Author: V4 Company

  • MQL e SQL: Quais as diferenças entre essas classificações de leads?

    MQL e SQL: Quais as diferenças entre essas classificações de leads?

    MQL e SQL: Como Classificar um Lead

    MQL e SQL

    Gerar leads é uma das tarefas mais valorizadas dentro de uma empresa que possui o mínimo de uma estrutura de marketing. Muitas vezes, a geração de leads é a métrica que guia o entendimento sobre os resultados como um todo.

    No entanto, apenas gerar leads pode não ser suficiente para que o trabalho de marketing seja considerado realmente efetivo. Principalmente para vendas complexas, existe um caminho importante a ser percorrido após o lead ser gerado.

    Essa necessidade de realizar um trabalho de marketing com os leads em momentos posteriores à sua primeira conversão pode ser percebida quando a maturidade dos contatos gerados é testada.

    Um possível contato comercial com essas pessoas pode frustrar a equipe, já que a grande maioria delas não estará preparada para adquirir o produto que a sua empresa está prestes a fornecer.

    É com isso que surgem os conceitos de MQL e SQL, siglas que significam Marketing Qualified Lead e Sales Qualified Lead respectivamente.

    Compreender estes dois conceitos é fundamental para qualquer negócio que deseja tornar o seu trabalho de marketing mais efetivo e com maior probabilidade de trazer excelentes resultados.

    O objetivo deste artigo é te mostrar o que é MQL e SQL, como eles são aplicados dentro de uma estratégia de marketing e em que momento a sua equipe comercial deve ser acionada para buscar as vendas.

    Gerar leads não é suficiente

    Aqui na V4, nós já trabalhamos com muitas empresas que visualizavam o número de leads como a métrica principal que determinava o sucesso ou o fracasso de uma estratégia de marketing.

    No entanto, é preciso salientar que gerar uma quantidade massiva de leads não é sinônimo que as vendas serão concretizadas, é preciso haver uma qualificação intensa para que os contatos gerados possam ser convertidos.

    Em um cenário de vendas mais complexas, é comum que a primeira conversão de um lead seja em um material de topo de funil, que aborda um tema de interesse do contato em questão.

    No entanto, existe uma distância entre o “interesse pelo tema” e a “necessidade de compra” de alguma solução para um problema que, muitas vezes, nem foi detectado.

    É exatamente por isso que a entrada da equipe comercial neste ponto do jogo não é interessante. Os vendedores devem receber pessoas mais propícias para a compra, com uma mentalidade mais madura para a conversão efetiva.

    Como a qualificação de leads é realizada?

    Depois de realizar a primeira conversão, seja para baixar um material ou participar de um webinário, por exemplo, o contato já disse para você qual é o seu interesse, assim como deixou seus dados de contato.

    A partir de agora, é papel do seu time de marketing criar fluxos de comunicação que entreguem mais conteúdos relevantes relacionados ao tema de interesse do lead.

    Normalmente, estes conteúdos conduzem o contato a detectar um problema que enfrenta no seu dia-a-dia e que possui certa relação com um ou mais produtos/serviços oferecidos pela sua empresa.

    A nutrição deste lead fará com que ele identifique dores e comece a se sentir realmente incomodado com elas. Este incômodo o fará buscar por soluções.

    Lembre-se que todo esse processo ocorre quase que de forma guiada, já que a sua empresa estará fornecendo conteúdo constante para este lead.

    É a partir da detecção do problema e da busca por soluções que os conceitos de MQL e SQL começam a aparecer de forma mais veemente e precisam ser trabalhados para dar prosseguimento na qualificação do contato.

    O que é MQL?

    A tradução para Marketing Qualified Lead se aproxima muito de uma tradução literal, ou seja, lead qualificado de marketing. Em suma, ela representa os contatos que já são qualificados dentro do fluxo de trabalho do marketing.

    Via de regra, estes leads já detectaram o seu problema e estão buscando por soluções para resolvê-lo. Perceba que o seu nível de maturidade já evoluiu muito desde que tal lead realizou a sua primeira conversão, no topo do funil.

    Portanto, é trabalho do time de marketing seguir a sua nutrição, agora de forma um pouco mais veemente, direcionando o lead para as soluções entregues pela sua empresa.

    Perceba que, nesta etapa, as soluções são propostas de forma impessoal, ou seja, nem sempre você colocará o seu produto de forma explícita, mas sim a necessidade de um produto que soluciona o problema.

    Por exemplo, ao detectar a necessidade de melhorar os resultados das suas ações de marketing, nós podemos direcionar o nosso lead para entender melhor como um assessor pode auxiliar na otimização dos seus resultados.

    Nem sempre o nome da V4 será associado. Pelo contrário, esta associação e este direcionamento para a venda, propriamente dita, são realizados em uma etapa futura.

    O que é SQL?

    Depois de detectar a necessidade de implementar determinada solução para resolver o seu problema, é natural que o lead comece a buscar por pessoas ou empresas que entreguem tal solução.

    É exatamente aí que a sua equipe de vendas entrará em ação, abordando diretamente o lead que demonstrou esse comportamento e o levando para a compra do seu produto ou serviço de forma específica.

    É importante salientar que o SQL sempre possuirá um produto ou serviço ao qual está mais direcionado, já que ele já possui o seu problema especificado e, provavelmente, já demonstrou interesse por alguma solução.

    Perceba que, no caso do SQL, a ação do time de marketing não se faz tão necessária. Pelo contrário, o mais indicado é que ele seja trabalhado diretamente pela equipe de vendas.

    Isso acontece por diversos motivos, porém, dois deles se destacam:

    • O nível de maturidade para compra é alto, portanto, merece um contato individual, que aumenta as chances de conversão do lead em cliente;
    • Outros concorrentes podem estar próximos de abordar este mesmo lead. Com isso, a sua equipe de vendas precisa estar antenada e agir o mais rápido possível.

    Qual a diferença entre MQL e SQL

    Existem muitos cenários que justificam a separação de MQL e SQL. Um deles é o nível de maturidade do lead, que está buscando solução quando é MQL e está buscando opções de compra quando é SQL.

    Na prática, um MQL procura uma solução para as dores nos pés que sente sempre que realiza as suas corridas diárias. Já o SQL sabe que precisa de um tênis específico e já está buscando por alguns modelos.

    Entende que no primeiro caso o marketing precisa mostrar ao lead que ele precisa de um tênis com as características X, Y e Z para solucionar o problema de dor nos pés sempre que realiza corridas?

    Na outra mão, o time de vendas precisa abordar rapidamente o SQL e demonstrar por que o tênis da marca A é o mais indicado para solucionar o seu problema.

    Como funciona o fluxo de leads dentro de uma estratégia de marketing e vendas?

    Antes de mais nada, é preciso explicar o fluxo que o lead percorre até que se torna cliente. Essa é a base para entender como direcionar o caminho que o lead deve percorrer na prática.

    O processo de evolução de um lead pode ser dividido em algumas etapas. Veja:

    1. Visitante;
    2. Lead;
    3. MQL;
    4. SQL;
    5. Cliente.

    Naturalmente, este fluxo está retratando a realidade de um trabalho de inbound marketing. Da mesma forma, um visitante que já possua as suas necessidades muito bem esclarecidas pode se tornar um SQL de forma mais rápida.

    Como realizar a passagem de um lead para MQL e, depois, para SQL

    Depois de entender tudo isso, é natural que você perceba que precisa de uma ferramenta que faça o rastreio do comportamento do lead e consiga direcioná-lo de acordo com as suas interações.

    Além disso, os conteúdos produzidos pela marca normalmente possuirão a sua etapa do funil muito bem definida. Logo, será mais fácil identificar os leads que estão mais avançados com base nos conteúdos que ele consome.

    O fluxo de Lead para MQL é mais “natural”, de forma que o lead precisará realizar uma sequência de ações e interagir com materiais específicos para ser compreendido como um lead qualificado pelo time de marketing.

    Já a passagem de MQL para SQL possui uma particularidade muito importante e que define o sucesso da comunicação entre as equipes de marketing e vendas.

    Primeiro, é preciso esclarecer que o comportamento do lead também deve evoluir, antes de virar SQL, de forma que as suas interações se aproximem ainda mais do funcho do funil.

    Da mesma forma, precisa existir um documento chamado SLA (Service Level Agreement) que guiará a passagem de bastão do time de marketing para o time de vendas.

    O SLA definirá os parâmetros necessários para que a equipe de marketing julgue um lead qualificado o bastante para receber um contato comercial propriamente dito.

    Conclusão

    MQL e SQL são estágios de um lead que são determinantes para o sucesso da sua estratégia de marketing. Quando estas etapas estão definidas e assistidas de conteúdo de forma real, a transição do contato entre as etapas ocorre de forma fluida.

    Portanto, além de comemorar pela geração de leads do seu time de marketing, entenda o que está sendo feito para qualifica-lo e filtra-lo antes de o entregar para o time comercial realizar as tentativas de venda.

    V4 Company

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  • Linha Editorial de Conteúdo: Como construir da melhor forma?

    Linha Editorial de Conteúdo: Como construir da melhor forma?

    Como Construir uma Boa Linha Editorial de Conteúdo

    BOA LINHA EDITORIAL DE CONTEÚDO

    Já não é novidade que o planejamento é o coração de qualquer estratégia de marketing. Dentro do planejamento, uma das técnicas mais populares atualmente é a criação de uma linha editorial de conteúdo.

    Com a necessidade de imprimir constância, busca-se constantemente uma forma de tornar a criação do planejamento mais prática e, ao mesmo tempo, garantir a efetividade dos conteúdos publicados.

    Independentemente da mídia social utilizada, construir linhas editoriais é uma prática interessante, de forma que garante consistência, que é um dos pilares de qualquer planejamento de sucesso.

    Se o seu objetivo é otimizar tempo para realizar um planejamento de marketing e, ao mesmo tempo, manter a qualidade da estratégia, esta técnica será muito útil.

    Este artigo tem o objetivo de te mostrar o que são linhas editoriais de conteúdo, qual a sua importância e como você pode cria-la. Siga a leitura e entenda como aprimorar o seu planejamento com esta importante técnica.

    O que são linhas editoriais de conteúdo?

    Você já parou para analisar a criação de conteúdo de algumas marcas? Normalmente, os temas de publicações seguem direcionamentos que formam um padrão.

    Normalmente, os grandes players possuem varias linhas editoriais que são inseridas na rotina de conteúdos de forma paralela, entregando constância, qualidade e coesão para a estratégia de marketing que foi planejada.

    Na prática, podemos imaginar um cenário onde determinada empresa decide publicar conteúdos no estilo X na segunda-feira, Y na quarta-feira e Z na sexta-feira.

    Dessa forma, o estilo X formará uma linha editorial, Y outra e Z outra. Todavia, para facilitar o seu entendimento, vamos nos aprofundar um pouco mais sobre como você pode fazer essa criação.

    Para que servem as linhas editoriais?

    Os benefícios desta organização do planejamento são muitos, porém, podemos destacar a otimização de tempo na hora de planejar as publicações e a facilidade na hora de empregar consistência na sua rotina de postagens.

    Como construir linhas editoriais que sejam úteis para a sua empresa?

    Levando para a prática, construir linhas editoriais não é algo complexo, já que você só precisa definir um conceito para as publicações e eles, provavelmente, estarão inseridos dentro de uma linha.

    Porém, o mais importante nessa estratégia é garantir que todas as publicações terão um propósito e serão úteis na sua estratégia geral, seja para gerar engajamento ou para converter seguidores em clientes.

    Um dos erros mais comuns, principalmente para negócios que não possuem suas ações de marketing bem estruturadas, é realizar publicações apenas para “não ficar sem”.

