seu investimento está sendo bem efetuado ou não.

    Se os resultados apresentados não o satisfazem, ele sai do projeto. O importante é que todas as informações sejam transparentes, livremente compartilhadas e baseadas em dados.

    Excelência dos profissionais

    Este foco absoluto em resultado e vendas gera um efeito positivo para as assessorias de marketing e seus clientes. Afinal, só os melhores profissionais se mantêm trabalhando no projeto.

    Não é difícil entender o porquê. Quando o marketing é percebido como ciência, só há espaço para profissionais que dão resultado. Só irão permanecer os profissionais cujas ações são transformadas em aumento de desempenho, em aumento de vendas.

    O foco de uma assessoria não é ter um juízo de valor se algo é feio ou bonito, se é muito ou pouco. E se uma arte feia vender mais do que uma bonita? Se uma campanha dá resultado, então ela funciona. Ponto.

    Aqui na V4, nosso lema é “o nosso negócio é vender o seu”. E é exatamente isso que uma assessoria de marketing faz: utilizar todos os artifícios do marketing digital para fazer a sua empresa crescer.

    Outro ponto é que, geralmente, as agências trabalham com mensalidades fixas. Já uma assessoria trabalha com custos baseados nos seus resultados, como um verdadeiro sócio do seu negócio.

    Se as ações executadas não surtirem efeito e os resultados forem baixos, a empresa de assessoria também perde. Afinal, ela está ali para te entregar resultados, não por uma mensalidade.

    Especialistas no assunto

    Geralmente, uma empresa de assessoria possui know how em todas as áreas do marketing. Desde o diagnóstico da empresa até a análise dos resultados. Dessa forma, tudo o que a sua empresa precisa para obter resultados será entregue.

    Em um trabalho de assessoria, você trabalhará 4 pilares que transformarão o seu negócio e possibilita a escalada nas suas vendas: tráfego, engajamento, conversão e retenção. Ou como preferimos chamar, o Método V4.

    Solução personalizada para as necessidades do seu negócio

    Ao invés de sugerir parcerias já formadas com determinadas plataformas ou canais de mídia, a assessoria de marketing promoverá ações personalizadas. Mas como? Utilizando as soluções que mais se encaixam para o seu negócio.

    Para isso, são realizados estudos de persona, mercado, entre outros. Estes são realizados durante o trabalho e visam identificar, também, os melhores canais e as melhores soluções para obter resultados expressivos. Logicamente, através de estratégias do marketing digital.

    Quais atividades a assessoria de marketing te entrega?

    Basicamente, na prática, quase tudo que uma agência de marketing faz, a assessoria também faz. Ou seja, no operacional, também executará ações como a criação de landing pages, criação de artes para peças gráficas e campanhas, por exemplo.

    Todo material diretamente ligado à venda é produzido pelos profissionais da assessoria. Também há o serviço de escritas persuasivas para anúncios e outros veículos, o chamado copywriting.

    Assessorias também sobem campanhas publicitárias em plataformas como o Google, Facebook, LinkedIn, Pinterest, Twitter, TikTok. E para isso conta com profissionais com toda a expertise para otimizar essas campanhas.

    Qual o grande diferencial de uma assessoria de marketing?

    Mas o grande diferencial das assessorias, em comparação com as agências, são os serviços estratégicos.

    A assessoria têm diversos profissionais encarregados de pensar em estratégias de marketing para aumentar as vendas. Isso inclui, por exemplo, pensar no formato da campanha, definir em quais plataformas elas serão veiculadas, por quanto tempo ela rodará, etc.

    A V4 Company, por exemplo, implementa todo o processo de vendas pela internet de seus clientes. Ou seja, desde a implementação de um CRM, treinamento para a utilização do mesmo, até treinamentos de vendas. 

    Este profissional é proativo, ou seja, ele não espera que o cliente passe para ele o que tem que ser feito.  O profissional sabe que ele é o expert. Assim, ele tem o dever de elaborar e propor ações de marketing focada em resultados. 

    Pela proximidade que a assessoria de marketing tem do seu cliente e pelo entendimento adquirido sobre negócios como um todo, ela sabe que a vida de empresário é intensa e cheia de desafios

    É óbvio, para a parceria dar certo, é essencial que o cliente participe ativamente, é um trabalho a quatro mãos. Mas os profissionais da assessoria de marketing sabem que quem está à frente de uma empresa e contrata a assessoria, busca soluções.

    Cada empresa de assessoria trabalha de uma forma, fornecendo serviços diferentes para os clientes. Entretanto, as ações que fazem parte do núcleo do marketing digital são uma constante.

    Estudos e diagnósticos

    Antes de sair executando campanhas, é necessário entender como a sua empresa está situada no mercado. Ou seja, saber quem são as suas personas (se não estiverem definidas) e como os seus concorrentes estão atuando.

    Dessa forma, os próximos passos terão um embasamento maior para manter a competitividade. E assim, atingir as pessoas certas e trazer o retorno para o investimento que for definido.

    Inteligência de marketing

    O serviço de inteligência envolve o planejamento, o monitoramento e a análise de resultados. Avaliando todas as ações, os efeitos do que está sendo executado e as definições para os próximos passos.

    Este é o ponto mais importante de qualquer estratégia na assessoria de marketing. Afinal, o marketing digital é uma ciência baseada em dados e planejamento, sem estes fatores, o resultado se torna mais difícil.

    Tráfego

    Toda e qualquer campanha de marketing precisa alcançar pessoas e gerar tráfego para os seus canais de mídia ou de venda. Afinal, assim como no mercado físico, se ninguém passa pela sua marca, você não vende.

    O trabalho de tráfego utilizará as mídias pagas e orgânicas para gerar público para as suas campanhas. Dessa forma, novos leads serão gerados e as vendas terão maior probabilidade de aumentarem o seu volume.

    Engajamento

    Quando você  consegue conquistar uma audiência, você  precisa fazer com que esse público se apaixone pelo que você  tem para oferecer. Por isso, é necessário desenvolver diversas estratégias para engajar seu público.

    Nessa frente, a produção de conteúdo será essencial. Por isso é importante estar alinhado com o conceito de marketing de conteúdo e também com o uso de diversas redes sociais.

    Conversão

    O objetivo principal de grande parte das campanhas de marketing digital é a venda. Ou seja, transformar o visitante em cliente. A assessoria atuará ativamente junto aos canais de venda para potencializar as conversões.

    Se esta etapa não acontecer, todo o trabalho corre o risco de falhar. Portanto, é fundamental que o setor de vendas esteja funcionando e os leads que chegam estejam na qualidade ideal para serem convertidos.

    Nesse momento, é indispensável contar com um time de Inside Sales!

    Retenção

    Melhor do que vender, é vender mais. Diversos estudos já provaram que vender para clientes que já estão na carteira é cerca de 50% mais barato. Por isso, a assessoria de marketing dedicará parte dos esforços para a retenção.

    Aumentar o tempo de vida de um cliente é importante e torna o seu negócio cada vez mais saudável. Despender menos recursos para vender quer dizer otimizar o tempo e o dinheiro.

    Fica ainda mais fácil converter os clientes e ainda sobram recursos para serem utilizados em outras áreas no setor de vendas ou nas próprias ações de marketing.

    Como saber se a assessoria de marketing é a melhor opção?

    Atualmente, no livre mercado existem diversas empresas de assessoria de marketing. Dessa forma, as empresas encontram dificuldades em escolher a opção mais adequada para o negócio.

    Por esse motivo, pesquisar antes de fechar negócio é importante, alem disso é importante prestar atenção em outros fatores.

    Como falamos é importante pesquisar, assim, mostraremos os principais pontos a se considerar antes de contratar uma assessoria de marketing.

    Estabeleça seus objetivos

    Não faz sentido buscar uma assessoria de marketing sem ter os objetivos do negócio definidos. Portanto, é importante primeiro olhar para o interior da empresa e conferir quais são os objetivos de marketing da sua empresa.

    Entendendo as dores e expectativas do negócio, a procura pela assessoria sera facilitada, já que você saberá os serviços necessários e quanto tempo é preciso para conquistar as metas.

    Um exemplo de escolher bem os objetivo antes de contratar uma assessoria é um dos cases de sucesso

    No case, falamos sobre a ELG Screen. Uma empresa que nasceu para vender telas de notebooks, mas que teve que mudar seus objetivos para continuar crescendo com o avanço da tecnologia.

    Dessa forma, ter um objetivo definido, ajudou a marca procurar a assessoria e obter um faturamento 10 vezes maior do que os anteriores.

    Pesquise sobre a assessoria

    Considerar o tempo de mercado da marca é importante para fazer uma boa escolha, alem disso, é importante considerar a reputação. Estar presente nas mídias, premiações, bom rate no reclame aqui, por exemplo, são alguns indicadores de que a marca tem nome no mercado.

    Alem disso, uma assessoria com parceiros de sucesso que tem certificados de grandes organizações — como o Google, Reclame Aqui, Great Place To Work — apresentam um nível alto de confiabilidade  e mais chances de oferecer um bom serviço.

    Acompanhe as mídias 

    Observar o comportamento das redes sociais marca é importante para conferir se a empresa tem boa atuação no digital, e conferir se oque é oferecido pela empresa é praticado no próprio negócio.

    Alguns questionamentos que podem ser feitos ao acompanhar as mídias:

    • Como é a atividade nas redes sociais e outros canais de comunicação?
    • O site é otimizado para todos os dispositivos?
    • O blog tem bons conteúdos?
    • Há um bom relacionamento nas redes sociais?

    Em um dos nossos cases, falamos sobre um dos nossos clientes que descobriu a V4 Company através das redes sociais. A empresa Zhaz Soluções acompanhou nossas redes sociais, e entendeu que a assessoria de marketing fazia sentido para marca.

    Converse com clientes

    Quando buscamos comprar alguma coisa no mercado online, é recomendável conferir as avaliações, para garantir que não caia em golpe e certificar que o produto é bom.

    Essa estratégia se aplica também no mundo dos negócios. Assim, procurar por clientes que já passaram pela assessoria de marketing é importante para entender como é o atendimento e tirar algumas dúvidas sobre o serviço.

    Por este motivo, a V4 Company, tem uma página somente para isso. No qual tem cases mostrando as experiências, dúvidas e faturamento dos nossos clientes.

    Assessoria de marketing em diferentes mercados

    Agora que conhecemos sobre uma assessoria de marketing, você deve estar se perguntando em que tipo de mercado se encaixa. 

    Esse serviço pode ser contratado por qualquer empresa, por ter a flexibilidade de se encaixar em qualquer negócio. Assim, trouxemos 2 exemplos de nicho de mercado onde a assessoria foi um projeto bem-sucedido.

    Assessoria de marketing para Inside Sale

    A Lugano Chocolates, cliente V4 desde 2019, é um bom exemplo de inside sales. A marca costumava vender em média duas franquias por mês, mas bateu um recorde de 25 vendas em junho 2022 com a assessoria de marketing.

    Esse aumentou representou um faturamento de 3,88 milhões  — resultado contado somente a taxa de franquia–, através do processo de inside sales.

    Assessoria de marketing para E-commerce

    Um exemplo de que pode ser usado no mercado B2C, é o case da Makeer. Uma empresa focada em vender e oferecer soluções para churrasqueiras.

    A Makeer encontrou um problema no mercado: falta de churrasqueira de qualidade. Apesar do CEO querer vender, não sabia como efetuar isso através do e-commerce. Dessa forma, procurou a assessoria de marketing para poder vender mais através digital.

    Assim, uma empresa que faturava 80 mil ao mês, conseguiu, com ajuda da assessoria, faturou 500 mil reais apenas com o site.

    Assessoria de marketing para Varejo

    A Lojas Lebes é uma rede varejista gaúcha, com mais de 60 anos de mercado e presente em mais de 160 municípios. A empresa era muito acostumada com a venda no formato PDV, mas que buscou a assessoria de marketing para alavancar as vendas, tanto física com online.

    Apesar de na época estarmos passando por uma pandemia, a varejista encontrou uma solução: vender mais. A empresa chegou a essa conclusão, por um simples motivo, ninguém estava comprando presencial, mas o nível de compradores não parava de crescer.

    Dessa forma, buscou ajuda para vender mais seus produtos. O resultado fala por si, a empresa conseguiu passar 160% de sua meta durante uma pandemia, assim mostrando a eficiência de uma boa assessoria.

