Author: V4 Company

  • O grande segredo das vendas da V4 Company

    O grande segredo das vendas da V4 Company

    Vendas da V4 Company: O Segredo

    Com o crescimento estrondoso das vendas online, principalmente neste período de pandemia, muitas perguntas surgem no meu do caminho. A principal delas, sem dúvida é como vender mais online? 
    Para responder a essa e outras questões e ajudar os seus clientes nesta jornada, nós desenvolvemos um método de vendas da V4 Company. Um método singular, que vem se destacando ao longo de quase uma década.

    Com o nosso método, as vendas da V4 Company tiveram aumentos expressivos desde que a empresa se lançou ao mercado.

    Este fato se dá a uma base de 4 pilares que nos norteia e que, de acordo com a V4, são fundamentais para obter um aumento significativo das vendas no on-line. Iremos detalhar cada um deles a seguir, fique conosco até o fim.

    Os 4 pilares de venda on-line da V4 Company

    Não existem formas de ter um negócio estruturado sem ter um planejamento sólido e sustentável, não é mesmo?

    É importante concentrar seus esforços nos principais pontos que irão alavancar suas vendas, fazendo com que sua empresa esteja à vista do cliente e seja procurada por ele cada vez mais.

    As vendas da V4 Company estão firmadas em uma metodologia que reforça 4 pontos fundamentais para o crescimento da empresa nos últimos anos. Vamos conhecê-los?

    Tráfego

    Tenho certeza que já ouviu falar sobre essa palavra antes, mas vamos trazê-la para o contexto digital e reforçar o porquê deste ser um dos pilares das vendas da V4 Company.

    A palavra tráfego remete a trânsito, significando a circulação de carros e veículos. Na internet, se refere ao acesso de usuários às páginas da web.

    Quanto maior for o tráfego, maior o contato das pessoas com sua marca ou produto. Quanto mais você tem sido visto, maiores as suas chances de converter os que acessam sua página em clientes.

    Traçar uma boa estratégia de tráfego é crucial para o seu negócio, sendo uma das primeiras coisas que se deve pensar. Até mesmo antes de projetar a plataforma e colocar o seu negócio pra funcionar.

    Até porque, não adianta colocar uma loja online para funcionar se as pessoas não conseguem encontrá-la e sabemos que, uma empresa sem clientes, não pode ser considerada muito bem como um negócio.

    Tráfego nada mais é do que trazer pessoas para o seu negócio. Foque em estratégias que atraia os potenciais clientes que você deseja.

    Para isso também é importante definir seu público-alvo, ou seja, o tipo de cliente que deseja atrair. No marketing, além do público-alvo, também definimos a persona, que é ainda mais específica.

    Aposte em estratégias de marketing que fortaleça o seu tráfego e faça com que seu produto ou serviço chegue até o seu cliente. 

    Encontre formas de ser visto e deixe sua empresa cair no gosto das pessoas. Então, não economize no investimento em tráfego, principalmente no início do seu negócio.

    Tipos de tráfego

    No mundo físico, quando você possui um local que deseja chegar, sabe que tem vários caminhos que pode considerar percorrer para conquistar esse objetivo.

    Cabe a você escolher o caminho mais seguro e que te levará mais rápido ao seu ponto de chegada.

    No mundo digital, não é diferente! Há 6 tipos de tráfego que levam o seu cliente até as suas páginas. Você precisa refletir e analisar qual ou quais os tipos que se encaixam melhor no seu negócio. São eles:

    Tráfego Orgânico

    O tráfego orgânico é um dos mais desejados do marketing digital devido ao fato de ser gratuito e acontecer de forma espontânea. Praticamente todo mundo busca no Google empresas que oferecem os produtos ou serviços que precisam.

    O que fará com que seu negócio se destaque dos demais é a qualidade do seu conteúdo e a agilidade da sua resposta ao receber o contato do cliente.

    As vendas da V4 Company têm crescido devido a esses fatores, que levam um conteúdo de qualidade ao seu público de forma rápida e acessível.

    Tráfego pago

    O tráfego pago gera mais cliques com mais rapidez. É uma ideia interessante investir neste tipo de tráfego se você deseja alcançar clientes mais rapidamente.

    É possível apostar nas redes de pesquisa, onde sua empresa aparecerá no topo dos resultados de busca e de forma mais rápida do que os trabalhos de ranqueamento orgânico (que também são necessários).

    Outra forma é a rede de display, onde você compra espaços em sites que são parceiros do Google. Seu anúncio irá aparecer em blogs, portais e colunas relacionados com sua marca, atingindo clientes em potencial.

    Tráfego de referência

    É normal as pessoas buscarem a credibilidade da marca por meio de relatos de pessoas que já adquiriram o produto e passaram por aquela experiência de compra.

    Se o link do seu produto se encontra em um site, blog ou portal que aquela pessoa segue e confia, com certeza será mais fácil fechar uma venda.

    Tráfego de e-mail marketing

    Esse não é o formato mais fácil de captar tráfego, já que, para enviar uma campanha de e-mail marketing para determinado contato, ele precisa ter permitido tal ação preenchendo algum formulário da sua empresa.

    Mesmo assim, é um dos tipos de tráfego que costuma trazer bons resultados e gerar muitos acessos às suas páginas. Isso porque as pessoas já conhecem a sua marca e estarão mais propensas a interagirem com ela.

    Tráfego Social

    As redes sociais também têm sido um bom canal para geração de tráfego, ou até mesmo o maior deles.

    De acordo com uma pesquisa realizado em 2020 pelo site We Are Social, as pessoas gastam no mínimo, 2 horas e 24 minutos por dia conectados às redes sociais. Essa média costuma ser ainda maior no Brasil.

    Com isso, é evidente que postar seus anúncios nas redes sociais aumentam suas chances de ser visto e conhecido pelos usuários.

    Tráfego direto

    O tráfego direto acontece quando o usuário já conhece a sua marca e digita exatamente o seu endereço no navegador, como v4company.com/.

    Agora que você já sabe o que é tráfego e que o mesmo é o primeiro dos segredos das vendas da V4 Company, basta aplica-lo em seu negócio da forma correta e alavancar suas vendas.

    Engajamento

    Após traçar as estratégias para atrair o seu público até a sua página, é preciso engajar o mesmo em seu negócio. É hora de pensar na estrutura do seu site.

    Aí vem a importância de investir em um ambiente moderno, que transmita segurança e comunique tanto a sua marca quanto o que ela faz. 

    Neste momento você precisa pensar no layout, que deverá passar de forma clara o conceito do seu negócio e permitir uma boa experiência ao usuário. 

    Nesse momento, é preciso pensar em absolutamente tudo, desde a estética, até o caminho que o usuário vai percorrer para atingir o seu objetivo dentro das suas páginas, seja ele de conhecimento ou de compra.

    Isso irá criar um laço entre a sua marca e seu cliente, gerando confiança e um bom relacionamento entre ambos. As vendas da V4 Company englobam esses princípios em suas execuções.

    Conversão

    Após atrair seu público e engajá-los nos seus canais, é necessário transformar o usuário em cliente, levando-os a comprar os seus produtos ou contratar os seus serviços. 

    Este pilar envolve questões mais estratégicas como a forma como as suas soluções serão ofertadas e o caminho que o cliente deverá percorrer para concluir a etapa de conversão. 

    Quanto mais vantagens e facilidades ofertadas aos usuários, maior a possibilidade de fazer com que tornem seus clientes.

    Retenção

    O processo de vendas não acaba quando um usuário efetua uma compra. Pensar desta forma é considerar a saúde do seu negócio somente a curto prazo, o que pode trazer dificuldades de faturamento com o tempo.

    Atrair clientes, ou seja, o processo de tráfego, tem se tornado cada vez mais caro. Muitas vezes, a primeira venda não irá lhe proporcionar o melhor lucro possível.

    Diante disso, surge a necessidade de criar estratégias para reter seus clientes.

    A retenção de clientes significa fazer com que aquele usuário que comprou o seu produto volte e permaneça realizando compras da sua empresa, gerando receitas ao seu negócio por mais tempo.

    Nós, aqui na V4, acreditamos que este quarto pilar é um dos mais importantes para manter a solidez de uma marca e que traz maiores benefícios a longo prazo.

    A retenção faz com que seu negócio se torne estável e gerando receitas, sendo a melhor forma para garantir a lucratividade do mesmo. Sem contar que os custos para reter clientes é menor do que para atraí-los.

    Você consegue reter seus clientes estabelecendo um bom relacionamento com eles e levando-os a ter uma boa experiência ao realizar uma compra.

    Um bom atendimento, um pós-venda bem feito, mostrando que realmente se importa com as necessidades dos seus clientes faz toda a diferença quando o assunto é vendas.

    Conclusão

    Se você precisa traçar estratégias concretas e estabelecer seu plano de vendas adaptado a sua marca e assim aumentar as vendas do seu negócio online, não deixe de consultar a V4. 

    É desta forma que nós conseguimos estruturar o processo de vendas da V4 Company e aumentar a lucratividade dos seus clientes, assessorando os mesmos nestes quatro processos. 

    A V4 conseguiu estabelecer um método sólido e comprovado de vendas, conseguindo alcançar mais de 1000 clientes nesta quase uma década de existência e mais de 200 unidades espalhadas pelo país.

  • THE GREATEST OR NOTHING: Seja o melhor de todos

    THE GREATEST OR NOTHING: Seja o melhor de todos

    THE GREATEST OR NOTHING – SEJA O MELHOR

    No mundo empresarial, existem diversos tipos de empresa, um exemplo delas é a que se contenta com o seu patamar e se preocupa em mantê-lo. Entretanto, outra mentalidade é o que chamamos de The greatest or nothing.

    Este modo de pensar, que significa ser “o maior ou não ser nada”, está diretamente ligado à forma como a V4 se posiciona e como busca os resultados para os seus clientes.

    Entretanto, nem tudo são flores e, como citado acima, nem todos os negócios pensam dessa forma. Sendo assim, o mercado se movimenta de uma forma que o topo se tornou transitório, ninguém está lá para sempre.

    A prova disso são empresas que dominaram o mercado mundial do seu segmento por muito tempo, porém, por diversos motivos, foram engolidas por outros negócios menores e emergentes.

    Os motivos para escalada de uns e a queda de outros são muitos, porém, o principal deles é a falta de inovação. É exatamente a inovação que a mentalidade The greatest or nothing busca constantemente.

    Neste artigo, vamos te contar um pouco sobre o que é inovação e algumas crenças relacionadas a ela. Da mesma forma, citaremos alguns casos de empresas gigantes que declinaram por conta da falta de inovação.

    O que é inovação?

    Provavelmente, o conceito de inovação que você possui, ou já possuiu, é a ideia de uma criação revolucionária, que transforma o mercado como um todo e entrega uma solução nunca antes pensada.

    Todavia, a inovação não é somente isso. Além de criar algo novo e disruptivo, pessoas e empresas inovadoras também otimizam atividades e produtos já entregues atualmente, tendo como foco, muitas vezes, o ganho em escala.

    Se te perguntam sobre um case de inovação, provavelmente você pensará nas empresas que estão no topo do mercado digital, como Facebook, Netflix, Spotify, entre outras.

    Porém, se analisarmos cada um desses cases, podemos perceber que nem sempre a solução foi criar algo que não existia, como é o caso da Netflix. Por exemplo, Mark Zuckerberg criou uma rede social, algo que já existia.

    Mas como o Facebook explodiu no mercado e por que ele se destacou, tomando o espaço que era de outros gigantes, como o MySpace e o Orkut. Este último da Google, uma das maiores empresas do mundo, atualmente.