    Esta é uma falha básica que precisa ser evitada. Normalmente, publicações sem propósito possuem um nível de engajamento mais baixo, são vistas por uma quantidade menor de pessoas e não surtem efeito positivo algum.

    Algumas linhas editoriais tradicionais e que podem complementar a sua estratégia são as que descreveremos à seguir. Confira.

    1.              Conteúdos técnicos

    A primeira e mais “fácil” de ser criada, já que está diretamente relacionada com o que a sua empresa faz, ou sobre os produtos que comercializa.

    Para a linha editorial de conteúdo técnico, você precisará demonstrar a expertise da sua marca no seu segmento de mercado, assim como entregar um conteúdo que seja transformador para a sua audiência.

    Por exemplo, no caso de uma empresa que vende curso pré-vestibular on-line, um exemplo de conteúdo para a sua linha editorial técnica são as dicas rápidas sobre matérias que podem cair no ENEM ou nas provas de vestibular.

    Conceitos básicos como macetes de fórmulas de física ou resumos de história podem contribuir para os estudos dos alunos, gerar engajamento e, ao mesmo tempo, contribuir para a autoridade da marca.

    Lojas de roupas podem falar sobre formas de combinar os seus produtos, ou sobre os tecidos utilizados. Tudo isso terá um efeito muito positivo, desde que produzido da forma correta e com a constância necessária.

    Vale ressaltar que esses conteúdos costumam se relacionar diretamente com pessoas que já estão mais próximas de efetuar uma conversão. Portanto, podem acompanhar Call to Actions mais agressivos.

    2.             Conteúdo de cotidiano

    Para construir uma linha editorial de conteúdo que seja realmente efetiva, é fundamental que a sua marca construa conteúdos de cotidiano. Normalmente estes são os mais simples, porém, os que são menos utilizados.

    Na prática, conteúdos de cotidiano são aqueles que humanizam uma marca, mostram o dia a dia da equipe e que podem retratar a vivência dos colaboradores.

    Geralmente, o canal ideal para este tipo de conteúdo são os stories, porém, imprimir consistência com publicações diárias é muito mais difícil do que parece.

    Mesmo sendo algo extremamente simples, os colaboradores acabam entrando na sua rotina diária de tarefas e deixam a produção dos stories de lado.

    Outro erro que impede as empresas de se apresentarem com maior constância diariamente é a necessidade de criar conteúdos super produzidos em 100% dos casos.

    Por se tratar de um tipo de conteúdo mais simples, o ideal é que ele seja realmente despojado e que mostre o lado humano das pessoas que estão dentro da empresa.

    3.             Provas sociais

    Aqui um tipo de conteúdo que exige um pouco mais da equipe para produzi-lo, haja vista que não depende apenas dos colaboradores da empresa ou da equipe de marketing para ser construído.

    Uma linha editorial de conteúdo de prova social visa trazer outras pessoas para falar da sua marca ou do seu produto. Este tipo de tema costuma trazer credibilidade e contribuir para a autoridade da sua empresa perante o público.

    O mais comum é que os próprios clientes sejam estimulados a gravarem vídeos ou enviarem mensagens falando sobre a sua experiência com a marca, porém, não são só eles que podem contribuir.

    Parceiros de negócio também podem ser utilizados, afinal, o seu objetivo será reafirmar aquilo que costuma prometer em seus discursos de venda.

    Se a sua equipe comercial costuma prometer determinada transformação, é fundamental que existam conteúdos que provem determinada promessa.

    Mostrar resultados e o depoimento dos clientes com eles é uma importante forma de demonstrar o sucesso e a qualidade dos produtos/serviços vendidos pelo seu negócio.

    4.             Lives

    O tipo de conteúdo que estourou na pandemia e que ainda é muito útil para, basicamente, qualquer tipo de negócio. Transmissões ao vivo possuem um poder de conexão único da marca com a sua audiência.

    Apesar de parecer que as pessoas “cansaram” das lives, a verdade é que o público só não consome conteúdo que não tem relevância. Se você criar uma transmissão que seja relevante, a sua audiência estará lá para assistir.

    Durante os eventos ao vivo, procure interagir com os expectadores, responda às suas dúvidas e entregue um conteúdo realmente transformador para cada um deles.

    Dessa forma, a conexão gerada será ainda maior e eles estarão muito mais próximos de realizar uma conversão.

    Não é à toa que os lançamentos de produtos digitais, como cursos e treinamentos on-line, são feitos por meio de lives na grande maioria dos casos.

    Essa prática é encorajada, inclusive, por grandes players de infoprodutos, como Érico Rocha, Priscila Zillo, entre outros.

    Não esqueça que, por estarem mais próximos da sua marca e mais propensos a realizarem ações, as transmissões ao vivo são uma excelente oportunidade para você comercializar produtos ou serviços.

    5.             Autoridade

    Por fim, nossa última sugestão de linha editorial de conteúdo são os conteúdos de autoridade. Neles, você transmitirá o quanto a sua empresa é referência naquilo que faz.

    Utilize os mais variados formatos, desde vídeos até as próprias transmissões ao vivo para entregar este tipo de conteúdo. O mais importante é impactar a sua audiência.

    Conteúdos de autoridade podem ser, por exemplo, prêmios recebidos pela sua empresa, ou grandes eventos que a sua equipe participou. Na realidade, estes conteúdos podem, inclusive, estar inseridos em outras linhas editoriais.

    Além disso, você também pode utiliza-los para criar uma certa transferência de autoridade, convidando outras pessoas para participar e mesclar a audiência em busca de novas pessoas engajadas.

    Por exemplo, nós, aqui da V4, buscamos sempre criar conteúdos com os nossos parceiros, nossos franqueados e, também com os nossos conselheiros. Tudo isso mostra um pouco sobre a grandeza da marca e cria autoridade com os clientes.

    Os conteúdos com o VP da VTEX, Alfredo Soares, transmitem um pouco do nosso conhecimento sobre o mercado de e-commerce e, ao mesmo tempo, nos coloca com um certo nível de referência no assunto.

    Outro estilo de conteúdo de autoridade são os collabs, que são conteúdos criados em parceria com outras marcas. Isso também serve para transferir autoridade de uma marca para a outra e contribuir para a estratégia.

    Conclusão

    Construir linhas editoriais de conteúdo é uma prática necessária, hoje em dia, para as empresas que desejam dar maior velocidade para as suas ações de marketing e garantir que as suas publicações não serão em vão. Em vez de utilizar as suas energias para construir publicações de “dia de alguma coisa”, procure centralizar os esforços em conteúdos que possuem propósito e que contribuirão para o sucesso do seu planejamento de marketing

    V4 Company

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  • Como analisar o desempenho de uma Arte

    Como analisar o desempenho de uma Arte

    Como Analisar a Performance de Uma Arte

    Performance de uma arte

    Foi-se o tempo em que o design era analisado apenas do quesito estético. Atualmente, principalmente no marketing, medir a performance de uma arte é algo fundamental para o sucesso de uma ou mais campanhas.

    Entretanto, o design talvez seja um dos aspectos mais difíceis de ser analisado, por envolver muito mais fatores do que os números de uma campanha de tráfego pago, ou as métricas de um envio de e-mail.

    Quando criamos algo, principalmente visual, colocamos muito de nós na tela. Um designer expressa sentimento, comunica o que é necessário e, ao mesmo tempo, imprime um pouco da sua personalidade em cada criação.

    Mas como separar o designer da sua arte e, ao mesmo tempo, como avaliar a performance de uma arte de forma objetiva e construtiva para um bem maior, como uma campanha de marketing?

    Essa dúvida paira sobre a cabeça de grande parte dos profissionais de marketing e as respostas podem aparecer de várias formas. O mais importante é entender alguns aspectos que guiam qualquer ação, incluindo o design.

    Neste artigo, vamos abordar as principais métricas que guiam o sucesso do design, assim como veremos algumas formas de analisar as criações de forma analítica e voltada para o desempenho.

    Design não é algo visual

    Frase contraditória para prender a sua atenção e te fazer pensar sobre o que realmente é design. Na realidade, o design não é algo SOMENTE visual. Fazer algo bonito não é o mesmo do que fazer algo bom.

    O fato de criar peças gráficas “bonitas” é algo extremamente subjetivo e que vamos abordar mais pra frente, porém, é preciso ressaltar que design é sobre resolver problemas.

    Ao planejar uma campanha de marketing, os profissionais imaginam diversos tipos de criativos. Sem exceção, todos possuem um propósito e tem o objetivo de comunicar algo.

    Logo, antes de pensar no aspecto estético, é preciso entender se os objetivos daquela arte foram atingidos. De nada adianta criar algo extremamente agradável esteticamente, porém, que não comunica nada.

    A performance de uma arte não é sobre você, é sobre o seu público

    Ao criar uma comunicação para as mídias sociais, um dos principais erros das marcas é criar algo que agrada ao dono da empresa, ou aos envolvidos com o planejamento das campanhas.

    Lembre-se que são raros os casos em que você é a persona da sua marca. Portanto, a empatia deve se sobrepor ao ego. Antes de pensar no que você gostaria, lembre-se que a criação deve agradar ao seu público.

    Você pode detestar criações que unam o verde e o vermelho em um mesmo plano, porém, se o seu público pede vermelho e verde, você tenderá a atender às necessidades solicitadas.

    É claro que o exemplo das cores é figurativo. Normalmente o aspecto está mais ligado a estilos e formas de comunicar do que a cores especificamente.

    Analisando a performance de uma arte

    Certo, agora que entendemos que falar sobre arte e design não é o mesmo que falar sobre estética, vamos ao que realmente interessa: como analisar a performance de uma arte.

    Entretanto, vamos separar esse processo em duas etapas. Uma deve ser realizada antes da criação, enquanto a outra acontece depois de o material ter sido publicado.

    A necessidade dessa separação se dá para que o designer consiga criar de forma orientada ao que o material pede. Quando a primeira parte não é bem feita, dificilmente a segunda funcionará.

    Etapa 1: Pré-criação

    A pré-criação se resume, basicamente, ao briefing das peças que deverão ser criadas. Para quem ainda não está familiarizado, o briefing é o documento onde todas as informações são solicitadas para a criação.

    Dentre as informações, podemos destacar alguns tópicos que serão essenciais para que o designer execute a sua tarefa de forma assertiva. Confira.

    Objetivo do material

    O primeiro passo para qualquer criação é a definição do seu objetivo. Ao imaginar a criação para mídias sociais, por exemplo, uma única publicação pode ter diversos objetivos diferentes.

    Criar uma publicação que tem o objetivo de gerar conexão com o público, ou engajamento, é totalmente diferente de algo voltado para a conversão, por exemplo.

    Isso é uma coisa que deve estar muito clara para o designer. Dessa forma, a criação será direcionada para o objetivo descrito.

    Persona

    O segundo aspecto é algo constante em qualquer ação de marketing. Entender a persona é fundamental para que a performance de uma arte seja potencializada.

    Entender o público e as suas nuances é fundamental para determinar o estilo, a comunicação, as fontes e até a quantidade de texto presente nas criações. Tudo isso influenciará no desempenho das peças.

    A forma como as pessoas consomem os conteúdos criados é diferente para cada perfil de cliente. Portanto, entenda a relação que a sua marca tem com os seus consumidores e crie algo direcionado a esse público.

    Copywriting

    Por fim, o terceiro ponto importante na pré-criação é a forma como a marca se comunica com o seu público. Depois de entender a persona, é interessante olhar para dentro de casa e entender como você quer interagir com ela.

    Diferentes marcas se relacionam de forma diferente com o seu público. Enquanto alguns players são mais enérgicos e menos formais, outros preferem um aspecto mais profissional e que transpassa maior formalidade.

