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  • Inside sales: o que é esse método de time que vende mais? | V4 Company

    Inside sales: o que é esse método de time que vende mais? | V4 Company

    Inside sales: o que é e como aplicar no seu negócio

    Já imaginou ter um time de vendas mais produtivo, diminuir custos e vender cada vez mais? Esses são só alguns benefícios que a implementação de uma estratégia de Inside Sales pode trazer para o seu negócio. 

    Em português, o termo Inside Sales significa vendas internas. Essa prática consiste em um método para realizar vendas de dentro da sua empresa, usando diferentes meios de contato. Alguns exemplos são: telefone, e-mail e videochamadas para se conectar com os futuros clientes. 

    Diferente do telemarketing, muito popular na década de 90, o modelo Inside Sales tem o cliente como foco e requer um nível de atenção maior do vendedor.

    Ficou interessado em saber como o uso de uma estratégia de Inside Sales pode impulsionar as suas vendas e combinar com sua estratégia de marketing digital

    Nós da V4 Company – maior assessoria de marketing digital do Brasil,  com mais de 5000 projetos executados e aprovados – vamos te contar tudo sobre esse modelo de vendas. 

    Mas afinal, o que é Inside Sales na prática? 

    Na teoria, já entendemos que Inside Sales refere-se a equipe de vendas internas, mas não só isso. O termo consiste também na elaboração de uma série de métodos para realizar a abordagem e relacionamento com clientes de dentro da empresa. 

    Um exemplo prático disso é o fluxo de funcionamento de uma imobiliária. Afinal, através da realidade virtual – e outras tecnologias -, é possível selecionar opções, fazer negociações e muito mais, sem deslocar um vendedor ou um cliente até o local. 

    Ou seja, não é necessário dispensar as visitas aos imóveis, mas é possível otimizar processos e evitar gastos desnecessários com deslocamento.

    Se o seu negócio corresponde com esse segmento, não deixe de ver nosso conteúdo de marketing digital para imobiliárias

    Quais as principais métricas de Inside Sales?

    Saber só o conceito de Inside Sales não é o suficiente para entender essa área como um todo. Assim, mais que fechar uma venda, é importante entender qual estratégia foi usada para que ela ocorresse.

    Por isso, é necessário também, estar atento as métricas que compõem o dia a dia de uma equipe de vendas interna, como por exemplo: 

    Taxa de conversão

    A taxa de conversão é a métrica mais importante para se analisar dentro do time de inside sales. Afinal, é ela que mostra quantas oportunidades de negócio foram concretizadas de fato

    Para calcular a taxa de conversão, basta dividir o número de vendas pelas oportunidades. Por exemplo: 300 conversões (vendas) / 1.000 leads * 100 = taxa de conversão de Leads de 30%.

    Conversão por lead

    Na conversão por lead, é necessário fazer uma comparação entre leads gerados e convertidos em meses anteriores. Com o resultado, dá para projetar a provável taxa de conversão do mês atual, tendo em vista os leads já gerados até o momento

    Valor médio e individual de vendas

    Essa métrica tem o intuito de mostrar quantas vendas cada vendedor faz, individualmente. Entretanto, é necessário muita cautela para não parecer que você está buscando apontar culpados. 

    A ideia aqui é corrigir problemas de desempenho individuais para que a média da equipe se mantenha sempre alta;

    Tempo de rampagem

    O tempo de rampagem diz respeito ao tempo, em média, que os vendedores levam para atingir as metas. Ou seja, além das vendas individuais, é necessário avaliar em quanto tempo as metas traçadas são atingidas individualmente e em equipe. 

    Quantidade absoluta de reuniões acontecidas

    Essa é uma métrica importante para entender quantos leads de fato tiveram algum contato com a equipe de inside sales. Assim, podemos entender além do número de leads em relação ao número de conversões, analisando a quantidade de leads em que houve algum contato. 

    Quantidade absoluta de Noshow 

    Na mesma lógica que a métrica anterior, o Noshow refere-se a quantidade de reuniões marcadas em que o lead não aparece. Ou seja, independente do motivo do não comparecimento, ele ainda deve ser abordado pelo time de vendas. 

    Quantidade absoluta de vendas

    Uma métrica simples mas indispensável. É importante não só relacionar e entender a efetividade das vendas, mas medi-las em total. Assim, é possível entender o quanto seu time de inside sales está rendendo no geral. 

    Quantidade Absoluta de Oportunidades no pipeline do CRM

    Essa é mais uma observação simples, mas extremamente importante para um entendimento geral do seu time. Afinal, aqui além de medir a eficiência dos vendedores, é possível também entender a eficácia das ferramentas que você está utilizando. 

    Tempo médio para conversão

    Esse é o tempo que o vendedor leva para fechar uma oportunidade. Calcula-se através da contagem do momento em que o lead se torna uma oportunidade qualificada para o time de vendas, até a sua efetiva conversão em cliente.

    Inside Sales X Outside Sales, qual a diferença? 

    Se em uma estratégia de Inside Sales as vendas acontecem dentro da empresa, quando o assunto é Outside Sales estamos falando em vendas de campo. 

    Um representante de Inside Sales usa ferramentas como telefone, e-mail e videoconferências para fechar o negócio. Já os representantes de Outside Sales entram em contato com os prospects presencialmente. Esse encontro pode acontecer por visitas e eventos comerciais. 

    Uma das principais diferenças entre os dois modelos está no custo. Em uma estratégia Outside Sales, a empresa terá despesas como deslocamento, acomodação, no caso de viagens para fora da cidade ou estado, e refeições do representante. Esse modelo costuma ser adotado em produtos com alto valor agregado e alto potencial de retorno.

    No modelo Inside Sales, um dos desafios está em encontrar ferramentas confiáveis para entrar em contato com os prospects. Um aliado importantíssimo nas vendas desse modelo é o CRM.

    Adotando um CRM robusto, a equipe de Inside Sales poderá visualizar o funil de vendas, gerar e qualificar leads de forma automatizada. Além disso, é possível redefinir a estratégia utilizada com base nas métricas obtidas.

    Saiba mais sobre a diferença entre inside e outside sales!

    Mas o que é CRM? 

    O Customer Relationship Management é um termo em inglês que pode ser traduzido como Gestão de Relacionamento com o Cliente. 

    Ele foi criado para para definir toda uma classe de sistemas de informações ou ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente. Assim, essas ferramentas compreendem sistemas informatizados e fundamentam uma mudança de atitude corporativa para criar campanhas e manter um bom relacionamento com o cliente

    Além disso, a ferramenta ainda permite armazenar e inter-relacionar de forma inteligente as informações sobre suas atividades e interações com a empresa. 

    Quer saber mais sobre o Customer Relationship Management? A gente te explica melhor o que é CRM e suas funcionalidades.

    É possível combinar Inside e Outside sales?

    Não quer dizer que por serem diferentes que as estratégias de Inside e Outside Sales não possam funcionar juntas. Pelo contrário, empresas que conseguem trabalhar nas duas frentes alinhadas, geralmente, só têm a ganhar. 

    Essa é uma boa alternativa para quem não consegue focar seus esforços nas vendas internas por alguns motivos, como: 

    • Realizar demonstrações;
    • Construção de propostas e planos de execução;
    • Passar por etapas de educação e maturação antes da compra. 

    Ressaltando que,mesmo essa prática sendo mais comum no B2B, também é possível encontrá-las em produtos e serviços B2C.

    Por que adotar uma estratégia de Inside Sales? 

    Com o Inside Sales, o custo de aquisição de clientes é menor, já que as vendas são realizadas de dentro do ambiente interno da empresa. Ou seja, sem a necessidade de deslocamentos e eventuais gastos extras. 

    Usar uma estratégia de Inside Sales combinada a boas práticas de tráfego pago  também pode ser uma maneira de ampliar o seu número de clientes em diferentes cidades, estados e países. Com a tecnologia, nos conectamos de maneira cada vez mais ágil uns com os outros, e ampliamos as oportunidades de negócio.

    O que difere a estratégia de Inside Sales de Telemarketing?

    Uma dúvida muito comum quando abordamos este assunto é: mas isso não é a mesma coisa que telemarketing? Não!

    Apesar de uma breve semelhança, Inside Sales e Telemarketing são modelos diferentes de venda. Confira as características de cada um:

    Inside Sales Telemarketing
    Foco em atender as necessidades do cliente através de um produto. Foco em oferecer ao cliente um produto.
    Comunicação para um público que já está em pelo menos alguma etapa do funil Base de contatos captadas de diferentes formas, como, por exemplo: bancos de dados, listas telefônicas e empresas já falidas.
    Taxa de conversão alta e vendas maiores Taxa de conversão baixa e sem conexão com o cliente
    A venda ocorre de uma maneira menos invasiva. O uso já está saturado, e por vezes pode ser considerado um método agressivo e incômodo.

    Ou seja, embora ambas práticas partam do princípio de realizar vendas de dentro da empresa, o Inside Sales enfatiza a experiência do cliente acima da venda. Assim, essa prática garante uma maior conversão, focando os esforços da equipe em leads mais passíveis de conversão. 

    Quais as vantagens de implementar essa modalidade? 

    Para começar, uma das principais vantagens de implementar o Inside Sales na sua empresa é a redução de custos em relação a métodos tradicionais de venda. Mas por que isso acontece? A economia no deslocamento dos vendedores é um dos principais motivos, mas não o único. 

    Alinhado com boas práticas de marketing digital, como a criação de conteúdo, é possível gerar leads mais qualificados. Isso garante uma otimização no tempo da sua equipe para gerar mais vendas, e de forma mais assertiva. 

    Além disso, é possível ter um aumento de produtividade. Afinal, é possível gerar mais vendas em menos tempo, com um investimento menor. Ou seja, o CAC diminui e a taxa de conversão aumenta.

    Assim, com o treinamento certo, é possível fazer esse processo replicável e escalável, para continuar gerando vendas de forma previsível todo mês.

    Como implementar Inside Sales no meu negócio?

    Para colocar em prática uma estratégia de Inside Sales no seu negócio, alguns requisitos básicos devem ser cumpridos:

    • Um modelo de negócio apto a trabalhar com a geração de leads;
    • Time comercial (Inside Sales) para atender a demanda gerada;
    • Uso de CRM para acompanhamento do processo de vendas.

    Implementar uma estrutura de Inside Sales pode levar algum tempo, sendo necessário um período de transição para que todos os envolvidos se adaptem ao modelo. Além dos requisitos citados acima, alguns investimentos são importantes, como, por exemplo: 

    • treinamento da equipe de vendas;
    • conteúdos de qualidade;
    • estrutura.

    Passando por todas essas etapas, chega o momento de colocar o modelo em prática e aproveitar os benefícios do inside sales. Dessa forma, criamos um material especial para você começar a executar agora mesmo na sua empresa as estratégias necessárias para criar um time de Inside Sales corretamente.

    Quero ter acesso ao Playbook de execução Inside Sales!

    Como é o profissional ideal para compor esse time? 

    Um bom profissional precisa ter algumas das principais características de um bom vendedor interno. Lógico que isso não é uma regra. Mas buscar por profissionais que atendam esses requisitos pode garantir uma maior assertividade na escolha do seu time

    Assim, é necessário identificar 4 pontos em um profissional para o seu time de vendas interna: 

    Empatia

    Um profissional de Inside Sales precisa, muitas vezes, atuar como uma espécie de consultor, e isso necessita empatia. Afinal, um vendedor que consegue ouvir e entender os problemas dos seus leads, consegue também encontrar melhores soluções que resolvam suas necessidades.

    Organização

    Ser organizado é um trunfo de qualquer profissional em diversas áreas de uma empresa. Assim, um vendedor interno que seja organizado consegue otimizar seu tempo para atingir metas, afinal ele possuirá uma quantidade maior de demandas. 