    Quer entender como a Lojas Lebes atingiu faturou durante a pandemia? Então confira nosso conteúdo: Como a V4 ajudou a Lebes a bater 160% da meta de vendas

    V4 Company como a solução em marketing digital

    De acordo com o que o mercado digital atual pede, a assessoria de marketing é a melhor opção para qualquer tipo de negócio. Principalmente por entregar soluções que vão além da criação de campanhas.

    Com uma assessoria, o seu negócio ganha uma espécie de sócio. Ou seja, profissionais que estão o tempo todo pensando nas melhores formas de entregar resultados significativos e que gerem retorno para o seu investimento.

    Assim, você pode aumentar suas vendas com o método que vem transformando o marketing digital. Quer saber como? Confira o vídeo abaixo e entenda porque somos a maior assessoria de marketing digital do Brasil.

  • Gestão Quatro Ponto Zero: A rotina de empresas de grande sucesso

    Gestão Quatro Ponto Zero: A rotina de empresas de grande sucesso

    Gestão Quatro Ponto Zero: Rotina de Empresas de Sucesso

    O mundo dos negócios vem sofrendo mudanças constantes, principalmente pelas alterações no comportamento do consumidor. Com isso, uma forma de gestão se destaca no mercado e é uma realidade mundial: gestão 4.0.

    Com o cliente no comando das transações, estando cada vez mais informado e menos fiel a marcas e tipos de serviço, as empresas precisaram se movimentar para seguir esse comportamento se adaptar as suas estratégias.

    Engana-se quem pensa que somente os times de marketing e vendas precisaram se atualizar. As empresas que querem crescer ou se manter em alta no mercado precisam passar por uma transformação completa.

    A referência para a aplicação da gestão 4.0 são sempre os grandes negócios, que adotaram essa nova metodologia de gerenciamento para impulsionar os resultados e puxar a frente do mercado.

    Pensando nisso, desenvolvemos esse artigo que vai te ajudar a entender o que é este método de gestão empresarial e o que a sua empresa precisa para começar a trabalhar da forma correta para escalar os resultados.

    O que é a gestão 4.0?

    Para entendermos o que é gestão 4.0, é preciso compreender como ela surgiu. Os avanços da tecnologia e as transformações no mercado caracterizaram o surgimento da indústria 4.0.

    Esta “nova indústria”, baseada no uso da tecnologia para aumentar a produtividade das empresas, deu início a uma série de mudanças no comportamento de gestores, equipes e consumidores.

    As demandas do mercado mudaram, as necessidades dos consumidores também. Com isso, os métodos de trabalho que tinham os melhores resultados precisaram se adaptar.

    Algumas características da gestão 4.0 são evidentes e nós vamos descrevê-las a seguir.

    Foco no cliente

    Antes, as empresas eram as detentoras das informações e tinham o controle da jornada de compra, principalmente através dos canais de mídia tradicionais, entretanto, essa realidade mudou completamente.

    A democratização da internet trouxe a informação em tempo real para a palma da mão do consumidor, que pode navegar de loja em loja, pesquisar sobre produtos ou serviços e decidir o que é melhor para as suas necessidades.

    Esta transformação o colocou no comando, fazendo com que as empresas voltassem as suas atenções para o que o cliente falava e para as suas intenções dentro do mercado.

    Na gestão 4.0, todas as ações são voltadas para solucionar as necessidades do cliente. Em vez de inventar algo inovador, as organizações foram em busca do que os seus clientes precisavam, para, então, fazer as suas inovações.

    Esta mudança é percebida em qualquer segmento, porém, é mais explícita no mundo do marketing. A interação entre marcas e seguidores/clientes está cada vez maior.

    Até mesmo grandes nomes do cenário mundial aderiram à participação popular para ouvir o que os seus clientes tinham a dizer. O cliente, como detentor da informação, possui todas as respostas que as empresas precisam.

    Mudança no papel do gestor

    O gestor, ou líder de equipe, deixou de executar o seu papel apenas gerencial e precisou se tornar um facilitador dentro da empresa. Ele é o principal responsável por encontrar as brechas e atuar para explorá-las.

    Identificar necessidades dos clientes, realizar análises constantes das equipes e propor melhorias são tarefas que começaram a fazer parte da rotina diária de qualquer líder dentro da gestão 4.0.

    Em vez de se manter apenas no controle dos processos produtivos, o líder passou a ser uma peça fundamental para potencializar o operacional e torna-lo cada vez mais útil para os clientes.

    Surgimento do omnichannel

    Com o celular na mão, o consumidor passou a ter acesso a uma infinidade de canais, sejam eles mídias sociais, sites blogs, e-commerces ou qualquer tipo de meio de comunicação digital.

    Tudo isso sem contar os canais de mídia e de venda tradicionais, como lojas físicas, canais de televisão, estações de rádio, entre outras.

    Este comportamento multicanal do cliente fez com que as empresas aderissem a um conceito que vai além do multicanal, o omnichannel. Além de estar presente em vários meios, estes devem estar interligados entre si.

    Ao verificar um produto na internet, o cliente precisa ter a disponibilidade de consultar informações pelo chat e, caso se dirija até uma loja física, o mesmo produto deve estar disponível com as mesmas condições.

    Da mesma forma, os vendedores trabalharão em diferentes canais de atendimento, disponibilizando oportunidades para o cliente onde ele estiver. No omnichannel, as empresas estão onde os clientes estiverem, não o contrário.

    Automação dos processos

    Se um dos focos da gestão 4.0 é a utilização da tecnologia para melhorar a produtividade das equipes, nada melhor do que fazê-la executar processos por conta própria.

    Assim, o material humano pode ser melhor utilizado e os recursos são otimizados, como o tempo dos funcionários. Além disso os processos automatizados reduzem as chances de erros.

    Durante muito tempo um mito foi muito popular sobre a automação de processos, onde se acreditava que isso era um processo caro e que somente as grandes companhias conseguiriam instaurar no seu cotidiano.

    Acontece que a democratização da tecnologia trouxe a automação para o alcance de qualquer negócio. Desde procedimentos financeiros até ações de marketing podem ser automatizadas e se tornarem ainda mais baratos.

    Desta forma, a equipe pode dedicar ainda mais o seu tempo para resolver problemas que envolvem o cliente e se aproximarem ainda mais dos seus consumidores.

    Virtualização de atividades e big data

    Cada vez mais, as atividades operacionais são registradas em sistemas on-line, que armazenam as informações na nuvem e geram grandes quantidades de dados para os gestores de equipe.

    Naturalmente, estes dados acumulados não representam nada de forma isolada, porém, quando utilizados de forma conjunta, cruzados, podem auxiliar qualquer empresa nas suas tomadas de decisão.

    Desde atividades do consumidor na internet, que podem ser monitoradas, até o trabalho interno da equipe, tudo gera dados. Estes dados precisam passar por um processo de curadoria e cruzamento de informações.

    Desta forma, o comportamento do consumidor pode ser melhor identificado, auxiliando a empresa na criação e melhoria de produtos, assim como ajustes na comunicação para atingir o cliente ideal.

    Por outro lado, o trabalho da equipe pode ser otimizado, gargalos no setor produtivo podem ser identificados e uma série de otimizações podem ser executadas para gerar menos custo e maior produtividade.

    O que uma empresa precisa para aderir à gestão 4.0?

    Naturalmente, um processo de transformação digital não ocorre de um dia para o outro. É necessário que a empresa tenha um suporte básico para que a gestão 4.0 seja aplicada da melhor forma possível.

    Integração dos times

    Uma empresa integrada gera dados de forma mais fácil e possibilita essa metodologia de gestão que está sempre analisando métricas para buscar melhorias contínuas.

    Entretanto, integrar os times não é tão fácil. É preciso implementar um sistema que conecte as equipes, capture dados e possibilite a ação dos gestores na coordenação dos processos.

    Da mesma forma, a integração pessoal também é necessária, para que todos na empresa entendam a sua importância e a diferença que faz dentro do processo para obtenção de resultados.

    Automação básica de processos

    Um dos princípios da gestão 4.0 é a automação de processos e ela é implementada de forma gradual com as melhorias propostas pela metodologia.

    Entretanto, a empresa já precisa possuir as ferramentas necessárias para que as automações sejam executadas, assim como alguns processos mais básicos precisam ser automáticos por uma questão de ganho de tempo.

    Por isso, serviços operacionais repetitivos, que exigem um grande trabalho manual para serem executados, geralmente são substituídos por sistemas que os executam de forma automática, mais rápida e com menor chance de erros.

    Controle de atividades de forma sistematizada

    Assim como os processos, a execução das equipes também precisa ser monitorada e acompanhada de forma sistematizada. Este é um tema que foi, também, abordado na questão de virtualização dos processos.

    Somente com a sistematização do registro de atividades, os gestores poderão analisar os dados reunidos, cruzar algumas informações de operação e resultados para que decisões possam ser tomadas.

    Como as grandes empresas atingiram patamares de sucesso

    Em uma live com o nosso sócio-fundador, Dener Lippert, o fundador da Easy Taxi, Tallis Gomes, comentou sobre as empresas que obtiveram sucesso através da gestão 4.0.

    Ao contrário do que muitas pessoas acham, que grandes empresas cresceram graças a métodos inovadores e nunca antes pensados, na realidade estas companhias alcançaram patamares mais altos através da consistência.

    Esta metodologia de gestão é baseada na análise e na otimização de processos de forma constante. Semanalmente, os gestores executam tarefas gerenciais básicas, porém importantes, visando melhorar o processo produtivo.

    Apesar de ser um trabalho repetitivo e “chato”, é necessário para que qualquer negócio obtenha sucesso. É com consistência e trabalho duro que as grandes empresas chegaram ao sucesso.

    Conclusão

    A gestão 4.0 surgiu através das transformações que a tecnologia e a indústria 4.0 motivaram no mercado como um todo. Com foco no cliente, as empresas passaram a agir de forma mais planejada e personalizada.

    Ao contrário do que acontecia há alguns anos, onde as empresas lançavam produtos e os clientes eram surpreendidos por elas, agora são os clientes que demonstram as necessidades para que as soluções sejam propostas.

  • Agência de Marketing: O que é e por que não funciona?

    Agência de Marketing: O que é e por que não funciona?

    Agência de Marketing Não Funciona

    Sim, o título deste artigo é polêmico e não, este não é um clickbait (estratégia utilizada para captar clicks com manchetes enganosas). A realidade é que o modelo de negócio de agências de marketing não funciona.

    Este assunto já foi tema de dois artigos do sócio-fundador da V4, Dener Lipert, um no site da E-commerce Brasil e outro no site Mundo do Marketing. Em qualquer ocasião, ele é polêmico e gera opiniões adversas.

    O fato é que este modelo de negócio não funciona por diversos motivos, entretanto, o principal deles é o resultado. Agências de marketing não estão preocupadas com o resultado do seu cliente e isso as torna insuficientes.

    É claro que este tipo de afirmação pode gerar estranheza, mas nós explicaremos tudo e você entenderá em quais pontos as agências falham e como eles são solucionados por outros modelos que entregam serviços de marketing digital.

    O que fazem as agências de marketing?

    Levando em consideração a origem do termo “agência de marketing”, consideramos que são empresas responsáveis por agenciar mídia on-line e buscar a veiculação da marca dos seus clientes, lucrando com isso.

    Entendendo esse conceito você pode se perguntar: “mas essas não são as agências de publicidade?”

    Exatamente! Agências de marketing e agências de publicidade só se diferenciam nos canais de veiculação, já que a primeira migrou para a internet, entretanto, o modelo de negócio é o mesmo e não é vantajoso para os seus clientes.

    Agenciando mídia para obter lucros

    Agenciar mídia nada mais é que encontrar canais para divulgação da marca do cliente, contrata-los e ganhar comissão em cima do investimento do cliente. Em geral, os comissionamentos podem chegar a até 20% por essas intermediações.

    Mas se o objetivo das agências, atualmente, segundo o que elas mesmo propõem, é entregar resultado, por que ainda optam pela remuneração em cima do que chamamos de Bônus de Veiculação (BV)?

    Na verdade, as agências de marketing estão sempre voltadas para a sua lucratividade, não para a do cliente. Isso faz com que as clausulas contratuais sejam sempre baseadas em veiculação, não em resultados.

    Entendendo o vínculo entre agências e clientes

    Se você possui um negócio, já recebeu propostas de agências de marketing. O comprometimento está sempre ligado a quantidades de conteúdos e de veiculações, nunca relacionados a resultados efetivos.

    Os contratos são baseados em número de publicações nas redes sociais, de campanhas de e-mails enviadas, blog posts escritos, entre outros conteúdos gerados rotineiramente.