    Para entendermos a inovação entregue por estas soluções citadas, precisamos compreender um conceito básico: a diferença entre inovação e invenção.

    Invenção x inovação

    Estes conceitos são comumente confundidos e isso é um equívoco, já que nem toda invenção é uma inovação.

    Para ser mais claro, é preciso entender que invenção é a criação de algo, porém, sem a necessidade de validação ou de aplicação real daquilo que se foi inventado.

    A prova disso é que, na história, existem milhares de invenções que não vingaram, muito por conta da não aceitação do mercado e, também, por serem algo que não resolvesse alguma necessidade das pessoas.

    Já a inovação é uma invenção que resolve problemas e foi aceita pelo mercado como algo inovador. Nesse caso, a aplicabilidade da inovação a torna atrativa, sendo algo totalmente novo ou uma melhoria de algo que já existe.

    The greatest or nothing: entendendo casos como Netflix e Facebook

    Para compreender melhor os tipos de inovação, os cases da Netflix e do Facebook são perfeitos como exemplos de tipos diferentes de inovação, um criou algo novo e outro melhorou algo existente.

    Sem dúvidas, estas duas empresas tinham, na sua essência, a mentalidade The greatest or nothing, pois entraram no jogo com o objetivo de dominar, não apenas para compor um mercado competitivo e acirrado.

    Enquanto a Netflix entrou com uma solução totalmente disruptiva, enterrando empresas de locação de filmes e criando uma forma melhor e mais barata de consumir conteúdo de entretenimento, o Facebook não criou algo do zero.

    A rede social de Mark Zuckerberg entrou no mercado quando este era dominado por outras plataformas similares, entregando inovações menores, porém, que transformavam a experiência do usuário.

    O resultado? Ambas as empresas citadas se tornaram líderes no seu nicho de mercado, inovando e fazendo com que as suas propostas inovadoras fossem aceitas e consumidas pelo público em geral.

    Grandes empresas que não inovaram e faliram (ou quase)

    Como já era de se esperar, nem todas as empresas no mundo inovaram nos seus segmentos, porém, mais grave que não inovar é não acompanhar o mercado quando outros negócios inovam e saem na frente.

    É sobre essas empresas que vamos falar a seguir: negócios que não seguiram inovando e não acompanharam o seu nicho quando uma novidade se mostrou promissora e começou a cair no gosto dos clientes.

    Blockbuster

    Para quem não conhece, a Blockbuster foi, durante muitos anos, a maior rede de locadoras de filmes e jogos do mundo. Seu modelo de negócio consistia em lojas físicas que possuíam inúmeros títulos em suas prateleiras.

    A falta do olhar inovador fez com que, em 2010, a empresa declarasse falência. Mas como uma gigante poderia quebrar? A resposta está na transformação digital, ignorada pela empresa.

    Ainda quando era uma referência no mercado, em 1997 a Blockbuster ganhou uma concorrente diferente. Uma tal de Netflix entrava no mercado com um serviço de entrega de filmes a domicílio.

    A percepção desta nova empresa era diferente, seu olhar estava nas necessidades do cliente e no que era preciso para se tornar líder no seu segmento, uma mentalidade The greatest or nothing.

    Em 2008, a Netflix inicia a sua transição para o digital, implementando uma solução com um catálogo on-line de filmes e produções de entretenimento e tornando as locadoras físicas obsoletas.

    A ascensão da marca foi meteórica. Em 2010, sua plataforma já acumulava 16 milhões de adeptos, fazendo com que o mercado se voltasse para o digital e causando a falência de concorrentes, inclusive a gigante Blockbuster.

    A Netflix causou a falência da Blockbuster?

    Esse é o pensamento mais comum, porém, não é exatamente esse o pensamento correto. São muitos os fatores que mostram que o culpado pela quebra da gigante de locação é ela mesma, não a Netflix.

    O primeiro ponto é que, ao perceber uma mudança no comportamento do consumidor, era dever da Blockbuster se adequar ao mercado e acompanhar a evolução das soluções entregues.

    Já o segundo ponto é ainda mais curioso. Em 2000, a Netflix foi oferecida para a Blockbuster, porém, sua compra foi recusada pelo fato de o CEO da locadora achar a proposta de US$ 50 milhões muito cara.

    Analisando estes dois fatores, fica claro que grandes empresas que entram em decadência têm como principal motivador o fato de ignorar o mercado e as suas transformações.

    Para tornar esta análise ainda mais concreta, vamos a mais um caso de multinacional que teve o seu negócio posto a prova por conta de não acompanhar o mercado e as suas transformações.

    Kodak

    Fundada em Nova York, a Kodak foi, durante muito tempo, líder mundial no mercado de câmeras e filmes fotográficos. O seu crescimento se deu, inclusive, por conta da inovação entregue pelos seus rolos armazenadores de fotos.

    Enquanto o mercado de fotografia dependia de placas de difícil manuseio e com alta sensibilidade, a Kodak chegou com a proposta dos filmes, uma disrupção que a tornou referência mundial.

    Todavia, a digitalização das imagens chegou ao mercado e este foi um dos principais fatores para o seu declínio. Entretanto, o que é mais surpreendente é que a primeira máquina fotográfica digital foi patenteada pela própria Kodak.

    Em 1975, a gigante norte-americana produziu uma máquina capaz de tirar fotografias digitais, porém, a iniciativa foi suprimida por conta da ameaça que representava para os filmes, carro chefe da Kodak.

    Mas o mercado não foi suprimido como um todo e, com o tempo, uma concorrente asiática, a Fujifilm, começou a ganhar espaço. A chave para esta virada foi, obviamente, as câmeras digitais.

    A falência foi responsabilidade da própria Kodak

    Assim como no caso da Blockbuster, a grande culpada pelo seu fracasso foi a própria Kodak, que negligenciou a novidade criada pelo se engenheiro Steven Sasson e foi engolida por um mercado emergente.

    Na contramão da norte-americana, estava a Fujifilm, que possuía em sua essência a mentalidade The greatest or nothing e dominou o mercado de câmeras digitais durante muito tempo.

    Aos poucos, de forma consideravelmente rápida, a Kodak foi perdendo espaço, reduzindo faturamento e, quando tentou reagir, já era tarde demais. O resultado foi a falência do negócio.

    Inovar e acompanhar o mercado

    É interessante analisar que não são somente as empresas pioneiras na inovação que conseguem crescer nos seus segmentos. Assim como a Netflix, outras empresas entenderam a transformação e aproveitaram a oportunidade.

    O segredo está na leitura do comportamento do consumidor e das necessidades que surgem. Mesmo não sendo a primeira, a Amazon, por exemplo, também ganhou força com a solução Amazon Prime Video.

    Conclusão

    A mentalidade The greatest or nothing é uma realidade no mercado mundial, não somente para grandes negócios. Analisar constantemente o mercado é uma necessidade que faz parte das empresas atuais.

    Se as transformações foram capazes de falir grandes empresas, com negócios menores as consequências são ainda mais rápidas.

  • Branding – Como se tornar a Maior Marca do Setor

    Branding – Como se tornar a Maior Marca do Setor

    Branding – Como ser a Maior Marca do Setor

    Quando se fala em branding, provavelmente você já lembra de marca, porém, é preciso entender que são conceitos complementares. Em suma, para se tornar a maior marca do setor, a sua empresa precisa se destacar no branding.

    O crescimento de marcas no mercado é algo que ainda é desacreditado por boa parte das pessoas, estas que acreditam que marcas fortes são apenas aquelas que comunicam grandes empresas.

    Analisando por este ponto de vista, se tornaria impossível se destacar como marca em um mercado de refrigerantes, por exemplo, já que a Coca-Cola é, sem dúvidas, a maior marca do setor a nível mundial.

    Todavia, é possível alcançar altos patamares com abordagens diferentes e foi exatamente assim que o Guaraná Antarctica se destacou no Brasil, regionalizando se comunicando com o povo brasileiro.

    Da mesma forma, uma marca chegar a um nível excelente de reconhecimento no seu nicho, o que vai influenciar nesse processo é, exatamente, a forma como o branding será trabalhado.

    Pensando nisso, escrevemos este artigo para que você entenda o que é branding, o que é uma marca e o que a sua marca precisa para uma estratégia que a conduza até o topo.

    O que é marca?

    Marca é um conceito muito bem disseminado no conhecimento popular. É fácil entender que uma marca é o rosto de uma empresa no mercado em que a mesma está inserida.

    Porém, ainda é comum associarmos a marca diretamente ao logotipo de um negócio, o que é um erro, já que o logo é um elemento que faz parte da marca como um todo.

    É importante compreender que marca é um conceito mais complexo, que envolve tanto o logo como outros elementos de mesma importância, como:

    • Propósito;
    • Promessa;
    • Atributos;
    • Posicionamento;
    • Cores;
    • Tipografia;
    • Tom e voz.

    Neste texto, explicaremos o que é cada elemento e qual a sua importância para a construção de uma marca coesa, forte e com potencial de crescimento de acordo com os objetivos da empresa.

    O que é branding?

    Entendendo o que é marca, fica mais fácil compreender o conceito de branding, haja vista que este representa as estratégias que um negócio utiliza para gerenciar a sua marca.

    Desta forma, branding é a forma como a marca é trabalhada. Uma estratégia de branding envolve todos os processos desde a estruturação da marca até a forma como a mesma é comunicada ao grande público.

    Como cases de branding, podemos citar marcas que conseguiram fazer a sua comunicação se tornar única, como é o caso do Nubank, das Havaianas ou da Coca-Cola, esta última que possui alcance global.

    Além disso, o trabalho de branding ainda faz com que uma empresa tenha a garantia de crescimento saudável, ou seja, fortalece o trabalho de longo prazo de uma empresa e possibilita que a mesma sonhe ainda mais alto.

    O que constitui uma marca?

    Como dito anteriormente, uma marca e constituída por diversos fatores que, quando construídos e trabalhados da forma correta, podem transformá-la na maior marca do setor em que está inserida.

    Entretanto, construir todos os elementos exigem um trabalho profissional, com um excelente planejamento e, acima de tudo, comunicando o que a empresa possui como essência.

    Propósito

    É possível fazer uma analogia do propósito de uma marca com a missão de uma empresa. Basicamente, o propósito está muito ligado ao objetivo principal da empresa quando a mesma foi criada.

    Nem sempre o propósito da marca é definido quando a mesma é fundada. Existem casos de empresas que formularam efetivamente o seu propósito alguns anos depois da sua fundação.

    Com a Airbnb, por exemplo, essa criação só aconteceu 4 anos após a fundação da empresa. Isso pode acontecer e o mais importante é que esse propósito seja real e guie as ações da marca no mercado.

    Promessa

    Já a promessa, seguindo a analogia proposta anteriormente, se assemelha com a visão de uma empresa. Isso porque ela é o aspecto mais prático que colocará o propósito em funcionamento.

    Na prática, a promessa da marca é, nada mais nada menos que, a forma como uma empresa alcançará aquilo que propõe na sua promessa. Logo, ela deve ser real, factível e prática.

    Outra analogia interessante é a que podemos fazer com o Golden Circle, metodologia criada por Simon Sinek, onde a promessa é o “como” e o propósito é o “porque”.

    Atributos

    Também conectados à ideia empresarial, os atributos se assemelham, e muito, com os valores de uma empresa. São os atributos que estarão visíveis para o grande público quando a marca é comunicada.

    Eles são as características que fazem com que a sua marca seja única e possa gerar identificação com o público. Quando os atributos se comunicam com a persona, a conexão com a marca se torna ainda mais fácil.

    Basicamente, quando pensarmos na persona, os atributos devem representar as suas crenças, as suas vontades e comunicar aquilo que o seu público quer ver na prática.

