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  • Como Faturar o Dobro Investindo a Metade? | V4 Company

    Como Faturar o Dobro Investindo a Metade?

    Todas as pessoas que estão buscando por maneiras de inserir suas atividades no mercado de trabalho tem interesse em faturar o dobro investindo a metade. Mas, afinal, isso é possível?

    Sim. É perfeitamente possível, mas exige uma dedicação e esforços extremamente intensos por parte do empreendedor que estiver querendo obter uma lucratividade maior sem valores altos de investimento.

    Nesse artigo, portanto, você irá encontrar algumas dicas para que possa impulsionar a rentabilidade de sua empresa de forma a beneficiar todos os envolvidos, portanto, preste bastante atenção antes de fazer qualquer investimento!

    Saiba algumas dicas para faturar o dobro investindo a metade

    Será preciso que você se atente a cada uma dessas dicas para que o seu negócio possa ser impulsionado e todos se beneficiem, portanto, lembre-se de contar com o apoio de sua equipe antes de começar qualquer tipo de investimento.

    Comece sedo para faturar o dobro investindo a metade

    Muitas pequenas empresas determinam seus planos de crescimento para o próximo ano em algum momento em dezembro. Péssima ideia. Isso é muito tarde para realizar qualquer coisa substancial.

    • Se você deseja dobrar sua receita em um ano, o seu planejamento para a receita deve ser configurado para começar a funcionar em 1 de janeiro.

    Em outras palavras, você deve iniciar o desenvolvimento de novos produtos ou o desenvolvimento de novos negócios no terceiro trimestre deste ano para começar a gerar qualquer tipo de receita substancial em janeiro do próximo ano.

    Sonhe e Acredite

    Este pode ser o mais difícil dos cinco passos. A ideia de duplicar sua receita requer a quebra de um grande paradigma para a maioria das pessoas, que geralmente, nunca pensaram em desconstruir.

    Sem acreditar naquilo que estiver fazendo, na hora de agir, você e seus colaboradores irão hesitar. Faturar o dobro investindo a metade exige a execução de grandes planos. Grandes planos requerem grandes sonhos.

    • Este é outro motivo para começar cedo. Você precisa de tempo para treinar seu cérebro para aceitar a ideia de que você pode e irá duplicar sua receita.

    • Você precisa ver sua empresa como sendo duas vezes maior do que é quando você faz o plano. Comece com o final em mente. Imagine e acredite. Caso contrário, você nunca executará.

    Você também deve se preparar para lidar com os adversários. Ignore-os. Aqueles que dizem que algo não pode ser feito não devem interromper aqueles que estão ocupados fazendo isso.

    Construa uma Escada de Receita para faturar o dobro investindo a metade

    A menos que você lance um novo produto incrível no mercado, inovador e completamente recente para todos aqueles públicos que se interessam por produtos do gênero é improvável que você possa duplicar sua receita com base em uma única oferta.

    Trabalhe e faça um brainstorm. Empresários eficientes sabem que a chave para o crescimento da receita é obter essa receita vindo de vários fluxos.

    Você constrói sua escada de receita para faturar o dobro investindo a metade por um passo de cada vez, lembrando sempre de atuar com base na ideia de crescer várias fontes de receita simultaneamente em seus negócios.

    Quando você já estiver sólido com suas fontes de receita dentro de sua empresa, é preciso analisar o desempenho de cada uma delas para que sejam mantidas aquelas que realmente permitem ao seu negócio lucrar o dobro.

    • Se qualquer uma dessas fontes de receita não for forte o suficiente para suportar seus objetivos de crescimento futuros, é preciso atualizá-la ou eliminá-la.

    Determine os Objetivos de Crescimento de Faturamento

    A melhor maneira de alcançar seu objetivo de faturar o dobro é planejando excedê-lo. Quando fizer o seu plano de negócios para o próximo ano, estabeleça uma maneira de fazê-lo sempre em dois níveis.

    • O primeiro nível desse planejamento é o plano de negócios: Esse é o plano não negociável, obrigatório e que não permite nenhum tipo de desculpas ou justificativas para não ser alcançado.

    Se você deseja faturar em dobro investindo a metade, é preciso fazer deste seu plano de negócios: e, além disso, incorporar os objetivos e metas ao longo de toda a equipe de seus funcionários para que trabalhem em conjunto.

    • O segundo plano é onde iremos construir o plano de alongamento: É aqui que determinamos a vantagem para cada fluxo de receita que será estabelecido.