    Em grande parte dos contratos, inclusive, existem as cláusulas de veiculação de anúncios. Com a migração dos investimentos para ferramentas on-line, ficou mais explícito o ganho das agências com veiculação de mídia.

    Geralmente, o valor investido pelo cliente em plataformas como Google Ads e Facebook Ads é taxado pela agência e você se torna obrigado a pagar uma porcentagem pela “administração do investimento”.

    Perceba que, novamente, a agência de marketing está recebendo valores baseados no que o cliente investe, não no retorno recebido. Ou seja, se as campanhas não funcionarem, o custo com a agência será o mesmo.

    Entretanto, o objetivo do cliente não é esse. Com a agência, o objetivo é sempre o crescimento, aumento no faturamento, nas vendas, na lucratividade, entre outros indicadores que efetivamente pagam as contas de uma empresa.

    Fazendo essa rápida análise, já é possível entender que existe algo de errado nesta negociação, não é? Assim é ainda mais fácil perceber que o comprometimento da agência está na própria lucratividade, não na do cliente.

    O fracasso das agências já era previsto

    A visão de que as agências de marketing não funcionam pode não ser tão popular e, relativamente, recente no Brasil (um dos artigos escritos pelo Dener é de 2016), porém, internacionalmente, essa visão é muito mais antiga.

    Em 2000, Sergio Zyman, diretor de marketing da Coca-Cola, escreveu um livro chamado “The End of Marketing as We Know It” (O Fim do Marketing como Conhecemos). Na sua obra, a falha no modelo de agência já era relatada.

    Na época, inclusive, Zyman decidiu proibir o pagamento de BV para as agências que eram responsáveis pelo marketing da Coca-Cola. A partir desta decisão, foi implementado o pagamento baseado em sucesso.

    Inicialmente, as agências acharam ruim, entretanto, com o passar do tempo, a dedicação das mesmas pela entrega de resultados ocasionou cobranças ainda maiores do que no formato anterior.

    O que as agências vendem para os seus clientes mesmo depois de fechar um contrato

    Em um modelo de negócio que não entrega resultados efetivos, existem 3 desafios constantes para qualquer agência de marketing que segue o modelo tradicional:

    • captar clientes;
    • manter os clientes na carteira;
    • renovar o contrato com estes clientes.

    Parece até cômico, afinal, com um bom trabalho realizado, a manutenção dos contratos e a renovação dos mesmos é uma consequência tranquila, não é? Para uma empresa que não tem os mesmos objetivos que os seus clientes, não.

    Durante o andamento dos trabalhos, o cliente começa a analisar o quanto está pagando pelo serviço e o quando a agência de marketing está entregando em troca.

    É aí que a conta começa a não bater, afinal, existe muito dinheiro saindo e pouco retorno sendo visto. Está aí o desafio das agências em manter contratos e, posteriormente, renová-los.

    Para contornar estas situações, outras métricas menos relevantes são utilizadas para relativizar o sucesso do cliente e, em palavras mais sinceras, enganar a empresa que paga a conta.

    Vamos relembrar, o objetivo das empresas com os trabalhos de marketing digital é transformar ações em vendas. Entretanto, como o foco da agência não é esse, a tendência é as vendas aparecerem com menor expressão.

    Assim, outras métricas são utilizadas como maquiagem. É uma tentativa da agência de, em um sentido figurado, tapar o sol com uma peneira.

    Métricas de vaidade

    Entre os dados comumente apresentados para justificar o trabalho e os investimentos do cliente, as agências de marketing entregam resultados irrelevantes, como curtidas, seguidores, engajamento, etc.

    A real é que, no fim das contas, curtida não paga boleto. O engajamento da marca é uma consequência pelo bom trabalho de conteúdo produzido, mas não pode ser balizador de sucesso.

    Resultados de verdade são vendas, ou melhor, dinheiro no bolso, mas no bolso do cliente. 

    Se o marketing digital é baseado em um funil, onde a etapa de engajamento vem antes da etapa de vendas, um número leva ao outro, correto? Sim, se o crescimento for nas vendas.

    Com o aumento no faturamento e na quantidade de clientes adquiridos, naturalmente o engajamento com a marca aumentará, entretanto, o contrário não é obrigatório.

    Existem diversas empresas no mercado que possuem alto engajamento, porém, não possuem estratégias de conversão e, por isso, não convertem a sua audiência em clientes. Resultado: marketing incompleto.

    Estética

    Outro ponto de orgulho exaltado pelas agências e que não tem a menor relevância para um trabalho de marketing sério e preocupado com resultados.

    Conteúdos bonitos e uma estética agradável é interessante para qualquer negócio, entretanto, o que vai medir isso não é o gosto do dono ou da agência, é a taxa de conversão dos clientes.

    Vamos imaginar uma página de venda de um produto. Adianta alguma coisa esta página possuir um design arrojado, moderno e extremamente agradável se o cliente não efetuar a compra?

    É exatamente isso que cada empresa deve considerar na hora de avaliar um trabalho. A beleza é um detalhe de vaidade. O que importa mesmo são os resultados reais que os conteúdos entregam.

    Se a sua empresa fornece equipamentos para programadores, por exemplo, a estética será ignorada na maioria dos casos. O perfil do cliente está preocupado com o item, suas especificações e condições de compra, não beleza das páginas.

    Prêmios e condecorações

    Outro fator que exalta um certo egocentrismo por parte das agências de marketing. Acessando o site de grande parte delas, você verá prêmios, selos, certificados, entre outros adereços que representam conquistas da agência.

    Novamente, o exaltado da vez é quem presta o serviço, não o cliente, que deveria ter os seus resultados exaltados. O sucesso da agência é o crescimento do faturamento dos seus clientes, não o site mais bonito do ano.

    Entretanto, esta prática é comum. O mercado premia agências pela estética, ou pelo número de clientes cadastrados em determinada plataforma (que gera comissão para a agência).

    Na verdade, os prêmios não fazem diferença nenhuma, pois, assim como as curtidas, os troféus da prateleira da agência não pagam os boletos de cobrança enviados aos clientes todos os meses.

    Conclusão

    A percepção do fracasso das agências é algo que está cada vez mais visível para qualquer pessoa que busque analisar de forma crítica o trabalho realizado. Apesar de ser uma popularização recente, esta visão já existe há mais de 20 anos.

    Naturalmente, agência de marketing e publicidade procuram se manter longe destes conceitos e buscam fortalecer o seu modelo antiquado de negócio, visando sempre o próprio lucro, nunca o do cliente.

    Entretanto, a decisão final é sempre sua. Você escolhe entre trabalhar com profissionais qualificados e preocupados com o seu sucesso ou agências, que estão sempre visualizando a própria lucratividade a cada mês.

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  • 5 motivos pelos quais as agências de marketing gastam seu dinheiro atoa

    5 motivos pelos quais as agências de marketing gastam seu dinheiro atoa

    5 Motivos Pelos Quais Agência de Marketing Te Fazem Perder Dinheiro

    Falar sobre temas relacionados a agências sempre gera opiniões diversas e, naturalmente, surge alguma polêmica, principalmente pela visão que nós, aqui na v4, temos sobre agência de marketing digital.

    O motivo da polêmica é porque aqui, defendemos que o modelo de negócio de agência de marketing digital não funciona. Nosso sócio-fundador, Dener Lipert, inclusive, já falou sobre isso em várias ocasiões.

    A sustentação dessa ideia é bem mais antiga do que você pode imaginar. Apesar de o Dener ter escrito um artigo sobre isso em 2016 para a E-commerce Brasil, o conceito já estava no livro de Sergio Zyman, publicado em 2000.

    Zyman foi diretor de marketing da Coca-Cola Company por muito tempo e aplicou dentro de uma das maiores indústrias as ideias as quais defendia. Falaremos sobre isso durante este artigo.

    Um spoiler simples sobre o principal motivo de as agências de marketing digital estarem fadadas ao fracasso: o conflito de interesses. Por incrível que pareça, os interesses da agência não são os mesmos de seus clientes.

    É exatamente isso que faz com que este modelo de negócio não funcione. Se o objetivo do cliente, que contrata a agência, não é o mesmo da contratada, a parceria não parece ter muito futuro, não é mesmo?

    Pensando nisso, trouxemos 5 motivos pelos quais agências de marketing digital só te fazem perder dinheiro.

    1. Conflito de interesses

    Como dito acima, os interesses da agência são diferentes e, inclusive, parecem absurdos quando comparados com os reais objetivos de uma empresa com o trabalho de marketing digital.

    Enquanto o cliente está pensando em vendas, faturamento, crescimento e lucratividade, a agência está pensando em entregar materiais, veicular publicidade e ganhar dinheiro em cima disso.

    Estamos nos referindo, aqui, às agências de marketing que ainda seguem o modelo tradicional e que estão completamente ligadas à origem do termo “agência”: agenciar as mídias para a veiculação de publicidade dos clientes.

    Como é esse conflito na prática?

    Tudo começa com os contratos firmados entre clientes e agências. A grande maioria deles está embasado em entregas tangíveis, ou seja, materiais que podem ser vistos e percebidos facilmente.

    É natural que, em um vínculo tradicional, esteja previsto um número de publicações na rede social por semana, campanhas de e-mail marketing mensais, veiculação de anúncios pagos, entre outros entregáveis.

    Entretanto, não é isso que o cliente pretende receber durante o trabalho de marketing. Os materiais entregáveis são os meios, enquanto o cliente está preocupado com os fins: faturamento e vendas.

    Além disso, é extremamente comum que as agências de marketing digital recebam uma porcentagem dos investimentos do cliente em mídias pagas como BV (Bônus de veiculação).

    Ou seja, se um determinado cliente investir R$ 10.000,00 em uma campanha no Google Ads, a agência deverá receber uma porcentagem desse valor para administrar os investimentos.

    Perceba que o cliente paga com base nos valores que investe, não nos seus retornos. Se esta campanha de R$ 10.000,00 falhar, o cliente terá pago em torno de R$ 12.000,00 mais a mensalidade da agência e obtido retorno insuficiente.

    2. Análise de resultados baseada em métricas de vaidade

    Outra falha das agências de marketing digital, esta utilizada para maquiar o motivo número 1. Com a falta de resultados expressivos, as agências utilizam dados de menor relevância para demonstrar sucessos inexistentes.

    Supondo que uma determinada campanha foi veiculada, o investimento total foi pago (mensalidade da agência + veiculação de mídias pagas + BV) e totalizou R$ 15.000,00. Ao final da campanha, os resultados serão analisados.

    Como o objetivo da agência não é, efetivamente, entregar o retorno sobre o investimento (ROI) para o cliente, as chances de sucesso diminuem muito. Em casos de insucesso, a agência já possui a sua válvula de escape.

    Junto com os dados de vendas, que nem sempre são levantados, a prestadora de serviços demonstra dados como:

    • engajamento das publicações;
    • número de cliques nos anúncios;
    • número de visitantes no site;
    • crescimento no número de seguidores;
    • entre outros.

    Analisando friamente, você acha que o cliente está realmente interessado nessas métricas após investir R$ 15.000,00 totais pela campanha? O interesse da empresa está no quanto retornou após tal investimento.

    Este desencontro de visões gera transtornos recorrentes no relacionamento entre contratada e contratante. 

    A agência baseia-se no contrato para mostrar que está entregando tudo o que prometeu. Do outro lado, o cliente permanece insatisfeito, pois os resultados esperados eram outros e os apresentados não são relevantes.

    3. Vaidades e egos da agência de marketing

    A falta de resultados relevantes faz com que a agência utilize outros artifícios para conquistar novos clientes e manter os atuais na carteira. Ao invés de demonstrar cases de sucesso, outros elementos são exaltados.

    Estética acima de tudo

    O primeiro deles é a beleza dos materiais produzidos. Normalmente as agências possuem criadores gráficos muito habilidosos, capazes de fazer criações esplêndidas, porém, que nem sempre convertem como deveriam.

    Campanhas com um nível estético excepcional são veiculadas, peças maravilhosas chegam até os clientes, entretanto, não é a beleza que faz com que o público alcançado compre ou não determinado produto.

    A estética é um dos fatores e deve estar atrelada a outros para caracterizar o sucesso de uma criação, como:

    • forma de comunicação (copywriting);
    • segmentação do público alcançado;
    • alinhamento da promessa com as dores do público.

    Uma publicação muito bem feita de um corte de carne não tem utilidade nenhuma se anunciada para o público vegetariano. Assim como uma linguagem extremamente formal dificilmente cativará o público mais jovem.