    Posicionamento

    Unindo os três fatores anteriores, o posicionamento é a forma como a marca os comunica de forma unificada, clara e objetiva para a grande massa. Um posicionamento bem feito é um diferencial para o sucesso de marca.

    Mesmo que a marca não mude durante o tempo, o posicionamento pode seguir caminhos diferentes, colocando em destaque pontos diferentes do todo. Um excelente exemplo é o caso do Uber.

    Enquanto era uma das únicas soluções, no Brasil, de transporte por meio de aplicativos, o grande mote das campanhas do Uber eram a inovação e um novo mecanismo de transporte de pessoas.

    Isso colocou a empresa como uma das maiores marcas do setor, entretanto, o mercado se diversificou e novas soluções semelhantes surgiram, tornando o aspecto inovador da solução menos único.

    Com isso, outros fatores começaram a ganhar foco, como segurança, sentimento de comunidade, entre outros. Estas mudanças são perceptíveis na comunicação da marca.

    Identidade visual

    Chegamos ao ponto que é mais popular quando se fala de marca. A maioria das pessoas não conhece os conceitos previamente vistos quando se fala de gestão da comunicação das empresas.

    Mesmo sendo a parte mais popular, não é somente a identidade visual que é relevante para uma marca forte, como pudemos ver nos itens que antecederam esta característica.

    No entanto, uma marca sem uma identidade visual marcante também não obtém sucesso, já que o aspecto visual é um dos pontos mais facilmente percebidos pelo público em geral.

    Desta forma, para possuir a maior marca do setor, uma empresa precisa dos seguintes elementos muito bem estabelecidos.

    Logotipo

    Sendo o aspecto mais popular de uma marca, o logotipo é o elemento que recebe maior destaque e que, geralmente, é o que mais se populariza entre os adeptos de determinada marca.

    Junto ao nome, eles serão as primeiras coisas a serem criadas, já que sem um logo nenhuma empresa consegue se inserir no mercado de forma efetiva.

    Cores

    As cores são um aspecto, muitas vezes, subestimado, mas que possuem um poder interessante no fortalecimento de uma marca. A prova disso são algumas empresas conhecidas, como Nubank e Coca-Cola.

    Se você parar para analisar as comunicações da empresa que revolucionou o mercado de soluções financeiras, perceberá o roxo em todos os lugares. Essa é uma estratégia que funcionou perfeitamente para o Nu.

    Tipografia

    A tipografia é a parte escrita. Ela está relacionada diretamente com as fontes utilizadas pela marca e geralmente é resumida a 2 tipos de fontes: uma principal e uma secundária.

    Enquanto a principal é a escolhida para integrar o logotipo da marca, a secundária serve como apoio para as comunicações, tendo em vista que, em grande parte das vezes, a tipografia principal não é tão amigável.

    Tom e voz

    Por último, mas não menos importante, a forma como a marca se comunica com o seu público é fundamental para gerar a tão sonhada conexão com a sua persona e fazê-la se apaixonar pela sua empresa.

    Falar “na mesma língua” que o seu público é uma premissa fundamental para qualquer empresa que quer ter a maior marca do setor, ou estar entre as maiores.

    Como ser a maior marca do setor?

    Em suma, para se tornar a maior marca do setor, uma empresa precisa de um trabalho de branding a longo prazo, ou seja, construir a marca, definir todos os seus parâmetros e comunica-la de uma forma constante.

    Assim como outras grandes marcas, o processo envolve paciência e persistência, haja visto que não é do dia para a noite que uma marca cai nas graças do público e se torna referência no seu nicho.

    Portanto, procure entender perfeitamente o que deseja comunicar e torne isso parte da cultura da sua empresa. Além da comunicação, as pessoas precisam emanar os princípios da marca.

    Tendo esses conceitos bem aplicados de forma constante, o destaque deve vir junto com o crescimento da empresa. Naturalmente, uma empresa que não entrega produtos ou soluções de qualidade não fortalece a sua marca.

    Entenda que a satisfação dos seus clientes é um dos pontos principais para uma marca forte.

    Conclusão – a maior marca do setor

    Para uma empresa, possuir a maior marca do setor é um desafio constante. Além do crescimento, também é importante buscar a manutenção da mesma. Muitas vezes, mais difícil do que chegar ao alto é se manter por lá.

    Um excelente exemplo disso é o McDonald’s, que possui uma das marcas mais fortes no nicho de fast food, porém, que precisa se esforçar para manter-se no topo, haja vista que seus concorrentes são empresas de grande porte também.

  • Low CAC High LTV – Métricas Que Você Precisa Conhecer

    Low CAC High LTV – Métricas Que Você Precisa Conhecer

    Low CAC High LTV – Métricas Que Você Precisa Entender

    Gerir um negócio de forma que o torne lucrativo é fundamental para que qualquer empresa sobreviva a médio e longo prazo. Com isso, um dos fundamentos mais interessantes é o low CAC high LTV.

    CAC e LTV são dois indicadores fundamentais para uma análise completa sobre a lucratividade da empresa. Além disso, ajuda a medir quanto custa para adquirir um cliente e quanto tempo ele se mantém na sua carteira de clientes.

    Assim como adquirir novos clientes é extremamente importante, mantê-los é ainda mais. Afinal, a ausência de retenção faz com que a necessidade de volume de aquisição aumente, tornando o negócio ainda mais caro.

    Enquanto CAC é a sigla para Custo de Aquisição do Cliente, LTV significa Lifetime Value, traduzido do inglês como Tempo de Vida do Cliente. O controle desses 2 indicadores é fundamental para o sucesso da sua empresa.

    Assim, desenvolvemos este artigo para lhe ajudar a entender o que são estas métricas. Além disso, vamos mostrar como calculá-las e dicas de como otimizá-las visando melhorar a saúde do seu negócio.

    O que é CAC?

    CAC, como dito anteriormente, é o Custo por Aquisição do Cliente. Ou seja, é um indicador que mede quanto a sua empresa gasta para conseguir um novo cliente dentro de um determinado período de tempo.

    Medir esse indicador é fundamental por vários motivos. Porém, um princípio básico é que se a operação de aquisição for mais cara do que o investimento do cliente, o seu negócio está fadado ao fracasso.

    No entanto, mesmo que o investimento seja superior ao CAC, é necessário realizar uma análise mais detalhada. Assim, será possível controlar os períodos de médio e longo prazo.

    Como calcular o CAC?

    Em resumo, o CAC é calculado pela razão entre a soma de todos os investimentos na aquisição de um cliente e a quantidade de clientes adquiridos no mesmo período de tempo. Assim é possível ter controle sobre os custos de forma precisa.

    Na prática, para calcular o CAC, é preciso somar todos os custos envolvidos no processo de aquisição. Nestes custos estão inclusos: custos com mídias, equipes de marketing e vendas, plataformas, telefonia, etc.

    Tendo esse valor de investimento calculado, você deverá dividi-lo pela quantidade de clientes adquiridos. Sendo assim, o valor final será o custo que cada cliente gerou para ser adquirido.

    Por exemplo, se somando todos os custos durante o processo de aquisição dos clientes, você gastou um valor de R$20 mil e conseguiu 200 clientes, seu CAC será de R$100,00.

    A primeira análise será quanto o cliente investiu. Ou seja, se o valor foi igual ou abaixo de R$ 100,00, a sua operação não está se pagando. Assim, provavelmente, o seu negócio entrará em declínio.

    O que é LTV?

    LTV é a sigla que representa o valor de cada cliente relacionado ao tempo de vida do mesmo junto à sua empresa. Este indicador é importante para a análise da retenção dos clientes que estão dentro da sua carteira.

    No geral, o LTV é um medidor interessante para a qualidade do produto ou serviço que está sendo entregue. Afinal, quanto maior o LTV, maior o tempo que o cliente investiu no seu negócio.

    Naturalmente, esse cálculo faz sentido para empresas de serviços ou produtos que geram algum tipo de recorrência. Lojas do comércio, por exemplo, naturalmente possuirão LTVs menores.

    Como calcular o LTV?

    Em suma, o LTV é o produto entre o valor médio de uma venda e a média de retenção do cliente. Essa média de tempo pode ser calculada em meses ou anos, a depender do modelo de negócio da sua empresa.

    Da mesma forma, quanto mais tempo o cliente permanece na sua carteira, consumindo o seu produto ou serviço, maior será o seu valor relacionado ao tempo de vida. Assim, o lucro gerado para empresa também será maior

    Unindo a análise dos indicadores para alcançar o low CAC high LTV

    Sabendo da importância de cada um dos indicadores e entendendo como calculá-los, fica evidente que é necessário manter o CAC o mais baixo e o LTV o mais alto possível, daí nasce o low CAC high LTV.

    Quanto mais estes dois fatores se distanciarem, maior é a lucratividade do seu negócio. Afinal, os clientes investirão mais e você gastará menos para adquiri-los. Seria o ambiente perfeito, não é?

    Entretanto, alcançar este patamar não é tão simples. Por isso, veremos como otimizar ambos e tornar o seu negócio cada vez mais rentável e com custos cada vez mais baixos.

    Como reduzir o CAC?

    A redução do CAC está diretamente ligada às ações executadas pela equipe para a aquisição dos clientes. Assim, a utilização dos recursos despendidos para que a operação rode também é importante.

    É comum que empresas de todos os tamanhos apresentem sistemas altamente capacitados para a execução das funções. Ou seja, com inúmeros recursos e uma infinidade de possibilidades de utilização, porém, subutilizados.

    Por isso, entenda o método de trabalho da sua equipe. Somente assim será possível encontrar o método ideal e realizável para o seu momento. A partir daí, é mais fácil adequar os recursos utilizados para a realidade do seu negócio.

    Além disso, é importante analisar a efetividade das ações, tanto do marketing quanto do time comercial. Entender se o fluxo de geração, nutrição e conversão de leads está bom ou se ainda pode melhorar.

    Otimizações no time de marketing

    É fundamental analisar todas as etapas do funil de vendas no trabalho de marketing. Além disso, também é preciso avaliar a efetividade das ações para a gestão de cada uma delas.

    Entretanto, se dedicarmos todos os recursos de marketing apenas para a conversão de leads qualificados no fundo do funil, estaremos cometendo um erro operacional. Isso acontece principalmente quando ficamos sem realizar ações de reconhecimento da marca e das soluções.

    É importante distribuir os recursos para tornar o processo mais próximo do ideal. O funil de marketing requer a criação de uma audiência para ser trabalhada e convertida.

    Além disso, é importante analisar as etapas da pipeline de vendas, visando encontrar os pontos onde as oportunidades estão sendo perdidas e melhorá-los para aumentar a taxa de conversão.

    Otimizações no time de vendas

    Por outro lado, de nada adianta o time de marketing gerar uma grande quantidade de leads se estes não são convertidos em clientes. Por isso, é preciso que uma análise seja feita na equipe comercial.

    A distinção das funções de qualificação dos leads (SDR) e fechamento de contratos (BDR/closer) é um passo importante para que os profissionais atuem de forma dedicada a uma só tarefa. Isso permite que o processo seja otimizado.

    Além disso, é importante analisar as etapas da pipeline de vendas. Somente assim será possível encontrar os pontos onde as oportunidades estão sendo perdidas e melhorá-los a fim de aumentar a taxa de conversão.

    Como aumentar o LTV?

    O aumento do LTV pode ser feito de diversas formas. Podemos aumentar o ticket médio de consumo dos clientes até o tempo que ele se mantém investindo no seu produto ou serviço.

    O principal fator é aumentar a quantidade de investimento desse cliente no geral, seja em ticket imediato ou em tempo de consumo. Para isso, você deve se focar no seu modelo de negócio e entender como aumentar a quantidade de dinheiro que o seu cliente deixa na sua empresa. Essa é uma particularidade da sua organização.