    Dificilmente um estará certo ou outro errado. Tudo isso depende de como a marca se posiciona e a forma como se relaciona com o seu público.

    Além disso, o conceito de copywriting aliado ao design também está relacionado aos gatilhos que serão utilizados para reter a atenção das pessoas a serem atingidas.

    Tudo isso precisa estar claro. Dessa forma, os profissionais responsáveis pela criação terão o direcionamento perfeito para criar peças de alta performance.

    Etapa 2: pós-publicação

    Depois das peças criadas e do conteúdo publicado, é chegada a hora de analisar a efetividade de tais materiais nas campanhas. Com isso, surgem novos aspectos a serem verificados.

    Todavia, é sempre importante destacar que nenhum material gráfico é veiculado de forma isolada. Normalmente, complementos textuais são empregados e tudo isso também interfere no resultado.

    No entanto, principalmente nas mídias sociais, é a arte que aparece em primeiro plano e capta a primeira atenção dos usuários. Portanto, normalmente a peça gráfica é a primeira a chamar ou não a atenção de quem é impactado.

    Sem mais delongas, vamos às principais métricas que traduzem a performance de uma arte.

    Analisando o objetivo do conteúdo

    O primeiro passo é sempre analisar se o objetivo do conteúdo foi alcançado ou não. Por exemplo, se o objetivo de determinada arte era a venda de um produto, essa é a métrica principal a ser verificada.

    De nada adianta uma arte gerar engajamento ou qualquer outro tipo de recompensa com a sua publicação se o seu objetivo não for alcançado.

    Se o objetivo era vender, sua mente deve estar direcionada ao fato que curtidas não pagam boletos e não compram pão. Porém, se o objetivo era gerar engajamento e o mesmo foi alcançado, a arte deve receber seus méritos.

    No entanto, além do objetivo principal, também é interessante analisar alguns fatores secundários, que não dizem exatamente sobre o sucesso ou insucesso da criação, mas contam um pouco mais sobre a sua efetividade.

    Engajamento

    Apesar de ser considerada uma métrica de vaidade, na maioria das vezes, por não exprimir nenhum tipo de retorno financeiro para a marca, o engajamento pode auxiliar a analisar a performance de uma arte.

    Criar conteúdos que gerem conexão, que despertem a atenção do público e que o faça curtir, comentar ou compartilhar é algo que tem o seu valor, já que fortalece o posicionamento digital do seu negócio.

    É sempre necessário tomar cuidado para que este tipo de métrica não tire o foco do objetivo das ações de marketing, porém, é interessante entender se algum engajamento está sendo gerado.

    Normalmente, é o engajamento que antecede a conversão, portanto, se você não consegue engajar o seu público através das criações, dificilmente conseguirá fazê-los converter em clientes.

    O que fazer após a análise?

    Marketing é feito de testes, portanto, não se prenda a uma tentativa em hipótese alguma, para qualquer tipo de material. Se você fez uma campanha e já analisou os seus resultados, chegou a hora de fazer mais testes.

    Mantenha aquilo que deu certo e modifique/aprimore o que precisa de melhorias. O mais importante é manter o progresso e a evolução do que é criado.

    Além disso, é sempre importante ressaltar que materiais escritos e gráficos são veiculados em conjunto, portanto, é importante testar para saber o que especificamente está engajando as pessoas e o que não está.

    Se uma arte não teve a eficácia necessária, analise a sua estrutura, o texto que a acompanhou, a linguagem utilizada e tente encontrar os pontos que precisam de melhoria.

    Após isso, realize as otimizações e coloque os materiais para rodar novamente. Somente dessa forma será possível encontrar a comunicação ideal e alcançar os objetivos planejados.

    Conclusão

    Com todos os aspectos esclarecidos, é sempre importante destacar que design não é somente visual e que você sempre precisará analisar a performance de uma arte de forma analítica e empática, nunca subjetiva.

    A grande dificuldade das pessoas está na hora de separar os gostos pessoas do que realmente pode dar certo.

    Faça testes, mude, melhore e busque sempre o foco nos objetivos definidos. Desta forma a sua equipe terá um norte para seguir e a análise dos resultados será sempre mais fácil.

    V4 Company

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  • CMO: Os 5 maiores erros que cometi em 2021

    CMO: Os 5 maiores erros que cometi em 2021

    CMO: 5 erros que cometi em 2021

    No final de 2020 me tornei CMO (Gerente de Marketing) na empresa na qual atuo desde 2018.

    Recebi o desafio de liderar uma das equipes mais importantes da empresa e não tive dúvidas de que eu estava preparado.

    Mas será que eu estava mesmo?

    O ano virou, eu estava adaptado à nova função (antes era Head de Vendas, outra rotina, outra realidade) e mesmo assim sentia que a produtividade do time não era aquela que eu imaginava.

    Não era aquela que eu precisava.

    As metas eram claras e ainda não estávamos perto de alcançá-las de forma ideal.

    O esforço era percebido por todos na empresa: pelos colegas, pelos clientes, pelo nosso CEO. Mas eu sentia que faltava algo. Só o esforço não bastava.

    Foi por isso que ao final de 90 dias resolvi estudar todos os pontos que estavam me impedindo (e impedindo meu time) de chegar onde precisávamos.

    Reservei uma tarde inteira para isso.

    Sentei na sala que chamamos Sala de Growth e comecei a pensar.

    Avaliando meu dia-a-dia e o retorno dos colegas de time eu resumi 5 atitudes ruins minhas que se tornaram erros fatais dentro do meu processo.

    Foi, de certa forma, chocante. Derrubei o castelo de cartas que eu havia construído para mim mesmo, fundamentado na minha própria produtividade e nos resultados que eu havia alcançado trabalhando sozinho.

    Isso mesmo.

    Eu achava que somente meus bons resultados como Head of Sales seriam capazes de garantir meu sucesso como CMO.

    Eu não poderia estar mais enganado, e é por isso que quero apresentar para você os 5 erros que eu cometi como CMO em 2021 (o terceiro foi o pior) e como eu resolvi cada um deles, para que você não precise passar por isso.

    Vou listar abaixo os meus 5 erros como CMO e como eu consegui solucionar todos eles.

    1 – Fiz micromanaging

    2 – Parei de aprender

    3 – Achei que números bastavam

    4 – Não contratei

    5 – Fui um “emocionado”.

    1 – Micromanaging

    Numa empresa com mais de 100 colaboradores investidores e onde somente no marketing trabalham 12 pessoas, é claro como água, que planejamento e organização são essenciais.

    Numa rotina normal basta escolher um método e utilizá-lo.

    Existem vários, mas só para citar alguns:

    Porém não estávamos numa rotina normal. Estávamos trabalhando pela primeira vez totalmente home office por mais de 15 dias e o ciclo entre determinar tarefas e recebê-las finalizadas não estava acontecendo como planejado.

    Na ansiedade de ver, diariamente, o retorno de cada um que trabalhava comigo no marketing eu acabei por fazer micromanaging (microgerenciamento) sem nem mesmo perceber.

    Gerenciei de forma micro o tempo de cada um. Ora, são 12 pessoas num time, exercendo inúmeras atividades todos os dias. Acompanhar o tempo e a execução de cada um nas tarefas me deixou… sem tempo.

    E deixou todo mundo incomodado também, afinal, a V4 é uma empresa que preza pela autonomia, sempre.

    Quebrei a cabeça, fiz algumas pesquisas com meus colegas de outras áreas e expertises e propus uma solução:

    Numa planilha, ao final do dia, cada pessoa no marketing deveria preencher as 5 tarefas mais importantes para o dia seguinte, e num horário pré-determinado, todos nos encontraríamos na mesma sala do Google Meet para debater aquelas decisões.

    A planilha era acessível a todos, de forma que fosse possível conferir quais fossem as tarefas mais importantes e como elas se relacionavam com as dos demais.

    Depois de algum tempo, a obrigatoriedade das 5 tarefas desapareceu, e ficou a critério de cada um estabelecer como poderia contribuir melhor para a empresa, contanto que estivesse lá registrado.

    Com o tempo a obrigatoriedade do encontro também se dissipou. Não fazia sentido numa empresa que preza pela liberdade individual impor um horário diário para encontro.

    Mas a maioria continuou aparecendo todos os dias na reunião.

    Nossos encontros foram se tornando cada vez mais otimizados, e eles se tornaram também um momento de interação social importante para o time.

    No fim das contas, orientar como o trabalho deveria acontecer e deixar que as pessoas tomassem por conta própria suas decisões foi a melhor solução que encontrei dentro da rotina do home office.

    2 – Parei de aprender

    Tornar-se CMO é um processo constante, mais de aprendizado do que de ensino propriamente.

    Os desafios são maiores do que ser Head de algum setor, pois como CMO eu precisaria dominar muito bem não somente as minhas tarefas e habilidades, mas também aquelas de quem estava trabalhando comigo.

    Uma coisa ficou claro já nos primeiros meses: minhas habilidades como Head de Vendas ficavam aquém do que eu precisava apresentar como CMO.

    Os livros não são os mesmos, as tarefas também não. As pessoas têm perfis mais variados do que em vendas, afinal, elas têm expertises também mais variadas.

    Como eu poderia então, encontrar uma forma de dominar todo esse conhecimento?

    A solução foi The Greatest – or nothing (O melhor – ou nada).

    Através de aulas semanais de até 1 hora, todo o time seria exposto a novo conhecimento, aplicado sempre por alguém do próprio time.

    Cada um elegeria entre suas atividades diárias qual conhecimento era imprescindível para executá-las e organizaria uma apresentação.

    Ao longo desses 3 meses já tivemos aulas sobre:

    Enquanto eu usava esse momento para me apropriar de conhecimento específico sobre cada coisa, todos os integrantes do time puderam observar o conhecimento e o domínio que os colegas precisam ter de cada uma de suas atividades.

    Quando todos nós já havíamos passado pela experiência de ensinar, experts de outros times foram convidados a trazer seu conhecimento para contribuir com o marketing, enriquecendo ainda mais o momento.

    Foi a solução ideal dentro de um universo de possibilidades limitadas para, não só promover a melhoria constante do time (e minha também), como garantir interação.

    3 –  Achei que números bastavam

    Quem não mede, não gerencia. Nosso CEO é o primeiro a apontar isso e eu sempre concordei.

    Para qualificar resultados é preciso ter métricas. O marketing está cheio delas, esse não é o problema. O problema era: essas métricas eram claras e visíveis para todos os envolvidos?

    ROI, CTR, CAC, LTV…

    Todas as siglas que os investidores da V4 começam a conhecer desde o primeiro minuto parecem, às vezes, frias no dia a dia. “Como esta tarefa que eu estou realizando vai contribuir para a empresa vender mais?”.

    Para solucionar essa questão eu recorri à edição expandida de Traction: how to get a grip on your business, de Gino Wickman (numa tradução livre: Tração: como pegar as rédeas do seu negócio).

    Parafraseando a página 115 do livro de Wickman:

    Imagine um pequeno avião sobrevoando o Atlântico. Na metade do caminho o capitão anuncia aos passageiros pelo microfone: tenho boas e más notícias.

    Os manômetros não estão funcionando. Não sei nossa velocidade, nem a que altura estamos e nem quanto combustível resta. A boa notícia é que estamos fazendo um tempo de vôo excelente!

    Às vezes é difícil admitir, mas muitos negócios estão voando como este avião.

    Para solucionar esse problema, uma das ferramentas que Wickman traz é o Weekly Scorecard.

    Num documento preenchido semanalmente, com 5 a 15 números relevantes para a operação do negócio, é possível avaliar com precisão e qualidade o benefício de ter métricas claras aplicadas ao negócio.

    Além disso, o Scorecard é muito visual e conduz o leitor à compreensão imediata das ações que levaram aos números apresentados.