    Premiações recebidas pela agência de marketing

    O segundo fator de vaidade e ego é a exaltação dos prêmios que a agência já recebeu. Esta é uma técnica comum, principalmente para agências maiores. Normalmente, elas já foram premiadas por algum feito próprio.

    Uma curiosidade é que esses prêmios são, geralmente, criados por ferramentas as quais a agência é parceira e utiliza para vender aos clientes e receber comissão por isso, porém, falaremos sobre isso posteriormente.

    Premiações de melhor design de site, ou maior número de clientes cadastrados em determinada plataforma são muito comuns no ramo de agências. Os troféus estão sempre em destaque nas prateleiras dos escritórios.

    É curioso que, mesmo com tantas premiações, poucas delas (ou nenhuma) é relacionada a conquistas de clientes, recordes de faturamento ou campanhas que tenham resultados impressionantes.

    Estes recursos são utilizados única e exclusivamente para iludir os potenciais clientes, afinal, não tem a menor relevância na execução do trabalho.

    4. Comissões pela utilização de determinadas ferramentas

    Este é um fator entristecedor. Agências que empurram “soluções” para seus clientes sem ao menos fazer um estudo de relevância de determinada ferramenta para a empresa.

    O real objetivo é cadastrar o cliente, enviar o boleto de pagamento e, depois, receber o comissionamento da plataforma parceira. Diversas soluções no mercado cresceram nacionalmente por conta dessas parcerias.

    É importante destacar que cada negócio possui suas peculiaridades e suas necessidades. Não existe uma ferramenta que sirva completamente para todas as empresas.

    Para cada cliente, soluções devem ser analisadas e as reais necessidades devem ser entendidas, independente da tecnologia, seja chat, CRM, automação de marketing, etc.

    Todavia, na prática, as soluções implementadas são as que geram maior porcentagem de comissionamento. É aí que vemos soluções mal implementadas, mal utilizadas e sem efetividade nenhuma.

    Estas plataformas acabam atrapalhando o cotidiano da empresa, criando processos desnecessários e gerando resultados ínfimos para o cliente, que deveria estar sendo auxiliado.

    5. Replicação do trabalho para nichos diferentes

    A grande maioria das agências possui pacotes pré-formatados de planos para oferecer aos seus clientes. O mesmo pacote, com os mesmos recursos são oferecidos a um supermercado e uma prestadora de serviços.

    Agora vem o questionamento, estes dois possíveis clientes possuem as mesmas necessidades com relação ao marketing digital? Como a agência de marketing digital entregará resultados para ambos os negócios?

    Para fazer um teste, acesse os canais de comunicação de algumas agências de marketing tradicionais e encontre os seus clientes. Em seguida, analise as suas mídias digitais e verifique os padrões.

    Naturalmente, a estética será diferente, a comunicação com o cliente será diferente, entretanto, são os mesmos canais, com a mesma frequência de conteúdos e um teor de relevância muito semelhante.

    É sabido que o marketing digital deve ser personalizado para cada cliente. Cada empresa possui o seu público, os seus canais e a sua forma de comunicação. As necessidades do mercado são diferentes e devem ser respeitadas.

    Porém, esta percepção não passa pela cabeça dos gestores de agência, que estão focados no seu próprio faturamento, na sua lucratividade e o cliente está sempre, ou quase sempre, em segundo plano.

    Conclusão – Agência de Marketing Digital

    O modelo tradicional e agência de marketing digital é ultrapassado e esta percepção está ganhando popularidade. Para mudar o panorama, as agências precisam mudar o seu foco.

    A partir do momento que o sucesso do cliente se tornar uma prioridade, os resultados começarão a aparecer e a vida das agências pode ser renovada, entretanto, com um novo propósito e um novo modelo de negócio.

  • Passo-a Passo para diminuir sua taxa de abandono de carrinho

    Passo-a Passo para diminuir sua taxa de abandono de carrinho

    Guia Prático Para Reduzir Sua Taxa de Abandono de Carrinho

    Um dos piores pesadelos das empresas que possuem e-commerce é, sem dúvidas, o abandono de carrinho. Poucas coisas são mais frustrantes do que ter o visitante saindo do seu site em uma das últimas etapas da jornada de compra.

    Infelizmente, esse é um cenário comum nas lojas virtuais. Segundo estudo da SaleCycle, só na América Latina, a taxa de abandono de carrinho chega a 75,3%, dado que pode servir de referência para a sua loja.

    Se você pensa que essa é uma frustração apenas para o lojista, está enganado(a). O ato de desistir da compra momentos antes da sua finalização também gera insatisfação no cliente, que possui o desejo de compra.

    Todavia, como quase tudo que envolve vendas online, o abandono de carrinho é uma ação estudada constantemente e existem motivos para que aconteça. Da mesma forma, você pode agir para evita-lo.

    Obviamente, nem sempre você conseguirá evitar que o cliente largue as suas compras na “boca do caixa” do seu e-commerce e siga para outro caminho que não seja a finalização, mas ainda poderá recuperá-lo com ações posteriores.

    Por isso, trouxemos este guia que te auxiliará a entender por quais motivos o seu possível cliente está desistindo da sua aquisição e o que você pode fazer para evitar o abandono ou, em outros casos, recuperá-lo após a desistência.

    O que é abandono de carrinho?

    Na prática, o abandono de carrinho é quando o cliente seleciona os seus produtos, os insere no carrinho de compras, porém, por algum motivo, não dá sequência ao processo de finalização da aquisição.

    Em uma analogia às compras feitas de forma presencial, imagine um cliente no supermercado. Ele passa pelos corredores, seleciona os produtos que deseja comprar e vai colocando-os no carrinho.

    O abandono acontece em algum momento que está entre a inserção do primeiro produto no carrinho e o pagamento no caixa. Muitas coisas podem ter acontecido, não é? No ambiente virtual não é diferente.

    A diferença está na rastreabilidade, tanto do visitante quanto das suas ações. O abandono de carrinho digital pode ser monitorado e você ainda pode agir para evitar a perda da compra, fato que é mais difícil no ambiente físico.

    Apesar de ser extremamente frustrante, tanto para a loja quanto para o cliente, não se pode lamentar pela sua ocorrência e não agir para resolvê-lo. Existem ações a serem executadas para aumentar a sua taxa de conversão.

    Como identificar os motivos do abandono?

    Os fatores que geram a desistência da compra no momento do carrinho podem ser vários, entretanto, atenha-se às informações que o cliente recebe nas etapas finais da compra.

    Lembre-se que, se ele chegou até essa fase, provavelmente uma nova informação recebida gerou a frustração e, posteriormente, o abandono.

    Esta, naturalmente, não é uma regra, porém, é uma análise que define uma boa parte das desistências por parte dos clientes, entre os motivos que você pode controlar.

    Principais motivos para o abandono de carrinho

    Como em qualquer problema do mundo digital ou físico, podemos agir de forma reativa ou proativa. No abandono de carrinho, podemos agir para recuperar o cliente e, também, para evitar a desistência da compra.

    No segundo caso, precisamos, primeiro, encontrar o que está motivando esta ação de abandono. São diversos os fatores, porém, você precisa definir, ao menos, os principais e trabalhar para solucioná-los.

    Dificuldade de utilização

    A depender da plataforma de e-commerce que você utiliza, este fator pode estar colocando a vida da sua loja em risco. Cada vez mais, os sistemas estão se tornando fáceis de serem utilizados.

    Os usuários querem utilizar menos energia para efetuar as ações desejadas. Se o caminho do visitante não está claro na sua loja, as chances de ele sair se tornam maiores e você pode estar desperdiçando vendas.

    Se o seu cliente está acostumado a utilizar aplicativos como Facebook, Instagram e Netflix, que exigem poucas ações para a sua utilização, sua intenção será a de comprar sem um esforço muito grande.

    Problemas com frete

    Aqui está um dos principais motivadores para o abandono de carrinho: o frete. Apesar de ser um único fator, existem diversas particularidades que o envolvem e qualquer uma delas pode gerar uma barreira para o cliente.

    A primeira delas está relacionada ao valor. Se o seu cliente chegou até o carrinho de compras e se deparou com um frete mais alto do que esperava, as chances de abandono aumentam.

    Outra barreira é o prazo. As pessoas estão gradativamente mais imediatistas, principalmente com novas opções de entrega, em grandes e-commerces, que possibilitam a retirada do produto na loja em até 24h.

    Procure trabalhar com prazos mais curtos que a concorrência, todavia, não os reduza apenas na teoria, visando fechar a venda. A frustração com possíveis atrasos podem ser mais prejudiciais que o próprio abandono de carrinho.

    Em terceiro lugar, temos as opções de frete. Seu cliente pode preferir uma ou outra transportadora, ou pode querer que a sua encomenda seja enviada pelos Correios. Se você não dá as opções, pode gerar frustração.

    Curiosidade

    Outro fator de alta relevância e que é determinado, também, pela forma como a sua plataforma de e-commerce se comporta. Se alguma informação importante para a compra está disponível apenas no carrinho, a taxa de abandono pode aumentar.

    Supondo que o valor do frete, na sua loja virtual, só possa ser calculado dentro do carrinho. O número de pessoas que chegará até as etapas finais da compra pode aumentar, porém, a sua taxa de conversão reduzirá.

    O mesmo vale para qualquer informação que seja relevante para a decisão de compra e que não esteja disponível para o cliente antes do momento do carrinho.

    Formas de pagamento

    Outra informação que, geralmente, é recebida apenas nas fases que sucedem o carrinho. Assim como o frete, existem vários problemas que o cliente pode enfrentar envolvendo as formas de pagamento.

    O primeiro sabotador é a falta de opções de pagamento. Pode ser que o seu cliente não possua um cartão de crédito, preferindo boleto, ou a bandeira do seu cartão não seja atendida pelas soluções que a sua loja oferece.

    Outro ponto é a não aprovação da compra. Pode ser que o cliente em potencial não tenha limite suficiente ou, por qualquer outro motivo, a administradora do cartão não aceitou a sua compra.

    Fatores não controlados

    O último fator motivador para o abandono de carrinho que destacamos, na realidade, são muitos, entretanto, os agrupamos por terem uma natureza que não está ao alcance do lojista.

    Durante a finalização da compra, o cliente pode receber uma ligação, sua conexão com a internet pode falhar ou qualquer outro imprevisto pode acontecer e interromper a sua jornada.

    Infelizmente, você não poderá agir para evitar estes sabotadores, porém, poderá executar ações posteriores para recuperação do cliente.

    Como evitar o abandono de carrinho?

    Depois de elencar os principais problemas que envolvem o abandono de carrinho, mostraremos como você pode trabalhar para reduzir as taxas de desistência no seu e-commerce.

    Possua uma plataforma que monitore o carrinho de compras

    Essa é uma das bases para definir os motivos para as desistências. Se a sua plataforma de e-commerce monitora o carrinho, você conseguirá saber exatamente em qual etapa os seus clientes estão parando.

    Assim, ficará mais fácil entender os possíveis motivos e as ações para solucionar os problemas serão mais assertivas. Além disso, você conseguirá medir quantos carrinhos foram abandonados em determinado período de tempo.

    Reduza as ações a serem executadas pelo usuário

    Quanto mais rápido for o processo de compra, maiores são as chances de finalização. Se o seu cliente passa por muitas etapas até a mensagem de confirmação, sua motivação vai diminuindo a cada passo.

    É como se o cliente fosse se cansando durante o processo, tudo que ele quer é chegar ao ponto final. Se a sua loja impõe etapas longas e demoradas, provavelmente suas taxas de abandono aumentarão.

    Entregue o máximo de informações antes do carrinho

    A jornada do cliente pela loja deve passar segurança e comodidade ao usuário. Portanto, forneça a maior parte das informações da compra antes mesmo da sua finalização.

    Um bom exemplo disso é disponibilizar o preço dos produtos e o cálculo do frete já na página do produto. Isso fará com que o cliente tenha uma previsão de custos antes de chegar ao carrinho.

    Trabalhe com diversas formas de pagamento

    As taxas de cada plataforma de pagamento são diferentes, porém, é interessante que você entregue várias opções ao cliente. Muitas vezes, ele possuirá um método de pagamento de sua confiança e não abrirá mão dele.

    Da mesma forma, além de plataformas diferentes, ofereça opções distintas, como boleto, crédito ou débito. Assim, seu cliente se sentirá mais confortável na hora de finalizar a sua aquisição.

    Como recuperar clientes após o abandono?