    Curiosidade

    A curiosidade é outro ponto forte de um bom vendedor interno. Essa é uma área que necessita de muita pesquisa e estudo de mercado. Afinal, diariamente esse profissional estará em contato com diferentes empresas, segmentos e ferramentas. 

    Persuasão

    Talvez uma das principais características de todo bom vendedor, o poder de persuasão é indispensável. E isso não quer dizer que esse profissional deve buscar formas de vender a qualquer custo, mas sim, de ter a capacidade de fazer com que o lead entenda sua necessidade em fechar negócio. 

    O SDR faz parte de uma equipe de Inside Sales? 

    Se você já ouviu falar do Sales Development Representative – Representante de Desenvolvimento de Vendas ou pré-vendas –  você pode estar se perguntando: O SDR é um profissional de Inside Sales? 

    Não! Embora o trabalho de um SDR influencie diretamente na equipe de vendas internas, esse profissional não executa a venda de fato. Seu trabalho é analisar e qualificar leads de acordo com a estratégia da empresa e características desse contato. 

    Assim, seu conhecimento em marketing digital, alinhado com a estratégia de vendas da empresa, faz com que esse profissional transite entre diferentes setores. Entretanto, por mais que ele seja essencial para um time de Inside Sales mais assertivo, ele não está condicionado a isso. 

    Marketing Digital e Inside Sales, como relacionar?

    Bom, já que falamos em marketing digital, é importante entender como essas áreas se relacionam no dia a dia. 

    Assim, lembramos que um dos conceitos do marketing digital está ligado diretamente com a ideia de atrair tráfego e gerar leads para as equipes de vendas. Seja por meio de um Landing Page, da criação de conteúdos ou anúncios. 

    Dessa forma, podemos entender o marketing digital e o Inside Sales como áreas dependentes entre si. Afinal, sem uma boa estratégia de marketing, não há leads para o time de vendas. E sem o time de vendas, não há quem converta os leads. 

    Livros e cursos indispensáveis para entender melhor o assunto

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    O que melhor do que entender um assunto com uma referência da área, não é mesmo? Foi pensando nisso que trouxemos algumas dicas de leituras, consideradas essenciais para quem quer saber tudo de Inside Sales. 

    The Sales Acceleration Formula – Mark Roberge

    Professor de da Harvard Business School, Mark Roberge já foi Sales VP e CRO da Hubspot, uma das principais referências mundiais em SaaS. 

    Na obra, Roberge descreve a metodologia que usou para criar e alavancar a operação de vendas da empresa. Explicando assim, sua fórmula de organização de processos e detalhes indispensáveis para quem quer se destacar ou gerenciar um time de vendas. 

    Data de publicação: 24 de Fevereiro de 2015.

    O livro The Sales Acceleration Formula está disponível na Amazon, e possui nota 4,6 de 5 na avaliação de mais de 480 leitores no e-commerce.

    Never Split the Difference: Negotiating As If Your Life Depended On It – Chris Voss

    A obra de Chris Voss “Negocie como se sua vida dependesse disso” aborda negociações em vendas diferente de tudo que você provavelmente já viu. Afinal, são abordadas técnicas de persuasão de um ex-agente do FBI, com mais de 150 negociações envolvendo reféns na carreira. 

    Data de publicação: 17 de Maio de 2016.

    O livro Never Split the Difference: Negotiating As If Your Life Depended On It está disponível na Amazon, e possui nota 4,7 de 5 na avaliação de mais de 19.500 leitores no e-commerce.

    Alcançando Excelência em Vendas: Spin Selling – Neil Rackham

    Um dos grandes clássicos ao se tratar de literatura para vendas,a obra apresenta a metodologia de vendas criada por Neil Rackham após analisar mais de 35 mil visitas de vendas.

    Data de publicação: 1988

    O livro Alcançando Excelência em Vendas: Spin Selling está disponível na Amazon, e possui nota 4,8 de 5 na avaliação de mais de 900 leitores no e-commerce.  

    Como a V4 Company usa Inside Sales? 

    Nesse ponto, já entendemos que marketing digital e inside sales estão diretamente ligados para o sucesso de ambos. Assim, faz todo sentido que a maior assessoria de marketing digital do Brasil conte também com o melhor time de Inside Sales do país

    Dessa forma, nosso time de vendas está sempre 100% alinhado com o time de marketing, em especial com a equipe de Growth Marketing. Com isso, conseguimos trabalhar desde as estratégias para captar mais leads, até entender a qualidade desses ao chegarem na equipe de Inside Sales. 

    Quer saber mais sobre Inside Sales? Então confira o que nosso COO, Eduardo Torres, vai te contar sobre gerir e melhorar seu time de vendas internas!

    Quer conhecer mais sobre a V4 Company? Estamos no Linkedin, Instagram, Facebook e Tik Tok. Além disso, produzimos conteúdos exclusivos sobre marketing digital para o Youtube e contamos com o podcast ROI Hunters em parceria com  Infomoney. 

  • Marketing digital: Entenda de uma vez esse conceito

    Marketing digital: Entenda de uma vez esse conceito

    O que é Marketing digital?

    O marketing digital é um conjunto de estratégias que tem o objetivo de facilitar o processo de vendas pela internet. Dentre as principais técnicas para um plano efetivo estão o SEO, Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo.

    Mas é só isso? Não! Existe uma infinidade de estratégias e ferramentas na área do marketing, que vem aumentando cada vez mais por conta da evolução do digital.

    É por isso que se você quer vender mais, ou quer entender sobre o mercado que está criando as profissões do futuro, você precisa ler esse conteúdo.

    Aqui você será apresentado ao assunto pela maior assessoria de marketing digital do Brasil. Mas além disso, vai entender ferramentas, mercado de trabalho e até receberá dicas de conteúdos complementares para se tornar um verdadeiro cientista do marketing digital. 

    Ao final desse artigo você terá acesso a um material feito especialmente para você já começar a aplicar um pouco do que viu aqui no seu negócio.

    Primeiramente, o que é marketing digital? 

    Bom, para começar, é importante que você entenda o conceito básico do que é esse conjunto de estratégias. Assim, vale voltar um pouco no tempo para entender que o marketing já é um tema antigo de atuação e estudo, sendo o digital sua mais nova vertente. 

    Essa volta no tempo nos leva até 1962, quando Philip Kotler – considerado o pai do marketing – começou a lecionar sobre o assunto nos EUA. Para ele, o marketing é uma parte essencial da economia e que a demanda era influenciada não só pelo preço. 

    Ou seja, fatores como publicidade e promoções de vendas funcionavam como canais de distribuição. Entretanto, ele liga o lucro à satisfação do consumidor e com o bem-estar da sociedade

    A partir dessa ideia primária, o conceito vem se modernizando diariamente, até chegar no ponto em que é necessário reunir todos esforços de marketing no digital. Assim, alinhando estratégias que conversem com o público onde ele está: na internet. 

    Resumidamente, hoje o conceito Marketing Digital consiste na promoção de produtos ou marcas por meio de mídias digitais. Essa é uma das principais maneiras que as empresas têm para se comunicar com o público de forma direta, personalizada e no momento certo.

    Entretanto, além desse conceito principal, é necessário estar alinhado também com alguns conceitos-chave do marketing digital.

    E quais são os conceitos-chave do marketing digital?

    Por se tratar de um conjunto de estratégias, para entender o marketing digital é necessário conhecer também seus conceitos-chave. Estes dizem respeito a formas, formatos e meios que justificam como são executadas estratégias e com que finalidade. 

    Dessa forma, é essencial que você entenda os seguintes conceitos: 

    Persona

    Uma persona é um retrato semi fictício da pessoa que seria o consumidor ideal do seu negócio. Ou seja, é a idealização de um personagem que, através de todas suas características, hábitos e estilo de vida, compraria seu produto ou serviço. 

    Mas isso não é a mesma coisa que público-alvo? Não, mas essa confusão entre os dois conceitos é muito comum na área do marketing digital. Diferente da ideia de PA, que busca mirar em grupos com hábitos comuns, a persona pensa em hábitos específicos.

    E qual a finalidade disso? Entender quem seria o lead mais qualificado e tentar conversar direta e indiretamente com ele. Por isso, explicaremos também o conceito de lead. 

    Quer saber mais? O Gui Lippert pode te ajudar a entender melhor o que é persona e como descobrir a sua.

    Lead

    Leads são oportunidades de negócio. Ou seja, são os contatos que, através da sua estratégia de marketing digital, chegaram até você e deixaram informações para que você entre em contato.  

    Funil de vendas

    Também conhecido como jornada do consumidor, ele diz respeito ao caminho do consumidor. Em outras palavras, é uma estratégia desenhada para prever as etapas pelas quais uma pessoa passa durante o processo de compra.

    Assim, é possível prever desde a compreensão de um problema pelo possível lead, passando pela consideração de compra até a decisão.

    CRM

    CRM (Customer Relationship Management) é um software responsável por gerir a relação de empresas com potenciais e atuais clientes.

    Ele foi criado para definir toda uma classe de sistemas de informações ou ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente. Assim, o CRM permite, no geral, o cadastro de clientes, registro de suas informações e preferências. 

    Além disso, também apresenta os últimos contatos realizados com a sua empresa e controle de follow-ups.

    Landing page

    As landing pages são páginas totalmente focadas em conversão e captura de leads. Isso ocorre através da entrega de um conteúdo ou material de valor, direcionando para botões ou formulários.

    Assim, o leitor que estiver mais interessado no conteúdo, preenche suas informações, ganha acesso a um material específico e autoriza que você entre em contato com ele. 

    SEO

    Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Buscas, é um conjunto de ações focadas em melhorar seu rankeamento orgânico

    Com isso, é possível atrair tráfego sem investir em anúncios, levando seu site e conteúdos para o topo dos mecanismos de busca através de keywords

    CMS

    O CMS – Content Management System, ou Sistema de Gestão de Conteúdos – é mais uma ferramenta da área. Ela possibilita a produção, edição e publicação de conteúdos sem a necessidade de conhecimentos técnicos em programação.

    CTA

    O CTA (Call To Action) é uma “chamada para ação”. Ou seja, é através dele que você vai induzir o leitor a tomar alguma atitude que o faça avançar em seu funil de vendas. 

    Ele pode aparecer através de botões personalizados, por exemplo, que atraiam o possível lead para que caiam no seu funil já preparados para o consumo. 

    Fluxo de nutrição

    O nosso último conceito-chave é o fluxo de nutrição. Esse diz respeito a um processo de automação que tem o intuito de ajudar o visitante a caminhar pelo seu funil de vendas

    Mas como? Através de um gatilho que leve até um fluxo de mensagens – como o feito por e-mail, por exemplo.

    Quais vantagens o marketing digital oferece? 

    Certo, agora entendemos diversos conceitos da área. Mas quais as vantagens de entender tais ferramentas e aplicá-las ao negócio? Uma coisa já podemos adiantar: são muitas

    Fortalecimento de marca

    Uma das vantagens do marketing digital que muitos esquecem diz respeito ao fortalecimento de marca. Afinal, se você está gerando conteúdo relevante em seus canais de comunicação, automaticamente você está se tornando uma grande fonte de conhecimentos. 

    Assim, a partir de conteúdos educativos, feitos para atrair tráfego ou alinhados com outras estratégias, você vai se tornando referência em assuntos do segmento

    Interatividade com o público

    Agora, um dos pontos mais importantes em que o marketing digital se destaca é quanto a interatividade. Nesse ponto, entendemos que o foco já não é mais só no produto, mas sim na experiência do usuário como um todo. 

    Por conta disso, as empresas buscam produzir conteúdos interativos em diversos formatos e plataformas de comunicação. Dessa forma, é possível engajar e criar uma comunicação mais linear e próxima do público. 

    Análise e mensuração de resultados

    Já pensou em colocar tudo isso em prática e não ter como medir se sua estratégia está dando resultados? Até pouco tempo atrás, isso era uma realidade. Afinal, se as vendas subiam, poderia ser em decorrência de uma série de fatores, e não especificamente seu plano de marketing.