    Por exemplo, uma empresa que entrega serviços de marketing digital pode agregar valor ao seu produto, possibilitando o aumento do ticket médio dos clientes. Assim, esta mesma empresa deve se focar em entregar o melhor serviço possível, fazendo com que o cliente se mantenha na carteira por mais tempo e aumente o valor investido.

    Por outro lado, em uma loja de roupas é preciso direcionar as estratégias para o ticket médio. Assim será possível aumentar a quantidade de produtos que o cliente leva ao sair do estabelecimento.

    Quanto maior for o carrinho de compras, maior será o LTV e, provavelmente, o custo de aquisição desse cliente será o mesmo. Para isso, ações como aumentar o mix de produtos podem ser interessantes.

    Low CAC e high LTV aumentam o ROI do seu negócio

    Introduzimos mais uma sigla na sua conta. Isso porque, quando se atinge o princípio de low CAC high LTV, o seu negócio começa a lucrar mais. Em outras palavras, o seu ROI tende a aumentar. Mas o que é ROI?

    ROI é uma sigla da língua inglesa que significa Retorno do Investimento e é, basicamente, o resultado da relação entre CAC e LTV. Ou seja, quanto mais próximos estiverem estes indicadores, menor será o ROI.

    Para calcular o ROI em um determinado período, você deve realizar a razão entre as receitas e os custos. Na prática, é preciso realizar a diferença entre receitas e custos (receita líquida) e, depois, dividir o resultado pelos custos. O valor será o ROI do seu negócio.

    Low CAC High LTV na sua empresa

    Low CAC high LTV é um conceito que deve ser considerado por qualquer empresa que deseja aumentar os seus lucros e reduzir os seus custos. Ou seja, é uma forma de ter mais controle sobre as métricas, a fim de gerar mais resultados no futuro.

    Assim, tornando o LTV mais alto e mantendo o CAC, sua empresa apresentará um quadro financeiro mais saudável. Isso a tornará mais habilitada para aumentar os investimentos visando escalar os lucros.

  • Como aprimorar as Campanhas no Facebook

    Como aprimorar as Campanhas no Facebook

    Como Otimizar Campanhas no Facebook

    Se você anuncia nas mídias sociais e quer ter resultados cada vez melhores, otimizar campanhas no Facebook precisa ser uma tarefa que faça parte da sua rotina.

    Cada vez mais, tanto o Facebook quanto o Google Ads estão modificando a sua plataforma de anúncios para tornar o trabalho do gestor de tráfego mais fácil. Na realidade, o objetivo é tornar a ferramenta mais democrática.

    Com isso, as constantes mudanças também costumam facilitar a vida do profissional que trabalha diretamente com as ferramentas de anúncios na busca por resultados cada vez melhores para os seus clientes.

    No entanto, saber usar ferramentas como o Facebook Ads não é suficiente para alcançar os objetivos traçados para as campanhas, o profissional precisa saber criar e otimizar campanhas no Facebook.

    Neste artigo, você entenderá quais são os benefícios das otimizações, o que acontece se você não as realizar e como você pode faze-las de uma forma fácil e muito eficiente.

    Como funcionam os anúncios no Facebook?

    Apesar de parecer algo simples, onde o gestor de tráfego cria os anúncios, define parâmetros como público e investimento e coloca as campanhas para rodar, existem nuances importantes no Facebook Ads que você precisa conhecer.

    A ferramenta possui diretrizes, presentes na central de ajuda, etapas na criação dos anúncios e um método de veiculação que exige um certo conhecimento do anunciante para maximizar os resultados.

    Etapas da veiculação dos anúncios

    O primeiro passo, obviamente, é a criação dos anúncios, porém, o trabalho do gestor não acaba por aí e os anúncios não são veiculados instantaneamente. É preciso compreender as etapas que antecedem a veiculação.

    Em análise

    Após criar, os anúncios entram no estado “Em análise”. Nesta etapa, os criativos são avaliados pela ferramenta automática do Facebook. O objetivo dessa análise é verificar se a campanha está de acordo com as políticas da ferramenta.

    Caso alguma irregularidade seja identificada, o anúncio será reprovado e o gestor notificado. Junto com a reprovação vem uma mensagem sobre quais foram os termos desrespeitados pelo criativo em questão.

    Aprendizagem

    Caso os anúncios sejam aprovados, eles entrarão em uma fase de aprendizado, onde o Facebook começará a veiculá-los com o intuito de testar o público e entender qual é o perfil ideal de pessoas, de acordo com o objetivo da campanha.

    Para essa etapa, os criativos serão entregues para uma certa quantidade de pessoas e o desempenho será analisado pela ferramenta. Conforme as pessoas forem interagindo, o Facebook vai traçando um perfil ideal para a campanha.

    Após o período de aprendizagem, se os criativos gerarem uma quantidade de conversões suficiente, eles são veiculados e entram no status “Ativo”. Caso contrário, o status se tornará “Aprendizagem limitada”.

    É importante lembrar que as conversões, citadas acima, podem ser cliques ou engajamento também, tudo depende do objetivo inserido na criação da campanha. É esse objetivo que guiará a fase de aprendizagem.

    Aprendizagem limitada

    Esse status representa um desempenho abaixo da média, nos criativos, já na fase de aprendizagem. Melhorias precisarão ser feitas para que a campanha seja veiculada da melhor forma possível.

    A aprendizagem limitada pode ser causada por alguns fatores, como:

    • Público limitado;
    • Criativo com baixo número de conversões/cliques/interações;
    • Orçamento limitado.

    Realizando otimizações nesses quesitos, você terá mais chances de passar pela aprendizagem limitada e levar os seus anúncios para o status “Ativo”, fase que representa a veiculação efetiva das campanhas.

    Anúncios rodando, e agora?

    Aqui moram os principais erros dos gestores de tráfego, por criarem as campanhas, passarem pela fase de aprendizado e acharem que o seu trabalho está completo.

    Na realidade, a parte mais importante na obtenção de resultados com campanhas no Facebook está só começando e é exatamente nessa etapa que o gestor deve se diferenciar, apresentando os melhores resultados.

    Por que otimizar campanhas no Facebook?

    Para tornar o entendimento mais fácil, precisamos compreender como funciona a veiculação dos anúncios a partir do momento que eles entram no status “Ativo”. Vamos utilizar um exemplo para facilitar o entendimento.

    Imagine que o seu público é uma grande macieira, você precisa colher os frutos para obter os resultados que almeja. Nesse caso, o Facebook será o responsável por explorar a árvore e colher os frutos.

    No início da campanha, as maçãs alcançadas são aquelas que estão na parte mais baixo, sendo mais fáceis de serem colhidas. Logo, a tarefa do Facebook é mas simples e mais barata, pois exige menos esforço.

    Com o tempo, as maçãs da parte inferior da árvore vão se tornando mais escassas, fazendo com que a ferramenta tenha que se esforçar mais para obtê-las. Esse processo torna o trabalho mais difícil e mais caro.

    Se o gestor deixa o Facebook trabalhar, sem ajuda-lo, durante muito tempo, as campanhas vão se tornando cada vez mais caras e os resultados vão sendo cada vez menos eficientes.

    As otimizações servem como uma renovação na árvore, onde algumas mudanças nas campanhas podem ajudar a plataforma a encontrar maçãs de forma mais fácil e mais barata.

    Como otimizar campanhas no Facebook?

    O processo de otimização pode acontecer de várias formas, cabe ao gestor de tráfego definir o que será realizado primeiro e acompanhar os resultados para entender quais mudanças surtiram efeitos positivos.

    Primeiro passo: planilhar!

    Monitorar os resultados é uma necessidade do gestor para que seja mais fácil otimizar campanhas no Facebook. Dessa forma, ele conseguirá entender quando a performance melhorou ou piorou.

    Colocar os resultados em planilhas é interessante para acompanhar o desempenho ao longo do tempo e avaliar quais mudanças resultaram em melhorias.

    Por exemplo, após a criação das campanhas, a fase de aprendizagem se passou e os anúncios entraram no status “Ativo”. A partir daí, o gestor alimenta a planilha com os indicadores chave nesse período.

    Passados alguns dias (geralmente entre 3 e 4), algumas otimizações são realizadas (veremos a seguir como realiza-las). É preciso que os dados atuais, antes da otimização, sejam colocados na planilha.

    Desta forma, o gestor começa a criar um histórico dos anúncios e poderá entender, em caso de melhoria nos resultados, qual otimização foi a responsável por tal crescimento.

    Por onde começar?

    Sabemos que as campanhas de anúncios no Facebook possuem 3 camadas na sua estrutura: campanhas, conjuntos de anúncios e anúncios. Geralmente, as otimizações são realizadas de trás para frente, começando nos anúncios.

    À medida que as otimizações nos anúncios vão se esgotando, é possível passar para o conjunto de anúncios, realizando mudanças no público, buscando resultados melhores.

    Por fim, é possível realizar mudanças no orçamento, aumentando ou reduzindo, de acordo com o que se espera pagar por cada conversão dentro das campanhas.

    Em suma, se o objetivo é tornar os resultados mais baratos, é necessário reduzir orçamento. Caso o desempenho esteja muito bom, você pode aumentar o orçamento em busca de mais resultados, mesmo que um pouco mais caros.

    O que mudar?

    As mudanças realizadas para otimizar campanhas no Facebook também seguem uma sequência, onde anúncios com bom desempenho são mantidos e os que estão abaixo sofrem alterações.

    Depois de 1 ou 2 alterações, se os resultados não melhorarem para determinado anúncio, você já pode começar a pensar em desativá-lo, criando outros novos e colocando-os no mesmo conjunto de anúncios.

    É essencial que as alterações sejam realizadas uma por vez, para que você consiga identificar qual otimização funcionou e qual não funcionou, com o passar do tempo e a análise da planilha.

    O objetivo é a base das otimizações

    Naturalmente, o que guiará as mudanças nas campanhas será o objetivo das mesmas. Se o objetivo é gerar leads e alguns anúncios não estão realizando a sua tarefa, você precisa otimizá-los.

    No entanto, você também pode considerar uma métrica secundária como o CTR, por exemplo, para entender se o problema está no anúncio ou na página de destino das suas campanhas.

    É importante entender que, mesmo que o seu anúncio seja o melhor de todos, caso a sua página não seja atrativa o suficiente para gerar conversões, as campanhas terão problemas para obter resultados.

    Controlando o orçamento

    Por último, o controle de orçamento é importante e serve como um balizador para a forma como o Facebook poderá gastar o seu dinheiro. Ao otimizar campanhas no Facebook, você pode aumentar ou reduzir o orçamento.

    Ao aumentar, você está dizendo à ferramenta que está disposto a investir mais, por isso, o custo das conversões, sejam elas cadastros, cliques ou engajamentos, também aumentarão.

    Entretanto, se você reduzir, estará comunicando que julga o investimento muito alto, logo, o Facebook fará menos esforços para obter resultados e, consequentemente, o custo por conversão também reduzirá.

    Leia a central de ajuda

    Uma prática defendida por todos os grandes gestores de tráfego do Brasil é a leitura da central de ajuda do Facebook. Ela possui todas as respostas para a criação e otimização de campanhas de sucesso.

    Além disso, lendo a central de ajuda você garante que estará sempre de acordo com as políticas do Facebook, fator que facilitará o processo de aprovação dos anúncios e maximização dos resultados.

    Conclusão

    Investir em mídias pagas é uma necessidade de qualquer empresa no mercado digital, no entanto, além de anunciar, é preciso otimizar campanhas no Facebook em busca dos melhores resultados.