    Por fim, mesmo quando o abandono de carrinho não pode ser evitado, existem ações que podem ser executadas após a desistência que atuam na recuperação do mesmo para a conversão.

    Entre as ações, podemos citar o remarketing através do tráfego pago, com o Google Ads e o Facebook Ads, principalmente. Estes anúncios geram um gatilho mental no cliente que o ajudam a voltar à sua loja.

    Outra forma eficaz de recuperação é através de envios de e-mails. Defina os momentos em que a sua plataforma enviará um e-mail para o cliente sugerindo que ele retorne e finalize a sua compra.

    Neste caso, é importante que o e-mail seja personalizado e contenha os itens escolhidos pelo cliente. Dependendo da política da sua loja, você também pode disponibilizar um cupom de desconto que motive a finalização.

    Conclusão

    O abandono de carrinho é, sem dúvidas, um problema para qualquer gestor de e-commerce, porém, não é algo que não possa ser trabalhado. A diminuição das taxas de desistência é uma preocupação que precisa estar na sua cabeça.

    Se as ações sugeridas forem executadas no seu e-commerce, sua taxa de conversão pode aumentar e você poderá contar com uma renda significativa que estava sendo perdida anteriormente.

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  • Varejo Digital: As diferenças entre o marketing tradicional e digital

    Varejo Digital: As diferenças entre o marketing tradicional e digital

    Varejo Digital: Diferenças da Estratégias de Marketing Tradicional e Digital

    Quando se fala em estratégias de marketing aplicadas ao varejo digital, muito se debate sobre a eficiência do marketing digital versus o marketing tradicional.

    A polarização do debate, colocando ambos em lados opostos, é uma prática comum desde o surgimento do marketing digital, entretanto, acabou sendo fortalecido nos últimos anos, com o fortalecimento das mídias sociais.

    Enquanto o lado mais tradicional utiliza de aspectos de alcance de massa e de tradição para se fortalecer, o digital recorre à sua capacidade de metrificar as ações de forma mais fácil.

    Todavia, o mercado do varejo digital se coloca no meio do caminho, quando precisa do digital para se fortalecer, porém, muitas vezes, possui a dúvida sobre o poder de retorno que o marketing tradicional pode trazer.

    É para te ajudar a resolver esse problema que escrevemos este artigo, que muito tem a ver com o podcast que gravamos com o VP da Vtex, Alfredo Soares, onde ele desmistificou a polarização entre o marketing digital e o tradicional.

    Estratégias de marketing digital versus marketing tradicional

    Para compreender como as estratégias de marketing podem ser veiculadas e trabalhadas é necessário entender quais são os conceitos de marketing digital e tradicional, quais são as suas forças e para que podem ser utilizados.

    Marketing digital

    Um dos assuntos mais pautados em qualquer negócio, atualmente, o marketing digital está em alta. Grande parte dos negócios olham para o digital como o meio perfeito para a aquisição de clientes e o crescimento do negócio.

    Entende-se popularmente como marketing digital a utilização de canais on-line para a promoção de uma marca ou dos seus produtos e serviços. Dentro do digital, podemos citar alguns canais como:

    • Google;
    • Mídias sociais (Facebook, Instagram, Linkedin, etc.);
    • Site;
    • Blog;
    • E-commerce;
    • Entre outros.

    O isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus também foi um fator que fortaleceu o uso do digital e voltou ainda mais os olhos do mercado para a internet como a verdadeira salvação para muitos negócios.

    Marketing tradicional

    O marketing tradicional está ligado às mídias que estão majoritariamente offline, como TV, jornais, revistas, materiais impressos, entre outros. Recentemente tem sido subestimado devido ao crescimento do digital.

    A principal força do marketing tradicional está na facilidade de acesso a todos os públicos, haja vista que um outdoor bem posicionado pode alcançar uma grande quantidade de pessoas em pouco tempo.

    Da mesma forma, um insert de um comercial em um programa de TV ou no intervalo de um programa também pode alcançar uma quantidade de pessoas imensurável.

    E está aí o ponto chave que coloca o marketing tradicional como subestimado para a aplicação das estratégias de marketing: a falta de mensuração. Entretanto, um debate interessante pode ser criado sobre esse tema.

    Acontece que, quando não é possível metrificar o número de pessoas alcançadas por um material impresso ou o número de vendas oriundas de um comercial televisivo, o criativo deve fazer com que as campanhas se tornem mensuráveis.

    O que é o marketing de uma empresa?

    Normalmente, quando se fala em estratégias de marketing, o pensamento do empreendedor se direciona para campanhas de venda ou de conteúdo, onde materiais são veiculados nos mais diversos canais.

    Entretanto, no nosso episódio 71 do podcast ROI Hunters, da V4, o nosso convidado Alfredo Soares explica que o marketing vai além e deve ser descentralizado do setor responsável.

    Quando se pensa nos canais de veiculação de mídia, como Instagram ou TV, eles são a ponta do processo, quando, na verdade, o marketing começou muito antes, porém, nem sempre foi explorado da forma como poderia.

    Se uma rede de lojas possui vários pontos de venda espalhados pela cidade, pelo estado ou pelo país, o próprio PDV é uma estratégia de marketing. A escolha da sua localização, por exemplo, faz parte do marketing.

    Quando um cliente sai do seu estabelecimento satisfeito com o seu produto, o marketing está sendo feito, porém, de forma intrínseca, mas está ali. A diferença é que nem sempre ele é percebido.

    Alfredo cita, inclusive, os 4 Ps do marketing, conceito popularizado por Philip Kotler, como a origem do marketing (produto, preço, praça e promoção).

    O erro das pessoas é associar o marketing à promoção explícita de um produto, mostrando suas qualidades e os motivos para o mesmo ser adquirido, quando na verdade o próprio produto sendo vendido já faz parte do marketing.

    Como utilizar o marketing tradicional para o varejo digital?

    No episódio do podcast, o convidado Alfredo Soares cita o exemplo de várias marcas que estão utilizando as estratégias de marketing tradicional para promover seus produtos digitais.

    Um ótimo exemplo é o case da PicPay, que era uma presença constante no reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo, onde tinha como principal objetivo estimular as pessoas a baixar o seu aplicativo.

    O segredo da utilização dos canais, sejam tradicionais ou digitais, é para onde as pessoas impactadas são direcionadas, não apenas o canal em que os conteúdos são veiculados por si só.

    Outro exemplo, citado no episódio do ROI Hunters sobre Varejo Digital, é o insert da Netflix no primeiro episódio do mesmo reality show, Big Brother Brasil. Seu intuito era levar as pessoas para o digital através da Televisão.

    Se o seu negócio é digital, ele não precisa estar limitado aos canais de mídia digital, onde as pessoas estão mais próximas do seu produto e podem efetuar conversões de forma mais rápida.

    Tudo vai depender da forma como as estratégias de marketing serão empregadas, visando captar audiência e conduzi-la até o seu produto principal, no canal que ele está inserido.

    O marketing digital se resume a métricas e ROI?

    Outro mito tradicional é a utilização do marketing digital apenas para campanhas que se direcionam para vendas. A equação entre investimento e retorno precisa ter algumas ponderações.

    Existe uma diferença importante entre canais de mídia e canais de venda que precisa ser considerada ao se divulgar determinada marca, seja no meio digital ou no tradicional.

    Canais de mídia

    Canais de mídia estão inseridos nas estratégias de marketing com o objetivo de captar audiência. Nem sempre esta captação gerará receita direta, entretanto, poderá fortalecer a marca de forma mais duradoura.

    Quando uma marca cria uma campanha na internet que fortalece o engajamento, envolve influenciadores e distribui os seus conteúdos de forma viral, seu objetivo não está na receita direta.

    A sacada desse tipo de ação está no fortalecimento da marca na cabeça das pessoas, que podem passar a entende-la como uma referência no mercado e uma das primeiras opções do seu nicho.

    Canais de venda

    Por outro lado, os canais de venda são aqueles que envolvem transações de forma direta, ou seja, possuem um retorno imediato e devem ser relacionados com o retorno sobre o investimento (ROI) sempre.

    Uma campanha de anúncios no Instagram, de determinado produto, que visa a venda do mesmo, deve ser relacionada com a quantidade de negócios gerados e, por isso, é um canal de venda.

    Quanto se deve investir para cada um deles?

    Falar em divisão de investimento para as estratégias de marketing tradicional, digital ou ainda sobre canais de venda ou de mídia é um assunto que varia de negócio para negócio.

    Naturalmente, os investimentos em canais de venda, sejam eles tradicionais ou digitais, deve ser proporcional aos retornos esperados, assim como escalado com base nos resultados obtidos.

    Já os investimentos em canais de mídia devem ser destinados de forma proporcional ao investimento total, ou seja, com uma porcentagem do total investido pela empresa em ações de marketing.

    Desta forma, o retorno para esses investimentos nem sempre será medido na forma de negócios. Muitas vezes, estas ações visarão aumentar o engajamento com a marca, o seu alcance e até mesmo o número de seguidores.

    O marketing está na contação de histórias

    Engana-se quem pensa que o sucesso das estratégias de marketing está nos canais onde ela é veiculada. O real sucesso é proveniente da história que é contada para engajar as pessoas impactadas.

    Quando a persona da sua campanha está bem definida e é atingida, o canal é apenas o meio de impacto, porém, a história contada será o real diferencial para fazê-la executar as ações desejadas.

    As histórias, quando bem contadas, criam uma relação próxima com as pessoas e as induzem por uma jornada que foi estipulada pela campanha. É quase como um jogo de hipnose, onde a imersão na história induz as pessoas às ações.

    As histórias podem estar inseridas em qualquer meio

    Outro conceito que precisa ser desmistificado é o do setor de marketing propriamente dito. Quando a empresa fica dependente de uma equipe reduzida para contar as suas histórias, o potencial da marca também é reduzido.

    O marketing deve estar em todos os setores da empresa, desde o financeiro até o operacional. As histórias podem ser contadas por todos. Tudo depende da visão para enxergar a oportunidade de se conectar com o cliente.

    Um exemplo citado pelo Alfredo no podcast é o caso do setor financeiro, que envia rotineiramente boletos para os clientes, que os abrem e efetuam os pagamentos. Por que o boleto não pode se tornar um canal de marketing?

    Acontece que a cultura de marketing precisa fazer parte da cultura da empresa. Assim, as pessoas estarão mais propensas a encontrar oportunidades de contar histórias e se relacionar com a sua audiência.

    Conclusão

    Ao invés de colocar o digital contra o tradicional nas estratégias de marketing, o melhor a ser feito é utilizar ambos para contar histórias da marca e construir uma audiência que consuma o seu produto.

    Saiba organizar os canais de venda e de mídia com as expectativas corretas de retorno e crie ações que os conecte. Assim, o marketing começa a se tornar o próprio negócio, não mais parte dele.

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  • A grande importância de analisar dados na gestão de E-commerce

    A grande importância de analisar dados na gestão de E-commerce

    A Importância da Análise de Dados na Gestão de E-commerce

    Falar de estratégias de marketing e crescimento do mercado digital e não falar de análise de dados é um grave erro para qualquer pessoa que faz gestão de e-commerce.

    Os dados estão, cada vez mais, movendo as decisões de empresas de qualquer porte, que os utilizam para gerar insights e tomar decisões mais assertivas, se baseando em informações reais em vez de achismos.

    Todavia, analisar dados não é algo tão simples, tendo em vista que a quantidade de informações presentes nos relatórios de qualquer ferramenta, hoje em dia, confunde a cabeça de quem não sabe organizar as informações.

    Da mesma forma que dados isolados não são informações, uma grande quantidade de dados reunidos em um relatório são uma armadilha para quem costuma trabalhar com números e não com informações.

    Pensando nisso, preparamos este artigo para te auxiliar na sua gestão de e-commerce, utilizando a análise de dados como forma de gerar mais vendas e fortalecer o seu posicionamento digital.

    O que é análise de dados?

    Entender esse termo de forma literal traz compreensões ambíguas, o que acaba fazendo as pessoas caírem em algumas armadilhas dos relatórios das ferramentas de marketing.

    Vamos supor que você está fazendo a sua gestão de e-commerce e solicita um relatório das mídias sociais ao time de marketing. Dentro desse relatório, existem muitas métricas, mas quais devem ser analisadas?

    Alcance, impressões, cliques, CTR, conversões, quantidade de anúncios, visualizações em um vídeo, são tantos dados que podem gerar uma confusão na cabeça de quem os está analisando.