    Agora, graças a internet e ao marketing online, é possível acompanhar resultados em tempo real. Isso é possível por conta de métricas como o Retorno Sobre Investimento (ROI) e Custo de Aquisição de Clientes (CAC).

    Dessa forma, conseguimos medir, analisar e tomar as melhores decisões a partir dos resultados preliminares de cada estratégia. 

    Aumento das vendas

    A principal vantagem de uma estratégia de marketing bem executada é simples: o aumento das vendas. E esse aumento ocorre através da facilidade e abertura de novas oportunidades de negócio que o marketing promove. 

    Além disso, nesse ponto podemos salientar o baixo custo de investimento comparado a potencialização da escalada de uma empresa. 

    Quais são as principais estratégias do marketing digital?

    Entendendo o marketing digital como um conceito que parte de um conjunto de estratégias e ações, precisamos entender quais são elas. Assim, trouxemos as principais e que são popularmente conhecidas e usadas no meio. São elas: 

    Inbound marketing e marketing de conteúdo 

    Para começar é importante deixar claro que Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo são coisas diferentes. Entretanto, nem tão diferentes assim, afinal um é combustível para que o outro funcione.

    Assim, no Inbound Marketing possibilita que o cliente chegue até o site da empresa de forma passiva. Ou seja, ele é um marketing de atração orgânica. E o marketing de conteúdo? Ele é o conteúdo dentro da estratégia de Inbound, possibilitando que ela se torne eficaz. 

    Com isso, vemos estratégias de marketing que dão origem aos conteúdos de blog, como este, por exemplo, e a utilização do SEO, como vimos anteriormente. 

    Growth Marketing 

    O Growth marketing surgiu da união das áreas de marketing, vendas, produção, operações e atendimento ao cliente. Usando ações de Growth Hacking, a estratégia tem uma nova forma de pensar sobre o Marketing Digital.

    Assim, coloca as empresas no caminho dos seus objetivos, de maneira mais rápida e com o menor uso possível de recursos. Ou seja, é o processo de projetar e conduzir experimentos para otimizar e melhorar os resultados de um mercado-alvo.

    Tráfego pago

    A estratégia de tráfego pago é uma que tem se popularizado muito no marketing digital nos últimos anos. Ela diz respeito a criação de anúncios focados em palavras-chave para ganhar destaque em mecanismos de busca e redes sociais. 

    Entretanto, sua efetividade depende muito do conhecimento do gestor de tráfego para gerenciar campanhas de forma eficaz. 

    Redes sociais

    As redes sociais tornaram-se espaços que vão além da interação entre usuários. Hoje, elas  dão brechas para empresas executarem estratégias de marketing digital. Com isso, diferentes formatos de interação, como vídeos, fotos, textos e até áudios podem ser usados como um aliado de vendas. 

    Essa tendência fez com que toda empresa busque formas de inovar e marcar presença nas redes sociais. Lembrando que quando nos referimos a essas redes, estamos falando de Facebook, Instagram, WhatsApp, Tik Tok, Youtube e até Spotify. 

    E-mail marketing

    O e-mail marketing talvez seja um dos mais tradicionais meios de ação do marketing digital. A estratégia possibilita engajar, informar e reter o consumidor, seja no pré ou pós vendas. 

    Entretanto, em uma geração dominada pelas redes sociais, é importante entender como usar o e-mail marketing de forma assertiva. 

    Mas além de frentes específicas, uma das tendências – principalmente para e-commerces- são as estratégias omnichannel. 

    Mas como estruturar um plano de marketing digital?

    Temos as estratégias, os conceitos e as vantagens. E agora, como fazer para começar a estruturar um bom plano de marketing digital? Bom, existem diferentes planejamentos na área, focados nas estratégias que você quer e precisa abordar. Entretanto, inicialmente, é importante atentar-se a 3 pontos: 

    Defina objetivos

    Ter objetivos claros e bem definidos é parte fundamental de todo bom planejamento. Por isso, o primeiro passo antes de pensar em ações e estratégias é entender onde você quer chegar

    Crie KPIs (Indicadores-chave de performance)

    KPIs são ferramentas de gestão para realizar a medição e nível de desempenho de uma organização ou processo. Para isso, a métrica foca no “como” e ainda indica como está cada processo.

    Dessa forma, é possível entender quais objetivos serão alcançados ou não com antecedência. Permitindo assim, que sejam pensadas soluções que contribuam para chegar mais perto da meta final. 

    Faça um detalhamento de persona

    Ter uma persona bem definida é outro ponto essencial para pensar estratégias de marketing digital. Afinal, fica muito mais fácil nos comunicarmos com alguém quando sabemos quem essa pessoa é, não é mesmo?

    Assim, partindo do ponto que já temos o conceito de persona mais bem definido – como visto anteriormente -, conseguimos desenhá-la desde o início do processo. Esse esforço inicial garante que você comece sua estratégia já dialogando com as pessoas certas

    E depois de planejar… como analisar resultados? 

    Essa é mais uma das grandes dúvidas do marketing digital. Afinal, mais complexo que entender ações de comunicação e distribuição, é saber como medir sua efetividade. 

    Por isso, aqui apresentamos também algumas métricas importantes de se entender um pouco melhor para ter estratégias mais assertivas:

    Retorno sobre Investimento (ROI)

    A sigla ROI vem do do termo em inglês “Return over investment”. Ou seja, retorno sobre o investimento. Este indicador é utilizado como guia básico para medir o sucesso de qualquer campanha, seja ela online ou offline.

    E como calcular e entender melhor isso? Nós podemos te explicar melhor em nosso conteúdo focado em o que é e como calcular ROI.

    Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

    O CAC considera uma série de custos para medir o valor destinado para a obtenção de clientes. Assim, norteia se a empresa está gastando muito ou não na hora de encontrar adeptos consumidores. Ou seja, esse indicador aponta tudo que foi investido em marketing e vendas para gerar receita.

    LifeTime Value (LTV)

    O Tempo de Vida do Cliente é fundamental para medir quanto cada um deles está investindo no seu negócio até o momento em que deixa de comprar.

    Este é um indicador que vai na contramão do CAC e mede quanto o cliente investe no seu negócio, considerando o tempo que ele permanece ativo na sua carteira de clientes.

    Quanto maior for o LTV, mais dinheiro você estará recebendo por um cliente (que teve um mesmo custo para ser adquirido) e maiores serão os lucros do seu negócio.

    Mas como calcular o CAC e o LTV da minha empresa? Aprenda agora.

    Custo Por Aquisição (CPA)

    Essa métrica é mais comum em campanhas e geração de leads. Assim, ela é utilizada para medir conversões propriamente ditas, sejam elas em leads ou vendas, por exemplo.

    Ou seja, essa é a métrica usada para medir o modelo de precificação que se refere a uma ação específica, por exemplo, uma venda, clique ou envio de formulário.

    Receita Mensal Recorrente (MRR)

    O MRR é uma métrica que serve para trazer uma receita previsível mensal para as empresas que vendem assinaturas. E isso geralmente ocorre com serviços, mas não é incomum com produtos também.

    Seu cálculo é feito com base no que os clientes pagam mensalmente às empresas. Ou seja, consiste em subtrair a quantidade total de contas ativas pagantes pela quantidade de contas canceladas e multiplicar pelo valor pago mensal.

    Custo Por Lead (CPL)

    Como o próprio nome já diz, o CPL diz respeito ao valor gasto para levar cada lead até a sua página. Ou seja, qual é o valor que as campanhas estão pagando por cada lead adquirido.

    Esse valor sofre algumas variáveis que dizem respeito, principalmente, ao número de buscas e concorrência por palavras-chave de cada campanha. 

    Taxa de Retenção e Churn 

    Enquanto a Taxa de Retenção diz respeito a quantidade de usuários ativos constantemente, o Churn é uma métrica que indica quantos clientes uma empresa perdeu dentro de um período de tempo.

    Para que você entenda melhor isso, separamos um conteúdo especial que explica o que é Churn e como fazer para reduzi-lo. 

    Como trabalhar com marketing digital?

    Existem diversas frentes no marketing digital. Isso permite que diferentes profissionais com variadas expertises possam trabalhar nessa área em algo específico. Alguns exemplos são copywriters, designers, gestores de tráfego, entre outros.   

    Entretanto, já há maneiras de somar esses conhecimentos em um único profissional. Esse poderá focar em operações ou mirar cargos de gestão, comandando diversas frentes e tendo o conhecimento necessário para isso. 

    Mas que profissional seria esse? O Cientista do Marketing. Um profissional multidisciplinar de referência que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. 

    Como aplicar marketing digital para empresas? 

    Como já percebemos, existem uma infinidade de estratégias e ações que você pode usar dentro do marketing digital. Contudo, sua aplicabilidade no dia a dia de um negócio depende de mais um fator: qual o tipo da sua empresa? 

    Nesse caso, podemos dividir diferentes ações para pequenas, médias e grandes empresas, assim como seu foco em vendas B2C ou B2B. Quer um exemplo? Vamos lá. 

    Qual o objetivo em comum que todas essas empresas têm? Vender mais. Entretanto, os diferentes obstáculos existentes para cada uma delas atingir essa meta é o que implica em estratégias distintas. 

    Assim, as pequenas empresas buscam formas de atingir um público maior e apresentar o seu negócio. Já as médias, procuram manter a fidelização dos clientes e expandir a oferta de produtos e serviços usando o marketing digital. 

    Enquanto as grandes empresas procuram formas de se destacar no mercado perante os concorrentes. 

    Agora, ao se tratar de B2B e B2C, também temos estratégias diferentes de marketing. Afinal, enquanto a primeira tem o foco em atrair diretamente o consumidor final dos produtos e serviços, a outra oferece os produtos e serviços para que outras empresas utilizem com seus consumidores finais.

    Ou seja, para começar a aplicar ações de marketing em sua empresa, antes é necessário entender quem é você no mercado. Dessa forma, é possível inserir ações como o método V4 de marketing digital. 

    Dicas de ferramentas de marketing digital

    Ao perceber a quantidade de frentes e ações do marketing digital, é impossível imaginar um cenário sem ferramentas para auxiliar em todos os processos. Assim, trouxemos algumas ferramentas que podem te ajudar desde a organização diária de tarefas, até mensurar resultados de forma mais prática. 

    Ferramentas de SEO

    Como já falamos anteriormente, o SEO trata-se de uma série de estratégias específicas para conseguir bons resultados em mecanismos de busca. Por isso, existem diversas ferramentas na área com diferentes objetivos, como: 

    Ferramentas de Análise

    Analisar campanhas e resultados são outras ações trabalhosas quando não se tem ferramentas que auxiliem e permitam uma visualização mais detalhada. Nesse caso, temos duas ótimas referências: 

    Ferramentas de CRO

    Entender as conversões do seu site e de sua estratégia online como um todo é essencial. Algumas ferramentas que possibilitam isso são:

    Ferramentas de Automação

    Usadas para integrar sua estratégia, enviar emails, gerenciar suas leads e facilitar o contato entre marketing e vendas. As ferramentas de automação também permitem a criação de testes A/B, organização de fluxos de trabalho etc.

    Salientando que existem diversas outras ferramentas para ajudar em outras frentes, como na gestão de redes sociais, análise de concorrência, e-mail marketing, e muitos mais. 

    Livros de marketing digital que você precisa ler

    Bom, se você quer entender e se especializar nessa área, nada melhor do que aprender com que é referência no assunto, não é? Por isso, trouxemos algumas dicas complementares de livros que serão úteis na sua trajetória nesse meio. 

    The End of Marketing as We Know It – Sergio Zyman 

    O fim do marketing como nós conhecemos é uma obra de Sergio Zyman, duas vezes czar do marketing da Coca-Cola e hoje provavelmente o mais famoso profissional – e o maior contestador – de marketing do mundo.