    Não vou ensinar a preencher o Scorecard aqui, mas vou apontar alguns benefícios dele:

    • Números eliminam comunicação subjetiva;
    • Números geram responsabilidade;
    • Números criam clareza e comprometimento;
    • Números aumentam a competição;
    • Números trazem resultados;
    • Números resolvem problemas mais rápido.

    Se você não gosta de números ou tem preguiça de lidar com eles, não tem problema. Basta admitir. Mas você precisará admitir também que os benefícios compensam qualquer desculpa.

    Eu mesmo me encarreguei de preencher semanalmente e de apresentar os resultados da nossa reunião de Improvement Process. Após 1 mês, todo o time foi capaz de compreender e visualizar melhor as métricas e como foi que chegamos lá.

    Após um mês os manômetros estavam funcionando adequadamente de novo.

    4 – Não contratei pessoas suficientes

    Quando eu assumi o marketing o time era composto por 6 pessoas. Hoje são 12, mas a compreensão da necessidade de aumentar o time não veio imediatamente.

    Uma das coisas que sempre me deixa atento é a diferença entre ser ocupado e ser produtivo.

    Eu olhava ao meu redor e todos pareciam extremamente ocupados, no que comecei a questionar se, de fato, isso representava produtividade.

    Durante o período em que – erroneamente – tentei fazer micromanaging das tarefas de outras pessoas, eu cheguei a desconfiar que o problema de fato fosse falta de organização do tempo.

    Assim, para otimizar as tarefas tentamos utilizar aplicativos de organização. Trello, Asana, as próprias ferramentas do G Suíte, o software interno da V4 Company… nada disso foi suficiente para diminuir as longas horas de trabalho às quais o time se submetia.

    Foi aí que resolvi olhar, não para a produtividade, mas para a quantidade.

    Algumas pessoas estavam executando tarefas que não eram de sua expertise, e por mais organizadas que elas fossem, era impossível fazer com agilidade uma tarefa que elas não dominassem realmente.

    Foi então que compreendi o problema: o time era pequeno demais.

    Comparando prós e contras de realizar mais contratações e mexer no centro de custo do marketing, eu optei por dar um passo grande de uma vez só: contratei 6 pessoas.

    Seis especialistas em suas áreas que dividiram as tarefas e trouxeram muito benefício ao time, agregando conhecimento e também disposição, num momento em que os primeiros 6 integrantes estavam ficando saturados.

    Em um mês eu vi com clareza a diferença que essa decisão fez.

    O time se tornou mais produtivo, mais integrado, houve menos reclamações, a produtividade aumentou e os números também. A média de 70 leads diários mais que dobrou. Tudo isso no espaço de menos de 60 dias.

    Ferramentas de organização e de produtividade são, de fato, excelentes, quando o problema é organização e produtividade.

    Mas cuidado para não exaurir um time pequeno que pode entregar muito mais qualidade quando descansado.

    5 – fui um emocionado

    Em todos esses meses como CMO eu contratei, geri, cobrei, deleguei, conferi, metrifiquei… e fui um emocionado.

    Todos os sinais para evitar os erros antes que eles acontecessem estavam ali o tempo todo, e eu ignorei.

    Uma das 9 atitudes e comportamentos do Manual de Conduta da V4 Company é: encontre seus erros sempre.

    Nenhum destes 4 primeiros erros precisaria ter ocorrido caso eu tivesse executado fielmente a nona atitude do Manual de Conduta: respire, não seja um emocionado.

    Pela pressão de resolver as questões de forma rápida eu tomei atitudes que poderiam ter sido mais eficazes e mais eficientes caso eu tivesse olhado para o problema com mais calma.

    Ao invés de, por exemplo, testar 3 diferentes softwares de organização de tarefas, submetendo todo o time a um período de adaptação – triplo – , a forma mais eficiente de ter conduzido essa melhoria era ter perguntado e analisado com antecedência e até individualmente.

    Talvez a condução desse processo tivesse alertado para a escassez de pessoas qualificadas na operação, e eu tivesse começado a contratação com mais antecedência.

    Esse foi o resultado de aproximadamente 3 horas de análise aqui, na sala do Growth da V4 Company. Você acha que a minha experiência pode se aplicar também às suas dúvidas e necessidades?

    A minha próxima pergunta é:

    Se a prática é o que nos leva à excelência, então como conduzir o processo da prática de forma excelente?

    A resposta para essa pergunta eu ainda não tenho. Por enquanto vou orientar minhas análises com base no que disse Henry David Thoreau:

    “Simplify, simplify.”

  • A compra de seguidores funciona? VERDADE NUA E CRUA

    A compra de seguidores funciona? VERDADE NUA E CRUA

    Comprar Seguidores Funciona? VERDADE NUA E CRUA

    O sonho de grande parte dos empresários é chegar no seu perfil do Instagram e visualizar uma grande quantidade de seguidores. Afinal, possuir um “perfil grande” é algo que gera satisfação pessoal, não é?

    Para atingir este patamar, muitos empresários optam pela estratégia de comprar seguidores. Porém, será que isso realmente funciona? Em que a compra de seguidores influencia na sua página do Instagram?

    Basicamente, burlar as técnicas de aquisição convencional de seguidores é um ato sedutor, já que existem muitas ferramentas que oferecem esse serviço por valores extremamente baixos.

    Desta forma, um empresário que está em busca de angariar mais pessoas para a sua página e que não possui paciência suficiente para esperar um crescimento natural, começa a considerar esta hipótese e, inclusive, pesquisar sobre isso.

    Se você chegou até aqui e está pensando em comprar seguidores para a sua página do Instagram, leia este conteúdo até o final e garanta que você conseguiu compreender a mensagem deste post antes de finalizar a sua compra.

    O que leva uma empresa a pensar em comprar seguidores?

    O trabalho de crescimento no mundo do marketing digital é algo que exige esforço, persistência e, por muitas vezes, paciência de empresários e profissionais de marketing.

    Isso porque não existe sucesso consistente no mercado digital sem um esforço contínuo e um trabalho duradouro. Qualquer tipo de ganho repentino e milagroso deve ser analisado com desconfiança.

    No entanto, a verdade é que muitas pessoas não estão dispostas a despender tempo e esforço para buscar adquirir audiência da forma convencional: atraindo pessoas por conta do conteúdo produzido.

    Isso as faz buscar alternativas mais “fáceis” e que gerem “resultados” mais rápidos. Naturalmente, as plataformas de compra de seguidores passam a se tornar uma hipótese.

    Há alguns anos, as ferramentas prometiam um crescimento maior em menos tempo, porém, com o aprimoramento constante do algoritmo do Instagram, a forma como essas plataformas se vendem mudou.

    Hoje, a estratégia para burlar a detecção do Instagram de prática ilícita está um pouco mais refinada e estes softwares costumam entregar o pacote de seguidores contratado em um período mais longo de tempo.

    Entretanto, nada muda o fato de que comprar seguidores é colocar pessoas dentro da sua página à força, fazendo algo que não é o fluxo natural.

    Quais são as consequências para quem compra seguidores?

    Antes de entrar no mérito se vale a pena ou não com relação aos resultados propriamente ditos que os seguidores comprados podem entregar para a sua marca, é preciso falar sobre os riscos que essa prática envolve.

    Como citamos anteriormente, a compra de seguidores é uma prática ilícita, que vai contra as políticas de usuários do Instagram. Dessa forma, qualquer usuário que comprar seguidores está sujeito a punições.

    Punições estas que podem variar de acordo com a detecção do algoritmo e da forma como a gestão do Instagram entende ser a mais adequada.

    Em casos mais brandos, as punições podem envolver a limitação de entrega das publicações, fazendo com que o engajamento caia drasticamente e a conta tenha o seu potencial de crescimento cortado de forma significante.

    Além disso, restrições de publicação também podem ser aplicadas, fazendo com que a conta seja impedida de fazer publicações com descrição, de comentar em publicações e até de postar stories.

    Por fim, no caso de punições mais graves, a sua conta pode ser excluída do Instagram, fazendo com que uma nova tenha que ser criada.

    Vale lembrar que não estamos falando de resultado das ações de marketing. Estamos apenas colocando em pauta as penalidades que o Instagram pode impor pelo descumprimento das políticas do usuário.

    Comprar seguidores funciona?

    Agora, além das possíveis punições, vamos analisar qual o impacto gerado nos resultados por quem decide comprar seguidores. Neste caso, vamos falar sobre a efetividade das ações de marketing na prática.

    Com isso, vamos considerar que a compra foi efetivada e nenhuma punição foi realizada pelo Instagram, que seria o melhor dos casos depois de uma compra de seguidores.

    Seguidores sem conexão

    O primeiro ponto que você precisa considerar é que as pessoas adquiridas pela compra de seguidores não possuem qualquer conexão com a sua marca. Isso as torna extremamente distantes e com baixa possibilidade de engajamento.

    Se a possibilidade de engajamento é baixa, você já pode imaginar quais são as chances de um seguidor comprado adquirir um produto comercializado pela sua empresa, correto?

    Por mais que o pacote adquirido seja de “seguidores reais”, o ato da compra é fruto de conexão e relacionamento, fatores que estes novos adeptos na sua página não possuem de forma alguma.

    Possível perda em um curto período de tempo

    Considerando que os seguidores comprados não passaram a seguir a sua página por conta do conteúdo que a sua empresa produz, existe a real possibilidade de ele deixar de seguir em pouco tempo.

    Isso acontece porque nem sempre aquela pessoa gostará do que a sua empresa publica. Isso é um comportamento natural, onde a pessoa deixa de seguir aquilo que não a interessa.

    Dessa forma, a compra de seguidores não entrega a menor garantia de que estas pessoas continuarão seguindo o seu negócio.

    Métricas de vaidade só fazem bem para o ego

    Se você visualizar duas páginas de empresas, uma com 10 mil seguidores e a outra com 1500, o que isso muda para você? Analisando somente o número de seguidores, o que isso muda para os negócios em questão?

    Efetivamente, a quantidade de seguidores não altera em nada os resultados que o Instagram pode gerar para uma empresa. Isso acontece porque o engajamento do público é muito mais importante.

    De nada adianta uma página com 10 mil seguidores que não possui a menor conexão com a sua audiência. Pelo contrário, muitos seguidores com baixo engajamento é ainda pior para a sua página.

    Com base no desempenho das suas postagens, o Instagram pode mostrar para mais ou menos pessoas. Logo, se o seu público não consome o seu conteúdo, o a performance da sua página só tende a cair.

    Seguidores não compram pão e não pagam boletos

    Essa é uma máxima já conhecida dentro do mundo do marketing, mas que não perde a sua relevância e deve se manter em alta durante muito tempo.

    Essa é uma afirmação muito verdadeira: seguidores não geram renda para o seu negócio de forma direta. Você só consegue transformar seguidores em clientes se conseguir gerar conexão e engajamento com os mesmos.

    Logo, se você precisa de conexão e engajamento pra gerar vendas, de que adianta comprar seguidores, se eles não terão o mínimo desses aspectos que são fundamentais?

    Deixe de lado as métricas de vaidade e passe a considerar os dados que realmente importam, como a quantidade de vendas que a sua página gerou, ou de leads qualificados para o seu time comercial.

    A partir daí a mídia social passará a ser um canal de captação de clientes propriamente dito. Se apenas as métricas fúteis forem analisadas, as chances de se obter sucesso serão muito reduzidas.

    Bônus: o que fazer para ganhar seguidores de verdade?

    Se comprar seguidores não funciona, o seu negócio precisa partir para os métodos convencionais, onde se cria conteúdo de qualidade em troca de engajamento e conexão com o público-alvo.