    A análise de dados de verdade segue uma linha onde os dados são filtrados de acordo com o objetivo da análise, tornando a interpretação facilitada e a tomada de decisão guiada pelas informações mais relevantes.

    Entendendo o que são os dados dos relatórios

    Ao reunir informações sobre os diferentes canais que são utilizados para potencializar o e-commerce, os dados apresentados nem sempre são compreendidos.

    Pensando nisso, vamos separar as principais informações que estão presentes nos relatórios das ferramentas para que você entenda o que significa cada dado e possa filtrar de acordo com o que é relevante para determinada análise.

    Mídias sociais

    • Alcance: quantidade de pessoas alcançadas pelas publicações, anúncios, stories ou qualquer conteúdo publicado na página da empresa;
    • Impressões: quantidade de vezes que determinada publicação apareceu para as pessoas. A quantidade de impressões será sempre igual ou maior que o alcance, significando que apareceu 1 ou mais vezes para as pessoas impactadas;
    • Cliques: no caso de anúncios, este dado representa a quantidade de cliques que determinado criativo obteve durante o período que está sendo analisado;
    • Engajamento: quantidade de interações que o anúncio obteve. Esta interação pode ser visualizar o vídeo, curtir, comentar, salvar, compartilhar, entre outras ações do usuário;
    • CTR (Click Through Rate): refere-se à taxa de clique do seu anúncio, calculada pela divisão do número de cliques pela quantidade de impressões e multiplicando o resultado por 100%;
    • Conversões: número de conversões realizadas através de determinado anúncio ou campanha. A conversão é definida durante a configuração da campanha, podendo ser cadastro, compra, adição ao carrinho, entre outras.

    Site/loja virtual

    • Visualizações de página: quantidade de páginas visualizadas durante determinado período;
    • Sessões: quantidade de sessões iniciadas pelo usuário no seu site. Uma nova sessão é contabilizada quando o usuário fecha o navegador, abre novamente e acessa o seu site, por exemplo;
    • Usuários: número de pessoas que acessou o seu site durante o período analisado;
    • Taxa de rejeição: porcentagem de pessoas que aterrissou em uma página do seu site, não executou ação alguma e saiu;
    • Tempo médio de visualização de página: tempo médio que as pessoas ficam em cada página dentro do site (sessões caracterizadas como rejeitas não contabilizam tempo de página);
    • Páginas/visita: quantidade média de páginas que os usuários acessam a cada visita ao seu site;
    • Conversões: quantidade de conversões realizadas no site. As conversões são configuradas de forma personalizada e podem ser cadastros, vendas ou acesso a determinada página. Tudo depende da forma como o administrador configura a plataforma.

    E-mail marketing

    • Envios: quantidade de pessoas que a campanha foi enviada;
    • Entrega: quantidade de pessoas que receberam o e-mail (podendo ser na caixa de entrada ou no spam);
    • Abertura: quantidade de pessoas que abriram o e-mail;
    • Cliques: quantidade de vezes que os leads clicaram no e-mail. Aqui, vários cliques por um mesmo contato são contabilizados;
    • Bounce rate (taxa de retorno): porcentagens de endereços de e-mail que não aceitaram a mensagem e a mesma retornou.

    Por que fazer análise de dados?

    Existem muitos motivos para gerar relatórios e analisa-los antes de tomar qualquer decisão. A competitividade do mercado reduziu a margem de erros, portanto, as decisões precisam ser cada vez mais assertivas.

    Assim como o marketing, a gestão de e-commerce é uma ciência que precisa levada a sério. Por isso, os dados são extremamente importantes para garantir um desempenho satisfatório da sua loja virtual.

    Dentre os muitos benefícios da análise de dados para a sua loja, podemos destacar:

    • Conhecimento do cliente e validação da persona: analisar o comportamento do usuário dentro da sua loja é importante para entender se o público atingido é o correto, assim como compreender se a persona está de acordo com o público que está efetivando as compras;
    • Previsibilidade: analisar os dados da forma correta permite que você faça uma análise preditiva com base em dados anteriores. Você pode projetar a próxima campanha de natal analisando os dados da campanha passada, por exemplo.
    • Análise de sucesso das ações: saber se determinada campanha foi um sucesso ou um fracasso também depende dos dados. Se as metas foram definidas, a análise será importante para identificar o cumprimento ou não dos objetivos estabelecidos;
    • Crescimento dos resultados: se é possível analisar histórico e fazer o cruzamento com as campanhas que foram realizadas, fica ainda mais fácil entender o que deu certo, o que não deu e projetar as próximas ações, focando sempre no crescimento do e-commerce.

    Como agrupar os dados para gerar insights?

    Essa é a grande pergunta, principalmente para quem está começando a fazer gestão de e-commerce. Organizar os dados é uma tarefa crucial para que a análise seja relevante e as decisões sejam mais assertivas.

    Definindo o objetivo da análise

    O primeiro passo é, sempre, definir o objetivo da análise, para que esta tenha um norte e seja direcionada para o que o gestor espera. Por exemplo, pode-se fazer uma análise das mídias sociais para verificar engajamento.

    Uma outra análise pode ser feita nos acessos ao e-commerce, visando entender qual o comportamento do usuário dentro do site. Cada objetivo definirá as informações mais relevantes e o período a ser analisado.

    Selecionando as informações

    Após definir o objetivo, selecionar as informações será mais fácil. É importante que o gestor defina quais serão os dados mais relevantes e, caso queira, também pode definir dados secundários, para complementar a verificação.

    A seguir, elencamos alguns tipos de análises básicas de um e-commerce, para exemplificar a seleção de métricas durante uma verificação.

    Comportamento dos visitantes 

    Visando entender o comportamento dos visitantes dentro do site, o gestor pode analisar dados como:

    • Páginas mais acessadas;
    • Quantidade de páginas por visita;
    • Canais de origem;
    • Fluxo de visualização das páginas;
    • Dados demográficos.

    Desempenho de anúncios de conversão

    Em uma campanha de anúncios no Facebook, os dados mais relevantes a serem selecionados pelo gestor são:

    • Conversões;
    • Custo por conversão;
    • Cliques.

    Ferramentas úteis na análise de dados para gestão de e-commerce

    Trabalhar com gestão de e-commerce e marketing digital é conviver com várias ferramentas que executam papéis distintos, porém, que geram informações relevantes para tomadas de decisão do negócio.

    Algumas das ferramentas possuem diversas atribuições e geram relatórios detalhados, enquanto outras servem única e exclusivamente para monitoramento de páginas e geração de relatórios.

    Google Analytics

    A principal ferramenta de monitoramento do Google, indispensável para qualquer site, blog ou e-commerce. O Google Analytics fará um monitoramento completo do comportamento de cada visitante e armazenará as informações.

    Por ser extremamente completa e fornecer todos os dados possíveis do usuário, o Analytics acaba se tornando um pouco complexo para quem não está familiarizado com os dados e com a sua interface.

    Entretanto, a própria Google oferece cursos e certificações sobre a ferramenta, para que o seu uso seja otimizado e as análises se tornem cada vez mais completas.

    Facebook ads

    A ferramenta de anúncios do Facebook apresenta os dados de forma clara e facilitada para quem faz gestão de e-commerce. Com o objetivo ser amigável para qualquer usuário, sua interface é personalizada de acordo com a campanha.

    A seleção de métricas para a realização da análise é feita de forma automática, de acordo com o objetivo das campanhas que estão sendo veiculadas. Sendo assim, qualquer usuário pode acessa-la e visualizar os dados de forma fácil.

    RD Station Marketing

    Com relatórios simplificados e amigáveis para o usuário, o RD Station permite que análises de comportamento do consumidor no site sejam feitas, assim como análise de desempenho de palavras-chave no SEO da loja.

    Outro fator importante são as funcionalidades de criação de e-mails e páginas com a geração de relatórios integrados, que também são importantes na análise completa dos canais de marketing.

    Conclusão

    A análise de dados na gestão de e-commerce, assim como em qualquer área do marketing digital, é indispensável e determinante para o futuro das lojas virtuais na internet.

    Realizar análises detalhadas, concisas e assertivas é fundamental para que o negócio seja lido de forma mais fácil e novas decisões sejam tomadas. Organize a sua equipe e as ferramentas, reúna os dados e comece a análise!

    V4 Company

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  • Os grandes desafios ao inserir o omnichannel no seu negócio

    Os grandes desafios ao inserir o omnichannel no seu negócio

    Os Maiores Desafios ao Implementar o Omnichannel no seu Negócio

    O formato de consumo atual exige que as empresas possuam seus canais de atendimento integrados para atender o cliente moderno. Entretanto, existem alguns desafios ao implementar o omnichannel no seu negócio.

    Por ser um conceito relativamente novo no Brasil, a ideia de possuir vários canais de contato com o cliente e uma integração entre todos eles ainda gera dúvida e confusão com outros conceitos semelhantes.

    Todavia, para que o seu negócio seja transformado e se adeque ao comportamento de compra do cliente moderno, é necessário que algumas transformações sejam feitas na organização como um todo.

    Essas mudanças vão impactar desde a forma como o negócio é gerido até o método de atendimento utilizado pela equipe para dar suporte ao cliente. O grande objetivo é tornar todos os ambientes como se fossem um só.

    Acontece que os desafios ao implementar o omnichannel são vários e nem sempre empreendedores e colaboradores estão dispostos a se adaptar para que a empresa se adeque ao que o mercado atual exige dos negócios.

    Neste artigo, trouxemos um guia sobre o que é omnichannel, quais são as suas vantagens e quais os principais desafios para a implementação desse conceito que, no Brasil, ainda é um diferencial competitivo para qualquer empresa.

    O que é Omnichannel?

    Como o próprio nome sugere, omnichannel significa a união de vários canais de contato com o cliente como um só. Trata-se da integração completa entre os canais, tornando a experiência do consumidor única.

    Imagine que o seu cliente acessa a loja virtual da sua empresa e encontra alguns produtos do seu interesse. Nesse momento, ele pode se dirigir até a sua loja física, visualizar estes produtos e compra-los sem muito esforço.

    No omnichannel, os estoques dos itens são integrados, a experiência do cliente é integrada e os sistemas possuem conexão e transmissão de dados, se tornando uma fonte de informações para as equipes de marketing e vendas.

    Agora você pode estar se perguntando o que exatamente esse conceito traz de novo ao mercado, já que existem inúmeras empresas no Brasil que possuem loja virtual e e-commerce.

    Essa dúvida é comum, pois omnichannel é confundido constantemente com o conceito de multichannel, ou ainda, crosschannel.

    Multichannel

    O conceito de uma presença multicanais de uma empresa é aplicado quando ela se comunica por meio de vários canais com o cliente, porém, estes canais não são integrados e acabam competindo entre si.

    Por exemplo, ao entrar em contato com um vendedor da loja física, ele fará de tudo para que você efetive a compra de forma presencial para que o mesmo receba comissão, já que essa não se aplica ao e-commerce.

    Da mesma forma, se você entrar em contato com a empresa pelo Whatsapp terá um atendimento, porém, se ligar para a loja, o atendimento será outro e as informações não serão compartilhadas entre eles.

    Crosschannel

    O crosschannel é muito semelhante com o multichannel, com a diferença que existe uma pequena integração entre os canais, geralmente de venda, da empresa.

    Desta forma, o cliente pode compartilhar algumas experiências, como o fato de poder fazer uma compra na loja virtual e retirar na loja física. Esse conceito já é bem difundido e utilizado, principalmente no varejo brasileiro.

    O que o omnichannel tem de especial?

    Imagine que todas as vantagens dos conceitos anteriores estão presentes no omnichannel, porém, esse conceito foi criado para solucionar os problemas existentes nos modelos citados.

    Apesar de existirem alguns desafios para implementar o omnichannel, a entrega de uma experiência integrada ao cliente faz com que diversos indicadores de venda disparem e os resultados se multipliquem.

    Na prática, todos os canais acabam sendo um só, ou seja, se o cliente realizar um primeiro contato via whatsapp e, posteriormente, o mesmo cliente ligar para a loja, ao identificar-se, o atendente do outro lado terá todas as informações.

    Dessa forma, a jornada do cliente não se repete, ele não precisará fornecer informações repetidas ou reiniciar um atendimento do zero. De forma geral, a experiência do consumidor é completamente diferente.

    É claro que ainda é possível realizar uma compra na loja virtual e retirá-la no e-commerce, porém, neste formato de gestão os vendedores também incentivarão o cliente a fazer compras na loja virtual.