    Na obra, o autor revela as táticas e estratégias de marketing, contra intuitivas e muitas vezes provocativas. Entretanto, que ajudaram a aumentar o valor de mercado da empresa para cento e noventa e três bilhões de dólares em apenas cinco anos.

    Data de publicação: 7 de novembro de 2000. 

    O livro The End of Marketing as We Know It está disponível para venda na Amazon, e possui nota 4,3 de 5 na avaliação de mais de 35 leitores no e-commerce. 

    Marketing 4.0 – Philip Kotler 

    Escrito por Philip Kotler, em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, o livro trata da nova abordagem do Marketing. Ou seja, refere-se aos impactos dos avanços tecnológicos nas formas de comunicação entre organizações e consumidores. Assim, ocasionando o aprimoramento da jornada de compra do cliente e maior foco no ser humano.

    Data de publicação: 8 de agosto de 2017. 

    O livro Marketing 4.0 está disponível para venda na Amazon, e possui nota 4,8 de 5 na avaliação de mais de 3100 leitores no e-commerce. 

    A Bíblia do Marketing Digital – Cláudio Torres 

    Quase um guia prático de formação em Marketing Digital. A obra é baseada em anos de experiências e pesquisas desenvolvidas acerca do assunto pelo autor, o renomado consultor e especialista em mídias sociais, Cláudio Torres. 

    Data de publicação: 22 de novembro de 2018.

    O livro Bíblia do Marketing Digital está disponível para venda na Amazon, e possui nota 4,4 de 5 na avaliação de mais de 100 leitores no e-commerce. 

    Cientista do Marketing Digital – Dener Lippert 

    O livro do CEO da V4 Company – maior assessoria de marketing digital do Brasil -, fala sobre um universo de possibilidades e de conexão instantânea com seus clientes. 

    Abordando assim o método V4, os erros mais comuns ao planejar uma campanha de marketing digital e como o profissional de marketing pode ir além do operacional e desempenhar o papel estratégico no negócio em que atua. 

    Data de publicação: 10 de abril de 2021. 

    O livro Cientista do Marketing Digital está disponível para venda na Amazon, e possui nota  4,6 de 5 na avaliação de mais de 440 leitores no e-commerce.

    Hacking Growth – Sean Ellis e Morgan Brown

    Neste livro, os autores explicam todos os fatores que envolvem o funcionamento dessa poderosa ferramenta. Dentre eles: o ciclo de análises, formação de equipes multidisciplinares, product market fit e o uso dos hacks (aquisição, ativação, retenção e monetização).

    Data de publicação: 13 de novembro de 2018

    O livro Hacking Growth está disponível para venda na Amazon, e possui nota  4,7 de 5 na avaliação de mais de 600 leitores no e-commerce.

    Isso é Marketing – Seth Godin

    Seth Godin fala sobre a importância de encontrar seu menor público viável e entender sua cosmovisão. Além disso, dialoga sobre a importância dos adotantes iniciais para o sucesso do seu negócio, sobre como fazer o melhor para o cliente, usando a empatia e a generosidade.

    Data de publicação: 17 de junho de 2019.

    O livro Isso é Marketing está disponível para venda na Amazon, e possui nota  4,7 de 5 na avaliação de mais de 890 leitores no e-commerce.

    V4 Company: a maior assessoria de marketing digital do Brasil 

    Fundada em 2012, a V4 Company completou 10 anos de atuação no mercado de marketing digital. Contando, hoje, com mais de 5 mil projetos executados e 220 franquias espalhadas pelo país.

    Assim, nossa Assessoria de Marketing Digital busca, através de um método próprio, fazer com que nossos clientes vendam seu produto, mais vezes, para mais pessoas e pelo maior valor. Além disso, se estiver interessado em conhecer mais sobre a nossa história e o que fazemos, acesse este vídeo.

  • Aplicando o marketing digital para clínicas de estética

    Aplicando o marketing digital para clínicas de estética

    Marketing digital para clínicas de estética

    Você sabia que investir em marketing digital para clínicas de estética é colocar dinheiro em um dos segmentos que mais cresce no Brasil? Segundo dados do Grand View Research, esse mercado tende a expandir a uma taxa de crescimento anual de 9,8% de 2021 a 2028.

    Mas o que isso significa? Que o tamanho do mercado global de estética deve chegar a US$ 124,7 bilhões até 2028. Com isso, se você ainda não começou a investir em marketing digital para o setor, você pode acabar ficando para trás. 

    Por isso, para garantir que você esteja alinhado com essa tendência de mercado, nos da V4 Company – maior assessoria de marketing do Brasil – , vamos te ensinar algumas dicas. Quer saber quais? Então acompanhe esse conteúdo até o final.

    Mas o que é marketing digital?

    Marketing digital é um conjunto de ações de comunicação que visam promover empresas, produtos, serviços e até pessoas. Ou seja, são estratégias dentro do ambiente digital que tem o objetivo de auxiliar o processo de vendas

    Isso pode ocorrer de diferentes formas. Seja através da atração de leads, fortalecimento de marca e até estruturação de processos de divulgação, entre outros. Mas, para isso, é necessário alinhar diversos fatores, garantindo que sua estratégia seja funcional. 

    Como implementar marketing digital para clínicas de estética?

    Primeiramente, para implementar um processo, seja de marketing digital para clínicas de estética, ou qualquer outro, é necessário entender alguns conceitos básicos. 

    Por conta disso, trouxemos alguns pontos considerados importantes para você começar a desenhar um plano de marketing. São eles: 

    Conhecer seu público

    Entender quem são seus potenciais clientes é essencial para começar a implementar sua estratégia de marketing para clínicas de estética. Afinal, esta é uma área muito específica e, por consequência, possui um público muito específico. 

    Dessa forma, o ideal é estudar padrões que definam um público-alvo dos clientes que você já tem. Assim, é possível definir recortes de grupos de pessoas que teriam mais chances de consumir seu serviço. E, a partir daí, começar a criar conteúdos focados para alcançar esses grupos. 

    Faça sua clínica aparecer no Google

    Pense na sua experiência de busca para encontrar algo novo. Por exemplo: você quer comer comida japonesa e não sabe onde ir e quais restaurantes estão na proximidade. 

    Uma simples busca usando a palavra-chave “comida japonesa” já basta para que os melhores restaurantes e os mais próximos apareçam para você. Não é mesmo? 

    Isso funciona para diferentes segmentos de mercado, inclusive para clínicas de estética. Afinal, se você está nos primeiros resultados do Google, existem mais chances de pessoas que buscam por esse termo encontrem o seu negócio. 

    Mas como fazer isso? Existem diversos meios, que vão desde estratégias de SEO, tráfego pago e ainda o uso do Google Meu Negócio

    Esteja presente nas redes sociais

    Para vender mais você precisa estar onde todo mundo está. Ou seja, se hoje as redes sociais dominam o mercado digital, você precisa estar nelas. Entretanto, não somente estar, mas pensar em estratégias e formas de se comunicar com seu público nessas redes. 

    Lembrando ainda que cada rede social possui formatos e formas diferentes de se comunicar. Com isso, é necessário entender também quais desses formatos fazem mais sentido para seu negócio

    No caso das clínicas de estética, investir em cases focados em imagens e vídeos geralmente tendem a atrair mais resultados. Por isso, redes como o Instagram, Youtube e Tik Tok podem fazer mais sentido nesse caso. 

    Conteúdo focado em marketing digital para clínicas de estética

    Criar conteúdo é outro ponto importante para começar a pensar em estratégias de marketing para clínicas de estética. Mas para isso é importante estar atento a dois fatores: conteúdos de qualidade e que estejam alinhados com seu segmento de negócio. 

    Ou seja, mais importante que gerar conteúdo em quantidade, é criar algo que gere valor. Por conta disso, essa já é uma área em que pode ser interessante começar a investir em profissionais do marketing digital. 

    Ter bom relacionamento com o público

    Outro dica especial para começar a fazer sua estratégia de marketing digital para clínicas de estética funcionar é a forma que você se relaciona com o público. 

    Para isso, é importante definir um tom de voz de comunicação para conversar com ele. Mas, além disso, pensar em formas de fazer com que o público consiga tirar dúvidas e obter respostas mais facilmente com sua clínica. 

    Investir em tráfego pago

    Você já ouviu falar em tráfego pago? A estratégia diz respeito a criação de anúncios para mecanismo de busca, baseado em palavras-chave. Ou seja, você paga para o Google colocar o que você quer na primeira página

    Só isso? Não. Existem uma série de técnicas específicas para que isso seja funcional e traga clientes até você. Por isso, essa é mais uma área em que você precisará de profissionais especializados para executar ações efetivas. 

    Metrificar resultados do seu marketing digital para clínicas de estética

    Por último, além de executar diversas técnicas diferentes de marketing digital, é importante saber medir quais estão dando resultados de fato para sua clínica de estética. 

    Porém, para medir isso, é necessário saber como olhar para esses dados, em plataformas como o Google Analytics, por exemplo. Ou seja, estamos falando de mais uma área em que uma agência de marketing ou um profissional da área poderia ser um diferencial. 

    V4 Company e o marketing digital para clínicas de estética

    Certo, agora que você entendeu diversos passos para começar a implementar uma estratégia de marketing para sua clínica de estética, é importante saber com quem contar para isso. 

    É dessa forma que uma assessoria de marketing, como a V4 Company, entra em cena para te ajudar a entender quais ações fazem mais sentido para você. Entretanto, mais do que isso, queremos que sua estratégia de marketing faça você vender cada vez mais. 

    Quer saber mais? Entre em contato com nosso time de especialistas e saiba como o marketing digital para clínicas de estética pode te ajudar a crescer nesse mercado. 

  • Live commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Live commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Live commerce: Tendências de E-commerce para 2022

    O live commerce é uma estratégia de marketing digital que usa da interação proporcionada por lives em streamings de vídeo para propiciar e alavancar vendas. A tendência consiste em um “comércio ao vivo”, em que o vendedor promove produtos, serviços e todo o ecossistema de e-commerce.

    Esse é mais um dos conceitos pertencentes à nossa série de ferramentas que estão em alta para vender mais em e-commerces em 2022. Lembrando que já falamos sobre vendas omnichannel, voice commerce, inteligência artificial, realidade aumentada e o Metaverso.

    Mas será que essa tendência faz sentido para meu e-commerce? Vamos responder essa e outras perguntas que te ajudarão a entender como vender mais usando o Live Commerce

    Para começar… o que é o live commerce de fato? 

    Como já abordamos de forma resumida: o live commerce consiste no uso de streamings com vídeos “ao vivo” para vender um produto ou serviço. 

    E qual o grande diferencial dessa tendência? A interação proporcionada pela transmissão ao vivo. Ela possibilita que vendedor e consumidor tenham uma maior proximidade, engajamento e, consequentemente, maior conversão.

    Assim, são usados diferentes métodos de venda, como os gatilhos de escassez e urgência, por exemplo. Estes são feitos por personalidades que, além da venda, buscam entreter e instruir o espectador a comprar corretamente os produtos ofertados. 

    E quando a tendência chegou ao Brasil?

    Antes de dizer para quem a tendência pode ser uma estratégia efetiva, vale entender quem foi que popularizou a ideia. Assim, mesmo sendo uma ferramenta em alta para 2022, o Live Commerce surgiu em 2014, na China

    No país de origem já existem mais de 1.000 sites de streaming ao vivo. Em 2019, por exemplo, no Dia dos Solteiros – uma das maiores datas do ano para o comércio do país – os vendedores do gigante Alibaba atingiram quase US$ 3 bilhões em vendas com a modalidade.

    Mas foi só em 2020, durante a pandemia de COVID-19 que o Live Commerce explodiu de fato no Brasil. Afinal, com a quarentena, o comércio precisou de alternativas para se reinventar.