    Para ganhar seguidores de forma orgânica, que é quando a pessoa decide seguir a sua página de forma espontânea por conta do conteúdo produzido, você precisará de dedicação e persistência.

    Para isso, será fundamental que você comece a considerar os seguintes fatores:

    • Gerar conteúdo de real relevância para a audiência;
    • Criar consistência na publicação dos conteúdos, com rotinas semanais ininterruptas;
    • Diversificar os conteúdos com o objetivo de gerar engajamento com o público e captar a sua atenção;
    • Utilizar promoções pagas de conteúdos para alcançar novas pessoas e potencializar o crescimento da página.

    Executando essas práticas de forma correta e com muita constância, certamente o seu negócio tende a ganhar seguidores a curto, médio e longo prazo.

    Naturalmente, outros aspectos influenciam diretamente no tamanho da sua página, afinal, uma padaria de uma cidade pequena dificilmente atingirá a casa dos milhões de seguidores.

    No entanto, é preciso entender que, para aquele negócio, ter milhões de seguidores não é o foco principal. O objetivo é atingir as pessoas certas, que possuem chance de comprar os produtos da sua empresa.

    Conclusão

    Como já era de se esperar, comprar seguidores é uma prática utilizada por pessoas que não compreendem o que é, de fato, fazer marketing e buscar resultados reais.

    Naturalmente, adquirir adeptos para a sua página de forma ilícita não é algo que deve ser praticado por qualquer negócio que leve o marketing a sério.

    Se você já comprou seguidores ou conhece alguém que está pensando em fazer isso, compartilhe esse conteúdo. Quanto mais pessoas tiverem essa consciência, melhor será o universo de empresas dentro do Instagram.

    Se você gostou deste conteúdo ou se você já vivenciou uma experiência de compra de seguidores, deixe aqui nos comentários para que possamos conhecer mais histórias e complementar esse debate.

    V4 Company

    Potencialize suas vendas com o método que vem transformando o marketing digital. Saiba mais sobre como a V4 Company pode ajudar o seu negócio.

  • Como usar a internet para atrair novos alunos para curso profissionalizante

    Como usar a internet para atrair novos alunos para curso profissionalizante

    Usar A Internet Para Atrair Mais Alunos Para Curso Profissionalizante

    A partir desses dados, você conseguirá mapear quantos alunos podem ser captados durante o ciclo de matrículas, assim como quantos alunos precisam estar matriculados em um curso para que este não dê prejuízo.

    Essas informações influenciarão diretamente nas estratégias de marketing, principalmente no foco que será dado para determinados cursos, que precisam de mais atenção e, geralmente, possuem menor procura.

    Avaliando o posicionamento digital

    Depois de entender a situação da escola, deve-se realizar uma análise técnica dos seus canais digitais. Essa avaliação deve ser feita por uma pessoa com conhecimento técnico e que possa analisar de forma imparcial.

    Isso porque a imparcialidade da avaliação dirá exatamente como está o posicionamento digital da escola e dará uma noção sobre como usar a internet para atrair mais alunos para curso profissionalizante.

    Quando a instituição já possui um posicionamento, estando assídua em determinadas mídias sociais e mantendo um relacionamento com seus alunos, o trabalho costuma ser um pouco mais fácil.

    Já quando não existe um real trabalho de marketing por trás das mídias da escola, a trajetória tende a ser um pouco mais lenta, porém, pode ser muito recompensadora.

    Portanto, essa análise do posicionamento digital precisa ser extremamente real e entregar um diagnóstico completo sobre o status quo das mídias da escola.

    Definindo objetivos

    Depois de analisar a situação da escola como empresa e avaliar o posicionamento digital, chegou a hora de traçar os objetivos da instituição.

    Esses objetivos guiarão todas as ações, haja vista que tudo que será realizado através das campanhas de marketing terão como foco principal o atingimento das metas estabelecidas.

    Naturalmente, dentro dos objetivos gerais serão criados checkpoints para uma melhor localização da equipe sobre o sucesso do trabalho, porém, a criação do mote principal das ações é fundamental.

    Alguns exemplos de objetivos são:

    • Captar no mínimo 30 alunos para cada turma que iniciará os cursos até que as aulas se iniciem;
    • Ao todo, gerar um total de R$ 300.000,00 de receita para a instituição até o fim do período de matrículas;
    • Atingir a marca de 10.000 seguidores no Instagram até o fim do ano letivo;
    • Criar um posicionamento da marca no Tiktok (recorrência de publicações e uma meta inicial de 500 seguidores) até o fim do primeiro semestre.

    Perceba que todas essas metas estabelecidas possuem a possibilidade de serem mensuradas e possuem um prazo final. Entretanto, é preciso considerar que o nosso cenário fictício não avalia a viabilidade de tais metas.

    Para que os objetivos sejam atingidos e a sua equipe trabalhe em prol dessa conquista, os números de desejo não podem ser muito sonhadores, ou seja, precisam estar dentro de uma realidade alcançável pela sua escola.

    Como usar a internet para atrair mais alunos para curso profissionalizante?

    A base para o trabalho foi criada. As análises do negócio e do posicionamento digital da instituição foram realizadas e os objetivos foram definidos.

    A partir de agora, o marketing deve ser colocado em prática, começando pelas etapas mais iniciais e tradicionais e partindo para a prática de forma imersiva e determinada a alcançar os resultados esperados.

    Passo 1: definir personas

    Parece maçante, mas a realidade é que qualquer estratégia de marketing precisa de personas. Se esse não foi o seu primeiro destino nas suas pesquisas de sobre marketing, certamente já leu sobre esse tema em outros conteúdos.

    Definir as personas do seu negócio é o ponto de partida para que as ações de marketing possuam assertividade e realmente se conectem com o público a ser impactado.

    Apesar de neste artigo eu não me aprofundar nas personas, é importante que você saiba que elas são uma representação semifictícia do seu cliente ideal e que precisa ser criada antes de qualquer comunicação.

    Passo 2: planejamento de marketing

    Você já possui os objetivos da sua escola para o próximo período de matrículas. Chegou a hora de definir o que deverá ser feito na parte operacional do marketing para que as metas sejam atingidas.

    O planejamento pode ser feito em etapas separadas, tendo primeiro um planejamento macro, que definirá início e término de ciclos, as personas que serão abordadas e os canais de mídia e venda utilizados.

    Já em um segundo momento é possível entrar em cada ciclo e definir as ações específicas que devem ser executadas para que o trabalho possa usar a internet para atrair mais alunos para curso profissionalizante.

    Com o planejamento montado, tendo todas as datas de execução e publicação das campanhas, chegou a hora de iniciar a produção e colocar a mão na massa para fazer as ações rodarem e captarem os alunos que você tanto deseja.

    Passo 3: entregar conteúdo de alta qualidade

    A partir do momento que a sua escola se dispões a colocar a marca no mercado digital e brigar com outras instituições pela atenção dos alunos em potencial, isso precisa ser feito com maestria e muita dedicação.

    Defina uma frequência para as publicações e quais linhas editoriais devem ir para o ar. Dessa forma, você terá uma visão macro sobre os processos e entenderá o que precisa ser feito para que o planejado vá para a prática.

    Da mesma forma, os conteúdos entregues para os usuários, independente do canal de distribuição, precisam possuir uma qualidade ímpar, que impacte as pessoas alcançadas e as faça enxergar a sua escola como uma possibilidade.

    Passo 4: utilizar o tráfego pago como um propulsor

    De nada adianta produzir o melhor conteúdo se ele não for distribuído para as pessoas. Lembre-se que a grande maioria dos seguidores da sua escola são os seus próprios alunos e familiares.

    Com isso, se o seu objetivo é captar pessoas novas para gerar matrícula e receita, precisará fazer o uso de recursos que possibilitem alcançar pessoas novas e que estejam alinhadas com o propósito do curso técnico.

    É exatamente para isso que os anúncios servem. Você investe uma determinada quantia em uma plataforma de anúncios, como Google ou Facebook, e começa a entregar conteúdos para as pessoas certas na hora certa.

    Isso fará com que o engajamento com a página aumente e novas possibilidades de venda sejam geradas, algo que é fundamental para o crescimento da instituição e o atingimento das metas definidas inicialmente.

    Passo 5: acompanhe todos os resultados e implemente melhorias constantes

    Só é possível usar a internet para atrair mais alunos para curso profissionalizante porque este é o canal que entrega as melhores possibilidades de monitoramento e metrificação das campanhas.

    Dessa forma, é imprescindível que você, em conjunto com os responsáveis pelo marketing, acompanhe os indicadores de sucesso das ações e entenda o que deu e o que não deu certo.

    Realizar esse monitoramento é o comportamento chave que definirá a adaptabilidade da sua instituição e a melhor assertividade nas campanhas.

    Conclusão

    O marketing digital é uma realidade para, basicamente, todos os nichos de mercado. Apesar pertencerem a um segmento tradicional, as escolas também precisam aderir às estratégias digitais para se diferenciar no mercado.

    Entretanto, usar a internet para atrair mais alunos para curso profissionalizante é uma tarefa que exige o trabalho de especialistas. É exatamente para isso que a V4 trabalha diariamente.

    Nosso objetivo é entregar os melhores resultados para os nosso clientes, portanto, se você possui uma escola de ensino profissionalizante e quer escalar os seus resultados, entre em contato conosco e descubra o que nós podemos fazer para transformar a sua escola.

  • Como Atrair Mais Alunos Para Curso Técnico Usando Marketing Digital

    Como Atrair Mais Alunos Para Curso Técnico Usando Marketing Digital

    Como atrair mais matrículas para curso técnico utilizando o marketing digital

    O mercado profissional é um dos principais destinos para os jovens brasileiros. Com isso, se torna ainda mais importante atrair alunos para curso técnico usando marketing digital.

    De uma forma geral, o marketing educacional segue diferentes caminhos a depender do nível de ensino que é comunicado, desde a educação infantil até os cursos de graduação e pós-graduação de uma universidade.

    Entretanto, diferente dos níveis do ensino básico, que são obrigatórios, os cursos técnicos são opcionais e costumam chamar a atenção dos jovens que desejam uma inserção qualificada no mercado de trabalho.

    Em alguns casos, por exemplo, os profissionais técnicos são maioria, como é o caso dos hospitais, onde os técnicos em enfermagem estão inseridos em grande número e são fundamentais para o bom funcionamento do centro de saúde.

    Para o diretor ou gestor de uma escola técnica, a democratização do ensino e a ampliação do mercado pode ter sido um desafio, tendo em vista que a concorrência aumentou consideravelmente nos últimos anos.

    Dessa forma, se faz ainda mais necessário se diferenciar do restante das escolas através do marketing digital, entregando uma comunicação personalizada e que atraia cada vez mais alunos.

    Este artigo é exatamente para isso, te ajudar a descobrir como atrair mais alunos para curso técnico usando marketing digital. Siga a leitura e aprenda o que a sua escola precisa fazer na internet para captar alunos.

    1.          Defina a(s) sua(s) persona(s)

    Grande parte dos negócios “tradicionais” possuem 1 ou 2 personas, porém, no caso das escolas técnicas, as personas podem ser em uma quantidade ainda maior.

    Isso acontece porque, além de cada curso possuir especificidades que chamam a atenção de pessoas distintas, existe uma parcela do público que ainda não tem o seu futuro definido e que também considera fazer um curso técnico.

    Sem dúvidas, a definição de persona para este segmento de mercado é complexa, porém, necessária para que as comunicações sejam melhor direcionadas para o público em potencial.

    Para recapitular, é importante definir a persona como um cliente ideal, que possui muitas características definidas de modo que facilite a comunicação da empresa, como:

    • Nome;
    • Idade;
    • Gênero;
    • Preocupações;
    • Desejos pessoais e profissionais.