    • Este é um passo crítico porque é preciso saber qual dos fluxos de receita será necessário aplicar o plano de negócios de forma integral, mas é extremamente difícil para a maioria dos casos encontrar qual será o escolhido.

    Então, é preciso construir um plano extensivo e um planejamento específico que possa manter seus negócios preparados para quando for necessário ajustar a fonte de receita ideal.

    Dessa forma, se e quando um fluxo de renda vacilar, ele não irá afetar de forma negativa todo o plano de negócios.

    Recompense as Pessoas que o Fazem Acontecer

    Os colaboradores são parte essencial de seus negócios, sejam eles quais forem.

    Sem a ajuda de todas as pessoas que fazem os processos de produção serem possíveis, sem a ajuda que faz com que seus clientes recebam o que pediram, nada será possível.

    Faturar o dobro investindo a metade não é algo que você pode fazer sozinho. As pessoas ao seu redor farão com que isso aconteça com você. E eles precisam compartilhar suas vontades e objetivos para que o negócio cresça.

    Sempre estabeleça uma maneira de compensar os membros da equipe e parceiros de negócios de acordo com metas de receita em suas atividades específicas.

    • É uma fórmula simples: você nos traz mais receitas, ganhamos dinheiro e pagamos mais dinheiro.

    Como você já pode ter percebido, não é um processo fácil e irá exigir todas as pessoas em sua empresa trabalhando em conjunto. O planejamento, assim como o guia de todas as etapas mencionadas acima, é essencial para obter retornos eficazes.

    Para faturar o dobro investindo a metade, é preciso que você comece agora e obtenha a mentalidade certa. O resto virá em seguida de todos os seus esforços, e em breve, você mudará completamente o cenário de sua empresa.

  • Modelos de Negócios SaaS: Estratégias de Growth em SaaS Business

    Modelo SaaS de Negócios: Como Aprimorar as Estratégias e Impulsionar o Growth

    Um modelo de negócio SaaS (Software as a Service), é a oferta de softwares como serviço. Este, é prestado de modo virtual, não sendo necessário a instalação ou a atualização de software. Desse modo, é preciso apenas de uma conexão com a internet para a sua utilização, facilitando e simplificando o acesso.

    Esse tipo de negócio trabalha com uma lógica de receita recorrente, podendo ser mensal ou anual. Assim, a receita de cada cliente é igual ao seu Lifetime Value (LTV), em que, quanto mais ele permanecer, maior será o lucro do negócio. Por outro lado, se este estiver insatisfeito com o serviço e cancelar a assinatura no início, o capital investido nele será prejudicado, representando perdas a serem recuperadas.

    Portanto, deve-se alocar esforços para adquirir clientes e, especialmente, para mantê-los dentro do processo, maximizando a vida útil de cada um. Com isso, temos 3 pontos chaves para negócios SaaS, que são a aquisição, a retenção e a monetização de clientes. Logo, é essencial o acompanhamento de métricas para avaliar o desempenho e a rotatividade destes.

    Aquisição de Clientes em um Negócio SaaS

    Assim, para ganhar escalabilidade, as empresas SaaS precisam investir muito capital para a aquisição de clientes no início, o que irá causar perdas significativas nos primeiros anos e, muitas vezes, problemas de fluxo de caixa associado. Mesmo assim, devem focar na conquista de novos clientes, em que, a longo prazo terão retorno sobre o investimento.

    Nesse sentido, deve-se ter um mindset de growth nesse modelo de negócio, visando o seu crescimento da forma mais eficiente possível. No início os custos vão ser maiores, mas o crescimento será muito maior ao longo do tempo. Assim sendo, eventualmente se alcançará o retorno sobre o investimento e haverá lucro/caixa suficiente para cobrir o investimento necessário para adquirir novos clientes. 

    Growth: Transcenda o Equilíbrio

    Desse modo, com alguns clientes ativos gerando receita, espera-se que as perdas e as despesas vão diminuindo, contudo, é crucial que nesse momento a empresa aumente o investimento no negócio para expandir a base de clientes. Você deve estar se perguntando, mas qual o sentido de provocar mais uma fase de recessão financeira se ainda apresenta-se uma fase de recuperação dos investimentos anteriores? Para ilustrar melhor a análise, confira o gráfico a seguir. 