    Dessa forma, o Grupo Soma foi o grande destaque no início da tendência no país. Nas transmissões, apresentadores e influenciadores discutiram e experimentaram as peças das lojas. Estas podiam ser compradas por meio de uma aba ao lado do vídeo.

    Além disso, as lives ofereciam descontos e peças exclusivas para os espectadores da transmissão. E, com isso, resultou na movimentação de mais de R$3 milhões nas quatro primeiras lives

    A partir disso, outras empresas começaram a fazer uso da tendência, como a Americanas, por exemplo. 

    Mas quem pode usar o live commerce? 

    Por conta da facilidade de acesso a aplicativos de streamings de vídeo, atualmente qualquer pessoa pode fazer uso dessa estratégia de venda. Entretanto, é necessário ter um processo bem estruturado para que ele seja de fato efetivo.

    Mas como assim? Se você possui um e-commerce é mais fácil direcionar os espectadores para sua página de vendas através da live. Contudo, sem um site de vendas, é necessário encontrar formas de tornar o live commerce um facilitador para o consumidor. 

    Assim, qualquer pessoa pode fazer uso da ferramenta para vendas. Porém, é importante que os produtos ofertados estejam alinhados com a tendência de mercado, facilitando todo o processo de compra e fazendo-o realmente eficaz. 

    Como inserir a tendência na minha estratégia de marketing?

    Como toda estratégia de marketing digital, é preciso de um planejamento para fazer com que o live commerce seja efetivo para suas vendas. Ou seja, não é apenas começar a fazer transmissões ao vivo para conseguir vender mais. 

    Para isso, o ideal é contar com profissionais de marketing que ajudem nesse planejamento. Assim, é possível traçar uma estratégia baseada na sua realidade e, além disso, entender quais resultados esperar.

    Entenda o que é uma assessoria de marketing digital e porque você precisa de uma para aumentar suas vendas. 

    A partir disso, você consegue entender melhor como executar lives que convertam em vendas, quando fazer e como captar seu público para elas. 

    Quais as vantagens e desvantagens do live commerce? 

    Bom, já entendemos que a principal vantagem, quando a estratégia é bem executada, é o aumento na venda do seu e-commerce. Mas vale entender que essas vantagens vão além dessas vendas, e ainda, que existem desvantagens em certos casos. 

    Vantagens do live commerce

    Antes de apontar as vantagens, é interessante trazer alguns números que justifiquem elas. Assim, quando falamos de vendas e vídeo, um levantamento da Wyzowl, temos as seguintes considerações: 

    • 96% dos usuários assistem um vídeo de explicação para entender melhor sobre um produto ou serviço;
    • 84% dizem que se sentem convencidas a comprar um produto após assistir um vídeo da marca;
    • 66% afirmam que preferem se informar sobre um produto por meio de vídeo.

    Dessa forma, conseguimos entender que investir em estratégias de divulgação em vídeo é focar na preferência da maioria dos consumidores apontados pela pesquisa. Ou seja, mais uma vantagem é estar trabalhando em plataformas que estão em alta e atendem as preferências do público. 

    Além disso, uma outra vantagem é a possibilidade de usar outras tendências alinhadas com o live commerce. Afinal, estamos falando de um novo meio de comunicação com seu consumidor. A estratégia a partir daí, pode seguir o que for mais relevante para atingir sua persona. 

    Desvantagens do live commerce

    Agora, ao tratar das desvantagens do live commerce, podemos apontar uma principal: a dificuldade de produção.

    Primeiramente, desafios técnicos: produzir uma live pode ser algo complexo e envolve diversas tecnologias. Além de exigir uma equipe robusta para prepará-la, com profissionais de marketing, criativos, etc.

    Por consequência, o live commerce pode significar um investimento alto. Mas apesar disso, como mostram os diversos exemplos que citamos aqui, vem sendo uma modalidade promissora quando executada corretamente. 

    Live commerce pela maior assessoria de marketing do Brasil

    Mas e aí, você conseguiu entender o que é e por que o live commerce é uma das principais tendências para 2022? De uma forma resumida, se você busca investir em estratégias de marketing digital que estão em alta no seu e-commerce, esta é uma a se considerar. 

    Entretanto, será que essa é a tendência ideal para você? Essa é uma pergunta que a V4 Company pode te ajudar a entender melhor. Afinal, somos a maior assessoria de marketing digital do Brasil, com mais de 200 escritórios espalhados pelo país e mais de 5000 mil projetos executados

    Quer saber como? Entre em contato com o nosso time de vendas e entenda o que você precisa fazer para vender mais com o live commerce. 

  • Voice commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Voice commerce: As tendências de E-commerce para o ano de 2022

    Voice commerce: tendências de E-commerce para 2022

    Em nossa série de conteúdos sobre as tendências de e-commerce para 2022 já falamos sobre vendas omnichannel, inteligência artificial, realidade aumentada e o Metaverso. Seguindo essa lógica, chegou o momento de falar de outra tendência que vem ganhando cada vez mais espaço: o voice commerce.

    Além disso, vamos entender o papel do marketing digital  para que essa estratégia seja efetiva no seu negócio. Afinal, esse é o papel da maior assessoria de marketing digital do Brasil: fazer você vender mais com a estratégia certa

    Para começar… o que é voice commerce? 

    O voice commerce é a parte do processo de busca e compra de produtos ou serviços por meio da voz. Ou seja, o usuário não tem mais a necessidade de procurar algo em seu navegador da internet por meio da digitação.

    Tal busca é feita no ambiente digital ativado inteiramente ou parcialmente pela voz, e em diferentes dispositivos. Ou seja, quando você faz pesquisas usando a Siri no seu Iphone, ou até mesmo a Alexa, a assistente virtual da Amazon. 

    Por que utilizar o voice commerce? 

    Certo, mas por que utilizar o voice commerce e não um método de pesquisa por digitação? Bom, existem alguns motivos que dizem respeito às vantagens que esse tipo de pesquisa traz ao usuário, como por exemplo: 

    Agilidade na busca por produtos e serviços

    Os novos hábitos dos consumidores apontam que o tempo é muito relevante para eles. Logo, não seria um benefício poder comprar algo por voz enquanto estão digitando um e-mail do trabalho ou trocando de roupa? Certamente sim!

    Além disso, a tecnologia facilita a busca de produtos. Ao invés de ter que digitar uma frase completa que pode demorar, o usuário deve somente falar o que precisa. Isso, além de propiciar a melhora na experiência do cliente, também aumenta o tempo total de busca/compra dos e-commerces.

    Encontrar serviços por geolocalização 

    O fato de encontrar produtos e serviços próximos pela sua localização não é nenhuma novidade. Entretanto, a ação fica muito mais prática se ao invés de digitar, nós pudermos falar somente parte do que procuramos, não é? 

    Assim, essa tecnologia também integra o mecanismo de busca a sua geolocalização. E com isso, é possível indicar lugares que te interessam de forma mais rápida e prática, enquanto caminha na rua, sem precisar digitar, por exemplo. 

    Obter insights 

    Às vezes estamos buscando por algo que nem sabemos ao certo o que é. E pensar em uma forma de se expressar com a digitação é mais difícil do que parece. Por isso, ao falarmos com a inteligência artificial o que pensamos estar buscando, é possível criar diversos insights. 

    Ou seja, ao relatar um problema para a IA, ela pode apontar soluções que talvez você nem soubesse que existissem. Assim, te apresentando um serviço ou produto a partir do entendimento do que você precisa. 

    Mas como aplicar o voice commerce no meu negócio? 

    Existem diversas formas para que isso aconteça, mas o mais importante é: organização. Mas como assim? Organizar o que? O seu e-commerce para que a IA faça pesquisas por voz levarem até você. E para isso, temos 3 dicas principais: 

    Entenda a importância do SEO

    Entender as estratégias que posicionam melhor suas páginas em mecanismos de busca é essencial. Principalmente se estamos falando de um método que agiliza a busca do usuário pela voz. 

    Assim, se sua página está bem alinhada com que mecanismos como o Google pedem, há mais chances de você ser a página a ser encontrada pelo usuário. Ou seja, ter um bom SEO torna mais prático o consumidor chegar até você. 

    Tenha uma linguagem bem definida

    Outro aspecto importante diz respeito à linguagem. Assim como o SEO bem alinhado, contar com uma linguagem correta e bem definida é indispensável. 

    Afinal, se sua linguagem está bem alinhada, há mais chances de a IA direcionar pela voz a pesquisa para sua página. Caso contrário, a chance de um ruído de informações é muito grande.

    Assim, você pode até ter o melhor produto e serviço, mas não será encontrado por quem deseja essas soluções. 

    Esteja tecnicamente pronto

    Essa dica aborda um pouco das duas últimas e um pouco mais. Estar tecnicamente pronto passa também pelo SEO e pela linguagem, mas indo um pouco mais além 

    Ou seja, você deve ter total compreensão de como os consumidores chegaram até seu e-commerce. A partir daí, ele deve estar otimizado para oferecer uma experiência de compra tão ágil quanto a sua busca

    Qualquer e-commerce pode usar da tendência? 

    Em tese, sim. Entretanto, como tudo no mundo digital, depende se você está pronto para isso. Como vimos, o voice commerce necessita de um investimento principalmente na otimização do seu e-commerce para ser funcional. 

    Então se eu não estou alinhado com essas dicas, devo desistir? Não! Mas cabe a você entender o momento certo de começar a investir nisso. 

    Como a V4 entende o voice commerce no seu negócio

    E qual é o momento certo para investir em diferentes técnicas de marketing digital no seu e-commerce? É nesse momento que é necessário contar com uma assessoria de marketing digital, como a V4 Company

    Afinal, hoje entendemos a importância de estar alinhado com diversas frentes para que tendências como o voice commerce sejam eficazes no seu negócio. Mas e você? Quer entender melhor como fazer seu negócio vender mais? Então entre em contato com um dos nossos consultores e comece agora mesmo! 

  • Marketing de Conteúdo: A Estratégia Para Atrair e Converter!

    Marketing de Conteúdo: A Estratégia Para Atrair e Converter!

    Marketing de Conteúdo: transforme informação em vendas

    Transformar informação em vendas e aumentar a autoridade da sua marca é apenas uma parte do que o marketing de conteúdo é capaz de fazer pelo seu negócio. 

    Essa é uma das muitas frentes de atuação do marketing digital. Entretanto, com um objetivo que vai além da captação de leads. Com a geração de conteúdos específicos, é possível engajar e fidelizar um público. 

    Dessa forma, esse tipo de estratégia é perfeito para ajudar nas suas vendas. Mas ele também trabalha com a força e imagem da marca, garantindo a captação de leads a longo prazo. 

    Ficou interessado né? Por isso, nós da V4 Company – maior assessoria de marketing digital do Brasil – vamos te mostrar o que é o marketing de conteúdo e como fazer o seu negócio crescer com essa estratégia. 

    O que é marketing de conteúdo?

    Para começar é importante deixar claro que Marketing de conteúdo e Inbound Marketing são coisas diferentes. Entretanto, nem tão diferentes assim, afinal um é combustível para que o outro funcione. Mas como assim? 

    No Inbound Marketing é o cliente que chega até o site da empresa de forma passiva. Contudo, sua primeira intenção não é a de compra, e sim buscar respostas sobre determinado assunto. Eventualmente, para matar uma curiosidade e, sem querer, descobrir que precisa de uma solução. Ou seja, ele é um marketing de atração orgânica. 

    E o marketing de conteúdo? Simples. Ele é o conteúdo dentro da estratégia de Inbound, possibilitando que ela se torne eficaz. De forma geral, refere-se a todo tipo de conteúdo que salienta ao seu público-alvo o quão autoridade você é em um determinado assunto.