    Todas essas informações serão úteis na hora de criar uma estratégia de marketing para atingir um determinado segmento de possíveis clientes.

    Por exemplo, se a sua escola possui um curso técnico de enfermagem, você pode utilizar algumas características da profissão que possam chamar a atenção da persona, porém, precisará dessa informação para se comunicar.

    2.        Conteúdo é rei

    Antes de qualquer coisa, é importante que a sua instituição valorize a importância de um curso técnico para a formação profissional de uma pessoa.

    Muitas vezes, esse tipo de conteúdo pode encorajar as pessoas que estão em dúvida se iniciam os seus estudos para iniciar a sua carreira profissional ou não.

    Em alguns casos, por exemplo, o curso técnico se torna uma opção paralela à faculdade, por possuir uma duração mais curta e ser, geralmente mais barato. Possibilitando uma inserção mais qualificada no mercado de trabalho.

    Dessa forma, se o seu objetivo é atrair mais alunos para curso técnico usando marketing digital, trabalhe a produção de conteúdo como uma forma de conscientizar as pessoas e trazê-las para o lado técnico do ensino.

    Com relação ao conteúdo de forma específica, pode-se variar com relação ao formato e aos canais em que ele é distribuído. Tudo isso dependerá da persona e dos canais que ela costuma estar presente.

    O mais importante é se comunicar na língua da persona em um canal que ela costume utilizar com frequência, independente de ser Instagram, Facebook, Tiktok, e-mail etc.

    3.        Possua um site responsivo

    A partir do momento que as pessoas definem que querem fazer um curso técnico, o processo de decisão de compra se inicia e uma instituição e um curso precisam ser escolhidos pelo futuro estudante técnico.

    Para atrair mais alunos para curso técnico usando marketing digital, a sua escola precisa possuir um site que entregue todas as informações sobre a instituição e seus cursos de forma fácil e objetiva.

    Além disso, é fundamental que esse site esteja aparecendo nas primeiras posições dos buscadores, para ser encontrado com maior facilidade pelos usuários.

    Isso exige um trabalho de SEO (Otimização para motores de busca) consistente, que garanta que o site figurará nas primeiras colocações e será facilmente localizado por quem busca um curso técnico.

    4.       Utilize as ferramentas gratuitas disponíveis

    Atualmente, existem alguns canais que não podem ser ignorados pela sua escola técnica. Dois deles são as mídias sociais e o Google Meu Negócio. A verdade é que estar em ambos é uma obrigação.

    No caso das mídias sociais, existem várias delas, você precisa estar naquelas que o seu público está com maior frequência. Provavelmente, você optará pelo Instagram e alguma outra que faça sentido para a sua persona.

    Entretanto, o Google Meu Negócio é uma constante, ou seja, precisa ser trabalhado por qualquer instituição de ensino técnico.

    Google Meu Negócio

    Se você ainda não sabe do que se trata, o Google Meu Negócio é a ferramenta que mostra informações detalhadas da sua instituição na direita da página de resultados de busca.

    É fundamental que a sua escola esteja com as informações cadastradas e atualizadas, como horários de funcionamento, telefone, site, imagens, endereço, entre outras.

    Isso fará com que o usuário obtenha todas as informações necessárias sobre a escola e consiga efetuar um contato mais rápido por telefone, por exemplo.

    5.        Mostre a vida depois do curso

    Nas mídias sociais, onde a frequência de conteúdo pode ser maior e é mais fácil de produzir conteúdo de qualidade, você pode utilizar o sonho dos alunos para captar a sua atenção e adquirir audiência.

    Desta forma, você pode trazer alunos formados nos cursos da sua escola e que estejam atuando na profissão para contar a sua história, como está sendo a sua vida e motivar mais alunos a seguirem o seu caminho.

    Esta é uma estratégia interessante, barata e que costuma surtir excelentes resultados, principalmente por inspirar as pessoas e tornar a sua instituição uma referência no segmento educacional do nicho.

    Além disso, conteúdos que projetam a carreira do egresso e mostram as possibilidades do mercado para cada curso também são interessantes.

    Esta projeção pode tornar a sua instituição ainda mais relevante no mercado, principalmente pelo fato de que as pessoas costumam ter uma visão limitada sobre os segmentos de mercado, independentemente de qual for.

    Desta forma, você amplia os horizontes dos possíveis alunos e demonstra ainda melhor por que as pessoas precisam de um curso técnico para iniciar bem a sua jornada profissional.

    6.       Apresente oportunidades de acordo com os objetivos da persona

    Se a sua escola possui parcerias com empresas ou instituições de estágio, por exemplo, explorar isso pode ser uma excelente opção para ganhar relevância no mercado.

    Essa possibilidade abre uma porta a mais para o aluno egresso, que pode se formar no curso técnico e iniciar a sua vida profissional em uma empresa parceira da escola.

    Sem dúvidas, esse pode ser um diferencial único, que coloca a sua escola à frente da grande maioria das concorrentes e chama a atenção de qualquer possível estudante que esteja considerando um curso técnico.

    7.         Utilize o poder dos anúncios

    Cada vez mais, as atividades orgânicas do marketing digital têm perdido potencial, pois as plataformas passaram a dar cada vez mais prioridade para os anúncios, sua principal fonte de receita.

    Dessa forma, instituições de ensino que desejam atrair mais alunos para curso técnico usando marketing digital devem aderir aos patrocinados para angariar ainda mais público com potencial de compra para os seus canais.

    Tanto Google Ads quanto Facebook Ads são interessantes para as escolas técnicas, cada uma das plataformas com as suas peculiaridades, porém, com um grande potencial de entrega de resultados.

    Facebook Ads

    A ferramenta de anúncios do Facebook é uma plataforma que abrange tanto Facebook quanto Instagram e possui a característica de interrupção. Isto é, os anúncios aparecem para os usuários quando eles não esperam.

    Geralmente, os anúncios interrompem uma ação natural, como a passagem dos stories ou a rolagem do feed, para mostrar um conteúdo que possa ser do interesse do usuário.

    Apesar de parecer intrusivo e inconveniente, na prática a utilização desses anúncios possui uma efetividade muito grande, quando feita da forma certa.

    Google Ads

    Já no Google Ads, é possível realizar anúncios com a característica de interrupção ou de intenção. No caso da interrupção, o princípio é o mesmo do Facebook, porém, aplicado para os vídeos do Google, principalmente.

    Já a característica de intenção explora as buscas do usuário, sendo muito mais assertiva na captação de público, já que atinge pessoas que já estão buscando pelo tema em questão.

    Para o caso das escolas técnicas, você pode mostrar anúncios para pessoas que busquem por “Curso técnico de enfermagem” no Google, por exemplo.

    Conclusão

    Atrair mais alunos para curso técnico usando marketing digital é uma realidade para o mercado educacional como um todo. Para os cursos técnicos, as possibilidades são inúmeras.

    Cabe à instituição e os responsáveis pelo marketing da mesma realizar os testes necessários e encontrar as melhores estratégias para captar alunos e preencher as turmas disponíveis em cada curso.

    V4 Company

    Veja como a V4 já ajudou uma universidade a conseguir mais matrículas.

  • Como chamar mais alunos para escola usando marketing digital?

    Como chamar mais alunos para escola usando marketing digital?

    Como atrair alunos para escola usando o marketing digital?

    Utilizar o marketing digital, sem dúvida, é a melhor maneira de atrair mais alunos novos para sua escola.

    Além disso, é uma ótima forma de reter alunos já matriculados, reforçando a preferência dos mesmos pela sua instituição de ensino.

    É importante lembrar que o segmento de mercado de educação possui características especiais. Ao contrário de lojas, negócios e serviços esporádicos, vivemos neles.

    Em outras palavras, podemos dizer que o fator confiança é muito mais importante do que outras áreas.

    Portanto, se sua dúvida é: como atrair mais alunos para minha escola usando o marketing digital, leia este artigo até o final.

    No texto de hoje, vamos mostrar tudo o que o marketing escolar pode oferecer com 15 dicas especiais e como aplicá-las no seu dia a dia.

    Marketing digital para escolas

    O marketing escolar tem uma longa história. Mas, no passado, todos os esforços se concentravam em materiais tradicionais. Painéis, banners, brochuras …  Até mesmo anúncios de TV e rádio.

    Todavia, esse panorama mudou. Hoje, o principal negócio da escola é a Internet. O mundo digital oferece uma gama maior de oportunidades para atrair a atenção e proporcionar aos alunos uma experiência inesquecível.

    Então, temos um conceito simplificado deste tópico. O marketing escolar é uma ação planejada para melhores resultados nas instituições de ensino.

    Por exemplo, quem possui uma escola sabe que as recomendações são uma excelente fonte de aquisição. Mas, a verdade é que você não pode simplesmente confiar na recomendação dos outros.

    É preciso ir mais longe

    As ações de marketing digital podem expandir a cobertura, a participação e os números de inscrição que se seguem. Isso melhorará significativamente a situação financeira.

    Tanto é que, de acordo com a pesquisa EduTrends 2016, nada menos que 81,3% dos IE investe em pelo menos uma campanha de marketing online. Essas organizações têm oito vezes mais visitas a sites do que as organizações que não aplicam estratégias digitais.

    Claro que, uma boa prestação de serviços, estrutura de alta qualidade e professores capacitados são elementos essenciais. Mas isto, ainda não é o suficiente.

    É preciso mostrar às pessoas todas as suas diferenças e fortalecer o vínculo com os alunos. É por isso que, o marketing digital nas escolas tornou-se uma solução para organizações estagnadas que desejam crescer.

    As vantagens do marketing digital para as escolas

    Muitos proprietários e administradores de escolas são receosos com o marketing digital. Isso porque eles confundem esse conceito com o conceito puro de publicidade.

    Embora esses termos estejam relacionados, eles não são a mesma coisa. O primeiro significa investimento financeiro para alcançar resultados e o segundo envolve qualquer estratégia usada para atingir objetivos de negócios.

    Todavia, isso não é bom apenas para as universidades, mas também para os alunos. Com a satisfação dos alunos, a empresa também ganha.

    Em outras palavras, este é um relacionamento mutuamente benéfico. E são muitos os elementos que o comprovam. O marketing para escolas permite a você aumentar as taxas de matrícula e de reinscrição em primeiro lugar.

    Quanto mais alunos, mais recursos são investidos em outros setores, como estrutura, tecnologia e professores. Mas, as vantagens não param por aí.

    Os alunos que já fazem parte do corpo discente também podem se beneficiar muito com o marketing digital.

    Por exemplo, participando de mídias sociais. Ao formular estratégias bem projetadas nesses locais de encontro digital, certamente haverá maior lealdade.

    Relatórios de eventos, piadas, notícias, imagens e vídeos … tudo isso gera uma interação valiosa para a empresa.

     Operações mais simples também podem trazer bons resultados, como o envio de materiais de apoio e datas de eventos por e-mail.

    Além disso, ao usar os canais digitais para levar informações úteis aos consumidores, a escola estabeleceu uma imagem positiva.

    Antes de tudo, tenha cuidado!

    Marketing e vendas ainda não são ciências precisas. No marketing digital, temos conseguido reduzir as incertezas e apostar em números e indicadores que nos mostram a melhor forma de trabalhar e desenvolver planos coerentes com os nossos objetivos.

    Teste, descubra métodos eficazes, aumente o investimento em áreas eficazes e reduza o investimento em áreas ineficazes. No entanto, não existe uma fórmula mágica ou estratégia infalível.

    Um método que funciona para universidades pode não funcionar para um concorrente com características muito semelhantes sem motivo.

    Uma estratégia bem-sucedida para preencher a vaga de um curso pode ser um grande desperdício para outro curso da mesma empresa.