    Analisando o gráfico, percebe-se que quanto mais rápido for o crescimento da base de clientes, maior será a curva de expansão do negócio. Enquanto um cliente irá trazer um retorno após certo período, cinco clientes poderão trazer resultados muito melhores. Portanto, se a empresa soltar a mão nos investimentos para multiplicar esse número, irá ocasionar mais uma depressão, todavia, irá acarretar em uma taxa de growth muito mais acentuada.

    Em vista disso, as organizações não devem se contentar com o equilíbrio do fluxo de caixa, contudo, precisam estar atentas para garantir a saúde do negócio ao longo do tempo. Assim, devem medir as probabilidades de sucesso do negócio, acompanhando o desempenho dos indicadores e elaborando previsões de retorno do investimento e cenários de receita.

    Lucratividade e Monetização de Clientes de um SaaS

    Dessa maneira, para averiguar a viabilidade financeira de um negócio SaaS, deve-se analisar de perto os indicadores de LTV e CAC (Custo de Aquisição por Cliente) para cada cliente ativo. Destarte, o negócio deve lucrar mais com os clientes do que o valor gasto para adquiri-los, em que, para ser lucrativo no longo prazo, o LTV deve ser 3 vezes maior que o CAC. 

    Ademais, o tempo para a recuperação do CAC deve ser menor que 12 meses, ao contrário disso, causará impacto na eficiência do capital e atraso na lucratividade. Na média, os negócios SaaS com ótima performance são capazes de recuperar o CAC em até 7 meses. É claro que isso não é um padrão, mas é uma meta a ser atingida com melhorias ao longo do tempo.

    Para se aproximar dessa lógica, a empresa precisa avaliar diferentes fontes de leads, assim como investir na segmentação, testando a sua solução com diversos tipos de público, modelos de preços e em diferentes setores. Assim, é possível identificar quais formas de atuação apresentam um maior LTV em relação ao CAC, visando um maior lucro.

    Fontes de Receita de um SaaS

    Em relação às fontes de receitas de um negócio SaaS, elas são provenientes de pagamentos recorrentes de cada cliente. Essa recorrência pode ser mensal, sendo um modelo MRR (Receita Mensal Recorrente) com contratos mensais; ou anual, modelo ARR (Receita Anual Recorrente), com contratos anuais que envolvem também o ACV (Valor Anual do Contrato).

    Portanto, é essencial o acompanhamento desses valores, em que há três fatores que auxiliam na análise ao longo do tempo, são eles:

    • O Novo ARR ou MRR, que representa a entrada de clientes em comparação com o ano ou mês anterior;
    • O ARR ou MRR cancelado, que representa a saída de clientes em comparação com o ano ou mês anterior (cancelamento da assinatura);
    • Expansão do ARR ou MRR, que representa os clientes que estenderam sua assinatura.

    Assim, esses 3 aspectos somados compõem a sua reserva financeira a cada período. A partir disso, é possível rastrear os aspectos que estão impulsionando o negócio, assim como pontos de melhoria. Para ter um olhar sistêmico e uma melhor gestão, é interessante a elaboração de um gráfico que contemple essas variações como o abaixo:

    Ademais, é pertinente também a construção de tabelas para uma análise mais quantitativa das taxas de growth e de churn.

    Retenção de Clientes no SaaS: Churn Rate e Análise Cohort

    Em vista dos indicadores acima, percebe-se que o cancelamento de contratos impacta significativamente na performance de um negócio SaaS. Sendo assim, é essencial reter os clientes com um maior LTV possível, diminuindo esses números de saída de clientes, que chamamos de Churn.

    Churn Rate

    Assim, vamos entender melhor esse indicador e como podemos calculá-lo. No início do negócio, quando há um menor número de clientes, o churn não impacta de forma tão significativa, visto que as perdas não representam muita coisa. Se a empresa tiver um churn de 5% no período, com um total de 100 clientes na base, estará perdendo apenas 5 destes clientes, não sendo tão complicado compensar esse número e substituí-los. 

    Todavia, considere que o negócio tenha crescido e possui uma base de 100 mil clientes. Se ele tiver um churn de 5%, representaria a perda de 25 mil clientes no período, sendo muito mais complexo captar essa quantia de novos clientes, impactando no crescimento do negócio. Em vista disso, deve-se alocar esforços para evitar a perda de clientes, buscando um churn negativo.

    Esse fenômeno acontece quando a receita de expansão de clientes ativos é maior do que a receita perdida com o churn. Logo, há duas estratégias que podem ser utilizadas para aumentar a receita com a base ativa de clientes, sendo o Upsell e o Cross-Sell. 