    No omnichannel, os canais não competem entre si, o que facilita o crescimento do negócio como um todo. Da mesma forma, a equipe de vendas possuirá mais artifícios para vender e tornar a vida do cliente mais cômoda.

    Importância do omnichannel com a pandemia

    Com a pandemia do novo coronavírus, a implantação do omnichannel nos negócios se tornou ainda mais necessária para que as empresas se mantivessem vivas no mercado.

    As medidas restritivas propostas pelos governos estaduais e municipais impediram os clientes de irem até as lojas físicas por um tempo, tornando o ambiente on-line a melhor opção.

    Com isso, o omnichannel ganhou força. A integração entre os canais de venda pode possibilitar uma experiência unificada, onde o cliente pode transitar entre os canais de atendimento sem sentir diferença.

    Da mesma forma, poderá utilizar os canais digitais como uma forma de consulta, deixando a ida à loja apenas para retirar o produto, por exemplo, principalmente por conta das medidas de distanciamento social.

    Desafios ao implementar o omnichannel

    Com um conceito tão abrangente e robusto, surge a dúvida de por que as empresas ainda não o adotaram ou qual a curva para que ele seja implementado no seu negócio.

    A verdade é que existem alguns desafios ao implementar o omnichannel que precisam ser estudados e trabalhados por cada empresa para que a adaptação ao novo mercado seja saudável.

    Uma implementação falha desse conceito pode causar transtornos ainda maiores envolvendo canais, sistemas, clientes e equipe em geral. Toda a transformação deve ser planejada e controlada.

    Integração dos canais

    O primeiro desafio está em transformar todos os canais de um negócio em uma coisa só. Quando o cliente faz o cadastro na loja virtual, este deve ser integrado ao sistema da loja física.

    Da mesma forma, ao realizar uma compra na loja virtual, a atividade também deve ser registrada no sistema da loja física, para que as informações estejam sempre unificadas.

    Além dos canais de venda, os canais de atendimento também precisam de integração, já que um atendimento via Whatsapp precisa ser visualizado caso o cliente entre em contato via telefone posteriormente.

    Toda essa integração deve ser feita com o objetivo de facilitar a vida do cliente e fornecer informações completas para todos os times que as utilizem para futuras ações, como campanhas de marketing.

    Padronização da comunicação

    Outro fator que está entre os desafios ao implementar o omnichannel é a padronização da comunicação e do atendimento. Todas as equipes que fazem contato com o cliente devem seguir um padrão da companhia.

    Dessa forma, o cliente sentirá a cultura da empresa ao se comunicar, perceberá um padrão de qualidade e se sentirá mais confortável para tirar as suas dúvidas e resolver as questões que precisa.

    Essa padronização depende de um processo de treinamento e capacitação de todos os envolvidos, para que entendam qual é o objetivo da empresa e por que devem seguir as orientações gerais do negócio.

    Gestão do time de vendas

    Se o objetivo é interligar os canais e não os tornar concorrentes, o plano de comissionamento tradicional para a equipe de vendas já não será útil ao implementar o omnichannel no seu negócio.

    O cliente precisa estar à vontade para transitar entre os canais e o vendedor não pode ser prejudicado por isso. Uma nova política de bonificação e comissionamento para o setor de vendas deve ser implementada.

    Dessa forma, a sua equipe de vendas não tentará forçar o cliente a realizar uma ação pelo canal físico em detrimento da loja virtual, pois o seu comissionamento está garantido, independentemente do canal de conversão do cliente.

    Engajamento da equipe

    Outro fator presente nos desafios ao implementar o omnichannel é manter a equipe engajada para que executem os processos de acordo com os objetivos da empresa.

    Esse “novo” conceito exige uma curva de aprendizado e capacitação que nem todos os colaboradores estarão dispostos a percorrer. O desafio da empresa é manter todos engajados em transformar o negócio como um todo.

    Crie formas gamificadas de aplicar os novos métodos e desenvolva incentivos para que os times comprem a ideia. Somente dessa forma será possível proporcionar uma verdadeira transformação para os clientes.

    Documentação das políticas e dos processos

    Para que o omnichannel funcione, a cultura da empresa precisa ser transformada. Uma cultura não se transforma apenas com palavras e atitudes, é preciso que tudo esteja documentado e se mantenha fácil para acessar.

    Novos membros da equipe, ao chegarem, precisam se ambientar facilmente às políticas do seu negócio. A capacitação deve ser facilitada e, em caso de dúvidas, os colaboradores precisam ter fontes fáceis de pesquisa.

    Conclusão

    A implantação de novos conceitos de posicionamento de uma empresa no mercado não é fácil. Existem desafios ao implementar o omnichannel e o seu negócio precisa se adaptar.

    Se algumas mudanças eram previstas para os próximos anos, elas foram aceleradas pela pandemia e as empresas que se adaptarem mais rápido estarão na frente para alavancar os seus negócios.

    V4 Company

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  • Os 5 maiores erros que cometi como CMO em 2021 (o 3º é o pior deles!)

    Os 5 maiores erros que cometi como CMO em 2021 (o 3º é o pior deles!)

    5 erros que cometi como CMO em 2021 (o 3º é o pior deles!)

    No final de 2020 me tornei CMO (Gerente de Marketing) na empresa na qual atuo desde 2018.
    Recebi o desafio de liderar uma das equipes mais importantes da empresa e não tive dúvidas de que eu estava preparado. Mas será que eu estava mesmo preparado para ser CMO em 2021?

    O ano virou, eu estava adaptado à nova função (antes era Head de Vendas, outra rotina, outra realidade) e mesmo assim sentia que a produtividade do time não era aquela que eu imaginava.

    Não era aquela que eu precisava.

    As metas eram claras e ainda não estávamos perto de alcançá-las de forma ideal.

    O esforço era percebido por todos na empresa: pelos colegas, pelos clientes, pelo nosso CEO. Mas eu sentia que faltava algo. Só o esforço não bastava.

    Foi por isso que ao final de 90 dias resolvi estudar todos os pontos que estavam me impedindo (e impedindo meu time) de chegar onde precisávamos.

    Reservei uma tarde inteira para isso.

    Sentei na sala que chamamos Sala de Growth e comecei a pensar.

    Avaliando meu dia-a-dia e o retorno dos colegas de time eu resumi 5 atitudes ruins minhas que se tornaram erros fatais dentro do meu processo.

    Foi, de certa forma, chocante. Derrubei o castelo de cartas que eu havia construído para mim mesmo, fundamentado na minha própria produtividade e nos resultados que eu havia alcançado trabalhando sozinho.

    Isso mesmo.

    Eu achava que somente meus bons resultados como Head of Sales seriam capazes de garantir meu sucesso como CMO.

    Eu não poderia estar mais enganado, e é por isso que quero apresentar para você os 5 erros que eu cometi como CMO em 2021 (o terceiro foi o pior) e como eu resolvi cada um deles, para que você não precise passar por isso.
    Vou listar abaixo os meus 5 erros como CMO e como eu consegui solucionar todos eles.

    1 – fiz micromanaging
    2 – parei de aprender
    3 – achei que números bastavam
    4 – não contratei
    5 – fui um “emocionado”.

    1 – Micromanaging

    Numa empresa com mais de 100 colaboradores investidores e onde somente no marketing trabalham 12 pessoas, é claro como água, que planejamento e organização são essenciais.

    Numa rotina normal basta escolher um método e utilizá-lo.
    Existem vários, mas só para citar alguns:
    método Ivy Lee
    Kanban
    GTD (getting things done)

    Porém não estávamos numa rotina normal. Estávamos trabalhando pela primeira vez totalmente home office por mais de 15 dias e o ciclo entre determinar tarefas e recebê-las finalizadas não estava acontecendo como planejado.

    Na ansiedade de ver, diariamente, o retorno de cada um que trabalhava comigo no marketing eu acabei por fazer micromanaging (microgerenciamento) sem nem mesmo perceber.

    Gerenciei de forma micro o tempo de cada um. Ora, são 12 pessoas num time, exercendo inúmeras atividades todos os dias. Acompanhar o tempo e a execução de cada um nas tarefas me deixou… sem tempo.

    E deixou todo mundo incomodado também, afinal, a V4 é uma empresa que preza pela autonomia, sempre.

    Quebrei a cabeça, fiz algumas pesquisas com meus colegas de outras áreas e expertises e propus uma solução:

    Numa planilha, ao final do dia, cada pessoa no marketing deveria preencher as 5 tarefas mais importantes para o dia seguinte, e num horário pré-determinado, todos nos encontraríamos na mesma sala do Google Meet para debater aquelas decisões.

    A planilha era acessível a todos, de forma que fosse possível conferir quais fossem as tarefas mais importantes e como elas se relacionavam com as dos demais.

    Depois de algum tempo, a obrigatoriedade das 5 tarefas desapareceu, e ficou a critério de cada um estabelecer como poderia contribuir melhor para a empresa, contanto que estivesse lá registrado.

    Com o tempo a obrigatoriedade do encontro também se dissipou. Não fazia sentido numa empresa que preza pela liberdade individual impor um horário diário para encontro.

    Mas a maioria continuou aparecendo todos os dias na reunião.

    Nossos encontros foram se tornando cada vez mais otimizados, e eles se tornaram também um momento de interação social importante para o time.

    No fim das contas, orientar como o trabalho deveria acontecer e deixar que as pessoas tomassem por conta própria suas decisões foi a melhor solução que encontrei dentro da rotina do home office.

    2 – Parei de aprender

    Tornar-se CMO é um processo constante, mais de aprendizado do que de ensino propriamente.

    Os desafios são maiores do que ser Head de algum setor, pois como CMO eu precisaria dominar muito bem não somente as minhas tarefas e habilidades, mas também aquelas de quem estava trabalhando comigo.

    Uma coisa ficou claro já nos primeiros meses: minhas habilidades como Head de Vendas ficavam aquém do que eu precisava apresentar como CMO.

    Os livros não são os mesmos, as tarefas também não. As pessoas têm perfis mais variados do que em vendas, afinal, elas têm expertises também mais variadas.

    Como eu poderia então, encontrar uma forma de dominar todo esse conhecimento?

    A solução foi The Greatest – or nothing (O melhor – ou nada).

    Através de aulas semanais de até 1 hora, todo o time seria exposto a novo conhecimento, aplicado sempre por alguém do próprio time.

    Cada um elegeria entre suas atividades diárias qual conhecimento era imprescindível para executá-las e organizaria uma apresentação.

    Ao longo desses 3 meses já tivemos aulas sobre:

    video making
    Video editing
    Social media content
    Copywriting
    Gestão de tráfego
    Gestão de tempo
    Produção de eventos
    Vendas etc…

    Enquanto eu usava esse momento para me apropriar de conhecimento específico sobre cada coisa, todos os integrantes do time puderam observar o conhecimento e o domínio que os colegas precisam ter de cada uma de suas atividades.

    Quando todos nós já havíamos passado pela experiência de ensinar, experts de outros times foram convidados a trazer seu conhecimento para contribuir com o marketing, enriquecendo ainda mais o momento.

    Foi a solução ideal dentro de um universo de possibilidades limitadas para, não só promover a melhoria constante do time (e minha também), como garantir interação.

    3 – Achei que números bastavam

    números

    Quem não mede, não gerencia. Nosso CEO é o primeiro a apontar isso e eu sempre concordei.

    Para qualificar resultados é preciso ter métricas. O marketing está cheio delas, esse não é o problema. O problema era: essas métricas eram claras e visíveis para todos os envolvidos?

    ROI, CTR, CAC, LTV…

    Todas as siglas que os investidores da V4 começam a conhecer desde o primeiro minuto parecem, às vezes, frias no dia a dia. “Como esta tarefa que eu estou realizando vai contribuir para a empresa vender mais?”.

    Para solucionar essa questão eu recorri à edição expandida de Traction: how to get a grip on your business, de Gino Wickman (numa tradução livre: Tração: como pegar as rédeas do seu negócio).

    Parafraseando a página 115 do livro de Wickman:

    Imagine um pequeno avião sobrevoando o Atlântico. Na metade do caminho o capitão anuncia aos passageiros pelo microfone: tenho boas e más notícias.

    Os manômetros não estão funcionando. Não sei nossa velocidade, nem a que altura estamos e nem quanto combustível resta. A boa notícia é que estamos fazendo um tempo de vôo excelente!

    Às vezes é difícil admitir, mas muitos negócios estão voando como este avião.

    Para solucionar esse problema, uma das ferramentas que Wickman traz é o Weekly Scorecard.

    Num documento preenchido semanalmente, com 5 a 15 números relevantes para a operação do negócio, é possível avaliar com precisão e qualidade o benefício de ter métricas claras aplicadas ao negócio.