    Assim, o “conteúdo de valor” ultrapassa a barreira da “somente venda”. Ele traz benefício a quem lê e ainda gera uma visão positiva da sua marca. Resolve um problema, esclarece uma dúvida ou até mesmo ensina algo. Dessa forma, a venda acaba sendo apenas uma consequência.

    Produzir esse tipo de conteúdo ensina seu público a sempre procurar pelo seu site e pela sua empresa quando precisar sanar alguma dor. Essa dor pode ser intelectual ou de serviço. 

    Isso acontece porque o público-alvo tem uma tendência muito maior em comprar quando conhece e confia na marca. Imagine você como exemplo, cliente, precisando comprar um tênis.

    Em qual loja você iria? Naquela que você já conhece ou em uma completamente desconhecida? É nesse espaço que o marketing de conteúdo pode te ajudar.

    Como elaborar sua estratégia de Marketing de Conteúdo?

    Vale ressaltar que o marketing de conteúdo não funciona sozinho. É preciso uma boa estratégia como base. Só assim você conseguirá ter cada fase do processo mapeada e estará no controle da jornada de compra do possível cliente.

    Lembrando que ter um blog corporativo e postar um artigo ou outro não é marketing de conteúdo. Para que isso não se confunda, vamos expor como elaborar essa estratégia de marketing de forma assertiva e inteligente.

    Basicamente, a estratégia de marketing de conteúdo abrange cinco passos essenciais. São eles:

    Planejamento

    Nesta primeira etapa, é imprescindível entender qual será a meta da sua estratégia. Qual a sua função? Qual resultado deverá ser alcançado?

    É importante também definir a equipe e quais serão as metas de cada um. Um calendário compartilhado, por exemplo, pode ajudar você e sua equipe a trabalhar de forma mais otimizada, identificando o passo a passo de cada ação.

    Aqui, é essencial já definir quais pautas serão abordadas e quais nichos você deve atingir de acordo com a estratégia da sua marca. Fique sempre atento a datas estratégicas e sazonais, por exemplo.

    Ou seja, pensar quais conteúdos serão criados. De quais tipos? Qual será o cronograma? Entender isso é importante para guiar melhor sua estratégia e saber qual é o seu público e como você quer impactar ele. 

    Conhecimento da persona

    Persona é um personagem semi fictício que representa o consumidor ideal a quem seu conteúdo deve ser direcionado. Afinal, tão importante quanto saber o que escrever é saber para quem está escrevendo.

    Por isso, é necessário pensar além do público-alvo, que abrange grupos de pessoas de forma mais genérica. Defina sua persona de forma mais específica, como por exemplo: Fernanda, professora de matemática, 50 anos, moradora de Novo Hamburgo. Possui dois filhos, mãe solteira, e divide sua rotina entre trabalho, filhos e jogos de vôlei.

    É conhecendo bem a sua persona que você entenderá qual tipo de conteúdo ela prefere. Qual narrativa usar, de qual forma escrever, e até em quais horários distribuir o conteúdo.

    Esta é uma etapa importante para guiar todos aqueles que trabalharão na sua estratégia. Assim, a mensagem a ser passada ficará unificada e personalizada.

    Criação do conteúdo

    Os tipos de conteúdo que podem ser criados são diversos: blog posts, ebooks, e-mails, vídeos, newsletters, etc.

    Mas para que esses conteúdos se conversem, o ideal é pensar também em uma estratégia omnichannel. Assim seu público pode seguir buscando por diversos formatos do mesmo assunto dentro dos seus canais. 

    Só então é hora de pôr a mão na massa. Assim, vamos conhecer três formas de produzir esse conteúdo.

    Blog Posts

    Blog posts são estrategicamente importantes para atração de novos clientes. São eles que vão posicionar sua marca em mecanismos de busca, como o Google, e iniciar seu movimento de autoridade. 

    O conteúdo postado no seu blog deve ser interessante, relevante e educativo. E, claro, deve estar de acordo com normas ortográficas e regras de SEO. 

    Além disso, você deve investir na definição das palavras-chave como método para alavancar seu tráfego. Não esqueça também de disseminar esse conteúdo em redes sociais, YouTube, newsletter e listas de e-mail para aumentar ainda mais seu engajamento.

    E-mail marketing

    Esta é uma das formas mais comuns de contato com leads e disseminação do conteúdo criado.

    Como sempre deve-se prezar pelo conteúdo personalizado e direcionado. Quando o cliente abrir o e-mail deve entender que foi criado especialmente para ele. Não que ele apenas faz parte de uma enorme lista de contatos.

    Nesse caso, redija o e-mail em um tom pessoal e, de preferência, assine com seu nome ao invés do nome da empresa.

    Algumas ferramentas para automatização permitem que você utilize dados variáveis para personalizar o e-mail. Assim, todos os e-mails enviados conterão o nome do destinatário, tornando a mensagem ainda mais pessoal.

    E-books

    Bastante utilizados nas estratégias de marketing de conteúdo, os e-books costumam gerar bons resultados. Isso porque, aliados aos blog posts, são ricas fontes de informação.

    Fora isso, seu formato permite que o conteúdo abordado seja ainda mais completo. Além disso, também pode ser acessado offline, caso você disponibilize o material para download.

    Ao utilizar e-books, sua estratégia também pode conter landing pages para download desse material. Em troca, peça dados do seu lead, como nome completo, email para contato, telefone e cidade.

    Assim, você possuirá dados ricos para continuar prospectando clientes e personalizando cada vez mais seus envios.

    Distribuição

    Agora que você já tem uma estratégia, persona e conteúdos definidos e criados, está na hora de pensar na distribuição.

    Mas para isso também é necessário elaborar uma estratégia. Afinal, qual a melhor forma de entregar o conteúdo criado ao seu nicho?

    Sabemos que criar conteúdo não é fácil e por isso certifique-se de entregá-lo da melhor forma. Utilize redes sociais e listas de e-mail para fazer com que o conteúdo chegue ao consumidor de acordo com cada segmentação.

    Mensuração de resultados

    Agora é hora de saber se sua estratégia está realmente dando certo. Para isso existem métricas que merecem sua atenção especial para mensurar resultados. 

    Assim, vamos conhecer as métricas e KPIs ideais para mensurar seus resultados com marketing de conteúdo.

    Mas antes me responde uma coisa: Growth é uma incógnita no seu negócio? Entenda como alavancar suas vendas a partir dos seus resultados atuais. 

    Tráfego

    Acompanhe e compare os números de acesso em seu blog ou site. Houve algum aumento? Redução? Observe com atenção, também, o tráfego gerado a partir da distribuição nas redes sociais. Este é um indicativo importante para sua estratégia de marketing de conteúdo.

    Lembre-se: quanto mais pessoas estão acessando seu site ou blog, mais relevante você está se tornando para elas.

    Engajamento em redes sociais

    Como seus seguidores estão reagindo ao conteúdo postado? 

    Neste caso, analise likes, comentários, compartilhamentos e salvamentos. Estes são fortes indicativos de que seu conteúdo está gerando interações.

    Geração de Leads

    Aumentar a geração de leads é um dos principais pontos na estratégia de marketing de conteúdo. 

    Uma das maneiras mais comuns de fomentar novos leads é coletando dados em troca de algum conteúdo relevante. Por exemplo, permita que seu lead faça download do seu e-book somente se deixar nome, telefone e e-mail.

    Observe a quantidade de cadastros a partir desses formulários também.

    SEO

    O Google tem um poder enorme quando falamos de buscas online. E, como comentamos anteriormente, estar presente não é mais suficiente. É necessário estar bem posicionado. Isso porque 75% das pessoas não saem da primeira página de resultados.

    Neste caso, o SEO (Search Engine Optimization) é seu grande aliado. 

    Utilize de ferramentas como SEMRush e Ahrefs para metrificar e mensurar as posições onde seus resultados aparecem no Google. Antes disso, elenque palavras-chaves estratégicas onde você gostaria que sua marca aparecesse quando buscadas.

    Quais os benefícios do Marketing de Conteúdo?

    Fonte: Unsplash

    Segundo dados de 2018, 73% das empresas brasileiras já adotam essa sistemática na sua estratégia de aquisição de clientes e 61,8% pretendem utilizá-la em breve.

    Mas o que o marketing de conteúdo traz como benefício para sua empresa? Vamos conhecer.

    Tráfego para o seu site

    O Google é uma dos principais caminhos para a entrada dos seus leads. Mais de 87% das pessoas veem o buscador como fonte de conhecimento. O buscador processa mais de 1 trilhão de buscas por ano!

    Neste caso, entenda o Google como a porta para entrada do seu site.

    Produzir conteúdo de valor é a melhor forma de colocar seu site na primeira página do Google. Assim, ele sempre será encontrado pelo seu público quando precisar sanar uma dúvida, resolver um problema ou aprender algo novo.

    Dados apontam que as empresas que utilizam Marketing de Conteúdo tem, em média, 2,2 vezes mais visitas em seus sites. E, se você produz pelo menos 13 conteúdos por mês, esse número sobe para 4,2 vezes!

    Aumenta seu awareness

    Brand Awareness, ou simplesmente awareness, refere-se à consciência de marca que seus consumidores têm. O objetivo dela é fazer uma marca ganhar notoriedade, ser lembrada pelo público e torná-la diferenciada das concorrentes.

    Quando você permite que seu público-alvo o encontre no momento de uma dúvida ou problema, passa a entender a sua marca como referência para aquele assunto.

    Por exemplo: um leitor assíduo do seu blog vai preferir a sua marca quando precisar comprar um produto ou serviço. Afinal, ele já te conhece e o seu conteúdo já o ajudou diversas vezes. 

    Engajamento com a marca

    Enquanto o awareness facilita o aumento da sua notoriedade perante seu público, o engajamento garante que as pessoas interajam mais com sua marca. 

    Uma comunicação omnichannel, por exemplo, facilita você a ser autoridade para um determinado público. Desta forma, ganhará um novo seguidor em redes sociais, será indicado no “boca a boca” e terá sua marca ainda mais disseminada.

    Tudo isso produzindo conteúdo de qualidade que auxilie sua persona no momento certo. O resultado disso são evangelizadores que a recomendam e até a defendem.

    Um exemplo desse engajamento é o Nubank. A marca sempre se posicionou como sendo uma “oposição aos bancos tradicionais”. Hoje a quantidade de clientes que a veem como referência – e até a defendem em redes sociais – é enorme.  

    Educa o mercado

    É natural que, muitas vezes, seu público-alvo não entenda bem sobre o nicho ou sobre o que sua empresa faz. Ou ainda, comum que ele não entenda que possui certas dores (que seu produto ou serviço poderia solucionar).

    Esse é o momento que você entra com sua estratégia de marketing de conteúdo. Mas como? Educando seu público e ensinando ele o que fazer e como agir em determinadas situações de trabalho.

    A missão aqui é ser referência dentro do seu segmento, aumentando a consciência do seu público para que ele possa concluir a compra por si só.

    Aumenta o Lifetime-Value (LTV)

    O LTV (Lifetime Value) é uma previsão de todo o valor de um cliente para uma empresa durante todo seu relacionamento com ela.

    Pense desta forma: quanto um cliente compra produtos e serviços de sua empresa durante todo período de relacionamento com ela?

    Imagine uma faculdade de Biologia. Supomos que os estudantes de Biologia levem 5 anos e meio, em média, para se formarem.

    O curso de Biologia tem uma mensalidade média de R$ 1.750,00.

    Qual seria o LTV médio desse estudante?

    Vamos a resposta: cada ano tem 12 meses, então podemos dizer que um aluno de Biologia gasta por ano 12 x 1.750 = R$ 21.000,00.

    Se ele leva, em média, 4 anos e meio para se formar, seu LTV será de 4,5 x 21.000. Portanto, o LTV de um aluno de Biologia é de R$ 94.500,00.

    No caso do LTV, você pode alinhar sua estratégia de marketing de conteúdo para engajar sua base de clientes já existente. 