    Para calcular a taxa do churn, isto é, o Churn Rate, é necessário dividir o número total de cancelamentos pelo número total de clientes ativos no período sob análise. Além disso, é crucial buscar os motivos pelos quais o churn está acontecendo.

    Assim, torna-se possível identificar o que precisa ser aprimorado nos serviços e consertar falhas que poderiam estar impactando diversos clientes, evitando possíveis cancelamentos e diminuindo essa porcentagem.

    Análise Cohort

    O Cohort, por sua vez, é uma forma de análise que pode auxiliar muito na investigação do nível de churn. Este, é uma forma de dividir um contexto em diversos grupos a partir dos critérios definidos, permitindo uma análise mais segmentada do comportamento de cada corte.

    No cenário dos negócios SaaS, o cohort é utilizado para a análise de clientes que entraram em determinado período de tempo, assim como aqueles que saíram.

    A divisão pode ser feita pelos clientes que entraram no mês de janeiro, fevereiro, março, e assim por diante, sendo possível explorar como estes se comportam ao longo do tempo. Dessa forma, propicia a identificação dos fatores que tiveram uma boa influência na experiência de algum grupo, podendo replicar isso nos demais. 

    Nesse sentido, o cohort permite verificar se há alguma tendência de atitudes para cada grupo, como qual apresentou um maior churn, se os clientes estão saindo nos primeiros meses, se o churn estabiliza ao longo do tempo, entre diversas outras questões. Com isso, estimula a obtenção de insights, pois concede um olhar mais particular para cada grupo.

    Ainda, visando a retenção de clientes, é importante pensar em estratégias para agregar mais valor a eles e aumentar sua experiência. Isso pode ser feito com promoção de serviços e upgrades gratuitos no sistema, por exemplo.

    Engajamento e Satisfação

    Outras maneiras de prever o churn, é analisando o engajamento dos usuários com o serviço da empresa, e os seus níveis de satisfação.

    Para isso, pode-se rastrear a interação dos usuários com os principais recursos do produto, e pontuar esse envolvimento, criando uma espécie de pontuação de engajamento do cliente com cada recurso. Assim, poderá focar nos que mais estão sendo úteis e interessantes para eles. 

    Ainda, para medir a satisfação, pesquisas de NPS (Net Promoter Score) e CSAT (Customer Satisfaction Score) são muito valiosas.

    Manter contato direto com os clientes por mensagem, e-mail, ligação, redes sociais, entre outras fontes, nutrindo o relacionamento com eles, também é uma ótima forma de captar feedbacks para medir e aumentar a satisfação.

    Como utilizar as métricas

    A partir disso, vamos analisar todos os indicadores citados ao longo do texto, a fim de mostrar como calculá-los e melhor utilizá-los. 

    Destaca-se a importância de mensurar os resultados e acompanhá-los constantemente, visando uma melhor gestão do negócio e um melhor desempenho financeiro.

    Customer Acquisition Cost (CAC) 

    O Custo por Aquisição de Cliente (CAC), é equivalente ao custo que o negócio terá para cada cliente adquirido. É importante para analisar a saúde financeira de uma empresa e o que pode ser otimizado para diminuir esse custo. 

    Assim, para calcular, você deve dividir os custos que obteve para adquirir os clientes como investimento em marketing e vendas, pela quantidade de clientes que você adquiriu, conforme abaixo.

    CAC = custo total de marketing e vendas / número de novos clientes

    Lifetime Value (LTV)

    O LifeTime Value (LTV) é o valor do tempo de vida do cliente com o negócio, isto é, o quanto de retorno o cliente traz enquanto permanece assinando o contrato em um modelo SaaS. 

    Assim, para calcular o LTV, deve-se multiplicar a receita média que um usuário deixa ao longo da sua vida (ARPU) pela margem de contribuição (valor que sobra para contribuir com os custos fixos) e dividir o resultado pelo Churn Rate (taxa de abandono).

    LTV = (ARPU*Margem de Contribuição) / Churn Rate

    LTV/CAC

    Sendo assim, a relação entre o LTV e o CAC é muito importante para visualizar o quanto de contribuição cada cliente trouxe para a receita de fato, e analisar se você está ganhando mais com os clientes do que gastando para adquiri-los. 

    Nesse sentido, como mencionado anteriormente, o LTV deve ser pelo menos 3x maior que o CAC, em que, se for menor que isso, deve-se rever as estratégias para otimizar essa proporção.