    Gestores de tráfego que entregam resultados são verdadeiros mestres nas otimizações, fazendo com que os resultados disparem e o orçamento seja utilizado da melhor forma possível.

  • Loja de Roupa: Como aumentar as Vendas no Varejo

    Loja de Roupa: Como aumentar as Vendas no Varejo

    Loja de Roupa: Como Crescer as Vendas no Varejo

    Essa é a pergunta de muitos empreendedores neste momento crítico que estamos vivendo. Como fazer crescer as vendas no varejo se nossos clientes não podem se dirigir as nossas lojas físicas?

    A resposta está em vender pela internet. Sim! Eu disse vender por meio da internet e não necessariamente na internet. Divulgar a sua loja no on-line, gerando fluxo para a sua loja física também é uma forma de vender.

    É nesta filosofia que a V4 Company tem apostado e que conseguiu fazer com que uma loja de varejo conseguisse aumentar seus lucros mesmo em meio a pandemia.

    Se você quer conhecer mais a fundo esta estratégia, eu te convido a continuar lendo este artigo.

    O que é o varejo?

    Para entender melhor como a estratégia utilizada pela V4 para fazer crescer as vendas no varejo, precisamos entender melhor o que é varejo.

    O varejo pode ser entendido como o tipo de venda realizada diretamente ao consumidor final, sem que haja intermediários neste processo e as mercadorias são vendidas em quantidades menores, ou seja, por unidades.

    Diferente do atacado que, normalmente, vende para pessoas jurídicas e/ou em grandes quantidades.

    A quantia vendida no varejo está de acordo com a demanda dos consumidores finais. Tais vendas acontecem em lojas, supermercados, feiras, entre outros. 

    A pessoa que compra no varejo busca consumir aquilo que comprou, já no atacado a pessoa busca comprar em grandes quantidades para revender no varejo.

    O impacto da pandemia no varejo brasileiro

    O varejo enfrentou e vem enfrentando um período muito difícil desde 2020. Com a pandemia, devido ao coronavírus, a rotina de todos os brasileiros foi afetada e atingiu em cheio a economia, principalmente as lojas de varejo.

    As pessoas evitam sair nas ruas, além de haver restrições que visam evitar aglomerações de pessoas. Com shoppings e lojas fechadas o impacto negativo no varejo foi enorme.

    Sem público para olhar suas vitrines, as empresas que não possuíam um bom capital de giro enfrentaram grandes dificuldades financeiras, chegando, em alguns casos, a fecharem suas portas. 

    Pesquisas afirmam que aproximadamente 75.000 lojas encerraram suas atividades em 2020. A crise no setor varejista chegou a, pelo menos, 62% dos lojistas.

    Diante deste cenário crítico, é preciso encontrar formas de inovar e fazer com que seu negócio continue vendendo e gerando receitas.

    Trabalhar com o digital não significa fazer transações no digital

    Como dito anteriormente, é importante apostar em um processo de vendas através da internet, ou seja, utilizar a internet para ajudar a vender mais, mas não necessariamente as transações precisam ocorrer no meio digital. 

    Muitas lojas não conseguem fazer essa conversão, principalmente aquelas com tickets mais altos, aquelas lojas que são 100% ponto de venda.

    A Lebes, por exemplo, baseia suas vendas nos relacionamentos interpessoais, apostando muito em seu time de vendas para que haja um atendimento de qualidade.

    O contato cara a cara ainda é um dos fatores em que a empresa presa muito para reter o cliente, proporcionando a eles uma boa experiência de compras.

    Buscam, ainda, constantemente, o crescimento coletivo, o bom relacionamento entre os funcionários e o respeito pelos mesmos e isso reflete de forma significativa no atendimento aos clientes.

    Isso mostra o sucesso da empresa que, cada vez mais, vem ampliando os seus negócios e abrindo mais lojas físicas, oferecendo oportunidades de crescimento aos seus colaboradores, fornecedores e parceiros.

    A Lebes presa tanto pelo relacionamento interpessoal que, em 2017, inaugurou a primeira Life Store, onde reúne cafeteria, restaurante e farmácia em sua loja.

    A intenção é oferecer aos seus clientes um novo modelo de compras, incentivando a sua ida até a loja e oferecendo um espaço onde pudessem obter novas experiências. 

    A estratégia da V4 para a Lebes

    A Lebes, fundada em 1956, na cidade de São Jerônimo no Rio Grande do Sul, tornou-se uma das principais lojas do comércio varejista do estado. 

    Atualmente, está presente em mais de 100 municípios, com 170 lojas espalhadas pelos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, contando com 1 milhão de clientes ativos e três mil funcionários. 

    A empresa possui um mix variado de produto, atuando em setores como moda infantil, feminina, masculina, calçados, acessórios, móveis, eletrodomésticos e tecnologia e revolucionou a história do comércio varejista gaúcho.

    O que fez a Lebes chegar onde chegou foram as vendas físicas e a internet serve para potencializar o poder de vendas da empresa.

    95% do PIB do varejo é, e provavelmente continuará sendo, as vendas físicas. A Lebes é a cliente que possui o processo de vendas através da internet mais completo da V4 Company. 

    Em sua campanha de Black Friday de 2020, a Lebes contou com a ajuda da V4 para fazer crescer as vendas no varejo.

    A V4 utilizou o on-line para divulgar a Black Friday da Lebes e levar até os consumidores as ofertas disponíveis, mas as compras foram realizadas nas dependências das lojas físicas. 

    Foram utilizadas chaves simples, mas que potencializaram muito os resultados da empresa.

    Foram considerados 4 aspectos importantes que fizeram do Black Friday da Lebes ser um sucesso em 2020 que são:

    Preparação

    Na verdade, a campanha foi um Black Month, um mês totalmente voltado para as promoções com diversas ofertas por semana. 

    A Black Friday feito, em apenas um dia, geraria aglomerações, o que não seria o recomendado neste período que estamos enfrentando.

    Houve um grande foco na produção de conteúdo para divulgar essas ofertas. A produção de conteúdo faz com que o negócio floresça de forma singular e diferente, sem deixá-la rebuscada demais.

    Logística

    O tráfego para o ponto de venda foi um dos pontos mais relevantes também da metodologia utilizada pela V4 neste processo.

    Bem se sabe que o Whatsapp é uma grande ferramenta para atrair clientes. O Whatsapp foi essencial para a Black Friday da Lebes, tanto por meio de grupos como com o contato 1 a 1 com o cliente.  

    Com os grupos no aplicativo, foi alcançado o público desejado para atingir o objetivo de fazer chegar as ofertas até os consumidores.

    No grupo, foram divulgadas as ofertas e a V4 auxiliou de forma ativa na aquisição de pessoas para o grupo bem como na gestão do mesmo.

    Hype/Atenção

    Black Friday é um evento já esperado pelos brasileiros. A maioria já sabe que produtos entrarão em oferta neste período, e esperam ansiosos pelo mesmo. Contudo, ainda esperam ser surpreendidos.

    É possível sim inovar utilizando uma ideia que aparentemente já está batida. Basta utilizar as estratégias certas.

    Com isso, outra estratégia importante utilizada pela V4 para fazer crescer as vendas no varejo durante a Black Friday da Lebes foi o hype, ou seja, a antecipação. É como o trailer de um filme que será exibido no cinema.

    Qual o papel do trailer para o cinema? É fazer com que as pessoas fiquem ansiosas pela chegada do filme, não é mesmo? 

    Fazer um hype, neste caso, foi levar as pessoas a esperarem muito para a Black Friday da Lebes acontecer. Toda semana era enfatizada esta estratégia para os consumidores.

    Para se destacar, foi utilizado a imagem do Rodrigo Faro como garoto propaganda para a campanha. 

    Isto foi um ponto que se conectou de forma significativa com o público-alvo, fazendo com que a mesma se destacasse dos concorrentes. Foram publicadas fotos de ofertas todos os dias para despertar o interesse do público-alvo. 

    Além do Rodrigo Faro como garoto propaganda, outro foco importante foram os gerentes digitais. A divulgação por meio das próprias lojas também foi fundamental.

    Escassez

    A escassez também foi outro fator importante utilizado pela V4 para fazer crescer as vendas na Black Friday da Lebes.

    Muito utilizada no momento de bombar as vendas, enfatizar que as ofertas possuem estoque limitado e que são destinadas só para aquele momento, a escassez foi uma estratégia crucial para despertar o interesse dos consumidores.

    Conclusão

    É notório o fato de que a Lebes conseguiu atingir altos patamares devido às suas lojas físicas que sempre priorizaram o bom atendimento e o relacionamento interpessoal entre funcionários e clientes.

    Oferecer uma experiência agradável na realização de uma compra trouxe ideias como a Life Store que, sem dúvida, revolucionou o comércio varejista no Rio Grande Sul.

    Ir até a loja, experimentar os produtos, tocá-los, ainda é uma experiência única e muito importante para muitos consumidores. Ainda mais se a loja proporcionar conforto em um ambiente agradável e com bom atendimento.

    A V4 Company buscou utilizar os 4 pilares que compõe seu próprio nome na estratégia para a Black Friday da Lebes em 2020. Vender o produto, vender para mais pessoas, vender mais vezes e vender pelo maior valor.

    Estratégias simples, mas de muita valia, que foram muito bem aplicadas, fez com que a empresa se destacasse diante de suas concorrentes.

    Sem dúvidas, a V4 conseguiu fazer história com essa Black Friday junto à família Lebes, deixando sua marca ao fazer crescer as vendas no varejo desta empresa. 

    Assim como a Lebes, você também pode ser assessorada pela V4 e começar a vender não pela internet, mas através da internet e ver seus negócios se destacando em meio aos seus concorrentes.

  • Como rastrear as vendas através do Whatsapp?

    Como rastrear as vendas através do Whatsapp?

    Como Fazer Rastreamento de Vendas pelo Whatsapp?

    Cada vez mais, os canais de contato com o cliente estão se tornando pessoais, em locais onde o cliente possui facilidade de acesso. Mas como fazer o rastreamento de vendas em ferramentas como o Whatsapp?

    Uma estratégia de marketing foi criada, as campanhas estão rodando e o ponto final da trajetória do cliente será no Whatsapp do seu comercial. O fluxo é interessante, pois o aplicativo de mensagens é conhecido pelo cliente.

    Entretanto, atualmente, a ferramenta de anúncios do Facebook Ads, por exemplo, não possui uma integração que faça esse rastreamento de forma nativa, dificultando a metrificação dos dados.

    Até mesmo para botões de Whatsapp presentes no site da sua empresa, é importante saber se as pessoas estão o utilizando e se as estratégias estão sendo eficazes, trazendo resultados para o seu negócio.

    O objetivo desse conteúdo é ressaltar a importância de utilizar o aplicativo de mensagens na sua estratégia de marketing e te ajudar a mensurar os resultados das ações. Portanto, siga a leitura!

    O Whatsapp como ferramenta de vendas

    É notório que, cada vez mais, o consumidor está no controle de qualquer processo de vendas. Com a informação ao seu alcance, o comportamento de compra dos clientes mudou e os negócios precisaram se adaptar.

    Uma das mudanças mais facilmente percebidas foi relacionada aos canais em que as marcas atuam, principalmente com a democratização do acesso à internet e o fortalecimento das estratégias de marketing digital.

    Enquanto, há alguns anos, a propaganda na televisão era o grande diferencial estratégico das grandes empresas, atualmente as coisas mudaram. Estratégias pessoalizadas se tornaram mais importantes e mais eficazes.

    Um dos efeitos dessa personalização do marketing é a forma como os negócios estão sendo conduzidos, sejam eles para vendas mais complexas ou simplificadas, como produtos do varejo.