    Sendo assim, você pode entender o tipo de conteúdo que esse público precisa e oferecer a ele materiais específicos como newsletter, e-books, planilhas. Todo tipo de conteúdo que possa aumentar sua notoriedade com sua base de leads.

    Diminui o Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

    O CAC, ou Custo de Aquisição de Clientes, é uma métrica utilizada para descobrir quanto uma empresa investe para adquirir um novo cliente. Esse indicador aponta tudo que foi investido em marketing e vendas para gerar receita.

    A questão é que empresas que não veem no marketing de conteúdo uma boa estratégia para aquisição de clientes costumam investir em tráfego pago para sanar essa ausência de leads.

    Esta é uma boa estratégia, mas também resulta em CAC alto. Afinal, sabemos que propaganda não é barata.

    Com o marketing de conteúdo você pode munir seus clientes de conteúdo que sanem dúvidas na hora da compra. Isso facilita o processo e torna a venda muito menos consultiva.

    Marketing de conteúdo vende

    E como vende! 

    Para isso, sua estratégia deve estar voltada para a venda no final da jornada. Isso porque nem sempre o marketing de conteúdo estará direcionado para a venda.

    Para aumentar o seu número de vendas, foque sua produção de conteúdo para guiar os leads por todo o processo de compra e prepare-os para a tomada de decisão.

    Se você precisa entender como vender ainda mais com marketing digital, conheça o método desenvolvido e validado pela V4 Company.  Potencialize seu negócio.

    Como a V4 pode te ajudar com o Marketing de conteúdo?

    Marketing de conteúdo é a estratégia que alimenta e dá força ao inbound marketing. É a partir dele que você pode adquirir novos leads, educar seu público-alvo e ainda aumentar sua autoridade. Tudo isso enquanto aumenta seu LTV e reduz seu CAC.

    Com isso, antes de começar sua estratégia, é necessário entender o que você pretende com essa metodologia e analisar todos os pontos antes de colocar a mão na massa. Estude, avalie, conheça sua persona e mensure todos os resultados criados.

    Agora, para otimizar suas estratégias de marketing e entender se o conteúdo faz sentido para o seu negócio, contar com uma assessoria de marketing é essencial. Por isso, se você precisa entender como alavancar suas vendas? Fale com a V4 Company. 

  • Tráfego pago: 5 mitos que devem acabar

    Tráfego pago: 5 mitos que devem acabar

    Tráfego pago: 5 mitos que precisam acabar

    O Tráfego pago é uma das áreas que mais tem crescido dentro do marketing digital. O baixo investimento para começar e a necessidade de empresas em adotarem a estratégia são só alguns fatores que influenciam isso. 

    Entretanto, junto ao boom de interesse sobre o assunto, é comum que surjam certos mitos que envolvam a área. Esses são consequência, principalmente, de pessoas que creem que existem leis para lidar com tráfego. Ou ainda, que seguir um padrão que deu certo uma vez, pode gerar resultados sempre. 

    Por isso, como a maior assessoria de marketing do Brasil, nós da V4 Company achamos extremamente importante desmistificar alguns pontos. Assim, se você está começando a entender esse mundo, essa é a oportunidade de tirar todas as suas dúvidas.

    Pra começar, o que é o tráfego pago? 

    Primeiramente, se você ainda não entendeu esse conceito, para tudo que está fazendo e vamos voltar um pouco. De forma bem direta, o tráfego pago é uma forma de atrair pessoas através de anúncios pagos

    Mas é só isso? Não! Confunde-se quem pensa que gerir campanhas pagas é somente pagar para a ferramenta fazer o resto. Se você não investir corretamente, é bem provável que você não atraia ninguém. E não porque seu anúncio é ruim, mas simplesmente pelo fato de ele estar mal segmentado. 

    Assim conseguimos entender que tráfego vai além de só pagar para atrair pessoas. É necessário uma série de análises e testes, em diferentes ferramentas. Com isso, é possível entender onde seu público está e em quais ações são necessárias para conversar com ele. 

    Se você quer entender mais desse conceito, temos uma boa dica: saiba quem é Pedro Sobral e outras personalidades da área.

    E quais são os principais mitos sobre o assunto?

    Certo, agora vamos ao que interessa. Se você está começando na área, certamente já escutou muitos mitos que envolvem a gestão de anúncios. Por isso, apontamos os 5 que mais vemos dúvidas: 

    1. Não vale a pena investir em tráfego pago

    Se você acredita que não vale a pena investir em tráfego ou você é o Elon Musk com seu plano de marketing da Tesla, ou alguém que tem muitas dúvidas sobre o assunto. O fato é: estar em evidência em mecanismos de busca e redes sociais é essencial para vender e aumentar suas vendas. 

    Ou seja, investir em anúncios é a forma mais eficaz de atrair rapidamente o consumidor até seu negócio. Entretanto, isso deve ser feito da maneira correta para gerar resultados. O que nos leva ao segundo mito. 

    2. É caro e não vale a pena contratar um profissional de tráfego pago

    Como já falamos mais cedo, gerir anúncios não é só colocar dinheiro na ferramenta e esperar milagres. É necessário estar atento a diversos cenários, que variam de acordo com o segmento de negócio, público alvo e até a plataforma utilizada. 

    Por isso existem profissionais da área. Esses são responsáveis por testar, analisar e investir corretamente o seu dinheiro nas ferramentas, garantindo que eles convertam mais. 

    Além disso, o gestor de tráfego é quem acompanha resultados em tempo real, possibilitando sempre tirar o melhor de cada campanha e saber quando é a hora de parar. 

    3. Apenas um canal é suficiente

    Outro mito muito comum do tráfego pago é o de que investir apenas em um canal é o suficiente. De fato, se o seu foco é as redes sociais, colocar seus esforços em ads nessas redes pode ser um caminho que faça mais sentido. 

    Fonte: Pixabay

    Entretanto, não é bem assim. Se você não possui um PDV, não faz sentido investir em tráfego pago para o Waze, por exemplo. Contudo, se você não está no maior mecanismo de pesquisa do mundo – Google -, mesmo estando nas redes sociais, para muitos você nem existe. 

    Outra linha de pensamento é entender que nem tudo que vemos nas redes sociais é totalmente confiável. E qual o lugar para tirar dúvidas? Em mecanismos de busca. 

    Agora pensa em um produto que investe em anúncios nas redes, mas não trabalha nada institucional na parte mais “tradicional” da web. Você confiaria nessa empresa? Acho que não. 

    Por isso, existem diversos motivos para focar em diferentes canais de divulgação. Assim você atrai seu público em todos locais mas também se mostra como referência. 

    4. Não é necessário segmentar campanha, quanto mais gente melhor

    Será que faz sentido que eu crie uma campanha para vender cachorro quente em Porto Alegre e isso apareça para pessoas em São Paulo? Nem que você tenha o melhor cachorro quente do mundo, alguém virá de outra cidade e estado só para consumir seu produto.

    Ou seja, se o que você vende possui delimitação geográfica – não pode ser entregue ao consumidor a partir de certa distância -, você precisa criar segmentações.

    Esse é um exemplo simples, que diz respeito a segmentação geográfica, mas posso defender isso com diversos outros fatores. A idade, sexo, hábitos diários… tudo isso pode ser análisado e segmentado. Então por que não fazê-lo? 

    Aqui vai uma dica de ouro: vale mais uma menor quantidade de leads qualificados que comprariam seu produto do que um grande volume de pessoas que não se interessam pelo que você vende. 

    5. Imagens não são importantes no tráfego pago

    Você percebeu que esse conteúdo está cheio de imagens, não é mesmo? Isso não é só para deixar o blog da V4 mais bonito. Mas também porque atrai atenção e torna a experiência de leitura mais agradável, com pausas para respiro em mudanças de assunto. 

    Ao se tratar de tráfego, trabalhar com imagens é a chance de chamar ainda mais atenção no anúncio que você está pagando para aparecer. Ou seja, não é ideal que ele seja o mais atrativo possível? 

    V4 Company desmistificando o tráfego pago 

    Nada melhor que contar com a maior assessoria de marketing digital do Brasil para te ajudar a entender mais sobre tráfego pago, não é? 

    Esperamos que tenha ficado um pouco mais claro que algumas informações sobre a área não passam de mitos. Assim, se você quer se destacar no que se trata tráfego, busque sempre informações em cursos e locais confiáveis.

    Você já conhecia algum desses mitos sobre tráfego pago? Comenta aqui com a gente. 

  • Marketing digital para moda: 7 dicas para aprimorar o seu e-commerce

    Marketing digital para moda: 7 dicas para aprimorar o seu e-commerce

    Marketing digital para moda: 7 dicas para melhorar seu e-commerce

    Se você já expandiu seu varejo para a venda online, ótimo! Você já entendeu que é importante estar na internet. Entretanto, ainda há uma grande dúvida nesse segmento: como criar ou melhorar o seu marketing digital para moda? 

    Esse é um nicho um pouco específico, não é mesmo? Mas o que eu posso te adiantar é que nós temos uma certa intimidade com ele. E é por isso que, como a maior assessoria de marketing do Brasil, nós separamos 7 dicas que vão melhorar seu e-commerce. 

    Para começar… o que é marketing digital?

    Você pode até achar que sabe o que é marketing digital, mas é importante tratar um pouco dessa parte mais conceitual. Afinal, se você não estiver completamente alinhado com esse conceito, só seguir dicas não farão milagres. 

    Então… o que é marketing digital? São ações de comunicação usadas por empresas para facilitar o processo de vendas. Mas como assim?

    Através de diversas estratégias diferentes e específicas, essas ações de comunicação podem ajudar no seu processo de vendas. Isso pode ocorrer desde entender quem é seu público alvo, atraí-lo, educá-lo e fidelizá-lo. 

    Ou seja, esse tipo de marketing pode te ajudar com todo um processo que antes era muito trabalhoso e às vezes não compensa. Por isso, entender todas as frentes que você pode usar essa comunicação é indispensável. 

    Como aplicar esse conceito em e-commerces de moda?

    Certo, até aqui tudo bem. Mas como aplicar isso a um e-commerce de moda? Quais vantagens isso vai acarretar no meu negócio? Vamos entender isso melhor com as 7 dicas de marketing digital para moda. 

    1. Entenda quem é seu público-alvo 

    Primeiramente, para essa dica é preciso que você tenha claro o conceito de público-alvo. Assim, é possível segmentar melhor para quem o seu produto é realmente relevante, e assim, trabalhar em estratégias que o atinjam diretamente. 

    Isso poupará tempo na captação de leads, investindo sua divulgação em nichos específicos que podem se interessar mais facilmente no que você oferece. 

    2. Defina sua persona focada em marketing digital para moda

    O conceito de persona é outro que você deve ter bem definido. Este representa, além do público, quem é o consumidor ideal que comprará o seu produto ou serviço. 

    Dessa forma, você compreende quais anseios e desejos uma pessoa deve ter para que ele tome a decisão de compra pelo seu produto. Ou seja, é possível criar uma comunicação ainda mais focada em conversar diretamente com o consumidor. 

    3. Crie uma linguagem que converse com as dicas anteriores 

    Como citamos brevemente, ter uma linguagem alinhada com sua persona e público-alvo é o formato ideal para garantir que ele te escute. Contudo, essa linguagem deve estar alinhada com a proposta da empresa, para além de tudo, fortalecer a marca. 

    4. Crie conteúdo 

    Tanto no mercado da moda, quanto em qualquer outro, não investir em conteúdo é perder oportunidades de engajamento e retenção. 

    Hoje a empresa tem de ir além do próprio negócio para manter o consumidor aquecido. Para isso, tornar-se referência em assuntos que envolvem seu segmento é uma forma de atrair, engajar e até fidelizar clientes. 