    Churn

    O Churn é a representação de quantos clientes cancelaram o contrato em um SaaS Business ao longo do tempo, em que deve-se visar diminuir esse valor com foco na retenção de clientes. 

    Para isso, é interessante a identificação das causas e possíveis soluções para inserir nas estratégias, otimizando-as constantemente. 

    Portanto, para calcular a taxa do Churn, isto é, o Churn Rate, deve-se realizar a lógica abaixo, para um período determinado:

    Churn Rate = número total de cancelamentos / número total de clientes ativos 

    Revenue Churn X Customer Churn

    O Churn representa as taxas de cancelamento de contratos em um modelo SaaS de negócios, contudo, deve-se atentar para identificar a Revenue Churn em comparação com o Customer Churn. 

    Mas como funciona essa lógica? Pense assim, se o negócio perder 10 clientes que pagam 100 reais por mês, é a mesma coisa que perder 1 cliente que paga mil reais por mês, considerando o faturamento gerado. 

    Dessa forma, esses números são diferentes, em que deve-se analisar quanto cada cancelamento equivale a perdas financeiras para ter uma visão completa do que ocorreu no período.

    Net Promoter Score (NPS)  

    O Net Promoter Score (NPS) serve para analisar a satisfação e fidelidade dos clientes com o SaaS Business, sendo oportuno para prever e evitar futuros Churns. Para isso, deve-se fazer a seguinte pergunta aos usuários: “O quanto você recomendaria o nosso negócio para um colega, em uma escala de 0-10?”. 

    Considerando a escala aqueles que responderem:

    • Entre 0-6: são detratores do seu negócio. Estes estão pouco satisfeitos, e provavelmente não irão indicar para outros;
    • Entre 7-8: são clientes neutros. Estes são passivamente satisfeitos, que não costumam indicar e não são leais ao negócio;
    • Entre 9-10: são os promotores do seu negócio. Estes são aqueles que estão realmente satisfeitos com o serviço e irão indicá-lo para outras pessoas.

    Assim, para calcular o NPS, deve-se subtrair o número de detratores pelo número de promotores do negócio, em que os clientes neutros devem ser desconsiderados por serem avaliações passivas.

    NPS = % clientes promotores ((número de promotores / total de respondentes)*100) – % clientes detratores ((número de detratores / total de respondentes)*100)

    Customer Satisfaction Score (CSAT)

    De modo diferente ao NPS, que possui enfoque no nível de lealdade dos clientes, o Customer Satisfaction Score (CSAT) serve para pontuar o nível de satisfação dos clientes com determinado serviço. 

    Assim, a pergunta feita aqui é “O quão satisfeito você está com o serviço?”, podendo ser em uma escala de 0-10 ou de 0-5. 

    Com isso, é possível avaliar se o serviço está atendendo as necessidades e sendo vantajoso para o cliente, permitindo a identificação de pontos de melhoria. 

    Ainda, pode-se avaliar a satisfação em diversos momentos da experiência do cliente, como referente à hora da compra, ao atendimento, ao serviço em si e ao suporte prestado.

    Dashboard

    É proveitoso o desenvolvimento de um Dashboard para acompanhar e analisar todos os indicadores e métricas, propiciando uma melhor gestão do SaaS Business. Este, pode estar dividido entre os indicadores de MRRs e ARRs, podendo haver dois quadros distintos.

    O quadro abaixo demonstra como pode ser esse Dash, o qual permite uma visualização sistêmica da performance dos indicadores e a avaliação do que deve ser aprimorado.

    Conclusão

    Um modelo de negócio SaaS, portanto, possui três dimensões principais que impactam na sua performance e no seu crescimento, sendo a aquisição, a retenção e a monetização de clientes.

    Cada aspecto possui os seus desafios e oportunidades, que devem ser explorados constantemente para aprimorar as estratégias e elevar a experiência dos usuários. Assim, o cliente deve estar no centro das estratégias de criação de valor, em que as suas necessidades e preferências devem ser levadas em conta.

    Dessa maneira, os negócios devem usufruir de todos os dados existentes e estar de olho nos indicadores chaves para analisar falhas e tendências de comportamentos. Com isso, se torna mais fácil aprimorar as práticas a todo momento.

    Nessa linha, as empresas devem explorar diversas formas para aumentar o LTV do negócio, diminuir o CAC, diminuir o Churn Rate, aumentar a taxa de NPS (satisfação do cliente) e expandir as MRRs e ARRs. Por fim, alguns exemplos de empresas que utilizam o modelo SaaS são a Adobe, a Netflix, o DropBox e o Paypal.