    Além disso, o Scorecard é muito visual e conduz o leitor à compreensão imediata das ações que levaram aos números apresentados.

    Não vou ensinar a preencher o Scorecard aqui, mas vou apontar alguns benefícios dele:

    Números eliminam comunicação subjetiva;
    Números geram responsabilidade;
    Números criam clareza e comprometimento;
    Números aumentam a competição;
    Números trazem resultados;
    Números resolvem problemas mais rápido.

    Se você não gosta de números ou tem preguiça de lidar com eles, não tem problema. Basta admitir. Mas você precisará admitir também que os benefícios compensam qualquer desculpa.

    Eu mesmo me encarreguei de preencher semanalmente e de apresentar os resultados da nossa reunião de Improvement Process. Após 1 mês, todo o time foi capaz de compreender e visualizar melhor as métricas e como foi que chegamos lá.

    Após um mês os manômetros estavam funcionando adequadamente de novo.

    4 – Não contratei pessoas suficientes

    Quando eu assumi o marketing o time era composto por 6 pessoas. Hoje são 12, mas a compreensão da necessidade de aumentar o time não veio imediatamente.

    Uma das coisas que sempre me deixa atento é a diferença entre ser ocupado e ser produtivo.

    Eu olhava ao meu redor e todos pareciam extremamente ocupados, no que comecei a questionar se, de fato, isso representava produtividade.

    Durante o período em que – erroneamente – tentei fazer micromanaging das tarefas de outras pessoas, eu cheguei a desconfiar que o problema de fato fosse falta de organização do tempo.

    Assim, para otimizar as tarefas tentamos utilizar aplicativos de organização. Trello, Asana, as próprias ferramentas do G Suíte, o software interno da V4 Company… nada disso foi suficiente para diminuir as longas horas de trabalho às quais o time se submetia.

    Foi aí que resolvi olhar, não para a produtividade, mas para a quantidade.

    Algumas pessoas estavam executando tarefas que não eram de sua expertise, e por mais organizadas que elas fossem, era impossível fazer com agilidade uma tarefa que elas não dominassem realmente.

    Foi então que compreendi o problema: o time era pequeno demais.

    Comparando prós e contras de realizar mais contratações e mexer no centro de custo do marketing, eu optei por dar um passo grande de uma vez só: contratei 6 pessoas.

    Seis especialistas em suas áreas que dividiram as tarefas e trouxeram muito benefício ao time, agregando conhecimento e também disposição, num momento em que os primeiros 6 integrantes estavam ficando saturados.

    Em um mês eu vi com clareza a diferença que essa decisão fez.

    O time se tornou mais produtivo, mais integrado, houve menos reclamações, a produtividade aumentou e os números também. A média de 70 leads diários mais que dobrou. Tudo isso no espaço de menos de 60 dias.

    Ferramentas de organização e de produtividade são, de fato, excelentes, quando o problema é organização e produtividade.

    Mas cuidado para não exaurir um time pequeno que pode entregar muito mais qualidade quando descansado.

    5 – fui um emocionado

    Em todos esses meses como CMO eu contratei, geri, cobrei, deleguei, conferi, metrifiquei… e fui um emocionado.

    Todos os sinais para evitar os erros antes que eles acontecessem estavam ali o tempo todo, e eu ignorei.

    Uma das 9 atitudes e comportamentos do Manual de Conduta da V4 Company é: encontre seus erros sempre.

    Nenhum destes 4 primeiros erros precisaria ter ocorrido caso eu tivesse executado fielmente a nona atitude do Manual de Conduta: respire, não seja um emocionado.

    Pela pressão de resolver as questões de forma rápida eu tomei atitudes que poderiam ter sido mais eficazes e mais eficientes caso eu tivesse olhado para o problema com mais calma.

    Ao invés de, por exemplo, testar 3 diferentes softwares de organização de tarefas, submetendo todo o time a um período de adaptação – triplo – , a forma mais eficiente de ter conduzido essa melhoria era ter perguntado e analisado com antecedência e até individualmente.

    Talvez a condução desse processo tivesse alertado para a escassez de pessoas qualificadas na operação, e eu tivesse começado a contratação com mais antecedência.

    Esse foi o resultado de aproximadamente 3 horas de análise aqui, na sala do Growth da V4 Company. Você acha que a minha experiência pode se aplicar também às suas dúvidas e necessidades?

    A minha próxima pergunta é:

    Se a prática é o que nos leva à excelência, então como conduzir o processo da prática de forma excelente?

    A resposta para essa pergunta eu ainda não tenho. Por enquanto vou orientar minhas análises com base no que disse Henry David Thoreau:

    “Simplify, simplify.”

  • Três Estratégias do jogo War que utilizei no Marketing | V4 Company

    Três Estratégias do jogo War que utilizei no Marketing | V4 Company

    Três Estratégias do jogo War que usei no Marketing | V4 Company

    Diga-me com quem tretas e te direi se tens estratégia ou não…

    Por mais que soe simples, essa frase me parece o resumo de duas coisas que aprendi no Jogo War e que confirmei atuando no Marketing da V4 Company: confronto sem estratégia é perda de tempo e não existe ausência de confronto. Nunca.

    Todo mundo – ou quase – conhece este jogo: estratégias, paciência, longas noites de jogo e por muitas vezes ninguém sai vencedor, pois todos desistem antes.

    No jogo que imita de origem francesa a ideia é ir conquistando territórios derrotando o exército inimigo, e ir espalhando o seu próprio exército pelo tabuleiro.

    Algo semelhante à Guerra Fria, eu diria. Todo mundo empurrando do seu lado, tentando sufocar o inimigo, ou, pelo menos, passar por cima dele e ir adiante mais rápido.

    Bom, no marketing não é exatamente assim. Apesar de ser sócio de uma empresa que privilegia a meritocracia e a competição, tudo isso sempre acontece de forma sadia.

    Mas a semelhança que eu quero apontar aqui não é tanto nos objetivos, e sim nas práticas. Se no Jogo War eu preciso massacrar meu oponente para vencer, na vida real eu preciso dele para crescer junto, e, às vezes, isso é mais difícil do que simplesmente obliterar o colega.

    Foi por isso que durante algum tempo eu tentei manter uma atuação que privilegiasse a “política da boa-vizinhança”: amigável com todos, sempre acessível, solícito, evitando conflitos.

    Porém, o que eu aprendi é que isso gerou um grande conflito interno. Eu sabia que algumas coisas estavam sendo deixadas de lado em benefício da minha intenção de nunca me indispor com colegas, mas não sabia que isso poderia se tornar uma bola de neve.

    Quando me dei conta eu parecia encurralado, como na última vez em que joguei War e meu objetivo era conquistar toda a Ásia e a África, porém eu estava preso com quase todos os meus exércitos na Oceania…

    Foi aí que eu resolvi pesquisar algumas estratégias do Jogo War, e nesse site, encontrei muita informação útil, tanto pra minha gestão de marketing como CEO da V4 Company, como para o meu próximo jogo de War.

    1. Evite confrontos diretos
    2.  Não perca tempo em confrontos intermináveis.
    3. A psicologia conta mais do que parece

    Abaixo, eu exploro estes tópicos de forma mais detalhada, explicando como consegui utilizar 3 estratégias do Jogo War no Marketing da V4 Company.

    Estratégia 1 do Jogo War: Evite confrontos diretos

    Sempre que possível, eu entendo que seja melhor evitar o confronto direto. E por confronto direto eu quero dizer o “embate corpo-a-corpo”, a fúria aparente.

    No Jogo War (e na vida real), todo mundo quer conquistar territórios. Aos poucos eu percebi que não ir com sede demais ao pote faz com que o meu inimigo consiga trabalhar comigo durante um tempo, e isso pode ser benefício para ambos.

    No marketing, por exemplo, se existe um ponto de insatisfação ou de melhoria que não está sendo devidamente atendido, entrar em combate direto com o time, expondo fraquezas individuais e coletivas, geralmente não faz nenhum favor à situação.

    Todas as vezes em que agi dessa forma a reação não foi a esperada – nem no Jogo War, nem no time de Marketing. Foi por isso que optei pelo que eu chamo de confronto casual. 

    Adereçar o problema individualmente, questionar os motivos e só então trazer o problema ao grande grupo. Isso evita frustrações e bate-bocas desgastantes, além de permitir que o “oponente” se alinhe comigo em torno de um objetivo comum – pelo menos enquanto nossas estratégias forem semelhantes.

    Estratégia 2 do Jogo War: Não perca tempo em confrontos intermináveis

    É tentador demonstrar que estamos certos? Ou que a nossa teoria é a melhor? Com certeza.

    Quem não gostaria de estar sempre certo que atire a primeira pedra (ou outra arma bélica mais apropriada à analogia). Mas, isso é absolutamente impossível. E mesmo que fosse, estar sempre certo provavelmente faria com que esse indivíduo ficasse estagnado. Deixasse de evoluir.

    Tenho certeza que ninguém quer deixar de evoluir, portanto é preciso admitir erros e abdicar de confrontos. Essa é uma excelente maneira de evitar desgastes desnecessários que podem evoluir para confrontos intermináveis.

    Sabe quando ninguém quer dar o braço a torcer e a dinâmica se torna simplesmente um empurra-e-puxa de argumentos, cada vez mais fracos – porém mais vaidosos – e não se chega a lugar nenhum?

    Tanto no marketing quanto no Jogo War eu presenciei essa mesma situação inúmeras vezes. O problema não é estar errado em si, o problema é persistir no erro por ganância de acertar sempre.

    Além do desgaste emocional há também o desgaste de força produtiva, ou seja, no mínimo duas pessoas que poderiam estar produzindo e estão apenas… discutindo!

    Evitar esse tipo de confronto agiliza as soluções e não permite que se crie um ambiente em que a retórica elaborada vença o projeto maior a que todos estão se dedicando.

    No Jogo War é mais inteligente abandonar a batalha e voltar fortalecido pra ela em algum outro momento, e creio que no marketing a ideia é a mesma. 

    Estratégia 3: A psicologia conta mais do que parece

    O jogo de War permite inúmeras abordagens diferentes, dependendo do caminho que você optar por seguir. No marketing é a mesma coisa.

    Como eu disse lá no começo deste texto, ser visto como um líder acessível sempre foi o ideal de liderança para mim, e para atingir este ideal eu estipulei algumas práticas.

    Na V4 todos os times praticam semanalmente o one-on-one: um momento em que o líder conversa com os liderados num ambiente aberto a dicas, falhas, comentários, sugestões…etc.

    Esses são os momentos em que eu me vejo mais perto dos meus colegas, e por isso prezo muito para que eles sejam acessíveis para todos os envolvidos.

    Oferecer uma familiariedade, tanto profissional quanto pessoal, ajudou a construir uma relação de confiança com os colegas que eu não tive em outras empresas quando tentava conversar com meus líderes.

    Tudo isso para que a pessoa entenda seu papel na empresa e consiga se sentir à vontade para apontar erros, melhorias e frustrações – porque elas acontecem.

    Lidar com pessoas na vida real e num jogo é completamente diferente, mas acho que o paralelo é esse: em ambas as situações as alternativas são inúmeras e impensáveis quando tentamos traçá-las sozinhos: precisamos da coletividade para enxergar o todo.

    É por isso que a interatividade e a troca de ideias cara-a-cara (num ambiente seguro) tendem a ser produtivas. Foi assim que os one-on-ones com meus colegas ficaram famosos pela seguinte frase proferida por mim: onde eu estou errando?

    As respostas foram sempre as mais diversas. Algumas objetivas e indicando melhorias, outras omissas por falta de interesse ou de conhecimento, outras neutras, por falta de intimidade com processos.

    O mais importante é que todas elas abriram caminhos para traçar estratégias de melhorias que eu pude colocar em prática.

    No jogo de War você não pede sugestões aos seus oponentes, mas estuda os movimentos deles para tentar compreender quais são seus objetivos e assim visualizar um caminho vitorioso.

    Quando podemos contar com a acessibilidade que a psicologia proporciona, temos uma situação muito mais fácil de lidar.

    Estratégia EXTRA: nenhuma dessas estratégias é imutável

    É claro que você já imaginava isso, mas não custa reforçar que: cada situação é uma e as empresas optam por oferecer ambientes diferentes às pessoas que trabalham nelas.

    Dito isso vale ressaltar que saber ler bem o tabuleiro e os jogadores é a única maneira de garantir sucesso em qualquer empreitada.