    Além dos contatos telefônicos e dos atendimentos presenciais, boa parte das negociações são conduzidas por meio do Whatsapp, onde vendedor e cliente se comunicam com o intuito de agilizar as tratativas.

    O cliente já está familiarizado com o Whatsapp

    Se o consumidor está no controle do processo de compra, o vendedor precisa se adaptar ao seu comportamento natural, estando presente nos canais onde o cliente se sente mais confortável.

    Com isso, a migração para o Whatsapp é natural, já que é uma das mídias mais utilizadas atualmente e que possui um tempo de resposta muito rápido, facilitando a agilidade das negociações.

    Supondo que um cliente acessou o site de uma empresa, deseja fazer contato com a mesma e percebeu que existem várias formas de obter resposta. Provavelmente ele considerará alguns fatores para escolher o canal de contato:

    • previsão de tempo de resposta;
    • facilidade de utilização;
    • familiarização com o canal.

    Esses três fatores definirão qual é o melhor canal para efetuar o contato e, coincidentemente (ou nem tanto), o Whatsapp atende aos três requisitos, por ser rápido, fácil e familiar para qualquer consumidor.

    Sendo assim, o cliente será direcionado para um diálogo pessoal, onde ele poderá acompanhar diretamente pelo seu celular, com o aplicativo que é, possivelmente, o que ele mais utiliza diariamente.

    Por que rastrear as vendas pelo Whatsapp?

    Ao realizar uma campanha com o objetivo de gerar vendas, o time de marketing precisa ter noção da efetividade das ações. Com isso, o retorno sobre os resultados precisa chegar até os responsáveis dentro do marketing.

    Entretanto, ao chegar no Whatsapp, o cliente para de gerar dados para as ferramentas de anúncios, como o Facebook ads, entrando em um território “desconhecido” para os rastreadores.

    Isso pode prejudicar o andamento das ações, a otimização das campanhas e, consequentemente, os resultados gerais.

    À medida que o rastreamento de vendas pelo Whatsapp é implantado, o marketing começa a ter mais dados sobre a qualidade dos leads, a quantidade de vendas e o que precisa ser feito com relação isso.

    As campanhas ganham uma dinâmica diferente, os resultados começam a aparecer em maior quantidade e os investimentos começam a gerar retornos ainda mais satisfatórios.

    Como fazer o rastreamento de vendas pelo Whatsapp?

    A utilização do mensageiro verde para as estratégias de marketing e comerciais é muito interessante para aumentar a taxa de conversão e a proximidade com o cliente, porém, existem algumas limitações.

    Para o time de marketing, o Whatsapp acaba se tornando um local com baixa rastreabilidade, principalmente pelo fato de que é mais difícil automatizar o rastreamento do cliente.

    Enquanto em sites e e-commerces é possível instalar scripts de monitoramento, que entregam feedbacks de como o cliente se comporta, quais páginas acessa e em quais formulários se inscreve, no Whatsapp isso não acontece.

    Essa falta de rastreamento de vendas pelo Whatsapp pode ocasionar uma perda na rastreabilidade das campanhas executadas pelo time de marketing, porém, este é um problema que tem solução.

    Implantação de ferramentas

    Sempre que precisamos rastrear um processo ou torna-lo automatizado, pensamos em ferramentas que possam nos entregar essa automatização. Com o Whatsapp, isso também é possível.

    Na realidade, existem algumas ferramentas que servem exatamente para esse rastreamento, porém, o mais indicado é utilizar algo que integre diretamente com a sua plataforma de CRM.

    Integrar com o CRM é agilizar mais uma etapa no processo de vendas, afinal, quando o vendedor está fazendo a negociação, ele já pode alimentar a sua plataforma central de gestão das vendas.

    Sendo assim, fica mais fácil repassar as informações ao time de marketing e gerar ainda mais informações para análises posteriores, tanto da qualidade dos leads quanto da capacidade de conversão do time de vendas.

    Vantagens da utilização de ferramentas automatizadas

    O rastreamento de vendas pelo Whatsapp por meio de ferramentas torna o processo ainda mais rápido. Com poucos cliques, o vendedor por criar negócios, movimentar negociações e gerar dados no CRM.

    Além disso, existe uma garantia maior de que a plataforma de gestão de vendas será alimentada de forma mais fiel, afinal, a real utilização do CRM é um problema presente em grande parte dos negócios.

    Para empresas com maior poder financeiro, o investimento nessas ferramentas é baixo, o que acaba se pagando por conta do tempo ganho e da facilidade que estas trazem para a operação comercial.

    Desvantagens da utilização de ferramentas automatizadas

    Enquanto, para grandes empresas, o investimento é baixo e se paga com o tempo, para empresas menores nem sempre a perspectiva é a mesma. Precisar investir em mais uma ferramenta pode ser um problema.

    Criação de um processo manual de rastreamento

    Se o custo envolvendo a implementação de ferramentas é um problema, processos que envolvem execuções manuais, porém gratuitas, podem ser uma alternativa. O mais importante é rastrear as vendas.

    Nesse caso, o processo é extremamente simples e pode ser resolvido com um formulário do Google, que será preenchido pelo vendedor a cada venda realizada.

    Para isso, ao efetuar uma venda no Whatsapp, o vendedor deverá preencher o formulário com algumas perguntas, como:

    • Loja (unidade);
    • Vendedor;
    • Identificação do cliente;
    • Produto(s) vendidos;
    • Valor de venda;
    • Observações sobre a negociação.

    Com estas informações, o time de marketing terá, à sua disposição, um relatório completo sobre o desempenho das campanhas e das conversões da equipe comercial.

    Além disso, devido ao fato de os formulários do Google gerarem uma planilha com as respostas, é possível criar relatórios personalizados a partir das respostas.

    Inclusive, até uma ferramenta de BI (Business Inteligence) pode ser alimentada com base nesses dados, centralizando informações como investimento, retorno, quantidade de leads gerados e taxa de conversão da equipe de vendas.

    Vantagens desse processo

    O rastreamento de vendas pelo Whatsapp, sendo feito no formato mais manual, é mais barato para qualquer empresa e traz possibilidades extras, como a integração com um relatório de BI.

    Outro ponto positivo é a integração que o processo exige entre os times de marketing e vendas, já que tudo se baseia na comunicação entre ambos.

    Sabendo que esta é uma dificuldade de várias empresas, o alinhamento desse processo pode ser um passo importante para que o trabalho dos dois times entre em uma sintonia afinada, contribuindo para diversos outros fatores.

    Desvantagens desse processo

    Processos manuais demandam mais tempo, o que pode ser um problema caso a escala de vendas seja maior, já que, a cada venda, o vendedor precisará realizar o preenchimento do formulário.

    Outro ponto, que é positivo e também é negativo, é a necessidade da sintonia entre os times de marketing e vendas. Caso a comunicação não seja fluida, o processo pode não funcionar como o esperado.

    Conclusão

    O rastreamento de vendas pelo Whatsapp é uma medida necessária para qualquer negócio que deseja metrificar de forma mais completa o seu processo de vendas, principalmente no caso de vendas mais complexas.

    As negociações pelo mensageiro já acontecem diariamente, em quase todos os modelos de negócio, portanto, metrificar este processo é um ganho muito grande, principalmente para as ações de marketing.

    No entanto, como toda melhoria, exige uma implantação, seja ela de um sistema ou de um processo de equipe. O mais importante é que as equipes comprem a ideia de rastrear as negociações e realmente contribuam para o processo.

    Assim, o reflexo no desempenho das equipes de marketing e vendas será notado a curto, médio e longo prazo, sendo útil, inclusive, para o crescimento da empresa como um todo.

  • A melhor forma de iniciar um E-commerce

    A melhor forma de iniciar um E-commerce

    Melhor Maneira de Começar um E-commerce

    E-commerce é um mercado que está em constante crescimento no Brasil, registrando quase 54% de alta no mês de dezembro de 2020, porém, uma dúvida constante é como começar um e-commerce.

    Os cases no Brasil e no mundo de lojas que iniciam as suas operações de e-commerce e obtém sucesso são muitos, entretanto, os números de fracasso são ainda maiores.

    Você sabe por que isso acontece? 

    O mercado de e-commerce envolve diversos fatores diferentes do meio físico, porém, também envolve muitos pontos em comum e que, muitas vezes, são ignorados pelos lojistas.

    Fatores como plataforma e mídias de divulgação estão sempre na cabeça de quem está prestes a começar um e-commerce, mas será que somente esses fatores são necessários para que este obtenha sucesso?

    É exatamente isso que você vai entender neste artigo, assim como compreenderá o que influencia a viabilidade e o sucesso de um e-commerce que está iniciando os seus trabalhos.

    O que é um e-commerce?

    Também conhecido como comércio eletrônico, o termo e-commerce trata, basicamente, de negociações envolvendo produtos por meio da internet.

    Alguns exemplos de e-commerce são Magazineluiza, Amazon, Lojas Americanas, Submarino, entre outros grandes players que estão cada vez mais fortes no mercado digital e na comercialização dos seus produtos.

    No entanto, o e-commerce é somente uma loja na internet? Esse é um erro comum dos lojistas que querem começar um e-commerce: pensar que tudo se resume a uma loja virtual.

    E-commerce é varejo

    Antes de mais nada, precisamos entender que e-commerce é varejo, ou seja, uma loja virtual é, ainda, uma loja, assim como qualquer outra física que existe no mercado tradicional.

    A diferença é que a internet é um meio de comercializar produtos que derruba algumas barreiras, como a geográfica, por exemplo. Via de regra, o e-commerce é apenas um canal de venda da sua marca.

    Muitas empresas, inclusive consideram a sua loja virtual como uma unidade da sua rede de lojas físicas, já que demanda estoque, demanda gestão de marketing, demanda preços e distribuição.

    Em suma, todos os fatores que envolvem uma loja física também envolvem um e-commerce, porém, com especificidades diferentes.

    A sua loja na internet é um ponto de venda no maior shopping do mundo

    Essa foi a frase do nosso CEO, Dener Lippert, no episódio 13 do podcast ROI Hunters, aqui da V4, que aborda o tema “Qual a melhor maneira de começar um e-commerce”.

    Essa frase é real, já que você precisa pagar alguns custos recorrentes como plataforma de e-commerce e mídias, algo análogo ao aluguel, e concorre com diversas outras lojas, algo normal de um shopping.

    A diferença está na forma como esse shopping está disposto e como o consumidor “anda” por ele. Na internet, existe uma concorrência muito maior e uma barreira menor para o cliente navegar entre elas.

    Isso faz com que começar um e-commerce seja uma tarefa muito mais difícil do que a maioria das pessoas imagina. Iniciar uma loja virtual exige planejamento, cautela e muito estudo.

    Vale a pena ter um e-commerce?

    Esta é a pergunta que qualquer lojista deve se fazer para que chegue à conclusão de ter ou não uma loja virtual. Vale lembrar que estamos falando sobre lojas virtuais lucrativas.

    Infelizmente, no Brasil, a maior parte dos e-commerces existentes não são lucrativos, pelo contrário, a maioria gera mais despesas do que vendas.

    Existem fatores chave que determinam se um e-commerce é viável. Por isso, considere-os antes de começar um e-commerce. Vamos falar sobre cada um deles de forma mais detalhada. Confira!

    Produto

    Possuir um produto de qualidade, competitivo e que seja comercializável de forma on-line é o primeiro passo para que você consiga obter sucesso no mercado de e-commerce.

    Entenda que, no seu segmento, existem muitas outras lojas já ativas e com clientes fazendo visitas aos seus produtos. Você possui produtos para competir com os concorrentes?

    Caso a sua resposta seja sim, você pode seguir para o próximo ponto, onde falaremos sobre algo que envolve, também, o produto, porém, em uma análise mais específica.