    Plan and Look Ahead

    Em um modelo SaaS business, é importante que o planejamento tenha em vista o growth do negócio. Para isso, deve-se focar em um retorno a longo prazo dos investimentos através da aquisição do maior número de clientes possível. 

    Assim como menciona o nosso CEO: “Let’s look ahead”. Sendo assim, é essencial o desenvolvimento de estratégias que visem a evolução constante e exponencial do negócio, alcançando resultados extraordinários.

  • O que faz uma empresa fechar as portas? | V4 Company

    O que leva uma empresa a fechar as portas? | V4 Company

    Você sabe quais são os motivos que podem levar sua empresa a fechar as portas?

    Primeiramente, é extremamente importante querer crescer seu negócio, de forma que você visualize isso não como uma opção, e sim como uma estratégia de sobrevivência para sua empresa não fechar as portas.

    O ser humano é naturalmente acomodado, muitas pessoas se contentam em permanecer na sua zona de conforto. Entretanto, é necessário entender que seu negócio não irá crescer se você não enfrentar os desafios em prol do crescimento do seu negócio.

    Nesse sentido, o crescimento da sua empresa começa quando a zona de conforto termina. Somos capazes de imaginar o que queremos e precisamos utilizar da nossa capacidade para atingir a excelência nos resultados.

    Quando a empresa possui uma visão de futuro clara, ela contagia todo o negócio e todas pessoas envolvidas, gerando uma sede de crescimento. Ou seja, acaba resultando em um movimento coletivo onde as pessoas tem a oportunidade de se desafiar e crescer cada dia mais.

    Enfim, a zona de conforto é uma ilusão, se você não for um agente de crescimento com certeza será alvo de alguém que cresce e que pode levar sua empresa a fechar as portas.

    Quer saber mais? Então, assista agora mesmo para sua empresa não fechar as portas.

  • O que significa ser um bom comunicador? | V4Company

    O que é ser um Bom Comunicador? | V4Company

    Qual é o segredo para falar bem em público e se tornar um bom comunicador?

    Primeiramente, existem inúmeras técnicas de como comunicar-se bem, porém, é necessário que a técnica não se sobreponha a naturalidade, já que no meio digital quanto mais natural mais engajamento tende a ocorrer.

    Nesse sentido, aprender como se comunicar em público pode parecer secundário quando estamos nos comunicamos muito mais pela internet do que presencialmente. Entretanto, na área digital também é essencial ser um bom comunicador.

    Então, para se tornar um bom comunicador, é necessário se apropriar do conteúdo e tentar transferir ele de maneira que gere empatia ao público.

    Dessa forma, o maior segredo do comunicador é saber lidar com o limitador que a maioria dos comunicadores possuem, que é o medo de julgamento. Muitas vezes a pessoa possui o domínio e está completamente segura sobre determinado conteúdo, mas, se intimida em saber que alguém pode julgá-la.

    O processo de comunicação começa com o pensamento, então no momento em que você bloquear os pensamentos negativos e o medo de julgamento, você irá conseguir contornar um dos maiores obstáculos e se tornar um bom comunicador.

    Quer saber mais? Então, selecionamos este recorte de uma live onde Ivan Moré fala sobre uma técnica que irá ajudar muito na hora de você se comunicar com uma audiência.

  • Qual é a diferença entre conflito e confronto? | V4Company

    Conflito X Confronto | Qual a Diferença? | V4Company

    Muitos vendedores não entendem a real diferença entre conflito e confronto, dessa forma, acabam muitas vezes forçando uma situação para provar que estão certos.

    Em síntese, o conflito é uma discordância de ideias, interesses, entre outros. Muitas vezes surge quando há a necessidade de escolha entre situações que podem ser consideradas incompatíveis.

    Em contrapartida, o confronto é a anulação da ideia da outra pessoa, uma forma de disputa em que um dos meios busca ser o mais correto.

    Então, é extremamente importante separar o conflito do confronto. O confronto gera uma anulação da opinião do outro, gerando nas vendas um clima totalmente desconfortável. Enquanto isso, o conflito possibilita que o vendedor entenda a dor do seu cliente, entenda a opinião diferente e quais meios ele pode utilizar para contornar as objeções.

    Enfim, uma vez que conhecidos e identificados os conflitos, eles precisam ser administrados de forma eficiente e eficaz, para fechar uma possível venda que se fosse levada para o lado do confronto, seria uma perda total.