    5. Marque presença nas redes sociais

    Para quem tem dúvida se ainda vale a pena vender nas redes sociais, nós podemos afirmar com toda certeza que sim. Afinal, quem não quer estar onde seu público está? 

    No que diz respeito a moda, essas redes são perfeitas para lançar novas coleções, divulgar promoções e até falar diretamente com consumidores.

    6. Faça uso de influenciadores

    Atualmente os chamados influenciadores são quem definem o que está ou não em alta. Ou seja, contar com uma personalidade que use e divulgue suas roupas é uma ótima forma de chamar a atenção para seu e-commerce.

    E diferente do que você possa pensar, não é difícil conseguir uma dessas pessoas para falar por você. Hoje existem diversas plataformas em que você pode contratar essas pessoas, cabendo a você entender qual delas dialoga melhor com seu público. 

    7. Conheça o método V4

    Nossa última dica é especial para quem quer vender mais com um método testado e replicado milhares de vezes.

     O método V4 é o diferencial para empresas que querem se destacar no marketing digital, e no caso da moda, melhorar as vendas no e-commerce. 

    V4, Marketing Digital e E-commerce de moda, qual a relação? 

    Chegando até aqui, deu para ter uma ideia de como essas dicas são simples mas indispensáveis para melhorar seu e-commerce de moda, não é mesmo? Com elas, fica um pouco mais visual traçar estratégias de marketing digital e ganhar destaque no seu e-commerce. 

    Mas por que falamos desse assunto com tanta propriedade? Para quem ainda não sabe, antes de sermos uma assessoria de marketing digital, tínhamos um foco no mercado da moda. 

    Dessa forma, além de ser referência em entender estratégias eficazes para cada segmento, temos na moda, experiências que nos trouxeram até aqui. Ou seja, sabemos que as 7 dicas de marketing digital para moda que apresentamos, darão resultados se bem executadas. Você está pronto para vender mais? 

  • Vender nas redes sociais: Ainda vale a pena fazer isso?

    Vender nas redes sociais: Ainda vale a pena fazer isso?

    Ainda vale a pena vender nas redes sociais?

    Pra começar, eu já posso te responder essa pergunta facilmente: sim, ainda vale a pena vender nas redes sociais. Mas por que? 

    Atualmente, o Brasil é o 3º país que mais faz uso de redes sociais no mundo. São mais de 150 milhões de usuários com uma média de 3 horas e 42 minutos por dia online nas principais redes. 

    Esse número representa 70,3% da população brasileira como usuário diário de alguma rede de contato online. Todos esses dados foram levantados pela Hootsuite e WeAreSocial em outubro de 2021 para entender melhor o uso de redes sociais no Brasil e no mundo.

    Motivos para continuar investindo nas redes sociais

    Mas vamos parar com os números por enquanto, já que existem outras diversas razões para você seguir com suas estratégias de vendas nas redes sociais. O engajamento e o contato direto com o público são só alguns exemplos, como veremos mais adiante.

    Esteja onde seu público está 

    Essa ideia é um pouco lógica, não é mesmo? Afinal, se você quer vender algo, é preciso que esse produto apareça para potenciais consumidores. 

    Agora, esquecendo qualquer estratégia de segmentação e marketing digital, se você tem a possibilidade de expor seu produto onde todo mundo pode encontrá-lo, por que não fazê-lo? 

    Claro que direcionando para seu público alvo e personas, sua taxa de conversão será muito maior. Entretanto, só o fato de estar onde essas pessoas estão, facilita muito mais a chance de você ser encontrado. 

    Comunicação em diferentes formatos 

    Outra grande vantagem de investir nas redes para vender mais é a possibilidade de usar diferentes formatos de comunicação. Vídeos, textos, artigos, stories, podcasts, posts. São inúmeras as possibilidades de conversar com seu público. 

    Essa estratégia possibilita que você atinja diferentes nichos, que possuem seu próprio comportamento de consumo. Ou seja, variar formatos nessas redes, resumidamente, é falar com mais pessoas em diferentes linguagens e atingindo nichos variados. 

    Facilidade de entender o comportamento do consumidor

    Outra vantagem de estar onde todo mundo também está, é a possibilidade de observar padrões de comportamento. Como usuários das redes reagem a vídeos? Quantos clicaram em links que levam para páginas externas? Quantos comentam e recomendam produtos que já consumiram? 

    Dessa forma, é muito mais fácil entender como os usuários reagem a aquilo que aparece na sua própria timeline. Se ele compartilha suas experiências, ou até se busca e comenta experiências de outros usuários. 

    Criar uma comunicação mais linear e direta 

    Uma das principais vantagens de colocar suas estratégias de vendas nas redes sociais está na comunicação com os consumidores. Nesse tipo de rede, é possível interagir de diferentes maneiras com seu público, e ainda, tornando a comunicação mais íntima e precisa. 

    Afinal, qual empresa nunca sonhou em conseguir sanar uma dúvida do consumidor e converter uma compra de forma simples? As redes sociais oferecem essa solução através de mensagens diretas, comentários, áudios e até ligações. 

    Aproveitar tendências de momento

    Por último, essa é uma rede que vive de tendências. Ou seja, você tem a possibilidade de ver o que está em alta, entender se faz sentido para o seu negócio e trabalhar estratégias de divulgação relacionadas a isso. 

    Assim, além de estar onde seu público está, você também estará falando a mesma língua que ele, através de assuntos que para ele são relevantes. 

    Então… ainda vale a pena vender nas redes sociais? 

    Certamente que sim! E entender se essa estratégia é relevante para o seu negócio é o principal diferencial de uma assessoria de marketing, como a V4 Company. 

    As redes sociais trazem diversas vantagens que antes eram barreiras para o marketing mais tradicional, principalmente ao se tratar da comunicação prática e efetiva com os consumidores.

  • Telegram: Como inserir esse aplicativo na sua estratégia de marketing?

    Telegram: Como inserir esse aplicativo na sua estratégia de marketing?

    Telegram: como incluir o aplicativo em sua estratégia de marketing?

    Se você costuma se comunicar por aplicativos de mensagens instantâneas, com certeza você já ouviu falar do Telegram. Ainda menos popular que o WhatsApp – no Brasil -, o aplicativo já está presente em 60% dos celulares brasileiros.

    Mas por que o app tem aparecido com uma das ferramentas capazes de integrar estratégias de marketing digital? Principalmente por conta de funções específicas que permitem às empresas facilitar o contato com consumidores.

    Dessa forma, nós da V4 Company – maior assessoria de marketing digital do Brasil – vamos te ensinar a incluir o telegram em suas estratégias de divulgação. 

    O que é o Telegram?

    O Telegram é um aplicativo de mensagens instantâneas gratuito, considerado rápido e seguro. Além disso, oferece a possibilidade do envio de mensagens de texto, documentos, imagens, áudios e vídeos. 

    Ele é um app baseado na nuvem e que se adapta a todos os dispositivos e sistemas operacionais. Assim, o software é compatível com Windows, Mac OS X e Linux. Já na versão mobile, pode ser instalado no Android, Apple iOS e Windows Phone.

    Lançado em 2013 pelos irmãos russos Nikolai e Pavel Durov, o aplicativo pode ser utilizado em versões mobile, desktop e web. 

    Qual a diferença do Telegram para o WhatsApp?

    Ao se tratar de aplicativos de mensagem instantânea, é comum que o WhatsApp tenha passado na sua cabeça. E não é por acaso, no Brasil são 120 milhões de usuários no app, o que representa 99% dos smartphones ativos no país

    Mas se há tanto apreço pelo app, qual o motivo do crescimento do Telegram em âmbito nacional? No que ele se difere do Whatsapp? Para começar: são muito significativas as diferenças entre um aplicativo e o outro. 

    Celular com apps de mensagem instantânea. Fonte: Unsplash

    Enquanto o Telegram permite o envio de arquivos e imagens com até 1,5GB, enquanto no WhatsApp o tamanho máximo para anexos é de é de 100MB. Além disso, enquanto o Telegram permite a criação de grupos com até 200 mil integrantes, o WhatsApp permite apenas 256. 

    Com esses números já dá para ter uma ideia das oportunidades do app para auxiliar em estratégias de marketing, não é? Entretanto, as diferenças não param por aí. O Telegram oferece chats secretos com mensagens autodestrutivas e criptografia de ponta a ponta. 

    Ele também não exige que o aplicativo esteja disponível/conectado no smartphone para acessar pela web. A partir do momento que é feito login com o número do telefone e o código enviado por SMS, é só abrir a versão desktop. 

    Funções úteis para uma estratégia de marketing e vendas

    Certo, agora que já entendemos melhor o que é o Telegram, vamos compreender também quais funções são úteis para estratégias de marketing e vendas. 

    Bots

    Os bots são robôs virtuais que conseguem interagir com os usuários e resolver questões de baixa complexidade. Dessa forma, eles são capazes de programar respostas automáticas, ajudar na satisfação dos clientes e, ainda, ajudar na distribuição de conteúdo.

    Personalização

    O Telegram permite a personalização da conta com o nome da sua empresa e disponibiliza um espaço para que você adicione o link do seu site. Isso permite que o usuário entre em contato diretamente com sua equipe comercial.

    Criação de canais e grupos

    Como já vimos anteriormente, o app permite a criação de grandes grupos de pessoas, com até 200 mil usuários. Isso facilita muito a divulgação dos conteúdos desejados e de marca de uma forma mais prática e interativa.

    Enquetes

    Um grande diferencial do Telegram está na criação de enquetes dentro do aplicativo. Essas possibilitam, além de uma maior interação com os usuários, definir comportamentos e opiniões de forma mais prática. Com isso, é possível também entender públicos alvos e personas.

    Quais as boas práticas para vender no Telegram?

    Mas não adianta saber todas as funções e diferenciais da ferramenta sem entender como usá-las corretamente. Por isso, conhecer boas práticas de vendas do aplicativo é essencial para que essa estratégia funcione de forma eficaz. 

    Feed de mensagens do Telegram em celular. Fonte: Unsplash

    Crie um canal de Telegram

    Diferente dos grupos, os canais permitem que só administradores mandem mensagens. Com isso, é possível organizar melhor seu fluxo de informações e distribuição de conteúdos. 

    Defina corretamente o público

    Procure distribuir seus conteúdos para o público correto. Isso evita um investimento de tempo em prospectar pessoas que não converteram em vendas e garante que você atinja aqueles que realmente se interessam pelo seu produto. 

    Personalize sua página de forma profissional 

    Além de fazer com que os usuários entendam o que é o seu negócio, essa prática também garante seriedade e passa confiança ao público. 

    Aposte em conteúdo descontraído 

    Só a disseminação de conteúdo, muitas vezes, não converte em vendas. Por isso, investir em formas diferentes de abordar certos assuntos é essencial.

    Comunique-se de forma inteligente

    Faça com que o Telegram seja um aliado para seu marketing e vendas, e não uma ferramenta que toma muito do seu tempo. Assim, planeje sua comunicação para que ela seja feita de forma direta e inteligente. 

    Como criar uma conta no Telegram?

    Para começar a usar a ferramenta, o processo de criação de conta é bem simples:

    • baixe o aplicativo para Android ou IOs;
    • adicione o seu número de celular com DDD;
    • insira o código de confirmação recebido por SMS;
    • o app puxa seus contatos automaticamente.

    Como a V4 vê o Telegram dentro do Marketing Digital

    Primeiramente, você viu que a ferramenta além de estar cada vez mais em alta no Brasil, possui uma série de vantagens para as empresas. A possibilidade de conversar com uma grande rede de contatos, de forma automatizada, rápida e segura é um dos canais para melhorar suas vendas.

    Essa é uma opção para diversas empresas venderem ou se comunicarem melhor para o seu público. Nós, como assessoria de marketing, conseguimos entender se o Telegram faz sentido para o seu negócio, e assim, ajudar você a vender seu produto, mais vezes, para mais pessoas e pelo maior valor.