    Preço

    Este é um dos fatores mais importantes. O preço é o principal fator de decisão que o consumidor considera na hora de escolher a loja que fará a sua compra na internet.

    Obviamente, outros fatores também influenciam, porém, quando duas lojas são postas lado a lado, o preço é o diferencial mais relevante no processo de escolha.

    Se o seu produto possui um custo de produção ou aquisição muito alto, você precisará colocar mais uma margem sobre ele para vender. Muitas vezes, outros concorrentes estarão no mercado com preços mais baixos.

    É nesse momento que surge o questionamento: o que você entregará para suprir a diferença de preço? Que diferencial será entregue para quebrar essa objeção? 

    Se o seu objetivo é começar um e-commerce, porém, você não está competitivo no mercado com relação a preço, dificilmente terá sucesso nessa nova jornada.

    Todavia, se você possui produtos de qualidade e um preço competitivo, siga a análise, pois a sua jornada com uma loja virtual de sucesso pode estar começando.

    Distribuição

    O terceiro, porém, não menos importante que os anteriores, é a distribuição. Em suma, este fator se resume à capacidade que a sua empresa tem de entregar os produtos para os clientes com certa rapidez.

    Lembre-se que os grandes players do mercado possuem opções de frete com poucos dias. Um excelente exemplo é a Amazon, que chega a entregar produtos em 2 dias úteis, para clientes Prime.

    O poder de distribuição é outro fator de decisão primordial, afinal, as pessoas não estão dispostas a esperar por muito tempo pelos seus produtos. Este tempo de espera só é tolerável para compras de valor muito baixo.

    Um excelente exemplo são os e-commerces da China, que vendem produtos muito baratos com tempos longos de entrega. A relação entre preço e frete precisa ser feita para se obter sucesso ao começar um e-commerce.

    No Brasil, as lojas que possuem centros de distribuição no sudeste costumam ter melhores desempenhos, já que o valor do frete fica acessível para qualquer região do país.

    Como começar um e-commerce?

    Se você analisou os requisitos acima e entendeu que o seu negócio permite a criação de uma loja virtual com potencial de sucesso, chegou a hora de entender o que você precisa fazer para gerar vendas.

    O entendimento que começar um e-commerce é semelhante a abrir uma loja física é interessante para que você identifique o que precisa ser feito.

    Controle de operação

    É fundamental que a sua equipe esteja preparada para receber a demanda de um e-commerce. Desde a concepção e faturamento da venda até a separação e o envio devem estar mapeados e funcionando perfeitamente.

    Gerar tráfego

    Falando de captação de clientes, este é o primeiro passo para começar um e-commerce de sucesso. Se você não tiver pessoas acessando a sua loja, como poderá vender para elas?

    Assim como no ambiente físico, onde você precisa que os clientes entrem no seu estabelecimento para comprar, no e-commerce é necessário que eles cheguem até o seu ambiente.

    Um bom modo de captar tráfego é utilizando os marketplaces, que já possuem público e disponibilizam espaços para você mostrar os seus produtos.

    No entanto, eles são interessantes apenas para começar as vendas e testar os fatores de produto, preço e distribuição. Ficar refém dos marketplaces no longo prazo é perigoso.

    Garanta um checkout rápido, seguro e transparente

    Grande parte dos lojistas que não obtém sucesso no mercado de e-commerce possui problemas no processo de checkout. Processos demorados e ambiente que não transmite segurança são os principais fatores.

    O momento da finalização da compra é crucial no processo de vendas. O cliente já escolheu o produto e definiu que é na sua loja que fará a compra, você só precisa fazer com que a experiência de conclusão seja boa.

    Imagine que você entrou em uma loja física e após escolher o produto desejado e se dirigir ao caixa, você se deparou com uma fila imensa, um sistema lento e um processo que não passa segurança.

    Muitas pessoas se mantêm ali porque não querem ir a outras lojas e ter que escolher novamente os produtos, porém, na internet esse processo envolve poucos minutos.

    Ao se deparar com uma dificuldade, no e-commerce, o primeiro recurso do usuário será buscar o mesmo produto, com um preço semelhante, em outra loja, buscando um processo mais rápido e mais seguro.

    Provavelmente, você não conseguirá recuperar esse cliente e terá uma oportunidade de venda perdida. Por isso, a experiência do cliente no checkout é um fator decisivo para o sucesso de qualquer e-commerce.

    Conclusão

    É claro que começar um e-commerce envolve muitos outros fatores, desde o ambiente interno e operacional da empresa até o ambiente virtual e as ferramentas de mídia.

    O conteúdo deste artigo envolveu os fatores principais, básicos, que definem a viabilidade e o sucesso de uma loja virtual. Utilize-os como base da sua decisão e garanta que eles sempre serão atendidos.

    Dessa forma, a sua loja virtual terá mais chance de gerar resultados positivos e o seu negócio adquirir um novo canal de venda que proporciona crescimento e aumento de faturamento.

  • V4 Company é vendas: Como você pode vender mais e pelo maior valor?

    V4 Company é vendas: Como você pode vender mais e pelo maior valor?

    V4 é vendas: como vender mais e pelo maior valor?

    Toda empresa quer faturar mais, vender mais e pelo maior valor, porém, existem formas de realizar vendas de ticket alto e otimizar os investimentos. Você sabe como fazer isso?

    Vendas com o ticket mais alto são o que chamamos de vendas complexas, que envolvem um nível de consideração maior do cliente antes de realizar a conclusão e o pagamento de forma efetiva.

    A jornada de compra desse cliente, ou seja, o caminho percorrido até o momento final, é extremamente complexa e exige ações de intermediários, como os vendedores.

    O grande desafio, de qualquer negócio, é escalar esse tipo de negociação, trazendo mais potenciais clientes e, consequentemente, aumentando o faturamento do seu negócio.

    Esse é o DNA da V4 e nós queremos te mostrar o que a gente considera na hora de gerenciar o nosso processo de marketing e vendas, buscando vender mais e pelo maior valor.

    Neste artigo, veremos o que você influencia as vendas de ticket alto e o que uma empresa precisa fazer para adquirir mais interessados e, com isso, aumentar a receita obtida com estas conversões.

    O que são vendas de ticket alto?

    Em uma primeira análise, provavelmente você pensou em uma resposta como “vendas que são caras”. Entretanto, o conceito de caro é relativo, tanto para quem vende quanto para quem compra.

    Se imaginarmos uma empresa de sistemas, que costuma comercializar seu produto principal por um valor de R$ 10.000,00 de implementação e mais uma mensalidade de R$ 300,00.

    Para este negócio, vender um produto de R$ 100.000,00 é considerada uma venda cara, porém, este mesmo valor pode não ser caro se a empresa que está vendendo já está habituada a fazer negócios nesses valores.

    O mesmo vale para os clientes. A percepção de algo ser caro ou barato está diretamente relacionada ao poder aquisitivo de cada pessoa, ou empresa.

    Para uma loja comum do comércio, comprar um sistema de R$ 10.000,00 é caro e o valor exige um esforço para ser pago. Já para uma empresa de grande porte, este valor pode ser algo irrisório, que tenha um payback de segundos.

    Portanto, vendas de ticket alto são aquelas que exigem uma consideração maior por parte do comprador, independente do seu valor absoluto. Estas, inclusive, dificilmente são concluídas diretamente na internet.

    Vendas complexas por meio da internet

    Você já comprou um carro pela internet, passando cartão e confirmando a compra pelo ambiente virtual? Essa é uma transação que não faz o menor sentido para a maioria das pessoas.

    Isso porque o valor de um carro é alto e exige uma consideração, ou seja, uma avaliação mais detalhada do comprador. Para isso, do lado da empresa, existe uma outra figura que também é muito importante: o vendedor.

    No entanto, o comércio de veículos por meio da internet tem crescido muito. O primeiro contato do cliente, assim como a negociação com o vendedor estão cada vez mais on-line, ficando as partes finais para o meio físico.

    Com vendas complexas, sejam elas B2B ou B2C, o processo é quase sempre dessa forma. O cliente conhece o produto, ou serviço, se informa sobre este ainda no ambiente on-line e, depois de um tempo, passa para o offline.

    Assim, seu contato com uma pessoa se inicia, geralmente um gerente de negócios que faz a condução do lead até o momento da compra, orientando-o e quebrando as objeções durante o trajeto.

    As vendas de ticket alto, inclusive, possuem um ciclo de negociação, que é o tempo médio que um cliente leva para fechar a sua compra. Este tempo pode variar para cada produto, porém, precisa ser mapeado pela empresa.

    Produto comprado x produto vendido

    Um conceito importante dentro do âmbito de vendas é a ideia de produto comprado e produto vendido. O primeiro está diretamente relacionado ao consumidor, sozinho. Já o segundo envolve um consultor no processo.

    Produto comprado

    Quantas vezes você adquiriu livros ou objetos mais baratos e precisou da ajuda de um vendedor para concluir a sua compra? Geralmente, o processo é rápido e acontece 100% on-line.

    Este tipo de produto é o que chamamos de produto comprado. O cliente acessa a página de vendas, analisa o item, o preço e outros fatores, finaliza a compra e recebe a sua encomenda em casa, sem nenhuma intervenção humana.

    Produto vendido

    Já no produto vendido, o processo é diferente, como o exemplo que vimos do processo de compra do carro. O produto precisa ser efetivamente vendido pelo responsável pela venda.

    Aqui, o cliente precisa ser convencido de que o produto se encaixa nas suas necessidades e que a sua empresa é a melhor opção. Além disso, após a venda, boa parte dos produtos exige um trabalho contínuo de acompanhamento.

    No caso de sistemas, fatores como instalação, utilização e dúvidas são comuns, assim como, para produtos, fatores como garantia, funcionamento e utilização também são relevantes e exigem um trabalho de pós-venda.

    Como realizar mais vendas de ticket alto?

    Depois de entender o que são, efetivamente as vendas de ticket alto, ou vendas complexas, é necessário entender o que um negócio precisa fazer para realiza-las.

    Tráfego

    Um dos principais fatores está ligado ao tráfego, pilar indispensável para qualquer estratégia de marketing e que é um dos fundamentos do trabalho que a V4 exerce com qualquer um dos clientes.

    Basicamente, o trabalho de tráfego é a geração de demanda para que a equipe de vendas consiga exercer o seu papel durante a venda consultiva. Se não existem interessados, para quem os vendedores oferecerão os produtos?

    Dentro do tráfego, alguns pontos são cruciais para a aquisição de possíveis clientes. São eles:

    Testes de público

    Seus anúncios não acertarão em cheio os clientes ideais já nas primeiras campanhas. Por isso, é necessário um amadurecimento de públicos durante a aquisição.

    Uma prática bacana é iniciar os trabalhos com públicos de interesse, ou seja, com os “direcionamentos detalhados” do Facebook Ads, por exemplo, e em seguida partir para públicos personalizados.

    Estes públicos personalizados podem ser do engajamento que a sua rede social já possui, listas de leads criadas com campanhas on-line ou, ainda, públicos de visualização de vídeos que foram anunciados pela sua marca.

    Em geral, os públicos personalizados costumam performar melhor, quando o público adquirido é de qualidade, pelo fato de já estarem melhor segmentados com relação à afinidade com o perfil de cliente ideal para o seu negócio.

    Testes de criativos

    A medição da qualidade do público está diretamente ligada ao processo de amadurecimento que ele passou até deixar os seus dados. Caso você perceba um público desqualificado, talvez os seus criativos precisem de melhorias.

    Procure entregar informações relevantes já de cara, que farão o seu público se identificar ou não, como é o caso de campanhas que já identificam o nicho de clientes logo no criativo.