    Quer saber mais? Então, assista ao vídeo onde Thiago Concer explica a diferença entre conflito e confronto.

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  • M&A focado para pequenas e médias empresas | V4Company

    M&A para Pequenas e Médias Empresas | V4Company

    Você sabia que pequenas e médias empresas podem fazer M&A (fusão e aquisição)?

    Primeiramente, ao contrário do que muitos acreditam uma transação M&A não é destinada apenas a grandes empresas que faturam milhões, e sim, um caminho para os empresários de pequena e médias empresas que querem crescer.

    Entretanto, para fazer com que o M&A seja lucrativo será necessário ter as pessoas corretas para darem andamento, necessitando uma equipe de profissionais aptos para construírem o contrato certo.

    Nesse mesmo sentido, é preciso desenvolver um plano de assessoria, dessa forma, os envolvidos irão entender o que tem por trás do M&A e se é à hora e o momento certo para pequenas e médias empresas focarem nisso.

    O M&A proporciona que os negócios envolvidos foquem em mais de um setor ou em mais de uma atividade, então, quando ocorre uma união, o horizonte de ambas as empresas expande e pode produzir ganhos para ambos os negócios.

    As operações de M&A já ocorrem com certa frequência entre grandes corporações, mas tem ganhado espaço também entre as pequenas e médias empresas, que podem utilizar o M&A como um recurso para alavancar seus negócios, e também, uma consolidação de mercados para atrair grandes talentos que irão fazer a diferença futuramente.

    Quer saber mais sobre M&A para pequenas e médias empresas? Então, assista ao vídeo:

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  • Qual a grande diferença entre a ambição e a ganância? | Saiba Mais

    Ambição e ganância: Qual a diferença? | Saiba Mais

    Empresários são gananciosos? Qual o limite onde a ambição passa a se tornar ganância? Muitas pessoas acreditam que ambição e ganância possuem o mesmo significado, entretanto, há uma diferença que pode fazer você perder ou ganhar muito dinheiro.

    Primeiramente, a ambição é uma atitude positiva, que impulsiona para a ação e para a saída da zona de conforto. É uma forma de superar as limitações e criar valor, de forma que ajuda as pessoas a fazerem dinheiro da forma correta.

    Em contrapartida, a ganancia é a ânsia por conquistar poder e dinheiro de forma fácil, podendo levar as pessoas a se corromperem, a manipular e a enganar. Se a pessoa for ambiciosa mas começar a não se importar com quem ela machuca nesse trajeto, então estará se corrompendo à ganância.

    Um empresário ambicioso vence porque é um investidor responsável, cujos rendimentos são saudáveis, que possui a compreensão que seus objetivos precisam ser estudados de forma a superar as limitações. Enquanto os gananciosos querem ganhar tudo de uma só vez, se arriscando pelo puro desejo de poder e geralmente perdendo tudo durante o trajeto.

    Enfim, se você quer ser um empresário de sucesso, saiba que a ambição é uma qualidade necessária, que ela irá garantir a disposição e a motivação para correr alguns riscos controlados. Entretanto, mantenha-se atento para não deixar-se elevar a um nível incontrolável de poder, em que a ganância já estará predominando.

    Quer saber mais? Então assista ao vídeo onde Jordan Belfort retrata sua experiência ao redor de pessoas gananciosas e com sede de poder.

  • Como adquirir uma comunicação eficaz | V4 Company

    Como ter uma Comunicação Eficaz | V4 Company

    Você sabia que a boa comunicação é uma das principais soft skills requisitadas no mercado de trabalho? Saiba qual a importância de uma comunicação eficaz.

    Primeiramente, ter uma comunicação eficaz influencia muito no relacionamento, tanto com clientes quanto com seus colegas de trabalho. É necessário se preocupar em gerar conexão com as pessoas de forma recíproca, assim, sua mensagem chegará de forma muito mais assertiva.

    De acordo com estudos, apenas 7% da comunicação é falada. O restante é comunicação não-verbal, onde se passa valores de acordo com a maneira como a pessoa se veste, gestos, do corte de cabelo, entre outros.

    Aprender a se comunicar de forma eficaz e objetiva é essencial, afinal, influenciará no controle de sentimentos e na construção de relações mais positivas na vida pessoal e no ambiente de trabalho.

    Um benefício em exercer uma comunicação assertiva é poder gerar maior autoconfiança, pelo fato de que você aumenta seu conhecimento sobre quem você é e o valor que você tem a oferecer.