    Sem depender dos segredos do sucesso do marketing digital, as instituições de ensino podem prestar atenção aos sinais que indicam problemas e, então, realizar pesquisas aprofundadas.

    Quando você percebe esses sinais, busque por oportunidades de melhoria.

    Dicas de como usar o marketing digital em sua escola

    Há muitas estratégias no que se refere a como atrair mais alunos para minha escola usando o marketing digital.

    Aqui, separamos algumas delas para tornar o caminho mais fácil para você; Acompanhe!

    1. Aposte na satisfação dos pais e alunos

    Não só os alunos, mas também seus pais devem estar satisfeitos com a escola.

    Para isso, você pode apostar em pesquisas de satisfação, colhendo feedback dos seus alunos e dos seus responsáveis.

    2. Use o inbound marketing

    O inbound é uma ótima estratégia de marketing digital. Tem oferecido inúmeras vantagens há vários negócios e com as escolas não é diferente.

    3. Determine a sua persona

    O conceito de persona é criar uma pessoa fictícia que represente o cliente ideal da empresa. É a bússola que orienta todas as atividades de marketing da escola.

    Links patrocinados são anúncios fornecidos em plataformas online. Um dos mais famosos é o Google Ads, onde os anúncios aparecerão nos resultados de buscas e nas páginas de sites parceiros.

    Algumas alternativas usadas são Bing Ads, Facebook Ads e Twitter Ads.

    5. Marketing de conteúdo

    O marketing de conteúdo é a essência do marketing de entrada. Nele, materiais ricos são criados para atrair e aproximar os usuários.

     Alguns dos formatos mais comuns são postagens em blogs, e-books, vídeos, podcasts e infográficos.

    6. Redes sociais

    A mídia social é um ponto de encontro virtual. A maior parte do público permanece dentro de casa durante o dia.

    Portanto, se você deseja compartilhar o ambiente com seu público, aposte nesses locais.

    Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e LinkedIn são alguns dos mais usados na educação.

    7. Interaja com seus alunos

    Redes sociais, postagens de blogs e outras mídias online são plataformas interativas. Focar nesta atividade irá gerar proximidade com o usuário.

    Os alunos definitivamente se sentirão mais à vontade ao participar de seu lugar de conversa favorito.

    8. E-mail marketing

    O marketing por e-mail pode fornecer muitas coisas para as escolas. Por ser um canal de comunicação pessoal, é utilizado para obter informações e conteúdos mais relevantes.

    Isso também é importante porque tem uma taxa de abertura mais alta.

    9. Se atenta a localização Geográfica

    A localização geográfica permite que você segmente campanhas de marketing. Se sua escola se localiza em São Paulo, por exemplo, não vale a pena anunciar em todo o Brasil, concorda? A maioria dos atingidos, ficarão de fora.

    10. SEO

    Searching Engine Optimization, que significa otimização de mecanismos de pesquisa em português, é uma boa ideia, já que consegue atrair os clientes em potencial para sua página.

    11. Banners em sites e blogs

    Outra forma interessante de gerar vendas é usar sites de nicho. Encontre blogs sobre tópicos de interesse do seu público e anuncie diretamente em suas páginas.

    12.  Informações úteis

    Disponibilizar informações úteis pode ser uma boa estratégia de marketing.

    Informações como horários, valores de pagamento, horários de transporte público, prestadores de serviços escolares e outros tipos de conteúdo são muito valiosas ao seu público que, com certeza, verá a escola com bons olhos.

    13. Automação de marketing

    As atividades de marketing da escola podem ser automatizadas por meio de canais digitais.

    Não há necessidade de preencher manualmente o envio do fluxo de nutrição, postagens e outras operações. Portanto, sempre que possível, coloque a tarefa em um estado de condução automática.

    Conclusão

    O marketing digital é uma transformação positiva do mercado de valor, que precisa se reinventar para não abrir mão da capacidade de fazer do futuro o melhor caminho.

    Com foco na natureza da diferenciação, o investimento das instituições de ensino em marketing digital irá torná-las mais lucrativas, e seu investimento na disseminação, atração e retenção de alunos é organizado e refletido em aspectos positivos.

    Em resposta às novas demandas em escolas, faculdades, instituições de ensino a distância ou cursos públicos, a adoção de ferramentas de marketing digital tem desempenhado um papel estimulante.

    Não existe uma fórmula ou combinação perfeita que possa ser replicada para cada organização, porque os dados pessoais variam muito, mas não usar ferramentas que possam ajudar no trabalho diário acabará por levar a perdas a longo prazo.

    Embora essa taxa de adoção não seja alta em todas as categorias, as escolas que têm investido em tecnologia para melhorar sua gestão e eficiência na captação de alunos, fechamento de matrículas, organização de projetos, entre outros, obtêm melhores resultados e consegue enfrentar melhor os desafios.se sua dúvida é: como atrair mais alunos para minha escola usando o marketing digital, leia este artigo até o final.

    Case

    Veja o que nosso cliente falou sobre o projeto com uma universidade clicando aqui.

  • Como fazer marketing digital para roupas e acessórios?

    Como fazer marketing digital para roupas e acessórios?

    Marketing Digital para Roupas e Acessórios

    O mercado de comércio de roupas e acessórios tem crescido consideravelmente no mundo digital nos últimos anos, principalmente com o surgimento de diversos brechós e pequenas lojas particulares.

    Esse movimento aqueceu o mercado e elevou a concorrência, fazendo com que os lojistas percebessem uma necessidade de se diferenciar da grande massa e entregar reais diferenciar para captar a atenção do público.

    Naturalmente, não é tão fácil realizar esse trabalho de destaque, porém, com organização e dedicação, é possível tornar os canais digitais importantes ferramentas de vendas e relacionamento com os clientes.

    Este artigo tem o objetivo de te ajudar a realizar ações eficazes de marketing e tornar esse trabalho algo sério e mais profissional e fazendo você entender de vez como fazer marketing digital para roupas e acessórios.

    Começando pela estrutura do negócio

    Não existe estratégia de marketing coringa que sirva para qualquer segmento de mercado ou tipo de comércio. Portanto, possuir um posicionamento básico da sua loja é fundamental para captar mais clientes.

    No geral, dois quesitos principais influenciam diretamente no marketing digital para roupas e acessórios. São eles:

    • Nicho de mercado bem definido;
    • Público-alvo vem definido.

    Nicho de mercado

    Antes de sair oferecendo roupas e acessórios na internet, é interessante que você possua um nicho definido e que este te possibilite atuar de forma personalizada e menos generalista.

    Por exemplo, a forma como você se comunicará para vender roupas e acessórios sociais masculinos é diferente de um cenário onde os seus produtos são prioritariamente femininos e em um conceito mais despojado.

    Além disso, possuir um nicho de mercado específico torna a experiência do cliente direcionada e facilita tanto o trabalho do time de marketing que irá realizar as divulgações quanto do cliente que buscará por produtos.

    Definição de público-alvo

    Mais pra frente, falaremos das personas, que são fundamentais para que o marketing digital para roupas e acessórios funcione, porém, antes disso, você precisa definir o seu público-alvo.

    Seus clientes serão homens ou mulheres? A classe social do seu público precisará ter maior poder aquisitivo ou os produtos serão mais baratos? Em que região geográfica você atuará diretamente?

    Estas informações são fundamentais para embasar qualquer estratégia de marketing e farão com que os seus investimentos sejam cada vez mais assertivos, além de embasar melhor a criação das personas.

    Marketing digital para vender roupas e acessórios na prática

    Tendo estruturado os dois principais pilares que embasarão qualquer estratégia do seu negócio, você pode começar a pensar em formas de trabalhar o mercado digital para captar mais clientes.

    É isso que eu vou te mostrar a seguir, com algumas orientações que servirão como propulsores para o sucesso de vendas do seu negócio.

    Posicionamento nas mídias sociais

    Atualmente, os principais canais de comercialização de roupas e acessórios são o Facebook, o Instagram e o WhatsApp. Com isso, é fundamental que a sua loja esteja posicionada e atendendo em todos eles.

    Para o WhatsApp, o trabalho é individualizado e o atendimento será o foco, com respostas rápidas aos clientes e o fechamento das vendas um pouco mais próximo.

    Já no Instagram e no Facebook, o papel da sua loja será mostrar os produtos, entregar conteúdo e, ao mesmo tempo, responder aos interessados que efetuarem contato.

    Sem dúvidas, as mídias sociais serão um termômetro importante do sucesso do marketing digital para roupas e acessórios. Dificilmente uma estratégia fará muito sucesso sem passar por esses canais, quando não se tem um e-commerce.

    Utilizando o marketing de conteúdo ao seu favor

    Além do posicionamento nas mídias, ou seja, de estar presente nelas e ofertar os produtos por lá, é preciso criar um relacionamento com os seguidores e usuários das plataformas, principalmente por meio de conteúdo.

    Para mídias sociais

    Além de comprar blusas, calças e outros produtos, o seu público também gostará de receber outros tipos de conteúdo, como:

    • Tendências de moda para o nicho;
    • Dicas de looks e composições para determinadas ocasiões;
    • Vídeos e trends para melhorar o engajamento.

    Para criar esse conteúdo, você pode utilizar as diversas ferramentas que as mídias sociais, como Instagram e Tiktok, oferecem atualmente. Por exemplo, existem muitos vídeos do Reels e do Tiktok que podem ser feitos pela sua loja.

    Esse tipo de conteúdo está com uma possibilidade de alcance orgânico muito maior atualmente e possui um grande potencial de captação de audiência. Sem dúvidas essa é uma grande oportunidade para a sua loja.

    Para blogs e Youtube

    Além das redes sociais, é extremamente comum que as pessoas procurem por informações no Google, sendo redirecionadas, na maioria das vezes, para blogs ou para vídeos do Youtube.

    Nestes canais, os conteúdos são mais densos e mais completos, entregando informações com alto valor agregado e que aprimoram o conhecimento do público.

    Para criar conteúdo para esses canais, você pode selecionar as principais dúvidas que os seus clientes possuem e gerar temas de vídeos, sejam individuais ou com compilados de perguntas e respostas.

    O mais importante é criar um conteúdo que realmente possua valor agregado, não sendo somente uma postagem para “encher linguiça”. Publicações pobres de conteúdo costumam diminuir o engajamento e serem até prejudiciais.

    Integre os seus canais de marketing e vendas

    Além de criar conteúdo de forma individualizada, é interessante que haja uma integração entre os canais. Por que não recomendar um conteúdo do blog dentro de um vídeo no Tiktok, e vice-versa?

    Além disso, durante o atendimento direto a um cliente, seja pelo Whatsapp ou pelo direct do Instagram, você também pode recomendar conteúdos gerados recentemente e que estejam alinhados com as opções de compra do cliente.

    Esse tipo de conduta fortalece os canais, gera valor para o seu prospecto e mostra que a sua marca está realmente preocupada com o consumidor, não está somente pensando em ganhar dinheiro.

    Utilize o poder dos influenciadores

    Se essa era uma tendência nos últimos anos, em 2021 se tornou uma realidade muito forte. Os influenciadores são responsáveis por boa parte das intenções de compra do consumidor em geral.

    É cada vez mais comum o comportamento de pessoas que buscam por roupas e acessórios porque viram determinada pessoa utilizando. Se na sua região existe um influenciador interessante, proponha uma parceria.

    Geralmente, estas parceiras envolvem presentear o influencer com algumas peças de roupas ou acessórios e, em troca, ele divulga a sua marca e publica fotos utilizando os seus produtos.

    Essa é uma forma muito interessante de gerar um engajamento viral para o seu negócio e captar novos clientes que estão na audiência dos influenciadores selecionados.