    Um exemplo é uma campanha de uma empresa de uniformes que busca o nicho industrial. Logo no anúncio, é interessante que se deixe claro que o público alvo é a indústria. Assim, empresas de outros nichos não clicarão.

    Esta separação é fundamental para que a ferramenta de anúncios aprenda com o público que está interagindo e entregue para mais pessoas semelhantes a ele, ou seja, mais qualificadas e alinhadas ao seu perfil de cliente ideal.

    Entender a natureza da demanda

    Outro fator de extrema relevância para o sucesso de uma campanha de marketing e para possibilitar que a sua empresa faça vendas de ticket alto é o entendimento sobre a natureza da demanda.

    Normalmente, existem dois tipos de demanda disponíveis no mercado: demanda percebida e demanda gerada. Explicaremos cada uma delas a seguir.

    Demanda percebida

    Este tipo de demanda envolve o cliente que já sabe que precisa de determinada solução e, por isso, estará mais propenso a busca-la nos canais digitais. Esse tipo de demanda envolve menos convencimento, geralmente.

    Os canais para essa demanda também são mais diretos, como o Google Ads na parte de pesquisa. Nele, as pessoas impactadas estarão buscando por temas relacionados ao seu produto.

    Dessa forma, captar o cliente será mais fácil, porém, provavelmente, a quantidade de clientes será menor do que o potencial que o mercado possui para o seu nicho.

    Demanda gerada

    Já a demanda gerada é o oposto e representa o cliente que não sabe sobre a sua necessidade. O papel da sua comunicação será mostrar aos impactados que a demanda existe e que um caminho precisa ser seguido.

    Geralmente, as mídias mais indicadas para esse tipo de demanda são as que envolvem interrupção, como Facebook Ads e Youtube. Assim, o impactado não espera receber aquele conteúdo, porém, acaba visualizando.

    Quando criado da forma correta e mostrado para as pessoas certas, os conteúdos de interrupção podem ter um desempenho excelente e atingir uma parcela de mercado ainda maior.

    No entanto, encontrar o ponto principal da comunicação pode ser um desafio maior do que nos casos de demanda percebida.

    Conclusão

    Criar um processo de vendas de ticket alto é complexo e exige um trabalho muito bem realizado pela equipe de vendas. No entanto, quando as vendas são realizadas, o retorno é ainda maior.

    Por isso, se o seu negócio envolve vendas complexas, o seu primeiro passo será entender que o segredo para a captação de clientes está no investimento nas ações de marketing e na capacitação do time de vendas.

    Assim, será possível gerar mais oportunidades e, da mesma forma, melhorar a taxa de conversão destes leads em clientes, com uma equipe de vendas capacitada e preparada para gerar resultados significativos.

  • De que forma você pode rastrear vendas em restaurantes?

    De que forma você pode rastrear vendas em restaurantes?

    Como Rastrear Vendas em Restaurantes?

    Esta é uma dúvida que assola grande parte dos gestores de empresas chamadas de food services e que não conseguem rastrear as vendas em restaurantes, tornando mais difícil o trabalho de marketing.

    O processo de rastreamento de vendas envolve, principalmente, a identificação dos clientes. Você lembra qual foi a última vez que foi a um restaurante e fez um cadastro? Este é um erro comum, mas que pode ser resolvido facilmente.

    Esse e outros pontos podem ser melhorados no processo de vendas de uma empresa do nicho alimentício e que pode interferir diretamente nos resultados obtidos pelo negócio como um todo.

    Realizar ações de marketing também é algo complexo para o segmento, já que não é tão fácil entender o que deu certo e o que não deu, quais canais estão gerando mais resultados e o que deve ser feito nas próximas ações.

    Tudo isso pode ser resolvido com a implementação de algumas melhorias, que nós trouxemos nesse artigo e você entenderá como fazer. Siga a leitura e aproveite!

    Entendendo o mercado de restaurantes

    Quantos restaurantes (que não são fast food) você consegue lembrar que alcançaram patamares de liderança nacional? Provavelmente você lembrou de 2 ou 3 que se destacam, como é o caso do Madero.

    Entretanto, você já se perguntou por que as empresas desse nicho não alcançam proporções maiores de mercado? O que elas fazem de errado? Será que os gestores não possuem esse objetivo de expansão?

    A realidade está coração do negócio, os fundadores. Geralmente, um restaurante é um lifestyle business, ou seja, é um negócio que foi criado porque o dono possui grande apreço pelo segmento.

    Dificilmente, um food service é aberto por um empreendedor que visa gerar lucros e atingir um nível nacional de expansão. Estes tendem a investir no nicho de fast food, como Bob’s e Subway.

    Inclusive, uma das falhas está, exatamente, em não rastrear vendas em restaurantes. Os clientes entram, consomem e saem sem gerarem qualquer tipo de dado relevante além dos produtos consumidos e do valor gasto.

    Esta é uma característica que acaba minando o poder do marketing, já que esta é uma ciência que trabalha diretamente com dados e é aprimorada por meio deles. Se não existem dados, o marketing perde potencial.

    Estabelecimentos reféns de plataformas

    Outro comportamento natural é a utilização de plataformas de entrega, por exemplo, como o iFood e a criação de uma dependência delas. Dessa forma, as taxas se tornam um problema, pois diminuem a lucratividade do negócio.

    Entretanto, a dependência de plataformas de terceiros está diretamente relacionada à impotência do estabelecimento para gerar a própria demanda e, assim, investir em um serviço próprio de entrega, por exemplo.

    Esta virada de chave pode representar um aprimoramento no serviço de captação de clientes e uma redução de custos na entrega dos produtos, o que pode aumentar ainda mais a lucratividade.

    Como rastrear vendas em restaurantes?

    O processo de rastreamento de vendas em restaurantes é mais simples do que parece e não é executado pelo simples fato de o gestor não estar pensando no seu próprio crescimento.

    O apreço pela profissão e o direcionamento para o operacional limita a visão do responsável e acaba fazendo com que este não enxergue as possibilidades existentes no nicho para obter mais resultados e um maior crescimento.

    Cadastro de clientes

    Em um primeiro momento, parece que o cadastro do cliente vai ser algo demorado e chato, como acontece em grandes redes de lojas de roupas ou departamentos, no cadastro para o cartão da loja, por exemplo.

    No caso de restaurantes, o processo é muito mais simples e pode ser feito durante o processo de pagamento.

    Afinal, quanto tempo demora para perguntar o nome e o telefone do cliente? Essas duas informações, aliadas ao comportamento de consumo do cliente, podem gerar dados valiosíssimos para a sua empresa.

    Benefícios do rastreamento de vendas

    O simples cadastro dos clientes pode gerar uma quantidade de insights para o seu negócio que, infelizmente, poucos donos de restaurantes valorizam.

    Acontece que a geração de dados relevantes é a alma para a obtenção de melhores resultados e potencialização das ações de marketing.

    A seguir, você entenderá quais são os principais benefícios de se rastrear vendas em restaurantes e como eles impactarão no seu negócio.

    Compreensão do LTV

    Ao identificar o cliente, você conseguirá rastrear a sua assiduidade, sendo assim, além de rastrear a venda no restaurante, você ainda consegue entender quanto ele gastou em um determinado período de tempo.

    O LTV é fundamental para entender a recorrência dos clientes, o nível de satisfação dos mesmos e a qualidade dos produtos e do atendimento que está sendo entregue.

    Se o LTV for alto, os clientes estão ficando satisfeitos e voltando para consumir novamente. Já nos casos de LTV baixo, ações de retenção precisam ser estabelecidas para melhorar a lucratividade do negócio.

    Compreender o comportamento do cliente

    Quais são os dados utilizados para formar os combos de um restaurante? Que informações foram geradas para definir o comportamento de compra do cliente? Estas são perguntas relevantes para qualquer food servisse.

    Entender o que os clientes consomem, com qual frequência e qual a combinação dos pedidos é uma forma de criar opções ainda mais atrativas, assim como entender quais são os itens que merecem ações promocionais.

    Fomentar ações de remarketing

    Depois de sair do estabelecimento, que tipo de ação é realizada para que o cliente retorne? Rastrear vendas em restaurantes também tem o objetivo de impactar os clientes novamente após a primeira visita.

    Um simples cadastro já faz com que seja possível a utilização da lista de clientes para a criação de públicos nas ferramentas de anúncios, fator que pode ser um diferencial na aquisição de clientes.

    Extrair o máximo de cada ponto de venda

    Depois de alcançar determinado patamar, é normal que os restaurantes busquem abrir novas unidades em outros locais da cidade, visando atender mais clientes e aumentar o faturamento.

    No entanto, abrir filiais é um processo que custa muito caro e leva bastante tempo para gerar lucros de forma efetiva, tendo em vista o investimento que é empregado para a criação do novo ponto de venda.

    Com isso, se faz necessária a extração do máximo potencial de cada ponto de venda, algo que também não é explorado pelos gestores dos estabelecimentos, reduzindo o potencial lucrativo do negócio.

    Para fazer isso, várias ações podem ser executadas, inclusive em períodos que são considerados “mortos” para boa parte dos gestores.

    Ao analisar os dados gerados pelos cadastros, o gestor pode perceber que o público masculino não está sendo muito impactado, ou que os homens costumam frequentar em determinados dias.

    Dessa forma, ações específicas podem ser criadas, aumentando o LTV dos clientes e gerando receitas que não eram previstas. Algumas ideias de ações podem ser:

    Promoções para a primeira compra em dias de baixo movimento

    A segunda-feira é, tradicionalmente, um dia fraco para restaurantes. Porém, por que não reduzir a margem de contribuição dos produtos para adquirir clientes para esse dia?

    Que tal uma promoção com um certo desconto na primeira compra para a segunda-feira, onde o seu restaurante poderá receber mais pessoas e, assim, ganhar um público que não consumiria normalmente.

    Programas de fidelidades

    Outra desculpa para fazer o cadastro. Ao invés de entregar um cartão que o cliente pode perder com o tempo, utilize um sistema que controle a recorrência do cliente.

    Sendo assim, ele pode ganhar benefícios por consumir várias vezes no seu restaurante, como lanches grátis ou uma bebida, por exemplo.

    Este tipo de ação fortalece o crescimento do LTV, justifica a realização do cadastro e potencializa o rastreamento de vendas no restaurante.

    Marketing de influencia

    Todas as pessoas possuem um nível de influência sobre aqueles que são mais próximos, seja na rede social ou dentro de casa. Por que não utilizar isso para gerar ainda mais demanda?

    Uma promoção onde o cliente ganha um desconto por publicar uma foto marcando o seu restaurante pode ser uma excelente forma de ganhar mercado sem a necessidade de investir altos valores em mídia.

    Além disso, influenciar pessoas é mais fácil quando a ação é realizada por alguém próximo. O amigo de uma pessoa tem muito mais poder de convencimento sobre o seu restaurante do que um anúncio no Facebook.

    O mais simples funciona

    Geralmente, a implementação de mudanças gera um certo receio em qualquer dono de estabelecimento, porém, existem algumas melhorias simples que fazem muita diferença nos resultados da empresa como um todo.

    Rastrear vendas em restaurantes por meio de cadastros pode ser uma ação simples, que tomará 30 segundos do cliente no momento da saída, porém, que fará muita diferença para ações futuras de retenção dos consumidores.

    Conclusão

    Em vez de buscar abrir novos pontos ou investir em ações de marketing que exigem muito investimento, rastrear as vendas em um restaurante pode ser o primeiro passo para um crescimento exponencial.

    As ações podem ser realizadas de forma mais assertiva, os seus clientes se envolverão de forma significativa com a marca e, com certeza, o seu faturamento tende a ganhar proporções muito maiores.