    Em síntese, não é fácil ter uma comunicação mais eficaz e nem acontecerá da noite para o dia. Porém, ajustando uma melhor conexão fará com que você passe o conteúdo de uma forma muito mais clara.

    Então, se identificou com o conteúdo? Veja agora esse papo que nosso CEO, Dener Lippert, teve com Ivan Moré sobre comunicação eficaz.

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  • Bate-papo com Dennis Wang EX-VP do Nubank | ROI Hunters #58

    Entrevista com Dennis Wang EX-VP do Nubank | ROI Hunters #58

    Você possui dificuldades em gerir seu time? No ROI Hunters desta semana nossos hosts, Guilherme e Dener Lippert, entrevistaram Dennis Wang, ex vice-presidente de operações do Nubank, sobre qual a importância do gerenciamento de times para escalar um negócio.

    Primeiramente, Dennis Wang conta que escalar um negócio, como o Nubank, está extremamente atrelado ao crescimento do time. Nesse sentido, a melhor forma de crescer uma empresa é trazendo pessoas excelentes, afinal, não tem como crescer a empresa sem crescer as pessoas.

    Então, no processo de recrutamento é necessário ver quais competências você busca de forma que você foque em contratar pessoas das quais realmente precisa. O processo de contratação é uma ciência que exige muito estudo.

    Outro quesito que o ex-VP do Nubank aborda é o fato de existir dois perfis de gestores: o gestor de grandes times e o gestor que saiba criar grandes times. Dennis diz que são dois perfis diferentes: enquanto um é responsável pelo alinhamento entre as áreas, outro tem que montar a estrutura do zero, estudar o perfil do time, contratar as pessoas certas e promover quem for capacitado a gerir uma equipe.

    Uma dúvida que muitos gestores possuem é como contratar pessoas com expertises que o próprio gestor não domina. Dennis diz que o importante não é dominar exatamente o trabalho e as ferramentas que a pessoa utiliza, mas sim, saber gerir e garantir que está acontecendo esse trabalho.

    Dennis Wang diz que as empresas precisam ter cuidado em não promover uma pessoa só pelo fato dela ser melhor na função dela, ou seja, é necessário tornar gestor aquele que sabe lidar com as pessoas e também com a função.

    Nesse sentido, Dennis diz que muitos possuem dificuldade em sair da parte técnica e ir para a gestão. Porém, o gestor é responsável pelos resultados, então ele precisa entender que a melhor forma de atingir o resultado é através do time.

    Além disso, o ex-VP do Nubank diz que é preciso tentar alavancar e treinar as pessoas para o resultado ser melhor, dar autonomia e tentar tirar os bloqueios com os recursos que o time precisa para atingir. Caso os resultados não estejam ocorrendo, o gestor pode sim tomar a frente e garantir que o possível seja feito.

    “A grande dica é: você não vai ser mensurado pelo que faz, e sim pelo que seu time entrega.” – Dennis Wang

    Para mais dicas sobre gerenciamento de times, acompanhe o ROI Hunters dessa semana dando play no episódio abaixo!

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    V4 Company – Cientista do Marketing

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  • Uma sociedade 50/50 é comunismo? | Entenda mais | V4 Company

    Sociedade 50/50 é comunismo? | Entenda mais | V4 Company

    Quais problemas podem existir em uma sociedade dividida entre dois sócios? Entenda mais sobre a sociedade 50/50.

    Primeiramente, na sociedade igualitária 50/50 ninguém manda no negócio pelo fato de nenhum dos sócios ter maioria, de modo que todas as questões dependem de consenso. Na divisão 50/50 o capital social é igual e rigorosamente dividido na razão de cinquenta por cento para cada um dos dois sócios, sendo ambos administradores.

    Então, você pode até ser Equity Partner, porém irá precisar de um administrador que irá “bater o martelo” quando os sócios não entrarem em um consenso. Ou seja, uma hora ou outra alguém não irá concordar com algum aspecto e esse administrador irá intervir antes de gerar maiores problemas.

    A sociedade 50/50 não possui um controle definido, assim, basta existirem divergências que esta estrutura se tornará o pior dos pesadelos para sócios e empregados.

    Enfim, se não existir uma “regra de jogo” combinada entre os sócios, a chance de ter um problema é 99%. É necessário ter uma definição de quem decide o que e em quais circunstâncias.

    Quer saber mais sobre sociedade 50/50? Então, assista o vídeo e entenda mais:

    V4Company – Marketing Digital