    Como fazer o trabalho de marketing para roupas e acessórios dar certo?

    Não tem como falarmos sobre estratégias de marketing e não abordar alguns temas principais, que servem como base para qualquer ação e tornam o trabalho muito mais assertivo e eficiente.

    Defina as suas personas

    A partir do público-alvo e de percepções que você adquire sobre os seus clientes, é fundamental que as suas personas sejam definidas. No geral, elas terão informações mais específicas sobre o seu perfil de cliente ideal, como:

    • Nome;
    • Idade;
    • Profissão;
    • Hobbies;
    • Estilo de vida;
    • Possui filhos ou não.

    Estas informações servirão para que você crie conteúdos cada vez mais personalizados e direcionados para o perfil de cliente selecionado. Afinal, criar conteúdos para mães é diferente de conteúdos para adolescentes, correto?

    A partir do momento em que a sua persona for criada, será mais fácil encontrar o formato de comunicação mais indicado e chegar a um trabalho onde as pessoas são realmente impactadas pelas suas publicações.

    Tenha objetivos muito bem definidos

    Esse é um erro comum para quem começa no mundo do marketing digital para roupas e acessórios. Lojas que não possuem objetivos bem definidos costumam nadar, nadar e morrer na praia.

    Portanto, estabeleça metas, crie objetivos específicos para as suas publicações e para os seus conteúdos.

    Por exemplo, para o próximo mês, uma de suas metas será zerar o estoque de calças jeans femininas. Portanto, sua estratégia precisa passar por conteúdos que exaltem o jeans e criem a necessidade de compra no público.

    Além disso, esses objetivos também embasarão o trabalho com os influenciadores e, também, possíveis promoções e descontos.

    Que tal propor uma parceria com um influenciador e estabelecer objetivos. Com o cumprimento dos objetivos, bônus podem ser ofertados e a parceria pode ganhar força.

    Acompanhe os resultados e metrifique o trabalho

    Não existe marketing digital para roupas e acessórios sem um acompanhamento próximo e metrificado. Ou seja, analise os dados e verifique o que dá e o que não dá certo durante o trabalho.

    Isso será fundamental para que as ações que derma certo sejam potencializadas e as que não surtiram efeito sejam reduzidas. Desta forma, você terá maior assertividade nas ações realizadas.

    Conclusão

    Vender roupas pela internet é uma realidade para a grande maioria dos negócios deste nicho, porém, o que diferencia as lojas que obtém sucesso do restante é exatamente a forma como o trabalho é realizado.

    Seguindo os passos sugeridos aqui neste texto, provavelmente você perceberá um crescimento nas suas vendas e uma satisfação maior dos seus clientes.

    Coloque o que sugeri aqui em prática e depois volte me contar o que você aprendeu com o processo, combinado? Boas vendas!

  • Como vender mais peças de roupa usando marketing digital?

    Como vender mais peças de roupa usando marketing digital?

    Vender mais Peças de Roupa com Marketing Digital

    O mercado da moda está cada vez mais voltado para o mundo digital. Hoje em dia, vender mais peças de roupa é um desejo de qualquer lojista, mas será que é possível fazer isso sem a internet?

    Com exceção do comportamento dos consumidores que estão em Shoppings ou no centro da cidade, de loja em loja para olhar os modelos disponíveis, a maioria das pessoas realiza buscas antes de fazer as suas compras.

    É claro que, na internet, não é tão fácil entregar a experiência de ir a uma loja e provar diversas peças para poder escolher aquelas que mais se encaixam no seu estilo, mas é possível entregar algo muito mais personalizado.

    No entanto, fazer marketing para o segmento de moda não se resume mais a apenas publicar diferentes peças e looks todos os dias, montando um feed bonito e esperando as mensagens das clientes.

    É preciso entregar algo que se adeque ao estilo do seu público, sugerindo conteúdos relevantes com certa constância e trabalhando os contatos durante algum tempo até que as compras sejam realizadas de forma efetiva.

    Foi exatamente por esse motivo que escrevi esse conteúdo, pensando em te mostrar o melhor jeito de você criar estratégias que convertam desde clientes extremamente impulsivos até aqueles mais analíticos na hora de fazer compras.

    Para vender mais peças de roupa, comece estudando a sua persona

    Todo estabelecimento possui um “público-alvo”. Mesmo que você não o tenha documentado de alguma forma, provavelmente já tem noção de que parcela da sociedade você pretende atingir com as suas peças de roupas.

    No entanto, geralmente esse público é estabelecido através de informações demográficas e características rasas, que falam pouco sobre as pessoas que estão buscando peças de roupa.

    Se você quer vender mais peças de roupa, precisa encarar o seu segmento de clientes como algo único, realmente humano, que possui sentimentos, preocupações, desejos e sonhos.

    Dessa forma, conseguirá conversar com a sua persona de forma mais específica, falando sobre assuntos que são do seu interesse e a trazendo cada vez mais próxima da sua marca.

    Diferença entre persona e público-alvo

    Para começar a nossa comparação, vamos entender quais são as principais características de um público-alvo:

    • Gênero;
    • Idade;
    • Profissão.

    Por outro lado, temos as personas, que também possuem estas informações, mas que dizem muito mais sobre quem vai comprar os seus produtos. Em uma persona, você possui ainda mais dados, como:

    • Estilo de vida que leva;
    • Possui filhos ou não;
    • Como é a sua rotina no geral;
    • O que gosta de fazer nos fins de semana;
    • Quais são os seus anseios pessoais e profissionais.

    Com tais informações, é possível entender que a Ana, que possui 23 anos e é recém-formada em arquitetura busca constantemente conjuntos sociais, para executar as suas funções diárias com uma vestimenta mais adequada.

    Além disso, você também saberá que a Ana gosta muito de ir a bares e restaurantes aos fins de semana, portanto, roupas mais despojadas para eventos noturnos também fazem parte do seu guarda-roupas.

    Conseguiu perceber a diferença de detalhes na hora de descrever o cliente ideal para o seu estabelecimento? Com quem você acha que é mais fácil conversar: com arquitetas entre 20 e 30 anos ou com a Ana?

    A sua persona está em locais específicos da internet

    Com um estudo detalhado, principalmente consultando clientes que já consomem os seus produtos, é possível entender as características que definem uma persona.

    Entretanto, além de gostos e estilo de vida, é preciso entender os canais que este cliente ideal está inserido. Afinal, para vender mais peças de roupa, você precisará estar nos canais certos para aparecer para os clientes certos.

    Voltando ao exemplo da Ana, será que ela utiliza mais o Instagram ou o WhatsApp? Será que utiliza e-mail? O Tiktok é uma opção para entregar conteúdos para ela?

    Tudo isso deve ser considerado antes de elaborar uma estratégia de marketing digital, já que você vai querer otimizar ao máximo a sua utilização de recursos, tanto de trabalho quanto de dinheiro.

    Vá além do básico e capte leads

    Conversar com a sua audiência através de conteúdos no Instagram, por exemplo, pode surtir muito efeito e gerar vendas interessantes para a sua loja de roupas.

    No entanto, se, por um dia, o Instagram e o WhatsApp saírem do ar, como você conversará com os seus clientes ou possíveis clientes?

    Eu gosto sempre de destacar que toda a audiência que construímos dentro de uma mídia social não é nossa, é da própria ferramenta, que nos empresta enquanto ela estiver disponível.

    Ou você acha que os administradores da comunidade “Eu odeio acordar cedo”, do finado Orkut, ainda possuem o contato de todos os membros? E olha que não eram poucas pessoas.

    Portanto, procure meios de captar as informações das pessoas e trazê-las para ambientes onde você terá o controle, não um terceiro.

    Uma excelente opção é captar o e-mail das pessoas, visando entregar conteúdos personalizados e com melhor garantia de entrega do que nas mídias sociais.

    A captação de leads é uma necessidade para grande parte dos segmentos de mercado, incluindo o de moda, principalmente naqueles que exigem maior consideração antes da compra por parte do cliente.

    O endereço de e-mail em troca de um conteúdo rico

    Naturalmente, as pessoas não entregariam um endereço de e-mail de graça, ou seja, sem receber nada em troca. Afinal, você acha que alguém chegaria no direct do Instagram da sua loja e deixaria o e-mail por nada?

    É claro que não. Por isso, você criará conteúdos com um valor agregado considerável e que só poderá ser consumido por pessoas que deixem o seu endereço de e-mail.

    Alguns exemplos e conteúdo são:

    • Top 50 combinações de jeans com trajes de banho;
    • Tabela de tamanhos de camisetas das marcas X, Y e Z;
    • Tendências de moda 2022: entenda o que o mercado trará de novidade para o próximo ano.

    O mais importante é trazer um conteúdo interessante, que não será facilmente encontrado de forma gratuita na internet e que possua valor o bastante para que o seu visitante queira deixar o e-mail em troca.

    A partir daí, muitas possibilidades se abrem para a comunicação com o contato, que chamamos de lead. Inclusive, daremos algumas dicas sobre essa comunicação mais à frente.

    Crie relacionamento com seus leads

    Um dos principais canais de relacionamento com contatos de forma personalizada, direta e com boa garantia de entrega é o e-mail. Campanhas de e-mail marketing entregam grandes possibilidades de conversão.

    Apesar de grande parte das pessoas ainda pensar que o e-mail é um canal ultrapassado e que não é utilizado pelas pessoas, essa ideia está equivocada e vai de encontro aos dados que o mercado coleta constantemente.

    Campanhas de e-mail possuem um custo muito mais baixo do que qualquer outro canal pago da internet, como campanhas de anúncios no Facebook ou no Google.

    Além disso, elas garantem a entrega para a quase totalidade da sua base de contatos e permite uma série de personalizações na comunicação, incluindo tratar o seu lead pelo nome, apelido ou qualquer informação que você possua.

    Como enviar e-mail marketing para vender mais peças de roupa?

    Se você possui o e-mail da pessoa, ela se cadastrou para baixar algum conteúdo ou para solicitar informações sobre determinada peça de roupa. Em ambos os casos você possui alguma informação de interesse do lead.

    A partir daí, é interessante que você entregue pitadas de conteúdo relacionado ao seu interesse. Por exemplo, se as pessoas baixaram um material sobre roupas sociais, por que não entregar mais conteúdo a elas?

    Novidades sociais que chegaram à loja, ou combinações de looks que possam encaixar em reuniões com clientes. Além disso, você ainda pode entregar promoções de forma personalizada, como cupons de desconto.

    Tudo isso só é possível com uma captação de leads bem executada e uma segmentação da sua base de contatos com base nos seus interesses, ou pontos de conversão.

    Tudo isso é possível com uma ferramenta de automação de marketing. Ela será a responsável pela segmentação dos seus contatos de acordo com a sua configuração, facilitando o relacionamento posterior.

    Mostre ao cliente que você está interessado em mais do que apenas a venda

    Focar em experiência é fundamental para vender mais peças de roupa através do marketing digital. Por isso, o relacionamento é tão importante.

    Em um mundo cada vez mais automatizado, a personalização e o tratamento das pessoas pelo seu nome, através da internet, se tornaram um diferencial muito importante.

    Por isso, trabalhe o relacionamento com os seus contatos de forma próxima e não abusiva. De nada adianta você enviar uma nova coleção de praia para pessoas que não possuem tal interesse.

    Envios de conteúdos inadequados não só possuem um baixo índice de conversão como prejudicam o relacionamento, por isso devem ser evitados.

    Conclusão

    O mercado da moda está cada vez mais concorrido, portanto, lojas que querem vender mais peças de roupa precisam inovar e partir para métodos de relacionamento diferentes do convencional.

    De repente, optar por estratégias que transcendem as tradicionais mídias sociais podem ser um ponto de partida para se diferenciar em um mercado local.